esse processo. Com a transmissão eletrônica de dados, tudo é feito de forma automática, com erro praticamente zero, o que traz ganhos para o transportador, pois reduz os custos da operação. O fechamento dos pedidos é diário, respeitando o horário de corte de acordo com cada linha de produto. São mais de 600 tipos diferentes de pneus, preparados conforme a solicitação da área comercial, que informa o mix pedi- do pelo cliente. “Anteriormente, levava seis horas para que fosse possível ver toda a seqüência de chamado do trans-portador. Hoje, assim que o serviço de atendimento ao revendedor entra com o pedido, o novo sistema gera automaticamente arquivos para a
área de logística e para as transportadoras. Estas entram no portal com sua senha própria, vêem os pedidos e fazem o planejamento das entregas”, define Haerdy, acrescentando que “do outro lado, os depósitos, com a coordenação do WMS, separam os produtos, pre-param os mixes e emitem as notas fiscais, deixando tudo pronto para ser coletado pelas transportadoras”. Como resultado, houve a redução de seis horas no tempo de expedição dos produtos para os clientes. Entre as outras conseqüências imediatas está a redução das horas extras, hoje praticamente eliminadas, e um melhor escalonamento das entregas até mesmo nos dias de pico, que se concentram no final do mês.
“Aumentar a velocidade do processo de venda também traz melhoria do nível de serviço, pois o cliente recebe o produto no prazo acertado, com a garantia de que as carac-terísticas que conferem qualidade à marca Michelin sejam mantidas durante todo o processo. A união de todos esses interesses constitui a grande chave do sistema, que é trazer ganho para toda a cadeia logística”, sentencia José Eduardo Haerdy. Fátima Cardoso
Michelin: (21) 2429-4711
Fevereiro/2006 - Revista Tecnologística - 73