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N°14.

Prix : 1 f r . 2 0 .

Au revoir, chère Lucie... Embrasse les enfants pour moi... Va maintenant... C I LIVRAISON 5 3

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UNE

AUTRE

CHAPITRE

LVIII.

VISITE

AU

CHERCHE-MIDI

Ce fut u n e bien t r i s t e fête de Noël que celle qui devait ê t r e célébrée cette a n n é e là d a n s l ' a p p a r t e m e n t du capitaine Dreyfus. N é a n m o i n s , Lucie avait, comme les a u t r e s années, p r é p a r é u n a r b r e de Noël p o u r les enfants. Elle a v a i t invité ses p a r e n t s ainsi que M a t h i e u . Mais, comme bien l'on pense, elle se s e n t a i t encore p l u s accablée de tristesse que les a u t r e s j o u r s ; elle ne p o u v a i t s'empêcher de p e n s e r continuellement au Noël de l ' a n n é e p r é c é d e n t e et à ceux des a u t r e s a n n é e s qui a v a i e n t t o u s été fêtés d a n s u n e a t m o s p h è r e de joie s a n s mélange. Ce fut p r é c i s é m e n t ce jour-là qu'elle r e ç u t la l e t t r e d'Alfred. L a détresse morale que son époux bien-aimé e x p r i m a i t d a n s ce message p é n é t r a comme u n e pointe de fer d a n s son cœur déjà si cruellement t o r t u r é . Elle lut et r e l u t p l u s i e u r s fois la n a v r a n t e épitre, puis, oubliant p r e s que l'existence des ses enfants et de ses invités, elle n ' e u t p l u s d ' a u t r e pensée que celle de courir a u p r è s de son époux. E t comme, cette fois-là, elle t e n a i t à se r e n d r e seule

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a u Cherche-Midi, elle n e m i t p e r s o n n e a u c o u r a n t de son intention. V e r s deux h e u r e s de l'après-midi, t a n d i s que Mat h i e u s'occupait d ' a m u s e r les enfants qui d a n s a i e n t aut o u r de l ' a r b r e de Noël en p o u s s a n t des cris de joie, elle s o r t i t p o u r aller à la p r i s o n . Elle c r a i g n a i t un p e u que le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i ne serait p a s à son b u r e a u ce jour-là et qu'il serait sorti p o u r aller p a s s e r l ' a p r è s - m i d i avec des p a r e n t s ou des amis. D a n s ce cas le fonctionnaire qui le r e m p l a c e r a i t n e v o u d r a i t p e u t - ê t r e p a s lui p e r m e t t r e de voir Alfred. H e u r e u s e m e n t , le b r a v e officier était r e s t é à son p o s t e comme les a u t r e s j o u r s et il la r e ç u t avec t o u t e la b o n t é dont il n ' a v a i t j a m a i s cessé de faire p r e u v e e n v e r s elle et envers son m a r i . — J e p e n s a i s bien que vous alliez v e n i r a u j o u r d ' h u i , lui dit-il. J e vous a t t e n d a i s , en quelque sorte L'heure des visites est déjà passée, m a i s j e ferai u n e exception p o u r vous p a r c e que, m a l g r é le j u g e m e n t du conseil de g u e r r e , je suis t o u j o u r s p e r s u a d é de l'innocence du capit a i n e Dreyfus — Merci, c o m m a n d a n t ! r é p o n d i t la j e u n e femme avec émotion. Mais pourquoi, bêlas, les a u t r e s ne p e n s e n t ils p a s comme vous ! — Ne vous désespérez p a s M a d a m e Se t r o m p e r e s t le p r o p r e des h u m a i n s , mais en fin de compte, la vér i t é finit t o u j o u r s p a r r e m o n t e r à la surface Un jour ou l ' a u t r e on s ' a p e r c e v r a de l ' e r r e u r qui a été commise et akm:., il f a u d r a bien q u ' o n la r é p a r e — Croyez-vous réellement cela, Monsieur le commandant ? — J ' e n ai la conviction absolue, M a d a m e , r é p o n d i t F o r z i n e t t i sans hésiter. — Moi, dit Lucie, je serais p l u t ô t p o r t é e à croire que

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l'on fera t o u t le possible p o u r que la v é r i t é n e soit j a m a i s connue et que l'on a voulu sacrifier m o n m a r i p o u r sauver «quelqu'un a u t r e I . L e c o m m a n d a n t d é t o u r n a u n p e u son r e g a r d ; .— Cela..... n ' e s t p a s impossible, m u r m u r a - t ' i l avec u n accent douloureux. M a i s il ne f a u t p a s oublier que, d a n s la vie, t o u t n e d é p e n d p a s de la volonté des hommes... I l f a u t aussi t e n i r compte des i n t e n t i o n s de la P r o v i d e n c e . — Que D i e u vous e n t e n d e , c o m m a n d a n t ! Sa miséricorde est effectivement m o n seul espoir maintenant... P u i s , c h a n g e a n t de sujet, elle d e m a n d a : — C o m m e n t va m o n m a r i ? Est-ce q u ' i l est touj o u r s aussi a b a t t u % — Non, p a s tout-à-fait.... L e p i r e est p a s s é mainte> nant I l s'est u n p e u t r a n q u i l l i s é N a t u r e l l e m e n t , il n e se résigne p a s et il a conservé l'espoir de faire démont r e r son innocence.... I l a été b e a u c o u p encouragé p a r son . aVocat qui est c e r t a i n e m e n t u n h o m m e t r è s capable et il sait que la sentence n e p o u r r a p a s être mise à exécution a v a n t que soit t e r m i n é e la p r o c é d u r e en a p p e l qui p e u t d u r e r assez l o n g t e m p s I l f a u d r a q u ' o n le laisse ici encore u n moment, ici ou d a n s u n e a u t r e p r i s o n de P a r i s — E t puis f L a voix de la m a l h e u r e u s e t r e m b l a i t d'angoisse. L e visage du c o m m a n d a n t s'assombrit. I l était a p e u p r è s p e r s u a d é de ce que le p o u r v o i en a p p e l ne servir a i t à r i e n a u t r e q u ' à r e t a r d e r u n p e u l'exécution de la sentence et que D r e y f u s serait envoyé d a n s u n e île voisine de la G u y a n e , p r o b a b l e m e n t à l'île d u Diable, qui sert h a b i t u e l l e m e n t de lieu de d é t e n t i o n p o u r les criminels politiques. M a i s il n ' a u r a i t p o u r r i e n a u m o n d e voulu dire cela à Lucie et il m u r m u r a : --- E t p u i s E t p u i s j e n e sais pas.... L a chose va sans doute t r a î n e r en longueur, comme t o u t e s les affaires

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militaires Il y a u r a des enquêtes et des contre-enquêtes à n ' e n plus finir et j ' e s p è r e bien que M" D é m a n g e a r r i v e r a à obtenir la mise en liberté provisoire de son client... V o u s comprenez bien que ces m e s s i e u r s ne v o n t p a s adm e t t r e du j o u r a u l e n d e m a i n qu'ils se sont t r o m p é s ! O n s ' a r r a n g e r a p o u r faire t r a î n e r l'histoire j u s q u ' à ce que le public s'en soit désintéressé et p u i s on y m e t t r a fin le p l u s d i s c r è t e m e n t possible Comprenez-vous 1 Mais Lucie ne p a r a i s s a i t p a s du t o u t convaincue de ce que les choses allaient se p a s s e r aussi bien, et elle s'ét a i t mise à p l e u r e r silencieusement. L e b r a v e h o m m e la considérait avec u n air n a v r é , c o m p r e n a n t p a r f a i t e m e n t bien ce qu'elle p e n s a i t . Enfin, p o u r faire diversion, il lui offrit son b r a s et lui dit d o u c e m e n t : — Venez, M a d a m e J e vais vous conduire a u p r è s de v o t r e m a r i E t il l ' e n t r a î n a vers le corridor sur lequel d o n n a i e n t les cellules.


CHAPITRE

UNE

LIX.

TRISTE

JOIE

A demi inconsciente, incapable d ' é v e r t u e r u n e p e n sée n e t t e , M m e D r e y f u s s ' a v a n ç a i t le long du corridor avec le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i . , T o u s deux m a r c h a i e n t sans dire u n mot. F o r z i n e t t i ne conduisait p a s la j e u n e femme a u p a r loir comme il a u r a i t dû le faire p o u r se conformer a u r è glement, m a i s d i r e c t e m e n t à la cellule du condamné. I l se fit d o n n e r les clefs p a r le g a r d i e n , p u i s il ouvrit lui-même la p o r t e et m u r m u r a en s'effaçant p o u r laisser p a s s e r Lucie : — E n t r e z , Madame..... Quoi que ce soit formellement défendu, je v a i s vous laisser seule avec v o t r e m a r i L a m a l h e u r e u s e é t a i t t r o p émue p o u r r é p o n d r e , m a i s le r e g a r d qu'elle adressa a u b r a v e officier suffit à lui dém o n t r e r sa g r a t i t u d e infinie. Dès que la j e u n e femme fut entrée, le c o m m a n d a n t r e f e r m a la p o r t e , p u i s il s'éloigna u n peu d a n s le corridor, p a r discrétion, p o u r n e p a s e n t e n d r e ce que les deux époux allaient se dire. L . . L.^...

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- 424 — M a i n t e n a n t que le m o m e n t qu'elle a v a i t a t t e n d u sï l o n g t e m p s était venu, le m o m e n t ou elle p o u r r a i t enfin se t r o u v e r seule, en tête-à-tête avec son m a r i , Lucie p a r a i s sait comme pétrifiée. Elle était demeurée immobile p r è s de la p o r t e , et elle ne t r o u v a i t p a s la force de faire u n p a s en a v a n t . I n t e r r o m p a n t ses douloureuses m é d i t a t i o n s a u b r u i t de la p o r t e qui s'ouvrait, le d é t e n u leva la t ê t e et, reconn a i s s a n t sa femme, il se leva d ' u n bond. I l voulut se p o r t e r à sa r e n c o n t r e , mais ses j a m b e s r e f u s è r e n t de le p o r t e r . I l était tellement ému de cette visite tellement i n a t t e n d u e q u ' i l s'écoula p r è s d ' u n e m i n u t e a v a n t q u ' i l fut capable de p a r l e r . I l r é u s s i t seulement à t e n d r e les b r a s en a v a n t . Lucie r e g a r d a encore u n i n s t a n t ce p a u v r e visage crispé p a r la souffrance, p u i s elle s'élança vers lui et se s e r r a convuls i v e m e n t contre sa p o i t r i n e . L e capitaine Dreyfus, qui a v a i t saisi e n t r e ses b r a s son épouse adorée, n e p o u v a i t que b a l b u t i e r : — Lucie ! Lucie Ma chère Lucie ! I l ne p a r v e n a i t p a s à dire a u t r e chose. L a j e u n e femme a p p u y a sa t ê t e sur l'épaule ae son xiiari qui n e se lassait p a s de lui caresser les cheveux et ses j o u e s inondées de l a r m e s . A. Quelques m i n u t e s s'écoulèrent ainsi. L e s d e u x m a l h e u r e u x continuaient de se taire, se c a r e s s a n t et s ' e m b r a s s a n t a m o u r e u s e m e n t ; enfin a p r è s u n baiser encore plus a r d e n t que les a u t r e s , Lucie m u r mura : .i — Alfred, mon p a u v r e Alfred ! Comment te senstu ? A s - t u beaucoup souffert ? — A h Lucie, j ' a i souffert comme u n d a m n é ! répondit le d é t e n u A u cours des p r e m i è r e s h e u r e s qui on suivi la lecture de la sentence, j ' a i cru que j ' a l l a i s mour


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rir ! T o u t mon ê t r e se r é v o l t a i t contre cette effroyable injustice et mon impuissance d e v a n t la c r u a u t é du d e s t i n me faisait crier de r a g e J ' a u r a i s voulu s o r t i r d a n s la r u e p o u r crier d e v a n t t o u t le m o n d e que je suis innocent... m a i s à quoi cela aurait-il servi P e r s o n n e n ' a u r a i t voulu me croire T o u t le monde est ligué contre moi ! J ' a i f r a p p é les m u r s de m o n cachot j u s q u ' à que m e s poings fussent e n s a n g l a n t é s Mais m a i n t e n a n t je suis p l u s calme, Lucie E t le m a l h e u r e u x s ' a r r ê t a u n i n s t a n t p o u r r e g a r d e r sa femme qui s ' é t a i t a p p u y é e a u m u r p o u r se soutenir, car elle n ' e n p o u v a i t plus. P u i s il r e p r i t : — Toi Lucie, t u sais combien m a c o n d a m n a t i o n est injuste..... E t si m o n r e c o u r s en a p p e l devait ê t r e r e j e t é , je n ' a u r a i s p l u s q u ' à me r é s i g n e r à subir les conséquences de cette m o n s t r u e u s e injustice ! A p p u y a n t u n e m a i n sur l'épaule de sa femme, il cont i n u a d ' u n e voix t r e m b l a n t e : — De t o u t e façon, il n o u s r e s t e encore u n faible espoir, m a p e t i t e Lucie P o u r affronter cette l u t t e , il faud r a que t u aie beaucoup de force et de courage Quant à moi, si ce n ' é t a i t p o u r toi et p o u r les enfants, j e renoncerais à tout Ces trois mois de d é t e n t i o n m ' o n t épuisé J e suis fatigué t e r r i b l e m e n t fatigué ! Lucie l ' e m b r a s s a sur le front avec u n e t e n d r e s s e infinie. — Aie encore u n p e u de patience, m o n chéri ! lui dit elle. T u v e r r a s que t o u t s ' a r r a n g e r a a u d e r n i e r moment... L e c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i en est p e r s u a d é lui aussi ; il m e l'a encore dit t o u t à l ' h e u r e — L e c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i est u n bien b r a v e homme, r e m a r q u a le condamné. I l a v r a i m e n t fait t o u t ce n u ' i l a p u p o u r que mon séjour ici n e soit que le moins p é D.I.

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nible possible, mais il ne povivait p a s faire g r a n d chose — I l a, en t o u t cas, m é r i t é de n o t r e p a r t u n e reconn a i s s a n c e sans limites, r é p o n d i t la j e u n e femme et nous s a u r o n s bien la lui t é m o i g n e r p a r la suite J ' e s p è r e bien q u e n o u s n ' a u r o n s b i e n t ô t plus besoin d'avoir r e c o u r s a sa bonté, m a i s si p a r e x t r a o r d i n a i r e le pire devait a r r i v e r , si l'on devait t ' e n v o y e r quelque p a r t a u loin, t u p e u x ê t r e bien s û r que moi, j e ne t ' a b a n d o n n e r a i j a m a i s , quoi q u ' i l arrive P a r t o u t où t u seras, je t â c h e r a i d ' y aller aussi et q u a n d j e ne p o u r r a i p a s être a u p r è s de toi en réalité, j e serai t o u j o u r s à tes côtés p a r la pensée Promets-moi de te souvenir t o u j o u r s de ce que je te dis m a i n t e n a n t Moi et les enfants, nous irons là où t u seras, fut-ce a u b o u t du m o n d e L e c a p i t a i n e Dreyfus était en proie à u n e émotion q u ' i l a u r a i t été impossible de décrire. H s e r r a i t sa femme e n t r e ses b r a s comme si l'on a v a i t voulu la lui enlever de force. I l l ' e m b r a s s a i t avec frénésie et ses y e u x é t a i e n t r e m p l i s de l a r m e s . I| — J e Bais bien que rien n ' e s t au-dessus de t a g r a n d e u r d ' â m e , m a Lucie, lui dit-il, — mais à quoi sert n o t r e volonté q u a n t t o u t le monde est contre n o u s 1 L e s gens qui m ' o n t condamné ne p e r m e t t r a i e n t saris doute p a s que tu vienne me r e j o i n d r e d a n s l'enfer où ils vont sans doute m'envoyer P u i s q u ' i l s ne connaissent m ê m e p a s la j u s c e , comment v e u x - t u q u ' i l s connaissent la pitié t , L a j e u n e femme le r e g a r d a avec u n air é p o u v a n t é . ' — Crois-tu réellement qu'ils s e r a i e n t capables de pousser la c r u a u t é j u s q u ' à ce point-là % d e m a n d a Lucie. — J e ne le sais p a s Lucie, m a i s çà no m e p a r a î t p a s Invraisemblable A p r è s ce q u ' o n m ' a déjà fait, p o u r r a i t - o n encore s'étonner de quelque chose f Evidemment, il r e s t e encore l'espoir de l'appel Mais a p r è s çà... E t le p r i s o n n i e r fit u n geste vague, comme p o u r ex,;


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p r i m e r son p e u d'espoir e n v e r s la justice de ceux qu'il n e ' p o u v a i t plus considérer a u t r e m e n t que comme des ennemis. ;, — E s p é r o n s , Alfred E s p é r o n s p o u r le m i e u x L e p r i s o n n i e r e m b r a s s a encore u n e fois son épouse p u i s il s'exclama d a n s u n élan de t e n d r e s s e passionnée : — Comme t u es bonne, Lucie !.... T u as bien fait de v e n i r j u s t e m e n t aujourd'hui... J e m e sentais t e l l e m e n t t r i s t e , tellement m a l h e u r e u x . e n p e n s a n t que c'est Noël et que je devais r e s t e r enfermé ici t o u t seul, a u lieu de p o u voir être avec toi et les p e t i t s ! — Moi aussi, je n ' a i p a s cessé do p e n s e r à toi, Alfred. — J ' e s p è r e bien que, m a l g r é mon absence, les enf a n t s v o n t fêter Noël comme d ' h a b i t u d e ; — Certainement J ' a i fait venir u n a r b r e de Noël, comme les a u t r e s a n n é e s — T u a s t r è s bien fait Est-ce.qu'ils continuent t o u j o u r s de d e m a n d e r a p r è s moi•% : — Oh oui !... S u r t o u t P i e r r o t î Il faut toujours inv e n t e r de nouvelles histoires p o u r leur expliquer ton a b sence, et m a l g r é tout, ils s ' i m p a t i e n t e n t souvent de devoir r e s t e r si l o n g t e m p s sans te voir ! Alfred Dreyfus p o r t a à sa bouche son p o i n g s e r r é . L a douleur le suffoquait. — P i e r r o t !.... L a p e t i t e J e a n n e ! gémit-il. Q u a n d p o u r r a i - j e do n o u v e a u caresser leurs p e t i t e s t ê t e s ? E t le m a l h e u r e u x s e r r a ses poings d ' u n m o u v e m e n t convulsif. De nouveau, le désespoir s ' e m p a r a i t de son âme. — A h , Lucie ! s'écria-t'il. I l y a des m o m e n t s ou j e crois que j e vais devenir fou !.... J e me d e m a n d e c o m m e n t il est possible q u ' u n êtro h u m a i n puisse s u p p o r t e r de p a reilles t o r t u r e s — C o u r a g e , Alfred Ce sera bientôt fini #


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— Oui, Lucie..... J e ferai de m o n m i e u x L e s deux époux s ' e m b r a s s è r e n t encore u n e fois et r e s t è r e n t l o n g t e m p s serrés l ' u n contre l ' a u t r e , p l e u r a n t silencieusement Enfin, ils e n t e n d i r e n t u n b r u i t de pasS v e n a n t d u corr i d o r . I n s t i n c t i v e m e n t , ils t o u r n è r e n t leurs resfards vers la p o r t e qui ne t a r d a p a s à s'ouvrir, r Le commandant Forzinetti apparut. Lucie le r e g a r d a avec angoisse. — L e m o m e n t est v e n u il f a u t que j e m ' e n aille, balbutia-t-elle. Alfred la s e r r a e n t r e ses bras, comme s'il a v a i t eu l'intention de s'opposer à son d é p a r t . — N o u s nous r e v e r r o n s bientôt, m o n chéri, dit la j e u n e femme d ' u n e voix douce. E t , se t o u r n a n t v e r s le c o m m a n d a i ! t e l l e reprit :< — N ' e s t - c e pas, M o n s i e u r le c o m m a n d a n t que j e p o u r r a i encore r e v e n i r voir m o n m a r i ? L e b r a v e h o m m e fit u n signe affirmatif. — E n ce qui me concerne, déclara-t'il, j e ferai touj o u r s t o u t m o n possible p o u r vous ê t r e agréable Vous p o u r r e z r e v e n i r assez souvent L e s d e u x époux: se s e r r è r e n t les m a i n s en se r e g a r d a n t d a n s les yeux. — A u revoir, chère Lucie E m b r a s s e les enfants p o u r moi et fais de t o n m i e u x p o u r qu'ils s ' a m u s e n t bien ce soir Va maintenant, Lucie E n d i s a n t cela, le p r i s o n n i e r a v a i t fait u n g r a n d effort p o u r contenir ses larTnes. — Venez, M a d a m e , dit F o r z i n e t t i s u r un ton plein de •respect p o u r cette i m m e n s e douleur!.... L a j e u n e femme obéit en silence. L ' i n s t a n t d ' a p r è s , la p o r t e de la cellule se referma. Alors, le d é t e n u se laissa t o m b e r s u r sa couchette et éclata en sanglots désespérés. :


CHAPITRE

UNE

VISITE

LX.

INATTENDUE.

Chez le capitaine von S c h w a r t z k o p p e n , on était égal e m e n t en t r a i n de p r é p a r e r u n a r b r e de Noël. Cette fois, M m e v o n S c h w a r t z k o p p e n a v a i t confié ce soin à sa nièce qui s ' é t a i t i m m é d i a t e m e n t mise à l ' œ u v r e , contente de cette occasion de r e s t e r seule. B r i g i t t e von S h e d e n n ' a v a i t j a m a i s a u t a n t r e c h e r c h é la solitude que d u r a n t ces d e r n i e r s j o u r s . I l lui semblait tellement doux de pouvoir s ' a b a n d o n n e r sans r é s e r v e a u x t e n d r e s r ê v e s de son cœur ! A h !.... Elle ne savait que t r o p bien que ces songes n e p o u v a i e n t se réaliser, m a i s le seul fait d ' y p e n s e r la plongeait d a n s u n e sorte de délicieuse extase. E t , de t e m p s à a u t r e , ses lèvres laissaient é c h a p p e r un n o m : — Mathieu ! P u i s elle s,e m e t t a i t à réfléchir sur la façon dont elle p o u r r a i t aider le j e u n e h o m m e à d é m o n t r e r l'innocence de son frère et, chaque fois que son oncle s o r t a i t de son cabinet de t r a v a i l , elle y e n t r a i t . p o u r e x a m i n e r r a p i d e m e n t les p a p i e r s qui se t r o u v a i e n t t o u j o u r s en g r a n d nombre sur le bureau, dans l'espoir qu'elle y t r o u v e r a i t


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u n j o u r ou l ' a u t r e u n document qui p o u r r a i t constituer u n e p r e u v e de l'innocence d'Alfred Dreyfus. J u s q u ' à ce m o m e n t , elle n ' a v a i t encore r i e n t r o u v é qui a u r a i t p u ê t r e do-la moindre utilité d a n s ce sens. Qui p o u v a i t bien ê t r e le coupable ? Où t r o u v e r u n indice p e r m e t t a n t de découvrir son i d e n t i t é % L a j e u n e fille n ' o u b l i a i t point, p a s même p o u r u n furtif i n s t a n t , la p r o m e s s e qu'elle avait faite à M a t h i e u . M a i s m a l g r é t o u t e sa bonne volonté, ses efforts ne semblaient p a s devoir ê t r e couronnés de succès. D a n s l'après-midi, elle devait aller r e n c o n t r e r le j e u n e h o m m e , à qui elle a v a i t donné rendez-vous d a n s le j a r din du L u x e m b o u r g , et elle était t r è s chagrinée de n ' a v o i r a u c u n e b o n n e nouvelle à lui a p p o r t e r . P l o n g é e d a n s ses douloureuses réflexions, Mlle von S h e d e n n e s ' é t a i t p o i n t a p e r ç u e de ce que la p o r t e v e n a i t d e s ' o u v r i r et de se r e f e r m e r sans avoir fait le m o i n d r e bruit. L ' i n s t a n t d ' a p r è s , deux m a i n s lui couvraient les y e u x t a n d i s q u ' u n e voix bien connue s'exclamait • — D e v i n e qui je suis ! — Toi, F r i t z % •— P r é c i s é m e n t E t F r i t z von S t c t t c n , p r e n a n t u n monocie u a n s sa poche se m i t à l ' e s s u y e r avec u n mouchoir de soie. P u i s , il se m i t à fixer s u r B r i g i t t e u n r e g a r d scrutateur. — I l m e semble que mon arrivée i n a t t e n d u e n e t e cause p a s u n e bien g r a n d e joie ! fit-il avec u n accent d'ir o n i q u e r e p r o c h e . J e m ' a t t e n d a i s à u n a u t r e genre d ' a c cueil L a nièce de l ' a t t a c h é militaire se recula u n peu et s ' a p p u y a a u dossier d ' u n fauteuil. U n e expression de trouble et d ' e m b a r r a s . é t a i t appa-


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rue d a n s ses y e u x et son r e g a r d inquiet ne se d é t a c h a i t p a s d u visage de son fiancé. F r i t z von S t e t t e n était u n b e a u j e u n e h o m m e , de taille h a u t e et élancée, m a i s avec de l a r g e s épaules de l u t t e u r . Son visage, complètement r a s é é t a i t déjà silloné de quelques r i d e s et il y a v a i t b e a u c o u p de cheveux blancs à ses t e m p e s . Sous le r e g a r d froid et s c r u t a t e u r de son fiancé, Mlle v o n S h e d e n se s e n t a i t visiblement intimidée. N é a n m o i n s , elle fit u n effort p o u r sourire et elle m u r m u r a : * , — Pardonne-moi, Fritz Il faut m'excuser J'ai été t e l l e m e n t saisie de te voir t o u t à coup alors que je n e m ' y attendais nullement L e j e u n e h o m m e se p e n c h a p o u r b a i s e r la m a i n de Brigitte. P u i s il l ' a t t i r a v e r s lui et l ' e m b r a s s a à p l u s i e u r s r e prises. A u contact du superbe corps de la j e u n e fille il frémissait de désir et ses y e u x l a n ç a i e n t des éclairs de passion, m a i s B r i g i t t e , a u c o n t r a i r e faisait u n e g r i m a c e de c o n t r a r i é t é q u ' o n a u r a i t p u p r e n d r e p o u r de la r é p u gnance et elle cherchait i n s t i n c t i v e m e n t à le r e p o u s s e r , i S t u p é f a i t et indigné, le j e u n e j u n k e r s'écria : — Mais qu'est-ce que t u as donc a u j o u r d ' h u i % T u es folle 1 II m e semble que j ' a i bien le droit de t ' e m b r a s ser % T o n a t t i t u d e est v r a i m e n t r i d k u l e ! L a j e u n e fille ne r é p o n d i t p a s . Elle a v a i t baissé les y e u x et elle se d é t o u r n a du côté de la fenêtre p o u r que F r i t z ne puisse p a s voir les l a r m e s L a voix du j e u n e h o m m e s'éleva de n o u v e a u . — I l f a u t de la p a t i e n c e avec toi ! s ' e x c l a m a - t ' i l . Mais j ' e s p è r e que ça va aller m i e u x q u a n d n o u s serons mariés J ' e n ai p a r l é à t o n p è r e ces jours-ci et n o u s avons décidé que le m a r i a g e a u r a i t lieu le p l u s t ô t p o s sible


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Mlle von Sheden devint livide. Machinalement, elle eut u n geste impulsif comme p o u r se défendre d ' u n d a n g e r qui l ' a u r a i t soudain menacée. Mais a v a n t qu'elle ait eu le t e m p s de r é p o n d r e , la p o r t e s'ouvrit de n o u v e a u et le capitaine von S c h w a r t z koppen apparut. — E h bien B r i g i t t e Q u ' e n dis-tu % demantla-t'il avec u n j o u y e u x sourire. Qui se serait i m a g i n é que nous allions recevoir a u j o u r d ' h u i la visite de n o t r e cher F r i t z 1 Mais en se r e n d a n t compte de l ' é t r a n g e a t t i t u d e des d e u x fiancés, le diplomate changea tout-à-coup d ' e x p r e s sion. — Qu'est-ce qui se passe % d e m a n d a - t ' i l avec u n a i r stupéfait. J e croyais vous t r o u v e r en t r a i n de vous emb r a s s e r comme d e u x t o u r t e r e a u x et, a u lieu de cela, me semblerait p r e s q u e que vous venez de vous b a t t r e ! F r i t z von S t e t t e n s ' a p p r o c h a de B r i g i t t e et, la p r e n a n t p a r la taille, il l'obligea à se t o u r n e r vers son oncle. — Ce n ' e s t r i e n ! dit-il avec u n air insouciant. B r i g i t t e n ' e s t p a s encore r e v e n u e de la s u r p r i s e que m o n arrivée inopinée lui a causée I l lui semble encore inconcevable que je sois v e n u p a s s e r Noël à P a r i s

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Effectivement Mlle von Sheden n ' é t a i t p a s encore r e v e n u e de la t r è s désagréable s u r p r i s e qu'elle a v a i t éprouvée en v o y a n t s u r g i r F r i t z von S t e t t e n d ' u n e façon aussi i n a t t e n d u e et i n t e m p e s t i v e . E t dire qu'elle a v a i t a t t e n d u ce j o u r avec t a n t d'impatience !


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P o u r t a n t son oncle et sa t a n t e lui a v a i e n t fait de t r è s b e a u x c a d e a u x et son fiancé a v a i t également t e n u à lui a p p o r t e r u n objet de v a l e u r : u n collier de q u a t r e r a n g s de p e r l e s fines qu'il lui m i t lui-même a u t o u r du cou. — E s t - c e q u ' i l t e p l a i t ? lui d e m a n d a - t ' i l t a n d i s qu'elle se r e g a r d a i t d a n s la glace. — I l est magnifique ! r é p o n d i t la j e u n e fille qui a u r a i t de b e a u c o u p p r é f é r é ne p o i n t recevoir ce cadeau. Elle se s e n t a i t u n e g r a n d e envie de p l e u r e r , m a i s elle s u t se d o m i n e r c o u r a g e u s e u s e m e n t afin de p a s laisser dev i n e r son é t a t d ' â m e . D u r a n t le déjeuner, elle n e p r o n o n ç a p o u r ainsi d i r e p a s u n e parole. Elle r e s t a i t silencieuse et, en a p p a r e n c e indifférente à t o u t . Son e s p r i t é t a i t bien loin. Elle r ê v a i t à u n b o n h e u r qu'elle ne p o u r r a i t s a n s doute j a m a i s a t t e i n d r e . M a i s tout-à-coup, elle s u r s a u t a . Elle v e n a i t d ' e n t e n d r e p r o n o n c e r le n o m d'Alfred Dreyfus. — T o u t le m o n d e , en A l l e m a g n e , s'intéresse à c e t t e affaire, disait F r i t z v o n S t e t t e n . L e s j o u r n a u x ont p u b l i é à ce sujet des articles tout-à-fait p a s s i o n n a n t s Le verdict n ' a étonné p e r s o n n e L ' o n p r é v o y a i t que D r e y f u s allait ê t r e c o n d a m n é à la d é p o r t a t i o n à p e r p é t u i t é j ce n a p o u v a i t g u è r e ê t r e a u t r e chose — E n effet, r é p o n d i t f r o i d e m e n t r a t t a c h é m i l i t a i r e . — Moi, j e t r o u v e que c'est h o n t e u x de faire souffrir ainsi u n i n n o c e n t ! s'exclama Mlle von S h e d e n avec u n accent passionné. C'est indigne d ' u n e nation civilisée F r i t z von S t e t t e n fixa sur la j e u n e fille u n r e g a r d de curiosité u n p e u m é p r i s a n t e et il r e m a r q u a s u r u n t o n railleur : — Tiens ! I l y a donc q u a n d m ê m e quelque chose ^ quoi t u t ' i n t é r e s s e | T u p r e n d s la défense de D r e y G. I.

LIVRAISON 5 5


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fus % I l a bien de la chance ! — T u n e devrais p a s p a r l e r s u r ce t o n d ' u n e cliose a u s s i t r a g i q u e ! lui r e p r o c h a la j e u n e fille. Ce m a l h e u r e u x officier est c e r t a i n e m e n t i n n o c e n t et j e ne c o m p r e n d p a s p o u r q u o i on empêche m o n oncle de t é m o i g n e r en sa faveur On voit bien que, d a n s certaines classes de la société, on n e connaît n i la pitié, n i la j u s t i c e L e visage de F r i t z von S t c t t e n p r i t u n e expression de hautaine supériorité. — M a p e t i t e , lui dit-il s u r u n t o n doctoral et sévère, t â c h e de te m e t t r e d a n s la t ê t e u n e fois p o u r t o u t e s que la f u t u r e épouse d ' u n diplomate d o i t s ' h a b i t u e r à consid é r e r i n v a r i a b l e m e n t les choses sous l'angle du p l u s h a u t i n t é r ê t de la n a t i o n que s e r t son époux N o u s a u t r e s qui a v o n s le privilège d ' a p p a r t e n i r a u p l u s h a u t e s s p h è r e s de n o t r e p a y s , n o u s avons le devoir absolu d'agir, de p e n s e r e t de p a r l e r , n o n p a s selon les impulsions de nos sentim e n t s personnels, m a i s selon ce que n o u s o r d o n n e n t les circonstances, les exigences sociales, professionnelles ou patriotiques... C'est à ce p r i x seulement que l'on p a r v i e n t à m a i n t e n i r la s u p é r i o r i t é d ' u n e élite « « . J e c o m p r e n d s que t u dise cela en qualité de dip l ô m é e , répondit-la j e u n e fille. M a i s en dehors de cela, n e te sens-tu p a s i n d i g n é toi aussi de ce que ce m a l h e u r e u x qui n ' a r i e n fait de m a l soit t r a i t é comme u n criminel % — Ça ne m e r e g a r d e en a u c u n e façon ! r é p l i q u a le j e u n e h o m m e sur u n t o n b r u t a l . L e s F r a n ç a i s n ' o n t q u ' à se débrouiller e n t r e eux I n d i g n é e , la j e u n e fille se leva et se dirigea v e r s la fenêtre. F r i t z la suivit u n i n s t a n t du r e g a r d , p u i s il h a u s s a les épaules avec u n geste. d'insouciance. D u r a n t quelques, i n s t a n t s , p e r s o n n e ne dit mot. En-


— 435 — fin le capitaine von S c h w a r t z k o p p e n c r u t devoir e x c u s e r sa nièce en e x p l i q u a n t a u j e u n e h o m m e que sa s y m p a t h i e p o u r Dreyfus était assez justifié p a r le fait que le p r o p r e frère du capitaine l ' a v a i t sauvée d ' u n accident qui a u r a i t p u avoir les p l u s g r a v e s conséquences. Monsieur von S t e t t e n écouta ce récit j u s q u ' à la fin s a n s i n t e r r o m p r e u n e seule fois l ' a t t a c h é militaire p o u r lui poser quelque question ou p o u r e x p r i m e r u n e opinion quelconque. P e n d a n t ce t e m p s , B r i g i t t e était r e v e n u e s'asseoir a table, m a i s m a i n t e n a n t , la présence de son fiancé lui é t a i t devenue odieuse et, u n e demi-heure p l u s t a r d , elle dem a n d a la p e r m i s s i o n de se r e t i r e r , i n v o q u a n t le p r é t e x t e d ' u n violent m a l de t ê t e . De fait, son a i r souffrant et sa p â l e u r p a r a i s s a i e n t justifier suffisamment cette r e q u ê t e . D è s qu'elle fut r e n t r é e d a n s sa chambre, Mlle von Shedeh laissa é c h a p p e r u n p r o f o n d soupir et elle r e f e r m a la p o r t e à clef, afin d ' ê t r e bien s û r e de ce que p e r s o n n e n e v i e n d r a i t l ' i m p o r t u n e r m a l g r é elle. Elle r e s t a assez l o n g t e m p s assise d a n s u n fauteuil, plongée d a n s de profondes m é d i t a t i o n s . C o m m e n t allait-elle faire p o u r aller a u rendez-vous qu'elle a v a i t donné à M a t h i e u Dreyfus ? I l fallait a b s o l u m e n t t r o u v e r u n m o y e n p o u r cela et ce ne serait sans doute p a s tellement difficile, m a i s si. F r i t z von S t e t t e n la suivait î


CHAPITRE L X I .

UNE

NOUVELLE

INATTENDUE.

— Qu'est-ce que t u as Georges ! . . T u m e semblés nerveux... Telles; f u r e n t les paroles que p r o n o n ç a l'épouse du colonel P i q u a r t ce soir-là, a u m o m e n t ou son m a r i rent r a i t à la maison. E t comme 1 officier ne r é p o n d a i t p a s t o u t de suite, elle i n s i s t a : Dis-nioi ce qui est a r r i v é , Georges... I l me suffit de t e r e g a r d e r p o u r voir qu'il y a quelque chose d'anormal... E n effet, r é p o n d i t le colonel. I l est a r r i v é quelque chose de tout, à fait extraordinaire... — J ' e n étais sûre... De quoi s'agit-il % — E h bien, comme S a n d h e r est m a l a d e , j ' a i été désigné p o u r r e m p l i r les fonctions de chef du D é p a r t e m e n t Secret de l ' E t a t Major... — Que je suis contente !... E n effet, c'est une s u r prise... — C'est v r a i ! dit l'officier. J e m e serais a t t e n d u à n ' i m p o r t e quoi p l u t ô t q u ' à cette nomination— — De t o u t e façon, c'est une bonne nouvelle et cela m o n t r e q u ' o n ne t ' e n v e u t p a s p o u r l ' a t t i t u d e q u e t u as


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p r i s e en ce qui concerne l'affaire Dreyfus... — 1 C'est ce qu'il semble et c'est j u s t e m e n t cela qui m ' é t o n n e le plus... Dieu sait si on n e m ' a u r a i t p a s n o m m é à ce poste p r é c i s é m e n t p o u r faire p r e u v e d ' i m p a r t i a l i t é ! • — J e n ' y a u r a i s p a s pensé, m a i s çà me p a r a î t f o r t possible... Mais le p l u s clair de tout, c'est que çà t e fait faire u n g r a n d p a s en avant... — E t que çà m e j e t t e d ' é c r a s a n t e s responsabilités s u r les épaules ! compléta l'officier. — Q u a n t à çà... Il est évident qu'il n ' y a p a s de roses sans épines... I l y e û t u n i n s t a n t de silence. M a d a m e P i q u a r t réfléchit u n i n s t a n t , p u i s elle r e p r i t : — M a i n t e n a n t que t u v a s occuper une s i t u a t i o n plus élevée et que t o n a u t o r i t é se t r o u v e r a considérablement a u g m e n t é e , ne crois-tu p a s que t u p o u r r a i s p e u t - ê t r e fairG quelque chose en faveur de Dreyfus i Le colonel P i c q u a r t p r i t u n air p e r p l e x e . Ça, fit-il, je n e p e u x p a s encore le savoir... A v a n t tout, il f a u d r a que je m e r e n d e compte du c h a m p que m a nouvelle s i t u a t i o n ouvre d e v a n t moi... I l f a u d r a aussi que j e surveille a t t e n t i v e m e n t la m a r c h e de l'affaire, ce qui n ' e s t p a s facile, p a r c e que m a i n t e n a n t , t o u t se passe derr i è r e des p o r t e s closes... ; ; — J u s q u ' à p r é s e n t t u n ' a s encore r i e n p u savoir ? — R i e n de bon, en t o u t cas... J e crains fort que le p o u r v o i en a p p e l va ê t r e rejeté... E t alors, il f a u d r a bien que la sentence soit mise à exécution... Madame Picquart sursauta : — Mon Dieu ! s'exclama-t-elle, p a u v r e D r e y f u s ! Alors... Ce sera p o u r lui la d é g r a d a t i o n et la d é p o r t a t i o n a l'Ile du Diable ? — P l u s que probablement... — E t toi ! . . Quelle est t o n opinion Es-tu tou:


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j o u r s convaincu de son innocence % — P l u s que j a m a i s !... J e suis absolument p e r s u a d é de ce que ce m a l h e u r e u x est victime d ' u n e m o n s t r u e u s e intrigue... U n profond soupir s'échappa des lèvres de la bonne dame. — P a u v r e h o m m e ! dit-elle. Comme il doit souffrir ! — Hélas, oui !... J e ne pense p a s qu'il soit possible de concevoir quelque chose de plus tragique... Se voir deshon o r é et c o n d a m n é à u n c h â t i m e n t qui doit d u r e r a u t a n t q u e la vie sans avoir commis a u c u n e faute !... E t ne r i e n p o u v o i r faire p o u r s c défendre !... Se sentir pieds et p o i n g s liés a u pouvoir d ' e n n e m i s implacables et de mauvaise foi !... Il y a v r a i m e n t de quoi p e r d r e la raison... Cela n o u s r e p o r t e a u x plus sombres périodes du Moyen!Age... Si une telle chose devait m ' a r r i v e r à moi, j e suis sûr que j e me tuerais... J e me casserais la t ê t e contre les m u r s de m a cellule ! — E t cette p a u v r e M a d a m e Dreyfus 1... E t ces m a l h e u r e u x e n f a n t s ! gémit M a d a m e P i q u a r t en se p a s s a n t u n e m a i n s u r le front avec un air do désospoir. — Oui, les enfants, p a u v r e s p e t i t s !... Est-ce que t u es allée les voir V — Non... P a s encore... Si j ' y étais allée, j e te l'aur a i s dit, Georges... — E t pourquoi ne vas-tu p a s leur a p p o r t e r quelques p a r o l e s de consolation ! . . Ils doivent en avoir g r a n d besoin ! — S a n s doute... Mais j ' h é s i t e t o u j o u r s à y aller p a r ce que je voudrais pouvoir leur a p p o r t e r quelque chose de m i e u x que de simples paroles de consolation... J e voud r a i s a u moins avoir quelque motif de pouvoir leur donn e r à e n t e n d r e que des amis cherchent sincèrement à leur rendre service e t qu'il y a encore de l'espoir p o u r eux... ;


— 439 — Le colonel P i c q u a r t baissa la t ê t e et r é p o n d i t : — T u p e u x toujours dire à M a d a m e Dreyfus que nous n ' a v o n s j a m a i s cessé d ' ê t r e convaincus de l'innocence du capitaine et que nous n ' h é s i t e r o n s p a s à faira quelque chose p o u r lui s'il s'en p r é s e n t e la moindre possibilité... P u i s u n éclair de r a g e passa dans les y e u x de l'officier et il g r o n d a : — E t dire que les vrais coupables ont la lâcheté de r e s t e r cachés d a n s l'ombre t o u t en s a c h a n t que ce m a l h e u r e u x m a r t y r souffre p o u r expier leur crime ! — Oui, Georges !,.. Mais u n j o u r ou l ' a u t r e , t o u t ce là se saura... L a justice i m m a n e n t e p e u t sembler i m p a r faite, et p e u t - ê t r e l'est-elle en réalité, mais cela n ' e m p ê che qu'elle existe' et quo ses effets, p o u r être souvent tardifs, ne s'en font p a s moins t o u j o u r s sentir,.. — Je crois que t u as raison, en effet, ma chère B l a n che, r é p o n d i t le colonel en p o s a n t sur sa femme un regard de t e n d r e a d m i r a t i o n . ,


CHAPITRE L X I I .

LE

SECRET

DECOUVERT.

L e h a s a r d a v a i t aide B r i g i t t e von Sheden à réaliser son désir a u sujet du rendez-vous qu'elle a v a i t avec Mat h i e u Dreyfus. Son fiancé était sorti avec u n a m i qui était v e n u le chercher et la j e u n e fille a v a i t mis cette occasion à profit p o u r q u i t t e r la maison à son t o u r . . Dès qu'elle fut a r r i v é e à l ' e n d r o i t convenu, d e v a n t le p a l a i s du L u x e m b o u r g , du côté du j a r d i n , elle vit le j e u n e h o m m e qui l ' a t t e n d a i t et qui se p o r t a r a p i d e m e n t à sa rencontre. L e s deux j e u n e s gens se s e r r è r e n t la m a i n et se r e g a r d è r e n t l o n g u e m e n t d a n s les y e u x . P u i s , M a t h i e u D r e y f u s t o u c h a de ses lèvres la m a i n gantée de Mademoiselle von Sheden... I l lui offrit son b r a s et ils se m i r e n t à m a r c h e r vers le centre du jardin. U s s'intéressaient tellement l ' u n à l ' a u t r e qu'ils n e s ' a p e r c e v a i e n t n u l l e m e n t de ce q u ' u n homme les suivait à u n e certaine distance, sans d'ailleurs p r e n d r e la p r é caution de beaucoup se cacher. Cet h o m m e n ' é t a i t a u t r e que F r i t z von S t e t t e n .


— 441 — P a r u n p u r h a s a r d , il a v a i t a p e r ç u sa fiancée a u m o m e n t où, p r e s q u ' e n courant, elle t o u r n a i t le coin de la r u e de Bellechasse et du B o u l e v a r d S a i n t - G e r m a i n , et, i n t r i gué p a r son allure insolite, il s ' é t a i t mis à la suivre, quitt a n t p o u r cela l ' a m i qui était avec lui et lui d o n n a n t r e n dez-vous p o u r le lendemain. I l a v a i t déjà compris que sa fiancée avait b e a u c o u p changé depuis q u ' i l l ' a v a i t vue p o u r la d e r n i è r e fois, et il devinait qu'elle devait avoir u n secret de cœur. Aussi, q u a n d il la vit a b o r d e r le j e u n e I s r a é l i t e , n ' é prouva-t-il a u c u n e s u r p r i s e . P a r contre, il se sentit s u b i t e m e n t envahi d ' u n tel s e n t i m e n t de r a g e qu'il eût beaucoup de peine à se contenir.

M a t h i e u Dreyfus et Mademoiselle von Slieclen ne se lassaient p a s de se r e g a r d e r en souriant, t o u t en se p r o m e n a n t d o u c e m e n t le long des allées du magnifique p a r c . — J ' é t a i s déjà là depuis u n bon m o m e n t q u a n d vous êtes arrivée, dit le j e u n e homme. E t j e commençais a c r a i n d r e que vous n'alliez p a s venir... J ' é t a i s t o u t à fait désespéré !... Cette p r o m e n a d e que vous m'accordez est v r a i m e n t ce que j ' a u r a i s p û s o u h a i t e r de plus b e a u p o u r ce j o u r de Noël. C'est p o u r moi u n e joie i n c o m p a r a b l e que de pouvoir contempler vos b e a u x yeux, et v o t r e souvenir est ma p l u s g r a n d e consolation... L e visage de la j e u n e fille s'assombrit u n peu. — E t moi, fit-elle, j e m e sens p r e s q u e coupable envers vous, p a r c e que j ' a u r a i s t a n t voulu pouvoir vous a p p o r t e r quelque chose qui a u r a i t p u servir à d é m o n t r e r l'innocence de v o t r e frère et que je n ' a i encore r i e n t r o u C. I

LIVRAISON 56.


- 442 yé... Tous mes efforts, j u s q u ' à p r é s e n t , sont demeurés inutiles... — Vous avez donc t e n t é quelque chose p o u r essayer de découvrir le v r a i coupable % d e m a n d a M a t h i e u avec u n e voix v i b r a n t e de tendresse. — Certainement... J ' a i fait comme je vous l'ai déjà dit, mais çà n ' a servi à rien... — E t vous avez eû la t é m é r i t é de vous exposer à ê t r e s u r p r i s e p a r votre oncle ?... V o u s avez fait cela p o u r mon frère % Brigitte" von Sheden sourit et r é p o n d i t en b a i s s a n t u n p e u la voix : — N o n seulement p o u r v o t r e frère, m a i s aussi p o u r vous, Monsieur Dreyfus... .' . . — J e ne sais v r a i m e n t p a s comment vous remercier... — C'est moi qui vous dois de la reconnaissance ! p r o t e s t a la j e u n e fille, avec fermeté. Croyez-vous donc que je p o u r r a i j a m a i s oublier le service que vous m ' a v e z r e n d u % V o u s ne pouvez p a s vous i m a g i n e r à quel point cela me f e r a i t plaisir de pouvoir c o n t r i b u e r à la r é h a b i l i t a t i o n de v o t r e frère et combien je suis t r i s t e de n ' ê t r e encore arrivée à r i e n d a n s ce sens... M a t h i e u eût u n geste de résignation. — Ne vous t o u r m e n t e z p a s à p r o p o s de cela, Mademoiselle von Sheden, dit-il, j e vous suis infiniment reconn a i s s a n t de vos bonnes i n t e n t i o n s , m a i s je p r é v o y a i s bien que v o t r e admirable dévouement r e s t e r a i t inutile... Ne g â t o n s p a s cet h e u r e u x m o m e n t p a r des r e e r e t s qui ne p e u v e n t servir à rien... Ne pensons q u ' à l ' i n s t a n t p r é sent... — V o u s avez raison, r é p o n d i t B r i g i t t e en laissant échapper u n soupir. Ne pensons q u ' a u m o m e n t p r é s e n t d ' a u t a n t p l u s q u ' o n ne p e u t j a m a i s savoir si u n h e u r e u x ;


- 443 — m o m e n t se r e p r o d u i r a jamais... — Est-ce que vous le r e g r e t t e r i e z si le m o m e n t p r é sent ne se r e p r o d u i s a i t plus. 1 i n t e r r o g e a M a t h i e u . Mademoiselle von Sheden ne r é p o n d i t p a s , m a i s ses y e u x e x p r i m a i e n t sa pensée mieux que des paroles n ' a u r a i e n t p û le faire. P r e s q u e m a c h i n a l e m e n t , le j e u n e homm e lui s e r r a la m a i n . — P o u r r i o n s - n o u s nous revoir de t e m p s en t e m p s % ^eprit-il. Elle secoua la t ê t e en u n geste négatif et r é p o n d i t : — H é l a s , n o n !... E t p o u r t a n t cela m e ferait bien plaisir ! M a t h i e u se m o r d i t les lèvres, car il savait bien que B r i g i t t e von Sheden a p p a r t e n a i t à u n a u t r e homme, que cette fleur e n c h a n t e r e s s e n ' é t a i t p a s p o u r lui ! U n e période de silence les isola tous deux d a n s l e u r s m é d i t a t i o n s respectives. I l s c o n t i n u a i e n t leur chemin le long des allées du j a r d i n en se t e n a n t é t r o i t e m e n t p a r le b r a s comme s'ils n ' a v a i e n t plus voulu se séparer. A u n c e r t a i n m o m e n t , la j e u n e fille i n t r o d u i s i t sa m a i n d a n s son m a n c h o n et en r e t i r a u n p e t i t p a q u e t . — J e vous ai a p p o r t é u n p e t i t cadeau, Monsieur Dreyfus, dit-elle... Ce n ' e s t q u ' u n e t o u t e p e t i t e chose pour* srous m o n t r e r m o n i m m e n s e g r a t i t u d e e n v e r s vous... M a t h i e u la r e g a r d a avec u n a i r stupéfait. — U n cadeau... P o u r moi % m u r m u r a - t - i l . — Oui... Acceptez-le de bon cœur comme j e vous l'offre, m o n cher ami... S a n s dire u n mot le frère d'Alfred Dreyfus p r i t le pet i t objet et défit le p a p i e r d é c o u v r a n t le portefeuille de soie que la j e u n e fille a v a i t brodé p o u r lui. I l le contempla longuement, puis il dit : — E t c'est vous qui avez brodé cela, Mademoiselle ? P o u r moi %.


- 444 — Oui... P o u r vous... M a t h i e u s ' e m p a r a de n o u v e a u d ' u n e des m a i n s de Brigitte et la baisa a m o u r e u s e m e n t . — Comment vous remercier p o u r t a n t de gentillesse ? — Que dites-vous là N'est-ce p a s moi qui ai cont r a c t é envers vous u n e d e t t e dont j e ne p o u r r a i j a m a i s m'acquitter S — Non, mademoiselle. Ce que j ' a i fait n ' a été que l'accomplissement d ' u n devoir et vous ne me devez aucune reconnaissance p o u r cela... — De t o u t e façon, ce portefeuille sera u n souvenir p o u r vous r a p p e l e r de moi... P l u s t a r d , q u a n d je ne serai p l u s à P a r i s , q u a n d je... Elle n e . p u t continuer, p a r c e que les l a r m e s étouffaient sa voix. A ce m o m e n t , M a t h i e u se r e t o u r n a d ' u n m o u v e m e n t instinctif, comme p o u r voir si p e r s o n n e ne les r e g a r d a i t . I l a p e r ç u t alors u n h o m m e qui p a r a i s s a i t t r è s s u r e x cité et qui se dirigeait vers eux à g r a n d e s emjambécs. B r i g i t t e se r e t o u r n a aussi et, à son g r a n d étonnem e n t , elle r e c o n n u t F r i t z von S t e t t e n , son fiancé. — Quelle é t r a n g e h a s a r d ! s'exclama l ' A l l e m a n d d ' u n e voix étranglée de fureur. J e ne me serais c e r t a i n e m e n t p a s a t t e n d u à te r e n c o n t r e r ici ! L a nièce du capitaine von S h w a r t z k o p p e n leva les m a i n s en u n geste instinctif de défense. Mais F r i t z fit s e m b l a n t de ne p a s s'en ê t r e a p e r ç u et il p r i t t o u t simplem e n t sous son b r a s le b r a s de B r i g i t t e qu'il e n t r a î n a avec lui a p r è s avoir salué M a t h i e u avec u n e froideur m é p r i sante, en disant : —: J e suis le fiancé de cette demoiselle, Monsieur... E t il voulut s'éloigner avec la j e u n e fille, mais celle-ci résista et s'exclama sur u n ton énergique :


— 445 - Ce m o n s i e u r est M o n s i e u r Mathieu. Dreyfus qui m ' a sauvée d ' u n t r è s g r a n d d a n g e r au péril de sa p r o p r e vie... C'est pourquoi... — A h oui... J ' a i e n t e n d u p a r l e r de cela, M o n s i e u r , r e p r i t F r i t z von S t e t t e n sur u n t o n de s u p é r i o r i t é m é p r i s a n t e . J e profite donc de cette occasion p o u r vous a d r e s ser mes félicitations et m e s remerciements... M a t h i e u ne s'offensa p o i n t du t o n désagréable. s u r , lequel ces m o t s a v a i e n t été prononcés, car il devinait que l ' A l l e m a n d bouillait i n t é r i e u r e m e n t de r a g e et que c ' é t a i t lui, en la circonstance qui se t r o u v a i t d a n s u n e s i t u a t i o n h u m i l i a n t e , d ' a u t a n t p l u s que B r i g i t t e c o n t i n u a i t de r e g a r d e r M a t h i e u avec u n air p l u s affectueux que j a m a i s , ce dont F r i t z ne p o u v a i t m a n q u e r . d e s'apercevoir. Se t o u r n a n t vers sa fiancée, le j e u n e diplomate lui dit d ' u n e voix aigre : — J e suppose que t u as l ' i n t e n t i o n de r e n t r e r à la m a i s o n avec moi % Mademoiselle von Sheden n ' o s a p a s r é p o n d r e p a r u n refus. I n s t i n c t i v e m e n t , elle c o m p r i t que son fiancé a v a i t dû. la suivre d a n s la r u e et e n t r e r d a n s le j a r d i n d e r r i è r e elle p o u r l'espionner. Cola lui c a u s a i t u n s e n t i m e n t de vive i n d i g n a t i o n et elle a v a i t p r e s q u e envie de crier à cet h o m m e qu'elle n ' a i m a i t p a s , quels é t a i e n t ses v é r i t a b l e s s e n t i m e n t s à l'égard de M a t h i e u Dreyfus. Mais elle comprit qu'elle n ' e n a u r a i t p a s le courage. D u reste, quoi qu'elle p û t facilement deviner que M a t h i e u l'aimait, elle était bien obligée de faire s e m b l a n t de l'ignorer, puisqu'il ne lui en a v a i t encore r i e n dit, du moins p a s d ' u n e façon explicite. Ce qui la t o u r m e n t a i t le plus, c'était l'idée qu'elle all a i t devoir q u i t t e r M a t h i e u s a n s lui avoir d o n n é u n nouv e a u rendez-vous p o u r u n e a u t r e fois.


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L e s r e g a r d s qu'elle a d r e s s a i t au j e u n e homme é t a i e n t e m p r e i n t s d ' u n e expression de tristesse indicible. Avec u n geste de douloureuse résignation, sa p e t i t e m a i n se t e n d i t vers son nouvel ami. E n s e n t a n t l'affectueuse pression des doigts de Mathieu, elle e û t comme u n frémissement et u n éclair de p a s s i o n a p p a r u t u n i n s t a n t d a n s ses y e u x . Cela suffit p o u r faire c o m p r e n d r e a u j e u n e h o m m e qu'elle désirait le revoir le p l u s t ô t possible. F r i t z v o n S t e t t e n r e m a r q u a lui aussi ce coup d'œil e t d ' u n e voix u n p e u i m p a t i e n t e il m u r m u r a : — E h bien.. Est-ce que n o u s p a r t o n s % — Oui, allons-nous en r é p o n d i t B r i g i t t e , d ' u n e voix a peine perceptible... E t elle s ' a p p u y a a"u b r a s de son fiancé qui la conduisit avec t a n t de p r é c i p i t a t i o n v e r s la sortie du j a r d i n que Mat h i e u D r e y f u s n ' e u t même p a s le t e m p s de lui a d r e s s e r u n e d e r n i è r e p h r a s e de s a l u t a t i o n s . D e cette façon se t e r m i n a cette e n t r e v u e que les deux j e u n e s gens a v a i e n t a t t e n d u e avec t a n t d ' i m p a t i e n c e dur a n t les j o u r s p r é c é d e n t s . E t n a t u r e l l e m e n t cette m é s a v e n t u r e i n a t t e n d u e ne p o u v a i t avoir d ' a u t r e r é s u l t a t que de h â t e r l'éclosion de la p a s s i o n r é c i p r o q u e qui a v a i t commencé de s'élever d a n s leur cœur et dont l ' i n t e n s i t é s'accroissait de j o u r en jour.


CHAPITRE L X I I I .

AVOUEZ ! L e c o m m a n d a n t du P a t y se p r é s e n t a a u général M e r cier qui l ' a t t e n d a i t clans son cabinet de t r a v a i l . A peine le m i n i s t r e eût-il v u e n t r e r l'officier q u ' i l se p o r t a à sa r e n c o n t r e avec u n e visible i m p a t i e n c e . — E h bien % lui demanda-t-il. Qu'est-ce que le conseil de g u e r r e a décidé en ce qui concerne le pourvoi en révision du capitaine D r e y f u s % ,i» — JJ a été r e j e t é , m o n général... E t , p r e n a n t u n p a p i e r d a n s son portefeuille, le comm a n d a n t le r e m i t a u m i n i s t r e . U n sourire de satisfaction i n t e n s e a p p a r u t s u r les lèvres d u général Mercier. — Bien... T r è s bien ! fit-il. M a i n t e n a n t , t o u t e s les formalités exigées p a r la loi ont été accomplies... P e r sonne n ' a u r a le droit de n o u s r e p r o c h e r d'avoir procédé d ' u n e façon a r b i t r a i r e . L e c o m m a n d a n t h a u s s a les épaules. — Auriez-vous quel qu'objection à formuler lui dem a n d a le m i n i s t r e en fixant s u r lui u n r e g a r d i n t e r r o g a teur. — Non, m o n général... I l n e s ' a g i t p a s à p r o p r e m e n t p a r l e r d'objections, fit-il. Mais je crains que t ô t ou t a r d


—448— cette affaire là va encore n o u s a t t i r e r des ennuis... L e général Mercier fronça les sourcils. — P o u r q u o i ?... J e vous p r i e de bien vouloir m ' e x p l i q u e r clairement v o t r e pensée, c o m m a n d a n t du P a t y , ordonna-t-il s u r u n t o n assez sévère. • — P a r c e q u ' i l est de t o u t e évidence que les m e m b r e s de la famille de Dreyfus n ' o n t p a s à se r é s i g n e r à a c c e p t e r la sentence qui a été prononcée... I l ne f a u t p a s oublier que les Dreyfus sont t r è s riches et q u ' a v e c beaucoup d ' a r g e n t on p e u t faire bien des choses, même des miracles quelquefois... — Cela est vrai... Mais croyez-vous v r a i m e n t que... L e m i n i s t r e n e crut pas nécessaire de t e r m i n e r sa p h r a s e p a r c e qu'il savait bien que d u P a t y le c o m p r e n a i t parfaitement. — I l est hors de doute que nous avons procédé exact e m e n t connue il le fallait r e p r i t le c o m m a n d a n t . N é a n moins, l'on ne p e u t p a s nier, n o n plus que les p r é s o m p t i o n s s u r lesquelles l ' a c c u s a t i o n et,la c o n d a m n a t i o n o n t é t é basées étaient faibles, t r è s faibles... A u j o u r d ' h u i , le p e u p l e est avec nous, mais rien ne d é m o n t r e d ' u n e façon c e r t a i n e qu'il en sera toujours de même... Si la,presse cpn-r t i n u e encore longtemps de s'oç.cu|>cr de l'af l'ai re, il finira bien p a r y avoir des gens t r o p précipitées... Ht de t o u t cela, m o n général, il p o u r r a i t • résulter- des complications qui n ' a u r a i e n t rien de réjouissant pour nous... • L e ministre avait écouté ee petit discours avec u n e grande attention. P u i s il se m i t à se p r o m e n e r à t r a v e r s la vaste pièce avec u n a i r pensif et préoccupé. A u bout de quelques m i n u t e s il s'arrêta d e v a n t le c o m m a n d a n t et lui dit : —. II.est bien possible que vous ayez raison... Aussi suis-je d'avis qu'il faut faire absolument t o u t le possible


Le calvaire d'un innocent ; n° 14