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Ano II - Nº 22 - Gratuita

A aventura da m aterni dade

Especial Mães

Apesar de toda dedicação, riscos, adaptações e mudanças, ter um filho é a completude de ser mulher. E, isso não significa que ele precise sair de sua barriga. Acompanhe essa edição especial em homenagem às mães.

Patrícia Esposito Vizicato A jundiaiense empresária, mãe e esposa em entrevista especial e emocionante para a touché!

Paineiras

Um leque de opções

Moda, beleza, gastronomia e serviços tudo em um único lugar

Gastronomia

Comida precisa ser de verdade

Vista-se como uma parisiense

Dicas de elegância, classe e estilo

Durval

Orlato

Conheça mais sobre a vida deste Jundiaiense

Turquia

A e m o ç ã o d a s mil e u m a n o i te s


Diferentes objetos nas feiras Turcas

www.revistatouche.com.br www.facebook.com/ revistatouche Editora- Chefe: Mônica Tozetto editora@revistatouche.com.br Jornalista responsável: Mônica Tozetto - MTB: 33.120 Coordenação de Marketing: Talitha Souza mkt@revistatouche.com.br Artes e diagramação: Equipe Revista touché! Tiragem: 7.000 exemplares Audiência Média: 26 Mil Pessoas Distribuição: Nas melhores bancas, padarias, salões de beleza, bares, academias, comércios cadastrados e bairros de Jundiaí e Região. Consulte-nos para saber onde tem uma touché! próxima de você! Entre em contato conosco: mkt@revistatouche.com.br atendimento@revistatouche.com.br Endereço: Dino, 202 - Ponte São João- Jundiaí- SP Fone: 11 4587-6499

Adoção como sinônimo de doação

M

uito já foi dito sobre a maternidade. Para alguns, ser mãe é padecer no paraíso. Para outros ser mãe é padecer. Não importa onde. O fato é que diariamente

as mães estão por aí, cuidando, orientando e, naturalmente, amando. Tão próprio da mulher, às vezes o chamado não corresponde à biologia. Surge aí um outro fenômeno tão espontâneo quanto complexo – as mães de coração. A adoção talvez seja um dos atos mais generosos estabelecido entre os homens, pois vai além do sangue que corre em nossas veias e só pode ser compreendido sob a ótica do amor. Não por acaso adoção é uma palavra semanticamente muito próxima de doação. Na revista touché! desse mês, vamos acompanhar um desses casos, onde o amor parece não encontrar limites. Mas ainda há outras grandes atrações nessa touché! que comemora o fato de ampliarmos mais uma vez nosso número de páginas. Reflexo da confiança de nossos anunciantes e credibilidade dos leitores. A Turquia foi o destino de viagem. Há

Revista

Mônica Tozet to, editora editora@revista touche.com.br

ainda dicas de moda, um guia especial de compras e claro as colunas mais prestigiadas da cidade. Por isso não perca tempo e embarque nessa aventura.

Boa leitura

Na touché! tem

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Entrevista com Patrícia Esposito Vizicato

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Os Desejos das mulheres

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Durval Orlato em Entrevista

20

Touché! no Paineiras

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Viagem: Turquia

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Gastronomia: Comida precisa ser de verdade

35

Colunistas exclusivos da touché!


Super Mães

io 13 de Ma ães Dia das M

MÃE A palavra é curta, mas o significado imenso. A paciência parece não ter limites e no coração sempre cabe mais um. Quantas palavras seriam necessárias para expressar toda nossa gratidão? O Laboratório Anchieta analisou, analisou e descobriu que são apenas quatro:

Mãe, eu te amo!

Feliz dia das mães Laboratório

E RESULTADOS D E. EXAMES ON LIN

ANCHIETA

com

www.labanchieta.

G R U P O

1 1

U N I L A B

4 5 2 6 . 1 7 9 7


Gente

touché! Por Mônica Tozetto

de preconr e deve ser livre o m a e d e d u it at criança “Adoção é uma cuidar daquela ra a p cê vo e lh em esco bjeto do suceito. É Deus qu lhe. Não é um o co es te em u q ça ora.” utra foi a genit ou aquela crian o a , eu u so ãe am permercado. E

Os Filhos de Patricia Uma das grandes certezas na vida de Patrícia Esposito Vizicato era a de ser mãe. Vivendo no meio de uma grande família, ansiava pelo dia que seguraria o próprio filho nos braços. Os traçados do destino, como todos sabem, não são delineados como reza nossa imaginação. E, da barriga de Patricia, não pôde sair sua tão sonhada cria. Mas isso não foi problema para ela, porque seu coração sempre foi do tamanho de um trem. E foi dele que saíram as duas crianças que hoje preenchem seus dias e que você vai conhecer nas próximas linhas. 06


P

atrícia e Ivan casaram-se jovens, ambos com 21 anos. Logo depois do SIM, já pensavam nos filhos. Ela queria engravidar sem demora. Sempre foi louca por crianças. O casal descobriu, porém, que a gravidez seria um capítulo complicado. Precisaram optar pela inseminação. A intervenção não teve final feliz e a gestação de trigêmeos foi interrompida aos

Não havia escolhas, exigências de cor ou raça. Seu bebê seria aquele que Deus mandasse

18 dias. Não quiseram mais tentar. O sofrimento tinha sido extremo. Com a ingestão acentuada de hormônios, Patricia chegou a engordar 14 quilos em 45 dias. Como não ter filhos era uma ideia fora de propósito para ela, o casal desengavetou uma antiga brincadeira do namoro, onde diziam que, ao lado dos filhos legítimos, haveria os adotados. Decidiram pular a parte do biológico e, no dia 20 de março de 1995 davam entrada no processo de adoção. Na ficha, respondida com a tinta da alma, Patrícia deixava claro nas entrelinhas que sua ideia era ser mãe, não importava a maneira. E que para ser seu filho não precisaria sair de uma barriga, porque seu coração era ainda maior. Não havia escolhas, exigências de cor ou raça. Seu bebê seria aquele que Deus mandasse e não um objeto que se retira das pra-

teleiras de um supermercado, como deveria ser se nascesse de seu ventre. Ela afirma que teria acolhido a criança mesmo se fosse deficiente. Assim que entregou a ficha assinada nas mãos da assistente social, Patricia declarou-se oficialmente grávida. Sentia desejos e ligava para tia, mãe, avó e amiga a fim de solicitar a satisfação de suas vontades. E não passava um dia sem que telefonasse para os profissionais responsáveis pela adoção, avisando que sim, ela estava lá, pronta e esperando. Sim, ela queria muito um filho. Sim, ela não agüentava mais esperar. E, sim, ela estava até ficando um pouco neurótica. Como prece – e praga – de mãe pega, a gestação não precisou chegar a três meses. A disponibilidade na aceitação tornou o processo mais fácil. Afinal, Deus escolhe o frio conforme o cobertor. E o de Patricia era aconchegante e sem exigências. Quando a assistente social telefonou, tiveram início as dores do parto, traduzidas em perguntas sutis e olhares interrogadores. Elas se encontraram na casa da futura mãe, que, travestida de leoa, abriu guarda-roupas e gavetas, sacando de lá todo o necessário para a chegada do rebento. Não faltava nem a bolsa da maternidade, com chupetas, mamadeiras, o primeiro macacão. Assim que a profissional afirmou que ela teria seu bebê, sentiu-se abençoada.

porta carregados de amor, havia os que vinham apenas por curiosidade. Afinal, que procedência terá essa criança? Será negra? Será normal? A mãe que nasceu com o bebê era do estilo corajosa, mas não super protetora. Patricia nunca foi de cortar a carne em tamanhos milimétricos ou proteger do sol e chuva. Criança pra ela pode andar descalça, brincar com pouca roupa. E ela mimou e amou como qualquer uma que dá a luz um ser desejado. Mas têm que respeitar os pais e ela não tem dúvidas quando é necessário impor limites. Passou por situações difíceis, principalmente em momentos de enfrentar pessoas que não entendiam seu ato. Chegou a precisar responder se havia se arrependido e pensava em devolver a criança. Será que alguma mãe biológica passa por isso?, pensava ela.

A chegada de Ivan Ivan nasceu no dia 8 de maio de 1995 e chegou aos braços da mãe em 13 de junho, dia de Santo Antonio. Tinha 35 dias. No primeiro dia de sua vida com o casal, o menino recebeu visitas até de madrugada. Entre aqueles que entravam pela

Ivan foi crescendo e se mostrando uma criança como qualquer outra. Sempre conviveu com a verdade. No início, de maneira lúdica, Patricia contava que ele

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Gente

touché!

tinha saído do coração. Certa feita, ele comentou com a mãe, muito espantado, o fato de que o coração dela deve ter crescido muito. E, moldando o caráter de seu menino, ela mostrava pessoas grávidas e explicava que ela não tinha ficado daquele jeito.

Chegou a precisar responder se havia se arrependido e pensava em devolver a criança

Mais tarde, o garoto quis conhecer um pouco mais da sua vida. Os pais o levaram, então, até a cidade de onde ele vinha – interior de Minas – e mostraram a ele o hospital em que tinha nascido. Em nenhum momento, porém, ele teve curiosidade em relação à procedência. A mãe ele sabia quem era. Patricia conta que suas indagações terminaram ali. Nunca

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mais ele quis falar sobre a história. Nunca sentiu rejeição ou diferença. Também não se acha especial. É uma criança normal, como qualquer outra que tenha pai e mãe. O que, de fato, ele tem.

Iolly Quando o primeiro filho tinha 10 anos, o casal decidiu por uma outra adoção. Novamente deram entrada no fórum e a mãe começou a se preparar. Enxoval, berço, carrinho. Iolly tinha 47 dias quando chegou e foi um bebê mais difícil. Estava bastante frágil e desnutrida. Já havia sido rejeitada por dois casais. Novamente, quando o telefone tocou e ela ouviu a voz da assistente social, sentiu as dores do parto. Quando Patrícia foi buscar sua filha, levou junto Ivan, para que entendesse como tudo tinha acontecido com ele. Houve um choque inicial quando chegaram e viram a pequena Iolly maltrapilha, com uma chupeta velha. A única vontade da mãe era tirar seu bebê de lá bem rápido. A enfermeira, que estava do lado da menina, afirmava à mãe que haveria

arrependimento. A criança era doente, só chorava. Ocupação o tempo todo. E tinha casquinhas na cabeça. Patrícia pegou a receita que a enfermeira estendia e descobriu que a menina, abaixo do peso – 2,700 kg – sentia fome, porque recebia suprimentos insuficientes. Ivan olhava a irmã um pouco decepcionado, achando-a “feinha”. No primeiro dia, ela dormiu às 22h30. Às 6h30 abriu os olhos e foi colocada no lugar preferido de todos os filhos: no meio da cama dos pais. E ela ria como se sabendo que estava


de pena. Iolly era mulata mesmo, e daí?. Ela é a sua mulata e essa é a única diferença das duas. De resto, são iguais: mesmo jeito de andar, falar e pensar. A menina, hoje com 7 anos, apresenta um déficit de aprendizagem que exige um pouco mais de cuidado, mas é tratável. Está no segundo ano do Ensino Fundamental. É extremamente extrovertida, sociável e amada por todos. Atualmente tem brigado com a balança, porque, devido à sua desnutrição inicial, que exigiu esforços maiores na alimentação, agora precisa emagrecer.

em casa. Sua feição estava transformada. E o irmão, mais feliz, exclamou: “Mãe, ela é linda!”. Uma noite mudou toda a história. Iolly é mulata e foi por ela que Patricia desceu do salto pela primeira vez, quando mostrou o bebê a um cliente muito antigo. Ele olhou a menina, que estava com seis meses e perguntou à feliz mamãe se não tinha uma branca. Naquele dia, ela chorou muito, mas concluiu que a alma era digna

Quando Patrícia foi buscar sua filha, levou junto Ivan, para que entendesse como tudo tinha acontecido com ele

Ivan vai fazer 17 anos, trabalha meio período e estuda Publicidade pela manhã. Patrícia acredita que viver a verdade está sendo essencial para a formação do caráter de seus filhos. É preciso crescer sabendo-se quem é, sabendo o por quê de se estar onde está. É preciso ter certeza de ser amado e que faz parte de uma família. E ela confiou em si própria para encaminhar suas crianças num caminho transparente. Olhando a prole, ela gosta do resultado e gosta também das atitudes tomadas. Através do seu exemplo, pretende mostrar que filho não se escolhe. Aceita. É preciso coração puro e confiança. Afinal de contas, ser feliz é o que importa. E eles são.

O Sentimento de Patricia

“Não tem palavras para explicar a sensação que sentimos. Não tive a dor de um parto, mas as crianças foram desejadas com toda a força do coração. Foi muito emocionante, o amor nasceu naquela hora. Para quem deseja adotar, simplesmente apresentem os documentos necessários e não coloquem obstáculos ou façam escolhas. Quem escolhe o seu filho é Deus e, com certeza, Ele sabe o que enviar para você poder amá-lo e educá-lo, aconselhou.” Patrícia Esposito Vizicato

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Especial Capa touché!

A aventura da maternidade

O

século XXI trouxe muitos dilemas para as mães, que precisaram ser repaginadas. Hoje ela necessita ter alguns super poderes para encarar a vida profissional, os cuidados com a casa, ficar antenada no mundo, ter um relacionamento amoroso, ficar linda e, claro, ainda ser mãe. Mas como o retrocesso parece impossível – seria até gostoso de vez em quando se postar à janela com um bordado à mão enquanto observa seu filho brincando nos seus pés – é melhor encarar a aventura de frente e deixar os dramas de lado. Ao invés de lamentar-se pelos cantos, é melhor colocar a capa de super herói e encarar a nova fase da maternidade. Numa homenagem ao Dia das Mães (que na verdade deveriam ser todos!!!), a revista touché! trouxe algumas dicas para deixar o montante – para não di10

Especial Mães

zer fardo – de tarefas menos pesado. E, uma dica para livrar-se do maior deles: é possível dar atenção, cuidado e carinho aos filhos no cotidiano. Porém, é preciso deixar a culpa de lado. Isso não ajuda, ao contrário, só atrapalha. Investir na qualidade do tempo que passa com os filhos é o conselho dos especialistas. Eles afirmam, inclusive, que muitas mulheres que passam o dia todo com suas crias podem ser muito mais ausentes do que aquelas que ficam um par de horas. Como investir na qualidade do tempo? Mantendo contato com os filhos durante o dia, ligando para saber se está tudo bem e mostrando que se preocupa com o cotidiano deles. Se a criança sentir que é importante, vai entender que, em meio à rotina, muitas vezes maluca, a mãe se preocupa com ela.


Sorriso Bonito

Os atuais implantes dentários são responsáveis por um sorriso mais bonito.

Clinica Dr. Paulo Fernando e Dr Otho Odontologia

Saúde Bucal

Mãe Saudável

para as futuras e atuais mamães

A

importância da saúde bucal para a gestante é fundamental para o recém-nascido. De acordo com o clínico geral e especialista em periodontia, Paulo Fernando de Abreu Oliveira, nessa fase a mulher tem muitas transformações hormonais necessárias à concepção do feto, mas isso também a deixa propensa a fatores bucais negativos. “Podemos citar as gengivites, periodontites e cáries. Não é raro uma gestante apresentar sangramento e inchaço gengival pelo maior acúmulo de tártaro”, explicou. O período gestacional é caracterizado também pelo aumento da acidez bucal e a conseqüente diminuição da freqüência da higienização. “Existe ainda o aumento da ingestão de doces e outras guloseimas”, ressaltou. A atenção para problemas gengivais deve ser extrema, visto que em casos mais avançados onde há a doença periodontal instalada, pode haver disfunções o bastante para causar uma complicaçao durante o parto. Na dúvida, procure um especialista

Cuidados indispensáveis

• Tenha uma alimentação balanceada, escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, use creme dental com baixo teor de flúor e use com freqüência o fio dental. • Assim que receber a confirmação da gravidez, entre em contato com o dentista. Juntos, poderão fazer o planejamento do tratamento preventivo. Caso a gravidez seja planejada, faça todo tratamento dental com antecedência • Mantenha uma boa circulação sanguínea durante os procedimentos odontológicos, elevando as pernas na cadeira do consultório. Principalmente, evite cruzar as pernas durante os procedimentos. • Tenha sempre junto de você um travesseirinho para se posicionar melhor na cadeira • Durante os tratamentos, carregue acessórios como MP3, 4 ou 5, para sua distração. Evite tensões. • A limpeza dental é um procedimento importantíssimo para a gestante. É indolor, não requer anestesia e pode ser realizado em qualquer período da gravidez.

Feito de estrutura fabricada em titânio, o metal é biologicamente aceito pelo organismo. Logo após sua inserção, inicia-se um processo chamado “osseointegração”, que basicamente é a união entre osso e implante, dando resistência suficiente para proporcionar boa estética e função. É possível reabilitar desde um único dente como também todos os dentes da boca com implantes. A técnica permite fixar próteses totais ou dentaduras com poucos implantes. A técnica cirúrgica é previamente planejada com a ajuda de radiografias e tomografias. O paciente passa também por exames sanguíneos e responde a um questionário a fim de traçar seu histórico de saúde. Geralmente, o pós operatório é muito bom. Na Vila Hortolândia, bairro escolhido à dedo pelo Dr. Paulo Fernando e Dr. Otho | CRO-SP 100.141. Endereço: Rua Irma Traudi - 434 Fone: (11) 4581-9460 Em cima da loja Center Dumond, próximo ao Itaú.

Também, uma unidade na Ponte São João. Horário de funcionamento: segunda à sexta das 07h às 20h e aos sábados das 08h às 12h

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Mães, cuidem-se!

Mãe Moderna

A prática de atividades físicas e uma alimentação saudável é essencial para a saúde, assim como a ingestão de, pelo menos, 2 litros de água todos os dias, para limpeza e desintoxicação do organismo. Mas, para ajudar as mamães a ficarem ainda mais bonitas, a Serafina, rede de clínicas especializadas em tratamentos corporais e faciais, dá algumas sugestões que vão melhorar a forma e a auto-estima das mulheres. Com técnicas exclusivas, equipamentos de última geração e profissionais qualificados, o local é garantia de bem-estar. Veja algumas sugestões de tratamento:

No vid ad e! Uma das grandes novidades em tratamento estético atualmente é a Radiofrequência, que promove o rejuvenescimento e induz a produção natural de colágeno e elastina através do calor gerado por suas ondas. Indicado para rugas, flacidez de pele corporal e facial e celulite. A Radiofrequência é especialmente vantajosa no tratamento da flacidez de pele. Os resultados aparecem com rapidez, normalmente visível já nas primeiras sessões. Possui efeitos secundários prolongados de estímulo à síntese de colágeno de forma natural, que pode perdurar por meses. A aplicação pode ser realizada em qualquer tipo de pele e não há necessidade de um período de recuperação após o tratamento.

• Peeling de Cristal/Diamante – Métodos de microdermoabrasão, que promove a renovação da camada superficial da pele. Podem ser usados também no tratamento de sequelas de acne, cicatrizes pós-trauma, sulcos e rugas superficiais e profundas, manchas em geral, estrias e poros dilatados. Apresenta resultados de melhora do tônus e textura da pele já na primeira sessão. O procedimento é simples e a recuperação é rápida, podendo retomar as atividades no mesmo dia.

• Heccus – Terapia combinada de ultrassom de alta potência e corrente estimuladora, não invasiva, que ativa o sistema linfático, atenua a celulite, melhora a flacidez e a textura da pele, define a musculatura e reduz gordura localizada.

de amassamento e deslizamento das mãos sobre a pele, melhora a oxigenação dos tecidos e combate a gordura localizada, celulite e flacidez.

• Lipocavitação: Tratamento não invasivo para redução da gordura localizada. É aconselhado para quem está insatisfeito com uma determinada área do corpo, onde a gordura se acumulou. O procedimento é indolor e traz resultados imediatos na redução das medidas.

Faça uma avaliação gratuita! Endereço: Rua Capitão Cassiano Ricardo de Toledo, Nº 98 Chacara Urbana - Jundiai Telefones: 4521-9863 / 4521-9859 www.esteticaserafina.com.br

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• Massagem Modeladora: Feita com movimentos rápidos e intensos


Sapatos e bolsas

Elas adoram!

N

eutros, clássicos, coloridos. É consenso mundial a paixão que as mulheres guardam por bolsas e sapatos. E a estação que entra é ainda mais charmosa e convidativa. O nobuck (aspecto acamurçado) e outros tecidos dão um toque aconchegante dos sapatos. Modelos fechados, ankle boots, coturnos, ou sapatilhas chegam em tons escuros, muitas vezes trazendo mais de um cor em combinações criativas. As animal prints, aparecem com tudo, especialmente no python. Imitando a pele dessas cobras, sapatos, botas e bolsas exibem estampas extravagantes, mas luxuosas. As mais clássicas podem ficar tranqüilas, porque os scarpins chegam em looks sofisticados, muitos com detalhes

Mãe na moda

aplicados nos calcanhares ou laterais, em combinações cromáticas. Fique atenta também para as peças com referências masculinas, que deixam a mulher extremamente charmosa. Atenção para as botas da estação: os coturnos, que aterrissam mais básicos e casuais, arrematando produções de caráter jovem e despojado. E claro, as clássicas, como as montarias, que não podem faltar. Quanto às bolsas, a novidade desse inverno são as clutch. Elas parecem carteiras, mas tem uma alça pequena que veste a mão. E já conhecidas de outras estações, estão as Baby Bags. Também são pequenas, mas perfeitas e muita charmosas. E os modelos clássicos chegam revisitados pelas cores do inverno, prontas para aquecer seu look.

Conheça a coleção Outuno/ Inverno na nossa loja no Maxi Shopping Jundiaí.

www.luzdalua.com.br Horário de funcionamento: segunda à sexta das 10 h às 22h, aos sábados das 10 h às 22h e aos domingos das 14h às 21h

LUZ DA LUA Maxi Shopping

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Dicas para as mães que gostam de decorar o lar Tendências atuais

N

os estofados, tecido amassados, em tons de marrom e bege. Nos planejados, chapas padrão demolição e, em breve, a chegada de chapas multi coloridas em laca, que irão deixar as cozinhas ainda mais atraentes. Mas sempre, o mais importante, é utilizar cores e materiais que reflitam sua personalidade e gosto. Na Scarlett House você encontra diversas opções para a decoração da sua residência, comércio e até escritório, sempre produtos com ótima qualidade, elegância e modernidade. São produtos exclusivos, de bom gosto, tanto para a mamãe quanto para presentear, além da elegância do espaço Scarlett House que é um dos cartões postais de Jundiaí.

Dicas para cada ambiente • Nas cozinhas: as chapas mais claras dão sensação de amplitude aos ambientes menores, assim como a utilização de vidros e armários superiores de altura menor, sem chegar ao teto. Essa prática não carrega o ambiente, além de deixá-lo mais moderno e leve.

Mãe Tradicional

• Nos quartos: na falta de um closet separado, utilize portas de espelho, que ampliam o ambiente. Lembre-se de deixar sempre ao menos uma parede livre, para não sufocar o espaço. E use sempre uma cama completa. Evite a Box e cabeceira. Além de durar mais, elas têm maior resistência e beleza. • Banheiro: Utilize chão claro e móveis escuros. Fica muito mais elegante. • Home Theater: Uma peça pronto é mais funcional, bonita e barata do que uma planejada. Esconder bem os fios e acomodar os equipamentos é fundamental. • Salas: Observe suas preferências – modernas ou clássicas – e priorize as peças que as reflitam. Uma ou outra peça pode ser utilizada para “quebrar”, mas deve-se sempre preservar uma delas. Outra dica interessante é o tapete: quanto maior, mais aconchegante e uniforme torna o ambiente.

Peças que não podem faltar • Estofado confortável • Bela e clássica poltrona, como a Luís XV • Aparador em madeira • Vaso bonito

Scarlett House - Av. Jundiaí, 1000 Jundiaí - SP | 11 2709-7146 contato@scarletthouse.com.br

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As tendências da estação para os pequenos Os filhos na moda

A temporada de inverno trás temáticas diferenciadas, com tons intensos de vermelho, azul e rosa aplicados em tecidos lisos ou naqueles xadrezes e poás frequentes.

A

loja Canto Encanto está deixando os olhos das mamães e das crianças brilhando com a nova coleção Outono/ Inverno 2012. Com mix de cores fortes e nudes, a coleção vai encantar as mamães e a criançada que gosta de estar sempre na moda. O público infantil feminino vai gostar do tema “Patchwork Princess”, que confere um visual charmoso e inocente às peças. Tons pastéis de azuis e rosas são aqueles mais vistos nessa paleta que reserva espaço variações de turquesas, verdes e os neutros beges e marrons. Para os meninos, a proposta “Hot Shots” sugere as cores mais vibrantes em tons de verde, magenta, cinza, vermelho e azul como opções mais audaciosas para colorir calças,

camisetas, tênis e as peças de caráter mais básico e despojado lançadas para o inverno 2012. Aqui, conforme as imagens revelam, os pontos de cor chegam, especialmente, trabalhados nos detalhes de estampas, recortes e aviamentos que compõem as peças elaboradas a partir dessa temática. E claro que não poderia ficar de fora os gorros, sempre com detalhes modernos e que também são encontrados na Canto Encanto, além dos calçados da moda e da estação que também estão presentes na loja. Sempre antenada na moda e na preocupação com o conforto da garotada, a Canto Encanto sempre traz, nas melhores marcas infantis, a melhor moda para os bebês e crianças.

Dic as da Canto Enc anto para o enxoval do bebê que vai nascer no frio Luvas e Gorros – O tecido deve ser sempre antialérgico. A quantidade mínima recomendada é de três itens. Deve-se lembrar que a luvinha estará sempre na boca assim que o bebê descobrir as próprias mãos. Cobertores – Apesar do frio, a quantidade não muda em relação ao bebê que nasce no calor. Se pequeno, precisará de dois cobertores, no mínimo, sendo um mais leve e outro mais quente. Soft é um dos tecidos recomendados para clima mais frio. Macacão longo – Seu bebê precisará de pelo menos seis peças. O modelo com capuz é o mais indicado, assim como os que são abotoados na frente, porque não agridem a pele dele, além de facilitar na hora de vesti-lo. Bodys de manga longa – Não cus-

ta nada lembrá-la da importância de dar preferência ao algodão, que é antialérgico e quentinho. A quantidade mínima, no tamanho RN/P, é de seis peças. Mais isso varia de acordo com a rotina de secagem de roupas, em sua casa. Calças – Novamente o algodão é o favorito, mas outros tecidos mais quentes, como o plush, também podem ser considerados. Recomenda-se adquirir uma quantidade maior de calças com pé – no mínimo seis –, sem se esquecer de comprar algumas comuns. Sapatinhos – Eles não são só lindos! Também têm a função de manter os pés quentinhos. É sempre bom alertá-la para evitar os exageros. Não se esqueça de incluir, no mínimo, seis meias na lista de compras.

Em breve na Rua do Retiro Rua Abílio Figueiredo 192 Esquina c/ a Avenida 9 de Julho Tel: 4497-1403 www.cantoencanto.com

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Não se renda ao mau humor

Mãe Feliz

Quando o copo de água está pela metade, para você ele está meio vazio ou meio cheio? Preste atenção na sua resposta, porque ela pode definir o nível do seu humor.

O

bordão da hiena Hardy – “Oh, céus! Oh, vida! Oh, azar! Isso não vai dar certo!” – do desenho Lippy e Hardy, foi sucesso entre os anos 1970 e 80. Quem é dessa época ainda costuma repeti-lo para parodiar alguns tipos maus humorados. Andar sob uma nuvem negra não é exclusividade dos personagens de ficção. Todos os dias cruzamos com pessoas que parecem estar sempre com o estado de ânimo alterado. A ciência sabe que uma parcela disso tem a ver com alterações hormonais e com a química do cérebro, mas outra parcela também se relaciona com nosso olhar perante a vida. Muitas vezes, as pessoas abrem mais espaço para o mau humor do que para um sorriso. Sem perceber, se entregam a sensações negativas quando algo dá errado, mesmo que o evento não seja tão importante: uma meia calça que desfiou ou a caneca do café-da-manhã que se espatifou no chão. Para elas, isso já basta para que o dia tenha uma previsão catastrófica. À noite, a sensação é de cansaço, por ter deixado a irritação se instalar. Para combater esse tipo de sentimento, precisamos substituí-lo por outros mais leves, alegres e relaxantes. Devemos ficar atentos ao que leva à irritação e não deixar que se transforme em regra. É preciso se esforçar de verdade e reconhecer o que não vai bem. Tentar rir das pequenas coisas, mesmo que pareça bobo aos olhos dos outros é ma boa saída. Afinal, pensamentos positivos atraem energias positivas. E os negativos...

Dicas básica s para evitar o mau humor

1

Não veja os problemas com maus olhos. Aprenda a sempre tirar um bom proveito deles.

2

Cerque-se, sempre que possível, de pessoas divertidas, eng raçadas e que esbanjem bom humor. 16

Mau humor pode ser contagioso.

3

Exercícios físicos botam par a for a a tensão do dia-a-dia e o estresse. Dance, freqüente uma academia, lute, cor r a, caminhe. Escolha aquilo que te deixe

mais feliz.

4

Reserve sempre um tempo para você, mesmo que tenha marido e filhos.

5

Evite seguir sempre a mesma rotina.


Entrevista touché!

Você é um legítimo filho de Jundiaí. O que mais marcou sua infância na cidade? Durval Orlato - Nasci numa casa na Rua Abolição, com auxílio de uma parteira. Meu pai era barbeiro e minha mãe costureira. Residi até os 21 anos de idade no Jardim Rio Branco e mais tarde, depois de casado, passei a morar na Vila Municipal, onde estou até hoje. Estudei na Escola Pública Cecília Rollenberg, na Vila Rio Branco e joguei futebol na adolescência no Centro Esportivo Pedro Raimundo, neste mesmo bairro. Desde pequeno meus pais me acompanhavam na comunidade católica, na Paróquia de Santa Teresinha. Foi aí que conheci minha esposa, Maria Eugênia. Essa trajetória, ligada à família e às atividades da comunidade, até hoje, marcam muito a minha vida. O que mais mudou na cidade desde então, na sua opinião? Durval - A cidade cresceu e perdeu bastante aquela característica de cidade do interior. Há 30 anos ainda tinha essa característica de cidade de porte médio, muito boa para se viver, tranquila e acolhedora. O crescimento é inevitável, mas não pode ser desplanejado e desorganizado como vem ocorrendo pois, assim, perdemos em qualidade de vida, na tranquilidade e no trânsito carregado, por exemplo.

Durval Orlato: Ele conhece Jundiaí, literalmente, dos pés à cabeça

Como foi sua trajetória profissional até chegar à política e se tornar professor universitário?

Durval – Meu primeiro emprego foi como engraxate no salão de barbeiro do meu pai. Após cursar mecânica geral no Senai, completei o segundo grau Na trajetória de vida, foi de um extremo ao outro: de engra- e depois me formei em Administração na Faculdade xate a deputado federal. Hoje, é professor universitário e Anchieta. Trabalhei como projetista de Produtos vereador. Mas não quer parar por aí... Automobilísticos na Takata-Petri, onde fiquei 19 anos. Lá, comecei como ferramenteiro e saí como coordenador de projetos. Em 2008, terminei de os 48 anos ele ainda é considerado jovem no meio político. Mas, já cursar a pós-graduação em Gestão de Pessoas e fui tem experiência de sobra na vida e na carreira. Filho de pai barbeiro ministrar aulas na Faculdade de Administração na e mãe costureira, Durval Orlato acompanha de perto todas as trans- UniAnchieta, onde sou professor até hoje.

A

formações que Jundiaí sofre ao longo dos anos desde quando teve seu primeiro trabalho como engraxate. Atualmente, ocupa o cargo de vereador pelo PT. É também professor universitário da UniAnchieta. Nascido em uma casa humilde com o auxílio de uma parteira, Orlato viveu sua infância entre as aulas na Escola Cecília Rollemberg e o futebol com os amigos no Centro Esportivo Pedro Raimundo. Pai de três filhos e avô do Guilherme, de seis anos, tem na sua esposa, Maria Eugênia Orlato, a companheira inseparável desde os tempos em que atuaram juntos na Pastoral da Criança. Já trajando seus inconfundíveis suspensórios e sempre sob a inspiraç��o dos mestres Erazê Martinho e Antônio Galdino, ele foi eleito Deputado Federal e exerceu o mandato entre 2003 e 2006. Assim, conquistou o respeito de ministros e estreitou o contato com o então presidente Lula. Trânsito livre que lhe garante até hoje convites para eventos e reuniões com os mais importantes quadros da política nacional. Orlato tem Jundiaí como foco de suas propostas e planeja concluir o atual mandato na Câmara Municipal em ritmo forte de trabalho, disposto a concorrer este ano de igual para igual ao cargo de prefeito da cidade. 18

O que te levou à carreira política e quem mais te inspirou no início? Durval - Em 1994 minha esposa era voluntária da Pastoral da Criança e atendia famílias carentes no núcleo do Jardim Fepasa. Eu a ajudava todos os sábados neste trabalho. Foi aí que vi muitas injustiças e, apoiado pela comunidade, decidi que deveria ser candidato a vereador nas eleições de 1996. Já tinha um bom contato e aprendia muito com o Erazê Martinho e Antonio Galdino (ex-vereadores pelo PT), portanto tive motivação e professores fantásticos. Minha inspiração de perseverança e luta por melhorar a democracia na sociedade veio do expresidente Lula.


Em 2002 o senhor foi eleito deputado federal com uma votação recorde. Como foi a experiência em Brasília? Durval - Quando fui eleito vivi uma experiência singular na capital federal. Era o momento em que o Brasil elegia um metalúrgico e uma das maiores lideranças sociais como Presidente da República. Ajudei, nas comissões temáticas do Congresso Nacional, a defender regras para que o Brasil tivesse uma renovação nas bases de crescimento e de desenvolvimento. Estava lá no surgimento do Programa Universidade Para Todos (ProUni) quando começou a transformação da valorização do mercado interno, com regras claras para maiores investimentos e geração de emprego no Brasil, por exemplo. Aprendi que é possível fazer um bom trabalho pela cidade e pelo País e que os resultados aparecem em longo prazo. Nem sempre é tão rápido como gostaríamos. O senhor ainda tem muito contato com o pessoal que conheceu em Brasília? Durval - Por toda essa trajetória, mantive bom relacionamento com o Lula e com alguns atuais ministros, como o José Eduardo Cardozo, da Justiça (na época também deputado federal), o Gilberto de Carvalho, da Casa Civil, e o Aloizio Mercadante, da Educação. São companheiros de muita fibra e que trabalham muito pelo País.

Ajudei na liberação de recursos do PAC e na implantação dos programas sociais (são 2 mil jundiaienses fazendo faculdade graças aos ProUni). Na minha atuação como vereador, fiz vários projetos de lei e emendas sobre planejamento urbano, segurança pública e meio ambiente dentre outros. Lutei pela aprovação do EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança) para que nossa cidade não cresça mais desordenadamente como estava acontecendo. Continuo na luta, com contatos incessantes, para trazer uma Universidade Pública para a cidade. O senhor é muito convidado a dar palestras. Em quais áreas costuma falar nessas apresentações?

até as eleições? Durval - O PT de forma unânime resolveu indicar meu nome como pré-candidato a prefeito. É uma honra e um desafio que posso assumir, pois com três mandatos de vereador e um de deputado federal, sintome capacitado para assumir este cargo. Daqui até o início das eleições, temos que conversar com muitas lideranças na cidade, preparar as convenções oficiais, as estratégias para a campanha e o nosso plano de governo participativo. Ouço muito as pessoas por onde ando e tenho segurança que juntos poderemos formular algo novo e sustentável para nossa cidade.

Durval - Na comunidade católica, me convidam para falar sobre “a fé cristã e a política”, ou sobre a “doutrina social e o

Juntos poderemos formular algo novo e sustentável para nossa cidade

O que o senhor considera que já fez de mais importante por Jundiaí?

papel do cristão na sociedade”. Noutros lugares, ministro palestras sobre “planejamento estratégico” ou “avaliação da conjuntura política”. Sou entusiasta da maior participação do cidadão nas decisões públicas.

Durval – Quando fui deputado federal fiz mais de R$ 3 milhões em emendas para entidades sociais e para obras na cidade como a construção de unidades de saúde e pavimentação de diversas ruas.

Falando em projetos futuros, já é público que o senhor foi indicado como pré-candidato a prefeito pelo seu partido. No processo natural das coisas, o que deve acontecer daqui

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19


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Foto: Alessandro Rosman

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centenárias em seu centro, marco da sua

local. Possui um mix de lojas variadas de

oticas, presentes, eletrônicos, livrarias entre outras. Seu espaço gourmet abriga excelentes cafés, restaurantes , chocolaterias e a famosa pizzaria do Beja. Para quem procura serviços o shopping tem Correios, Casa de Câmbio, caixas eletrônicos e agências de viagens. O Shopping Paineiras é o shopping da familia jundiaiense, local como poucos onde as crianças correm soltas e os seguranças conhecem boa parte dos clientes pelo nome.

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Especial Turismo

Turquia

A emoção das mil e uma noites

Um país dividido entre os mundos ocidental e oriental, a Turquia oferece um mergulho na história. Rica em montanhas, florestas, lagos, rios, praias e fauna, é um paraíso de belezas naturais.

A

lém disso, passeios deslumbrantes aguardam o turista. Mesquitas, bazares, paisagens de sonho, aventura. Cenários lindos que variam da região do Mar Negro até a costa do Mediterrâneo. Chamam a atenção também os costumes, como o chamamento às orações, que podem ser ouvidos de todos os cantos, cinco vezes por dia. O aroma delicioso dos temperos e dos pratos se misturam aos desenhos de tapetes, únicos e considerados os melhores do mundo. O brilho do ouro, cobiçado pelas mulheres, as pashiminas, os olhos turcos (iguais aos gregos e que eles afirmam serem os criadores).

A capital

Ancara, a capital, é fascinante. A cida-

de, moderna, abriga o Mausoléu do Atatürk, famosíssimo e muito comentado desde o aeroporto internacional de Istambul. Em Ancara, os muçulmanos são mais radicais e quase não se vê mulheres nas ruas. As poucas, estão cobertas. Mas não há com que se preocupar, porque os turcos continuam sendo generosos, simpáticos e acolhedores.

Capadócia

Capadócia quer dizer “Terra dos belos cavalos” e é uma região que já foi habitada há milhares de anos por várias civilizações. Ficou conhecida com Alexandre, o Grande. Chegando à cidade, o cenário muda completamente. Formações rochosas, de vários tamanhos, que se assemelham a cogumelos, são chamadas de “chaminés-defada”. Inclusive, são fontes de inspiração, a

exemplo do desenho “Os Smurfs”. A paisagem da Capadócia foi esculpida por séculos de erupção e são suficientemente macias para permitir que os humanos escavassem e construíssem casas, condomínios e igrejas, hoje transformados em românticos hotéis. Há muito que se fazer no País. Visitar Pamukkalee, o castelo de algodão, com águas naturalmente quentes e que brotam de uma superfície muito branca, de origem calcária, que se confunde com algodão. As ruínas do Éfeso são de antes de Cristo. Acredita-se que foi lá que a Virgem Maria passou seus últimos dias. Lá estão Tróia e sua famosa história, além de um litoral maravilhoso, com águas cristalinas e casas branquinhas incrustadas em suas encostas.

Dicas Especiais Sajotur Comece por Istambul Istambul, a cidade mais conhecida da Turquia, é a única que está presente tanto na Europa quanto na Ásia. Esse equilíbrio imprime uma diferença sutil, uma união de mundos possível. Mesclando o novo e o antigo, Istambul é cosmopolita. Com hotéis sensacionais, restaurantes divinos e vistas de tirar o fôlego, também é um importante centro de negócios. Com 2.500 anos de história, foi a capital dos impérios romano, bizantino e otomano. Nos hábitos, as moças usam lenços e véus, mas não se vê muita burca. Há muito mais homens que mulheres nas ruas. No comércio, eles são praticamente unânimes. As turistas, no entanto, são muito bem tratadas por lá. A maioria das lojas é turca e vendem maravilhas que vão de especiarias a ouro. Mas é possível encontr ar gigantes como Zara, Mac e H&M.

Na luz noturna, a beleza magnífica da Mesquita Azul em Istambul 24


Compras em Istambul Primeiro shopping center do mundo, o Grand Bazaar é enorme e coberto, com arcos, tetos pintados. Parece um labirinto, com aproximadamente 4.000 lojas onde se vende de tudo, desde sapatos em segunda mão até jóias com diamantes. Nos tempos bizantinos já era um ativo centro comercial. Mehmet, o conquistador, mandou construir o atual bazar no século XV. Não deixe de examinar com atenção os artigos que vai comprar e saiba que vale a pena pechinchar. Entre os artigos, estão as famosas tapeçarias, itens em couro, peças de cobre e latão, cerâmicas, luminárias, azulejos e especiarias. Há

Lâmpadas turc as no “Grand Ba zaar “ em Istambul, Tu rquia

também inúmeros cafés e restaurantes. Vale a pena marcar por onde você entrou e anotar algum ponto de referência, porque perder-se por lá não é muito difícil. Ah, e procure ir pela manhã, porque é mais tranqüilo.

As especiarias Uma grande mistura de cores, aromas e sabores a serem descobertas. São frutas secas, iguarias, temperos e chás. Um paraíso para quem gosta de se arriscar na cozinha. É permitido cheirar e apreciar as iguarias, porque os turcos são tranquilos e simpáticos. Oferecem com orgulho seus itens para que os provemos.

r

Não deixe de visita

O Göreme Open Air Museum é patrimônio mundial da UNESCO. Próximo ao centro de Göreme (1,5km) em uma colina, encontram-se dezenas de monastérios, capelas e igrejas do período Bizantino, a maioria dos séculos X, XI e XII. São todas cavadas nas rochas, com abóbodas, altares e colunas bem projetados, exemplos únicos da arquitetura lavrada na rocha e na técnica do afresco. Há lindas ilustrações da vida de Cristo nos tetos e paredes. Grande parte dos afrescos encontra-se com os olhos das figuras raspados, devido ao período de Iconoclastas. Há 11 refeitórios, com mesas e bancos escavados nas rochas.

colorido e A Biblioteca de s Especiarias O Mercado da situado construída em Celsus, tá es e qu o ci 135 dC, na íp eg antiga cidade de Aromáticas de Istambul a Éfeso. XXXL rc tu de da na ci

25


Dicas da Sajotur Quando Ir As melhores épocas são entre abril e maio (primavera), quando Istambul fica coberta de Tulipas. Em setembro e outubro (outono), as temperaturas giram em torno de 15 graus e as atrações estão mais vazias. No verão (junho e julho) é bom para quem curte calor. Os dias são lindos e o sol vai embora bem tarde, por volta das 21h30. Os restaurantes exibem suas mesas na calçada à noite, quando o tempo fica mais fresco. Leve um agasalho leve ou uma pashimina. Agosto fica mais cheio e no inverno é bem frio, chegando a nevar em Istambul.

As aves marinhas observando a silhueta de Istambul

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A beleza das ruínas turcas que atraiem milhares de turistas

Os famosos balões turcos colorindo o céu das cidades

O mar azul atra í milhares de tu e encanta os m ristas oradores das ci dades praianas

Dicas da Editora O comportamento nas mesquitas Para entrar nas mesquitas, é preciso tirar os sapatos, que ficam em saquinhos plásticos até a hora de ir embora. Ir de meias é agradável. As mulheres devem cobrir as cabeças. Tenha sempre uma

pashimina ou lenço na bolsa. Durante as orações, só é permitido ficar dentro quem for muçulmano. Por isso, as portas fecham nestes momentos.

Banho turco Uma tradição, geralmente os banhos turcos podem ser encontrados nos melhores hotéis. O mais famoso é o de Istambul, que funciona desde 1584, com

alas masculina e feminina separadas.

Aventure-se Voar num balão na Capadócia é uma experiência incrível. Além da aventura inusitada – mas segura – é a melhor pedida para admirar a paisagem magnífica. Como o passeio é bem na madrugada, o silêncio se mistura ao aparecimento do sol.

Quem te leva para Turquia? Consulte com a Sajotur pacotes especiais para Turquia e outros destinos. Na Sajotur você tem a garantia de uma viagem tranquila e cheia de diversão. Sajotur, mais de 50 anos trabalhando para você! Agência São João De Turismo Ltda. Rua Vigário J.J.Rodrigues, 860 - Centro - Jundiaí-SP Fone: (11) 4527-3000 | www.sajotur.com.br 27


touché!

Fotos: Douglas Lima

Galeria

Caminhada Para comemorar o Dia da Mulher, o Grupo Sobam organizou uma deliciosa caminhada no Parque da Cidade, com direito a muitos brindes. A touché! estava lá distribuindo a edição passada para os participantes. • Viviana Guyot, Paulo e Mari de Luna • Márcio Degaspare, médico coordenador da Medicina Preventiva, Vinícius de Araújo Santos, educador físico e Mohamed Ramez Abou Abas, médico coordenador da Ginecologia, ao lado do filho.

Galeriatouché!

Tudo o que acontece em Jundiaí e região você vê aqui, na Galeria touché! Lançamento coleção Outono e Inverno A equipe da Madame Mix Jundiaí lança uma charmosa coleção outono-inverno. Na foto, Kátia Luhmann, Marina Gurgel e Juliana Maretti 28

Exposição A exposição “Les Colisses de La Mode” – Os bastidores da moda, com fotos de Bruno Pellerin retratando a alta costura francesa, esteve visitando o Maxi Shopping. Quem perdeu, pode conferir a mostra no Gabinete de Leitura Ruy Barbosa até dia 30 de abril. O evento foi organizado pela Aliança Francesa. Na foto, o casal Mari e Paulo de Luna


Semana da Moda no Paineiras Com uma organização para ninguém botar defeito, quem passou pelo Dia da Moda, realizado no Shopping Paineiras, conferiu o must da estação. • Equipe responsável pelo evento: Ofélia Cardelíquio, Cleide Assunção Peres, Paloma Borin, Raquel Vaz, Monise Radau, Teresa Staeheli, Dani Schiavo, Jayne Cardelíquio e Alessandra Busanelli

História do Comércio O Sincomércio de Jundiaí, sob a presidência de Edison Maltoni, lançou, em março, uma obra que conta um pouco da história do comércio da cidade. Fotos belíssimas e informações curiosas permeiam o material, editado pela Laser Press Comunicação Integrada, pelas mãos da jornalista Mônica Tozetto (foto).

AT!Bazar

Fotos: Douglas Lima

Entre os dias 12 e 15, aconteceu mais uma edição do At! Bazar. Uma união de lojas e marcas trabalhando também em prol da Ateal.

Prêmio O narrador esportivo Milton Leite recebeu o diploma de mérito jornalístico das mãos do vereador Durval Orlato, em concorrida solenidade no Teatro Polytheama.

Erramos Corrigindo nossa última edição, a agência de turismo Rosa Massoti completou, em 2011, 15 anos de grupos de viagem

29


Estilo

touché!

Vista-se como uma parisiense Por Mônica Tozetto

Ines de La Fressange, autora do livro “A parisiense – o guia de estilo de Ines de La Fressange”

N

as deliciosas 233 páginas da publicação, a modelo francesa, que no auge de seus 54 anos continua linda e com a mesma silhueta que exibia nas passarelas da Chanel dos anos 1980, dá

30

conselhos de como se vestir com o encanto das parisienses e sugere um guarda-roupa a partir de apenas sete itens básicos e bons acessórios, que garantem produções práticas e elegantes. Para ela, o estilo natural da parisiense é um “estado de

espírito”. O guia inclui endereços de sua Paris secreta: hotéis, restaurantes, spas, lugares fora do circuito turístico oficial. Ines afirma que descombinar é o grito de guerra da parisiense. “Nada de usar tudo combinadinho”.


Ícone da elegância na França, Ines de La Fressange revela o que aprendeu sobre estilo e beleza durante décadas de experiência na i n d ú s t r i a d a m o d a a t r a v é s d a o b r a r e c é m - l a n ç a d a n o B r a s i l “A p a r i s i e n s e – o g u i a d e e s t i l o d e I n e s d e L a F r e s s a n g e ”. Para quem quer parar no tempo Sobre envelhecimento e beleza, Ines diz: “A parisiense de 20 anos examina a pele todo dia num espelho de aumento. A cinquentona, nunca. Depois de certa idade o conjunto é muito mais importante”. Para ela, talvez esse seja um dos segredos da autoconfiança francesa. Os outros são: tirar sempre a maquiagem antes de dormir, evitar peelings e esfoliações agressivas, visitar com freqüência o dentista (“Um lindo sorriso e belos dentes fazem esquecer todo o restante!”). Tenha também cuidado com o que come e com a maneira como seca os cabelos.

Veja abaixo suas dez melhores ideias, que ela lista a partir da menos arriscada à mais ousada para tornar o visual único.

10 9 8 7

Jeans com sandálias com pedrarias (e não com tênis) Saia-lápis com sapatilhas (e não escarpins) Suéter de paetês com calça masculina (e não com saia)

Colar de brilhantes sobre camisa jeans durante o dia (e não sobre um vestido preto à noite)

6 5 4 3 2 1

Mocassins com short e até com meias (e não com calças sem meias)

Vestido de noite com sandálias supersimples (e não sandálias com pedrarias) Colar de pérolas com uma camiseta moder na (e não com um vestido sem mangas) Vestido de musselina estampada com botas de motociclista bem gastas (e não com sapatilhas novinhas) Smoking com tênis (e não escarpins de mulher fatal) Vestido de noite com bolsa de palha (e não com uma carteira dourada)

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Comida precisa ser

de Verdade Sabedoria e clareza para falar sobre comida tornaram-se marcas registradas do ensaísta americano M i c h a e l Po l l a n . E l e d e f e n d e q u e “co m i d a s s ã o m a i s do que a soma de seus nutrientes, são verdadeiros sistemas com relações complexas entre si.

E

quando se isola um nutriente da comida para ver como funciona, ele não se comporta da mesma maneira que dentro do alimento”. Seguindo essa linha de raciocínio, é preciso restabelecer uma re-

32

lação mais natural e intuitiva com o alimento. Pollan é autor de vários livros sobre o tema. Um deles, Em Defesa da Comida, ficou meses entre os primeiros colocados na lista do jornal americano The New York Times. A obra atual, “Regras da

comida”, é um livreto sucinto e prático, mostrando que comer bem pode ser fácil e prazeroso. O manual estabelece uma série de regras fáceis de memorizar para comer com sabedoria – uma por página – seguida de uma breve explicação quando necessário.


s d e P o ll a n A lg u m a s r e g r a mer? O que devo co 1. Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida. 2. Evite produtos alimentares que contenham ingredientes que nenhum ser humano normal teria na despensa. 3. Evite produtos alimentícios que contenham xarope de milho com alto teor de frutose. 4. Evite alimentos que contenham alguma forma de açúcar (ou adoçante) listada entre os três primeiros ingredientes 5. Evite produtos alimentícios que contenham mais de cinco ingredientes. 6. Evite produtos alimentícios que contenham ingredientes que um aluno do terceiro ano não consiga pronunciar. 7. Evite produtos alimentícios com propaganda de propriedades saudáveis. 8. Evite produtos alimentícios que tenham no nome os termos “light”, “baixo teor de gordura” ou “sem gordura”. 9. Evite alimentos que estejam fingindo ser o que não são. 10. Evite alimentos que você vê anunciados

na televisão. 11. Compre nos corredores ao longo das paredes do supermercado e fique longe do centro. 12. Só coma alimentos que acabarão apodrecendo. 13. Coma alimentos feitos com ingredientes que você pode imaginar crus ou crescendo na natureza. 14. Fuja do supermercado sempre que puder. Compre seus lanches na feira. 15. Só coma alimentos que tenham sido preparados por humanos. 16. Se veio de um vegetal, coma; se foi fabricado, não coma. 17. Não é comida se chegou pela janela de seu carro. 18. Coma principalmente vegetais. Sobretudo folhas. 19. “Comer o que fica em pé numa perna só (cogumelos e vegetais) é melhor que comer o que fica em pé em duas patas (aves), que é melhor que comer o que fica em pé em quatro patas (vacas, porcos e outros mamíferos) 20. Faça refeições coloridas 21. Coma alimentos cultivados em solo saudável 22. Coma alimentos silvestres quando puder 23. Não se esqueça dos peixinhos oleosos. 24. Adoce e salgue sua comida você mesmo.

25. Coma os alimentos doces como você os encontra na natureza 26. “Quanto mais branco o pão, mais depressa você vai para o caixão” 27. Coma todas as besteiras que quiser, desde que você mesmo as cozinhe. 28. Coma mais como os franceses. Ou os japoneses. Ou os italianos. Ou os gregos. 29. Olhe com ceticismo para os alimentos não tradicionais 30. Tome um copo de vinho durante o jantar 31. Pare de comer antes de se sentir satisfeito. 32. Coma quando tiver fome, não quando estiver entediado. Consulte sua barriga. 33. Coma devagar e passe curtindo uma refeição o mesmo tempo que o investido em prepará-la 34. Compre pratos e copos menores 35. Sirva-se de uma boa porção e não repita 36. Restrinja seus lanches a alimentos vegetais não processados 37. Só coma à mesa e tente não comer sozinho. 38. Trate as guloseimas como guloseimas 39. Plante uma horta, se tiver espaço, e uma jardineira na janela, se não tiver 40. Cozinhe 41. Quebre as regras de vez em quando.

O s L iv r o s

d e M ic h a e l P o ll a n Em defesa da comida Autor: Michael Pollan, 2008 Editora: Intrinseca Preço Médio: R$ 24,90

Regras da comida Autor: Michael Pollan, 2010 Editora: Intrinseca Preço Médio: R$ 19,90 33


Dicas da touché!

Trinados ART COUNTRY

O colorido e a beleza dos pássaros invadiram as prateleiras da Art Country. Álbuns de fotos, cadernos de anotação, jogo de jantar com 30 peças e canecas são algumas das sugestões de presentes que trazem belíssimas estampas e designs charmosos.

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Puchero, ou Cassoulet, alternativas para o dia das mães Taste

O tradicional almoço do dia das mães em restaurantes tem se tornado desagradável para muitos, na medida em que esses ambientes ficam cheios, com longas filas de espera e sem locais apropriados para acomodar os que aguardam. Soma-se a tudo isso o fato de, invariavelmente, comparecer muitos familiares, o que requer mesas grandes. A alternativa é fazer o almoço em casa e festejar de forma tranquila.

A

tradição de almoçar em restaurantes no dia das mães se originou na necessidade de evitar que elas passem seu dia na cozinha preparando os alimentos para muitos familiares. Contudo, a oferta de locais não comporta a grande demanda. Para quem pretende fazer o almoço em casa, o desafio é preparar um prato simples, de fácil elaboração, mas que agrade o paladar geral. Levando em conta que será feito pelos homens, já que as mães estarão de “folga”, a sugestão de nossa coluna passa pelo puchero, pelo cocido e pelo cassoulet, que são semelhantes à nossa feijoada, porém mais leves, e combinam bem com o mês de maio, quando as temperaturas começam a baixar. O puchero, ou panela em espanhol, é um prato derivado do cocido e é muito popular na América do Sul (Argentina, Paraguai, Colômbia e Uruguai), além das Fi-

Godofrêdo Sampaio Médico, escritor e aficionado por vinhos, charutos e boa mesa. Membro e ex-presidente da Academia Jundiaiense de Letras. E-mail: bonvivant@ revistatouche.com.br

O Puchero, é preparado com grão de bico, carne bovina, frango, toucinho, bacon, costela suína, batata e hortaliças

lipinas e Espanha. É preparado com grão de bico, carne bovina, frango, toucinho, bacon, costela suína, batata e hortaliças que variam conforme

o paladar local (couve, aipo, acelga, nabo, cenoura, repolho e abóbora), sendo servido com arroz branco ou macarrão (geralmente talharim). A origem do puchero remete aos camponeses espanhóis que faziam grandes quantidades e comiam por vários dias. Na América do Sul se utiliza mais carnes que na Península

O cocido, que deu origem ao puchero

Ibérica, principalmente ossobuco e chouriço, além de alguns ingredientes diferentes como ovo, batata doce e milho. É um prato popular que tem sido incorporado pela classe média e alta, principalmente devido à complexidade de sabores e a praticidade na elaboração. O cocido, que deu origem ao puchero, é o principal prato da Andaluzia, região sul da Espanha, sendo considerado como o mais representativo da culinária de Madrid. Muitos historiadores acreditam que sua origem se deu no século XVII, inicialmente entre as classes mais baixas, porém, na atualidade faz parte dos Nenus dos melhores restaurantes da região. A diferença básica para o puchero é que o cocido utiliza carnes tradicionais da culinária espanhola como jamón, toucinho fresco de porto, osso com tutano e salsicha. O cassoulet é uma espécie de feijoada com feijão branco, supersaboroso e leve, de origem francesa. Utiliza-se o feijão branco seco e carnes, principalmente salsicha, lin-

guiça, carne de porco, pato, perdiz e cordeiro, dependendo de variações locais. Em nosso meio, o pato, a perdiz e o cordeiro geralmente são substituídos por frango. O preparo é semelhante ao da feijoada, porém, a terminação é feita no forno, polvilhado com migalhas de pão de fôrma. É uma especialidade da gastronomia francesa, especialmente das cidades de Castelnaudary, Toulouse e Carcassonne, que disputam a fama de fazer o melhor cassoulet. A forma clássica de servir esses pratos é separando em três porções: uma com o caldo, outra com os grãos, vegetais e legumes, e a terceira com as carnes. Devido ao aspecto encorpado dos três pratos, quem preferir um vinho para acompanhar deve escolher os tintos robustos (Cabernet Sauvignon, Malbec, Tempranillo, Barolo, entre outros), mas você pode combinar também com caipirinha ou cerveja, como no caso

O cassoulet é uma espécie de feijoada com feijão branco, supersaboroso e leve

de nossa feijoada. Existem várias receitas de cada um dos pratos na internet e certamente o interessado encontrará a variedade que mais combine com seu paladar. Agora é só separar a panela, usar a criatividade, convidar os familiares e fazer a festa longe das filas dos restaurantes. 35


Primeiro Tecnologia

André Barros

Bem que tenta fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Mas, de acordo com seus filhos, ele precisa treinar muito ainda.

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E

tomaremos a televisão

screvo ao som de First we take Manhattan, na rouca voz de Joe Cocker, enquanto vejo na tevê imagens céleres de um canal qualquer. Mas não se preocupem, estou atento ao que digo, enquanto testo minha capacidade de ser multifunção. Algo natural nos adolescentes de hoje, mas incompreensível para outras gerações. Uma coisa entretanto me parece certa – a televisão já era. Seu modelo está morto e enterrado. A Globo, quem diria, caminha a passos largos para um colapso. Nem o Big Brother e seus seguidores poderão salvá-la. Claro, sei que não sou o primeiro a decretar a falência deste modelo, com sua falta de interatividade e, para muitos, ausência completa de criatividade. Na verdade, nem acho que a interatividade seja o problema. Às vezes é um saco ter que ficar respondendo a estímulos, esco-

lhendo e tomando decisões. A ociosidade também faz parte do pacote do entretenimento. Acredito que a têve foi vencida pela ampliação da oferta de atividades. Alguns canais morreram antes. O You Tube matou a MTV. Mas o pior, quer dizer, o melhor ainda está por vir. Nos blogs especializados já é dada como certo a entrada da Apple no mercado de televisores inteligentes. Imagino o estrago. Quando a Apple entrou no mercado de tocadores de MP3, faliu as gravadoras de discos. Seu tablet colocou na parede as revistas, jornais e livros, colocando a nocaute as editoras. E sua têve? Quem ela levará para o túmulo? A sala de estar já não é um lugar seguro para os canais, principalmente os abertos. Nela convivem videogames, laptops, tocadores de mp3, dvds e agora a própria tevê será palco de inúmeras outras interações. O software tomou o hardware, e fará o que quiser

com ele. Parafraseando Cocker, primeiro tomaremos a televisão. Depois meus amigos, tudo o que conhecemos será incinerado e virará poeira digital. Mas para os mais apressados em adquirir o fino da tecnologia nem mesmo é preciso esperar os americanos colocarem seu produto nas prateleiras. Coreanos, japoneses e alemães já possuem no mercado aparelhos interativos. Uma boa conexão de internet e um controle na mão já é suficiente para sair surfando pela rede e outras atrações. A proposta de uma têve como centro de entretenimentos deve trazer um caminhão de ofertas para disputar a atenção de quem estiver em sua frente. Locação de filmes, acesso direto ao You Tube, redes sociais integradas com outros aplicativos são apenas os primeiros sintomas dessa nova praga. A vitima, como eu disse, já sabemos quem será.


Em busca da felicidade: doces lembranças da juventude Guardo com carinho lembranças do tempo que morei em uma república de estudantes e atletas na cidade de Rio Claro, quando frequentei como universitário os cursos da UNESP. Além da vida de muito estudo e exigências acadêmicas, estar fora de sua cidade natal e longe da proteção incondicional dos pais, pode ser experiência valorosa.

Viver Bem

Fernando Balbino Graduado em Educação Física pela UNESP de Rio Claro, mestre em Filosofia da Educação pela UNIMEP, doutor em Ciências Sociais pela PUC de São Paulo. viverbem@revistatouche.com.br

F

ui contemplado com esta oportunidade de conviver com pessoas díspares da minha família quanto a valores e costumes. Pode ser maravilhoso observar a vida por outros ângulos. Fora de casa durante longo período, todos buscam constituir novas famílias. Na cumplicidade surgem emoções e experiências inesquecíveis. Como não existe apenas um estilo de vida, apenas diferentes versões para uma mesma história, pude contemplar de perto outras formas de existir e pensar, através dos meus “irmãos de república” e amigos da universidade. Talvez muitos dos leitores tenham passado pela mesma situação ou propiciado a seus filhos esta chance. Evidente que aprontávamos muito. Sem causar prejuízos a ninguém. Éramos jovens e irreverentes. Lembro um dia em especial: quando nos preparávamos para ir à universidade, alguém avisou que havia uma grossa corrente em nosso portão. Não sendo possível sair pela área da casa, fomos obrigados a pular o muro do vizinho, xingando e pensando quem poderia ser o autor daquela “molecagem” ou malvadeza. Descobrimos logo quem havia deixado aquele presente. O sorriso maroto e a alegria incondicional de quase todos os colegas da outra república que ficava no final da nossa rua, local em que éramos obrigados a passar em frente todos os dias, nos deu a certeza que precisávamos. A resposta não tardaria. Demos o troco. No final de semana, quando não havia ninguém na “república adversária”, entramos calmamente pela janela que ficava encostada e chegamos até a caixa de água da casa. Despejamos quilos de corante vermelho que alguém conseguiu. Foram dias em que só se falou disto em nosso grupo. Imagine o susto ao se abrir a torneira naquela casa! Ao encontrarmos os amigos da outra república, na semana seguinte, ninguém disse nada, não ouvimos uma reclamação. Certeza que houve voto de silêncio, como se chamavam os pactos daquele tempo. Não deram o braço a torcer. E nós estávamos vingados. Tudo na maior camaradagem e tranquilidade. Apenas queríamos nos divertir e brincadeiras eram “consentidas” entre nossos grupos. Nos dias de hoje, coisas muito

mais perigosas são aceitas, enquanto brincadeiras sem consequências são execradas e vistas como se fossem as causas de algumas das falências de nossa convivência. Novos tempos. Difíceis para os mais jovens. Lembro-me de outros fatos. Janelas dos quartos que davam para a rua, em sobrados que abrigavam repúblicas, eram verdadeiras arapucas. Todos sabiam destas brincadeiras. Faziam parte da cultura da cidade de Rio Claro, naquele tempo. Qualquer desavisado que tocasse a campainha era recepcionado com um balde de água. Aprendemos a bater palmas do outro lado da calçada ou a tocar a campainha e sair correndo, aguardando em distancia segura o amigo a ser esperado. Em minha república revezávamos para fazer o jantar. Foram inúmeras ocorrências dos “grandes mestres da culinária”. Recordo que em determinada noite de muito frio, alguém fez uma sopa colocando uma quantidade tão absurda de macarrão que a concha ficou enterrada para toda a eternidade naquele bloco de concreto dentro do caldeirão. O jeito foi por tudo no lixo e quebrar o galho com umas bolachas e outras tranqueiras comestíveis que encontramos no armário. Momentos de alegria vividos com amigos são fáceis de resgatar e lembrar. Incrível pensar como quase todo grupo de jovens, com raríssimas exceções, representa um convívio de irreverência, criatividade e um convite à alegria. Lembro-me de coisas que se inventava, das brincadeiras e verborreias que sustentavam boa parte do nosso convívio. Uma gozação levava a outra e assim seguíamos felizes. Fora toda brincadeira, estudávamos muito e sei de amigos que hoje estão em carreiras incríveis nas melhores faculdades do país e do exterior. O brincar não é impeditivo para o sucesso e produtividade. Alguns se tornaram grandes pesquisadores. Jovens tem muita capacidade para criar e precisam de um grupo para trocar ideias. Esforçam-se para estar “dentro”. E evidente que também para estudar, produzir e trabalhar. Existe tempo para tudo. Parece que muitos adultos se esqueceram dos bons tempos de estudantes e seguem criticando generalizadamente todos os jovens. Querem formatar também a

juventude. Ao invés disto, por que não se preocupam com o isolamento a que se propuseram viver? Ou com a vida chata... Ter uma família não significa “estar fechado” para o resto da humanidade. Não brincar, não dar risada, não sair dos trilhos de vez em quando não é saudável. Há muita gente interessante para se conhecer por aí. Como cada adulto zela pela felicidade ou se descuida dela? A partir destas recordações penso que vale refletir sobre o quanto mudamos ao nos tornarmos adultos. São questões a investigar para se entender a lógica desta equação relevante: certamente os inúmeros tratados acerca da afetividade explicam de maneira contumaz todo o processo de amadurecimento, causas e consequências atreladas as mudanças para um “padrão adulto” de entender o mundo. Em nome da produtividade e em atenção a pressão da vida “séria” nos tornamos sisudos. E quase que invejando a alegria juvenil, vejo adultos insistindo em “chamar os jovens para a realidade”. De qual realidade estão se referindo? Evidente que a vida adulta tem responsabilidades e qualidades. E todo jovem que vive de maneira saudável também deve ter compromissos. Por outro lado não devemos esquecemos lições importantes dos tempos vividos na adolescência e juventude. O jovem se diverte com pouco. Parece que guarda seus problemas em alguma gaveta mágica que o permite seguir feliz. Isto deveria ser um aprendizado. Esquecemos o poder inerente a se pertencer a um grupo, ao qual possamos estimular e ser estimulados. Deixamos de investir na diversão atrelada as coisas pequenas. Ao se constituir família parece que a regra é não ter mais tempo para outros grupos ou amigos. O universo de trocas de ideias, pensamentos e sentimentos fica restrito desta forma. Não devemos viver atrelados somente a produtividade. Leia sobre o personagem Fauto, do grande filosofo Goethe e avalie com calma os valores desta sociedade. Assista o filme Sob o sol da Toscana e veja como a família, para muitos, pode ser uma escolha entre aqueles que elegemos como as pessoas que mais nos interessam. Felicidades e mantenha seu espírito jovem! 37



Revista touché! Abril/Maio 2012