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Agrupamento de Escolas da Moita

Ano III – Nr.2 Junho 2012

Editorial Vamos partilhar amizade… Já na etapa final do primeiro ano letivo como Diretor do Agrupamento de Escolas da Moita, não posso, de forma alguma, esconder a minha enorme satisfação pela “proximidade” alcançada com a comunidade educativa e em especial com os mais novos.

Concurso DNescolas – Destaque Fotográfico Diogo Pereira e Daniela Tavares entre os 10 finalistas

Desde as crianças dos jardins de infância, até aqueles que ingressaram no ensino noturno, tenho estabelecido momentos de conversa procurando ser um Diretor próximo e amigo, embora exigente no respeito e no cumprimento das regras de cidadania. Os jovens estudantes do 2.º/3.º ciclos e ensino secundário, pela sua atitude para com o Diretor, têm manifestado, em simples gestos, que afinal podemos melhorar nas atitudes. Afinal, poderemos mesmo vir a ser o melhor Agrupamento no cumprimento das regras de boa educação. Todos eles, crianças, jovens e até adultos, enquanto alunos, estudam-nos o caráter e as nossas sensibilidades. Entendo que por detrás de todos, existe uma história, muitas das vezes mal revelada e, como tal, enquanto professores, temos que colocar em prática a nossa inteligência, a nossa grande experiência do contacto com os outros, a fim de sermos exigentes, rigorosos, mas, acima de tudo, considerados “grandes mestres” não só no saber ensinar, mas também no saber ser amigo, compreensivo e cooperante. Aos pais/encarregados de educação relembro que a amizade tem um papel preponderante na personalidade dos filhos. Através da amizade, um indivíduo “na idade da amizade” adolescência, aprende a conhecer-se a si próprio, a ganhar confiança nas suas capacidades, a viver a lealdade, a sinceridade, a generosidade. Na etapa final do ano letivo, quero agradecer todo o esforço, empenho e profissionalismo do corpo docente do Agrupamento assim como a amizade e responsabilidade demonstradas pelos assistentes técnicos e operacionais. Aos pequenitos, jovens e todos os que fazem do Agrupamento de Escolas da Moita a sua segunda casa, um muito obrigado pelo esforço manifestado, pelo sucesso alcançado e por toda a amizade partilhada. Também aos pais/encarregados de educação desejo que não abdiquem da exigência de responsabilidade para com os seus educandos e partilhem numa relação mais próxima com a Escola a amizade. O Diretor: Manuel Luís Pereira dos Santos

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Ano III - Nº. 2 Junho 2012

Mais nas página Pág. 4 Pág. 8

Grande Entrevista: Prof.ª Cristina Vicente Ficha técnica:

Equipa Redatorial: André Seco -10ºA2 Rita Perpétua - 10ºD1 Joana Borges - 10ºD1 Isa Macide - 10ºD1 Equipa Responsável: Beatriz Sousa Helena Brissos Revisão: Ernestina Sesinando Alunos Colaboradores: Dayna Freitas – 10ºD1 Shamilah Abubacar 10º A2 Vanessa Pereira – 10º D2 Pedro Soares – 10º D1 Professoras Colaboradoras: Alexandra Seabra Anabela Rodrigues Ana Paula Laginha Ana Paula Lobato Ana Paula Nogueira Dina Balbino Glória Oliveira Isabel Gonçalves Maria da Luz Ribeiro Teresa Campos

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Gincana Rock in Rio Agradecimentos Caros Alunos, Pais/ E.E.s, Professores e Funcionários, Os coordenadores da iniciativa “Gincana Rock in Rio” do Agrupamento de Escolas da Moita querem agradecer a todos os participantes o seu empenho e dedicação na resolução das tarefas da Gincana Rock in Rio. Os vencedores e os resultados das tarefas que compunham este evento já estão disponíveis no site da Gincana Rock in Rio: http://www.rockinriolisboagincana.com/vencedores

Índice Editorial ………………………….……..…..1 Gincana Rock in Rio …...................2 Palestra Escola Electrão.................3 DN Escolas e Semana Nipónica..…4 Ciclo de Conferências ESM ….....…5 Projeto Oficina Saramago ………….6

O Agrupamento de Escolas da Moita apresentou uma participação meritória, tendo pontuado em todas as cinco tarefas em que a comunidade educativa esteve empenhada e participativa. Em 598 escolas que participaram nesta iniciativa o nosso agrupamento obteve o seguinte posicionamento: Primeira tarefa - recolha de embalagens - 440 kg de embalagens: 62º lugar Segunda tarefa - Venda de Pulseiras Rock in Rio - 450 pulseiras vendidas: 109º lugar Terceira tarefa – Eletricidade - redução do consumo em 46.919.00 KW: 67º lugar

Feira de Projetos…………………………8 Encontros Pedagógicos….…….……..8 Palestra “Vidas na Fronteira”…..….8 Grande Entrevista……………………….9 Associação de Estudantes…….…..11 A Voz dos Alunos…….....………….…12 Olhares……………………………………..14 Portugal em Números………….……15

Quarta tarefa – Água - redução do consumo em 250 m3: 116º lugar Quinta tarefa – Escola Electrão – recolha de 2880 kg de resíduos REEE: 60º lugar

Exposição “Silêncio da Água”…..15 Bibliotecas Escolares…………………16 Bookcrossing…………………..………..16

Continuem a reciclar e a ajudar o vosso próximo para podermos construir um Mundo melhor. O nosso muito obrigado a todos os participantes!

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Ambiente RESÍDOUS DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ELETRÓNICOS O QUE SÃO EEE e REEE?

No âmbito da Gincana Rock in Rio, da promoção de boas práticas de sustentabilidade e da sensibilização para os temas relacionados com o desenvolvimento sustentável, realizou-se no dia 31 de janeiro de 2012, na Escola Secundária da Moita, a palestra “Escola Electrão” subordinada ao tema “Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos “. O engenheiro Guilherme Marcão explicou o circuito dos REEEs e as implicações que o não tratamento das mesmas pode trazer para o nosso ambiente, a um público atento de 43 alunos da Escola D. Pedro II (7º A e 7º C), 56 alunos da Escola Secundária da Moita (11ºP1, P3, 12ºA1 e P1) e 9 professores. De acordo com os resultados dos inquéritos de avaliação deste evento, entregues aos participantes, este foi avaliado de forma bastante positiva, quer ao nível da palestra quer ao nível da organização. Resultados do inquérito - Alunos:

Cultura e Ciência Cultura e Ciência

Resultados do inquérito - Docentes:

A sigla EEE corresponde aos Equipamentos Elétricos e Eletrónicos. Estes são equipamentos cujo funcionamento depende de correntes elétricas (e.g. computador) ou de campos eletromagnéticos (e.g. brinquedo a pilhas), incluindo também os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos. Os REEE são os Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos, ou seja, na altura em que os EEE já não são necessários e se pretendem deitar fora. Estes incluem também todos os componentes e materiais consumíveis que fazem parte do equipamento no momento em que este passa a resíduo.

QUE PROBLEMAS APRESENTAM? Os REEE devido à sua grande diversidade têm também uma grande variedade de materiais constituintes, alguns dos quais são considerados perigosos, como acontece com os tinteiros, as placas de circuitos impressos de telemóveis, os tubos de raios catódicos (e.g. das televisões), a espuma e os circuitos de refrigeração (por exemplo com CFC2, como os existentes nos frigoríficos), plásticos contendo retardadores de chama bromados e os componentes contendo mercúrio (e.g. dos interruptores). Estes materiais têm na sua constituição substâncias como por exemplo:  chumbo (e.g. no vidro de tubos de raios catódicos, em componentes eletrónicos e em lâmpadas fluorescentes);  mercúrio (e.g. lâmpadas fluorescentes);  cádmio (e.g. na camada luminosa existente em ecrãs de televisões a cores);  crómio hexavalente (e.g. em revestimentos anticorrosivos utilizados em frigoríficos). Os REEE nunca devem ser deitados no caixote do lixo, até porque como foi dito anteriormente podem ter na sua constituição substâncias e componentes perigosos que devem ser separados e geridos corretamente. Os REEE devem ser entregues em certos locais próprios, como por exemplo nas lojas quando se compra um EEE novo equivalente ao adquirido e para a mesma função e nos Centros de Receção de REEE, sem encargos para o detentor. Uma gestão adequada deste tipo de equipamentos em fim-de-vida, passa pelo respeito de procedimentos adequados na sua recolha, acondicionamento e transporte, no trajeto que os conduz desde o seu utilizador final (doméstico ou industrial), até ao local de valorização e/ou reciclagem e, ainda, pela implementação posterior dos requisitos necessários ao seu correto desmantelamento que evitem a danificação da sua estrutura e componentes, assim como prevenir danos sobre o ambiente devido a eventuais fugas. In Dossier REEE_NMB.pdf, Escola Electrão

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Cultura e Ciência

O grupo NARG, Nelson Cardoso, André Pagaime, Rodrigo Rafael , Gonçalo Baptista, turma 12ºD1, juntamente com a profª Teresa Campos, entrevistaram o Dr. Pedro Passos Canavarro.

Os alunos do 12º ano da Escola Secundária da Moita têm-nos dado este ano muitas alegrias. Entre as várias atividades em que participaram destacamos o concurso do DNescolas. O grupo vencedor da primeira fase deste concurso, o grupo NARG, ofereceu à escola, no dia 12 de Março, através do DIA DN, a possibilidade de ver e ouvir o Dr. Pedro Passos Canavarro , presidente da Fundação Passos Canavarro e fundador da Associação de Amizade Portugal-Japão. Este evento foi preparado pelos alunos com muito entusiasmo. Desde a preparação do auditório à exposição e receção ao convidado, organizada pela turma 11ºP3, do Curso Profissional de Técnico de Turismo, tudo revelou um grande empenho e bom gosto.

Neste dia, também os grupos concorrentes da Escola à 1ª fase puderam conversar com o convidado especial e, desta conversa, nasceu mais uma história de sucesso. Com a Reportagem “ O Japão dos Meus Olhos” do Dia DN, o grupo DESINFORMAÇÃO, formado pelos alunos Jéssica Pratas, Andreia Pereira, Diogo Pereira, Nelba Inglês e Daniela Tavares, da turma 12ºD2, conseguiu ficar entre os cinco primeiros, um excelente lugar, no tema Internacional. Leia o texto integral e veja as fotos no site DNescolas em http://www.nescolas.dn.pt/in dex.php?a=gfinal&action=sele cionados

Na área do Fotojornalismo – competição individual – os alunos Daniela Tavares e Diogo Pereira encontram-se já apurados para a Grande Final DNescolas, entre os dez finalistas do concurso “Gosto de Viver Aqui”. Parabéns pelo trabalho desenvolvido!

Semana Nipónica na Escola Secundária da Moita De 19 a 23 de Março de 2012, decorreu na Escola Secundária da Moita a Semana Nipónica, organizada e dinamizada pela turma 11ºP3, grupo NARG (12ºD1) e pelas professoras Teresa Campos e Clara Ramos, que lecionam as disciplinas da componente técnica do Curso Profissional de Técnico de Turismo. A Semana Nipónica contou com: uma palestra sobre “ Os Bonsais e a Cultura Nipónica “, dinamizada pela Associação Lusitana de Bonsai; uma demonstração de Judo pela Federação Portuguesa de Judo; um concurso de Origami; oficinas de jogos tradicionais japoneses (xadrez japonês e jogo de estratégia GO) e diversas exposições.

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Cultura e Ciência Ciclo de Conferências ESM No decorrer do segundo período do presente ano letivo, a comunidade educativa do Agrupamento de Escolas da Moita pôde usufruir de mais duas palestras do Ciclo de Conferências da ESM.

No âmbito do Apoio ao Currículo, a Biblioteca Escolar da Escola Secundária da Moita (organização de Helena Brissos) em colaboração com o professor Francisco Carromeu, PhD, levou a cabo um ciclo de conferências, que visaram enriquecer os conhecimentos dos alunos e abrir novos horizontes histórico-literários. Os Maias – Época e História Data: 29 de Fevereiro de 2012

No dia 29 de fevereiro, realizou-se no auditório da Escola Secundária da Moita a segunda palestra do Ciclo de Conferências da ESM, intitulada “ Os Maias – Época e História”, presenciada por 136 alunos do 11º ano e 9 professores, ultrapassando assim largamente a capacidade de lugares sentados do auditório. Esta palestra contemplou uma abordagem da obra de Eça de Queirós Os Maias na sua perspetiva histórica e social. Foi com interesse que este público assistiu à palestra, tendo colocado algumas questões pertinentes, às quais o conferencista respondeu com humor e boa disposição. Já no dia 18 de abril, respondendo às necessidades do programa de 10º ano da disciplina de Filosofia, o público constituído por turmas de 10º ano, num total de 94 alunos e 5 professores, pôde apreciar a leitura histórica de obras de arte, na palestra intitulada “ Arte Moderna”. O conferencista desmontou algumas obras selecionadas pelo seu peso histórico, revelando o pano de fundo subjacente às criações artísticas.

Arte Moderna Data: 18 de Abril de 2012

Esta palestra que facultou conhecimentos culturais e históricos mais aprofundados, gerou alguma estranheza nos alunos do 10º ano, ainda pouco habituados a contextos tão elaborados. Perspetivando a boa receção por parte de alunos e professores, visível na avaliação positiva das palestras e da organização dos eventos, expressa nos inquéritos distribuídos aos mesmos, julgamos que esta iniciativa será uma atividade que deverá ter continuidade no próximo ano letivo.

Texto e fotos Helena Brissos

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Cultura e Ciência Projeto Oficina Saramago A vida e obra de Saramago tem vindo a ser divulgada a toda a comunidade educativa e também local, em iniciativas diversificadas. Deixamos aqui uma pequena amostra do empenho e criatividade de todos os participantes nestes últimos meses.

O projeto Oficina Saramago é um projeto interconcelhio que convoca um conjunto alargado de instituições que, em parceria, desenvolvem ações diversificadas, dirigidas à população da comunidade escolar e à população em geral.

Exposições na Escola Secundária da Moita: 1.Exposição “O conto da ilha desconhecida” em quatro imagens

Programa Maio – Junho MOITA: 16 de maio, 14h30 –Teatro “A Ilha Desconhecida” na Feira de Projetos Educativos.

2. Exposição sobre vida e obra de José Saramago

16/ 17/18 de maio – Exposição dos trabalhos dos alunos realizados no âmbito da “Oficina Saramago" na Feira de Projetos Educativos. 16/17/18 de maio – Exposição "Uma Viagem por Saramago”, na Escola Mouzinho da Silveira. 25 de maio, 21 horas –"Noite José Saramago", na Biblioteca Municipal da Moita.

3. Exposição sobre a “A viagem do Elefante”

6 de junho, 18 horas – Dramatização “Memorial do Convento”, na Escola Básica Mouzinho da Silveira. BARREIRO: 1 de junho, 17h30 – Conferência “Levantar do Chão” por Graciete Besse, na Escola Secundária de 4. Exposição “ A Maior Flor do Mundo” – histórias em Santo André. inglês 9 a 30 de junho – Exposição dos trabalhos dos alunos de todas as Escolas participantes no projeto "Oficina Saramago", no Fórum Barreiro. 2 a 30 de junho - Projeto “Noutros Lugares”, apresentado pela Artesfera – Associação de Artistas Plásticos do Barreiro, que consiste em expor/ instalar arte em ambientes públicos e realizar intervenções artísticas efémeras em diversos espaços na cidade do Barreiro.

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Cultura e Ciência Projeto Oficina Saramago (cont.) 5.Teatro “O Conto da Ilha Desconhecida” (Turma 11º P4 - apresentação na Feira de Projetos)

Exposição na escola D. Pedro II 6.Biografias e Livros construídos pelos alunos 7. Oficinas de construção de livros miniatura

8. Bandas desenhadas 9.Leituras em espanhol com gravação de voz

Exposições no Primeiro Ciclo 10. Exposições de trabalhos dos alunos sobre a vida e obra do autor José Saramago. 11. Ateliê sobre “ A Maior Flor do Mundo”, do autor José Saramago, com as turmas do 3º e 4º ano de escolaridade.

Palestras e Conferências Barreiro/Moita: 28 de novembro de 2011 - Conferência de abertura com Pilar del Rio 10 de dezembro de 2011 - Conferência com Miguel Real 29 de fevereiro de 2012 - Conferência com Susana Ventura 15 de março de 2012 - Conferência com Ana Paula Laborinho 01 de junho de 2012 – Conferência com Graciete Besse 7

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Educação Feira de Projetos Nos dias 16, 17 e 18 de maio, realizou-se a XV Feira de Projetos Educativos da Moita. Esta iniciativa conjunta da Câmara Municipal da Moita com várias instituições, escolas e agrupamentos do concelho apresentou, mais uma vez, um programa de iniciativas diversificadas. O Agrupamento de Escolas da Moita também esteve presente, possibilitando ao público o acesso a ateliês de Física, Química e Matemática, bem como uma mostra dos diferentes projetos existentes nas escolas, informações sobre a oferta educativa do agrupamento e, ainda, animação de palco com a representação da peça de teatro “O Conto da Ilha Desconhecida” pelos alunos do 11º P4 (Curso Profissional de Apoio Psicossocial).

Os ateliês “A Física e a Química Explicam!” foram os mais concorridos da Feira. A ligação da ciência a contextos do dia a dia não só motivou as crianças e os jovens, como facilitou a compreensão de muitas ideias científicas. Através de experiências simples, dinamizadas por alunos das turmas de Física e Química, proporcionaram-se divertidos momentos de descoberta.

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Encontros Pedagógicos No dia 19 de maio, realizou-se o primeiro encontro pedagógico organizado pelo Observatório de Qualidade. Uma plateia de cerca de 60 pessoas, composta por alunos de todos os ciclos, pais e encarregados de educação e professores, debateu, sob a moderação do diretor do agrupamento, Manuel Luís Pereira dos Santos, e do coordenador do Observatório de Qualidade, Carlos Carvalho, os temas mais prementes da educação e do agrupamento.

A sessão, que se revelou muito profícua, iniciou-se com as apresentações dos alunos. Os do 4º ano dos cinco estabelecimentos de ensino de primeiro ciclo falaram sobre “ A Minha Escola…”, seguidos dos alunos do 6º ano, que exprimiram seus sentimentos com “ Gostar de Estudar…”. Também os alunos dos 9º e 12º anos deram seus contributos para o debate. Por fim, a Associação de Pais e Encarregados de Educação e os professores apresentaram as suas perspetivas do ensino, da educação e do papel da família neste complexo processo.

Palestra “Vidas na Fronteira” No dia 25 de maio, pelas 10 horas e 15 minutos, realizou-se no auditório da Escola Secundária da Moita a palestra “Vidas na Fronteira”, organizada pelo Clube da Cidadania e proferida pela Irmã Irene Guia, Presidente da Congregação das Escravas do Sagrado Coração de Jesus. Antecederam a palestra momentos musicais soberbamente interpretados pelo aluno Pedro Marujo. Assistiram à palestra alunos, professores, o diretor do agrupamento e a Dr.ª Isabel Oliveira, diretora dos serviços da DGIDC, responsável pelo Gabinete da Cidadania, em visita ao nosso agrupamento.

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Grande Entrevista Entrevista à Professora Cristina Vicente, da Escola Secundária da Moita Chama-se Cristina Vicente, nasceu no dia 23 de outubro. É casada, tem três filhos, formou-se na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.

Por que razão escolheu formar-se na área de História? Porque a História sempre foi uma paixão. Decidiu escolher o ensino porquê? Não escolhi, ele escolheu-me a mim. Eu queria ter feito uma pós-graduação ou um mestrado, pois queria ser bibliotecária. Mas não foi possível, portanto tive de vir para o ensino. O que acha do ensino nos dias que correm? Acho que é uma grande confusão, que é demasiado permissivo e acho que os temas e as disciplinas não suscitam o interesse dos alunos. Enquanto professora, qual é o tema que mais gosta de abordar? Ao longo de toda a História, é a procura do homem pela sua felicidade e a confusão que o homem fez sobre aquilo que é a verdadeira felicidade. Procurou-a sempre nos sentidos mais errados e confundiu-a sempre com o sucesso económico. De toda a História, o período que eu mais gosto será, provavelmente, a Idade Média. 9

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Porquê? Porque é muito menos conhecida e porque é muito diferente da nossa vida de hoje em dia. O que representa para si o “25 de Abril”? Muitas coisas. Em primeiro lugar, a grande conquista que é a liberdade de expressão. De todas as liberdades, aquela que eu mais valorizo é a liberdade de expressão. E principalmente o progresso (e lá está a confusão que nós temos em relação à palavra progresso), o progresso que nos permitiu adquiri-la. Tem algumas memórias do período que antecedeu esta revolução? E o que aconteceu após o “25 de Abril”? Tenho, tenho algumas ideias. Já são um bocadinho vagas, pois eu era muito nova. Não tenho ideia nenhuma de qualquer tipo de repressão, de dificuldades anteriores ao “25 de Abril”. Lembro-me bastante bem daquele dia. Lembro-me de que toda a gente celebrava a liberdade, o que me fez muita confusão ao princípio, porque nunca me tinha sentido presa, não sabia muito bem o que era isso da liberdade.

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Grande Entrevista

cont..

E lembro-me da confusão dos anos imediatamente a seguir, porque eu vivia em Lisboa, e lembro-me de uma forma vaga e confusa de aviões constantemente a passar, de grandes manobras de carros de combate e coisas do género. Tirando isso, acho que não tenho mais ideia nenhuma.

Considera que os ideais do “25 de Abril” ainda estão presentes no nosso país? Considero. Claro que com o tempo, já lá vão trinta e muitos anos, acho que eles têm sido alterados, porque tudo vai mudando com a História, mas acho que sim. Com o evoluir dos tempos, as coisas sofrem algumas alterações. A ideia de liberdade, se calhar, já não é a mesma, a ideia de democracia, se calhar, já não é a mesma e, depois, tudo isto são conceitos que variam, não só na época mas também de pessoa para pessoa, e, portanto, acho que sim.

O “1º de Maio” celebrou-se recentemente. O que acha dos “cortes” que têm vindo a acontecer nos direitos dos trabalhadores? São muitos os cortes que têm sido feitos, mas, provavelmente, alguns serão necessários, outros serão abusivos. É pena que tenhamos de ser nós, os trabalhadores, a pagar os erros de alguns, que pomos lá em cima a governar, e que, se calhar, não são os mais aptos. Provavelmente estamos todos a pagar por isso, e mesmo os cortes nos direitos dos trabalhadores passam por aí. Se nós quisermos ser competitivos e se quisermos fazer deste país um país melhor, provavelmente vamos mesmo ter que, durante algum tempo, engolir alguns sapos vivos. Mas pode ser que isso seja bom para nós.

Gosta de ler? Que tipo de livros? Gosto muito de ler e leio constantemente. Leio diferentes tipos de livros, consoante as épocas do ano: no verão, policiais ou mesmo os chamados livros da moda; durante o ano letivo, leio obras de historiadores e clássicos.

Qual foi o livro que mais gostou de ler? Porquê? O livro de que mais gostei foi Os Maias porque o estilo de Eça é muito bom e porque é um retrato de Portugal no final do século XIX. De uma maneira geral, leio preferencialmente autores portugueses.

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A Voz dos Alunos

Associação de Estudantes A nossa Associação de Estudantes decidiu dar-nos uma entrevista. Falou sobre a sua campanha eleitoral, a sua vitória e os seus objetivos. JN- Por que razão decidiram concorrer para a presidência da Associação de Estudantes?

expetativas dos alunos em geral. Esperamos que acreditem em nós, como nós acreditamos neles.

A.E- Porque achamos que não havia ninguém capaz de fazer o que nós podemos fazer, ou seja, não havia ninguém à nossa altura.

PS: A associação gostaria de deixar uma mensagem às listas derrotadas: “Não desanimem, pois as vossas campanhas deram para rir um pouco; e, para o ano, se os alunos tiverem sentido de humor, vocês irão ter mais votos!”

JN -O que acham que fizeram melhor relativamente às outras listas para vencer?

Entrevista realizada por Rita Perpétua

AE- Simplesmente tudo. Foi uma campanha perfeita desde o início ao fim, partindo do princípio que tivemos um dia para preparar tudo.

O que tem achado da prestação da Associação de Estudantes? 70

JN- Se não tivessem ganhado, qual seria a lista que melhor poderia corresponder às expetativas dos alunos?

60 50 40

opinião dos alunos

30

AE- Nenhuma. A nossa lista está num patamar acima.

20 10 0 positivo

negativo

JN-Quais são os vossos objetivos? AE-Principalmente promover o convívio entre os alunos, mas também há objetivos secundários como a organização de festas, torneios, palestras, celebração de dias especiais, a criação da rádio da escola, etc.

Tendo em conta a prestação da associação, terias mudado o teu voto?

não votei na lista

JN- Acham que vão cumprir esses objetivos? AE- Todos não. Mas admitimos que alguns deles foram apenas para apelar ao voto dos alunos. No entanto, vamos fazer os possíveis e impossíveis para conseguir. JN- Qual é a mensagem que a associação quer deixar aos alunos?

opiniao dos alunos

não votei não sim 0

10

20

30

Tratamento de dados feito por Joana Borges e Dayana Freitas

AE- Um grande obrigado a todos pelo voto de confiança. Esperamos corresponder às 11

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A Voz dos Alunos

Chama-se

João Pedro Maio Rodrigues e é o porta-

voz de um grupo de alunos que tem uma interessante visão empresarial, e que, neste momento, tem o objetivo louvável de beneficiar a nossa escola!

Idade: 17 anos Signo: Escorpião O que mais gosta de fazer: Tem diversos gostos por várias coisas mas nada em concreto. O que menos gosta de fazer: não gosta que as pessoas discutam à sua frente, e nem gosta de ver pessoas a chorar.

O que pretendes seguir no futuro? Quero tirar um curso. O mundo empresarial vai ser a minha área, agora no quê, não sei. Como surgiu a ideia de fazer a primeira doação à escola? O nosso grupo já tem três anos, sendo que há um ano trabalhamos mesmo só para a “Esmoita”. Nós chegámos aqui e vimos que as coisas não estavam bem, havia diversos problemas ao nível da estrutura da escola, mas acerca disso não podemos fazer nada. Achámos que havia muita coisa em falta. Como vocês sabem, entrou uma nova direção, houve eleições e entrou um novo diretor e uma nova equipa, e nós familiarizámonos muito com esta direção, até porque são excelentes pessoas. Eles deram-nos sempre carta verde para avançar com o que quiséssemos, e nós decidimos avançar, porque vimos que havia muita coisa em falta na escola. Quais foram as doações que fizeram até ao momento? Até ao momento, demos três máquinas de café à escola, uma para a secretaria, outra para as funcionárias e outra para a sala de professores (a dos professores ainda não foi colocada por questões burocráticas). Como podem ver, pusemos uma esplanada porque achámos que

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João Silva, João Rodrigues, Andreia Madeira e Nuno Garcia

naquele espaço faltava qualquer coisa, um espaço mais silencioso, mais agradável para os alunos estudarem ou mesmo almoçarem, como acaba por acontecer. No primeiro andar, ao pé da biblioteca, estão lá duas mesas com dois computadores, criando um espaço de lazer. Por exemplo, hoje realizou-se lá uma aula. Às vezes, é preciso sair de uma sala de aula para que os diversos temas sejam melhor tratados, tem a ver com o ambiente. Estas doações estão relacionadas com algum projeto pessoal? Não há projeto pessoal. Nós somos um grupo que apenas quer contribuir com alguma coisa para a escola, durante o tempo que cá estivermos. Costuma-se dizer que quando se dá alguma coisa é porque se quer alguma coisa em troca, mas, neste caso, isso não acontece. Os custos das doações saem todos da vossa mesada? É algo que faz muita confusão, mas convém ser explicado. Nós recebemos o dinheiro de várias entidades, ou seja, quando tens um projeto, defines uma estratégia, que é essencial, e dizes “preciso de algo!”. Se se precisa de algo, o que fazer? É preciso saber onde se vende, mas também como é que se vai pagar, ora aí está. O que é que acontece? Por exemplo, nós decidimos pôr aqui uma esplanada e contactámos empresas que fabricam esses materiais e escolhemos a melhor. Pedimos preços e, depois, dissemos que era para uma escola e tentámos que a empresa Patrocínio: Junta de Freguesia da Moita


nos desse ou reduzisse o custo. Pela esplanada pagámos 25% do preço no mercado. De onde vem o dinheiro exatamente? Nós temos empresas que cooperam connosco desde sempre. Se não conhecemos as pessoas nem os gerentes nem os donos, fazemos por conhecê-los. Nós ligamos para quem temos que ligar, ou através de outros amigos que temos, e chegamos a essas pessoas, porque em Portugal costuma-se dizer que os mais ricos não dão nada, mas não é verdade, eles dão. É óbvio que não fazemos publicidade a ninguém, porque se nós fizéssemos publicidade a uma empresa que nos tivesse dado dinheiro, tínhamos feito muito mais doações. Mas, como não vamos fazer publicidade, porque isto é uma escola, recebemos algum apoio, mas é o suficiente. Os custos não vêm da minha mesada, porque acho que isso não é correto, e como digo, somos um grupo, e aí teríamos todos que contribuir com as nossas mesadas, contribuímos é para angariar o dinheiro. Por vezes, fazemos alguns peditórios, com amigos e parceiros, e é daí que o dinheiro surge.

Porque não te candidataste à Associação de Estudantes? Porque, talvez, seja um risco candidatarmo-nos. Os meus colegas sabem que nós somos muito exigentes e se nos formos candidatar para a Associação de Estudantes, não há de ser para perder. Não vamos andar a gastar o nosso tempo e recursos para depois perdermos ou ser em vão, porque, aqui neste agrupamento, o que tem acontecido é que as listas para a associação de estudantes servem como divertimento. Também 13

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faz falta, é verdade, mas acho que devia haver, quer ganhassem ou perdessem, uma cooperação entre todas as listas, o que não acontece. Ganhou uma lista e as outras listas saem logo do plano, e nunca mais falam umas com as outras para cooperarem. Depois, temos um grave problema, que é a lista que ganha. Normalmente, não responde aos problemas que a escola precisa ver resolvidos. Portanto, nós candidatarmo-nos, acho que seria em vão, porque para fazermos uma boa campanha, trazermos cá pessoas conhecidas, fosse o que fosse, teríamos de ser conhecidos. Ainda somos pouco conhecidos, também não fazemos para que nos conheçam, porque isso para mim é irrelevante. O que acontece é que uma lista candidata-se e ganha se conhecer muita gente, não é pela campanha que faz nem pelos objetivos que tem.

O que vem a seguir? Nós estamos cá mais um ano. Não costumamos divulgar antecipadamente, mas vamos ter muita coisa no ano que vem, muitas surpresas. Como puderam ver neste ano, só no segundo e no terceiro período é que conseguimos começar a desenvolver alguns projetos, porque as coisas também demoram muito tempo. Para o ano já está tudo agendado, já está tudo marcado, é só chegar a data e avançar. Mais não podemos revelar. Entrevista realizada por: Rita Perpétua (10º D1) e Vanessa Pereira (10º D2)

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Olhares Windows 8 … “um admirável mundo novo” Antes de mais, um pequeno agradecimento a quem me convidou a participar deste jornal escolar com uma coluna escrita por mim e a passar “da mente para o papel” a minha capacidade de escrita. Não poderia deixar de fazer referência ao 25 de Abril, comemorado, como sempre, com grande folia (contudo, numa opinião mais pessoal, esta data parece-me pouco coagível de ser comemorada. Comemorar a decadência do país onde vivemos não é o mais acertado. Mas tendo em conta o feedback transmitido pela televisão nacional sobre o que pensam as pessoas deste dia, o motivo pelo qual é comemorado não importa mais. É um feriado e isso basta para agradar aos portugueses). Como grande adepta do mundo tecnológico, faço então desta coluna uma perspetiva sobre as últimas novidades de tal mundo. Algo que eu aguardo ansiosamente é o lançamento da versão 8 do Windows. É impossível não ficar extasiado, não com os novos gráficos da nova versão, que por si só são admiráveis, mas com o grande salto que foi dado desde a versão antiga, Windows 7. Um salto

ainda maior do que o que foi dado desde o Windows Vista para esta mesma versão. Aguardo a versão de teste, para poder experimentar o mais rapidamente possível. Agrada-me a evolução da tecnologia, mesmo sabendo que tem outras consequências. Mas quem não gosta de experimentar um novo telemóvel, uma nova plataforma de jogos, um novo computador? Nos dias que correm, é comum deixarmo-nos maravilhar por estas pequenas coisas que segundo muitos, são a obraprima do Homem. Concordo bastante. É frequente perguntar-me, “Como será que chegámos a tudo isto?”. É simplesmente fantástico poder admirar tudo isto de perto, e espero poder acompanhar o desenvolvimento tecnológico dos próximos anos, isto porque tenho a certeza de que vamos evoluir. Das mais variadas formas. E pelos mais variados motivos. Shamilah Hussna Abubacar, 10ºA2

As alunas Érica Costa e Íris Mendes, do 6.º B, foram galardoadas com um prémio Clube Caminho Fantástico no concurso “Uma Aventura Literária 2012”, na modalidade de desenho (2.º ciclo), num trabalho em articulação com a Biblioteca Escolar D. Pedro II. A cerimónia pública de entrega de prémios teve lugar no dia 4 de maio, pelas 15h00, na Feira do Livro de Lisboa. As escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada participaram na festa. Lá estivemos! Parabéns às alunas! 14

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Portugal em Números Nascer em Portugal Neste tema preocupa-nos a natalidade e a fecundidade Mas o que é a natalidade e a fecundidade? - A natalidade é o número de nascimentos ocorridos durante um ano. - A fecundidade é o número de filhos por cada mulher. A natalidade e a fecundidade têm uma coisa em comum, têm decrescido ao longo dos anos. Isto deve-se a: • Generalização do planeamento familiar e do uso de métodos contracetivos; • O aumento da taxa de atividade feminina; • O prolongamento do tempo de escolaridade obrigatória; • O adiar do casamento e consequentemente do nascimento do primeiro filho; • A dificuldade no acesso a habitações espaçosas sobretudo nos meios urbanos; • Aumento da exigência e das despesas na educação das crianças. A taxa de natalidade ente 1960 e 2004 tem vindo a diminuir consideravelmente, atingindo o valor máximo em 1960 de 24,1 ‰ e o valor mínimo em 2004 de 10,4 ‰.

Ilustração 1: Evolução da taxa de natalidade em Portugal, entre 1960 a 2004

O Índice Sintético de Fecundidade entre 1960 e 2050 (projeção) tem vindo a decrescer. Portugal, atualmente, não consegue assegurar a renovação de gerações, uma vez que está abaixo do limite mínimo de 2,1 de filhos por mulher.

Ilustração 2: Evolução do índice sintético de fecundidade em Portugal entre 1960 e 2050 (projeção)

Inês Rouquinho 10º D1 Joana Borges 10º D1 Tatiana Lucas10º D1 Isa Macide 10ºD1

EXPOSIÇÃO - "Águas do Silêncio" Entre 23 de maio e 8 de junho estará patente a quarta exposição, de Rosa Nunes, intitulada "Águas do Silêncio".

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Na Escola Secundária da Moita, no segundo período do presente ano letivo, abriu um novo espaço de exposições, aberto a toda a comunidade educativa e local. Este espaço pode já contar com três exposições interessantes, com temáticas culturais, artísticas e ambientais: • Exposição da Semana Nipónica; • Exposição Fotográfica de Marcolino Fernades e Zélia Filipe; • Exposição de Maga/Desenhos de Rafael Rodrigues do 12ºP3.

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Bibliotecas Escolares do AEM Primeiro Ciclo em Destaque A promoção da leitura é uma das prioridades das bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas da Moita. Ao longo do ano letivo, estas têm vindo a desenvolver um trabalho sistemático nesta área. Conheça aqui algumas das atividades realizadas no primeiro ciclo.

A autora Luísa Ducla Soares esteve no dia 6 de dezembro de 2011 na EB nº2 a apresentar a sua obra mais recente, escrita em parceria com o autor António Torrado , “ Já calço o 35”. As feiras do livro que decorreram nas várias escolas fizeram a delícia de pequenos e graúdos. Houve a participação de encarregados de educação, familiares e elementos da comunidade local e educativa na Quinzena da Leitura, tendo existido vários momentos da referida atividade. A Quinzena da Leitura culminou com a exposição de vários trabalhos elaborados pelos alunos sobre a vida e obra do autor José Saramago. No dia 20 de Abril, os meninos do préescolar da Escola Básica da Moita tiveram um encontro com a autora Marisa Pott e o ilustrador Nuno Beato, responsáveis pelo projeto “Ema e Gui”, os quais já receberam vários prémios a nível nacional e internacional.

Dina Balbino, Prof.ª Bibliotecária

“Bookcrossing” chega à Escola D. Pedro II Nos dias 4 e 22 de março estiveram connosco duas alunas do 11º P1, da Escola Secundária da Moita, que vieram apresentar o projeto de leitura Bookcrossing. Este teve início na escola secundária e, este ano, foi lançado entre nós, contando com a apresentação oral do mesmo em várias sessões, para cerca de 200 alunos. Obrigada às alunas e à professora Beatriz Sousa, que as acompanha nesta iniciativa. "

As alunas Ana Moedas e Raquel Filipe no momento da apresentação do projeto.

Alexandra Seabra, Prof.ª Bibliotecária

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Jornal Sonhos & Bocas