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Desafios logísticos no e-commerce Pesquisa: usuários de paletes

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Cobertura da MOVIMAT

Prévia da Fenatran

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EDITORIAL Revista LOGÍSTICA a 1a revista de Logística, Movimentação e Armazenagem de Materiais, é uma publicação mensal. Registro no Cartório de Títulos e Documentos sob no 1086, em 16 de abril de 1980.

ISSN 1679-7620 Fale conosco: Comentários, sugestões, críticas a reportagens, artigos e releases devem ser encaminhados a: Rua Loefgreen, 1400 - V. Mariana, 04040-902 São Paulo - SP Fone: (11) 5575.1400 e-mail: redacao@imam.com.br Para solicitar edições anteriores que não estiverem esgotadas: imam@imam.com.br. Assinaturas: imam@imam.com.br www.imam.com.br Circulação: Daniel Covo Publicidade: Alexandra Sicchieri comercial@imam.com.br Redação: Sylvia Schandert – MTb 32131 e Thaís de Paula – MTb 68655 Colaboraram nesta edição: Antonio Carlos Rezende, Daniel A. Garcia e Reinaldo A. Moura Editoração e edição de arte: Kátia O. Gomes e Gabriele Freire dos Santos Encontre-nos na rede: www.revistalogistica.com.br http://twitter.com/logistica www.youtube.com/logistica www.facebook.com/revistalogistica Associado à

A revista LOGÍSTICA não se responsabiliza pelos conceitos emitidos nos artigos assinados ou entrevistas. Não publicamos matérias redacionais pagas. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte do conteúdo desta revista poderá ser reproduzida ou transmitida, por qualquer meio e de qualquer forma, sem a autorização do Editor. O anunciante assumirá responsabilidade total por sua publicidade.

Conteúdo mais completo! A

edição de outubro da revista está repleta de novidades. A começar pelo nome da publicação, alterado para LOGÍSTICA. Com isso, terão mais destaque em nossas páginas também as soluções e atualidades relacionadas ao Supply Chain: Tecnologia da Informação, Operadores e Condomínios Logísticos, Transporte e Serviços, além das já tradicionais reportagens sobre intralogística (núcleo da logística que abrange principalmente embalagens e movimentação e armazenagem de materiais). Outros destaques são a prévia da Fenatran – Feira Nacional de Transporte, com os principais lançamentos que deverão ocorrer no evento e o resultado de uma pesquisa realizada com os leitores no mês de setembro sobre paletes, que detectou quem são os principais usuários desta embalagem, os materiais mais utilizados, as tendências para os próximos dois anos entre outros. Já na página 28 tem início a reportagem com a cobertura da tradicional MOVIMAT 2013, evento realizado em setembro em São Paulo em paralelo às primeiras edições das feiras Transporte & Logística Brasil e VUC Expo. Com a leitura, você vai ficar por dentro de todos os lançamentos e destaques em produtos e serviços apresentados no evento. O e-commerce e seus desafios logísticos é tema da reportagem de capa, que começa na página 36. Confira o que está por trás do sucesso da Netshoes e como operadores logísticos como a Direct se prepararam para atender esse crescente mercado. Boa leitura e até novembro!

A Revista LOGÍSTICA é uma publicação do Grupo

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ÍNDICE

ano 34 • número 276 • Outubro 2013

Desafios logísticos no e-commerce Pesquisa: usuários de paletes

Cobertura da MOVIMAT

Prévia da Fenatran

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Número 2 7 6 | o u t u b ro 2 0 1 3

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Especial

Cobertura 2013

SEÇÕES 20

Mercado

50

Serviços Logísticos

61

Mobilidade

66

Dez Pontos sobre...

42

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Destaques

C A PA 36

Desafios logísticos no e-commerce

62

R E P O R TA G E N S 6 TI não soluciona problemas 16 Consultoria ou utilidade empresarial? 18 QRCode aplicado em roupas 23 AGV para carga-descarga 27 Estruturas porta-paletes com recuo 42 Pesquisa: mercado brasileiro de paletes

S É R I E S

52 Destaques da Fenatran

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Transporte de cargas

58 Retenção de talentos na SCM

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Tecnologia da informação

62 Gestão de estoques no Hospital de Câncer de Barretos

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Segurança na MAM

65 Incêndios em depósitos de SC

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Logística pelo mundo

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Job: Iveco-agosto-13 -- Empresa: Leo Burnett -- Arquivo: 26278-067-IVECO-HiWay-AnHiWay-205x275-Autodata_pag001.pdf anuncios de 1 pรกgina.indd 3 Registro: 129123 -- Data: 14:58:18 14/08/2013

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Tecnologia da informação

TI não soluciona problemas IMAM Consultoria recomenda: antes de implementar soluções de supply chain deve-se fazer um diagnóstico

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mbora a tecnologia da cadeia de suprimentos em suas primeiras formas estivesse presente desde os anos 1970, os avanços na funcionalidade e no desempenho dos programas de software têm aumentado a demanda continuamente. Segundo uma recente pesquisa da Revista ­LOG ÍSTICA , menos de 20 % dos entrevistados, desde empresas de manufatura a empresas de varejo, que compraram 6

tecnologia para a cadeia de suprimentos, conseguiram um retorno claro e favorável sobre seus investimentos. Embora estas empresas acreditassem que a TI ajudaria a reduzir os custos e os estoques e também aumentar a flexibilidade e o rápido retorno da cadeia de suprimentos, descobriram que não usavam os sistemas e processos certos para executar o software. Apesar da angústia associada à implementação, o setor como um todo

acredita que o investimento em tecnologia da cadeia de suprimentos em algum grau é necessário para o crescimento contínuo. Embora não seja de surpreender certa decepção associada à nova tecnologia, especialistas concordam que ela definitivamente cumprirá seu potencial. O retorno sobre investimento será alcançado do estabelecimento de expectativas, metas e processos corretos antes da implementação da tecnologia.

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Expectativas moderadas Para garantir que a tecnologia funcione, comece identificando quais os reais motivos para implantá-la e o que realmente precisa. Entre as empresas que atingiram um claro retorno em tecnologia, quase 60% percebeu que foi abaixo do que esperavam. Um fator que contribuiu para isso foi a falta de noção sobre o tempo que levariam para recuperar investimentos, já que as soluções da cadeia de suprimentos precisam de tempo para serem implementadas. A cadeia de suprimentos, por definição, é uma atividade multidisciplinar. Pode haver melhorias dentro das quatro paredes que sejam muito grandes, porém a otimização exige a comunicação entre todas as funções. Por mais fácil que algumas pessoas gostariam que a implementação fosse, ou que deduzam que seja, o fato é que estamos lidando com sistemas com missão crítica. Se estes sistemas não funcionarem bem, eles podem atravancar as atividades de um cliente. O potencial para atingir o retorno é grande, no papel, mas as etapas para isso são difíceis. Por isso, é importante adotar as medidas certas no planejamento, desenvolvimento, integração, teste, treinamento e, em seguida, colocar em operação a nova tecnologia.

Metodologia A equipe de projetos da IMAM Consultoria acredita que para garantir o sucesso, as empresas devem elaborar um plano de implementação detalhado. Por fim, tudo se resume em ser disciplinado ao longo de todo o processo. Se não houver cuidado, o projeto poderá ser implementado de forma lenta e gerar mais custos. As empresas também precisam conhecer quais são os recursos internos disponíveis e quanto de ajuda será necessário para solucionar os

problemas potenciais. Uma vez determinadas as partes integrantes, é importante uma definição do trabalho que descreva o que cada parte será especificamente responsável. Outra opção é definir as metas da empresa para o projeto, que devem ser mensuráveis e comunicadas internamente e aos parceiros externos. Se você pretende obter um retorno sobre o investimento, precisa entender o que realmente está tentando alcançar. Por exemplo, não diga apenas que pretende reduzir o estoque, mas pergunte a si mesmo o que isso significa. O conhecimento das suas metas e os indicadores para a avaliação após a implementação contribuirão muito para o alcance do retorno sobre o investimento. Oferecer incentivos que correspondam aos padrões de desempenho para uma equipe de gerenciamento seguir pode ser extremamente vantajoso. O alinhamento dos incentivos com os padrões garantem melhor a participação ativa e o apoio para as mudanças.

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A base Um dos maiores inibidores de uma implementação bem sucedida é não ter os processos certos antes de iniciar o projeto. Por isso, é importante saber quais precisam ser ajustados antes que a tecnologia seja colocada em prática. Ao adotar um novo sistema, existem três opções: 1) Customizar o sistema. Muitas vezes isto leva à dificuldade e grandes custos com atualizações e a empresa é obrigada a depender seriamente do fornecedor. 2) Implementar e alterar toda a prática operacional para atender às necessidades. Isto muitas vezes não é a melhor opção, pois se o sistema tentar suprir múltiplos clientes da mesma maneira, ele não será otimizado para a operação de um cliente em particular. outubro 2013

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3) Configurar o sistema para atender às exigências operacionais. Isto pode exigir algumas mudanças nos processos existentes e alguma customização do software, mas não exigirá um reparo completo de ambos. É importante ter os processos certos antes de aplicar a tecnologia. Não espere usar a tecnologia para solucionar um problema existente. A integração é outro fator a ser analisado, já que a não integração dos sistemas existentes pode dificultar extremamente a movimentação dos dados entre os sistemas. Além disso, é crucial uma tecnologia flexível que possa facilmente se adaptar aos ambientes de negócios em constantes mudanças de uma empresa. Embora não se possa saber especificamente quais mudanças vão ocorrer, a tecnologia tem que ser capaz de dar suporte a qualquer mudança. Clientes com software customizado precisaram atualizar seus softwares de supply chain aproximadamente a cada três a cinco anos, pois os sistemas precisaram se adaptar aos clientes, novas instalações ou novas linhas de negócios. As empresas devem criar um ambiente que estimule a inovação e a tolerância a risco para aceitar estas mudanças.

Maximizando o potencial Muitas empresas gastam muito dinheiro no projeto e desenvolvimento, porém, com frequência, dão menos atenção aos testes, à interação dos testes e ao treinamento. Quando os usuários não conhecem inteiramente o software, a capacidade de atingir o retorno sobre o investimento fica mais difícil. No momento certo da implementação, obtenha alguns resultados parciais antes de fazê-la por completo em toda a empresa. Isso pode ser feito testando a tecnologia com uma linha ou divisão de produto. Com isso, o ímpeto 8

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Softwares de supply chain devem ser atualizados a cada três ou cinco anos e o ceticismo de que algo possa dar errado são silenciados. Uma vez obtidos atestados positivos, torna-se muito mais fácil a implementação completa. Seja qual for a dificuldade ou o trabalho que a implementação proporcionar, os especialistas concordam que a tecnologia pode oferecer claros benefícios. Tudo se resume em ter a visibilidade em todos os aspectos da cadeia de suprimentos. A capacidade de saber quanto há de estoque no armazém, onde ele está, o que é necessário para atender o cliente e o que está avariado, são todos motivos importantes para a implementação de uma solução de cadeia de suprimentos de missão crítica. Além disso, a tecnologia pode aumentar a acurácia dos pedidos e do atendimento ao cliente, além de reduzir os reembolsos, os custos de transporte e o roubo de produtos. E o importante é a redução do estoque, que permite que tudo acima aconteça. As soluções da cadeia de suprimentos também ajudam a comunicação com todos os parceiros comerciais para determinar como trabalhar melhor com as transportadoras, clientes e fornecedores. Nenhuma empresa é dona total de uma cadeia de suprimentos, elas precisam se relacionar e se comunicar entre si. É o que a tecnologia garante. Na verdade, para as empresas que fazem isso corretamente, o sucesso é inevitável. Um estudo com clientes de um fornecedor, feito por uma firma independente, descobriu que 80 % dos adeptos da tecnologia atingiram um retorno positivo a partir da implementação de seu software.

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Transporte de cargas | 6ª parte

Composição de Custos do TRC Atividade é fundamental para empresas que tenham frota própria, mas também muito importante para a contratação e negociação de preços de cargas fechadas (lotação)

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onsiderando que o transporte rodoviário de cargas (TRC) é, com destaque, o modal mais utilizado no Brasil, e representa, em grande parte dos casos, o maior custo logístico, é fundamental o conhecimento detalhado de como esse custo é formado, principalmente para empresas que tenham frota própria e também para aquelas que contratam cargas fechadas (lotação) ou alugam determinado veículo por período fixo. É muito importante a segregação dos custos fixos dos variáveis para a obtenção do custo operacional e a estimativa de margem de lucro e impostos para o custo total, como veremos a seguir: 10

Custos fixos São aqueles que independem do percurso do caminhão (em quilômetros - km): • Depreciação operacional (valor de aquisição menos o valor de venda) e remuneração do capital (taxa de oportunidade de remuneração do capital investido), portanto ambos dependem do tipo e “idade” dos veículos que compõe a frota; • Salário do motorista e quando for o caso de ajudante, com os benefícios (dependem de cada empresa) e os encargos sociais (atributos legais); Nota: Devemos ficar atentos quanto a aplicação efetiva da lei 12.619/12 que trata dos limites da jornada de

trabalho do motorista, pois poderá incorrer em acréscimos relevantes. • Licenciamento e seguro obrigatório (RCTR-C - Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga); • Seguro do caminhão (não é obrigatório); Nota: Verificar se o RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga) está em vigor; • Gerenciamento de risco (cadastro de motoristas e ajudantes e rastreamento), que apesar de ter componentes varáveis, para efeito de simplificação fica como fixo, pois a mudança no valor final não é muito relevante. Nota: O custo (R$/km) de cada item

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é obtido com a divisão de cada custo fixo pelo percurso mensal (km).

PLANILHA DE CUSTO DE TRANSPORTE COM CAMINHÃO TRUCK

Custos variáveis São aqueles que dependem do percurso do caminhão (em quilômetros - km): • Combustível que é normalmente o maior custo e depende do custo por litro (R$/l) e do consumo (l/km); • Pneus (novos e recapados) dependem do custo de aquisição e da recapagem (normalmente duas) e da vida útil dos mesmos por litro; • Manutenção (peças e mão de obra), depende dos valores citados e também da idade dos veículos e da qualidade dos apontamentos; • Lubrificante do motor, lavagem e lubrificação (material e mão de obra) depende dos valores citados e da qualidade dos apontamentos; Nota 1: O custo variável total (R$/mês) é obtido multiplicando cada custo variável (R$/km) pelo percurso mensal; Nota 2: O seguro da carga (RCF-DC - Responsabilidade Civil Facultativa por Desaparecimento de Carga), pode ser do transportador ou do contratante, mediante utilização da DDR - Carta de Dispensa de Direito de Regresso.

Devemos estar atentos quanto a aplicação efetiva da lei 12.619/12 que trata dos limites da jornada de trabalho do motorista, que acarretará acréscimos relevantes

Baseado em percurso médio mensal de 7.000 km

Custos totais Após a estimativa dos custos operacionais, são acrescidas a seguintes estimativas, baseadas no histórico de cada empresa: • Lucro que depende da política de cada empresa e do mercado, e deve ser aferido quando do fechamento contábil; • Impostos dependem das características de cada empresa e são avaliados periodicamente para revisar a planilha de custos.

Conclusão Nos casos de frota própria, contratação de carga fechada (lotação) ou aluguel por período fixo, será imprescindível a especificação do tipo de veículo (simples ou articulado, número de eixos, baú, sider, etc) e sua capacidade (ocupação em peso, volume, etc). No caso de empresas que tenham frota própria é imprescindível ter uma planilha completa e com ótima acurácia, para conhecer muito bem seus

custos, inclusive se houver dúvidas no caso de estudo de terceirização. Para empresas que contratam o transporte, principalmente de carga fechada (lotação), ou contratam por período fixo, se não for possível a elaboração da planilha conforme o modelo apresentado neste texto (com valor estimado, pois normalmente as transportadoras não disponibilizam as mesmas), pode-se obter os custos operacionais nas principais publicações especializadas em transportes. Entretanto é muito importante dispor de uma planilha de referência, principalmente quando de trata de reajuste de frete.

Antonio Carlos da Silva Rezende é instrutor e gerente de projetos da IMAM Consultoria

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TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO | 8ª parte

Melhor disponibilidade Tile Group Netherlands investe em software de gestão de estoques que a IMAM Consultoria representa no Brasil

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Tile Group Netherlands é o fornecedor líder de mercado de azulejos na Holanda. Com seis diferentes marcas, a empresa, que faz parte do grupo Saint Gobain, tem uma ampla variedade de modelos disponíveis. São cerca de 4.500 tipos diferentes de azulejos em estoque no armazém em Andelst. No início de 2009, a empresa decidiu investir no software de gestão de estoques Slim4, da Slimstock, empresa parceira da IMAM Consultoriano Brasil. Frank van der Weide, Diretor de Operações da Tile Group Neterlands afirma: “Buscamos a excelência em todas as áreas de atuação, incluindo estoque. E o Slim4 é a melhor opção nessa área”.

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Depois de visitar um showroom do Tile Group Neterlands, você nunca mais vai pensar o mesmo sobre azulejos. Os elementos de piso e de parede, feitos de cerâmica e pó compactado, cozido e vidrado, são verdadeiros produtos de grife. A empresa traz seus produtos ao mercado por meio dos outlets V & S Azulejos, Jos Haag, Keramat e Mieloo, tanto para varejistas como bem como para os negócios “Faça você mesmo”. Além disso, eles também projetam e fornecem pisos e azulejos para clientes como Albert Heijn, McDonalds, Claudia Sträter, Audi e NH Hotels. “Estamos tentando construir uma vantagem competitiva sobre nossos concorrentes por sermos melhores, mesmo em estoque”, diz Frank van der Weide, Diretor de

Operações da Tile Group Netherlands. “Nossos clientes querem cada vez mais diminuir o seu próprio estoque. Isso significa que eles têm que ter a confiança de que podemos fornecê-los.” A Tile Group Netherlands descobriu que a melhor alternativa na gestão de estoques foi desenvolvida pela Slimstock, fornecedora do sistema de otimização de estoques Slim4. “É claro que levou algum tempo para as pessoas que estavam usando métodos semelhantes nos últimos 20 ou 30 anos se acostumarem. Mas o suporte de Slimstock foi e é excelente”. A principal razão para implementar Slim4 foi reduzir o capital de giro. O volume de negócios da Tile Group Netherlands aumentou 100 por cento desde 2001. “Se você mantém as

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mesmas ações, o seu estoque cresce 100% também. O objetivo foi conseguido. Em seis meses, a Tile Group Netherlands viu seu estoque reduzir em 15%, enquanto os níveis de serviço melhoraram de 94,5% para 97,5%”.

Melhoria do nível de serviço Que a Tile Group conseguiu reduzir seu estoque também é visível no centro de distribuição. Devido ao crescimento da empresa, a área de 14.000 m2 tornou-se muito pequena, e levou a muitas práticas ineficientes de trabalho. “Como tivemos um uso médio do espaço de 98%, podia levar um longo tempo até que os paletes recebidos fossem processados”. Para resolver o problema de espaço, Van der Weide considerou seriamente ampliar as instalações. Graças à implementação do Slim4 que a decisão foi adiada. “Agora que o estoque é menor, o aumento da capacidade tornou-se muito menos urgente. Isso foi muito bom, por-

Frank van der Weide, da Tile Group Netherlands: “Agora que o estoque está menor, aumentar a capacidade do CD tornou-se menos urgente”

que o clima para a nova construção no ano passado não foi positivo”, explica. O investimento no Slim4 provou ser uma decisão muito boa de outras maneiras também. “A redução do estoque levou a um fluxo de caixa mais positivo

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e os efeitos de Slim4 nem sequer foram totalmente percebidos ainda”, diz Van der Weide. “Ainda há mais por vir, embora a redução de estoques não seja mais o principal objetivo. Agora é o aumento dos níveis de serviço”, finaliza.

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REFLEXÃO

Consultoria ou utilidade empresarial? Assim como os médicos, os consultores precisam ser remunerados para dar uma “opinião preliminar”

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ssim como um médico trata seus pacientes com hora marcada e cobra por isso, seja um especialista, clínico geral de um convênio ou até do SUS, os profissionais do segmento de consultoria deveriam ter uma conduta semelhante. No caso da IMAM Consultoria, frequentemente somos consultados a elaborar uma proposta (normalmente não remunerada) para resolver determinados assuntos do cliente. Na maioria

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das vezes, isso envolve visitar suas instalações, fazer entrevistas/reuniões com duração não inferior a um dia que geram um diagnóstico preliminar que possibilita a elaboração da proposta. Isto quando não há o deslocamento a outros estados, nem sempre reembolsado pelo potencial cliente com a alegação que isto faz parte do marketing, ou melhor, despesas de pré-venda. Alguns até questionam: “Mas vocês não farão um diagnóstico? Com quantas pessoas? Qual o prazo?” Como as

grandes consultorias normalmente têm acesso direto à diretoria, quando percebem que há potencial de se realizar negócios, investem pesado no diagnóstico preliminar. Ao propor o pagamento de honorário do dia do consultor, existem os que comparam-nos com o fornecedor A ou B de equipamentos, que fazem demonstração de tal equipamento deixando-o por uma semana ou mais no cliente. Outros levam um notebook e, após observar a situação, já propõem

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Por mais simples que seja o escopo de uma proposta, com ela em mãos o cliente já recebeu o caminho das pedras a solução. Como fazer isto sem antes analisar as características e necessidades de cada cliente? Projetos elaborados por vendedores de equipamentos de Movimentação e Armazenagem de Materiais “enchem” o armazém com estruturas porta-paletes, e simplesmente não se preocupam com áreas de recebimento, picking ou expedição e nem com a localização dos itens e a circulação das pessoas. Nenhum médico, seja clínico geral ou especialista, faz isto de graça ou rapidamente, sem exames laboratoriais, a menos que os sintomas realmente indiquem para um quadro muito simples. Por mais simples que seja o escopo de uma proposta, com ela em mãos o cliente já recebeu o caminho das pedras, que até serve para orientar sua equipe interna o que deve ser feito, ou então e, inclusive, servir de base para solicitar junto às outras consultorias o mesmo conteúdo apresentado por nós. Hoje qualquer solução envolve a aplicação de um software, seja para otimizar os níveis de estoque, localização ou para gerar cenários alternativos. Isto tem um preço e requer profissionais especializados. Como um médico, o consultor estudou e vivenciou inúmeras experiências teóricas e práticas que o tornaram apto

a oferecer com segurança uma solução a determinado cliente. Alguns clientes ainda solicitam a visita de um consultor, até mesmo insistentemente e com urgência, para receber uma proposta, e depois não mais o atende, nem mesmo para dar feedback. Passa a ignorá-lo ou simplesmente informa que as propostas estão em análise. Isto deveria ser esclarecido pelo cliente no ato da consulta: “Preciso fazer um estudo de viabilidade. Para isso ou contratamos uma empresa de consultoria com larga vivência e experiência (e comprovada) ou vamos admitir um temporário ou funcionário que, com base em sua proposta, irá tentar resolver este problema. Isto até aparecer outro problema e ele ser deslocado para a nova função”. Em resumo, o problema (causa) ficará lá a espera de um outro especialista, que dedicará seu tempo e conhecimento. Honorários de consultoria não podem ser comparados aos BDI Benefícios e Despesas Indiretas - de decoradores de ambiente que, já por hábito de mercado, recebem comissões pela indicação ou especificação. Portanto, avalie melhor a sua necessidade e tome a melhor decisão. outubro 2013

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TECNOLOGIA

QR Code aplicado em roupas

Com o objetivo interagir com seus clientes, marca de moda jovem promove o acesso ao mundo digital por meio de seus produtos

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Cobra D’agua, marca de moda jovem, com o intuito de se aproximar ao estilo de vida de seus consumidores lança produtos com o QR Code estampado na peça. O código de barras em 2D, que pode ser escaneado por aplicativos específicos de smartphones, conduz o cliente à duas experiências no mundo virtual: uma para ter acesso a informações da marca e outra para assistir a vídeos clipes. Uma pesquisa realizada pela Accenture, empresa multinacional de consultoria, mostrou que o Brasil é um dos países que mais consome equipamentos eletrônicos no mundo, ficando

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atrás apenas da China. “Nosso público é jovem e precisamos estar antenados as ações que fazem parte da vida deles. O QR Code é uma poderosa ferramenta de comunicação que estreita os laços entre marca e consumidor. Além de vestir, a peça ganha outra função: a interatividade”, explica Ademar Brumatti Jr, diretor da marca. O executivo enfatiza, ainda, que normalmente as marcas utilizam o QR Code nas tags, etiquetas das roupas, porém a iniciativa vale apenas por um momento. “Quando está aplicado na tag, o cliente só interage quando a retira da roupa, depois é descartado”. Segundo o diretor, o investimento da iniciativa

foi baixo e as impressões têm um gasto aproximado de R$ 0,50 por peça. “É imprescindível lançar novidades que não consumam investimentos altíssimos, mas que façam toda a diferença para a marca”, afirma. As primeiras peças com o código estampado chegaram ao mercado no final de julho na coleção exclusiva em comemoração ao aniversário de 25 anos da marca. Nas coleções atuais algumas peças selecionadas também têm o código impresso. Entretanto, os planos da empresa são maiores: “Nossa intenção é que esta interatividade chegue a todos os produtos da marca”, finaliza Ademar.

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soluções logísticas no ERP (Case: SAP)

e cuidados 8:00 às 8:30Dicas h Recepção e aberturana implementação de soluções no ERP. 8:30 às 9:30 h Integrando a Supply Chain através da TI

Conferencista: Eduardo Banzato 10:45 às 11:45 h Entenda como a tecnologia da informação (softwares) tem sido utilizada para integrar a cadeia de suprimentos e aumentar sua eficiência (visão das principais soluções disponíveis noradiofreqüência, mercado e as aplicaçõestablets, que geramsmartphones... resultados). Navegação, Como avaliar sua viabilidade?

Mobilidade Logística: novos horizontes

Saiba porque as empresas no Brasil estão investindo em soluções de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO APLICADA À LOGÍSTICA e fique por dentro das novidades e tendências que asseguram o melhor desempenho das operações.

9:30 às 9:45 h Coffee-Break

Mesa redonda:

11:45 às 12:30 Traga eoOperações seu desafio 9:45 às 10:45 hs SI&OP - A hIntegração de Vendas, Estoque

para debate de especialistas.

Conferencista: Martijn Wiecherink 12:30 da às logística 13:30 hé proporcional Almoço ao seu grau de integração. Veja como a ampliação da abrangência da logística contribui para o crescimento dos O desempenho negócios. Aprenda a partir da evolução histórica deste processo que se transformou em diferencial competitivo nas organizações.

13:30 às 14:30 h Os avanços das soluções WMS e TMS e suas mais 10:45 às 11:45 hs Programação Capacidadeda Finita + Mobilidadepor e Gestão Planejamento e com roteirização distribuição meioem daTempo TI. Real

recentes aplicações.

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Conferencista: Marco Baptista A implementação isolada de softwares aplicados à logística (ERP, MRP, APS, WMS, etc) traz benefícios, mas entenda como integrar soluções de TI para 14:30 às 14:45 h Coffee-Break otimizar o desempenho da Supply Chain.

S&OP – Vendas, Inventário e Operações com auxílio de softwares

14:45 às 15:45 h 11:45 às 12:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas

Otimize a gestão 12:30 às 13:30 h Almoço

da sua cadeia de suprimentos (Supply Chain).

13:30 às 14:30 hs Estudo de caso: Redução de Custos na Cadeia de Suprimentos na Prática

Conferencistas: Sidney Trama Rago e Luiz R. P. da Fonseca h de caso, a metodologia aplicada por mais de 50 empresas de uma mesma cadeia de suprimentos para obter reduções de Conheça, a15:45 partir às de 16:45 um estudo custos anuais superiores a US$ 20sobre milhões,oconsiderando seus clientes e os fornecedores Obtenha retorno investimento do software a partirdosdamesmos. otimização das capacidades operacionais.

Apoio:

Planejamento, programação e simulação da logística através de softwares

14:30 às 14:45 h Coffee-Break 14:45 às 15:45 hs Simulando a Cadeia de Suprimentos

Mesa Redonda:

16:45Michael às 17:30 h Conferencistas: Machado e Gabriel A. C. Lima dicas e sugestões de especialistas na avaliação, implementação e execução de softwares à logística. As ferramentas de simulação evoluem cada vezaplicados mais e a otimização da Cadeia de Suprimentos requer mais do que simples análise de cenários. Veja como a mais recente solução de simulação contribui com os projetos de SCM.

17:30 h Encerramento 15:45 às 16:45 hs Integrando a Cadeia de Suprimentos por meio da Logística Reversa

Conferencista: Renato Binoto Conheça como a logística reversa vem sendo empregada para assegurar o sucesso logístico da organização no curto, médio e longo prazo e saiba como desenvolver um programa para de forma sustentável, a logística reversa na Supply Chain. Informações e integrar, inscrições:

Realização:

16:45 às 17:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas

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1. Pagamento no local: cheque nominal para IMAM Consultoria Ltda., na data do seminário (consulte-nos sobre


MERCADO Soluções para estocagem A Bertolini forneceu para a Saraiva, sistemas do tipo porta-palete e grades de proteção, instalados em uma área de aproximadamente 5.500 m², com capacidade para 8.390 posições palete. As soluções são destinadas para armazenagem de eletrônicos, eletroportáteis, informática, brinquedos, itens do segmento de beleza e saúde e produtos de devolução. www.bertoliniarmazenagem.com.br | (54) 2102-4999

Condomínio A Zimba Empreendimentos tem um novo condomínio logístico em Itatiba (SP). O Zimba Dom Pedro I é equipado com alta tecnologia e itens luxo. www. zimbaempreendimentos.com.br | (11) 4153-8000

Supercinta A Tecnotextil desenvolveu uma cinta de aramida com 200 toneladas de Carga de Trabalho e 60 metros de comprimento para uma operação de instalação de estrutura

Nova linha de empilhadeiras

Acordo de distribuição

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A Crown Equipment Corporation apresenta a Série Crown ES 4000 Stacker, projetada e equipada para proporcionar precisão e robustez em espaços estreitos. A empilhadeira lida com capacidade até 1,58 t e atinge altura de elevação de 3,35 m. Ela é ideal para empilhamento, reposição de estoque e posicionamento de carga em diversos setores, incluindo operações de manufatura e tipografia.

A Emplaca firmou acordo comercial com a empresa francesa Armor, fabricante de ribbons de transferência térmica, o que franqueou o acesso a produtos de alta qualidade a preços muito competitivos. Outra vantagem deste acordo é o suporte técnico oferecido pelo fabricante que tem um laboratório instalado em Manaus.

Carregador

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(13) 3229-6100

A TVH-Dinamica passa a oferecer carregadores de bateria para empilhadeiras. A linha de produtos da Energic Plus, marca do grupo belga TVH, Thermote & Vanhalst, evita a queima de circuitos. www.smhco.com.br | (19) 3045-4250

Empilhadeiras 1 Mitsubishi Caterpillar Forklift America (MCFA), fabricante das marcas de empilhadeiras Cat® Lift e Mitsubishi Forklift, abrirá, em novembro, seu primeiro armazém sul-americano de peças em São Paulo. www.mcfa.com | (713) 365-1000

Empilhadeiras 2 A Hyundai Heavy Industries Brasil inicia a montagem das empilhadeiras movidas à GLP e diesel. Agora, a empresa passa a oferecer empilhadeiras com capacidade de 1.8 t até 3.5 t. O sistema SKD de empilhadeiras consiste na importação de partes semidesmontadas dos Por favor. Qual o caminho para a conferência sobre a logística das mudanças climáticas? Sim, fica a apenas 3 km, ao longo daquela cordilheira nevada.

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equipamentos, que são finalizados na fábrica em Itatiaia (RJ). www.hhib.com.br | (24) 3352-2338

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Lona para caminhões A Sansuy, com o objetivo de atender a resolução 441 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) - que torna obrigatório o uso de lonas ou telas durante o transporte de produtos e materiais sólidos a granel - tem em seu portfólio o Cotonlona, confeccionado com lona nº 8. O produto é indicado para veículos urbanos de carga (VUC) e caminhões do tipo truck ou toco. www.sansuy.com.br | (11) 2139-2888

Operações em um novo CD

Gestão de fretes

A Uniagro iniciou, recentemente, as operações de um novo centro de distribuição, instalado no Mega Intermodal Esteio, condomínio logístico da Capital Realty. Ocupando aproximadamente dois mil m² no empreendimento, a empresa quadruplicou seu potencial de armazenagem e abriu espaço na sede, em Porto Alegre, para aumentar em três vezes o potencial de produção.

A Baumgarten Gráfica implantou um sistema de gestão de fretes com o software GKO Frete, desenvolvido pela GKO Informática. Se, anteriormente, os conhecimentos de frete eram apenas repassados para pagamento, após a utilização do novo software a empresa passou a controlar toda a sua operação de transporte. A gráfica negociava, mas não auditava ou conferia se todos os conhecimentos estavam de acordo com as tabelas das transportadoras.

www.unicargo.com.br | (11) 2413-1700

www.gko.com.br | (11) 3060-8506

Equipamentos para porto As obras da hidrelétrica de Belo Monte (Pará), terão um porto dedicado ao embarque e desembarque de máquinas e equipamentos pesados. A construção dessa infraestrutura contará com 200 toneladas de equipamentos fornecidos pela SH. www.sh.com.br | (21) 2529-7676

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Investimento em sistema WMS

Inteligência na gestão da SCM

A Multilog detectou a necessidade de oferecer a seus clientes um melhor sistema de administração de estoque, controle aduaneiro, agilidade operacional e rastreabilidade como diferenciais no segmento de atuação. Para tal, investiu na aquisição do sistema WMS da Alcis.

A Slimstock e a IMAM Consultoria, nos últimos três meses, fizeram três diagnósticos de Supply Chain com o software Slim4, monstrando o potencial de redução de estoques e a melhoria do nível de serviço de um distribuidor, de uma indústria e de um fornecedor de peças para a Petrobrás.

www.multilog.com.br | (47) 3341-5000

www.imam.com.br | (11) 5575-1400

Fracionamento de carga vira tendência O grupo Ambev descobriu nos triciclos de carga uma ótima ferramenta para distribuição de bebidas e propaganda junto aos pequenos comerciantes. Por meio da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição), fechou recentemente uma parceria com a fabricante Fusco-Motosegura para a divulgação dos “Triciclos Utilitários” (baús e caçambas) junto às revendas do grupo. www.fuscomotosegura.com.br | (11) 3952-2110

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INFORME PUBLICITÁRIO

AGV para carga-descarga Para facilitar a movimentação automatizada, empresa desenvolveu sistema que pode lidar com diversos tipos de superfícies

A

Egemin, fabricante europeia de soluções para movimentação de materiais, desenvolveu o E’tl (Egemin Trailer Loader), AGV que entra nas carretas comuns e envia e retira do estoque cargas paletizadas e / ou unitizadas automaticamente. A movimentação automatizada de produtos vem sendo feita nas etapas de manufatura e estocagem da mesma forma durante muito tempo. As empilhadeiras manuais antigamente eram necessárias para retirar os produtos acabados e os carregavam para as carretas de saída. O Et’l, nova linha de AGVs para carga e descarga de carretas, hoje completa o quebra-cabeça geral de automação de fábrica. Os veículos Et’l podem realizar praticamente qualquer tarefa que uma empilhadeira comum consegue fazer sem ajustes nas carretas ou na doca. Além disso, não ficam apenas limitados à carga e descarga, já que podem ser destinados a cuidar de várias operações e equipados para fazer retiradas da linha de estocagem e do armazém, incluindo posicionamento de grande alcance com ou sem estruturas porta-paletes, estruturas porta-paletes de trânsito interno sem passagem (drive-in), etc. Aplicações tradicionais de carregamento de carretas, com plataformas de roletes, são sistemas fixos que apresentam pouca flexibilidade em seus arredores. Outras aplicações exigem ajustes extras nas docas, carretas ou métodos de navegação. Os sistemas E’tl eliminam estas preocupações, já que

operam com carretas não dedicadas e são compatíveis com qualquer padrão de carregamento. Eles não exigem modificações especiais na doca, na niveladora de doca, semirreboque ou sistema de guia dentro ou fora do semirreboque. E por último, mas não menos importante, eles são perfeitamente escaláveis para maiores capacidades de produção no futuro. A Egemin também adota um novo método de navegação – o jeito humano. Os sistemas de guia do E’tl podem lidar com uma ampla gama de complicados requisitos operacionais das carretas onde outros não conseguem, incluindo pisos molhados, congelados e várias superfícies de parede. A capacidade de cubar totalmente as carretas proporciona economia substancial nos custos de frete. Especificações técnicas

Vantagens

Capacidades de até 2.5 t (para aplicações convencionais)

Carga e descarga nas carretas e operação contínua

Elevações de transferência flexíveis para atender aos requisitos da aplicação

Menores custos operacionais e de mão de obra

Dispositivos de segurança a laser garantem as manobras dos veículos com segurança ao redor das pessoas e dos equipamentos

Otimização do armazém, melhor cross-docking e controle preciso do estoque

Comunicação WLAN

Melhoria da acurácia dos pedidos e maior satisfação do cliente

Integram-se com todos os aplicativos de WMS e ERP

Compatível com todas as carretas rodoviárias convencionais

Padrões de carga flexíveis e cubagem total das carretas

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série

segurança na mam | 18ª parte

Dispositivos de elevação Equipamentos auxiliam a tornar as atividades do armazém mais ergonômicas

L

esões nas costas podem ser facilmente evitadas com o uso de dispositivos ergonômicos adequados. “Minhas costas” é a reclamação que traz arrepios na coluna de qualquer operador de armazém. Lesões devido a flexões são uma preocupação para qualquer gerente. A causa frequentemente é básica porque em vários armazéns e operações de produção as pessoas fazem muita flexão e levantamento a partir de uma posição baixa.

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Felizmente, existem várias soluções para esse problema. A automação dessa operação e a prevenção de lesões pode ser tão simples quanto levantar objetos até uma altura mais confortável. Em muitos armazéns de maior porte, com movimentação paletizada, muitas flexões acontecem durante a separação, embalagem e espera pela expedição. A exceção é o transporte sobre o piso como nos contêineres marítimos. Existem várias opções para eliminar a movimentação manual e transferência

para um palete para descarga de veículos de transporte sobre o piso. Dependendo do produto, a movimentação sem palete pode funcionar bem, porque existe a preocupação com a contaminação de importações paletizadas de outros continentes. Contentores carregados no piso têm sido usados para aumentar a capacidade disponível num contêiner marítimo, especialmente para aqueles produtos mais leves que tendem a ter sua capacidade limitada pelo volume em vez do peso.

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Uma opção adotada no setor de expedição é empregar transportadores extensíveis para carregar e descarregar as mercadorias. Esses avançam para dentro do veículo e podem ser ajustados enquanto o veículo está sendo descarregado. A partir daí o transportador pode ser usado na atividade de classificar o produto. Numa operação de armazenagem, um transportador também pode ser usado para facilitar a paletização. Para o “cross docking”, o transportador pode classificar o produto e enviá-lo diretamente para a expedição, onde outro conjunto de transportadores extensíveis pode ser usado para carregar caminhões ou carretas de saída. A outra boa opção para reduzir a flexão ao descarregar veículos carregados sobre o piso são acessórios de movimentação paletizados, como: • Acessórios de empurrar-puxar que usam uma placa deslizante corru-

gada ou de papelão para sustentar a carga unitizada pelo fundo; • Acessórios de agarramento que usam a pressão lateral como “abraço de urso” para levantar uma carga unitária pela lateral; • Acessórios de duplo efeito, como giro do garfo, que podem ser usados tanto para agarramento quanto para movimentação de paletes; • Acessórios específicos como um pontalete que usa o furo central para mover uma bobina de aço ou rolos de carpete. Às vezes uma unidade deve ser transferida no recebimento em outro palete ou para cross-docking. Essa operação pode ser conduzida por um rotacionador de palete ou uma garra estacionária. Alguns dos projetos permitem que as unidades sejam usadas sem o operador deixar a empilhadeira. Uma aplicação importante – mas frequentemente desconsiderada – des-

ses tipos de equipamento é a movimentação e remoção de caixas danificadas na base da carga unitizada. Geralmente, para chegar a um produto danificado, toda unidade deve ser desmontada e descarregada manualmente. Para o recebimento de pequenos itens que exigem a abertura de caixas ou operações de embalagem similares, existem várias opções. Se a elevação não for necessária, uma mesa giratória pode reduzir as lesões por eliminar a necessidade de flexionar o corpo até a carga unitizada. Existem projetos de perfil baixo que usam um transpalete manual para posicionar um palete sobre a mesa giratória. Para postos de trabalho fixos, uma das soluções mais práticas é empregar uma mesa giratória para ajustar a altura de descarga conforme a quantidade de produtos no palete é reduzida. Existem dois tipos que podem ser usados. Um é a mesa elevatória padrão na qual o operador controla a altura con-

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forme as alturas de carga ou descarga mudam. São usadas para volumes maiores em operações de processamento rápido ou onde o peso dos paletes varia muito, tornando difícil um ajuste de peso padrão para um modelo de mola carregada. Tanto os modelos hidráulicos quanto pneumáticos (para uso em operações de manufatura onde existe suprimento de ar comprimido) estão disponíveis. Muitos têm sistema de controle por pedal. Um outro modelo mais eficiente é uma mesa elevatória de mola carregada que ajusta automaticamente sua altura conforme o produto é carregado ou descarregado. Alguns modelos são redondos e permitem que a mesa elevatória seja girada. Essa característica de carregamento pela lateral reduz ainda mais a flexão acima do palete ou a necessidade de se deslocar pela carga unitizada para trabalhar no lado oposto. Para operações onde uma característica de elevação móvel é necessária, existem vários posicionadores de palete móvel de elevação vertical. Esses geralmente são bem mais baratos que uma empilhadeira e podem ser operados manualmente ou por bateria. Muitos são projetados para que paletes de vários tamanhos e tipos possam ser utilizados. Para a elevação de objetos maiores e mais pesados num posto de trabalho, existem várias opções de elevação. Entre os mais comuns estão: 26

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• Dispositivos de elevação a vácuo que usam a sucção para agarrar um objeto. Alguns projetos usam um tubo de vácuo ou copo de sucção se um objeto grande e plano for manuseado. • Guindastes de bancada ou guindastes de lança também podem ser usados em algumas aplicações. • Alguns dispositivos de elevação inteligentes usam sistemas de acionamento controlados por microprocessadores para auxiliar na elevação. • Por último, existem braços manipuladores articuláveis. Manipuladores de carga mais leves usam ar comprimido para elevação e podem incorporar ferramentas mecânicas simples (como um gancho ou garfo especial), garras motorizadas, ou ferramentas de elevação a vácuo. Dispositivos de elevação mais pesados usam controles hidráulicos. Com relação à fadiga física – situação que ocorre quando uma ou mais estruturas orgânicas são sobrecarregadas durante uma jornada de trabalho – pode-se destacar a fadiga muscular, um dos fatores que fazem com que o trabalhador, ao longo do dia, vá perdendo produtividade e chegue ao fim de sua jornada de trabalho exausto. Alguns aspectos contribuem para essa situação como posturas inadequadas nos postos de trabalho; sustentação de cargas; alturas inadequadas das bancadas; etc.

As posturas inadequadas podem ser corrigidas orientando o trabalhador. Nas sustentações, levantamentos e movimentações de cargas, uma das maneiras de se eliminar a fadiga é utilizar mecanismos como plataformas de elevação, carrinhos hidráulicos porta-paletes pantográficos, manipuladores e outros. Os manipuladores são guindastes de acionamento pneumático, eletroeletrônico ou a vácuo, com movimentos nas três direções ortogonais e que possibilitam um raio de giro de 360º sobre seus eixos. São utilizados no abastecimento de máquinas operatrizes, manuseio de peças, trocas de ferramentas, montagens de conjuntos, montagens em linhas de produção, etc. São recomendados para pesos acima de 10 kg, com média ou alta repetitividade. Um manipulador deve oferecer segurança ao operador quando em uso; ser de fácil operação e não causar fadiga ao usuário; levar em consideração os aspectos de ergonomia dos postos de trabalho; levar em consideração aspectos de ergonomia aplicados em seu desenvolvimento; manter ou aumentar a produtividade da atividade; levar em consideração as características do produto; e oferecer durabilidade e facilidade de manutenção, entre outros. Recomenda-se observar em um manipulador industrial se, em função da localização, disposição e aproximação dos comandos, o equipamento poderá ser acionado acidentalmente. Deve ser observado também se os movimentos das diversas partes móveis não representam algum tipo de risco de acidentes. O esforço para operar um manipulador é mínimo, pois a carga fica em uma condição próxima à de ausência de peso, semelhante a um balancim. Na aquisição de um manipulador recomenda-se observar, entre outros itens, a sua funcionalidade, facilidade de operação, ergonomia dos comandos e adaptabilidade às características antropométricas dos operadores, porém não deixando de lado um bom treinamento do usuário, no momento da implementação.

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ESTOCAGEM

Estrutura com recuo é solução? Este modelo de porta-paletes minimiza acidentes com empilhadeiras

É

raro encontrar uma estrutura porta-paletes com a configuração da foto acima. Uma das razões está no dimensionamento dos montantes, que deverão

ser reforçados para suportar o peso dos paletes. Será que compensa o acréscimo de custo de redimensionamento dos montantes versus a instalação de protetores individuais de colunas?

No primeiro caso, estaremos afastando a probabilidade de um choque com empilhadeiras atingir a estrutura, até porque primeiro os garfos atingirão as mercadorias. No segundo caso (fotos ao lado), não está descartada a hipótese de choque com as mercadorias, mas o impacto será primeiro no protetor do que nas colunas dos montantes. Nos dois casos, aumenta-se a segurança contra os choques de empilhadeiras. Mas lembre-se: antes de proteger as estruturas, deve-se treinar e retreinar periodicamente os operadores de empilhadeiras a manter a velocidade compatível com a operação e evitar as batidas. outubro 2013

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Cobertura

Continuidade garantida Cerca de 30 mil pessoas visitaram os eventos integrados

A

28ª Movimat (Feira Internacional de Intralogística), tradicional evento de movimentação e armazenagem de materiais criado pela IMAM e que hoje pertence à da Reed Exhibitions Alcântara Machado, e as primeiras edições das feiras Transporte & Logística Brasil, que traz a assinatura da SITL (Semana Internacional do Transporte e da Logística), evento promovido em Paris, e VUC Expo – Salão Internacional de Veículos

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Urbanos de Carga, realizadas de 17 a 19 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), garantiram continuidade anual, com visitação recorde e grande número de negócios. As feiras, que ocorreram simultaneamente à XVII Conferência Nacional de Logística, se consolidaram como o principal encontro de discussão e negócios do setor de transporte, logística e movimentação. Em três dias, cerca de 30.000 compradores passaram pelos eventos. A feira, que contou com 120 marcas

expositoras de 15 países, dentre as quais 35% novos expositores, proporcionou grandes oportunidades de negócios nos setores representados: movimentação e armazenagem, serviços de transporte e logística, tecnologia da informação (TI), embalagem, automação e elevação. O formato do evento, agregando três feiras de negócios do segmento de logística agradou o mercado. Fizeram bastante sucesso entre o público visitante os tests drives disponíveis no evento. Nos três dias foram

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Lançamentos e destaques

necessária do centro de distribuição em até 36%. A empresa criou o “Stop and Go”, tecnologia que movimenta baús ou contêineres em apenas quatro minutos com o uso de cilindros hidráulicos acoplados ao implemento do caminhão e sem necessidade de força humana.

Transporte de cargas

Nova empilhadeira retrátil

realizados mais de 100 tests drives dos modelos de VUCs das marcas KIA Motors, Mercedes-Benz e Iveco e mais de 150 no tradicional test drive de empilhadeiras da Movimat.

O Grupo VIC, especializado em soluções para o mercado de implementos rodoviários, lançou um equipamento que promete reduzir a infraestrutura

A Maxter, que integra o Grupo Auxter, apresentou a nova empilhadeira elétrica AllWork Retrátil 20R – Plus. O equipamento tem capacidade de carga

de 2 t até 11,6 m, sendo nos trabalhos de elevação de material 54% mais rápida na velocidade de elevação com carga e 22% mais veloz sem carga, graças ao motor ser 24% mais potente que os dos modelos existentes no mercado. “Configuramos a máquina com componentes de qualidade para atender empresas de pequeno e médio porte que pretendem adquirir sua primeira empilhadeira ou que não necessitam de muitos equipamentos”, declara Armando Campanini, gerente comercial da Maxter. Roteirização A Geograph, empresa especializada em soluções de geoprocessamento, setorização, distribuição e roteirização, firmou contrato de representação das soluções da empresa francesa Geoconcept. As empresas oficializam a parceira durante o evento.

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Cobertura De acordo com Carlos Azevedo, sócio-diretor da Geograph, a parceria traz ao País tecnologias importantes de GIS e fortalece a atuação da empresa no segmento. “Esperamos crescer entre 15 e 20% ao ano com a adição dos produtos da Geoconcept em nosso portfólio”, antecipa. O acordo foi uma decorrência natural já que a Geograph distribuía os sistemas da Opti-Time, empresa adquirida pela Geoconcept. “O Brasil é um mercado importante. A Geoconcept escolheu a Geograph por terem os mesmos tipos de clientes e trabalharem da mesma forma. A pretensão é aumentar nossos negócios em 20% e firmar sua presença”, comentou Edoardo Bianchi, international business development da Geoconcept. Novo fabricante

A Lintec, empresa subsidiária da Agrale S.A., lançou durante a MOVIMAT uma linha de equipamentos para movimentação de materiais e armazenagem composta por empilhadeiras GLP e elétrica com capacidade de 2,5 t; empilhadeira diesel de 3 t; empilhadeira tracionária elétrica de 1,5 t; transpalete tracionário elétrico de 2 t e rebocador elétrico de 5 t. A empresa também oferece o “Consórcio para a Linha de Movimentação de Materiais”, que tem por objetivo facilitar a aquisição de produtos. Plataforma para VUC A Marksell lançou o novo modelo de plataformas para movimentação de cargas MKS 500 VUC. Criado para carga e descarga de mercadorias em veículos 30

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urbanos de carga (VUC), o equipamento conta com tecnologia exclusiva. A novidade tem capacidade de carga de até 500 kg, pesa 80 kg e apresenta um sistema que desce a mesa da plataforma elevatória na vertical, sem a necessidade de realizar um movimento basculante. Por não ser instalada no chassi do caminhão, a plataforma não corre o risco de sofrer danos em lombadas ou imperfeições na rodovia durante o trajeto e ainda permite que o estepe e lanternas sejam mantidos em sua posição original. O MKS 500 VUC não obstrui as portas traseiras nem ocupa mais de uma vaga na hora da descarga manual de pequenos volumes. WMS com novos módulos A Store Automação apresentou a integração de três módulos web à sua ferramenta WMS. As consultas ao sistema poderão ser realizadas a partir de qualquer computador conectado à internet. As novas funcionalidades agregadas ao STORE/WMAS.net visam dar mais agilidade ao cliente no trato dos dados coletados. “Nosso WMS já nasceu para crescer, por isso o aperfeiçoamos constantemente. Os novos módulos serão escolhidos conforme a necessidade. Todos os processos disponíveis no banco de dados do WMS poderão ser consultados para visualização na web, até mesmo em tablets e smartphones, e impressos ou exportados nos formatos .XLS, .PDF e .HTML”, explica o presidente da companhia, Wagner Tadeu Rodrigues. Para a agilidade na tomada de decisões, a novidade é o Store/Dashboard. Este novo módulo permite ao cliente montar seus gráficos e indicadores para visualização na web a partir de consultas no banco de dados das aplicações Store. Os gráficos, por sua vez, podem ser combinados em um ou mais painéis de controle, que são executados e exibidos automaticamente através de

uma agenda pré-definida, constituindo um cockpit de gráficos e indicadores da operação. Vencendo degraus

A Dandec apresentou o lançamento Cargo-Friend, uma empilhadeira manual que sobe e desce escadas com agilidade e rapidez. “O Cargo Friend sob e desce escadas eletricamente. A primeira roda puxa a carga gradativamente. A segunda roda desce e continua o processo. O equipamento é alimentado por uma bateria com 33 amperes e tem capacidade de 680 kg. Nos EUA o equipamento é usado pela Coca-cola”, explicou Armando Mantovani, presidente da Dandec. Empilhador Trilateral A Saur expôs equipamentos em seu estande e em estande de empresas parceiras, revendedoras de empilhadeiras. Um dos destaques que esteve à mostra é o Empilhador Trilateral ETLS, que aumenta ainda mais o espaço para estocagem de produtos. Com sistema de pinhão e cremalheira, o equipamento ficou mais estreito, o que permite reduzir ainda mais a largura dos corredores onde for implantado. No

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projeto anterior a aplicação do equipamento proporcionava um aumento de até 50% na área de estocagem. Com o novo modelo este número passou para aproximadamente 54%. Plataformas aéreas Dentre os produtos exibidos no estande da Brasil Máquinas de Construção, BMC, foram apresentadas as plataformas de trabalho aéreas (PTAs) do grupo italiano IMER, que têm características exclusivas como sensores antiesmagamento e de carga, atendendo as especificações das Normas Regulatórias 18 e 35 (NR18 e NR35) do Ministério do Trabalho, que estabelece regras para o trabalho em altura com medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente da indústria da construção.

“Além de serem articuladas, as plataformas têm giro de 355o sobre a própria base, o que permite trabalho em espaços reduzidos”, explica Alexandre Galante, supervisor de vendas da BMC, divisão plataformas elevatórias. A BMC disponibiliza o portfólio completo de plataformas aéreas, que abrange desde o modelo Easy Up 5 (tesoura manual ou elétrica autopropelida) com 5,20 m de altura de trabalho, até outras tesouras de até 17,60 m, com propulsão elétrica (baterias), diesel ou diesel-elétrica, articuladas elétricas com até 18 m e aranhas de 14 a 19 m. Validação e registro do Conhecimento A GKO lançou a solução ComSEFAZ, um serviço que simplifica a comunicação com o ambiente do SEFAZ de forma online e distribuída, permitindo que as empresas foquem

em seus negócios sem se preocupar com a burocracia de integração com seus diversos ambientes. Hoje, o ambiente SEFAZ está presente de forma obrigatória na atividade fiscal de todas as empresas e, somado a isso, desde o dia 1 de agosto, as transportadoras passaram a ser obrigadas a registrar e a validar seu CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico pelo SEFAZ, porém, muitas empresas ainda não estão aptas a lidar com esse ambiente. Pensando nisso, a GKO criou o ComSEFAZ que, além de ser uma ferramenta WEB REST, ou seja, que pode ser acessada por meio de um endereço de internet simples é utilizado por meio de um sistema interno da empresa, evita com que as transportadoras gastem tempo e recursos se especializando em conhecimento e tecnologia para lidar com esta obrigatoriedade.

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Cobertura Embalagem e codificação A Opuspac – empresa que fabrica e comercializa máquinas de unitarização de peças - desmembrou-se com a criação da Ino-bag. Com isso, a primeira empresa passa a dedicar-se apenas ao mercado farmacêutico, ficando a segunda responsável pelas máquinas de embalar peças para os demais segmentos. O destaque na MOVIMAT foi o I-Bag 250. Para quem pretende melhorar a produtividade, da operação de embalar e rotular para enviar seu produto para comercialização ou outros processos internos, a I-Bag 250 é uma máquina pequena, versátil, com mínimo tempo de set-up e baixo estoque de materiais. Contentor para líquidos e pastosos

Um dos destaques da Chep foi o recipiente líquido CAPS – contentor para produtos líquidos e pastosos – que passa a integrar o pool de contentores da empresa. A embalagem é ideal para uso em áreas de processamento de alimentos, segmentos farmacêutico, de bebidas, cosméticos, químicos não perigosos e indústrias em geral. O contentor é feito em polipropileno, aprovado pelo FDA, totalmente reciclável, sustentável, limpo, fácil de transportar e, por ser desmontável, melhor para armazenar, facilitando o frete de retorno da embalagem vazia. Softwares de gestão logística A RDC é uma empresa brasileira que se dedica ao desenvolvimento de soluções integradas de softwares para o 32

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DIVERSIDADE DE AGVS

Foram vários os veículos automaticamente guiados (AGVs) apresentados na MOVIMAT. Além de sua linha tradicional de AGVs, a Grenzebach apresentou os modelos da empresa belga Snox Automação, recentemente adquirida pela Grenzebach. A Snox Engineering Group desenvolve e integra AGVs bem como os componentes de hardware e software relacionados e fornece simulação em 3D e soluções de automação. Fazem parte da sua linha de produtos: SnoxCart: AGV resistente, ideal para funções simples em uma ampla gama de ambientes operacionais. Carros ou carretas podem ser ligados e desligados automaticamente, permitindo o transporte flexível e repetido de mercadorias de origem até o destino. Pode-se desenvolver modelos sob medida. SnoxStellar: de baixo custo para a realização de tarefas logísticas repetitivas em armazém e outros ambientes. Pode automaticamente pegar, deixar e mover paletes 24 horas por dia, sete dias por semana, de modo a maximizar a eficiência, a produtividade e viabilidade comercial. Pode-se adaptar o snoxStellar ao seus específicos critérios operacionais. SnoxCustomDesign: adaptável às necessidades do cliente, pode operar em um ambiente de produção não convencional, hostil e difícil, com condições de trabalho que podem exigir temperaturas extremas, altos níveis de limpeza. Pode transportar produtos químicos tóxicos ou materiais nucleares. Já a Trilogiq apresentou, além do sistema LeanTek®, o AGV Trilogiq, resposta eficiente, modular e flexível em transporte automático não tripulado. É guiado por uma fita magnética colada ao piso, proporcionando configurações ilimitadas de rotas e facilidade nas mudanças de trajeto. O AGV é construído com estrutura LeanTek® conforme sua aplicação. A estrutura pode ser facilmente ajustada, customizada ou desmontada. A AMS - Advanced Mechatronics Solutions – também apresentou toda sua linha de produtos flexíveis para a implementação do lean manufacturing. O destaque é para o AMS AGV (Série AT500), veículo automaticamente guiado que substitui operadores no transportes de peças e equipamentos pesados. O modelo é capaz de rebocar 500 kg de equipamentos com facilidade e tem como vantagens a precisão para chegar aos pontos de abastecimento, alta tecnologia e custo de manutenção relativamente baixo. Flexível, o trajeto é determinado por uma fita magnética colada no piso, que pode ser descolada e substituída. Há modelos com capacidade para 1 t.

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mercado latino americano. Entre as soluções apresentadas estão o TMS RDC (oferece a embarcadores, operadores logísticos e transportadores recursos que permitem visualizar e controlar todos os custos inerentes à gestão de transporte, controlar a qualidade dos serviços realizados interna e externamente ou por terceiros e estabelecer metas de qualidade conforme suas necessidades); WMS RDC (ideal para pequenas e médias empresas e tem como foco principal o controle e gerenciamento de armazéns); WMS RDC – Veículos (solução completa e especializada para empresas do setor de logística que se destinam ao transporte de veículos); RDC SLI – Soluções de Logística Integrada (ferramenta completa que supre qualquer necessidade que o cliente tenha. Administra Compras, Armazenagem, Expedição, Transporte, Distribuição,

não se esquecendo de todos os métodos e processos administrativos, fiscais e operacionais) entre outras, como DOC-e; ERP RDC e RDC SIV. Furgão intercambiável

A Truckvan apresentou o Versa Box, furgão de alumínio intercambiável instalado sobre chassis de caminhões e caminhonetas. “Enquadrado na modalidade VUC (veículo urbano de carga), o Versa Box é destinado aos grandes centros urbanos onde há restrição de circulação

de veículos comerciais”, conta Alcides Braga, sócio-diretor da Truckvan. Por ser intercambiável, a novidade proporciona a conveniência de um só veículo para transportar vários Versa Box. A fixação ao chassis do veículo é feita por meio de pinos resistentes twist lock’s, normalmente utilizados em contêineres marítimos, havendo ainda a possibilidade de contar com um pequeno furgão fixo ao veículo para transporte de pequenos volumes. Pesagem e identificação de cargas A Toledo apresentou aos visitantes as novidades para pesagem e identificação de cargas em processos dinâmicos. Os modelos Matrix 410 e Matrix 450 fazem a leitura por imagem do código de barras e permitem o reconhecimento de 100% das etiquetas e a automação da linha com velocidade e alta resolução.

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Cobertura

“Os leitores têm tecnologia de imagem e sua principal vantagem é melhorar o desempenho, ou seja, índice de leituras efetivas superior a tecnologia de laser”, explica Rafael Balsanelli, engenheiro de soluções da Toledo. A automação com identificação por imagem garante um processo confiável, elimina os erros da leitura manual e traz rapidez à produção, vantagens procuradas por muitas empresas. Durante a movimentação da carga, a balança pesa e faz a cubagem enquanto os Matrix 410 e 450 identificam e associam as informações ao volume certo. Rampa niveladora rebocável

dados para frotas e lançou o relatório de controle de jornada de trabalho no transporte imposto pela lei 12.619. Os principais benefícios da telemetria para o setor de transporte são a redução de custos de combustível e manutenção, segurança do motorista, redução no número de acidentes, melhoria na utilização e na eficiência de sua frota e no atendimento ao cliente. De acordo com Luiz Munhoz, diretor de operações da MiX Telematics, “no Brasil o transporte rodoviário representa mais de 70% do volume de carga transportado, portanto existem milhares de clientes que necessitam de ferramentas confiáveis que irão ajudá-los a executar operações eficientes e mais seguras. Para alcançá-los, vamos aumentar a nossa rede de representantes de forma significativa”, afirma. 

Manga palete A Atco Embalagens apresentou como lançamento a manga palete de chapas alveolares. Composta de uma tampa lisa dupla com reforço interno, manga com cantoneira dobrável e palete com quatro entradas, a embalagem é reutilizável, resistente, reciclável, de fácil manuseio e higienização, além de ser espaçosa, empilhável e funcional. Quando não está em uso, a embalagem desmontável torna-se super compacta. Miniload AS/RS A Muratec apresentou um AS/RS na versão miniload. O equipamento é projetado para fornecer armazenagem de alta densidade para aplicações de distribuição de alto rendimento. Sua velocidade de viagem é de 300 m por minuto e de elevação de 180 m por minuto. Sua capacidade de carga é de 650 kg.

TEST DRIVE DE EMPILHADEIRAS Um dos destaques da Iron Brasil foi a rampa niveladora rebocável, que estava exposta na área do test-drive de empilhadeiras. Com o objetivo de flexibilizar e substituir as rampas convencionais (de concreto), a rampa niveladora rebocável permite maior versatilidade, redução do custo operacional e economia de tempo na carga e descarga. É utilizada para carga e descarga de carretas e contêineres. Tem sistema de reboque traseiro que permite ser movimentado pela própria empilhadeira. A Iron Brasil também apresentou seu serviço de locação destes equipamentos, ideal para empresas que não querem imobilizar investimentos com o equipamento. Telemetria A Mix Telematics apresentou soluções de telemetria, com leitura real dos 34

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Como nos anos anteriores, nesta edição da MOVIMAT os visitantes tiveram a oportunidade de fazer um test drive com empilhadeiras em uma área reserva para demonstração. No local, ambientado para simular um armazém, foi possível fazer a movimentação de paletes e acomodá-los em estruturas porta-paletes. Tudo isso com a orientação de monitores, que contavam com dispositivos para desligar o equipamento ao menor risco de acidente. Francisco Luiz Torrisi, sócio da Zambri Transportes, veio de Juazeiro, cidade ao norte da Bahia, acompanhado por sua esposa Suyan Caroso Torrisi, especialmente para visitar a feira. A intenção era se atualizar e aprender mais sobre área de logística para aproveitar em sua atividade. Com três anos de existência, a transportadora do visitante baiano tem planos de ter um galpão próprio. “Descobrimos na MOVIMAT que, ao optar por empilhadeiras a combustão, é obrigatório ter janelas em galpão para não ter riscos com o GLP”, declarou Francisco. Além disso, Francisco participou do test drive operando duas empilhadeiras e contou que “a iniciativa de disponibilizar o test drive é muito feliz, porque nos dá a oportunidade de conhecer as especificações técnicas do produto de perto e aprender a manusear de forma correta. No dia a dia é raro ter uma prática 100% correta. Os monitores ofereceram informações muito detalhadas. A variedade de empilhadeiras na área de teste também foi boa, o que ajuda a decidir qual a melhor opção para comprar. Tinha algo na cabeça e mudei de ideia após esta experiência”.

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UMA FOTO VALE MAIS QUE 30 MIL PALAVRAS... A 28ª Movimat (Feira Internacional de Intralogística) e as primeiras edições da Transporte & Logística Brasil e VUC EXPO – Salão Internacional de Veículos Urbanos de Carga, realizadas de 17 a 19 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), superaram todas as expectativas. Contamos com a presença de 120 marcas expositoras de 15 países, dentre as quais 35% são novos expositores. 45% dos expositores renovaram sua participação para as próximas edições. Durante o evento, recebemos cerca de 30.000 compradores de 40 países, onde 75% dos visitantes participam do processo de compra.

Agradecemos a todos os expositores, apoiadores, visitantes e congressistas que contribuiram para o sucesso do evento. Nos vemos na edição de 2014! Sucesso, reconhecimento e renovação!

“A participação da Brasilpack foi muito positiva, fechamos alguns negócios. O evento nos gerou muitos contatos e também proporcionou visibilidade aos nossos produtos. A Movimat é um marco para a Brasilpack. Podemos dividir o nosso ano entre antes e depois da Movimat. Normalmente depois da feira nós conseguimos fechar muitos negócios”, afirma Glauco Camargo, Gerente Geral da Brasilpack, que confirmou a participação na edição de 2014.

O estande do Grupo AUXTER recebeu fluxo tão alto de visitantes que o gerente comercial de empilhadeiras, Armando Campanini, estima fazer cerca de 80 negócios, entre vendas e locações de máquinas. “É a melhor feira que participamos nos últimos três anos. Pudemos fazer negócios, rever clientes, parceiros e prospects. Em 2014 participaremos novamente”, garante. O Grupo AUXTER participou por meio de uma das suas empresas, a MAXTER, e lançou a empilhadeira elétrica AllWork Retrátil 20R – Plus, fabricada no Brasil por meio de projeto O&M.

“A VUC Expo foi além das expectativas. A feira terá ainda mais empresas demonstrando produtos nas próximas edições e dela sairão grandes negócios. Os contatos que fizemos nos surpreenderam. Por ser a primeira edição, nos resultou bons contatos”, afirma Pedro Bolzzoni, Diretor de Marketing da Librelato, que já confirmou participação na VUC Expo 2014.

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Desafios esafios logísticos no e-commerce Cada pedido no comércio eletrônico é uma promessa

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e acordo com o WebShoppers, relatório semestral realizado pela e-bit, o e-commerce no Brasil deverá crescer mais de 20% ainda este ano, considerando que faturou R$ 12,74 bilhões apenas no primeiro semestre (24% a mais em relação ao mesmo período de 2012). O estudo também constatou que a quantidade de pedidos feitos via web aumentou 20%, chegando a 35,54 milhões. 36

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Já o Índice FIPE/Buscapé, mesmo constatando uma queda de -4,59% nos preços do e-commerce nesse período, o tíquete médio de quem comprou por meio de algum site cresceu nominalmente 4%, se comparado à mesma época do ano passado, resultando em R$ 359,49. Este desenvolvimento é causado pelos preços dos produtos, comodidade, facilidade de comparar valores rapidamente e maior oferta. Além disso,

a logística é parte mais importante do processo, já que garante a satisfação do cliente ao entregar o produto íntegro e no prazo esperado. Entretanto, os problemas um dos problemas enfrentados pela logística são indenizações ocasionadas por avarias ou extravios de produtos. Além disso, o e-commerce já conta com regras jurídicas, em vigor desde maio, por meio do Decreto 7962/2013, que regulamenta a Lei 8078/90 (de

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anuncio a


1990!) sobre a contração dos serviços de comércio eletrônico no País. Esta Lei determina que as empresas do ramo devem fornecer informações claras a respeito do produto, serviço e fornecedor, assim como atender prontamente o consumidor e respeitar seus direitos. Para aprofundar-se sobre o assunto, bem como conhecer exemplos bem sucedidos a Revista LOGÍSTICA acompanhou o 6º Encontro Estadão PME que reuniu especialistas em São Paulo (SP) para discutir os desafios do e-commerce no Brasil. Além disso, procurou empresas que atuam em lados diferentes do e-commerce: a Netshoes, que realiza vendas via site de artigos esportivos e a Direct (empresa da Tegma Gestão Logística), especialista em logística para e-commerce.

Os gargalos no Brasil O Grupo Estado promoveu, no inicio de setembro, o 6º Encontro Estadão PME

no Espaço Itaú de Cinema – Shopping Bourbon, no bairro da Pompeia, São Paulo (SP). O evento foi dividido em quatro módulos que trataram de temas importantes, dedicando um módulo para falar sobre logística, tecnologia e seus principais gargalos no comércio eletrônico. Hoje, a tecnologia é um facilitador aos processos de vendas do e-commerce, já que há, por exemplo, serviços de hospedagem de lojas virtuais que cobram pequenos valores. O verdadeiro desafio é proporcionado pelos entraves logísticos do Brasil que atrapalham o cumprimento dos prazos de entrega. “Para o e-commerce é fundamental reunir tecnologia e logística, já que esta prestação de serviços deve ser extremamente simples. A logística é um desafio importante, um acordo firmado quando o cliente escolhe um produto, efetua o pagamento e é informado da data limite para entrega. Não há mais fronteiras entre varejo e web. A posição

Cada pedido é uma promessa e a logística é parte crucial para satisfazer as expectativas dos clientes estratégica de logística deve ser forte e estar sempre preparada”, disse Ênio Garbin, executivo de smarter commerce da IBM Brasil. O Brasil está bem evoluído no e-commerce pela maturidade, como quantidade de lojas, disponibilidade de tecnologia. O México, pelo tamanho da população é a grande expectativa do e-commerce, mas ainda está no nível que estávamos em 2005. “Temos opções de entradas muito interessantes e

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clientes de todos os níveis. O México e a Colômbia são mercados interessantes, mas têm problemas logísticos bem mais sérios. Lá o normal é aguardar até 20 dias por um produto”, observou Garbin. O executivo continuou explicando que a logística é o momento quando o sonho se realiza e a eficiência operacional é chave para sobreviver. “Hoje o mundo está sem fronteiras e as grandes empresas competem com todas as pequenas e várias lojas quebram. Nos EUA, o modelo é parecido com o do Brasil, mas lá existe oferta compartilhada de frete”, completou. Para Sandra Vaz, vice-presidente de vendas para ecossistema e canais da SAP, a tecnologia deve servir como meio de proporcionar uma boa experiência e atrair o cliente que, muitas vezes, visita o site uma ou duas vezes, curte o visual, navega pelas paginas, mas efetuar a compra numa outra oportunidade. “O cliente precisa ter uma experiência que vai além do ato de comprar. Primeiro devemos cativá-lo com tecnologia associada a inovação com lançamentos e promoções. Precisa ser eficiente, disponibilizar mecanismos para que o cliente faça suas compras de acordo com seu estilo (boleto, cartão), controle de BackOffice, logística (gera custo, por isso precisa ser adequado e ter frota própria, se possível. Lembrando que acordo combinado não sai caro) e planejar a melhor rota (com caminhão cheio para evitar custos extras)”, explicou Sandra Vaz vice-presidente de vendas para Ecossistema e Canais da SAP. Vaz comentou, ainda, que há pequenos operadores logísticos que

atendem por região, o que facilita o planejamento. “O público jovem, por exemplo, deseja tudo para ontem e preferem comprar pela internet. Comece pequeno, pense grande, associe-se aos grandes, invista tecnologia e contrate pessoas extraordinárias”. A mudança na forma de ver o comércio eletrônico tem transformado este mercado e os empresários começam a aplicar inovações e alternativas parar eliminar gargalos logísticos. Para isso, é importante manter sempre as informações claras na loja virtual e não oferecer prazos inviáveis para o operador logístico. “A entrega expressa gratuita não existe. Nos últimos meses, este conceito acabou no Brasil. Fazer um pagamento em 12 vezes sem juros é outro mito, assim como frete expresso grátis. O problema não é só a logística, por isso é necessário que haja parcerias e discussões entre operadores e varejistas online. O monstro da logística é a experiência do usuário e excelência operacional é provada na entrega. A

logística reversa é cara e se ela estiver acontecendo com muita frequência, sua margem vai ficar negativa. Esse é um ponto de atenção e deve ser evitado”, explicou Gerson Rolim coordenador de comitês da Câmara e-Net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico).

Logística e e-commerce A Netshoes foi fundada em 2000 como uma loja física em São Paulo e, dois anos depois, começou a trabalhar paralelamente no comércio online. A operação cresceu e, em 2007, a Netshoes fechou sete lojas físicas para se concentrar no e-commerce, uma atitude considerada ousada pelo mercado na época, mas com foco num único objetivo: oferecer a melhor experiência de compra da internet. Hoje, oferece um portfólio com mais de 38 mil produtos. O e-commerce oferece toda a comodidade ao consumidor de comprar de onde ele quiser, na hora que ele quiser e ter na tela do seu computador ou de um celular. Por tudo isso, a operação logísti-

UMA OPERAÇÃO LOGÍSTICA PARA E-COMMERCE Compromisso

Estratégia

Desafio

Sempre cumpra o que foi prometido ao cliente. Se achar que não conseguirá, antecipe-se ao problema e assuma o erro.

A eficiência operacional é apontada pelos especialistas como a chave da eficácia do comércio eletrônico.

Tecnologia não é mais uma barreira para entrar no setor. Entretanto, invista de acordo com o crescimento da empresa.

Fonte da tabela: Estadão PME

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ca por trás da loja deve funcionar como um relógio, para garantir comodidade e a melhor experiência ao consumidor, com qualidade de produto e serviço. A atuação da Direct, empresa que faz parte da Tegma Gestão Logística, no e-commerce é na distribuição fracionada de encomendas expressas. A Direct atua para os maiores sites de venda online do Brasil. A companhia tem um portfólio de clientes que engloba desde varejistas online até operações dedicadas a empresas que criaram seu próprio canal de vendas. “Fazemos a expedição de aproximadamente um milhão de pacotes por mês. São 88 bases de entregas espalhadas pelo país, atingindo mais de mil cidades, com capacidade para atender todas as capitais e interior. A companhia faz a logística dos produtos desde a gestão do estoque do cliente até a casa do consumidor (B2C)”, contou Gennaro Oddone, diretor presidente da Tegma.

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A Netshoes realiza entregas em todo o Brasil e oferece diversas modalidades de frete para seus clientes como a entrega normal (gratuita) e agendada. Há também serviços pagos de fretes mais rápidos. “Se o consumidor desejar contratar, a Entrega Expressa chegará mais rápida que a normal e esse prazo depende da localidade. Assim como a Super Expressa, disponível na Grande São Paulo e na Grande Recife, em que é possível receber o produto no mesmo dia da compra. Assim, damos opções para que nossos consumidores escolham o modelo de frete que melhor convém às suas necessidades”, explicou Graciela Tanaka, COO da Netshoes. A Tanaka contou que a Netshoes foi a primeira empresa a inserir, em novembro de 2010, um posto avançado dos Correios em seu Centro de Distribuição. Com essa medida, diminuiu seu tempo de entrega e aumentou o padrão

Gennaro Oddone, diretor presidente da Direct: “E-commerce é um segmento que oferece enormes oportunidades”

de qualidade, importante item do pilar relacionamento com clientes. “Em média, a redução foi de um dia no processo de entrega com essa ino-

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vação, pelo fato dos pedidos já saírem roteirizados de nossas instalações. Em abril de 2013, inauguramos o posto avançado dos Correios também no CD de Recife. Olhamos atentamente as transportadoras, pois elas são parte integrante da operação. A estrutura logística da Netshoes é extremamente flexível. Diante de diversos fatores e características do pedido, uma transportadora é escolhida para realizar a entrega dentro do melhor prazo e qualidade de serviço ao consumidor”, comentou Tanaka. Outro diferencial é a agilidade no processamento do pedido. Depois da compra efetuada e o pagamento confirmado, o CD embala o produto em até duas horas, graças a um sistema desenvolvido pela própria Netshoes. Essa velocidade entre a compra e o empacotamento é extremamente importante, pois resulta em ganho de tempo na entrega do produto ao consumidor. A empresa opera seus Centros Logísticos (Barueri e Itapevi, em São Paulo e Recife, em Pernanmbuco) e a única ponta que não é própria são as transportadoras. “Vale destacar nosso cuidado com os horários de corte. Não deixamos os produtos ‘dormirem’ em nosso CD, se existir a possibilidade de serem despachados no mesmo dia. A Netshoes mantém uma área de supply chain que realiza um controle rigoroso em toda a cadeia, desde os parceiros. Sempre consideramos os picos de crescimento das principais datas do varejo - como Natal, Black Friday e Dia dos Pais. Assim, conquistamos expertise para desenvolver novos projetos, já em andamento, para suprir as demandas destes grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil nos próximos anos. Estamos sempre nos

Faturamento Anual do e-commerce no brasil (bilhões de R$) 27,9

22,5 18,7 14,8 10,6 8,2 6,4 4,4 1,2

1,8

2,5

2013* 2011 2012 2009 2010 08 20 2007 2005 2006 2003 2004 02 20 2001

0,5

0,9

Fonte: e-bit * Conforme estimativa de crescimento

preparando para um crescimento sustentável”, revela Tanaka. A Direct utiliza como ferramenta padrão em seu armazém um WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém). No entanto, recentemente implementou também um sistema de esteiras automatizadas de última geração na planta da Direct, em Barueri (SP). “O sistema, chamado de CrossBelt Sorter, aumentou a agilidade de recebimento e despacho de produtos, que são automaticamente enviados para as rampas de expedição e embarque”, disse Oddone.

O mercado do e-commerce brasileiro Segundo Oddone, o mercado de e-commerce vem crescendo nos

Mercado brasileiro tem características que incentivam crescimento do e-commerce 40

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últimos cinco anos a taxas anuais de 30%. É um segmento que oferece enormes oportunidades, justificando investimentos para fortalecer ainda mais a carteira de clientes e ampliar a presença de operações em diversas regiões do país. “O mercado brasileiro tem características que auxiliam o crescimento do e-commerce. O consumidor enfrenta problemas de mobilidade (trânsito, tempo) nas grandes cidades para comprar e, às vezes, é necessário ir a diversas lojas para encontrar um determinado produto. Não faz mais sentido ir até um shopping center, ficar no trânsito e pagar o estacionamento, se você pode ter um serviço de qualidade e receber sua compra em casa com comodidade, comprando por meio de e-commerce de alta qualidade e reputação. Já no interior, muitas vezes, há um portfólio restrito de produtos”, explicou Tanaka. A executiva observou que os brasileiros são conectados, os jovens estão

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cada vez mais utilizando lojas virtuais e vemos uma demanda crescente por agilidade e qualidade nos serviços das empresas. “Por ser um mercado recente, há muito para se crescer no e-commerce e diversos potenciais a serem explorados. A Netshoes é um desses cases, pois foi pioneira em 2002 ao oferecer artigos esportivos pela internet e onze anos depois registrou um faturamento de R$1,2 bilhão”, completou. “Por ser recente, o e-commerce brasileiro ainda está desenvolvendo sua visão de longo prazo, ou seja, há empresas que não estão estruturadas com fundamentos de criação de valor e longevidade. Por exemplo, oferecer frete grátis para um curtíssimo prazo de entrega em qualquer lugar do Brasil não é um modelo sustentável. É necessário que alguém pague por essa velocidade e, muitas vezes, não é salutar para a empresa e nem para os parceiros logísticos”, alerta Tanaka.

Logística reversa A logística reversa se torna necessária em algumas situações, dependendo da iniciativa do cliente ou da empresa. Há situações quando a empresa cria um planejamento para recolher produtos obsoletos para que sejam reciclados, desmontados ou destinados a um fim apropriado. Outro caso, por exemplo, pode ser a devolução de um item adquirido e que não atendeu as necessidades ou expectativas do cliente. Nesse caso, De acordo com o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, o cliente pode desistir da compra e devolver o produto dentro de um prazo uma semana. “A Direct é responsável por algumas operações de logística reversa, principalmente para clientes que atuam nos setores de cosméticos e eletrônicos. A companhia faz o gerenciamento do retorno das mercadorias distribuídas no Brasil e, porventura, na posterior devolução dos produtos aos clientes”, comentou Oddone.

Motivos para ECONOMIZAR alugando na

Graciela Tanaka, COO da Netshoes: “Não deixamos os produtos ‘dormirem’ em nosso CD”

A Netshoes oferece a primeira troca gratuita para seus clientes, para troca do modelo do produto ou do tamanho, por exemplo. Para solicitar a troca, o cliente pode acessar a loja e utilizar o sistema de troca disponível pelo site, sem nenhuma interação humana, ou se preferir pode entrar em contato com a Central de Relacionamento em um dos nossos canais disponíveis. “No nosso sistema de troca, o cliente pode, ainda, optar por receber um novo produto, no caso de trocar por outro tamanho, ou receber um vale-compra para utilização posterior onde ele poderá comprar outro ítem totalmente diferente. Com a solicitação da troca concluída, coletamos o produto por meio de um parceiro logístico ou o cliente pode optar por postar em uma agência dos Correios, lembrando que a Netshoes pagará a postagem na primeira troca. Assim sendo, precisamos ter uma logística reversa apurada. A área responsável pela triagem dos produtos processa as trocas no mesmo dia em que recebemos os itens da transportadora e realiza a liberação dos novos produtos, do vale-compra ou a devolução do valor pago, no caso da devolução do pedido”, contou Tanaka. outubro 2013

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PESQUISA

Que tipo de palete? ?

Conheça a assist

O palete é a base da atividade de movimentação de materiais. Eis porque ele é tão importante

A

qualquer momento, são movimentados quase 3 bilhões de paletes no mundo. Novos, usados, de metal, plástico, papelão, madeira ou composto de madeira, eles são a base da movimentação de materiais. Para quem está do lado de fora do setor, o palete pode parecer apenas uma mercadoria básica. Mas para quem faz parte, o palete é um componente essencial que pode ter um grande impacto no processo de uma empresa e, em última análise, no resultado financeiro. O palete é uma plataforma que serve de base para toda a carga unitizada. Permite movimentar mais em menos tempo com menos mão de obra. 42

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O palete pode gerar grandes economias de custo para fabricantes e empresas que movimentam produtos. Também protege o produto em trânsito para que chegue ao destino em boas condições. Sem o palete, a embalagem do produto teria que ser mais resistente, o que poderia traduzir-se em custos mais altos. Por isso, uma vez que quase todo produto movimentado na cadeia de suprimentos é transportado em um palete, a pergunta é: Que tipo de palete e por quê?

Mercado Embora muito se fale sobre a economia estagnada, os paletes geralmente são uma indicação da quantidade de produto paletizado para fins de estoque

ou de embarque. Todavia, na pesquisa realizada com leitores da revista LOGÍSTICA em setembro, 49% dos entrevistados indicaram que o uso de paletes aumentou durante os últimos dois anos entre 0 a 50% em média, 24% indicaram que aumentou o uso de paletes em mais de 50% e 20% indicaram que seus usos de paletes permanecem iguais. 5% dos entrevistados afirmou que seus paletes diminuíram entre 0 a 50%. Apenas 1% indicou que seus usos abaixaram mais de 50% em média (Gráfico 1). Para o futuro, quando perguntados como acreditam que o número de paletes mudará nos próximos dois anos, 47% esperam aumentar suas compras em até 50%, 12% esperam

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1 5% Diminuiu entre 0 e 50%

Durante os últimos dois anos, a quantidade de paletes em sua empresa:

2

Qual estratégia de uso de paletes será mais adotada nos próximos dois anos? 1% 1% Diminuir mais Não de 50% respondeu

1% Diminuiu mais de 50%

8% Diminuir entre 0 e 50%

47% Aumentar entre 0% e 50%

3

Como os paletes se movem?

22% Entre diversos elementos da cadeia

0% Não respondeu

29% One-way

20% Permaneceu igual

24% Aumentou mais de 50%

49% Aumentou entre 0% e 50%

32% Permanecer igual

12% Aumentar mais de 50%

22% Em circuito fechado

24% Retornáveis

Fonte: Pesquisa com leitores da Revista LOGÍSTICA em setembro/2013

aumentar em mais de 50% e 32% esperam que permaneçam iguais. Apenas 8% esperam que suas compras de paletes diminuam numa média de 0 a 50% e 1% acredita que vai diminuir seu número de paletes em mais de 50% (Gráfico 2).

Movimentação de paletes Quando perguntados como os seus paletes se movem, 29% dos entrevistados responderam que seus paletes são “one-way”, para 24% são retornáveis, para 22% seus paletes se movem em circuito fechado, 22% entre os diversos

elementos da cadeia e 2% não respondeu (Gráfico 3).

Formato O palete PBR (1,00 x 1,20 m) é o principal formato utilizado por 69% das empresas entrevistadas. Outros

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4 4% 1,10 x 1,10 m

5

Qual (is) o(s) principal (is) formato (s) utilizado (s) de paletes em sua empresa? 10% Outros

1% Não respondeu

Que tipo de estratégia de utilização de paletes predomina no seu negócio? 1% “Pool de paletes”

69% PBR (1,00 x 1,20 m)

6% Outra

0% Não respondeu

35% Paletes “one-way” (descartáveis)

2% Paletes alugados

6% 1,20 x 1,20 m

15% Paletes com idade média superior a 5 anos

3% 1,50 x 1,25 m 7% EUR (0,80 x 1,20 m)

6

41% Paletes com idade média entre 0 e 5 anos

Quanto representa o custo de manutenção dos paletes em % do investimento (custo de aquisição)? 4% 4% Mais que Não 10% respondeu

10% De 5% a 10%

57% 0 a 2%

25% 3% a 5%

Fonte: Pesquisa com leitores da Revista LOGÍSTICA em setembro/2013

paletes com idade média entre 0 e 5 anos. Em segundo lugar ficaram os paletes “one-way” (descartáveis), com 35% dos votos. Os paletes com idade média superior a 5 anos tiveram 15% dos votos, e outros obteve 6% dos votos. Os paletes alugados ficaram com 2% e o pool de paletes com 1% (Gráfico 5). O sistema de “pool de paletes” ainda enfrenta alguns desafios no Brasil. Quando perguntados qual a possibilidade de investir no sistema, 7% disseram considerar fortemente e 12% consideram moderadamente. Porém 66% dos entre-

modelos não especificados ficaram em segundo lugar, com 10% dos votos. Já o padrão EUR (0,80 x 1,20 m) é o mais utilizado para 7% das empresas. O palete de 1,20 x 1,20 m teve 6% dos votos, seguido pelo 1,10 x 1,10 m (4%) e 1,50 x 1,25m (3%). 1% dos entrevistados não respondeu à pergunta (Gráfico 4).

Aluguel de paletes Quando perguntados que tipo de estratégia de utilização de paletes predominava no negócio, 41% dos entrevistados respondeu que eram os

QUEM SÃO OS MAIORES USUÁRIOS DE PALETES? O uso do palete está bem pulverizado no Brasil. A pesquisa detectou que 19% dos usuários pertencem às indústrias em geral, 18% aos operadores logísticos, 16% ao segmento de alimentos e bebidas, 12% ao segmento de transporte e distribuição, também 12% aos bens de consumo, 10% aos atacadistas e 8% à construção civil e 5% aos supermercados. 19%

18%

16%

Indústrias em geral 12% 12%

Operadores logísticos 10%

Alimentos e bebidas 8%

Transporte e distribuição 5%

Bens de consumo Atacadistas Supermercados Construção civil

44

pesquisa.indd 44

vistados não está considerando adotá-lo e 4% já usou e abandonou a ideia. Ainda foi detectado que 10% dos entrevistados não sabe o que é um “pool de paletes”.

Custo de manutenção A pesquisa abordou o quanto o custo de manutenção dos paletes representa em % de investimento (custo de aquisição). Para 57% dos entrevistados este custo é de 0 a 2% , para 25% dos ouvidos é de 3 a 5%. 10% dos entrevistados têm custo de manutenção de 5% a 10% do custo de aquisição e para 4% este custo é maior que 10%. Não responderam 4% (Gráfico 6).

Madeira e plástico Independentemente de quem faz a manutenção dos paletes, a madeira é dominante na preferência do mercado, com 69% relatando que usam madeira em suas instalações (Gráfico 7). Embora a madeira seja a campeã, o plástico está ganhando força. 22% dos leitores afirmam que usam paletes de plástico em suas instalações. E dos que não usam o plástico, 38% pensam em usá-lo no futuro. Entre os outros materiais destacados, 2% dos entrevistados utilizam alguns paletes de compostos de madeira, 3% usam alguns paletes de papelão, 1% usam alguns paletes de aço e também 1% usam paletes de alumínio. Entretanto, os entrevistados não indicaram em que

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7 3% Papelão ondulado

Que tipo de palete você utiliza?

1% Aço

1% Alumínio

3% Não utilizamos paletes

2% Composto de madeira

22% Plástico

22% Nenhuma, pois não vamos mudar

2% 5% Não respondeu Madeira

38% Plástico

69% Madeira

6% Aço

9

Em sua opinião, quais serão os motivos principais das futuras mudanças nos paletes?

14% Ecologicamente correto (logística reversa)

1% Outras

5% Não terá mudanças

3% Não respondeu 53% Preço

6% Aumento das vendas e dos negócios e crescimento dos SKUs

1% Alumínio

quantidades os paletes alternativos são comprados (Gráfico 8). A escolha do palete para um local pode ter vários fatores, incluindo problemas higiênicos, durabilidade e qualidade. Mas é claro, todo palete tem

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8

Que tipo de palete você não usa mas poderá considerar no futuro?

16% Papelão ondulado

10% Composto de madeira

uma finalidade. Os paletes de papelão ou descartáveis são destinados para uso em uma única vez, muitas vezes indo da operação e manufatura para o centro de distribuição. E, embora mais caros, os paletes de alumínio são leves e fortes, o

1% Aumento das exportações e regulamentos

4% Requisitos e exigências do cliente

13% Durabilidade e melhor qualidade

que os torna ideais para o transporte no setor aéreo (Gráfico 9). Cada operação é diferente e o uso dos paletes depende de qual produto e onde ele está sendo movimentado. Todos os paletes têm seu lugar no mercado.

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LOGÍSTICA PELO MUNDO

Operação mais leve Com o investimento em tracionadores elétricos para movimentação de contentores sobre rodas, empresa inglesa reduziu lesões

A

Appleby é a atacadista da SPAR, rede de supermercados mundialmente conhecida, no sul e sudoeste da Inglaterra. O grupo mantém dois centros de distribuição

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principais, um em Saltash em Cornwall e o outro em Cullompton em Devon. “Quando assumi o meu cargo, as lesões por movimentação manual cresciam. Isso levou ao aumento correspondente de pedidos de inde-

nização judicial. Parte de minha responsabilidade é garantir que o pessoal trabalha conforme os procedimentos de segurança apropriados e recebe os equipamentos corretos para redução das lesões”, comenta Dave Taylor, ge-

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TECNOLOGIA AVANÇADA EM PORTAS RÁPIDAS, SECCIONAIS E NIVELADORES DE DOCA PARA MÁXIMA EFICIÊNCIA DOS SEUS PROCESSOS

O equipamento reduz lesões por movimentação manual, além de melhorar o moral e motivar os colaboradores

rente de segurança do CD de Saltash. De acordo com Taylor, alguns pedidos de indenização de lesão pessoal contra o grupo foram decorrentes de motoristas envolvidos em acidentes com contentores sobre rodas ao entregarem produtos nas lojas de conveniência. Após ver uma demonstração do tracionador elétrico SM60 SmartMover da MasterMover em uma feira, o gerente procurou conhecer mais sobre o produto. “Nossos motoristas precisam movimentar sozinhos os contentores sobre rodas de seus veículos de entrega até a loja de conveniência, muitas vezes por superfícies difíceis como rampas inclinadas ou pisos acidentados e irregulares. Das 312 lojas para as quais entregamos, apenas duas têm baias de carga apropriadas. Isto significa que as

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lesões por movimentação manual eram comuns,” afirma Taylor. O equipamento é um tracionador versátil destinado a mover cargas sobre rodas, como os contentores sobre rodas, dos elevadores traseiros dos veículos e por superfícies e rampas irregulares, conseguindo girar a 90°. Preso à base do contentor sobre rodas, o tracionador garante que o contentor não tombe no operador. Isto reduz as lesões graves nos funcionários, fazendo com que o procedimento de descarga seja feito por uma só pessoa. A eficiência e a segurança aumentam ainda mais, permitindo a movimentação de vários contentores sobre rodas usando dispositivos de reboque. Baterias seladas, velocidade variável e freios automáticos também são de linha. Onde a carga for relativamente leve e a manobrabilidade, segurança e controle forem críticos, o equipamento garante a entrega rápida dos componentes para um armazém ou loja de conveniência e pode eliminar a necessidade da movimentação manual demorada. Ele se conecta à base do contentor sobre rodas através de um mecanismo de fixação inovador operado com o uso de uma alavanca simples localizada no pescoço do dispositivo. Quando conectada, o tracionador fica preso à carga e o operador pode usar os controles “para frente” e “para trás”. “Compramos os equipamentos para os nossos motoristas de entrega. outubro 2013

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Desde o uso dos tracionadores, vimos uma redução significativa de 42% no número de lesões por movimentação manual dos contentores sobre rodas nos entregadores. Como negócio, esta redução afeta diretamente o número de pedidos de indenização por lesão pessoal que recebemos e por isso os equipamentos já se pagaram”, afirma Taylor entusiasmado. Um dos equipamentos é usado para operações de entrega a uma loja da SPAR sediada na Ilha de Wight, no sudoeste da Inglaterra. O motorista precisava movimentar os contentores sobre rodas por uma rampa íngreme para chegar à loja. Isto causava muito estresse ao motori sta e aumentava o risco de acidente ou lesão. “Após usar o equipamento, o moral e a motivação do motorista aumentaram de forma substancial,” afirma Taylor.

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Em outra operação de entrega regular a uma loja sediada em Bognor Regis, uma cidade ao sul da Inglaterra, Taylor conta que o motorista enfrentava mais de 100 metros de superfície de rua difícil desde o veículo de entrega

até a loja. Hoje, com o uso da solução, o motorista consegue acoplar até seis contentores sobre rodas de uma vez e movimentá-los com segurança até a loja, aumentando a produtividade de forma significativa.

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SERVIÇOS LOGÍSTICOS Redução de emissões de poluentes

Caminhões e porta-contêineres

Operação Logística

A Veloce Logística revela que o volume transportado, desde de sua fundação há quatro anos, subiu 27,8% entre 2010 e 2012, enquanto as emissões de gases de efeito estufa, por quilometragem x metro cúbico de carga, diminuíram em 8,9% no mesmo período. A empresa emitiu 61,1 mil toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e) em 2012 contra 52,5 mil toneladas em 2010.

A Terra Master Logística e Transporte, que opera a partir do porto de Santos, litoral de São Paulo, agregou à sua frota novas unidades de caminhões da marca Scania P360 e seis porta-contêineres de 20’ e 40’ pés. Além disso, adquiriu rastreadores e outros implementos que os veículos necessitam para trafegar com segurança pelas estradas do País.

com a Unilever, multinacional anglo-

www.velocelog.com.br | (11) 3905-7000‎

www.terramlt.com.br | (13) 3299-5500

A Coopercarga fechou parceria holandesa. A operação envolve o transporte de sorvetes da marca Kibon, que saem da fábrica paulista de Taboão da Serra (SP) com destino ao CDD Pavuna (RJ) e no armazém de Volta Redonda (RJ). www.coopercarga.com.br (11) 2197-8200

Sustentabilidade A Retha Imóveis, empresa especializada em administração,

Vitória da Conquista

locação e venda de galpões e áreas industriais, a fim de reduzir o impacto de suas operações desde a construção de seus empreendimentos, optou pela adoção de sistemas construtivos industrializados que minimizam impactos ambientais. www.retha.com.br | (11) 4777-9800

Logística integrada A DHL Supply Chain, divisão de serviços logísticos do grupo Deutsche Post DHL, e a BR Offshore

A Jamef Encomendas Urgentes inaugurou uma unidade em Vitória da Conquista (BA), tem uma área de 16 mil m², com total infraestrutura, 16 docas para descarregamento e carregamento simultâneos dos veículos, dormitórios, refeitório e fácil acesso a BR 116.

Investimentos e Participações

www.jamef.com.br | (11) 2121-6161

atuam no setor de Óleo e Gás.

assinaram um acordo para a prestação de serviços de logística integrada para as empresas que www.dhl.com.br | (11) 3618-3200‎

Nova operação logística

Retroárea com 15 mil m²

A Pacer fechou contrato com a ZTE, que trabalha com equipamentos de telecomunicações e soluções de rede, para realizar o transporte de produtos e peças de rede de telefonia fixa e móvel em todo o Brasil. Estima-se que a operação logística de carga fracionada movimentará 75 toneladas anualmente.

Marco inicial do plano de expansão do Grupo Libra no Porto de Santos, a Libra Terminais Santos tem uma nova retroárea alfandegada para contêineres, com 15 mil m². O Terminal T33 é o início de um grande investimento de R$ 700 milhões no Porto de Santos em obras civis, equipamentos e sistemas.

www.pacer.com.br | (21) 3161-8600

www.grupolibra.com.br | (11) 3563-3606

50

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Aeronave Mais moderno, com menor emissão de ruídos e mais eficiente, o novo Boeing 777F cargueiro da Lufthansa começará a voar pelo mundo a partir de novembro. A nova aeronave voará para Atlanta, Chicago e Nova York. O cargueiro é capaz de permanecer no ar por dez horas e meia com uma carga de 103 t. www.lufthansa-cargo.com (11) 2161-7500 ‎

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Logística especializada A Ativa Logística, operadora especializada nos segmentos de medicamentos e cosméticos, investe continuamente em melhorias dos processos de segurança e armazenagem dos produtos transportados. Com índice de 98% de eficiência em todas as operações e pontualidade nas entregas, a empresa conquistou vários prêmios. www.ativalog.com.br | (31) 3391-1807

Transporte de tabaco in natura

A Brado realizou uma operação no Terminal Intermodal de Esteio (RS) com o transporte de tabaco in natura (folhas e talos processados e fumigados) para o exterior. Um dos fatores que contribuiu para a efetivação do serviço foi a forte demanda do setor fumageiro no Estado do Rio Grande do Sul. Pensando nisso, a Companhia estima atender, inicialmente, 30% deste mercado e projeta ampliar a participação em 50% a curto prazo. www.brado.com.br | (11) 3061-9293

Redução de tempo no atendimento

Aquisição de transportadora

Os caminhões que carregam e descarregam todos os dias no Porto Seco Curitiba II, administrado pela Elog Logística, já colhem os resultados obtidos com o novo padrão de atendimento. Desde dezembro, os motoristas são atendidos com hora marcada.

O empresário Urubatan Helou, diretorpresidente da Braspress, manifestou interesse em adquirir as operações da TNT Express Brasil, ao protocolar documento a respeito, junto ao Banco mandatário. Segundo Helou, a Braspress é a única transportadora capaz de manter a TNT Express.

www.eloglogistica.com.br | (11) 3305-4100

www.braspress.com.br | (11) 3429-3333

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Prévia da fenatran

Lançamentos Novidades que estarão apresentadas na próxima edição do salão internacional do transporte

E

ntre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP), acontece a 19ª Fenatran - Salão Internacional do Transporte. Realizado há mais de três décadas, com intervalo de dois anos, o evento traz lançamentos para profissionais do setor interessados em ficar por dentro das tendências do segmento. Para fazer um aquecimento, a Revista LOGÍSTICA traz informações antecipadas sobre alguns lançamentos que serão apresentados durante a exposição. 52

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Extra-pesados A Iveco participará da Fenatran apresentando, além da linha Ecoline, que oferece soluções em transporte para as faixas de 3,5 até 45 toneladas, apresentará dois novos modelos semipesados Iveco Tector, nas versões de 15 toneladas e a versão Attack 280, com novos motores, novo acionamento da transmissão a cabo e novos acabamentos internos para as versões Attack. Outra gama que estará no estande será o Iveco Trakker, além dos reconhecidos motores 440 e 480

cv, apresentará um novo motor; o FPT Cursor 9, de 360 cv para o Trakker de 33 t. Com isso, a família Trakker amplia seu leque de utilização nos setores da mineração, construção, cana-de-açúcar e madeira. Na família Stralis, que é equipada com motores Cursor 13, o grande destaque será o lançamento do novo Stralis com motor Cursor 9 Automatizado de série, pioneiro em seu segmento nos modelos de 9 Litros. Os destaques são a cabine, com novos interiores, o chassi, as suspensões e o

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alto CMT de 60 toneladas. O estande também terá em exposição o caminhão Hi-Way, extra-pesado com três faixas de potência: 440, 480 e o novo 560 cv, o que o que o coloca entre os caminhões com maior desempenho neste setor. O veículo também está disponível em três versões de tração (4 x 2, 6 x 2 e 6 x4) e três entre-eixos: 3.500, 3.200 e 3.000. Suspensões e componentes A Suspensys, que recentemente inaugurou filial na cidade de Resende (RJ), mostra na Fenatran novas soluções em tecnologia, qualidade e segurança. Entre as novidades, os visitantes poderão conferir na exposição suspensões e componentes para veículos comerciais. Será apresentada uma suspensão 6x4 full air, conceito modular para caminhões e ônibus, suspensão 6x2 mecânica otimizada

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para caminhões e suspensão distanciada para semirreboques com um eixo autodirecional. Também apresentará cubos e tambores de rodas com vida prolongada, feixe de molas que serão fabricados na filial de Resende, além de cubos e suportes fundidos pela Castertech Fundição. Pneus A Bridgestone Bandag terá em seu estande os produtos: Bridgestone R268 - indicado para estradas de curta e longa distância, podendo ser aplicado em todas as posições de eixo; Bridgestone M840 - pneu de carga radial de última geração, para atender ao segmento de caminhões em percursos mistos (on-off), de curtas e médias distâncias. Sendo um pneu para todas as posições, foi projetado para ser usado em eixos direcionais, de tração moderada e de reboque; e o

Pneu Bridgestone R268, desenvovido para estradas de curta e longa distância

Firestone FS400 - pneu radial sem câmara desenvolvido para uso em eixos direcionais, livres e tração moderada de caminhões e ônibus, em rodovias pavimentadas de médias e longas distâncias; entre outros.

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Implementos e veículos A Randon Implementos apresentará a Linha R, da qual faz parte um conjunto de inovações implementadas em suas diversas famílias que compõem um portfólio de produtos robustos e que agregam valor para o cliente. As novidades que poderão ser conferidas na feira são das linhas graneleiro, sider, frigorífico, furgão, carrega tudo, basculante e tanque Multisetas Randon. Além da Linha R, a Randon levará ao evento dois produtos da linha leve, a Carroceria Furgão Carga Geral Duralumínio e a Carroceria Graneleira. Nesta edição da Fenatran, a Randon Veículos, outra empresa do Grupo Randon, expõe uma retroescavadeira RD406 Advanced 4x4 TBCFac, motor turbo de 110 Hp e cabine fechada com ar-condicionado. O equipamento foi especialmente desenvolvido para aplicação em obras de infraestrutura e construção civil. Além disso, nesta edição da feira, aos visitantes terão a oportunidade de operar virtualmente o equipamento através de um simulador, utilizado para o treinamento dos operadores destas máquinas. Paletes refrigerados A Labor Equipamentos Rodoviários, que atende a todo País, Argentina e México, apresentará na Fenatran o último

Randon Implementos apresentará linhas graneleiro, sider, frigorífico, furgão, entre outras

reforço em sua linha Maxiloader, que já contava com semirreboques frigoríficos nas versões Baú e Julieta, lançados na última edição da feira. A versão Sider segue o mesmo conceito dos integrantes da gama, mas o semirreboque tem três eixos, dois andares e capacidade para 43 paletes de 1,8 m de altura que podem ser carregados no semirreboque por qualquer tipo de empilhadeira. Para o diretor, Heberson Cosso, “a Fenatran é uma feira institucional, uma vitrine para apresentarmos nossas características mais fortes: tecnologia e inovação”.

Semirreboque frigorífico versão Sider com capacidade para 43 paletes

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Controle de movimentos A Fras-le leva para a Fenatran 2013 uma selecionada amostra da tecnologia empregada em seus produtos voltados à segurança no controle de movimentos, com qualificadas soluções ao mercado automotivo e industrial.Fornecedora das marcas Fras-le e Lonaflex, a fabricante conta hoje com centros de distribuição na Argentina, EUA e Europa, além de escritórios comerciais nos Estados Unidos, Chile, Europa, México, Emirados Árabes Unidos, África do Sul e China. Por meio de suas marcas, atende clientes em mais de 85 países, comercializando e dando suporte técnico nos cinco continentes. Freios para veículos A Master Sistemas Automotivos, fabricante de freios para veículos comerciais, atende as demandas dos fabricantes de caminhões, ônibus e implementos rodoviários. Para a Fenatran 2013, a Master irá expor a tecnologia diferenciada de seus produtos, que agregam valor aos seus clientes. Entre as mais recentes inovações, a produção qualificada de sistema U-ABS permite à Master oferecer soluções completas a todos os seus clientes.

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Novos Engates A Jost, fabricante de quintas-rodas, levará a feira novos produtos: Engate Esférico e Engate de Contêiner. Além destes lançamentos, serão expostas suas principais linhas, quintas-rodas, aparelho de levantamento, suspensor pneumático e engate automático. O duplo sistema de segurança ECE 55R será lançado no mercado em 2014. Ele permite uma fácil operação e manutenção do produto, além de melhorar as condições de manobra, devido ao aumento do ângulo de giro. “Avançamos em tecnologia para acompanhar a dinâmica do mercado, apostando em soluções que facilitam a vida dos motoristas, pela simplicidade na operação e maior segurança na estrada”, declara o gerente executivo da Jost Brasil, João Pedro Crespi.

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Engates esférico e contêiner são novidades da Jost

Reposição de componentes para freios hidráulicos A Freios Controil, controlada pela Fras-le S.A., atua no setor da reposição de componentes para freios hidráulicos com uma participação de 20%. Também é referência no desenvolvimento de peças em polímeros, tendo seus produtos exportados para América do

Sul, América Central, Europa e Ásia. A empresa conta com um portfólio de mais de 800 itens para o mercado de reposição, dividido entre várias linhas de produtos, como a de cilindro de roda e cilindro mestre, servo freio, atuadores e cilindros de embreagem e reparos diversos para atender a frota brasileira e internacional.

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Chassi do Sprinter com cabina pode receber carroçarias de até 22 m³ de capacidade volumétrica

Com 50 modelos, linha Sprinter oferece diversidade, como a versão Street, que pode circular livremente em zonas de restrição

Veículos semipesados A Mercedes-Benz promoveu um evento para imprensa no Pavilhão da Bienal no Parque Ibirapuera e mostrou algumas novidades que apresentará durante a 19ª edição Fenatran. A companhia adiantou informações sobre as principais linhas de veículos

e anunciou seu novo plano de investimentos no País. “Entre janeiro e agosto tivemos um aumento de mais de 30% e vendemos, no atacado, 26 mil unidades. O Sprinter teve um aumento de 70% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. A Serveng Civilsan adquiriu 57 caminhões Mercedes Benz.

Com isso, temos boas perspectivas que iremos retomar a posição de líder no mercado”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes Benz do Brasil. “Cada veículo é desenvolvido de acordo com suas utilizações, respeitando as particularidades de cada país. A empresa segue a risca o slogan ’Tão global quanto possível, tão diferente quanto necessário’, por isso um caminhão japonês será conhecido como sendo deste país, mas terá as mesmas características de suas versões em outros lugares”, afirma Walter Sladek, diretor de Desenvolvimento de Caminhões e Agregados da Mercedes Benz do Brasil.

Novas características das linhas da Mercedes Benz Axor

Atego

Sprinter

Accelo

Renovação do interior e aumento da capacidade de carga, na versão 3131 6x4, para 31,5 t. O modelo 6x2 vem com eixos traseiros sem redução nos cubos para economizar combustível. Já o Axor 1933 vem equipado com câmbio automatizado Mercedes PowerShift, além da suspensão pneumática de chassis disponível para versões rodoviárias e da nova geração de eixos traseiros.

O Atego 2430 6x2 recebeu o câmbio totalmente automatizado Mercedes PowerShift G211 e a tecnologia EcoRoll. Esta função coloca a transmissão do veículo em “neutro” de forma segura e controlada, procedimento que é executado sem a intervenção do motorista, auxiliando na redução de consumo de combustível.

A família de veículos comerciais leves Sprinter, do segmento de large vans, é formada pelos modelos 311 CDI Street (PBT de 3,50 t), 415 CDI (3,88 t) e 515 CDI (5 t). Robusto e resistente, o chassi com cabina da linha Sprinter está apto para a implementação de vários tipos de carroçarias e equipamentos.

O Accelo 1016 alcança 13t de PBT (Peso Bruto Total). Aliado a isso, por ser um caminhão compacto com plataforma de carga baixa, fácil acesso a cabina, e reduzido círculo de viragem proporciona mais agilidade e produtividade na distribuição urbana.

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gestão

Retenção de talentos na SCM

A falta de líderes preparados impacta no “turn over” das empresas

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ão é de hoje que o Brasil sofre com o problema de retenção de talentos. Segundo uma pesquisa feita pela Hays no primeiro trimestre deste ano, 76% dos profissionais estudam uma possibilidade de mudar de emprego ainda em 2013. Profissionais saem e buscam novas oportunidades rapidamente, aumentando o “turn over” das empresas e da cadeia de suprimentos absurdamente. Uma pesquisa realizada pela DMRH (Decision Marketing Recursos Humanos) em 2013 aponta os pontos relevantes para a permanência dos profissionais nas

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empresas, o que mostra que a satisfação do colaborador está vindo em primeiro lugar, antes mesmo do que os salários, algo que era extremamente motivador para muitos, em um passado recente: 25%  identificação de valores e cren ças em que ele acredite 21%  equilíbrio entre vida pessoal e profissional 20%  possibilidade de crescimento profissional e desafios 9%  líderes inspiradores 8%  oferecimento de desenvolvi mento e aprendizagem contínua 6%  política de remuneração e benefícios diferenciada

O mercado está carente de bons profissionais. Muitos profissionais acabam sendo promovidos na área de Supply Chain devido à saída de outros, o que acaba, na maioria das vezes, sendo um fator primordial para que este líder que foi promovido repentinamente (não estando provavelmente ainda bem preparado), conduza mal sua equipe, seus resultados e a si próprio, como gestor. Isto acaba atraindo novas insatisfações e o ciclo vira infindável, ou seja, um gestor mal preparado, aliado aos pontos da pesquisa mencionada acima, sugere novas perdas e, consequentemente, dificuldade em reter bons talentos.

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Existem algumas maneiras de reter bem os profissionais da cadeia de suprimentos. É necessário investir em: • capacitação técnica (teórica e prática); • capacitação de liderança (coaching de equipe, técnicas de liderança); • treinamentos de dar e receber feedback (foco na transparência da comunicação entre todos os níveis); • inovação e tecnologia. Atualmente fala-se muito em meritocracia, ou seja, os profissionais que se sobressaem às metas têm aumentos de salários e oportunidades mais desafiadoras, incluindo, promoções ou alterações de local ou cargo. Sabe-se que isto, na verdade, pode ser algo dito, porém, não aplicado. As empresas (uma grande parte delas), não despendem tempo suficiente neste tipo de avaliação, o que faz com que o colaborador perceba uma grande diferença entre o que se diz e o que se aplica.

Isto é também uma das razões da dificuldade em reter talentos, de uma maneira geral, mas especialmente na cadeia de suprimentos, onde o dinamismo e o trabalho sob pressão são excessivos. Um bom líder, aquele que consegue delegar e dividir as atividades com os seus colaboradores é sim um grande impactante na retenção de talentos. E não ter este tipo de líder pode estar ligado diretamente ao “turn over” da área. Sempre tive a experiência de ser transparente com meus times e delegar/compartilhar com eles os detalhes de nossas tarefas, inclusive as mais complexas. Alguns superiores meus não compartilhavam disto comigo, porém me davam autonomia para tal. Quanto mais o colaborador estiver envolvido, inclusive com detalhes que antigamente eram considerados sigilosos, como confecção de Budget (orçamento anual), mais satisfeitos e motivados eles ficam.

Eu, que sempre levei transparência para meus times, conseguia resultado positivo, ou seja, quanto mais eles se envolviam no todo e nos detalhes do todo, mais condições tinham em proporcionar melhorias, reduções de custos, otimizações de tempos e processos etc. Ainda é a minoria dos gestores que atua desta forma. E onde não se atua desta maneira, com uma liderança compartilhada e autônoma, além de transparente, o “turn over” é mais elevado. Em minhas equipes, o “turn over” sempre foi menor. E alguns gestores, inclusive o RH, me questionavam sobre o porquê de as pessoas quererem continuar em meus times. Não era por minha causa, obviamente, mas sim do sentido de responsabilidade que eles tinham em relação a cada processo ou projeto que realizavam. Isto pode ser útil para reter talentos em uma área tão nervosa e, ao mesmo tempo, fascinante.

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Bom líder, aquele que consegue delegar e dividir as atividades com os seus colaboradores, é sim um grande impactante na retenção de talentos Recentemente, em uma palestra, uma pessoa me perguntou sobre o que fazer com aqueles profissionais que remam sempre contra. Eu perguntei a ele a de que área, especificamente estava se referindo. Ele respondeu: cadeia de suprimentos. Ora, minha resposta foi a seguinte: Sabemos normalmente que o pessoal do Operacional e do Comercial não se entendem muito bem. Tentar aproximar as pessoas das duas áreas, indo ao cliente juntas, como parceiros, sempre gera bom resultado. Ele comentou que sempre fazia justamente o contrário: que pedia para seu colaborador de supply chain ir junto ao comercial para “apanhar do cliente”. E que combinava isto com a área comercial antes. Fazer de uma maneira mais simples, trabalhando em equipe, pode ser mais desafiador a princípio. Porém, a satisfação das pessoas em sair de um projeto com o desejo de “missão cumprida” pode causar um “gostinho de quero mais e mais”. Os profissionais precisam se capacitar. Antigamente para ser um analista de logística júnior, por exemplo, exigia-se muito menos do que se é exigido atualmente. Porém, a profissionalização deles faz-se cada vez mais necessária. Contrariamente ao passado, os níveis baixos ficavam ali, no nível inferior da pirâmide. Hoje, a rotatividade provê oportunidades para todas as pessoas da cadeia de suprimentos, independente do nível onde atuam na pirâmide. E isto é fascinante, pois como a maioria tem ambições de crescimento, fica mais prático crescer em uma cadeia que se autopromova. A empresa que segue este raciocínio está dentro do grupo que tem menos gastos em função da perda de talentos. Satisfação e valores vêm antes de política remunerada, o que certamente, será consequência. Promover pessoas

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dentro da cadeia, dentro da mesma empresa mostra claramente talentos mais consistentes e duradouros. A receita do sucesso? Treinar pessoas e preparar líderes multifuncionais que atuem com vários tipos de competências e pessoas em uma cadeia, fazer com que as pessoas sintam-se donas de parte do negócio (tendo Missão, Visão e Valores da empresa similares aos pessoais), fazendo com que sintam-se responsáveis pelo seu trabalho, com motivação e possibilidade de novos desafios, aliando isto a salário e benefícios justos, atrelado a cuidar também de sua vida pessoal. A receita é simples, mas não é para todos os líderes. Pensar nisto pode ser um caminho para a sua empresa que irá ocasionar não somente a retenção de talentos em uma área dinâmica como a de supply chain, mas a satisfação e a motivação da empresa como um todo. O orgulho de vestir a camisa, que não vemos em muitas instituições com visões mais paradigmáticas. Visão abrangente versus visão limitada do negócio: os profissionais que estão na zona de conforto preferem a segunda opção. Neste caso, bom não retê-los mesmo. Porém, as lições de casa na empresa podem fazer com que um ser humano saia da zona de conforto e sinta-se, no mínimo, relevante para o processo, desejando capacitar-se cada vez mais e, com isto, prover mais resultados para ele e para a empresa. O desejo de ficar nesta empresa estará cada vez mais presente.

Dora Gayjutz Machado é diretora da Supply Consultoria Empresarial e instrutora da IMAM Consultoria

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ESTUDO DE CASO

Logística a favor da vida IMAM Consultoria realiza projeto de gestão de estoques no Hospital de Câncer de Barretos

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ão há nada mais valioso do que a vida. E nada que nos deixe mais frágil do que uma doença, principalmente o câncer, que assusta. Mas está em Barretos, no interior de São Paulo, o hospital responsável por transformar sofrimento em esperança e fazer a vida renascer após a doença. É lá que a IMAM Consultoria contribui, por meio de um projeto de gestão de estoques, para melhorar os processos do hospital, garantindo mais segurança a profissionais e pacientes.

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“Nosso projeto consiste em estruturar e implantar um modelo de gestão de estoques em três almoxarifados: um de medicamentos, um apenas de medicamentos quimioterápicos – que precisam ser manipulados e exigem um ambiente de temperatura controlada – e um almoxarifado geral”, afirma o gerente de projetos da IMAM Consultoria, Daniel Garcia. O Hospital de Câncer de Barretos atende diariamente mais de 3500 pacientes e conta com uma área de internação de 200 leitos só na cidade, sem contabilizar suas unidades em

outros locais. Parte dos medicamentos quimioterápicos são disponibilizados pelo Ministério da Saúde, e a maioria adquiridos pelo hospital. Cada paciente é tratado como amigo ou parente. “Vários foram os motivos que levaram o hospital a investir na logística”, diz Garcia. No passado, a liderança detectou dificuldades em fazer o projeto por conta própria, já que a formação técnica dos colaboradores não envolvia conhecimentos logísticos. “Porém, ineficiências na gestão de estoques, principalmente de medicamentos, tem

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REFERÊNCIA NO BRASIL E EXTERIOR Até se tornar referência, o hospital passou por vários desafios. Na década de 60, o único hospital especializado para tratamento de câncer situava-se na capital do estado de São Paulo e os pacientes que apareciam no Hospital São Judas de Barretos com a doença, eram, na maioria, previdenciários de baixa renda, com alto índice de analfabetismo. Tinham dificuldades de buscar tratamento na capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades e imprevisibilidade de vaga para internação. Em 1967 o hospital passou a atender pacientes portadores de câncer. Devido à demanda de pacientes e ao

impacto no funcionamento do hospital. Há subsídios do SUS – e seus recursos estão sempre em débito com suas necessidades, já que a quimioterapia onera muitos recursos”, explica o gerente de projetos. A saída foi a terceirização

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velho e pequeno hospital não comportar todo crescimento, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo hospital. Este pequeno hospital contava com quatro médicos: Dr. Paulo Prata, Dra. Scylla Duarte Prata, sua esposa, Dr. Miguel Gonçalves e Dr. Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, caixa único e tratamento personalizado, o que promoveu o crescimento da Instituição. Em 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a ideia e com a ajuda de fazendeiros da região realiza mais uma parte

da operação logística e de abastecimento dos almoxarifados, o que não correspondeu às expectativas. Com as lições aprendidas, o hospital decidiu contratar o IMAM para apoiá-lo na estruturação e no desenvolvimento

do projeto. O pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital é inaugurado em 1991. Dando sequência ao projeto que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas e unidades do hospital estão sendo construídas para atender via SUS os pacientes com câncer, aumentando a atuação em prevenção e pesquisa. Uma maneira que o hospital encontrou de homenagear estas pessoas que contribuem com esta causa é colocar o nome de todos em cada prédio construído.

de uma equipe para implementação de um modelo de gestão dos estoques alinhado aos seus objetivos estratégicos. O Hospital de Câncer de Barretos é conhecido como o Hospital do Amor e realiza mais de 50 tipos de exames

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Fábrica de clínicas itinerantes

Um dos projetos do hospital é a fabricação e montagem de unidades móveis em veículos para atender pacientes em todo o Brasil. Montadas em um barracão de 4 mil m2 da instituição, levam prevenção à população carente. Nos ônibus e caminhões adaptados é possível realizar exames e até pequenas cirurgias. Um dos modelos atende pele, próstata, mama e colo do útero, sendo

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capaz de realizar cirurgias, e tem uma capacidade operacional de 210 pacientes por dia. Outro, um ônibus com 4,1 m de altura – tamanho máximo permitido para rodar em estradas – conta com uma estrutura que evita trepidações na parte interna, o que garante o bem estar dos pacientes e “tripulantes”: médicos, enfermeiros e técnicos. As acomodações têm ar-condicionado, adaptações para cadeirantes, elevador interno e máquinas modernas como um mamógrafo digital que pode fazer exames em 70 mulheres por dia. Para que a estrutura funcione é necessário ligar o ônibus em um ponto de energia elétrica, parecido com as conexões de veículos refrigerados.

em cada paciente. O projeto de consultoria envolveu assessoria de como implementar um modelo de gestão de estoques que engloba o diagnóstico da situação atual, arquitetura organizacional (SCM), a formação de um comitê de acuracidade e outros para implementação de estratégias, ferramentas e KPIs . “Desenhamos um modelo de gestão alinhado ao propósito de prover o melhor atendimento aos pacientes, com eficiência em gerenciamento da cadeia de suprimentos. Também estamos formando uma equipe do hospital de alto desempenho em suprimentos e logística”, afirma Garcia. Eduardo Banzato, diretor da IMAM, destaca: “O projeto gera uma motivação ainda maior por saber que a melhoria na gestão da supply chain impacta diretamente na recuperação dos pacientes”.

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ARMAZENAGEM

Bombeiro luta contra incêndio em galpão de fertilizantes em São Francisco do Sul

Dividir para manter Depósitos e armazéns podem sofrer acidentes, por isso é importante manter itens em locais diferentes

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o optar por manter diferentes armazéns reduz os riscos de perder toda a produção durante incêndios e outros acidentes. Dividir itens em locais diferentes garante o atendimento de compromissos firmados com clientes, já que parte dos itens está salva. Recentemente, tivemos dois exemplos de galpões que sofreram com incêndios inesperados. Coincidentemente, os dois acidentes aconteceram no Estado de Santa Catarina e durante a segunda quinzena do mês de setembro. Primeiro, um depósito de refrigeradores e freezers da Electrolux, na periferia da cidade de Curitiba, sofreu um incêndio de grandes proporções que durou mais de 15 horas e cuja fumaça atingiu dois bairros da região. No dia do acidente, a Secretaria Municipal de Saúde contabilizou mais de 100 atendimentos em hospitais da região oca-

sionados por problemas respiratórios. A empresa, na ocasião, ofereceu apoio às vítimas. Felizmente, o depósito contava com um seguro e será reconstruído. Além disso, conforme a Electrolux informou em uma nota a imprensa, o incêndio não afetou a distribuição dos itens.

Incêndio químico Um galpão com fertilizantes da Global Logistics, localizado na cidade São Francisco do Sul, também sofreu um incêndio. O Corpo de Bombeiros lutou durante 60 horas contra um incêndio químico, que precisou ser resfriado para que fosse possível eliminar a fumaça tóxica do local. Durante a operação, foi usado aproximadamente 1,5 milhão de litros de água. No galpão, havia dez mil toneladas de nitrato de amônia. A operação especial teve a participação da Polícia Militar, o Corpo de

Manter os itens em locais diferentes garante sua distribuição Bombeiros e a Defesa Civil de Santa Catarina, entre outros. Para direcionar o vento e reduzir o risco de inalação da fumaça química, uma barreira de contêineres foi montada no local, além de um muro de contenção para depositar a água usada no combate ao incêndio. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), entre outros órgãos ambientais, precisaram avaliar as condições atmosféricas para definir quando a região, que foi isolada em uma raio de um quilômetro, seria liberada para que moradores retornem às suas casas. outubro 2013

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10 PONTOS SOBRE...

Desenvolvimento de liderança Conheça as etapas para aperfeiçoar suas habilidades e evoluir nos níveis empresariais

1. Tenha

perspicácia nos negócios. Para isso você precisa entender como seu dinheiro é “gerado” em sua empresa, quais as necessidades dos colaboradores e a dinâmica do marketing para implementar mudanças.

2. Preste

atenção na ética, já que é necessário sempre estar um passo a frente. Não prejudique outras pessoas.

3. Fortaleça

suas habilidades de networking. Grandes líderes influenciam as pessoas ao seu redor e conseguem subir os níveis corporativos sem deixar pegadas nas costas de pessoas que caíram.

4. Fale

quando for necessário. Abrir a boca é muito fácil, porém nada melhor do que o “aplauso” pelo silêncio na hora certa.

5. Seja

permeável. Esta postura implica uma postura multidirecional para coletar sintetizar dados em domínios críticos. Ouça o próximo, pois grandes líderes sempre aprendem o valor dos outros.

6. Incentive

as habilidades das pessoas ao seu redor. Lembrese que em uma equipe não existe “EU”, mas “NÓS”. Obter o melhor das pessoas é fundamental para o sucesso do líder.

7. Tome

a decisão. Um líder precisa manter o equilíbrio durante momentos tensos e se desenvolver para evitar problemas que tornem o curso dos trabalhos ilógicos.

8. Desenvolva

seu senso multilateral. Por isso, esteja sempre aberto a movimentos multilaterais e tenha posturas que demonstrem sua capacidade de compreensão e de enxergar por novas perspectivas.

9. Continue

aprendendo. Conhecimento nunca é demais e manter-se em busca dele evidencia uma insatisfação persistente, o que resulta em excelentes resultados nos negócios. Mantenha-se curioso.

10. Deixe

um legado. Grandes líderes deixam legados em grandes corporações. Transformam tudo ao seu redor de forma que seus conceitos se tornem parte do DNA da empresa. 66

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Revista LOGÍSTICA 276 - Outubro/2013  

Desafios logísticos no e-commerce. Pesquisa: usuários de paletes. Cobertura MOVIMAT e Prévia da FENATRAN. Supply Chain: Embalagem, Moviment...

Revista LOGÍSTICA 276 - Outubro/2013  

Desafios logísticos no e-commerce. Pesquisa: usuários de paletes. Cobertura MOVIMAT e Prévia da FENATRAN. Supply Chain: Embalagem, Moviment...

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