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B A N Q U E T

G E R V I L L E - R É A C H E

29 FÉVRIER

1904

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Gaston

GERVILLE-RÉACHE

Avocat

à la Cour d'appel de Paris Député de la Guadeloupe Vice-Président de la Chambre des Députés PAR

BOUZANQUET

DE

BALESTRIER

G a s t o n Gerville-Réache, d é p u t é , avocat, j o u r n a l i s t e , est l'un des h o m m e s les plus c o n n u s du P a r l e m e n t , du B a r reau et de la P r e s s e . Originaire de la P o i n t e - à - P i t r e (Guadeloupe), il vient à dix-sept a n s à P a r i s , et en moins de huit a n s , il est b a c h e lier... titulaire d'une double chaire de r h é t o r i q u e et de philoSophie à P o r t - a u - P r i n c e ( H a ï t i ) . . . , avocat à la Cour d'Appel de P a r i s , et député. E n trois a n s , il se fait un n o m à la C h a m b r e . . . , il a déjà une r é p u t a t i o n solidement établie au P a l a i s : ses p l a i doiries pour Marie S a u v a g e , pour P a u l i n e D u l c h é , pour Mlle B a u d r y - L a c a n t i n e r i e c o n t r e les s œ u r s du B o n - S e c o u r s , Pour les frères L a r o c h e , pour les héritiers Dida c o n t r e Wladimiroff, l'assassin do leur m è r e , e u r e n t un g r a n d retentissement. Il n'en r e s t e pas là : t r a v a i l l e u r r o b u s t e , infatigable et Modeste, G e r v i l l e - R é a c h e p o u r s u i t son oeuvre avec une énergie inlassable, dédaigneux des b a s s e s i n j u r e s , qui n ' o n t

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m é m e pas l'excuse du d é s i n t é r e s s e m e n t , recevant et octroyant des coups d'èpée ou de pistolet à ceux qui en sont dignes, d o m i n a n t les a u t r e s de toute la h a u t e u r de sa taille... et de son m é r i t e . L'un des doyens de la C h a m b r e par le n o m b r e des m a n dats qu'il a exercés, il atteint à peine à l'âge où le plus g r a n d n o m b r e c o m m e n c e n t leur c a r r i è r e politique. C'est en 1881, sous les auspices du g r a n d S c h œ l c h e r , l'auteur immortel de la loi s u r l'abolition de l'esclavage aux colonies, qu'il se présente aux élections et qu'il fait avec ses é l e c t e u r s le pacte étroit qui d u r e depuis v i n g t - t r o i s a n s . Il siège d'abord a l ' e x t r ê m e g a u c h e . P u i s , considérant q u e le p r o g r a m m e de ce groupe n'est pas i m m é d i a t e m e n t applicable, et qu'un pays vit plus de réalités que d ' e s p o i r s , il se l'ait i n s c r i r e à la gauche radicale et à l'union des gauches, dont il devient le v i c e - p r é s i dent. T r è s indépendant, m a i s d'opinion et d'aspiration très a v a n c é e s — c o m m e le prouvent ses votes — il se définit luim ê m e un radical qui subordonne ses vues personnelles aux volontés nationales. D a n s une aussi b r è v e étude, nous ne pouvons avoir la prétention de r e t r a c e r en détail la vie laborieuse de G e r ville-Réache. Il nous suffira d'ailleurs de citer ses principaux t r a v a u x pour d o n n e r une idée de l'importance de son oeuvre p a r l e mentaire. Il n'est pas depuis deux a n s au P a l a i s - B o u r b o n , qu'il présente au m o m e n t de la discussion de la loi sur la réforme de la magistrature, un c o n t r e - p r o j e t demandant l'élection des magistrats au suffrage universel. En m a r s 1883, il est désigné c o m m e r a p p o r t e u r de la loisur les récidivistes,

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E n 1884, ennemi de la p o l i t i q u e du tout ou rien, il accepte la l o u r d e c h a r g e de r a p p o r t e r au C o n g r è s de V e r sailles, la projet de revision des lois constitutionnelles. — 11 a vingt-neuf a n s — e t J o h n L e m o i n e , s é n a t e u r , m e m b r e de l'Académie f r a n ç a i s e , dit de lui : ... C'est un grand signe des temps que la réforme de la constitution française ait pour rapporteur un fils de la race maudite, et nous ajoutons que ce paria de la veille s'est acquitté de ses ingrates fonctions, avec une résolution, une simplicité et une dignité qui le mettent bien au-dessus de toutes les insultes et de tous les insulteurs. De 1885 à 1893, il est presque c o n t i n u e l l e m e n t m e m b r e de la c o m m i s s i o n du b u d g e t . E n 1887, il c o n t r i b u e p u i s s a m m e n t à la f o r m a t i o n de l'Association de propagande républicaine. E n 1888, le p r e m i e r m i n i s t r e T i s z a , p r o n o n c e à la t r i oune du P a r l e m e n t H o n g r o i s un é t r a n g e d i s c o u r s , où il conseille à s e s c o m p a t r i o t e s de s ' a b s t e n i r de p r e n d r e p a r t a notre exposition universelle de 1889, s o u s le p r é t e x t e que « ni l e u r s b i e n s , ni l e u r s p e r s o n n e s ne s e r a i e n t en F r a n c e , en s û r e t é ». G e r v i l l e - R é a c h e i n t e r p e l l e a u s s i t ô t le m i n i s t è r e Goblet. La m ê m e a n n é e , il e s t c h a r g é du r a p p o r t des affaires étrangères. E n 1889, il fait voter p a r l ' u n a n i m i t é de ses collègues, l'ordre du j o u r s u i v a n t : La France s'associant aux sentiments Pour la Russie exprimés par le gouvernement, du jour.

de sympathie passe à l'ordre

11 met ainsi fin à l'incident de S a g a l l o , i m p r u d e m ment soulevé p a r le c o s a q u e Atchinoff. Au c o u r s de sa l o n g u e c a r r i è r e , il i n t e r v i e n t à de n o m -

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b r e u s e s r e p r i s e s d a n s les d é b a t s s u r le r é g i m e de l ' i n d u s t r i e s u c r i è r e ; il est c h a r g é du r a p p o r t s u r les s u c r e s . A p r è s p l u s i e u r s i n t e r v e n t i o n s à la t r i b u n e , il obtient l'application à nos d é p a r t e m e n t s c o l o n i a u x des lois de liberté et de p r o g r è s social c o n c e r n a n t l'amélioration de la condition des i n s t i t u t e u r s et des o u v r i e r s . P u i s , en m ê m e t e m p s qu'il p o u r s u i t a c t i v e m e n t l'org a n i s a t i o n du s e r v i c e m i l i t a i r e a u x c o l o n i e s , il a r r i v e au d é g r è v e m e n t partiel des cafés, des c a c a o s et des vanillesde nos p o s s e s s i o n s d ' o u t r e - m e r . . . , c o m p e n s a t i o n qu'il juge e n c o r e insuffisante de l'application du tarif général des douanes. Il r a p p o r t e la loi sur les enfants- abandonnés maltraités ou délaissés a p r è s avoir c o l l a b o r é à son é l a b o r a t i o n . Délégué par la R é u n i o n P l é n i è r e des g a u c h e s , avec M M . B r i s s o n , C a s i m i r - P é r i e r , C a v a i g n a c , e t c . , à l'effet de d é s i g n e r les t r e n t e - t r o i s m e m b r e s de la commission d ' e n q u ê t e sur les scandales du Panama, l'estime de ses collègues lui i m p o s e ainsi qu'à M. B r i s s o n de faire partie de cette c o m m i s s i o n . P e u a p r è s , il provoque l'admission des femmes à l' Ecole des Beaux-Arts. Il dépose e n s u i t e un projet de loi t e n d a n t à d i m i n u e r d a n s une l a r g e p r o p o r t i o n les frais de j u s t i c e . A r r i v e l'affaire Dreyfus, il juge favorable le m o m e n t pour faire a b o u t i r une r é f o r m e qu'il d e m a n d e depuis l o n g t e m p s , et s a n s s'occuper du qu'en dira-t-on, avec le m é p r i s profond des g e n s q u i s o n t esclaves des c i r c o n s t a n c e s , il va d r o i t son c h e m i n , d é d a i g n a n t les a b o i e m e n t s furieux d e s stipendiés ou des p i t r e s qui c h e r c h e n t à t r a v e s t i r ses i n t e n t i o n s . De toute s o n influence, il c o l l a b o r e au s u c c è s de la loi de d é s a i s s i s s e m e n t , d i r i g é e d o n s sa pensée non pas contre un a c c u s é , m a i s c o n t r e u n e institution m a u v a i s e , et il con-


tribue à obtenir q u e la revision des décisions de justice passées en force de chose jugée, appartienne à la Cour de Cassation toutes chambres réunies et soit enlevée à l'appréciation d'une seule chambre. Ceux qui c o n n a i s s e n t l ' h o n o r a b l e d é p u t é de la G u a deloupe, s a v e n t combien il a l ' h o r r e u r des préjugés de r a c e s et des h a i n e s s e c t a i r e s politiques ou r e l i g i e u s e s . E n 1903, il fait v o t e r à une m a j o r i t é de p r è s de 500 voix, un o r d r e du j o u r : approuvant les déclarations patriotiques du ministre des affaires étrangères contre les doctrines internationalistes. T o u r à tour, r a p p o r t e u r ou président de la p l u p a r t des g r a n d e s c o m m i s s i o n s de la C h a m b r e , G e r v i l l e R é a c h c en d e h o r s des q u e s t i o n s e x t é r i e u r e s , c o m m e r ciales et c o l o n i a l e s d a n s lesquelles il p o s s è d e u n e haute c o m p é t e n c e , s'est tout s p é c i a l e m e n t i n t é r e s s é a u x c h o s e s de la m a r i n e . On en j u g e r a aisément p a r le s i m p l e é n o n c é des t r a v a u x c o n s i d é r a b l e s dont il est l'auteur ou des c o m m i s s i o n s a u x q u e l l e s il a c o l l a b o r é : Rapports du budget do la marine des exercices 1886, 1889, 1890, 1891, 1894 (très rémarqués et très longuement discutés). R a p p o r t s du budget des invalides de la m a r i n e , e x e r c i c e s 1886, 1889, 1890, 1891. Rapports sur les approvisionnements de la m a r i n e . . . , sur la loi des cadres des officiers de la m a r i n e . . . , sur les officiers mécaniciens de la marine. Echec, grâce à son intervention, du projet de rattachement des colonies à la marine. Présidence du comité consultatif des pèches maritimes. Présidence de la commission de réforme de la comptabilité de la marine. Présidence de la commission du comité des comptes et des travaux de la marine. Vice-présidence de la commission supérieure des invalides de la marine et de la Caisse de prévoyance des m a r i n s . Membre de la commission des archives du mème ministère. Vice-présidence de la commission de la marine de 1898 à 1902. Présidence de la même commission de 1902 à 1904, etc., etc.


—6 A voir la s o m m e é n o r m e de t r a v a i l fournie p a r lui, on se d e m a n d e c o m m e n t G e r v i l l e - R é a c h e a eu encore le temps : De faire le R a p p o r t de l'Exposition de Chicago. De présider les Comités et les Jurys de la classe 77 et de la classe 53 aux Expositions universelles de 1889 et de 1900. D'être m e m b r e du jury supérieur de l'exposition de 1900 et de la commission supérieure de l'Exposition de Chicago et de Saint-Louis. D'être président de la section française, de l'Exposition d'Ostende et de proparer, comme président encore, le succès de l'Exposition internationale d'Hygiène , de Pèche, de Sauvetage et de Sports qui doit s'ouvrir incessamment au Grand-Palais-

P a r 255 voix la C h a m b r e a tenu à m a n i f e s t e r sa s y m p a t h i e au t r a v a i l l e u r a c h a r n é , au républicain intègre qu'est G e r v i l l e - R é a c h e . . . T o u s ses a m i s ont p e n s é q u ' a p r è s avoir été à la peine, il était j u s t e qu'il fut enfin à l ' h o n n e u r . D'un c o m m u n a c c o r d p l u s i e u r s centaines d ' e n t r e eux ont tenu à lui manifester leur j o i e de son s u c c è s en un amical banquet. D ' a u t r e s plus n o m b r e u x e n c o r e , e m p ê c h é s par des c a u s e s i n é l u c t a b l e s , ont tenu à s ' e x c u s e r d ' ê t r e obligés de s ' a b s t e n i r , en des lettres e x q u i s e s . . . d ' u n e s i m p l i c i t é émouv a n t e : ils ont ainsi manifesté de précieuse façon, ou leur d é v o u e m e n t affectueux ou leur r e c o n n a i s s a n c e des services r e n d u s . A c e u x - c i la p r é s e n t e b r o c h u r e a p p o r t e r a un écho de cette fête b r i l l a n t e où ils m a n q u a i e n t . A u x a u t r e s , il s e r a c e r t a i n e m e n t a g r é a b l e de conserver un s o u v e n i r de cette belle manifestation dont ils assur è r e n t l'éclat et le s u c c è s . B o u z a n q u e t de B a l e s t r i e r .


offert à

M.

GERVILLE Avocat

à la cour

Député Vice-président

de la

SES

RÉACHE de

Paris

Guadeloupe

de la chambre PAR

LE 2 9 F É V R I E R

d'Appel

des

Députés

AMIS

1 9 0 4 AU G R A N D - H O T E L

A

PARIS

Un comite c o m p o s é de : MM. Guillain, avocat à la Cour d'Appel, p r é s i d e n t ; B o u z a n q u e t de B a l e s t r i e r , publiciste, s e c r é t a i r e ; André You ; W e y l , a v o c a t à la Cour d'Appel ; C h a r r e y r e , avocat à la Cour d'Appel ; Boullonnay, a v o c a t ; s'est constitué le 14 février 1904, pour offrir un banquet le 29 du m ê m e m o i s a M. G e r v i l l e - R é a c h e , à l'occasion de son élection à la v i c e - p r é s i d e n c e de la C h a m b r e . Ces m e s s i e u r s ont tout d'abord formé un c o m i t é d ' h o n n e u r c o m p o s é des m e m b r e s s u i v a n t s de la r e p r é s e n t a t i o n coloniale : MM. Cicéron, s é n a t e u r de la G u a d e l o u p e ; D r o u h e t , s é n a t e u r de la R é u n i o n ; Godin, a n c i e n m i n i s t r e , s é n a t e u r de l ' I n d e ; K n i g h t , s é n a t e u r de la M a r t i n i q u e ; Carpot, député du Sénégal ; Clément, député de la M a r t i n i q u e ;


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M M . F . Deloncle, d é p u t é d e lia C o c h i n c h i n e . de M a h y , ancien m i n i s t r e , député de la R é u n i o n ; H e n r i q u e - D u l u c , d é p u t é de l ' I n d e ; U r s l e u r , d é p u t é de la G u y a n e . Les m e m b r e s du c o m i t é d ' o r g a n i s a t i o n ont a l o r s lancé l'appel s u i v a n t a u x amis du d é p u t é de la Guadeloupe.

« P a r i s , le 14 février 1904.

BANQUET GERVILLE-RÉACHE « De n o m b r e u x a m i s de M. G e r v i l l e - R é a c h e , ont décidé de lui offrir un B a n q u e t au G r a n d Hôtel, b o u l e v a r d des C a p u c i n e s , 12, le 29 février p r o c h a i n , p o u r fêter s a r é c e n t e é l e c t i o n s la v i c e - p r é s i d e n c e de la C h a m b r e des d é p u t é s . « Ils ont l ' h o n n e u r de v o u s prier, d a n s le c a s où il vous s e r a i t a g r é a b l e de vous j o i n d r e à e u x , d'envoyer v o t r e a d h é sion a v a n t le 25 février, d e r n i e r délai. » Prix

du Banquet

: 18

francs.

Un n o m b r e c o n s i d é r a b l e de p e r s o n n e s r é p o n d i r e n t immédiatement à l'invitation. Il faut ajouter a u x n o m s des dix a n c i e n s m i n i s t r e s , s é n a t e u r s ou d é p u t é s faisant p a r t i e du c o m i t é d ' h o n n e u r , Ceux de : MM. P o i n c a r r é , sénateur, ancien ministre ; Guillain, député, ancien m i n i s t r e ; J u l e s L e g r a n d , d é p u t é , ancien s o u s - s e c r é t a i r e d ' E t a t aux postes et t é l é g r a p h e s .


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M M . D e s c h a n e l , d é p u t é , ancien p r é s i d e n t de la C h a m b r e ; Legludic, P r e v e t , Alcide T r e i l l e , H a u l o n , T a s s i n , E x p e r t - B e s a n ç o n , Boissy d'Anglas, s é n a t e u r s . M M . E . Noel, Félix P o u l l a n , G. Ménier, P r a d e t - B a l a d e , Claude Goujat, T . Rose, G. Gérald, P a u l Bersez, R a o u l P e r e t , Durblay, P . D e l a r b r e , H o n o r é L e y g u e s , J . R o c h e , D e c k e r - D a v i d , Cazeneuve, Bégey, T o u r n a d e , Bozonet, Clementel, C o m p a y r é , H é m a r d , S a n d r i q u e , Noullens, Martin, Fabre, Failliot, Elliez-Evrard, députés. MM. J a c q u e s H é b r a r d , a n c i e n s é n a t e u r ; d o c t e u r Nicolas, a n c i e n s é n a t e u r , ancien député de la R é p u b l i q u e d'Haïti; P . T r u y , Guillemet, Chassaing, P o u r q u e r y de B o i s s e r i n , Chevrey R a m e a u , L a b u s s i è r e , Muzet, Deproge, Edouard Leroy, Philippe Laloge, anciens députés. M M . S a b a t i e r , d i r e c t e u r de l ' E c l a i r . R a n d o m m i n i s t r e de l ' U r u g u a y . Dalbémar, ministre d'Haïti, Chedid H a b e y c h e , consul g é n é r a l de T u r q u i e . L. M a r c e l l i n , a t t a c h é à la légation d ' H a ï t i . B r o u a r d e l , m e m b r e de l ' I n s t i t u t . Edmond Périer, l'Institut.

d i r e c t e u r du m u s e u m , m e m b r e de

M a u r i c e L œ w y , d i r e c t e u r de l ' O b s e r v a t o i r e de P a r i s , m e m b r e de l ' I n s t i t u t . Levasseur,

Administrateur

au

collège

de

France,

m e m b r e de l ' I n s t i t u t . Dervillé, a n c i e n d i r e c t e u r de l ' E x p o s i t i o n de 1900.

universelle


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MM. H e n n e g u y , professeur au collège de F r a n c e . Giard, p r o f e s s e u r à la S o r b o n n e ; Duflos, ancien d i r e c t e u r au m i n i s t è r e de l ' i n t é r i e u r , conseiller d ' E t a t . Louis L e g r a n d , conseiller d ' E t a t . Bouffet, conseiller d ' E t a t . Albert P e t i t , conseiller m a î t r e à la Cour des c o m p t e s . B r o s s a r d - M a r s i l l a c , c o n s e i l l e r a la Cour de P a r i s . Soleau, conseiller à la Cour de P a r i s . P l a i s a n t , conseiller à la Cour de P a r i s . Bidault de l'Isle, conseiller à la Cour de P a r i s . D u b r e u i l , conseiller à la C o u r de P a r i s . Trefeu, d i r e c t e u r au m i n i s t è r e de la m a r i n e . H o n n o r a t , s o u s - d i r e c t e u r au m i n i s t è r e de la m a r i n e . T o u t a i n , t r é s o r i e r g é n é r a l des Invalides de la m a r i n e . F a b r e - D o m e r g u e , i n s p e c t e u r général des p ê c h e s m a ritimes. Samuel Rousseau, critique musical. de Ruffi de Pontevès, c o n t r ô l e u r g é n é r a l , Y a n N i b o r , h o m m e de l e t t r e s . E d d y Lévis, h o m m e de l e t t r e s . L o d o i s L a t a s t e , h o m m e de l e t t r e s . Biagiotti, publiciste. Brunet, publiciste. P e n a n t , publiciste. M a g e r , publiciste. Charrier, publiciste. Dal P i a z , s e c r é t a i r e général de la C o m p a g n i e g é n é r a l Transatlantique. D o c t e u r M a r c e l B e a u d o i n , d i r e c t e u r de l ' I n s t i t u t de Bibliographie. A u r i c o s t e , d i r e c t e u r de l'Office c o l o n i a l . J . A u r i c o s t e , bijoutier.


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M M . L. Mersey, c o n s e r v a t e u r des eaux et forêts au m i n i s tère de l ' a g r i c u l t u r e . J . Chessé, a n c i e n g o u v e r n e u r d e s c o l o n i e s . Capest, ancien g o u v e r n e u r des colonies. L h u e r r e , s e c r é t a i r e g é n é r a l des c o l o n i e s . R o u b a u , a n c i e n c o m m i s s a i r e g é n é r a l de la m a r i n e . F . Goron, a n c i e n chef de la S û r e t é de P a r i s . L. G a l l i a r d , i n s p e c t e u r d ' A c a d é m i e . G o v a r t , p r é s i d e n t de c h a m b r e s y n d i c a l e . A u c o c , p r é s i d e n t de la c h a m b r e s y n d i c a l e . F a l c o , président de c h a m b r e s y n d i c a l e . Révillon, p r é s i d e n t de c h a m b r e s y n d i c a l e . B a r t h é l é m y , p r o f e s s e u r a la faculté de d r o i t . F e r v a l , professeur de l ' U n i v e r s i t é . F r a n c k - P u a u x , pasteur. N o r m a n d , p r é s i d e n t de la Société des a m i s des m o n u ments parisiens. B o u c h a u t . i n s p e c t e u r des colonies. Roy, d i r e c t e u r h o n o r a i r e des colonies. G a u t h i o t , s e c r é t a i r e de la S o c i é t é de g é o g r a p h i e c o m merciale. D a y m a r , i n g é n i e u r de la m a r i n e . B. d'Abnour, contre-amiral. A . B a n a r é , capitaine de frégate. A. B o u c h i é de Belle, avocat au C o n s e i l d ' E t a t et à la C o u r de c a s s a t i o n . B r o s s a r d de Corbigny, c a p i t a i n e de frégate. P . B u t e l , juge d ' i n s t r u c t i o n à M o n t a r g i s . P . C h a b a n e l , d i r e c t e u r de l'Asile n a t i o n a l du V é s i n e t . A. C h a u f t o n , avocat a u Conseil d ' E t a t et à la C o u r de cassation. F . Chovo, industriel. A n g e Déglise, a v o u é .


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M M . E . Drouelle, b a n q u i e r . D u b a r d , i n s p e c t e u r général des c o l o n i e s . Duplessy, banquier. Le F o l , c o m m i s s a i r e g é n é r a l des t r o u p e s coloniales. J u t t e t , d i r e c t e u r h o n o r a i r e au m i n i s t è r e de la m a r i n e . E . Le P o n t , a r m a t e u r , C h e r b o u r g . N o r d d l i n g , consul g é n é r a l de Suède et N o r v è g e . O s s i a n B o n n e t , chef de bureau au m i n i s t è r e d e s c o l o n i e s . J . P o l i d o r , s e c r é t a i r e du c o m i t é des p è c h e s m a r i t i m e s . Pontremoli, magistrat. J. R a c t , avocat. V i r g i l e , avocat à la Cour d'Appel. G. W e i l l fils, n é g o c i a n t . B . Cunéo, m é d e c i n . L. Davoust, architecte. F. Delmas, architecte. E. Demeuran. H. D e s j a r d i n , chef de b u r e a u au c h e m i n de fer de l'Etat. A. F a b i a n i , avocat à la Cour d'Appel. L. F a b i a n i . Favreau, médecin. A. F a v r e a u . Garnier, médecin. Gille, chef du contrôle, C o m p a g n i e g é n é r a l e t r a n s a t lantique. A. G r a d v o l h , n é g o c i a n t . Grumberg, médecin. A. G u e r l a i n . G. H a b y . Hamelin, médecin. H e i m , médecin. F . Henry, architecte.


— 13

-

MM. A. H e r b e t . J. H u d r y . J. J a c q u o t , c o m m i s s i o n n a i r e en r h u m s . P . Jouet. E . J u n g , h o m m e de l e t t r e s . R e n é W o r m s , a u d i t e u r au Conseil d ' E t a t . G. B o m i e r , i n s p e c t e u r à l ' E c o l e des B e a u x - A r t s . A l p h o n s e B l o n d e l , conseiller du c o m m e r c e e x t é r i e u r . Beauroy, conseiller du c o m m e r c e e x t é r i e u r . E . B a r t h e , m a î t r e de F o r g e s . Chériez, a g e n t c o n s u l a i r e . Calipée. G. F e r j u s , p r é s i d e n t de Cour. Ed. G a s c - D e s f o s s é s . Galliot. Gizon. Docteur Harlez. Haran, pharmacien. P . Launay, avoué. M a r e a u , a v o c a t à la Cour d'Appel. A. Odin, d i r e c t e u r du l a b o r a t o i r e m a r i t i m e des S a b l e s d'Olonne. A. O c h s . G. Sépé, p r é s i d e n t de l ' œ u v r e française des m u s é e s s c o l a i r e s de p è c h e s , B o r d e a u x . Senange. G. S a m s o n , d i r e c t e u r des m a g a s i n s de la « Ville S a i n t D e n i s ». Sicé, p r é s i d e n t de Cour. Zéline S a i n t - C o u r t , étudiant. V. I I . Tiffen. V i c t o r T r é s o r i e r , c o m m e r ç a n t , conseiller m u n i c i p a l de C h â t e a u - T h i e r r y .


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MM. T i t i , vérificateur des d o u a n e s . C. V e r g i n e . Le colonel Allaire, r e c e v e u r des finances. A s p e F l e u r i m o n t , Conseiller du C o m m e r c e E x t é r i e u r . Albert Audoin, avoué. P h . Barrault. A. B a r r e , p h a r m a c i e n . V. Béguin. E . Belval, c o m p o s i t e u r de m u s i q u e . E. Benoit, commerçant. Bernheim, médecin. Bernard. G. B e r n a r d , m é d e c i n . E . B e r t r a n d , s o u s - d i r e c t e u r des p r i s o n s de F r e s n e s , Léon B e t h e l , m a g i s t r a t . J. B l u m e n t h a l , a v o c a t . S t é p h . B o n n e t , médecin. Léon B o u r d o n . A. R o u t i e r . Boutin, médecin. F . B r e i s s a c , v i c e - p r é s i d e n t de la Société de p r o t e c tion mutuelle des v o y a g e u r s de c o m m e r c e . P . Byla. Colletas, p r é s i d e n t de la S o l i d a r i t é coloniale. S o l d i - C o l b e r t de Beaulieu, h o m m e de l e t t r e s , s e c r é taire g é n é r a l de la Société des F o u i l l e s a r c h é o l o giques. Kirchoffer, m a î t r e d ' a r m e s . Leblanc Barbedienne, commerçant. E . Le F a u c h e u r , conseiller à la Cour ( S é n é g a l ) . E . Legrand, médecin. Chevretin, pharmacien. Lematte, pharmacien.


-

15

-

MM. Lescaux, médecin. A r t u r o Lévi, b a n q u i e r . Louis L i o t a r d . Paul Macquaire, pharmacien. Manson, médecin. Mercier-Valenton, percepteur à Ecouen. Maurice Mouthier, ingénieur. A. M o u t i e r , médecin. Moreau, ingénieur. L o y s Moulin, a u d i t e u r à la Cour des c o m p t e s . E. Nathan. J. N o u r i s s i e r , a r c h i t e c t e . G. O l m e r . H . P e t i t , a n c i e n V i c e - P r é s i d e n t de la S t é a r i n e r i e . G. P r a i n c e . Rogemont. H. R o u s s e a u , médecin, D i r e c t e u r de l'Ecole p r a t i q u e coloniale de J o i n v i l l e - l e - P o n t . Oby. Sainte-Luce Augustin. Savoire, médecin. Sylvie, i n g é n i e u r . Segall, m é d e c i n . S a y e t , avocat a g r é é au T r i b u n a l de C o m m e r c e . A. S é n é c a l , i n g é n i e u r . J. S é n é c a l . S. Sculfort de B e a u r e p a s , h o m m e de l e t t r e s . A. S é v è r e . Th. Streiberg. S u a r e z de M e n d o z a . T e x t o r de R a v i s i . E d . Tijou, c o m m i s s a i r e g é n é r a l de l'exposition d ' H y g i è n e , S p o r t , e t c . de 1904.


- 1 6 MM. H. Tourriol. J. Tourseiller, avoué. Trouillet, médecin. B . Verdier.P . Verdier. L. V e r s t r a ë t , i n g é n i e u r civil. S. V i g n e r a s . P . Vincent, ingénieur. C. W a t e l , i n s t i t u t e u r . L. Wolff. V e r d i e r Dufour. Maxime Gerville-Réache. Léo L . G e r v i l l e - R é a c h e . Léo Gerville-Réache. G. Vivant, d i r e c t e u r du " M o n i t e u r de la F l o t t e " . M. R o b i n , i n d u s t r i e l . du Q u e s n e . Galiot, c o m m a n d a n t . Acoulon. A m i e l , ancien S o u s - P r é f e t . A r b e l l o t , professeur de g y m n a s t i q u e . M e r r y F r a n q u i n , professeur au C o n s e r v a t o i r e . E m i l e G o u b e r t , médecin. Philippe. Wilhem. L. S é g l a s , a r c h i t e c t e . Hastron, magistrat. Lucien. F o v e a u de Courmelles, m é d e c i n . A. Ancelot, m e m b r e de la C h a m b r e de c o m m e r c e de Paris. T h . d'Argenlieu. H. P a n h a r d , n o t a i r e .


— 17 —

M M . R a p h a ë l G e o r g e Levy. Lava, avocat à la Cour d'Appel. G. R a b a r o u s t . Borel de L a r i v i è r e , a v o c a t à la Cour d ' A p p e l . L. J e a n R o m a i n . Guesnu. B o u c h o t , inspecteur- d ' a s s u r a n c e s . A. G i r a r d . M. P é g a r d . G. J o b a r d , a v o c a t . J. Benoist Lévy, a r t i s t e - p e i n t r e . C o m t e J u s t i n i e n de Clary. R a p h a n e a u , a d m i n i s t r a t e u r de l'Éclair. T . de Solenière, c o m p o s i t e u r . J. P é r a r d , i n g é n i e u r . G. Lejeune. E. Meignen, avocat. E. Giraud. avocat. Labeyrie. G. Lefèbvre, a v o c a t . L. d ' A y m e r y . L. Bontfol, n o t a i r e . L e m e r y , avocat à la Cour d'Appel. Robin, horticulteur. Boulland de l'Escale, s y n d i c de la P r e s s e coloniale. A. Veil, capitaine au l o n g c o u r s , à S a i n t - B r i e u c . Bremant. Poupon. L. Hansen. Ch. M a r t i n , professeur de l ' U n i v e r s i t é . E. Agostini. Kioës. M, T é z e n a s , avocat à la Cour d'Appel.


-

1 8 -

M M . C. Borelly. Frogier. Butelle. Fuzier. Déglise fils. Louis Bellet, avocat. Lucien L o u i s . H. Serre. E. Désormes. H. F r a s e y , m é d e c i n . Papelier. F. Pichon, éditeur. Deschiens, médecin. J. Tassart. L. de S e i l h a c , délégué p e r m a n e n t du Musée social. U. Conty. C. M. D é s i r . Léon L a n t z . A. F é r e t . Olivier. L. T u a l , c o m m i s s a i r e - p r i s e u r . Ch. C o u t u r i e u x , c h i m i s t e . Villebœuf, avoué. Catrier. H. Flavien. Paul Sabatier. S u r ces 350 a d h é r e n t s une q u a r a n t a i n e à peine saient.

s'excu-

Le dîner eut lieu d a n s la g r a n d e Salle des F ê t e s ; à la table d ' h o n n e u r é t a i e n t a d o s s é e s cinq tables p e r p e n d i c u l a i r e s . L ' i m m e n s e salon était a d m i r a b l e m e n t décoré.


-

1!)

-

Voici le menu qui fut servi :

MENU

Crème

de

Consommé Barquettes Truite Filet

de

Langoustine à la

saumonée

Bœuf

Suprême

du

aux

Sorbets

Parfait

au

Primeurs Livonienne

Champagne à la

gras

broche

aux

Truffes

Parisienne

d'Argenteuil

Ananas

aux

à la

rôties

Salade

Petits

Normande

Charolajs

de foie

Huitres

sauce

de Gelinottes

Poulardes

Asperges

Matignon

gratinées

sauce

Pois aux glaces

Mousseline

Laitues

à la

Créole

Gaufrettes Petits Corbeilles Xérès

Graves,

Médoc,

fours de

Pontet-Canet,

Eau de Café Cigarettes

Fruits Pommard

Champagne

Montmartel et

Liqueurs —

Cigares

A p r è s le d e s s e r t , M. le s é n a t e u r Cicéron, p r é s i d e n t du b a n q u e t , d o n n e la parole à M. Guillain.


- 20 Celui-ci a p r è s avoir d o n n é lecture d e s e x c u s e s reçues au d e r n i e r m o m e n t a porté le t o a s t s u i v a n t :

T o a s t de M. P a u l G U I L L A I N Avocat Président

à la Cour du comité

d'appel d'organisation

De ces amis, Messieurs, les uns étaient pris par des engagements antérieurs, les autres sent retenus à leur foyer par la douleur ou la tristesse. Nous souhaitons pour ces derniers que la cause de leurs soucis disparaisse. Tous, ils nous affirment, et nous les croyons, q u ' à l'heure du banquet, leur pensée ira vers nous ; je suis donc sûr d'être voire interprète. Messieurs, en leur adressant, à notre tour et en cet instant même, un cordial salut. Le comité d'organisation vous remercie d'avoir répondu à s o n appel. C e r t e s , la sympathie dont jouit M. Gerville-Réache, l'estime dans laquelle sont tenus s o n talent et son caractère nous étaient un sur garant de la réussite de notre projet. Laissez-moi vous confier, cependant, q u e le résultat a dépassé toutes nos espérances. Car, sans que c e banquet fut sorti d e s limites de l'intimité affectueuse que nous lui avions assignée, il est devenu par votre nombre et votre qualité une manifestation triomphale. Le Comité d'organisation remercie tout particulièrement les Membres du Comité d ' h o n n e u r et notamment M. Cicéron, l'éminent sénateur de la Guadeloupe qui a bien voulu présider c e banquet. Tous les représentants coloniaux en nous assurant leur patronage ont tenu à affirmer que c'était bien une fête pour les colonies que celle dans laquelle nous célébrons l'un de leurs plus glorieux enfants. Mon cher Maître et Ami, Je ne vous porterai point un long toast. Encore moins vous ferai-je un discours. J'ai pour cela, deux raisons. La première, c'est qu'il ne sied pas que l'élève donne un satisfecit au maître et notre collaboration n'est pas si lointaine que cette situation de fait ait cessé. La seconde, c'est que le Comité d'organisation est en majorité coinposé d'avocats, et, le moins que je puisse faire en leur nom, c'est de demontrer q u ' u n avocat sait parfois se borner, quoiqu'il puisse d'ailleurs lui en coûter. Je laisse donc à d'autres qui ont seuls autorité et qualité pour le l'aire, le soin de dire quel homme vous êtes, les services éminents que vous avez rendus à la République. J e laisse à vos pairs le soin de louer comme il convient votre caractère et votre talent. Ce que je peux et c e que je veux dire, par ce que ceux-là seulement le savent qui ont vécu de votre intimité, c'est le charme irrésistible et pénétrant qui s e dégagé de votre personne, c'est la confiance s a n s bornes que vous savez inspirer, c'est le d é v o u e m e n t sans limites que vous savez provoquer. C'est encore et très probablement un témoignage de celle confiance

et de ce


- 2 1

-

dévouement que vos anciens secrétaires et vos secrétaires actuels ont voulu vous donner en me choisissant pour me mettre à leur tète, moi qui n'ai d'autre mérite q u ' u n e fidélité qui s'est affirmée pour vous par delà l'Atlantique, car j'aurai eu ce privilège, bien que parisien de Paris de vous voir ici fêté par vos amis, et là bas, à la Guadeloupe, acclamé par vos électeurs. Ce que je veux dire aussi, c'est l'opiniâtreté — dans le grand sens du mot antique — que vous apportez au travail ; ceux qui ont préparé à vos côtés des dossiers politiques ou judiciaires doivent, en effet, vous rendre cet hommage qu'il est impossible d'apporter dans l'éludé des questions une collaboration personnelle, u n scrupule, une minutie, disons le mot, une conscience aussi rigoureux. D'autres diront tout à l'heure que cette vertu qu'on dénomme l'intégrité, vos adversaires eux-mêmes la proclament en vous et, q u ' à une heure de trouble vous fûtes choisi par vos collègues, sans distinction, comme arbitre de leur probité ; ce qu'ils ignorent c'est qu'elle existe, chez vous, à un degré tel, qu'il n'est point d'acte infime de votre vie où elle n'apparaisse comme un souci constant, une préoccupation perpétuelle. Ce que je veux dire encore c'est la bonté inlassable, c'est la haute dignité dont est l'ait votre commerce. Certes, vous n'êtes pas de ceux qui cherchent dans les plaisirs et les distractions un moyen de se créer des camaraderies éphémères ; c'est plutôt à l'occasion de discussions sérieuses, de conversations échangées que sont nées les jeunes amitiés qui se groupaient autour de vous. Vous savez les retenir et les fortifier uniquement par la sagesse de vos conseils encore q u ' à l'occasion votre gravité bienveillante sache se fondre dans un sourire. Ce que je veux dire, enfui, c'est que toutes ces qualités qui l'ont du maître ce qu'il doit être, un modèle, il n'est point un de vos collaborateurs qui n ' e n ait été; frappé et — chose rare à coup sûr et qui mérite d'être signalée — parmi les nombreux secrétaires que vos occupations vous ont fait une obligation de prendre et dont les années ont multiplié le nombre, il n'en est pas un qui n'ait tenu à venir aujourd'hui apporter l'assurance qu' il conservait de sa collaboration avec vous le plus affectueux et le meilleur souvenir. Tous, sans exception, ont répondu à notre appel. Pas un ne manque ! Je me trompe. Il en manque u n , et c'était le plus cher. Je ne voudrais point, mon cher Maître et Ami, qu'eu ce jour de joie, une larme tombât dans votre verre et vint s'y mêler au Champagne que nous vous offrons, mais je voudrais encore moins que cette fête se terminât sans q u ' u n souvenir fut envoyé par moi à la mémoire du fils chéri dont j'avais dirigé les premiers pas à votre secrétariat et que la. cérémonie de ce soir eût profondément réjoui. Ses succès au Lycée et à l'Ecole de Droit vous avaient rempli de fierté; il avait le jugement sûr, l'esprit droit, le cœur bon, car vous l'aviez l'ait à votre image. Il était solide aussi, et il ne fallait pas moins d'une catastrophe atmosphérique pour briser ses vingt ans. Mais déjà votre visage peut se rasséréner. 11 vous suffit de regarder dans la salle. Deux autres grands fils sont là qui ne demandent qu'à vous donner à deux les satisfactions que vous attendiez des trois. Eux aussi vous ont déjà donné de leur vaillance des preuves estimables car eux aussi sont faits à votre image, si bien


qu'après avoir tant de fois déploré les tristesses de l'hérédité nous pouvons ce soir en célébrer les bienfaits. Vous venez de donner à Maxime et à Léo un motif de légitime orgueil ; ils vous le rendront, car vous avez en eux, mon cher Maître et Ami, des débiteurs magnifiquement solvables. Messieurs, le Comité d'organisation du Banquet s e compose des collaborateurs et anciens collaborateurs de M. Gerville-Réache. Le seul toast que je veuille porter en son nom. s e résume donc en deux m o t s : — « Au patron ! »

L e s a p p l a u d i s s e m e n t s r é p é t é s qui ont c o u v e r t la p é r o raison de M . Guillain sont à peine c a l m é s , q u e M. C i c é r o n p r e n d à son t o u r la p a r o l e .

T o a s t de M. C I C É R O N Sénateur

de lu

Guadeloupe,

Messieurs, P u i s q u ' u n c o u r a n t de s y m p a t h i e , a u q u e l j ' a i été t r è s sensible, me p r o c u r e l ' h o n n e u r et le p l a i s i r de p r é s i d e r c e t t e c o r d i a l e r é u n i o n , qu'il m e soit p e r m i s de r e m e r c i e r t o u t d'abord les o r g a n i s a t e u r s de cette fête, c e u x qui e u r e n t l'excellente idée de g r o u p e r a u j o u r d ' h u i a u t o u r du n o u v e l élu de la C h a m b r e , des amis h e u r e u x de son légitime s u c c è s , désireux de s'en féliciter en c o m mun. E n r e n o u v e l a n t a M. Gerville-Réache m e s s i n c è r e s c o m p l i m e n t s , je suis sur d ' ê t r e l ' i n t e r p r ê t e de la majorité r é p u b l i c a i n e de la Guadeloupe, d o n t l'union s'est r é c e m m e n t affirmée en ma faveur ; et je suis h e u r e u x de c o n s t a t e r ici que le c o n c o u r s s p o n t a n é m e n t offert lors des élections s é n a t o r i a l e s p a r M. GervilleRéache ne s'est pas un i n s t a n t affaibli Je me t r o u v e d o n c d o u b l e m e n t a u t o r i s é à e x p r i m e r au vice-président de la C h a m b r e , au nom de n o s a m i s c o m m u n s , n o t r e satisfaction de la dignité qui lui a été conférée. Mon h o n o r a b l e collègue était j u s t e m e n t désigné à la confiance et à l'estime de la C h a m b r e p a r ses t r a v a u x p a r l e m e n t a i r e s , p a r u n e brillante p r a t i q u e du Barreau, par une g r a n d e e x p é r i e n c e des c h o s e s p o l i t i q u e s , p a r son i n a l t é r a b l e a t t a c h e m e n t à la R é p u b l i q u e d o n t il a t o u j o u r s é t é le s e r v i t e u r d é v o u é . Le choix q u i l ' h o n o r e , h o n o r e aussi l'île où il a vu le j o u r et d o n t il est t o u j o u r s resté le favori. Cette élection me p a r a î t aussi un signe favorable p o u r les d e s t i n é e s de la r e p r é s e n t a t i o n coloniale si injustement et si souvent c r i t i q u é s . Puisse-t-elle


avoir d a n s n o t r e Guadeloupe affaiblie p a r les luttes é c o n o m i q u e s e t p o l i t i q u e s , u n écho b i e n f a i s a n t ! Elle m e s e m b l e d e bon a u g u r e e t p r o p r e à a r r ê t e r les les défaillances, à r é c o n f o r t e r les c o u r a g e s , à c o n s o l i d e r l'union de s e s e n f a n t s , a l ' h e u r e où t o u s les efforts d e v r a i e n t n ' a v o i r q u ' u n b u t — la d i r i g e r vers u n m o i n s t r i s t e avenir. Je n ' e n t e n d s point d o n n e r à m e s paroles u n e signification p o l i t i q u e . Le b u t t o u t amical, j'allais dire familial, de n o t r e r é u n i o n , serait à p e u p r è s é t r a n g e r à la p o l i t i q u e s'il n e se r a t t a c h a i t à u n acte p a r l e m e n t a i r e ; n o u s ne d é s i r o n s q u e féliciter en u n e franche cordialité le succès d ' u n ami, d ' u n colonial. Je lève m o n v e r r e e n s o n h o n n e u r , e n a d r e s s a n t u n e p e n s é e é m u e à n o t r e belle et lointaine petite p a t r i e .

Des b r a v o s u n a n i m e s éclatent t r è s n o u r r i s , t a n d i s q u e se r a s s i e d l ' h o n o r a b l e s é n a t e u r . Il d o n n e la parole à M . B o u z a n q u e t de B a l e s t r i e r .

T o a s t de M. B O U Z A N Q U E T d e B A L E S T R I E R Licencié Président

en droit,

de la « Solidarité

Publiciste

Républicaine

et Démocratique

»

Mon c h e r Maître, Mon c h e r Ami, Avec u n certain n o m b r e de vos collègues d u P a r l e m e n t , v o u s avez bien voulu a c c e p t e r le p a r a i n a g e de la Solidarité

Republicaine

et Démocratique

: — VOUS

lui avez ainsi a c c o r d é le plus p r é c i e u x d e s e n c o u r a g e m e n t s ; aussi, m e s c a m a rades de la Section centrale de P a r i s et d e s Sections de Province n ' o n t pas voulu q u ' u n e fête en v o t r e h o n n e u r fut d o n n é e sans q u ' i l s y fussent r e p r é s e n t é s Au vaillant d é m o c r a t e q u e v o u s ê t e s , il m ' o n t c h a r g é d ' a p p o r t e r avec l e u r s h o m m a g e s r e s p e c t u e u x , l'expression d e l e u r s s e n t i m e n t s les plus dévoués Au n o u v e a u vice-président d e la C h a m b r e s e s j e u n e s amis r a d i c a u x et radicaux-socialistes ont t e n u à ce q u e l e u r joie d e s o n succès lui fut e x p r i m é e publiquement. S'ils m ' o n t désigné p o u r p r e n d r e en leur n o m la p a r o l e à ce b a n q u e t , c'est n o n s e u l e m e n t parce q u e j e s u i s leur p r é s i d e n t , mais e n c o r e p a r c e qu'ils savent que j ' a i eu l ' h o n n e u r d'être votre c o l l a b o r a t e u r d u r a n t q u a t r e a n s . Témoin quotidien de votre v i e d e l a b e u r incessant et fécond, j'ai pu leur dire

le mérite

que l'on a quelquefois

à faire

t o u t s o n d e v o i r de républicain

et de


radical

même

sous

un gouvernement

républicain

radical.

E l eux qui v e u l e n t ê t r e

forts p o u r la lutte qu'ils engagent c o n t r e tous les préjugés r i d i c u l e s de races, d e classes et de c a s t e s , s a u r o n t p r e n d r e en e x e m p l e v o t r e é n e r g i e sereine et v o t r e tranquille c o u r a g e .

Messieurs, J e lève m o n v e r r e en l ' h o n n e u r de Gerville-Réache, v i c e - p r é s i d e n t d e la C h a m b r e . — Je bois à son avenir toujours plus brillant.

De c h a l e u r e u s e s

a c c l a m a t i o n s se font e n t e n d r e , et la

parole p a s s e à M. Séville.

T o a s t de M. A r m a n d Administrateur Secrétaire

SÉVILLE

de 1er classe des colonies général

de la S o l i d a r i t é

en

retraite.

coloniale.

Messieurs, Je viens en qualité d e secrétaire général d e la Solidarité coloniale et au n o m de c e l t e société q u i m'a délégué à cet effet p r é s e n t e r à M. Gerville-Réache nos plus vives félicitations à l'occasion de la s y m p a t h i q u e manifestation q u i a é t é faite s u r s o n n o m p a r la majorité des m a n d a t a i r e s d e la Démocratie française. D'autres voix p l u s a u t o r i s é e s e t plus e x p e r t e s en l'art d e bien dire n o u s ont r a p p e l é s les é m i n e n t e s q u a l i t é s et les g r a n d e s services r e n d u s à la République par M. Gerville-Réache. La Solidarité coloniale est infiniment fière et h e u r e u s e de voir l'un de ses m e m b r e s les p l u s d é v o u é s et les plus actifs o c c u p e r d i g n e m e n t l ' u n des sièges de V i c e - p r é s i d e n t de la C h a m b r e d e s Députés. Je viens a u s s i , très c h e r Président, au n o m du c o m i t é de la Ligue p o u r la d é f e n s e d e s d r o i t s c o l o n i a u x et e n l'absence d e n o t r e vaillant P r é s i d e n t et fond a t e u r M. Louis B r u n e t , d é p u t é de la Réunion e t de n o t r e s y m p a t h i q u e s e c r é t a i r e général M. Paul Vivien p a r t i s t o u s les d e u x a u x colonies vous p o r t e r l'expression de n o s meilleurs vœux et v o u s d e m a n d e r p o u r celte œ u v r e e n c o r e à l'état e m b r y o n n a i r e , u n e part de l ' a r d e n t e sollicitude q u e vous consacrez à son aînée la solidarité coloniale. E n votre qualité de m e m b r e du Conseil général de la nouvelle Ligue vous savez q u e ces deux g r o u p e m e n t s q u e j'ai l ' h o n n e u r de r e p r é s e n t e r a ce b a n q u e t p o u r s u i v e n t p a r a l l è l e m e n t le m ê m e b u t n o u s a p p u y a n t les u n s s u r les a u t r e s et faisant c o n v e r g e r n o s efforts vers le m ê m e objectif, n o u s e s p é r o n s pouvoir limiter, r e s t r e i n d r e et enfin s u p p r i m e r les n o m b r e u x a b u s de t o u t e s s o r t e s qui se p e r p é t u e n t i m p u n é m e n t aux colonies.


-

2 5 -

Nous voulons e n s u i t e faire é t e n d r e à t o u t e s nos p o p u l a t i o n s coloniales t o u s les bienfaits a c q u i s dans l'ordre m a t é r i e l et m o r a l p a r l'incessante évolution d'une d é m o c r a t i e devenue enfin c o n s c i e n t e de sa force et d e son a v e n i r . Nous a v o n s la p r o f o n d e conviction q u e vous m a r c h e r e z r é s o l u m e n t avec n o u s p o u r a t t e i n d r e ce r é s u l t a t p a r c e q u e nous avons t o u s le m ê m e idéal, celui de la perfectibilité h u m a i n e . Je bois à M. Gerville-Réache, V i c e - p r é s i d e n t de la C h a m b r e des Députés, m e m b r e de la S o l i d a r i t é coloniale, Conseiller général de la Ligue p o u r la d é f e n s e des Droits coloniaux.

(Vifs

applaudissements).

M. Soldi Colbert de Beaulieu p o r t e le toast s u i v a n t :

T o a s t de M. Soldi Colbert de B E A U L I E U Secrétaire

général

de la Société

Française

des Fouilles

Archéologiques.

Messieurs, P e r m e t t e z - m o i de j o i n d r e a u x félicitations q u i v i e n n e n t d ' ê t r e a d r e s s é e s au nouveau V i c e - P r é s i d e n t de la C h a m b r e , celle de la Société française des Fouilles Archéologiques. Notre société est bien j e u n e , elle c o m p t e à peine cinq s e m a i n e s d ' e x i s t e n c e , mais elle n'en est q u e plus fière de n o m m e r p a r m i ses m e m b r e s M. Gerville-

Réache. Pour ma part, je suis h e u r e u x q u e mes f o n c t i o n s m'aient désigné et me p e r m e t t e n t d e d i r e à h a u t e voix, devant v o u s , la vive amitié, la h a u t e estime q u e j'ai p o u r M. Gerville-Réache et d ' e x p r i m e r aussi à l'écrivain bienveillant t o u t e ma r e c o n n a i s s a n c e .

(Unanime approbation). L e P r é s i d e n t d o n n e la p a r o l e à M. R e n é W o r m s :

P a r o l e s de M. R e n é W O R M S Auditeur

au Conseil

d'État

J ' é p r o u v e q u e l q u e h é s i t a t i o n à accepter la p a r o l e a p r è s tant d ' h o m m e s d i s tingués qui v i e n n e n t de la p r e n d r e . M o n s i e u r Gerville-Réache a été fêté c o m m e il c o n v e n a i t p a r ses collègues du P a r l e m e n t . P e u t - ê t r e convient-il toutefois q u ' a


- 26 ces voix a u t o r i s é e s une voix p l u s m o d e s t e se j o i g n e , p o u r r e p r é s e n t e r ceux q u i , d a n s u n e a u t r e s p h è r e , p a r t a g e n t les m ê m e s s e n t i m e n t s . Vous avez d é b u t é , M. le P r é s i d e n t , c o m m e un a d e p t e de la p h i l o s o p h i e . Vous avez pris a son c o n t a c t le g o û t des généralités v r a i e s et d e s larges s y n t h è s e s . L'élévation naturelle de v o t r e esprit s'est e n c o r e accrue par ces fécondes étudesA p r o p o s d e ce s o u v e n i r , plus d ' u n ici a i m e r a p e u t - ê t r e à é v o q u e r le nom d'un des g r a n d s s e r v i t e u r s de la République, A u g u s t e B u r d e a u , qui lui aussi fut tour à t o u r p r o f e s s e u r de philosophie, d é p u t é , vice-président de la C h a m b r e , puis devint m i n i s t r e de la Marine, m i n i s t r e des F i n a n c e s et enfin p r é s i d e n t de la C h a m b r e des D é p u t é s . Votre c a r r i è r e a c o m m e n c é c o m m e la s i e n n e . P u i s s e - t elle se p o u r s u i v r e de m ê m e , plus longue et non moins b r i l l a n t e . Vous êtes e n s u i t e devenu avocat. A la barre, v o u s avez a p p o r t é à p l u s d'une noble c a u s e l'appui de v o t r e talent. Vous avez mis la l u m i è r e au service de la j u s t i c e . Cette fois e n c o r e , u n r a p p r o c h e m e n t s'impose a ma p e n s é e . A la tête de n o t r e m a g i s t r a t u r e , au poste de p r e m i e r président de la C o u r de Cassation, je vois un a u t r e fils illustre de nos c o l o n i e s . Il n o u s est venu de la Réunion comme vous de la Guadeloupe. C'est assez dire ce q u e la science et la p r a t i q u e du droit, d a n s leurs formes les plus h a u t e s , doivent à ces j u r i s t e s de la France d'outre m e r , a u x q u e l s le soleil des t r o p i q u e s semble avoir d o n n é à la fois t o u t e sa clarté p o u r l e u r r a i s o n et p o u r leur parole t o u t e sa c h a l e u r . Ce que vous fûtes au P a r l e m e n t , on l'a dit fort bien avant m o i . Mais à côté du rôle de d é p u t é , vous avez joué celui d ' a d m i n i s t r a t e u r . De t o u s t e m p s , les q u e s t i o n s r e l a t i v e s à la m a r i n e o n t eu v o t r e p r é d i l e c t i o n . R a p p o r t e u r du budget de ce d é p a r t e m e n t et p r é s i d e n t de la Commission de la Marine à la C h a m b r e , vous avez aussi accepté au Ministère la présidence de d e u x c o r p s importants, le Comité d ' e x a m e n des c o m p t e s d e s t r a v a u x de la m a r i n e et la Commission c o n s u l t a t i v e des pêches m a r i t i m e s . Ceux qui o n t , c o m m e moi, la b o n n e fortune d'y être vos c o l l a b o r a t e u r s , r e n d e n t u n a n i m e m e n t h o m m a g e aux qualités q u e vous y déployez : une h a u t e c o m p é t e n c e , u n e g r a n d e a p t i t u d e a dégager des discussions le p o i n t c e n t r a l et l'idée m a î t r e s s e , qui doivent les d o m i n e r , un r a r e r e s p e c t des o p i n i o n s d ' a u t r u i , une bienveillance égale pour t o u s , un désir s i n c è r e de m e t t r e à profit et en lumière les a p t i t u d e s et les m é r i t e s de chacunIls voient q u e dans la difficile gestion des services de la m a r i n e française vous savez faire une place égale a u x p r é o c c u p a t i o n s diverses e n t r e lesquelles d'autres se p a r t a g e n t : la sauvegarde des i n t é r ê t s des particuliers et celle des droits de l'État, le respect des h i é r a r c h i e s fondées s u r les services et le souci démocra tique d e l'amélioration i n c e s s a n t e du s o r t d e s plus h u m b l e s , la déférence pour le passé et la p r é p a r a t i o n de l ' a v e n i r . Ils o n t é t é , c o m m e tous ceux q u i sont ici, ravis de vous v o i r appelé par le c h o i x de vos collègues à la v i c e - p r é s i d e n c e de la C h a m b r e , lls e s p è r e n t q u e vous a u r e z là l'occasion de faire u n e preuve plus é c l a t a n t e d e s m é r i t e s q u e vous avez déployés à leur tête, et q u e d a n s l'exercice de ces hautes f o n c t i o n s vous mont r e r e z à la Patrie t o u t ce qu'elle p e u t a t t e n d r e de v o u s . Je salue, en quelque sorte en leur n o m , v o t r e d e r n i e r succès et vos succès f u t u r s . Et je vous demande la p e r m i s s i o n d'élargir e n c o r e ce toast p o u r y c o m p r e n d r e t o u t e c e t t e portion de la France d o n t vous êtes l'un des plus é m i n e n t s r e p r é s e n t a n t s . Les colonies sont


a t t a c h é e s à la Mère-Patrie p a r une inébranlable et r é c i p r o q u e affection. Files nous ont d o n n é , d a n s les a r m e s , d a n s la p o l i t i q u e , dans t o u s les d o m a i n e s de la p e n s é e , q u e l q u e s - u n e s de nos plus g r a n d e s figures. T o u s leurs h a b i t a n t s t r a vaillent j o u r n e l l e m e n t à la p r o s p é r i t é et à la force de notre État. Qu'il n o u s soit permis d e l e u r en a t t e s t e r ici la r e c o n n a i s s a n c e n a t i o n a l e . La F r a n c e , depuis q u a t r e c e n t s ans, poursuit au-delà des m e r s sa t â c h e assimilatrice, moins p a r la force q u e par l'attrait de son g é n i e . Elle ne veut c o n n a î t r e e n t r e ses fils a u c u n e distinction d'origine, elle les aime t o u s d'un m ê m e a m o u r et r é c o m p e n s e avec justice c h a c u n d'eux de ses labeurs et de ses s e r v i c e s . En appelant a u j o u r d ' h u i un d é p u t é d e s Antilles à l'une des p r e m i è r e s p l a c e s de son P a r l e m e n t , elle affirme u n e fois de plus sa t r a d i t i o n s é c u l a i r e de g é n é r e u s e é q u i t é . Je lève mon verre en l ' h o n n e u r de M. le P r é s i d e n t Gerville-Réache et, avec lui, de toutes les colonies françaises, p a r t i c u l i è r e m e n t des Antilles, si glorieuses et si é p r o u v é e s .

Le b r i l l a n t d i s c o u r s de M. R e n é W o r m s est accueilli par des a p p l a u d i s s e m e n t s c h a l e u r e u x et r é p é t é s . M. U r s l e u r a la p a r o l e .

T o a s t de M .

URSLEUR

Député de la Guyane

Messieurs, Je dois à l ' a b s e n c e de m e s collègues, plus a n c i e n s que m o i , l'honneur inattendu de p o r t e r la parole, ce soir, au nom de la d é p u t a t i o n coloniale. Je m e félicite de c e t t e c i r c o n s t a n c e qui me p e r m e t de d i r e , d a n s u n e c o u r t e i m p r o v i sation, tout le bien q u e je p e n s e de m o n ami Gerville-Réache et de p a r l e r s i m plement avec m o n c œ u r .

Mon c h e r G e r v i l l e - R é a c h e , Lu nous voyant réunis a u t o u r de c e t t e table p o u r fêter, d a n s u n b a n q u e t d ' a m i s , v o t r e élection à la v i c e - p r é s i d e n c e de la C h a m b r e des Députés, je ne puis e m p ê c h e r ma pensée de se r e p o r t e r en a r r i è r e , à l'époque déjà l o i n t a i n e , h é l a s ! où nous faisions nos p r e m i è r e s a r m e s à la Tribune Coloniale. Cette petite feuille avait p o u r d i r e c t e u r u n d e vos c o m p a t r i o t e s , l ' h o n o r a b l e T h é o d o r e Lacascade, d o n t vous avez recueilli, je c r o i s , et c o n s i d é r a b l e m e n t accru la succession politique. Dès ce m o m e n t vous vous faisiez r e m a r q u e r p a r votre a r d e u r au travail.


une force de v o l o n t é et un esprit de suite q u i n ' o n t fait que s'affermir au c o u r s de votre c a r r i è r e p o l i t i q u e . Que de chemin p a r c o u r u ! q u e d ' é t a p e s f r a n c h i e s p e n d a n t un q u a r t de siècle é c o u l é . T o u s vos n o m b r e u x amis ont a p p l a u d i à vos p r e m i e r s succès et suivi avec un i n t é r ê t croissant les manifestations c h a q u e j o u r r e n o u v e l é e s de votre inlassable a c t i v i t é . Vous avez d é b u t é d a n s la vie p o l i t i q u e sous les auspices de notre g r a n d et v é n é r é S c h œ l c h e r q u i vous a m a r q u é de sa forte et r u d e e m p r e i n t e . C'est à son école q u e v o u s avez a p p r i s à a i m e r la R é p u b l i q u e dont la belle d e v i s e : « Liberté, Égalité, F r a t e r n i t é », r é s u m e d ' u n e façon si c o m p l è t e les a s p i r a t i o n s de l'humanité. A la C h a m b r e des Députés, où vous siégez s a n s i n t e r r u p t i o n depuis 1881,' vos collègues ont a p p r i s à v o u s c o n n a î t r e , c ' e s t - à - d i r e à vous e s t i m e r et à vous aimer. Ils vous o n t vu à l'œuvre, vous spécialisant d a n s l'étude si i n t é r e s s a n t e de la M a r i n e et ils o n t fait de v o u s d ' a b o r d un r a p p o r t e u r du budget de ce d é p a r t e m e n t puis le p r é s i d e n t de l ' i m p o r t a n t e commission de la m a r i n e . Se souv e n a n t enfin d e s services q u e v o u s avez r e n d u s p a r votre collaboration active a u x t r a v a u x p a r l e m e n t a i r e s , ils vous o n t d o n n é u n e nouvelle p r e u v e de confiance et de s y m p a t h i e en vous a p p e l a n t à l'un des postes de v i c e - p r é s i d e n t de la C h a m b r e des D é p u t é s . Ils ont ainsi e n t e n d u h o n o r e r toute u n e vie de l a b e u r et d e d é v o u e m e n t à la d é m o c r a t i e . Les c o l o n i e s ne p e u v e n t q u e se féliciter du choix d o n t vous avez été l'objet et q u i m o n t r e bien que la France est toujours la g r a n d e et g é n é r e u s e nation qui sait s'élever au dessus des préjugés de r a c e s et r e n d r e j u s t i c e à t o u s ses enfants. P o u r q u o i faut-il qu'il se soit t r o u v é s o u s la p l u m e d ' h o m m e s qui se réclament de l'esprit de la Révolution et q u e je m ' é t a i s h a b i t u é à considérer c o m m e les c h a m p i o n s de t o u t e s les causes j u s t e s , des a t t a q u e s v i o l e n t e s visant beaucoup plus la c o u l e u r de v o t r e é p i d e r m e q u e v o t r e personnalité p o l i t i q u e ? De pareilles c o n t r a d i c t i o n s sont bien d é c e v a n t e s . Messieurs, je lève m o n v e r r e bien h a u t et je bois à la s a n t é de GervilleRéache, ce fils de la Guadeloupe q u i fait h o n n e u r à son pays et à sa r a c e .

Le toast de M. U r s l e u r p r o d u i t sur l ' a s s i s t a n c e une i m p r e s s i o n profonde et l ' h o n o r a b l e d é p u t é va s e r r e r la m a i n à M. G e r v i l l e - R é a c h e au milieu d'une o v a t i o n . M. S a b a t i e r succède au

représentant

de la Guyane-


-

2 9 -

T o a s t de M. S A B A T I E R Directeur de " L'Éclair " Mon cher P r é s i d e n t , Laissez moi, au nom de v o i r e j o u r n a l , vous r e d i r e t r è s simplement avec quelle joie vraie, et mêlée d'un peu de fierté, n o u s avons accueilli à L'Éclair la Nouvelle de votre n o m i n a t i o n à la v i c e - p r é s i d e n c e de la C h a m b r e . Vous êtes, en effet, un de nos plus anciens c o l l a b o r a t e u r s ; c'est d i r e q u e depuis longtemps t o u s , d a n s la maison, vous e s t i m e n t et vous a i m e n t . Il y a d o u z e a n s déjà, p r e s q u e j o u r p o u r j o u r , e x a c t e m e n t le 28 février 1892, vous n o u s donniez votre p r e m i è r e opinion et, dès ce j o u r , v o u s vous affirmiez Parmi nos meilleurs l e a d e r s ; et cela sans efforts : il v o u s avait suffi de m e t t r e en œ u v r e dans vos articles ces q u a l i t é s de franchise, d e b o n sens, de c o u r a g e u s e Modération q u i sont les qualités m a î t r e s s e s de v o t r e t e m p é r a m e n t p o l i t i q u e . Depuis v o u s avez s a n s cesse et l o n g u e m e n t c o n t r i b u é p o u r v o t r e p a r t à n o s succès et je s e r a i s le d e r n i e r des i n g r a t s si je ne saisissais c e t t e occasion de vous en e x p r i m e r p u b l i q u e m e n t toute ma r e c o n n a i s s a n c e . Enfin, je suis certain de ne pas me r e n d r e coupable d ' u n a b u s de m a n d a t en vous affirmant q u e t o u s n o s l e c t e u r s q u e vous avez si bien su vous a t t a c h e r en vous m o n t r a n t à eux ce que vous êtes avant t o u t : u n bon f r a n ç a i s — a p p l a u dissent avec moi à votre n o m i n a t i o n . Et m a i n t e n a n t q u e j ' a i t r è s m o d e s t e m e n t r e m p l i l'agréable d e v o i r de féliciter au n o m de l'Éclair, le n o u v e a u v i c e - p r é s i d e n t de la C h a m b r e , p e r m e t t e z moi d e lever m o n v e r r e , et, p e r s o n n e l l e m e n t , de boire à l'ami.

M. S a b a t i e r est à s o n tour v i v e m e n t applaudi. Le poète Lodoïs L a t a s t e d é c l a m e les v e r s qui s u i v e n t :

T o a s t en v e r s de M. Lodoïs L A T A S T E P o u r bien fêter ce soir, le g r a n d c œ u r q u e j ' e s t i m e Il me faudrait la voix de l'immortel Hugo ! C e p e n d a n t je dirai mon s e n t i m e n t i n t i m e Qui d a n s vos c œ u r s , M e s s i e u r s , t r o u v e r a de l'écho ! J o y e u x , n o u s c é l é b r o n s la V i c e - P r é s i d e n c e Dont Cerville-Réache a franchi le fauteuil. C h a m b r e des D é p u t é s , h o n n e u r à ta vaillance D'avoir au Candidat fait un si juste a !


- 30 Saluons le t a l e n t , le travailleur m o d è l e , Le p a t r i o t e a r d e n t , s i n c è r e et d é v o u é , Qui d e p u i s v i n g t - c i n q ans a su r e s t e r fidèle Au Droit, à la Justice, à t o u t Devoir s a c r é !

On connaît ses travaux, ses l u t t e s p o u r la vie, Luttes toutes d ' H o n n e u r , d'un H o n n e u r sans égal. S'il souffrit l'injustice, il n ' e u t jamais d ' e n v i e , P a r d o n n a n t aux jaloux qui lui voulaient du m a l .

Tôt ou t a r d le travail r e ç o i t sa r é c o m p e n s e , C'est le rayon d ' a z u r d a n s n o t r e h o r i z o n noir ; Mais l ' h o m m e est t o u j o u r s fort p a r la p e r s é v é r a n c e , Qui devient son s o u t i e n et son p l u s d o u x espoir.

0 Fille de F r a n c e ! O belle G u a d e l o u p e ! Salut a ton Soleil, à ton Ciel r a d i e u x ! Je bois à tes g r a n d e u r s , Je vide c e t t e c o u p e A Gerville-Réache ! A ses plus a r d e n t s voeux !

Enfin, je p o r t e un toast v i b r a n t et s y m p a t h i q u e , Aux vaillants S é n a t e u r s , aux vaillants Députés ! Crions du fond du c œ u r : Vive la R é p u b l i q u e ! Vive les d é f e n s e u r s des g r a n d e L i b e r t é s ! !

Chaleureux

applaudissements.

Enfin M. G e r v i l l e - R é a c h e se lève et d'une voix émue p r o n o n c e les p a r o l e s s u i v a n t e s :

D i s c o u r s de M.

GERVILLE-RÉACHE

Vice-Président

des

de la Chambre

Députés

Messieurs, Je r e m e r c i e M. Guillain, P r é s i d e n t du Comité d'organisation de celle d ' a m i t i é q u i n o u s u n i s s e n t , e x p l i q u e n t seuls les a p p r é c i a t i o n s si flatteuses qu'il vient d ' é m e t t r e à m o n é g a r d .


Je prie tous les Membres du Comité q u i se sont associés à lui p o u r assurer le succès et l'éclat de cette manifestation de s y m p a t h i e , de p a r t a g e r le r e m e r ciement que je lui a d r e s s e . Ils o n t t e n u à se placer sous le p a t r o n a g e de mes collègues de la r e p r é s e n l'Hion coloniale t a n t au Sénat q u ' à la C h a m b r e . Et ces collègues ont bien v o u l u les p a t r o n n e r et p r e n d r e u n e p a r t à cette fête i n t i m e , je ne saurai jamais assez leur e x p r i m e r t o u t e ma g r a t i t u d e . Je suis t r è s t o u c h é des p a r o l e s amicales que m ' o n t fait e n t e n d r e successiv e m e n t . . . . m e s j e u n e s amis. — J'hésite à dire mes jeunes amis, car ils p a r l e n t c o m m e des a n c ê t r e s — . . . . Bouzanquet de Balestrier et R e n é W o r m s , ainsi que MM. Séville, Soldi C o l b e r t de Beaulieu et mon excellent collègue et ami U r s l e u r . Il y a l o n g t e m p s q u e je collabore avec ce dernier et je p u i s dire q u e cette longue collaboration a fait de nous de v é r i t a b l e s frères d ' a r m e s . Je ne suis d o n c pas s u r p r i s d e s t e r m e o b l i g e a n t s d a n s lesquels il m'a e x p r i m é ses s e n t i m e n t s . Je r e m e r c i e également mes c a m a r a d e s d e la Presse qui sont v e n u s se m ê l e r à notre fête a m i c a l e . Mon ami Sabatier, d i r e c t e u r de L'Éclair, m ' a dit, en l e u r nom, des amabilités q u i m ' o n t p r o f o n d é m e n t t o u c h é . M. Lataste m ' a t o u r n é de fort jolis vers dont je lui sais infiniment gré. L'honorable s é n a t e u r de la Guadeloupe, M. Cicéron, en p o r t a n t la parole au n o m de n o s collègues de la r e p r é s e n t a t i o n coloniale, a dit des c h o s e s t r o p élogieuses p o u r m o i . Son excessive bienveillance provient de l'étroite amitié qui nous lie, je le r e m e r c i e c o r d i a l e m e n t , m a i s je t r o u v e qu'il a é t é i m p o r t e parole beaucoup trop indulgent. Et vous, m e s amis du Sénat, de la C h a m b r e , du Palais, de t o u t e s les professions qui avez s u s p e n d u vos o c c u p a t i o n s multiples p o u r m ' a p p o r t e r u n e poignée de main r é c o n f o r t a n t e , recevez, je vous p r i e , le témoignage é m u de m e s s e n t i ments r e c o n n a i s s a n t s . Recevez le m ô m e r e m e r c i e m e n t , Messieurs les Ministres de l'Urugay et l'Haïti qui m'avez fait le g r a n d h o n n e u r de v e n i r vous j o i n d r e à m e s a u t r e s amis.

Messieurs, Les o r g a n i s a t e u r s de c e t t e fête n e pouvaient m e faire un plus g r a n d plaisir de m ' a s s u r e r q u ' i l s ne, voulaient pas y faire de la politique m i l i t a n t e . Je les en ai félicités et je l e u r r e n o u v e l l e m e s félicitations. J ' e s t i m e q u e nous enfaisons déjàtrop h o r s de c e t t e e n c e i n t e p o u r la laisser p é n é t r e r ici. Tous c e u x qui me connaissent, savent bien q u e je suis u n vieux radical i m p é n i t e n t , é p r i s de p r o rès p o l i t i q u e s , sociaux et p h i l o s o p h i q u e s . Mes a c t e s , m e s p a r o l e s , m e s é c r i t s et mes votes ne p e r m e t t e n t à p e r s o n n e de le c o n t e s t e r de b o n n e loi. Mais, il ne s'agit pas de p o l i t i q u e m i l i t a n t e ce s o i r , et le s e n t i m e n t qui domine cette réunion est celui de l'amitié. Nous s o m m e s t o u s ici de vieux ou de unes a m i s , mais n o u s s o m m e s t o u s des a m i s . La d i v e r s i t é des o p i n i o n s e l l e même n'a pas eu raison de ce lien assez p u i s s a n t p o u r résister aux a s s a u t s de la polémique et aux violences de la c o n t r a d i c t i o n p o l i t i q u e .


Venus un peu de t o u s les p o i n t s de l ' h o r i z o n , v o u s êtes c e p e n d a n t tous unis avec votre ami s u r le t e r r a i n p a t r i o t i q u e . Vous avez voulu fêler l ' h o m m e dont v o u s c o n n a i s s e z l ' a t t a c h e m e n t profond au pays. Notre c o m m u n d é v o u e m e n t a ce, qui fait la P a t r i e g r a n d e et forte, est le lien q u i n o u s unit i n d i s s o l u b l e m e n t . Ni les uns ni les a u t r e s nous n ' o u b l i e r o n s jamais q u e ce qui c o n t r i b u e à la g r a n d e u r et à la p u i s s a n c e de la P a t r i e , c'est la foi d a n s ses d e s t i n é e s , la loyauté d a n s ses e n g a g e m e n t s et la fidélité d a n s ses amitiés et ses alliances. J e n'ai point besoin, je crois, d'affirmer q u e ces c o n v i c t i o n s de t o u t e ma vie s o n t e m p r e i n t e s du plus e n t i e r et du plus profond d é s i n t é r e s s e m e n t . Je n'ai q u ' u n e a m b i t i o n , m a i s je confesse qu'elle est g r a n d e , c'est qu'on p u i s s e m e t t r e u n j o u r s u r ma t o m b e q u e j'ai b e a u c o u p a i m é la F r a n c e .

Messieurs, Les s e n t i m e n t s q u i m ' a n i m e n t sont c e u x de m a c h è r e p e t i t e GuadeloupeAussi m e p e r m e t t r e z - v o u s de dire ce qui lui revient d a n s la m a n i f e s t a t i o n de ce s o i r . J ' e s t i m e q u e je la dois e n t i è r e m e n t à l'inébranlable affection de m e s comp a t r i o t e s , et je r e p o r t e s u r e u x l ' h o n n e u r d e mon élection à la Vice-Présidence de la C h a m b r e , ainsi q u e les s y m p a t h i e s d o n t je me sens e n t o u r é et dont je suis si fier. Il y a déjà p r è s d ' u n q u a r t de siècle q u e je sers m a petite P a t r i e coloniale au P a r l e m e n t , je me suis efforcé d ' a t t i r e r s u r elle t o u t e s les amitiés q u i m'étaient offertes. L a i s s e z - m o i v o u s d e m a n d e r p o u r elle, celles q u e vous m e montrez ce soir, avec t a n t de b i e n v e i l l a n c e . Aussi en levant m o n v e r r e , je d é s i r e boire, en m ê m e t e m p s , à m e s amis p r é s e n t s et à m e s a m i s a b s e n t s .

T o u t le m o n d e est d e b o u t et une i n t e r m i n a b l e acclam a t i o n , e n t r e c o u p é e de « b a n s c h a l e u r e u x » m o n t e dans la v a s t e salle. M. G e r v i l l e - R é a c h e , visiblement é m o t i o n n é , s e r r e les m a i n s qui se t e n d e n t v e r s lui, t a n d i s q u ' é c l a t e n t de toute p a r t les c r i s d e : Vive

Gerville-Réache

Vive

la Guadeloupe

Vive la République

! !! !!! ! !!

Paris. — Imp. l'ANVERT, 7 et 9, rue des Fossés-St-Jacques


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Banquet Gerville – Réache : 29 février 1904  

Auteur. Bouzanquet de Balestrier, R.-M.-E./ Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Uni...

Banquet Gerville – Réache : 29 février 1904  

Auteur. Bouzanquet de Balestrier, R.-M.-E./ Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Uni...

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