Jornal do Pequeno Cidadão _Nº17

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JorNAl



Por Vinicius Patrial

Nas fotos os Kayorivers Gang agitando o pedaรงo!


Você já deve ter ouvido falar em intervenção urbana, o assunto ferve atualmente e cada vez mais pessoas se sentem impelidas a se mover, e o fazem – muitas vezes sem consentimento da burocrática logística governamental. Tal que, caso aguardada, as melhorias sugeridas por nós jamais se dariam, morreriam no papel. Portanto, sou a favor do DIY “

Traduzindo, é o famoso

”. !

Quantos espaços degradados e esquecidos em nossas cidades e que não são prioridade para as prefeituras? Espaços Públicos – público, isto é, são do povo, meu, seu, nosso. O ideal é começar em seu entorno, próximo a sua casa, ou outro local em que conviva. Assim o primeiro passo para mudar nosso mundo é dado:

São tantos RE, você pode limpar uma praça, plantar mais árvores, colorir um muro, usar lambe-lambe, assentar azulejos, criar parklets, rampas de skate e o que mais possa melhorar nossa qualidade de vida, sem esperar que alguém faça isso por você!




CHIQUE?

ENTテグ EU VOU CONTAR!

Eu e alguns amigos moramos perto de uma viela que sempre esteve suja e mal frequentada. Resolvemos fazer uma faxina no local e construir uma rampa de skate, utilizando entulhos e madeira descartadas em caテァambas, cimento, areia e... E boa vontade! O resultado esta aテュ nas fotos. Os vizinhos gostaram, passamos uma tarde super agradテ。vel que nem as dores nas costas nos fez desistir. A rampa esta ali pra quem quiser se divertir.


Importante Nesta viela passa um rio que foi engolido por nossa cidade, coberto de concreto assim como muitos por aí. Aceitamos passivamente, até então, que não se usufrua de tamanhas maravilhas. Eu queria mesmo que as águas do Rio Kayowaa corressem a céu aberto, limpas, com árvores e plantas sem concreto em volta. Podemos, sim, viver em harmonia com a natureza e com nossos semelhantes.





Por EDGARD SCANDURRA

um dos hinos da Juventude nos anos 80!


SERÁ LEGIÃO URBANA DADO VILLA-LOBOS / RENATO RUSSO / MARCELO BONFÁ

Tire suas mãos de mim Que eu não pertenço a você Não é me dominando assim Que você vai me entender Eu posso estar sozinho Mas eu sei muito bem onde estou Você pode até duvidar Acho que isso não é amor Será só imaginação? Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer? Ôôôôôôôôô Nos perderemos entre monstros Da nossa própria criação Serão noites inteiras Talvez por medo da escuridão Ficaremos acordados Imaginando alguma solução Pra que esse nosso egoísmo Não destrua nosso coração Será só imaginação? Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer? Ôôôôôôôôô Brigar pra quê Se é sem querer Quem é que vai nos proteger? Será que vamos ter Que responder Pelos erros a mais Eu e você?


por thadeu MENEghini

E

F# 2

B 7

A 5

G# 4

A# 6


(ARNALDO ANTUNES / bETÃO AGUIAR) 2:02 / bR.RC7.09.00025 / ROSA CELESTE (UNIVERSAL) / ZAPIPA EDIÇÕES

F# 4/4 F#

E

LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM

(2x)

F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA O SANGUE DA GENTE F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA A GENTE TAMbÉM F#

E

LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM

(4x)

F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA O SANGUE DA GENTE F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA A GENTE TAMbÉM

(2x)

F#

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LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM

(2x)

E A F# B (2x) F#

G#

LARGA, LARGA A LAGARTIXA, LARGA, LARGA A LAGARTIXA, A#

B

LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM B

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LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA O SANGUE DA GENTE F#

ELA CHUPA O PERNILONGO B

QUE CHUPA A GENTE TAMbÉM F#

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LARGA, LARGA A LAGARTIXA, QUE ELA É DO bEM

(4x)


POr CESAR TEIXEIRA


HQ é Literatura? As primeiras Histórias em Quadrinhos (HQs) foram criadas no século 19, por volta de 1800 e bolinha. Desde então, elas vêm se tornando cada vez mais populares, mais interessantes e mais variadas. Basta olhar a seção de quadrinhos da sua livraria favorita pra ver essa enorme variedade. Temos as tirinhas clássicas dos jornais, pilhas e pilhas de gibis, mangás, histórias de super-heróis, graphic novels com personagens sombrios, clássicos quadrinhos europeus e americanos de todas as épocas, biografias de famosos, grandes momentos da história adaptados para os quadrinhos - tudo com uma enorme variedade de traços e estilos narrativos. E os comics autorais mais modernos? Temos cada vez mais belos quadrinhos autobiográficos com histórias emocionantes, quadrinhos experimentais sem palavras, ou com um mínimo de ilustrações e ainda um monte de quadrinhos que não se encaixam em nenhuma das categorias acima!

Tem gente que diz que os quadrinhos tem mais conexão com o mundo do Cinema do que com a Literatura – que a sequência de imagens e as emoções que elas nos oferecem são mais parecidas com uma experiência cinematográfica. Tenho que confessar que alguns dos meus livros favoritos são histórias em quadrinhos. Desde pequeno, adoro a experiência de ler e olhar as imagens quase ao mesmo tempo. Ao longo dos anos, me apaixonei por alguns quadrinhos porque eram engraçados, outros pelas lindas ilustrações, outros pelas histórias fantásticas, outros por serem emocionantes. Mas por existirem primeiramente em papel, quadrinhos sempre foram comparados com literatura tradicional, e por isso, logicamente, sempre ouvimos essa pergunta: HQ é Literatura? Pensei muito no assunto e acho que cheguei a uma conclusão. O que importa mesmo é a experiência da leitura. Se você gosta de quadrinhos, procure coisas novas e diferentes. Tente um estilo que você nunca leu. Se você não conhece ou não gosta muito, dê uma chance a este tipo de livro.

Como diria o Chico Bento:


POR NATALIA bARROS


A MINHA ONDA ITAMAR ASSUMPÇÃO A MINHA ONDA É ALMA, A MINHA ONDA É ANDAR. A ONDA SE BATE NA PEDRA, SE QUEBRA E VOLTA PRO MAR. A MINHA ONDA É CALMA, A MINHA ONDA É MAR. A ONDA SE BATE NA PEDRA, SE QUEBRA E VOLTA PRO MAR. A ONDA É PURA ONDA, E ONDA NÃO SABE ANDAR. NO MEU ANDAR NÃO TEM ONDA, NÃO ANDO ONDE ANDA A ONDA. A MINHA ONDA É ANDAR. A MINHA ONDA É ANDAR... A ONDA VEM FAZER RONDA... NA PRAIA VEM ONDEAR A ONDA NÃO É REDONDA, A ONDA VEM DE ARUANDA, NOS MOLHA E VOLTA PRO MAR. A MINHA ONDA É ANDAR...

(?) SabiA que: • fisicamente, uma onda é um pulso energético que se propaga através do espaço ou através de um meio (líquido, sólido ou gasoso), com velocidade definida.

(?) SabiA que:

• quanto à origem as ondas podem ser classificadas em: ONDAS MECÂNICAS, aquelas produzidas por uma perturbação em um meio material, como, por exemplo, uma onda na água, a vibração de uma corda de violão, a voz de uma pessoa, etc.; ONDAS ELETROMAGNÉTICAS, aquelas produzidas por variação de um campo elétrico e um campo magnético, tais como as ondas de rádio, de televisão, as de micro-ondas e outras mais.

(?) SabiA que: • em 2013, o brasileiro Carlos Burle (FOTO) entrou para a história dos recordes após surfar uma onda de 33 metros na praia de Nazaré, em Portugal. Vale lembrar que, também durante esse evento de surf, Burle foi um dos responsáveis por resgatar sua amiga, a surfista Maya Gabeira, que sofreu queda em uma das ondas e chegou a ficar inconsciente na água!


por Helena "Lelê� barros e Francisco barros / Fotos F. barros


#TÁlimpo? Muitas vezes ouvimos falar que o mar de algum lugar está “sujo”. Na real, essa “sujeira” pode ser natural e fácil de ver, como acontece quando uma grande tempestade desprende muita alga dos recifes e a leva para a praia. Outras vezes, a “sujeira” é causada pelo homem, nesse caso se tratando de contaminação ou poluição, que na verdade, são coisas diferentes. A contaminação é quando uma substância (ou contaminante) ocorre em uma concentração mais elevada do que seria naturalmente encontrado. Já a poluição ocorre quando um contaminante começa a causar prejuízo à fauna e, ou, a flora. Ou seja, a poluição resulta em efeitos nocivos como problemas para a saúde humana ou em diminuição da pesca. Existe também uma nova classe de contaminantes, chamada de “emergentes” (descobertos pelos cientistas malucos da Química!) que podem acontecer em concentrações muito baixas e, mesmo assim, podem causar um grande dano para a saúde humana.

Foto menor: Esgoto doméstico sendo despejado no estuário do Rio Jaguaribe, no estado da Bahia. Foto fundo: Pôr do Sol no estuário do Rio Jaguaribe, no estado da Bahia, um dos estuários mais lindos da Baía de Todos os Santos.


por LIVIA SAllEs


O QUE É, O QUE É? Tem juba, é grande, ruge alto e grosso e vive em grupo? Quem disse Leão chegou bem pertinho! É o Leão-Marinho. Esse simpático bichão vive com sua “tchurma” em praias e costões rochosos de regiões de baixa temperatura e se alimenta principalmente de peixes e moluscos. Estive em um lugar lindo no Uruguai chamado Cabo Polônio (FOTO) e encontrei um bando deles tomando banho de mar e relaxando ao sol sobre as pedras. É uma das maiores colônias desse animal em todo o mundo, chegando a somar aproximadamente 300 mil indivíduos. Hoje o leão-marinho é considerado o animal ícone de Cabo Polônio. A região abriga também lobos-marinhos... Os leões-marinhos recebem este nome porque os machos têm uma espécie de juba e um rugido grave, como os leões das savanas. Ali, centenas deles habitam também as diversas ilhotas que ficam em frente a praia. Me falaram que os leões-marinhos que vêm para o continente são os “renegados”, por serem mais fracos, ou os já mais velhinhos, por exemplo. Esses são expulsos das ilhotas e passam a viver no continente. Realmente foi muito emocionante poder chegar tão perto de um bicho tão grande e imponente, embora com uma expressão tão doce :)


por Clarice Reichstul


FAlso-OVo-PERFEITO - Benja, você gosta de patinar comigo? - Gosto, ué! - E de ouvir música junto? - Também… - Mas eu queria que você gostasse de

cozinhar comigo… - Eu gosto mãe, mas é que você nunca ensina o que eu quero aprender. - E o que você quer fazer? - Quero aprender a

fazer ovo quente, ovo mexido, omelete… Pai e mãe é meio abestado. Acabamos por não enxergar o óbvio ululante.

- Para djá!

Que porcaria é essa de óbvio ululante, hein? Olha, há muitos anos atrás, essa expressão foi inventada por um jornalista carioca chamado Nelson Rodrigues. Óbvio é aquilo que é evidente. E ululante é algo que grita aflito como um cachorro ganindo, ou seja, óbvio ululante é uma coisa tão óbvia que está aí na nossa cara, facinho de reconhecer. Mas voltando ao óbvio ovo, ululante, ele deveria ser o nosso começo. Por que? Oras, porque é um alimento em si, quase que uma unanimidade entre crianças e pediatras e uma das comidas mais fáceis e rápidas de se fazer – além de poder ser feito de infinitas maneiras. Tem um tipo de preparo, ideal para a gente aqui, que é chamado falso-ovo-perfeito. O ovo perfeito é um que fica cozinhando horas num fogo bem baixinho pra ficar molinho e cozido ao mesmo tempo. Já esse, o falso, quem me ensinou foi uma cozinheira chamada Lelena:

• Coloque a água para ferver em uma panela pequena, mas de tamanho suficiente que cubra o ovo. • Quando a água ferver, desligue o fogo e com cuidado coloque o ovo dentro da panela e tampe. • Espere 8 minutos. • Tire o ovo da panela, cuidando para não se queimar. Quebre a casca, coloque o bendito numa tigelinha, tempere com sal e pimenta, e NHAC!


por TACIANA bARROS

Eu sou essa aqui sentada enquanto a minha amiga segura um poema do genial Ronaldo Azeredo num evento do nosso conservat贸rio.


ACORDE TAMbÉM É GENTE! Nos anos 50 uma escola em Santos adotou um estilo não-convencional de ensinar música, em que a criança casava o som com o movimento, de forma bem livre. O método era inspirado em um estudioso francês de música, nascido em 1846 e conhecido por seus ensaios sobre teoria, o , que era também o nome do conservatório. Dei a maior sorte porque, em 1970, meus pais me colocaram nessa escola. Eu tinha 5 anos quando entrei lá. Um novo mundo se abriu. As aulas eram bem malucas, às vezes ficávamos no escuro reproduzindo com o corpo os sons que o professor tocava no piano ou em xilofones bem grandes (ou eu que era pequena?). Para deixar tudo ainda mais interessante, com o tempo foi introduzida a Poesia Concreta e, assim, sem ter consciência, comecei a me apaixonar por Augusto de Campos e Ronaldo Azeredo. Tocávamos diversos instrumentos e o silêncio lá era tão respeitado quanto o som. Às vezes a gente escutava a nossa respiração, o nosso coração e pensava uma música sem tocar. Em outras a gente criava um acorde, imaginava o que ele nos fazia sentir e dançava para expressar esse sentimento.

Texto publicado na Revista Lilica Ripilica

Um acorde nos traz mesmo muitas emoções. Existe uma diferença infinita entre um acorde maior e um acorde menor. Lavignac em pessoa fez uns estudos onde traduziu o que cada acorde significava pra ele. Foi assim que concluiu, por exemplo, que o dó maior era simples, naive, e o dó menor brutal, sinistro, sombrio. E não é que eles são assim mesmo!?! Então imagine a cor amarela misturada com azul e agora imagine a cor amarela misturada com vermelho. Percebe como tudo muda? Foi assim que comecei a compor ainda pequenininha, juntando notas que davam o tom do que eu sentia. Já falei aqui nesta coluna alguns meses atrás da minha primeira composição “Primavera, verão, outono, inverno”, que passeava por todo o piano, entre sol, chuvas e trovoadas. Só hoje que me toquei, lembrando dessa infância boa, que Lavignac tem muita “culpa” pelo caminho que segui!


POr JIMMY LEROY


Menos é Mais Sabe quando você quer um tanto de coisa e depois descobre que só com uma coisinha você já fica Feliz? Pois é, isso acontece de vez em quando, mas quando acontece Muda Tudo. Você percebe que O Simples é Legal Também. Na Arte acontece bastante, um quadro com “apenas” um desenhozinho preto e branco pode ser tão ou mais legal que um trabalho cheio de imagens e informações coloridas. Com foto é a mesma coisa, a foto de um sapato velho pode ser mais interessante que uma foto com um belo por do sol. Na poesia é igual, no teatro, na escultura, na culinária, na jardinagem, na moda, o simples pode ser incrível. Uma vez, eu vi uma peça de teatro em que o cenário era simplesmente uma montanha de terra no meio do palco. Já vi também uma poesia com apenas duas palavras.

Na História da Arte isso aconteceu diversas vezes e em épocas diferentes. A ideia é resumir, simplificar, minimizar, condensar, para assim ver a beleza do simples. Na literatura japonesa existe um tipo de poesia que se chama Haikai. São três frases curtas e objetivas, geralmente sobre alguma observação ou sensação inspirada na natureza. Um dos maiores mestres japoneses do haikai se chama Bashô. Ele viveu no Japão há quatrocentos anos atrás. Geralmente, junto ao haikai, o artista fazia também um desenho com traços bem singelos. É legal aprender a gostar de coisas simples. A natureza nos ensina isso. * se interessou? Pegue um bocado do tempo em que passa na internet e pesquise também sobre o Teatro Noh. #ficaAdica


POR CAMILA PICOLO

- CENTRO DE SP











EDGARD SCANDURRA - MÚSICA Pra CRIANÇA Guitarrista, compositor e produtor. Participa com seus filhos do grupo Pequeno Cidadão. Toca desde muito pequenininho e já gravou muuuuuitos discos. Também toca no Ira! e em várias outras bandas e projetos. Contribui com sua música para o desenvolvimento do rock na história do Brasil. É o nosso guitar hero!

JIMMY LEROY - VISUAL É o ilustrador de tuuuudo do Pequeno Cidadão. É o “músico visual” da gente. Começou desenhando cowboys e índios, lendo gibis e assistindo desenhos na TV. Seguiu estudando artes plásticas, pintando e desenhando um montão de logotipos e marcas. Faz também vinhetas e animação para televisão em um canal de crianças. Tem duas filhas que o inspiram a desenhar.

VINICIUS PATRIAL - AÇÃO Estudou arquitetura, trabalha com arte, arquitetura, skate e música. Escreveu para o Pequeno Cidadão o livro “SK8 - Manual do Pequeno Skatista Cidadão”. Já gravou uns 8 discos independentes com sua velha e obscura banda experimental Vermes do Limbo. Tem 2 filhos serelepes pra chuchu.


TACIANA bARROS - AUMENTA O SOM Cantora, compositora, toca guitarra e piano. Participa com seus filhos do grupo Pequeno Cidadão. Começou a carreira musical em Santos e aos 17 anos entrou para a Gang 90 & Absurdettes. Depois montou a banda Solano Star, participou dos Amigos Invisíveis e lançou seu projeto solo Janela dos Sonhos. Outra coisa que adora é fazer direção de arte, como deste jornal.

CEsar TEIxeira - MUNDO LIVRO Escritor, redator, músico amador, e apaixonado por literatura, quadrinhos, animação, e poesia. Formado em Comunicação e Mídia no Canadá, trabalha há muitos anos como produtor e diretor de TV para o público infanto-juvenil. Não consegue dormir se não estiver rodeado de livros e gosta tanto de criança que quer ser uma quando crescer.

FRANCISco bARROS - NA ONDA DO MAR Oceanógrafo, pesquisador e professor. Fez faculdade de oceanografia no Rio Grande do Sul, mestrado em ecologia na USP, doutorado na Austrália e pós doutorado na Califórnia. Coordena o Laboratório de Ecologia Bentônica da Universidade Federal da Bahia onde desenvolve diversos estudos ecológicos, principalmente com organismos que vivem associados ao fundo do mar. Mergulha a trabalho e como atividade esportiva prefere o surf.

THADEU MENEGHINI - ACORde pro sOM Guitarrista, cantor e compositor. Já montou várias bandas e atualmente participa do incrível grupo de rock Vespas Mandarinas. Também toca com a Luzia (do Pequeno Cidadão) no trabalho solo dela o Aonde Anda a Onda. Nos shows dele, ele pula que nem um maluco mas normalmente é calminho e está sempre de bom humor. Toda criança quer ir pro colo dele e os cachorros também!


Clarice Reichstul - Pirando na batatinha Tem macaquinhos no sótão, orelhas de abano, língua de trapo e ideias de girino (às vezes de jerico também). Escreve, cozinha, dança, canta no chuveiro e patina. Se formou em Cinema mas descobriu que gosta mais de ver do que fazer filme. Também é a Imperoratriz Czarina Vitalícia do Karaoclash de Animakê, mas isso já é outra história.

NATALIA bARROS - SAbIA QUE Cantora, escritora e paisagista. Trabalhou nos grupos XPTO (teatro) e LUNI (música). Participou dos programas Fanzine (TV Cultura) e Telecurso (Globo). Fez a direção cênica do Pequeno Cidadão (primeiro CD). Apresenta-se, também, num show em que fala e canta os poemas do seu livro: Caligrafias, contemplado pela ProAC 2011. Continua escrevendo por isso, e apesar disso.

CAMILA PiCOLO - NA RUA Fotógrafa há 10 anos. Trabalha para jornais, revistas, instituições culturais e também com artistas e produtores de linguagens. Durante seu tempo livre gosta de produz imagens da cidade de São Paulo e de situações do cotidiano que saltam aos seus olhos, com a intenção de provocar estímulo visual e questionamentos sobre o mundo e a forma como vivemos e queremos viver nele.

lÍvia SalLES - JOIA bICHO É a empresaria do Pequeno Cidadão e também de outras bandas, tem uma agência chamada Diletto Produções. Se formou em química em 95 mas trabalha com Produção Cultural (área de música) há 15 anos. Adora fazer projetos e levar shows para todo canto do Brasil e do Mundo. Tem seu lado meio “bicho-grilo” e vive fazendo trilhas e andando no meio do mato, onde tem contato com muitas plantas e bichos!

COLAbORADORes: S a r a M i c h e l i n i - revisão / G a b r i e l a N o g u e i r a - apoio digital


TODAS AS EDIÇÕES: http://issuu.com/pequenocidadao JorNAl

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especial animaçÃo

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2014


Por_____________IDADE___anos

prA CoLOrIr Na faixa ĂŠ mais seguro mas mesmo assim tem que ficar sempre bem atento!