SGT JOHNSON / Agência Força Aérea
estrangeiro retorna para casa. “O Brasil é um país pacífico e o foco da formação não é só para o combate, mas também no conhecimento acadêmico”, destaca. Para o Comandante da Academia da Força Aérea, Brigadeiro-do-Ar Carlos Eduardo da Costa Almeida, a vinda de Cadetes estrangeiros para a AFA reafirma o conceito da qualidade do ensino oferecido e o posicionamento pacífico do Brasil na manutenção dos seus laços de amizade. “O país tem o privilégio de afirmar não possuir inimigos. A vinda desses alunos só nos enriquece e oferece aos cadetes, brasileiros e estrangeiros, a possibilidade de uma rica experiência de troca cultural e o fomento da amizade entre futuros líderes de forças aéreas amigas”, conta o Brigadeiro. Ao ser questionado sobre a saudade de casa e as dificuldades enfrentadas, o Cadete foi lacônico: “Valeu a pena”.
SGT REZENDE / Agência Força Aérea
A formação básica de voo é feita nos treinadores T-25 (acima). Já há mulheres na AFA, tanto brasileiras quanto estrangeiras, como é o caso da cadete equatoriana Jazmin Estefania Perez Copos (abaixo)
Aerovisão Jan/Fev/Mar/2014
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