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FESTIVAL INTERNACIONAL

DE DANÇA CONTEMPORÂNEA

27 de maio a 07 de junho de 2013 florianópolis . santa catarina . brasil

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Direção geral: Marta Cesar Coordenação de programação e curadoria: Jussara Xavier e Marta Cesar Produção: Loli Menezes, Neiva Ortega, Sarah Pusch Nogueira Projeto gráfico: Paula Albuquerque Ilustração: Fabio Dudas, sobre foto do Grupo Cena 11 Cia de Dança (foto de Cristiano Prim, Múltipla Dança 2010) Assessoria de imprensa: Néri Pedroso Edição de textos: Jussara Xavier Cobertura fotográfica: Cristiano Prim Coordenação da oficina de vídeodança: Vera Torres, Débora Zamarioli, Janaina Santos e Janaína Martins Agradecimentos: Elisa Schmidt, Departamento de Artes da Fundação Franklin Cascaes, Sandra Meyer e Vera Torres multipladanca.art.br facebook.com/festivalmultipladanca 2


Ano 6 Inaugurado em 2006, o Festival Múltipla Dança ocorreu anualmente durante cinco anos consecutivos em Florianópolis, capital de Santa Catarina. De âmbito internacional, o encontro firmou-se no calendário cultural da cidade e foi, inclusive, reconhecido e premiado pelo órgão de cultura do governo municipal. Além disto, o encontro ganhou projeção nacional ano após ano, fato atestado por meio das significativas matérias publicadas na imprensa. Em face às dificuldades operacionais e financeiras, o evento não foi realizado nos anos de 2011 e 2012. Incentivado pela aprovação no Edital da CAIXA de apoio à festivais de dança, e ciente do importante papel ocupado no cenário cultural catarinense, o Festival Múltipla Dança retorna em 2013. Volta que apenas se faz possível por meio de apoios e parceiros, pessoas físicas e jurídicas, sem as quais este projeto não sairia novamente do papel. Juntos viabilizamos este programa: um conjunto de oportunidades formativas para estudantes, profissionais e interessados na dança e arte contemporânea. A edição de 2013 presta homenagem ao grupo florianopolitano Cena 11 Cia de Dança, que comemora 20 anos sob a direção bem sucedida de Alejandro Ahmed. A dança do Cena 11 pertence radicalmente ao vivo, dado que sua obra é marcada pelo desejo de descobri-lo, discuti-lo, desafiá-lo, reinventá-lo, mudá-lo. “Pensar é agir”, nos disse Alejandro. Com constância e dedicação, o coreógrafo permaneceu obstinado em manter ativa a possibilidade de criar danças e desvendar outros pensamentos para um corpo-ambiente chamado Cena 11. Nesta história, que já soma 20 anos, a inquietação e o desassossego permanecem, tal qual um turbilhão a (re)começar. “Pensar é destruir”, escreveu o poeta português Fernando Pessoa (1888-1935). Não poderia a frase servir de mote para o grupo em pauta? É fato que Alejandro e Cena 11 abdicam de qualquer modo de conformação e preservam as qualidades dos grandes artistas: aqueles insatisfeitos, os que nunca conseguem. Não cabe aqui detalhar os tantos espetáculos e turnês realizadas, prêmios e reconhecimentos conquistados, trabalhos acadêmicos, artigos e livro publicados a respeito da companhia, pois neste ponto interessa apenas gritar: Parabéns! E atualizar a frase da crítica Helena Katz num jornal de 1996: “Alejandro Ahmed e o Cena 11 fazem a dança brasileira se tornar bem menos pobre. Ave, Alejandro!” Como incrementar o espaço em que vivemos? Múltipla Dança busca dinamizar encontros, ampliar o acesso ao pensamento-movimento da dança contemporânea. É certo que há muito a fazer e aperfeiçoar. Seguimos, pois, celebrando o passado, o presente e o futuro. Jussara Xavier e Marta Cesar 3


cristiano prim

espetáculos

28 de maio, 18h30, Rua Felipe Schmidt, Centro Estratégia – Ronda Grupo (Florianópolis/SC) Uma intervenção cênica no espaço da cidade. Uma trajetória de passeio que, a partir da improvisação e da dança, explora a conexão entre corpo e ambiente, na qual o espaço se configura por meio das dinâmicas e fluxos da cidade. Esta conexão transforma e redireciona o espaço cotidiano afetando e sendo afetada por novas experiências. Em Estratégia, o Ronda Grupo redimensiona sua pesquisa ao trabalho coletivo, ao espaço da rua e a um processo de formação e criação. Realização: Ronda Grupo Direção e concepção: Zilá Muniz Formadores:Claudia Sachs, Egon Seidler, Mayana Marengo, Nastaja Brehsan, Paula Bittencourt, Vicente Mahfuz e Zilá Muniz Integrantes: Ronda Grupo e colaboradores Duração: 40 minutos Recomendação: Livre

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val lima

28 de maio, 20h, Teatro SESC Prainha NÓS – Erika Rosendo (Joinville/SC) Processo de dança que pretende criar variados ambientes de vínculos para refletir sobre distância, invisibilidade, conectividade, singularidade. Investigar as possibilidades de atravessar o outro. NÓS trata de um embaraço e um coletivo, em que tudo concorre para um sentido chamado encontro. Intérprete-criadora: Erika Rosendo Concepção e direção: Jussara Xavier Trilha: Eduardo Boechat Vídeo: Daniel Dombrosky Cenografia e figurino: Caren Negrelli Luz: Rafael de Oliveira Duração: 50 minutos Recomendação: Livre

Transborda – Valeska Figueiredo (São Paulo/SP) Pesquisa a sensação de não caber às circunstâncias tais como se apresentam. É uma dança de contenção e de busca pela expansão. O trânsito entre qualidades de movimento antagônicas se dá através de desdobramentos, onde uma vai sutilmente se transformando na outra, invadindo e sendo construída por ela. Concepção, criação e interpretação: Valeska Figueiredo Produção: Corpo Rastreado Trilha sonora: Rogério Almeida Projeto de luz: Irani Apolinário Duração: 35 minutos Recomendação: Livre

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Djalma Truler

29 de maio, 18h30, Rua Felipe Schmidt, Centro Um Banho de Água Fria - Siedler Cia. de Dança (Florianópolis/SC) A performance urbana trata das incertezas presentes nas relações interpessoais. As soluções empreendidas mediante imprevisibilidades produzem novidades nos modos do corpo lidar com o cotidiano: são ações que enunciam a impossibilidade de se ter controle absoluto sobre as ocorrências do corpo. Procuram-se respostas para a pergunta: o que emerge nas situações de fragilidade? Concepção artística: Elke Siedler Colaboração criativa: Eduardo Rosa (Duto Santana) Performers: Elke Siedler, Thiago Schmitz Assistente: Wanessa Borges Sede: Célula Dança Recomendação: Livre

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ORMUZD ALVES

29 de maio, 20h, Teatro da UBRO O Fio das Miçangas – Otávio Bastos (Recife/PE) O Fio das Miçangas surgiu a partir de leituras, principalmente da obra de Stuart Hall, sobre identidade e globalização, sobre como culturas ancestrais são vistas (e até utilizadas) pela cultura de massa. Na fricção desse processo, mais especificamente, aborda a concepção de indivíduo. Como se existissem vários “eus” em contraponto a um único “eu”, o trabalho apresenta um “modus corpóreo” densificado por meio de um procedimento cênico teatral ancestral: a máscara. Direção e interpretação: Otávio Bastos Produção: Arnaldo Siqueira Figurino: Juss Máscaras: Ditto Luz Trilha Sonora: DJ Aullete Duração: 30 minutos Recomendação: Livre

Werwolf - Marcos Klann (Florianópolis/SC) Solo que investiga a relação entre a construção da solidão e como ela é moldada pelo comportamento coletivo. Em foco a questão da solidão frente às novas mediações virtuais nos dias atuais. Direção e atuação: Marcos Klann Assistência de direção: Jussara Belchior Iluminação: Ivo Godois Figurinos: Adriana Cardoso Músicas: Marcos Klann Edição e captação de imagens: Carlos Klann Duração: 40 minutos Recomendação: 14 anos

Projeto contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011.

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inês coorrea

31 de maio e 2 de junho, 20h, Teatro SESC Prainha Bundaflor Bundamor - Eduardo Severino Companhia de Dança (Porto Alegre/RS) Bundaflor Bundamor é inspirada na obra A Breve História das Nádegas do historiador francês Jean Luc Henning, e propõe outros olhares para essa parte do corpo humano, atentando para a sua constituição, desenho e possibilidades motoras. Aproveita ainda, do contexto em que se vive, para abordar a bunda brasileira, formada graças à herança genética africana, como massa carnal rebolante que mostra a nossa alegria mestiça. Concepção coreográfica: Eduardo Severino, Luciano Tavares Intérpretes/criadores: Luciano Tavares, Eduardo Severino, Mônica Dantas Pesquisa musical: Luciano Tavares Mixagem: Jorge Foques Arte gráfica: Licia Arosteguy Figurino e operações: Elenco Iluminação: Luka Ibarra Produção: Luka Ibarra/Lucida Cultura Vídeo registro: Luciano Bussab Blog: Luciano Tavares Duração: 30 minutos Recomendação: 16 anos

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inês coorrea

TEMPOSTEPEGODELÍCIA - Eduardo Severino Companhia de Dança (Porto Alegre/RS) Desenvolve-se a partir de questões de gênero e sexualidade, desbotando as encarnações do feminino e do masculino, propondo sexualidades provisórias. Corpos interrogam, com humor, a falocracia que marca as relações interpessoais na cultura brasileira. O trabalho oferece ao espectador a oportunidade de desfrutar da ambiguidade da carne, sem receio de ser pego em flagrante delito de voyeurismo. Concepção e coreografia: Eduardo Severino Direção cênica: Elcio Rossini, Eduardo Severino Criadores-intérpretes: Luciano Tavares, Mônica Dantas Elementos cênicos: Élcio Rossini Pesquisa musical: Luciano Tavares Mixagem: Jorge Foques Arte gráfica: Licia Arosteguy Iluminação: Luka Ibarra Vídeo registro: Luciana Paludo, Filipe Severo Produção: Luka Ibarra, Lucida Cultura Blog: Luciano Tavares Duração: 30 minutos Recomendação: 16 anos

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rodrigo sena

1 de junho, 21h, Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) Proibido Elefantes – Gira Dança (Natal/RN) Trabalho que fala do olhar como apreensão subjetiva do mundo. Proibir elefantes é restringir o acesso, impedir o livre trânsito do animal que serve como meio de transporte na Índia, mas que causaria enormes transtornos em outras localidades. No espetáculo, é proibir o olhar que ressalta as limitações, os impedimentos; que duvida da capacidade do sujeito frente à adversidade. Proibir elefantes é apostar no olhar do sujeito sobre si e sobre o mundo em que vive como elemento ressignificador e instaurador de realidade. Concepção, coreografia e direção: Clébio Oliveira Direção artística: Anderson Leão Assistente de direção: Anízia Marques Bailarinos/criação: Álvaro Dantas, Jânia Santos, Joselma Soares, Marconi Araújo, Rodrigo Minotti e Rozeane Oliveira Produção executiva: Celso Filho Assistente de produção: Roberto Morais Trilha sonora original: Toni Gregório Figurino: Loris Haas Colaboração: Daniela Fusaro Design de luz: Ronaldo Costa Operação de luz: Anderson Rodrigo Fotografia/vídeo: Rodrigo Sena Edição de vídeo: Ruda Virginio e David Costa Programação visual: Anderson Leão Assessoria de imprensa: Gustavo Farache Consultoria de projetos: Ana Paula Medeiros Consultoria de marketing: Carol Carvalho Gerência Espaço Gira Dança: Greicy Xavier Duração: 55 minutos Recomendação: 14 anos

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miguel carvalho

espetáculo infantil

29 de maio: 16h; 30 de maio: 15h, Teatro SESC Prainha Entrelace – Teatro Xirê (Rio de Janeiro/RJ) Entrelace, do verbo entrelaçar, ou seja, enlaçar-se reciprocamente. Como sugere o título, os movimentos se desenvolvem numa dinâmica que envolve e enlaça o público, sempre partindo de jogos populares tradicionais e de parlendas infantis. A plateia é convidada ao encontro com o outro e a perceber, durante a performance, sutis espaços de relação e convivência. Entre uma brincadeira e outra, o público identifica a dança em lugares onde antes havia apenas o jogo e nas passagens dos momentos coreográficos reaviva-se a memória das brincadeiras que fazem parte do repertório de cada um de nós. Concepção, coreografia e direção artística: Andrea Elias Pesquisa e performance: Andrea Elias, Heder Magalhães, Mayara Costa e Tânia Ikeoka Consultoria dramatúrgica: Norberto Presta Direção de movimento e mestre de balé: Paulo Marques Trilha sonora e direção musical: PC Castilho Figurino, cenário e adereços: Joana Lavallé Designer e animações: Miguel Carvalho Orientação de luz: Andrea Elias e Djalma Amaral Realização: Teatro Xirê Produção: Trânsito Produções Culturais LTDA Duração: 50 minutos Recomendação: Livre

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27 e 31 de maio, 18h30, Sala Espaço 2 CEART/UDESC Laboratório Corpo e Dança: projeto e processos Apresentação e discussão do programa de formação Laboratório Corpo e Dança, com ênfase nos processos de composição desenvolvidos pelos artistas contemplados com bolsa de pesquisa. Daniela Alves apresenta sua investigação por uma outra corporeidade a partir do experimento Direção Múltipla Virtual. A pesquisa de Lincon Soares parte da exaustão do corpo e do desequilíbrio em sua organização, para buscar modulações da aparência. Tece uma metáfora sutil com o comportamento do camaleão, em ressonância com aspectos humanos e sociais. Coordenação e realização: Jussara Xavier Professores convidados: Alejandro Ahmed, Micheline Torres, Vanilto Lakka Bolsistas: Daniela Alves, Lincon Soares Recomendação: Livre

Projeto desenvolvido com subsídio do Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2012-2014, carteira Dança para Formadores. 1 de junho, 18h30, Teatro SESC Prainha O Jogo das Perguntas – Fernanda Eugénio (Brasil) e João Fiadeiro (Portugal) O jogo das perguntas “como viver juntos?” e “como não ter uma ideia?” compõe o Modo Operativo AND, sistema que emergiu da contaminação recíproca entre o método da Composição em Tempo Real, de João Fiadeiro, e o método da Etnografia Aplicada à Performance Situada, de Fernanda Eugénio.

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daniela alves

CONFERÊNCIA-DEMONSTRAÇÃO


cristiano prim

ENSAIO ABERTO

29 de maio, 14h, Jurerê Sports Center Carta de Amor ao Inimigo, Grupo Cena 11 Cia de Dança (Florianópolis/SC) Território de ação em que são explorados perguntas e entendimentos sobre o que é estar junto. Na trajetória reveladora e de desvendamento do movimento, o Grupo Cena 11 tece o corpo de seu novo espetáculo instaurando o encontro de opostos para entender unidade. Oposição como devir e como condição de disponibilidade, desvenda novos encontros e aceita falências na qual o colapso é uma evidência dos limites de negociação dos corpos, não um objetivo. Direção artística e coreografia: Alejandro Ahmed Elenco e coreografia: Adilso Machado, Aline Blasius, Anderson do Carmo, Jussara Belchior, Karin Serafin, Marcos Klann, Mariana Romagnani Assistência de criação: Mariana Romagnani Assistente de ensaio: Malu Rabelo Iluminação e ambiência sonora: Hedra Rockenbach Figurino: Felipe Caprestano e Karin Serafin Vídeo: Alejandro Ahmed Arte gráfica: Tiago Franco Fotos: Cristiano Prim e Cláudia Shimura

Imagens: Cristiano Prim e Mariana Romagnani Operação de som, luz e projeção: Alejandro Ahmed e Hedra Rockenbach Coordenação de montagem: Hedra Rockenbach Assessoria de Imprensa: Luciana de Moraes Interlocução teórico-prática para o projeto “SIM” (2010): Fabiana Dultra Britto Cabelos: Robson Vieira Sede e preparação técnica: Jurerê Sports Center Patrocínio: Petrobras Recomendação: 14 anos

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carolina campos

RESIDÊNCIA + OFICINAS

3 a 7 de junho, 8h às 13h, Sala Espaço 2 CEART/UDESC Modo Operativo AND – João Fiadeiro (Portugal) e Fernanda Eugénio (Brasil) Residência artística focada na transmissão do Modo Operativo AND, uma prática de improvisação e criação coletiva de paisagens de convivência, resultante do encontro entre o método de Composição em Tempo Real desenvolvido por João Fiadeiro e da Etnografia Aplicada à Performance Situada de Fernanda Eugénio. O Modo Operativo AND é um “modo de relação” que assenta na substituição do sujeito, do controle e da manipulação, por uma ética do manuseamento suficiente, que transfere o protagonismo para o Acontecimento. Os instrumentos do Modo Operativo AND podem ser aplicados transversalmente, da composição artística à composição relacional social, da colaboração criativa à mediação de conflitos. 14

OFICINAS

27 a 31 de maio, 9h às 13h, Casa das Máquinas Criação do gesto – Suely Machado (Belo Horizonte/MG) Técnicas de movimentação da dança contemporânea que trabalham o corpo focando o esqueleto, seu peso, sua capacidade articulatória e sua integração com os sistemas orgânicos e musculares, compõem a abordagem técnica da oficina. Exercícios e jogos que estimulam o ritmo, a concentração, a sensibilização dos órgãos do sentido, a ocupação do espaço e a participação no coletivo. Uma experimentação dinâmica que objetiva trabalhar o indivíduo em sua singularidade, ampliar o domínio e a consciência de seus movimentos, além de instigar possibilidades para improvisação e criação.


27 e 28 de maio: 9h às 13h; 29, 30 e 31 de maio: 8h às 14h; 1 de junho: 9h às 13h; Auditório e Laboratório de Dança B - CDS/UFSC, Bloco 5 Vídeodança - Alexandre Veras e Andrea Bardawil (Fortaleza/Ceará) A oficina apresenta possibilidades de experimentação com a linguagem da vídeodança. Aborda aspectos da construção da imagem e da composição coreográfica em aulas teóricas e práticas. O programa inclui tópicos como as representações do corpo através da imagem, o corpo como lugar de inscrição de imagens; cena, presença e ponto de vista; relações entre dança e imagem em movimento. No percurso serão exibidos e comentados trabalhos de vídeodança, vídeoarte, vídeo-performance, cinema experimental, documentários poéticos, entre outros. Os participantes serão orientados a planejar e realizar seu próprio filme. 30 de maio, 20h às 22h, Casa das Máquinas Danças africanas: tradição contemporânea e construção de linguagem - Simone Fortes (Florianópolis/SC) Conhecimento das danças cotidianas da Guiné como matriz na construção de intermediações coletivas. A oficina é acompanhada de percussão, numa simbiose destas corporeidades.

2 de junho, 10h às 12h, Teatro SESC Prainha Criação e exploração do movimento - Eduardo Severino (Porto Alegre/RS) Proposta de exploração do movimento através do conhecimento do próprio corpo e o respeito a seus limites, desenvolvida a partir da trajetória profissional do ministrante, incluindo vivências experimentadas em residência artística no Estúdio Nave (SP), no Estúdio Oito Nova Dança (SP) e no projeto Sindicato da Performance (Santiago/ Chile). 2 de junho, 14h às 16h – Teatro SESC Prainha Exercício prático de elaboração de projetos Luka Ibarra (Porto Alegre/RS) A inscrição de projetos em um processo seletivo não implica apenas em se ter uma ideia para um espetáculo ou produção artística. A oficina oferece atividades práticas para favorecer a escrita de um material conciso, com maior potencial de realização e coerência com o edital a que se aplica. Agradecimentos As oficinas Criação do gesto, Vídeodança, Criação e exploração do movimento e Exercício prático de elaboração de projetos fazem parte do Programa de Oficinas de Capacitação da Funarte.

1 de junho, 10h às 13h, Célula Dança Dança contemporânea - Valeska Figueiredo (São Paulo/SP) Compartilha princípios investigados durante a criação do solo Transborda. Exercícios trabalham a respiração, o fluxo do ar pelo corpo, as qualidades de movimento mais leves e volúveis ao entorno. Foco na relação entre movimento e deslocamento do ar, incluindo as trajetórias no corpo e no ambiente, observando como isto reverbera e reconfigura o espaço coletivo.

A oficina de Vídeodança é uma realização do Múltipla Dança e da UFSC.

As oficinas Criação do gesto e Danças africanas são uma realização do Múltipla Dança e da Fundação Franklin Cascaes.

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cristiano prim

MOSTRA DE VÍDEOS Grupo Cena 11 Cia de Dança - 20 anos Direção: Alejandro Ahmed 27 de maio, 16h, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC Espetáculo Pequenas Frestas de Ficção sobre Realidade Insistente (PFdFSRi) (2007) 28 de maio, 16h, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC

DIÁLOGOS 27 de maio, 14h, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC Políticas públicas e a APRODANÇA - Associação dos Profissionais de Dança de Santa Catarina Participantes: Lisa Jaworski (SC), Bia Mattar (SC), Marta Cesar (SC) 28 de maio, 14h, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC Como se constrói uma dramaturgia de afetos? Participantes: Andrea Bardawil (CE), Alejandro Ahmed (SC), Sandra Meyer (SC) 30 de maio, 14h, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC Dança, Memória e História: pesquisas em dança nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul Participantes: Vera Torres (SC) e Mônica Dantas (RS) 16

Espetáculo Violência (2000) Espetáculo SKINNERBOX (2005) 30 de maio, 18h30, Auditório do Bloco Amarelo CEART/UDESC Heterotopias - Alpendre 10 anos Comentários: Andréa Bardawil Partida (2006, 15’) de Luiz Carlos Bizerril, Alexandre Veras e Ernesto Gadelha Marahope 14/07 (2007, 15’), de Paulo Caldas e Alexandre Veras O Regresso de Ulisses (2008, 20’), de Alexandre Veras Os Tempos (2009, 15’), de Andréa Bardawil e Alexandre Veras.

JAM SESSION 27 de maio, 20h, Teatro do SESC Prainha Proposição: Projeto Entrando em Contato (Florianópolis/SC) Facilitadores: Ana Alonso e Ivan Baucia


cristiano prim

CONVIDADOS

Alejandro Ahmed é diretor, coreógrafo, professor

e bailarino do Grupo Cena 11 Cia de Dança. Como coreógrafo residente e diretor do Cena 11 desde 1993, recebeu diversas premiações, dentre elas: Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (2007) e Prêmio Bravo! Prime de Cultura (melhor espetáculo de dança de 2007) para Pequenas Frestas de Ficção sobre Realidade Insistente (PFdFSRi); Prêmio Mambembe (melhor coreógrafo 1998) para A Carne dos Vencidos no Verbo dos Anjos; Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (melhor concepção cênica 1997) para InPerfeito; Prêmio Mérito Cultural Cruz e Souza (destaque na área cultural catarinense em 1997). Alexandre Veras foi diretor do Alpendre – Casa

de Arte, Pesquisa e Produção onde coordenou o Núcleo de Vídeo e projetos de formação na aréa de audiovisual, onde realizou intervenções com artistas de todo o país. Trabalha com vídeo desde

1989 e tem desenvolvido intensa atividade como professor em oficinas de vídeoarte, documentário, vídeodança, história e teoria do filme experimental. Colabora em projetos de vídeo e vídeoinstalações com diversos artistas. Ana Alonso promove jams de dança desde 2004.

Trabalha com Contato Improvisação nos projetos Entrando em Contato, Transformando pela Prática, Improvisação em Contato: poéticas do corpo. Formada em DanceAbility e Mestre em Educação (UFSC). Integra o planoB coletivo de experimentações em dança. É professora da Graduação em Arte Educação do Departamento de Arte da UNICENTRO. Andréa Bardawil é coreógrafa, diretora da Cia. da

Arte Andanças e uma das fundadoras do Alpendre Casa de Arte, Pesquisa e Produção. Foi curadora e coordenadora pedagógica da Bienal Internacio17


inês correa

nal de Dança do Ceará e coordenadora do Curso Técnico em Dança, realizado numa parceria entre SENAC, SECULT e Instituto de Arte e Cultura do Ceará – IACC, no Período de 2007 a 2012. Em 2009, foi uma das selecionadas pelo Rumos Itaú Cultural Dança – 2009/2010, ao lado de Graça Martins, com o projeto Graça. Bia Mattar é formada em dança clássica e freqüen-

tou diversos cursos no Brasil e Estados Unidos, dentre eles jazz, contemporâneo, especializando-se em sapateado. Professora, curadora artística e jurada convidada de diversos festivais e mostras de dança do país. Foi presidente da APRODANÇA, membro do CEC e do CNPC de Florianópolis. Representa a região sul no Colegiado de Dança, vinculado ao MINC. É consultora técnica para elaboração de projetos e captação de recursos.

Eduardo Severino é bailarino e coreógrafo. Foi

agraciado com uma bolsa de estudos pela Funda-

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ção Vitae para participar como coreógrafo residente convidado do American Dance Festival (USA). Mostrou seu repertório de nove espetáculos em países como Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Paraguai, Alemanha, Bélgica, Chile e Espanha. Eduardo Severino Companhia de Dança , forma-

da em 2000, por Eduardo Severino e Luciano Tavares, núcleo artístico da companhia, desenvolve uma trajetória de pesquisa em dança por meio de projetos e montagens em que participam artistas convidados. Em seus treze anos, realizou obras como Planetário (2000) - selecionado do Rumos Itaú Cultural Dança; Ato Bruto (2003); A mão mansa do afeto (2003) - Prêmio Açorianos de coreografia; IN/Compatível? (2005) - Prêmio Açorianos para coreografia, bailarino e trilha. Recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2006/2007 para remontagem de Lixo, Lixo Severino e Planetário; e o Prêmio Klauss Vianna 2012 para circulação de Tempostepegoquedelícia e Bundaflor, Bundamor.


rodrigo sena

Vanderléia Macalossi

Erika Rosendo é formada em Dança Contemporâ-

ção/cooperação e dinâmicas de relacionamentos nea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (Join- íntimos e de amizade. No Rio de Janeiro formou-se ville, 2007), em Coreografia pelo Projeto Arte Ação em Performance e Dança e passou a desenvolver (Natal, 2006) e em Ballet Clássico pela Escola de um trabalho singular na co-relação Antropologia e Dança do Teatro Alberto Maranhão (Natal, 2000). Dança, investigando usos da etnografia como ferAtuou como professora da Escola do Teatro Bol- ramenta para a criação coletiva de paisagens coshoi no Brasil (2010-2013) e integrou o elenco da muns. Vive em Lisboa desde 2011, onde co-dirige AMA Cia. de Dança (2007-2013). Prêmio de Melhor com João Fiadeiro o AND_Lab|Centro de InvestigaBailarina do Festival de Dança de Joinville 2008. ção Artística e Criatividade Científica. Em parceria com a diretora Jussara Xavier, realizou Auto-retrato (2008), Retrato do Outro (2009), Gira Dança é uma companhia formada por pessoNÓS (2011) e Com|posições. planos para criação do as com e sem deficiência, com a proposta artística (in)comum (2012). de ampliar o universo da dança, utilizando o corpo como ferramenta de experiências e ultrapasFernanda Eugénio é antropóloga e investigado- sagem de limites. Criada em Natal (RN) em 2005 ra. Pós-Doutora pelo Instituto de Ciências Sociais pelos bailarinos Anderson Leão e Roberto Morais, da Universidade de Lisboa; Doutora e Mestre em teve sua estreia nacional na Mostra Arte, DiversiAntropologia pelo Museu Nacional UFRJ. Seus ar- dade e Inclusão Sociocultural (RJ/2005) e, desde tigos e livros têm se dedicado a pensar os redese- então, apresenta trabalhos que rompem limites nhos da criatividade e da convivência e em suas pré-estabelecidos e criam novas possibilidades de etnografias acompanhou situações de colabora- dança. 19


Grupo Cena 11 Cia. de Dança é uma companhia

que emergiu no final dos anos 80 dando origem à Nova Dança Portuguesa. Em 1990 fundou a Companhia RE.AL, que produziu e difundiu as suas criações na Europa e América do Sul. Em 2008 transferiu o foco da sua atividade para o processo e para a investigação através da arte e o método de Composição em Tempo Real, inicialmente desenhado como instrumento de escrita coreográfica, converteu-se numa ferramenta transversal para repensar a decisão, a representação e a cooperação. Esse movimento levou-o a aproximar-se das ciências e a lecionar em programas de Mestrado e Doutorado de diversas universidades nacionais Ivan Baucia vive em Córdoba (Argentina) e dedica-se e internacionais. Neste quadro deu-se o enconà prática e difusão do Contato Improvisação. Coor- tro com Fernanda Eugénio, com quem co-dirige o dena um projeto de formação aprovado pela Uni- AND_Lab|Centro de Investigação Artística e Criativersidade Nacional de Córdoba. vidade Científica em Lisboa.

cristiano prim

de formação e pesquisa em dança. Mantém sua rotina diária de 7 horas entre ensaios e criações, pesquisas teóricas e práticas e condicionamento físico. O grupo desenvolve uma técnica que pode ser acessada por todos e está em constante diálogo com acadêmicos e pesquisadores interessados em suas ações. Três sólidos conceitos fazem parte de sua pesquisa: ética e estética sobre o corpo e o ambiente onde este corpo está inserido; produção unida à pesquisa artística, dança e tecnologia; intercâmbio de estudo e prática com outros grupos de arte e dança.

João Fiadeiro pertence à geração de coreógrafos

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Lisa Jaworski é coreógrafa e diretora da 5inco

Otávio Bastos é bailarino, coreógrafo, diretor,

Dança Cênica e Teatro de Jaraguá do Sul. Atualmente cursa MBA em Dança na Faculdade Inspirar (PR). Presidente da Aprodança – Associação Profissional de Dança do Estado de Santa Catarina (gestão 2011-2013). Membro do Movimento Dança Jaraguá. Diretora do Projeto Dentro da dança/ Formação de Bailarinos. Membro do Conselho Estadual de Cultura, Representante da Dança (20112013). Produtora cultural e sócia-proprietária da Lisa Jaworski Produções Ltda.

preparador corporal e professor. Estudou dança com Neide Neves, Beth Bastos, Zélia Monteiro, Mestre Nascimento do Passo, dentre outros. Com bolsa de estudos do Ministério da Cultura, participou das Oficinas do Movement Research nos Estados Unidos (2008). Ministrou oficinas de frevo e danças brasileiras no Teatro Escola Brincante e cursos de dança de universidades como Anhembi Morumbi e Unicamp. Participou de espetáculos de Antônio Nóbrega como intérprete e criador.

Luka Ibarra é historiadora, Mestre em Relações Internacionais (PUC/RS), trabalha com produção desde 2001. Em 2012, com Eva Schul e a Ânima Companhia de Dança, produziu o espetáculo Vestido como Parece, que compôs a 19° Edição do Porto Alegre Em Cena. Produziu a Mostra de Solos e Duos do Festival Internacional de Dança Outras Danças, da FUNARTE e, em 2013, como vencedora do FUNARTE Prêmio Klauss Vianna de 2012, produz a Eduardo Severino Cia de Dança. É Diretora do Teatro Municipal de São Leopoldo (RS).

Ronda Grupo surgiu em 1993 e, desde então, de-

Marcos Klann é bailarino, ator e iluminador. Inte-

gra o elenco do Grupo Cena 11. Formado em Artes Cênicas (UDESC), com o trabalho O corpo na obra de Artaud: Metáforas de dor e morte. Realizou O que Antecede a Morte, seu primeiro espetáculo solo de dança, fruto de uma pesquisa apoiada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2009-2010. Mônica Dantas é Doutora em Estudos e Práticas

Artísticas (Université du Québec à Montreal/Canadá) e Mestre em Ciências do Movimento Humano (UFRGS). Professora da UFRGS desde 1995, nos cursos de Educação Física, Licenciatura em Dança e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas/Mestrado/UFRGS. É autora do livro Dança, o enigma do movimento, de capítulos de livros e de artigos publicados em revistas científicas da área.

senvolve um trabalho de pesquisa e investigação em dança. Em 2005, sob direção de Zilá Muniz, constitui-se o atual núcleo artístico, o qual desenvolveu os trabalhos Movimento para 6 (2006), Corpo-lugar (2007), Siga o Risco (vídeo-dança, parceria com o SENAC/SC, 2008), Socorro (2008), Cuida de Mim (2010), Lugar Nenhum (2010) e Formação para Estratégia (2012).

Sandra Meyer é Doutora em Artes, Comunicação e

Semiótica (PUC/SP). Professora de dança e técnicas corporais do Curso de Licenciatura em Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Teatro – Mestrado e Doutorado - do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Simone Fortes é diretora, coreógrafa e bailarina

do Grupo Abayomi, com o qual realiza pesquisa em dança e música de matriz africana e afro-brasileira, em especial a cultura Manding, presente na Guiné, Burkina Faso, Senegal e outros países do oeste-africano. O grupo tem como objetivo desenvolver conhecimento sobre a cultura e artes africanas. Para isto, oferece aulas semanais e promove a vinda de africanos para a cidade (Fanta Konate, Modou Diatta, Diarra Conde, Djanko Camara), oportunizando também viagem de estudos dos integrantes à África. 21


miguel carvalho

Siedler Cia de Dança, criada em 2003, é um núcleo

de pesquisa teórico-prática que agrega profissionais de outros campos das artes em seus projetos. O fio condutor de cada projeto perpassa pelo estudo de linhas do pensamento contemporâneo nas teorias da comunicação, artes e ciência como maneira de desestabilizar concepções tradicionais acerca do corpo e as configurações por ele produzidas. Suely Machado é bailarina e coreógrafa forma-

da em dança moderna, graduada em Psicologia (PUC/MG), com especialização em Coreoterapia e Psicomotricidade e curso de extensão em Pedagogia do movimento para o ensino da dança (Escola de Belas Artes/UFMG). Fundadora e diretora do Grupo de Dança 1º Ato e do 1º Ato Centro de Dança desde 1982. É presidente da Associação Mineira de Dança Artística e Acadêmica - UNIDANÇA, desde 1996. Integrou o Conselho Artístico do Festival de Dança de Joinville.

Teatro Xirê é uma companhia de dança criada em 2003 e dirigida por Andrea Elias. Tem como motivação a comunicabilidade com o público e como mídia o corpo do ator-bailarino em ação.

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Cria a partir de temas que considera urgentes desenvolver e, desta forma, compreende sua atuação política e social. Seus espetáculos já circularam pelo Brasil, Argentina, Equador, Alemanha, Espanha, Itália e Índia. Valeska Figueiredo é coreógrafa, dançarina,

pesquisadora e professora de dança. Doutora em Artes Cênicas (UNICAMP), Mestre em Educação (UFSC) e Graduada em Psicologia (UFSC). Foi co-fundadora do Aplysia Grupo de Dança, trabalhando na companhia como diretora e criadora-intérprete. Foi idealizadora e coordenadora do Projeto Social Aplysia. Integra atualmente o Coletivo Catapulta (SP). Vera Lúcia Amaral Torres é Doutora em Arts du

Spectacle (Théâtre et Danse): École d’Esthétique, Science et Technologie des Arts - Universidade Paris 8, França (2012); Master d’Arts: Danse - Universidade Paris 8 (2006); Mestre em Comunicação e Semiótica - PUC/SP (2000). Professora Universitária - CDS/Universidade Federal de Santa Catarina desde 1997, onde ministra as disciplinas: Teoria e Metodologia da Dança e Dança Improvisação.


* Casa das Máquinas: R. Henrique Veras do Nascimento, 50 Lagoa da Conceição - Tel.: 3232.1514 * CEART/UDESC: Av. Madre Benvenuta, 1907 – Itacorubi * Célula Dança - Rod. João Paulo, 75 – João Paulo – Tel.: 3234.5078

Endereços:

* CDS/UFSC: Campus Universitário - Trindade * Jurerê Sports Center: Av. dos Dourados, 481 – Jurerê Internacional – Tel.: 3282.2530 * Teatro da UBRO: Escadaria da R. Pedro Soares, 15 – Centro – Tel.: 3222-0529 * Teatro SESC Prainha: Travessa Siryaco Atherino, 100 - Prainha - Tel.: 3229.2200 * Teatro Álvaro de Carvalho (TAC): R. Mal Guilherme, 26 - Centro – Tel.: 3028.8070

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h

21h

20h

18h30

16h

15h

14h

10h

9-13h

8-14h

Teatro da UBRO Espetáculos: O Fio das Miçangas – Otávio Bastos Werwolf - Marcos Klann R$20 e R$10 (meia)

Teatro SESC Prainha Espetáculo: NÓS – Erika Rosendo Transborda – Valeska Figueiredo Gratuito

Teatro SESC Prainha Jam Session: Entrando em Contato Ana Alonso e Ivan Baucia Gratuito

Teatro SESC Prainha Espetáculo infantil: Entrelace - Teatro Xirê Gratuito

Jurerê Sports Center Ensaio Aberto: Carta de Amor ao Inimigo Grupo Cena 11 Cia de Dança

Rua Felipe Schmidt Performance: Um Banho de Água Fria – Siedler Cia de Dança

Auditório do Bloco Amarelo CEART Mostra de vídeo: Grupo Cena 11

Auditório do Bloco Amarelo CEART Diálogo: Como se constrói uma dramaturgia de afetos

Sala Espaço 2 CEART Rua Felipe Schmidt Conf.-Demonstração: Intervenção Cênica: Projeto Laboratório Estratégia – Ronda Grupo Corpo e Dança: projeto e processos

Auditório do Bloco Amarelo CEART Mostra de vídeo: Grupo Cena 11

Auditório do Bloco Amarelo CEART Diálogo: Políticas públicas e a APRODANÇA

Quinta (30/05) Auditório/Lab. Dança B CDS/UFSC Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Quarta (29/05) Auditório/Lab. Dança B CDS/UFSC Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Sexta (31/05) Auditório/Lab. Dança B CDS/UFSC Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Casa das Máquinas Oficina: Danças africanas – Simone Fortes

Auditório do Bloco Amarelo CEART Mostra de vídeo: Heterotopias - Alpendre 10 anos

Teatro SESC Prainha Espetáculo infantil: Entrelace - Teatro Xirê Gratuito

Auditório do Bloco Amarelo CEART Diálogo: Dança, Memória e História : pesquisas em dança nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Célula Dança Oficina: Dança contemporânea Valeska Figueiredo

Auditório/Lab. Dança B CDS/UFSC Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Sábado (01/06)

Teatro SESC Prainha Oficina: Exercício prático de elaboração de projetos Luka Ibarra

Teatro SESC Prainha Oficina: Criação e exploração do movimento Eduardo Severino

Domingo (02/06)

Teatro SESC Prainha Espetáculos: Bundaflor Bundamor e TEMPOSTEPEGODELÍCIA Eduardo Severino Companhia de Dança Gratuito Teatro Álvaro de Carvalho Proibido Elefantes – Gira Dança (Natal/RN) R$20 e R$10 (meia)

Sala Espaço 2 CEART Teatro SESC Prainha Conf.-Demonstração: Conf.-Demonstração: Projeto Laboratório O Jogo das Perguntas – Corpo e Dança: projeto e Fernanda Eugenio e João processos Fiadeiro Teatro SESC Prainha Espetáculos: Bundaflor Bundamor e TEMPOSTEPEGODELÍCIA Eduardo Severino Companhia de Dança Gratuito

Residência artística: 3 a 7 de junho, 8h às 13h, Sala Espaço 2 CEART/UDESC: Modo Operativo AND – João Fiadeiro (Portugal) e Fernanda Eugénio (Brasil)

Casa das Máquinas Casa das Máquinas Auditório/Lab. Dança B - Casa das Máquinas Oficina: Criação do Gesto - Oficina: Criação do Gesto - Oficina: Criação do Gesto CDS/UFSC Suely Machado Suely Machado Suely Machado Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Terça (28/05)

Casa das Máquinas Casa das Máquinas Oficina: Criação do Gesto - Oficina: Criação do Gesto Suely Machado Suely Machado

Auditório/Lab. Dança B CDS/UFSC Oficina: Videodança Alexandre Veras e Andrea Bardawil

Segunda (27/05)


Realização:

CO-Realização:

PATROCÍNIO:

APOIO:

www.multipladanca.art.br /festivalmultipladanca

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Profile for Paula Albuquerque

Múltipla Dança 2013  

Programa do Múltipla Dança 2013 - Festival Internacional de Dança Contemporânea. Fpolis/SC, Brasil

Múltipla Dança 2013  

Programa do Múltipla Dança 2013 - Festival Internacional de Dança Contemporânea. Fpolis/SC, Brasil

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