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Pará+ 139

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Presidente do TCE espera levar capacitação para todo território estadual

“estivemos em Bragança, Santarém, Marabá e agora o Marajó, a partir de Breves, onde reunimos representantes de 17 municípios, que deslocaram prefeitos, vice-prefeitos, secretários, vereadores e muitos outros participantes para receber orientação e esclarecimentos do TCE e dos seus parceiros institucionais. Também reconhecemos e agradecemos o apoio das autoridades e de todos os representantes das demais instituições públicas, que são fundamentais para o sucesso destes encontros”, reconheceu. O presidente do TCE assegurou a continuidade do projeto. “O Programa de Interiorização deve continuar em outras cidades importantes, levando orientação a todo o Pará. Assim cumpriremos a nossa competência constitucional de orientar todos aqueles que recebem recursos estaduais”, encerrou o conselheiro Cipriano Sabino. “Estou convencido que o Programa de Interiorização do TCE-PA se constitui, atualmente, no melhor de todos os eventos que realizamos. Através dele podemos conhecer a verdadeira realidade de cada município paraense. É um caminho sem volta. Vamos continuar indo ao encontro dos paraenses que atuam na área pública, bem como daqueles que recebem recursos estaduais. Queremos aperfeiçoar o sistema de controle externo, fazer fiscalizações em tempo real, consolidar o controle interno na administração pública e estimular o controle social. Este último, que emana da sociedade. Ma para tanto, é necessário que o cidadão esteja bem informado, fiscalizando e quando necessário, denunciando qualquer irregularidade na gestão pública”, afirmou o vice -presidente do TCE, conselheiro Luís Cunha. As avaliações dos conselheiros Cipriano Sabino e Luís Cunha se assemelham a dos demais conselheiros do TCE. Para o coordenador de mais esta edição do evento, conselheiro André Dias, outro aspecto fundamental do programa é que ele se destina àqueles jurisdicionados do TCE que atuam de boa fé. Estes, segundo Dias, podem até errar na hora da prestação de contas, mas o fazem, muitas vezes, por falta de conhecimento ou orientação. “Para aqueles gestores que www.paramais.com.br

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atuam de forma mal intencionada, o TCE atua com os rigores da lei, de modo que eles pensem que a impunidade irá beneficiá-los”, advertiu. A conselheira Lourdes Lima disse ver com grande satisfação o crescimento do evento. “Ao consolidarmos esta primeira fase, lembro a primeira edição do “Conversando como Controle Interno”, em Belém, em 2008. Aqueles encontros formataram a concepção do nosso Programa de Interiorização. Também sabemos que o apoio das autoridades locais, dos participantes e parceiros são fundamentais para o sucesso de cada edição”, lembrou. O conselheiro Ivan Cunha, que coordenou duas edições do evento, não pôde comparecer a Breves, pois estava em Brasília representando o TCE num evento da Atricon.

Cons. Nelson Chaves lembra e homenageia Dalcídio Jurandir

O atual decano do TCE-PA, conselheiro Nelson Chaves, ao final do seu pronunciamento de saudação aos participantes do Programa de Interiorização do tribunal em Breves, lembrou sua solicitação ao Plenário da Corte, pouco antes da realização do evento em Santarém, sobre a possibilidade de o TCE-PA patrocinar uma reedição da antologia das crônicas publicadas em O Liberal pelo advogado, político e jornalista Cléo

Cons. Nelson Chaves propõe justa homenagem ao marajoara Dalcídio Jurandir

Conselheiros Luís Cunha, André Dias e Lourdes Lima ao lado vereadores de Portel

Conselheira Lourdes Lima é observada enquanto dá as boas vindas aos participantes

Conselheiros Luís Cunha e André Dias com integrantes da bancada de vereadores de Bagre, que prestigiaram toda programação

Bernardo. Santareno de coração, Bernardo teve sua reedição contemplada, e o livro “A pé com a liberdade” foi relançado naquela oportunidade com o patrocínio do TCE. Fazia-se necessária a contextualização, assegurou Chaves, para servir de exemplo para a proposta que faria ali, em seguida sobre a obra-prima do “pontapedrense”, como fez questão de ressaltar, Dalcídio Jurandir. “Observadas as garantias autorais, quem sabe, o tribunal não pudesse patrocinar a reedição do livro ‘Chove nos Campos de Cachoeira’, que tanto foi lembrado em várias fases da nossa história, e hoje, infelizmente, anda um tanto esquecido. A reedição seria um resgate à cultura do Pará; uma homenagem que o tribunal poderia fazer à cultura marajoara”, destacou.

Arsinoé Veiga, Xarão Leão, Marta Bembom, Consuelo Castro, Antonio Maria Cavalcante, Odilon Teixeira, Consª Lourdes Lima, Julival Rocha, Ely Batista e Labinho Oliveira Pará+

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