SGT SIMO / Agência Força Aérea
O Bandeirante modernizado já está operacional em várias unidades da FAB. O primeiro foi o Esquadrão Pioneiro, da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Na coluna ao lado, alguns instrumentos digitais que substituiíram os antigos analógicos e abaixo, o novo painel da aeronave do Esquadrão Rumba
SGT JOHNSON / Agência Força Aérea
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om idades entre 22 e 25 anos, eles são de uma geração acostumada com tablets, smartphones e videogames de última geração. Mas, como oficiais aviadores, os 58 Tenentes formados como pilotos da aviação de transporte em dezembro de 2013 também têm a tecnologia como parte do seu dia a dia profissional. Pela primeira vez, o treinamento para o domínio das aeronaves de maior porte da Força Aérea ocorreu na versão modernizada do turboélice C-95 Bandeirante, o C-95M. Onde antes havia “reloginhos”, hoje há telas digitais ligadas a uma rede de computadores que “roda” os sistemas de navegação e de comunicação. Ali, ter um modelo mais moderno não é só moda: a tecnologia faz diferença para o voo. É o que garante o
Aerovisão Jan/Fev/Mar/2014
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