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Revista Inox - Ed. 43

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Lavabotas duplo manual, da Frigmann

Lavador 10HP, da Frigmann

Túnel de Congelamento Helicoidal, da Brusinox

to de vista operacional e econômico tudo precisa ser de aço inoxidável para não haver riscos de contaminação do pescado”, salienta o sócio-proprietário da empresa, Martinho Colpani. A opção pelo aço inox deve-se, sobretudo, a questões sanitárias, explicam os fabricantes de máquinas. Apesar de a legislação brasileira, que estabelece regras para o setor (Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal – Riispoa, do Ministério da Agricultura e Abastecimento, e a Resolução RDC no 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvi-

sa), não fazer menção direta ao aço inoxidável, as exigências legais em relação à higienização e aos cuidados contra a contaminação dos alimentos fazem dele o único material com características adequadas a essas exigências. “Hoje, 100% dos equipamentos que fabricamos para o setor são feitos com aço inoxidável”, diz o gerente de Marketing da Brusinox, Daniel Bacca. Segundo ele a adoção do material começou a ser feita há quase 50 anos, na década de 1970. “Além de ser resistente à corrosão (o que na indústria de peixe é essencial, dado que o sangue e vísceras do pescado, mesmo de água doce são altamente corrosivos) o inox é de fácil higienização e de grande durabilidade”, destaca. O mesmo salienta o gerente de aplicação da Frigmann Hermann, empresa com 70 anos de experiência na fabricação de equipamentos para o setor de pescados, Marcos Pedroso. “A questão da higienização é central para a indústria, que não pode correr riscos de ter seu produto contaminado. Nesse sentido o inox se encaixa muito bem, pois é um material MAIO/AGOSTO 2013 • INOX 13


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