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II Encontro Turisol BrasĂ­lia, 2015


SOBRE ESTA PUBLICAÇÃO

SOBRE O EVENTO

Realização:

Patrocínio:

Co-organização:

Parceria:


ÍN DI CE.

• Apresentação • A Rede Turisol • A fase de hibernação e retomada da rede • A construção colaborativa do Encontro • O legado do I Encontro • II Encontro Turisol dia-a-dia • Avaliação do Encontro e Depoimentos • Algumas Referências


APRESENTAÇÃO Esta publicação tem como objetivo registrar o processo de rearticulação da Turisol iniciada em agosto de 2014 e concluído com a realização do II Encontro Turisol um ano mais tarde, em agosto de 2015. Foi um primeiro passo importante. Um grande caminho nos espera! Nossa gratidão a todos que fizeram parte e ajudaram na construção desse novo momento para o turismo solidário e comunitário no Brasil. Equipe Projeto Bagagem

Foto: Thalita Tomazetti


Foto: Thalita Tomazetti

Sozinhos vamos mais rĂĄpido, mas juntos vĂŁMos mais longe.


a rede turisol

A Turisol é a Rede Brasileira de Turismo Solidário e Comunitário. Ela surgiu em 2003 da articulação de um pequeno grupo de 07 iniciativas de turismo comunitário brasileiras que, com apoio da Embaixada da França no Brasil, participaram do FITS (Fórum Internacional de Turismo Solidário) em Marselha. Entre 2003 e 2007 o diálogo permaneceu ativo, mas não houve captação de recursos nem realização de projetos em conjunto, uma vez que, com muitos desafios internos, nenhuma dessas iniciativas pôde assumir a liderança da Rede. Em 2007 Cecília Zanotti (Projeto Bagagem) e Thaise Guzatti (Acolhida na Colônia) se tornaram fellows da Ashoka Empreendedores Sociais e Artemísia. Em conjunto com os outros fellows do turismo comunitário, René Scharer (Prainha do Canto Verde), Francisco Alemberg (Fundação Casa Grande) e Eugênio Scannavino (Saúde e Alegria), os empreendedores sociais conseguem dar um novo fôlego à Rede Turisol. O Instituto Virtual do Turismo (UFRJ), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) foram parceiros na discussão e construção das bases dessa Rede. Em 2008 o edital para apoio a inciativas de turismo de base comunitária no Brasil do Ministério do Turismo (MTur) apoiou o Projeto Bagagem na gestão e articulação da Rede Turisol, projeto que durou até 2010 e teve como principais resultados o Encontro Nacional da Rede Turisol em 2010 e as publicações sobre as 07 iniciativas pioneiras da Rede: Projeto Bagagem, Acolhida na Colônia, Rede Tucum, Casa Grande, Saúde e Alegria, Mamirauá e Silves.


Série Turisol

Publicações sobre as 07 iniciativas mais antigas da Rede


fase de hibernação e retomada Entre 2012 e 2014 o Projeto Bagagem passou por uma fase de hibernação com equipe muito reduzida e sem possibilidade de seguir liderando a Rede. Nessa fase a Rede ficou inativa, sobretudo porque o período coincidiu com desafios internos de outras iniciativas centrais. Em agosto de 2014, com nova diretoria e a gestão estratégica do Bagagem assumida pela Raízes Desenvolvimento Sustentável, o diálogo em rede foi reestimulado. Um primeiro trabalho em conjunto foi a construção do histórico da Turisol e do turismo solidário no Brasil para apresentação no FITS na Nicarágua em setembro de 2014. Na ocasião o Projeto Bagagem através de sua gestora Mariana Madureira representou o Brasil também na reunião de retomada da RedTurs (Rede Latino-americana de Turismo Comunitário) que assim como a Turisol está despertando de um período de inativação após a aposentadoria de Carlos Maldonado, quem fundou e liderou a RedTurs por muitos anos através da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O compromisso firmado por todos os representantes de países da América Latina no encontro da Nicarágua foi de fortalecer as redes nacionais de turismo comunitário, pois só assim poderemos falar em redes continentais fortes e compromissos mundiais compartilhados.


Os compromissos assumidos compuseram a Declaração de Granada, que compartilhamos aqui na íntegra.


A fase de hibernação e a retomada da Rede Aconteceram, ainda, duas reuniões de articulação para retomada dos trabalhos em rede: uma em novembro no Encontro Nacional de Turismo de Base Local (ENTBL) em Juiz de Fora e outra em dezembro no Instituto Virtual de Turismo na UFRJ. Foto: Thalita Tomazetti

Foto: Thalita Tomazetti


A construção colaborativa do Encontro

A ideia inicial nas reuniões de rearticulação da Rede era promover uma organização colaborativa do Encontro. Reuniões presenciais, grupo de discussão por e-mail e evento no Facebook foram formas eficientes de colher opiniões, sugestões e contatos para realização do evento. A realização do evento, a mão na massa, foi assumida pelo Bagagem em concordância com o grupo. Colaborativo desde a ideia inicial, nada melhor que o crowdfunding (vaquinha virtual) como estratégia de financiamento para o II Encontro Turisol. E para campanha de financiamento do evento foi feita uma parceria com a ONG Garupa, que tem como foco o financiamento de projetos de turismo sustentável. A campanha teve 57 apoiadores e arrecadou mais de 21 mil reais.


Foto: Gr茫os de Luz e Gri么


AS ARTICULAÇÕES PRÉ-ENCONTRO No ENTBL surgiu a demanda pela realização de mobilizações regionais para que o Encontro Nacional tivesse maior êxito. Essa mobilização foi realizada com muito êxito em São Paulo pela colaboradora Thalita Tomazetti e na Bahia pelo Alberto Viana. No Rio aconteceu o I Encontro de Turismo de Base Comunitária da Costa Verde que, apesar de não ter sido um encontro regional de mobilização Turisol, teve também este papel.

RIO DE JANEIRO


s達o paulo

bahia


apoiadores

Para realização do evento foi fundamental o apoio das iniciativas mais antigas da Rede. Elas ofereceram recompensas de seus destinos para quem colaborasse na campanha e participaram da reunião de alinhamento inicial do Encontro (Conselho Turisol). Cabe destaque e gratidão para iniciativas que acreditaram e se dedicaram de forma mais intensa para concretização desse objetivo: Rede Tucum e Pousada Uacari.


apoiadores

Para realização do Encontro contamos com o apoio do Fórum de Comunidades Tradicionais Angra-Paraty-Ubatuba que esteve presente nas discussões (representantes caiçaras, indígenas e quilombolas) e como expositor. O Fórum tem parceria com o Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina e patrocínio da Fiocruz. Foi muito relevante também o apoio do SESC São Paulo que além de ser uma referência mundial em turismo social vem se tornando um ator importante no turismo de base comunitária através do seu projeto Brasileiro que nem eu.


A construção colaborativa do Encontro - Parceiros O Centro de Excelência em Turismo (CET) foi parceiro do evento e sede perfeita para o II Encontro Turisol. Além do agradabilíssimo espaço e toda estrutura de mobiliário e multimídia, a Turisol pode contar nessa parceria com apoio de professores que acompanharam todo o processo de organização e facilitaram para que o encontro fosse um sucesso. A Polaris, empresa júnior de turismo da UNB, foi o braço direito do Projeto Bagagem na organização de toda a secretaria do evento, realizando um trabalho primoroso.


patrocinadores Um Encontro com a qualidade e conforto alcançados só é possível quando há entidades que acreditam e financiam a ideia. O Sebrae foi pela segunda vez patrocinador do Encontro Turisol, mostrando que turismo de base comunitária tem tudo a ver com o empreendedorismo de micro e pequenos negócios. Há ainda um longo caminho a ser trilhado na formalização do turismo comunitário. Essa formalização não deve nunca ser vista como submissão a um modelo dominante, mas como forma de inclusão e cidadania. O governo da Bahia através da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte também contribui com patrocínio e participação ativa no evento.


A construção colaborativa do Encontro Co-organização O Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô foi co-organizador do II Encontro Turisol trazendo para o evento algumas práticas da pedagogia Griô e uma comitiva da Bahia que registrou e participou ativamente de toda a programação .

Texto extraído do folder de programação do Encontro


organização

O Projeto Bagagem é uma organização sem fins lucrativos que visa ao empoderamento e desenvolvimento de comunidades através do turismo sustentável. A missão do Bagagem é, de um lado, apoiar as iniciativas comunitárias e, do outro, incentivar uma nova maneira, mais consciente de praticar o turismo em lugares singulares e encantadores. A Associação Projeto Bagagem surgiu em 2002 da espontânea iniciativa das colegas de faculdade Cecília Zanotti e Mônica Barroso em organizar viagens pelas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Após algumas oportunidades de conviver e se encantar com a simplicidade do modo de vida e a natureza exuberante da região, Cecília e Mônica se perguntaram por que o turismo de base comunitária não é usado com maior frequência em nosso país, já que a atividade proporciona uma experiência de vida única para o turista e uma forma sustentável de geração de renda para o local. Com a missão de levar desenvolvimento sustentável às comunidades por meio do turismo, a ONG realizou muitas viagens de experiência. O Projeto Bagagem também executou diversos projetos de desenvolvimento, valendo a pena destacar: Formação em Turismo Comunitário em Juréia, Instituto Rosa e Sertão (MG), Santos e Rede Cananéia (SP), Projeto de Desenvolvimento do Grãos de Luz e Griô (BA) e Turismo Comunitário como Alternativa de Geração de Renda para as Comunidades Caiçaras da Ilha do Araújo e Trindade em Paraty (RJ). Em agosto de 2012, com nova diretoria, a secretaria executiva do Projeto Bagagem foi assumida pela Raízes. A Raízes Desenvolvimento Sustentável é um negócio social que atua em projetos de associativismo, turismo e desenvolvimento local. A Raízes estruturou associações como a Aliança Bike, a Abramas e o ArteCarste, repaginou a RedeJur e o Instituto Arara Azul. Deu consultoria em associativismo e gestão para várias associações de turismo como a Braztoa (Associação Brasileira de Operadoras de Turismo), a BLTA (Associação Brasileira de Turismo de Luxo) e a ATAM (Associação Terras Altas da Mantiqueira). Atualmente a Raízes atua na gestão estratégica da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura).


organização

Nossa pequena grande equipe para o evento Coordenação Geral Mariana Madureira Assistente Executiva Mayra Sayuri Ykeizumi

Coordenação de Logística Lucila Egydio – Raízes Desenvolvimento Sustentável Apoio in loco Ana Beatriz Serpa – Planejo Viajar Mestre de cerimônia Jussara Rocha – Raízes Desenvolvimento Sustentável Facilitação Cecília Zanotti – Artéria Textos: Seppia Produção de Conteúdos Design Gráfico: Anderson Batista


o legado do primeiro encontro Conclusões da reunião do conselho Reunidas as iniciativas que foram definidas como Conselho Turisol no primeiro encontro, houve consenso de que todo o passado da Rede é válido como aprendizado. Os 11 princípios do turismo de base comunitária desenvolvidos conjuntamente no primeiro encontro serão revistos e colocados em uma carta de compromisso, criada por uma comissão. As iniciativas interessadas em integrar a Rede deverão levar a carta de intenção às suas comunidades, refletir e, em caso de se adequar aos princípios e critérios, enviar à comissão assinada.


participantes Viviane Castro

Um dos principais desafios foi unir atores m煤ltiplos. Acreditamos que s贸 da diversidade e com di谩logo pode emergir algo maior que n贸s mesmos!


comunidades

35 representantes de comunidades espalhadas por todo o Brasil • Ciro Pacheco - Grãos de Luz e Griô - Chapada Diamantina - BA • Cristovem Marcos França Vieira - Grãos de Luz e Griô • Daniele Elias - Quilombo do Campinho - Paraty - RJ • Delvan Dias - Grãos de Luz e Griô • Dilma Melo - Fundação de Apoio à Agricultura Familiar do Semiárido da Bahia/Rota do Sisal • Edilene Marinho de Souza - Grãos de Luz e Griô • Eduardo de Nápoli - Fórum de Comunidades Tradicionais Angra Paraty - Ubatuba • Enerilena de Jesus Bispo dos Santos - Vivertur - Matarandiba - BA • Erika Braz Moço - Fórum de Comunidades Tradicionais Angra Paraty - Ubatuba • Gilmar Lopes - Tabajara e Cabritos (RJ) Izael da Silva Mendonça - Comunidade Vila Alencar, Uarini - AM • Jose Henrique dos Santos - Grãos de Luz e Griô • Julio Garcia Karai Xiju - Fórum de Comunidades Tradicionais • Lauro Roberto Santos - Comunidade dos Castelhanos - Ilhabela • Luciene Cruz - Grãos de Luz e Griô • Maiza Souza - Grãos de Luz e Griô • Marcio Conceição - Grãos de Luz e Griô • Maria Aparecida Alcantara - Instituto Terramar • Maria Christina Pires - TURIARTE (Coop. Amazônia) • Marilane Freitas - Grãos de Luz e Griô • Marta Leiro - Turismo Comunitário do Calafate-Salvador Ba • Mayane da Silva Santos - Serra Grande - Bahia • Nilva Israel - Acolhida na Colônia - SC • Oziene Silva Pereira - Grãos de Luz e Griô • Paulo Airton - APEMTU - Ubatuba - SP • Paulo Airton Santos - Parnaíba - Piauí • René Scherer - Prainha do Canto Verde - CE • Ricardo Rayan Nascimento Rocha - Parnaíba - Piauí • Robson Dias Possidonio - Fórum de Comunidades Tradicionais • Romildo Ferreira do Rosário - Ilha dos Valadares Paranaguá - PR • Sandro Santos Gomes - Grãos de Luz e Griô • Tainã Pacheco - Grãos de Luz e Griô • Uilami Dejan de Azevedo Ferreira - Grãos de Luz e Griô • Vagner Nascimento - Fórum de Comunidades Tradicionais • Zuleide dos Santos - Ilha dos Valadares Paranaguá - PR


ONGS PARCEIRAS 17 instituições representadas

Alberto Filho - Anda Brasil Ana Paula Severiano - Garupa Anderson Pires - Anda Brasil Davide Pompermaier - Projeto Saúde e Alegria Diana Sousa Campos - Instituto Rosa e Sertão Dilma Melo Carneiro - FATRES - Fundação de Apoio à Agricultura Familiar do Semiárido da Bahia/Rota do Sisal Eduardo de Nápoli - Fiocruz Fernanda Sá - Instituto Mamirauá Francisco Júnior - Fundação Casa Grande Gabriela Barros Rodrigues - Instituto Rosa e Sertão Líllian Pacheco - Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô Luciana Priscila do Carmo - Inst. Rondon MG Lucila Egydio - Projeto Bagagem Marcela Albino Cananéa - Fiocruz Márcio Caires - Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô Mariana Madureira - Projeto Bagagem Marianne de Oliveira Costa - ABETA Mário Mantovani - SOS Mata Atlântica Mayra Sayuri Ykeizumi - Projeto Bagagem Nailza Porto - Instituto de Pesquisas Ecológicas - IPE Paula Arantes - Garupa Pedro Nassar - Instituto Mamirauá Ricardo Rayan - CIA/ Pesca Solidária Rosa Martins - Instituto Terramar


AGÊNCIAS OPERADORAS Participação de 13 empresas

Daniel Vezzaro - Fica Aqui no Morro Dino Xavier Zammataro - Ambiental Viagens Ederon Borges Marques - Araribá Gabriela Fontoura - Estação Gabiraba Guilherme Fernandes -Tarimba Israel Waligora - Ambiental Viagens Jussara Rocha - Raízes Desenvolvimento Sustentável Maria José de Araújo - Mumbuca Tour Marianne Costa - Raízes Desenvolvimento Sustentável Regina Cardona - Interface Hospitalidade Silvia Paquelet - Vola Travel Silvia Perrone - Rio Arte Tayke Monteiro - Pra Que Rumo Thaís Rosa Pinheiro - Conectando Teritórios Victor Pedro Ferreira - Tarimba

Nos apoiaram na Garupa e infelizmente não puderam estar presentes as operadoras Turismo Consciente e Tear Turismo.


Governos, Autarquias e Sistema S 27 representantes de 16 órgãos / entidades Ana Clévia Guerreiro - SEBRAE Ana Rosa Santos - SETRE-BA André Spinola - SEBRAE Bruno Giovanni dos Reis - Embratur Daniela Soares do Nascimento - Ministério do Meio Ambiente Diego Arelano - Embratur Everaldo Nunes Junior - SETUR - Paraty - RJ Fábio Andrade - Embratur Geraldo Costa - SEBRAE Graziela Vilela - SEBRAE Haroldo Mendonça - SENAES Ítalo Oliveira Mendes - Ministério do Turismo Juan Felipe Negret Scalia - FUNAI Juliana Nabono Martins - SP - Turis Marcela Marins - ICMBio Maria Bortoletto Fessel - SESC - SP Maria José Araújo - SEDETUR - TO Milton Barbosa - SETRE-BA Nicole Facuri - Apex Oscar Pires Júnior - SETUR de Casimiro de Abreu - RJ Philippe Figueiredo - SEBRAE Ronaldo Neves Ferreira- SENAC DF Rosangela Coelho - SETRE-BA Rosangela Coelho - SETRE-BA Silvia Hirao - SESC SP Selma Aparecida Tavares Selma - EMATER DF Zaida Regina Almeida - EMATER - DF


academia

43 docentes e discentes de 15 instituições de ensino

Adriano Teles de Menezes - UNB Alberto Filho - Consultor Ana Elisa de Moraes Hofmann - UNB Ana Lucia Sampaio Scartgini - UNB Ana Rosa Domingues dos Santos - UNB Antônio Rafael Almeida - UFPA Camila Rodrigues - UFRJ Cristiane Barroncas M. Costa Novo - UEA Daniela Caruza Gonçalves Pereira - IFPI Débora Goes Urano - UFRN Diana Rode Lima - UFBA Edilaine Moraes - UFJF Eduardo Jorge Costa Mielke - UERJ Eloise Botelho - UNIRIO Fabiana Bernardes - UFMG Gabriel Marchiole - UNB Gabriel Marchioli - UNB Guilherme Fernandes - UNB Guilhermo Ventocilla F. - UNB Gustavo Pinto - ICRT-MMU Helena Araújo Costa - UNB Iago Ita de Almeida Pereira - UFBA Iara Lúcia Gomes Brasileiro UNBIsabel Buitrago - Espanha Ivan Bursztyn - UFRJ João Paulo Tasso - UNB Júlia Fonseca - UFMG Julia Sasse - UNB

Luiz Spiller - UNB Marcelo Tadao Hataka Koyama - UNB Maria Pereira - UNB Mariana Falcão - UFPE Marutschka Martini Moesch - UNB Mozart Fazito Rezende Filho - UNB Natália Araújo Botelho - UNB Nathalia Halack Fabrino - UNB Neio Lucio de Oliveira Campos - UNB Patrícia Ramiro - UFPB Pedro Henrique Andrade Vieira - UNB Ricardo de O. Rezende - UNB Sandra Fernandes - UNB Teresa Mendonça - UFRRJ Thaise Guzzati - UFSC Viviane Castro - UFSE


outros Um grande mérito do Encontro foi conseguir reunir atores diferentes dessa cadeia chamada turismo de base comunitária. Foi interessante o surgimento da categoria que se autodenominou “Outros” e que contava com consultores, ativistas, voluntários, simpatizantes, entre outros. Alberto Viana - Mundo Melhor Turismo Ana Beatriz Serpa - Planejo Viajar Anderson Pires - Ecobooking Bárbara Rodrigues - Polaris Jr Bruno Toledo de Miranda - Não informado Cecília Zanotti - Arteria Facilitação Lucila Egydio - Raízes Desenvolvimento Sustentável Renato Perim - Não informado Thalita Tomazetti - Turismo Comunitário Blog Victor Ferreira - Consultor Werter Moraes - Consultor Ytalo Augusto dos Santos - Não informado


ABERTURA 12/08/15 (quarta-feira)


Foto: Grãos de Luz e Griô

abertura do evento

• Credenciamento • Música e Poesia com Chico Nogueira • Abertura com a fala de organização, parceiros e patrocinadores • Palestra com Carlos Maldonado, fundador da RedTurs – Rede Latinoamericana de Turismo Comunitário


Apresentação de Trabalhos 13/08/15 (quinta-feira) Realidades e possibilidades:�ecoturismo e o turismo de base local e a comunidade de forte velho, PB • Antônio Rafael Barbosa de Almeida • Ilana Barreto Kiyotani • Rodrigo Freire de Carvalho e Silva Conectando territórios: os desafios de uma agência de turismo de base comunitária • Thaís Rosa Pinheiro Turismo e organização comunitária - a construção do turismo na comunidade de Ponta Grossa-CE • Débora Goes Urano • Wilker Ricardo de Mendonça Nóbrega Construindo roteiros turísticos de forma participativa • Damiana Campos  • Júlia Fonseca de Castro • Gabriela Barros Rodrigues


Apresentação de Trabalhos 13/08/15 (quinta-feira) Articulación del turismo comunitario y patrimonio cultural como modelo de desarrollo social y económico en países en vías de desarrollo. Caso particular Ceará, brasil 2009-2013. Red Tucum. • Isabel Cristina Buitrago Osorio Associação de Mulheres do Assentamento Nova Pontal (Amanp) a valorização da mulher rural através do turismo comunitário • Patrícia Alves Ramiro • Gabriel Ferreira Marchioli Turismo de Base Comunitária uma possibilidade para o bairro alto do cruzeiro estância turística de São Luiz do Paraitinga SP • Mariana Tomazin; • Patrícia Alves Ramiro; • Gabriel Ferreira Marchioli Reflexões sobre a metodologia participativa utilizada na análise do potencial turístico do Bairro Alto do Cruzeiro SLP - SP� • Mariana Tomazin; • Patrícia Alves Ramiro 


Workshops 13/08/15 (quinta-feira) Comercialização e Gestão de roteiros e produtos de TBC através de Cooperativas de Turismo: experiências práticas desde a estruturação ao pós venda A comercialização é fundamental ao sucesso de qualquer projeto de TBC. Acesso ao mercado e participação comunitária são os fatores vitais e neste âmbito. Conteúdo: resultados a partir de experiências práticas de venda e gestão do TBC através do cooperativismo, com ganhos em competitividade. Aspectos práticos relacionados ao processo de comercialização e de promoção turística via cooperação comunitária com agentes de mercado de forma responsável. Facilitador: Eduardo Mielke


Formatação de circuitos de caminhada Workshop mão na massa sobre como formatar um circuito de caminhadas na sua comunidade e credenciá-la numa rede internacional.

Conteúdo: O que é a ANDA BRASIL, quais os seus parceiros, qual o propósito de um circuito e seu vínculo com o Turismo solidário e comunitário, como funciona o sistema de gestão ecobooking e desenho do seu circuito (prática).  Facilitadores: Alberto Viana, Oscar Pires e Anderson Pin (ANDA Brasil - Confederação Brasileira de Caminhadas)


Como criar Projetos de Turismo Sustentável para Financiamento Coletivo

Criação de um projeto atraente para conseguir financiadores usando o poder da web. Da concepção à construção das ferramentas e acompanhamento da campanha: teoria e prática para seu projeto de turismo sustentável decolar. Facilitadores: Ana Paula Severiano e Paula Arantes (Associação Garupa)


Processos de Participação no Planejamento do Turismo Solidário Conhecer o arcabouço teórico conceitual sobre participação e comunidade. Conceitos, abrangências e complexidade dos elementos e processos, que dimensionam e envolvem o turismo como prática social no planejamento e organização do destino de base local, enfocando os princípios éticos, de sustentabilidade e desenvolvimento de pessoas. Compreender o turismo como um fenômeno sistêmico complexo e multisetorial. Facilitador: Marutschka Martine Moesch


Metodologia, temas, pontos altos da discussĂŁo 13/08/15 (quinta-feira) AquĂĄrios


Metodologia: Aquários Participativos Essa metodologia é uma das ferramentas do Art of Hosting e tem se mostrado eficiente na construção de debates mais horizontais e participativos. É formada por uma roda menor, uma roda maior e um facilitador. A roda menor, de dentro, é formada por quatro ou cinco cadeiras (esse número pode variar, mas precisa ser pequeno), sendo três ou quatro ocupadas e uma sempre vazia. As pessoas sentadas na roda menor começam a conversar sobre a pergunta lançada. Para isso, elas utilizavam algumas ferramentas da comunicação empática e procuram expressar suas ideias de forma clara, focando em soluções práticas para aquela questão.  A roda maior é formada pelo restante do grupo que acompanha a conversa da roda menor central, escutando de forma ativa. As pessoas desta roda maior estão convidadas a entrar na roda menor e a contribuir para a conversa, através do recurso da cadeira vazia. Ou seja, a qualquer momento, alguém da roda maior pode ocupar a cadeira vazia e “entrar” na conversa. Quando a cadeira vazia é ocupada, alguém do grupo menor que já está há mais tempo na conversa, e que sente que já contribuiu, deve sair. O facilitador deve ser uma pessoa empática e capaz de conduzir o aquário no caminho da proposta inicial (pergunta norteadora ou tema), garantindo a participação democrática da roda maior, mas mensurando o tempo dos discursos para que não haja uma apropriação desproporcional da fala por um ou poucos participantes.


Turismo Comunitário e Território: Desafios e Tensões A relação do turismo comunitário com o território foi muito realçada durante todo o debate. Não podemos falar em cultura, sentimento de pertencimento, coletividade, comunidade sem falarmos de território. No Brasil a posse e até mesmo o uso do território por comunidades tradicionais como os ribeirinhos, caiçaras, quilombolas, indígenas, sertanejos e camponeses tem sido ameaçados por definições políticas e interesses econômicos. Foi consenso que o turismo de base comunitária tem potencial para apoiar a preservação de unidades de conservação e outros territórios sensíveis e não o contrário. Precisamos de políticas públicas que mantenham as pessoas na terra com suas atividades tradicionais de baixo impacto. Valorização do pequeno, do orgânico e do familiar em detrimento do extrativismo e cultivo extensivo. Esse equilíbrio é possível se os interesses socioambientais forem considerados no mínimo no mesmo nível de importância que os econômicos, o que atualmente não ocorre.


Comercialização no Turismo Solidário e Comunitário A comercialização no turismo de base comunitária ainda é um ponto de divergências sobretudo no que concerne a inserção de parceiros comerciais ou a venda direta e independente. O principal ponto que dificulta a comercialização direta é falta de acesso e/ou qualificação das comunidades para interagir online com o cliente final. Alguns operadores presentes reforçaram que existe preconceito de algumas comunidades com os serviços de comercialização e operação que poderiam aumentar o fluxo nessas comunidades. É preciso selecionar as boas empresas e não enxergar todo intermediário como “atravessador”. Há grandes méritos nesse trabalho que precisam ser reconhecidos e acessados pelas comunidades. Ficou claro que a principal saída para comercialização dentro da cadeia do turismo são as relações mais próximas e de confiança e de forma independente através da tecnologia da web e das redes sociais.


Políticas Públicas de Turismo Solidário e Comunitário

Um dos pontos percebidos pelos presentes e destacado foi a ausência do Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente e ICMBio nas discussões, apesar de terem sido formalmente convidados.

Uma das lições aprendidas com o edital do Mtur de 2008 é que o desenvolvimento do turismo comunitário no Brasil não pode depender de editais. Eles devem ser um meio e não o fim. É importante que a Rede se fortaleça para reivindicar mudanças em políticas públicas que fortaleçam a autonomia e cidadania das comunidades tradicionais, garantam o direito ao território e auxiliem na formação de líderes e empreendedores, dentre outras demandas. Houve avanços como a recente regulamentação da visitação em terras indígenas, reforçada pelo representante da FUNAI. Há caminhos para o fortalecimento, como a criação de políticas específicas para o turismo comunitário ressaltada por um dos presentes. A conclusão é que é preciso união para mudanças em escala nacional.


Feira de Trocas e Negócios - 14/08/15 (sexta-feira) Durante a manhã de sexta-feira um encontro dialógico permitiu troca de olhares, abraços, histórias. Foi um momento de apresentar o mais profundo de si ao outro e também de iniciar conversas significativas sobre o dinheiro, a autonomia das comunidades e questões práticas sobre comercialização e práticas de sucesso.


World Cafe 14/08/15 (sexta-feira) Na tarde de sexta-feira foi realizado um World Cafe com o intuito de pensar colaborativamente o futuro da Rede Turisol.


A metodologia: World Café O método foi criado em 1995 por Juanita Brown e David Isaacs. Ambientado com mesas, preferencialmente redondas, canetas e lápis para desenho, e toalha de papel que sirva para as anotações do grupo. Os participantes sentam à mesa e após as explicações, em relação ao processo de trabalho, pressupostos e etiqueta do Café, é iniciada uma conversa sobre um tema/pergunta pré-definidos. As ideias-chaves são anotadas na toalha da forma como os participantes julgarem melhor. Terminado o tempo da rodada,, os participantes da mesa exceto um, devem mudar para outras diferentes mesas. Aquele que permaneceu na mesa tem a responsabilidade de receber os novos companheiros, apresentar o que foi sintetizado "na toalha" e estimular que sejam compartilhadas as conversações experimentadas nas outras mesas. Nesse momento, inicia-se o processo de polinização cruzada, que acontece durante todas as rodadas do "World Café". Esse conteúdo deve ser incorporado ao registro daquela mesa. Terminada aquela rodada novamente os participantes, menos um, mudam de mesa e, dependendo do objetivo da conversação, continuam na mesma questão ou recebem um novo detalhamento ou um novo foco. O World Café exige a figura de um Anfitrião ou “âncora", que tem a responsabilidade da coordenação geral dos trabalhos. A atuação desse Anfitrião no antes, durante e depois do "World Café", é de fundamental importância para criar e manter um ambiente descontraído e propício para despertar nos participantes a vontade de compartilhar.


COMPARTILHAMENTO

Depois das rodadas de diálogo, foi feito o compartilhamento de descobertas e insights em uma conversação de todo o grupo.

A plenária permitiu que os padrões fossem identificados, as similaridades reconhecidas e as possibilidades para ação surgissem.


Como cada grupo se enxerga na Turisol e pode contribuir Academia: - Contribuir na sistematização dos marcos conceituais, valores, princípios e indicadores de TBC de forma compartilhada com as iniciativas; - Mapear as iniciativas de turismo de base comunitária do Brasil. ONGs Parceiras: - Articular o turismo de base comunitária no país; - Fomentar comunidades que querem se desenvolver de forma sustentável através do turismo; - Apoiar o fortalecimento da Turisol. Comunidades: - Definir a identidade da Rede; - Criar critérios de turismo de base comunitária e orientação política bem como uma missão para as comunidades; - Mapear as iniciativas e criar indicadores (com apoio das ONGs e Academia); - Dar retorno às comunidades que não participaram sobre os encontros Turisol e avanços em Rede. Operadoras: - A Rede deve definir a forma de participação e abrir para

participação de novos atores, como os operadores e a academia; - Critérios claros para a inserção de atores para evitar a entrada de operadoras que não tem o perfil desejado pelas comunidades; - Definir ferramentas de diálogo e troca permanente para manter a rede viva. Poder Público - Planejamento e ordenamento de instrumentos de fomento, investimentos, assistência técnica em conjunto com a comunidade; - Mapeamento e articulação de políticas públicas setoriais em escala municipal, estadual e nacional; - Inserir as iniciativas de turismo comunitário nas instâncias de governança e nas decisão de políticas públicas. Outros: - Mapeamento das iniciativas; - Rever os princípios de forma participativa para garantir os direitos das comunidades.


Apresentação de Pôsteres 14/08/15 (sexta-feira) EDUCAÇÃO DO CAMPO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E TURISMO COMUNITÁRIO COMO TERRITÓRIOS EDUCATIVOS • Alberto Viana AUTONOMIA E DEPENDÊNCIA IMPASSES DA COMERCIALIZAÇÃO DO ETNOTURISMO NA RESERVA PATAXÓ DA JAQUEIRA� Amara Drudi Frasseto  • Patricia Alves Ramiro    RELATOS DA PRATICA DO TURISMO PEDAGOGICO EM COMUNIDADES TRADICIONAIS NO BRASIL • Carmen Mattoso   FICA AQUI NO MORRO: PLATAFORMA PILOTO DE COMERCIALIZAÇÃO DE EXERIÊNCIAS DO FAVELA CONTUR. • Daniel Vezzaro    TURISMO DE BASE COMUNITAÁRIA E�PARQUES NACIONAIS: PROBLEMATIZANDO A INSERÇÃO DAS INICIATIVAS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE APOIO À VISITAÇÃO • Camila Gonçalves de Oliveira Rodrigues • Eloise Botelho 


Apresentação de Pôsteres 14/08/15 (sexta-feira) VIAGEM, EXPERIÊNCIA COMUNITÁRIA E DESENVOLVIMENTO TRADICIONAL • Fabiana Andrade Bernardes Almeida METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS PARA INVENTARIAÇÃO COLETIVA DE POTENCIAIS TURÍSTICOS DE BASE COMUNITÁRIA� • Patrícia Alves Ramiro  • Gabriel Ferreira Marchioli    PROJETO BRASILEIRO QUE NEM EU: UMA EXPERIÊNCIA DE TURISMO SOCIAL EMISSIVO PARA DESTINOS DE BASE COMUNITÁRIA • Silvia Hirao   TRILHA VERDE DA MARIA FUMAÇA: UMA HISTÓRIA SOLIDÁRIA COM O TURISMO. • Werter Valentim de Moraes, Bruno Mendes, Alex Mendes Santos    TURISMO COMO FERRAMENTA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM COMUNIDADES DO VALE DO JEQUITINHONHA • Mariana Madureira


Encerramento e conclusĂľes - 14/08/15 (sexta-feira) De forma participativa, o documento final foi ajustado e finalizado em plenĂĄria, contemplando as vozes presentes.


Foto: F贸rum de Comunidades Tradicionais


O DOCUMENTO FINAL Ideias de como a Rede deve se articular à partir de agora: • Intercâmbios comunitários • Sem posicionamento partidário • Criação de comissões • Inclusão dos atores que não são comunidade • Atores não comunitários (ONGs, operadoras e academia, principalmente) como parceiros próximos e ativos • Criação de uma comissão inicial transitória • Iniciativas de turismo de base comunitária no centro dessa comissão • Adesão de novos sujeitos interessados em compor a Rede através de uma carta de princípios • Diversidade étnica e de gênero e forte representação das comunidades • Representantes de todas as regiões • Ter as experiências exitosas na Rede para inspirar e dar visibilidade • Sem personalidade jurídica, um movimento


Brasília, 14 de agosto de 2015 Ao longo de três dias de debates, trocas, reuniões formais e informais, círculos e danças foram discutidos os temas centrais para o fortalecimento do turismo solidário e de base comunitário no Brasil e o papel de uma rede nacional no atual contexto. Como síntese desse Encontro pontuamos: A importância de mapearmos as iniciativas existentes em um país com a dimensão do Brasil e a possibilidade de apoio da academia e outros parceiros nesse processo. A importância de fortalecer os debate com instituições e governos que possam apoiar o fortalecimento de uma política pública que reconheça a importância do turismo comunitário na valorização da cultura de comunidades tradicionais. É necessário avançar em marcos legais que regulamentem e formalizem a participação de camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e caiçaras na atividade turística. Foi destacada a necessidade de sistematização dos marcos conceituais, valores, princípios e indicadores do turismo de base comunitária, bem como critérios, orientação política e missão para o turismo dentro das comunidades. Contatos mais frequentes, comunicação contínua e intercâmbios também foram apontados como fundamentais para o fortalecimento da Turisol. Foi consenso que é preciso que a Turisol se abra para que mais iniciativas façam parte e contribuam com a Rede. Foi definido que uma comissão transitória deverá se reunir para finalizar a carta de compromisso de comunidades para adesão à Rede e também para construção de um plano de trabalho da Rede Turisol. O núcleo da Rede deve ser composto por iniciativas de turismo de base comunitária. ONGs, academia, operadoras e outros atores importantes para a Rede farão parte como parceiros e as regras para serem membros deverão ser estabelecidas posteriormente. Para primeira comissão se voluntariaram a fazer parte a Acolhida na Colônia, a Rede Tucum, o Fórum de comunidades tradicionais Angra-Parati-Ubatuba, a TuriArte, o Grãos de Luz e Griô, a Pousada Uacari e o Fórum de turismo de base comunitária do Rio Negro. O Projeto Bagagem, atual secretaria executiva da Rede e entidade neutra representante do turismo de base comunitária em nível nacional, se disponibilizou a acompanhar os trabalhos para a nova formatação. As contribuições que os atores parceiros da academia, governos, ONGs, operadoras e outros se dispuseram a dar serão acatadas e aceitas como presentes.


AVALIAÇÃO DO ENCONTRO


DEPOIMENTOS

O evento ressoou a importância do encontro presencial para trocar experiências, debater e avançar no desenvolvimento do TBC frente aos desafios compartilhados. Foi sem dúvida um grande passo para o fortalecimento do TBC em nosso pais, que hoje já conta com uma trajetória significativa, comunidades mais organizadas, diversos atores envolvidos com o tema, muito o que ensinar e sede de aprender e compartilhar conhecimento. Thalita Tomazetti A campanha na plataforma GARUPA deu certo, o encontro aconteceu, todos saímos com mais bagagem! Saí também com bons convites para trabalhos do Rio de Janeiro. Mariana e toda equipe Raízes/Bagagem, vocês deram conta sim! Então, vem vamos embora...quem sabe faz a hora! Avante TURISOL, não espere acontecer! Alberto Viana


Mais referências e informações sobre turismo comunitário na web

www.turisol.wix.com/redeturisol www.projetobagagem.org www.planejoviajar.com.br www.turismocomunitarioblog.wordpress.com www.turismoporummundomelhor.blogspot.com.br www.planetasustentavel.abril.com.br/blog/na-garupa www.turismodebasecomunitariaufrrj.blogspot.com.br


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Turisol 2015  
Turisol 2015  

Resultados do II Encontro da Turisol - Rede Brasileira de Turismo Solidário e Comunitário. Brasília, 2015. Para solicitar a versão em pdf es...

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