ZINT ⋅ Edição #4: Inumanos

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and who am i? that’s a secreT i’ll never tell // TEXTO

ADAN

// DESIGN

THALES ASSIS

Nota do Editor: Este é um texto onde o autor comenta sua relação com a série, além de apresentar curiosidades sobre a produção e o mundo acerca de Gossip Girl. Não há spoilers escritos no texto, embora haja vídeos relembrando momentos específicos e bombásticos da série.

O

k. Esse segredo a maioria de vocês já sabe qual é (espero). Em 2007, Kristen Bell, a nossa eterna Veronica Mars, emprestou sua voz para narrar uma das séries que marcou a “Era de Ouro” da The CW. Estou falando de Gossip Girl, série criada por Josh Schwartz e Stephenie Savage (responsáveis também pelo hit teen The O.C.), baseada na série literária da escritora Cecily Von Ziegesar. O primeiro episódio foi exibido no dia 17 de setembro de 2007 e narrava a vida de estudantes da escola de elite do Upper East Side, em Nova Iorque. Gossip Girl entrou na minha vida no mesmo ano de seu lançamento. Como a maioria dos meus amigos, tinha uma fascinação por séries e já acompanhava algumas narrativas do canal norte-americano The CW, através dos canais a cabo (ou aberto) brasileiros. Vale lembra que naquela época, o atraso de exibição era muito mais significativo que atualmente. Eu também 28| zint.online

já tinha conhecimento da nossa usual ferramenta de “baixar séries”, e foi com a ajuda de alguns sites que existiam naqueles tempos sombrios de internet de baixíssima qualidade, que me arrisquei a fazer meu primeiro download de série. Eu já sabia da existência de Gossip Girl, e como havia ficado órfão de The O.C. (2003-2007) e Veronica Mars (2004-2007), o envolvimento dos criadores acabou me cativando a seguir essa nova produção, assim como a presença (mesmo que apenas por voz) da própria Kristen Bell. Assisti no Youtube as chamadas dos personagens e me recordo de ter visto uma promo que era apresentada ao som de Something to Believe In do Aqualung; apaixonei-me imediatamente. Não me contive e baixei os três primeiros episódios exibidos até então e não nego: foi amor à primeira assistida. Não foi aquela paixão de se ver na tela, assistir seus dramas ali no roteiro, como eu senti/sinto ao assistir uma outra série do canal (One Tree Hill). Foi o


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