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MANIOC.org Bibliothèque Schoelcher Conseil général de la Martinique


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THÉATRE DU VAUDEVILLE.

LA FIN

D'UNE RÉPUBLIQUE ou

HAÏTI

EN

À-PROPOS-VAUDEVILLE

1849 EN UN A C T E

P a r MM. DUVERT e t LAUZANNE Représenté pour la première fois, à Paris, sur le théâtre du V A U D E V I L L E , le 1 8 décembre 1 8 4 9 .

PRIX : 6 0 CENTIMES.

PARIS BECK, LIBRAIRE RCE CIT-LE-COEUR, 12 TRESSE, S u c c e s s e u r de J.-N.

BARBA,

Palais-National.

1849

MANIOC.org Bibliothèque Schoelcher Conseil g é n é r a l d e la Martinique


FIN

LA

D'UNE RÉPUBLIQUE ou

HAÏTI EN 1849 A-PROPOS-VAUDEVILLE Par

EN

MM. DUVERT e t

UN

ACTE

LAUZANNE,

Représenté pour la première f o i s , à P a r i s sur le théâtre du V A U D E V I L L E , le 1 8 Décembre 1 8 4 9 . ACTEURS.

PERSONNAGES. P E T I T P A T A P O N , n o i r , s a v e t i e r et c o m m a n d a n t du génie

MM. DELANNOY.

R É M O U L A D E , n o i r , m a r c h a n d de f r i t u r e et, g é n é r a l

AMBROISE.

LISERON, mulâtre, maire

LUGUET.

COCAMBO), n o i r , fils d e P e t i t p a t a p o n

HENRI.

A L F R E D DE T A R V E L , b l a n c MARIE, blanche, cousine

PLUMKET.

d'Alfred

Mlle

CLARY.

C O R A , n o i r e , s œ u r de lait de M a r i e , e t f e m m e d e R é m o u l a d e . UN D O M E S T I Q U E

Mme

NÈGRE

DELILLE.

M.

ROGER.

SOULOUQUE, noirs des deux sexes L a s c è n e s e p a s s e chez R é m o u l a d e , d a n s l'île d e la T o r t u e , d é p e n d a n t e d ' H a ï t i , en 1 8 4 9 . Les p e r s o n n a g e s s o n t i n d i q u é s e n t ê t e d e s s c è n e s

dans

l ' o r d r e q u ' i l s o c c u p e n t au t h é â t r e , le p r e m i e r , à

g a u c h e , e t c . T o u t e s l e s i n d i c a t i o n s d e d r o i t e e t d e g a u c h e s o n t d o n n é e s a u p o i n t d e v u e du

spectateur.

NOTA. S ' a d r e s s e r p o u r la m u s i q u e e x a c t e d e c e t o u v r a g e , h M. TARANNE, 1 5 , r u e M o n t m a r t r e . Avis A MESSIEURS LES COMÉDIENS. — Il i m p o r t e q u e l e s p e r s o n n a g e s n o i r s a i e n t u n e t e i n t e uniforme e t c e t t e t e i n t e soit p e u foncée; a u t r e m e n t

la p h y s i o n o m i e d e s a c t e u r s d i s p a r a î t r a i t

que

complètement.

Une salle b a s s e c o m p l è t e m e n t o u v e r t e , au fond, s u r un p a y s a g e des t r o p i q u e s ; p o r t e s à d r o i t e et à g a u c h e ; c h a i s e s en b a m b o u .

SCÈNE PREMIÈRE.

u n e b l a n c h e , fille d ' u n E u r o p é e n q u i a é t é é t a b l i à S a i n t - D o m i n g u e , q u e dirait-il? M a i n t e n a n t s u r -

(Au

lever

du rideau,

à droite, avec

d'une

dans

bouteille

l'habitation,

t o u t q u ' i l e s t g é n é r a l c o m m a n d a n t l'Ile d e la T o r -

se

tue,

qui

brise

entre

d é p e n d a n t e d'Haïti. P a u v r e M a r i e , on

l'au-

rait j e t é e e n p r i s o n !

fracas.)

CORA, d'abord (Elle

on entend

le bruit hors

en scène.

de Cora

décolletée,

colliers,

boucles

de corail,

foulard

sur

vue.

Ah ! m o n Dion ! . . .

porte

une

robe

d'oreilles

la tête.)

et

Ah!

blanche bracelets

m o n Dieu !

SCÈNE II.

q u e l m a l h e u r ! . . l a b o u t e i l l e q u i r e n f e r m a i t la t e i n t u r e e s t b r i s é e , e t il f a u t d e u x j o u r s p o u r e n

faire

MARIE,

d'autre. Depuis nos troubles politiques, les b l a n c s sont inquiétés, proscrits, dans toute l'étendue

de

MARIE, accourant

la R é p u b l i q u e . C ' e s t g r â c e à c e t t e t e i n t u r e q u e ,

corsage

depuis

made-

peu

courte,

fond

sœur, élevée à Port-au-

sur

la tête,

collier

deux a n n é e s , j'ai pu

moiselle

Marie p o u r m a

Prince. Mon ruse;

mari lui-môme

c a r s'il s a v a i t

faire a

été

passer dupe

de

ma

q u e mademoiselle Marie est

Cora!

CORA.

et venant

de mousseline

blanche,

blanc,

rayée

et boucles

du fond. avec

de rouge, d'oreilles

Cora! s a u v e - m o i , je suis

m'a vue !

Elle

a

une jupe

un un

foulard de

corail.

poursuivie , on


2

D'UNE RÉPUBLIQUE,

LA FIN cora.

A h ! mademoiselle Mario! qu'avez-vous

Fait?... V o u s n'êtes plus

noire...

MARIE, effrayée.

vous êtes d é -

teinte? MARIE.

LISERON, gaiement Ah! pardonne-moi,

mais je

tremble

CORA, après

bonté.

J e vous croyais

u n p a s q u e v o u s a v e z fait de m o n c ô t é . . .

avoir

regardé.

N o n , on a u r a p e r d u

CORA. D e g r â c e , n ' a l l e z p a s n o u s

v o s t r a c e s . . . Mais c o m m e n t avez-vous commis u n e

trahir!

LISERON. T r a h i r ! . , a h ! c ' e s t m a l ! . . E s t - c e p a r c e

pareille i m p r u d e n c e ?

q u e je suis maire q u e v o u s m e dites cela ?

MARIE. O h ! m o n D i e u ,

u n enfantillage,

f o l i e . . . II y a d é j à si l o n g t e m p s q u e c h a q u e pour ma sûreté,

et avec

n é g r e s s e , j e s u i s m u l â t r e , v o u s voilà b l a n c h e , c'est

q u ' o n ne v i e n n e .

une

MARIE. M a i s n o u s

jour,

sommes

b i e n loin

t u m e fais n é g r e s s e , q u e c ' e s t à

LISERON. E h ! m o n D i e u ! l e s o u p ç o n , c ' e s t l e

A i r : du Vaudeville

s e u l e a u p r è s d e la f o n t a i n e d e s b a n a n i e r s ;

de

Fanchon.

l à , j e m e suis mirée d a n s l'eau... p e u à p e u , j ' a i

E u s s i e z - v o u s en p a r t a g e

voulu savoir c o m m e n t

T o u t ' s les v e r t u s d ' u n s a g e ,

était m o n visage... j e m e

Q u a n d le p o u v o i r vous é c h e r r a

de cette couleur noire sous l a -

q u e l l e tu m e d é g u i s e s d e p u i s s i l o n g t e m p s . . . e t t e

Vous s'rez un pauvre

le d i r a i - j e ? je m e s u i s t r o u v é e j o l i e . . .

Un t r a î t r e , un fourbe e t c æ t e r a . Qu'à ces conditions-là. Il n ' e s t p o i n t de s o t t i s e ,

MARIE. O h ! t u m e c a c h e r a s . . . N ' e s - t u p a s mon

Point de p l a t e b ê t i s e

ange gardien, m a protectrice? effusion.

hère.

On n ' e s t f o n c t i o n n a i r e

CORA. M a i s c ' e s t la fureur d o m o n m a r i q u e j e c r a i n s . . . la l o i e s t d ' u n e s é v é r i t é !

CORA, avec

Que l'on n'impute a ces gens-là ;

N'est-ce p a s naturel ?.. Ma

V i e n n e un t r e m b l e m e n t

m è r e a é t é votre n o u r r i c e ; votre famille, q u i v i -

d'terre,

C ' e s t le p o u v o i r q u ' o n en a c c u s ' r a .

v a i t a l o r s , nous a c o m b l é s d e s e s b i e n f a i t s . . .

On n ' e s t fonctionnaire

MARIE. B o n n e C o r a ! t u m e r a p p e l l e s d e s s o u -

Qu'à ces conditions-là.

venirs... ma famille..

Mais moi, j ' a i m e à le c r o i r e ,

CORA. E t v o t r e c o u s i n A l f r e d ,

a v e c lequel o n

Rac' blanche et race noire Mon

devait v o u s m a r i e r ? MARIE. Il e s t e n F r a n c e , je l u i a i é c r i t p o u r l u i

(Il prend

ministèr'

galamment

vous rapproch'ra. la main

des

deux

femmes.)

dire m a triste situation, et j e s u i s s a n s nouvelles.

Dans ma couleur, j ' e s p è r e ,

Mais o u b l i o n s cela p o u r n e s o n g e r q u ' a u p r é s e n t . . .

C h a q u e e x t r ê m e un j o u r s e fondra. On n ' e s t f o n c t i o n n a i r e

il s e r a i t i m p r u d e n t d e r e s t e r b l a n c h e , e t s a n s p l u s

Qu'à ces conditions-là.

l a r d e r t u vas... Cora,

sup-

plus clair d e s bénéfices d u p o u v o i r .

m ê m e ; c'est alors q u e , s a n s e n rien dire, j e suis

suis débarrassée

do

poser...

p e i n e s'il m e restait u n souvenir e x a c t d e m o i allée

Ah!

CORA. L e c i t o y e n L i s e r o n

désolée.

Impossible ! je viens

m a l a d r o i t e m e n t l a fiole qui r e n f e r m a i t

de briser votre

tein-

ture.

MARIE. V o u s ê t e s c o n c i l i a n t , c ' e s t b i e n . LISERON. E s t - c e q u e , p a r m a c o u l e u r , j e n e s u i s pas l'intermédiaire naturel entre les blancs e t les

Marie. A h ! m o n D i e u ! que v a i s - j e d e v e n i r ? T u

n o i r s ? Je n ' o u b l i e

p a s q u e les gens de tous les

n o s a i s p a s . . . t a n d i s que j ' é t a i s a u b o r d d e la f o n -

p a r t i s s o n t m e s f r è r e s , e t j e t e n d s la m a i n à c e u x

t a i n e , o ù , je l ' a v o u e , j e m e p l a i s a i s à m e m i r e r ,

qui

j'entendis dans u n buisson

voisin

le bruit d e s

b r a n c h e s q u ' o n é c a r t a i t a v e c la m a i n .

souffrent.

CORA. U n e t e l l e m o d é r a t i o n ! LISERON , gaiement.

N'est

pas sans

mérite,

CORA. 0 c i e l !

n ' e s t - c e p a s , a u milieu d u d é s o r d r e où n o u s v i -

MARIE. Je j e t a i u n c r i e t j e m e s a u v a i .

vons? quand

Cora. Q u i c e p o u v a i t - i l ê t r e ?

sont abandonnées

les hautes fonctions,

les d i g n i t é s ,

a u x hommes les plus

obscurs

et les p l u s g r o t e s q u e s ! CORA. S o n g e z q u e m o n m a r i . . . LISERON.

A h ! c'est j u s t e ,

СORA. V o u s MARIE, LISERON,

pardon...

(Il rit à

part.)

SCÈNE III.

n o u s promettez d u m o i n s

p o i n t d i v u l g u e r le s e c r e t d e m a d e m o i s e l l e

CORA.

do ne Marie?

LISERON. En d o u t e r i e z - v o u s ? (Liseron ques

vient

du fond;

instants.

Pantalon

blancs,

gilet

nankin,

chapeau

une gaieté

il est entré

blanc,

railleuse

LISERON, gaiement.

blanc,

depuis

quel-

souliers,

bas

col rabattu,

de paille.

redingote

de

Ce personnage

a

qui ne l'abandonne C'était m o i !

jamais.)

MARIE. O h ! n o n , m o n s i e u r L i s e r o n , c a r v o u s êtes

un bien digne h o m m e !

LISERON , avec

mystère.

J'ai d'ailleurs à vous

confier u n g r a n d m y s t è r e qui v o u s MARIE. Moi ! (On entend R é m o u l a d e , mêlée

à d'autres

au dehors voir.)

intéresse, la voix

de


SCÈNE

IV.

3 ENSEMBLE.

CORA. D i e u ! la v o i x d e m o n m a r i ! LISERON. L e g é n é r a l ! (A

Marie.)

Achetez, Achetons,

Vite, rentrez

et n e v o u s m o n t r e z pas. ( L e s Nègres ENSEMBLE. A i r d e l'Introduction

de

l'île

de

Robinson.

moulade;

ils

patapon

paraît;

avec

Silence !

il

au

blanche

à gros

à cornes

Nous blâmons d'avance

rouge;

culotte

courte

Qui le t r a h i r a i t .

la peau

; gros

souliers.

LISERON.

il porte

jaune

sabre

mousqueton, col de chemise

surmonté

d'un

rayée,

de cuir tire-pied

haut; plumet

noirs

Par-dessus

gauche,

très

grand

bas

simulant

son

uniforme

de savetier, dans

de

cravate

manique

le main

PETITPATAPON, apportant

une paire

droite.

la

disparaît

porte

un

laté-

instant.)

n é r a l e s e s souyers demi-semelles. porteur

de

souliers.

citoyenne

gé-

d e b a l ; j e l e u r z ' y ai m i s

des

O u i , b r a v e g é n é r a l . J ' a p p o r t e à la

jusqu'à

et

gauche.

m a n d a n t du g é n i e m a r i t i m e ?

Je serai discret. de droite,

à

RÉMOULADE ( 1 ) . A h ! c ' e s t v o u s , m o n c h e r c o m -

A y e z confiance : accompagne

nœud,

Petit-

anglaises,

un tablier

à la main

J'ai votre secret ;

rale

attaché

chapeau

Prudence!

fond,

Ré-

de couleur

plates

G a r d e z ce s e c r e t ;

Silence !

du

uniforme

épaulettes

et paient

au moment

vient

a un

cavalerie

Prudence !

( L i s e r o n les

des

de la friture

se retirent

Petitpatapon CORA, MARIE.

etc.

achètent

(Il

montre

de

gros

souliers

de

d'eau.)

RÉMOULADE, les

examinant.

Est-ce

que

vous

croyez que ce sera solide? PETITPATAPON. D a m e ! d e s souyers

SCÈNE IV.

de bal

ne

s o n t p a s f a i t s p o u r la f a t i g u e . R É M O U L A D E , Q U E L Q U E S NÈGRES n u P E U P L E , nant

du fond,

PON,

puis

à droite; LISERON.

habit

de général

lettes

plates

sabre

de cavalerie,

d'un

grand

plumet

large

et flottant

d'étoffe

avec

à peine

au-dessous

le pantalon

Par-dessus cuisine vont

éventaire des

des

jusqu'au

d'une

du et

la

sur

poêle

bouts lequel

pleine

bottes dont

Par-dessus

mais

il garde

son

tablier

chapeau

de

; près

PETITPATAPON. Ç a v a d o n c l e s c o m e s t i b l e s ? néral, c'est b i e n , c'est gentil... O n n e m e paie pas, c ' e s t vrai ; m a i s la p l a c e n ' e n e s t p a s m o i n s b o n n e ,

de

le tablier

un couvert

fourneau

je c o m m a n d e a u x forces de t e r r e . . . PETITPATAPON. C o m m e m o i z ' à l a f o r c e m a r i t i m e . RÉMOULADE. J ' a i e n j o i n t

à chaque habitant

m ' a c h e t e r d e la f r i t u r e , o u s i n o n . . . (Il fait de

pain.

faire

Gaudriole.

A c h e t o n s sa friture A c h e t e z m a friture De dorade et de thon, Ou g a r e à la t o r t u r e , N o u s a u r i o n s du bâton! Vous aurez du bâton! RÉMOULADE, Seul. Un d é c r e t t u t é l a i r e V o u s a fait m e s c l i e n t s ,

restaurer

de geste

un

geste

je l e u r z'ai signifié d e

leur chaussure...

avec

son

ou

sinon...

me (Il

tire-pied.)

RÉMOULADE. V O U S n ' a i m e z p a s l e s v a - n u - p i e d s ? vivre.

RÉMOULADE. M a i s il y a u n e quiète et qui c o m p r o m e t ma

chose

qui

m'in-

position...

PETITPATAPON. D e g é n é r a l ? RÉMOULADE. N o n ,

de friturier... Les

dernières

p ê c h e s o n t é t é d é p l o r a b l e s . . . le poisson s'en v a . . . Il y

a quelque coalition

l à - d e s s o u s . . . il y a d e s

meneurs ! PETITPATAPON. E t q u i a c c u s e z - v o u s d e c e t bauchoir?..

(Se

reprenant.)

RÉMOULADE. L e s b a r b u e s !

N'est-il pas d'un bon père De n o u r r i r s e s enfants ?

un

menace.) RÉMOULADE. E t m o i ,

PETITPATAPON. Il f a u t b i e n la

à de

RÉMOULADE. Il f a u t b i e n q u e ç a a i l l e . J e s u i s g é -

fait

A i r : Vive

bouts

noir,

qui

RÉMOULADE ET LE CHOEUR.

ses

peau.

toile

nègres.)

et

fait

de vue

RÉMOULADE. C ' e s t t o u t c e q u i m e r e s t e .

boratteint

et du

en

hors

manche.)

court,

du

Tiens,

Rémoulade

droite;

tablier

des patates

mange.

surmonté

il y a un fourneau de friture

et

éventaire

la

en

b o n . (Il en prend

son

; maillot un

la poêle.

déposer

à cœur,

imitant

dans

et va

la tige

mollet botte,

PETITPATAPON, regardant

qu'est-ce q u e v o u s avez là? des grillades? c'est très autant

très

il porte

de melon,

entouré

épau-.

son

de manches

coude.

tranches

Il est

d'or,

ce costume, et

Il porte Pantalon

rayée,

glands

un

anglaises,

à cornes

rouge.

grotesque.

dées d'or

épaulettes

chapeau

façon

porte

de broderies,

les

RÉMOULADE. C ' e s t j u s t e .

ve-

PETITPATA-

(Rémoulade

surchargé

comme

d'une

entre

ensuite

1.

Petitpatapon, Rémoulade.

embauchage?

em-


LÀ FIN D'UNE RÉPUBLIQUE,

4

P E T I T P A T A P O N .

LISERON. M a i s il c r i e . . .

Bah!

RÉMOULADE.

RÉMOULADE. Air : de

PETITPATAPON.

O u i , c ' e s t b i e n fait p o u r m ' a t t r i s t e r , C ' e s t un

mon

calamité publique ;

Les poissons semblent

On

ne peut

pas changer de gou-

v e r n e m e n t c o m m e de chemise.

l'Apothicaire.

Ça

compte, je

va bien

m'oppose

comme

ça.

RÉMOULADE. S i l e p e u p l e

n e sait p a s c e

v e u t , n o u s lui p r o u v e r o n s

Q u ' o n p e u t h a r d i m e n t le p r é d i r e :

u n e volonté bien arrêtée... n o u s resterons !.. PETITPATAPON.

N ' a u r o n t bientôt plus rien a frire. D i e u m e r c i , il r e s t e r a

Oui!..

que nous, nous avons

pour son b o n h e u r ,

toujours les poissons

avec

LISERON, raillant.

Bien e n t e n d u .

RÉMOULADE. C o r b l e u , M o n s i e u r , v o u s q u i

l e s q u e l s n o u s a f f r i a n d o n s le p e u p l e , e t q u e j ' a c -

des épigrammes sur

c o m m o d e le m i e u x .

o p i n i o n s ? j e s u i s c u r i e u x d e les c o n n a î t r e .

PETITPATAPON. L e s q u e l s ? RÉMOULADE.

Les

d'avril... Mais c ' e s t se

affaires. liberticides! mais

n e c o n s e n t i r o n s j a m a i s , n o u s les chefs d e T o r t u e , à laisser passer notre

patrie

s o u s le j o u g d e s r é t r o g r a d e s .

ainsi,

nous

avons

les

utopistes,

les

a n a r c h i s t e s , les r o y a l i s t e s , les c o m m u n i s t e s et

les

L'île

d e la

Tortue

a v a n c e r a z ' e n dépit do S o u l o u q u e . RÉMOULADE. Il e s t g é n é r a l ,

et

PETIPATAPON.

LISERON. J e s u i s . . . E h ! m o n

dira certes p a s

v o u s ; v o u s ne v o u s ê t e s j a m a i s

dutoutiste

Et

vous

êtes ,

Dieu,

en

voyant

RÉMOULADE. e t PETITPATAPON. Q u e l l e h o r r e u r ! C'est u n e opinion

de

LISERON. T o u c h a n t e u n i o n ! RÉMOULADE , prenant

q u e S o u l o u q u e accomplisse ses projets

q u i fait b e a u c o u p

de progrès. PETITPATAPON. N o u s c o m b a t t r o n s v o s h é r é s i e s !

cela

battu.

RÉMOULADE. M a i s c e n ' e s t p a s u n e r a i s o n

rien-

!

LISERON.

c ' e s t v r a i ; m a i s il

s ' e s t t o u j o u r s fait b a t t r e , t a n d i s q u e m o i . . . On ne

RÉMOULADE, vous ?

t o u t ce qui se p a s s e , je crois q u e je d e v i e n s

s'animant.

est d a n s le m o u v e m e n t ; elle v e u t z ' a v a n c e r , e t elle

PETITPATAPON.

vos

socialistes...

RÉMOULADE. Il a d e s p r o j e t s

PETITPATAPON ,

faites

quelles sont d o n c

LISERON. M o i ? j ' a i e n h o r r e u r t o u t e s l e s e x a g é rations...

PETITPATAPON. S o u l o u q u e ! o n d i t q u ' i l v e u t

la

tout,

PETITPATAPON. O u i !

poissons

le p r é s i d e n t S o u l o u q u e q u i m e j u g u l e . mêler de nos

bien

entendu.

M a i s c e n ' e s t p a s là c e q u i m ' a f f l i g e le p l u s , c a r ,

pour

d'usurpa-

tion.

pon

(l). Oui,

nous

allons

la

main

Monsieur, nous l'être

de

Petitpata-

sommes unis,

et,

bien plus encore, par un bon

mariage !

PETITPATAPON. N o n !

LISERON. V o u s é p o u s e z

RÉMOULADE. N o u s l e s d é j o u e r o n s ! LISERON, rentré nement, d'abord

depuis vous,

êtes c o m m a n d a n t

un

instant

citoyen

(1). Certai-

Petitpatapon qui

d u g é n i e m a r i t i m e d e l ' î l e d e la

Tortue, v o u s , citoyen Rémoulade, qui êtes g é n é ral d e s m i l i c e s ( q u a r a n t e - c i n q h o m m e s ) , v o u s ê t e s ici l e s m a î t r e s d e t o u t , e t

à lu r é u n i o n a v e c H a ï t i ,

Liseron !

PETITPATAPON. Il a t o u j o u r s u n e b ê t i s e à LISERON , à

part.

Auraient-ils

Ce qui serait d é s a g r é -

RÉMOULADE. C e p e n d a n t , M o n s i e u r , n o u s

avons

f o n d é la r é p u b l i q u e ; p a r t o n s d e l à . PETITPATAPON. O u i , p a r t o n s d e l à . LISERON. C ' e s t j u s t e m e n t c e q u ' o n v o u s d e m a n d e , partez de là... RÉMOULADE. E n c o r e ! v o u s ê t e s i n c o r r i g i b l e !

RÉMOULADE. Il

s'agit

du

dire.

prétention

mariage du

jeune

et

Q u e d i a b l e ! le p e u p l e a v o u l u

LISERON. A h !

bah!..

Et

mademoiselle

RÉMOULADE. N o n , m a i s e l l e v a l ' a p p r e n d r e dant que Petitpatapon PETITPATAPON. paire de souliers, LISERON, à part.

Il

va aller c h e r c h e r son

est en train Ah!

la t i r e r d e c e t e r r i b l e

tranquilles!

border

pauvre Marie!

embarras?

RÉMOULADE.

O u i , j e d o n n e à Marie

Petitpatapon, Liseron, Rémoulade.

de

penfils. une

l'enfant!

son choix,

c o n t e n t ; qu'il

Marie

sait v o t r e p r o j e t ? . .

A i r : Il était

n o u s a ; il d o i t ê t r e

belle-sœur

Rémoulade.

z'avoir à sa tête des h o m m e s à l u i , d e s h o m m e s d e n o u s laisse

la

d'avoir tout dit?

du général

able... pour vous.

il

Petit-

RÉMOULADE. O h ! . . il e s t i m p o s s i b l e d e r a i s o n n e r a v e c le c i t o y e n

PETITPATAPON. A v e c l a j o l i e M a r i e ,

PETITPATAPON. H e i n ? RÉMOULADE. Q u o i ?

PETITPATAPON.

commandant

s p i r i t u e l C o c a m b o , fils d u c o m m a n d a n t d u g é n i e . . .

v o u s n e seriez plus rien.

LISERON, ironiquement.

le

patapon.

PETITPATAPON. Oui !

l.

qu'il

L e fretin e s t si p e r v e r t i L e s républicains d'Haïti

nous

à tout

c h a n g e m e n t nouveau, c'est ridicule.

déserter

L e s c ô t e s d e la R é p u b l i q u e .

l'Ile d e

Pour

formellement

une

Bergère.

Le noble nom 1. P e t i t p a t a p o n , R é m o u l a d e , L i s e r o n .

comment


5

SCÈNE VII. D' P e t i t p a t a p o n ;

SCÈNE VII.

B i e n t ô t a la m a i r i e , Ell' r e c e v r a ce n o m . Liseron, à

part.

CORA,

Non! non!

RÉMOULADE,

PETITPATAPON,

C A M B O ; ils viennent

PETITPATAPON.

nant

Еll' r e c e v r a ce n o m !

de la

(Cocambo

droite

porte

blanche, manique

RÉMOULADE ET PETITPATAPON,

; puis

rouge,

a

quitté

et son

rayé,

veste

cravate

à

son tablier

de la

de

toilecolin

cuir,

; sa

Rémoulade

et à

Cora.

Mon

c h e r c o l l è g u e , m a d a m e la g é n é r a l e , v o i c i m o n fils

LISERON.

encore tout

Non, non, jamais Marie

ému

de

l'heureuse

v i e n s d e lui a n n o n c e r ;

N ' p o r t ' r a ce n o m

COCAMBO, d'un

D' Petitpatapon,

tête.

Ce s ' r a i t t r o u b l e r sa vie

Oui, mon

air

alliance

n'est-ce pas,

niais,

et avec

que je

Cocambo?

une

voix

de

papa.

PETITPATAPON. U n b o n r é p u b l i c a i n , t r è s f a r o u c h e

Q u e lui d o n n e r ce n o m ,

s u r les p r i n c i p e s .

Non! non! Q u e lui d o n n e r ce n o m

ve-

tire-pied.)

PETITPATAPON, à Oui, je donne a Marie, etc

CO-

; LISERON,

MARIE.

un pantalon

ceinture

Petitpatapon

ENSEMBLE.

du fond

COCAMBO, de même.

1

Oui, m o n

papa.

PETITPATAPON. Il e s t z ' a v o c a t . . . il s e r a t r è s é l o (Petitpatapon

sort

par

le fond,

Rémoulade

le

reconduit.)

q u e n t q u a n d il s a u r a

parler en public.

COCAMBO. O u i , m o n

papa.

RÉMOULADE. Il e s t r e m p l i d ' e s p r i t . PETITPATAPON. M a i s je n e v o i s p a s la c h a r m a n t e Marie? LISERON, venant

SCÈNE V.

CORA, à part.

de la droite.

LISERON. M a i s e l l e a LISERON, CORA, venant

RÉMOULADE, de la

droite.

CORA.

Q u ' y a-t-il d o n c ?

e n t r e C o c a m b o , l e fils d u c o m m a n d a n t d u

génie

maritime, et votre s œ u r Marie...

litique...

la

à ma position po-

rapidement.

votre s œ u r .

J'y vais, moi.

faites-vous?

LISERON, bas à Cora. par

c o n v e n a n c e . . . cl

allez, Cora, allez c h e r c h e r

CORA. Q u e

accident

TOUS. Q u o i

donc?

LISERON. U n e p i q û r e d e m a r i n g o u i n lui a

Ne craignez rien

(Il

sort

droite.)

i c i ; m a i s elle v o u s d e m a n d e la p e r m i s s i o n d e

dans

la chambre

ne

RÉMOULADE. Oh ! si c e n ' e s t q u e ç a ! CORA, à part.

Je respire!

PETITPATAPON.

D'ailleurs, Cocambo

sait

com-

b i e n elle est j o l i e . . . COCAMBO. O u i , m o n p a p a . (Liseron tête

est

de droite

couverte

effrayé, dont

passe il tient

et amène

d'un voile

RÉMOULADE. L a

SCENE VI.

rentre

à droite.)

l'appartement

voilà

le pan

est Marie,

(Cocambo,

derrière

de

allé

à

dont

la

épais.)

(1)!

rapidement

LISERON, bas, RÉMOULADE,

fait

g o n f l e r le v i s a g e . P a r d é f é r e n c e , e l l e v a s e r e n d r e

t e c t i o n d ' u n v o i l e . . . p u r e c o q u e t t e r i e . . . (Il

mariage de ton suffisant.)

LISERON, passant

victime d'un

p a r a î t r e a u x y e u x de s o n f u t u r q u e s o u s la p r o -

CORA. E s t - i l p o s s i b l e ? RÉMOULADE. U n

été

bien cruel p o u r u n e jolie femme.

RÉMOULADE. C h è r e a m i e , u n p r o j e t d e m a r i a g e . . .

q u i i m p o r t e (D'un

Elle va venir.

Elle est p e r d u e !

un

peu

Petitpatapon,

l'habit.)

à Marie.

Du courage ! votre cou-

s i n Alfred a r r i v e d o F r a n c e e x p r è s p o u r v o u s s a u -

CORA.

ver. CORA. Y p e n s e z - v o u s , un

général, d o n n e r Marie à

RÉMOULADE, vous

scandalisé.

aristocrate,

reniez vos

MARIE, à part.

Se peut-il?

RÉMOULADE. V e n e z ,

noir? A

un

citoyenne

n o i r !.. s é r i e z -

Rémoulade?

vous

frères?

CORA. N o n c e r t a i n e m e n t ,

salue

avec

cline

devant

bruit

au

Marie,

résignation elle

d'un

voici

votre

Cocambo, air

niais.

qui —

futur. s'inGrand

dehors.)

mais...

RÉMOULADE. S i l e n c e , C o r a , v o i c i le c o m m a n d a n t d u g é n i e el C o c a m b o

(Elle

(Il va à sa

rencontre.)

1. C o r a , C o c a m b o , P e t i t p a t a p o n , R é m o u l a d e , M a r i e , Liseron.


6

LA FIN D'UNE R É P U B L I Q U E , SCÈNE VIII.

RÉMOULADE.

Mais c o m m e n t est-il

LISERON. I l a c h a n g é d e L E S MÊMES, SOLDATS N O I R S , A L F R E D

DE

TAR-

et

n'ont

ils

sont

blanc?

couleur...

en France,

c'est très c o m m u n . RÉMOULADE e t PETITPATAPON. B a h !

VEL.

LISERON. Ç a n ' a r i e n d e s u r p r e n a n t . . . o n (Les

soldats

d'autre

portent

l'habit

distinction

armés.

Grand

que

bruit

du

peuple,

le sabre

au

dont

CORA, qui

a remonté

PETITPATAPON. B i e n

dehors.)

LISERON, appuyant.

TOUS. Q u ' e s t - c e d o n c ? la scène.

Un blanc

arrêté

RÉMOULADE. grande

RÉMOULADE ET PETITPATAPON. U n

blanc!

e m p l o y a n t le

Cet

argument

me

paraît

d'une

force.

PETITPATAPON. J e v a i s y r é f l é c h i r . (Il reste

Alfred !

LISERON, à part.

certainement. Eh bien, en

procédé e x a c t e m e n t contraire, on doit déteindre.

p a r les soldais. MARIE, à part.

teint

e n n o i r , n ' e s t - c e p a s , t o u t le m o n d e sait ç a ?

pen-

sif.)

L ' i m p r u d e n t ! j e l ' a v a i s si b i e n

caché !

LISERON. E t c e s e c r e t

précieux,

il l ' a p p o r t e à

ses frères!

CHOEUR DE SOLDATS, paraissant amenant A i r : Rentrez,

au fond

RÉMOULADE, à part.

et

rentrez

chez

RÉMOULADE, à Alfred, vous.

avec

empressement

M o n j e u n e a m i , v o u s ê t e s ici c h e z v o u s ,

(1). disposez

de ma maison.

N'allez p a s n o u s t r o m p e r ! Ne croyez pas nous é c h a p p e r !

PETITPATAPON,

Pourquoi, répondez-nous,

très

empressé,

à

Alfred.

Je

s e r a i h e u r e u x d e v o u s offrir m o n t o i t z ' h o s p i t a l i e r .

Vous cachiez-vous

ALFRED, regardant

D a n s les b a m b o u s ?

Marie.

la p e r m i s s i o n d e d e m e u r e r

ténébreux

Quels projets

Il p e u t b l a n c h i r l e s n è g r e s !

PETITPATAPON. Q u e l l e d é c o u v e r t e !

Alfred.

LISERON, à Marie.

O n t c o n d u i t vos p a s d a n s c e s lieux !

Je vous demanderai ici.

Restez a v e c lui, j e veille s u r

vous.

Q u ' i l s n o u s s o i e n t dévoilés ! A l'instant parlez,

CHOEUR.

Ou t r e m b l e z ! A L F R E D , costume

A i r : Quel repas

d'aspirant

de marine

(l). Mes-

aimable.

sieurs, permettez... M a l g r é la l o i . . .

vous

Sans espoir,

avez osé...

J ' a i m a i s m i e u x le n o i r .

MARIE ET CORA. D i e u !

La p e a u me d é m a n g e ,

RÉMOULADE. C ' e s t à m o i d e l ' i n t e r r o g e r . . .

Blanc,

Il faut q u e j ' e n c h a n g e

c a r , j e v o u d r a i s e n v a i n m e le d i s s i m u l e r , tu a p partiens à cette race

b â t a r d e qui tient

le

Maintenant J e veux être blanc.

milieu (Cora

e n t r e l ' h o m m e e t le s i n g e . passant

vivement

Comment?

v o u s d i t e s l à ? (Bas, (Haut.)

rentre

chez

par

le fond.

tent

TOUS. O u i , o u i ! LISERON.

enfance,

Dans mon ignorance,

PETITPATAPON, à Alfred.

moulade.

(Baron de Castel-Sarrazin.)

Depuis mon

entre

comment?

à Alfred.)

Ce n ' e s t p a s u n

Alfred

et

qu'est-ce

Ré-

elle,

I che, et Petitpatapon tous

que

deux

cambo

Dites c o m m e moi.

suit

à droite,

Rémoulade

indiquent son père.

par

les soldats sort

le fond

l'intention Liseron

par et

sor-

la

gau-

à

droite;

de revenir, sort

aussi

Copar

le

fond.)

blanc!

RÉMOULADE e t PETITPATAPON. C ' e s t u n p e u f o r t ! LISERON. J ' a v o u e q u ' o n p o u r r a i t s ' y t r o m p e r a u p r e m i e r a b o r d ; m a i s il a l ' â m e d ' u n et le c o u r a g e d ' u n

SCÈNE IX.

n o i r , le c œ u r

noir... tout, excepté

la p e a u .

ALFRED, MARIE.

RÉMOULADE. M a i s a l o r s c ' e s t u n b l a n c ! LISERON. V o u s

ne

vous rappelez

d o n c pas

MARIE, écartant

le

ALFRED, avec

j e u n e n é g r i l l o n n o m m é Y a g o , q u ' a v a n t la r é v o l u -

qui m'a

son

voile.

animation. amené

Alfred!., vous i c i ? . . Oui,

navire

vez tous c o n n u ?

d a n s u n e petite crique. D a n s mon impatience de

RÉMOULADE. P a s m o i !

vous

PETITPATAPON. N i m o i !

heur j'ai été a p e r ç u , arrêté... de

TOUS. N i moi ! LISERON. E h b i e n ! . . j e v o u s le p r é s e n t e . 1 . Cora, C o c a m b o , P e t i t p a t a p o n , Alfred, R é m o u l a d e , Marie, L i s e r o n , S o l d a t s , au

fond.

retrouver, j'ai mis

do

c o u s i n e ! . . Le

t i o n M. d e T a r v e l a e m m e n é e n F r a n c e ? v o u s l ' a -

vous

baise

la

F r a n c e est à l'ancre

pied à terre... par mal mais quel b o n h e u r

r e v o i r e t d e v o u s r e v o i r s e u l e . . . (Il

lui

main.)

1. C o r a , C o c a m b o , P e t i t p a t a p o n , l a d e , Marie, L i s e r o n .

Alfred,

Rémou-


SCÈNE X I . PETITPATAPON ET RÉMOULADE, Petitpatapon, raissant

à

gauche,

7

pa-

et R é m o u l a d e au fond.

A q u e l q u e s d r o i t s s u r ton c œ u r ,

Que

J e puis c o u r o n n e r t e s v œ u x ,

vois-je?

Le

MARIE, jetant (Elle

rentre

un

cri et baissant

précipitamment

son voile.

chez

veux-tu?..

Ah !

ALFRED,

vivement. Si j e le v e u x !

elle.) RÉMOULADE, parlé.

E h bien ?..

Blanchis-moi,

W W VW\ VWV W\V WWWV \ W V \ V W \ W t t VYV\VW\VWt VW\ W\* WW ilVW

Rien que moi, E t j ' e n d o n n e , ici, m a foi.

SCÈNE X.

Dès demain, oui, crois-moi, T a b i e n - a i m é e est à t o i .

RÉMOULADE,

ALFRED,

RÉMOULADE, furieux mais

il

a gardé

ses

:

PETITPATAPON.

il

bouts

n'a

plus

Blanchis-moi.

Il a baisé

RÉMOULADE, l'attirant

PETITPATAPON. D e la

d e m o n fils!

PETITPATAPON, même E t j ' a d o u c i r a i la l o i .

la h a u t e u r d ' u n e

tour. jeu.

RÉMOULADE, même

f e m m e n o i r e , toi,

jeu.

Blanchis-moi !

misérable blanc!.. ALFRED. J ' a v o u e

ma

faute!

PETITPATAPON, même

mais q u e voulez-

qu'on a c h a n g é de couleur, on

pas changé de

à son

T u as osé élever tes re-

fiancée

RÉMOULADE, à Alfred.

vous? parce

Alfred.

Déteins-moi.

la m a i n d e M a r i e !

gardsjusqu'à

attirant

tablier,

de

de manches.

PETITPATAPON,

jeu.

Rien que moi,

n'a

ENSEMBLE.

sentiment...

PETITPATAPON.

PETITPATAPON. N ' i m p o r t e ! j e d o i s f a i r e r e s p e c t e r

E t la loi

la l o i !

Sera pour toi.

ALFRED , à part.

Aïe!..

ça v a mal !

RÉMOULADE, T a b i e n - a i m é e e s t à toi !

PETITPATAPON ET RÉMOULADE. Air : Tra la

ALFRED, riant.

la.

Ah!..

ah!..

ah!..

vertueux

ci-

toyens, tâchez du moins de vous e n t e n d r e . . . P a s moyen d'échapper!

PETITPATAPON e t RÉMOULADE. Q u o i ?

O u i , la loi v a t e f r a p p e r .

ALFRED, riant.

C ' e s t le s o r t qui t ' e s t d û , ( Mouvement

d'Alfred,

PETITPATAPON. Q u e l l e

Rémoulade

remonte

la

scène.) PETITPATAPON, attirant

Alfred,

Tu peux

et d'un

air

confi-

ENSEMBLE.

châtiment

A i r : Allez

étonné.

retrouver

votre

père.

C'est une trahison insigne !

Comment ?

A m o u insu ! c ' e s t u n c o m p l o t ;

PETITPATAPON.

E t de cette conduite indigne,

En u s a n t d e ton m o y e n

Vous vous repentirez bientôt !

P o u r moi seul !

( P e n d a n t l'ensemble

ALFRED, à

horreur!

RÉMOULADE E T PETITPATAPON.

échapper...

ALFRED,

veut changer

RÉMOULADE. A h ! . . c ' e s t a b o m i n a b l e ! . .

dentiel. A ce j u s t e

Chacun de vous

d e c o u l e u r , à s o n profit et à l ' e x c l u s i o n d e l ' a u t r e .

D e m a i n tu s e r a s p e n d u !

part.

Alfred

chambre

entre

de

en riant

dans

la

droite.)

Me voilà b i e n ! PETITPATAPON. Déteins-moi, Blanchis-moi,

SCÈNE XI.

E t j ' a d o u c i r a i la l o i , Blanchis-moi

RÉMOULADE,

PETITPATAPON.

Rien que moi, PETITPATAPON. V o i l à d o n c l e c a s q u e v o u s f a i t e s

E t la loi

du principe

S e r a p o u r toi ! (Voyant

Rémoulade

recommande il

remonte

qui

à Alfred, la

s'approche, du

geste,

Petitpatapon d'être

discret;

RÉMOULADE, attirant

à lui avec

voulais nions...

scène.) Alfred mystère.

P u i s q u ' i c i ma b e l l e - s œ u r

et

lui

parlant

nègre!

RÉMOULADE.

Moi!..

m'assurer

de

mais la

c'était

constance

c a r il y a l o n g t e m p s

u n piège! je de

que je me

vos opidéfie

de

votre ambition. PETITPATAPON. V o u s lez a u x p i e d s l ' é g a l i t é .

êtes u n tartufe! vous

fou-


8

LA FIN D'UNE R É P U B L I Q U E , RÉMOULADE. L ' é g a l i t é ! j e l'ai p r ê c h é e t o u j o u r s ! PETITPATAPON. M a i s p r a t i q u é e , j a m a i s !

PETITPATAPON. J e n ' y m a n q u e r a i

pas, je serai

zexaque.

RÉMOULADE. I1 v o u s s i e d b i e n d e p a r l e r ! . . v o u s , un nègre

obscur,

qui

avez planté des c a n n e s à

sucre.

SCÈNE XII.

PETITPATAPON.

Mais t o u s les n o i r s n e p e u v e n t

p a s s ' o c c u p e r d e la

r é c o l t e ; il f a u t

bien qu'il

y

en ait q u e l q u e s - u n s . . . RÉMOULADE,

ironiquement.

Qui

PETITPATAPON, mettant son

sabre.

la main

G é n é r a l ! (A

part.)

la

mangent!

à la poignée

de

A h ! si j ' a v a i s m o n

tire p i e d .

L E S MÊMES, UN DOMESTIQUE, puis

LISERON.

UN DOMESTIQUE N O I R ,

la

Rémoulade.

RÉMOULADE. M a i s je s u i s m e m b r e d u s é n a t , j ' a i v o u s n e jouirez pas

longtemps

do

de

PETITPATAPON. J ' a i d e l ' i n f l u e n c e s u r l e p e u p l e , v o u s n e s e r e z p a s r é é l u , je v o u s e n

à arriver. RÉMOULADE. J ' y v a i s , q u e la c i t o y e n n e LISERON, ment

(]).

domestique

venant,

sort par

du

fond,

empresse-

Qui

verser, vous

ses serments

et sa

va v o u s

ren-

a l t é r e r , v o u s , si b o n s r é p u b l i c a i n s ! le

m'effrayez!

conseil

d'étal

décréter...

Mes é l e c t e u r s p o u r m o i s o n t un a p p u i !

PETITPATAPON ET RÉMOULADE.

D a n s m o n c a n t o n six mille voix d ' e m b l é e ,

LISERON. U n e h o r r e u r , u n e a b o m i n a t i o n . . . p u i s -

S i x mille v o i x q u e j ' a u r a i s a u j o u r d ' h u i , PETITPATAPON, à part,

avec

PETITPATAPON. L â c h e z - l e !

raillerie.

LISERON. L a m o n a r c h i e ! PETITPATAPON ET RÉMOULADE, jetant

S e s c r é a n c i e r s o n t t o u s v o t é p o u r lui !

RÉMOULADE. Il v a c a b a l e r c o n t r e m o i . PETITPATAPON. J e v o i s

d'ici ses

J e c o n n a i s la m a n i q u e . (Ils en lui

avait

PETITPATAPON,

se promènent

tous

sur

une

gauche.

Ah!

et comme

parlé.

Plaît-il ?

avec

empressement.

si

Petit-

chaise,

l'un

E t l'on a s s u r e

que

PETITPATAPON

me

cri

et

l'autre

à

Soulouque

encore

en

croyais

fredonnant

en se regardant

que... et

(Ils

se

s'arrêtent

(1).

Sou-

PETITPATAPON. C ' e s t

trop fort!..

(Se

de cet

levant.)

odieux

at-

t e n t a t z'à la v o l o n t é d e s n è g r e s ? a aujourd'hui

les

qu'il

m ê m e s t i t r e s à r e n v e r s e r la r é -

p u b l i q u e q u e c e u x q u e v o u s a v i e z à r e n v e r s e r la monarchie de Christophe.

PETITPATAPON. D i t e s - m o i d o n c ? e s t - c e q u e allons sérieusement nous

été

assis.)

LISERON. U n e r a i s o n p i t o y a b l e , il p r é t e n d

RÉMOULADE. P a r d o n , j e

nous

b r o u i l l e r ? E t a u profil

de qui ?..

RÉMOULADE ,

se

levant

vivement.

C'est

nos e n n e m i s qui riront à

nos

dépens.

un

f o u r b e ! il n ' a p a s d e d e t t e s . PETITPATAPON. M a i s l ' î l e d e l a T o r t u e n e

RÉMOULADE. D e

a

ET RÉMOULADE, se levant.

retombent

Mais q u e l l e r a i s o n d o n n e - t - o n Vous

un

à droite,

p r o c l a m é l ' e m p e r e u r d e la c h o s e . l o u q u e ! (Ils

parliez, m o n cher ? promènent

tombant LISERON.

manœuvres...

fredonnant.)

RÉMOULADE, s'approchant,

Expliquez-vous?

j e d i r e le m o t ?

Voila le fait qui n ' a rien d ' i n o u ï . . .

recu-

lera pas ! RÉMOULADE. N o n !

PETITPATAPON.

Des

intrigants

qui p r e n d r o n t

nos places. RÉMOULADE. E h b i e n , a l o r s , f a i s o n s l a p a i x . RÉMOULADE, lui prenant PETITPATAPON, à part.

la main.

PETITPATAPON Ce cher

ami?

C'est c o n v e n u !

Quel gueux !

RÉMOULADE, à part.

S o u l o u q u e a ici d e s

Ah çà,

vous savez,

(Mouvepartisans

ET

RÉMOULADE.

je

NOUS

résiste-

rons ! LISERON. J e v a i s

aux informations

t i e n d r a i a u c o u r a n t . (Il RÉMOULADE. A l l e z ! (Il

Q u e l c h e n a p a n , m a i s il e s t

(Haut.)

C'est ce q u i v o u s t r o m p e . . .

de curiosité.)

n o m b r e u x q u i se r a s s e m b l e n t e n ce m o m e n t ,

Un commandement vaut

b i e n u n e p o i g n é e d e m a i n . (Haut.)

m o n collègue !...

LISERON. ment

PETITPATAPON. E t r e s t o n s !

(A part.)

donc?

confondre, vous

LISERON. L e b r u i t c o u r t q u e

foi.

M'ont envoyé siéger à l'Assemblée.

court

événement

PETITPATAPON E T RÉMOULADE. Q u o i

d'Haïti... vient de

patapon

côté.)

avec

PETITPATAPON ET RÉMOULADE. V o u s

deux

générale

le

Ah m e s chers c o l l è g u e s ! U n

LISERON.

préviens.

RÉMOULADE. A h ! q u a n t à ç a . . .

a trahi

à

inattendu, énorme, colossal!

votre commandement.

A i r : Elle

droite;

Maître à moi, les invités c o m m e n c e n t

l e s r e ç o i v e . (Le

des a m i s . . . et

venant

et je

vous

sort.) le

reconduit

jusqu'au

fond.) PETITPATAPON, se promenant.

Ah çà ! S o u l o u -

d o n n e ce soir u n bal m a s q u é , v o u s y v i e n d r e z . . .

q u e croit d o n c q u ' u n e république p e u t s'enlever...

il f a u t q u e t o u s l e s g e n s d i s t i n g u é s y a s s i s t e n t .

comme on enlève un

1. Petitpatapon, Rémoulade.

ballon?

1. P e t i t p a t a p o n , Liseron, R é m o u l a d e .


SCENE RÉMOULADE, redescendant A i r : Amis,

jamais

PETITPATAPON. C ' e s t une h o n t e !

(1).

le chagrin

ne

9

XII.

LISERON. U n e

m'approche.

noblesse...

O u i , ce p r o j e t e s t d ' u n c e r v e a u m a l a d e ,

RÉMOULADE. Q u e l l e

Certe, entre nous j e conviens

LISERON. U n

qu'autrefois

horreur!

ordre de

chevalerie... l'ordre de

Saint-Faustin...

L a m o n a r c h i e , ainsi q u ' u n e m u s c a d e

PETITPATAPON.

A disparu sous nos agiles doigts.

Quelle

turpitude!

Je

jetterai

m o n s a b r e d a n s la b a l a n c e .

PETITPATAPON.

LISERON, à Petitpatapon.

C'était, vraiment, un tour des plus adroits !

Votre s a b r e ? . . on sait

q u ' i l n e m a n q u e p a s d e poids.

RÉMOULADE.

Mais voici des d é -

p ê c h e s qui a r r i v e n t d'Haïti.

Mais, songe donc, imprudent plagiaire, Q u e de c e t o u r , n o u s s o m m e s les a u t e u r s ,

PETITPATAPON. D ' H a ï t i ?

Q u e n o u s a v o n s le b r e v e t d ' i n v e n t e u r s !

RÉMOULADE. D ' H a ï t i ?

E t t u v o u d r a i s , volant l e u r g i b e c i è r e ,

LISERON. A u c i t o y e n

E s c a m o t e r les v r a i s e s c a m o t e u r s ?

PETITPATAPON prend et la tourne

ENSEMBLE.

dans

Petitpatapon. dédaigneusement

tous

les

sens

la

lettre

sans

l'ouvrir.

Pour moi? RÉMOULADE. D e q u i e s t c e t t e l e t t r e ?

E t tu v o u d r a i s , v o l a n t l e u r , e t c .

PETITPATAPON. E l l e n ' e s t p a s d e S o u l o u q u e , PETITPATAPON. N o u s p e r d r i o n s t o u t e s n o s p r a tiques!., et n o u s le RÉMOULADE. donné

le

souffririons!

Jamais!..

pouvoir,

c'est

Si

le

pour

peuple

nous

a

q u e n o u s le g a r -

dions.

q u ' i l n e s a i t p a s é c r i r e , l e feigniant! le cachet.)

Elle est scellée

P o u a h ! (Il

laisse

Air : C'est fout

pareil a t t e n t a t

N ' a t r o u b l é (bis)

l'état d'un É t a t !

N o u s s a u r o n s (bis)

honore!

RÉMOULADE, à Liseron.

Lisez, alors !

ré,

les

« C i t o y e n , le p a t r i o t i s m e é c l a i -

grands services

rendus

à l'État,

« d r o i t à la p r e m i è r e p e n s é e d u c h e f d u «

nement... PETITPATAPON. O h ! c o m m e il p e r d s o n t e m p s ! . ,

e n voilà u n q u i perd s o n LISERON, lisant,

flattes

ferons

E n fait d e v e r t u ,

à vous

et à v o s

P E T I T P A T A P O N , avec ENSEMBLE.

émotion

il y a . . . il y a v r a i m e n t

Non, jamais, etc.

comique.

Comte!

comte?

RÉMOULADE. C é d e r i e z - v o u s ?

RÉMOULADE.

PETITPATAPON. M o i ! . . p a r e x e m p l e !

fief!

LISERON, railleur,

F l é c h i r s o u s u n chef

Petitpatapon.

Qui n o u s forge d e s c h a î n e s !

q u ' u n vrai

U n chef, quelle h o r r e u r !

et frappant

sur

l'épaule

Non, pour notre honneur,

républicain.

P E T I T P A T A P O N , à part,

avec

ivresse.

Comte de

Petitpatapon !

ENSEMBLE.

LISERON,

Non, jamais, etc.

lisant.

« Nous

conférons,

« mêmes motifs, au citoyen Rémoulade,

PETITPATAPON ET RÉMOULADE, apercevant ron. Eh bien (2)? par

b i e n ! t o u t s e c o n f i r m e ! . . (Mouvement

Lise-

2 . Rémoulade, Liseron, Petitpatapon.

les

général

PETITPATAPON. D u c ! . .

le fond.

RÉMOULADE, avec

Eh

d'indigna-

joie.

Duc?... Comment,

vous

êtes bien sûr qu'il y a écrit?.. LISERON. V o y e z v o u s - m ê m e . (Il indique du

le

mot

doigt.) RÉMOULADE , cherchant

1. R é m o u l a d e , P e t i t p a t a p o n ,

pour

« d e la m i l i c e , l e l i t r e d e d u c . »

)De plus... Soulouque

cour...

de

S o u l o u q u e n e sait pas ce q u e c'est

RÉMOULADE. J e l e l u i a p p r e n d r a i , m o i !

11 en faut d e s c e n t a i n e s !

personnages.

descendants, à perpé-

LISERON ET RÉMOULADE. C o m t e !

Q u e les g r o s d é m o c r a t e s !

vivement

temps!

« E n conséquence, nous con-

« t u i t é , le l i t r e d e c o m t e . »

Rien n'est plus têtu

rentrant

ont

gouver-

RÉMOULADE. I l c h e r c h e à v o u s s é d u i r e .

De n o u s c o n v e r t i r ,

Devenir un

let-

mauvais

Nos lois...

De nous pervertir,

des autres

de

PETITPATAPON. J e m ' e n

LISERON, lisant.

d é f e n d r e à la fois

PETITPATAPON.

institue u n e

A h ! c'est

Nos droits,

V a i n e m e n t tu t e

la

g o û t ! et p a r c e q u e v o u s n e s a v e z p a s l i r e . . .

E t nos emplois.

LISERON,

impérial...

tomber

tre.)

chaud.

N o n , j a m a i s (bis)

cachet

dédaigneusement

L I S E R O N , la ramassant.

PETITPATAPON. C e l a s a u l e a u x y e u x !

tion

du

vu

(Regardant

beaucoup

avant

de dire

LISERON. D U C !

à é p e l e r , et les lettres.

tâtonnant

D... u...

c...


LA FIN D'UNE R É P U B L I Q U E ,

i10

RÉMOULADE, jetant

un cri. D u c d e l a R é m o u -

l a d e ! (Il va tomber

sur une

se prend

le nez et reste

pendant

un

dans

chaise

à gauche;

cette position,

il

absorbé

moment.)

L I S E R O N , railleur.

On vous a oublié, m o n cher, mais on pensera a

vous... LISERON, à part. (Haut.)

Q u ' e s t - c e que v o u s d i t e s d e

ça, m e s m a î t r e s ?

A l l o n s , l e s voilà

de Rémoulade

(1).

RÉMOULADE, se levant.

Moncher comte,

c e q u e fait l à l ' e m p e r e u r e s t b i e n . . .

cherche

une

de blâme

qu'il

pourquoi

donc?

pourquoi

donc? PETITPATAPON. Ne v o u s g ê n e z p a s . . .

certai-

nement

expression

demande

pardon d ' e m p l o y e r c e m o t . . . RÉMOULADE. M a i s

PETITPATAPON, s'approchant

V o u s v o u s p r e n e z le n e z , m o n s i e u r le d u c ?

protecteurs!

O h ! Messeigneurs!.. Je vous

(Il

hésite

à

ne v o u s

g ê n e z donc p a s . . . LISERON. J e n ' a i p a s c o m m e v o u s d e g r a n d s s e r vices à invoquer.

lancer.) PETITPATAPON,

dans

le même

sentiment.

quoi?

PETITPATAPON

RÉMOULADE, d'un

affirmatif.

et

Ont a u x faveurs un titre i n c o n t e s t é ; ton

très

Est bien!

Mais m o i m u l â t r e , u n s i m p l e a m i de l ' o r d r e , C ' e s t n a t u r e l , on m ' a m i s d e c ô t é ,

LISERON, ironiquement.

Mais vous n e l'approu-

pas?

V o u s a v e z d r o i t à la p r i o r i t é . D e s a b o y e u r s il faut g o r g e r la m e u t e ,

PETITPATAPON , avec Rémoulade

embarras

du regard.

et

consultant

Certainement, car u n en o -

Il faut m â t e r l e s d u r s , l e s m é c o n t e n t s , M a i s a v e c c e u x q u i n e font p a s d ' é m e u t e On a t o u j o u r s le t e m p s

blesse... RÉMOULADE. C ' e s t t r i s t e .

(Rémoulade

LISERON. O h ! d u m o m e n t q u e v o u s partie...

en

faites

ç a é g a i e b e a u c o u p la q u e s t i o n . . .

d'au-

PETITPATAPON e t RÉMOULADE. Q u o i

comble

de

reprenant

l'ivresse,

et

avec

beau

palsamblanc!.. (Se

Palsambleu!..

A i r : Encore aimer

b l i q u e . . . Ça se porte au c o u , n ' e s t - c e

la

Répu-

E T RÉMOULADE. un

préjugé.

Allons, m o n c h e r , m o n t r o n s - n o u s dignes !

pas?

Parons-nous des insignes Du r a n g où n o u s voilà m o n t é s !

salon.

RÉMOULADE, à Attendez

on vous a n n o n c e

donc...

par

post-scriptum

q u e l'empereur Faustin

Liseron.

Restez au bal ce soir,

s'est

Vous v e r r e z , j e m'en flatte,

m i s e n r o u t e p o u r v i s i t e r l'Ile d e l a T o r t u e , e t q u ' i l

Qu'un ancien démocrate

accordera de nouvelles

S'entend à recevoir.

RÉMOULADE, avec

éclat.

faveurs... 0 grand

LISERON,

souverain!

Oh j e l ' a i r e m a r q u é !

PETITPATAPON. J e s e r a i s u r s o n p a s s a g e , j e l u i adresserai des

A u fait, n o -

De t a n t d e d i g n i t é s ,

RÉMOULADE. C ' e s t d ' u n effet c h a r m a n t d a n s u n LISERON.

(A part.)

verses.

Où les gens de sa race

LISERON. V o u s , u n f a r o u c h e ?

S o n t - i l s mieux à leur place

PETITPATAPON. O Ù s e r a i t l e m é r i t e ? Il l e s r e m a r -

Que dans un bal m a s q u é ?

quera d'autant plus,

ENSEMBLE.

e t il p r o p o r t i o n n e r a la r é -

c o m p e n s e a u sacrifice. LISERON, riant.

du

bleu! palsambleu (1)!

PETITPATAPON

A h ! v o u s m ' e n direz t a n t !

noblesse... On a

cape

blesse oblige!

PETITPATAPON. P o u r l e c o u p , v o i l à d o s p r o c é d é s d'une

sous

Liseron.)

Moi aussi,

vivement.)

LISERON, railleur.

Commandeur!

au

de

PETITPATAPON.

LISERON. Il v o u s e n v o i e à t o u s d e u x l e c o r d o n

RÉMOULADE,

mécontentement

(bis.) rient

lon, e t j'ai à m'habiller.

donc?

de c o m m a n d e u r de l'ordre de Saint-Faustin. PETITPATAPON.

et Petitpatapon

RÉMOULADE. M a i s il f a u t q u e j e p a r a i s s e a u s a -

tant plus q u e ce n'est pas tout (2).

éclat.

Postillons.

Les noirs fougueux e t toujours prêts à m o r d r e

LISERON. E s t b i e n

vez

A i r : Ces

Est

bien...

RÉMOULADE

A h ! a h ! a h ! allons d o n c ! vous

voilà c o n v e r t i s !

LISERON.

PETITPATAPON. V o u s p e r m e t t r i e z - v o u s d e s r a i l -

De t a n t d e d i g n i t é s ,

l e r i e s c o n t r e le c h e f d e l ' É t a t ? j e n e l e souffrirais

Allez, M e s s i e u r s , m o n t r e z - v o u s d i g u e s ! Etalez les insignes

pas, Monsieur! RÉMOULADE. U n h o m m e a d m i r a b l e ! (A

E T PETITPATAPON.

D e tant de dignités, e t c .

Du r a n g où v o u s voilà m o n t é s !

Liseron.) (Rémoulade

et Petitpatapon

ils se saluent

se disposent cérémonieusement.)

1. R é m o u l a d e , Petitpatapon, Liseron. 2 , R é m o u l a d e , Liseron, Petitpatapon.

1. R é m o u l a d e , P e t i t p a t a p o n , L i s e r o n .

à

sortir,


11

SCEKE XVI. CHOEUR.

RÉMOULADE ( 1 ) . M o n c h e r c o m t e . . . PETITPATAPON. reculant

Monsieur

et se heurte

bucher.

à un meuble

Petitpatapon

Rémoulade

sort

l e d u c . . . (Il salue

sort

par

par

la

qui

en

le fait

le fond

A i r du Chœur

des sauvages

de Christophe

Colomb.

tré-

et à

O u i , c ' e s t un j o u r d e f ê t e ,

gauche,

Bonheur sans égal,

droite).

Du p l a i s i r q u i s ' a p p r ê t e Voici le signal ! L e s j e u x d e la s a v a n e

SCÈNE XIII.

P o u r le p e u p l e s o n t faits ; L a i s s o n s - l u i la b a n a n e ,

LISERON,

seul,

riant.

Les

voilà

donc

ces

E t gardons les s o r b e t s

g r a n d s pourfendeurs d ' a b u s ! . . Ces courtisans du

Délicieux et frais,

peuple!

D o n t il a fait l e s f r a i s .

nie).

ces

patriotes

Ils o n t

i n c o r r u p t i b l e s ! (Avec

iro-

a t t e i n t l e u r b u t : I l s o n t f o n d é la r é -

p u b l i q u e , d i s e n t - i l s ? m a i s n o n , ils l ' o n t ils n ' a v a i e n t b r i s é

le

m a r c h e - p i e d d e ses

débris ! Dois-je

en rire,

grands

de musique.)

Car t o u t cela

l o n g q u e s o i t le c a r n a v a l , ment.)

V o i c i le s i g n a l .

M a foi, j e s e r a i s Mais j ' e n t e n d s dé-

la c o n t r e - d a n s e . . . d a n s e z ,

c i t o y e n s !.. m a i s

conviction.)

Du p l a i s i r q u i s ' a p p r ê t e ,

ou

b i e n b o n de rester s é r i e u x au milieu d e ce c a r n a v a l j à le b r u i t d e

C ' e s t un j o u r d e b a l ,

t r ô n e q u e p o u r s e faire u n

dois-je, m ' e n i n d i g n e r ? . . (Riant.) p o l i t i q u e ! (Bruit

O u i , c a r c'est j o u r de fête,

fondue!..

dansez,

dépêchez-vous... n'aura qu'un il a u n

(Avec

t e m p s , si

terme;

(Gaie-

a p r è s le m a r d i - g r a s , il f a u t l e m e r c r e d i d e s

LISERON, ques

bas

nègres!.. d a n s sa

il

n'en

un

bruit puis

Vous ne danserez plus!

à

sur

avec

scène

C a r u n e fois p a s s é le t e m p s d e s m a s c a r a d e s ,

mas-

qui veuille

rester

peu

nègre,

les

Liseron

le en

modération,

Cora

prend

assis

vers

s'est

et

par

à la danse

avec

vivacité. seul,

animés

part

d'abord

grande

original

invités,

prennent

place,

une

de

inquiétez pas.

Q u e les d a n s e s c o m m e n c e n t !

de la musique,

la danse.

E n d o r m e z vos remords au bruit des s é r é n a d e s ,

un

divertissement

Peu

sautillant

C o m m e la m e r l ' e r r e u r a son r e f l u x ! L é g i s t e s s a n s c l i e n t s et d o c t e u r s s a n s m a l a d e s ,

les

E t M a r i e , si l ' o n r e m a r q u e s o n

invités.

petit

comique.

Si d e l ' e r r e u r v o u s fûtes l e s é l u s ,

indiquant

faire?..

LISERON. N e v o u s e n (Ici

en

est pas

CORA, à Liseron.

CORA, aux galant.

Cora,

couleur.

absence, que

cendres! A i r du Luth

à

( 1 ) . R e g a r d e z d o n c , c e s h o m m e s si fiers d ' ê t r e

part

à

l'avant

droite.)

(bis.)

SCÈNE XVI. SCÈNE XIV. COCAMBO, LISERON, (Alfred

et Marie

ALFRED,

arrivant porte

avec

de

gauche

MARIE. mystère

par

la

droite.)

ALFRED. N o u s s o m m e s p r ê t s à p a r t i r . LISERON, allant

à eux

vivement.

i m p r u d e n t s ? le m o m e n t

Q u e faites-vous

est mal choisi, v o u s s e -

riez v u s . . . j e v o u s dirai q u a n d sans

danger.

vile, on

Le

capitaine

vous pourrez

est prévenu...

fuir Vile,

droite;

et

Louis

XV,

ont

l'ordre

Rémoulade

au

boutonné, ciel.

cou

le

d'Haïti.

cordon

et Alfred

rentrent

de

Petitpa-

de

à leur avec

cour rouges.

commandeur

a revêtu

droit,

cesse

à

de

et talons

Cocambo

à

fond

l'habit

poudre

à collet

La danse

du

INVITÉS.

portent

complet,

du fond

venant

CORA , L I S E R O N ,

tapon Ils

P E T I T P A T A P O N , venant RÉMOULADE,

P E T I T P A T A P O N , saluant

vient.

(Marie

;

de

un

couleur

habit

bleue

de

entrée. fatuité.

Eh

bien!

m e s s i e u r s les s é n a t e u r s . . .

vivement.)

T O U S , avec

étonnement.

RÉMOULADE. Q u e vous

Messieurs!...

pensez-vous

du

bal

UN NÈGRE. C ' e s t r a v i s s a n t ! . . . C i t o y e n

SCÈNE XV.

que

je

donne? général,

vous avez adopté un costume délicieux... LISERON, SEXES.

CORA. (Tous

des

masques

que

la chevelure.

les

INVITÉS, noirs

d'Européens, Ils

NÈGRES

sont

entrent

DES

déguisés, et

n'ont

en

1, L i s e r o n , P e t i t p a t a p o n , Rémoulade.

DEUX ils

de

ont nègre

sautillant.)

CORA. L e fait e s t q u e t o u s d e u x , v o u s ê t e s m e r veilleusement

travestis!

PETITPATAPON, piqué.

Comment!

COCAMBO. O u i , m o n p a p a ! 1, C o r a , L i s e r o n ,

travestis?


LÀ FIN D'UNE R É P U B L I Q U E ,

12 RÉMOULADE ,

se redressant.

Ce n ' e s t p o i n t u n

d é g u i s e m e n t , c'est l'habit

de

cour que

LISERON, à part.

Voilà m e s n è g r e s !

doivent

porter les h a u t s dignitaires d'Haïti. TOUS. D e c o u r ? . . . CORA, à part.

Que

SCÈNE XVII.

dit-il?

PETITPATAPON. O u i , M e s s i e u r s ; n o t r e g r a c i e u x souverain,

l ' e m p e r e u r F a u t i n . . . (Se

o r

Faustin I ,

reprenant.)

a daigné me créer comte de

COCAMBO,

Petit-

PETITPATAPON,

ALFRED,

M O U L A D E , L I S E R O N , C O R A , puis

RÉ-

MARIE.

patapon. RÉMOULADE, à

TOUS. C o m t e ! . . . RÉMOULADE, présentant vous

présente

Cora.

m a d a m e la d u c h e s s e d e

jourd'hui surprise.

CORA, enchantée. (Rémoulade sente,

la

pendant

Petitpatapon la scène

de

le couplet

et causent

LISERON, à part.

Cora

suivant,

et Cocambo

et

la

la

droite.

la

preuve que

tu n o u s d o n n e s

tu

peux

au-

déteindre

les

les

ta d r o g u e s u r m o i .

pré-

aux

A L F R E D , à part.

invités.

remontent

avec

de

RÉMOULADE. O u i ! e t m o i j e m e d é v o u e . . . E s s a i e

possible!..

main

vient

noirs.

Ah!... Est-il

prend

qui

PETITPATAPON. Il f a u t q u e

Rémou-

lade. TOUS, avec

Alfred,

Approche!

Permettez que je

Quel e m b a r r a s !

PETITPATAPON. N o u s a u r a i s - t u

également

RÉMOULADE. L a

invités.)

t i v e . . . tu s e r a s

Pitié! pitié!

trompés?

loi c o n t r e l e s b l a n c s e s t p o s i -

fusillé.

TOUS. F u s i l l é ! A i r : Aux braves

hussards

du

deuxième.

MARIE, accourant;

L e s voila d o n c c e s g e n s d ' h u m e u r a l t i è r e ,

TOUS. U n e

Un m a î t r e a r r i v e : on p a s s e a u v e s t i a i r e , (Avec

(bis.)

s'est

approché

Alfred.)

pour

un i n n o c e n t , u n ami d'enfance q u i n'a eu

d'autre

tort...

C a r j ' a p e r ç o i s s u r v o s t a l o n s le r o u g e

LISERON, qui

Q u e v o u s p o r t i e z j a d i s s u r vos b o n n e t s !

(ter.)

de

rompant

Liseron.

a passé

par

derrière,

et

l'inter-

( 2 ) . Q u e c e l u i d ' a v o i r f o r c é la d o s e e t do

l'avoir r e n d u e peut-être u n p e u trop b l a n c h e .

Vous dites?..

TOUS. Q u o i ?

P E T I T P A T A P O N , raillant.

Quelque

vieille r e n -

LISERON. C ' e s t m a d e m o i s e l l e M a r i e , la s œ u r d o

g a i n e d ' o p p o s i t i o n . . . Il e s t m é c o n t e n t d o t o u t .

m a d a m e la d u c h e s s e .

LISERON. B o n ! v o u s a l l e z v o i r q u e m o i q u i n ' a i

TOUS. E n effet !

pas changé...

RÉMOULADE. E s t - i l p o s s i b l e ? . . C o m m e c ' e s t l a i d

RÉMOULADE. C ' e s t là v o t r e t o r t !

les

LISERON. M o i , q u i n ' a i p a s c e s s é d ' ê t r e u n r é p u -

leux !

blicain sincère...

f e m m e s b l a n c h e s ! . . (A

part.)

C'est m e r v e i l -

PETITPATAPON. M i r a c u l e u x l

PETITPATAPON. I l n e d o i t p l u s y a v o i r d e r é p u -

MARIE,

blicains.

à

Liseron.

Demain

on

d é c o u v r i r a la

ruse.

RÉMOULADE. O n

n ' a p l u s le droit d'être

répu-

LISERON.

blicain!

Oui, mais cette nuit nous

nous

em-

b a r q u o n s p o u r la F r a n c e .

PETITPATAPON, à Liseron, factieux

mais

avec

LISERON, avec

force.

heureusement

F a u t i n . . . F a u s t i n , se c o n n a î t e n malice.

Vous êtes

CLAMEURS AU DEHORS. S o u l o u q u e !

l'empereur

LE DOMESTIQUE NOIR, venant

hommes.

O n le dit, et ce qui

rant. le

invités.

PETITPATAPON. Q u ' à d e s p e a u x b l a n c h e s ?

LISERON, à Alfred

LISERON. C e l a p a r a î t c e r t a i n . vivement

fasse v e n i r à l ' i n s t a n t

domestique

sort

par

la

mouvement à un

ce jeune

Soulouque! fond

en

PETITPATAPON et RÉMOULADE. D i e u ! m o n r a i n ! (Ils se précipitent

h a u t e s fonctions de l'État q u ' à des E u r o p é e n s .

RÉMOULADE, très

du

domestique. chimiste!

vers

vers et

le fond,

à Marie,

la gauche.

ainsi en

souveque

faisant

l'air

connu

les un

Venez... profitons de

la c i r c o n s t a n c e . . . e s q u i v o n s - n o u s . ( O n entend dehors

cou-

Voici S o u l o u q u e !

p r o u v e r a i t , c ' e s t q u ' i l a le p r o j e t d e n e c o n f i e r l e s

Qu'on

Ar-

Elle le s a u v e .

v o u s e t j e v o u s i m p l o r e (Indiquant

P o u r l e s s a l o n s v o u s d é s e r t e z le b o u g e , Mais à vos pieds, moi, je vous reconnais ;

(Le

de la droite.

MARIE. O u i , d e p u i s l o n g t e m p s j e v i s a u m i l i e u d e

E t les B r u t u s deviennent des m a r q u i s !

un

vient

blanche!

LISERON, à part.

énergie.)

RÉMOULADE ( 1 ) , qui

elle

rêtez! (1).

Les plus a r d e n t s sont les premiers conquis !

des saltimbanques

de la

au foire,

droite.)

PETITPATAPON. O u i ! . .

1. C o c a m b o , P e t i t p a t a p o n , Alfred, M a r i e ,

Rémou-

lade, Cora, Liseron. 1. C o c a m b o ,

Petitpatapon,

C o r a , i n v i t é s , à droite,

Liseron,

à gauche

et au

Rémoulade fond.

(

2 . C o c a m b o , Petitpatapon, Alfred, Liseron, Marie, Rémoulade, Cora.


13

SCÈNE XVII. avec

grosse

caisse

des enfants tambour

et cymbales.

le précèdent de

en

Le cortége dansant

paraît

et jouant

;

RÉMOULADE, au

basque.)

A i r d e l ' É c u de CHŒUR.

A i r d e s Quatre

fils

public.

du six

francs.

Notre apostasie est complète ,

Aymon

M e s s i e u r s , n o u s en c o n v i e n d r o n s . . .

(Foire aux I d é e s ) .

PETITPATAPON. Vive F a u s t i n ! s u r ses p a s qu'on se p r e s s e ;

Mais,

A h ! quel b e a u j o u r p o u r n o t r e h e u r e u x p a y s ! O u i , c ' e s t u n j o u r de b o n h e u r

L ' h o m m e a b s u r d e , a dit u n p o è t e ,

et d ' i v r e s s e ,

E s t celui q u i n' c h a n g e j a m a i s .

C h a n t o n s , c h a n t o n s , t o u s n o s m a u x s o n t finis ! (Soulouque stature

a paru

; il porte

celui

des

bordées

un

au

tambours-majors glands

écarlate

avec

des

broderies

debours

d'or;

épaulettes

d'une

mes

de diverses

la suite zarres

de

très

ont

marquée

TOUS. cortége

Vivo traverse

avec

d'une

à la

habit

à

des

PETITPATAPON.

aiguilen

avec

officiers

RÉMOULADE. Des clameurs not' conscience nous venge.

bran-

et

également

tous

N o u s voilà fixés d é s o r m a i s !

collante

colossales

Les

à

hussarde

Culotte or;

ENSEMBLE.

forte

semblable

à cornes

couleurs.

Soulouque

en riant,

en

énorme,

et de couleurs

et dit

d'or.

chapeau

SOULOUQUE s'arrête

assez

d'or

dimension d'un

est

: Bottes

avec

Il est coiffé

il

costume

d'or

lettes

fond;

des

L'honneur n e sait pas transiger !

or.

RÉMOULADE,

plu-

et gens costumes

AVEC

force.

Nous j u r o n s de ne plus c h a n g e r !-

de

PETITPATAPON.

bi-

A m o i n s q u e l' g o u v e r n e m e n t n ' c h a n g e .

éclatantes.) au fond,

envoie

l'accent

d'une

des

ENSEMBLE.

baisers satisfaction

Nous j u r o n s de ne plus, e t c .

: Je suis très c o n t e n t ! Soulouque! le fond

et

vive S o u l o u q u e !

R E P R I S E DU C H O E U R .

(Le

disparaît.)

Vive F a u s t i n ! e t c .

FIN.

LAGNY.

— Imprimerie

d e VIALAT

et

Cie.


BIBLIOTHEQUE SCHOELCHER

8 0018233


La fin d'une république ou Haïti en 1849, A-Propos-Vaudeville en un acte...  

Auteur. Duvert et Lauzanne. / Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Université des An...

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Auteur. Duvert et Lauzanne. / Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Université des An...

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