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N° 159 P r i x : 1 fr. 20 Belgique 1 fr. 50

Comme il allait passer la grille, son regard fut accroché par une silhouette de jeune fille. p. 4940) C. I.

Librairie Moderne

LIVRAISON 6 3 3

MANIOC.org Bibliothèque Alexandre Conseil général de la Guyane

Franconie


MANIOC.org Bibliothèque A l e x a n d r e Franconie Conseil g é n é r a l d e la G u y a n e


— 5059 — Aussi J a c q u e s V a l b c r t ne fît-il aucune difficulté p o u r répondre : — J a c q u e s V a l b e r t , r é d a c t e u r à 1' « E u r o p e » et m a femme... — E t vous êtes venu dans n o t r e p a y s à point n o m m é p o u r assister à la révolution qui libérera le malheureux peuple russe... J a c q u e s V a l b e r t jeta les y e u x a u t o u r de lui. Il n ' i g n o r a i t pas que, dans t o u t e l'étendue de la Russie, la délation et l'espionnage avaient droit de eir,é et que la mystérieuse « O k r a n a » (la police secrète du t z a r ) avait des y e u x et des oreilles p a r t o u t . Les propos de Razveev lui semblaient, proférés en pleine rue, bien imprudents. Celui-ci devina sa pensée : —• N o u s sommes seuls dans l'avenue, dit-il; de plus, je sfiîs immunisé. J ' a i déjà t â t é de la forteresse P i e r r e et P a u l , à « P i t e r », et, m a i n t e n a n t , l'on me laisse à p e u prèà tranquille, car l'on me considère comme u n r ê v e u r sans conséquence... — Monsieur, r é p o n d i t J a c q u e s V a l b c r t , .je suis d ' a u t a n t plus h e u r e u x de vous r e n c o n t r e r , qu'ici même, il y a quelques j o u r s , u n de vos compatriotes, u n j o u r n a liste, m ' a s s u r a i t que nous perdions n o t r e t e m p s , nous a u t r e s occidentaux, en nous a p i t o y a n t sur le sort du peuple russe et que, de plus, t o u t e s les t e n t a t i v e s de révolto ou d ' é m e u t e s échoueraient sous line répression impitoyable... — P e u t - ê t r e , dit l ' a u t r e , la répression sera-t-cllc imp i t o y a b l e ; p e u t - ê t r e des milliers de nos frères p a i e r o n t ils de leur vie l e u r s a s p i r a t i o n à une vie meilleure; peutê t r e ne t r i o m p h e r o n s - n o u s p a s du p r e m i e r coup et, p o u r ce faire, la Russie sera sans doute à feu et à s a n g ; m a i s celui iiiii vous p a r l a i t ainsi, quoique russe, ignore t o u t de noire peuple... Il ne sait p a s quel mysticisme est en

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— 5060 — l u i ; il ne sait p a s qu'il est p r ê t à d o n n e r sa vie p o u r le t r i o m p h e de son idéal et comme t o u s les satellites du pouvoir, il m é p r i s e l'intelligence du peuple... — Oui... c'est bien cela, dit J a c q u e s V a l b e r t . — J e le connais, dit Razveev, t o u t en i g n o r a n t son n o m : il est légion. T o u s ceux qui vivent a u t o u r du gouv e r n e m e n t ou a u t o u r des riches sont ainsi. P o u r eux, le moujik n ' e s t q u ' u n e b r u t e , q u ' u n serf taillable et corvéable à merci. « I l s ne se d e m a n d e n t p a s s'il a u n e â m e comme tout e s les c r é a t u r e s h u m a i n e s ; ils ne se d e m a n d e n t p a s s'il a des désirs, des a s p i r a t i o n s à u n e vie meilleure... « I l s l ' e x p l o i t e n t et cela leur suffit... — J e crois que vous êtes d a n s le v r a i , monsieur... E t p e u t - ê t r e doit-on voir en la d e s t i t u t i o n du p r i n c e Gralitzine qui était l ' u n des p l u s a c h a r n é s ennemis de l-'intelligence du peuple, quelque signe des t e m p s nouveau^... — Penh!... fit le r u s s e . Ils o n t cédé à u n e pression occidentale. I l s ne veulent p a s p a r a î t r e des barbares... L e fait que les p u i t s de pétrole qui ont b r û l é a p p a r t i e n n e n t à des firmes suédoises, comme celle de Nobel, ou a n glaises ou a m é r i c a i n e s , Jes a fait confier la direction gén é r a l e des t r o u p e s du Caucase à u n européen, le p r i n c e L o u i s B o n a p a r t e ; m a i s croyez-vous v r a i m e n t que le c h a n g e m e n t est p r o f o n d d a n s leur esprit... « B s sont i n e u r a b l e m e n t frivoles!... E t p e u t - ê t r e , comme v o t r e roi L o u i s X V , alors que l'horizon se charg e a i t de n u a g e s , f a i s a n t p r e s s e n t i r v o t r e g r a n d m o u v e m e n t de 1789, se disent-ils : « Cela d u r e r a bien a u t a n t q u e nous... » « E t aussi, ils s a v e n t que le peuple r u s s e est tqès lent d a n s son évolution; ils savent q u ' i l s ont toujours, d e p u i s P i e r r e le G r a n d , dû l u t t e r contre des émeutes, des révoltes et qu'ils se sont, m a l g r é t o u t , m a i n t e n u s et ils croient que cela d u r e r a toujours...

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« I l s croient en l'efficacité des r é p r e s s i o n s s a n g l a n t e s ; ils sont t r o p peu cultivés, m a l g r é leur vernis, p o u r savoir que, comme l'ont a d m i r a b l e m e n t dit les J é s u i t e s : « la persécution est le coup de vague qui pousse au p o r t ! » ils ne s a v e n t pas, m a l g r é le g r a n d exemple du christianisme, que le s a n g des m a r t y r s fait g e r m e r p l u s s û r e m e n t la doctrine q u ' o n veut étouffer, que la tolérance... J a c q u e s V a l b e r t et Solange écoutaient l ' h o m m e avec u n e g r a n d e a t t e n t i o n . C ' é t a i t la p r e m i è r e fois que, sur le sol russe, ils se t r o u v a i e n t en présence d ' u n théoricien de la r é v o l u t i o n et ses paroles leur c a u s a i e n t une violente surprise... — Oui, continua R a z v e e v qui semblait t o u t h e u r e u x d ' ê t r e écouté avec t a n t d ' a t t e n t i o n : ils ont m i t r a i l l é s u r la P e r s p e c t i v e Newski, l ' a u t r e mois, des milliers de m a r t y r s ; ils e n ont envoyé d ' a u t r e s en exil; d ' a u t r e s p o u r r i s s e n t d a n s leurs t e r r i b l e s f o r t e r e s s e s : m a i s la révolution est en m a r c h e et rien ne l ' a r r ê t e r a p l u s désormais... « Voyez-vous, ils disaient d ' u n air m o q u e u r : « le p e u p l e r u s s e , ils ne m a r c h e r a que lorsque ses icônes e t ses popes seront eux aussi devenus révolutionnaires.. E t les popes, le g r a n d pope G a p o n e , dont vous avez c e r t a i n e m e n t e n t e n d u p a r l e r , u n m a r t y r celui-là, aussi, o n t m a r c h é d e v a n t cette foule, s a n s a r m e s , p o r t a n t des d r a p e a u x et des icônes, p o u r r é c l a m e r du p a i n et la liberté... Le R u s s e se t u t u n i n s t a n t ; à l'évocation de ce t e r rible souvenir, il semblait en proie à u n e violente émotion : « Oui, ils ont eu peur... p a r c e que les popes, e u x aussi, d e v e n a i e n t révolutionnaires et ils ont cru q u ' e n a r r ê t a n t quelques-uns d ' e n t r e eux, q u ' e n t u a n t les a u t r e s , c'était fini... « F r o i d e m e n t , s u r cette foule désarmée, qui chant a i t des h y m n e s , ils ont fait c h a r g e r la cavalerie} p u i s ils

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— 5062 — ont fait b a l a y e r la P e r s p e c t i v e Ncwski p a r des m i t r a i l leuses... « Des milliers de morts!... J e me d e m a n d e quelles sont leurs nuits... « E t a u j o u r d ' h u i , c'est Odessa... et Cronstadt!... Les ports... Concevez-vous, monsieur, ce q u ' e s t la révolution d a n s u n port?... s u r t o u t , p o u r un p a y s aussi immense que la Russie et qui a si peu d ' o u v e r t u r e s sur la mer... « A Odessa, ce sont les g r e n i e r s à blé en f l a m m e s ; les t r a n s p o r t s qui ne p a r t e n t p l u s ; les navires é t r a n g e r s qui a p p o r t e n t sa subsistance à la capitale, font demitour... C'est la famine, m o n s i e u r ! — Quelle é p o u v a n t e ! m u r m u r a Solange. — E t ce n ' e s t pas t o u t ! J e reviens de Cronstadt. et les m a r i n s m ' o n t donné une spectacle inoubliable... « L a flotte, monsieur, cette splendide flotte russe, que v o t r e p r é s i d e n t a passé en revue il y a quelques mois, a u x côtés de n o t r e tzar, si fier de lui m o n t r e r la discipline, les ressources de son e m p i r e ! « A h ! la discipline de la flotte russe, monsieur, laissez-moi rire!... « Les m a t e l o t s de la G a r d e ont mis eux-mêmes le feu a u x magasins d ' a p p r o v i s i o n n e m e n t s ; les soldats, les m a r i n s des cuirassés ont fait p a s s e r leurs officiers en jug e m e n t c+ i n s t a u r é un soviet des marins... « Avant-hier, à cinq heures* la moitié de C r o n s t a d t avait été décimé p a r les flammes, sans q u ' a u c u n secours fut possible: le plus g r a n d port militaire de la Russie, son u n i q u e arsenal, n ' e x i s t e n t plus!..; « L'île entière semblait en flammes... Les h a b i t a n t s , affolés, p a y a i e n t le passage sur un n a v i r e un p r i x exorDitant. C e r t a i n s offrirent dix mille francs p o u r une t r a versée qui coûte cent sous! « Monsieur, je salue la F r a n c e , car c'est au son de


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<( La Marseillaise » que les m a r i n s russes se sont révoltés... « Et les canons du cuirassé « P o t e m k t n e », l ' u n e «les p l u s belles u n i t é s de l ' a n n é e navale russe, répondent a u x cosaques qui t i r e n t le canon de Peterhof, ou de la rive... Razvecv se t u t . Solange et J a c q u e s Valbert. le cœur serré, n ' a v a i e n t pu i n t e r r o m p r e leur i n t e r l o c u t e u r . Oui, la situation semblait g r a v e . Mais comment la presse n ' e n avait-elle p a s parlé... V a l b e r t posa-la question au Russe. Celui-ci se mit à r i r e : — N ' e s t - c e pas naturel?... Cette fois, les événem e n t s sont t r o p g r a v e s , pour q u ' o n puisse se faire gloire d ' u n e répression qui p o r t e r a sur une si i m p o r t a n t e fraction du peuple russe... Ce n'est plus seulement le moujik 1 « Dix mille soldats d ' i n f a n t e r i e île m a r i n e ou m a t e lots ont exécuté leurs officiers, pillé un arsenal, se sont e m p a r é s d ' u n e fluttc et comment p o u r r a i t - o n dénier à ce fait u n e i m p o r t a n c e redoutable?... — R e d o u t a b l e p o u r l'issue de l ' e m p r u n t russe en F r a n c e , dit J a c q u e s V a l b e r t . — Vous l'avez dit. cher monsieur... E t p o u r bien d ' a u t r e s choses encore. Mais vous le voyez, excusez-moi de cette longue dissertation, ce n ' e s t pas une révolte, comme a dit. je ne sais qui, en 1789, chez vous, c'est une r é v o l u t i o n ! Monsieur, j e vous salue et j ' a u r a i s p e u t - ê t r e l ' h o n n e u r de vous revoir à P a r i s , a p r è s le t r i o m p h e de la révolution!... I l souleva sa t o q u e d ' a s t r a k a n , s'inclina devant la jexme femme et s'en fut d'un pas alerte. — Razvecv!... m u r m u r a J a c q u e s Valbert, c'est un n o m dont il faudra se souvenir. J e serais bien étonné si cet h o m m e ne j o u a i t p a s d a n s la révolution qui vient un g r a n d rôle!... Solange frissonnait.


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— Est-il v r a i m e n t nécessaire que n o u s nous enfoncions d a v a n t a g e d a n s cette Russie maudite, m u r m u r a la j e u n e femme ? — M a chérie, n o u s n ' a v o n s rien à craindre... Mais d'ailleurs, je crois q u ' i l est, en effet, inutile, que n o u s prolongions n o t r e séjour dans ce p a y s . J e vais télégrap h i e r , en chiffre, car j e crains q u ' a u t r e m e n t , cela ne passe p a s , les nouvelles i m p o r t a n t e s que je viens d ' a p p r e n d r e . P u i s ' n o u s r e t o u r n e r o n s p a r la P o l o g n e et l'Allemagne. L e sourire r e v i n t sur les lèvres pâles de Solange.

Quelques j o u r s plus t a r d , les j e u n e s époux a r r i v a i e n t s a n s encombre à Varsovie. M a i s là, encore, le s p e c t r e de la révolution devait les p o u r s u i v r e . I l s é t a i e n t depuis deux j o u r s à peine d a n s la capit a l e de la Pologne q u a n d se p r o d u i s i r e n t les s a n g l a n t s é v é n e m e n t s de n o v e m b r e . Cela d é b u t a p a r la grève des t r a n s p o r t s . L e s employés des chemins de fer et celle des m a r i n i e r s de la Vist u l e éclatèrent en même t e m p s , si bien que la. ville se t r o u v a coupée de t o u t e s ses communications avec le r e s t e de l ' e m p i r e . E t , m a l g r é les o r d r e s du g o u v e r n e u r , des cortèges, des m a n i f e s t a t i o n s se p r o d u i s i r e n t en m ê m e t e m p s d a n s t o u s les coins de la ville. T o u s les p a r t i s de gauche, des catholiques l i b é r a u x a u x a n a r c h i s t e s , en p a s s a n t p a r les socialistes-révolut i o n n a i r e s , t i n r e n t des m e e t i n g s en plein v e n t ; m a l h e u r e u s e m e n t , cela n ' a l l a p a s s a n s d o m m a g e .


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' Mais, p a r la faute de la police, ces m a n i f e s t a t i o n s qui se déroulaient d a n s le calme, d e v i n r e n t des t r o u b l e s sanglants. D a n s la rue P a u l s k a , l ' i n f a n t e r i e .chargea la foule, b a ï o n n e t t e a u canon et de n o m b r e u s e s p e r s o n n e s f u r e n t t u é e s ou blessées. D a n s la r u e de M a r s h a l l k o w s k a , des c h a r g e s de lanciers et de cosaques, p o u r s u i v i r e n t hommes, femmes et e n f a n t s sur les t r o t t o i r s , d a n s les couloirs des m a i s o n s , d a n s les b o u t i q u e s où ils s ' é t a i e n t réfugiés. E n représailles, la foule a t t a q u a les b u r e a u x des j o u r n a u x t z a r i s t e s et a p r è s avoir brisé les v i t r e s à coups de revolver, démolit les m a c h i n e s et les m i t h o r s de service. E t . d a n s t o u t e s ces m a n i f e s t a t i o n s , au-dessus de t o u s ces cortèges, conduits t r è s souvent p a r des p r ê t r e s , les d r a p e a u x polonais flottaient, ainsi que des banderolles s u r lesquelles on a v a i t écrit : « Dieu sauve la P o l o gne! » — Le régime t z a r i s t c me semble bien m a l a d e ! disait J a c q u e s V a l b e r t à sa femme qui l ' a t t e n d a i t en t r e m b l a n t à l'hôtel, t a n d i s qu'il p a r t a i t d a n s la ville à la « chasse a u p a p i e r », comme il disait. Le général Doubikoff, g o u v e r n e u r de la ville, a v a i t proclamé l'état de siège et, en v e r t u de ses p o u v o i r s discrétionnaires, il profitait des t r o u b l e s p o u r faire a r r ê t e r tous ceux qui é t a i e n t suspects au g o u v e r n e m e n t . L e m a s s a c r e des p a t r i o t e s polonais fut tel, p e n d a n t ces t r i s tes j o u r s , que sous le coup d ' u n e émotion bien c o m p r é hensible, au risque de p a s s e r p o u r suspects, les m a g i s t r a t s et les a v o c a t s de Varsovie, écrivirent a u c o m t e de W i t t e . u n e lettre de protestation... E t le général Doubikoft' d u t démissionner, t a n d i s q u ' à la forteresse de Novo-Georgievsk, où l'on a v a i t enfermé des centaines de p r i s o n n i e r s , u n e bombe était i e C. I.

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— 5066 — tée clans l ' a p p a r t e m e n t du gouverneur, qui fut t u e net. E t , p e n d a n t ce t e m p s , des cortèges d ' o u v r i e r s prom e n a i e n t dans les rues les c a d a v r e s de leurs c a m a r a d e s t u é s , en criant : « Vengeance! V e n g e a n c e ! » — Quel c a u c h e m a r ! m u r m u r a i t Solange, quand son m a n lui r a p p o r t a i t ce qu'il avait vu. Les p a u v r e s gens, m o n Dieu! les pauvres-gens!... U n e pitié immense la prenait p o u r ces misérables, hâves, mai vêtus, qu'elle avait vu défiler des fenêtres de l'hôtel. N ' é t a i t - i l p a s n a t u r e l qu'ils r é c l a m a s s e n t du p a i n p o u r eux et leurs enfants?... N ' a v a i e n t - i l s donc pas le droit à la vie, comme les a u t r e s , qui se p r é l a s s a i e n t d a n s des salons dorés, — Oh! J a c q u e s , disait-elle encore, nos ouvriers de F r a n c e ne sont pas aussi m a l h e u r e u x ? — Non, non, r é p o n d a i t J a c q u e s , quoiqu'il y ait, m ê m e en F r a n c e , encore beaucoup à faire p o u r leur bienê t r e et leur bonheur. « Mais, ajoutait il, t a n t que ceux qui sont en h a u t ne c o m p r e n d r o n t pas qu'il faut que t o u t le monde puisse vivre, d a n s une société h a r m o n i e u s e m e n t organisée, n o u s ne p o u r r o n s rien contre la violence, qu'elle vienne d'un haut ou d'en bas...


C H A P I T R E DCIV

NOËL

POLONAIS

L e s fêtes de Noël a p p r o c h a i e n t et nos j e u n e s amis n ' é t a i e n t pas encore p a r v e n u s à q u i t t e r la P o l o g n e . T o u j o u r s de n o u v e a u x troubles, de nouvelles g r è ves,- de nouvelles angoisses leur p a r v e n a i e n t . E t ils r e s t a i e n t là, campés d a n s cette ville é t r a n g è r e , a u milieu de gens qui leur étaient inconnus... C e p e n d a n t , grâce à l'amabilité des a t t a c h é s de la Légati.on où J a c q u e s V a l b e r t avait r e t r o u v é l'un de ses condisciples, les deux j e u n e s g e n s ne vivaient p l u s en m a r g e de la vie de la cité. E t . déjà p a r t o u t , ils p o u v a i e n t c o n s t a t e r nue l'on faisait des p r é p a r a t i f s p o u r cette jolie fête de Noël qui est le plus doux sourire de l'année... E t , d a n s cette a n n é e morose, au milieu des soucis a n g o i s s a n t s de l'heure, la floraison des fêtes organisées p o u r Noël avait quelque chose de s u r p r e n a n t ! En un i n s t a n t . Varsovie semblait avoir oublié la révolution, l ' a m e r t u m e du t e m p s , l ' é m e u t e d a n s la r u e , la foule p r ê t e à se r u e r à la curée... (


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On ne songeait plus q u ' à la poésie du passé, à laquelle, sans doute, se mêlait u n peu de mélancolie à la c o n s t a t a t i o n des places qui, au foyer, restaient vides... Noël! Noël! L e s plus farouches révolutionnaires, ceux qui. la veille, b r a n d i s s a i e n t des é t e n d a r d s de révolte, s'en allaient, humbles et pieux, p o r t e r des cierges à la bonne V i e r g e Marie, et de même qu'ils c h a n t a i n t le farouche c h a n t r é v o l u t i o n n a i r e « D r a p e a u rouge », ils allaient ent o n n e r des h y m n e s à la gloire de l ' E n f a n t divin...

« « « «

I l est né. le divin E n f a n t ; J o u e z haubois, résonnez m u s e t t e s ; I l est r|é, le divin E n f a n t ; C h a n t o n s t o u s son avènement... »

E t les t r i b u n s qui, s u r les places publiques, d a n s les carrefours, p r ê c h a i e n t les d r o i t s du peuple, allaient féder la place a u x b a r d e s p o p u l a i r e s évoquant les vieilles légendes... L e peuple allait s ' a m a s s e r a u t o u r des p e t i t s t h é â t r e s en plein vent, semblables à ceux où, au Moyen-Age, les escholiers de Lutèce célébraient les « m y s t è r e s », des p a n t i n s r e p r é s e n t a n t le roi H é r o d e . son épouse, le diable et la m o r t , s e r a i e n t les a c t e u r s a p p l a u d i s d ' u n mélodram e séculaire et t o u j o u r s également célébré. P e n d a n t ce t e m p s , d a n s t o u t e s les maisons, les cris de b o n h e u r des e n f a n t s é c l a t e r a i e n t a u t o u r des a r b r e s de Noël, qui leur semble p r e s t i g i e u x avec ses mille chandelles allumées et ses b r a n c h s e étineelantes de mica et p l o y a n t sous le poids des joujoux. E t , a t t e n d r i s , les p l u s sectaires feraient t r ê v e , p o u r


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écouter ces cris d ' e n f a n t s : h é l a s ! ils sont r a r e * les cris j o y e u x , d a n s la m a l h e u r e u s e P o l o g n e ! L e lendemain, j o u r de la S a i n t - E t i e n n e , u n e foule t u m u l t u e u s e ira, p a r les r u e s des villes et les sentes des c h a m p s , accabler les riches, les nobles, les c h â t e l a i n s , d ' u n e grêle de projectiles, projectiles t r è s anodins, car ce seront des g r a i n s d'avoine... E n échange, les riches d o n n e r o n t le m o r c e a u de p a i n que leurs féaux r é c l a m e n t , m o r c e a u de p a i n t r a d i t i o n n e l , offert de bon cœur, en s o u r i a n t souvent avec a t t e n d r i s sement... • C'est ainsi q u ' e n Pologne, le 26 décembre, on r a p pelle la l a p i d a t i o n de s a i n t E t i e n n e , m a r t y r . Sous les voûtes des immenses c a t h é d r a l e s gothiques, la même scène se r e p r o d u i r a et les p r ê t r e s , clignant des y e u x p o u r ne p a s ê t r e aveuglés, m a l g r é leur émotion, bén i r o n t les légers projectiles, et g r a v e m e n t , les p a y s a n s recueilleront ces g r a i n s bénis p o u r les mêler a u x semailles prochaines... H é l a s ! Noël, ce n ' e s t q u ' u n jour... P e u a p r è s , la P o l o g n e redovenue t r i s t e et sombre, sentira de nouveau peser sur ses épaules la lourde cliapp e de plomb qui l'écrase comme u n linceul...

P a r m i les t r a d i t i o n s et l e s c o u t u m e s polonaises, il en est de, fort curieuses et aussi do fort t o u c h a n t e s se r a p p o r t a n t à Noël.' L o r s q u e la p r e m i è r e étoile p a r a î t au. ciel, la veille d u j o u r consacré, la famille se r é u n i t p o u r p a r t a g e r le p a i n


— 5070 — a s y m c béni p a r l'église et tous les serviteurs, j u s q u ' a u p l u s humble, p r e n n e n t place à table, ce jour-là, à côté de leurs m a î t r e s . P u i s , s'il y a des p a r e n t s absents, et des amis intimes, p r é s e n t s dans le cœur des convives, qui n ' o n t pu assister à la fête, des parcelles de p a i n béni sont mises des côté p o u r leur envoyer. E n s u i t e , commence le r e p a s qui, selon les p r e s c r i p t i o n s chrétiennes, doit être maigre : tous les mets t r a d i tionnels y figurent et les vieillards se souviennent avec mélancolie des Noëls d'autrefois. L a n a p p e a été placée sur une épaisse couche de foin et, rouges d'émotion, les j e u n e s filles, l'une a p r è s l ' a u t r e , t i r e n t l e n t e m e n t u n brin de dessous la n a p p e . Si le o n n est encore vert, elles se m a r i e r o n t d a n s l'année qui vient; si'l est sec et j a u n e , c'est le célibat... C'est aussi la veille de Noël que les filles à m a r i e r vont voir si les branches de cerisier qu'elles ont mises cirais leurs vases le j o u r de la S a i n t - A n d r é , ont consenti h, fleurir. L a b r a n c h e fleurie est u n excellent p r é s a g e de i^aringe et d ' a m o u r . Enfin, à la sortie de la messe de minuit, chaque fille doit d e m a n d e r au p r e m i e r garçon qu'elle croise son nom de b a p t ê m e et ce nom sera celui du f u t u r . m a r i . . . Cette coutume doit d é t e r m i n e r bien des cœurs hésitants... Q u a n t aux j e u n e s gens, a y a n t écrit sur des cartes le n o m des filles qui leur plaisent, ils enfouissent ces cartes sous leur oreiller, et, à l'aube, en s'éveillant) lis t i r e n t au h a s a r d une c a r t e : c'est le nom de celle qu'ils doivent épouser. Il existe aussi chez les p a y s a n s des croyances bizarr e s : p a r exemple, la nuit de Noël les a n i m a u x ont le don de la parole. Mais il ne faut pas chercher h s'en \ssurer, les t é m é r a i r e s , enfreignant cette défense s'exposent à p e r d r e la vie. Ce fut ainsi, dit la légende, q u ' u n p a y s a n


— 5071 — a y a n t voulu écouter ses bœufs p a r l e r e n t r a d a n s leur étable et m o u r u t de f r a y e u r : le p a u v r e diable avait entendu les a n i m a u x se dire qu'ils le conduiraient le lendemain a u cimetière. U n e a u t r e légende que n u l ne p u t j a m a i s vérifier est celle-ci : l'eau des p u i t s , à m i n u i t précis, se change en vin... Mais p o u r assister au miracle, il faut n ' a v o i r j a m a i s commis le m o i n d r e péché véniel, de plus, à minuit, l'on est à la messe et qui p e u t a s s u r e r à quel moment il est m i n u i t à la m o n t r e du bon Dieu... ? Q u ' i l s sont c h a r m a n t s tous ces contes de N o ë l ! Comme ces vieilles légendes sont intéressantes à écouter au fond des isbas ! Des familles entières, précédées d ' u n e g r a n d e étoile lumineuse, se sont r e n d u e s p a r les sentiers, couverts de neige, j u s q u ' à l'église, dont les v i t r a u x flamboient au loin d a n s la n u i t sombre ; et, a p r è s que tous, hommes et femmes, vieillards et enfants, se sont p r o s t e r n é s devant le nouveau-né, s o u r i a n t d a n s la crèche et l'ont adoré avec cette foi p r i m i t i v e et a r d e n t e des slaves, ils sont r e v e n u s vers leurs isbas d a n s cette demi-obscurité qui p e u p l e de fantômes les immenses steppes de neige. L a V i e r g e a protégé leur r e t o u r et a écarté les loups que Saint-Nicolas surveille bien m a l et laisse sans cesse é c h a p p e r de son farouche t r o u p e a u . Alors, h e u r e u x de se r e t r o u v e r tous sains et saufs, d a n s la bonne chaleur de l'isba, a u t o u r du poêle qui ronfle, chacun à t o u r de rôle commence à conter u n e histoire f a n t a s t i q u e : les a u d i t e u r s sont d a n s l'état d ' â m e voulu p o u r en bien goûter le c h a r m e merveilleux.

Cependant, J a c q u e s V a l b e r t pensait à r e n t r e r . II le


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fallait. U n e dépêche p r e s s a n t e lui était p a r v e n u e . L e s choses se g â t a i e n t sur la frontière de l'est. Le soir de Noël, avec Solange, il s ' é t a i t r e n d u à la fête donnée; p a r l a L é g a t i o n , aux français de Varsovie. On lui a v a i t p r é s e n t é le g r a n d écrivain polonais, H e n r y Sieckewicz et celui-ci l ' a v a i t e n t r e t e n u des évén e m e n t s polonais, sur un t o n de m o d é r a t i o n qui lui faisait g r a n d h o n n e u r . — Mais, avait-il ajouté, ce que je crains ce sont les excès fomentés p a r la main étrangère... — Comment, a v a i t dit J a c q u e s V a l b e r t , vous craignez u n e ingérence é t r a n g è r e d a n s votre m o u v e m e n t d'indépendance ? — H é l a s , oui !... P a r m i nos révolutionnaires, beaucoup sont des juifs. L e juif polonais est t o u t à fait estimable et je m ' e n voudrais d'en médire ; n i a i s ' p a r m i eux se glissent de nombreux juifs prussiens... E t ce sont ceuxlà qui me font p e u r , car n o t r e révolte fait le j e u de l'Allemagne... — L'Allemagne dit rêveusement J a c q u e s Valb e r t ; mais est-ce; donc un é p o u v a n t a i ! p o u r t o u t e l ' E u rope... — H é l a s ! répondit le g r a n d p a t r i o t e polonais... Pour mie g r a n d e partie... Voyez la fièvre qui est née chez vous à la suite de la visite que le K a y s e r a faite a u Maroc... I P o u r q u o i cet h o m m e a-t-il prononcé des p h r a s e s à double sens, des p r o p o s qui ont fait croire t o u t de suite q u ' u n e g u e r r e était possible e n t r e la F r a n c e et l'Allemagne...? « E t pourquoi P o u r le M a r o c ! . . — M a i s la F r a n c e ne veut p a s la g u e r r e , r é p o n d i t le j o u r n a l i s t e p a r i s i e n ; nos g o u v e r n a n t s j u g e n t que ce ser a i t folie de la déclarer à a u t r u i et comme, d ' a n t r e p a r t , elle n ' a commis aucun acte p o u v a n t inciter un a u t r e p a y s à La l u i déclarer, p o u r q u o i l ' A l l e m a g n e l ' e u t r e p r e n d r a i t -

elle..J


Et c'était là l'Etat-major de la Russie

révolutionnaire.

(p. 4964) CI.

LIVRAISON 635


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5075 —

— L e Maroc... dit Sienckewicz. — Sottise! riposta u n peu violemment J a c q u e s V a l bert. Ce ne sont pas les négociations actuellement en cours au sujet du Maroc, qui p o u r r a i e n t justifier une g u e r r e . E t puis, l ' e m p e r e u r Guillaume serait-il assez dén u é de bon sens p o u r r u i n e r trois ou q u a t r e cent mille c o m m e r ç a n t s allemands installés en F r a n c e , sous le fallacieux p r é t e x t e de s a u v e g a r d e r les i n t é r ê t s d ' u n e quinzaine de négociants allemands installés au Maroc?... — Mais, mon j e u n e ami, riposta Sienckewicz en souriant, le Maroc ne serait, en ce cas, q u ' u n prétexte... — Alors, pourquoi?... — Qui p e u t le dire, répondit le poète polonais. Guill a u m e LT caresse u n rêve d'hégémonie mondiale, c'est p e u t - ê t r e l ' u n i q u e raison... E t n'oubliez p a s l ' e x u b é r a n te population allemande. L ' e x p a n s i o n est p o u r le peuple allemand une question de vie ou de m o r t et, à l ' h e u r e où les frotières se ferment... — Mais que pourrait-il bien vouloir? I l a l'Alsace et la L o r r a i n e ; il d i s p u t e à l ' A n g l e t e r r e l ' e m p i r e des m e r s ; il est t r a n q u i l l e du côté de la R u s s i e ; son commerce est pi'ospère, son i n d u s t r i e florissante... « E t il irait c o m p r o m e t t r e ces r é s u l t a t s , cet acquis, d a n s une guerre dont l'issue serait p r o b l é m a t i q u e , avec le risque de voir l ' E u r o p e , inquiète, lui interdire t o u t e nouvelle annexion, même s'il était victorieux?... — L a F r a n c e n ' e s t p a s p r ê t e , dit le b a r d e polonais d ' u n air pensif. — C'est vrai, r é p o n d i t le j o u r n a l i s t e . N o t r e h e u r e est passée. Il y a dix ans, nos effectifs sur la frontière de l ' E s t étaient plus élevés q u ' a u j o u r d ' h u i ; il y a dix a n s , l'Allemagne avait une armée moins n o m b r e u s e ; l ' é t a t des esprits en F r a n c e était plus favorable à une action m i l i t a i r e : cependant, il ne faut p a s désespérer du caract è r e généreux, p l e i n d ' a b n é g a t i o n de n o t r e peuple qui


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sait a d m i r a b l e m e n t se ressaisir a u x h e u r e s du danger... « Xous avons commis des fautes, c'est vrai, nous a y o n s perdu des qualités, c'est encore vrai ; n o t r e moral est e n t a m é , nos frontières affaiblies, n o t r e flotte infér i e u r e , mais nous avons ce ressort infaillible, qui est un p u i s s a n t levier, la vaillance et la b r a v o u r e qui ont fait de n o s soldats, hâves, déguenillés, les p r e m i e r s soldats du monde... — Oui, vous pouvez c o m p t e r sur cela... Mais il est bon. c e p e n d a n t , de ne pas m é s e s t i m e r ses adversaires... L e s a l l e m a n d s sont forts, t r è s forts, mon j e u n e ami... et ils me font peur, t a n t p o u r la F r a n c e que j ' a i m e comme m a seconde p a t r i e , que p o u r n o t r e t r i s t e et m a l h e u r e u s e Pologne 1


C H A P I T R E DCV

LE RETOUR DES PROSCRITS

— Alors, c'est v r a i % — Quoi donc % — L e r e t o u r de Déroulède...?' — M a i s non, il n ' a p a s accepté sa grâce... — C o m m e n t ça ? — N o n ; il a q u i t t é S a i n t - S é b a s t i e n ; m a i s c'est p o u r se r e n d r e à Vienne. Il a dit fièrement : « on ne gracie que les coupables ! » — C'est aussi ce q u ' a v a i t dit Dreyfus... — Oui. m a i s comme Déroulède est riche et que rien ne le rappelle en F r a n c e , il va faire sa cour au p r é t e n dant. I. — G r a n d bien lui fasse ! E t les a u t r e s ? — Lés autres ? A n d r é Buffet et de L u r - S a l u c e s sont r e n t r é s en F r a n c e ; ils sont moins tiers que leur collègue d'exil... Cette conversation ou d ' a u t r e s similaires a v a i e n t lie.u un peu p a r t o u t . L e S é n a t a v a i t voté l ' a m n i s t i e des condamnés de la


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H a u t e Cour et elle v e n a i t jeudi dernier devant la Chambre qui devait la voter sans discussion. Les s é n a t e u r s et les députés s'étaient mis d'accord p o u r r e c o n n a î t r e que cette m e s u r e de clémence et d'oubli s'imposait. M a l h e u r e u s e m e n t , u n d é p u t é de la droite. M. Lasics, était venu mal à propos, brouiller les c a r t e s et faire avort e r le p r o j e t en discussion. Au cours du t u m u l t e qui s'en était suivi. M. Bert e a u x , m i n i s t r e de la G u e r r e , a v a i t déclaré qu'il r e t i r a i t sa s i g n a t u r e de la proposition d ' a m n i s t i e , p r é s e n t é e p a r le g o u v e r n e m e n t . Cette résolution avait d é t e r m i n é u n e suspension de séance, à la suite de laquelle le président du Conseil vint lire le décret de clôture de !a session. L ' a m n i s t i e était donc ainsi reculée à la r e n t r é e du P a r l e m e n t ; cependant. M. l î o u v i c r avait pensé bien faire en faisant signer un décret de grâce au P r é s i d e n t de la République. M a l h e u r e u s e m e n t , ce bon mouvement, avait été t r è s mal pris par Déroulède et ses amis. E t . en a p p r e n a n t la résolution du g r a n d t r i b u n , \ ~ Loubct avait soupiré : — Qu'il est donc difficile de faire plaisir à t o u t le m o n d e !...

P a n s le même t e m p s , le monde colonial était en deuil d'un grand e x p l o r a t e u r .

M. de JJrazza venait de mourir à Dakar.


— 5079 — Celui qui avait donne à la F r a n c e la plus belle de ses colonies venait de m o u r i r à la tâche ; mais il ne m o u r a i t p a s t o u t entier, puisque, p a r ses soins, le Congo était m a i n t e n a n t une colonie prospère, possédant des millions de réserve, a y a n t des factoreries, des postes où lentement, mais s û r e m e n t , la civilisation s'infiltrait.

L ' a n n é e s'achève, t r i s t e , g r i s e Ce p e n d a n t , d a n s les r e s t a u r a n t s parisiens, on réveillonne avec e n t r a i n . — Noël ! Noël I Ce n ' e s t Noël q u ' u n e fois l ' a n î E t les cloches des églises, d a n s la n u i t claire et froide, t i n t e n t , a p p e l a n t les fidèles à ia prière... « I l est né le divin enfant... » M a i s d a n s les rues glaciales, où siffle la bise qui pince, de vieux h o m m e s , des femmes en haillons, spectres misérables, v o n t I l s vont, les misérables sans-logis ; ceux nui, s a n s feu, sans f o u r r u r e s , doivent vivre la saison d u r e . E t pour ceux-là, Noël est un j o u r de détresse... d ' a u t o n t plus détestable q u ' à leurs n a r i n e s m o n t e le fumet des m e t s succulents que les a u t r e s dévoreront... — Noël ! Noël 1 E s t - c e Noël p o u r le chemineau qui va t o m b e r sous u n e porte, est-ce fête p o u r le pioupiou qui, sous la bise froide, m o n t e la g a r d e ; est-ce Noël p o u r les p e t i t s qui, d a n s les m a n s a r d e s sans feu, n ' o n t même rjas eu de quoi dîner...


-5080 — Charité, c h a r i t é divine, qu'il y a u r a i t donc à t a i r e en ce j o u r de Noël... Mais la divine charité ne connaît que les p a u v r e s qui se p r e s s e n t sur les m a r c h e s glissantes des églises, ceux qui t e n d e n t la main, ceux qui exhibent leur misère... Mais celle qui se cache...? E t les poètes inspirés, en baliades t r o u b l a n t e s , chant e n t cette année-là la ballade du p a u v r e gueux...

« De la tombe encore fraîche où l ' a n défunt repose, le nouvel an surgit... » H é l a s ! le couchant g a r d e u n e t e i n t e rouge, la r o u t e p a r c o u r u e est pleine de douleurs et celle à p a r c o u r i r est affreusement sombre... E t cette a n n é e 1906 s'ouvre sur u n procès à r e t e n t i s sement : ceiùi des a n t i m i l i t a r i s t e s . Sur le banc des accusés, il y a G u s t a v e H e r v é , le dir e c t e u r de la G u e r r e Sociale ; la farouche N u m i e t s k a ; U r b a i n Gohier ; d ' a u t r e s e n c o r e T o u s sont p r é v e n u s d ' e n c o u r a g e m e n t de militaires à la désobéissance et t o u s sont c o n d a m n é s . Le s e p t e n n a t de M. Loubct s'achève. Le Congrès de Versailles, encore une fois s'ouvre et c'est M. Fallières. que le Congrès acclame... P e n d a n t ce t e m p s , la conférence d ' A l g é s i r a s siège ; l ' E u r o p e de l ' E s t continue à s ' a g i t e r ; mille bouleversem e n t s l'agitent : le g o u v e r n e m e n t hongrois dissout sou P a r l e m e n t ; le roi E d o u a r d V I I vient visiter la France.,., M a i s j u s t e à ce m o m e n t , le monde du t r a v a i l est clou1


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l o u r e u s e m c n t ému p a r les c a t a s t r o p h e s minières de Courr i e r e s et de Billy-Montigny. Des grèves éclatent s i m u l t a n é m e n t d a n s t o u s les bassins miniers... , E n c o r e u n e fois, l ' é p o u v a n t e qui n a î t de la vie du mineur, p é n è t r e t o u s les cœurs ; encore u n e fois le monde s ' é m e u t de pitié à la pensée de ces p a r i a s condamnés à m o u r i r souvent a u fond des fosses... H é l a s !... P a r i s , lui-même, e n t r e d a n s la danse. Ce sont les fonctionnaires des P o s t e s qui déclenchent la grève et il f a u t faire a s s u r e r p a r la t r o u p e la d i s t r i b u t i o n ' d u courrier. E t comme si t o u t cela ne suffisait p a s à j e t e r de la misère et du s a n g sur le m o n d e , des c a t a s t r o p h e s , un peu p a r t o u t , surgissent... C'est à Toulon, le vaisseau-école « L a C o u r o n n e », qui fait explosion. C'est le Vésuve, qui fait éruption... C'est la t e r r e qui t r e m b l e à S a n F r a n c i s c o , t a n d i s que la ville s'enflamme... Ce sont les émeutes du l mai... C'est, à M a d r i d , l ' a t t e n t a t contre Alphonse X I I I , le j o u r de son mariage... T a n t de faits, t a n t de tristesses, t a n t de sang... o r

Enfin, cette t r i s t e année eut aussi ses j o u r s fastes. ,En juin, le procès en revision d'Alfred Dreyfus vint d e v a n t la Cour de Cassation. C. I

LIVRAISON 6 3 6


— 5082 H n e s'agissait plus cette fois de recommencer le p r o cès avec les mêmes débats, les mêmes t é m o i g n a g e s ; la Cour de Cassation j u g e a i t en d e r n i e r ressort et s u r les pièces du procès. F e n d a n t d e s mois, des j u g e s avaient, de n o u v e a u , é t u d i é les pièces du dossier ; p e n d a n t des mois, on a v a i t e x a m i n é froidement, sévèrement tous les t é m o i g n a g e s des procès a n t é r i e u r s et l'opinion des j u g e s était faite. Comme le public, ils savaient m a i n t e n a n t que cet h o m m e a v a i t été i n j u s t e m e n t persécuté ; qu'il a v a i t été c o n d a m n é s u r des pièces falsifiées, s u r de f a u x témoignages. L e débat public commença le 15 j u i n . Alfred Dreyfus, assisté de M ' M o r n a r d se p r é s e n t a d e v a n t la Cour, composée de q u a r a n t e - h u i t j u g e s , choisis p a r m i les plus é m i n e n t s de F r a n c e . I l s devaient p r o n o n c e r le j u g e m e n t s u p r ê m e dont p e r s o n n e ne p o u r r a i t faire appel... E t l ' a v o c a t - g é n é r a l se m o n t r a s a n s t e n d r e s s e p o u r ceux qui a v a i e n t témoigné faussement, p o u r ceux qui a v a i e n t accablé le m a l h e u r e u x Dreyfus. Il se m o n t r a si d u r que l ' e n p r ê t a a u général M e r c i e r le propos s u i v a n t : — Cet avocat général serait plus à sa place à l'île d u Diable q u ' à la b a r r e du T r i b u n a l !... Mais quelles (pie fussent les passions qui s'acharn a i e n t contre Dreyfus, la cause était dès m a i n t e n a n t j u gée : la complète innocence du m a l h e u r e u x c a p i t a i n e éclatait à tous les y e u x et était reconnue officiellement p a r le t r i b u n a l . N é a n m o i n s l'avocat-général t i n t à souligner complè1

t e m e n t la conviction du Gouvernement. Il parla longuement, d a n s le silence d ' u n e assistance recueillie que l'on devinait p r ê t e a u x applaudissementset a u x vivats.


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P u i s , il se rassit et le p r é s i d e n t donna la parole à M" H o m a r d , qui avait remplacé M* L a b o n , eomme avocat de Dreyfus. Cette plaidoirie n'en pouvait être une. étant donné la conviction du T r i b u n a l , mais M M o r n a r d tenait à p r é ciser certains détails. Ce fut en ces t e r m e s qu'il s ' e x p r i m a : « M o n s i e u r le P r é s i d e n t , Messieurs, « J e n'ai pas à plaider... « J e me rallie à deux mains à la thèse soutenue p a r l ' h o n o r a b l e avocat-général qui. a u nom du g o u v e r n e ment, vous a r e q u i s d ' a c q u i t t e r le capitaine Dreyfus qui se p r é s e n t e d e v a n t v e u s p o u r vous e n t e n d r e p r o c l a m e r son innocence et le réhabiliter... "• « I l y a douze ans, Messieurs, q u e le capitaine D r e y fus a été i n j u s t e m e n t c o n d a m n é par un Conseil de G u e r r e et il a fallu t o u t ce t e m p s p o u r que son innocence soit p u b l i q u e m e n t reconnue, ici !... « Douze ans ! « V o l t a i r e , a u t e m p s de l'affaire Calas, n ' e n a v a i t mis que trois à faire r é h a b i l i t e r les m a l h e u r e u x p r o t e s t a n t s de Toulouse, accusés d'avoir t u é leur fils converti a u catholicisme! « Mais, h e u r e u s e m e n t . Dreyfus a pu s u r m o n t e r tout e s les t o r t u r e s qu'il a eu à subir du fait de cette injuste c o n d a m n a t i o n et c'est indemne qu'il se p r é s e n t e a u j o u r d'hui devant vous ! « La g r a n d e u r d e l à justice française, messieurs, est j u s t e m e n t dans le fait qu'elle accepte de r e c o n n a î t r e l'err e u r dont elle s'est r e n d u e coupable. « Ce terrible et inique j u g e m e n t de 1894 va donc ê t r e a n n u l é par l ' a r r ê t de 'a Cour de Cassation... malgré la currirmatioii de ce j u g e m e n t p a r le t r i b u n a l de I ï e n n c s , il y a h u i t an». « L e s événements qui se sont déroules a u t o u r du m a l e


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h e u r e u x capitaine, en ces douze t e r r i b l e s années, en ont fait le centré d'un véritable d r a m e historique... Cette c i r e u r judiciaire, qui eut été un g r a n d m a l h e u r si de nobles â m e s ne s ' é t a i e n t a t t a q u é e s à eile, va ê t r e réparée... « J e m ' e n félicite h a u t e m e n t , Messieurs, car si u n e e r r e u r j u d i c i a i r e , reconnue e r r e u r p a r tous, n ' é t a i t p a s r é p a r é e , ce serait la c o n d a m n a t i o n de la J u s t i c e sociale; ce serait u n crime m o n s t r e u x , signe a v a n t - c o u r e u r de la décadence d ' u n régime... « Mais, a u j o u r d ' h u i , nous sommes t o u t à la joie... « A p r è s n o u s ê t r e h e u r t é s , p e n d a n t des années, à des obstacles sans n o m b r e , a p r è s les luttes sans merci qui se sont, déchaînées et ont bouleversé j u s q u e d a n s ses profond e u r s la vie de la Nation française, brisant même les liens 'sacrés de la famille, s e m a n t p a r t o u t la discorde et la haine, a p r è s avoir été les s p e c t a t e u r s i m p u i s s a n t s de ëé g r a n d d r a m e , dont la scène était n o t r e P a t r i e , nous allons enfin, a u j o u r d ' h u i , saluer le t r i o m p h e de l'innocence, de la vérité et de la J u s t i c e ! « Messieurs, le j u g e m e n t que nous a t t e n d o n s de vous, ce n ' e s t pas seulement un a r r ê t de justice : ce n ' e s t pas seulement le j u g e m e n t d ' u n e Cour s u p r ê m e , c'est l ' a c t e de r é h a b i l i t a t i o n d ' u n h o m m e dont l'innocence a été méconnue, dont le droit a été violé p e n d a n t ces longues a n n é e s . « J ' a t t e n d s de vous, Messieurs, u n e r é p a r a t i o n éclat a n t e ; le d é d o m m a g e m e n t que l ' E t a t doit à l'innocent, injustement persécuté ! » L ' a v o c a t se t u t , se rassit, au milieu d'un m u r m u r e a p p r o b a t e u r , fusant de tous les coins de la salle. M a i s Alfred Dreyfus s ' é t a i t dressé à son banc. — Monsieur le P r é s i d e n t , voulez-vous me p e r m e t t r e d ' a j o u t e r u n mot à la brillante plaidoirie que vient de p r o n o n c e r M" M o r n a r d % L e p r é s i d e n t fit u n signe d ' a p p r o b a t i o n :,


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— Messieurs, commença le capitaine, je t i e n s à r e m e r c i e r h a u t e m e n t M. l'avocat g é n é r a l et M M o r n a r d des bonnes paroles qu'ils ont prononcées. Mais j ' a i quelque chose à a j o u t e r : J e suis u n soldat ; mon existence, t o u t entière, je l ' a v a i s vouée au service de la P a t r i e . . . « L a P a t r i e a le droit de t o u t p r e n d r e à u n soldat : vie. s a n t é , f o r t u n e , bonheur, avenir... J e lui ai t o u t sacrifié... « A l'île du Diable, j ' a i s u p p o r t é les p i r e s angoisses ; le m a l h e u r ; les t o u r m e n t s les plus atroces, du m ê m e c œ u r que j ' e u s s e s u p p o r t é ceux d ' u n e campagne... « M M o r n a r d a réclamé p o u r moi u n d é d o m m a g e ment... « J e n ' e n v e u x p a s !... L a P a t r i e ne m e doit rien... J e n'accepterai aucune indemnité, aucun dédommagem e n t matériel... « J e ne v e u x rien... r i e n a u t r e que mon h o n n e u r ; m a i s j e le veux t o u t entier et s a n s tache... « C a r il est l ' h é r i t a g e inaliénable de mes e n f a n t s !... Sa voix se brisa d'émotion. C e t t e fois, la salle n ' y t i n t plus ; elle éclata en v i v a t s prolongés. — L ' a u d i e n c e est s u s p e n d u e , dit le P r é s i d e n t . L a Cour va se r e t i r e r p o u r délibérer. U n e demi-heure p l u s t a r d , les j u g e s r e n t r a i e n t en séance. L a Cour allait r e n d r e public son j u g e m e n t . L e p r é s i d e n t se leva et, d ' u n e voix g r a v e , il p r o nonça : — A p r è s avoir e x a m i n é t o u s les faits de la cause et les j u g e m e n t s qui ont précédé celui-ci, la Cour, estim a n t q u ' u n e e r r e u r j u d i c i a i r e a été commise en 1894. p a r le Conseil de G u e r r e , qui a j u g é le c a p i t a i n e Alfred D r e y fus, et que cette e r r e u r a été confirmée en 1898 p a r la Cour de R e n n e s , a n n u l e ces d e u x j u g e m e n t s et r e c o n n a î t e

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r - 5086 — l ' e n t i è r e innocence du capitaine Alfred Dreyfus... — B r a v o ! crièrent plusieurs voix. — Vive D r e y f u s ! L a sortie fut t u m u l t u e u s e . S u r le boulevard, la foule, d a n s les r a n g s de laquelle avait aussitôt circulé la nouvelle, fit u n e ovation au capitaine Dreyfus qui sortait, app u y é au bras de M" M o r n a r d . P e n d a n t ce temps, la nouvelle, c o u r a n t sur t o u s les fils t é l é g r a p h i q u e s du monde entier, p é n é t r a i t dans t.ms les b u r e a u x de presse, p a r c o u r a i t le globe, comme une t r a î n é e de poudre!... — Dreyfus est innocent, innocent...

Lucie, à la d e m a n d e de son m a r i , n ' é t a i t pas venue au Tribunal. Elle l'avait a t t e n d u , pleine d'impatience, assise aup r è s des «enfants et de sa mère. P u i s , M a t h i e u et Nmi étaient venus avec le père. Enfin, vers six heures, un coup de sonnette vibrant. — C'est lui! cria Lucie, se p r é c i p i t a n t . Mais ce n ' é t a i t que P a u l Valabrèguc, a p p o r t a n t la g r a n d e nouvelle. — E t Alfred? d e m a n d a la j e u n e femme, déjà inquiète. — Il vient avec M M o r n a r d . — Enfin! soupira Lucie, se rasseyant. U n e a t m o s p h è r e joyeuse, comme ce salon n ' e n avait p a s respiré depuis des années, emplissait la pièce. Enfin, un coup de sonnette, une voix mâle, un pas ferme et la porte s'ouvrit devant le capitaine. Son visage était radieux : e


— 5087 — Lucie, m a chérie I — Mon A l f r e d ! — Enfin, m o n h o n n e u r m ' e s t r e n d u ! Mon nom est réhabilité ! Elle était d a n s ses b r a s et elle p l e u r a i t , infiniment heureuse... P u i s elle détacha son étreinte. D r e y f u s p r i t ses enfants d a n s ses bras, embrassa son frère, son neveu, ses beaux-parents... •— L e bonheur, enfin !...

CHAPITRE DCVI L'ORDRE REGNE A VARSOVIE

J a c q u e s V a l b e r t et sa j e u n e femme étaient toujours p r i s o n n i e r s d a n s Varsovie en état de siège. N é a n m o i n s , les nouvelles de la Russie, en révolution, leur a r r i v a i e n t assez r é g u l i è r e m e n t et les deux jeunesgens ne désespéraient p a s d'en s o r t i r u n j o u r . J a c q u e s , grâce à l ' a m b a s s a d e de F r a n c e , p a r v e n a i t à expédier ses articles assez r é g u l i è r e m e n t à son j o u r n a l et comme la m a t i è r e ne lui .Taisait pas défaut, il en profitait. L a dissolution de la D o u m a et le changement de m i -


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n i s t è r e c o n s t i t u a i e n t des é v é n e m e n t s sensationnels. Ces mesures a n t i c o n s t i t u t i o n n e l l e s p r o d u i s a i e n t d a n s le peuple de Russie un effet d é s a s t r e u x . Les p a r t i s r é v o l u t i o n n a i r e s allaient avoir beau j e u p o u r exploiter les c o n t r a d i c t i o n s et les incohérences d ' u n pouvoir qui, a p r è s avoir rejeté le régime a u t o c r a t i q u e et accordé la r e p r é s e n t a t i o n n a t i o n a l e , la s u p p r i m a i t à la p r e m i è r e occasion. Les p a r t i s a n s de l'absolutisme r e p r o c h a i e n t a u x m e m b r e s de la Douma leur i n d é p e n d a n c e ; ils les accusai ÎTL+. d ' ê t r e des é n e r g u m è n e s et des révolutionnaires. La cause principale de cette dissolution est à chercher d a n s ln violence des t r o u b l e s a g r a i r e s qui a g i t e n t t o u t e s les provinces de l'empire. Le m i n i s t è r e voulait rester' fidèle à la consolidation de la p r o p r i é t é r u r a l e , et le g o u v e r n e m e n t a v a i t r e j e t é la formule de l ' e x p r o p r i a t i o n , placé la p r o p r i é t é individuelle sous la s a u v e g a r d e des lois et refusé de voir que le r e m è d e d u m a i a g r a i r e consiste à multiplier les surfaces Cultivées et à relever la condition économique des paysans. Mais le g o u v e r n e m e n t a t e m p o r i s é , a t t e n d u et, finalement prononcé là dissolution de cette Douma, si chère a u cœir du peuple russe qui voit en elle la m a n i f e s t a t i o n de son délire d ' i n d é p e n d a n c e et de sa fringale de liberté. Quoiqu'il en soit, la Douma dissoute, les députés réfugiés en F i n l a n d e ont expédié au peuple russe un m a n i feste, signé p a r t o u s les d é p u t é s , à l'exception,du comte H e y d e n et de M. Stakovitçb/. Cet acte impolitique, a u p r e m i e r chef, a e n t r a î n é , n a t u r e l l e m e n t , de n o u v e a u x troubles, d a n s cette m a l h e u r e u s e Russie. Le jeudi 25 août, Mme Stolypine, femme du minist r e recevait d a n s sa villa, située d a n s une des îles de l a N e va, de n o m b r e u x visiteurs.


Le calvaire d'un innocent ; n° 159