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Escola Básica de Frei João de Vila do Conde Ano II ­ N.º 3 Abril de 2015 Preço: 0,50€

Jornal do Frei

O Dia da Cidade marca a inauguração da Escola

Vai onde te leva o coração

As emoções estiveram No dia 26 de março a Escola Básica de Frei João de na escola no dia de S. Valentim. Vila do Conde foi oficialmente inaugurada.

Dia da Ciência na Escola Básica de Frei João

No dia 13 de fevereiro o Departamento de Matemática e Ciências Sociais encheu a A companhia Inglesa proporcionou uma peça de teatro em escola de atividades. 110% Inglês. O Jornal do Frei "esteve à conversa" com os atores.

Em Inglês ­ Clever Pants

Pelos rumos da Rosa dos Ventos

E ainda..."Mais alunos premiados na Escola Frei João"... mais Entrevistas Ficha Técnica: Jornal Escolar «Jornal do Frei» Coordenação: Ana Peres e Lídia Sanches Mota Colaboradores: elementos da comunidade escolar que participaram com os artigos Propriedade: Agrupamento de Escolas de Frei João de Vila do Conde


Editorial António Ventura, Diretor do Agrupamento de Escolas Frei João de Vila do Conde Os valores são provavelmente o elemento mais estruturante de qualquer organização social, estejamos a falar de um continente, de um país ou de uma qualquer entidade coletiva.

Mas, e aqueles valores eternos e absolutos? Tendo para mim que eternos e absolutos são para cada um os momentos que guarda em si, poderemos, de facto (mas sempre com salvaguardas culturais ou civilizacionais), falar de valores, de princípios mais gerais, um pouco, se quisermos, os que Mesmo ao nível subjazem à maioria de todos os individual, é indiscutível que outros. a identidade de cada um de nós é marcada pelos valores E a Escola, e os valores na de defendemos, isto é por Escola? E que valores? E deve a aquilo a que cada um de nós Escola difundir, incutir valores? dá valor. Na lógica do que escrevi, e A “crise” dos valores não querendo alimentar esta que é, talvez, uma das maiores será sempre uma complicada e angústias que perpassa delicada discussão, direi que, pela todas as gerações. “Este sua especial idiossincrasia, é mundo está perdido!”, “Já impossível à Escola não os ter, os não há princípios e valores praticar, os vivenciar. Aliás, o como no nosso tempo!” são nosso Projeto Educativo fala deles, expressões que não raro de alguns deles. ouvimos, num queixume cada vez mais forte e Então, a que deve a Escola repetido por força de uma dar valor? Sem dúvida à sua maior sociedade cada vez mais riqueza que é a massa humana acelerada, em que tudo que todos os dias lhe dá vida, que muda mais depressa e em é, em todos os momentos, o seu que, por isso, aquilo que era princípio e fim último, associando parece ter deixado de ser, esta à sua missão maior de ajudar embora, num olhar mais a crescer, de formar, de construir. cuidado, a maior parte das vezes passe a ser de forma diferente.

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E se muitos valores terão que fazer parte desta vida em Escola, não terei grandes dúvidas em afirmar que aquele que terá que ser o começo, o alicerce de todos, aquele que deverá ser o ar que a Escola respira chama­se liberdade, no mais amplo, responsável e abrangente sentido do termo. Uma liberdade que signifique horizonte, vontade, querer, objetivos, sonhos, uma liberdade de cada um que, antes de mais e essencialmente, conviva no dia­a­dia com a liberdade do outro. Se for este ar­ liberdade que cada um e todos nesta organização respira, então seremos, de certeza, cada vez mais Escola.

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EU ACHO QUE...

Ambiente ­ Como agimos? Tiago Capela, 7ºA O ambiente tem sido frequentemente desrespeitado pelo Ser Humano. Esse desrespeito não só prejudica a natureza como prejudica a própria Humanidade. Por vezes, sem sequer nos apercebermo, estamos a destruir a natureza, por exemplo, quando deitamos uma pastilha elástica ao chão, quando não separamos os resíduos, quando se abandonam ou maltratam os animais e até quando tomamos banhos de imersão. Estas atitudes devem ser corrigidas, assim, se separarmos devidamente o lixo, não desperdiçarmos a água e se tivermos um espírito de preservação e conservação do ambiente podemos tornar o nosso planeta mais verde, limpo e agradável para a própria vida humana. Há muitas formas de prejudicar o ambiente mas também de o salvar.

Recentemente, algumas pessoas têm criado e aderido a associações e projetos dinamizados em prol do ambiente e esse espírito inovador deve ser apoiado e adquirido por cada um de nós.

O que é a Quercus? A Quercus é uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA) portuguesa que foi fundada a 31 de outubro de 1985. É uma associação independente, sem fins lucrativo, constituída por cidadãos que se juntaram pelo mesmo interesse: a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais e a Defesa do Ambiente. O nome da associação provém pelo facto de a palavra “Quercus” ser a designação atribuída, em latim, a árvores características dos ecossistemas florestais que cobriam o nosso país. Ao longo dos anos, a Quercus tem vindo a ocupar na sociedade portuguesa um lugar simultaneamente irreverente e construtivo na defesa das múltiplas causas da natureza e do ambiente.

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A associação tem 18 Núcleos Regionais espalhados um pouco por todo o país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira. No nosso distrito (o Porto) acompanham a realidade ambiental e realizam atividades de sensibilização por todo o país. Uma das suas atividades mais recentes foi uma marcha pelo Lince Ibérico; realizada em Vila do Conde, e poucos meses depois foi feita a reintrodução do Lince em Portugal. Em 2015 completa os seus 30 anos de proteção do ambiente.

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“Hino Eco­ escolas” O mundo é o nosso lar P’ra amar e usufruir Devemos o estimar Não vamos poluir. Boas práticas ecológicas Sinónimo de evolução Abraça este projeto É por uma boa razão. Se queremos ajudar Vamos lá contribuir Nós estamos nesta onda Eco­escolas sempre abrir.

A natureza saudável Nós queremos desfrutar O Eco­escolas amável O natural quer preservar.

O mundo é o nosso lar P’ra amar e usufruir Devemos o estimar Não vamos poluir.

São gestos simples, apenas Que marcam a nossa ação Separar para reciclar Dizer não! À poluição.

Boas práticas ecológicas Sinónimo de evolução Abraça este projeto É por uma boa razão.

No respetivo ecoponto Colocamos os resíduos Não atiramos p’ro chão Somos uns bons indivíduos

Se queremos ajudar Vamos lá contribuir Nós estamos nesta onda Eco­escolas sempre abrir.

Salvar o planeta É uma tarefa urgente Do mais novo ao mais velho Diz respeito a toda a gente. Eco­escolas é viver Estamos sempre a aprender “Hino Eco­escolas” Não poluir é essencial Para um ambiente Natural. Raios ultravioleta Deixam tudo alucinado Diz Romeu a Julieta O aquecimento global Cuidado com o bronzeado! Faz a maré aumentar Já resta pouca areia A natureza saudável Para na praia jogar Nós queremos desfrutar O Eco­escolas amável E quando o calor aperta O natural quer preservar. Apetece­me mergulhar Mas se o mar está poluído São gestos simples, apenas Fico cão a salivar Que marcam a nossa ação Separar para reciclar Raios ultravioleta Dizer não! À poluição. Deixam tudo alucinado Diz Romeu a Julieta Cuidado com o bronzeado! No respetivo ecoponto Colocamos os resíduos Não atiramos p’ro chão Salvar o planeta Somos uns bons indivíduos É uma tarefa urgente Do mais novo ao mais velho Para saberes mais sobre o Diz respeito a toda a gente.

o Blog

Eco­escolas é viver Estamos sempre a aprender Não poluir é essencial Para um ambiente Natural. O aquecimento global Faz a maré aumentar Já resta pouca areia Para na praia jogar E quando o calor aperta Apetece­me mergulhar Mas se o mar está poluído Fico cão a salivar

A conceção deste hino, letra e música, foi um trabalho da turma H, 6.º ano de escolaridade, e do seu diretor de turma, professor Rui Fernandes.

EcoEscolas consulta

http://ecoescolasfreijoao.blogspot.pt/

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Estive a pensar

Eu acho que… Cláudia Martins, Assistente Técnica na Escola Frei João Neuropsicóloga Clínica ­ Centro Clínico Humana Mente

A vivência em sociedade não permite o desrespeito por nós mesmos e pelo outro, assim devemos viver em sintonia com tudo o que nos rege. Mas o que significa viver em sociedade? Já se questionaram? Já tentaram perceber o que é realmente uma sociedade, como é constituída, de que forma a sociedade nos vê, como a percecionamos e como nos integramos na mesma? O que exige ela de nós e nós dela? Devemos exigir? Será que existe uma consonância entre ambos? Todo o individuo tem uma essência e, por vezes, tentamos guerrear com ela. O facto é que, assim sendo, a mesma não progride, muito pelo contrário, vai levar­nos a um caminho no qual todos vivem em função das ilusões que o mundo oferece. Deixámo­nos persuadir pelo fascínio de uma beleza irracional, em vez de nos “despirmos “ de preconceitos, de rótulos, de críticas e de mentes confusas e de nos “vestirmos” com a nobreza dos valores, dos ideais que uma sociedade tanto anseia. Vejamos a sociedade em outro ângulo, num ângulo em que existe uma mudança de 180º, o que acham que aconteceria? Será que as questões que inicialmente coloquei teriam a mesma resposta? A mudança compete a cada um de nós, somos seres individuais, autónomos e responsáveis pelas nossas atitudes e atos, no relacionamento e adaptação com o coletivo. Assim sendo, eu também acho que… A nobreza dos nossos atos acontece quando nos respeitamos. Os nossos pensamentos devem ser nobres, as nossas atitudes devem estar em conformidade com o pensamento e, por conseguinte, com as ações. Se nós não educarmos a nossa forma de estar e de ser perante nós próprios e, depois, perante uma sociedade, a nobreza dos nossos atos não atinge o que toda ou quase toda uma sociedade anseia… … que é a liberdade de voar, sem sair do mesmo lugar.

Quando muitas pessoas têm um determinado comportamento não significa que estejam a agir bem. A vulgariação de algumas ações pode levar à ideia de que essas serão a norma e que as deveremos adotar. Transposto para algumas situações do dia a dia poderemos enunciar: desrespeitar uma fila; atravessar fora da passadeira, entre outras. Sou professora, na sala de aula vou­me debatendo com algumas situações que "parecendo difícieis, não são nada fáceis". Hoje quando preparo uma aula, para além de pensar nos conteúdos que vou abordar, em como os vou apresentar aos alunos, de que forma torná­los mais interessantes e que recursos utilizar, tenho que considerar um conjunto de formas de reduzir a indisciplina. A indisciplina na sala de aula é um tema recorrente. A entrada na sala de aula deveria ser simples: entrar, sentar, preparar o material da aula e inciar o trabalho. Durante a aula deveria ser simples, ouvir, falar na sua vez, fazer os registos e as atividades propostas e, muito importante, esclarecer dúvidas. O final da aula deveria ser simples, seguir a indicação de arrumar o material, verificar que o lugar está limpo, ouvir a indicação de saída e, tempo livre. Mas a realidade não é simples.

Lídia Sanches Mota, professora de Geografia

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JORNALISTA POR UM DIA

À conversa com o autor do Diudinho

Afonso Mendes voltou a ser o nosso "jornalista por um dia" e entrevistou o escritor Hugo Direito Dias. Durante a "Semana da Leitura" dinamizada na Biblioteca Valter Hugo Mãe, entre os dias 16 e 20 de março, uma das atividades propostas foi uma apresentação do autor do Diudinho.

Boa tarde, o meu nome é Afonso Mendes e gostaria de entrevista­lo para o nosso Jornal Escolar. Pode responder a algumas questões e deixar­nos assim, conhecer mais um pouco do seu trabalho! Afonso. Onde infância?

passou

a

Hugo: Hum. Não! Apenas autores como Sophia de Mello Breyner, Alice Vieira; Ilse Losa… Afonso. Esta foi a profissão que sempre quis seguir?

sua

Hugo: Passeia­a em Braga, entre o campo e a cidade. Gostava muito de subira às árvores de roubar uvas das videiras dos vizinhos. Nunca gostei de jogar à bola, mas adorava fazer teatros e escrever histórias.

Hugo: Não! Sempre quis ser professor de Ciências. E sou! Mas depois de conhecer o Diudinho, através da Adriana (a outra autora dos livros), apaixonei­me e quando o começamos a escrever não conseguimos parar.

Afonso: Há familiares que o Afonso. Como se inspirou tenham influenciado no seu para escrever o seu livro Diudinho? percurso enquanto escritor?

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Hugo: Essencialmente nos nossos alunos, que ajudaram com a sua imaginação. Depois, como fazemos teatro, estamos sempre a inventar personagens novos e isso ajuda muito a inseri­los na história do Diudinho.

Os livros

Afonso: Há quantos anos se dedica a escrita? Hugo: Há 10 anos (foi quando começamos a escrever o Diudinho) Afonso: Quanto tempo demorou a escrever o seu primeiro livro? E o segundo? Hugo: O 1º e o 2º demoramos mais ou menos dois meses cada um. Já o terceiro demorou mais de seis meses. E quando o publicamos, reescrevemos muitas partes porque de há dez anos para cá já nos surgiram muitas mais ideias que achamos mais interessantes. Afonso Mendes, 6º F

O Protagonista Diudinho é o protagonista de uma coleção de livros de aventura, escritos por Adriana Moreira e Hugo Direito Dias. Com o tamanho do tamanho do dedo mindinho leva, juntamente com Duarte e os autores, o Leitor a transformar­se em autor e personagem. in https://www.facebook.com/pages/Diudinho­o­ Duende/609260079116725?sk=info&tab=page_info

Imperdível. Biblioteca Valter Hugo Mãe Na Biblioteca da Valter Hugo Mãe as atividades são imperdíveis. Apresentação de livros de diferentes autores e atores de teatro à conversa com os alunos. Na biblioteca decorre ainda a famosíssima atividade "Newton gostava de ler!", exposições e muito mais: leituras tranquilas, animadas, sérias e enriquecedoras; resolução de TPC´s, realização de pesquisas, jogos didáticos; vídeos; requisição de livros para a sala de aula ou para leitura em casa. Aparece!

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Em Inglês ­ Clever Pants

Lisa: I’ve been once before but I was very little and I think it was one of those bowling inclusive, probably in the Algarve, somewhere. It’s my first time actually se­ eing the rest of Portugal. Connor: But we all like it very much. We all agree. It’s peaceful. Bruna: What do you think of our country? Connor: We really like it. We’ve been here for about one month and we had a good opportunity to move around quite a lot and we’ve liked it very much … what we have seen. Lisa: We started in Lisbon and we went to Guimarães, Estoril, Porto and this [Vila do Conde] is our last stop. Then we get back to Spain for about a month and we’ll be back to Portugal again. Jack: Lisbon, Guimarães, Estoril, Porto and then ... yeah, this is our last stop. Connor: We found Portu­ guese people very accom­ modating, very friendly. We’ve met some great peo­ ple. Lisa: And great food!

Bruna:Good morning and Jack: I think it was about 6 when I welcome to our school! did my first show. Lisa: I started dancing … I did bal­ Bruna:Your Theatre Com­ let when I was about 3 … very pany has a funny name young. “Clever Pants”. Why this Jack: I couldn’t do anything else. name? (laugh) Connor: “Clever Pants” is a Lisa: That’s not true! … What’s the word? … a Jack: I enjoyed it. It was probably colloquialism. It means … the only thing at school I had a you’d call a “clever pants” or passion for and I wasn’t the most a “smarty pants” if they we­ academic of children so … re being facetious; if they Connor: I find it one of the best are trying to be smart or ways to express yourself and to funny or witty, something li­ communicate ideas and concepts, ke that, “OK clever pants”. things like this. So that’s why I Bruna: It’s an expression. think are fitter for me, one of the Connor: Yeah, an expressi­ best means of expression, expres­ on. sionism … Jack: This is not really used Lisa: I just like the lights. I always in England now, but it was. used to act and sing when I was It’s definitely children, chil­ little and acting kind of came out. I Bruna: What message dren say this. just love beams. would you like to leave to Bruna: Why did you choose Bruna:Have you ever been to Por­ our students? to become an actor/ac­ tugal? Lisa: We hope you enjoy the tress? Connor: Good question! I Connor: This is my first time in show and we’re glad you’re learning English and en­ must have been 12 or 13. Portugal. joying it. And hope we’ll be Jack: yeah, me too. seeing you again next year.

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Jack: I’d say:”It’s a great opportunity to learn a lan­ guage because learning a language is not just about learning words and com­ municating. It’s about an entire different way of thin­ king, so they’ve been very lucky because in England we are not encouraged so strongly to learn a second language, so it’s a great opportunity to expand your mind and world view, so stick to it. Bruna: Thank you for the interview.

CLEVER PANTS has over 10 years experience providing interactive English language theatre for audiences of all ages, abilities, backgrounds and hairstyles throughout Spain, Portugal and Italy.

Em Português ­ Clever Pants Bruna:Bom dia e sejam bem­vin­ Jack: Eu gostava. Era pro­ vavelmente a única coisa dos à nossa Escola! pela qual tinha paixão Bruna: A vossa companhia de te­ quando andava na escola e atro tem um nome engraçado eu não era lá muito estudio­ “Clever Pants”. Porquê este no­ so, por isso … Connor: Eu acho que é me? Connor: “Clever Pants” é um … uma das melhores formas Qual é o termo? … um coloquia­ de expressão e de comuni­ lismo. Significa … Chamaria “cle­ cação de ideias, de concei­ ver pants” ou “smartypants” a tos e coisas desse género, alguém que estivesse a ser “sabi­ por isso é que acho que se chão”, brincalhão; a alguém que adequa a mim. É uma das esteja a ser esperto, engraçado melhores formas de ex­ ou espirituoso, alguma coisa des­ pressão, ... se género. “OK clever pants” [sa­ Lisa: Eu gosto das luzes. Sempre atuei e cantei des­ bichão]. de pequena e o teatro aca­ Bruna: É uma expressão. Connor: Sim, é uma forma de ex­ bou por surgir. Adoro as luzes. pressão. Jack: Já não se usa na Inglaterra, mas já se utilizou. É uma expres­ Bruna: Já alguma vez esti­ veram em Portugal? são usada por crianças. Connor: Esta é a primeira Bruna: Porque decidiram ser ato­ vez que estou em Portugal. Jack: Eu também. res? Connor: Boa pergunta! Eu devia Lisa: Eu já estive uma vez numa visita provavelmente ter 12 ou 13 anos. Jack: Acho que dei o meu primei­ algures no Algarve, mas era ro espetáculo quando tinha 6 muito pequena. É a primei­ ra vez que estou a visitar o anos. Lisa: Eu comecei pela dança … resto de Portugal. Fazia ballet quando tinha cerca de Connor: Mas todos gosta­ mos muito do país. É cal­ 3 anos… era muito nova. Jack: Eu não sabia fazer mais na­ mo. da. (risos) Bruna: O que acham do Lisa: Não é verdade! nosso país?

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Connor: Gostamos mesmo de Portugal. Estamos aqui há cerca de um mês e tivemos a oportunidade de visitar vários locais e gostamos imenso do que vimos. Lisa: Começamos em Lisboa e fomos a Guimarães, Esto­ ril, Porto e esta [Vila do Conde] é a nossa última pa­ ragem. Depois regressamos a Espanha onde permane­ ceremos cerca de um mês e depois regressamos a Por­ tugal. Jack: Lisboa, Guimarães, Estoril, Porto and depois ... sim, esta é a nossa última paragem. Connor: Achamos os Portu­ gueses muito acolhedores e amáveis. Conhecemos algu­ mas pessoas espetaculares. Lisa: E a comida é fantásti­ ca!

Bruna: Que mensagem gos­ tariam de deixar aos nossos alunos?

Lisa: Espero que gostem do espe­ táculo e estejam contentes por aprender e a gostar de aprender Inglês. Espero também que nos re­ encontremos no próximo ano. Jack: Eu diria: ”Aprender uma lín­ gua é uma grande oportunidade, pois aprender uma língua não é meramente aprender palavras e comunicar. É uma forma completa­ mente diferente de pensar, por isso têm muita sorte porque em Ingla­ terra não somos muito encorajados a aprender uma segunda língua. É uma excelente oportunidade de alargarem horizontes e a visão do mundo que devem manter. Bruna: Obrigada pela entrevista. Bruna Sousa, 7ºC e Dores Fernandes, professora de Inglês

Os CLEVER PANTS têm mais de dez anos de experiência. Este grupo de atores possibilita um teatro interativo na língua inglesa para qualquer audiência em Espanha, Portugal e Itália.

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https://www.facebook.com/learneng lishteam/photos/a.64098711925378 4.1073741826.146227168729784/9 10684898950670/?type=1&theater

A “Clever Pants” A companhia de teatro Clever Pants é uma companhia de teatro inglesa, muito engraçada! Os atores falam sempre em inglês mas torna­se bastante acessivel a todas as idades. A peça é acompanhada de muita música e dança, o que a torna divertida! A Clever Pants propociona momentos de muita diversão, pois os atores falam não só com palavras, mas tambem com gestos para facilitarem a compreensão de todos os que assistem à peça. Eu adorei e é uma ótima experiência. Recomendo a todos: Clever Pants é para assistir e repetir! Mariana Meireles, 7ºG

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ACONTECE NA ESCOLA Os ossos em ácido ficam frágeis sem o cálcio. Esta experiência serviu para demonstrar que é isso que acontece aos nossos ossos "se não bebermos leite". ou seja, com a falta de cálcio. Lá também podíamos encontrar José Ramos, 8ºF as células eucarióticas e as Na sala de procarióticas. Mas a explicação Ciências fica para a próxima notícia.

Dia 13 de fevereiro foi o Dia da Ciência na Escola Básica de Frei João de Vila do Conde. No Dia das Ciências dirigimo­nos à Feira da Ciência onde assistimos a várias experiências, como por exemplo: Medir a tensão; observar os órgãos de um porco; ver a reação dos ossos em ácido, etc. Medimos a tensão para ver se o nosso ritmo cardíaco estava bom. E não é que estava? Vimos os orgãos do porco para comparar com os orgãos do corpo humano.

O cartoon Matemático foi uma das atividades desenvolvidas nesse dia. Na Biblioteca Valter Hugo Mãe realizou­se a votação dos cartoons, votaram 324 alunos e 27 professores, de acordo com as informações dos docentes do referido departamento. Podem consultar nas tabelas quem foram os vencedores.

Afonso Mendes, 6º F

O Dia da Ciência e o Cartoon Matemático No dia 13 de fevereiro decorreu o Dia da Ciência na Escola Básica de Frei João de Vila do Conde, com várias atividades nos laboratórios, no auditório e na biblioteca. Assim, este ano letivo não foi exceção, houve mais um dia divertido e cheio de oportunidades para os alunos aumentarem os seus conhecimentos, proporcionado pelos docentes do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais.

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Mariana Nogueira, 7ºG

Pelos rumos da Rosa dos Ventos A nossa escola encheu­se de rosas dos ventos no mês de janeiro. No 1º Período, na disciplina de Geografia foi pedido aos alunos do 7º ano que fizessem uma rosa dos ventos, mas só agora no 2º Período é que os trabalhos foram expostos. Alguns desses trabalhos ficaram na biblioteca escolar, enquanto os restantes ficaram dispersos pela escola.

Os trabalhos tinham de ser feitos com materiais recicláveis, mas isso não diminuiu a criatividade dos alunos, aliás, até aumentou. As rosas dos ventos ficaram muito giras e originais. Os alunos usaram os mais diversos tipos de materiais recicláveis. Podiam­se ver rosas dos ventos feitas com anilhas das latas de sumo, com caixas de tinteiros e até com uma roda de bicicleta. Os trabalhos também foram feitos com palhinhas, brilhantes, tecidos, cápsulas de café, fósforos, revistas, caixas de cereais, entre muitos outros. Também não faltou uma grande variedade de tamanhos: uns maiores, outros mais pequenos, mas todos muito muito originais. Assim, a biblioteca e a escola encheram­se de sentidos, todos nos podíamos orientar pelos rumos das rosas dos ventos: Norte (Setentrião); Sul (Meridião), Oeste (Ocidente) e Este (Oriente).

O Dia da Cidade marca a inauguração da Escola No dia 26 de março foi inaugurada a Escola Básica de Frei João de Vila do Conde. A data escolhida corresponde ao Dia da Cidade de Vila do Conde. A cerimónia de inauguração para além dos discursos teve dois momentos musicais proporcionados pelos alunos da escola.

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"Discurso do nosso Diretor" Excelentíssimas autoridades, Sr. Delegado Regional, caros convidados, estimados alunos, docentes e não docentes: É este um momento de primordial simbolismo e importância para a vida da Escola Frei João. Faz exatamente hoje seis anos, curiosamente também uma quinta­feira, que, com grande entusiamo, o Sr. Presidente da Câmara e a Sr.ª Vereadora da Educação me informaram da assinatura do contrato programa assinado com o Governo que permitia à Câmara assumir e avançar com esta obra. Com não menor entusiasmo, no dia seguinte, nos intervalos maiores da manhã e da tarde, de viva voz transmiti a notícia aos docentes que, de há tão esperada, até com aplausos a receberam. Sem dúvida louvável iniciativa da Autarquia, com uma bondade de intenção indiscutível que veio ao encontro dos maiores anseios da comunidade escolar, conjugação que, provavelmente, associada à vontade de fazer muito, bem e depressa, sobredimensionou em todos as expectativas do que se iria levar a cabo.

E, por isso, convém que todos saibam que nem foi possível a obra ser feita como e no tempo em que se queria, nem, certamente, correspondeu àquilo que, de repente, todos queriam que não fosse menos do que um sonho feito realidade. Não nos esqueçamos que o tempo de início desta obra foi já difícil (o programa de recuperação do parque escolar do Ministério estava já em claro marasmo, quase paragem) e os anos seguintes foram o que todos sabemos. Temos que reconhecer que assumir uma empreitada desta dimensão no período em que foi feita, foi o traduzir de um grande querer, mas acima de tudo, um ato de coragem! E, por isso, esta obra foram muitas preocupações, muitos problemas, muitos sacrifícios. A Direção deste Agrupamento, o Sr. Presidente da Câmara de então e a Sr.ª Presidente da Câmara atual, a equipa que com eles diretamente trabalhou, os empreiteiros, enfim nós soubemos o que custou percorrer o caminho que nos trouxe até aqui hoje. Muitos problemas que partilhámos com os docentes e os órgãos da escola, mas muitos outros que, numa postura institucional, tentámos resolver em círculo mais reservado,

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sempre assentes na convicção que o que estávamos a fazer era o melhor para levarmos a bom porto oobjetivo maior de todos – a remodelação da nossa escola. Mas, se, no sentido literal do termo, descermos ao terreno, teremos que indubitavelmente admitir que, numa escola que foi feita de novo sem nunca deixar de funcionar nas próprias instalações, estes sacrifícios foram indiscutivelmente dos nossos professores, dos nossos assistentes operacionais e, claro, dos nossos alunos. As condições em que trabalharam durante cinco longos anos, as limitações de se trabalhar numa escola cinco anos em estaleiro, sem salas de professores, com bares improvisados, sem espaços de recreios, com ruídos de obra, com excessos de frio e calor, todas estas condições, digo, sem margem de dúvida, elevam este ao maior esforço que esta obra exigiu. Não posso deixar de registar aqui uma palavra para a compreensão que sempre sentimos da parte dos pais para estas condições de trabalho da escola e um apoio permanente das associações de pais para a situação.

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Também para os nossos alunos, um sentido apreço pela postura de, sendo tantos, terem conseguido ser pacientes e colaborantes com a situação. Como eu aluno me sentiria estranho numa escola onde durante anos não tivesse recreios ou fosse impedido de trazer uma bola! Aliás, e permitam­me que, sem falsas modéstias, vos manifeste a minha vaidade, o meu orgulho por, mesmo em condições destas, os pais continuarem a querer esta escola para os filhos (a população escolar não desceu) e os resultados continuarem a estar ao nível dos melhores do Concelho e sempre bem acima das médias nacionais. Caros convidados e amigos: Parece­me que, por dever de rigor com os factos, e pela importância de enquadrarmos aquilo que hoje aqui nos traz, por respeito a todos os que viveram este processo e esclarecimento dos que mais de fora o acompanharam, a resenha feita se justifica, mais até, se impunha. No entanto, o dia de hoje não é a chegada, o terminar, o concluir de nada.

Pelo contrário: o dia de hoje, simbolicamente, é, tem de ser, um ponto que se pretende de partida, de viragem, de novas vontades e ambições. Deixei entender há minutos que as múltiplas dificuldades em todo o processo conjugadas com expectativas provavelmente exageradas, poderão ter criado, em alguns, sensações de um certo desencanto. Identificando­o, percebendo­o até, recuso a associação de tal à obra feita, à escola que hoje temos. Esse desencanto sente­se, hoje e há anos, mesmo nas escolas com as melhores condições do país porque é minha convicção que o que o provoca, o que tem tolhido as escolas e os que nelas trabalham são as medidas de quem governa as escolas e a vida das organizações à distância. De que falo? Dos cortes salariais e orçamentais, das carreiras que não existem, do aumento de alunos por turma, das frenéticas e permanentes mudanças do que se quer (ou não se quer) para a educação, do aumento de trabalho para quem se deveria ocupar fundamentalmente em dar aulas, do crescente cutelo do despedimento, etc., etc., etc. Não tenho dúvidas que estas sim, estas serão as questões de fundo que fundamentam e justificam o maior ou menor entusiasmo das pessoas na escola. Desculpem­me que entenda colocar assim a questão, pois, se considerarmos as novas instalações que hoje, simbolicamente, inauguramos, é bom que tenhamos memória e não nos esqueçamos da escola com pré fabricados e sem

acessos cobertos; dos espaços exteriores e de lazer e desporto que os nossos alunos tinham; do “conforto” de acesso às salas de aula e do que estas tinham! Isto para já não falar noutras melhorias da qualidade que conseguimos e que é por todos reconhecida. Caros convidados e amigos: Vou concluir. A Frei João deu resposta a uma necessidade social durante cerca de uma dúzia de anos em Bento de Freitas; procurou adaptar­se aos novos tempos da massificação da educação com umas instalações que duraram cerca de trinta anos; hoje os tempos são outros, as exigências outras e as respostas a dar também outras. Acompanhados com a melhoria das outras condições que há pouco referi, sejamos capazes de transformar a “nova” Frei João no principal elemento catalisador de uma nova fase da ação educativa nesta instituição. Hoje, repito, é dia de grande alegria e satisfação para mim, mas, de certeza, para todos nós! É esta a nossa escola! Será esta a escola! A escola de que queremos orgulharmo­nos cada vez mais! Viva a Frei João! Muito obrigado. António Ventura, O Diretor

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Concurso Interno de leitura – 2.º Ciclo Decorreu, no dia 10 de abril, a prova final de leitura expressiva e de argumentação do Concurso Interno de Leitura destinado a alunos do 2.º ciclo, promovido pela Biblioteca Escolar e pelo subdepartamento de Português. Cinco finalistas de cada ano deram o seu melhor e deixaram orgulhosos os seus professores de Português e o Júri desta fase do concurso. Todos os alunos estão de parabéns pelo excelente desempenho na leitura e pela partilha de opiniões fundamentadas sobre as obras Chocolate à chuva, de Alice Vieira (5.º ano) e O Planeta Branco, de Miguel Sousa Tavares (6.º ano). Alice Azevedo, Professora Bibliotecária

5.º ano 5.ºE 17 5.ºD 5 5.ºF 24

Classificação Maria Angélica Vilas Boas Maricato Eduardo Narciso Rodrigues dos Santos Raquel da Costa Zambujal

6.º ano 6.ºE 5 6.ºB 11 6.ºB 6

Classificação Andreia Patrícia Gavina Gomes Gonçalo da Silva Vila Cova Diogo Neves Oliveira Pimenta

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1.º lugar 2.º lugar 3.º lugar

1.º lugar 2.º lugar 3.º lugar

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Concurso Nacional de Leitura – 3.º Ciclo 21 de abril é o dia da 9.ª final distrital do Concurso Nacional de Leitura, um evento organizado pela Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, e que reunirá todos os alunos de 3.º ciclo e do ensino secundário apurados na fase de escolas. A nossa escola será representada pelas alunas Ana Catarina Santos, do 7.º E, Mariana Meireles, do 7.ºG, e Ana Catarina Gil, do 7.ºJ. Esta iniciativa do Plano Nacional de Leitura tem vindo a promover, com sucesso, a leitura autónoma, tal como prova a grande adesão das escolas de todo o país.

Foto Galeria ­ Concurso Interno de Leitura

Alice Azevedo, Professora Bibliotecária

Tenho Dito Eu leio. Tu lês. Ele lê. Nós crescemos.

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BD e a Internet Segura A comunidade educativa tem como objetivo, entre outros, a promoção de uma utilização mais segura da Internet. Com vista a sensibilizar para uma navegação mais segura na Internet por parte dos seus utilizadores e sobretudo pelo público escolar, as escolas desenvolvem um conjunto de atividades nesse sentido. A Escola Básica de Frei João não é exeção.

Durante a semana dedicada à Segurança na Internet, os alunos do 5.ºD e do 7.ºH, nas aulas de Educação para a Cidadania, desenvolveram sessões de trabalho na Biblioteca Escolar, explorando recursos disponibilizados pelos sítios Web Segura Net e Internet Segura.pt e refletindo sobre temas tão importantes como o Cyberbullying, os riscos dos chats ou a postagem de conteúdos online. Com recurso à ferramenta da Web 2.0 'StoryboardThat', os alunos criaram pranchas de BD ilustrativas das situações de risco na Internet sobre as quais refletiram.

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“VAI ONDE TE LEVA O CORAÇÃO” 13 DE FEVEREIRO

Seguimos o desafio e fomos… Onde chegamos? À nossa escola, envolta num ambiente de romantismo, polvilhada de poesia em forma de dedicatórias, textos, filmes e imagens soltas. À solta deixamos também a imaginação e a criatividade dos nossos alunos e é tão bom vê­los emocionados quando chega o momento de partilhar o que lhes vai na alma. O sorriso tímido, o olhar distante e a voz trémula exteriorizam algumas das sensações arrebatadas que lhes toldam os pensamentos, nem sempre muito claros ou objetivos. Mas não será isso mesmo a definição de “arrebatamento”?

Pretendemos envolver toda a escola e, para tal, criamos o “Mural dos Sentimentos”, onde expusemos as dedicatórias dos nossos alunos nas diversas línguas. Foram palavras como “Gosto de ti”, “Te quiero”, “Je t’aime” e o tão famoso “I love you” que marcaram presença e a diferença. Apesar de terem o mesmo significado, no coração de quem as escreveu terão sentidos bem diferentes, vozes e rostos únicos. Na porta das salas demos voz aos poetas franceses, ingleses, espanhóis e portugueses e, em especial, aos poetas da Frei João.

Recordamos os “Pares Românticos” da História e da Literatura: Romeu e Julieta, Gala e Salvador Dalí, Napoleão e Josefina, Pedro e Inês. Fizemos a viagem de circunavegação em torno aos sentimentos e regressamos com a certeza de que as emoções renascerão, de que os votos se renovarão e de que na nossa Frei João não deixaremos de acreditar… nem de suspirar. Profundos e enlevados suspiros são os votos do Departamento de Línguas. Deixem que a poesia vos (en)leve.

Departamento de Línguas

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El Amor

Joana de Rosa volta à Frei João A artista Joana de Rosa voltou à nossa escola para ilustrar a porta da Biblioteca Escolar. Agora, Valter Hugo Mãe e as suas palavras dão as boas­vindas a todos os utilizadores.

Amor mío, eres la musa de mis sueños… Y te recuerdo con tu pelo Volando con la brisa, Color de caramelo. Supe lo que era el amor Cuando, en una tarde de otoño, Te vi por primera vez. Tus ojos verdosos de calor Recordaban la mar en días de tempestad y yo pensé que eras un sueño. Cuando hablas conmigo No oigo tus palabras… Me imagino volando en las nubes contigo O nadando por entre las aguas. Tú eres la mar y yo el fuego. No sé si me aproximo o si me alejo. Pero sé que no me quiero separar de ti Y compartir el amor contigo hasta viejo. Manuel Peixoto, 8.º A

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Estendais Poéticos Em comemoração do Dia Mundial da Poesia, a Rede de Bibliotecas de Vila do Conde expôs, mais uma vez, na Biblioteca Municipal José Régio, os Estendais Poéticos criados por alunos e professores das escolas do concelho. A nossa escola participou na iniciativa com um trabalho da autoria da professora Graça Maçães, inspirado nas belas palavras de Miguel Torga. Depois do Inverno, morte figurada, A Primavera, uma assunção de flores. A vida Renascida E celebrada Num festival de pétalas e cores.

Ulisses à moda do 6ºH Os alunos da turma do 6ºH, juntamente com os professores de Português, de Educação Musical de Educação Visual e de Educação Tecnológica, decidiram preparar e apresentar uma peça de teatro baseada na obra “Ulisses”, de Maria Alberta Menéres. Esta peça de teatro, intitulada “Ulisses XXI”, é uma versão mais moderna, já que as personagens falam uma linguagem do século XXI e usam tecnologia atual. A representação foi no dia 17 de março no auditório da escola Frei João de Vila do Conde. Assistiram a esta representação quatro turmas do 2º ciclo. No mesmo dia, ao fim da tarde, os alunos apresentaram a peça aos Encarregados de Educação da turma. Todos estavam ansiosos para dar a conhecer o trabalho que tiveram, desde os ensaios, até à elaboração dos adereços, com um destaque particular para o fantástico cavalo de Tróia feito de madeira e cartão. Tiago Flores,6ºH

Miguel Torga

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Mais alunos premiados na nossa Escola Na Escola Frei João os alunos continuam a dar o seu melhor e a ser reconhecidos. Neste caso, referimos­nos a Daniel Luís Budge que foi o autor do poema "Medo do Escuro". O aluno Daniel Luís Budge Oliveira, do 6.ºL, alcançou o segundo lugar no concurso “Faça lá um poema 2015”, promovido pelo Plano Nacional de Leitura. O poema “Medo do escuro”, criado sob orientação da professora de Português Rosa Sousa, representou o nosso Agrupamento na categoria do 2.º ciclo. No Dia Mundial da Poesia, 21 de março, decorreu a cerimónia de entrega de prémios, no Centro Cultural de Belém.

Medo do escuro Tens medo do escuro? É só um muro. Mas o muro tem um furo. Se espreitas pelo furo, encontras o lado seguro. Encontra o furo no teu muro. Daniel Luís Budge Oliveira, 6ºL

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Alterações Climáticas em Vila do Conde O Jornal da Frei integrou um projeto promovido pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto chamado "Clima@EduMedia". Nesse âmbito o jornal está a promover um concurso de cartoons alusivo às alterações climáticas.Todos os alunos do agrupamento podem participar elaborando um cartoon original. O prazo definido para a entrega foi o dia 25 de março. Porém, a equipa do Jornal do Frei reuniu e foi unânime na decisão de alargar o prazo até ao dia 10 de abril. Os finais de período são sempre trabalhosos para todos e assim os potenciais cartoonistas ganham tempo para participar e sensibilizar toda a comunidade para um problema que afeta todos os seres vivos. PARTICIPA!

Regulamento “Concurso Cartoons: Alterações Climáticas”

O “Concurso Cartoons: Alterações Climáticas” é uma iniciativa promovida pela equipa do Jornal do Frei. Este concurso surge no âmbito da participação do Jornal do Frei no projeto Clima@Edumédia, em parceria com a Universidade do Porto. O “Concurso Cartoons: Alterações Climáticas” tem como objetivos: contribuir para que uma comunidade esteja bem informada sobre as mudanças climáticas e, portanto, que seja capaz de fazer escolhas globalmente responsáveis; fomentar a criatividade e a participação dos alunos. Os participantes deverão ser alunos do Agrupamento de Escolas Frei João de Vila de Conde (1.º, 2.º e 3.º ciclos). Os trabalhos devem ser enviados até ao dia 22 de maio de A Equipa do Jornal 2015 para jornaldofrei@freijoao.com. O ficheiro deverá ser enviado em formato de imagem (gif, jpg…). Para saber mais Será atribuído um prémio e um certificado ao melhor trabalho sobre o Projecto de cada um dos escalões: 1.º ciclo; 2.º ciclo e 3.º ciclo. "Clima@EduMedia" O Júri será constituído por 3 elementos e avaliará: Originalidade; Criatividade; Apresentação e Pertinência do Cartoon. pode­se consultar o site: Os trabalhos vencedores e os outros a concurso serão http://sigarra.up.pt/flup/pt/not publicados no próximo número do Jornal do Frei. icias_geral.ver_noticia?p_nr =32362

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O TEMPO PASSA OU PASSA O TEMPO

Descobre 5 diferenças no esboço da paisagem Saber Mais Uma forma de estudar uma paisagem é simplificando­a e elaborando o seu esboço. As paisagens podem ser Naturais ou Humanizadas. O grau da intervenção do Homem é muito variável. A Equipa do Jornal

Esboço elaborado por Carolina Reis, 7H

Sabes quem é?

Na escola formam uma dupla. Descobrem quem são?

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ESTIVE A LER…

" A Esmeralda Partida"

O Livro

Estive a ler " A Esmeralda Partida" de Fernando Campos, obra de vulto numa biblioteca que privilegie a literatura portuguesa. Trata­se de um romance histórico, de razoável rigor , que é enriquecido não só pela abundância e variedade de acontecimentos marcantes desta época, mas também pela presença de um narrador de vulto documental e pessoal , Pêro Vaz de Caminha, que alia a omnipresença à capacidade invulgar de conhecer e analisar factos e homens de modo rigoroso e crítico. A figura invulgar e grandiosa do rei que assinou o Tratado de Tordesilhas , mas que foi também vítima das maiores tragédias familiares e pessoais torna­se aqui o exemplo de aliança entre o mais grandioso e o mais frágil, entre a glória e a derrota que espreitam sempre a figura humana. Ler Fernando de Campos é sempre um prazer. Ler literatura portuguesa, reforça esse prazer... ler uma obra onde se aliam o conhecimento e a beleza do reconto poético, torna­se uma experiência única, daquelas que é forçoso repetir. Convido­te a ler...

O Autor

Ana Campos, professora de Português

Algumas obras de Fernando Campos A Casa do Pó (1986)´ Psichè (1987) O Homem da Máquina de Escrever (1987) O Pesadelo de dEus (1990) A Esmeralda Partida (1995) A Sala das Perguntas (1998) Viagem ao Ponto de Fuga (1999) A Ponte dos Suspiros (2000) ...que o meu pé prende... (2001)

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O Prisioneiro da Torre Velha (2003) O Cavaleiro da Águia (2005) O Lago Azul (2007) A Loja das Duas Esquinas (2009) A Rocha Branca (2011) Ravengar (2012)

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EXPERIMENTA…

O Monstro da Espuma Material: • Bicarbonato de sódio • Corantes alimentares verde e vermelho • Vinagre branco • Detergente líquido da loiça • Garrafa de vidro de Compal Procedimento experimental: 1. Coloca dentro da garrafa um pouco de vinagre e adiciona um pouco de detergente líquido e uma gota de corante alimentar; 2. Agita a garrafa suavemente e coloca­a num tabuleiro; 3. Adiciona uma colher de bicarbonato de sódio bem cheia.

Explicação: Quando se mistura vinagre com bicarbonato de sódio, liberta­se um gás chamado dióxido de carbono. Este cria bolhas no vinagre, que reagem com o detergente líquido, produzindo espuma. A reacção do líquido na garrafa produz tanta espuma que ela acaba por sair da boca da mesma

Saber mais

Descoberto pelo físico e químico escocês Joseph Black, o dióxido de carbono, representado pela fórmula química CO2, é um composto inorgânico pertencente à categoria dos óxidos, gasoso em temperatura ambiente, incolor, inodoro, apolar, linear e solúvel em água. Essa substância também é conhecida como gás carbónico ou, ainda, anidrido carbónico. in http://www.infoescola.com/quimica/dioxido­de­carbono/

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CANTINHO DO AGRUPAMENTO.

Badmínton na Escola

No escalão de iniciados, o melhor classificado neste momento, no Ranking é o aluno João Gomes, do 8ºB. Celeste Dias, Professora de Educação Física

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Orienta-te!

N達o percas o Norte.

Jornal3 (1)  

Jornal escolar do Agrupamento de Escolas Frei João de Vila do Conde.

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