o reforço de um aviador do Instituto de Pesquisa de Ensaios em Voo (IPEV), unidade do Comando da Aeronáutica. O Tenente-Coronel Ricardo de Lima e Souza tem conhecimentos avançados sobre o Super Tucano e conta com a experiência de ter sido da Esquadrilha da Fumaça entre 1999 e 2003.
do EDA, Capitão Especialista Márcio Aparecido Tonisso. O desenvolvimento do sistema de fumaça pra os Super Tucanos aconteceu em uma parceria entre os mecânicos do EDA, do Parque de Material de Aeronáutica de Lagoa Santa e da Embraer, fabricante do avião. O projeto também incluiu a criação de um software específico para a elaboração de escrita com a fumaça, seguindo a tradição iniciada em 1953, quando, sobre a praia de Copacabana, o sistema de escrita no céu foi iniciado com apenas três letras: “FAB”.
SGT JOHNSON / Agência Força Aérea
Fumaça ecologicamente correta Quando o Esquadrão de Demonstração Aérea começar a se apresentar com suas novas aeronaves, os turboélices Super Tucano, uma das novidades
será a própria fumaça, que agora é ecologicamente correta. Um novo óleo foi desenvolvido para que sua queima não agrida a camada de ozônio nem contribua para o aquecimento global. “A fumaça é muito importante não só pelo traçado que faz durante as manobras realizadas pelas aeronaves, facilitando a visualização por parte do público, como serve de referência para os pilotos que, em voo, tem a ajuda na identificação da posição dos outros aviões durante uma demonstração”, explica o Chefe da Seção de Material
Com o Super Tucano, a Esquadrilha da Fumaça terá algumas mudanças na sua apresentação. A começar pela nova pintura, que agora traz a bandeira do Brasil na cauda das sete aeronaves
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Jan/Fev/Mar/2014
Aerovisão