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"Ensina a criançaf no caminho em aiie òei^f anòar, f e ale ÉJIMMÒO envelhecer não se òesuwá òeíe." y

Seminário Teológico Evangélico

BETEL BRASILEIRO Ensinando a Palavra e Realizando Missões


EVANGELIZAÇÃO DA CRIANÇA VII - RECURSOS DIDÁTICOS AUDIOVISUAIS

l-A CRIANÇA E O SALVADOR

1. Bases bíblicas da evangelização de crianças 2. A infância e o compromisso com Deus 3. A responsabilidade dos pais a) Missão intransferível, de geração em geração b) O Culto Doméstico possível 4. Desafio à Igreja a) O pastor e as crianças b) O perigo de fazer uma criança tropeçar c) O evangelismo das crianças em situações de risco d) Os ataques de Satanás à criança

03 07 09 18

II - EXPOSIÇÃO DO CONTEÚDO BÍBLICO DA SALVAÇÃO

1. A mensagem 2. O convite 3.0 aconselhamento

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III - O EVANGELISTA DE CRIANÇAS

1. Perfil 34 2. A arte de contar histórias 40 3. Questões de disciplina e o evangelismo infantil... .45 IV - O DISCIPULADO DA CRIANÇA EVANGELIZADA

1. Evidências da Salvação 49 2. Evangelismo infantil e a oração 52 3. A criança e a mensagem missionária da Bíblia . . . .55 a) Visão missionária do professor b) Como interessar as crianças no trabalho missionário das igrejas c) Sugestões de eventos e atividades V- MEMORIZAÇÃO DE VERSÍCULOS BÍBLICOS

1. Importância da memorização das Escrituras 65 2. Métodos auxiliam o processo da memorização.... 65 3. Sugestão de modelos para visualização de versículos 68 VI - A MÚSICA E O EVANGELISMO INFANTIL

1. Centro de música 2. Bandinha rítmica . ,

73 .74

PARA EVANGELIZAR CRIANÇAS

1. Trabalhos manuais 2. O Livro Sem Palavras 3. Diversos meios de ensino a) Álbum-seriado b) Bandeiras c) Bonecos de ventriloquia d) Cineminha e) Computador f) Encenações/Dramatizações g) Equipamentos sonoros h) Fantoches i) Figuras - Gravuras j) Flanelógrafo k) Imantógrafo l) Joguinhos e Brincadeiras m) Lições baseadas em objetos n) Mapas o) Maquetes e Modelos p) Murais q) Quadro-de-pregas r) Recursos projetados VIII - ESTRATÉGIAS PARA A IGREJA EVANGELIZAR CRIANÇAS 1.EBD 2. Culto Infantil

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3. Campanha Evangelística 103 4. Classe Cinco Dias 107 5. Classe Boas Novas 109 6. Encontro de Crianças 109 7.EBF 110 8. Acampamento 122 9. Evangelismo através da página impressa . . . . 123 a) A Bíblia para crianças b) Folhetos evangelísticos c) Literatura infantil d) Periódico infantil e) Curso Bíblico por Correspondência 10. Audio, Rádio e TV no evangelismo infantil.. 126 11. Internet — Site evangelístico para crianças.. 127 12. Ministério em Instituições (escola particular e pública, creche, casa-lar e hospital) 128 Anexo 1 — O professor-evangelista de criança e as datas comemorativas anuais (um calendário sugestivo) 129 Anexo 2 — Sugestão de modelos de convites para eventos infantis 130 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA . ,

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I A CRIANÇA E o SALVADOR riança. am constante desafio1 i futuro, a esperança, as mais puras e sublimes aspirações de um povo e o amanhã de uma estão nas mãos das crianças; estão nas ias dessa gente pequena que hoje faz do brinquedo o seu trabalho, da espontaneidade a sua política sem demagogia e do inocente cantarolar o seu louvor sem hipocrisia. Por isso, Jesus não hesitou em usar uma criança como paradigma da vida no Reino, afirmando categoricamente: "Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como criança, de modo algum entrareis no Reino dos Céus. Portanto, aquele que se humilhar como criança é o maior no Reino dos Céus." O Divino Mestre, ao colocar uma criança no meio dos pretensiosos discípulos, usou-a no um vibrante desafio àqueles que julgavam-se com privilégios no Reino dos Céus. Se na infância do cristianismo foi assim, neste século XXI — conhecido mo século da maturidade — não pode ser diferente. Aaiança continua sendo um desafio. Inicialmente, a criança aparece como desafio ao lar Mas qual o conceito que fazemos do lar? Um tdhado para nos abrigar da chuva? Quatro paredes para nos proteger do vento? Soalho para manter longe o frio? Lar é muito mais do que isso. É o choro de uma criança, é a canção da mãe, é a força do pai, é o calor de corações amorosos, é a luz de olhos felizes, a jndade. a lealdade e o companheirismo. O lar é a fMBiieud escola e a primeira igreja da criança, onde ela pode aprender o que é correto, o que é bom e o que é - É para onde a criança se dirige quando quer forto e quando, doente, procura alívio. No lar é que a auegria é compartilhada e a tristeza suavizada. Onde o pai e a mãe são respeitados e respeitam, são amados e amam. são queridos e querem os seus filhos. Também a criança surge como um desafio aos públicos Sabemos que não é nada fácil governo atender às naturais reivindicações na criança, mas também não pode esquecêA meta prioritária de um governo que amanhã tomará as rédeas da '..-.- ---.'. _~: Evangelista cie '«r p. 1.

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liderança nacional para continuar e melhorar o que hoje fazemos com imperfeições. Saúde, educação e meio ambiente são aspectos desafiadores da criança no contexto de um país. como o nosso, que almeja e tem tudo para ser grande. Finalmente, a criança desponta como um desafio à Igreja. Um desafio à sua teologia, porque há comunidades eclesiásticas que não crêem na salvação da criança, contrariando a afirmação bíblica que "Até a criança mostra o que é por suas ações: o seu procedimento revelará se ela é pura e justa" (Pv 20:11NVI). No todo da Revelação — sem estabelecer faixa etária — a criança, tomando consciência do bem e do mal, necessita de arrependimento e aceitação de Cristo para ter o perdão de seus pecados e a salvação de sua alma. Outrossim, a criança é um desafio à mordomia da Igreja. Investir na educação cristã é acumular potencial espiritual para a Igreja do amanhã. Daí a sapiência de Salomão: "Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles" (Pv 22:6 - NVI). E, por fim, a criança é um desafio à vocação missionária da Igreja. Semear entre crianças é procurar a melhor terra, pois o seu coração não é terra pisada por ideologias pagãs, nem pedregosa de decepções e muito menos infestada por heresias. O coração da criança é a Boa Terra, onde o inimigo não teve tempo de semear o seu joio. É Boa Terra que semeada dá fruto, "a cem, a sessenta e a trinta. Por isso quem tem ouvidos para ouvir, ouça.'' A criança é um constante desafio.

Abrindo portas para a evangelização das crianças Abra primeiro a porta do seu próprio coração. Por que seu coração é fechado para o ministério entre as crianças? Por que toda esta resistência à evangelização dos pequeninos? Por que toda esta indiferença quanto a influenciar a criança com a memorização das Escrituras? Abra a porta da sua própria casa. Por que não abrir a porta do seu lar para que as crianças da vizinhança possam vir a ser instruídas pela Palavra de Deus? Por que não abrir a porta do seu lar para a realização da Classe Cinco Dias na época das férias? Este ministério, através de seu programa dinâmico que inclui cânticos, memorização de versículos, brincadeiras, história missionária e lição bíblica, visa dar oportunidade às crianças para receberem a Cristo. Por que não abrir a porta de seu lar para a realização da Classe Boas Novas, durante uma hora por semana, para dar crescimento espiritual às crianças? Abra a porta da igreja local. Por que não investir mais no treinamento dos professores e líderes do Departamento Infantil? No melhor material didático? Na realização de múltiplos ministérios como Escola Bíblica de Férias. Campanha Evangelística etc. Uma igreja de portas abertas para as crianças certamente irá crescer!


SautNuo TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

BASES BÍBLICAS DA EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS 1. A evangelização brota do coração de Deus. A Bíblia coloca Deus no centro. Sua glória é o alvo [••ni|i^l da evangelização. O fim supremo das obras divinas é a glória de Deus. O homem por ser portador da imagem de Deus, sente -;;?; ;ade do eterno em seu coração (Ec 3:11). A evangelização é o plano de Deus por meio do qual a - - -- semelhança de Deus em Jesus Cristo poderá ser implantada no homem caído. "Como portador da imagem divina, o homem é capaz de compreender inteligentemente a palavra de Deus e de atender a ela de modo racional. Ele é capaz de obedecer a Deus e de servi-lo. Pode louvá-lo e honrá-lo. A medida que o faz, o propósito para que foi criado é alcançado. Por meio da evangelização, Deus busca restaurar pecadores direcionando-os para o objetivo original que Ele lhes reservara no momento de sua criação."2 2. O amor de Deus sustenta a evangelização. Deus busca os homens para que possa expressar Seu amor e Sua compaixão - "Deus é amor": isso significa que Ele não pode deixar de oferecer o Seu dom de amor ao homem transgressor (Jo 3:16). Ao nos responsabilizar pela evangelização, Deus confia a nós, seus agentes, a tarefa de instar com os perdidos para que não deixem de usufruir Sua oferta magnífica de perdão e de reconciliação. 3. A evangelização é ordenada pela graça de Deus. A palavra "graça" (Ef 2:1,5) refere-se ao que Deus fez pelos pecadores por causa de Seu amor e de Sua misericórdia sem fim. Portanto, a razão principal da ordem evangelizadora é seocéntrica. ou seja, a ordem bíblica eleva Deus à sua posição de Senhor da seara (Lc 10:2). O Senhor os trabalhadores porque é Ele quem dá o (I Co 3:6). Ele procura os frutos e tem autoridade para cortar a árvore (Lc 13:7). Dr. RusseD Shedd adverte: "Assim como não se pode obter e tampouco transmitir benefício espiritual a mciativa divina, não se pode também objetivo espiritual por conta própria. por toda a eternidade: "Deus o fez!" O • a fazer é reconhecer a realidade que i e agora. Assim, oraremos e esperaremos que Deus opere o miagre do novo nascimento. Por outro lado. Deus optou por trabalhar em seus servosevaiigefatas e por meio deles. Aqui. o conhecimento e de suprema importância. E preciso conhecer a Be e aos seus propósitos e estar desejoso de obedecer às suas ojdens. "porque de Deus somos ::---.-•-: , ; -

. Steod. Funiam&tx Biácos da Evangelização, Ecfções Vida Nova, 1986, p. 11

Definição O Novo Testamento emprega dois termos básicos para descrever a atividade da pregação do evangelho: "proclamar as boas novas' (Mc 1:14) e "testemunhar" (At 1:8; I Jo 5:10). Marcos retraía Jesus como o primeiro evangelista (l:14ss). Os discípulos foram escolhidos e treinados por Ele para que fossem "pescadores de homens" (Mt 4:19ss). Tão logo se consumaram os atos redentores de sua vida e o aprendizado dos discípulos, Jesus os declarou "minhas testemunhas" (At 1:8); eles tinham visto e vivido os acontecimentos salvíficos. Eles haviam-se sentado aos pés de Jesus. Suas mentes tinham sido abertas para a compreensão das Escrituras (Lc 24:25). Eram capazes de explicar o significado da vida, da morte, da ressurreição e da exaltação da vida de Cristo. Resumidamente, o conteúdo da mensagem a ser proclamada pelo evangelista trata-se das boas novas de Jesus Cristo, que morreu por nossos pecados e ressuscitou dos mortos, conforme as Escrituras. Como Senhor que reina, Ele oferece o perdão dos pecados e a graça libertadora do Espírito a todos os que se arrependerem e crerem. Duas outras definições devem ser mencionadas: Evangelização é a proclamação do Evangelho do Cristo crucificado e ressurreto, o único redentor do homem, de acordo com as Escrituras, com o propósito de persuadir pecadores condenados e perdidos a pôr sua confiança em Deus, recebendo e aceitando a Cristo como Senhor em todos os aspectos da vida e na comunhão de sua Igreja, aguardando o dia de sua volta gloriosa.3

Evangelização é a proclamação das boas novas de salvação a homens e mulheres, tendo em vista sua conversão a Cristo e filiação à sua Igreja.4 Portanto, a natureza da evangelização é a comunicação do evangelho. Seu propósito é dar aos indivíduos e aos grupos uma oportunidade genuína de receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Sua meta é persuadi-los a se tomarem discípulos do Senhor e a servi-lo na comunhão da Igreja.

3

Definição aoctada oe-o Congresso sobre Evangelização, Berlim'1966.

4

Midiael Green, Evangelização na Igreja Primitiva. Ed. Vida Nova. 2000 (2a ed.), p. 7.


SBOTÍÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO :~ :créculo, a hereditariedade e ;—i-.:o5 "'ais importantes na ixna personalidade O crente sabe, as soas decisões e escolhas têm maior •""- ; :ue =1 pessoa toma = ~ rega-se zo Senhor e — ' : _ :•_-;: ?ar.to — que . - : : _ dos seus - - - - - !ntura tenha :: - : •- : -. iado.

A evangelização de crianças é um ministério de ensino ordenado pela Bíblia cnanca e pecaminosa. ::---- l desde a meninice ••que não é vontade do K paca. indica que ela

principais que influem

na

• as características físicas e ~ que nascemos, provindas dos "dana" providenciado para o t do novo nascido. Isto inclui as seu desenvolvimento físico, assim o carinho, oportunidades para a confeitos sociais e. acima de tudo, •a conhecer o Evangelho. . - ; víduo vier a tomar.

esmo Menor "Qual o fim principal jsta acertada: "Glorificar a Deus e fé". Aqui jaz a condenação do Jo conhecimento de Deus, não o t ine deram graças" (Rm 1:21). O do propósito central da criação omens sua própria glória, e não a : : ; -: 7 ~ " e :ecado 8 Pecados. Pecado, no - - - ; - - •---. -i- :ecaminosa (o pecado original, a : ~ : - • : : _ • = ;ãc :s frutos desía natureza, tais .: i r ? -~-~: -".'- V:c, contenda etc. e Eurtee V. Johnson. Psicologia da Criança.

1. Em todos os tempos: a) No tempo da Lei — Dt 6:4-9. b) No ministério de Cristo — Mt 18:2-5. c) Na Igreja Primitiva — Ef 6:4. 2. "/de... pregai o evangelho a toda a criatura" (Mc 16:15). 3. "Deixai Dirá mim os pequeninos..." (Mc 10:14). 4. "Apascenta os meus cordeiros" (Jo 21:15). 5. Não é vontade de Deus que uma criança se perca (Mt 18:2-5, 14). 6. A Bíblia manda ensinar as doutrinas fundamentais às crianças: a) As crianças do Velho Testamento deveriam conhecer o significado da páscoa (Êx 12:26-27). b) "Desde o menor'' deve ouvir os mandamentos de Deus (II Rs 23:2; II Cr 20:13; Dt 6:7; 31:1213; Ef 6:4). Tanto em casa com os pais como na congregação do povo de Deus, as crianças devem ser doutrinadas na lei de Deus. c) As crianças estiveram presentes em cultos de arrependimento em Israel (Ed 10:1). d) A nova geração deve receber o pleno conhecimento do poder e das obras maravilhosas do Senhor, para que não se tome uma geração dura e rebelde (SI 78:1-8). 7. O ensino da fé à criança envolve três conteúdos distintos: a) Os fatos das Escrituras. "(...) No futuro, quando seus filhos lhes perguntarem: 'Que significam essas pedras?', respondam (,..). Essas pedras serão um memorial perpétuo para o povo de Israer (Js 4:4-7; cf. SI 78:4-6). b) O plano da salvação. c) A conduta cristã.


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evidencia que uma criança passar pela experiência de vir a Jesus como Salvador Znanças foram incluídas entre os "santos" em Éfcso(Efl:le6:l). 2. Jesus falou destes ''pequeninos" que nele crêem Ml 18:6). O menino que Jesus pôs no meio dos discípulos foi uma criança pequena ("tomou-a em seus braços". Mt 9:36) — até que idade nonnalmente uma criança é tomada aos braços? O adulto precisa se tornar como criança para ser salvo, tomando evidente que a criança está na idade ideal para tomar sua decisão ao lado de Cristo (Mt 18:3):8 a) A criança é humilde; não é difícil para ela confessar-se pecadora e aceitar a salvação que Deus lhe oferece. b) A criança é sensível ao erro, não tem o coração endurecido. c) A criança é confiante, acreditando facilmente naquilo que os pais e professores lhe ensinam. d) A vida da criança ainda está livre de muitas complicações e problemas que dificultam a conversão do adulto. 4. Jesus recebe "perfeito louvor" da boca dos pequeninos (Mt 21:16). •"a sabedoria de Deus, Ele, muitas vezes, oculta dos sábios e entendidos as verdades eternas e as revela aos "pequeninos" (Mt 11:25). 6. Com o "coração" se crê, não com o intelecto (Rm 10:10). Não é preciso entender tudo; basta aceitar pela fé o plano simples da salvação. "Jesus falou de uma criança como sendo 'um destes pequeninos que crêem em mim' (Mt 18:6). Ele nos assegura que as crianças — os pequeninos — podem receber a graça salvadora. A Bíblia não reconhece nada desse racionalismo que pressupõe que uma criança não pode "crer". Esta noção errónea é produto de uma super-intelectualização do conceito bíblico de fé. E bem verdade que a fé só se torna consciente com o aumento da compreensão. -::anto. o elemento essencial da fé — a confiança que resulta em vida espiritual e comunhão com o r . - ; : -- baseia-se unicamente na graça de Deus, e A lógica do Reino não pertence à lógica do mundo adulto. Dar, ir, entregar, renunciar, obedecer, ouvir, alegrar e brincar i vetas cuja conjugação os adultos facilmente esquecem. B. pureza, docilidade, perdão e amor são virtudes , por mais que os adultos estudem, debatam, investiguem, •-• í I T ~ ; - • ; - ; : com o poder, a simplicidade e a s de uma criança. Para receber o Reino de Deus, j e participar dele, é preciso tornar-se como : —: -.--•--. s='::s3 :e Souza. Revista Eclésia,

SBGNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO independe da nossa compreensão total dela. A fé é um dom de Deus e não um produto do esforço humano (...) A verdadeira barreira à fé não é a imaturidade da criança, e sim a sofisticação intelectual do adulto."9 7. Não adianta ir ensinando a uma criança sobre as coisas de Deus durante muito tempo antes de levá-la a Cristo. Antes de nascer de novo. ela não poderá entender as coisas espirituais. "Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente'" (I Co 2:14). 8. As crianças podem permanecer firmes na fé, como foi o caso do jovem Samuel. Timóteo (II Tm 3:14-15) e muitos outros. O poder de Cristo é suficiente para aperfeiçoar a obra incitada em seus corações (Fp 1:6; Jo 10:28).

O lugar importante da evangelização de crianças Jesus sabia que as crianças seriam desprezadas e desvalorizadas, até mesmo pelos cristãos; por isso nos fez uma solene advertência em Mateus 18:6. Precisamos considerar as crianças e o trabalho delas através dos olhos amorosos de Jesus, que disse: "Quero que as crianças venham a Mim". No mundo inteiro as crianças são fáceis de alcançar, e têm muitas vantagens sobre os adultos independentes, a saber: 1. Humildade. As crianças nascem humildes. Elas se tornam orgulhosas com o passar dos anos. Jesus usou uma criança como artifício visual, e não disse à criança para se tornar como os adultos que a rodeavam: pelo contrário, exortou a multidão a tornar-se como as crianças, para serem qualificados para o Reino (Mt 18:2-3). Alguém disse que "a porta do Reino tem um metro de altura". Os adultos precisam curvar-se, mas as crianças podem entrar eretas. 2. Docilidade. As crianças estão na idade chave de aprendizado e querem aprender. Uma criança de sete anos de idade já aprendeu metade do que saberá durante toda a sua vida; por isto. não espere até que seja tarde demais. 3. Curiosidade. Lições interessantes e artifícios visuais atraentes sempre cativarão a atenção das crianças. Ficam empolgadas com histórias. 4. Costume de receber presentes. As crianças aceitam tudo — roupas, dinheiro, comida — e não lhes é muito difícil entender que devem receber a dádiva da vida eterna, oferecida por Deus (Rm 6:23). 5. Boa memória. Têm facilidade para decorar.

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Larry Christenson, "Jesus — o Salvador da família". Revista Betânia, ano1,n°2.


SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO . Ifc|MiMÍui<i i Elas estão cientes da necessidade : . :• : .- infantil e esperam que os mais «dias supram essa necessidade. Elas não são Cansadamente orgulhosas para pedir. Respeitam a oração e desejam saber orar. Muto amadas por Jesus (Mt 19:13-15). Ttkiâo para crer (Mt 18:6). Prontamente crêem na Bíblia como a Palavra de Deus. Muitos dos maioies mestres da Bíblia começaram a crer : _ = r z : srzrr :rianças. éguintes OBSERVAÇÕES foram registradas peto evangelista Robert E. Coleman:10 -:-. uma característica na vida das crianças que ilustra o Reino dos céus. Elas podem até não compreenderem o Evangelho, mas em sua indência dos outros refletem uma atitude • a daqueles que renunciam a auto-suficiência e dependem da graça de Deus para a salvação. Ao mesmo tempo, sua disposição para a aprendizagem e consciência pura, são a característica dos que se deixam guiar pelo Espírito. Talvez o mais significativo seia o amor delas pelos pais e outros membros da família, que, na realidade espiritual, caracteriza os que se deixam guiar por Jesus. As crianças estão sob a prqteção de Deus. Neste estado de inocência, não existe a questão de estar fora do reino da graça. Ao contrario, trata-se de escolher o reino quando tiver de tomar essa decisão conscientemente. As crianças se tornam adultos quando começam a entender o propósito da vida. Pode-se chamar a isto a idade da razão. Para uns ela chega mais cedo que para outros. E o ponto do desenvolvimento de uma criança em que a questão de Deus passa a ser compreendida. Neste ponto a criança deve assumir um compromisso com Deus. Para os que foram criados na fé pode significar apenas uma focalização mais nítida err. algo que já se tinha assumido. Mas para outros pode significar uma mudança radical de direção na vida. Não obstante, a escolha deve ser feita, e o novo adulto passa a dar prioridade às coisas de Deus em sua vida independente recém-conquistada. A decisão é difícil para um orgulhoso: tornarse como um menino na fé. Mas não há outro caminho para se ingressar na família de Deus. A esta mudança voluntária pode-se dar o nome de conversão, que é o clímax de um processo, iniciado com as primeiras manifestações de interesse pelo Evangelho. i importante que logo cedo as crianças comecem a conhecer o Evangelho, quando seu coração ainda é sensível ao Espirito de Deus. Precisam escolher a Cristo antes que a independência lhes endureça o temperamento. As crianças precisam de um pastor para conduzi>. Devem ser trazidas e não empurradas a Cristo. São é adequado tentar induzir uma decisão através apelos fortemente emocionais ou por pressão. O Uema em alcançar as crianças não está em uma resposta, mas sim em fazê-las com clareza o que significa um i com Cristo. interpretam o Evangelho principalsegundo o que podem vivenciar. o amor e o tipo de correção que f angasmo Pessoa/. CPAD, 2001, p. 102-

recebem em casa tem a maior influência. Os pais são da maior importância. Qualquer tentativa de evangelização que os exclua, já parte com enorme desvantagem. 8. Todos os filhos de Deus começam como meninos em Cristo. Precisam de cuidados paternais para crescer na fé. Não quer dizer que pelo fato de serem novos sejam irresponsáveis. Entretanto, isto ressalta a importância de um acompanhamento permanente. 9. As crianças podem leyar os adultos a Cristo. Principalmente os pais. As vezes elas são o único caminho para se chegar aos adultos. Não existe nada mais convincente do que o amor espontâneo de uma criança.

Evangelize hoje o homem de amanhã Muitos líderes evangélicos têm asseverado que o evangelismo de crianças é frutífero. D. L. Moody disse: "Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Bíblica Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mentes e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo". C. H. Spurgeon afirmou: "Geralmente tenho encontrado um conhecimento mais claro do Evangelho e um amor mais fervoroso a Cristo na criança convertida do que no adulto convertido. Elas não precisam abandonar a incredulidade e as noções erradas que impedem tantos de aceitar o Evangelho". E ainda acrescentou: "Uma criança de cinco anos, devidamente instruída, pode verdadeiramente crer e ser regenerada tanto quanto um adulto". Pr. Artur Gonçalves escreveu: "As maiores vítimas dos males da nossa sociedade estão sendo as crianças. É das crianças que vêm os mais angustiantes apelos. Para construirmos um mundo melhor, concentremos nossos esforços nas crianças. Para expandirmos o reino de Deus, demos prioridade à evangelização das crianças". Durante o 2° Congresso Nacional da APEC da Argentina, o Pr. Samuel Libert, um dos oradores, assim se expressou: "As crianças são as mensagens viventes que mandaremos para uma época futura, na qual não estaremos".11 Será que as crianças que alcançamos hoje para Cristo serão os homens que amanhã anunciarão o precioso Evangelho às futuras gerações? Que mensagens vivas estamos enviando para as próximas décadas? Serão mensagens de ódio ou de amor? Da mentira ou da verdade? De pecado ou de santidade? Evangelizemos já o homem de amanhã!

Finalidades do trabalho evangelístico entre as crianças SALVAÇÃO que constitui sempre o ponto principal e o primeiro passo. DISCIPULADO - que conduz ao conhecimento da Palavra de Deus e ao andar com Cristo. SERVIÇO - a vida diária e a existência inteira como servo de Cristo.

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Evangelista de Crianças. Ano 45, n" 177, Out-nov-dez/1999. p. 6.


S&WIÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO J. É capaz de relatar suas próprias ações a Deus. 4. Pode. por si mesma, aceitar as verdades ::-•::-• z- -. ;- - : 5. Sua atitude para com o chamado de Cristo culmina num genuíno desejo de viver de uma maneira que agrade a Deus desse dia em diante.

A INFÂNCIA E O COMPROMISSO COM DEUS Com que idade a criança assume um compromisso Deus? ou Quando é que uma criança é msáve! por sua condição espiritual? Esta questão desafiado muitos pais crentes, professores das bíblicas, pastores, teólogos e evangelistas. Não é possível determinar uma idade quando isso acontece. ; criança tem desenvolvimento moral e espiritual diferente por causa das experiências, da orientação dos pais e da educação religiosa recebida no lar e na igreja. Por isso. é necessário considerar a condição espiritual de cada criança individualmente e trabalhar visando prepará-la para aceitar a Jesus Cristo e para desenvolver sua fé e seu relacionamento com Ele. A Bíblia não diz, especificamente, com que idade cronológica uma criança assume compromisso com Deus. mas ela deixa claro que a criança, desde o colo materno, deve ser ensinada nas sagradas letras que podem toma-la sábia para a salvação pela fé em Cristo Jesus (H Tm 3:15). OBSERVAÇÃO "A criança muito nova não tem a capacidade de pensar em abstrações. É difícil fazer uma decisão sobre coisas que ela não pode ver ou ouvir. Então, a criança que não tem ideia nenhuma sobre pecado não pode assumir um compromisso responsável com Cristo. Enquanto a criança cresce, ela aprende como agradar as pessoas e fazer coisas para conseguir aceitação. Assim, é possível crianças assumirem um compromisso falso, por causa da pressão da família, dos professores e dos amigos. Alguns crentes adultos tiveram uma genuína experiência de salvação quando eram crianças. Outros, porém, fizeram uma profissão de fé quando eram crianças, mas descobriram que foi necessário fazer uma segunda profissão de fé mais arde na vida."12 O evangelismo infantil deve levar cada pessoa que é responsável espiritualmente a ter uma experiência de salvação que seja genuína.

Quando a criança pode crer? Uma criança realmente pode crer quando:13 1. O Espírito Santo atua em seu coração e mente da mesma forma como atua no coração e mente de todos aqueles que Ele conduz ao arrependimento e à fé. 2. Os seus motivos para a profissão de fé em Cristo estão livres de pressões externas, tais como os desejos de seus pais ou as tentativas de seus - :: Jade Angus. EBF: Como alcançar pessoas e ensinar: f : ; .E-- 1992 p.48. KC portos apresentados por Eugene Chamberlain, no : :-í-;= :::í :^-' .LERP, 1991, p. 93.

Melhor época para aprender o caminho As crianças são irr.ponar.tes para Deus. Elas têm uma alma imortal e uma vida inteira pela frente. Elas ouvem e atendem à mensagem do Evangelho mais prontamente do que qualquer outro grupo de pessoas. A estatística abaixo14 mostra a idade em que pessoas entrevistadas receberam a Cristo como seu Salvador pessoal. Os números desta pesquisa demonstram, de maneira inequívoca, qual a melhor idade para a evangelização e a conversão: Antes dos 5 anos Dos 5 aos 15 anos

1%

v

85% © ©

©

©

©

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©

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Dos 15 aos 30 anos

10%

Após os 30 anos

4%

©

Q

Outras duas pesquisas comprovam o fato: a) Georg W. Truet, ao entrevistar 1.200 crentes, constatou que 96% deles recebeu a Cristo antes dos 21 anos; b) A Divisão de Pesquisa de Educação Cristã de uma destacada editora evangélica nos Estados Unidos entrevistou 1.417 professores de 116 igrejas e constatou que a grande maioria das decisões por Cristo ocorre nas classes de crianças. Outro dado significativo é que cerca de 70% dos missionários transculturais também fizeram sua decisão por Cristo na infância. Considerando que os crentes são a luz do mundo e o sal da Terra, uma bênção para toda a sociedade, e que pelo menos 85% deles se tornaram crentes antes dos 15 anos de idade, concluímos que, se quisermos ter um mundo melhor amanhã, devemos evangelizar com mais intensidade e sabedoria as crianças de hoje.

14

Citada em O Evangelista de Chanças. Ano 45, n° 177, outnov-dez/1999, p. 5. Conforme registrado no Hand Book on Childrerís Evangel/sm de Lionel Hunt. publicado pela Moody Press. Esta mesma revista menciona as duas outras pesquisas aqui citadas.


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SBHNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Os homens incrédulos de hoje, em sua grande não ouviram de Cristo na infância. Gíberto Celeti cita a seguinte constatação:15 em alguns homens famosos da história mauailu. HWer. Stalin, Mão Tse-Tung e Billy Graham. Por causa das decisões que Hitler tomou, morreram 55 J-.ões de pessoas na Europa. Por causa das decisões de Stalin. morreram 30 milhões de pessoas na Rússia. Por causa das decisões de Mão Tse-Tung, morreram 25 milhões de pessoas na China. Por intermédio do ministério de Billy Graham, muitos milhares de pessoas vieram a Cristo em todo o mundo. Billy Graham, o maior evangelista de todos os tempos, recebeu a Cristo como seu Salvador quando ainda era criança. A História teria sido muito diferente se Hitler, Stalin ou Mão Tse-Tung tivessem sido levados a ter uma relação pessoal com Jesus Cristo na infância. O rev. Vassilios Constantinidis (APEC) cita (em sua apostila "A Teologia da evangelização das crianças") uma estatística acerca de duas famílias de Nova Iorque 3JA). O estudo cobriu um período de cinco gerações, e levantou os seguintes dados: Um homem, Max Jukes, foi criminoso e pôde conseguir-se j informações sobre 1.026 de seus descendentes. Entre eles: 300 tiveram morte prematura 100 foram encarcerados Dor uma média de 13 anos 190 foram prostitutas 100 foram bêbados -am 100.200 dólares ao Estado de Nova Iorque.

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O outro homem foi Jonathan Edwards, salvo na idade de 7 ans. e. juntamente com sua esposa, estabeleceram um lar cnsão Podemos saber a respeito de 729 de seus :-íi:i-:r-:ês Erre eles: :bram pregadores do Evangelho mm professores de escolas de segundo grau iram presidentes de Universidades 60 foram autores de bons livros lanabros do Congresso dos Estados Unidos ice-pRsidcnte dos Estados Unidos 15

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O Evangelista de Crianças. Ano 45, n° 177. out-nov-dez/1999, p. 5.


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•• •enãn judeu chega à iãaóe de 13 anos, ele se

toma Bar-Mitzuah, que quer dizer "um filho dos mandamentos". Agora é

um judeu adulto e, no Soba seguinte ao seu mnmjersário. ele pode ler a Tora na sinagoga. Uma menina judia torna-se BatMitzvah ("uma filha dos mandamentos") com a «fade de 12 anos. Algumas sinagogas marcam a ocasião com uma cerimónia especial. Jesus foi a Jerusalém aos 12 anos, quando estava se preparando para tornar-se um judeu adulto.

A RESPONSABILIDADE DOS PAIS _ De geração em geração -3. a adoração e o serviço a Javé foram o ••o da vida em Israel. Nas assembleias de encontro : seu povo, participavam pessoas de BHBS gerações, desde os anciãos até as crianças (Dt Todos deveriam escutar, aprender e •tal 11 Dt 31:12-13). í ares eram centros de adoração, consagração e õa sé em Deus. O pai da família cumpria a i sacerdotal em cada lar. A páscoa, a festa mais de Israel, era e continua sendo celebrada houve toda uma cadeia de "mestres", a fazer com que cada geração conhecesse de Deus e a obedecesse. Javé foi o primeiro de seu povo. Deus conduziu sua família com o de um bom pai (Dt 1:31), instruiu-a com (Dt 32:10-11) e designou líderes e Davi} para guiá-la. Os pais e avôs de iorarn parte importante dessa cadeia de devia instruir a cada geração (Dt 6:1-9). perguntavam sobre os mandamentos do Senhor, o pai estava instruído a palavras e exemplo. •mdamental da missão de Deus para e viver os mandamentos do a geração, no seio da família.

Diariamente, em rodas as circunstâncias da vida, em todo lugar, em todo o tempo, os pais deviam amar e obedecer a Deus e amar ao próximo; e deviam ensinar os filhos a fazer o mesmo. Deuteronômio 6:1-9 contém a famosa oração ou declaração de fé israelita, o shemó judeu — eram as primeiras palavras que as crianças judaicas aprendiam. Jesus citou-as (Mc 12:28-34) como o resumo da lei e a base para a moral cristã. O livro de Deuteronômio é um dos mais citados no Novo Testamento, e nele aparecem concentrados os elementos básicos da teologia do Antigo Testamento... O autor não encontra outro lugar mais importante para depositar o cerne da fé bíblica que o lar. Essas palavras dirigidas a pais e mães sublinham que a vida e a conversação familiar são os veículos mais importantes para transmitir a fé. Ali se passa a verdade de geração m em geração e se admoesta as pessoas acerca de sua responsabilidade para com a geração seguinte. O lugar mais adequado para passar a "bandeira da verdade'', de geração a geração, como em uma corrida de bastões, é o seio da família. Outra passagem que enfoca a responsabilidade dos pais de ensinar aos filhos as verdades de Deus é o Salmo 78. Os israelitas deviam ensinar os filhos a ter fé em Deus. Lembremos que não somente os indivíduos, mas também as famílias e as tribos foram advertidas do castigo que receberiam se seguissem falsos deuses (Dt 4:15-31). Todavia desobedeceram a Javé. Os próprios pais ensinaram os filhos a seguir outros deuses (SI 78:58; Jr 9:13,14). E, embora os pais tenham sido castigados por não corrigirem seus filhos (recorde-se Eli: I Sm 3:1114), o castigo do pecado de "aborrecer" a Javé estendeu-se aos netos e bisnetos (Dt 5:9). Como famílias pecaram e como famílias foram castigados (Dt 11:6). O líder Coolidge assinala uma verdade pertinente quando observa: ''Nenhuma nação é melhor que a vida no lar de seu povo''. As famílias israelitas esqueceram-se de adorar o único Deus, Javé, e de cumprir suas leis e instruções, que eram pautas para viver em comunidade. Não se preocuparam com as viúvas, os órfãos, os estrangeiros nem os pobres. Descuidaram de suas conversações acerca de Deus em casa e na rua. Negociaram com medidas falsas. Trataram mal ao próximo. Em resumo, descuidaram de tudo aquilo que apontava para o verdadeiro Deus. Não obstante à situação adversa, um grupo de israelitas seguiu os caminhos de Deus. Desse núcleo, muitas vezes o Senhor levantou um líder ou profeta para chamar o povo ao arrependimento (Hb 1:1).


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primeiros educadores da fé

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l ensino de assuntos espirituais deve começar 'ais tenra idade (Is 28:9-10), acompanhando sarça durante a fase de formação da sua raàdaòe A primeira infância é a base de toda a ênda do ser humano. O exemplo e a influência pás marcam-na profundamente. É dos pais a -asponsabilidade de ensinar a f é à criança. Por ? Baque as influências mais duradouras de nossa são aquelas que recebemos através dos modelos mais significativos em nossa experiência Muitos pais têm delegado essas responsaà Igreja e à escola. Não negamos o valor de tais instituições. No entanto, o trabalho é de caráter complementar. Seremos ipáveis diante de Deus por não exercermos a de nossos filhos, quanto à vida espiritual vez que trazemos filhos ao mundo, nossa primária deve ser orientá-los na direção que lhes deu vida. Como pais não somos Somos os primeiros educadores. cunprir. responsavelmente, a nossa missão. ynif.m«k fazer isso reconhecendo em Deus e na toda a fonte de sabedoria. Não podemos de nós mesmos (II Co 10:12) nem da nossa (Pv 3:5). Deixemos de lado toda (U Co 3:5)! Instruir e entregar filhos ao Senhor é parte essencial da «farto Lembremos sempre: O Senhor é infinitamente mais do que tudo ou que pensamos (II Tm 1:12; Ef riada mais natural e poderoso para a o evangelho que o testemunho forte e r cristão. É uma peça em miniatura da •naca err. cada vizinhança e em cada rua." ' ácverr. se interessar pela vida espiritual dos w por dês. estimulá-los na vida devocional, experiências de fé etc. Devem filhos no serviço cristão (Mt 22:37; a amar a Deus de todo o coração, uma vida útil, decente e BEI de prepará-los para a volta de Cristo, t os filhos aprendam que a vida deve 12:1-7) e que compreendam o i<Gc49:l).17

•:-"-•'. '."--.'•-.'.'-. e ^ãe Cecília Narazeth • RBMSQ Raio de Luz, edição 112, p. 20.

Paul He ifatiza:18 "Cabe aos pais ensinar a seus filhos a resp de Deus e do caminho da salvação. O método principal que Deus estabeleceu para comunicar o evangelho aí :r.2r.:55 ;-::-r=:o círculo familiar (Dt 6:7). O pai é o sumo sacerdc Io lar. cabe a ele estabelecer um altar dentro da far . lendo a Bíblia e orando com sua esposa a filh 1 Um destacado educador evangélico testificou sguinte sobre o impacto que as devoções familiai veram sobre ele: 'Havia ocasião quando todos n as crianças) não gostávamos. Mas a mensagem que nos impressionou foi a de que meu pai não queria que o círculo familiar estivesse incompleto no Céu... e assim recebemos muitos ensinamentos sobre os valores eternos'." "Para tornar o altar familiar algo de sucesso e interessante, é necessário escolher um horário em que toda a família possa reunir-se, e que não haja interrupções. Convém limitá-lo de 8 a 10 minutos, permitir que todos os filhos tenham a oportunidade de ler uma porção bíblica (alternando entre si em dias distintos), e dar lugar para que eles possam fazer perguntas. As pessoas que oram também devem ser alternadas (um filho deve orar num dia e o outro no dia seguinte). Os pedidos devem ser específicos, e reconhecidas as respostas de Deus. Muitas famílias usam livros devocionais além da Bíblia. Naturalmente a porção bíblica lida deve ser mais ou menos curta, e ser lida preferivelmente nas histórias do Antigo Testamento ou em partes do Novo que são compreensíveis às crianças." O lar (lugar do ensino) — Duas realidades que aparentemente se encontram são apresentadas em um estudo conjunto sobre a família como educadora:20 1) "Em nossa sociedade não se pode ver a família como um sistema fechado. Deve ser vista como um sistema aberto a uma multidão de influências externas... Quando se leva em conta o tempo que os membros da família passam dentro e fora do lar, imediatamente toma-se claro que considerar a família como fonte de todas as influências significativas é uma falácia.

18 Paul Hoff, "Formação da criança", no livro Pastor como conselheiro. Editora Vida, 1996, p. 182-183. 19 Gn 5:3; Dt 6:7; Ef 6:4 — Estas passagens dão prioridade a uma educação na qual se dá um perfeito equilíbrio entre a informação e o exemplo. O conteúdo do ensinamento deve primeiro interiorizar-se nos pais (Dt 6:6), antes de ser transmitido aos filhos. Assim, os pais se transformam em profetas para seus filhos; são os mediadores entre eles e Deus.

fedia da fé. John M. Drescher. 20 Leichter, ed., The Famífy as Educator, New York, Teacher's College Press, 1974. Citado por Edesio Sánchez Ceíina, no

-::

t Sfcos. Alice Chapin. Editora ' -

:

artigo "A família, educadora da fé" (do livro Fundamentos Bíblico-Teológicos do Casamento e da Família. Editora Ultimato

i fitos. João Falcão Sobrinho.

1996, p. 78).

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SBUNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

; ; - .-• : : a : r : Dnde podem ocorrei, virtuai- - - - :: a ;: a ~ a ;as experiências humanas... Os aos íarian muito bem em cuidar da educação de seus «"os. porque é no lar onde se produzem as e mais duradouras influências... Para o i ou para o mal todos devemos reconhecer que da família sucede uma rica variedade de rtros educacionais: disputas, violência, amor, 3T honestidade, engano, sentido de proprieprívada, participação comunitária, manipulação, decisões em grupo, "centros de poder", igualdade... Tudo isto pode ocorrer no seio do lar." Entretanto essas realidades não são excludentes, , Eoesio Sánches. As influências externas sempre "coarn" através dos membros da família e não no ». Os valores ou anti-valores chegam aos filhos (e ; membros da família em geral) através dos pais, de cfireta ou indireta. De fato o ensino mais i é o das atitudes, muito mais que das palavras. Ver após vez os pais se espantam do pouco impacto de anãs palavras. Muitos descobrem com dor a razão: suas palavras contradizem suas atitudes e práticas. Os filhos :-- — : ' " • :ontradição pedagógica paterna: por um "aõo as ordens (a comunicação não-verbal, atitudes e açôesl e. por outro, as contra-ordens (comunicação : -1-. .: :.; o ::.ho deve ou não fazer).

Uma mãe que sofria ao ver a vida desregrada de suas duas filhas adolescentes nos dizia: "Por que elas •os fazem isto. se temos nos preocupado em instruí-las caminhos do Senhor?" E era verdade. Era uma cuja fidelidade mostrava-se até na prática do familiar. Participavam na maioria das atividades igreja. Entretanto uma conversa mais delongada Ioda a família demonstrou o outro lado do •*•"«"*» Havia uma comunicação consciente, que dizia Sá à igreja, leia a Bíblia , mas também existia outra icação: a relação entre os pais, seu contato com os valores inculcados nas práticas que m fora do âmbito religioso, a disciplina inconsisf leituras indiscriminadas no lar etc. iossa situação atual indica o lar como o lugar mais iógpco para a formação da vida cristã. Ali as relações •fee gerações são mais espontâneas e significativas, os •amemos pedagógicos mais variados e ricos.21 Existe • oportunidade de receber o ensino de forma "académica", ao mesmo tempo que através da e do exemplo. Embora os pais sejam os principais da educação, abre-se uma gama de oportunidades e possibilidades para que da família também o sejam. Passa-se :\.í "os centros de instrução a doutrina mais académica e a oportunidade de converter-se em :-: ;--

A Oração Shemá Escuta, ó Israel, o Eterno é nosso Deus! O Eterno é Único. Benditos sejam o nome e a glória do Seu Reino por todo o sempre! Amarás ao Eterno, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Que estas palavras que hoje te ordeno sejam gravadas no teu coração! Tu as ensinarás aos teus filhos, falando delas ao te sentares na tua casa, quando estiveres caminhando, ao te deitares e ao te levantares. E as atarás de sinal à tua mão e as manterás como um símbolo entre os teus olhos. E as escreverás nos batentes da tua casa e nas tuas portas.

noçtcos «içam que aproximadamente 85% da • ~-".'~--~.~- '-'-. <: sextc ano de

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SBVIÁRIO TBXÓGICO BEÍEL BRASILEIRO

> cnho doméstico possível

programa predileto de TV. Também não usa um livro de histórias em quadrinhos para contar a história de Davi e Golias a seu filho adolescente. O culto doméstico, quando apropriado à idade dos seus participantes, estimula o interesse e a participação. Esta virá mediante dramatizações, perguntas e respostas. Seja sensível ao Espírito Santo e às necessidades dos filhos — Dê liberdade ao Espírito de Deus para Ele alterar a agenda do culto doméstico, de acordo com as necessidades de seus filhos. Uma briga na escola, a morte de um animal de estimação, um problema de disciplina são oportunidades para reflexão e profunda mudança em vidas. O pai sensível identifica estas ocasiões e tira proveito delas para ensinar lições preciosas. Seja breve — Em termos gerais, o culto doméstico deve durar de cinco a dez minutos quando os filhos são pequenos. Se, em determinada ocasião, o ambiente for especialmente propício, é possível estendê-lo por mais tempo, mas isto deve ser uma exceção e não regra. Seja informal - - O uso do termo "culto" não precisa assustar ninguém. Não queremos que vejam o culto doméstico como uma miniatura do culto solene, formal e, às vezes, até frio. A adoração familiar deve ser viva e, conforme Deuteronômio 6:4-9, espontânea e natural. Ninguém ganha pontos com Deus pela formalidade. Nada se compara ao espírito de união que experimentamos ao acomodarrno-nos no sofá da sala, com nossas crianças no colo, de pijama, para juntos cantar, orar e ler a Palavra de Deus. Seja ilustrativo — Quem dirige o culto doméstico deve fazer uso de material audiovisual para ilustrar as verdades bíblicas. Quanto mais jovens os participantes, mais importante será seguir este mandamento. E fato comprovado que aprendemos muito melhor quando participamos do estudo bíblico com TODOS os sentidos, e não somente com a audição. As ideias que apresentamos aqui têm o propósito de ajudar você a tornar o culto doméstico uma experiência inesquecível, deixando a Palavra de Deus gravada na mente e no coração de todos. Costumo dizer que, se a repetição é a mãe da aprendizagem, o uso de audiovisual deve ser o pai! Seja prático -- Um dos erros mais comuns no culto doméstico é a excessiva preocupação com o conteúdo, porém com deficiência na aplicação. Em outras palavras: os pais ficam satisfeitos quando enchem o cérebro da criança com informações sobre a Bíblia e se esquecem de atingir o coração para promover mudanças de vida. O culto doméstico bem sucedido nunca termina antes de descobrir, pelo menos, uma aplicação prática para a vida de cada membro da família. Sabemos que isto exige esforço. Mas alguma mudança concreta na vida deve ser o alvo de todo estudo bíblico: "Sejam praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes" (Tg 1:22).

) pasíor-professor David J. Merkh sintetizou as aejEiiife> sugestões, denominadas "Os dez manda•KBtos do culto doméstico":22 Seja perseverante — Para ser bem sucedido, o toméstico deve constituir-se prioridade na vida Sugerimos que o hábito seja estabelecido pela repetição, tendo início quando as crianças ainda forem novinhas. Obviamente, isto depende dos pais, da sua «faripBna. da convicção pessoal quanto ao valor deste tempo familiar, sob a orientação e a capacitação do Espírito Santo. Quando o culto doméstico se torna um hábito, as próprias crianças não permitirão que os pais esqueçam o que, para elas, já é parte indispensável da rotina diária. Seja bíblico — O culto doméstico, embora variado, atraente e divertido, é sempre um tempo alicerçado em verdades bíblicas. No que tange aos préescoiares. sugerimos que os pais tenham em mãos a Bíblia, enquanto estiverem lendo um livro de histórias bíblicas para crianças, promovendo assim uma associação entre a história e a Bíblia. Mais tarde, deverão mostrar a seus filhos onde encontrar na Bíblia os princípios e as histórias que tiverem ouvido. Assim que as crianças alcançarem idade apropriada, será hora de utilizar a própria Bíblia, no tempo devocional, e não somente literatura infantil. Seja equilibrado Ninguém sobrevive alimentando-se exclusivamente de arroz. Para se obter boa saúde, é necessária uma dieta equilibrada que indua os quatro grupos básicos de nutrientes. A dieta espiritual também deve ser equilibrada. Uma fórmula que tem ajudado alguns a alcançarem este alvo encontra-se em Atos 2:42-47. Pelo menos quatro dementas básicos contribuíram para a saúde espiritual da kpeja primitiva. E eles podem ser lembrados pelo CEIA, ou seja: Comunhão, Evangelismo, e Adoração. O culto doméstico deve incluir • elementos numa dieta equilibrada. criativo e flexível — Certamente não ser palhaços nem mesmo baratear a Palavra 3 de revelar a sua profundidade e as •as Também não podemos nem devemos • ao há nada de espiritual em hos com a Palavra. O culto doméstico _ : . - : :•: ;..?.::vidade quy vem do :-. :_;- ::~~:s criados à imagem e , ser equilibrado e criativo, o pai deve i eabocar os seus planos para o culto • "- - - - - . - - - • • í; oportunidades a participação — as coadensticas principais das . i capítulos do livro 3 anos. na hora do - .- -

' . ' e - - - é autor :

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SBWHÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO M. SheWon, autor do livro Em Seus Que Fona Jesus?, um dos mais conhecidos ; da literatura cristã, deixou um testemunho acerca da forte influência que o culto doméstico exerceu em •B vida: n uma cabana de madeira na campina, meu pai me ensinou a amar a Bíblia", escreveu. "Depois do caie da manhã, todos os dias, a família passava para o indo do cómodo que chamávamos de sala de estar, e fanamos o culto doméstico. Cada um de nós tinha sua própria Bíblia. Papai lia em voz alta dois versículos do capítulo do dia, depois marnãe lia dois versículos, e cada um de nós lia dois versículos. Antes que se escoassem cinco anos, havíamos lido a Bíblia toda cinco vezes. Acho que sou o único homem vivo que já ouviu toda a Bíblia lida em voz alta cinco vezes. Nunca pulamos nada. nem mesmo aquelas listas enormes de valentes que geraram uns aos outros. Assim que terminávamos o Apocalipse, papai voltava calmamente ao Génesis e começávamos de novo. Houve uma xxa em que eu conseguia repetir todo o Evangelho •'ateus de cor. Desejo repetir que meu pai me ensinou a amar a Bíblia como o melhor livro do - _ : j culto doméstico, depois da leitura da Bíblia, cariávamos um hino e então nos ajoelhávamos enquanto papai fazia a oração matutina. Somos s-irlandeses, e naturalmente as orações de papai eram tão compridas quanto ele quisesse. E geralmente orava por nós, citando nomes. "Quando finalmente saí de casa para ir estudar nona faculdade lá do leste, ficava muitas vezes tentado i fazer o que alguns dos rapazes faziam — blasfemar, jogar cartas a dinheiro e ir a lugares da cidade à noite i que não deveria ir. Então, quando estava para ceder a meus desejos, ouvia a oração matutina de pai na cabana de madeira. E aquele poder e valor cofitfiano da oração como hábito diário permaneceu -Jgo e permanecerá até que eu passe desta vida e vá encontrar meu pai, para regozijar-me em sua maravilhosa companhia naquele lugar onde não mais bá doença nem morte."

muito diferente do que o verdadeiro culto deveria ser. Mas essas ocasiões serão menos numerosas se cuidado, pensamento e preparação forem dedicados a esta importantíssima atividade do dia da família. O tempo separado para o cultinho não precisa ser longo, mas deve estar livre de pressa e distração. Nas idas e vindas das famílias hoje, parece imperativo que pelo menos uma refeição regular em que toda a família toma parte seja mantida. O culto pode ser feito nessa hora. Apesar de muitas famílias terem de lutar para manter o culto doméstico diário, descobrirão que o benefício resultante vale todos os sacrifícios." Alguns benefícios que o culto doméstico traz à família cristã:

Transmite a fé cristã de geração em geração O culto doméstico serve como plataforma para que a criança aceite a Jesus como seu Salvador pessoal. Esta verdade é ilustrada no Novo Testamento pela vida de Timóteo. A fé de sua avó Lóide foi transmitida à filha Eunice e esta, por sua vez, a passou a seu filho, que ouvia as Escrituras desde a infância (II Tm 1:15 e 3:15). O jovem Timóteo já estava "préevangelizado" quando se encontrou com o Apóstolo Paulo. Como pais, temos hoje o privilégio de apresentar aos nossos filhos a Pessoa de Cristo e levá-los à conversão no contexto do lar.

Promove a vida cristã como estilo de vida O "altar familiar" tem a grande vantagem de lembrar à família que o cristianismo é um estilo de vida e não uma atividade reservada para domingo de manhã (ou à noite).

Grava para sempre a Palavra de Deus nas mentes e nos corações Pergunte a um adulto que cresceu num lar evangélico quando foi que aprendeu os versículos que consegue citar de cor e, provavelmente, você ouvirá: "Quando criança". O culto doméstico representa um investimento na memorização de versículos e na aprendizagem de cânticos e de histórias bíblicas. Aquilo que uma criança retém bem cedo na vida está gravado para sempre (SI 119:9, 11; Ef 6:4).

A professora Margaret Jacobsen acentua:23 "Há rxacas maneiras de fazer um culto em família, e OBtamente tanto o comprimento quanto a •BOÉnfidade da leitura e das orações devem ser iiaafc ••hiilii às idades das crianças. O mais -dá-las a estabelecer os hábitos de ouvir de Deus e de falar livremente com Ele em de gtaça. louvor, confissão e petição por suas necessidades e pelas de outros. Haverá aos quais, para alguns membros do círculo esst afinidade parecerá tediosa e rotineira,

Nota: A seguir, dois textos para fixação do conteúdo já visto.

- Z -anca no Lar Cristão. Editora

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: E :-coro Bera BRASILEIRO

A LEI DA TRANSMISSÃO A lei da transmissão é a obrigação imposta por Deus aos pais e à comunidade de Israel no sentido de transmitir à geração seguinte a herança religiosa do povo eleito: "Ele deu leis ao povo de Israel e mandamentos aos descendentes de Jacó. Ordenou aos nossos antepassados que ensinassem essas leis aos seus filhos para que os seus descendentes as aprendessem e eles, por sua vez, as ensinassem aos seus filhos" (SI 78:5-6 em A Bíblia na Linguagem de Hoje). A ordem original acha-se em: Dt 6:6-7 - "Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem". Dt 11:18-19 - "Amarrem essas leis nos braços e na testa, para que não se esqueçam delas, e não deixem de ensiná-las aos seus filhos". Dt 31:12-13 - "Reunam todo o povo - homens, mulheres, crianças e os estrangeiros que moram nas cidades onde vocês vivem - para que ouçam a leitura, aprendam a Lei, temam o Eterno, o nosso Deus, e obedeçam fielmente a tudo o que a Lei manda. Assim os seus descendentes que ainda não conhecerem a Lei de Deus também ouvirão a leitura e aprenderão a temer o Eterno, o nosso Deus, durante todo o tempo em que viverem na terra que fica do outro lado do rio Jordão e que vai ser do povo de Israel". Os crentes de ontem e de hoje são obrigados a transmitir a bagagem do temor do Senhor aos seus filhos. Quando isto não acontece de modo generalizado e por muito tempo, a geração seguinte certamente será uma "geração obstinada e rebelde" (SI 78:8), uma "geração má e adúltera" (Mt 12:39; 16:4) e uma "geração incrédula e perversa" (Mt 17:17), o que acaba provocando o juízo de Deus, como o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, a tragédia de Gibeá, as invasões de Israel, a divisão do reino, a destruição de Jerusalém etc. Transmissão horizontal É preciso transmitir os princípios básicos que regem a fé e o comportamento não apenas ao primogénito, não apenas ao herdeiro, não apenas às filhas, não apenas aos mais dóceis, não apenas aos de índole mais religiosa. Não apenas a Jacó, mais caseiro e mais místico, mas também a Esaú, mais independente e mais profano. Não apenas a Abel, mas também a Caim. A casa toda, o que vale dizer a família inteira, tem de pertencer ao Senhor. Daí as palavras de Josué: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24:15). Transmissão vertical É preciso transmitir o temor do Senhor ao filho, e este a seu filho (que é neto do primeiro), e este a seu filho (que é neto do segundo e bisneto do primeiro), e este a seu filho (que é neto do terceiro, bisneto do segundo e trineto do primeiro), e este a seu filho (que é neto do quarto, bisneto do terceiro, trineto do segundo e tetraneto do primeiro), e assim por diante. É como registra Paulo na Segunda Epístola a Timóteo (1:5): de Lóide (a avó) para Eunice (a mãe), de Eunice para Timóteo (o filho). Trata-se de um rodízio de responsabilidade de pai para filho, numa sucessão que não permite dispensa nem intervalo. A linha de transmissão não deve romper-se em tempo algum. Só assim será possível declarar: "A memória do teu nome (permanece) de geração em geração" (SI 102:12). O rompimento da lei da transmissão afeta uma multidão: o filho e seus descendentes. O conteúdo da transmissão A substância da transmissão encontra-se neste texto: "O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor e o seu poder e as maravilhas que fez" (SI 78:3-4). n

3w WL Lera César. Revista Ultimato. Nov. 1997, p. 32-33.

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E:-OGico BETEL. BRASILEIRO

Temos três grandes riquezas para transmitir aos filhos: a Palavra, o exemplo e a história do povo de Deus. A Palavra engloba a revelação de Deus, a história da salvação e os princípios que regem a vida do cristão. O exemplo engloba a experiência e a autoridade daquele que é o elo de ligação entre a geração anterior e a geração posterior. A história engloba as manifestações da soberania e da misericórdia de Deus na vida de seu povo, desde a criação, desde a chamada de Abraão, desde o êxodo, desde a posse da terra prometida, desde a diáspora, desde a encarnação do Verbo, desde o Pentecostes, desde a nossa conversão até o presente. Os filhos de hoje precisam dizer o que os filhos de Core diziam: "Ó Deus, nós ouvimos com os nossos próprios ouvidos aquilo que nossos antepassados nos contaram. Ouvimos falar das grandes coisas que fizeste no tempo deles, há muitos anos" (SI 44:1 em A Bíblia na Linguagem de Hoje). A história demonstra que Deus é o planejador e o autor de tudo. Além de nos edificar, ensinar e encorajar, a história danifica a soberba (Dt 8:11-18). Os percalços da transmissão Por motivos vários nem sempre os pais são bem sucedidos na prática da lei da transmissão. Por falta de oração, por falta de exemplo, por falta de perseverança, por falta de amor, por falta de severidade, por falta de psicologia, por falta de lágrimas, por falta de auxílio da parte de outros membros da família e da própria igreja, por falta de tempo, por causa do cansaço e por muitas outras razões por vezes acentuadamente complexas. Adão e Eva tiveram Abel (de quem o Senhor se agradou) e Caim (de quem o Senhor não se agradou). Jacó e suas quatro esposas tiveram José (que não se deitou com a mulher de Potifar) e Rúben (que se deitou com a concubina do próprio pai), Diná (que se deitou à força com Siquém), Simeão e Levi (que mataram à traição os siquemitas e os saquearam) e Judá (que se deitou com a própria nora). Davi e suas mulheres tiveram Salomão e Amnon (que violentou a irmã por parte de pai), e Absalão (que matou o irmão Amnon e se deitou com as concubinas do pai). Os filhos de Eli não prestavam: eram "filhos de Belial", "não se importavam com o Senhor", "tratavam com muito desprezo as ofertas trazidas ao Deus Eterno", "se deitavam com as mulheres que serviam à porta da tenda da congregação" e "se fizeram execráveis" (I Sm 2:12-26). Os mistérios da transmissão É verdade que há pais que são ótimos profissionais, mas não têm tempo para cuidar dos filhos. É verdade que há pais que falham de algum modo na educação de seus filhos. Mas é também verdade que há pais que cuidam muito bem de sua casa e têm filhos fora do evangelho e, às vezes, até vivendo escandalosamente. Os filhos de Samuel - o último dos juizes e o primeiro dos profetas, colocado em importância ao lado de Moisés (Jr 15:1) - não foram melhores que os filhos de Eli. Deles se diz que "não seguiram o exemplo do pai, estavam interessados somente em ganhar dinheiro, aceitavam dinheiro por fora e não decidiam os casos com justiça" (I Sm 8:3). Os filhos de José e Maria, que é chamada de "muito favorecida" e "bendita entre as mulheres", não creram em Jesus até a ressurreição deste (Jo 7:5). Esse ministério bem pode levar-nos humildemente a depender mais da misericórdia de Deus do que da lei da transmissão sem, todavia, cometer o grave pecado de abrir mão da obrigação e da alegria de passar a Palavra, o exemplo e a história aos nossos filhos!

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BE-EL BRASILEIRO

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: :.: :a:a -a £*£ Bicão 116. ano

Ore com seus filhos. Orar pelos filhos não é tão difícil; entretanto, orar com os filhos exige disciplina e compreensão das prioridades. Para orar com os filhos os pais terão que abrir mão de um filme na IV, da transmissão de um jogo de futebol, da telenovela, do futebolzinho com os amigos, da arrumação da casa, do ativismo na Igreja e, não poucas vezes, daquela preguiça intensa, que nem sempre se percebe e que o inimigo' usa para nos tirar da vontade de Deus. Ensine a Bíblia a seus filhos e ajude-os a decorar versículos. Seja criativo. Procure fazer cultos domésticos, principalmente enquanto seus filhos são crianças e adolescentes. Invista em literatura evangélica, apropriada para a faixa etária deles, a fim de motivá-los a um contato direto com a Palavra de Deus — Lâmpada para meus pés é a tua Palavra e luz para meus caminhos. (SI 119:105). Vá com seus filhos a uma igreja evangélica. Procure inteirar-se do programa da Igreja para crianças, para adolescentes e para jovens. Uma igreja que tem a visão de alcançar essas idades para Cristo coopera, intensamente, com a nossa missão de conduzir os filhos a Cristo. Não apenas mande os filhos, vá com eles. Invista para a salvação dos filhos. Reconheça e valorize os ministérios que trabalham com crianças, com adolescentes e com jovens. Envie seus filhos para acampamentos, congressos e seminários, onde eles possam estar frente a frente com a Palavra de Deus. Muitas crianças, adolescentes e jovens foram salvos em acampamentos, retiros e congressos. Não fale mal de líderes espirituais. Todos os homens e mulheres são pecadores, até os que Deus tem usado com poder e graça. A decepção está intimamente ligada ao caminho humano. Guarde seus lábios de falarem contra pastores e líderes espirituais, mesmo que você pense que tem razão. Você, quando fala mal deles, está plantando uma mensagem de destruição da fé no coração de seus filhos. Dependa da ação do Espírito Santo. Só o Espírito Santo convence do pecado, da justiça e do juízo, tira o coração de pedra e coloca um coração quebrantado e contrito. Ore, jejue, clame a Ele pela vida e pela salvação de seus filhos. Compartilhe o plano bíblico da salvação e faça um apelo a cada filho, para que entregue sua vida a Jesus. Você pode fazer isso, usando desenhos, quando eles são crianças. Há muito material didático em qualquer livraria evangélica. Ou mostre na Bíblia as seguintes mensagens: Todo homem é pecador — O salário do pecado é a morte, mas a dádiva gratuita de Deus é a vida eterna por meio de Jesus Cristo, Nosso Senhor. (Rm 6:23). Mas Deus amou o homem e enviou Jesus, para este morrer pelos nossos pecados — Porque Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho único, para que todo aquele que crer nele não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3:16). Cada um precisa arrepender-se dos seus pecados e crer em Jesus — Finalmente chegou o tempo! Anunciava Ele. O Reino de Deus está próximo! Afastem-se dos seus pecados e ajustem sua vida a esta gloriosa mensagem! (Mc 1:15). Cada um precisa crer com o coração e confessar com a boca — Pois, se vocês contarem aos outros com seus próprios lábios que Jesus Cristo é o seu Senhor, crendo do fundo do coração que Deus o levantou dentre os mortos, serão salvos. Porque é crendo de coração que um homem se torna reto para com Deus; e com a boca é que ele fala da sua fé aos outros (Rm 10:9s). Não apenas crer, mas receber Jesus pela fé — Cristo tornou-se um ser humano, e morou aqui na Terra entre nós, e era cheio de perdão amoroso e

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:=•-= = glória do ÍDD do Pai celeste (Jo CbM uma declaração tm oração, você recebe te prometeu que aquele - ; - ; - : : seu ::"3ção 2 : : :: ~ ^ — -:exão! »permanecido à porta e tendo constantemente. m me ouvir chamá-lo e :-_= -e.- entrarei e farei •a a ele, e ele a mim - ; _ e e que -ecebe o : = e:e-'3 agora! — os que confiam nele, o Deus, como Salvador, :; ere-^a; acueies que m nem obedecem a Ele verão o Céu; pelo a ira de Deus, sobre eles (Jo 3:36). : e 5 _ 5 3-ometeu que amptetar a boa obra inina salvação — E eu tenho de que Deus, que a boa obra em vocês, ajudando-ps a cressua graça, até quando a tarefa em vocês estiver terminada naquele :D Jesus Cristo voltar Desafie seu filho a fazer ame oração sincera, convidando JJesus para ser o Salvador dele. UB das nossas maiores alegri; de conduzir nossos filhos ri». Que o Senhor Jesus dê a vooê, pai, e a você, mãe, esse prôiLijij' Nossos filhos tomaram decisão por Cristo, aos quatro r-:-: : :':: ressoalrnente com Éa santa mulher, Ana Maria. Qóriaa Deus! Envolva-se com outras para orarem pelos Desperta Débora é -: ~e : :e oração, que ' as mães para orarem pela renovação e pela ação na vida dos filhos. em sua cidade ou com a executiva , no telefone: ; 21-36066434 e e-mail: aespertadeDora @hotmail.com

A SUPLICA DA CRIANÇA Eu sou a criança. O mundo inteiro espera a minha chegada. A humanidade me observa com interesse. A civilização está em jogo, pois o que eu sou, o mundo de amanhã será. â Eu sou a criança. Cheguei ao mundo, sobre o qual nada sei. Por que vim, não sei. Estou curiosa, estou interessada. Eu sou a criança. Você segura em suas mãos o meu destino. É você, em grande parte, quem determina se eu serei um sucesso ou um fracasso. Dê-me, eu lhe rogo, aquelas coisas que constróem a felicidade/ treine-me, eu lhe suplico, para que eu seja uma bênção para o mundo. Maime Gene Cole Traduzido por C. E. Vaughan — De "Alvorada"

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

A IGREJA as células familiares do crescimento do cristão, Os pães são os principais modelos •de os pais são cristãos em amor e comunicação, e é relacionada à vida, surgirão . Por isso: 1) Um sistema • de juntar a escola dominical e o de ensino aprendizado totalmente do sistema devem ajudar os e os pais. orientando sua code Deus com ênfase na vida e A igreja local não deve deixar que ao mudem de uma sólida base n ensino estéril, intelectualizado, i são os primeiros modelos da criança, i somente professores, e não os pais? pedagógica conserva em tensão aio de que tanto adultos como crianças rac e objeto da educação. os faz lembrar que as perguntas das funcionais que teóricas. As respostas são aquelas que têm sentido para ou seja. as que se definem a partir e não desde uma concepção que "pequenos adultos". natural onde as crianças podem definiré o lar. Esse é o mundo onde se lhes com mais facilidade, tanto formais como lar é e deve ser o centro a partir do qual a krtegra em todas as áreas da vida, no aspecto lúdico, o mundo da diversão, a Bíblia e a experiência demonstram que mário da evangelização e da educação na •mfia.*7 Para o lar deve ser orientada, em r. uma educação na fé que encerre o mais 3 fé e da teologia (ver Dt 6:4-9, mais que em qualquer outro foro, há - para que crianças, jovens, améns sejam ao mesmo tempo sujeitos e í ensinamento. Lá, mais que em qualquer existe um espaço natural para que a i íe seja não apenas informação, mas rmação. A família é o lugar ideal para se çrender a teologia. Entretanto, o lar . :T igreja. Edesio Sánches Cetina

s. Teologia da Educação Cristã.

m. p. 1/7.

o meio mais natural (pelas relações nbém o mais difícil (pela intimidade e para o testemunho do reino de Deus. i que Cristo provoca na vida individual »ente do lar, transformando a família j da fé', do livro Fundamentos Bíblicolento e da Família. Editora Ultimato,

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E necessário admitir que todo intento de manter o templo e o domingo como o lugar e tempo para a educação da vida cristã tem fracassado e continuará assim. A educação cristã clássica tem-se mostrado incapaz de ser obediente ao mandato bíblico e de dar resposta às necessidades atuais. Desde os centros de educação teológica, passando pelos templos e chegando aos lares, existe uma linha de educação cristã intelectualista e teórica. Basta observar o currículo da maioria dos seminários teológicos para se dar conta de tal fato. Seminários e igrejas, professores e pastores converteram-se em presas do sistema educativo de escolas e universidades do mundo atual. O importante é a informação, não a formação. Currículo e classes são divididos por idade na Escola Bíblica Dominical. As atividades semanais geralmente são programadas tendo em mente as diferentes idades e sexos: sociedades de senhoras, de homens, de jovens, de adolescentes, de crianças. Na maioria das igrejas, o culto dominical principal está elaborado de tal forma que as crianças não têm espaço. Existe uma atividade significativa que envolva a família inteira? Geralmente não. Ante tal estruturação, não é difícil entender por que os pais encontram tantos problemas para transmitir no lar a fé que aprenderam no templo. Tem-se perdido a visão bíblica. Ó templo não é o ponto de partida da vida cristã, mas o lar. Que fazer então? Seguem abaixo alguns princípios, relacionados pelo autor anteriormente citado, que foram estabelecidos levando em conta as pautas da passagem bíblica de Dt 6:4-9. 1. A maior parte da membresia das igrejas é formada por famílias e não meramente indivíduos. Assim sendo, deve estruturar-se tendo em mente a família e não somente o indivíduo. Por isso a unidade familiar deve ser considerada como o foco básico da missão e diaconia. Famílias servindo a outras famílias, famílias evangelizando famílias. 2. Com essa estrutura, pode-se levar a sério a centralidade da família como sujeito e objeto pedagógico. Conseqúentemente, deve-se prover um tempo para ensinar e preparar as células familiares. Da mesma forma, deve-se planejar o currículo levando-se em conta as células familiares e providenciar-se guias para que os cristãos desenvolvam sua fé a partir do lar. 3. Percebendo-se a educação cristã dessa forma, o ensino dos filhos está diretamente relacionado aos pais. Estes são os co-pastores mais efetivos. Assim a educação deixa de ser uma simples asseveração intelectual, tornando-se um meio de desenvolver vida responsável, inculcadora de valores bíblicos e instrumento de disciplina através de experiências de amor. Os ,pais se vêem desafiados a ser cristãos maduros. E uma educação de vida para vida. 4. Com tal perspectiva, entende-se e experimenta-se com mais facilidade o princípio pedagógico de Deuteronômio 6:4-9. "Estas palavras" são objeto de ensino no âmbito total da vida cotidiana. A fé deixa de ser uma parte minúscula no programa de vida e chega a ser entendida como a vida total. Assim, ser cristão deixa de ser o resultado de uma asseveração intelectual, da afirmação de um credo ou da participação dominical em um lugar estabelecido. Torna-se um estilo de vida, uma nova vida, que se manifesta com mais genuinidade nas horas mais seculares do cotidiano. Ser cristão é viver submetido ao Senhor e somente a EJe as 24 horas do dia.


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;:~ : í .-. da estrutura ~iação de atividades e experi::• -aã* -- K e níveis académicos adquire •jpficado. As linhas de relacionamento se enriquecem ao permitir-se tal de experiências, tanto de gerações como

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Deuterónomio 6: 4-9 Este texto central em Deuterónomio resume o seguinte: o ensino de fidelidade e amor ao Senhor tem sua base e centro no lar. E interessante notar a passagem do coletivo e geral (Israel) para o individual e concreto ("teu coração", "tua casa", "teus filhos"), e então novamente ao geral ("As portas de tuas aldeias"). Isso assinala que o apresentado aqui é um programa de vida que mantém um bom equilíbrio entre o comunitário e o individual, tendo o lar como o fiel da balança. Encontra-se nessa passagem um triplo compromisso pedagógico: 1) para consigo mesmo ("Estos palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração... as atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os teus olhos"). 2) para com os filhos ("...tu as inculcarás a teus filhos") e 3) para com a comunidade ("os escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas"). É óbvio que o compromisso pedagógico volta-se primeiramente para o lar. Os versículos 7 e 9 colocam o lar como o ambiente onde "estas palavras" são objeto de ensino e prática. Os versos 2-25 falam dessa interação pedagógica: o filho levanta uma pergunta ao pai, que responde narrando os atos portentosos do Senhor no passado e suas demandas hoje para o futuro. O seguinte esquema destaca a ênfase pedagógica do texto: Recebimento do ensino = "escuta... as palavras" (v. 4) Prática do ensino = "Amarás o Senhor" (v. 5) Apropriação do ensino = "Estarão no teu coração" (v. 6) Transmissão do ensino = "as inculcarás a teus filhos" (v. 7) Repasse do ensino = "delas falarás... as atarás... as escreverás" (v. 7-9) A passagem oferece o que e o como: conteúdo e processo do ensino. Aqui encontramos o sujeito: os pais; o receptor: os filhos; o conteúdo: estas palavras; o lugar: o lar; o tempo: toda a atividade humana habitual; e a forma: a comunicação oral, escrita e prática.

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i?! assim vista permite-nos vislumbrar dominical como uma celebração familiar de qual ninguém deve sentir-se estranho. A > Senhor toma a recobrar sua fundamentação

Da comunidade cristã fazem parte pessoas que a vida da fé. Os pais podem ser os exemplos para seus filhos, mas modelos são importantes, como também o desende uma comunidade que espalha e reflete a «da da fé. Por isso o Novo Testamento dá tanta ênfase kpeja como corpo, e na importância do •iaãanaroento dentro do corpo, que cumprem o transformador de Deus.29 feto parece ser indicado para grupos na igreja, que saplementam e melhoram a comunicação de fé no lar. também está em harmonia com o conceito mais i de igreja como comunidade de crentes. Líderes na igreja podem ser modelos adicionais da vida fé Outras crianças no grupo podem facilitar o aprendizado individual, e também servir de modelo. Um sentimento de pertencer a um grupo maior que ende e vive a vida do ponto vantajoso da fé pode servir de apoio social mais amplo para os • ; - . • - ie vida (ia fé do que somente o relaciooai-filho. ~A equipe da igreja deve se relacionar com as crianças como amigos adultos. A palavra "amigo" talvez reflita melhor o relacionamento de respeito e cooperação mútuos que permite às pessoas se encontrarem como pessoas. Reciprocidade no ouvir, no expressar, no cuidar, no compartilhar, é a melhor característica do "amigo", e pode existir tanto entre gerações quanto dentro da mesma geração. A equipe •Uta não precisa "se rebaixar" para tratar as crianças 'esmo nível: só precisam ser adultos que podem aceitar e valorizar uma criança, e respeitá-la como pessoa. O "amigo", com ênfase na afeição e em calor humano, incentiva a criança a se identificar com o adubo, que pode assim servir de modelo para a vida de íé Em casos em que os pais não participam da comunidade, a equipe da igreja tem de servir de principal para a vida de fé."30

pensar de "professores" como indivíduos que trabalham em uma sala de aula, jns aos outros como crentes-sacerdotes, que 5 em todos os contatos discipulando um ao ichanis. Teologia da Educação Cristã. Ma. 1996, p. 172.

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o cristã DC o conteúdo e o lugar do iSánches Cetina pondera:31 : • - := dias ie hoje. Ao nossas práticas contempos e projetos pastorais dão Percebe-se que ao comparar a realidade da dias à demanda bíblica. Já finha divisória clara entre o ao. as práticas e as prioridades Ias não-cristãs. Aquela crença sãos vivem longe das "influêntalalmente desacreditada. Na simples inventário das experiências de uma família, para observar que — -.::-: -~~ sua maioria, estão fora om propósitos e objetivos alheios à vezes contra). Ao compará-los com DO dedicados ao ensino da vida s esperar mais que um impacto úhima na vida de indivíduos e

reflexão teológica não chega aos membros das igrejas, muito menos aos lares. Ao contrário, os lares são bombardeados pelo sistema idolátrico do mundo contemporâneo, através dos meios de comunicação de massa: valores e teologia de filmes e telenovelas; conceitos de vida e prioridades dos anúncios publicitários. Grande quantidade de igrejas e lares têm fundado sua fé sobre a anti-teologia da "teologia-ficção" e do evangelho barato.

uniformizante dos meios de va rompeu com os limites dos stâncias geográficas e níveis de . Vivemos em meio a um sistema yiesente". cuja filosofia de vida atinge

Dr. Howard Hendricks conta a história do pregador inglês Richard Baxter. Durante três anos este homem altamente capacitado por Deus pregou de todo o seu coração a um povo rico e sofisticado, mas sem resultados visíveis. Finalmente, Baxter clamou a Deus: "Senhor, faz algo por este povo ou então eu morro". Conforme relato do próprio pregador, foi como se Deus tivesse respondido em voz bem alta e recomendado a ele: "Baxter, você está trabalhando no lugar errado. Está esperando que o avivamento venha através da igreja. Tente pelo lar." Baxter começou a visitar os lares, ajudando famílias a organizarem um "altar familiar", até que o Espírito Santo ateou fogo naquela congregação e fez dela uma igreja forte.

os desenvolver uma pastoral da os mantenha em equilíbrio entre os e as circunstâncias históricas nas quais nossas famílias. O que se ensina e constituem os dois elementos centrais «>g nos servem como diretrizes para tal rovêem uma "frente de combate" ante osofia de vida do sistema no qual

\o bíblica, "O Senhor, o nosso Deus, é o Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o autuei, de toda a sua alma e de todas as suas 'fDt 6:4-5). apresenta-nos hoje em dia todo seu iotpnático. Mostra um princípio e uma com valor perene. O variável é o contexto no qual essa afirmação se insere.

Assim como é necessário desenvolver uma estratégia pedagógica a partir do lar (a igreja doméstica), da mesma forma é urgente que se desenvolva um conteúdo bíblico-teológico fidedigno da educação cristã. Em ambos os casos, o diálogo responsável e verdadeiro, entre a fé bíblica e o contexto histórico-geográfico de nossos povos, deverá tomar lugar central.

necessidade de manter em bom equilíbrio o o onde do ensino da fé. Ambos são básicos e O desenvolvimento de uma estratégia de facação cnstã. a partir do lar, sem a contribuição da iga fidedigna é Inoperante. É óbvio que a melhor da fé', do livro Fundamentos Bíblicos f :; família. Editora Ultimato,

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

A professora Cathryn Smith propõe:33 "O pastor tem que ter uma personalidade atraente, capaz de congregar as crianças em tomo de si. Só assim poderá falar-lhes de Cristo e levá-las a aceitar Cristo como Salvador. Ele aconselhará pessoalmente cada criança. Os pais, os professores, os evangelistas, todos têm a sua parte, mas o pastor não negligenciará as crianças. Procurará protegê-las contra pessoas que queiram forçar uma decisão, quando a criança não tem convicção do que está fazendo. O pastor, também, cooperará com os pais, ensinando-lhes a lidar com criança, desembaraçando-os de dúvidas quanto ao fato de estar a criança pronta ou não para uma decisão. Ele, também, os ajudará a evitar métodos errados ou contraproducentes no trato com as crianças. O pastor ajudará e incentivará as crianças na aceitação de Cristo. Trabalhando com pais e professores, ele criará uma atmosfera em que a criança possa, com naturalidade e sem pressão, compreender o evangelho e sua necessidade de salvação. Decidir-se-á, então, por Cristo." O pastor precisa conhecer a organização do Departamento Infantil, o seu funcionamento, o seu método de ensino, a criança e o professor ideal para elas — o pastor tomará providências no sentido de que as crianças tenham professores que saibam lidar com elas. Com isso, o pastor não somente ensinará os obreiros, mas também terá confiança na habilidade de cada um no desempenho de uma tarefa. Os obreiros também se sentirão seguros e confiantes, quando ouvirem do pastor uma palavra de orientação. O objetivo evangelístico no Departamento Infantil é prover experiências e aprendizagem para que os alunos possam ter uma experiência de salvação mais tarde. Assim, os professores devem escutar as crianças e observar os sinais que elas dão de que estão preocupadas com a sua conversão a Cristo. Então os professores devem estar preparados para responder às perguntas das crianças e guiá-las numa decisão liderada pelo Espírito Santo. Além desse objetivo, as atividades no Departamento Infantil dão uma oportunidade de evangelizar pais e membros das famílias das crianças convidadas. E provê também oportunidade para os alunos que já são crentes desenvolverem sua fé e compartilharem com seus colegas de classe. Para o Departamento Infantil maximizar os resultados em expansão e evangelismo é necessário e essencial que o pastor seja envolvido nele. Quando o pastor é envolvido no trabalho infantil, ele está realizando também sua chamada como ministro pela expansão, pelo evangelismo, pelo ensino e pelo preparo dos santos, abrindo portas para o ministério.

e as crianças certo pastor visitou um membro de sua igreja. Ele perguntou sobre o culto. O sespondeu-lhe que 2 e 1/2 pessoas foram salvas. ioente comentou: "Quer dizer que dois e uma criança responderam ao apelo?" "Não", espaçou, "duas crianças e um adulto. O adulto pouco tempo para servir a Deus. Mas as têm uma vida inteira". Esta ilustração a importância da obra de evangelizar as Qtando uma criança crê, ela tem uma vida inteira para viver ao lado de Jesus Cristo. Por isso, •sabaho de evangelizar as crianças é muito í. Há muitas coisas que tomam o tempo do mas nada merece mais sua atenção do que o com as crianças. Que ele participe nesta obra zek> e determinação, gastando parte do seu na elaboração de planos e na execução de que visam proporcionar melhor ambiente, ensino, melhores professores para as crianças :: r . :TdÈ é a igreja cujo pastor dá às crianças o valor que merecem. Que se preocupa com a educação • hjn i delas e participa nesse mister. Não é a DC_paçâo principal do pastor cuidar, ser responsável fcetamerite pelo trabalho com as crianças ou outro qnairptr-r grupo de pessoas da igreja. Esse trabalho é D por um líder ou um grupo de pessoas preparadas para lanto. Mas, cabe ao pastor da igreja providenciar os meios para que líderes certos sejam escolhidos. Por SBC. cabe a ele orientar a igreja quanto ao cuidado que deve ter em eleger sua liderança. Em se tratando de muitas vezes, infelizmente, ouve-se ainda opinarem que, para trabalhar com as crianças, 'qualquer pessoa serve; é só tomar conta delas, Talvez essa ideia ainda exista, devido ao pouco conhecimento que as pessoas tenham da criança e de suas necessidades. Em outros casos, talvez impere esse pensamento por falta de pessoal capaz ou desejoso de dedicar-se às crianças. Contudo, o •cortante, realmente, é que o pastor esclareça suas ; acerca do valor da criança para os pais, para o para a igreja, e principalmente para Deus, a qnem eias pertencem. Alguém já pensou, já imaginou seria uma igreja onde, por anos a fio, não se ! uma só criança? Seria um caos, uma tristeza total. uma impressão de uma linha esticada, esticada, e afinava tanto para mais ser esticada. Seria uma BC de fim. E porque seria somente jovens tornandoadultos tomando-se idosos, idosos

s Beex Uetior ensino bíblico para principiantes. - - : ; : ;-

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Cathryn Smith. Manual da Escola Bíblica Dominical. JUERP, 1988 (6a ed.).


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO função de líder. O pastor que exerce boa liderança leva a igreja a realizar seus propósitos. Isso é principalmente alcançar pessoas e ensinar-lhes a Bíblia.

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Exemplo: O pastor pode liderar a igreja no . ' - • . v : 3 na preparação da EBF:i4 No nto dos diretores, professores e obreiros, o deve liderar no planejamento do evangelismo, seu envolvimento nos departamentos, liderar aansseréncia dos alunos da EBF para a EBD, os membros das famílias dos participantes i e envolvê-los na EBD e na igreja. O pastor r-se pessoalmente com a Comissão de orientar na seleção de atividades e i da promoção Mais importante, o pastor pode pessoalmente, através de incentivo ofcssmes e obreiros. Pastorais durante •«•mus sobre a EBF. convites pessoais e ervckiraenio particular através das e dos profetas da Comissão de Promoção ade. Depois de realizada, é fácil ter a atitude de ~É tempo de descansar um pouco depois da EBF. Mas, para a igreja realizar os propósitos da

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fcsaagelHtico — Us Os eventos eve-.:os do co trabatio :-rarr. dão ao pastor ocasião para que eie e todos os professores e obreiros compartilhem o evangelho de Jesus Cristo com as crianças. O pastor não quererá --.'z-.- - - - - - - - ' - '.-.'.-. O compromisso e o entusiasmo do pastor dão ao Departamento Infantil um clima de animação e cntuãasmo. O pastor pode assumir funções diferentes ao ministério com as crianças. Ele assume a função do quando é envolvido no treinamento dos professores e obreiros. Dessa maneira, o incentiva os diretores, os professores e os a se concentrarem em suas tarefas. Também pode. periodicamente, servir como diretor de algum departamento ou professor de uma classe. Outros perimem ter tempo livre para se envolverem com todas casses O pastor pode visitar as classes, para contar a história bíblica ou liderar numa discussão do texto :': : . _ . ; . : ) pastor assume a função de pregador quando ige um cuho para crianças. Também quando partilha sua íé com as crianças, através das histórias das histórias bíblicas ou de uma ênfase Pode fazer isso durante o culto para nos departamentos, classes, ou durante a •da Família. Airavés de contato pessoal, o pastor assume a de ministro. O Departamento Infantil dá-lhe oportunidade para travar relacionamentos com as e suas famílias. Também o trabalho com os professores e obreiros abre portas para o seu Isso é possível, porque o pastor tornou-se mm colega e amigo, além de pastor e líder. Então os •amentos entre o pastor e os membros da igreja ' .:~

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com o planejamento e com a realização da escola. Para tanto, o pastor lidera a visitação dos alunos e de suas famílias para convidá-los a frequentarem a EBD e a igreja, e mais importante, para convidá-los a se entregarem a Jesus Cristo. Recapitulando, então, o pastor é a pessoa mais importante para o Departamento Infantil realizar seus propósitos. Ele precisa ajudar no seguinte: 1. 2. 3. 4.

Na criação de um clima de entusiasmo. No incentivo dos diretores, professores e obreiros. No treinamento para evangelizar. No planejamento dos eventos que alcançarão mais crianças. 5. Na coordenação das atividades e projetos para promoção dos eventos. 6. Na participação no culto para crianças e na ênfase evangelística. 7. Na visitação aos departamentos da EBD. 8. No reconhecimento da equipe e dos participantes. 9. Na visitação dos membros da igreja em potencial que foram descobertos pela EBF, pela Classe Cinco Dias etc. 10. No crescimento dos novos crentes.

Além deste exemplo, o mesmo envolvimento do pastor è esperado nas demais estratégias para a igreja evangelizar crianças.

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M» uma função que o pastor pode assumir é a

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO "fizer tropeçar" = levar a pecar, provocar um prejuízo espiritual, ferir a consciência de alguém. Pode ser também colocar obstáculos na forma de ofensas e maus-tratos. Mt 18:7; Lc 17:1 "escândalos". A palavra grega originalmente designava o alimento colocado na haste de uma armadilha; veio a significar, depois, qualquer coisa que faz tropeçar e cair numa armadilha. São ocasiões de tropeço ou tentação ao pecado. Aquilo que afasta, do Senhor, a um crente menos maduro na fé. É um aviso contra falsos mestres.

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OSL aõ_ÍD pode ser tropeço para a como os pais ou adultos podem acsts também a possibilidade õc deformação.35 : S — Um dos comentários cia atual situação espiritual da dos referenciais e aos stão idolatrando. Os estilos róis são, quase totalmente, DS na Palavra de Deus. ido a maneira pela qual as i :asasr em suas escolas e ies e as mentes infantote sugadas pelas filosofias os seus heróis. adultos devem tomar para •çss é respeitar as pessoas :• ;• :a e :s hábitos ruins ias. Todo herói, cujo mérito er capaz de dizer com o Adores, como também eu

A palavra grega que se traduz como "tropeço" no Novo Testamento é. skandahn. Um levantamento de todas as vezes em que aparecem o substantivo e o verbo no NT revela duas coisas importantes: 1) Os adultos podem ser tropeço para as crianças; 2) Jesus nunca é tropeço para as crianças, mas sim para os adultos. Isto é, os adultos podem constituir obstáculos no caminho da fé e da vida cristã. As crianças, porém, têm livre acesso a Deus através de Cristo. Mt 18:6,10 - "A referência aos pequeninos pode ser tanto à criança como aos neófitos na fé. O escândalo e o desprezo a estes novos teria efeito negativo no exemplo ou ensino, afastando-os da fé. O provocador de escândalos receberá o mais severo julgamento de Deus (v. 6-7)."36 "Precisamos de mestres que tenham coragem de fazer prevalecer os valores do Reino eterno e dar-se a si mesmos como modelos para a formação de líderes que lutem pelos absolutos de Deus e defendam os princípios cristãos por meio da argumentação sábia e da conduta digna." 37

•ntar à criança os heróis to se encontra em Hebreus aes aempbs de fé viva. ts. «talando os heróis na acs semana. Ensinar às " r : : 2 : r ; . ;

í l f "I; 2S -T:Í:.-:

! o que pudermos para ajudar rças a segurem homens e mulheres piedosos, - --: - : :: presente, que as inspirarão, •7 ; :? fé', —Texto de J. torg. :: :,=. p. 27 Novo Testamento), Barreto Bezerra, "Escassez de Modelos" (Revista '. 2002, p.17).

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das crianças e risco ia

iw ese menino?" (Lc 1:66). Como de amanhã?38 Antes de olhar para o Bjedmas sobre como serão e como devemos verificar como são e de hoje. Está difícil olhar para ibservar a inocência, a pureza, a o sorriso, as brincadeiras, as no lar. na escola e a própria Hoje. milhões de crianças desamparadas de um monstruoso quadro de de exploração, de abandono, de engano, de . de miséria, de subnutrição, de abuso sexual, de promiscuidade, de delinquência, de crime, de violência, de morte e de desespe«perdidas! embora de condição social elevada, são i o da todo fora de casa, em colégios e em de ginástica, de inglês, de judo etc. i esãc na rua. estão dentro de um automóvel e, estão diante de um computador. que raramente vêem seus pais pois fora. passam a maior parte do tempo •àevsão e se alimentam de espetáculos de . de intrigas, de cenas sexuais etc. milhões de crianças sem Cristo. O que á amanhã com o menino de rua? Com aquele ocos ;sy SK separaram? Com o menino do orfanato? •Mnrno que está na Febem? Com as crianças deficientes? O que acontecerá amanhã com o - Kosovo. da Colômbia, do Timor Leste, de > crianças cujas famílias desapareceram, £ D campos de refugiados, que procuram no ;

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Qualquer criança submetida a uma ou mais dessas circunstâncias está em desvantagem e tem o seu desenvolvimento físico, mental, emocional e espiritual ameaçados. Nestes "dias maus" quando as crianças são atingidas pela mídia, pelo misticismo, pelos traficantes, pelos abusos sexuais, pela omissão dos pais, pelas desigualdades sociais etc, é preciso aproveitar bem as oportunidades, não só para evangelizá-las, como também ajudá-las em seus problemas.

Que rpc de homens estas crianças serão amanhã? Dan Brewster, da Compassíon Internacional, enumera várias condições de abuso e sofrimento pelas quais milhões de crianças passam no mundo de hoje e conclui: "As necessidades e injustiças por trás de estatísticas tão chocantes clamam por nossa atenção. Mas o resultado final e global é um grupo não alcançado (ou seja, as crianças em risco), fragilizado e angustiado, que deseja ardentemente o toque do Evangelho em sua vida. Números crescentes de crianças traumatizadas representam oportunidades e desafios significantes de ministério.

define "crianças e adolescentes em de nsco" como pessoas abaixo de 18 anos i em situações como: i ou trabalho infantil descapacitado i e outras formas de violência > e exploração sexual irave. deficiência física ou mental perda da família ou do lar primário. * «sãs caaegoras gerais, a Rede Viva39 acrescenta: : :"-_;. " - _ " ' . f coo de instituições opressivas.

--:: :T l- :erto Detet -P -C. O Evangelista -'- 177,out-nov-dez/1999, p. 4. -.

é um movimento internacional de \'- - . : ? • : - ~ : ; ; í ~zc escenles

'-: -. --.-. :;.;: :e

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:- :•:- :

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEI BRASILEIRO

Informações úteis aos interessados em desenvolver ministério com crianças em situações de risco:

que qualquer agência missionária para a janela 4—14 se quiser qualquer outra 'janela' no

www.andi.org.br - - Site da Agência de Notícias •ndo sobre os riscos iminentes de uma que não cuida de suas crianças, o pastor - _- - : - :-: r_n:a E a Igreja? Certamente k compreender que, diante da injustiça, não Todos são culpados pelos pecados da . _£ DS cometeram e os que se

dos Direitos da Infância (ANDI). Além de notícias e todas as publicações da ANDI. você encontra dados sobre

ações

sociais

direcionadas

à

infância e

adolescência. www.unicef.org.br — Uma fonte de dados atuais e relevantes sobre crianças e adolescentes em risco, onde

:•

pode-se encontrar o relatório "Situação Mundial da

•'. Lenz César lembra: "Jesus é a bs crianças. Não só por causa da perfeita ]ue Ele operou na cruz do Calvário em favor nos e dos adultos. Mas também porque Ele sua voz contra qualquer injustiça cometida nanças. Jesus sempre se põe ao lado delas e culpados, seja quem for, não importa como, m onde!"42

Infância 2002". Crianças em Crise, livro de Glenn Myers, da WEC Internacional,

reporta

o mundo

angustiante das

crianças em crise e indica algumas respostas cristãs. Publicado em português pela Missão Horizontes, Caixa Postal

420, CEP 37653-000,

Monte Verde —

Camanducaia (MG). Meninos de Rua do Brasil. Narra a respeito do "Ministério Programa Criança Feliz", realizado em Belo Horizonte (MG). Editora Betânia. A Semana do Amigo. Um kit com cartazes, quadrinhos educativos e CD-book, desenvolvido para

ao da década de 1990, alguns pesquisadores i o mundo, procurando identificar quais as nações necessidades espirituais, e descobriram que r----\; :e : at!tude norte, estendendo-se do norte rca através da Ásia até o Japão, vivia a maior :.:. - - : . - _ - : a sem oportunidade de ouvir o Evangelho. =sa região foi denominada JANELA 10/40 e tem sido -.-..- : :- :: Ter-ado esforço missionário. Oenfto da tarefa evangelística/missionária, há uma janela não tem sido levada em consideração — trata-se da l «14. i 4/14 é um conceito que vem sendo adotado pela : ~-E.3-:e zação das Crianças para identificar mais :; :::.3ção ~undial, que não tem recebido a aevcs atenção por parte das igrejas e organizações

auxiliar pessoas interessadas em promover uma semana de conscientizacão do público estudantil sobre o perigo das drogas. Editora Arco. A Coleção Garantia de Direitos FIA/RJ (Fundação para Infância e Adolescência — http://www.fia.rj.org.br) auxilia pessoas responsáveis em prevenir e evitar situações de risco social e pessoal para crianças e adolescentes. Inclui, entre outros, os seguintes volumes: 1. Maus-íraíos contra crianças e adolescentes. Proteção e prevenção. Guia de orientação para educadores.

4/14 inclui as pessoas de todo o mundo que etária de 4 a 14 anos. ~: r ; e :- = "5 3 que 60% a 85% das pessoas uma decisão ao lado de Cristo e hoje a ura igreja evangélica, o fizeram entre as idades

2. Abuso sexual, mitos e realidade. 3. Não tenha medo de ajudar! Crianças de rua, como mudar esta situação? Um guia para o cidadão. 4. Ninguém tolera isso! mas... eles não nascem infratores.

;-es-:e-:e da Associação Evangélica - - ; : : • ; : : :: .:~a LJtíerança,vol. 16. n° 110.

5. Drogas! Se eu quiser parar, você me ajuda?

L Ano 30. if 249, nov71997. p. 20.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

infantil e

Essa categoria de produtos, cuja natureza nociva nem sempre é percebida, cativa a mente e influencia as ações. A partir de fantasias más, essas obras revelam: a) A ausência do governo divino sobre o universo; b) A fascinação com o oculto é descrita não somente como uma realidade, mas como um fator positivo; c) A relativização do certo e do errado, do bem e do mal; d) A fuga das dificuldades reais no universo ilusório, os poderes mágicos são vistos como armas de sucesso; e) Opressão; f) Seitas e heresias. Alguns bonecos com faces grotescas, quase desumanas, não são malignos em si mesmos, nem demónios vivem neles, mas Satanás usa-os para provocar medo nas crianças. Mesmo os pais que adotam padrões restritivos sobre os filmes ou programas que os filhos podem assistir, ainda têm muito que aprender sobre as invasões sutis do mal em suas casas por meio do cinema e da televisão. O pastor Neil Anderson afirma:46 "Quando eu era criança, os vilões nos filmes de horror eram King Kong, Godzilla e Blob. Eram coisas que podíamos ver. Os filmes de horror de hoje são Poltergeíst, O Exorcista, A Profecia etc. Hollywood passou de monstros físicos para entidades espirituais que apavoram um público ingénuo. Em consequência, uma vasta maioria de pessoas tem um medo terrível das coisas que fazem ruído à noite, mas não teme a Deus. Isto é o exato oposto da Escritura. Nenhum versículo bíblico nos ensina a temer Satanás. Deus é o único objeto legítimo de temor." "Todos já ouvimos o jargão da informática: lixo entra—lixo sai. Nossos filhos são muito vulneráveis a este conhecido axioma. Todos os pais têm a responsabilidade de proteger os filhos de filmes e programas de televisão prejudiciais. A indústria do cinema é incapaz de dar uma resposta bíblica equilibrada para o mundo em que vivemos." "As crianças podem ter pesadelos depois de assistir aos filmes de horror porque se atemorizam facilmente. Mas é difícil estabelecer uma resposta autoritária para combater o medo depois que ele se estabeleceu. Antes de nos advertir sobre a necessidade de colocar a armadura de Deus, Paulo nos assegurou da nossa rica herança e posição em Cristo nos capítulos l e 2 de Efésios. Precisamos seguir essa mesma ordem." "Durante uma conferência, uma mãe veio falar comigo sobre sua filha que estava tendo pesadelos e visitações. Mal sabia aquela mãe que a conferência iria causar tamanho impacto sobre ela mesma. Essa mulher não tinha ideia de quanto estava vivendo em servidão até que encontrou liberdade em Cristo. Começou então a ajudar sua filha de quatro anos a compreender tudo o que ela é em Cristo e tudo que Satanás não é. Certa noite a mãe ouviu a menina dizer: "Vá embora, eu sou de Jesus". Nem a mãe nem a filha estão tendo mais problemas. Ambas estão livres para ser tudo o que Deus as chamou para ser."

Satanás de crianças devem conhecer e i estratégias satânicas que visam e o coração das crianças. O inimigo enfrentado com as legítimas armas ver como através da História e ainda sistematicamente procurado atacar as bjetivo de destruí-las ou de aprisioná<Ue contra os pequenos é muito forte. A wa e inocente; é a "semente da mulher". errpos do Velho Testamento, quando os pais acn. seus filhos ao deus Moloque, atirando sados nos braços do ídolo (previamente até ao ponto de incandescência), até às zs cometidas nas guerras, os abortos, o vício s e a pornografia infantil que temos hoje, as uf.\ foram alvo do ataque de Satanás."4 BS procura atingir as crianças, de diversas -storcidos que se propagam por 'es "'iosóficas (por exemplo: "Tudo é e absoluto"), correntes científicas da evolução) e correntes da Psicologia e da j" (tendências pedagógicas que desprezam "Toda filosofia ou ideologia que faz íri a Deus deixa de ter natureza política para rvr ao âmbito espiritual."44 smo (adivinhação, magia, misticismo, forças es. baixaria, reencarnação, comunicação com panteísmo) embutido em entretenimentos £knes. jogos eletrônicos, desenhos animados, e programas de TV (Exemplos: do Zodíaco; O Rei Leão; ET; Ghost; Bafl Z. Pokemóns; Teletubbies; Harry e a Pedra Filosofal etc.); jogos (Exemplos: & Dragons — Calabouços e Dragões"; de Tempestade"; "Feiticeiro da de Fogo"; "Varinha de Predição" etc.); duendes: amuletos; cinturões e espadas -. :

Batalha Espiritual para todo cristão. Editora 1993, p 114 E; - '-. ís: '^aipara todo cristão. Editora

- - : : •::

t gnomos, fadas e duendes. S. V. Milton. - I :; - ' - :

l da série Harry Potter. John Houghton. crítica do seu reino de fantasia. (a nova CCC Edições). - •;: :- '.-, ' A~ce'son e Steve

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Neii T. Anderson. Proteção espiritual para seus filhos. Editora Quadrangular, 1996. p. 191-192.


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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

A MENSAGEM DA SALVAÇÃO

II

As verdades espirituais que todos precisam conhecer são: 1. A fonte da salvação. O próprio Deus trino que se deu na pessoa do seu Filho, satisfazendo a sua justiça e provando o seu amor pela humanidade. Deus é santo, justo, criador.... que ama o pecador e quer salvá-lo (I Jo l:5b; Ez 18:20; Rm 5:8; Jo 3:16a; I Jo 4:9-10; Jr31:3b). 2. A necessidade da salvação. O ser humano nasce em pecado e precisa da salvação. O pecado separa a pessoa de Deus e o resultado é a morte eterna. As crianças precisam conhecer a gravidade do pecado e saber que tudo o que desagrada a Deus é pecado. Exemplificar pecados pode ajudar a criança a reconhecer o seu próprio pecado: mentir, desobedecer, sentir inveja e raiva, brigar etc. Versículos apropriados: SI 51:5; Ec 7:20; Rm 3:23 e 5:12 enfatizam a condição do pecador. 3. A provisão para a salvação. A morte e ressurreição de Cristo foram suficientes para satisfazer a justiça de Deus. Jesus morreu por todos os pecadores. E o sangue do Cordeiro derramado na cruz que tira o pecado. O pecador precisa conhecer sobre a morte substitutiva e sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Versículos que enfatizam a morte e o sangue derramado são recomendados: I Co 15:3-4; II Co 5:21; I Jo l:7b; Hb 9:22b; I Pé 3:18. 4. O presente da salvação. Deus providenciou a salvação e a oferece de graça ao pecador. Como se apropriar deste maravilhoso presente? É necessário dar a oportunidade para o pecador arrependido (triste por causa do seu pecado) apropriar-se da salvação, recebendo o Senhor Jesus pela fé. Esta oportunidade ou convite para a salvação deve ser baseada na Palavra de Deus, em textos como: Jo 1:12; Rm 6:23; At 16:31 e Ef 2:8-9. 5. Certeza da salvação. A pessoa que recebe e se apropria da salvação oferecida por Cristo necessita conhecer a segurança que existe em tal ato. Todo recém-nascido na família de Deus necessita saber que seus pecados foram perdoados e que ele é aceito por Deus. O professor deve incluir em seus programas tempo para conversar com as crianças evangelizadas, verificando se realmente já receberam o Salvador, para, então, mostrar-lhes na Bíblia que elas podem ter a certeza da salvação. A base da certeza da salvação está na Palavra de Deus e não nos sentimentos pessoais. Versículos apropriados:47 Jo 3:36; 5:24; 6:47; I Jo 5:11-13; Ap 3:20. A pessoa que tem certeza da sua salvação pode sentir-se segura nas mãos de Deus: Jo 10:28 e Hb 13:5.

EXPOSIÇÃO DO CONTEÚDO BÍBLICO DA SALVAÇÃO a criança a Cristo i de "pregar o Evangelho a toda criatura" foi dada pelo Senhor Jesus a seus que hoje somos nós. "Evangelho" é a boa B salvação ao pecador perdido, seja criança, jovem ou adulto. ikaess de crianças vivem longe do Senhor Jesus. E acessíveis para ouvir acerca da salvação e i para receber o Presente Eterno. - . - _ - ; : - : - . a xjelho do Senhor Jesus às crianças é .- : :.. _-;•. 5 concede aos seus servos. paaando-nos para tão sublime tarefa. É o Espírito «vence a pessoa do pecado, torna claras «odades espirituais e opera o novo nascimento. Ele • os «^»*ãr»g na comunicação do Evangelho e aplica •BBsagenr: à vida do pecador, independente da

ao grande amor de Cristo por nós, a sua mensagem às crianças. E, amando-as, ao encontro delas onde estiverem, aproveitando

que estejamos alerta às oportunidades em casa, nas classes da Escola Bíblica nos cultos de crianças, nas escolas ou

métodos para a apresentação do Evangemensagem não se altera. As verdades devem ser comunicadas no poder da Palavra que é a espada do Espírito.

47

27

O professor deve pedir a direção de Deus quanto ao versículo que deve usar; a criança fica confusa se mostrar-lhe muitos textos de uma vez.


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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

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PHVTTE PARA A SALVAÇÃO

O pastor-evangelista Damy Ferreira relaciona alguns passos de um apelo:4* 1. Prepare o ambiente através da oração.

l corante peia a salvação (ou apelo) consiste em evangelizada oportunidade para ela se do presente da salvação. O Espírito Santo rã vida da criança, operando o novo nascimento. instrumento, o evangelista precisa de algo paia saber do invisível. O convite para a criança o Salvador, seguido de uma manifestação é um elo para identificar aquela criança que está e precisa de ajuda. Não deve ser algo que assuste, pressione ou persuada a criança.

2. Certifique-se de que mensagem.

todos

entenderam a

3. Explique, claramente, o que você quer de cada um que aceite a Cristo como seu Salvador. 4. O sinal pode ser por levantar a mão ou por vir à frente. A criança não tem problemas com ir à frente. 5. Procure evitar que outras crianças também levantem a mão só para imitar algumas que o estão fazendo.

• de fazer uma decisão de confiar-se a si mesma • Cnsftx é necessário que a criança entenda os •ff ••*"<- elementos básicos: l O amor de Deus — Esta é a base da salvação. Por - •::' de Deus, nós fomos criados, e Deus civiuu Jesus para nos salvar. 0 pecado - - Não é possível ser salvo sem a consciência de estar perdido. Por isso, é tndamental que a criança entenda que ela é uma pecadora. Não é necessário espantar ou assustar a marra Mas a convicção de pecado é necessária para a salvação. Jesus Cristo é o Salvador — A criança deve entender que Jesus Cristo é o Filho de Deus que iwni na Terra, morreu por nossos pecados e

6. Esclareça que não se recebe a Cristo mais de uma vez; esta decisão vale para toda a vida. 7. Separe as crianças que se decidiram e faça o trabalho de aconselhamento com elas. 8. Alguns cuidados especiais nesse aconselhamento: a) Teste a experiência que a criança teve. b) Procure saber se ela realmente está entendendo o que está fazendo. c) Leia para ela João 1:12 e 5:24. Mostre-lhe que o que Jesus dá, é para sempre. d) Procure mostrar à criança como agora poderá ter vitória sobre o pecado e vencer sempre com Cristo,

Requisitos para a salvação — Convicção de pecado, arrependimento, fé em Jesus Cristo e «sagração pessoal são passos básicos que a crença deve entender para a sua salvação. Bênçãos da salvação — Perdão pelos pecados, justificação, adoção na família de Deus e vida eterna i acontecimentos que acompanham a salvação — ; princípios precisam ser explicados à criança.

e) Mostre-lhe que Cristo agora é seu arnigo para sempre, até quando se tornar um adulto e até o fim da vida. f) Repita estas verdades várias vezes, até que tenha certeza de que a criança assimilou a mensagem. g) Ore com a criança, suplicando perdão por seus pecados, e agradeça a sua salvação em Cristo.

Quando se tem uma ênfase evangelística, pode-se «n apelo. Um problema do apelo é que as podem pensar que levantar a mão ou ir à seja algo necessário para a salvação. Assim, o lado ou o aspecto interior da decisão, antes de «"Britar decisão pública. 3 apelo deve ser feito bem claro — esclarecendo o ffann de salvação e o que se está convidando a criança fazer O convite deve ser fácil de entender e Quando uma criança manifestar-se, fale individualmente para descobrir por que se Se você sentir que ela não se decidiu, deve • o plano da salvação. E ainda voltar a trabalhar 1 eb no futuro, para que realmente entenda e ãKxa peio evangelho. , na evangelização de crianças, pode ser feito BK i ainj i ii i m pessoal ou de massa.

Se o evangelista está trabalhando só com uma criança ou duas, o apelo precisa ser diferente. O apelo virá de acordo com a conversa e com a aceitação da criança quanto ao assunto que se desenvolve. Terminando de expor o plano da salvação, e vendo que a criança entendeu, o evangelista naturalmente fará a transição para o apelo: "E agora, Marcos, diante do que você ouviu e entendeu, você quer entregar a sua vida a Jesus e recebê-lo como seu Salvador?" Dialogue com a criança sobre a decisão. Peca-lhe para acompanhá-lo numa oração. Faça uma oração simples de decisão. Depois da decisão, abrace-a e ore com ela, agora agradecendo a Deus por Ele atuar graciosamente na vida daquela criança.

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28

Damy Ferreira. Evangelismo Total. Editora Unigranrio/Horizonal, 2001 (4a ed.) p. 186-187.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO (ou apeio) possui algumas características r observadas, assim como o ambiente e a : para se identificar a criança decidida:49

durante o apelo e procurar as interessadas para o aconselhamento. O evangelista de crianças deve sempre se lembrar de que elas são por natureza imitadoras e, por isso, planejar com cuidado o método que vai usar ao fazer o apelo. A seguir, algumas sugestões para a manifestação visível da criança, que podem ser modificadas, evitando a rotina. Em atitude de oração (todos de cabeça baixa e olhos fechados), dirija-se às crianças, que atenderam ao apelo da seguinte forma: — Se você falou com o Senhor Jesus, recebendo-o como seu Salvador, mostre para mim (escolher urna das formas abaixo):

Convite claro, curto, pessoal, e positivo. A linguagem usada deve ser à criança e coerente com o fato da e com os demais pontos da mensagem da - isto toma o apelo claro. Curto, quer dizer n as palavras necessárias para uma completa -35 delongas. Pessoal, significa que deve ser direto à criança, tocando a sua Dizer: "Você quer...?". Um versículo bíblico é l nas frases do apelo e torna-o positivo. Ter andado com a imitação natural da criança e, evitar: "Assim como Zaqueu, você também

a) abrindo os seus olhos e olhando diretamente para mim, enquanto os outros continuam de olhos fechados;

Preferir dizer:

Zaqueu desceu da árvore e recebeu Jesus com Em Ap 3:20, Jesus diz: "Eis que estou à porta e Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, Se você nunca recebeu o Senhor Jesus Salvador. Ele está do lado de fora, batendo à i e querendo entrar em sua vida. E quando entra, perdoa o pecado, salva do castigo eterno e dá i vida. Você quer deixar Jesus entrar em sua vida? t reconhece que é pecador e crê que Jesus pode > seu Salvador? Você quer receber Jesus agora i seu Salvador? Então fale com Ele assim: 'Senhor eu sei que sou pecador e estou triste por causa -«us pecados; creio que o Senhor morreu por i e quero recebê-lo em minha vida, como meu Sriuador. Obrigado porque o Senhor me atende.

b) levantando uma de suas mãos, enquanto todos continuam de olhos fechados, inclusive você. Sua mão levantada, vai me dizer que você falou com Jesus agora; c) ficando em pé, em seu lugar, de olhos fechados. Esperar até que alguém chame você. O professor pode orientar a criança interessada e orar no ambiente onde ela ouviu a mensagem. E depois pedir a manifestação visível para encaminhá-la ao aconselhamento. Ou fazer um convite, pedindo que ela se manifeste visivelmente, para, depois, no aconselhamento, orientá-la a orar, recebendo o Salvador.

Não manipular O ministro de educação religiosa Eugene Jack Angus adverte:50

Ambiente Calmo e organizado. Num lugar agitado ::~ terrupções é difícil haver uma dacisão acjente. tornando quase impossível um nhamento durante o apelo. O evangelista de (professor ou mensageiro) deve estar atento às de seus ouvintes, ao lançar o convite para a . É um momento de decisão definitiva, quando •rago não deseja ser vencido. Em ambientes onde há muitas crianças, convém ter pessoas (conselheiros), em pontos estratégicos, para panhar o comportamento da turma, auxiliando na

As crianças são vulneráveis; é fácil manipulá-las. O professor precisa ser cuidadoso para que a criança não seja manipulada no sentido de fazer uma profissão de fé forçada. A manipulação pode ser sutil e o professor, com boas intenções, às vezes manipulará as crianças, sem o saber. Como? 1. Fazendo perguntas que sugerem uma determinada resposta. Por exemplo: Quer aceitar a Jesus? Quer ir para o inferno? Quer ser salvo e morar no Céu? Vai confessar a Jesus como seu Salvador? As respostas "sim" ou "não" a essas perguntas não levam a uma decisão genuína. 2. Oferecendo prémios para decisões. Assim, a criança entende a coisa erradamente: ela pensa que, se aceitar a Jesus, vai ganhar algo.

Mortificação Manifestação visível. E preciso a criança interessada no presente da No evangelismo pessoal ou em pequenos é mais fácil acompanhar a reação da criança í Apascenta os meus cordeiros. APEC, 2002 (12a

Eugene Jack Angus. EBF: Como alcançar pessoas e ensinar-lhes a Bíblia, JUERP. 1992. p. 49-50.

50

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO sr.to Ce a icdo de ir

1. Há quanto tempo você está pensando sobre este assunto? 2. O que entende sobre salvação? 3. Por que quer ser salvo? 4. Como explicar a um amigo o que está acontecendo com você? Respostas memorizadas não servem. As crianças podem usar um vocabulário religioso, sem entendimento do que estão dizendo.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO souber orar sozinha, ore com ela e diga-lhe para repetir com você a oração.) Se ela ainda não orou, recebendo o Salvador, deve ser orientada a fazer isto. Deixar claro que na oração ela fala com o Senhor Jesus. Se precisar de ajuda, o professor-conselheiro pode fazê-lo, mas é algo entre ela e o Senhor. Caso a criança prefira orar sozinha, pedir que seja em voz audível. Uma vez tendo a criança recebido Jesus como Salvador, continue conversando com ela; verifique se ela tem a certeza da salvação. A verificação já deve estar encaminhando a conversa para isso e. assim, deve-se continuar com a Bíblia aberta, mostrando versículos e explicando-os à criança, ou fazendo perguntas que favoreçam a compreensão dela. João 1:12 afirma que somos "feitos filhos de Deus" — uma vez filho, para sempre filho. João 5:24 é claro: "tem a vida eterna" - o verbo está no tempo presente; hoje. I João 5:11-13 também diz: "quem tem o Filho, tem a vida". João 10:28 não deixa dúvida: "...das mãos do Pai, ninguém pode tirar". Hebreus 13:5b reforça: "...Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". Os dois últimos são para segurança da salvação; selecionar o que achar melhor - - usar apenas um versículo. A seguir, procure mostrar-lhe como poderá obter vitória sobre o pecado. Explique-lhe que se voltar a pecar, deve se arrepender, confessar o seu pecado a Jesus e pedir-lhe perdão, pois Ele fica muito triste com o nosso pecado - "Você acha que nunca mais vai pecar?" Mostrar I Jo 1:8 e explicar sobre as duas naturezas do crente; ler I Jo 1:9 e orientar sobre a confissão de pecado. Uma boa resposta tem base bíblica. Ajudar a criança com um versículo. "Onde está Jesus agora?" "Como você responderia a alguém que lhe perguntasse se você é salvo?" Deixar a Bíblia falar, mencionando um versículo de segurança da salvação. — "Você sabe que agora tem dois aniversários?" Explicar sobre a família espiritual e a necessidade de crescer. Mencionar a oração e a leitura da Bíblia para o crescimento espiritual. A criança aprende que não precisa atender mais que uma vez ao apelo para aceitar Cristo corno Salvador. Uma vez recebido como Salvador, Cristo permanece sempre conosco (Hb 13:5b). Se a criança continuar a levantar sua mão, cada vez que o apelo for feito, o professor deve conversar novamente com ela sobre a certeza da sua salvação. Pode ser que a criança já adquiriu esta certeza, mas deseja repetir uma experiência agradável de confirmar publicamente que recebeu a Cristo. Procurar, calmamente, fazer a verificação e o início do aconselhamento sobre a vida cristã.

iTO SALVAÇÃO B a se manifestarem publicamente mas nunca demonstram fruto da : • - - • - - - • • • : - : "coração" do das crianças, é importante to. É a primeira conversa deve ter com a criança em receber o Salvador, que ficaram obscuros. a situação da criança com pie forneçam respostas completas e nanças são tímidas e podem ficar depois de algumas perguntas . sobre sua escola, família, i:: deve ser na força e na ternura do ç alguns versículos podem ser lidos se da souber. devem ser observados os nça atendeu ao apelo? r receber a Cristo. :: .::-.

radar ao professor. b reaí situação espiritual da criança. . MH haver atendido ao apelo, ou por -: - , í esteja imitando outra i agradar ao dirigente (professor), ou neza de salvação. Ou, ainda, porque da saívação. por haver pecado. Claro que são sinceras e realmente a ao alcance das crianças. mensagem da salvação com a Mostrar os versículos na Bíblia e jpria chanca os leia. que exijam respostas completas, tfessor descubra o que a criança : _ • : ' : ~.z: Nunca aceitar como i-SIM" ou "NÃO". ímu depois da classe?

e é pecador? (Mostrar a referência 3 que fez Jesus para salvá-lo? •cr que você faça? br com Jesus agora pedindo-lhe GB de sua vida? (Se a criança não

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO acenamos afirmativamente com a cabeça cada vez que ela diz algo que aprovamos. Mas, se ela se desvia do que está certo, não acenamos. E, com a rapidez de um computador, ela corrige o seu erro. Tome também como exemplo expressões como "Está certo" ou "Isso é bom". Inconscientemente, encorajamos a criança, modulando nossa conversa com esses termos. Ou, se você preferir um exemplo mais extremo, as declarações diretas de aprovação: "Estou tão feliz por 11 tão satisfeito por você estar pensando tomar aente!", "Tenho certeza que você decidido em relação ao que estivemos e fará a sua profissão de fé no próximo Tais declarações poderão, certamente, ser :-.: • :ue a criança tiver definido ; sentimentos e intenções. Elas erram r. ~:a estão apenas vagamente

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I- * COBBBBB •• valor apropriado. — Quando a conversa religiosa estivesse :..= r.. :ue maneira a ou direcionará o seu Como perceberá que é conversar sobre Deus, Jesus,

..

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no õor-Jngo seguinte. A professora, querendo saber mais sobre a experiência religiosa das duas meninas. paguntou: ~O que vocês querem dizer com isso?" As meninas, pacientemente, explicaram o processo de se ser mergulhado n"água pelo pastor. "Sm, mas digam-me: por que uma pessoa é batzaca?" retrucou a professora. "O que acontece com i pessoa depois que é batizada?" A resposta das meninas girou somente em torno de i como ir à EBD regularmente e "ser bom". Gostaríamos de saber se alguém, na igreja destas as ajudou a colocarem as suas ideias e sentimentos em suas próprias palavras. Nossa oração é que i entendimento delas sobre o que significa tornar-se aente e membro da igreja seja mais profundo do que ; -as observações indicam.

não

são

parecidos com • -- : -- rata da vizinha. Não precisamos deixar de dar a entender que consideramos os assuntos ocpiHhBik de maneira séria. No entanto, usando o tom costumeiro de conversar, podemos dizer ~Falar sobre assuntos espirituais é normal para nós dois. Eles fazem parte de nosso dia-a-dia." Procure ser natural e estar à vontade — Qualquer adulto que tenha ensinado a crianças pequenas por um longo período fica impressionado com as frequentes perguntas que elas fazem, extremamente difíceis de serem respondidas. De alguma forma, suas simples observações transformam-se bruscamente em profundos lagos teológicos. Nada diverte tanto um experiente professor de crianças quanto ouvir alguém declarar que deseja trabalhar com crianças porque não terá que saber muito da Bíblia. Pelo fato de crianças poderem fazer perguntas difíceis com tal facilidade e frequência, alguns de nós ficamos nervosos em conversar com elas. Porque as crianças são extremamente sinceras, nem sempre estamos à vontade em conversar com elas sobre qualquer assunto. Talvez pelo fato de os assuntos religiosos não terem sido muito discutidos conosco em nossa infância, tendemos a não nos sentir à vontade em conversas de religião com as crianças. Entretanto, estar à vontade na conversa com as crianças sobre tópicos religiosos é extremamente importante.

Abstenha-se de oferecer recompensas. — Ninguém dá às crianças recompensa em dinheiro por fazer profissão de fé. Todavia, muitos de nós, de vez em quando, de uma maneira ou de outra, temos recompensado a criança por dizer-nos o que queríamos ouvir. Os adultos têm um forte arsenal de prémios à sua disposição. A maioria das crianças deseja a aprovação dos adultos, e nós expressamos aprovação de várias maneiras. Tome como exemplo o aceno de aprovação. A chança está nos dizendo algo. Enquanto a ouvimos, Sagcstões oferecidas por Eugene Chamberlain. Quando eritmçapode crer? JUERP, 1991, p. 71-75.

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:::: 5~5_ BRASILEIRO D apara as pessoas de Deus.

mesmo como •IO — Uma pessoa pode confiar em seus pecados - Temos segurança no amor de :l-2 — Devemos servir a Deus como Mateus 10:32-33 — Devemos confessar Jesus Cristo publicamente. Resumo deste capítulo 1. Mostre à criança sua NECESSIDADE de salvação; que nem todas as pessoas irão para o Céu; que ninguém é suficientemente bom para ir (Rm 3:23; Ap 21:27; Jo 8:21,24). 2. Mostre-lhe o CAMINHO da salvação. A salvação é um presente gratuito porque o Senhor Jesus tomou o nosso lugar na cruz, foi sepultado e ressuscitou dentre os mortos (Jo 3:16; Ef 2:8; I Co 15:3-4). 3. Leve-a a RECEBER o presente da salvação, Jesus Cristo, confiando nele como seu Salvador pessoal (Jo 1:12; Ap 3:20). 4. Através da Palavra de Deus, ajude-a a TER SEGURANÇA de sua salvação (Jo 3:36; Ap 3:20; Hb 13:5). 5. Leve-a a CONFESSAR a Cristo (Mt 10:32). Esta confissão deve ser feita a você, a outros obreiros, e depois aos amigos. Se as circunstâncias permitirem, a criança poderá fazê-lo até mesmo num programa da igreja.

sovem para desviar a

HCS reter 2 raexa aprovação das pessoas com Adiamos que falhamos jadimos a outra pessoa a - quer falemos de pasta de relações pessoais ou religião. darem do nosso ponto de vista é abrir espaço para tal é -: ;~ í< trata ido de crianças bs raramente discordam de nós por ou pelo desejo de dissuadir-nos das frequentemente não têm para compreender nossos pontos Se nossos pontos de vista são correios, confiar que as crianças os venham a entender de sua imaturidade. Mas devemos manter os canais de comunicação.

Você pode falar efetivamente do Evangelho com o seu filho ou com as crianças a quem ensina. Lembre-se destes simples princípios, em resumo: •Não use a linguagem eclesiástica. •Evite as armadilhas comuns que impedem o entendimento. •Cultive boas habilidades de conversação. • Pratique suas habilidades de conversar com a criança em todas as oportunidades. Desenvolver essas habilidades, falando sobre todos as tipos de assuntos, pode ser-lhe útil quando quiser falar de religião. •Avalie honestamente toda conversa (sobre qualquer assunto) que você tenha com uma criança, para determinar a sua eficiência em ouvir e expressar ideias.

da Bíblia na evangelização infantil dos versículos anteriormente mencionados cada parte do plano da salvação, outros na Escrituras. Entretanto, com crianças, apenas um deles. É importante que o sai» de cor os versículos, escolhendo um para cada situação ensinada. O uso da (escrita ou falada) é imprescindível na o plano bíblico da salvação? têm experiência nenhuma no da Bíblia para a evangelização. O professormelhor e terá mais confiança se ainuns versículos básicos para apresentar o salvação: deve saber bem como abrir a Bíblia 3 caminho da salvação. Se a criança ler os mais envolvida na apresentação e ara melhor deles. seguintes são de versículos que podem ajudar uma criança a entender a oferta -:-:

Nota: Caro professor, finda aqui o aconselhamento, mas não a sua missão. Continue orando por seus alunos recém-convertidos e confie na ação do Espírito Santo em suas vidas, não se esquecendo de, sempre que possível, conversar com eles individualmente.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO A atuação do professor pode ser negativa ou positiva, mas ele sempre exerce influência. A seguir, mais algumas virtudes e características de um professor:

III

Física • Boa saúde • Boa aparência • Postura correia • Boa voz

ROFESSOR - EVANGELISTA DE CRIANÇAS

Sociais • Entusiasmo pelo seu trabalho • Otimista • Simpático • Paciente e perseverante • Objetivo • Compreensivo • Auto controle e força de vontade • Comunicabilidade natural

icgpo comunicar a mensagem salvadora, ; crianças. Levar uma criança a Cristo é pois será uma vida inteira a serviço do TOT. É dele que ouvimos: "Vocês não me ; eu os escolhi para irem e darem fruto, m permaneça...' (Jo 15:16). ttar com crianças é uma responsabilidade 3 perfil de homens e mulheres que o • pode utilizar para fazer diferença na vida das

Morais • Genuína humildade • Fiel aos princípios de sua igreja • Altruísta • Pontual • Respeita opiniões alheias • Respeita o que é justo e correio • Amor espontâneo pelo próximo

básica: Uma experiência clara de e de discipulado. •ar não é apenas transmitir informações; antes é transmitir vida! Pois a aprendizagem envolve •. comportamento. O nosso ensino produzirá na vida de nossos alunos quando tiver iteansformação primeiro em nós — "Não que reivindicar qualquer coisa com base em • próprias méritos, mas a nossa capacidade vem rDteiT 01 Co 3:5).

intelectuais • Dedicação ao estudo e à leitura • Facilidade de comunicação • Cultura bíblica • Capacidade de concentração • Criatividade

Características gerais de um bom

Espiritual • Convicção de sua salvação • Convicção do seu chamado ao ensino • Ser homem ou mulher de poder, ungido pelo Espírito Santo • Ser homem ou mulher de oração • Consagrado

dedicado e vocacionado por Deus. | Amar e compreender as crianças. - visão da necessidade de ganhar as crianças " -' Ter senso de responsabilidade e pontualidade. parar tempo para a preparação da aula.

Talvez você pense: "Nunca encontrei professores tão perfeitos assim!" Sim, dificilmente um professor terá TODAS estas qualidades juntas. Mas, acima de tudo, o professor deve ser uma pessoa que se coloca nas mãos do Senhor, para aprender dele como deve ser em todas as áreas de sua vida.

r Vver uma vida cristocêntrica. Dtarbom exemplo em sua vida diária. > Depender do Espírito Santo. í Ser ira cristão de oração. EsKidar a Bíblia e ministrá-la com fidelidade. ao desanimar facilmente. Esar pnjntu a receber sugestões e ideias de r bons resultados na vida de seus alunos.

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SBWNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

EjivoKendo-se com o aluno

A vida de estudos do professor-evangelista de crianças

?or que se envolver?

Nb bto de vários alunos da igreja terem apenas o ca EBD. devemos, de alguma forma, nos r mm dês fora do contexto da sala de aula. Os são vários: ampliar nosso ministério, o crescimento espiritual dos alunos, a amizade, evangelizar e desenvolver a i dos pais.

"Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade." (II Tm 2:15). Nesta passagem, "procure" significa "diligencie" ou "estude para" ou "faça o máximo". A persistência disciplinada de um professor que "procura apresentarse a Deus aprovado" inclui também os seguintes aspectos: 1. Empenhar tempo para estudo. Saber como maximizar, organizar e utilizar o tempo, ou seja, promover a mordomia do tempo. Para tanto, precisa reconsiderar os alvos, buscar as prioridades, utilizar de maneira construtiva os atrasos ou tempos de espera, discernir a hora de Deus, delegar parte do trabalho ou desapegar de responsabilidades secundárias e ter tempo de folga para restauração (hora tranquila com Deus), relaxação (lazer) e recreação (atividade física que ajude manter um corpo saudável).

Como se envolver? . - : -;-;..:. - visitar o Jar - conhecendo o contexto de vida de seus alunos e as suas necessidades básicas, poderá aplicar os ensinos bíblicos e observar de i seu progresso espiritual. Observe como o aluno é pelos pais, o espaço físico em que vive, seus .Racionamentos, sua educação, as influências •prefr«fc»* da escola e dos amigos. Você poderá também enviar um cartão de arrversário. visitar se estiver enfermo, levar para fazer •m passeio, lanchar em sua casa etc. Todas essas .Mudes e atividades são válidas. Entretanto, se queremos mesmo nos envolver com nossos alunos, não existe forma melhor do que pela oração. Orando, aprendemos a amar os nossos alunos mais difíceis, : irr.os o senso de responsabilidade e fomisso e nos fortalecemos para levar em frente ene trabalho. Haverá momentos em que só pela ação Espáiío Santo você poderá perceber, agir, saber o que seu aluno pensa, sente e solucionar seus problemas

2. Empregar ferramentas de estudo. Elas precisam ser acessíveis, disponíveis e adaptáveis e se classificam em três categorias: a) Ferramentas de pesquisa: concordância bíblica, manual bíblico, dicionário bíblico. b) Ferramentas de recursos: comentários bíblicos, livros doutrinários, publicações gerais para informação e edificação. Psicologia Infantil, Estilos de Aprendizagem, Métodos de Ensino e Recursos Didáticos. c) Ferramentas de consulta: arquivo de material relacionado com as áreas principais de atuação do professor.

O professor e a sua vida de oração É preciso lembrar que nada podemos fazer antes de ) trabalho com crianças, onde quer que seja não terá proveito sem que o professor tempo diante de Deus em oração. A vitória o inimigo será alcançada pela oração, e o sairá para o trabalho confiante no Senhor.

3. O texto para estudo. Refere-se à pregação evangelística da Palavra de Deus, a exposição do texto bíblico, com a recomendação de manejar bem a palavra da verdade, ou seja, usar a palavra da verdade sem distorção, ter habilidade de aplicar partes ou aspectos da verdade.

One para que você possa ser um instrumento a ser.iço do Mestre.

Nota: Nesta apostila, diversas obras e materiais são citados como possíveis ferramentas para uso do professor-evangelista de crianças.

OUB pefa preparação de sua lição em cada detalhe. Otee por aqueles que trabalham com você. crianças da classe: salvação, crescimento e : .-_; :

pekjs pais e pelos lares representados por seus e meninas em todo o mundo e que trabalham a fim de ganhá-los para

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SeoNÁRio TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

lembretes importantes

• Atenção: o tempo de atenção de cada criança está relacionado com sua idade.52 O professor influi na atenção de seus alunos, nos seguintes aspectos: aparência pessoal, expressões corporais e faciais, voz, vocabulário. Esses podem ser pontos positivos ou negativos diante da classe. E. ainda que o professor se cuide, é possível haver desatenção de alguma criança, o que pode ser corrigido chamandoa pelo nome, com bondade, evitando alterar a voz.

bem a fição ou história que você vai ensinar, com suas próprias palavras. todo o material que você vai usar com O aluno deve, ao entrar na sala ou de reunião, encontrar tudo em seus lugares dfanekxyaíos. cenários, quadro-negro etc.) Cascar da aparência pessoal é. muito importante para i ensina. Estar sempre sorridente, bem disposto, com simplicidade, porém muito limpo, , penteado e com os calçados bern engraxados, i exagere, seja um tanto natural, pois elegância demasiada pode prender a da criança, desviando-a de ser envolvida oorrpietamente pela mensagem bíblica que você vai «uiãu. Lembre-se que a criança é imitadora.

Não se esqueça de que sua missão é importantíssima e que você está transmitindo à criança a Palavra de Deus. Portanto, deixe Cristo aparecer através de você! Fique na dependência do Espírito Santo. Finalmente, faça tudo que puder pela causa do Mestre. Você é um professor, evangelista de criança! Insista! Pregue! Fale! Ore! Ensine e alcance as crianças para Cristo!

3: com o rosto, as mãos, a cabeça etc. Todo corpo do professor pode reforçar os fatos da i e realçar o ensino. O rosto irradiando amor, e entusiasmo, bem como os olhos nte nos alunos, prendem a atenção da O equilíbrio nas expressões corporais é fator •portante. pois exagerado, sem harmonia, provoca Convém observar a idade das crianças explorar as expressões corporais que são mais pelos menores e pouco aceitas pelos

Voe é o poder de verbalizar as ideias, dar vida ao nte. modificando a cena, criando um clima de representando os diferentes personada história etc. Pode-se variar a velocidade e a da voz, atraindo assim a atenção dos para alguma parte empolgante da lição. quer dizer mais alto ou mais baixo. é devagar, normal ou mais depressa. Os muito alto ou muito baixo, lento demais depressa podem atrapalhar a comuni: preciso haver equilíbrio, e o professor ! òeve treinar com antecedência.

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c evitar palavras difíceis. Se for necessário ian termo desconhecido, explicá-lo logo tendo o cuidado de verificar se as ideram. Procurar usar expressões sugiram ação. Exemplo: "Joãozinho alegria', ao invés de simplesmente dizer: i muito alegre"

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As características de cada idade (Psicologia da Criança) e os métodos adequados para alcançá-las são assuntos da disciplina "Didática".


SMNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

isso evangelístico

Alguns termos comuns traduzidos: VOCABULÁRIO ECLESIÁSTICO

on Departamento Infantil que alcance • Jesus Cristo, é necessário que cada swangelísrico. Para tanto, a equipe deve ser

Ir (venha) à frente

raero. todos os professores devem desenvolver a Caõe para relatar sua conversão pessoal e ardhar sua fé. em palavras que qualquer criança loaender53 Pode fazer isso por:

Deixar que as pessoas da igreja saibam o que Jesus fez por você.

Comprometer a sua vida Prometer a Jesus que você tentará sempre agradar-lhe em tudo o que fizer.

oca em relatar a conversão pessoal, numa que todos possam entender. Muitas são por demais usadas ou têm um sentido para o crente; com essas palavras especiais dizendo não tem o mesmo sentido para a que não é crente. Durante uma reunião com de professores, faz-se uma lista de palavras iam: 'nascer de novo", "orar", "crer", "vida ". "aceitar Jesus em seu coração", "ser salvo", *anepender-se". "Salvador", "Senhor" etc. Então membro da equipe, sem usar aquelas expressões da lista anterior, tenta relatar o seguinte: 'jiiha vida antes de eu me tornar evangélico.

Dar o seu coração a Jesus ou Ter Jesus como Salvador

Confiar em Jesus, para que ajude você a viver como Ele quer que você viva cada dia.

Estar perdido

Não confiar em Jesus como o seu Salvador e ajudador diário.

Estar salvo

Confiar em Jesus, para perdoá-lo por ter desagradado a Ele. À pessoa está salva quando quer viver para Jesus pelo resto da vida.

Fazer profissão de fé

Deixar que as outras pessoas saibam que você prometeu a Jesus tentar viver sempre da maneira que Ele quer que você viva.

2. Além de saber como partilhar sua conversão, a equipe deve saber discernir quando uma criança está sob a convicção. Alguns sinais dessa convicção são os seguintes: a) A criança pergunta sobre coisas espirituais. b) A criança demonstra um nível de atividade diferente, indicando que algo a está perturbando.

) que chamou minha atenção para a necessidade da salvação. 3 que influiu para eu me tornar crente. jomo minha vida mudou desde essa decisão. D que Cristo está fazendo em minha vida hoje.

c) A criança tem medos exagerados. d) Algumas crianças demonstram interesse pelo estudo bíblico. e) A criança inicia uma conversa; quando muda de assunto e fala sobre coisas espirituais, talvez esteja sob a convicção. Mas, às vezes, uma criança pode demonstrar sinais assim e não estar sob convicção ainda. Cada criança é diferente. Assim, é necessário ser sensível a cada criança, procurando identificar esses sinais, falando com ela, incentivando-a e respondendo às suas perguntas.

: I ; - - : 23'^cuse, pastor da Décima igreja de Filadéfia (EUA), optou por um meio insólito, , para explicar a graça da encarnação à sua quando a sra. Barnhouse, esposa e mãe, faleceu. A :T•:.-•:, íz oai: "Se Jesus morreu, por que a fnha de morrer?". Barnhouse refletiu, buscando uma ilustração que fosse propícia, até que, por deparou com uma quando se dirigiam ao funeral. Era ensolarado de verão. Um caminhão-reboque enorme, por etes, fez sombra no carro onde estavam e

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TRADUÇÃO

3. Muitas crianças (e adultos também) têm a ideia de que ser membro da igreja é a mesma coisa que ser crente. O professor deve ter habilidade para explicar que ser membro da igreja e ser crente são realidades diferentes, mas que têm ligação.

de ser atropelada por um caminhão — pastor — ou pela sua sombra? exclamou a menininha. foi atopetado pelo caminhão, mas a mamãe só pela sombra dele. da graça confortou o coração

4. A equipe de professores deve aprender a responder às perguntas das crianças. a) Saber que cada pergunta precisa de uma resposta. b) Dar atenção a cada pergunta, logo que possível. c) Descobrir por que a criança está fazendo tal pergunta. d) Ser aberta e disponível às crianças.

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SBCNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Ofc objetivos e o processo de idizagem

Objetivos dão informação aos alunos sobre o que se espera deles, a fim de que possam orientar seus esforços para o que é importante na aprendizagem, aumentando, dessa forma, a probabilidade de sucesso. Os objetivos também servem para diagnosticar e prescrever, permitindo avaliar onde o aluno está, o progresso feito e o que ainda é necessário fazer.

profissional e ministerial de um professor t sã responsabilidade sobre os destinos do l\MÍanfc>. cada currículo, cada curso e cada aula i ter propósitos bem definidos. Esses propósitos ser bem conhecidos tanto pelo professor quanto e seus pais. Dificilmente o professor e seus iseguirão chegar a qualquer lugar se eles não de antemão aonde desejam ou precisam

A falta de objetivos claros toma difícil saber se um aluno ou um professor atingiram os resultados desejados. O uso de cbjetivos deve levar em conta as diferenças individuais. Respeitar diferenças não significa abrir mão dos objetivos, e sim, oferecer possibilidades diversas, alternativas e/ou adicionais para os alunos atingirem os níveis de desempenho estabelecidos. Basicamente, há três opções para o professor: manter os mesmos objetivos e variar as estratégias (tempo, materiais, apoio pessoal, tutoria, contraturno etc.j; manter apenas parte dos objetivos para acomodar diferenças individuais de capacidade, interesse ou esforço; ou estabelecer objetivos diferenciados.

são declarações específicas a respeito do pretende lograr, e com que nível de proficiência, expressos de forma mensurável, visível, quantifica vel. r-• - ma ntenção de um desejo ou propósito. c»|»aMJ em termos das mudanças que serão xacas no aluno: deve expressar o que o aluno saber e pode fazer depois da aula ou do curso. medida em que a aprendizagem é apenas erienca — pois é algo que ocorre dentro da mente do rV-~ e que não pode ser observado diretamente —, o r deve decidir que tipo de evidência observável para provar que o aluno chegou aonde i chegar. Como assegurar ou provar que o aluno ; aprendeu? pmdpai vantagem de trabalhar com objetivos é cies direcionam a atividade da aprendizagem, Ffr"*""1*"" ordem, propósito e condições para a rinagem. bem como fornecem critérios para avaiv se eia ocorreu. Objetivos bem elaborados sugerem - que podem e devem ser múltiplas — a espero de como alcançá-los. rnportante não é o material, método ou teoria para ensinar e, sim, o fato de o aluno aprender propriedade. É responsabilidade do professor seu material ou método sempre que eles não i ajudando o aluno a atingir os objetivos. Mas • só saberá se um método funciona ou não se i avaliar o desempenho do aluno: não existe i de intrínseco a nenhum método que o torne, em o objetivo do ensino. Se o aluno não os resultados, será preciso rever, ou mesmo de método, estratégia ou abordagem. Daí a ; de existirem objerivos — sem eles torna-se -ao impossível, avaliar o resultado da ação do •CKSKX. da escola e do esforço do aluno.

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SBHNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Três Parábolas :•—•=

*#* Tomei uma criança pela mão. Eu deveria levá-la ao Pai. Senti-me esmagada pela multidão de coisas que deveria ensinar-lhe. Não nos dem oramos, mas corremos todo o caminho. Num minuto compará-vamos as folhas das árvores e no seguinte examin. Eu lhe ensinara tantas, tantas coisas.ávamos o ninho de um pássaro. Enquanto a criança me fazia perguntas a respeito, eu a empurrava para caçar uma borboleta. Se por acaso adormecia eu a despertava, a fim de que não perdesse nada. Eu queria que ela visse. Falamos do Pai muitas vezes e rapidamente. Derramei em seus ouvidos todas as histórias que deveria saber, mas fomos em diversas ocasiões interrompidas pelo soprar do vento, do qual devíamos falar; pelo sair das estrelas, que tínhamos de estudar; pelo riacho murmurante, que precisávamos acompanhar até sua fonte. E então, ao cair do dia, encontramos o Pai. A criança o olhou de relance. O Pai estendeu-lhe a mão, mas ela não se interessou o bastante para toma-la. Pontos febris queimavam em seu rosto, ela caiu exausta no chão e adormeceu. Eu estava de novo entre a criança e o Pai. Refleti. Eu lhe ensinara tantas, tantas coisas.

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_"^e cnança pela mão, a fim de juntos parte do caminho. Eu deveria ao Pai. A tarefa me amedrontou, tão me pareceu a responsabilidade. Falei,

com a criança apenas sobre o Pai. Pintei a ••---. :::-

::

= a!,

caso ela o desagradasse.

*** Tomei uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Meu coração estava cheio de gratidão pelo alegre privilégio. Andamos devagar. Moderei meus passos pelos dela. Falamos das coisas que a criança ia notando. Algumas vezes era um dos pássaros do Pai: observamos quando construía seu ninho e vimos os ovos que nele depositava. Conversamos depois sobre os cuidados que ele tinha com os filhotes. Outras vezes apanhávamos as flores do Pai e acariciávamos as pétalas macias, apreciando suas lindas cores. Com frequência contávamos histórias do Pai. Eu as contava à criança e ela para mim. Nós contávamos uma para a outra essas histórias, repetidamente. De tempo a tempos parávamos, encostando nas árvores do Pai e deixando que o ar feito por Ele refrescasse nosso rosto, sem falar. E então ao fim do dia, encontramos o Pai. Os olhos da criança brilharam. Ela olhou com amor, confiança e alegria para a face do Pai, colocando sua mão na mão dele. Naquele momento fui esquecida. E me alegrei.

Jtadamos sob as árvores altas e eu disse que o Pai • - ; ::;er para derrubá-las num minuto, com - 5 raios possantes. Andamos ao sol, e lhe falei sobre a grandeza do Pai que fez o sol ardente, ::: - :: Ao cair da tarde, um dia, nos encontramos com PoL A criança se escondeu por trás de mim; medo, não queria olhar para aquela face tão de amor. Ela lembrou-se de minha 3; não quis colocar sua mãozinha na mão Paà. fiquei entre a criança e o Pai. Refleti. Eu s :: :i: ::^ic^enciosa, tão séria.

:•:• - --- ' ---. --' err sej livro Chrístian Nurture of ("Educação Cristã dos Filhos"). Citadas por John M. Necessidades Básicas da Criança. Editora 1999(12*60.). p. 101-103.

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- - '-.---

=-ÍI.EIRO

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pé a cnança veja a si mesma nas apresentadas: serve também para XÉD peia arte: ajuda na formação de •iuz a pensamentos nobres. nõade entre o aluno e o professor. cnança na resolução de problemas ia o desejo de ser útil a Deus e ao

de uma 5>blica

história

professor precisa saber que, ao aceitar a de contar uma história bíblica para uma dhne de crianças, está assumindo um compromisso Deus. Quando falamos às crianças, estamos sendo : somente narradores de histórias, mas porta-vozes â Raiawra de Deus. Precisamos fazer com dedicação e > trabalho que nos foi confiado, pois a Bíblia Hafcfito o que faz com negligência o trabalho do 48:10). Buscando ter bom resultado, •i^MiJiioc entregarmo-nos a nós mesmos nas mãos do Senhor, para que Ele nos use conforme a sua santa vontade e. assim, possamos ficar humildemente na :;:-: :. : :- :~.: Efpirito Santo. êxito no trabalho, com seus múltiplos resultados, pertence ao Senhor Jesus. Quanto ao professor, deve: r. estudar o texto bíblico e o seu contexto, estudar a fazer um esboço da lição, preparar o material vãual com antecedência e treinar a melhor maneira de apresentá-lo. Cada história pode ser dividida (esboçada) em quatro partes necessárias ao seu bom êxito:

d) Procurar envolver os ouvintes. e) Usar recursos atrativos, conforme a história, tais como: — Uma frase inicial: "Ele desapareceu..." - Um objeto escondido numa caixa para que as crianças descubram o que é, — Perguntar: "Quem?", "Onde?" - Um conto rápido, como ponto inicial de contato com a classe. — Uma gravura expressiva. O professor deve pensar na introdução de uma história, depois de estudá-la bastante, pois cada história tem um problema a ser resolvido e este tem de ser apresentado no início. Não se pode esquecer que o começo e o clímax têm relação um com o outro, sendo que o clímax é o ponto onde é solucionado o problema. Andamento ou corpo da história: É o desenrolar dos acontecimentos. O professor faz comparações, correlacionando os feitos e também as atitudes das personagens da história, com a vida da criança, mostrando: a) Para as crianças não-saluas: os pontos principais do caminho da salvação (antes de chegar ao clímax): — O amor de Deus para conosco. — Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Representação gráfica do esboço da história

Introdução: Deve ser bem interessante para chamar a atenção e despertar interesse da classe. Uma boa introdução faz o auditório desejar ouvir o resto da -ÍT breve. b) Ser claro (usar vocabulário ao alcance da : :- -:: c) Demonstrar alegria (expressão facial).

Começo

caminho da salvação ensino à cnança salva (desafio]

apelo Honcliisãn

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l;

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?:_: 3ico BETEL BRASILEIRO

Conclusão: A parte final da história deve ter um motivo definido, isto é. a história deve levar ao ouvinte uma verdade espiritual e real. uma mensagem de vida ou lição moral. Se a conclusão for bem feita, os pensamentos se fixam no clímax. A conclusão deve ser rápida, vindo a seguir o apelo para as crianças nãosalvas, deixando bem claro que a salvação é um presente de Deus, que deve ser recebido para que se possa ter certeza da vida eterna em Jesus Cristo.

-Opecado: todos pecaram (Rm3:23). - Jesus morreu em nosso lugar; o valor de seu •pedenamado (IJo l:7b). — Dnstc ressurretc i salvação como um presente que precisa ser .(fc 1:12). as crianças salvas: ensinamentos para o espiritual e o serviço ao Mestre, oferecendo aplicações práticas que devem ser repetidas três vezes durante a história. pessoal é a lição que se tira da da história para a vida da criança salva, ••••ando-lhe como o Senhor deseja que ela proceda É de muita importância a aplicação, ; esclarece o ensino. Serve ainda para responder ; perguntas: Quando? Como? Por quê? Onde?, iferentes aplicações pessoais. Exemplos: Na hisde Jonas (Jn l a 4) o ensino é: ser obediente e r o próximo. As aplicações podem ser: não a Deus; não tentar fugir da presença de não mentir; não desejar mal ao próximo; não arfar as pessoas etc.

NOTAS 1. Ao comunicar a lição, o professor usa sua imaginação. Mas, ao acrescentar detalhes que não se encontram no texto, é bom dizer: "Pode ser que..." ou "Isto não está no texto, mas, talvez..."; ou ainda: "A Bíblia não esclarece, mas eu imagino que...". 2. Usar a Bíblia diante dos alunos, lendo pequenas frases diretamente do texto, enquanto mantém-se atento às reações deles. 3. Perguntas são recursos no ensino e devem ser bem formuladas, esperando-se as respostas completas. Evitar perguntas que possam ter respostas evasivas ou simplesmente o "sim" ou "não". Procurar variar o tipo de pergunta, explorando a imaginação, o raciocínio e a memória dos alunos.

3 professor deve falar diretamente à criança, usando a opressão "Você, que já aceitou a Jesus, Deus quer agora que você... (faça isto ou aquilo)", levando cada rânça a sentir que Deus está falando para ela através do professor.

Exemplo Jesus e o centurião de Cafarnaum (Mt 8:5-13). O versículo para decorar pode ser feito em cartaz visualizado: "Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé". O centurião demonstrou fé. Em quem? Em favor de quem? Para alcançar o quê? O ensino é um só, com três ligações. A aplicação pessoal pode ser tirada conforme a história de uma só pessoa ou de várias pessoas, levando-se em consideração os acontecimentos e atitudes relacionados com elas. Ilustração sugerida: uma roda de carro. Eixo = ensino à criança salva. Aros = ligações da história com as aplicações pessoais. Arco = aplicações pessoais.

^ primeira oportunidade para a aplicação deve ser não da história, e as outras antes do clímax, de ••'•'ifni i i Também, pode-se aproveitar o versículo para decorar, aplicando-o de várias maneiras, como: Deus quer que você: — aprenda a adorá-lo; — agradeça-lhe pelas bênçãos recebidas; — sinta alegria em Cristo Jesus; — tenha convicção da salvação; — seja purificado pelo sangue de Jesus etc. > andamento ou corpo da história depende o seu dfenax- Qualquer ato ou acontecimento que não leve ao cSmax, enfraquece a história e, isto acontecendo, o perde seu objetivo. Portanto, nesta parte da deve prosseguir com "o problema" até chegar ao dmax. onde será encontrada a "solução". E o coração da história; o ponto onde o na é resolvido — deve ser dado no final da i para manter o interesse da criança. r bem o clímax, observar o seguinte: i facial. oração da voz (misteriosa, solene, sentimental, farte et. de acordo com o desenrolar dos fatos). ^stos certos no momento certo. Pausas (intercaladas na história para que o ouvinte • de refletir e assimilar).

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COMO CONTAR HISTORIA PARA

5. É necessária também uma atenção especial para com a voz. Ela precisa soar dará, flexível, agradável. É preciso cuidado na pronúncia das palavras. Elas precisam ser bem compreendidas e decodificadas por seus ouvintes. Para isso, faz-se necessária uma adaptação da voz aos personagens da história e ao vocabulário dos ouvintes. As palavras precisam transmitir toda a intensidade vivida pelos personagens da história. 6. Quanto aos diálogos entre as pessoas na história, o professor deve usar citações airetamente. É melhor não usar os verbos: "disse", "perguntou", "respondeu". Por exemplo: "Aonde vamos, mamãe? - perguntou João." É óbvio que é João quem está perguntando, e por isso não é necessário dizer: "perguntou João". Identifique as pessoas da história pelos tons da voz. 7. Para que o professor possa ter um bom desenvolvimento, é necessário não sobrecarregar a história com descrições sem importância. Isto torna a história cansativa aos ouvidos das crianças. Com o tempo e a prática, cada professor notará aqueles detalhes que mais prendem a atenção de seus respectivos alunos. Entretanto, sempre haverá uma variação, de acordo com cada faixa etária e a realidade de cada um deles. 8. É importante que o professor utilize palavras que denotem acão, como: andar, correr, fazer, ir. Isto dá à história movimento, ação e interesse. Além destas sugestões, é importante considerar o seguinte: Se as crianças, durante o relato, estiverem inquietas e perderem facilmente o interesse pela história, pode ser que: a) a história seja muito longa; b) a história não seja apropriada para a idade; c) a história não esteja sendo bem contada. O professor deve avaliar com atenção as reações das crianças após contar a história. É importante saber se elas mantiveram sua atenção fixa; se após o término da história fizeram alguma pergunta; ou quais foram os comentários ou resultados alcançados. Levando-se em conta que as crianças gostam de ouvir sobre assuntos familiares, a história deve incluir pessoas, lugares e incidentes que já sejam familiares a elas. Isto se aplica a qualquer tipo de história, tanto de ficção como verídicas. Entretanto, as crianças também gostam de ouvir sobre pessoas, lugares e coisas desconhecidas, como, por exemplo, crianças de outros países e sua maneira de viver. Isto pode incluir sua comida, roupas, casas e experiências. Lembre-se de que deve referir-se aos detalhes, mas não deve sobrecarregar seu relato com eles. Você notará a importância das histórias pela maneira como as crianças participam das atividades subsequentes. Concluindo, duas recomendações importantes para quem deseja ser um bom contador de histórias: 1. Evite ler a história quando ela destina-se a um grupo de crianças. Esta é uma prática válida somente quando se trata de apenas uma criança, nunca de um grupo. Se você ler a história para as crianças, elas facilmente notarão que você não está adequadamente preparado. E muitas vezes são sinceras e corajosas o suficiente para confrontá-lo com este fato. O melhor método a ser seguido é o de ler várias vezes a história, assimilar seu conteúdo e transmiti-la com suas próprias palavras. Evite decorá-la ao pé da letra. Use sua criatividade. 2. Evite utilizar figuras ou qualquer outro recurso audiovisual que não estejam em bom estado de conservação. Não os utilize se estiverem sujos, rasgados, amassados. As crianças merecem o melhor, e invariavelmente observam quando não recebem esse tratamento.

inr esclarece ainda mais este importante íJTsnar crianças não basta, simplesmente, í :•: = :-:;:; T uco isto é importante, mas Para ser um bom professor de crianças, ::-:-e=-cé-las e amá-las individualmente. E oescobrir uma forma que vá produzir a desejada na vida delas. O professor precisa eficazes que possam guiar a criança no ide ensino-aprendizagem. A utilização de histórias •onor-se um excelente veículo na consecução dos

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--..-r.'.'.• B~EL BRASILEIRO

sen a propriedade de ser um estímulo ao da atenção, da imaginação, da de hábitos saudáveis; amplia o horizonte das í ;: : : - - T : -lento".56 cuase todas as pessoas já tenham ouvido durante sua vida, não é verdade que qualquer contar bem. É uma verdadeira arte e um - ::.::; o saber contar histórias. E como arte, r desenvolvida através da prática e do treinamento, i história ou conto é um relato de um acontecimento •naginário. Pode ter como personagens coisas, i ou pessoas. -_ : ; - ; - : ; : - amam as histórias. Elas gostam mais ainda, anoc são contadas por alguém que sabe fazê-lo. O pHjfessur experiente possui sua própria forma de Nstórias, mas, ainda que já tenha uma certa nessa arte, todo professor deve procurar •ainda mais. Seguen algumas sugestões importantes para quem i desenvolver-se nesta arte: Mês de começar a contar a história, o professor deve se assegurar de que todas as crianças estejam bem nocadas. As crianças podem e devem ser colocadas . : íísentacas no chão. E o professor, na nedkta do possível, deve fazê-lo também. Seria bom se o professor sempre pudesse ficar no mesmo plano que seus alunos. D professor deve assegurar-se de que atraiu a atenção de seus alunos antes de iniciar o relato da história, caiando nos olhos de cada criança, e não somente nos :•; :- :_-:.- içinco assim, a criança sentirá que o puftatiui sabe que ela está ali, escutando-o. Cada -.: :•=.•€ ;er:ir que o professor está contando a história para ela própria. necessário que o professor envolva-se por completo a história. Ele precisa ser capaz de transmitir aos tudo aquilo que o autor quis transmitir com a (no caso de ficção) ou tudo aquilo que os personagens viveram na realidade (no caso de um fato D). Ele não poder transmitir apenas o mento" da história, mas precisa "vivê-la". sío a tomará "real" para a criança. : precisa envolver não só sua mente, mas todo o seu corpo, na transmissão da história. pés, olhos, gestos, sorrisos, tudo concorrer para transportar para a imaginação informações que as façam envolver-se com da história. O Educador. JUERP. Ano III, n° 8,1° Trimestre/1995, j Jo e REGO. Sitvana Cristina B. A criança de O -.: ; : r ' : -; _ r " E E ; :3

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SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

bíblicas que ensinam verdades bíblicas, mas da Palavra de Deus. São tiradas de do cobdiano; geralmente, abrangem temas datas especiais. São úteis após uma série mas nunca devem substituir a lição enfatuar temas, como: geralmente cie uma criança que tem esta ou outro fato que explique algum aspecto to: mostra experiências que exemplificam crescer na vida cristã.

A História do Barquinho Um menino gostava muito de brincar na praia. Certa vez, ele viu, na vitrine, um barquinho muito bonito, e todos os dias pedia ao seu papai para comprá-lo. Mas, o papai, naquela ocasião não podia arranjar o dinheiro para comprar o barquinho, Então disse ao menino: "Aqui tem madeira, martelo, pregos e tinta. Faça você mesmo um barquinho." O menino começou a trabalhar, e, em pouco tempo, terminou o seu brinquedo. Ele pintou o barquinho de azul, vermelho e branco. O barquinho ficou muito bonito. Logo levou o barquinho para a praia, onde não se cansava de brincar. Mas, um dia, o menino perdeu o barquinho nas águas e não conseguiu achá-lo. Passaram-se algumas semanas. Um dia, quando passeava pela cidade com o papai, o menino viu o seu barquinho na vitrine de uma loja, à venda. Então, ele entrou na loja e pediu o seu brinquedo. — Não, menino, este brinquedo é meu, disse o dono da loja. — Mas é meu, disse o menino, eu o fiz com minhas próprias mãos! - Está bem, pode ser, mas eu comprei o barco, faz poucos dias, de um senhor que ia passando. Desculpe-me, mas você só levará o barquinho, pagando o seu justo preço. Então o menino pagou o preço e recebeu o seu precioso barquinho. Ele o abraçou fortemente e disse: "Ah, meu barquinho, eu te fiz e te perdi, eu te achei e comprei-te, agora és meu novamente." Esta história mostra-nos o que Jesus Cristo fez por todos nós. Ele nos criou e nos perdeu, nos achou e nos comprou com seu precioso sangue, e agora somos dele novamente.

a criança salva vai conhecendo sobre crianças que tiveram mudanças no '. demonstrando atitudes que agradam ..;. f

: exemplos de crianças que servem ou a Deus são benéficos para os alunos de hoje. > professor pode ilustrar este tipo de história, ' um aspecto para sua classe ou adquirindo pronto. Objetos também podem ser usados :-••_ -..po de lição, que são denominadas ::-; J : ~ . :;

"Porque o Filho do homem veio buscar e salvar aquele que se havia perdido." (Lucas 19:10)

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SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

escolher as histórias aspectos devem ser levados em consideração com relação ao conteúdo, enredo, linguagem, texto, i e género de preferência.57

Tipos de histórias que as crianças preferem

Ale quatro anos

Entre quatro

Entre cinco e seis anos

Entre seis e sete anos

O género de preferência é notadamente o de bichinhos humanizados, mas surge o interesse por histórias da vida real, relacionadas a fazendas (para as crianças da cidade e vice-versa), circo, férias, aniversários etc. Começa a manifestar-se o interesse pelo mundo da fantasia e histórias de encantamento. A história da vida real tem um quê de mágico e o enredo deve ser mais complexo, com um número maior de fatos e personagens. A repetição de expressões ainda é muito do agrado da criança. Começa a manifestar grande predileção por textos ritmados e adora ouvir, acompanhar o professor e repetir sozinha histórias ritmadas, principalmente se humorísticas.

Além dos géneros anteriores, pelos quais a criança ainda demonstra grande interesse, como vida real, bichinhos humanizados, historietas ritmadas, poesias e livros científicos, o género encantamento, ou seja, de histórias nas quais personagens fantásticos são possuidores de poderes mágicos, começa a aparecer como género preferido. As histórias da vida real só encontram interesse neste público de seis e sete anos se apresentadas sob forma de aventuras, que vai ser o género de preferência a partir dos sete anos. O texto agora pode ser mais longo e mais complexo e o personagem do tipo "herói" ganha seu lugar de destaque.

e cinco anos i é pelo jênero de histórias da vida --- • : r-::-se por volta tos três anos o interesse - - - r:~as cê b :rinhos .- : : - - : : - I; :extos Er- que ser bem curtos, ::- : : _ : a s :a a , ' a s e, de •«ferência, com ; repetidas. As ; devem ser bem porque as i pequeninas ainda '•r :~ :_ :s;e em detalhes. As ; devem Hdarrinar sobre o texto.

Ainda é grande o interesse pelas histórias da vida real que apresentem aspectos do vida do lar e da família, mas a preferência pelas histórias de bichinhos humanizados começa a se manifestar claramente. O enredo agora deve ser mais complicado, porém com texto ainda curto e que apresente muitas expressões repetidas. O enredo ainda não pode exigir muito da memória de fatos, deve ser simples e repetitivo.

--r-:;;—:;-;.; :: meTKJ"sr.vas. projetose murais, Editora Fapi. Abril, vol. 3, p. 55-56

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DE DISCIPLINA E A UZAÇÃO INFANTIL

= :::::: BE~R. BRASILEIRO

5. Problemas psicológicos a) Complexo de rejeição. b) Complexo de inferioridade. 6. Influência satânica a) Ignorância (da parte do professor) dos métodos do inimigo. b) Falta de oração suficiente (da parte do professor e da igreja).

mas de disciplina, ou comportamento, fazem obietivos educativos relacionados com a :. ::-;..::-; s atitudes. Para que ocorra m. é preciso ordem e estrutura no ambiente : • . - ; • . muito indisciplinados, estão se c e privando-se de utilizar o tempo de al para promover sua aprendizagem. Alérn os de disciplina são fundamentais para a vida m casa. nas comunidades, no trabalho e na

Responsabilidades do professor na disciplina

de indisciplina nção. distração. i de respeito. comportamento. básicas do mau comportamento

-jnjmação inadequada da sala-de-aula. A criança está sentada numa cadeira ou banco desconfortável? Há luz direta nos olhos? A sala é muito quente ou abafada? Todos podem ver da posição em que se encontram? Será que as crianças estão colocadas de tente uma para a outra e, portanto, se distraem? Fase de crescimento. Há atividades adequadas ao dcpéndio de energia? O período de atenção ao que está se submetendo a criança não é muito longo? Z Sociais a} Desejo de brincar. b) Desejo de conversar. Desejo de se expandir depois do período de disciplina e atenção passado na escola pública. d) Desejo de atrair atenção para si. L Ukiéncia do lar a) Falta de respeito aos mais velhos. b) Faha de disciplina no lar. cj Ausência de influência religiosa cristã. 4 Ensino inadequado a) Trabalho mal organizado e mal preparado. Dependência do material a ser ensinado, sem aoma-io vivo e interessante para as crianças. c) Compreensão inadequada dos métodos de ensino. Faha de amor e de compreensão para com a — •- - --. (Mude negativa; pouca esperança de que as ; se comportem bem. Elas notam e agem de m a fraca expectativa do professor. .-: \--^---.: --- -:í. ; :e~:í:s meuscorate/ros.APEC,

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1. Orar pela disciplina da classe e pela sua própria preparação. 2. Amar as crianças; elas sentem o amor e correspondem a ele. 3. Aprender os nomes dos alunos e chamá-los pelo nome. 4. Procurar estar preparado; sentir-se seguro — as crianças logo percebem a falta de segurança da parte do professor mal preparado e tiram vantagens sobre esse ponto negativo. 5. Ser positivo. Esperar que as crianças se comportem bem. Mostrar apreciação pelo bom comportamento. 6. Manter atividades variadas. As crianças se cansam facilmente de uma única coisa ou de uma atividade muito longa. Fazer com que seu programa de ensino tenha andamento dinâmico. 7. Procurar vigiar as crianças, mas sem chamar atenção às coisinhas sem importância. 8. Visitar os lares das crianças; procurar saber quais os seus problemas individuais. 9. Apresentar o material de ensino de forma tão interessante que as crianças não tenham tempo para distração. 10. Ser justo e compreensivo, porém, firme. 11. Cumprir tudo que prometer: quer disciplina, quer prémios. 12. Examinar-se após cada aula; tirar o máximo proveito de suas experiências.

Medidas preventivas 1. Manter as crianças ocupadas. 2. Dar oportunidade a dispêndio de energias. 3. Procurar evitar más condições atmosféricas na classe: sala muito quente ou abafada, corrente de ar etc. 4. Procurar proporcionar lugares confortáveis para todos, com assentos próprios para o tamanho da criança. Colocar as crianças de frente para o professor e não umas das outras. Evitar luz direta nos olhos. Separar as mais desatentas. Deixar lugares vagos, próximo à porta, para os retardatários. 5. Evitar ruído desnecessário, especialmente cântico muito estridente. 6. Estabelecer um método da criança pedir a palavra. 7. Iniciar a aula na hora marcada, e manter as crianças ocupadas desde a hora de entrar na sala de aula. Começar a aula com entusiasmo.


5-= • - - - - -

-::.::::: B—FÍ BRASILEIRO

Outras considerações

vás o aho que esteja causando desordem (se tirar do aluno algum objeto seu, sobre a mesa, num lugar visível, para a saber que o receberá ao terminar a aula. Padr para aã não voltar a trazê-lo à classe). olocar o dedo sobre os lábios, pedindo silêncio. Parar óe falar durante um minuto. •ar fanemente para a criança desatenta. Fazerfce «na pergunta, chamando-a pelo nome. Deter temporariamente um prémio da criança :-. -: '-.: Dar oportunidade para a criança desatenta ajudar i alguma coisa, mas cuidado para não dar a impressão de premiar a desatenção. nversar com as crianças fora da classe, sempre que for possível, e tratá-las com amor. Expulsar a criança da classe quando necessário, mas nunca sem antes aconselhá-la. Ser justo e manter a simpatia da classe. Não ameaçar desnecessária e injustamente. Porém, se ameaçar alguma disciplina, execute-a. \-r_mas atitudes a evitar Não ralhar com a criança por desatenção. Examinar seus métodos e torná-los mais interes------; Não envergonhar uma criança diante das outras, a não ser que seja inevitável. Falar à criança fora da Não corrigir a criança se estiver zangado. Esperar até poder falar-lhe com amor. tião premiar a criança que apenas deseja chamar atenção sobre si. Dar responsabilidades àquelas que realmente merecem e que podem correspon:-:-:- =

A disciplina numa classe mista 59 .—.; : =55; onde é necessário ensinar crianças pre- - - . :c :om as mais velhas, esclarecer a classe â um grupo de crianças menores na sala, as quais frequentam escolas e que, por isso, ainda não z - ------- ;. íe comportar numa aula. As mais velhas, fuláríkí. devem ser pacientes com elas e ajudá-las a se puUnaii bem. dando-lhes o exemplo.

Crianças filhas da casa hospedeira Na Classe Boas Novas, por exemplo, os filhos da bospeõera podem auxiliar no bom comportamento do Mostrar-lhes suas responsabilidades. As demais > as observam e imitam. Internacional de Escolas Cristãs lançou em "GC ceias que funcionam! Disciplina na F. de Sharon R. Berry, Ph D. Contato pelo telefone:

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Não existem alur.os-problemas. Existem alunos que, entre muitas características e potencialidades. apresentam comportamentos disfuncionais e inade-quados. Taxar o aluno de aluno-problema dificulta a busca de solução. A seguir, um conjunto de regras e estratégias de bom planejamento e condução de aulas que. além do mais, evita problemas de disciplina: • estabelecer as regras para funcionamento da sala e negociá-las com os alunos no início do trimestre ou do ano, sem abrir mão de princípios básicos; renegociar as regras se e quando necessário; • apresentar atividades bem planejadas; • demonstrar respeito a cada aluno; • saber ouvir — se você ouve seus alunos, é possível que eles também se disponham a ouvi-lo; • aceitar e lidar adequadamente com as diferenças individuais; • mostrar sempre uma atitude positiva; • modelar as condutas metacognitivas que os alunos devem desenvolver; • responder a todas as consultas ou perguntas dos alunos, sempre que possível; • assegurar que os alunos participem ativamente das atividades da aula, que, portanto, devem ser interessantes para eles; • criar experiências que assegurem o êxito dos alunos na maior parte do tempo; • usar uma variedade de métodos, estratégias e atividades para ensinar. O controle da disciplina e do tempo são preocupações de todo professor. E o envolvimento dos alunos nas tarefas é o melhor aliado do professor. Um professor experiente utiliza uma boa organização das atividades e dedica atenção permanente para monitorar as reações dos grupos e saber antecipar e evitar distrações que interfiram no bom andamento de atividades coletivas. Há cinco ocasiões frequentes na sala de aula nas quais o professor deve ter o cuidado de não usar grupos: • quando se trata de atividades de aprendizagem de natureza individual; • quando se trata de atividades de avaliação de competências cognitivas; • quando se trata de tarefas que exigem habilidades que seus alunos não possuem; • quando os grupos forem demasiadamente heterogéneos, ou possam vir a ser dominados ou manipulados por uma só pessoa; • para ocupar os alunos ou para substituir o professor em tarefas que só o professor pode e deve realizar.


SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

ajudar os tornarem bons

-. a que iecior.em. todos . . . .~ : zijraae. sabendo ouvir os : - - - : - . - • • . - • - ando qae está ciente de suas ansiedades, ; e que os conhece

: as perguntas, pnn dar oportunidade para os alunos observarem que são ouvidos e o sua forma de

As crianças aprendem aquilo que vivem Law Noite Á criança que é sempre crítkada, aprende a condenar,

 criança que é encorajada, aprende a ser confiante, Á criança que é elogiada,

Á criança gueé sempre hostilizada, aprende a agredir,

\ a apreciar.

^ Â criança que recebe um p tratamento imparcial, -;f aprende a ser justa.

Á criança que é sempre ridicularizada, aprende a ser tímida",

: ~ • ruáncia para se os alunos estão  criançú que é sempre ouvindo e acompanhando envergonhada, aprende a a auia com compreensão; sentir culpa, r oportunidades para o • aprender a ouvir e a A criança tratada com tolerância, • (controlar a aprende a ser paciente. impuisvidade) antes de responder. variar as situações para que o aluno aprenda a ouvir diversos tipos de ionnação. inclusive compreender pontos de vista Maentes ou discordantes.

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''A criança que vive com segurança, a ter lê. Á criança qus é aprovada, aprende a gostar de si mesma, Â criança que v?Ve em meio à aceitação e amizade aprende a descobrir o amor no myndo.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

IV O DISCIPULADO DA CRIANÇA EVANGELIZADA j cnnprimento da Grande Comissão, a ordem é •ndusive as crianças. Como cumprir de forma mtÊf e criativa esta responsabilidade? evangelista de crianças após ganhar Cristo, continua seu trabalho para ver em evidências de regeneração e verificar que eles i oescencso espiritualmente; deve orar pelas crianças ao apelo, a fim de que sejam sinceras e ia certeza da salvação, passando a demonstrar a pode apresentar a mensagem da em 20 minutos, oferecer o convite em 2 e aconselhar o decidido em 20 minutos. Mas o não termina aqui. Só haverá de concluir a quando a criança convertida estiver discipulada, • fé e servindo ao Senhor. Até que haja fruto e amadurecida. 20 anos devem ter passado! lesponsabifidade do professor prossegue após o Cristo como Salvador: pois o "nené em BBUNsito de um cuidado todo especial. O Pauio. escrevendo a seus "filhos na fé", "Meus filhos, novamente estou sofrendo dores por sua causa, até que Cristo seja formado em - um testemunho emocionante do que Paulo nutria para com os que :- - _ : " . ; ':

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2:1-5; 4:15; II Tm 2:15). viver para agradar a Deus em todas as áreas da sua vida (I Tm 4:12). 4. Agora que você já conversou todas essas coisas com a criança, leve-a a fazer uma oração de dedicação: "Querido Senhor Jesus, hoje eu me dou ao Senhor. Quero que o Senhor tome o controle da minha vida. Ajude-me a viver cada dia para agradar-Lhe e ser fiel em ler a sua Palavra para que eu conheça o seu plano para mim". Ajude a criança a fazer também uma oração de agradecimento. 5. Ajude a criança a compreender que é pecado tomar o controle de sua vida novamente, e que. ao pecar ela deve confessar a Deus, confiando que Ele a perdoará. E então, deixar que Ele, mais uma vez, dirija a sua vida (I Jo 1:9; Pv 3:5-6). Observando a criança que se diz salva A criança estará na idade oportuna para nascer de novo e assumir compromisso com Deus, assim que ela tiver idade para: — Saber o que é certo ou errado — Saber que o caminho único é Jesus — Saber que pode confiar em Deus. Há igrejas que estabelecem, em seus regulamentos, a idade mínima para admitir uma criança em seu rol de membros, por profissão de fé ou por batismo. É correto fazer o seguinte acompanhamento: l, Ouvir o testemunho da criança sobre sua experiência de salvação. "Dos /tíbios das crianças e dos recémnascidos firmaste o teu nome como fortaleza (...)" (SI 8:2a). Tratá-la como criança. "As praças da cidade se encherão de meninos e meninas brincando" (Zc 8:5). Uma criança convertida será ainda uma criança e fará coisas de criança. Um grande mal de muitas igrejas e muitos crentes é querer que uma criança convertida aja como adubo. Isto é contra a ordem natural das coisas. Então, essa criança vai brincar de pique no pálio do templo. tranojOfamente. e fará outras coisas

ca ofaa de Deus na vida de uma criança. materno, eu o escolhi; : euo separei e o designei profeta L Mc 10:27) — a vontade divina comunhão dos santos. uma criança, colocou-a no meio 0* 182: d Dt 31:10; Ne 8:2). D piano de Deus na vida de uma criança. o menino Samuel, pedido e devolvido a 1 Sm 1:27-28): a) não tinha conhecimento aneriorde Deus (v. 7); b) ouviu e respondeu à voz do nr (v. 10): c) cresceu espiritualmente depois disso !


.-'.:EJ:-;ÂC DA CRIANÇA

K.ÓGICO BETEL BRASILEIRO

EVIDÊNCIAS DA SALVAÇÃO E DO CRESCIMENTO CRISTÃO } crescimento espiritual vem através do conhecimento da Palavra de Deus, o "genuíno leite espiritual" Pé 2:2). A criança salva deve aprender a aplicar a ftfevra às suas próprias experiências e necessidades darias. O ensino global atinge as áreas do conhecer, do ser c do fazer, A criança evangelizada precisa receber :to que enriqueça o seu conhecimento de Jesus Cristo, levando-a a crescer na graça, isto é, Baldando o seu ser, o que a motivará a fazer (agir, r. sentir) o que agrada ao Senhor. O ensino à criança salva pode ser ministrado: - no versículo para decorar; - no texto bíblico que serve de base para a história; - na aplicação. aplicações pessoais são um complemento do ensino que mostra Onde, Como, Quando, Por que, Para que e Para quem Deus quer que o salvo pratique o «nsino apresentado — "Deus quer que você...". Procurar idacionar a aplicação pessoal com algum fato da história e pianejar ter mais que uma aplicação, mostrando de «árias maneiras como o mesmo ensino pode ser praticado.60 seguintes atitudes vão acontecer normalmente com uma criança convertida: l Convicção de pecado e desejo de endireitar continuamente sua vida diante de Deus e diante dos homens. A criança é sempre muito fiel nos seus :os.

O professor deve à criança convertida os seguintes pontos: a) A pessoa salva está sujeita a pecar II Jo 1:8). b) Cristo não nos deixa nem retira sua salvação por termos caído no pecado. Mas o pecado entristece a Ele e a nós também, porque perdemos nossa comunhão com Ele. c) Há um remédio: a confissão imediata daquilo que fizemos, diretamente a Deus (I Jo 1:9). Ensinar a criança a ter a vida "em dia" com o Senhor, confessando a Ele imediatamente e pedindo-lhe perdão. d) Quando o pecado envolve mais alguém, deve-se confessar a falta à pessoa contra quem pecou, pedindo seu perdão. É necessário que a criança compreenda a natureza do mal e entenda que não deve nem precisa viver repetindo seus erros. Ao confessar seu pecado a Deus. deve pedir forças para não cair mais naquele erro. A sua vida normal pode ser vitoriosa sobre o pecado. Para viver esta vida é preciso: — reconhecer que, na própria força, não pode ser vitoriosa; — crer que Cristo pode dar-lhe a vitória; — entregar-se ao Senhor, confiando inteiramente nele quanto à vitória sobre o pecado; - cada vez que errar, recorrer novamente ao Senhor pedindo perdão. Então aceitar dele o perdão e novas forças para viver feliz.

2. Amor pela Bíblia e desejo de aprender dela. Ela deverá ser encorajada a ler a Bíblia.

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Exemplo: História de Atos 12 — "A criadinha que orou". v. 5: A igreja orava por Pedro preso — Assim como a igreja orava por Pedro naquela situação difícil, Deus quer que você, criança salva, ore em situação difícil, como na doença. v. 12: As pessoas... oravam — Assim como aquelas pessoas por Pedro, o missionário, Deus quer que você, criança . ore pelos missionários (cite o nome de algum missionário). 3: Rode participava daquela reunião de oração em favor de Pare — Assim como Rode orava por Pedro, uma pessoa mais Deus quer que você ore pelos adultos: seus pais, seus s, o pastor. Pense em alguém mais velho agora, esta semana, você pode orar por estas pessoas. E se • fazer isso todos os dias, venha me contar na próxima a frase DEUS QUER QUE VOCÊ ligando o fato da com o ensino que é complementado pela aplicação O ensino é o mesmo nas três aplicações: ::-= , . 5 , 12 e 13. : E ; : ; :'=-;= salva: ORAR oAoicaçâc oessoal: 5 = situação difícil. Exemplo: doença. . 12 = missionários, Exemplo: nome citado. = -; r -os :esa r c:

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3. Desejo de testemunhar de Cristo. A criança não consegue esconder certas coisas boas que descobre. A criança salva é ensinada a confessar "com a boca" sua fé em Cristo (Mt 10:32; Rm 10:9-10), obedecendo assim ao mandato de Cristo e fortalecendo sua própria fé. O professor pode ajudar a criança, encorajando-a a dar testemunho de sua fé em Cristo, em casa e na escola — verbalmente e pela vida. A criança é ensinada a dar testemunho da sua fé e a procurar ganhar outras crianças para Cristo, sendo-lhe mostradas coisas práticas que ela pode fazer. Ela recebe visão missionária e conhece a alegria de contribuir e orar para que outros conheçam o Salvador; ela emprega seus talentos no serviço do Senhor. Quando a criança é de um lar hostil ao Evangelho, é prudente encorajá-la a testemunhar, primeiro, pela vida transformada. Na hora certa, o Espírito a levará a confessar sua fé, verbalmente, aos pais não evangélicos.

4. Amor à igreja de Cristo. Há crianças que vibram mais com a igreja do que os seus próprios pais crentes. 5. Mudança de atitudes que signifiquem progresso na vida cristã.


SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO Sánchez Cetina resume: '"Uma evangelização 2 :ormar a criança não somente na c na devoção, mas também em adquirir um mente educada e relações humanas ensinamos a nosso filho que, além de ser c espiritual nos aspectos litúrgicos e rituais da cie deve sê-lo também nos seus estudos, nas s. naquilo que come e em sua conduta com Nosso filho de dez anos sabe que a abrange muito mais que a oração e a Nela estão envolvidas a disciplina no lar sua maneira de falar e de se conduzir entre e também o respeito pelos outros."61 TA: Quando uma criança não demonstra evidência do novo nascimento em sua vida, é para preocupação. O professor deve tomar •ndativas. como: '.—-• - - íTer.temente por ela e peia atuação do Es|jÉitD Santo em sua vida. «versar pessoalmente com ela, deixando claro o que Jesus espera dela, uma vez que atendeu ao convite de recebê-lo. Caso persista em não demonstrar real mudança, procurar levá-la a uma decisão, apresentando-lhe novamente a mensagem da salvação. Outras evidências 3 ensino da Bíblia, fielmente ministrado às crianças, ama cada uma capaz de:6Z 1. Desenvolver um crescente conceito de Deus -aber que Deus é aquele que nos fez, e nos ama. Peio seu tão grande amor, providencia tudo o que é necessário para suas criaturas. _ ompreender que Deus é uma pessoa com quem ela pode falar, que a ajuda a saber o que é certo, que se alegra quando ela faz o que é bom; que a perdoará quando se arrepender do erro cometido. - aber que Deus ama todas as pessoas do mundo e preparou um plano para a salvação de cada uma -que Deus tanto amou o mundo que deu o teu Filho Unigénito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16). 2. Cultivar amizade profunda com Jesus ihecer Jesus como o Filho de Deus, que veio ao o comunicar a todos o incomparável amor de Deus e salvar "a todo aquele que nele crê" dos seus Conhecer Jesus como o melhor amigo e ajudador — para ser imitado. Desejar viver, nte. de acordo com os ensinos de Jesus. Ele :- = ==§: E:::-a. '^. p. 406 ("Pastora]da - -.---. \ - - ~ - -. - Criança hcje"). pontos, apresentado pela professora Vaughan. no livreto da UFMBB denominado ••- • '- . = == :• s-;.= 5 :e 5 a £ ="es

mesmo disse: "Vocês seroo meus amigos, se fizerem o que eu lhes ordeno' iJo 15:14). Saber que Jesus a ajudará. De mesmo dedarou: "E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos' I.Mt 28:20). • Conhecer Jesus como Salvador. E perfeitamente natural à criança na idade de seis. sete ou oito anos, sentir que Jesus a ama. e desejar amá-lo também. Uma experiência pessoal de salvação pode ocorrer. 3. Reconhecer que a Bíblia é o padrão de conduta daqueles que amam a Jesus • Saber que a Bíblia é a palavra autorizada de Deus; a fonte de conhecimentos a respeito de Deus, de Jesus, da pessoa que Deus quer que cada pessoa seja e daquilo que Deus espera de cada uma. • Compreender a importância de ser e fazer o seu melhor, à medida que aprende que o seu corpo e a sua própria vida são dádivas de Deus, e que são de grande valor para Ele, para si mesma e para o próximo. • Saber que viver de acordo com o ensinamento bíblico é um modo de demonstrar seu amor por Jesus. Ele mesmo disse: "Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama" (Jo 14:21).63 4. Ter crescente visão missionária • Apreciar, cada vez mais, as pessoas de todas as nações e raças, sabendo que Deus as criou e ama. • Ser um pequeno missionário, fazendo o seu máximo em trabalho, cooperação e contribuição monetária, para que outros conheçam o amor de Deus, pois esta é a ordem de Jesus (Mt 28:19-20). • Relacionar os missionários bíblicos com os de hoje, orar por eles e pelas pessoas em todo o mundo que não conhecem Jesus. • Amar e fazer o bem a todos, porque esta é a marca dos amigos de Jesus: "Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros" (Jo 13:35). Este breve resumo do que a Palavra de Deus pode e deve significar para as crianças, constitui um desafio para que líderes e auxiliares no Departamento Infantil façam com que a Bíblia tenha o seu devido lugar na vida de cada criança, ajudando-a e preparando-a para a gloriosa experiência da salvação e de uma vida frutífera a serviço de Deus. Ensinar as crianças a amarem a Bíblia e a pautarem sua vida pelos ensinamentos bíblicos é dar-lhes um rico tesouro, que as fará felizes. "Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e lhe obedecem" (Lc 11:28), é a declaração de Jesus.

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Sugestão; Cada D/a Criança — Hora Tranquila com Deus. Contém princípios da fé cristã numa coleção de leituras na linguagem infantil, tornando os momentos diários com Deus uma experiência alegre e significativa para a cnança.


SEMNÁRIO TEOLÓGICO BETEI BRASILEIRO

interesses e prazeres egoístas. Quando comparamos nossas atitudes e atos com Deus (passo 2). admitimos que o Seu caráter e a Sua natureza distinguem absolutamente o certo do errado. As atitudes e os atos que se assemelham a De são considerados certos, e os que não se assemelham são considerados errados. Quando então nos comprometemos com o caminho de Deus, isto significa que deixamos para trás nosso egoísmo e as atitudes e atos que não se assemelham aos dEle. Nós nos submetemos a Ele como Senhor da nossa vida e confiamos no Seu poder para viver em nós o Seu caminho.

: suas perguntas e escolhas ca rnais caco ou mais tarde precisará a tonar decisões quando não houver ninguém TJ para ajudá-la. Com essa finalidade, oferecemos denominada ''Quatro C" de Josh L que é uma abordagem de quatro passos l tomar decisões — uma habilidade que toda criança -. -:: _ • • Os "Quatro C" são uma abordagem para tomar as certas. A esperança é que isso crie um novo de pensar e agir, à medida que a criança aprende decisões certas baseadas em Deus e na Sua como padrão de certo e errado. Este é o

4. Conte com a proteção e a provisão de Deus. Quando admitimos humildemente a soberania de Deus e nos submetemos à Sua autoridade amorosa, não só podemos começar a distinguir claramente entre certo e errado, como também podemos contar com a proteção e a provisão de Deus. Neste quarto passo, queremos que nossas crianças agradeçam a Deus pela Sua proteção e provisão amorosa. Isto não significa que tudo será cor-de-rosa; de fato, Deus diz que talvez venhamos a sofrer por causa da justiça. Mas tal sofrimento tem grandes recompensas. Viver conforme o caminho de Deus e permitir que o Espírito Santo viva através de nós traz inúmeras bênçãos espirituais, tais como libertação da culpa, consciência limpa, alegria de compartilhar Cristo e - - mais importante — o amor e o sorriso de Deus em nossa vida. Além disso, gozamos de muitos benefícios físicos, emocionais, psicológicos e outros quando somos obedientes a Deus. Embora a proteção e a provisão de Deus não devam ser a principal motivação de nossos filhos para obedecer-Lhe, ela oferece um reforço poderoso para que escolham o que é certo e rejeitem o que é errado. As crianças precisam saber que Deus realmente se importa com a escolha que elas fazem. "Quem sabe dos meus planos sobre vocês sou Eu mesmo! São planos de bem; não são planos de sofrimento. Eu lhes darei aquilo que mais desejam" (Jeremias 29:11). Em análise final, tomar decisões morais baseadas em Deus e na Sua Palavra como padrão de certo e errado, significa confiar em Deus. Cremos realmente que Ele tem um plano para nos beneficiar? Em caso positivo — e posso assegurar que sim — viver em comunhão com Ele não só é certo como é o nosso melhor interesse a longo prazo. Que cada pai e professor esteja habilitado a fazer com que seus filhos e alunos descubram que um relacionamento pessoal com Deus não só é possível, mas também essencial para que eles tomem decisões morais certas na vida. Você desempenha um papel vital para ajudá-los a compreender essa relação. Juntos, com a ajuda de Deus, podemos ajudar as crianças a aprender a fazer escolhas morais certas e também a descobrir um novo relacionamento com Deus.

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L Considere a decisão. Queremos que as crianças, quando tiverem de fazer uma escolha moral, parem primeiro para considerar o que determina o fato de da ser certa ou errada. A cultura condicionou muitos a crer que os NÍduos têm o direito de decidir por si próprios o que é cerco ou errado. A verdade, sob este aspecto, é sãÃecva e pessoal; não há certo ou errado absoluto que ncme a vida das pessoas. Em outras palavras, cabe ao uo determinar o certo e o errado em suas atitudes Neste primeiro passo, devemos indagar: "Quem A«-irV> o que é certo ou errado nesta situação?". Este é praticamente um sinal de alerta para que nossos reconheçam que suas atitudes e seus atos são «por outra pessoa além deles mesmos, e que eles i devem justificar seu comportamento de acordo com ; egoístas. L Compare com Deus. Este novo passo responde à pogunta: Quem determina o que é absolutamente certo ou errado? Queremos aqui que nossos filhos reconheçam o fato de que existe um Deus absoluto e justo, e cjue eles devem comparar suas atitudes e seus ; com He e com a Sua Palavra, para determinar se tão certos ou errados. Es»? passo aponta para a revelação do Deus Javé na escrita. A Sua Palavra, a Bíblia, dá a todos nós i específicas e absolutas quanto ao que está certo oc errado em nossas atitudes e atos. Estas diretrizes não «••"j»*""' apenas nos "faça" e "não faça" da lei — elas são um reflexo da própria natureza e caráter de Deus. L C ••prometa-se com o caminho de Deus. Este •auãu passo é crítico — é a hora da decisão. Considerar a escolha e compará-la com Deus são i necessários para mostrar a nossos filhos que os deles não são os de Deus. Ele mostra a i que a nossa tendência é justificar, racionalizar e desculpas, na tentativa de legitimar nossos QfeBi••Induçãodo ívro 103 Perguntas que as crianças -.:-- : - • - - :. r - : :::ora Candeia, 1 997,

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BE-EL BRASILEIRO

> EVANGELISMO INFANTIL -. ORAÇÃO ------- -z '-i-. "lué nas positivas na vida de uma nossas orações com ela e por ela. Mais do í levar a criança a ter uma vida de dependência Dfcs através da oração, falando ela mesma com o SOE e professora Alice Chapin recomenda:66 "Uma ína de oração não é adquirida automaticamente i a salvação. É algo que se desenvolve através da cpíra. da compreensão a respeito do privilégio e do •der da oração, e do exercício constante desse Uma vez que os pais e professores ::-.- _~.a .'ida regular dt: oração, será fácil fr4a aos filhos e alunos. Mas até mesmo os frrfrrr que conheciam o Filho de Deus - -:•:---. -: - riram dificuldades. Um deíes pediu: Seafror ensina-nos a orar" (Lc 11:1). Da mesma forma, :. • . ovemos pedir-Lhe que nos ensine a orar, •CEE conto nos ajude a ensinar isto a nossos filhos e

Propósitos do período de oração 1. Reconhecer a presença de Deus na classe. 2. Buscar a bênção divina para as crianças e para a aplicação do ensino bíblico. 3. Ensinar as crianças a orar audivelmente.

Motivação para orar 1. Conversar com as crianças sobre oração: o que é, por que deve orar, onde, por que fechar os olhos quando orar, por que pedir "em nome de Jesus" etc. 2. Ensinar um versículo bíblico sobre oração (Exemplos: Is 65:24; Pv 15:8; Tg 5:16). 3. Usar um cântico apropriado (pode ser uma oração cantada). 4. Mencionar um fato bíblico sobre oração. 5. Reconhecer as respostas de oração. Algumas mensagens apropriadas: - A oração por um prisioneiro (At 12:1-17) — A oração do rei Exéquias (Is 37:14-35) A oração do rei Salomão (I Rs 9:1-5) — A oração de Moisés (Dt 9:25) — A oração de Ana (I Sm 1:9-18) - A parábola do fariseu e do publicano

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Alguns princípios básicos para serem transmitidos às crianças de todas as idades ar com Deus (Lc 11:2; Fp 1:34; Ef 3:14). Deus ouve nossas orações (SI 116:1-2; 145:18-19; Jr 9:12-13:1 Pé 3:12; l Jo 5:14-15). Deus responde às nossas orações (Is 65:24; Ef 1:19_ Podemos orar a qualquer hora (SI 55:1,16-17). Podemos orar em qualquer lugar (SI 139:1-12; Jn Podemos orar em silêncio ou em voz alta, com orações curtas ou longas, em qualquer posição, em qualquer língua (Js 5:14; I Sm 1:13; I Rs 8:22; II Cr 6:13: At 20:36). Podemos orar por qualquer coisa (Hb 4:16). SL Orai não é uma opção, é um privilégio, uma responsabilidade e uma ordem (Lc 18:1; 21:36; Ef 6:18:1 Ts 5:17).

Como ensinar a criança salva a orar em público

'a.} Papai do Céu... Ensinando às crianças o valor da oração. Um •; :_r ; ^a pais, avós e educadores orientarem e •Benfivarem o relacionamento de uma criança com Deus. -:•: -: ~- --=. '999.

/ães Intercessoras. Encoraja as mães a se levantarem :: - : "s-cessoras de seus filhos. Hernandes Dias Lopes Editora Hagnos. c} O que acon/ece quando as crianças oram. Evelyn n. Editora Terrenguí. Livro próprio para crianças até

Moe Chapin. Desenvolvendo a fé em seus filhos. Editora Cadeia. 1999, p. 26.

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1. Ore primeiro o professor mesmo, de maneira simples. Ele é o exemplo àas cnanças. 2. Ouvir e dar sugestões de assuntos pelos quais devem agradecer e pedir a Deus. 3. Pedir às crianças que já oraram anteriormente que iniciem o período, a fim de que outras venham a segui-las. 4. Ensinar as crianças a orar especificamente, em vez de fazerem petições muito gerais. Por exemplo, em vez de orar por todos os missionários, mencionar alguns nomes e necessidades específicas. 5. Não deixar de informar às crianças das respostas às suas orações, levando-as a agradecer a Deus por elas. 6. Em cada aula o professor pode explicar um aspecto da oração: adoração, louvor, confissão, intercessão, posse das promessas etc. A oração deve. então, ter como assunto principal nesse dia. o aspecto apresentado.


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TSXÓGICO BFTEL BRASILEIRO

durante a oração

Sugestões para dinamizar a prática da oração

das crianças atenção, silêncio e reverência este período, lembrando-as de que estão TTBsenca de Deus. tacurar baixar a voz e ser solene na atitude da mrfrrr Ao mesmo tempo, falar com expressão e Parar e restabelecer imediatamente a ordem, se desordem na sala.

ios ao aproveitamento do período de oração DÉsrações que vêm de fora da classe :ruído,vozes etc. i Fafca de motivação adequada na classe, antes da maçar Não é aconselhável, por exemplo, passar de . - ; - : : ; : de cânticos movimentados para um P«rírvir> de oração silenciosa e reverente. Escolher ~co apropriado para anteceder a oração, ou preparar o ambiente usando outro recurso. Monotonia na voz do professor enquanto ora e um período longo podem tornar este período ineficaz. Fafca de preparação pessoal do professor. Se este for §d na sua vida de oração, isso se refletirá naturalmente nas crianças; se ele não for sincero, também transmitirá isto a seus alunos. Sala abafada, mobília inadequada ou pouco espaço podem prejudicar a eficácia deste período. O período de oração deve ser breve. Usar linguagem simples, que as crianças possam enender. Não usar expressões rotineiras e sem _áo para elas. São é aconselhável uma criança que ainda não i a Cristo para dirigir a oração na classe.

•«•postas à oração Ensinar as criança a orar como se estivessem Mosando com seus pais. Elas estão falando com o Pa. Celestial, que as ama e está ansioso de as receber e Deus se agrada ern responder às orações de seus sós Ele responde da seguinte forma: - se o que pedimos a Deus for para o nosso bem e se for da Sua vontade (I Jo 5:14). — se não for para o nosso bem e se estiver fora da vontade do Senhor (Tg 4:3). - se não estivermos preparados para receber a resposta; se houver algum pecado em lassas vidas que esteja impedindo a Deus de responder Sim, ou se for melhor que a resposta nos Ia mais tarde (SI 37:7; Is 59:2). parte na resposta à oração: l Fkklicace na oração. Z Vontade de ser usado por Deus na obtenção da :: ; • "jonfjAftd confiança no Pai e na Sua vontade :.-.::• ma consciência livre diante do Senhor (SI 66:18).

1. Mural. Ter na ciasse u~ :_;;-: ie isopor ou de feltro, por exemplo, onde. em cada aula. possam ser afixadas figuras que sugiram motivos de louvor, gratidão, petição etc. 2. Caderno de Oração: Confeccionar para cada criança um pequeno caderno de papel sulfite (capa de cartolina), onde elas podem colocar os seus motivos de oração, uma referência bíblica e a data da resposta. NOTA: A seguir, na página 60, uma descrição detalhada desta atividade.

Pais, Oração e Criança Eugene Chamberlain sugere aos pais:67 Faça da oração um elemento significativo em sua vida pessoal. Desenvolva a sua comunhão com o Senhor. Faça mais do que apresentar a Deus uma lista de desejos e necessidades. Seja um ouvinte tão bom quanto um falador. Ore frequentemente com sua família. Você provavelmente já costuma orar às refeições. Tente desenvolver esta prática para que a oração signifique rnais para cada membro de sua família, uma conversa sobre as boas coisas que Deus tem providenciado para a família poderia de vez em quando preceder a oração no momento das refeições. E quem foi que disse que a oração na hora das refeições tem que ser apenas de ação de graças pelas bênçãos recebidas? Na conversa antes das refeições podem também ser incluídas as necessidades da família, dos amigos, da comunidade e do mundo. Porém, cuidado, pois longas conversas criam antagonismos entre estômagos famintos. Faça da oração, também, parte da vida familiar em outras ocasiões. Por exemplo, inclua as crianças na oração em tempos de crise, tais como enfermidade e morte. Os pais têm algumas questões que não podem compartilhar com as crianças. Mesmo assim, até as crianças pequenas precisam tornar-se conscientes de que os seus pais falam com Deus sobre os problemas. É claro que a oração da família ou a oração na presença de uma criança não deve ser limitada a crises e a horas formais ou regularmente estabelecidas. A oração deve ser, algumas vezes, uma expressão espontânea de emoção. Você não tem ficado extasiado diante da grandiosa beleza da natureza e, em silêncio, agradecido a Deus por seus atos de criação? Por que não pronunciar em voz alta tal agradecimento?

Intercessão pelas crianças O profeta Jeremias deixou registradas estas solenes palavras: "Levante-se, grite no meio da noite, quando começam as vigílias noturnas; derrame o seu coração como água na presença do Senhor. Levante para Ele as mãos em favor da vida de seus filhinhos, que desmaiam de fome nas esquinas de todas as ruas" (Lm 2:19). Há necessidade de se levantar um clamor a Deus pela salvação das crianças de nossas cidades e de nossas zonas rurais. Todos os cristãos devem ser convocados para este ministério da intercessão em favor dos pequeninos. 67

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Eugene Chamberlain. Quando a criança pode crer? JUERP, 1991, p. 81-82.


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do menino" (&n 21:17) >e por estes motivos durante © mês de Pelas crianças doentes.

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com a imoralidade. Peia criação de programas inferi t is evangélicos m TV e no Rádio

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MOTIVOS PELOS QUAIS ORAR DIARIAMENTE Esutia três rncÉvos diários e escreva a i€tra nos quacMnhos,} ^•çfc patos professores £ - Dação oab <38swne?7to crfsláò >*çãc pedhdb safcedorsa. -:

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.F • Oração pste %ff^a S - O/sção pefos professores ete íp^ W - Oração psfos ânimos / - Qr&çêo pela ssftação de pessoas cofjftsdtfes.

i J - Oração por cura dwía. j K - Otação psta Páiría \ -Oração por missões | &f - Ofaçáo por parentes. l W - Oaçáo por enfsrrrxts. O • OsçâD pe/a fsrrfâa. P - Oração petos estudos. ' Q - Oração pefe Estofa DotrAicaí

«cc ^ar- ^ 3-.<t 59 cração. sugerido em ^varpsfeaçâc£ » estipulado infsrâl. CPAD. 2tm.

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p. 203.


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SMNÁRIO TECXÓGICO BETEL BRASILEIRO

i CRIANÇA E A MENSAGEM MISSIONÁRIA DA BÍBLIA do ensino missionário o mandamento de Cristo: "Ide... pregai o a toda criatura". O objetivo da obra é levar o homem perdido a adorar ao do estado espiritual daqueles que ainda o evangelho. com que a criança salva sinta sua para com os milhões sem Cristo, •lie o que pode fazer agora, através da :: :: :_ição financeira e do testemunho ao seu redor. que Deus tem um plano perfeito para cada que He chama obreiros para trabalhar, no e. também, no estrangeiro. Tornar claro pessoa chamada para o trabalho de Deus preparar para isto. Precisa ter uma i pessoal da salvação, ter amor aos istemunha onde já está, deve planejar estudos de acordo com o chamado de Deus e pronto a ir para qualquer lugar que o Senhor

Missões é obra de Deus; portanto, tem tudo a ver comigo. Missões é coisa de criança, sim! 1. Pergunte a si mesmo: Qual é, realmente, minha categoria em relação ao trabalho missionário: indiferente? interessado? informado? envolvido? 2. Entregue-se a Deus para Ele o usar no lugar e da maneira que Ele quiser. 3. Peça que o Senhor lhe dê um verdadeiro anseio pela salvação das crianças no mundo inteiro e que Ele guie você, detalhadamente, nos preparativos e nas atividades para transmitir esta visão às crianças da sua classe. 4. Assista a conferências e congressos missionários. 5. Leia biografias missionárias. 6. Aumente seu próprio interesse no trabalho missionário, conhecendo missionários (brasileiros e de outras nacionalidades) que trabalhem em outros países ou em outras partes do Brasil. a) Converse com missionários, sempre que puder. b) Troque cartas com missionários em diferentes países. c) Prepare um caderno missionário com fotografias, datas de aniversário e pedidos de oração. d) Descubra tudo que puder sobre pessoas de outras terras. Fontes: almanaques anuais, agências de turismo, consulados, documentários, guias de intercessão missionária etc. e) Informe-se sobre organizações missionárias e seus respectivos obreiros, dentro e fora do país, nas diversas frentes de atuação, tais como: entre os índios, as crianças, os estudantes, através da literatura e do rádio, nos hospitais etc. 7. Ore pelo trabalho missionário, seguindo um calendário de oração. Ore cada dia, em sua hora tranquila ou no culto doméstico e leve os filhos a orar por missões. 8. Contribua sistematicamente para o trabalho missionário.

com que as crianças conheçam atividades •aunarias em nossa terra e no estrangeiro, o-as a uma participação ativa no programa • a relação existente entre os mandamentos e as promessas de Deus: quando Ele nos manda ir ) evangelho, promete ir adiante de nós; • nos ordena orar, promete responder às •assas orações; ao mandar que contribuamos para sen trabalho, promete retornar a nós em medida ao ri ir1 n e transbordai! te.

bíblicas Miai 11 16:15 — O mandamento de Cristo. João 3:16 — O amor de Deus. - :; 4 12 — Em nenhum outra há salvação. Bomanos 3:23 — Todos pecaram. — Deus não deseja que ninguém pereça. Romanos 10:13-15 — Como ouvirão? Lucas 10:2 — O Senhor envia obreiros. Fapquipi 3:18-19 — A responsabilidade do pregador.

Visão missionária do professor Ensinar missões às crianças e juniores, fazer dos povos 32 Terra o centro das atenções infantis e registrar, para aenpre. na mente e no coração infantil, o amor pelas arsas que perecem sem Jesus — é o sonho dos líderes dconanças e da Igreja. Para alcançar este público tão exigente, alegre e isposac. o professor deve se envolver e se preparar. J professor busca adquirir visão missionária, ou seja, mteirar-se da necessidade da pregação do a toda a criatura e assumir a sua responsabilina grande comissão, para habilitar-se a esta visão a seus alunos. Os pequeninos vão verdade bíblica vivenciada pelo professor, e

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sugeridas para interessar as OBMcas no trabalho missionário :

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4. Varie a ênfase semanaknerae ou mensalmente, para tornar o programa mais interessante. a) Use um mapa-múndi. afixando um retrato do missionário sobre ou perto da parte do mundo onde ele trabalha. Acrescente outro missionário cada mês. Apresente fatos interessantes a respeito do missionário ou família missionária. b) Faça estudo do país, usando um cartaz e. se for possível, alguns artigos típicos do pais. contando fatos interessantes sobre o povo. Vista roupas típicas. c) Planeje um método interessante para apresentar as cartas do missionário. d) Apresente uma história missionária a respeito do país que está sendo estudado, fazendo ligação entre o estudo do país e o missionário que ali trabalha. Exemplo: Se o país for o México, conte a história de Samuelito — o garoto mexicano. e) Para recordar fatos missionários já apresentados, deixe que uma criança mencione alguns fatos sobre um missionário ou país e que as outras descubram de que missionário ela está falando. Depois de várias crianças terem sua vez, tenha um período de oração pelas necessidades dos missionários.

;•-: -: H - ~^r : -~~.a missionário para o ano inteiro. õ_a variadas atividades (semanais ou mensais) : — --• - - i inspirativas. Decida quais os países a serem estudados e os missionários a serem ajudados. alie em contato com os missionários, contandones o plano e pedindo sua cooperação. Peça que enviem retratos e que escrevam, periodicamente - dês podem enviar a carta circular para o : : . - :. c-?, ceasse.

Decida quais as histórias missionárias a serem usadas na classe. Adquira-as. d) Adquira mapas dos países a serem estudados, ou um mapa-múndi. jnÉe histórias ou incidentes sobre missionários a »5pp'rtn dos quais tenha lido ou ouvido falar. Convide um missionário para falar à sua classe. Ele pode apresentar o trabalho dele por meio de slides, hne ou fotografias para melhor comunicação com as : ;-;:-. Mostre fotografias de trabalhos missionários, contando a história dos mesmos. . Leia para as crianças cartas breves recebidas de missionários. Prepare um Centro de Interesse Missionário, mostrando coisas interessantes de outros países. nforme-se da data de aniversário dos missionários em que a dasse está interessada e mande-lhes uma carta ou um cartão de aniversário (todas as crianças devem assinar a carta ou cartão). ma criança, representando a classe, pode trocar cartas com alguma criança da terra onde um missionário trabalha. As cartas (enviadas e recebidas) são lidas para a classe. Separe dez minutos de cada aula para um "período missionário", ou separe uma aula por mês sobre - ;; : .L Veja em cada criança um missionário em potencial e procure encaminhá-la para uma vida de consagração, —terecessão e contribuição.

Oração missionária: 1. Prepare um quadro com mãos unidas em oração, colando nas mãos um retrato do missionário. No verso, escreva assuntos de oração relacionados com o missionário. Na classe, permita que uma criança fique com o cartaz em suas mãos (para se lembrar da fisionomia do missionário), enquanto ela dirige a oração, lembrando um ou mais dos assuntos. 2. Encoraje as crianças de uma Classe Boas Novas a orarem a favor de outra Classe. 3. Encoraje as crianças a realizarem um "Núcleo de Oração" a funcionar em outro dia da semana, dirigido por elas. 4. Desafie cada criança a ser um intercessor, comprometendo-se a orar diariamente por missionários específicos. 5. Use o livro "Você pode mudar o mundo", de Jill Johnstone — uma versão juvenil do conhecido livro "Batalha Mundial".

Consagração missionária: Estimule o testemunho da criança no lar e junto aos :eiros. Elas podem distribuir folhetos, convites para a EBD. para a Classe Boas Novas, para a EBF -.-: H " f - 2 a? crianças a apresentar o plano de salvação aos seus amiguinhos. Faça conhecidos os missionários que as crianças vão nprtar apresente, também, outros missionários e seus trabalhos. Pode-se apresentar um "missionário do més~. procurando dar visão mundial do trabalho de

Contribuição missionária: 1. Estabeleça um alvo, durante um dado período, de ofertas missionárias destinadas aos missionários escolhidos. O alvo deve ser estabelecido pela fé, depois de orar a respeito. Cuidado para não ter um alvo acima das possibilidades das crianças, para que elas não se desanimem, não o atingindo (dar às crianças, oportunidade para sugerirem alvos). 2. Escolha outro projeto missionário, ao qual irão todas as ofertas que entrarem acima da quantia estabelecida como alvo. Isto dá um desafio duplo.

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Ensine cânticos e hinos missionários durante o ano. clipes com músicas missionárias ilustradas i cenas dos trabalhos missionários.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Preparação de material próprio para enfatizar missões Mapa-múndi 1. Cole o mapa em papelão, cobrindo os lados com fita gomada. Cone os retratos dos missionários em tamanho • • :-.zz Afixe os retratos no mapa com cantor.eiras. fazendo possível trocar fotografias mês por mês. O mapa será utilizado em outros anos, Uni*'i n com outros retratos. i . :- . — = fita do retrato do missionário ao »no mapa onde ele trabalha. i para cada país a ser estudado í IBB pmfaco de papelão de aproximadamente l cms. cobrindo-o com papel ou cartolina ! ata gomada ao redor, e no cartaz figuras que mostrem HE. costumes do povo, as crianças •B figuras podem ser tiradas de -/-.da de empresas m pequeno mapa do país. ios do país. cédula?, postais e uma b. hscreva a maquina. •radamente. os fatos mais importantes e curiosos a respeito do país. para colar no mapa. Pode incluir algumas palavras daquele idioma. 6. Afixe retratos de missionários que ali trabalham. explicou como a oferta missionária Carteiro missionário 1. Prepare a figura de um carteiro, com altura aproximadamente 30 cms, pintando-o e colando em papelão ou cartolina grossa. Ponha um suporte atrás da figura, para o carteiro ficar de pé. 2. O carteiro visita a classe somente nos dias quando houver carta missionária a ser lida. 3. A carrinha missionária deve entrar embaixo do braço do carteiro ou ser pendurada por um pequeno cinto de um dos seus ombros.

Garante-nos um salário mensal para suprir as nossas necessidades básicas. = e~ -.e-°os ter uma casa adequada. Fornece transporte para podermos visitar as :-:-;-=gações. A. jda as igrejas, até que a sua gente comece a dar o dizimo. Ptívê assistência médica para missionários, 3astores e outros obreiros. Cobre as despesas do programa da Escola Bísiica de Férias. -e— :e que os nossos filhos recebam T :.:?.: í: , Ajuda na correspondência da missão e a enviar fetos e relatórios. z:--r:e "'S^jrnentos de música e literatura para a evangelização pública. E- geral, liberta-nos do peso de procurar fentos para o nosso programa missionário.

I --:: :-. : ---..:: :; Santidade. 01/08/1984, p. 5.

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mS^JgÕO DA CRIANÇA

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BFTEL BRASILEIRO Aqui apresentamos duas

brasileira. Comece na 1a semana com _:. : -;.;.-- no qual se irá formando a à medida que as crianças forem os alvos semanais. Na 2a semana, o losango amarelo. Na 3a semana, a azul. Na 4a semana, o dístico Ordem e Pitxyesso. As estrelas só serão colocadas se o Ao total for ultrapassado.

Coletânea de músicas missionárias Lições Missionárias Existe uma grande variedade de lições e histórias adequadas para plantar sementes missionárias no coração da garotada. Algumas contam a vida de missionários do passado outras ensinam a respeito de crianças de outras nações. Há histórias avulsas e outras a serem contadas em cinco ou mais capítulos. Sugestão de lições missionárias:

Q Samuelito Q Tifan

Fiem missionário. Lançando a campanha, afixe na parede a locomotiva, feita em cartolina. Marque os alvos semanais e desafie as crianças. Nas quatro semanas do mês, proceda do seguinte modo: se as crianças atingem o alvo semanal, é acrescentado um vagão; se ucrapassam. coloca-se rostinhos de crianças nas janelas. Se elas não atingem o alvo, perdem o vagão e o trem missionário fica menor. Se não ufciapassam o alvo, o vagão fica vazio, sem passageiros. : os cartazes ficarem algum tempo enfeitando as paredes do Departamento Infantil e servindo de testemunho sobre o que as crianças estão fazendo, i podem ser dados à criança que trouxe mais ietc.l

a Madugo a Sumi encontra a felicidade a Nilda da Argentina a mau tempo do Haiti a Sorvete missionário a A multiplicação dos pães mexicanos a livro de Atos a A Bíblia com pernas Q A virtude do Oriente Médio a Envie alguém para me contar a Dizimista ou ladrão a Comprando crianças para Deus

A seguir, quatro sugestões de eventos e atividades com ênfase missionária, que podem ser adaptadas. 58


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.TO INFANTIL MISSIONÁRIO6

a criança da importância áe cultuar-

-: - : ..-• : .

2'-- :-

ia

.rr.portância da

obra

de

a conhecer outros povos, culturas e suas de Deus. Npodá-ias a conhecer nomes de missionários e í onde atuam. através da oração pelos missionários e onde atuam.

parte do culto pode ser feita com música, de instrumental. Se você não tem alguém para ju£ ai gravar uma fita e tocá-la em cada início de •ponante que você oriente as crianças que ao ã música o culto já está começando e que deve EE moenda. Não se frustre se você não tiver total Gás crianças, elas estão aprendendo. nWbtica idesa parte a mais agradável possível. ••atoe os versículos. n sua igreja retroprojetor. faça UK a ideia da faixa pequena, que pode se tornar e a marre no braço de cada criança assim ^ faixa ou pulseira deve estar escrito o ou a sua referência. Faça um quebra-cabeça com o versículo do dia. Djusiiikd os versículos através de mímicas ou linde sinais: enfim, use a sua criatividade. através da música lamento deve ser descontraído e bem L Faca o possível para que as crianças fiquem pois estão louvando ao nosso Senhor, a letra da música em uma cartolina ou em :tenha crianças para dirigir as músicas e tocar. Se não, convide uma pessoa da fazê-lo.

Núcleos de oração • O núcleo de oração tem por objetivo principal envolver as crianças no momento de intercessão. • A cada domingo haverá núcleos de oração, e se você tem um grupo grande, escolha para cada núcleo um domingo. Cada grupo representará um país pelo qual irá orar. • Informe os líderes, que pode ser um júnior, sobre os países e dê cópia dos motivos de oração. • Faça o possível para que o líder do núcleo esteja vestido com trajes típicos do país pelo qual estará intercedendo. • Cada núcleo pode ter um nome ou algo típico do país para identificá-lo. Tema e divisa Para enfatizar esta parte, pode-se usar fantoches, dramatizações, jograis etc. Mensagem Esta parte do culto deve ser apresentada da forma mais criativa possível para se obter a atenção das crianças. A mensagem deve ser objetiva e clara para que os pequeninos retenham os conceitos e não se desconcentrem. A mensagem terá três partes: a) Ilustre sua mensagem com história moral, dramatização, fantoches etc. b) História bíblica: Use sua criatividade e talento, mas lembre-se que você trará uma mensagem de Deus, portanto, dependa dele e se prepare bastante. Não esqueça de manter a Bíblia aberta durante a mensagem. c) Aplique a mensagem à vida das crianças dando exemplos, trazendo para a realidade delas. Atividades de encerramento Esta parte é importante porque quase sempre o culto infantil acaba antes do culto dos adultos. Esta atividade mantém as crianças ocupadas e você pode reforçar o tema do culto. Ofertas Para arrecadar a oferta, que tal se você fizer um Boieiro Missionário. Funciona assim: Peça aos pais que colaborem doando doces e balas para as crianças venderem durante a semana. Outra sugestão é confeccionar cofrinhos com lata de refrigerante e incentivar as crianças a enchê-los de moedas durante a semana.

»no..suplemento infantil da Campanha de _ .__

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LJVRO DE QRAÇÁO7 intercessão como algo relevante à o pré-adolescente a entender que orar ; é responsabilidade do crente; a intercessão diária em favor da obra que a sua denominação executa em : •-. confecção fcas õe cartolina ou papel cartão dupla face - -: . : ris de cor ou giz de cera para colorir t ou lápis para escrever os pedidos de oração TOS de missionários, de pessoas de outros povos, de animais típicos de algumas regiões, típicas etc. (que você pode conseguir em jornais Desenhos de outros povos feitos pelas crianças. um livro de oração? o com as crianças a divisa da Campanha de :-.diais de -uri igreja. Em seguida, explique a i da oração para que a tarefa missionária seja e ampliada a cada dia. Diga que orar por — desafio e uma responsabilidade para que o que o Senhor reina. Pergunte ao grupo tem o hábito de orar pelos missionários e pelo t que realizam. Deixe que as crianças respondam, diga que as crianças poderão confeccionar > livro de oração, e assim lembrar sempre de r por Missões Mundiais. i tempo o professor deve gastar nesta : . ; • • ; mpo disponível e da profundidade corn ai você pretende tratar da questão. Se desejar um mais elaborado, serão necessárias duas iões. Se optar por um modelo mais simples, um antro será suficiente. Veja as sugestões a seguir. •• motivar as crianças? kene que as crianças confeccionem seu próprio livro oração, orientadas pelos líderes. Dependendo do do grupo, você pode deixar que elas mesmas Iam o país. missionário ou povo pelo qual desejam e a partir daí alistem os pedidos de oração. Se isto a atividade. escolha você mesmo um ou mais missionários para que as crianças estejam Isso facilitará na hora de levantar as informações o pais. missionário ou povo. as informações? 3 material promocional que a denominação envia j& xpeja. Há muita informação nele. Informações do campo podem ser obtidas nas fichas de

- •-: :-- •-. ---- ~.-~nça e ";sces, parte integrante do - • ; ; • : - : : : - = :a Ia~:3nhaV sskmária 1 999, da CBB,

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oração que sua igreja também recebe. Maiores informações sobre países e ministérios missionários podem ser encontradas no Almanaque Abril, editado todos os anos pela Editora Abril e fácil de adquirir em bancas de jornais; e no livro Intercessão Mundial, de Patrick Johnstone, editado pela WEC International e encontrado em livrarias evangélicas. Aplicando as informações no contexto missionário O livro de oração deve ter a "cara" das crianças. Elas são muito criativas, e você vai poder trabalhar com bastante flexibilidade esta criatividade. Ofereça a elas jornais e revistas de onde possam selecionar e recortar fotos de lugares, pessoas estrangeiras, animais e alimentos de outros países etc. Estas fotos irão ilustrar os livros de oração, bem como as fotos dos missionários nas fichas de oração. A medida que forem selecionando as fotos, procure relacioná-las com a realidade dos campos missionários onde a igreja ou denominação tem obreiros. Ofereça às crianças também informações sobre a realidade dos campos: as carências, os desafios, o sofrimento do povo, a sede espiritual. A partir daí, peça que elas elaborem uma lista de pedidos de oração. Ajude-as. Mantenha-se por perto, sempre disponível, mas deixe que elas mesmas elaborem os pedidos. Você vai se surpreender com as descobertas que elas farão. Você pode pedir também que as crianças façam pesquisas sobre os países em livros escolares, jornais e revistas durante a semana. Isso vai mobilizá-las ainda mais. Confeccionando os íivros de oração A cartolina ou papel cartão devem ser divididos ao meio. Em seguida, dobre cada uma das partes ao meio, formando um "livro" de quatro páginas. A primeira página deve conter a expressão "Meu livro de oração por Missões", o nome do país escolhido para oração e o nome da criança. As outras páginas devem conter as fotos selecionadas, ou os desenhos feitos pelas crianças, e os pedidos de cada uma, manuscritos. A última página pode conter os desafios daquele campo missionário e o compromisso de cada criança em orar e contribuir. Forme uma Rede de Intercessão com as crianças Peça que as crianças levem os livros para casa e orem durante a semana seguinte. Na semana seguinte, peça que tragam de volta os livros e faça uma troca entre eles. Assim, cada criança estará orando durante um bom tempo por vários pedidos diferentes. Não deixe de lembrá-las da importância de preservar os livros produzidos pelos colegas, pois ao final do rodízio serão devolvidos aos donos. Ah, não se esqueça de dar espaço para que as crianças narrem suas experiências com a intercessão, e não deixe de alimentá-las com novas notícias, narrando as bênçãos que Deus tem derramado em cada campo missionário.


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\A

1. Mostre o polegar -- Ele é o dedo mais afastado. Vamos dizer uma verdade apontando este dedo para você: "EU PEQUEI". A Bíblia diz que "todos pecaram e longe estão da glória de Deus" (Rm 3:23). 2. Agora veja o indicador — Para onde ele está apontando? (Para cima.) Este dedinho nos lembra que Deus nos ama. Sua Palavra nos diz isto: "Porque Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna' (Jo 3:16).

cada criança a que pode pequeno •

~—: : _ : •

- ; : lários.

ifaacnal necessário

• ^ãcjLãir txi confeccionar luvas brancas i para tecido nas cores: azul, marrom, vermelho, • e verde : água para lavar os pincéis l para proteger a roupa das criança. fazer

a) Desmembrar os pares de luvas e oferecer apenas uma luva para cada criança. íocar a tinta e os pincéis à disposição dos participantes. oiocar avental nas crianças. (Se você não dispõe de aventais, improvise alguns com sacos plásticos. Faça uma abertura para a cabeça e duas para os : ;:: ; Espticar às crianças que, com os pincéis e as inças, pintarão apenas as pontas dos dedos da luva A pintura será feita da seguinte ordem (veja o esquema no desenho ao lado). realizar a atividade afã/idade pode ser realizada durante uma rioénca Missionária nas reuniões do culto infantil, •••pamenlo diurno com ênfase missionária, na classe ou na feira missionária que a igreja pode promoexpHcar o plano de salvação às crianças --: : :: = r.issionária" pronta, apresente o tdesafcação às crianças. Veja o roteiro:

:-:;-: -.:-. \-~- 'e.s:a Criança e Missões, parte •~--'-. : - "'- --''- : • : • • : : : - = Já Campanha Missionária

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3. Vejamos, agora, o dedo do meio, o médio — Você pode segurar seu dedo menor com o polegar e deixar os três do meio ficarem de pé, firmes e altos? Olhem bem para eles. Isto me faz lembrar a crucificação de Jesus. O dedo do meio me faz lembrar a cruz mais alta, aquela em que Cristo morreu pelos meus pecados. Os outros dois dedos representam as cruzes em que os ladrões morreram. Olhem novamente o dedo do centro. Pensem no fato de que, na cruz, Cristo morreu por mim e por você. Este dedo está dizendo: "Cristo morreu por mim". A Bíblia diz: "Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores" (Rm 5:8). 4. Agora, vamos ao dedo anular — Ele me faz lembrar novamente os dois ladrões na cruz. Um rejeitou a Jesus. Ele até zombou do Salvador quando estava morrendo por nós. Mas o outro ladrão pediu: "Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino". Este recebeu Jesus como seu Salvador. Você pode fazer o mesmo. Pela fé você pode dizer: "eu o recebo." A Palavra de Deus afirma: "(...) aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus" (Jo 1:12). 5. Agora, chegamos ao dedo mínimo — Se você colocar seu ouvido bem perto e escutar, quase poderá ouvi-lo dizer: "Estou salvo!" Se você sinceramente crer e falar do fundo do seu coração aquilo que os outros quatro dedos têm dito, você agora poderá dizer também: "Estou salvo". É isto que a Bíblia diz: "Creia no Senhor Jesus, e será salvo" (At 16:31). Este dedinho é pequenino, ele é chamado mínimo, poderíamos chamá-lo de dedo nenen... E sabem de uma coisa, crianças: logo que aceitamos Jesus como nosso Salvador, somos bebés na família de Deus. A Bíblia diz que nós nascemos de novo. E os bebés precisam crescer; a Palavra de Deus e a oração serão o "leite" que ajudarão o nosso crescimento e nos ensinarão como devemos viver.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO a usar a luva ••o para apresentar o plano da salvação das cores. Explique o significado das • • - - - : - - : -;- linguagem d a criança. ! é ensiná-la a compartilhar os passos do j CÉU). Faz-nos lembrar do lugar que çyande amor. preparou para nós. Um nar õe alegria onde não haverá pecado. -a . Quando brincamos na terra ws sujos Assim também acontece com nosso quando fazemos coisas erradas ou nos. Todos somos pecadores e o nos impede de entrar no Céu. Cor do sangue). Deus preparou um meio de vivermos com Ele: mandou seu Filho Jesus aqui na Terra. Jesus morreu na cruz e derramou o SR. sangue por nós. (Limpeza). Jesus viveu novamente, porque Be é o Riho de Deus e tem poder sobre a morte, sobre o mal. e quer mudar a nossa vida, tirar toda . aâa do pecado do nosso coração tornandonos Bmpos por dentro. Basta que aceitemos a Jesus como único Salvador e Senhor de nossas vidas e vivamos para Ele. Verde Pjar.tasj. Está relacionado ao crescimento na «ida. Quando "nascemos de novo" ou seja, quando entregamos nossa vida para Jesus, começamos a andar num caminho novo. Precisanos aprender a falar com Deus, conhecer a Bíblia para saber o que Ele quer que nós façamos. Vamos crescendo dia a dia no conhecimento e na ãzade com Deus.

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4. FESTA MISSIONARIA mkgria faz bem à saúde" (Pv 17:22a). Crianças de festas. A equipe do Departamento Infantil promover, pelo menos anualmente, uma Festa

de brincadeiras que podem ser usadas em para crianças:72 Missionária: Divida o grupo em dois . ~erc igual. Cada time fornia uma fila. A ssoa em cada fila recebe um desenho de uma lápis. De uma certa distância de cada time ----- do mundo (com os nomes dos países ). Quando o líder der o sinal, a primeira pessoa a grupo corre até o mapa, marca com um X um . o nome do país (se as crianças não sabem ler, o de ajudar), e recita: "Vão pelo mundo inteiro e MI a Boa-Notícia do Evangelho." (Marcos 16:15 . Depois a criança volta e dá o desenho à a criança na fila. Esta corre para marcar um país te. O primeiro time que terminar, ganha. Jogue de as desta vez as crianças têm que andar de costas. io que nossa tarefa é levar a boa-notícia a todo o k. mas às vezes estamos atrapalhados porque as não falam, as pessoas não dão ofertas, as não oram etc. Sabe de Uma Coisa?: O grupo senta num círculo. Kder começa o jogo dizendo: Sabe de uma coisa, Maria (o nome da criança ao seu lado)? Maria responde: Não sei. O líder responde: Na Argentina (ou qualquer país) as pessoas precisam de alguém. Maria pergunta: De quem precisam? O líder responde: Precisam de Jesus. Agora "Maria" repete este diálogo com a pessoa a seu L usando o nome de um país diferente. O diálogo : - - - • . ; r.; :hegar ao final do círculo. Viajando para Deus: Cada criança, uma de cada .ez. deve vir à frente e fazer uma pantomima de uma na diferente de transporte. (Se necessário, o líder pode dar algumas sugestões como: barco, trem, avião, cairo, canoa, jipe, a pé, ônibus, bicicleta, táxi > yupo tenta descobrir que forma de transporte e a criança está representando. Depois, o grupo como um missionário poderia usar esta forma '. para ajudá-lo a falar de Jesus.

:=•= :- a":as denominada "Brincadeira

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Caça Bandeira: Uma criança escolhida recebe uma grande bola de gás em que está escrita a palavra "Bíblia". Todas as outras crianças recebem bandeiras de países (recortados de revistas ou feitas em computadores) diferentes. A criança, com a bola de gás, tenta alcançar qualquer criança com uma bandeira, tocando-a com a bola de gás. As crianças com as bandeiras tentam evitar serem tocadas. Ao alcançar uma criança, com uma bandeira, a criança com a bola fala Marcos 16:15, recebe a bandeira e dá a bola de gás para a criança que foi alcançada. A brincadeira começa de novo. Depois de dez minutos, pare o jogo e peça que todas as crianças que foram alcançadas pela bola de gás, levem suas bandeiras à frente e as afixem na parede. Mostre que nem todos os países foram alcançados, como nem todas as pessoas do mundo já ouviram as boasnovas de Jesus Cristo. Quebra-cabeça: Afixe um mapa do Brasil na parede. Recorte um outro mapa do Brasil (igual) em partes (regiões ou estados, dependendo do tamanho do grupo). Coloque fita durex atrás de cada peça do quebra-cabeça e distribua as partes entre as crianças. Ao sinal, as crianças tentam montar o mapa corretamente. Quando terminarem, o líder indica quanto tempo elas levaram. Faça-o novamente, para ver se podem fazer em menos tempo. Se tiverem interesse, podem repetir várias vezes. Depois, pergunte se cada parte do Brasil precisa ouvir falar de Jesus. Destaque que há muitos lugares onde Jesus não é conhecido e por isso é importante orar pelo Brasil. Pouco a Pouco: Divida o grupo em dois times. Cada time forma uma fila. O primeiro jogador de cada time receberá um copo descartável. Perto de cada time deverá haver um balde ou bacia com água. Longe de cada time (na mesma distância para cada time) haverá um balde ou bacia vazia. Ao sinal dado pelo líder, um jogador de cada time encherá seu copo de água, correrá até o balde do seu time e jogará a água dentro dele, correrá de volta, dando o copo ao próximo jogador. O jogo continuará até o primeiro time conseguir encher o balde de água. Depois do jogo, o líder destaca como a participação de todos foi importante para encher o balde pouco a pouco. Se cada pessoa falar de Jesus Cristo, o mundo vai conhecê-lo pouco a pouco.


: - :: - :-

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para a Festa Missionária receitas internacionais ou aproveitar ÉÉanaáonais da sua igreja para preparar de bandeiras. As crianças podem fazer o briche, enfeitando biscoitos quadrados com cacndo As bandeiras de países, como Alemama. Botsuana, Peru e Japão, podem ser confeccionadas. Uma outra sugestão seria bolos enfeitados como bandeiras. de convite para a Festa Missionária \o dos bonecos a seguir, pinte-os e dealbes da festa no verso. Sagestáo de ornamentação para a Festa os bonecos a seguir, pinte-os e afixe nas fcxma de um círculo, para representar a ideia ao redor do mundo. Os líderes da festa vestidos com roupas internacionais, usando dos bonecos.

ra

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Grécia

índia

Itália

Preto Vermelho Amarelo

Argentina

México

Branco Vermelho Botsuan

Polónia

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Branco

Vermelho

Vermelho (círculo)

Japão

Peru

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Métodos que auxiliam o processo da memorização'

V

1. Quadro de giz. Escrever o versículo no quadro de giz, antes das crianças chegarem à classe. Depois de ensinar parcialmente o versículo, pedir que as crianças fechem os olhos. Apagar algumas palavras e fazer a classe olhar e repetir novamente. Depois, apagar outras palavras, continuando desta maneira até apagar o verso todo e a referência.

MEMORIZAÇÃO DE VERSÍCULOS BÍBLICOS inça é uma idade própria para memorização. = ~:razer à memória", "tornar lembrado". A i uma verdade ou conceito e o retém; no seu "banco de memória" y. ficou gravado em sua mente para i momentos oportunos. mãoào de memorização de versículos bíblicos é nK e deve se tomar muito interessante e alegre

2. Flanelógrafo. Escolher palavras chaves do versículo e desenhar ou recortar figuras que ilustrem tais palavras. Escrever as palavras restantes em tiras de cartolina. Forrar tudo com flanela ou camurça (entretela sem cola também pode ser usada, em lugar da cartolina; ela adere bem ao flanelógrafo). Colocar no flanelógrafo. Depois de repetir várias vezes com as crianças, tirar os letreiros e figuras, aos poucos.

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3. Cartaz. Preparar cartazes em forma de figuras que ilustrem o versículo. Escrever versículo nos cartazes, dividindo as palavras em sequência lógica. Em outro cartaz, escrever a referência bíblica. Os cartazes são úteis para recapitulação. As crianças podem dizer o versículo olhando a referência e, olhando as palavras, dizem a referência.

icia da memorização •s Escrituras é o tempo ideal (Pv 22:6; II Tm 3:15). . ~L -_. - ensinada é: mm e eficaz (Hb 4:12). Semente que contém o da vida. Fornece algo positivo para :

4. Gestos. Usar gestos que combinem com o sentido do versículo (Exemplos: Ap 3:20; SI 19:la).

í? 24:35; SI 119:89). O que a criança •pende ser-lhe-á útil durante toda a sua vida. -ema-*to para o coração (SI 119:50). faça contra o pecado e tentações (SI 119:11). Espirito pode "trazer à memória" da criança, i depois de muito tempo, um versículo •anorizado. dependendo de suas necessidades: perõâo. conforto, correção etc. (Jo 14:26). . Levando a criança a memorizar a Palavra de Deus, » professor prepara-a para testemunhar e ganhar ; para Cristo (Is 55:11).

5. Dedos. Para crianças menores, pode-se ensinar um versículo (ou parte dele), marcando nos dedos. Exemplos: "...Cristo vive em mim" (Gl 2:20); "Todos pecaram..." (Rm 3:23); "...se alguém está em Cristo, é nova criatura..." (II Co 5:17).

mmo ensinar um versículo bíblico : versículo completo, diretamente da Bíblia, e :-;-:: : . ; .;-. Observar as diferenças das ^••fttir. ter o visual na mesma versão lida. ri*"-"* o sentido das palavras difíceis. Levar as tiifti**? a repetir as palavras várias vezes. âfmnet o significado ou sentido de todo o versículo O que a Palavra de Deus está ensinando?" ífapeã- com as crianças até que o versículo fique

6.

Versículo cantando.

musicado.

Ensinar o versículo,

7.

Perguntas. Fazer perguntas que o versículo responda. Exemplo: SI 119:11 — Quem guarda no coração? O que eu guardo no coração? De quem são as Palavras? Para quê eu guardo a Palavra de Deus no coração?

8. Quebra-cabeça. Preparar uma figura grande ou um cartaz, forrando-o com flanela ou camurça. Escrever nele o versículo. Dividir o cartaz em algumas partes, em formatos diferentes. Recortar essas partes, tomando cuidado para não cortar palavras ao meio. Juntar as partes no flanelógrafo. Depois da memorização, desfazer o quadro, misturar as partes e entregá-las a uma criança ou a diversas, para montá-lo novamente.

a referência junto com o versículo, i ou no fim. ip |• ifi k.'>n na recitação das Escrituras.

9. Varal. Escrever o versículo em letras grandes, distribuindo as palavras em diversas folhas de papel ofício ou em cartolina (em formato de figuras),

•xnta os meus cordeiros. APEC,

Mais informações sobre c use de recursos visuais, você encontrará nas pag 'es': a rr. 74

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO uma dobra. Pendurar as folhas num varal, de um cordão, pela dobra, formando o - dois alunos podem segurar as pontas do Durante a memorização, ir virando o varal, as crianças saberem todo o versículo de cor. s a memorização, colocar o versículo no varal de ordem e chamar uma criança ou um grupo : —_~ :-- : Cartaz de pregas. Preparar várias tiras em ína e escrever o versículo em letras grandes. • 7 ~ - "' J- : 3 que ilustre o versículo. Colocar o ••úmir» r>o cartaz de pregas, tendo o cuidado de deixar palavras amontoadas. Conforme as ::-- • -. - memorizando, ir tirando palavras ou •es aos poucos, até tirá-las por completo. As . - • - - ; • - - - - - - - podem colocar o versículo no •artar na ordem certa. Dínsâo em grupos. Dividir o versículo em duas • •ais partes. Dividir também a classe. Cada grupo epes apenas a sua parte. Exemplo: Iodos "Toda Escritura é inspirada por Deus" r-jpo: "e útil para o ensino" rrupo: "para a repreensão" f grupo: "para a correção" 0 grupo: " e para a instrução na justiça" Todos: D Tm 3:16 do versículo. Ler com os alunos várias o versículo a ser memorizado. Quando todos familiarizados com o texto, dar início à ará Alguém deve segurar uma bola, falar a palavra do versículo e lançar a bola para pessoa. Esta deve falar a segunda palavra e adiante a bola. Continuar até completar o Se alguém errar alguma palavra ou deixar •r a bóia. é eliminado do jogo. Carta enigmática. Escrever um versículo por ide ámbolos que representem suas palavras. Os •mós devem decifrar os desenhos enquanto •••BBBcn o versículo. Fvca. Riscar numa folha de papel ou no quadro- _- . : ie traços correspondentes às letras •cpalaMas que formam o versículo a ser decorado. ir a sab em dois grupos e fazer uma forca para .:: -- _ ; = ; devem tentar descobrir as letras usar as palavras, para então descobrir qual é o Cada time falará uma letra por vez e, se D versículo, será anotada nos respectivos pot. Quanrin sugerir alguma letra que não faz .•nimlry desenha-se uma parte do boneco , •onoo. braços etc). Continuar até que ^HT 9*po ftpvyp descobrir qual é o versículo e .aeas vezes com a classe.

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15. Leitura variada. Escrever o versículo na lousa e dar variações sobre quem lerá o versículo. Exemplos: só as meninas, só os que usam ténis, só os que estão de calça comprida, só os que usam óculos etc. Até que todos já tenham o versículo memorizado.

NOTAS: 1. Despertar a atenção das crianças, fazendo esta parte da aula bem interessante. Portanto, variar o método. 2. Escolher versículos que tenham valor para a vida espiritual da criança e que estejam relacionados com o ensino da lição. Para as crianças recémconvertidas, escolher versículos básicos. Exemplo: Um versículo para cada página de O Liuro Sem Palavras ou versículos que expliquem a mensagem da salvação, marcando nos dedos. 3. Criar na criança amor pela Bíblia, demonstrando amor e reverência para com o Livro Sagrado. Ser o exemplo. 4. O professor deve saber o versículo de cor e seu significado, antes de ensiná-lo às crianças. Deve questionar-se: "Sou eu um exemplo deste versículo?". 5. Estar certo de que os alunos aprenderam realmente o versículo. As crianças menores são mais lentas em memorizar muitos versículos; por isso, é melhor que saibam seis perfeitamente do que tenham uma vaga ideia de doze versículos. 6. Ensinar também trecho das Escrituras, tais como: SI 23; Mt 5:3-11; I Co 13; Is 53 entre outros. 7. As crianças são capazes de aprender bem, mas podem demonstrar dificuldade em recitar versículos se o professor tentar ajudá-las frequentemente. Esta ajuda é desnecessária, pois motiva a preguiça mental. Ser paciente em ouvir a repetição dos versículos e dar sugestões para que a criança realmente memorize o versículo. 8. Decidir o momento oportuno durante a aula para ensinar o versículo. Às vezes, as crianças só entendem o sentido do versículo depois de ouvirem a história. Outras vezes deve ser ensinado em certo ponto, no meio da lição. 9. Permitir um descanso mental entre a memorização e a lição — um cântico, por exemplo. Para as crianças menores até 6 anos, colocar a referência por extenso e dividir o versículo em partes, para facilitar a memorização.


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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BE-EL BRASILEIRO

^i^iin varieis vezes com as crianças dnanar a ária. Talvez durante a lição ou no final. toa sersara.recordaros versículos memorizados, âe^r ao final da série, tomando cuidado para jWar lodo o tempo da classe com esta tãõe Escolher auxiliares ou fazer pessoalmente, ••B o_ depois da aula, a recordação com cada r _ ~ :: - : : _:-. ~ : -: _ •tinir» interessantes para a recordação: «•Mies. quebra-cabeça. varal, concurso entre dois falado (recitação dos versículos por Wãf m crianças, como um coro) etc.

Mfivoc à memorização Dfcr a cada criança um lembrete ilustrado, com o - .. - _ • . - • ~ 5 ~esma versão bíblica em que foi aecoracc Os lembretes podem ser colados em um caderno preparado pela criança ou pelo «parar urr-. "tiro ao alvo" para cada criança, com ac •foBidas escritas ao redor do alvo. À medida aj£ a criança aprende os versículos, colam-se :•..__ . _ • - _: jurados junto à referência. Ao _— -.31 zação de toda a série, coia-se um • bem no centro. á brinde" a ser entregue a cada criança • o versículo sem errar. Preparar uma caixa -as que sejam interessantes para as crianças, •tetos, livros, O Litro Sem Palavras etc. D tem seu "preço". Uma vez por mês, a estará aberta, antes ou depois da aula, i já ajuntou bastante "vale brinde" para r peio artigo que desejar. a cada criança uma lista de versículos, espaço no fim de cada referência, onde pode assinar seu nome, colar estrelinhas confantc a criança recitar os versículos sem cartão a cada criança, pedindo que escreva de baixo o seu nome e um problema ou que tenha. Recolher, levá-los para casa t dBnkê4os na semana seguinte com versículos aprirm as crianças na solução daqueles Isto encoraja a criança a decorar o seu as crianças a compartilhar com outras os weisículos que aprenderam — quando algo. têm mais chance de guardá-lo. para visualizar e incentivar a prática de versículos.

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C 1-

SEMIMÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

de modelos para visualização de versículos

ndoncie uma caixa de ouos. Você oai preparar uma lagarta. Corte ao meio a parte onde se encaixam os ovos e sobre a mesa. No primeiro encaixe você faz a cabeça da lagarta, com olhos, anteninhas e boca. Depois, em você prende num palito cada palavra do verso para memorizar e a referência.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

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SBONARIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

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Escondi Q fuá palavra no meu para não pecar! contra ti. Salmos 119-.il

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::

VI

EOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Sugestões para a seleção dos cânticos75 1. Orar antes de escolher os cânticos, para que Deus dirija a escolha: orar pelo período de cânticos durante a aula. pedindo a Deus que os use na vida das crianças. 2. Os cânticos devem ser escolhidos com antecedência. Pedir as crianças que os escolham, deve ser exceção e não a rotina das aulas. 3. Escolher cânticos que preparem o ambiente para as partes do programa que eles introduzem: oração, oferta, história, memorização e apelo. 4. A letra deve ser fácil e apropriada para as crianças, segundo a faixa etária delas. E a música deve estar dentro da capacidade infantil: nem demasiadamente aguda, nem grave demais. 5. Junto com os cânticos, usar também alguns hinos cantados pelos adultos da igreja.

A MUSICA E O EVANGELISMO INFANTIL

Tem havido boas produções para crianças; alguns músicos e compositores brasileiros têm se preocupado com a qualidade do que é oferecido ao público infantil. Nas gravações que citaremos a seguir, os autores tiveram cuidado com a letra das canções, fizeram interessante arranjo com os instrumentos musicais, os ritmos e os andamentos. Os intérpretes são bons cantores que procuram expressar com a voz as diferentes emoções que o texto sugere. São os CD's: Cânticos de Salvação Para Crianças, produzido pela APEC, abordando os mais diversos temas, com vozes e play-back (também em fitas de áudio). Também publica o Hinário com Partituras dos "Cânticos de Salvação Para Crianças". São encontrados em livrarias ou em escritórios da APEC. Crianças Felizes — Andréa e André Fontes; Sou Feliz — Igreja Metodista Central de Goiânia (GO); Mari/ene Vieira e os amigos de Jesus — Ministério Infantil de Louvor e Ensino (RJ); Mig e Meg: O amor de Deus — Musical de Natal; Turma do Printy, Clubinho do Papai do Céu: Maurão e os Bonecos — Vencedores por Cristo; Viva o verde e outros bichos: Tia Noeme e seus amiguinhos — Vencedores por Cristo; O boca suja - Fofocando — Palhaço FelizBeto; Reino Diferente — Alda Célia Kids; Cantar é Jóia — Koinonia Produções; Castelo Ratimbum; Bom é ser criança — Aline Barras e convidados; Crianças Diante do Trono — Igreja Batista da Lagoinha, Belo Horizonte (MG); Mania de ser feliz — Cristina Mel; Coração de Criança — Voices. MK Publicita; e alguns outros. Também podemos encontrar no comércio canções cuja letra carece de sentido, sem nenhum atrativo sonoro e com andamento sempre igual da primeira até a última música. A letra de muitas dessas canções deixa transparecer o conceito que muitos adultos têm sobre a criança como um ser "bobinho" que não pensa e vive no mundo da fantasia. Por isso. os refrões "tudo legal... eu sou feliz... sou criança..." além das letras que pretendem dar "lição de moral". Não importa se o intérprete tem boa voz ou não, basta que seja capaz de contagiar a garotada através do ritmo acelerado e de repetições monótonas. O pior de tudo, é que esse tipo de gravação vai para o lar. para a escola e roda o dia inteiro como música de fundo. Cuidado! A produção é enorme, é preciso saber escolher! 75

O valor da música no trabalho COMI crianças lEfibfia manda cantar louvores a Deus. .TO dos Salmos contém hinos de louvor ao Senhor e convite ao louvor: "Louvem ao Senhor com harpa: ofereçam-lhe música com lira de dez nardos. Cantem-lhe uma nova canção; toquem com habilidade ao aclamá-lo" (SI 33:2-3). b) Jesus disse: "Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos suscitaste louvor" (Mt 21:16). meio dos cânticos as crianças aprendem a adorar Os cânticos bem escolhidos dão ênfase ao ensino da ição. Verdades bíblicas são ensinadas e memorizadas através da letra dos cânticos. Os cânticos atraem as crianças, criando um ambiente - -- . As crianças gostam de cantar. As crianças participam ativamente na classe ao . Os cânticos com gestos proporcionam apormniáace para elas se movimentarem e defenderem energia. i vão cantando por toda a parte, levando a i do Evangelho aos pais e a outros.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Alguns recursos tornam mais interessante o período de cânticos 1. Preparar cânticos visualizados, em cartazes com formas e tamanhos variados. As figuras ilustrativas podem ser desenhadas e pintadas (com tinta guache, suvinil ou lápis de cera) ou recortadas de revistas e aplicadas ao cartaz. (Ver, nesta apostila, informações -. Recursos Visuais'.) L Visualizar o cântico com figuras no flanelógrafo. um quadro ou gravura que ilustre a do cântico, e usá-lo cada vez que for r aquele cântico. x Para facilitar a memorização e tornar o mais lúdico, as músicas infantis são musicados. a respeito do cântico: como foi relacionadas a ele. seja a regente de vez em solo ou duetos. ou cânone.

.

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Se o professor sente ,--. - -

- - -

o compasso, mas não é novo. experimentar fazer oorr. as mãos. subindo e descendo - -;:•;.: com gestos, o professor deve fazer •n as crianças.

to dos cânticos •KTJÉO dos cânticos pode ser • [ãaiiBld. violinista ou por outro e saába roçar bem. ao cm fase de formação e de :. ; _ : :-.--..i; musical. Por isso, possa tocar bem para - - - - - - - -• -r-.elhor cantar sem deve enfatizar a melodia e o ritmo. : :. ;:- : . . -o;• play-back. escá aprendendo a tocar algum ile a pena convidá-la para :: i:: : - :utro. para ganhar .

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- :- :-: - :?.-?

é o mamo que "ser desafinada..." Ser i a IM estado permanente e imutável. É que pode nos iifcr. Pensando bem, > que algumas pessoas confundem certos tons de azul com tons de verde. Com muito mais facilidade, é possível conbndr pequenas diferenças sonoras, resultando na chamada desafinação. É interessante observar que a confusão com as cores é mais bem aceita, e não tem a repercussão afetiva que a desafinação tem sobre a auto-estima das pessoas. Quem desafina, em vez de admitir que desafinou e tentar cantar novamente, acaba se convencendo que é desafinada, que não pode cantar, que não dá para música... Aquela pessoa que acredita que sabe cantar, provavelmente faz isso desde criança. Quando pequena alguém a olhou com admiração, aprovando suas tentativas vocais, ou elogiando sua voz. Isso nos mostra que a imagem que temos de nós mesmos como alguém que sabe cantar e se expressar é construída na relação com os outros, pois a afinação ou desafinação é um conceito construído socialmente. A criança que desafina não teve a oportunidade de conviver num ambiente em que a confiança e as interações fossem incentivadas. Contudo, ela não será uma pessoa desafinada para sempre, tudo vai depender do tipo de interação que vai realizar com a música, das oportunidades que terá para cantar e utilizar sua voz como forma de expressão. Devido à forte repercussão que as habilidades musicais têm sobre a identidade das pessoas, sua auto-estima e sua expressividade, a música não deve ser uma área de conhecimento negligenciada na formação das crianças. — Leda de Albuquerque Maffioletti, "Práticas Musicais na Escola Infantil". Do livro Educação Infantil: pra que te quero? Artmed Editora, 2001, p. 129.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO DE MUSICA i importante a criação do centro de música no Infantil, pois, através dele, as crianças são a louvar a Deus e desenvolvem as de ritmo, audição e gosto pela música. Cada pode-se fazer uma atividade musical com as n uma exploração criativa das possibilidades dos objetos ou de instrumentos musicais. da música mostraram que a içai não pode ser promovida apenas por tadas. Deslocar-se pela sala adequando o damento da música; as atividades de •produção de ritmos utilizando o próprio • «ecução de instrumentos musicais criados ancas e a criação de pequenas melodias e ritmos -.-. -~ --:.LZ pane do planejamento.

as crianças em fila. Colocar-se na frente da um tambor ou qualquer instrumento de o. Cada vez que você tocar o instrumento, as mudam as passadas. Quando o instrumento crianças ficam paradas. As passadas devem o ritmo do instrumento. podem descobrir maneiras de fazer som corpo Incentive-as a descobrir seus próprios ar a voz. Exemplos: Bater palmas, dar n a língua, bater com as pontas dos dedos, os pés no chão etc. : 3 criança para escolher um animal e imitar o l que ele faz. Exemplos: cachorro, gato, boi etc. • tambor, toque o ritmo de marcha 1,2,1,2,... as aças podem acompanhar o tambor com o som do •nai que escolheram.

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INSTITUTO BÍBLICO BETEL BRASILEIRO

INSTRUMENTOS DA RÍTMICA • -: •

- : :;:.: especializado instrumentos : Er.:re:anto, a criação de uma - '=-.'.' Infantil se toma ainda mais sz os próprios professores e as crianças -entos. :--• i--;- '3:r_~entos musicais, utilizando

~

» vil/

Em um dos lados da madeira, colar a lixa (pode-se usar cola de sapateiro). Do outro lado, colar um pedacinho de madeira para apoiar es dedos. Usar latas de refrigerante ou potes CHOCALHO de iogurte. Colocar dentro pedrinhas. sementes ou moedas. Enfeitar os chocalhos com papéis, figuras e fita adesiva colorida. COPOS DE PLÁSTICO Em um copo plástico fazer um furo no fundo, por onde deve passar um barbante. Na ponta do barbante, amarrar uma tampa de refrigerante ou uma moeda furada. É só puxar o *<<f barbante e o som sairá. ^

LIXOTAS

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Partir um coco ao meio, raspar e lixar bem as partes externas e internas. Do lado de dentro, fixar deis pedaços de madeira para apoiar as mãos. Para enfeitar o coco, pode-se pintar com tintas coloridas, ou colar fitas de papel crepom na borda. J s ar uma madeira lixada, eternizada ou pintada. Pregar com pregos na madeira tampinhas c e refrigerante, duas para cada :'ego, sem apertar muito os pregos cara que as tampinhas fiquem es e produzam som quando a ~;deira for balançada. Serrar o cabo de vassoura, ccrtando dois bastões com o comprimento de 20 cm cada um. Passar lixa nas suas pontas. Para enfeitar, encape os bastões com papel ou fita adesiva colorida, pinte-os ou cole fitas de crepom ou ce.m nas pontas. Podem ser construídos tambores de diversos tamanhos, usando-se j latas vazias (de leite em pó ou achocolatado). Estender uma borracha em volta da boca da lata, ccíando-a com fita larga. Dar duas . ou três voltas para que fique bem flrre. Decorar a lata com papéis .r a::s e '"guras, ou com pedaços :e ':a adesiva. Para tocar o :=-:•:• ca:e r na borracha com as uma colher. Usar arame e tampinhas de •e~:e'=i'.e c-ctões ou guizos. Unir --• ::".as :: arame, formando um dois pedaços de cabo de (ou cano de PVC), ::-;:: s :: - : comprimento de 40 — - :=~' de 1C cm de distância :; :•:-'.= :: cabe fazer marcas (cortes ou sulcos) na madeira com i : i ---. -- -.-. l :~ entre cada .-= ---•-- •;: = • :;s'a segurar pelo • ; : : - •;;: = • : a: s "S su ccs.

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TRIÂNGULO

A PRATOS

1

As tampas de panelas podem ser usadas aos pares, como pratos, batendo-se uma contra a outra.

Nota: Nas antigas atividades de bandinha rítmica, as coisas aconteciam mais ou menos assim:76 A professora escolhia os meninos espertos para tocar o tambor, triângulo e pratos. Os instrumentos menos ruidosos, como guisos, lixas e chocalhos ficavam para as meninas ou para as crianças retraídas, mas principalmente para aquelas que não prestavam atenção. A professora ensinava a maneira correta de segurar e percutir o instrumento, determinando também qual ritmo deveriam reproduzir, e em qual momento da peça deveriam tocar. Eram realizados exaustivos ensaios para as festinhas. A professora escolhia o repertório, o tom das músicas e o andamento. Para começar, exigia silêncio, contava até três, marcava o tempo estalando os dedos, e todos seguiam o seu compasso. As execuções em público expunham as crianças a tal situação que errar correspondia a expor-se ao ridículo. Por isso, o medo de errar e a vergonha eram armas muito eficazes para conseguir êxito nos ensaios e nas apresentações da bandinha rítmica. Atualmente estamos à vontade para criticar esse tipo de atividade, não só porque o autoritarismo já foi desmascarado, mas também porque já temos uma outra compreensão do que significa aprender de maneira ativa, ou qual o papel da atividade corporal na aprendizagem da criança. 76

Leda de Albuquerque Maffioletti, "Práticas Musicais na Escola Infantil". Do livro Educação Infantil: pra que te quero? Artmed Editora, 2001, p. 131.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

VII

Auxílio visual: É o material usado com o fim de trazer mais compreensão e clareza ao ensino. Pode ser cartaz, retroprojetor, fantoches, quadro de pregas etc.

RECURSOS DIDATICOS E VISUAISPARA EVANGELIZAR CRIANÇAS

O professor de crianças deve-se dispor a usar os recursos visuais e até mesmo a confeccioná-los.77

Vantagens e resultados do recurso visual 1. O ensino visualizado prende a atenção da criança. 2. Esclarece a mensagem. 3. Fixa o ensino na memória, pois a criança lembra-se muito mais do que vê. 4. Estimula a imaginação da criança. 5. É bíblico: foram usadas ilustrações e "figuras'" tanto no Antigo Testamento quanto no Novo.

A Bemagem da salvação é única; não se altera, - :--- - - •-: :; :.-,:; do receptor, local, cultura etc. A de apresentá-la é que pode variar. E com ; (ou adultos analfabetos) o professor pode fazer 1-5 vsuais e de outros recursos didáticos. ("•••lii 11, 1 n visual no evangelismo infantil - - - - - p ?.r meio da imagem é tão antiga QMDB> a própria história do homem. Quanta informação pode-ae obter hoje sob o passado de um povo, sua fica e costumes, apenas catalogando ideias expressas aedes das cavernas, em peças de cerâmica, em - r : . - _ - . : . - • ' . - z . DU gm outras íormas descobertas pela

Princípios do uso de visuais no ensino infantil 1. O visual deve ser claro e fácil de enxergar, de modo que todas as crianças possam ver com clareza. 2. Deve ajudar a esclarecer o ensino, trazendo luz sobre o que está sendo ensinado. 3. O método visual deve ser usado com a finalidade de facilitar e estimular o aprendizado da criança, e não apenas diverti-la.

banos numa sociedade que explora ao máximo a > por meio de visuais, cujo processo evoluiu lente no decorrer dos séculos. Out-doors, cinema, computador e outros são veículos que i a percepção e causam maior Níveis de aprendizado relativos a cada sentido de uma pessoa: no indivíduo observador — não apenas ouve uma 3% 6% 3% 13% 75% :ek também ave. provado que uma pessoa cinco vezes mais o que vê do que ouve. Conclui-se que a Olfatn icação de uma mensagem muito mais eficiente e completa quando ela xxn o auxílio de visuais: "Uma imagem vale mil

AurilcSn

4. Não usar o tempo de preparar a lição, preparando os visuais, esquecendo-se de estudar satisfatoriamente o conteúdo a ser ministrado.

= : : ~ _ - :açãc r.rantil. o auxílio visual torna-se dfveL pois certos vocábulos ou ideias podem r do fenite de compreensão da criança. O material ri zaz clareza e ao mesmo tempo ilustra aquilo que u ----.-. :: rondiano infantil, ou seja. aquilo que si D material visual torna as ideias mais oesas. O ensino toma-se mais eficiente, e as impres: : sem mais duradouras. É a arte de transmitir, compartilhar, , fazer saber e tomar conhecido o ensino.

5. Não esquecer que é o poder da Palavra de Deus que promove o aprendizado, e que o uso de visuais é somente um recurso que auxilia o professor no ensino bíblico.

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Vis3n

Diversas informações sobre recursos visuais utilizadas neste capítulo são da autoria do professor e ilustrador Abmael Fernandes Silva.


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» comunicação visual na Bíblia tnrjgo Testamento como o Novo estão botos, figuras, tipos e ilustrações que nos can 3B cocrrpreer.são das verdades bíblicas. . •: — U arco-íris (Gn 9:17). o sangue t .naaas das portas (Êx 12:22), o tabernáculo (Êx i azrpenae de bronze (Nm 21:4-9) e outros. - Jesus, o Mestre por excelência, com frequência de recursos visuais. Ele orno: Porta (Jo 10:9), Luz (Jo 8:12), Pão Água (Jo 4:14), Bom Pastor (Jo 10:11), D-- :: — •-nicação visual na evangelização é tornar Cristo tão claros quanto Ele os apresentou. • onanças o entendiam, quando Ele usou as lírios, dos pássaros, dos pescadores, dos «tantas outras para atingir o alvo do seu ensino. ópna experiência humana, Cristo sabia que, o «es não conseguimos esclarecer por muitas - :, - : ; :: -.seguir por uma boa e apropriada -sou o recurso visual ao ilustrar o seu de maneira tão eficiente, que até hoje são : oráprio Cristo, nosso Salvador e Mestre nos de sua sabedoria e criatividade para a comunicação visual no ensino do seu i- : : ::-í

Princípios gerais para a confecção dos trabalhos manuais 1. Fazer tudo para a glória de Deus (I Co 10:31). 2. Depender totalmente do Senhor (Jo 15:5), no processo de planejar, executar e aplicar os recursos visuais. 3. Estabelecer temas bíblicos específicos que você pretende desenvolver com as crianças. 4. Planejar recursos de acordo com a faixa de idade de cada grupo de crianças. 5. Testar o trabalho manual antes de ser utilizado. 6. Considerar o alvo do trabalho manual a ser atingido de uma maneira prática. 7. Reunir, antecipadamente, todo o material a ser utilizado na confecção. 8. Ter um trabalho manual já preparado, como modelo para as crianças observarem. 9. Informar às crianças a utilidade do trabalho manual que está à disposição delas. Equipe para trabalhos manuais 1. Treinar uma equipe para acompanhar e ajudar os trabalhos manuais corn as crianças. 2. Aproveitar o tempo dos trabalhos manuais para conhecer melhor as crianças quanto a atitudes, pensamento, reações, dedicação, sinceridade, necessidade etc. 3. Transmitir o valor prático e bíblico dos trabalhos manuais de uma maneira motivadora. Para isto, a motivação deve fazer parte integrante na vida de cada componente da equipe. 4. Ter o número suficiente de ajudantes para um determinado grupo de crianças. Para cada três a cinco crianças, pelo menos um ajudante.

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2. Dedos

para não desenvolver o espírito de da criança através dos trabalhos Exemplos: elogios exagerados, . comparações com outros trabalhos, i sincero para avaliar os trabalhos feitos. também a qualidade dos trabalhos as a serem realizados. r tempo e dinheiro nos trabalhos manuais. trabalhos que apenas desenvolvam a ; manual da criança. Trabalhos manuais que não têm ! após o término da aula. esmo trabalho manual pode, às vezes, ser feito «fiuersas faixas etárias. Por isso, você pode na íaixa dos menores, preparando antecipaakjuns pontos de maior dificuldade no tabatn a ser utilizado. trabalhos manuais que visem apenas o horário da criança num determinado j. Exemplos: Para não atrapalhar a prograõos adultos, para mante-los "ocupados" i saia etc ar os trabalhos manuais em local apropriado.

mais usados s - dourada (amarela), preta ou marrom branca e verde — são mundialmente para a apresentação do evangelho às verdades da mensagem da salvação podem induidas em cada cor: (ou amarela) — a fonte da salvação. r-se a cor com o Céu, onde Deus está. mm marrom (escura ou suja) — a necessidade Pbique o pecado separa de Deus, o na escuridão (ou sujeira) do pecado (Jo — o pecado precisa ser castigado e Jesus -Sãgadc na cruz. Ele é a provisão de Deus --

-_ : -

- ;;- ;

*ca — Jesus Cristo ressuscitou e pode salvar o ! pecado, dando-lhe uma nova vida. —

:; . _ _; ._. ... , _ . .

passos para o crescimento com esta cor: a Bíblia, a

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Polegar: a fonte da salvação. Indicador: a necessidade da salvação. Médio: a provisão para a salvação. Anelar: a apropriação do presente da salvação. Mínimo: a certeza da salvação. Pode-se ilustrar a segurança da salvação, pedindo à criança que feche sua mão, usando o polegar para firmar bern os outros dedos. Nesta posição, pedir para que abra a mão, o que não será possível com o polegar sobre os outros dedos. Usar esta ilustração para dizer que "(...j das mãos do Pai, ninguém pode tirar" (Jo 10:28). Usando a mão aberta, falar e reforçar Hb 13:5 "(...) nunca o abandonarei". E, no 5° dedo, colocar o nome da criança, ajudando-a a repetir desta forma. 3. Figuras a) Histórias evangelísticas ilustradas. b) Folhetos evangelísticos. c) Gravuras colecionadas e preparadas para explicar o Evangelho (geralmente usadas no flanelógrafo).

Assuntos sugeridos para trabalhos manuais 1. Visão missionária mundial 2. Oração pelo serviço missionário 3. Contribuição missionária 4. Ensinar a criança na prática como compartilhar sua fé 5. Memorização de versículos através de jogos 6. Oração e intercessão 7. Motivar a meditação bíblica 8. Razões para dar graças a Deus 9. Cânticos de louvor 10. Como consertar os erros pessoais 11. Prática de boas ações 12. Sobre Deus (amor de Deus, cuidado de Deus etc.) 13. Sobre a criação 14. Sobre Cristo (amor de Cristo, vida de Cristo etc) 15. Família 16. Material para dar aulas bíblicas


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manuais úteis para a o do plano da salvação e outras sugestões para datas específicas

PÁSCOA: TÚMULO DE CAIXA DE FÓSFORO Material: 1. Uma caixa de fósforo vazia 2. Papel cartão verde 3. Cópia do versículo "E/e não está aqui..." (Mt 28:6) 5. Lápis de cor, tesoura e cola Como fazer: 1. Colar o versículo dentro da caixa de fósforo. 2. Pintar o desenho do túmulo e colá-lo na frente da caixa. 3.Recortar os arbustos no papel verde e colá-los por trás da caixa, como no desenho.

HBJÓGÍOS DE PRATO DE PAPEL

Aplicação do visual: — Para as crianças memorizarem o versículo-chave da Páscoa. — Para lição objetiva sobre a ressurreição de Cristo. — Para ficar de lembrança do programa de Páscoa.

dadas, por fora do prato. e papel camurça, no tamanho do fundo ar os números do relógio em papel ser feitos de papel cartão e forrados de aos e no centro do prato, i ao relógio com a presilha.

no ano que passou? os dias do Ano Novo? a separar tempo para Deus e

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SBUNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

SERVIREMOS

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•AJO -MÊS DO LAR: QUADRO DE PALITO DE PICOLÉ

DIA DOS PAIS: CAMISA DE PAPEL CAMURÇA

•tferial: -altos de picolé 2. Cópia do versículo "Eu e a minha casa..." (Js24:5) ^c^s sempre-vivas - I : ~- r :5:e!ão

Material: 1. Retângulo de papel camurça 22 x 8 cm 2. Pedacinho de papel colorido para a gravata 3. Caneta hidrocor e tesoura

Como fazer: 1. Dobrar o papel camurça ao meio. 2. Fazer cortes laterais, como no desenho. estirado de papelão no tamanho do 3. Dobrar as laterais, como no desenho, para : formar o colarinho. l -:-=• : :a3e!ão : colando os palitos um ao lado 4. Desenhar o bolso com a canetinha, recortar a gravata e colá-la. - '- ---.- o teto usando 2 palitos, como no desenho. " ~.z- -- • -no de sempre-vivas é feito colando as Aplicação do visual: tores no rodapé da casa e depois colando 2 Cada criança pode preparar a camisa de camurça, '.'- ".-. :=•= da^ o acabamento no canteiro. escrever uma mensagem de carinho e entregái Coâar o versículo para concluir. la como lembrança no dia dos pais.

Apfcação do visual: Este trâoaiho manual pode ser feito durante uma puyunugào sobre o mês do lar, Dia das Mães ou • : . - - - :â: :, 5 :eina como tema a família.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

:: :: :e;acc :.f:a :: -:~e~ e o perdão divino através da morte e ressurreição cê C' sfc de papel, dois lápis de cera ou hidrocor (vermelho e preto), tesoura.

-—-

RECOMENDAÇÕES

-TOS que Adão e Eva . - . - . - - . ' . 1.-' :.r Deus T ::: a~ :omer te íudo do iuk> da árvore do eao mal. que ficava no ão e Eva obedeceram a

te.

.- -

Num prato de papel, desenhe um rosto feliz com lápis preto. Pegue o outro prato de papel e desenhe com o lápis preto conforme a ilustração. Faça um sombreado leve com o lápis vermelho, para representar uma fruta.

SUGESTÃO : Depois da apresentação, divida as crianças em duplas e deixe que apresentem a lição uma à outra. Crianças mais velhas poderão ser incentivadas a acrescentar mais detalhes do relato de Génesis.

Mostre o rosto feliz novamente. apareceu na forma de :. r - : ã ? e Eva Depois vire-o, apóie-o sobre a a Deus. mesa e corte-o na forma de uma serpente. i fruto proibido, Vire o prato-fruta e desenhe um iha feito, ele rosto triste, usando o lápis : porque Adão vermelho. íles ficaram i de Deus. í disse-lhes iam deixar o lariam duro.

Mostre o rosto triste.

, MD homem, mulher e Corte uma cruz do prato-fruta e ido. Mas este não é o fim mostre-a. «juntos João 3:16.) Deus : :=•= "osso pecado ser í Seu Filho Perfeito, o nando seu sangue Leia ou recite com as crianças só pecado sobre si João 3:16. Faça o apelo para receberem a Cristo. soltou a viver no Je tem poder até

- : : • : • ; • .' - -. ':- .-':; a- Cr:anças. Ano 43. n° 166, jan-fev-mar199" - -•:

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

variadas de esquematizados

farão distinção entre um personagem e outro. Um objeto desenhado e colocado no cartaz pode. às vezes, indicar melhor o que os personagens estão fazendo. Treino e força de vontade são os recursos para dominar essa técnica. Com desenhos é possível ilustrar versículos, histórias, cânticos etc. Utilize os desenhos como modelo.

> laufcssoi pode ilustrar as histórias ou ijfiMj*. e não precisa ser artista para fazêõf desenhar uma cena completa ou uma pode usar somente rostos com '-l''.

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cjcs para os rostos podem ser mantidos > uso de um copo, xícara, pires ou noide. O cabelo, chapéu, óculos etc.,

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SEM PALAVRAS ipaitilhar o evangelho! herança... confeccionado somente com preta, vermelha e branca — foi por Charles Spurgeon em 1866. Pregando Metropolitano em Londres, seu sermão i Livro Sem Palavras".79 Spurgeon idoso, anónimo, que colocou três e frequentemente olhava para elas a fim de sua pecaminosidade, do sangue de por ele. e do "alvo mais que a neve" pecados. sabe quando a página dourada foi trouxe uma outra dimensão para o o amor de Deus e o brilho da sua casa depois. D. L. Moody usou o livro de i um trabalho com crianças, onde houve uma de 12.000 presentes para ouvir sua mensagem ÍMO com quatro folhas — preta, vermellha, i e dourada'.

Uma herança futuras...

•fc i m uma história, Fanny. Conte-nos uma - as crianças pediam. Fanny Crosby, a famosa de hinos, frequentemente tirava da bolsa um HO sem palavras e contava às crianças, a carinhosamente amava, a história do Salvador.

continuando

pelas

gerações

No decorrer dos anos, O Livro Sem Palavras se espalhou para cerca de 120 países, através de missionários que estão levando multidões de crianças a Cristo. Pela linguagem universal das cores, Deus tem usado esse recurso efetivo para transmitir, talvez mais que qualquer outro instrumento na história, Sua mensagem maravilhosa de salvação. Você também pode se tornar parte desta rica herança, parte daqueles que têm sido fiéis em evangelizar as crianças.

Bvro foi levado para a índia por Amy laei Amy e sua ajudante fizeram uma bandeira nas cores ouro. preto, vermelho e branco, E na carroça puxada pelos bois, e foram de povoado, no sul da índia, para

Há O Livro Sem Palavras assim como um "Roteiro de O Livro Sem Palavras", ressaltando as passagens bíblicas e as verdades fundamentais para serem compartilhadas em cada página. Para maior ajuda, um diálogo simples também foi incluído para mostrar a você como intensificar essas verdades ao alcance das crianças.

afear o Evangelho.

assunto mais proveitoso para o sermão — Amy comentou. menores, ela usava o mesmo livrinho. )verhohzer. esposa do fundador da Aliança Pródas Crianças (APEC), J. Irvin Overholtzer, limo em 1924. Ela o encontrou numa livraria pdo Dr. Harry A. Ironside, que se tornou Memorial de Moody, em Chicago (EUA). •empo. O Livro Sem Palavras estava sendo B Londres (Inglaterra).

Comece sua conversa, apresentando-se, se necessário, e descubra o nome da criança para que você possa chamá-la pelo nome enquanto compartilha passo a passo, cor a cor. Faça isto com muita oração e entusiasmo, lembrando que é um meio de apresentar a salvação ao seu ouvinte!

• APEC começou a imprimir o livrinho, foi acrescentada a cor final, o verde, o crescimento cristão. Eles também íoíheto. dizendo como usar o livro e da Bíblia para cada página.

O método de O Livro Sem Palavras também tem sido ensinado a meninas e meninos cristãos que desejam compartilhar sua fé com outros. Muitas crianças têm sido levadas a Cristo por outras, usando este instrumento simples. Forneça instrução e oportunidades claras para a prática, enquanto você transmite esta rica herança para a nova geração.

-•:-'. ": 161, p. 5-6.

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SenNÁRio TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

QUATRO IDEIAS DE TRABALHOS MANUAIS PARA -O LIVRO SEM PALAVRAS"

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P R Ç TO

BROCHE DE O LIVRO SEM PALAVRAS Material: 1. Um pedaço de feltro verde de 10 x 3 cm 2. Lã nas cores usadas em O Livro Sem Palavras 3. Um alfinete de crachá 4. Dois pequenos olhos de plásticos de papel 5. Cola e tesoura Como fazer: 1. Faça uma bolinha de lã de cada cor. 2. Cole cada bolinha de feltro, observando a sequência das cores. 3. Cole os olhos na bola preta. 4. Prenda o alfinete no feltro. Sugestão de uso: Usar como broche na roupa para tornar-se um visual na aplicação do plano de salvação.

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O UVRÍNHO SEM PALAVRAS

Retãnytto de papel color-7, nas cores : - : - - - - - - ; ':,:o vermelho, branco e verde. ","3,

ÍOBO fazer. ! : : • ? • . f --"- 3'ulos ao meio, ;: : .r ac a;;o do outro em ordem, como no

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erde por último. > de uso: — Levar sempre no bolso, na Bíblia ou na :='a uma possível oportunidade de ~3 c r ança. • Cada criança deve ter o seu livrinho com a •eanafnalidade. • As crianças podem confeccioná-lo, enquanto treinamento de como falar de Cristo aos

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Branco J

Dobrado

MARCA PÁGINAS Material: 1. Papel cartão nas cores de O Livro Sem Palavras 2.35 cm de fita verde, com 10 mm de largura 3. Tesoura e cola Como fazer: 1. Recortar os desenhos no papel cartão e nas cores indicadas. 2. Colar os desenhos na fita, com a distância de 2 cm de um para o outro. 3. Abrir o marca-páginas, conforme o desenho, e colocálo dentro da Bíblia. Aplicação: — Cada criança deve fazer seu marca-páginas e usá-lo na Bíblia. - O professor pode promover um treinamento de como as crianças podem criar situações para utilizar o marca-páginas na evangelização de outras crianças.

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SBIINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

MÓDULO DE O LIVRO SEM PALAVRAS : - - - : - :artão, nas cores de O Livro Sem Palavras :; =--= CL :: chete. -.-. : . . ; . • - - . , ernelho e branco nas duas extremidades. Os retângutos •e :e j~'lado. - • :- :: - \-:. : : . ~ r-: outro com as presilhas, como no desenho. : ; : . - . : • " r ' : - : -;~ e a primeira mulher pecaram. E por isso todos nós > de Deus e condenados à morte eterna. "Porque o salário do pecado é ax Tosinçede de aproximar de Deus e de chegarmos ao Céu. "Porque Deus é luz MiiJiâfteva alguma..." "O nosso pecado faz separação entre nós e Deus..."

PRETO PRETO «

AMARELO

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te « ã*ÉB •nosíra-oos o único meio de ter vitória sobre o pecado e poder nos aproximar

gue de Cristo derramado por nós. Jesus nos livra da condenação do - zc-^ - ~ ca maneira de sermos salvos. "Po/s, sem derramamento de sangue

PRETO

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VERMELHO •

;e sempre amou o homem pecador, mandou o seu único e perfeito Filho ;e por nós e nos desse vida eterna. Como a Bíblia diz: "Porque Deus neto..: (Jo 3:16).

4* !>BE rsâo ficou morto. Ele ressuscitou para nos garantir uma vida nova, livre do : - - - - : -e c c sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de lodo pecado" í de Ires dias que Jesus estava sepultado, as mulheres acharam o túmulo vazio. . - . - - : - - - saram: E'e não está aqui, pois já ressuscitou'. ...E, agora, se alguém voe esta nova vida, limpa do pecado, basta crer que Cristo morreu por você e pedir a c «pé perdoe os seus pecados. Ele, então, virá morar no seu coração para sempre, e - - - - :: v- ••-

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pode-se dizer: A novajyJJ^gye Deus plantou dentro de você, agora, é : r:—?, jue precisa crescer. Mas o crescimento espiritual da nova vida só vai se você gastar tempo com Deus, lendo a Bíblia, orando e procurando fazer o - • ; - ;.ca o que ela diz sobre o crescimento: "Cresça na graça e no x TGSSO Senhor e Salvador Jesus Cristo".

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a sua nova vida com a Bíblia e com a oração, logo será como uma t sempre tem bastante água e sol. Você poderá dar frutos como as árvores. Um \:-- : ; - ; : _ = e r ala r de Cristo aos outros.

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as considerações sobre os meios de ensino 80 ao mesmo tempo, um veículo e uma forma e de comunicar. O meio é um canal, uma substância para transmitir informação de um adro. Nesse sentido, o professor, um livro IMOS de referência, um áudio ou videoteipe, ou programas de computador são consi'meios" é diferente do conceito de > método refere-se a uma forma, um sistema uma tarefa, atividade ou conjunto de . Uma aula expositiva é um método. Se "na aula expositiva e a mostramos através de método continua o mesmo, embora o meio nésodos podem ser resumidos a três: o método tax o método da modelagem e o método didático. aodo geral, o método didático é o mais usado, que alguns professores também incorporam •s praticas dos dois outros métodos. A escolha dos Ias deve levar em conta não apenas os objetivos do í a familiaridade do professor com o seu uso. ha de métodos é a decisão mais importante.81 A ha dos meios deve ser consistente com a escolha Htuações de sala de aula, o meio mais importante •ofessor.82 Portanto, as "representações robustas" : az da disciplina, a experiência que ele adquiriu _iicar com eficácia determinados conceitos, ou procedimentos constituem o meio mais A forma física que tomam essas — palavras, gestos, esquemas, modelos, etc. - - é um detalhe de algo mais importante professor conseguiu sintetizar e comunicar de eficaz, de maneira a facilitar a compreensão dos Todos os demais meios devem ser vistos como à ação do professor e como instrumentos para enriquecer o seu elenco de - que é viabilizado por vários meios — é •a sruação intencional, deliberada, de aprendizagem. aprendizagem ocorre durante toda nossa vida. A incidental e inconsciente ocorre até sem nos darmos conta dela. A aprendizagem Editora. 2001 (2 3 ed.), p. 223-224.

leis do ensino" são assuntos a serem 'Dietética e Ensino Religioso". itico de que o educador religioso dispõe rã de Deus é ele mesmo, com sua dade. Quando o professor é o melhor :•=: :z pedagógica, os demais recursos s e instrumentos adicionais.

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEI BRASILEIRO escolar, o ensino, é diferente: ele tem por objetivo compactar a experiência, de forma que o aluno possa aprender mais coisas, em menos tempo, de forma mais eficaz e eficiente, de modo a poder utilizar esses conhecimentos para aplicá-los a diversas outras situações de aprendizagem. Portanto, esse critério também deve valer ao analisarmos os meios e seu impacto. Tudo é oportunidade para aprender: a natureza, uma planta, uma folha, um livro, um passeio, fazer trabalho voluntário, uma visita ao museu. Mas nem tudo pode ser considerado ensino - - o ensino requer um cuidadoso planejamento, implementação e avaliação, para cumprir seus objetivos de eficácia e eficiência e, sobretudo, de transferência de aprendizagem.

Diversos recursos didáticos audiovisuais (meios de ensino) para o professor de criança fazer, adquirir e utilizar l.ÁLBUM-SERIADO O álbum-seriado é um conjunto de páginas protegidas por capa. Suas páginas apresentam todas as vantagens de um cartaz ou uma série de cartazes que desenvolvem um tema em forma progressiva. O álbum-seriado, contudo, apresenta mais algumas vantagens, como: a) Acondicionar e preservar ilustrações e textos. b) É fácil de transportar. c) Seu uso depende, apenas, de um lugar plano onde possa ser colocado, em pé e aberto. d) Suas páginas servem de roteiro para o professor. Localização: Pela sua forma, o álbum-seriado, desde que visível ao grupo todo, pode ser colocado sobre a mesa, uma cadeira, um caixote ou mesmo no chão, quando usado com um grupo de crianças assentadas no chão. Quem usa o álbum-seriado deve: 1. Ficar à esquerda, a menos que seja canhoto. 2. Olhar para o grupo e não só para o álbum. 3. Virar as páginas, uma de cada vez. na hora certa. 4. Ao terminar a exposição, fechar o álbum, isto é. voltar todas as páginas de uma só vez. deixando à vista a primeira, que deve estar em branco. Isto evita dispersar a atenção do grupo. 5. Evitar: Falar ao álbum; apoiar o braço no álbum; voltar atrás e mostrar páginas já passadas: virar as páginas antes de terminar a explicação: esquecer de virar a página etc.


SBflNÁRio TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

2. BANDEIRAS Bandeiras nacionais são os distintivos das nações e servem também de indicativo da sua soberania. Corporações, partidos e outras entidades também podem ter as suas bandeiras. Devem ser tratadas com respeito e usadas em bom estado de conservação. Como usar a Bandeira Brasileira 1. Quando várias bandeiras são hasteadas simultaneamente, a Bandeira Brasileira é a primeira a atingir o topo. Quando arriadas, é a última a descer. 2. A Bandeira Brasileira, em todas as apresentações no território nacional, ocupa lugar de honra, de acordo com sua posição: a) Fica no centro ou o mais próximo do centro e à direita deste, quando com outras bandeiras, em linha de mastros. b) Destacada à frente de outras bandeiras, quando conduzida em desfiles. c) À direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho. C : r.feccão de capas do álbum-seriado I a.: r. í feito de eucatex, ou outro material sísserte e leve: dobradiças; parafusos com borboletas; corda de algodão ou nylon. ifcum é aberto juntando-se capa com capa, em de V de cabeça para baixo. Uma capa é presa à i por meio de um cordão. Desta forma o álbum fica . pé sem o risco de fechar-se ou cair, e as páginas são i com facilidade. As capas podem ser transformadas em quadro-de-giz fanringrnfn bastando para isso pintar o lado de dentro ma capa com tinta própria para quadro-de-giz e revestir a outra com flanela. Preparo das páginas do álbum-seriado 1. Papei apropriado: jornal, 40kg, manilha, pardo, apergaminhado, sulfite, cartolina fina ou outro. . .As ilustrações e textos devem aparecer lOcm abaixo da parte superior da página. Sete (7) centímetros da página precisam ser reservados para prendê-la no álbum. D texto deve ser simples, curto, legível. . Letras devem ter de 4 a 5cm de altura e largura proporcional. - Usar no máximo três cores. Laranja, preto e vermelho destacam-se bem sobre fundo branco. •usiraçôes: desenhos, gravuras, fotografias. ~~esnos princípios básicos para fazer cartazes são «-pregados no preparo de cada página do álbum-

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Bandeiras de outras nações Nenhuma bandeira de outra nação ou dos estados pode ser usada sem que esteja ao seu lado direito, de igual tamanho, ou maior, e em posição de realce, a Bandeira Brasileira. Bandeiras das organizações missionárias Cada organização tem sua bandeira e há muitas maneiras de serem usadas na promoção de uma organização, só ou em conjunto com bandeiras de várias organizações. Podem ser usadas em congressos, encontros, assembleias, em desfiles de bandeiras etc. Não esquecer a Bandeira Brasileira — de igual tamanho ou maior. Nunca menor!

3. BONECOS DE VENTRILOQUIA


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= ILÓGICO BETFL BRASILEIRO

6. ENCENAÇÕES DRAMATIZAÇÕES REPRESENTAÇÕES de televisão e filmes podem ser pesas crianças, com o auxílio do professor. :vros podem ser transformadas hás. se copiadas em rolo de papel manteiga e i seus respectivos quadros, através de ••mdn em um fundo de caixa. Cada quadro • dewiá ficar exposto na boca da caixa, como nema ou televisão, durante o tempo que o KDuer contando o respectivo episódio ilustrado BOS laterais (ou nas extremidades superiores e da borda da caixa) servirão como carretéis nroiar o "filme'' que será feito em uma tira mpd manteiga.

As encenações para as crianças devem ser informais, sem texto e diálogos decorados, e sem ensaios. Todas as decisões de como, o quê, quando, onde. quem e por quê devem ser tomadas pelas crianças com a orientação da pessoa responsável pelo grupo. Cada criança escolhe o personagem que deseja interpretar. As crianças são orientadas no sentido de fazerem naturalmente o que fariam se estivessem no lugar do personagem e a falarem de maneira que possam ser ouvidas e compreendidas. A encenação informal ou faz-de-conta pode surgir naturalmente. Qualquer lugar se transforma em palco. Trajes e adereços não são necessários, mas ajudam. É bom ter disponível uma caixa com muitas coisas que podem ser transformadas em trajes e adereços.

Valor das encenações informais As encenações informais não são um fim em si; são meios que oferecem experiências de ensinoaprendizagem a cada criança que participa. As encenações ajudam a criança a: 1. Compreender melhor os personagens das histórias e a mensagem que transmitem. 2. Identificar-se corn personagens bíblicos, missionários e outros. 3. Expressar, sem constrangimento, seus verdadeiros sentimentos, sem se preocupar em agradar o professor. As encenações desenvolvem na criança: 1. Expressão e capacidade criativa em relação a um conteúdo específico que tem sentido e propósito para ela. 2. Compreensão para com os problemas de outras pessoas. 3. Iniciativa, controle próprio, confiança em si e cooperação.

Tipos de encenações informais

COMPUTADOR

Há vários tipos de encenações que podem ser usados com as crianças. Por exemplo: 1. O faz-de-conta, no Centro do Lar, oferece boas experiências de ensino-aprendizagem para as crianças até 5 anos de idade. 2. Movimentos rítmicos, muito apreciados pelas crianças até 5 anos de idade. 3. Pantomima. Interpretar, em silêncio, usando gestos, expressões faciais e movimentos do corpo. 4. Quadro-vivo. Reproduzir o quadro (gravura) tomando as posições dos personagens nele contidos, com ou sem trajes e adereços. 5. Encenação de histórias para fixar a aprendizagem e recordação.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

íbui para trazer à luz os dando ao professor a a avaliar e a modificar ndo necessário. iça pode sentir o prazer de ter tada. Ou. tem a oportunidade jrrada. e reavaliar sua decisão, meias de tal escolha. rar possíveis soluções para jmento. •o uso de encenações pafaras e frases simples, conversação direta, ao abra para ser encenada. ntas para induzir as crianças a pensarem que aconteceu e sobre o que as pessoas r quantos personagens serão necessários. r as crianças decidirem a respeito de quem aeuMá que personagem. memorização. Diálogos são espontâneos, o a maior fidelidade possível à narrativa, •o de histórias ou incidentes bíblicos, br os personagens após uma encenação. Este aso dá às crianças a oportunidade de sentir e •nauot> personagens. •r ampla liberdade às crianças. O professor ta. não determina. br a criança a esquecer-se de si e tornar-se o s-var o grupo a falar de tal maneira que possa r participação espontânea e não forçada, para • experiência seja feliz.

"ocs a encenação, ajudar o grupo a avaliar seu Avaliação é também ensino, porque o grupo a observar, considerar e fazer críticas Durante a avaliação, use os nomes dos e nunca o nome da criança que o Perguntas inteligentes ajudam as crianças a em mudanças necessárias. Se houver tempo, a encenação, corrigindo as falhas.

O uso de fantoches nas encenações kxhes podem ser usados para diversos fins. B encenações, eles são úteis, porque: k criança sente-se menos envolvida. E o fantoche qoon vive o papel, e não a criança. Os fantoches são um meio de se conseguir a •de uma criança tímida.

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7. EQUIPAMENTOS SONOROS Gravador, toca-discos. retroprojetor, projetor, vídeo cassete, computador e outros aparelhos eletrônicos, estão invadindo, cada vez mais. o mercado e sendo utilizados para finalidades didáticas.

Gravador / fitas cassete, aparelho de som / CDs Gravador e fitas podem ser utilizados com grande efeito, como recursos didáticos, tanto no período de atividades em pequenos grupos (centros de interesse) quanto na reunião em conjunto. Em quase todas as ocasiões, a fita gravada ou o CD eleva o nível de interesse e o da aprendizagem.

Utilização 1. Ensinar um novo cântico. 2. Fundo musical, enquanto as crianças se ocupam nos vários centros de interesse. 3. Anunciar a hora da reunião em conjunto. 4. Complementar a narração de uma história com som, música e cânticos de interferência. 5. Dublagem de peças com fantoches, gravando-se roteiros, acrescentando-se música, ruídos etc. 6. Encenações, gravando-se efeitos de sonoplastia etc. 7. Gravar sons da natureza: canto das aves, marulhar das ondas, murmurinho do rio, coachar dos sapos, mugido das vacas, o som do vento etc. 8. Apresentar músicas, quando não houver instrumento musical em sala. 9. No Centro de Música, oferecer às crianças a oportunidade de ouvir boa música, tomar conhecimento de instrumentos diversos, gravar seus cânticos etc.

Coleção de fitas e CDs E possível ter uma boa discoteca "no papel", fazendo a lista de CDs disponíveis entre amigos e pais das crianças, com os nomes dos discos e das músicas, organizando assim um tipo de fichário. Não esquecer de colocar o nome, endereço e telefone da pessoa que possui o CDs. Com sugestões e orientação, as crianças podem aprender a usar de maneira correta o aparelho, e cuidar das fitas e dos discos.


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SBUNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO programas de educação missionária e apresentação de estudos já feitos. Também, é possível estimular na criança o senso de responsabilidade, disciplina e modéstia. A criança se compenetra da importância do seu papel e sente, também, a dos outros personagens, pois sozinha não pode fazer tudo. Os fantoches de maior valor para o desenvolvimento da criança são aqueles que ela mesma pode fazer e manipular. Melhor ainda quando ela ajuda a criar a história e os diálogos a serem usados. Fantoches que as crianças podem fazer são os de sacos de papel; varetas; de pratos de papelão ou plástico; de rolos de papelão do papel higiénico ou de toalhas de papel; de tecidos; de colher de pau etc. Quando as crianças participam na confecção dos bonecos e do cenário, estão desenvolvendo: coordenação visual-motora; autocrítica; senso estético; imaginação criadora; habilidade manual; habilidade de fazer estimativas (como a do material necessário, por exemplo); técnicas de desenho, modelagem, pintura, recorte, colagem, costura; habilidade de trabalhar em equipe etc.

FANTOCHES BKXKB tipos de fantoches e bom número de livros : . razão por que tal orientação não é raraocbes são interessantes, divertidos e fáceis de ••B o«aeccJonados. São eficientes auxílios no ensino, •rios oonetamente, captam o interesse e a imaginação iças e dos adultos. Os fantoches são tipos de •=.;:-.- encenações, como recursos de ••nÉcacão. É principalmente através da entonação da se transmitirá ao público ação, emoção e a i mensagem que se quer transmitir. podem ser usados para anúncios, cânticos, contar histórias, representar personagens e de outras terras, ensinar hábitos, e também - :-:r.'.o fantoches podem ser feitos e apreciados por todas as caoes na escola, na igreja, nos clubes e em casa. São • H H I N É I M iili bons para uso com as crianças que são, erai. acanhadas demais para se expressarem. As iças. inconscientemente, participam quando os arroches dirigem os cânticos e contam as histórias. Fantoches permitem a participação da criança num •odo de recordação, no desempenho de papéis, em

~-.z -- :.-s :ess :Zr~ í ::~~: .:sar fantoches, Fran Rottman. Editora

: sã

Redijo publica dois volumes de Peças para Fantoches Fantoche Amigo (sugestões para a confecção e o . além de diálogos). : ---•-.: -a-::res r ao'!cação e vendas de fantoches — www.fantoches.com.br --~ --. -•--: -ffs E::c'a Vida.

Espécies de fantoches:84 a) Fantoche amigo Fantoche que tem nome e personalidade. Ele pode: 1. Receber as crianças, fazer a chamada. 2. Conversar com as crianças ou com outros fantoches. 3. Introduzir o tema, a música etc. 4. Ensinar versículos, músicas etc. 5. Fazer anúncios. 6. Ajudar o professor. 7. Demonstrar o comportamento desejado. b) Fantoches que contam histórias 1. Esses fantoches (que não são os fantoches amigos) encenam histórias bíblicas ou morais. 2. Não conversam com o auditório. 3. Não usar animais para representar pessoas.

Fantoches são irreais Eles devem ser usados com o máximo cuidado. As crianças devem entender que são irreais. 1. Os fantoches nunca devem orar (são incapazes de ter um relacionamento com Deus). 2. Os fantoches não podem ser salvos (crentes), porque somente pessoas têm almas. 3. Os fantoches nunca devem fazer apelo. 4. É importante que os fantoches usem uma linguagem apropriada. 84

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Segundo a professora Peggy Jo Smith, na sua apostila Metodologia Educacional de Crianças (4 a 8 Anos), preparada para suas alunas do Instituto Batista de Educação Religiosa (IBER), 1990.


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SBONÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

O DE PALCOS PARA J DE FANTOCHES

Fantoches de meias Para bonecos de proporções um pouco maiores, que tal utilizarmos uma meia velha? Pois é um ótimo começo para criarmos personagens incríveis! Inicialmente, devemos vestir a meia na mão e marcar a posição dos olhos, do nariz e da boca. Tiramos a meia da mão e, nos locais marcados. aplicamos botões, pedacinhos de tecido ou mesmo tinta, para formar o rosto do boneco. Com agulha e linha. poderemos colocar orelhas de tecido ou mesmo lenços, chapéus (que podem ser somente amarrados) e cabelos.

leiras

nçoí. Este

te a participação da criança e um to desta no processo como um todo.

Fantoches com sacos de papel

varal

Outro fantoche de simples execução é feito de saco de papel. Este deve ser amarrado ao punho e o manipulador deverá estar com a mão fechada no seu interior, para dar forma ao rosto do boneco. Precisamos de tintas para pintar o rosto e materiais variados (lã, tiras de papel, Bombril, fitas etc) para dar o acabamento e criar cada personagem de maneira diferenciada.

ite 90 cm x 1,50 m. Costurar em uma es para colocar o cabo de vassoura e na i bainha. Fazer uma abertura como

Fantoches com frutas e legumes

de caixa

Para criar outros tipos de fantoches podemos utilizar legumes (cenoura, chuchu, batata, ...). Basta introduzilos em varetas, para facilitar o manejo, e criar os personagens utilizando tintas, cartolina, lã ou outros materiais (orelhas, caudas, asas e braços poderão ser de cartolina recortada, os cabelos poderão ser de lã ou Bombril; já os olhos poderão ser sementes ou botões). É um exercício muito bom, pois mexe com a imaginação da criança. Ela deverá descobrir com o que se parece o seu vegetal. Por exemplo, a cenoura pode virar uma borboleta, o gato pode surgir de uma batata, o chuchu pode ser um rosto engraçado, e assim por diante.

BB de geladeira, fogão etc). Com três lados rsamos o palco. Na parte central, recortamos fào e. pela parte interna, fixamos uma cortina por dois retângulos de tecidos presas com ; fanoche pode também ser usado simplesmente b professor, sem palco nenhum. necessidade de ventriloquismo para usar um As crianças apreciam o bonequinho e • o professor e até se esquecer de que a

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

— GRAVURAS : :as professores silenciosos. as em toda parte: revistas, jornais, propagandas, livros, catálogos, rótulos, •>. almanaques: estão à venda nas papelarias e

das figuras «meiam vidas, moldam ideias, ensinam. (fiz: "Uma figura vale mil palavras". deve ser criterioso na escolha das figuras ar. Devem ser simples, claras, verdadeiras, i knportância comparar o texto bíblico com correspondentes. Existem muitas que não > texto: essas, mesmo bonitas, não devem

J~AT ALIMENTOS ANIMAIS ÁRVORES AVfÕES

•mnrn deve ser capaz de observar, compreender e nerprear os vários aspectos existentes na figura. Cabe ao professor orientá-la nisso. e arquivo de figuras boas figuras devem ser cuidadosamente a fim de servirem durante muito tempo. ::.aias em cartolina ou em outro papel resisajuda a conservá-las. E se houver outra figura inconveniente no verso, ficará encoberta. cartolina pode ser branca ou colorida, contanto e combine com as cores secundárias da figura. cartolina deve ser maior que a figura, deixando ao seu redor. Se precisar um pouco mais de rabra as margens com tiras de papel colorido. ide variar a forma da cartolina sobre a qual a figura i colada. Mas, cuidado para não desviar a da figura, e sim valorizar ainda mais o seu de interesse. Alguns traços para dar ideia de pnfundidade e perspectiva são interessantes. E preciso ter um lugar para as figuras, mesmo que caixa. A luz e a poeira destróem a beleza e das cores com muita rapidez. Guarde em pastas, classificadas por assuntos. criança, famílias, flores, igrejas etc. À medida a coteção aumentar, aumentará também a :. ; ;; _ " : ; figuras podem ser utilizadas das mais variadas são indispensáveis na comunicação infantil. para: conversas Remata às crianças apontarem cada pessoa e cada coisa que se vê na figura e fazer comentários. 2 identificar os personagens. CiMiáuar figuras e decidir se os personagens estão: aieçpes. tristes, amedrontados, surpresos, etc.

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PÁSSAROS PEIXES

4) Imaginar o que os personagens estão falando; uma história que o personagem está contando, ou o que o grupo está ouvindo; uma história a respeito da figura. 5) Identificar as coisas que Deus fez e as que os seres humanos fizeram. 6) Observar figuras expostas ao redor da sala, regressar à Reunião em Conjunto e contar o que viu. 7) Observar a figura, fazer e responder perguntas a seu respeito. 8) Criar um diálogo entre os personagens da figura. Esclarecer e informar sobre: 1) Crianças de outras terras — seus costumes, modo de vida, alimentação, vestuário, hábitos, etc. 2) Comportamentos — no lar, na igreja, em lugares diversos. 3) Personagens e vida nos tempos bíblicos. 4) As maravilhas do mundo de Deus — remos animal, vegetal, mineral, aquático, sideral. 5) Coisas que estão além da esfera ou da experiência das crianças. 6) Maneiras de fazer ou não fazer determinadas coisas. 7) Pessoas, animais, plantas, produtos em vários estágios de crescimento ou desenvolvimento. Exemplo: Lagartas e borboletas. 8) Dinheiro - - seu valor, como é usado aquele entregue à igreja, as ofertas especiais para Missões. 9) Hábitos e comportamentos desejáveis. 10) Obra missionária.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO e recordar : . . - ; ---- :.-. :-;

Joguinhos

•osonagens e ocorrências bíblicas países, determinados lugares, missionários, tipos de trabalho que

bficos e suas experiências, t e kigares mencionados na Bíblia. e atitudes, criar ambiente, sugerir culto doméstico, cânticos de louvor, Reverência. Adoração, Camaradagem e i. Trabalho, Alegria, Ação missionária, -.- : bv «teres sés b tabafco missionário, a errrega de ofertas. D conhecimento bíblico. ••nídade de estudo ou numa determinada lição. • determinadas áreas de trabalho: Centro do Lar, -• Blocos, de Música, de Artes, de ••nações, etc. bar pensamentos abstratos bondade de Deus. igens bíblicos. x> de desenvolvimento de certos produtos e eivados, voltando à fonte — Deus. i e coisas distantes no tempo e no espaço. anos e seu trabalho.

" : Caderninhos. - ;-.: :.~:-. versículos, cânticos, trabalho

4 Cartazes.

Ornamentar cartazes para aniversariantes, MiÉiMili convites; lembranças para doentes em - hospital, crianças de um orfanato, idosos de um -_----_ Quadros para enfeitar a sala, levar para casa, à mamãe, a crianças doentes e a outras ma série para ilustrar uma história para o r. urna história, cântico ou versículo para ser a um missionário, para uso no seu

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1) De armar: Quebra-cabeças. 2) De memória: Cantar um cântico, recitar um versículo, mencionar uma história que a figura ou figuras sugerem. Escolher entre um grupo de figuras aquelas relacionadas com o cântico, o versículo, a história ou texto bíblico mencionado. 3) De invenção: Olhar a figura, meditar por alguns instantes e sugerir um título apropriado, um cântico, um versículo ou uma história que a figura faz lembrar. 4) Dominó Missionário. 5) Fazer de conta que é cego enquanto uma criança descreve o que vê em uma figura. A pessoa "cega" deve identificar a figura, personagens ou história. 6) Colocar figuras em vários locais da sala. Ao som de música as crianças fazem um passeio ao redor da sala. Regressando ao grupo ou à Reunião em Conjunto, o líder conta uma história ou menciona algo específico relacionado com uma ou várias figuras. As crianças que puderem identificar as figuras irão buscá-las e trazê-las para o grupo. 7) "Estou vendo..." — Crianças menores gostam deste jogo, que consiste em expor várias figuras. O líder, ou mesmo uma criança, começa a brincadeira dizendo: "Estou vendo..." (Descreve algo que está numa das figuras.) O grupo procura identificar a figura. Quem acertar terá a vez para "ver" outra figura, e assim por diante. 8) Ler um versículo da Bíblia e permitir a uma criança escolher entre várias figuras aquela que se identifica com o texto. 9) Contar uma história e permitir que uma criança escolha dentre várias, a figura que a identifica. 10) Ter um grupo de figuras bíblicas, e as crianças identificam e acham na Bíblia os textos correspondentes. 11) "Quem Sou Eu?" — Prender às costas da criança uma figura. Ela faz a pergunta e o grupo responde descrevendo a figura, o personagem, sua ação etc. A criança deve identificar-se. Quando isso acontecer terá o direito de examinar a figura e outra criança terá a oportunidade de perguntar - "Quem Sou Eu?", usando outra figura. Encenações 1) Quadros vivos. As crianças examinam bem a figura e reproduzem a cena. 2) Pantomima. As crianças reproduzem a cena com gestos, sem dizer palavras. 3) Encenação informal. Estudar a figura, encenar a ação e acrescentar diálogo, monólogo ou narrativa da história. 4) Examinar figuras bíblicas ou fotos de missionários, fazendo o que eles fazem.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO tortas ou muito altas no flanelógrafo podem dar a falsa ideia de que o personagem está "caindo" ou "voando".

lâfCLOGRAFO um recurso visual para a ias bíblicas às crianças. Consiste l de papelão, forrado de flanela, s de madeira, desmontável. Sobre colocadas as figuras que formam :stória bíblica. As figuras aderem raças com entretela; no passado i ou pó de camurça. As cenas são dro liso. geralmente de cor azul, flanela previamente colocados ar uma ideia mais real dos vários passam os fatos bíblicos; por ar livre, ou dentro de uma casa, s cenários ajudam a dar mais •ar ou fazer um flanelógrafo no tamanho ) on x 90 cm. (Talvez a igreja já tenha ifaõc e cavalete, e estejam disponíveis para o Oian está começando a trabalhar com crianças, pKparar um flanelógrafo simples: arranjar um • de papelão bem firme, no tamanho sugerido, D com flanela de cor escura. O flanelógrafo •- - • • - • r.urn suporte sobre a mesa. ou taralrtF Existem cavaletes e flanelógrafos •s. que certamente durarão mais. sejar. pode usar as figuras das lições sobre um xpafo hso. Porém, para tornar a lição mais t e instrutiva para as crianças, pode colocá-las oenários de flanela. O professor com habilidades s pode fazer seus próprios cenários, baseandosugestões das lições.ss

is das lições para o flanelógrafo geralmente ser recortadas. Elas vêm numeradas para sua localização. Algumas figuras são em mais de uma lição da mesma série. com atenção: os tamanhos das figuras i para dar a perspectiva das cenas. O professor seguir cuidadosamente a colocação das conforme indicações nos diagramas que o texto de cada lição, praticando antes apreser.taçáo da lição. A colocação de figuras jbfca lições para flanelógrafo que abrangem xs a Bíblia. E oferece diversos tipos de cenários, •a suas lições: Campo Verdejante, Entrada de r de Casa. Interior de Palácio, Interior de Templo, Es:;:. : Mar :a Galiléia, Mar Revolto, Prisão, : .-•- "- :e C'ista), Bíblia Aberta (conjunto de ~---\ : : -, -, Eu e outras), Vida de Moisés : ; :r-=':s nterior de Casa (com peças para :- : ::- rVentes) Mar (com peças para formar hAPEC: Rua Tenente Gomes Ribeiro, 216, Vila ==.-: 5= CE= 3-035-990. Caixa Posta!

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4. Providenciar pastas ou envelopes grandes para guardar as figuras de cada lição. Escrever o nome da coleção e o número da lição. Anotar o número da figura usada em mais de uma lição, e o número da lição em que será usada. Padronizar estas anotações, fazendo sempre da mesma maneira em todas as coleções. Colar também na pasta ou envelope os diagramas com a sequência das cenas daquela lição. Ao dar a aula, o envelope sobre a mesa pode servir de orientação para o professor ir formando as cenas no flanelógrafo. Guardar as figuras em ordem dentro de sua respectiva pasta ou envelope, logo que terminar de usá-las. 5. Quando estiver ensinando a lição, ter certeza de que todos os alunos podem ver o flanelógrafo. Ficar de pé ao lado do quadro e colocar as figuras rapidamente. Não ficar segurando a figura durante muito tempo antes de colocá-la. Pegá-la apenas no momento necessário, mas não segurar a figura pela cabeça nem bater nela enquanto a coloca no quadro. Durante a aula, olhar para as crianças, e não para o flanelógrafo. Praticar em casa, para que possa formar as cenas com rapidez e para que possa continuar ensinando enquanto coloca as figuras — não olhe para o quadro enquanto conta a história, a não ser na hora de mudar a figura; olhe sempre para as crianças.86

ll.IMANTÓGRAFO Pode-se narrar uma história usando figuras com imãs no verso, colocando-as sobre uma superfície de metal.

12. JQGUINHOS E BRINCADEIRAS Joguinhos são excelentes recursos didáticos. Os educadores modernos estão dando atenção especial aos chamados Jogos Didáticos. Existem, à venda, muitos joguinhos que podem ser usados na igreja,87 e coleções com sugestivas brincadeiras. Redijo — Gráfica e Editora publica Recursos didáticos 3, um útil livreto sobre o flanelógrafo e seu uso.

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Sugestão: 52/ogos que ensinam a Bíblia. Editora Shedd Kids. A alegria de brincar juntos. Coleção: Lazer Compartilhado. Redijo — Gráfica e Editora. Recursos didáticos 2 e 3. Redijo — Gráfica e Editora. São diversos exercícios coletivos com características lúdicas, para um ensino religioso participativo, criativo e duradouro.


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14. MAPAS

•3 a variedade de jogos que podem • se obter um objetivo específico. O -.— ---.-.. ::/.:,•..do. seu feitio, suas •a equipe de professores podem para as suas crianças, seguindo o

Os mapas visualizam regiões geográficas e os campos missionários. Um globo terrestre é excelente para uso com as crianças. Elas gostam de localizar os diferentes países e o seu próprio. As de 6 a 8 anos gostam de usar mapas e podem fazê-lo com grande proveito. Cada departamento pode ter um globo terrestre, um mapa-múndi e um mapa do Brasil em bom tamanho, dividido por estados.

jenvodo jogo. o a ser abrangido. Por exemplo: o K as crianças aprendam; quais as : : :- r . ; as crianças devem nformação a ser recordada, qpo de jogo mais apropriado. Levar ;ão o propósito, o conteúdo e a crianças tyas e conservá-las simples.

Os mapas podem ser de diversos tipos: De parede Mapas bíblicos podem usando como modelo os final da Bíblia. Os mapas livrarias, ou em livros de copiados.

lixadeiras bem orientados despertam 2 capacidade lúdica, levam à aação de inseguranças, à descoberta o companheirismo.

ser adquiridos ou ampliados, mapas que se encontram no atuais serão encontrados nas geografia e atlas, para serem

De pano Confeccionados em tecido e pintados com lápis-cera (depois de pintados, cobrir com papel e passar ferro quente, para a cera penetrar o tecido), ficam bonitos e duram muito tempo.

LIÇÕES BASEADAS EM OBJETOS bjetos ao nosso redor que podem ser i algum aspecto, à nossa vida espiritual. pode preparar um pequeno estudo e levar o a classe para ser mostrado durante a

De relevo Decalca-se o contorno do mapa sobre um papelão, para ficar mais resistente. Formar com massa as montanhas, vales, rios, lagos etc. Esse trabalho pode ser feito por crianças de 7 e 8 anos de idade. Exemplo: Ao estudar uma unidade sobre Jesus, fazer o mapa da Palestina e localizar os lugares destacados no estudo feito.

a seguir: O Telefone e a Oração n aparelho de telefone real ou de brinquedo, ; _• :•--.•_:_• . .-• ou de alguém faiando no

De mesa ou de piso Mapas grandes, desenhados com giz semi-indelével sobre uma mesa ou mesmo no piso, podem ser usados quando se deseja fazer viagens imaginárias aos campos missionários, ou nos tempos bíblicos; localizar cidades, regiões e outros lugares interessantes. Conjugados com desenhos de cidades, acidentes geográficos, escolas, igrejas, aldeias indígenas, pequenos barcos (para o Mar da Galiléia), navios maiores (viagens missionárias de Paulo), aviões e navios para as viagens dos missionários atuais, são excelentes recursos didáticos. As crianças aprendem brincando, e elas gostam de colocar cidades e acidentes geográficos nos seus respectivos lugares, e muito aprendem ao fazerem viagens imaginárias a outros países. Depois do estudo, os mapas podem ser apagados com pano úmido.

o telefone. Conversar com as crianças > aso do mesmo. Com quanta frequência elas i tttíone? Por que? Perguntar se elas duvidam i» estão carregando sua mensagem. Perguntar BE compreendem o mecanismo do telefone. D «raendemos tudo a respeito do telefone, mas nós Talvez não entendamos tudo a respeito da s devemos utilizá-la. com as crianças sobre a disponibilidade de ouvir nossa oração. A linha nunca está Será que podemos dizer o mesmo quando Ele -: r.os depende de imaginação do

NOTA: Mapas também podem ser projetados por meio do retroprojetor.

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E MODELOS

16. MURAIS

lnj?fef> um diagrama ou uma figura ida a criança a ter uma ideia do - :É tando ciescrever. Mas vêòes produz um efeito muito mais visuais em três dimensões têm a pequenos; por isso, não são ciasses grandes (mais de 15 ou 20

do paralítico (Lc 5:17-26) parece mais real UÍevin mostra uma casa feita de caixa de abertura para baixo), com uma escada que o terraço. O telhado deve ser preparado com "piacas~ soltas, para serem tiradas com " •::: :. descer a maca, amarrada nas com barbantes. •banáojjo toma-se uma realidade para o júnior vê o modelo em três dimensões e pode até que são feitas em escala menor, de oom a descrição bíblica. A construção de um Tabernáculo pode ser um projeto para toda a / - • • ; : trabalho manual não deve tomar o t> ensino espiritual. É um auxílio. em alto relevo (papier machê} numa chapa ajuda no estudo das viagens do Paulo. Como fazer papier machê v folias de jornal e cobrir de água quente. Deixar de um dia para o outro. Amassar com as mãos se desintegrar por completo. Colocar a massa e apertar para tirar o excesso de água. cola e maisena, ou farinha de trigo, e amassar pão até chegar à consistência de massa para Apíicar a massa como quiser em madeira, etc. Deixar secar por 2 ou 3 dias. Pintar com mizar pare lanencia. . ;;:^-.::::-::;:>^': ' : .

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«rfteJll oÉgito

O mural (ou murais — pode haver mais de um numa mesma sala grande) deve ser o maior possível, de acordo com o espaço disponível. O fundo depende das possibilidades financeiras. Pode ser de cortiça, flanela, feltro, estopa, esteiras, eucatex. compensado, ripas, papelão corrugado, aniagem, papel de vários tipos, páginas dos classificados do jornal diário desde que não apresentem figuras etc. Um material bom e durável pode. a longo prazo, tornar-se barato. O mural pode ser usado para: • Desenvolver um tema. • Suplementar uma aula. • Fixar conhecimentos. • Introduzir assuntos novos. • Apresentar as fases de uma unidade de estudo. • Despertar o interesse e participação do grupo. • Comemorar datas e ocasiões especiais. • Expor trabalhos das crianças. Quanto à sua localização, os murais são fixos, quando presos à parede; portáteis, quando transportáveis para outros lugares, uma exposição por exemplo. Neste caso, recebem o nome de painéis. O mural deve estar longe da porta de entrada, onde há muita movimentação, e exposto ao nível dos olhos das crianças, facilitando sua observação e o trabalho a ser realizado nele. Quanto à utilização, os tipos de murais variam, de acordo com o objetivo a ser alcançado. Por exemplo: l. Murais de Criação Livre — As crianças executam o mural com uma finalidade, porém com liberdade de planejamento, desenhos, pinturas, colagens etc. Para maior efeito de aprendizagem, o mural deve estar relacionado com o assunto da unidade ou da lição em estudo. Oferece também oportunidade para as crianças trabalharem em grupo, repartirem experiências, trocarem ideias, compartilharem a alegria de juntas criarem um projeto. Além de favorecerem a fixação dos conhecimentos, estimulam o raciocínio, desenvolvem e educam o senso artístico, além de favorecerem atividades em que as crianças assumem responsabilidades, analisam, selecionam e criam. 2. Murais Didáticos — Planejados e executados pelo professor, para apresentar uma nova unidade de estudo, dar informações extras e interessantes a respeito da unidade ou de uma lição particular. 3. Murais de Ambiéncia - - Servem para identificar o local: fazer propaganda sobre os livros do Centro de Livros; novidades no Cantinho da Natureza etc. Devem variar periodicamente, para manter o interesse das crianças.


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- Despertam interesse e sacões das mais variadas e rrrr dependendo de quem os As térTur^" para a confecção de r empregadas com bom resultado murais. Contudo, há algumas dados a serem tomados: f una ideia central, que depende

17. QUADRO-DE-GIZ Conhecido antes como quadro-negro. por ser esta a cor mais usada. Hoje. cores como: verde-oliva, azul e branco são utilizadas. O essencial é que haja contraste marcante entre a cor do giz e a superfície do quadro. O quadro-de-giz serve para apresentar qualquer matéria, despertar o interesse e estimular a participação do aluno.

Tipos material deve ser planejada, incrpios básicos de harmonia, e unidade. do material deve levar em consideração: dimensões, quantidade de material, ;

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ser espaços vazios para dar ênfase ao máximo. Expor apenas o essencial. • elementos usando cores, formas, linhas ísas, setas etc. o arranjo: cor forte contra cores fracas; um pande contra dois ou mais pequenos; uma contra mais de uma linha horizontal. ••pies e curto. gercas simples e bonitos. Devem ter o de letra, embora de tamanhos tamanho das letras deve ser anal ao tamanho do mural, considerando-se -, distância a que será visto. buas podem ser feitas de diversos materiais: . rape, espuma, isopor, fita adesiva, corda, lã, Desenhadas, podem ser revestidas com t a segux de linha grossa, barbante, lã, renda, fita Ifjs. cuidado! O importante é poder ler, com o que está escrito. Papel fantasia ou laminado BBE ser usado, pois dificulta a leitura. O texto deve -2 ' : _: :: - A cor é assunto importante, porque Dá significado, expressão e beleza - -jda a estabelecer contrastes, dando ênfase a npor&ntes. Toma a mensagem mais vívida. de cores é prejudicial. Contrastes intensos tesão de terceira dimensão, mas cansam a •uno fortes dificultam a leitura. As cores eonstrastantes e harmoniosas. As que velocidade de leitura e visibilidade são, sobre branco amarelo branco vermelho ;:

: . :- - / . . :

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1. Fixo — O tradicional quadro, preso à parede. 2. Deslocável — Apresenta-se sobre cavalete ou fixado a suportes próprios. 3. Portátil — O conjugado com o álbum-seriado; basta pintar uma das faces internas da capa do álbumseriado com tinta própria para giz. A colocação do quadro-de-giz na sala deve permitir visibilidade a todos e evitar reflexos e incidência de luz, o que impede a boa visão. O professor deve coordenar o uso do quadro-de-giz com outros recursos didáticos.

18. QUADRO-DE-PREGAS O quadro-de-pregas, bem feito e resistente, pode ser usado por muito tempo. Material necessário para sua confecção: 1. Quatro folhas de cartolina ou papel-cartão de 70cm x 50cm.

2. Régua, lápis, tesoura. 3. Grampeador e grampos. 4. Cola. 5) Tecido de percaline ou brim de 30cm x 70cm.

Modo de fazer: 1. Dividir uma folha de cartolina em espaços alternados de 7cm x 3cm, como mostra a Figura 1. Dobrar a cartolina, fazendo pregas, conforme mostra a Figura 2. Grampear a folha pregueada sobre uma folha lisa, conforme mostra a Figura 3. Repetir a mesma operação com as outras duas folhas de cartolina, uma pregueada, uma lisa. 2. Cortar duas tiras de pano, 5cm de largura, para unir as duas metades do quadro. Deixar um espaço de meio centímetro entre as duas partes, para poder dobrar o quadro quando quiser guardá-lo. Colar uma tira de pano de cada lado (frente e costas) para ficar mais resistente. Fazer, também de pano, uma moldura ao redor do quadro, colando as tiras de maneira a cobrir as beiradas da cartolina e os grampos. Furar a parte superior em dois lugares. Amarrar um cordão nesses furos, para pendurar o quadro (Figura 4).


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19. RECURSOS PROJETADOS Recursos projetados são de grande atração para todas as idades. Exigem uma série de aparelhos próprios e cuidados especiais.

Figura 2

Figura 4

cortar faixas de 7cm de largura os versículos, esboços etc. Escrever 4on superiores: os 3cm inferiores ficarão dentro da prega.

Telas Existem vários tipos de telas à venda. Tornam a imagem mais clara, mais nítida, mais visível. Existe, inclusive, um tipo especial que permite projeções sem escurecer o ambiente. As projeções também podem ser feitas sobre uma parede lisa de cor clara, de preferência branca; um lençol branco ou plástico branco. O plástico pode ser fixado em um cabo de vassoura, ou pode-se fazer uma bainha grande o suficiente para poder passar o cabo de vassoura. O cabo de vassoura, por ser roliço, não forma dobras e marcas no plástico, ao ser enrolado para se guardar. Deve-se colocar uma ripa (sarrafo) de madeira na extremidade inferior do plástico, para servir de peso e esticar a tela. A tela assim preparada será pendurada, para ser usada e enrolada na hora de se guardar. A tela deve ter no mínimo 2 metros quadrados.

Projetores e filmes

quadros menores, para uso individual, alfabetizadas que chegam cedo, ou que un trabalho muito antes das outras, ou visitante que chegou tarde demais para un trabalho no período de Atividades em !--_: -de-praças pode ser utilizado para diversos -só não é recomendável com crianças não . - _ . . ; E f crever cada versículo em uma de cartolina. Separar, com tesoura, cada grupo de palavras. Para não misturar as escrever cada versículo com uma cor de em papel de cor diferente. Guardar cada em um envelope, onde estará escrita a Hka. Arquivar os envelopes em uma uso repetido. As crianças podem escrever no quadro, colocando as palavras em o versículo escrito com lacunas para preenchidas: escrever o versículo e ir tirando etc.

Pode-se fazer um joguinho unindo os B dos missionários com o país onde atuam, o de fcabaho que fazem etc. Com letras do os nomes dos países onde brasileiros atuam etc. uma palestra ou estudo. Preparar os t de cartolina e expô-las à medida que - i -- ;

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Há vários tipos de projetores. Os mais comuns são para "slides" com adaptador para filmes fixos, ou viceversa. Projetores mais modernos combinam os dois e contêm um carrocei para "slides", projetados automaticamente, por controle remoto, podendo avançar ou retroceder, conforme o desejo de quem está no comando. Um videoteipe, como um filme sonoro, pode ser usado para apresentar informação que envolva ação; para descrever processos; documentar eventos; mostrar relacionamentos; ensinar uma variedade de assuntos; avaliar situações etc. Existe uma variedade de videoteipes já prontos que podem ser adquiridos ou alugados. É preciso ter o videocassete e um televisor para passar o videoteipe. Deixamos de dar instruções de como fazer videoteipes, o uso da câmara (filmadora) e de videocassetes porque os aparelhos, quando adquiridos, são acompanhados de manuais com todas as instruções necessárias.

S/ides e filmes Existem, nas entidades seculares e religiosas, slides e filmes fixos sobre grande variedade de assuntos. S/ides e filmes devem estar relacionados com o assunto em estudo ou com os objetivos gerais da organização. Outros tipos, além desses, poderão ser usados em reuniões de recreação. l. Vantagens dos filmes a) São menos dispendiosos do que os sonoros. b) Podem ser usados no espaço de tempo desejado.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO •rioscom rapidez ou maior lentidão, •ar atrás para rever o quadro E «r apresentado passo a passo.

•arco ao uso de filmes e diapositivos • serem atingidos. A única coisa que : -. . . ;. Dutro recurso visual, é para atingir o objetivo do o objetivo global de ensino para as É preciso escolher filmes que — : ; : DJetivos do programa de programas adaptáveis aos filmes. Cada filme usado na igreja deve necessidade que não poderá ser tão bem por meio de outro recurso. O uso de filmes custa dinheiro. Seu BB necessidade? A igreja dispõe de verba • aquisição ou aluguel? equçamentos. Para o uso de filmes ou é preciso ter salas com certas facilidades: de escurecer o ambiente, tomadas, fios tela ou parede que sirva de tela, possibilidade de arrumar as cadeiras : ; haja boa visibilidade para todos os -iças. Que contribuições o filme oferece às ao seu desenvolvimento mental e

: • A|»mmtti doutrinas e verdades bíblicas? -•defendas bíblicas são corretas? .-aagerss estão de acordo com o texto bíblico? l é tecnicamente bom? i é atual? i ensinos secundários ou indesejáveis? THB lugar no programa de educação religiosa e •Bãonária das crianças? «lera ser usado no tempo disponível? mensagem é apropriada e está ao alcance da ao das crianças de que faixa etária? relacionado com a unidade de estudo ou o a ser alcançado? os resultados, as apreciações, atitudes ou que resultarão do uso do filme? recurso ou método de ensino será mais do que a projeção de um filme?

cuidadosamente o começo e o fim, correlacionando o conteúdo do filme com o restante do programa. Antes da projeção é recomendável fazer a introdução do filme e apresentar de maneira clara a razão de sua utilização e qual o seu conteúdo. Depois da projeção, fazer um debate, uma discussão, ou uma recapitulação do assunto ou assuntos abordados. c) Preparo da sala. A sala e todo o equipamento (projetor, filme, fios de extensão, tomadas etc.) são preparados para uso antes das crianças chegarem. O projetor e o filme são testados com antecedência, e devem estar prontos para mostrar a primeira imagem (nomes de produtores e distribuidores do filme podem ser omitidos). d) Ao apagar as luzes, o filme deve começar de imediato. e) Depois da projeção. As crianças devem ter algum tempo para considerar o conteúdo do filme. Isso pode ser feito por meio de perguntas e respostas, discussão ou mesmo uma consideração feita pelo professor. Se houver tempo, parte ou todo o filme poderá ser projetado outra vez para esclarecimento de certos pontos. 5. Depois de usar o filme Fazer um relatório. E importante conservar um relatório dos filmes usados na igreja. Alguns podem ser projetados repetidas vezes, outros uma só. O relatório é preparado em ficha apropriada, contendo o nome e a descrição do conteúdo do filme, a fonte onde foi adquirido, onde e quando foi usado e para que faixas etárias, resultados e benefícios obtidos pela projeção, duração do filme. Essa ficha é arquivada para consulta. Devolução do filme. Caso o filme tenha sido alugado ou tomado emprestado, deve ser devolvido imediatamente após o seu uso. É possível ter, como a discoteca, uma boa filmoteca apenas no papel. Para isso será necessário fazer um fichário de filmes que a igreja, os membros da igreja e amigos possuem e estão dispostos a emprestar; entidades com filmes educativos para alugar. Bons slides podem ser produzidos, fotografando-se cenas, pessoas, animais de estimação e seu modo de vida; filhotes de animais; o crescimento de plantas, flores, frutos; coisas lindas do mundo de Deus, como o nascer e pôr do sol, a chuva, o arco-íris. grandes nuvens brancas num céu azul, rochas, árvores, passarinhos, insetos como borboletas e abelhas, e mil outras coisas que mostram o amor e cuidado de Deus pelas pessoas. Bons filmes podem ser produzidos por quem possui uma filmadora e planeja cuidadosamente o que deseja filmar e para quê.

; para usar o filme l\ eatiúia. Nunca use um filme sem vê-lo Deve-se conhecer bem seu conteúdo, • os pontos principais, prever perguntas que - _ -:

•t Ranesar o processo. Decidir em que lugar no o filme será apresentado. Planejar

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: - :• .- :-

SBIINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO 13. Não exige manutenção. Fora de uso, deve ser protegido por uma capa. Para maior durabilidade da lâmpada deve-se esperar que ela esfrie antes de mudar o aparelho. Carregar o retroprojetor somente pela base. 14. Mapas, nome de missionários e seu local de trabalho, meios de transporte. caminhos percorridos para chegarem ao local de trabalho etc., podem ser preparados nas transparências e projetados no momento certo.

a Crianças. Seis crianças x»mpanham seus passos e '.s Homem de Nazaré, que ortos! Crianças de todas as ativante versão da vida de vista infantil.

15. Serve para auxiliar na ampliação de desenho (figuras projetadas sobre cartolina podem ser contornadas).

e um ver---: -: ::; a quase -:- - - ••ride ensino e taoianho de ser colocado carteira ou : -; : - - - - - - .

16. Pode ser usado para projetar a letra de cânticos novos.

;

de manejar e fácil de transportar. O controla o equipamento e sua Zada transparência deve explorar apenas um > de cada vez. Ttpre a plataforma do retroprojetor, e não a projeção. para fazer indicações e referências i compactas ou vazadas podem apresentar personagens de histórias bíblicas e de outros As «ansparéncias podem ser preparadas com facSdade e economia. Bem feitas, guardadas, protegidas do calor e do sol, duram por tempo 3. podendo ser usadas muitas vezes. ; podem ser adaptadas a qualquer tamanho de saia. Quanto mais longe da tela, tanto maior serão as projeções. ojesa imagens nítidas e ampliadas sem precisar escurecer o ambiente. meihor do que o quadro-de-giz, porque o presentador fica de frente para o grupo, •nnln>fVi contato com ele enquanto escreve ou desenha sobre a transparência colocada na mesa :-. --- -----o desenvolvimento progressivo de um i de maneira mais fácil e rápida do que no i ou no álbum-seriado. • o uso de cores. o contorno de objetos colocados sobre a • de projeção. bem como silhuetas compactas . recortadas em papel, a técnica de superposição (ouer/ay) t do todo para as partes ou vice-versa.

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Manuseio Depois de tomar todas as providências relacionadas com tomadas, fios, voltagem, localização para boa visibilidade de todos etc., é só utilizar o retroprojetor. 1. Coloque a transparência sobre a mesa de projeção. 2. Ligue o interruptor. 3. Focalize e enquadre a imagem, movimentando a cabeça do retroprojetor. 4. Não deixe a transparência muito tempo sobre a mesa de projeções com o retroprojetor ligado. 5. Não deixe o retroprojetor ligado muito tempo nem o movimente enquanto estiver aceso ou logo após ser desligado; há perigo em queimar a lâmpada.

Transparênci as As transparências88 feitas à mão são mais utilizadas, devido ao seu baixo custo e facilidade de confecção. Material usado para fazer transparências: 1. Radiografias descoloridas em água sanitária. 2. Acetato incolor transparente, vendido no comércio. 3. Plástico incolor transparente. 4. Papel-celofane. 5. Canetas Pilot para retroprojetor (são as canetas próprias). 6. Canetas hidrográficas, pincel atómico, tinta de pincel atómico. Para cores claras, diluir 2 a 3 gotas de tinta de pincel atómico em uns dois dedos de álcool. Guardar a tinta bem fechada, em vidros pequenos. 7. Nanquim preto ou transparente (somente cores transparentes são projetadas). Nota: Esta sequência de meios de ensino aproveitou, entre outras, informações da obra de Charlotte Vaughan, Recursos didótícos para professores de crianças. UFMBB.

A Editora Pequeninos — Tel.: (11)3782.8247 —publica uma série de histórias bíblicas em transparências.

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l.EBD

VIII ESTRATÉGIAS PARA IGREJA DESENVOLVER Aí >GELIZAÇÃO DE CRIANÇAS Be. aperiente diretor e evangelista da BW-T faríd Vide expõe:89 fcançado. e a sua necessidade de Cristo é nando que a Bíblia diz a respeito das •nnenles à sua vida diária — isto é: •meãos, padrões morais, vacuidade (estado do , fafca de direção, insegurança a respeito do Ai preocupações da criança são diferentes. O seu - í . nenor. Ebs ainda estão acteçâo de novas descobertas e a fantasia •portante para elas. Ao mesmo tempo, elas s fracassos e o efeito do pecado em suas ma forma todos esses elementos precisam ios para se elaborar um programa que as ao apenas suportem, ou gostem um pouco, i adiem obrigatório, espetacular, e transforme as sempre receptiva para ouvir a história do amor de Deus.90 Há total nosso país para anunciarmos o Evangelho, aos pés do Salvador. as diversas estratégias que a igreja pode destacam-se:

Se. "Como alcançar as crianças". Do livro O eo**jndo/toa/(Amsterdã 1983). Edições Vida -: 7- ::luguês), p. 248,

2. Culto Infantil 3. Campanha Evangelística 4. Classe Cinco Dias 5. Classe Boas Novas 6. Encontro de Crianças 7. EBF 8. Acampamento 9. Evangelismo através da página impressa a) A Bíblia para crianças b) Folhetos evangelísticos c) Literatura infantil d) Periódico infantil e) Curso Bíblico por Correspondência 10. Audio, Rádio e TV no evangelismo infantil 11. Internet — Site evangelístico para crianças 12. Ministério em Instituições (escola particular e pública, creche, casa-lar e hospital)

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL (EBP) A Escola Bíblica Dominical é o programa evangélico mais eficaz e amplo de educação cristã. Classes com professores dedicados e habilitados ao ensino da Palavra de Deus são um excelente meio para se conduzir crianças a Cristo. Define-se a educação cristã como "o processo pelo qual o Espírito Santo, servindo-se do homem como instrumento, opera através das Sagradas Escrituras, levando a pessoa à aceitação pessoal de Jesus Cristo e guiando-a para a maturidade espiritual a fim de que ela se integre na comunidade e no ministério da igreja." Essa definição inclui a evangelização que, juntamente com a educação cristã, formam os dois grandes pilares da Grande Comissão. A Escola Bíblica Dominical deve atingir os não convertidos com o evangelho, e falar-lhes de Jesus Cristo. Deve empenhar-se em apresentar os homens a Cristo, mas deve também ajudá-los a crescer na fé. Todos esses esforços são realizados por seres humanos divinamente fortalecidos e guiados pelo Espírito Santo.

crianças no contexto de uma mensagem

A obra da Escola Bíblica Dominical tem objetivo duplo: é ao mesmo tempo educacional e evangelística. Uma área não é mais importante do que a outra.

criança educada em lar cristão, com bom bfcico. possa ouvir claramente a voz do Espírito . - - - _ - :: ;e saltos. Contudo, esta não é a :- :;: e í : _ - c s ryecisam ser evangelizados í -elhor dirigir a mensagem às crianças e -.-. ------ ----- 5 ~ c c s os grupos entendam, Eía não apenas verbalmente, mas também

A evangelização nas escolas dominicais foi um fator muito importante para o crescimento das igrejas evangélicas. Richard Dresselhaus disse o seguinte: "A evangelização é a chave para se realizar a obra de Deus, e a Escola Bíblica Dominical é a mão que gira essa chave."

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^•EF-pidfessor Wiffiam Martin afirma:91 "A _:— - : - - • "• - - -. ••- :•. ida de um mensa. «--anor za boa mensagem'. A Escola Bíblica •oca aranca-se oom facilidade a essa definição. O asauScack: é aquele que sente, com ardor, que i devem ser divulgadas. Ele proclama, r«fá:vi Santo, essa mensagem. Os alunos, •• iac. aoÉvados peio mesmo Espírito, dirigem-se í MK as f y J-"- e aos centros de recreação imbuídos idade de falar do evangelho a todo aquele hneje cwwi-Ios. Inicia-se uma poderosa reação em es v» corações de homens, mulheres, e crianças — O-SK dessa maneira o reino de Deus." e a evangelização devem existir numa mútua para que a Escola Dominical exerça bica. Quando alguém ouve um testemunho Escota Dominical (evangelização), é preciso ha ai o alimento necessário para sua conversão c crescimento na fé (educação). Uma vez o novo crente sentir-se-á motivado a falar do D a outras pessoas (evangelização), que também ser instruídas nessa fé (educação). Portanto, Escoa Dominical alcançará seu total objetivo fzar um trabalho de evangelização. Educação devem ser fortemente interdera Cathryn Smith enfatiza:92 "A Escola nica! é a agência evangelizadora por da igreja, devido a seu livro-texto, a Bíblia, ide obreiros, seus alunos e seus propósitos. >4exto contém a mensagem que é o poder para a salvação. Uma decorrência natural do btia é a evangelização, porque a Palavra de Deus não voltará vazia. Seus obreiros constituem r grupe de pessoas interessadas na salvação dos -.da são os mais capacitados para ganhar bjetivos exigem que a Escola Bíblica seja Akançar as multidões com a ação eficaz da a Bíblia; ganhar os perdidos para Cristo e membros da igreja, eis as três funções que tomam seu trabalho altamente

toneá Passos para Professores. Editora

Itawaf da Escote Bíblica Dominical. JUERP,

NOTA: Como trabalhar com crianças na EBD é assunto amplamente abordado na disciplina "Educação Religiosa".

CULTO INFANTIL 1. O que é o culto infantil? Culto é a maneira das pessoas adorarem o Deus, mostrando que O amam com todo o seu ser. É quando o espírito, o mente, a vontade, as emoções e o corpo estão envolvidos na adoração a Deus. "Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador" (Lc 1:46-47). "Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (Jo 4:24). 2. Objetivos do culto infantil a) Levar a criança a experimentar, aprender e praticar a adoração e o louvor a Deus. b) Levar a criança a ter comunhão com Deus através do louvor, da adoração, da oração e do ensino da Palavra. Um programa preparado de acordo com as necessidades da criança e da sua capacidade de compreensão a levará a prestar culto a Deus de maneira inteligente e tornar-se verdadeira adoradora, adorando o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores. Basta que os objetivos do culto sejam definidos e claros no seu planejamento e direção. Culto infantil não é Escola Bíblica Dominical Na EBD, o aluno comparece para aprender, estudar e ser informado sobre Deus e os ensinos da Sua Palavra; onde o salvo recebe instrução para o crescimento espiritual, e o não salvo, oportunidade para crer em Cristo como Salvador. Na EBD passamos o ensino de Deus para o aluno. No culto infantil a criança apresenta todo seu ser para Deus. É onde aprende atitudes correias para cultuar o Senhor. Não perca de vista o objetivo do culto infantil que é levar a criança a ter comunhão com Deus através do louvor, da adoração, da oração e do ensino da Palavra. 3. Tempo de duração do culto infantil Não deve ultrapassar uma hora e trinta minutos. Lembre-se que a qualidade do culto está no conteúdo e não no tempo de duração. Por isso. deve haver acordo entre o dirigente do culto de adultos e o de crianças para que comecem e terminem no mesmo horário.

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ao cnho infantil :. : - : -. : ;r.~ ieal rara o trabalho --::-.- ' - :..-: cada igreja tem ; er adaptada à ;.; para este trabalho. possa ocupar duas funções, responsável pelo bom -- responsável peia y-po de 4 a 6 anos — aquele que - - - :res. trazer a mensagem y_po de 7 a 10 anos — aquele que - - -- - -:es, -razer a mensagem (lanhará o período de louvor. bom instrumentista é fundamental. •HÈrumentista, use p/ay-bac/e, ou ou grupos corais convidados a com as crianças devem permanecer de todos as atividades. Não para cantar e saiam para outro D da equipe deve: •noa real com Jesus Cristo; nsão dará dos propósitos do culto •as necessidades básicas da criança; características próprias das idades com as — no preparo do culto e no ensino da 12:7). .balho deve ser formada e se reunir n mês de antecedência para planejar trimestre ou do quadrimestre, responsabilidades entre si. Deve haver na equipe para bom desempenho do • cufeo infantil cumpra sua finalidade deve nas mesmas pessoas por um bom período mesma equipe pode atuar por um •e ou por um ano. conforme a disponibilidade

6. Liturgia do culto infantil O culto deve ter:93 a) Música — esta é uma das formas de expressar a adoração, o louvor, a gratidão e o amor ao Criador. Use cânticos e hinos com letra e melodia apropriadas à compreensão e voz infantil. O canto pode ser congregacional, ou de grupos musicais da igreja b) Oração — o que eu digo para Deus. c) Leitura da Bíblia — o que Deus diz para mim. A Bíblia deve ficar em lugar de destaque: — usada para o aprendizado das verdades divinas; ensina a adorar a Deus; ensina a orar — pedidos e respostas: — dá exemplos de conduta, consagração, de vida em geral. d) Mensagem — o que Deus tem a dizer para mim. e) Apresentações especiais - - se houver algum grupo musical ou solo, ou grupo teatral deve ser encaixado no programa do culto. f) Espaço opcional (atividades sugeridas caso o tempo do culto dos adultos seja maior do que o planejado para o culto infantil). 7. Local, móveis e equipamentos O local do culto deve ser preparado com antecedência (pelo menos 20 minutos antes). Para a abertura do culto (todas as crianças estarão juntas): salão com cadeiras ou bancos para crianças, mesa para o dirigente, recursos audiovisuais (retroprojetor, ou lousa, ou quadro branco para cânticos, tema e divisa), instrumentos musicais (devem ser usados os instrumentos disponíveis na igreja: piano, teclado, órgão, violão, flauta doce etc). Para a separação em grupos (por faixas etárias: menores — 4 a 6 anos, e maiores — 7 a 10 anos): salas com cadeiras ou bancos, recursos didáticos para a mensagem, mesas para as atividades opcionais e instrumentos musicais. 8. Serviço infantil Um adulto poderá treinar as crianças para o serviço no Culto. Serão os recepcionistas, organizadores do ambiente, instrumentistas e cantores. Faça uma escala de trabalho para estimular nas crianças o senso de responsabilidade no serviço para Deus.

licação do culto infantil

Alguns recursos disponíveis: a) Manual para o Culto Infantil. Editora Sinodal. Com adaptação, pode ser usado a partir de qualquer época do ano. 93

— o que é falado. - o que é mostrado: recursos audiovisuais projetor de s/ides, retroprojetor, flanetógrafo, quadro de giz ou , dramatização, mímica, ou outro qualquer de comunicação visual). - o que é cantado (letra e música).

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b) Sugestões de Cultos para Crianças. São quatro fascículos (cada um contém 13 planos completos de cultos) para ajudar o professor a planejar cultos inspirativos para crianças de 4 a 8 anos. Cada semana há um tema que as próprias crianças ajudam a desenvolver através de música especial, chamada à adoração, encenação, leitura bíblica, oração e outras atividades. Editado pela UFMBB.


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.NGELISTICA

•; - •? Campanha é uma reunião especial, . • . • : - . - -: :-rr. co evangelho, O da Campanha Evangelística Infantil é salvas. O evangelho deve ganhar partes do programa. Para se é necessário meses de oração, boa dose de disposição. campanhas onõe fai plantado anteriormente. interesse de crianças que se tornaram •oo entediadas e conservar na igreja o grupo •ças existente, mediante o estímulo de uma

:-.~ _ -. . ".-as crianças crentes no processo de •raiiK i i i i i da sua fé. uma oportunidade para as crianças í convidariam amigos nãor na vida de crianças sem igreja, de maneira •eme bíblica, sementes que poderão ser •em data posterior. '. . - -. ; •-•

O ideal é realizar três reuniões, na sexta-feira e terminando no domingo. L pode-se realizar uma campanha em apenas o evento de um único dia é chamado de wigeistico. o pensar na data, cuidar para que não coincida - f. .-.OT.promete a participação das

• O programa não pode ser mais do que é razoavelmente possível fazer. Ele K ser determinado por considerações como a melhor óo ca para a situação local; a faixa etária a ser não consegue evangelizar crianças de 4 a 14 anos com os mesmos - é melhor concentrar-se em um grupo, ' a 11 anos, ou ter duas reuniões); e presentinhos disponíveis; época do ano, ou ou interesses locais que têm influência sobre a

Aqui está uma observação oriunda da experiência de David Iliffe:95 "Um programa, para manter o entusiasmo de meninos, nunca pode ser planejado tendo como centro de interesses de meninas. Por exemplo, se você contar uma história meiga sobre uma menina gentil, os meninos "se desligarão" imediatamente. Contudo, narre uma estória a respeito de um menino, e você terá captado a atenção do grupo todo!" Ordem sugerida ao programa90 Boas-vindas: Fazer uma saudação calorosa e dar somente os avisos que forem realmente necessários. Tempo: 3 minutos Cânticos: Pode-se cantar e ensinar dois ou três cânticos (devem estar visualizados). Tempo: 7 minutos Oração pública. Atração especial: Pode-se usar: Teatro de fantoches; Ventríloquo97; Cena muda; Lição objetiva. Tempo: 15 minutos Cânticos: Pode-se ensinar mais dois cânticos novos ou cantar três cânticos conhecidos. Tempo: 5 minutos Versículos para decorar. Deve-se ler o versículo na Bíblia, repetir algumas vezes e explicar o seu sentido. O versículo pode ser decorado, depois da lição, quando os decididos estiveram no aconselhamento. Mensagem e apelo: A lição deve ser ilustrada e narrada numa linguagem de criança. Tempo: 25 minutos Oração pública. Atividades extras: Estas acontecem enquanto os decididos estão fora para receber o aconselhamento. Os que permanecem no local da reunião, podem fazer as seguintes atividades: decorar o versículo bíblico do dia; revisar alguns cânticos; concurso bíblico etc. Tempo: 15 minutos Encerramento.

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David J. Iliffe, "Como alcançar as crianças". Do Livro O Evangelista e o Mundo Atual (Amsterdã 1983). Edições Vida Nova, 1986 (1a ed. em português), p. 249.

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Considerações de Ministérios especiais com crianças. APEC, 1988.

esforços especiais para atingir crianças em oportunidade de realizar reuniões evangelísticas ._. ~ Í; ~Q tempo em que se realizam cruzadas para complementa a outra. O entusiasmo das crianças BES é usado para trazer pais não-cristãos às reuniões de Ai «mães de adultos podem ser usadas, especialmente de famílias crentes, que já ouviram a Palavra nas -.-.-----•.--•• -.-:---- e ;-:s a essa entrega a Cristo.

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Ventríloquo: Diz-se do indivíduo que tem a faculdade de falar sem fazer movimentos perceptíveis da boca, modificando sua voz natural de maneira que esta dá a impressão de provir de outra fonte.

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•a m campanha evangelística -- A jcar no kxivor e adoração a Deus, •m.íki entre as crianças e para a bico relacionado com o tema da • : ; „-; ---; -•_•••• curtas e simples. •nÉas crianças que virão à reunião, •n cantado um corinho evangélico. -mples forem os cânticos, mais jcpação do grupo. Hinos formais e seláveis Os cânticos também devem lustrando claramente a mensagem da ; _ • . ~ _ í :?. revê ser alguém alegre e - «pie saiba bem os cânticos selecionados, aça e possa reger. taacâo

especial — O número especial tem estreita bíblica. Deve ser usado para atrair a ancas e prepará-las para a mensagem. Ao t preciso pensar outra vez nos ouvintes: "O atraca o para as crianças?" A resposta a determina o tipo de atividade. São boas teatro de fantoches ou marionetes, um ventríloquo), um filme de curta duração. Núnero instrumental, solo, coral ou peça do geral, não se constituem atração para as r isso. não se recomenda o seu uso.

bíblica — A lição bíblica é o coração do Deve-se usar lições evangelísticas pois o da campanha é a evangelização. Sugestões: ÍScodcrnos. Naamã. -prescindível que o caminho da salvação seja • • Calrt de maneira clara e definida, incluindo as verdades (na Campanha Evangelística não é incluir ensino para crianças salvas): ama (Jo 3:16; Jr 31:3) 2. dato. o Filho de Deus (Gl 2:20) aço (Rm 3:23: Rm 5:12, 6:23). Apontar o ; que o pecado nos separa de Deus e nos •T"**» de ir para o Céu. morte de Cristo em nosso lugar e o sangue nado por nós (Hb 9:22; I Jo l:7b; Ap l:5b). ft«saneição de Cristo (Rm 4:25) 3 presente da salvação que deve ser recebido (Rm > pontos, apresentados de maneira simples, clara , devem ser intercalados no decorrer da história •ca Á preferíwd não apresentá-los todos de uma vez). são relacionados: mostrar que Deus ama odeia o seu pecado. Ao referir-se ao e ao sangue de Cristo, convém mencionar *fc**"»-relacionados. \s verdades do evangelho, durante das situações ou acontecimentos do Pata não perder o interesse das crianças, o

professor não deve demorar muito na abordagem dos pontos da salvação. No final da aula. pode-se dar um resumo da mensagem e fazer um apelo. A palestra. É essencial que a palestra tenha suficiente conteúdo bíblico, para que o Espírito Santo a possa tomar e aplicar. Estórias interessantes e bonitas podem manter as crianças interessadas, mas não terão consequências eternas. Os amadores podem treinar em outros lugares, mas o apresentador deve ser perito na arte de comunicar a mensagem em linguagem que as crianças possam entender. Em uma era em que tudo é visual, por simples que seja a apresentação, é importantíssimo ter em mente que as crianças lembram 80 por cento mais do que vêem, do que aquilo que ouvem. O âmbito e a diversificação de materiais visuais em nossos dias é enorme, e eles podem ser caros. Todavia, não fique desanimado por isto. Jesus, pregando ao ar livre, usou artifícios visuais disponíveis como um semeador, uma criança, uma moeda, para enfatizar os Seus ensinos. No capítulo anterior, há uma série de recursos visuais que podem ser usados, tais como: flanelógrafos, filmes "slides", retroprojetores, modelos, vídeo, quadros de metal usando magnetos por trás, palavras em tamanho grande em um cartão, fantoches, cartões mostrados rapidamente. (Você é um maravilhoso "recurso" visual. Use expressões faciais e movimentos corporais para reforçar a sua estória inclusive mímica e drama.) Apelo feito às crianças no fim da mensagem Apelos abertos não são aconselháveis em reuniões evangelísticas para crianças, a não ser que a reunião seja grande, ou não haja outra alternativa. É melhor ter conselheiros claramente identificáveis (com crachás ou identificação semelhante), ou determinar uma sala de aconselhamento à qual as crianças possam se dirigir para receber ajuda. Em uma cruzada baseada em uma igreja, uma excelente forma de suscitar reação é uma caixa de correio em que as crianças possam colocar cartas pedindo ajuda. Você também pode dizer algo como isto: "Haverá alguém na igreja entre 10:30 e 12:00 no sábado de manhã. Se você sente a necessidade de entregar a sua vida ao Senhor Jesus e gostaria de ter mais tempo para conversar, telefone ou venha até aqui". Aconselhamento — As crianças desejosas de aceitar a Cristo (e elas podem manifestar este desejo após a lição bíblica e o apelo) devem ser conduzidas para um lugar à parte, divididas em pequenos grupos e aconselhadas. Os conselheiros (equipe treinada e disponível) terão de 10 a 15 minutos para fazer este importante trabalho. Quando o aconselhamento terminar, as crianças são trazidas de volta à sala oficial da reunião, pelo mesmo lugar por onde saíram. Este procedimento evita problemas de dispersão de crianças.

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5= • •--:: r=OLÓGico BETEL BRASILEIRO mento, não deve nada considerado Se isso acontecer, talvez, na •nados não queiram se ausentar ••••» capcõaB pan aconselhamento, que avMMBi «r *E««» caai aatecedência panta. devem ser feitos cursos de • - . - . ;- z.-:?.s -aterias devem ser :" . . . . . . ; . . : - : . : nças

mmàf de as crianças se converterem .rança se sentir à vontade •a jmmirrjn infantil elementar. mm a duração do aconselhamento — evitar •ÉBT ácer pressões para uma decisão — bebés mm nu nli são educados com dificuldade. da decisão assunto fácil demais, ou nças podem fazer só para agradar você. •adiamento com portas fechadas. O pai ler acesso à criança em todos os •;- • -.da a esconder. •BB* rxar uma criança que você não conhece, mtmamtmamt no mundo ocidental. bar crianças do seu próprio sexo, sempre -.se a usar a Bíblia. Se uma criança tem uma nosrc as passagens na Bíblia dela. ecessidade. A criança necessita de 3 para a conversão? De certeza da sua da para vencer algum pecado que está :: : Ajuda em uma situação de ••cão parido lar despedaçado? » confundir a criança com coisas que não têm - :: ;.- ;~p!o. i i a não precisa saber tudo a . :::cas no dia em que se converte! Lsar weisículos bem escolhidos para cada passo •t acção da sua entrega a Jesus: Mo posso salvar a mim mesmo. JBBB me amou o suficiente para morrer e sofrer o •BBp»peto meu pecado. tacão me entristecer por todas as coisas erradas •t -mota vida. e me afastar delas. tacão pedir ao Senhor Jesus para me perdoar e l"a»un iinrln os frutos — O trabalho de uma ••: - mge ; ' : ~ não termina na sua última Deve contar com uma equipe treinada para ngo prazo: visitar as crianças, enviar cursos por idênda e. na medida do possível, trazê-las para :a Efibíca Dominical. lê trabalho — A igreja é responsável direta a preparação de uma campanha evangelística

infantil. Cabe à igreja convocar todos os membros da equipe, desde o diretor geral até os conselheiros. David Iliffe recomenda aos evangelistas: "Evite, tanto quanto possível, que o programa todo gire em torno de você como evangelista, visto que, se um trabalho regular for mantido, você precisará usar as pessoas que vão ser deixadas ali para continuar o trabalho. Serão a sua visão, entusiasmo e perícia que emprestarão vida à participação de toda a sua equipe, e uma campanha pode ser o lugar para encorajar, advertir e, se necessário, corrigir a apresentação dos seus auxiliares. Obviamente, nem todas as pessoas têm "dom" para se apresentar numa plataforma, nem jamais terão, nem com muito treino. Por isso, você precisa ter discernimento em escolher os participantes de um programa. Todavia, qualquer pessoa que tenha um coração disposto pode ter um papel valioso a desempenhar sentando-se com as crianças e mostrandose amiga delas (coisa que, incidentalmente, elimina problemas de disciplina, se um auxiliar sentar-se na ponta de cada carreira de cadeiras, assegurando-se de que não está obstruindo a visão das crianças que estão atrás), funcionando como organizador, tornando conta de um sistema de marcação de pontos como fazendo furos em cartões, servindo como estante, ajudando com o lanche, julgando competições, aconselhando." A equipe terá, trabalho antes, durante e depois da campanha. Antes da campanha 1. Diretor geral. Uma pessoa com experiência em liderar grupos de trabalho e com visão das necessidades espirituais das crianças. 2. Intercessores. A oração é o sustentáculo do programa evangelístico. Deve haver, oficial e efetivamente, um grupo de intercessores. Eles recebem pedidos específicos para orar. como: conversão de crianças, boa ordem, proteção de Deus nas viagens etc. 3. Propagandistas. Fazem divulgação do evento, usando cartazes, faixas, convites impressos, notas no boletim dominical da igreja, anúncio no jornal da cidade ou do bairro e em qualquer outro veículo de comunicação possível. Publicidade. Algumas perguntas que você pode fazer são: Quantas crianças poderemos acomodar na sala? Qual é o melhor método de contatá-las? Quanto dinheiro temos disponível? As possibilidades são ilimitadas, mas você precisará decidir o melhor caminho, de acordo com o tamanho da cidade, ou bairro, e os antecedentes e cultura das crianças. Você pode usar: • Um cartão atraente com breves informações acerca do lugar, horário e programa. • Colocar cartazes em lugares onde as crianças os possam ver. • Rádio ou televisão local. • Propaganda nos jornais. • Desfile de testemunho. • Anúncio com alto-falantes em automóvel.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEI BRASILEIRO ao bíblico ajudará a imaginação das crianças, yo~. "tesouro escondido", ar. precisará ter o cuidado na publicidade e tornar o x~.o parecia ser, usando o ssar a verdade bíblica.

- : -_guém com experiência em - í saiba liderar e trabalhar •panha todo o programa, não rvaos entre as partes. A direção dos é sua. Caso não tenha esse talento, r^guérr. para esta função. t faiar a grandes grupos de crianças nar o plano de salvação com clareza. » número especial. Uma pessoa B de íazer algo com qualidade artística, nm conteúdo legítimo. ma ou duas pessoas que toquem •OÉos a serem usados, necessidade de pessoas adultas para • às crianças, mantendo o silêncio e a

b) Providencie uma ama (I Ts 2:7) que possa dedicar tempo para ajudar a criança através de um curso bíblico, e ajude a preencher a lacuna entre a criança e a igreja. A ama torna-se amiga dos pais da criança, que a consideram como especialista em uma área em que não se sentem qualificados. A ama encoraja a criança a assistir a comunhão (Santa Ceia) ocasional, ao culto de batismo e explica à criança os ensinamentos da igreja. Uma criança pode realizar muitas pequenas tarefas na igreja, e a ama ajudará o novo crente a encontrar uma para realizar. Enquanto esta criança aprende a andar espiritualmente sozinha, a ama a encorajará a orar e participar da vida da igreja.

B. São pessoas alegres, que sabem dar ::-.- ••• :r:anca; permanecem à arando e conduzindo as crianças aos Cristãos maduros que sabem conduzir •ano ter um bom serviço de som, com »seu. controlador. ••es. Este grupo recebe o endereço das para vista-las, enviar-lhes literatura ou w correspondência, telefonar, enfim, para r-se delas e acompanhá-las em seu to castão e encaminhamento à igreja. ao da decisão das crianças quando ião fizeram a sua decisão de crianças que não permanecem . . . --::- ; -: obstante, cada criança é tão o Senhor quanto o membro mais db apeia- A ajuda pode ser ministrada de Aqui estão duas sugestões ípcrDavidIliffe: • a criança para um pequeno grupo, onde de amor e carinho, que lhe i e comunhão. Nesse grupo, a criança > acerca da Palavra de Deus, a orar e iBodêápulado.

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D LÃS Evangelização; alcançar crianças que Anãs da Escola Bíblica Dominical. n Cristo esperam a oportunidade Ao. Talvez você já tenha convidado •a vr à igreja e notado que a maioria m isso. vamos alcançá-las onde estão, : rAangelho num lar No lar es pessoas cristãs, de bom .casse pode ser realizada em uma sala, no • Uma hora diária, durante cinco dias Escolher o melhor horário para as crianças. abalho é realizado nas férias. trabalho abre portas para o iças que não vão à igreja ouvirão o evangelho, > delas serão salvas. na abertura de novos núcleos \mmmjf f Ik n No mesmo local, uma Classe Boas Noves poderá ser realizada uma vez por semana. A visita as famílias das crianças alcançadas na ; Cinco Dias. ) professor recebe bênçãos em sua própria vida e tem a alegria de ganhar almas para o Senhor Jesus. 3 fcabalho reanima a motivação missionária e não ma rnuito tempo do professor. •falece os crentes, pois envolve a igreja toda. . Aproveita as férias. Treina jovens para o evangelismo infantil. Alguém «pie tenha um mês de férias e queira dedicá-lo ao Senhor, realizando classes de cinco dias, poderá fuer oito classes, sendo duas a cada semana, e a&iyiid muitas crianças durante o mês. um método de evangelização que não exige gandes investimentos financeiros. O professor estará, a cada semana, com um novo grupo de crianças, podendo usar sempre as mesmas lições e • •• - :: ; . ;; aiizados. Participação da igreja — A igreja se integra neste •nísftério providenciando: 1. Intercessores, que estarão orando antes e durante este trabalho; ?. Auxiliares para ajudar o professor; . Hospedeira, que oferece sua casa e convida as crianças para assistirem à classe; k O professor (qualquer adulto ou jovem pode fazer um treinamento para atuar na Classe Cinco Dias, habilitando-se para o trabalho); Representantes da igreja, para visitarem as famílias das crianças que assistirem às aulas; Finanças, para a compra do material necessário.

Propaganda 1. Preencher e distribuir convites. 2. Convidar pessoalmente as crianças da vizinhança para assistirem às aulas, explicando aos pais que seus filhos ouvirão histórias da Bíblia, cantarão e serão bem cuidados. 3. Os filhos da hospedeira podem trazer as crianças da vizinhança. 4. No primeiro dia de aula. o professor e auxiliares devem fazer novos convites, antes de iniciar a reunião.

Matrícula e Relatório — Conforme as crianças forem chegando, o professor auxiliar anota seus nomes e endereços. No final da semana, preencher e entregar ao pastor da igreja um relatório para que os lares das crianças evangelizadas sejam visitados.

Programa - - Fazem parte do programa: Cânticos; Oração; História missionária; Memorização de versículos; Lição bíblica; Apelo e Aconselhamento.

Cânticos — Dar preferência aos cânticos visualizados. Usar também os cânticos com gestos, que combinem com o ensino da lição e do versículo a ser decorado.

Encerramento — É interessante fazer o encerramento na igreja, no período da Escola Bíblica Dominical, quando as crianças da Classe Cinco Dias podem cantar e recitar os versículos decorados. Esta é uma ótima oportunidade para convidá-las a voltarem regularmente à igreja. O encerramento também pode acontecer na própria classe. Se a hospedeira e o professor quiserem, podem oferecer um lanche às crianças, o que só é recomendável no último dia e que não seja anunciado de antemão, sendo uma surpresa para as crianças. Não é aconselhável oferecer lanche todos os dias. o que pode até tornar-se um empecilho para a ênfase espiritual do encontro.

Sugestões para o professor 1. Não se impressionar com o número de crianças. Começar com poucos alunos e os outros virão depois. 2. Lembrar-se de que cada aluno de sua classe é uma alma preciosa para Deus. 3. Começar e terminar no horário combinado. 4. Orar junto com os demais colaboradores. 5. Não desanimar. O desânimo é uma das mais fortes armas de Satanás.

Sugestões para a hospedeira 1. Responsabilizar-se pelos convites às crianças. Fazer com que elas se sintam bem em sua casa. 2. Auxiliar o professor na matrícula, na chamada e nos cânticos. 3. Assistir a aula e estar disposta a ajudar os alunos, posteriormente, a crescerem espiritualmente. 4. Interceder pelo professor, auxiliares e pelas crianças.

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trabalho, continuar orando :--:; :::-•::?. que tomou a ara frequentarem a igreja e, - ^ : -.v.:?_ z obreiro fiel confia em

programa para uma Classe Cinco Dias « bíblicas: "O LIVRO SEM PALAVRAS VISUALIZADO" tfaHri» missionária: "UM MILAGRE PARA SAMUELITO" =

I -

SEGUNDO DIA

Cântico

Boas vindas

Boas vindas

Boas vindas

Oração

Oração

Oração

Samuelito (2° capítulo)

Cânticos

Cânticos

Oração

Samuelito (3° capítulo)

Samuelito (4° capítulo)

Cânticos Samuelito (5° capítulo)

Cântico

Cântico

Cântico

Cântico

Memorização (Rm 3:23)

Memorização (1 Co 15:3b)

Memorização (l Co 15:57)

Memorização (l l Pé 3: 18)

Cântico Lição bíblica:

Cântico

Cântico

Cântico

Lição bíblica:

Lição bíblica:

Lição bíblica:

"O Pecado"

"A Vida Nova"

"Crescendo em Cristo"

Apelo e oração

"0 Sangue de Cristo" Apelo e oração

Apelo e oração

Apelo e oração

Aconselhamento

Aconselhamento

Aconselhamento

Aconselhamento

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QUINTO DIA

Cântico

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QUARTO DIA

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TERCEIRO DIA

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SBIINÁRJO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

ENCONTRO DE CRIANÇAS

Ucz. onde a Palavra de Deus é --."£ ensinada. faoendo do lar crente um lugar de £ «flenaunho para Cristo. OÉMÇOK. insistindo em que a infância é a •fe para -.ir a Cristo e aprender do seu levando o Evangelho às

... ganhando novos alunos para a novos membros para a Igreja. porque nela as crianças são conhecer ao Senhor Jesus Cristo como e Senhor. semana/, podendo ser realizado ~ anã ou no domingo, em horário que ida com os trabalhos da igreja. r m* evangelização das crianças ças a quem não seria permitido assistir à Escola inicai de uma igreja evangélica, por l» preconceito dos pais, geralmente poderão rã uma aula de crianças numa casa particular. Sferentes não necessitam fazer qualquer o para que os filhos frequentem o núcleo; não are acompanhá-las, nem vesti-las em roupas •aspara assistirem às aulas. na ciasse para crianças em casa particular é meio para introduzir o evangelho numa ande não existe trabalho evangélico. O alegre e as lições visualizadas atraem os adultos. A Classe Boas Novas torna-se ideo de estudo bíblico infantil, com potencial i originar um ponto de pregação que, passa a ser uma congregação e uma

• - - r-- -• i geraí. a Classe Boas Novas pode aproveitar as formações dadas, anteriormente, a respeito da r Oiço Dias.

Finalidade - - Alcançar crianças não atingidas por outros métodos de trabalho. Alcançar os pais das crianças não crentes. Quem participa Pode-se promover uma confraternização entre crianças das Escolas Dominicais do bairro, da região ou da cidade, ou um encontro de crianças de vários núcleos bíblicos, ou um encontro de crianças de grupos escolares. Características — O encontro deve ter aspecto festivo. Preparação 1. ORAÇÃO: Promover intensa campanha de oração, com a duração mínima de um mês, fazendo participar da mesma a igreja ou um grupo de pessoas interessadas no encontro. 2. LOCAL: Deve ser escolhido, de preferência, um lugar neutro, como o auditório da associação de bairro, um clube, um salão nobre do grupo escolar etc. 3. PROPAGANDA: Cartazes colocados em lojas, igrejas, escolas etc. Grandes faixas na frente do prédio onde será o encontro. Propaganda em carros equipados com alto-falantes, algumas horas antes do encontro e nas proximidades do local. Propaganda pelo rádio e outros meios de divulgação. 4. EQUIPE: Dirigente do programa Alguém que tenha experiência em falar para crianças, que seja alegre, entusiasta etc. Regente de cânticos — Alguém com personalidade alegre e com muito entusiasmo, que conheça bem todos os cânticos. Estes devem ser conhecidos pela maioria das crianças; se possível, tenha-os impressos em uma folha, para as crianças visitantes. Os cânticos ocupam o segundo lugar em importância no seu programa. Escolha-os com sabedoria Mensageiro — Pessoa experiente no trabalho com crianças que entregue uma mensagem simples e clara do evangelho. Se possível, use uma mensagem ilustrada, lembre-se de que figuras ou cartazes devem ser em tamanho grande; observe o auditório. Conselheiros — Devem ser pessoas treinadas para esse tipo de trabalho. No caso de poder enviar as crianças às salas especiais para conversar com os conselheiros, tenha tudo preparado de antemão. Se não houver salas especiais, os conselheiros podem ir até onde as crianças estão ! de pé ou com a mão levantada para serem identificadas;, preenchendo um cartão de decisão ou do folheto 'O Céu — como ir lá', por exemplo. Porteiros — Seu trabalho é encaminhar as crianças e os pais às cadeiras, distribuir folhas impressas e lembretes no fim da reunião, saquinhos de doces, se for o caso; etc.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

ESCOLA BÍBLICA DE FERIAS (EBF) ou 90 no máximo. BBmrar ~a lura certa. j programa para cada pessoa •ar ooiocando inclusive o tempo ajae haja intervalo longo durante o a» ^B proclama bem planejado, tempo do que você pretende pac jewa mais tempo do que se pensa, aaar parte deve ficar o mais próximo •mão se o serviço de som funciona, •afixação, seria quase impossível :-

.v.sse

ia e para o uso do tempo no

ias vindas

nissionária ou participação especial •ca especial nsagerr. e Apelo ... . . . aaèrscia aos decididos e cânticos para os cão de despedida

História da EBF A primeira EBF de que se tem notícia foi realizada em Nova Iorque (EUA), no mês de julho de 1898. Foi idealizada pela Sra. Elisa Hawes, que pagou do próprio bolso US$ 25.00 (vinte e cinco dólares), pelo aluguel do pátio de uma cervejaria. Era um local que não funcionava durante o dia. A Sra. Elisa Hawes observou as crianças que andavam pelas ruas de sua vizinhança, literalmente "abandonadas" pelos pais no período das férias, sujeitas ao aprendizado de tantas coisas nocivas e pecaminosas, e isto pesou-lhe no coração. Desta preocupação surgiu então a EBF, uma preciosa alternativa para transmitir às crianças a Palavra de Deus. O seu programa teve a duração de duas horas por dia e incluía: saudação à bandeira, cânticos, história bíblica, memorização de versículos, ginástica, brincadeiras, trabalho manual (as meninas aprendiam costura e culinária) etc. E contou com a cooperação da Igreja Batista de Epiphany, da qual a Sra. Elisa Hawes era membro, especialmente de seu pastor e da Sociedade de Senhoras. Alcançou 57 crianças. Nos dois anos seguintes, repetiram a Escola Bíblica de Férias Diária, como era chamada, e com grande sucesso. Em 1901, o Dr. Robert G. Boville, secretário executivo da Sociedade Batista de Missões Urbanas de Nova Iorque, começou a promover a EBF entre as igrejas. Logo, em 1902, foram realizadas 10 EBFs; 17 em 1903, com acréscimo, ano após ano. O trabalho cresceu tanto que o Dr. Boville se dedicou exclusivamente a promover a EBF no âmbito interdenominacional. Já em 1911, foram realizadas 102 EBFs, quando foi formada a Associação das Escolas Bíblicas de Férias, que fazia promoção e fornecia material e recursos. Em 1917, tornou-se internacional. Por causa da ampla promoção desenvolvida pelo Dr. Robert Boville, ele é considerado o fundador do movimento da EBF no mundo. No Brasil, a primeira EBF foi realizada no Colégio Americano Batista de Vitória (ES), na primeira quinzena de dezembro de 1924. Mais de cem anos já se passaram... Quem poderá contar o número de crianças que têm sido alcançadas pelas diversas denominações evangélicas, em muitos países!

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SBIINÁRIO TEOLÓGICO BFTEL BRASILEIRO

Vantagens da EBF

BF coon ênfase -ter Cnsto como Salvador pes" -__. f para a sua vida e ••".•DB JMBBÉãoconi o Senhor. saro a imtfi espiritualmente através £tea da Palavra de Deus, da jszs. m ao seniço a Cristo. D seu trabalho de educação cristã, B moas da Escola Bíblica Dominical. as pais ia educação dos filhos, em f ' QR »«DKrns corpo, abna e espirito. •cr de Férias pode ser uma atividade peja rea£za uma ou duas vezes durante o o ao realizar uma EBF não pode ser ••B urra EBF porque todo ano se faz", F porque a igreja tal também faz". Dev 3 uma das formas da igreja cumprir •acar. evangelizar, ganhar para Cristo, icinar pessoas. A EBF oferece para que os membros da igreja sejam L apmdendo a evangelizar, a servir e trabalhar & um programa que tem um princípio e ienamenta para a igreja alcançar pessoas. ^amana da EBF. a igreja toda trabalha e, da ascoia. a igreja continua a cultivar os - j—.p^p.ho, a EBF torna-se somente pama. O desafio é fazer com que a EBF parte vital da igreja, alcançando pessoas para

1. E um curso bíblico intensivo. Promove crescimento espiritual. 2. Novos alunos matriculados na EBD. 3. Oportunidade de serviço cristão para os membros da igreja. 4. Bom aproveitamento do período de férias. Também pode-se realizar uma EBF com o objetivo de crescimento cristão (suas atividades visam a edificação das crianças no amor fraternal, bondade, perdão, fé, obediência...) ou com o objetivo missionário. Todo o conteúdo e as atividades se centralizam no objetivo principal proposto para a EBF.

EBF e a organização da igreja A Escola Bíblica Dominical (EBD) é a ligação principal da EBF. Ambas são escolas da igreja para realizar estudo bíblico, alcançar pessoas e fazer evangelização e discipulado. Na realidade, a EBF é um projeto especial da EBD. A organização da EBF pode envolver departamentos com classes para cada faixa etária ou só uma ou duas classes ao todo. Qual é a organização certa? Depende do tamanho da igreja e da sua equipe de obreiros. Uma igreja pequena talvez não possa ter uma gigantesca EBF, com várias classes e atividades. Mas pode ter uma EBF que alcance crianças em seu local e com uma organização simples.

ingelística pode acontecer de maneiras - cada professor está pronto •a identificar e conversar com as crianças que o desejo de receber a salvação, com »estudo bíblico ministrado. - Toda a equipe auxilia o pastor ou a i que fizer o apelo. ! a noite da família — Há ênfase evangelística formal e no informal, quando o pastor equipe ficam conhecendo a família e os idas crianças participantes da EBF. [ao — O envolvimento do pastor e da EBD às pessoas descobertas pela EBF i o trabalho começado pela EBF.

= oara adultos? Talvez o pastor frblico para adultos durante a EBF. 111


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

na EBF m Criiln e com a igreja — leve outras pessoas a jnsto deve ser um crente SB vida deve demonstrar sua •B precisam ser membros da Os melhores obreiros têm a Cesto através da ajuda aos s cheios de entusiasmo. «r treinado — Obreiros sem -..-. •-.r- compromisso com . de servir podem tornar-se bons Ébaan o devido treinamento.

Recrutando obreiros: 1. Os que trabalharam na última EBF 2. Professores da EBD 3. Obreiros dos outros programas da igreja (Escola de Crescimento Cristão, música etc.). 4. Adultos, jovens e adolescentes voluntários, membros das classes da EBD (gente que goste de crianças e queira fazer alguma coisa por elas). Diretor(a) da EBF — Pode ser o pastor ou outro oficial da igreja, seminarista, diretor da EBD. ou o líder do Departamento Infantil. Quem quer que seja o diretor, deve ser reconhecido como um oficial da EBD. Trabalha com o pastor e com o diretor da EBD, para coordenar os planos da EBF com a EBD e com os outros programas da igreja. São tarefas do diretor:

CONSELHO DA EBD

DIRETOR DE EXTENSÃO DA EBD

SECRETARIO DA EBF

DIRETOR DA EBF

COMISSÕES

ESCOLAR l

PROMOÇÃO

LANCHE

RECREAÇÃO

TRANSPORT

Diretor e obreiros da comissão

O diretor da EBF pode acumular a responsabilidade dos diretores dos departamentos com os professores, numa estrutura mais simples, como a seguinte:

EE:

CONSELHO DA EBF

DIRETOR DA EBF

INFÂNCIA E PRÉ-ESCOLAR

ESCOLAR

PROFESSOR

PROFESSOR

ALUNOS

ALUNOS

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BFTEL BRASILEIRO liderança da EBD para planejar a r?nrE do ensino bíblico da igreja; •nação das datas e da agenda da «raozaçao da escola; ide todos os materiais e recursos; dos obreiros e explicar suas enamento dos obreiros; • o pastor no planejamento da ênfase o membro ex-officio das comissões de L Lanche. Transporte, Recreação e outras a secretária no levantamento e na o de todos os dados referentes à EBF; r com o diretor da EBD, levando a ançar e ministrar às famílias e às crianças s ir.icialmente pela EBF — antes da ar curtas palestras na igreja, focalizando is necessidades da criança. a da EBF — Tem as seguintes tarefas: as das reuniões de planejamento; Estas das necessidades e do material de sse, fazendo o pedido de tudo; material às classes; fcaíhar com os departamentos, para conseguir e naner registros diariamente durante a EBF liar com o diretor da EBD, para transferir ^jantes da EBF que não frequentam a EBD para o registro de possíveis alunos. Eaborar um relatório final da EBF. retonaí de Departamento

Coordena as

ttrtar professores para a classe; - : ; : espaço e o equipamento do ..: - "êr.to: Fazer pedido de material ao diretor ou à secretária Sáresponsávelpelo horário do grupo grande; Manter os registros do departamento; Araiíar o departamento e guardar a informação : :- - - '- e''ar a próxima EBF; Trabalhar com a secretária no sentido de transferir : ; - :•: .vr.es da EBF para a EBD.

trabalho começa com a identificação de um grupo ou de grupos-alvo: as pessoas que a igreja gostaria de alcançar durante a EBF. Coleta informação sobre as pessoas a ser alcançadas, elabora mensagens próprias para convidá-las e efetua as matrículas. Trabalha em harmonia com a Comissão de Transporte.

Comissão de Música Comissão de Transporte - - coordena o transporte dos alunos e dos obreiros. Pode-se arranjar ônibus ou kombi da igreja, ou carros dos membros. Trabalha com a Comissão de Promoção para tornar disponível a informação sobre o transporte.

Comissão de Lanche — o lanche não precisa ser sofisticado ou caro. Um refresco ou suco e biscoitos são suficientes. Os membros da igreja podem doar esse lanche. Esta comissão determina o que é necessário, compra o material ou lista doações e consegue obreiros para servir durante a EBF. Trabalha com os diretores dos departamentos, para determinar a hora de servir o lanche.

Comissão de Recreação — trabalha com os diretores dos departamentos para coordenar o horário de brincar. Brincadeiras e jogos ajudam a desenvolver na criança o espírito de camaradagem, delicadeza, cooperação, esportividade, honestidade etc. Esta atividade dá aos pró fessores tempo para trocarem a sala e/ou prepararem a atividade seguinte. Conduz os alunos na recreação e volta com eles à sala de aula.

Outros voluntários - - são alistados cristãos com habilidades ou conhecimentos especiais que podem compartilhá-los com os alunos da EBF. Podem ser: um missionário, um bombeiro, um policial, alguém que faz fantoches etc. Recebe instruções específicas e precisa saber quantos alunos terá, o que será esperado dele etc.

O treinamento da equipe A igreja deve treinar os obreiros para cada tarefa que empreende. Durante a EBF, o que se quer é tornar alegre a aprendizagem bíblica, dela fazendo uma boa experiência para todas as pessoas envolvidas. A solução é a qualidade do treinamento dos líderes que dirigem a aprendizagem bíblica, acompanhada de constante intercessão.

Professores — As tarefas dos professores incluem: -^tipar do treinamento L Esfr*^'" as lições programadas para a EBF Ensinar nas classes do departamento; Cooperar para atingir os alvos do departamento e da EBF. em geral. Zamissáo de Promoção — coopera com o pastor e acn o diretor da EBF na sua ampla divulgação. O

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Qual é o treinamento necessário? • Conhecimento do material a ser usado. • Conhecimento de cada item do programa diário e do encerramento. • O método de como levar uma criança a Cristo. • Características das crianças de cada idade. • Características de um bom obreiro. • A responsabilidade de cada um.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETR BRASILEIRO

e apresentar uma

3. Evangelismo Compartilhar os planos para evangelismo e a parte que cada professor e obreiro têm no evangelismo das crianças. 4. Oração — Ter um momento de oração fervorosa. Os departamentos e comissões podem dividir-se em grupos pequenos para orar pelos alunos e pela equipe da escola.

de versículos e de

-:os da EBF. o apelo, alunos da EBF. «nvofaer outros no dos corinhos e dos prémios, confecção cõpiomas. trabalhos

i diretores

KcoBento dos obreiros. lefatório da última EBF. — ~-~.c.

decisões

e

Jtrr.a EBF. Depois disso, • m «scofa deste ano. Conseguir ;.ade de alunos yiiifii i M"

e

tarefas

dos

í possíveis professores. O diretor a semana um relatório dos tanaerros sobre quem aceitou assoas que não podem ser •i sen/ir numa comissão; da e as areias dos diretores, para as neuniões de planejamento dos nca para a EBD — Discutir o •enbroe e possíveis alunos da EBD ídar o pastor para assistir à reunião aêse evangeustica. Explicar o procedimento para i diversos necessários à realização

os professores e obreiros . . . : z2~ Os diretores podem apresentar os : :.--.-.:• ".:.::o Os oficiais gerais cobreias da comissão. Usar testemunhos e/ou compartilhar

js. EBF: Como alcançar ,UERP. 1992, p. 34-35.

Reunião dos departamentos (dirigida pelo diretor do departamento) 1. Treinamento — Rever as características e os métodos didáticos para a idade do departamento. 2. Planejamento do programa — Planejar cada programa do departamento. 3. Planejamento da "Noite da Família". Os diretores dos departamentos lideram a reunião dos professores do seu departamento para planejar o programa de cada departamento e de cada professor no cumprimento do tema geral da EBF.

Planejamento da EBF Data e horário — Qual é a melhor época para se realizar uma EBF? Isso é determinado pela conveniência dos obreiros? E determinado pela conveniência do pastor? E determinado pela conveniência dos alunos? Deveria ser no início ou no fim das férias? E qual é a melhor hora para a EBF? Durante a manhã ou à tarde? E bom realizar EBF à noite? Estas são questões levantadas. Mas três fatores precisam ser considerados na determinação da data e hora da EBF. Convém realizar a EBF quando: a) Os obreiros estiverem disponíveis; b) O pastor puder participar; c) Houver menos conflitos com outros eventos. Examinar a agenda das escolas que as crianças frequentam, o calendário da denominação, da igreja local, do pastor, e a forma como os membros da igreja utilizam suas férias. A quantidade dos dias da EBF é outra questão que deve ser respondida. Mais importantes que a quantidade de dias são as necessidades das crianças alcançadas pela EBF. Quando estão os alunos disponíveis? Quando estão os obreiros também disponíveis? Flexibilidade é a resposta. Se uma escola de cinco dias consecutivos de duração não é possível, talvez se possa realizar uma escola de dois fins de semana consecutivos ou de cinco sábados consecutivos. Planejamento da organização — Deve-se decidir antes do planejamento da quantidade das classes e dos obreiros quem será convidado para a EBF. Geralmente a

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organização da EBD. Assim, os matriculados nas classes na mesma etária. As seguintes divisões dos ; deveriam ser seguidas, quando possível: i Pré-Escolar — incluem crianças que •• de 4 a 6 anos. Uma classe para cada grupo de -.ancas é melhor, com um professor para cada - . ;-. - alunos, com o mínimo de 2 dessores. Isso é necessário porque essa idade i de muita atenção. '. Escolar — trabalha com criança que tern de 7 a 12 anos. Normalmente o máximo de alunos para . : - - - de cícoiar são 25, mas é bom ter duas dasses pequenas, por causa da diferença das necessidades das crianças. Então, uma classe para 25 deveria ter 2 professores ou mais. Um professor para cada grupo de 7 alunos é melhor. Departamento especial — Não é dividido por é composto por alunos em circunstâncias serrje-har.tes. Destina-se a receber crianças portadoras de deficiências, que também devem ser alcançadas durante c. Ou receber um grupo que fale outra língua. Planejamento do espaço da EBF Um departamento da EBF deve usar o mesmo espaço do departamento da EBD. Dessa maneira, é mais são! para um aluno da EBD acostumar-se com a EBF e vice-versa. O diretor da EBD e o diretor da EBF devem criar uma atitude de cooperação. Para facilitar a aprendizagem, a sala de aula precisa ter boa luz e ventilação e assento confortável; deve ter um tamanho suficiente para os alunos esperados. Tudo que for desnecessário deve ser retirado. Falta de espaço no edifício da igreja, porém, não é razão para não se realizar uma EBF. Arranjos podem ser feitos para se usar salas perto do templo, uma escola, dube ou salão de festas de um prédio; também, garagens ---- ~-~ -j quintais arborizados muitas vezes são disponíveis. Outra maneira de resolver esse problema é ter um horário dividido. Pode haver uma parte das dasses pela manhã e outra parte à tarde. Processo de matrícula — O alistamento antes da EBF ajuda no seu planejamento. Inclui o alistamento das crianças da EBD (dois domingos antes da EBF) e é feito, em parte, pelos seus próprios professores. As vantagens i são: 1. Os obreiros têm uma ideia do número de alunos em cada classe. 2. A organização da EBF pode ser avaliada e adaptada, se necessário, antes da EBF. Planejamento para o transporte. 4. Os obreiros podem visitar os lares dos alunos antes da EBF. Pode-se fazer pedido de material com mais precisão.

EOL DGICO BETEI BRASILEIRO

Sugestão de planejamento — E melhor começar a trabalhar, no mínimo, dois meses antes. Assim, realiza-se todos os planos necessários para uma boa EBF, sem muito para fazer na última hora.

2 meses antes:

— Eleger um diretor. — Escolher a data da EBF. — Planejar a organização (quantas classes, professores e obreiros necessários) e o espaço disponível. — Alistar diretores dos departamentos e ter uma reunião com eles. — Planejar o treinamento dos professores. — Alistar todos os professores e obreiros. — Ter a reunião inicial da Comissão de Promoção, com os devidos encaminhamentos. — Decidir quanto material, propaganda e provisões são necessários. — Fazer o pedido de material didático. 1 mês antes: — Ter uma reunião de todos os professores e obreiros. — Começar a promover a EBF. — Planejar o transporte, pela Comissão de Transporte. — Ter uma reunião da Comissão de Lanche.

2 semanas antes:

—Ter uma reunião dos departamentos, para planejar o programa diário da EBF. - Ter uma reunião com os professores da EBD e da EBF, para juntos planejarem a transferência dos alunos da EBF para a EBD. — Alistar alunos para a EBF: membros da EBD e os possíveis alunos do grupo-alvo. — Começar a receber os ingredientes para o lanche, pela Comissão de Lanche.

l semana antes: — Completar o alistamento antes da EBF (mas pode-se continuar o alistamento até o último dia da EBF). — Completar todos os planejamentos dos programas diários dos departamentos.

Semana da EBF: — Alcançar crianças para Cristo e prover estudo bíblico para elas. (Nesta semana, dirigentes e auxiliares se reúnem, diariamente, para avaliar, trocar ideias, combinar e corrigir planos conforme as situações reais, e para orar pelo evento.)

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SBWNÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO Imiifi IMII i i dos alunos da EBF para a \m todos os obreiros, professores e

icão dos resultados da EBF •_-:-

'-i r.3r pisoas são alcançadas pelo kpeja tem grande responsabilidade em •s novos crentes. "~_ r ainda está sendo planejada, seu : --.-• ~~ F.3D e o pastor se reúnem para «mo conservar os resultados do trabalho das melhor modo de fazer isso é transferir para a -'-- -'-':-í da EBF que ainda não são de nenhuma EBD. A transferência funciona possível aluno é designado para um grupo da visitação. O melhor grupo deve comporda EBF e do professor da classe da EBD. pode-se fazer uma comissão de visitação nos lares, com crentes previamente peia igreja para o ministério de visitação, de que cada grupo visita alguns alunos. Durante a i professor da EBF agradece aos pais por o aluno frequentar a EBF. Algo que foi feito a escola pode ser contado para informar sobre ) professor da EBD, então, introduz a EBD e a criança a matricular-se nela. Quando a for dada. a criança é matriculada. Também os 3 convidados a frequentar e se matricular numa de adultos. Revistas da EBD podem ser aos pais e à criança.

8. Telefonar, de vez em quando. 9. Formar com as novas crianças alcançadas uma bandinha. coral, grupo teatral etc. 10. No último dia da EBF. distribuir um convite às crianças, para, um mês depois, participarem de um bom programa de confraternização. A informação sobre participantes da EBF que não fizerem sua imediata matrícula na EBD deve ser guardada num arquivo de possíveis alunos. Estes são novamente visitados e evangelizados. Nota: Escolher uma ou mais sugestões de conservação dos frutos pós-EBF e decidir com a equipe como realizará e qual será a responsabilidade de cada um na conservação. A ordem de Jesus é pregar o Evangelho, ensinar e fazer discípulos! Desse modo a Escola Bífa/ica Dominica/ crescerá muito em quantidade e qualidade.

sugestões para conservar os frutos são: próprio professor e sua equipe se responsabilizam «m discipular os novos alunos. ma ciasse especial na Escola Dominical para os ahinas da EBF. Ou uma classe aos sábados. noentivar na igreja a formação de grupos para orar nominalmente por todos os alunos da EBF. Professores e equipe orando especificamente. Lida de pedidos de oração do aluno. ) professor envia carta agradecendo os pais pela parjcpação da criança na EBF. ca professor e cada membro da equipe da EBF uma criança, travando amizade e trazendo-a - -~os para a Escola Bíblica Dominical. carta aos novos alunos da EBD, dando-lhes as E enviar cartão de aniversário. cursos bíblicos por correspondência.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

UMAEBF

Saudação à Bandeira Nacional "Salve, Bandeira de minha terra! Tu representas a grandeza do Brasil. Para sempre amarei a minha pátria e lhe servirei de boa vontade.'

no primeiro dia Ifaka animada, em ritmo de marcha. D atento, cada criança recebe uma que pode ser um crachá ou um diferentes cores para cada faixa etária, a divisão em classes.

Hino à Bandeira (Cântico da 1a parte e do estribilho) Música: Francisco Braga: Letra: Olavo Bilac Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da Pátria nos traz.

i venho andando para a escola aqui, , venho alegre, porque foi aqui i que Jesus já me salvou. i s»nresgatou-mea mim, ooê. farobéiii. o bom Deus quer bem. • venho andando para a escola aqui, -u feto, TA« TÁ! Rio: QUÁ! QUÁ! QUÁ! s praça, i neríx) andando para a escola aqui,

Recebe o afeto que se encerra, Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil!

JURAMENTO À BANDEIRA CRISTÃ: "Prometo ser fiel a meu Salvador Jesus Cristo, amá-lo de todo o meu coração o servi-lo com todas as minhas forças. Levarei a minha Bíblia aberta a toda criatura." Saudação à Bandeira Cristã

ífefa. .também, vocês também. toque Deus diz, •r andando para a escola aqui, i qual feliz.

"Salve, Bandeira Cristã! Tua mensagem me fala do amor de Deus e me inspira a amar a Jesus. Procurarei fazer a minha parte para que o reino de Deus domine em toda a Terra."

DOOS à EBF para muito aprender, uns dos outros e a Cristo obedecer; o Livro Santo muitas bênçãos desfrutar ••H»i triunfar; • todos à EBF (3 vezes) :

Cântico "Pendão Real", D. W. Whittle; H.M. Wrigth — do hinário Novo Cântico (Igreja Presbiteriana do Brasil). Um pendão real vos entregou o Rei, A vós, soldados seus! Corajosos, pois, de tudo o defendei, Marchando para os céus.

-

à nossa casa, cantaremos com fervor, cada verso, repartindo nosso amor, as histórias, de Jesus: amor, verdade e luz!

Com valor! Sem temor! Por Cristo prontos a sofrer! Bem alto erguei o seu pendão Firmes, sempre, até morrer!

V Palavra de boas vindas, apresentação da -enfação quanto ao objetivo e funcionamento

1B14 E CÂNTICO OFICIAL •«•••ÇBiectam o tema. a divisa (lema) e aprendem o Estes três itens são repetidos todos os Km a ênfase da EBF.

A BANDEIRA NACIONAL: peia minha honra, proceder em todas as corno uma pessoa consciente dos amar minha Pátria e servi-la com boa .

JURAMENTO À BÍBLIA SAGRADA "Prometo ser fiel à minha Bíblia, a sagrada Palavra de Deus. Farei dela uma lâmpada para meus pés e uma luz para os meus caminhos." Saudação à Bíblia "Salve, sagrada Palavra de Deus! Tu serás lâmpada para os meus pés e luz para os meus caminhos; esconderei as tuas palavras no meu coração para não pecar contra Deus."

Cântico — "Sei que a Bíblia é..." Nota: Quando as três saudações e juramentos forem feitos, as duas bandeiras e a Bíblia são colocadas em suas posições e os três alunos voltam para os seus lugares. Para os dias seguintes, faz-se o sorteio de crianças para esta função.

LOUVOR: Cântico de corinhos DIVISÃO DAS CLASSES: De acordo com as idades.

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SBWIÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

diário de cada classe

Programa do dia do encerramento da EBF

-trícula dos alunos 2. Apresentação da divisa da classe L Hino oficial da classe 4 Cânticos : -: \. Memorização do versículo-chave da lição bíblica 8. História bíblica Cânticos movimentados 10. História moral 11. Apelo e oração ". l Lanche Recreação (brincadeiras, jogos de bola etc.) 14. Trabalhos manuais (nas classes) Retomo ao templo, para o encerramento otas

í aconselhável fazer concurso de visitas. deve incluir os adolescentes na programação EBF. O certificado só deve ser entregue para quem possuir no máximo duas faltas. 4. De acordo com as condições de instalações e a quantidade de obreiros, determine a idade nos convites — EBF para crianças de ? a ? anos. É melhor limitar o número do que tentar alcançar uma multidão sem as devidas condições.

1. Marcha da EBF 2. Tema e Divisa 3. Hino oficial 4. Juramentos: à Bíblia Sagrada, à Bandeira Cristã e à Bandeira Nacional 5. Oração 6. Apresentação das classes (cada classe recitando sua divisa e cantando seu hino oficial) 7. Palavra da diretoria da EBF 8. Cânticos 9. Entrega dos diplomas 10. História bíblica 11. Apelo e Oração 12. Palavra final do pastor (facultativo) de apreciação ao trabalho da EBF e convite para a EBD. 13. Exposição dos trabalhos manuais feitos pelas crianças (talvez, em salão anexo). 14. Agradecimento a todos que contribuíram para o bom êxito do evento.

Sugeslão para uso do tempo, em cada cfe de EBF (em mrtute):

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

3. Outras sugestões de roteiros:

e de lições para

TEMA (ao da série de seis lições " i lição missionária em rianças para Deus", Amy Carmichael, na fenelógrafo. Indicamos conforme a Versão > Brasil. Se preferir,

de lições sobre a BB cinco capítulos na vida de no arquipé•m painel com o a seguir, com 18|. para ser e Murarão na :. : : : : . - :. : _

:: : acordo com as

Nota: Ne fazer um móbfe, algumas atividades i

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LIÇÃO MISSIONÁRIA

Deus é A vida de Corrie Ten soberano — Ele Rute Boom cuida de mim

Forte no Senhor

. Uji girar no livTO-textO

No sexto e último peça teatral sobre

LIÇÃO BÍBLICA

VERSÍCULO CHAVE

"Lançando sobre Be toda a vossa ansiedade, porqu» Ele tem cuidado c vós." (1 Pé 5:7)

a) A vida Ti-fan, a filha do "Sede fortalecidos de Daniel feiticeiro no Senhor e na força do seu b) Nova poder." (Ef 6: 10) Era e a Bíblia

Vivendo pela fé A vida de A vida de Elias Hudson Taylor

"Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos, e a prova das co/sa que não vemos." (Hb11:1)

Transformados para servir a Deus

A vida de William Carey Pedro — o sapateiro que deu a Bíblia à índia

"Sigam-me, e Eu os farei pescadores de /romens."(Mt4:1S

Andando perto de Deus

Ávida dos Juizes

"Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês." (Tg4:8a)

Ringu, da índia


SEMINIÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Tema: VOCÊ E MUITO IMPORTANTE PARA DEUS Versículo para memorizar

Aplicação à criança não salva

"Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou." (SI 95:6)

Mordecai não se ajoelhou diante de Hamã, pois queria ser fiel e só adorar ao seu Deus, As crianças salvas devem recusar fazer coisas erradas, para permanecerem fiéis a Deus.

A Bíblia diz que 'todos pecaram". Mas diz também que "todo que crê" em Jesus pode ter o perdão dos pecados. Hamã era inimigo dos judeus e queria que todos morressem. Mas Deus deseja que lodo que crê em Jesus, não pereça, mas tenha a vida eterna".

"Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei e tu me glorificarás." (Si 50:1 5)

Mordecai, os judeus e Ester oraram num momento de perigo. Você pode orar, entregando seus problemas a Deus.

"Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes." (Tg 4:6).

0 rei podia estender seu cetro, se quisesse livrar alguém da morte. Deus nos estende algo melhor que um cetro. Ele nos dá a vida eterna, o perdão dos pecados. Para receber a salvação, basta falar com Jesus em oração, convidandoo a sero seu Salvador (Rm 10:13.) Esta é a oração mais importante que alguém pode fazer. Hamã começava a pagar por suas maldadesfEz 18:20). Jesus, que nunca pecou, já foi castigado em nosso lugar, pagando por nossos pecados. Agora, só precisamos crer que o sacrifício de Jesus por nós é suficiente para nos dar a salvação (l Pé 3:18). As boas novas da salvação são para você (At 16:31).

0 orgulhoso Hamã foi envergonhado. 0 humilde Mordecai foi honrado, mas não se orgulhou disto. Você deve ser humilde, e confessar o pecado do orgulho (i Jo 1:9). Mordecai envia nova mensagem, selada com o anel do rei. Eram boas notícias para os judeus. Você também pode levar as boas novas de salvação aos outros (Mc 16:15). (Ensinara entregar folhetos.) Os judeus, povo escolhido de Você pode fazer parte da família de Deus, festejaram porque Deus, tornando-se um filho de Deus pela nenhum deles morreu no dia fé em Jesus (Jo 1:12). da matança. Deus pode transformar nossas tristezas em alegria.

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'Dai ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus. e vós sereis o meu povo: andai em todo o caminho que eu vos ordeno, para que vos vá bem." (Jr7:23) itcTEzz -*— anece fiel' 54:3

:«Sdodea>KJa" 5ba4:17

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"Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e a tua casa." (At 16:31)

1 :•: : :- . -,í , ::'oso "Wesfe mundo vocês £

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Lição missionária "Comprando Crianças para Deus" Ensino Principa Vasti desobedeceu ao rei, não E impossível alguém obedecer oj -'aze' o 'Uma resposta comparecendo quando foi que é certo por si mesmo (Rm 3:23). negativa" chamada. Ester obedeceu a É preciso primeiro receber Jesus como Mordecai em tudo. Salvador. Só Jesus, vivendo em você. AdirecãodeDeus Se você tem dificuldades em pode ajudá-lo a obedecer (João 1:12). vida de seus filhos obedecer, pode confessar mostrada através d seus pecados, crendo que uma resposta Jesus pode lhe dar poder para negativa de oração ser obediente (l João 1 :9). Aplicação à criança salva

terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo." (Jo 16:33).

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"Até criancinhas..."

0 cuidado de Deus para conosco é aprendido através d conversão de Amy mais tarde, da primeira criança do templo.

"Coisas que são eternas"

Ênfase no amor do Deus Pai para com os seus filhos.

"Basta pedir ao Pai

Esta lição destaca < provisão do Deus Pai.

"Proteção invisível"

Esta lição ensina a proteção de Deus para com seus filho


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Tema: "ENCHEI- VOS DO ESPIRITO" _ô«**cas

Versículo para memorizar

-Meetoço

"/4té a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto" (Pv 20:11).

Ênfase da lição 0 ESPIRITO SANTO CONVENCE.

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T*er iaz una petição. .

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:= r seu. Z -"Sagre no quarto do . - -- - - -: :- -:= -

0 ESPÍRITO SANTO CONTROLA.

"Quando vier... o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as cousas que hão de vir" (Jo 16:13).

0 ESPIRITO SANTO GUIA.

"/Vão ande/s ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições..." (FP4:6).

0 ESPIRITO SANTO DÁ CONFORTO.

.

- :: -E::- ELISEU . --

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"Ora, Àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a E/e seja a glória..." (Ef 3:20,21).

r: -; ;D"!versa com

"... 0 sangue de Jesus... nos 0 ESPIRITO purifica de todo o pecado" SANTO DÁ CORAGEM. (I Jo l:7b)

--••í 3a porta de

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* "~ ,, ••Mi no Re Jordão. 4 BB»*O de Naamã e

- - ~:e.::-;r :e EJSEJ a) "...esta é a vitória que HesS 1-7. 8:1-6; 13:14-19. vence o mundo, a nossa fé. __--

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0 ESPIRITO SANTO DÁ PODER

mundo senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?' (IJo 5:4,5) b) "Seja fiel até a morte, e Eu lhe darei a coroa da wda"(Ap2:10b).

Alvos da lição

canibais" — John Paton a) Que a criança salva confesse o seu pecado, logo que o Espírito Santo a convença, e aprenda a não entristecê-lo. b) Que a criança não salva saiba que Jesus morreu por ela e é 0 único que pode perdoar seus pecados. Que ela venha a Cristo se o Espírito Santo convenceu-a de que é pecadora.

Cap. 1 - 0 início da vida de John.

a) Que a criança salva se entregue diariamente a Deus, para que Ele controle cada parte de sua vida. b) Que a criança não salva saiba que Deus quer salvá-la através de Jesus e guiar sua vida através do Espírito Santo. Que ela aceite a salvação e a soberania de Deus. a) Que a criança salva permita que o Espírito Santo a guie através da Bíblia, b) Que a criança não salva saiba que se ela receber a Cristo como Salvador, o Espírito Santo vem habitar nela, e através da leitura da Bíblia o Espírito lhe dá direção. a) Que a criança salva leve seus problemas a Deus e comece a conhecer o conforto do Espírito Santa, b) Que a criança não salva venha a Cristo, e entregue seus problemas a Deus para também experimentar o conforto que o Espírito Santo dá.

Cap. 2 - John se torna um missionário. a) Trabalho missionário na cidade, b) 0 chamado de John para trabalhar no estrangeiro.

a) Que a criança salva peça a Deus coragem para testemunhar. b) Que a criança não salva reconheça sua necessidade de ser purificada do pecado e venha a Cristo, o único que pode perdoá-la e purificá-la.

Que a criança, enquanto espera pela volta de Jesus, confie nele pecado. Que ela creia que o Espírito Santo lhe dá poder para dizer "não" ao pecado.

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Lição missionária ™Oe rpic çatânirnc p nç

a) A luta de John para conseguir estudar, b) John vai trabalhar em outra cidade, c) Suas experiências como professor. Ligação com a lição sobre Eliseu: 0 relacionamento de John com as crianças. A experiência de Eliseu com os meninos que zombavam dele. Em ambos, a ênfase é que o Espírito Santo convence do pecado.

Ligação: John permitiu que Deus controlasse sua vida e, quando foi chamado, obedeceu.

Cap. 3 - Entre canibais. a) Destruindo superstições pagãs, b) Uma missão de compaixão. Ligação: John ora pedindo que o Senhor o guie.

Cap. 4 - Amor e proteção de Deus. a) Amizade com um dos chefes, b) Outra tentativa para matar John. Ligação: John conta ao Senhor suas dificuldades e necessidades, e experimenta o conforto e proteção de Deus.

Cap. 5 - Agua do poço. a) John vai à Austrália, b) Cavando um poço. c) 0 trabalho é estabelecido. Ligação: John estava pregando numa terra estrangeira, assim como fez a criadinha de Naamã. Deus lhe deu coragem.


:-

SEMINÁRJO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

'AMENTO E RETIRO de Acampamento e de Retiro é uma cbsápulado quase completa, devido ao is crianças durante vários dias. A diferença Acampamento e Retiro é a duração. é feito durante uma semana. Retiro, no

itos Ewngdizar as crianças não salvas. rVomover o crescimento espiritual das crianças Envolver as crianças na obra missionária. Ajudar no desenvolvimento físico, psíquico e social : . ::

:

Estrutura hãiíjli QÇÕO: que responde pelas finanças, pelas pelas inscrições, pela chegada e saída dos ntos etc cidades essenciais: que responde pela alimentação, . hospedagem, ornamentação, enfermaria etc. : especiais: que responde pelos esportes, bnacaceíras. contatos com a natureza, jogos, dramatizações etc. Atxiàades espirituais: que responde pelas reuniões de bíblico e missionário, culto da fogueira, hora a. aconselhamento etc.

Livros sobre o assunto 1. Acampamento e Retiro. Editora Candeia. socorro.' Sou equipante de acampamento. Edições Pàraderos. L Acampamento Diurno Para Crianças. Publicado pdaUFMBB. A Associação Evangélica de Acampamentos promove o curso "Treinamento de líderes de retiros". Contato: (19) 242-3625.

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-RIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

ISMO ATRAVÉS PAGINA IMPRESSA para as cnanças As editoras cristãs têm suprido o mercado com versões da Bíblia voltadas para crianças. ag a todas as faixas etárias e fartamente apresentam capas atraentes e papel especial. too aia a possibilidade de que as crianças se aproximem > bíblico a partir de seu nível de compreensão, ou telham acesso à Palavra de Deus em uma que elas possam ler e entender. Algumas mais infantis são apropriadas para os pais e os rés lerem para as crianças. Conheça algumas delas: Editora

*

•í = f. - :: EEBÉ

Atos

Papel encorpado e plastificado, que torna mais fácil a criança d 0 a 4 anos manusear sem estragar.

- : f. i DOS AMIGUINHOS

Eclésia

Texto desenvolvido para a idade pré-escolar.

- f f_ - VF/W77L

Edições Vida Nova

-^ f 5. :• 'LUSTRADA PARA CRIANÇAS

Sociedade Bíblica do Brasil 399 páginas; capa dura resistente.

í = E--DA CRIANÇA

Vida

i = =--DA GAROTADA

United Press

-i f f _ - E',1 CARTOONS

CPAD

Uma versão da Bíblia em quadrinhos.

-i = 5. - DESENHADA PARA CRIANÇAS

CPAD

Volume 1 e II.

VWA PRIMEIRA BÍBLIA DE ESTUDO

T-Kids

Com a série "Atividades com a minha Primeira Bíblia de Estudo

:E -

CPAD

Apresenta, em ordem cronológica, fatos narrados nos evangelhos.

A BÍBLIA DAS MENINAS

Mundo Cristão

50 histórias bíblicas para mães e filhas lerem juntas.

A BÍBLIA JÚNIOR

Mundo Cristão

106 histórias ilustradas, ideal para crianças de 4 a 9 anos.

:-E.''Q PARA A GAROTADA

528 páginas com histórias dos principais personagens bíblicos.

Folhetos evangelísticos para crianças E de grande eficácia a evangelização por meio de folhetos bem escritos e bem impressos. A melhor maneira de se distribuir folhetos é por intermédio do contato pessoal. É importante que o folheto ofereça um cupom, com espaço para colocar nome e endereço, que a criança pode enviar ao remetente solicitando mais nfamações sobre a Bíblia e sobre o plano de salvação. 7 --.ser adquiridos folhetos evangelfeticos adequados para crianças nas seguintes editoras: APEC Missão Amem/AME Menor Chamada da Meia Noite Cruzada Mundial de Literatura Editora União Cristã Edfeora Hagnos

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

e a Linguística contemporâneas têm paia a produção de verdadeiras obras l aã boa para as crianças, uma literatura tem enredo e personagens, ou seja, é concreta, râmica e bela. O trivial, o pueril, não faz parte nfantil. Não há razão para pensar que, só pequenas, as crianças se contentam com ; de qualidade inferior. A criança logo aprende a 'omedíocre e o rude."100 ao máximo o interesse de seus filhos e/ou peia leitura, apresentando-lhes o que existe de na literatura cristã infantil. "Se as pessoas que de aprender a ler não conseguirem sadia lerão a ruim."( Margaret Wrong). "Tudo o que Sor semeado nessas mentes, o mundo colherá." ( Frank _2 .:•=:Existem nas editoras evangélicas brasileiras bons livros o público infantil. Ao lê-los com a criança, reserve i tampo para conversar sobre os temas dos livros e as que esses temas despertam. Devem ser escolados segundo os critérios do conteúdo, da aparér.cia e da durabilidade. Algumas recomendações são:

:•=•;• e: !T ~; c as:orai da infância: A Igreja, a s $ a Cnança Hoje*. Do livro A Missão da Igreja. Missão

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

Editora

~

Luz Para o Caminho (Igreja Presbiteriana do Brasil)

Uma série de seis parábolas ensina as verdades básicas da fé e apresenta às crianças a plenitude da vida em Cristo.

Cristã Unida

Própria para crianças de 3 a 7 anos.

Mundo Cristão

Autor: John Bunyan. Adaptado.

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Mundo Cristão Kids

Uma série de histórias que são o primeiro passo para fazer com que a criança se interesse pela Bíblia. Especial para crianças de 2 a 8 anos.

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Cristã Unida

Série que inclui: Quem é Jesus?, Quem é Deus?, 0 Espírito Santo em mim, 0 que é a Bíblia?, 0 que é a oração?, Por que faço coisas erradas?, 0 que é ser cristão?, 0 que acontece quando morremos?, Jesus não é nenhum segredo, e Os anjos e eu.

CPAD

A criança pode se identificar com aqueles que se tornaram heróis da fé em suas épocas. Excelente encadernação.

-•=•- r := -í í is Coragem

Luz para o Caminho

Série editada com os volumes: Martinho Lutero, o monge alemão que mudou a Igreja; David Livingstone, o missionário que "descobriu" a África; Hudson Taylor, o missionário que conquistou um povo pela oração; Florence Nightingale, a enfermeira com uma lanterna na batalha; Martin Luther King Jr., o pastor que tinha um sonho ousado.

Jesus, o Maior Milagre do i^-::

Vida

Milagres de Jesus contados como exemplos de fé por famílias de várias partes do mundo.

0 que faria Jesus?

Cristã Unida

A obra clássica de Charles M. Sheldon "Em seus passos que faria Jesus" agora adaptada para crianças.

A ttbta de Mary Jones

Sociedade Bíblica do Brasil

A história de uma menina que economizou durante seis anos e enfrentou uma solitária e cansativa caminhada de quarenta quilómetros para realizar um sonho: ter a sua própria Bíblia.

tocé gostaria de conhecer

CPAD

0 Rei sem Sombra

Cultura Cristã

A mensagem de salvação apresentada na linguagem das crianças. Obra de R. C. Sproul.

Supefbook

Sociedade Bíblica do Brasil

Chris e Joy, o menino e a menina transportados pelo Super-Livro, viajam para outros lugares e descobrem o valor de tudo o que a Bíblia tem a dizer para o dia-a-dia.

Quero Saber Mais Sobre

Vida

Série com seis fascículos sobre Deus, A Bíblia, Jesus, 0 Espírito Santo, A Igreja, A Oração. Histórias bíblicas, artigos, fatos e diversão.

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SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

infantil

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•na de revistas constitui uma oportunidade que pMfab dos lares para a pregação do evangelho, E que aíi chegam novas edições. opção de periódicos infantis no Brasil, dista de variedades Raio de Luz Criança, 1996. Alimenta saudavelmente a imaginação o gosto pela leitura, abrangendo conteúdo e pedagógico: histórias bíblicas e missionárias histórias em quadrinhos, divertimento, e informação (Nutrição e Saúde, Psicologia Arte. Esporte, Música, Crianças do Mundo, Com colaboradores e consultores apurado tratamento visual colorido e alta gráfica.

% Edrsora Sinodal publica semanalmente o jornalzinho denominado "O AMIGO DAS CRIANÇAS". É para crianças de 9 a 12 anos. As assinaturas com quatro edições semanais, enviadas Pedidos para: Caixa Postal 11, CEP B001-970. São Leopoldo (RS).

PROGRAMA DE RADIO PARA CRIANÇAS Com a fascinação do audiovisual da TV, o rádio perdeu um pouco sua atração. Com alguma imaginação e criatividade, porém, ainda se pode trabalhar com a evangelização de crianças através do rádio. Um dos grandes programas poderá consistir de histórias dramatizadas. Um tipo de novela pelo rádio. As histórias devem ser curtas e não serem seriadas. Só pelo ouvido, não se consegue comunicar muito em série, para crianças. Deve-se juntar a isso a música cristã apropriada para criança. Programas de concurso também podem dar certo pelo rádio, principalmente com prémios que interessem às crianças. Algumas iniciativas: 1. Programa "Mundo Infantil", preparado pela APEC e transmitido através da emissora HCJB — A Voz dos Andes. Maior audiência na região amazônica, alcançando cerca de 200.000 crianças. As crianças escrevem para o programa; suas cartas são respondidas, além do envio do jornalzinho do Mundo Infantil, o curso por correspondência "Além do Espaço" e o folheto "Primeiros Passos".

Corso bíblico por correspondência bópnc para crianças na faixa etária de 8 a 12 anos. -.ancas sempre gostam de receber sua própria correspondência. Elas logo lêem, completam as tarefas e «•nam de volta as lições, sabendo que receberão mais :--;-: A Rádio Transmundial oferece Criança Feliz, em •es içôes que instruem e divertem a criançada.

2. Rede de Radiodifusão Bíblica — www.rrb.org 3. Rádio TransMundial — www.transMundial.com.br

USO DA TELEVISÃO NO EVANGELISMO INFANTIL

. APEC oferece Turma da Bíblia. Contém os cursos •csâgadores da Bíblia I (10 lições) e Investigadores da -"-. \.

1. PROGRAMA INFANTIL DE TELEVISÃO Pontos a considerar: Mídia de grande alcance — Demanda de recursos financeiros Qualidade dos programas 2. FITAS DE VÍDEO - Bíblia em Desenhos Animados: Coleção Superbook Antigo Testamento e Coleção Superbook Novo Testamento. Distribuída pela EBF Editora. - Aventuras em Odyssey. Uma série de desenhos animados, produzidos pela Focus On The Family. As histórias mostram ensinamentos de amizade, fraternidade e cidadania. - As Travessuras de Níc/c e Mack. Série produzida em parceria pela Tyndade e pela Sociedade Bíblica Internacional dos EUA, mistura filme com desenho animado em uma dúzia de episódios. Distribuída pela COMEV. — Moda Amarela. Editora Luz e Vida. — Pare e Pense (Marilene Vieira). Turma do Pr/níy. Editora Bom Pastor. — Crianças Diante do Trono.

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SBIINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

NADOR SITE

EVANGELÍSTICO

PARA

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.ool.corn.br aleluia/aleluiakids). ao público infantil. JMIOM INFANTIL Mundo que Deus Criou. Software do ingQkio. Educativo e interativo, composto de hÈKxinhas divertidas, jogos de memória, quebracabeça e desenhos para colorir. Editora Luz e Vida. Pedacinhos da Bíblia . Coleção em 3 volumes. Vobo Music.

AUDIO A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

_

História da Bíblia. Coleção de 7 volumes. Histórias dramatizadas, com efeitos especias e músicas. Vert» Music. —Jesus para Crianças. Coleção de CDs com 7 volumes. histórias de Jesus dramatizadas para crianças. Verbo

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DA CRIANÇA

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO

ERIO EM INSTITUIÇÕES

Crianças Especiais

ror instituição: Hospital, Escola Pública, nato. Fundação, Escola para Deficientes etc. ioria. a Igreja pode aproveitar uma porta •• instituição para conduzir muitos pequeninos Éahâr numa instituição pode ser uma tarefa difícil, •possível. Pela graça de Deus os problemas e -»jp* poderão ser vencidos. -~í as crianças em instituições como pias. íundacão e orfanatos, manifestam carências profundas. Portanto, há necessidade, neste tipo -----

zi ter bom conhecimento sobre Psicologia

jánça e inteirar-se dos problemas que as crianças r*r— nas condições em que se encontram. D conversar com a direção de qualquer instituição é além de acertar o dia e horário do trabalho, um planejamento de aulas, pelo menos e seguir um currículo de lições que venham a • às necessidades das crianças. 3 plano de aulas deve constar de: o título da lição; > objetivo (o que esperamos que a criança conheça, sinta e faça); ; desafio; d) o cântico; o texto bíblico para memorização.

Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde, 10% da população brasileira é portadora de algum tipo de deficiência, o que representa um número extremamente elevado de crianças com deficiências mentais, físicas, auditivas e visuais. O que fazer para alcançá-las? As estratégias de evangelização apresentadas nesta apostila podem se aplicar ao trabalho com crianças deficientes, desde que se façam as devidas adaptações, com profundo amor e compreensão, com fidelidade e oração. Sugestão: Lição bíblica "Uma amiga de Deus", publicada pela APEC, baseada na vida de Joni Eareckson Tada, uma jovem americana que ficou tetraplégica, mas foi salva e tem sido usada por Deus para pregar em muitos países.

Os bem-aventurados do ponto-de-vista da criança deficiente 1C Bem-aventurados os que compreendem o meu estranho caminhar e as minhas mãos atrofiadas. Bem-aventurados os que sabem que os meus ouvidos têm que se esforçar para compreender o que dizem.

É importante par a este tipo de trabalho: 3ue o professor seja abnegado. Ser devidamente capacitado intelectualmente e preparar-se bem espiritualmente, para cada aula. c) Manter a igreja informada e envolvida neste mmistério. Contar com intercessores pelo trabalho. ; Cumprir o horário e não faltar. Em caso de necessidade de faltar, avisar com antecedência. Não promover nem abordar assunto ou doutrina de ordem denomin acional.

Bem-aventurados os que compreendem que, ainda que os meus olhos brilhem, minha mente é lenta. Bem-aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato. Bem-aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez. Bem-aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.

Mas escolas - : ::3i:!e:ra permite o Ensino Religioso nas Escolas e cada Estado da Federação tem regulamentos sendo que em alguns já existem aulas bíblicas Quando há dificuldade no órgão público, pode-se procurar as escolas evangélicas ou outras da ide particular que abram suas portas para a divulgação do evangelho. Milhares de crianças ocupam os bancos diariamente e a experiência tem demonstrado ; um campo frutífero para a evangelização.

Bem-aventurados os que compreendem como é difícil converter em palavras os meus pensamentos. Bem-aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer. Bem-aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora eu não consiga me expressar. Bem-aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou e não como eles gostariam que eu fosse.

Estudando com a Bíblia, uma coleção lançada pela Bíblica do Brasil, é indicada para todas as do Ensino Fundamental, da Educação Infantil à 8a 101

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"Informaciones para padres de ninos yjovenes com necessidades especiales': Venezuela, 1989.


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO NOVEMBRO 22: Dia da Música e Dia do Músico

l-EVANGELISTA DE CRIANÇA E i DATAS COMEMORATIVAS ANUAIS

DEZEMBRO 01: Dia do Imigrante 10: Dia do Palhaço 24: Dia do Órfão 25: Natal

•o sugestivo:

s Dia da Fotografia - A do Músico : Dia do Carteiro

Algumas sugestões de fontes inspirativas para programas: 1. Crianças no Palco. Compilação de Peggy Smith Fonseca. UFMBB, 1999. Uma coletânea com 16 peças, que podem ser apresentadas pelas próprias crianças, nas seguintes ocasiões especiais: Dia das Mães, Dia dos Pais, Missões, Dia do Mestre, Dia da Bíblia e Natal.

Dia do Repórter 27: Dia dos Idosos

.-.-:: k Dia Mundial da Poesia 27: Dia Mundial do Teatro Páscoa: entre 22 de março e 25 de abril

2. Musical infantil Daíos Especiais (inclui um livreto de partituras e um CD). Editora Luz e Vida.

': Dia Mundial da Saúde (ou 5 de agosto: Dia anal da Saúde) 18: Dia Nacional do Livro Infantil Dia do índio

3. Daías Comemorativas Turma do Printy — CD's com p/ay-faacfcs e cifras. 4. 2000 anos festejando Jesus. CD de Marilene Vieira e sua turma — uma coletânea de músicas natalinas. 5. O Sentido da Páscoa. Este CD produzido pela Turma do Printy traz uma cantata com 11 faixas, além das trilhas musicais e os p/ay-backs, muito úteis para quem quiser produzir o musical na igreja.

2° Domingo: Dia das Mães h Marcha Para Jesus Dia Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes em Risco i: Dia da Ecologia (ou Dia Internacional do Meio Ambiente) 8 (ou 17 de dezembro): Dia do Pastor 20: Dia da Amizade 22: Dia dos avós 2° Domingo: Dia dos Pais l a 7: Semana da Pátria 10: Dia da Imprensa mo domingo (ou 2° domingo de dezembro): l : ::- r '- =

12: Dia da Criança : Dia do Professor

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6. Brincadeira Tem Hora. Coletânea de 14 Festas para Crianças, com sugestões para os convites, a ornamentação, o devocional, as brincadeiras e o lanche. Publicada pela UFMBB.


A CRIANÇA

INSTITUTO BÍBLICO BETEL BRASILEIRO

o2 tão de modelos de convites para eventos infantis

Ola Amiguinhos. Vem aí a Campanha Evangelística da garotada. Música, historias e muita diversão. Não percam!

Oia Crianças Diversão, histórias e muitos surpresas esperam por vocês no especial

Tema:

Encontro de Crianças

O Grande Amor de Deus

Local:_ Data: Hora:

Meninos e Meninas:

Venham participar de uma sensacional

"Classe Cinco Dias"

Atenção!

l

Meninos e Meninas Venham participar da Escola Bíblica de Férias Musico, historias e atívidades para preencher os suas tardes de muita alegria e diversão.

130


SEMINÁRIO TEOLÓGICO BETEL BRASILEIRO BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Eugene Jack. EBF: Como alcançar pessoas e ensinar-lhes a Bíblia. JUERP, 1992. — Apascenta os meus cordeiros. 1986 (9a ed.). — Ministérios especiais com crianças. 1988 (1a ed.). 3CK F. Irene. Melhor ensino bíblico para principiantes. JUERP, 1988 (2a ed.). -RLAIN. i/.jgene. Quando a criança pode crer' JUERP, 1991. •CS". Alice. Desenvolvendo a fé em seus filhos. Editora Candeia, 1999 (3a ed.). 5TA. Débora Ferreira da. Evangelização e discipulado infantil. CPAD, 2000. CRAIDY. Carmem; KAERCHER, Gládis E. Educação infantil. Artmed Editora, 2001. DRESCHER. John M. Sete necessidades básicas da criança. Mundo Cristão, 1999 (12a ed.). DRESCHER. John M. Passando aos filhos a tocha da fé. Mundo Cristão, 1998. FAY. Roberta; JOHNSON, Eunice. Psicologia da criança. APEC, 1986 (3a ed.). MARTIN, William. Primeiros passos para professores. Editora Vida, 1987. ÍCNEZES. Degmar de Oliveira. Escola Bíblica de Férias. CPAD, 1997 (4a ed.). L Wiliiam W. O que ensinar às crianças. Imprensa Batista Regular, 1986 (3a ed.). PR1CE. J. M. A Pedagogia de Jesus. JUERP, 1983 (4a ed.). SMTH. Cathryn. Manual da Escola Bíblica Dominical. JUERP, 1988 (6a ed.). ITH. Cathryn. Programa de Educação Religiosa. JUERP, 1995 (6a ed., revisado, atualizado e ampliado por João Falcão Sobrinho). VAUGHAN, Charlotte Estelle. Recursos didáíicos para professores de crianças. UFMBB, 1998 (2a ed.). VAUGHAN, Charlotte Estelle. Como ensinar a Bíblia às crianças de 6 a 8 anos. UFMBB.

131


Seminário

Teológico

Evangélico Ensinando a Palavra e Realizando Missões

INSTITUTO BÍBLICO BETEL BRASILEIRO (IBBB), autêntica obra evangélica de fé, fundado em 1.968, pela professora Lídia Almeida de Menezes, sediado no Estado da Paraíba (Brasil), reconhecido interdenominacionalmente, atuante nas áreas educacional, missionária, eclesial e social. SEMINÁRIO TEOLÓGIO EVANGÉLICO DO BETEL BRASILEIRO EM SALVADOR é uma extensão do IBBB, organizado em 1.999, com o objetivo de preparar líderes para servir à Igreja e à sociedade. Oferece uma grade de disciplinas com conteúdo bíblico, teológico, missiológico, histórico, filosófico, linguístico e prático, buscando unir o académico ao prático, a vida espiritual à vida piedosa, o ministério sagrado ao serviço produtivo. Prioriza a formação do caráter cristão e do testemunho, sobre as colunas da Oração e da Palavra de Deus, e incentiva a realização de Missões. Empenha-se em estudar com profundidade e fidelidade o Texto Sagrado, na dependência do Espírito Santo. Atribui maior peso curricular às matérias bíblicas e oferece cursos teológicos que atendem às exigências do nível, carga horária e conteúdo programado com acompanhamento pedagógico, visando contínuo aprimoramento do sistema de ensino-aprendizagem.

ENDEREÇO

Rua 3 de Maio, n° 1, Praça da Sé, Centro Histórico de Salvador, BAHIA.

Tel.: (71) 321.5396 E-mail: BETELBRASILEIRO@aol.com Diretora: ProP Denise Oliveira Leite DECLARAÇÃO DOUTRINARIA DO BETEL BRASILEIRO Doutrinas fundamentais da Fé 1.

A plena e divina inspiração das Escrituras canónicas (os sessenta e seis livros), sua infalibilidade, sua única e final autoridade em assuntos de fé e prática; 2. A existência de um só Deus que subsiste em três pessoas, com igual essência, poder e glória: Pai, Filho e Espírito Santo; 3. A criação do homem à imagem e à semelhança de Deus, com um espírito imortal, a queda de toda a humanidade em Adão, sua consequente depravação moral e sua necessidade de regeneração; j 4. O propósito divino de oferecer redenção a toda a humanidade; A divindade do Senhor Jesus Cristo, o unigénito Filho de Deus, único mediador entre Deus e os homens, a Sua eterna pré-existência, a Sua encarnação, o Seu nascimento virginal, a Sua vida sem pecado, a Sua morte expiatória e vicária, a Sua ressurreição corpórea, a ascensão e intercessão pelos salvos; A justificação somente pela graça mediante a fé em Cristo Jesus; A necessidade da proclamação do Evangelho a todos os povos; A atuação indispensável do Espírito Santo para a legEneração, para a santificação e para a capacitação dos rentes para o testemunho eficaz; hma única igreja universal e apostólica, que é o corpo de CTSSD. da qual Ele é o cabeça; _: - ; i e :essoai segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, a •KMioçâo do corpo, a eterna bem-aventurança dos ::- : : - : : . - : ; : eterna dos perdidos.

Posicionamentos específicos da Casa 1. 2. 3.

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A infalibilidade da Bíblia implica a sua inerrância; Os dons carismáticos existem e são válidos para a Igreja atual; Estamos em luta contra espíritos malignos; portanto é imperativo levar a sério a guerra espiritual contra Satanás e seus anjos; A Bíblia ensina claramente que Deus é soberano e que o ser humano é responsável; portanto, precisamos manter estas duas verdades em equilíbrio; Deus quer que levemos a Sua Palavra a sério, procurando entender lealmente o sentido que Ele Quis transmitir; para isto, é imprescindível respeitar as normas da linguagem, ao interpretarmos o Texto Sagrado, sob a inteira dependência do Espírito Santo; O Senhor Jesus exige compromisso total de nossa parte; esse compromisso deve se manifestar em todas as áreas da nossa vida e do nosso ministério; Ao lidarmos com a Palavra de Deus, é necessário distinguir entre interpretação e aplicação; a interpretação dum texto deve ser uma (exatamente o sentido pretendido pelo autor), já as aplicações podem ser várias, conforme o Espírito Santo vê a nossa necessidade de momento; A Bíblia sempre distingue claramente entre o povo de Israel e a Igreja; Após Sua segunda vinda a esta Terra, o Senhor Jesus Cristo reinará literalmente durante mil anos.


Evangelizaçao da criança  
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