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AEROVISÃO Nº 239 Jan/Fev/Mar - 2014

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Gripen é o nome em sueco para Grifo, uma criatura mitológica com corpo de leão e cabeça e asas de águia. Por coincidência, a FAB tem um esquadrão chamado de Grifo, que hoje opera em Porto Velho com aviões A-29 Super Tucano. Mas por aqui o plano inicial é o Gripen substituir os Mirage 2000, F-5 e A-1 nal, logística, técnica, de compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia para a indústria nacional, foram selecionadas três aeronaves para compor uma “short-list” para prosseguir no certame: F-18, Rafale e Gripen NG. As propostas foram melhoradas pelos concorrentes e ocorreram detalhamentos na análise, como voos de teste e visitas às fabricas. Finalmente, em cinco de janeiro de 2010, o Comando da Aeronáutica remeteu ao Ministério da Defesa o Relatório Final do Projeto

F-X2, um instrumento de assessoria à decisão do Governo Federal. A principal diferença do Gripen NG para seus dois concorrentes fi nais é o fato de ser um projeto em fase de criação e de testes. Dessa forma, a indústria nacional pode ainda se integrar tanto no desenvolvimento quanto na fabricação das aeronaves, com ganhos na área de transferência de tecnologia. O F-18 Super Hornet entrou em serviço na Marinha dos Estados Unidos em 1999, enquanto que

o Rafale começou a voar com a Força Aérea da França em 2000. Com o anúncio da decisão brasileira pelo Gripen NG, o próximo passo é a negociação do contrato, o que deve levar de 8 a 12 meses, segundo o ministro Celso Amorim. A partir de então, estima-se que em 48 meses a FAB já disponha dos primeiros aviões. “A nossa Força Aérea está de parabéns. Nós, em breve, teremos aviões a altura das necessidades de defesa do país”, ressaltou o Ministro da Defesa. Aerovisão Jan/Fev/Mar/2014

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