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60 Anos

1953-2013

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO

PERPÉTUO SOCORRO Jaboatão dos Guararapes - PE

Ano 3 - Nº24

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

ABRIL - 2013

Mensagem de Páscoa do Papa Francisco AMADOS IRMÃOS E IRMÃS DE ROMA E DO MUNDO INTEIRO, BOA PÁSCOA! BOA PÁSCOA! Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões... Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, há uma esperança que despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia! A misericórdia sempre vence! Também nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24,4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração. E isto é algo que o amor de Deus pode fazer. Este mesmo amor pelo qual o Filho de Deus Se fez homem e prosseguiu até ao extremo no caminho da humildade e do dom de Si mesmo, até a morada dos mortos, ao abismo da separação de Deus, este mesmo amor misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e transfigurou-o, o fez passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha antes, à vida terrena, mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa humanidade, abrindo-nos um futuro de esperança. Eis o que é a Páscoa: é o êxodo, a passagem do homem da escravidão do pecado, do mal, à liberdade do amor, do bem. Porque Deus é vida, somente vida, e a sua glória somos nós: o homem vivo (cf. Ireneu, Adversus haereses, 4, 20, 5-7). Amados irmãos e irmãs, Cristo morreu e ressuscitou de uma vez para sempre e para todos, mas a força da ressurreição, esta passagem da escravidão do mal à liberdade do bem, deve realizar-se em todos os tempos, nos espaços concretos da nossa existência, na nossa vida de cada dia. Quantos desertos tem o ser humano de atravessar ainda hoje! Sobretudo o deserto que existe dentro dele, quando falta o amor de Deus e ao próximo, quando falta a consciência de ser guardião de tudo o que o Criador nos deu e continua a dar. Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a terra mais árida, pode devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14). Eis, portanto, o convite que dirijo a todos: acolhamos a graça da ressurreição de Cristo! Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus, deixemo-nos amar por Jesus, deixemos que a força do seu amor transforme também a nossa vida, tornandonos instrumentos desta misericórdia, canais através dos quais Deus possa irrigar a terra, guardar a criação inteira e fazer florir a justiça e a paz. E assim, a Jesus ressuscitado que transforma a morte em vida, peçamos para mudar o ódio em amor, a vingança em perdão, a guerra em paz. Sim, Cristo é a nossa paz e, por seu intermédio, imploramos a paz para o mundo inteiro. Paz para o Oriente Médio, especialmente entre israelitas e palestinos, que sentem dificuldade em encontrar a estrada da concórdia, a fim de que retomem, com coragem e disponibilidade, as negociações para pôr termo a um conflito que já dura há demasiado tempo. Paz no Iraque, para que cesse definitivamente toda a violência, e sobretudo para a amada Síria, para a sua população vítima do conflito e para os numerosos refugiados, que esperam ajuda e conforto. Já foi derramado tanto sangue... Quantos sofrimentos deverão ainda atravessar antes de se conseguir encontrar uma solução política para a crise? Paz para a África, cenário ainda de sangrentos conflitos: no Mali, para que reencontre unidade e estabilidade; e na Nigéria, onde infelizmente não cessam os atentados, que ameaçam gravemente a vida de tantos inocentes, e onde não poucas pessoas, incluindo crianças, são mantidas como reféns por grupos terroristas. Paz no leste da República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, onde muitos se vêem forçados a deixar as suas casas e vivem ainda no medo. Paz para a Ásia, sobretudo na península coreana, para que sejam superadas as divergências e amadureça um renovado espírito de reconciliação. Paz para o mundo inteiro, ainda tão dividido pela ganância de quem procura lucros fáceis, ferido pelo egoísmo que ameaça a vida humana e a família - um egoísmo que faz continuar o tráfico de pessoas, a escravatura mais extensa neste século vinte e um. O tráfico de pessoas é realmente a escravatura mais extensa neste século vinte e um! Paz para todo o mundo dilacerado pela violência ligada ao narcotráfico e por uma iníqua exploração dos recursos naturais. Paz para esta nossa terra! Jesus ressuscitado leve conforto a quem é vítima das calamidades naturais e nos torne guardiões responsáveis da criação. O Senhor ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, seja o amparo para todos, especialmente para os mais frágeis e necessitados. Obrigado pela vossa presença e pelo testemunho da vossa fé. Uma lembrança e um agradecimento especial pelo dom das belíssimas flores, que provêm dos Países Baixos. A todos repito com afeto: Que Cristo ressuscitado guie a todos vós e à humanidade inteira pelos caminhos de justiça, de amor e de paz. Fonte: www.cnbb.org.br


Abril/2013 “Eis o dia que o Senhor fez, seja para nós dia de alegria e vitória” (Sl 118).

A Palavra do Arcebispo

Queridos irmãos e irmãs “Para ti as trevas não são trevas e a noite se faz clara como o dia”. Esta palavra do salmo 139 é retomada pela Igreja latina no anúncio da Páscoa (Exsultet) e aparece em muitos poemas litúrgicos orientais para louvar a noite de vigília que Santo Agostinho chamava de “mãe de todas as vigílias da Igreja”. Hoje, podemos pensar que ela não é somente a mãe das vigílias cristãs, mas é também resumo e expressão de todas as vigílias da humanidade, desde a noite que uma mãe passa acordada a cuidar do filhinho com febre até os tantos empregos que exigem dos profissionais passarem a noite acordados para ganhar o sustento para suas vidas. Até mesmo jovens e adultos que avançam madrugada adentro, em sadio lazer e descontração, no mais profundo do coração, buscam uma notícia alegre que dê sentido a um novo dia. Para nós, cristãos, essa boa nova dada por Deus é a Páscoa. Ela diz à nossa fé que Jesus ressuscitou e que nos chama a ressuscitar com ele, desde agora, através de uma forma nova de viver. Assim, podemos celebrar essa Páscoa como algo que acontece não somente a Jesus, mas a nós todos/as. Recebemos de Deus essa oferta: a ressurreição aqui e agora não apenas no sentido da imortalidade da alma, mas de nos converter e nos transformar em pessoas de comunhão e testemunhas fiéis do projeto divino no mundo, o reino de Deus. Em todas as tradições religiosas, a espiritualidade consiste nas pessoas se tornarem capazes de superar toda forma de egocentrismo e de fechamentos em sua própria cultura e visão do mundo e se tornarem irmãos e irmãs universais, como testemunhas do Espírito divino que “abarca toda criatura e preenche todo o universo” (Cf. Sb 1, 7). Só assim poderemos dizer como São Paulo: “Já não sou eu que vivo. É o Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20). Na proximidade dessa Páscoa, a Igreja Católica recebeu um novo papa. Para nós é significativo não tanto o fato dele ser latino-americano, mas de ter querido se chamar Francisco, de ter se apresentado ao mundo, em primeiro lugar, como bispo de Roma e de frequentemente insistir no cuidado com os pobres e pequeninos, preferidos de Deus. A nossa Igreja de Olinda e Recife tem uma história e uma responsabilidade com relação a isso. Que Deus a torne cada vez mais uma Igreja pascal, isso é, não fechada em si mesma, não restrita a seus ritos e costumes, mas peregrina e livre, sempre capaz de evoluir, de dialogar com as pessoas do mundo de hoje, como espaço de comunhão para todos os irmãos e irmãs da humanidade. Assim, ela poderá ser testemunha das “coisas que os olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram no coração humano e constituem o que Deus preparou para as pessoas que o amam” (1 Cor 2, 9). Considero evento pascal o seminário sobre “convivência com o semiárido”, que tivemos a graça de promover recentemente, em parceria com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco (Fetape) e Cáritas regional. O auditório, cedido pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), ficou pequeno para a realização da terceira etapa da campanha “Tem gente com sede de solidariedade”. As diretrizes propostas e entregues aos representantes do governo federal e estadual, frutos de longa reflexão de pessoas ligadas à Igreja e às várias organizações sociais, representam sinais de esperança para nossos irmãos/ãs que sofrem as consequências da estiagem prolongada, nas regiões do sertão e do agreste nordestino. Nessas celebrações pascais, na Missa do Crisma da 5ª feira santa, renovarei com o clero e com todos os/as agentes de Pastoral e colaboradores/as da nossa missão pascal, o compromisso de viver pessoalmente isso que pregamos e de testemunhar que Jesus ressuscitou não só por nossas palavras, mas por uma forma de agir amorosa, dialogante e aberta para tudo o que “o Espírito diz hoje às Igrejas” (Ap 2, 5). Feliz Páscoa para todos/as! Deus os/as abençoe!

Liturgia

O Círio Pascal

o símbolo mais destacado do Tempo Pascal. A palavra "círio" vem do latim "cereus", de cera. O produto das abelhas. O círio mais importante é o que é aceso na vigília Pascual como símbolo de Cristo - Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro enfeitado. O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília. Em meio à escuridão (toda a celebração é feita de noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada se acende o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Omega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos. O Círio Pascal tem em sua cera incrustado cinco cravos de incenso simbolizando as cinco chagas santas e gloriosas do Senhor da Cruz. Na procissão de entrada da Vigília se canta por três vezes a aclamação ao Cristo: "Luz de Cristo. Demos graças a Deus", enquanto progressivamente vão se acendendo as velas do presentes e as luzes da Igreja. Depois o círio é colocado na coluna ou candelabro que vai ser seu suporte, e se proclama em torno à ele, depois de incensá-lo, o solene Pregão Pascal. Além do simbolismo da luz, o Círio Pascal tem também o da oferenda, como cera que se consome em honra a Deus, espalhando sua Luz: "aceita, Pai Santo, o sacrifício vespertino desta chama, que a santa Igreja te oferece na solene oferenda deste círio, trabalho das abelhas. Sabemos já o que anuncia esta coluna de fogo, ardendo em chama viva para glória de Deus... Rogamos-te que este Círio, consagrado a teu nome, para destruir a escuridão desta noite". O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do tempo pascal, ao lado do ambão da Palavra, ate´a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério. O Círio Pascal também é usado durante os batismos e as exéquias, quer dizer no princípio e o término da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna. Fonte: acidigital.com

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Abril/2013

Estudando a nossa Fé Fonte:www.bibliacatolica.com.br

Difusão do Cristianismo no século 2 e as heresias (Parte 11)

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o final do século II, existem cristãos espalhados em todos os lugares do mundo romano. No Oriente (Ásia Menor, Síria, Palestina), a concentração de fiéis é maior, inclusive fora das cidades. No Ocidente, o progresso da evangelização é desigual. O Evangelho penetrou profundamente na Itália Central, no sul da Espanha, no norte da África. Na Ilíria, na Itália do Norte e na Gália a presença é menor. Fora do Império existiam cristãos no reino de Edessa e no Império Persa. As heresias São Paulo já tinha preocupações com a integridade da fé das comunidades cristãs. Deixou advertências contra o risco das práticas judaizantes, gnósticas e contra alguns que negavam a ressurreição dos mortos. O Apocalipse de João denuncia duas seitas gnósticas: a dos discípulos de Balaão e a dos nicolaítas. Estes últimos amaldiçoavam o Deus do Antigo Testamento e levavam uma vida libertina. O que é gnose? A gnose é uma espécie de conhecimento superior, adquirido de modo direto, intuitivo, das respostas de todos os problemas que angustiam a alma humana. Todos os grupelhos gnósticos tinham alguns princípios em comum: a maldade da matéria e da carne, a infelicidade do homem, prisioneiro do seu próprio corpo, a existência de uma alma inferior e manchada pelo pecado, e de uma alma superior, celestial, em suma: um dualismo da pior espécie. O gnosticismo cristão (sim, porque havia também um gnosticismo judeu - Simão o Mago à frente - e pagão) possuía uma doutrina bastante complexa. Acreditava na existência de eões que emanavam de Deus e que faziam o papel de mediadores entre o mundo e o Criador. Estes eões eram organizados em classes, variando dos menos puros aos mais puros. Todas as classes de eões constituíam o pleroma. No meio da seqüência de eões, um deles tentou se igualar a Deus e caiu em desgraça. Colocado para fora do mundo espiritual, teve de viver com seus descendentes em um universo intermediário. Revoltado, criou o mundo físico, essencialmente mal e contaminado pelo pecado. O éon prevaricador era conhecido como Demiurgo e identificado com o Deus do Antigo Testamento. O homem, emanação do éon decaído, contém em si uma centelha da divindade que aspira ser libertada da materialidade. Mal é estar vivo. Os que querem viver estão condenados. São chamados de "hílicos" ou "materiais". Os que buscam a gnose, os "psíquicos", têm a possibilidade de alcançar a paz interior. Finalmente, os que renunciam à vida, os "espirituais", são os únicos capazes de obter a salvação. Continua na próxima edição...

Conhecendo a Nossa Paróquia O Grupo Jovem de Oração Força e Vitória foi criado após a realização do 1º Encontro de Jovens com Cristo em nossa paróquia, e possui forte influência da Renovação Carismática Católica (RCC). Trabalha com a evangelização da juventude, e isso significa evangelizar, formar, assistir, orientar e motivar os jovens, inserindo-os na vida da Igreja. Suas reuniões acontecem toda sexta-feira, às 19h00 no salão paroquial anexo à Igreja Matriz. Oração do jovem católico Ó Cristo Jesus, Tu foste jovem como eu. Soubeste como ninguém viver os anos mais belos da Tua vida. Deste-me exemplo de uma juventude sem sombras nem pesadelos. Conheces o meu coração e as minhas aspirações. Conheces também as minhas ansiedades e sabes como é difícil ser jovem hoje. Ensina-me a ser jovem. Dá-me um coração bom e puro, manso e humilde como o Teu. Purifica os meus pensamentos e desejos, os meus olhares, palavras e ações. Põe no meu coração os Teus sentimentos de amor, de entusiasmo e de disponibilidade para realizar a vontade do Pai. Torna-me capaz de anunciar a Verdade, a Paz, o Amor e de fazer de Ti o Coração do Mundo. Quero, com a Tua ajuda, testemunhar o Evangelho, para que o mundo se torne mais belo e os homens vivam como irmãos. Amém!

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Abril/2013

Espaço da Juventude...

Carta de Dom Eduardo aos padres de todo Brasil

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eliz Páscoa, caros irmãos Párocos e Administradores Paroquiais,

Vigários Paroquiais e demais Presbíteros. “JESUS DISSE: ALEGRAI-VOS!” (Jo 28, 9) Neste mês de abril teremos todo ele permeado das alegrias da Páscoa! Ou somos pessoas de Páscoa ou não somos nem mesmo cristãos! A ótica da Ressurreição deve perpassar tudo: a vida pessoal e comunitária, os sonhos e sentimentos, os projetos pastorais e os ambientes nos quais trabalhamos. Carregamos, como educadores e evangelizadores dos jovens, uma responsabilidade muito grande de testemunhar a eles a nossa plena convicção e realização no Cristo! Passado o precioso tempo quaresmal no qual tivemos a oportunidade de refletir com a Campanha da Fraternidade sobre a juventude, agora somos convidados a rever e refazer as propostas pastorais para que sejam mais de acordo com a opção preferencial pelos jovens. Então, 1 - Quais novos projetos estão sendo criados em sua paróquia a partir da CF e à luz da JMJ? 2 - Sua paróquia já elaborou um Plano de Evangelização da Juventude? 3 - As estruturas, as organizações e os adultos estão mais sensibilizados pela juventude? 4 - Em quais espaços de decisão da vida paroquial os jovens estão presentes efetivamente? 5- Como a catequese de crisma tem abordado, por exemplo, assuntos relacionados às vocações e projeto de vida, à afetividade e sexualidade, à sensibilidade diante dos mais pobres e iniciativas de voluntariado, à internet e relacionamentos midiáticos, ao álcool e drogas? A Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora têm nos mostrado os jovens entusiasmados por Cristo e pela Igreja. Onde a eles são proporcionadas motivações profundas e ocasiões juvenis criativas, ali eles se sentem cativados e comprometidos. Estamos às portas da Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Aproveitemos deste rico momento para incrementar as ações paroquiais junto aos jovens. Promovamos encontros periódicos formativos e espirituais com aqueles que se preparam para tal evento. Que tal uma Adoração Eucarística ou Vigília mensal? Ou uma Celebração da Palavra com momento de estudos? Há muitas iniciativas positivas espalhadas pelo país! Preparemos com intensidade a Semana Missionária que acontecerá em todas as dioceses do Brasil dos dias16 a20 de julho. E criemos atividades paroquiais ou diocesanas dos dias23 a28 de julho para aqueles jovens que não poderão participar da JMJ no Rio. Damos graças a Deus pela nomeação de nosso querido Papa Francisco que já tem conquistado o coração de todos! No Domingo de Ramos – Dia Mundial da Juventude – ele declarou sua expectativa para o encontro conosco na JMJ Rio 2013, dizendo: “Já estamos perto da próxima etapa desta grande peregrinação da Cruz. Olho com alegria o próximo mês de Julho, no Rio de Janeiro. [...] Preparem-se bem, sobretudo espiritualmente em suas comunidades para que aquele encontro seja um sinal de fé para o mundo inteiro. Os jovens devem dizer ao mundo: é bom seguir a Jesus; é bom caminhar com Jesus; é boa a mensagem de Jesus; é bom sair de si mesmo para as periferias do mundo e da existência para levar Jesus”. A sua bênção, querido Pastor, Papa Francisco! Nós o aguardamos de coração aquecido, de ouvidos abertos, de olhos emocionados, de mãos dispostas a colaborar com a missão da Igreja para os novos tempos! Seja bem-vindo ao calor desta juventude que o ama! Que a força do Ressuscitado encha nossas comunidades paroquiais de colorido novo e juvenil e que não percamos este momento favorável à vida e à vocação de nossos jovens. O Espírito Santo quer este novo e a juventude está nos comunicando fortemente que está disposta a fazer mais! Resta saber se nossas comunidades paroquiais estão acolhendo este kairós! A Mãe Aparecida nos ensine, novamente, como ouvir o chamado do Pai, carregar o seu Filho em nossa existência, abrirnos ao novo do Espírito que muito nos fala pela vida e pela voz dos jovens. Grande abraço, na paz do Ressuscitado. Dom Eduardo Pinheiro da Silva Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB Fonte: Jovens Conectados

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Abril/2013

RELIGIÃO SALVA? Por Saudoso Dom Estêvão Bettencourt

Momento de Formação

Em síntese: A Religião, entendida como instituição, não salva. Só Jesus Cristo, segundo o protestantismo, salva... Salva, porém, (dizem os católicos) mediante seu Corpo Místico que é a Igreja-instituição. A Religião, que consiste em aderir à Igreja, vem a ser o sacramento pelo qual passa a salvação que vem de Cristo. A instituição, que goza da assistência de Cristo, resguarda os fiéis contra o subjetivismo, que tende a destruir a mensagem revelada. Está claro, porém, que a fé será sempre o princípio dinamizador da vida do cristão na Igreja. No diálogo ecumênico os interlocutores protestantes colocam a pergunta "Religião salva?", pergunta à qual dão resposta negativa. Esta atitude merece consideração. "As palavras de Tiago, irmão do Senhor, líder espiritual da Igreja primitiva em Jerusalém, martirizado pelos judeus no ano 62, nos ensinam o que é religião: A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai é esta: 'visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se não contaminado do mundo' (Tg 1, 27). Religião, portanto, é algo pessoal, algo que se desenvolve em duas dimensões: uma dimensão humana, terrena, na qual movidos por amor ao próximo e compaixão pelos necessitados, nós os auxiliamos em suas 'tribulações' (na sociedade judaica da época, por exemplo, os órfãos e viúvas eram os necessitados); a outra dimensão é a espiritual, em que nos relacionamos diretamente com o Deus e Pai, guardando-nos daquilo que este mundo tem a nos oferecer e que pode levar à corrupção do caráter e contaminação da alma. Coisas, enfim, que nos macularão e nos afastarão de Deus. Vemos, então, que o coração da verdadeira religião não se manifesta na institucionalização de dogmas, credos ou ritos, mas na prática cotidiana do amor, porque Deus é amor e a sua lei é o amor. Como ensinou Jesus Cristo, nosso Salvador, a lei de Deus se resume a: 'Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo' (Lc 10, 27). Porque Deus é único, e cada um de nós somos seres únicos, o que Ele espera de nós é que, por meio de Jesus Cristo, a cada dia vivamos esta religião pura e sem mácula". Dizem outros: a Religião é um conjunto de crenças, leis e práticas codificadas, aptas a atrofiar a fé, suscitando a impressão de que a pessoa religiosa pode obter efeitos mágicos. Em nossos dias é o protestantismo neopentecostal que professa tais idéias, tendo em vista esvaziar os conceitos de Igreja e magistério da Igreja em favor da tese do livre exame da Bíblia: a cada crente se confere o direito de configurar o Cristianismo a seu modo, já que "Religião-lgreja" não salva. Perguntamos: Que dizer? Proporemos seis observações a respeito: 1) Sem dúvida, a fé é o dínamo da vida espiritual; é a fonte de toda prática religiosa. Cf. Rm 1,17: "o justo vive da fé". 2) O princípio "Somente a fé" acarreta o risco do subjetivismo religioso alimentado pela prática do livre exame da Bíblia; assim vai-se dilacerando cada vez mais o patrimônio da fé ou da Revelação Divina, como acontece nas comunidades dos Mórmons e das Testemunhas de Jeová. 3) Para conter o subjetivismo esvaziador, faz-se necessária uma instância objetiva, que paire acima dos subjetivismos ou dos "achismos (eu acho que...)" que é a Igreja com seu magistério assistido pelo Espírito Santo; cf. Jo 14, 25s. A Igreja é Mãe e Mestra, que tem a promessa da infalibilidade em matéria de fé e de Moral. 4) Mais: o Cristianismo não é simplesmente uma escola, na qual o mestre dá as suas aulas e vai embora. Cristo não é somente um Mestre martirizado; é um tronco de videira, da qual nós somos os ramos (cf. Jo 15,1-5); é Cabeça de um Corpo, do qual somos os membros cf. 1Cor 12, 12-20. Ele continua vivo e atuante na Terra mediante os sacramentos: o Sacramento da Igreja, que prolonga o Sacramento da Encarnação e que se estende a cada cristão através dos sete sacramentos da Liturgia. Em outros termos: Deus se dá aos homens não de maneira meramente privada e individualista, mas mediante sinais, que são a humanidade de Jesus, o Corpo de Cristo que é a Igreja, e os sete sinais sacramentais (água, pão, vinho, gestos, palavras), que perfazem o que se chama uma instituição. Esta é indispensável para que haja ordem numa sociedade. 5) Está claro que somente Jesus Cristo salva, mas Ele quer salvar mediante a Igreja, da qual Ele é Cabeça, Igreja que professa o seu Credo, tem seu Código de Moral e seus ritos sagrados... Este conjunto institucional não sufoca a fé, mas a preserva contra o subjetivismo deteriorante. 6) Para preencher seu papel de instrumento da salvação, a Religião ou a religiosidade do cristão há de ser esclarecida e consolidada mediante a leitura e o estudo, preservando-a de cair na superstição e no sincretismo. Cada fiel católico saberá avaliar as modalidades de aprofundamento da fé de que precisa. Eis em que termos se pode dizer que, se a Religião não salva, Ela é ao menos indispensável instrumento de salvação.


Abril/2013

Santo do Mês Eu estava errado.

São Pio V - Papa

Deus, que suscitastes na Igreja o papa são Pio V para defender a fé e restaurar a liturgia, concedeinos, por sua intercessão, participar dos vossos mistérios com fé ardente e fecunda caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

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Antonio Miguel Ghislieri nasceu em 17 de janeiro de 1504, em Bosco, Ducao de Milão e aos 14 anos, já ingressara na Ordem Dominicana. Depois que se ordenou sacerdote, sua carreira atravessou todas as etapas de maneira surpreendente. Foi professor, prior de convento, superior provincial, inquisidor em Como e Bérgamo, bispo de Sutri e Nepi, depois cardeal, grande inquisidor, bispo de Mondovi e, finalmente, papa, em 1566, tomando o nome de Pio V. A melhor definição para o seu governo é a palavra incômodo, aliás, como é o governo de todos os grandes reformadores dos costumes. Assim que assumiu, foi procurado, em Roma, por dezenas de parentes. Não deu "emprego" a nenhum, afirmando, ainda, que um parente do papa, se não estiver na miséria, "já está bastante rico". Dessa maneira, acabou com o nepotismo na Igreja, um mal que até hoje afeta as comunidades no âmbito político. Implantou, ainda, outras mudanças no campo pastoral, aprovadas no Concílio de Trento: a obrigação de residência para os bispos, a clausura dos religiosos, o celibato e a santidade de vida dos sacerdotes, as visitas pastorais dos bispos, o incremento das missões e a censura das publicações, para que não contivessem material doutrinário não aprovado pela Igreja. Conseguiu a duros esforços coordenar os interesses dos países católicos e levá-los à vitória na Batalha de Lepanto, em 7 de Outubro de 1571, contra os turcos otomanos, de fé muçulmana. A importância desta vitória, para a defesa de uma Europa cristã, e obtida em circunstâncias militares muito difíceis, levaram o Papa Pio V a instituir naquela data o dia de Nossa Senhora da Vitória, bem como a divulgar, em toda a cristandade a prática da oração do Rosário. Pio V decretou a excomunhão e deposição da própria rainha da Inglaterra, Elisabeth I. Papa Pio V morreu no dia 1º de maio de 1572, sendo beatificado a 27 de Abril de 1672 e canonizado em 1712 pelo Papa Clemente XI. Sua memória é festejada em 30 de abril. São Pio V, rogai por nós.

Terço dos Homens Comunidade de Nossa Senhora da Piedade

Todas as terças-feiras Às 19h00 Na Capela de Nsra da Vila Piedade «PARTICIPEM»

Homens de Deus, louvem a Virgem Mãe de Deus E Ela intercederá ao Pai por sua família

Leitura Espiritual

Perdoe-me!

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m muitas situações d e desentendimento e desconfiança nos relacionamentos humanos, bem como nas separações, brigas no trabalho e nos ambientes sociais, é importante reconhecermos uma de nossas grandes falhas: a falta de um pedido de perdão. Não reconhecermos nossos erros é um grande obstáculo na qualidade do convívio. Por qual motivo temos estas dificuldades? Um deles é admitir a “perda da nossa dignidade”, ter de passar por cima do nosso orgulho, sentirmo-nos ameaçados ao expormos nossos pontos fracos, ou que, ao pedirmos desculpas, o outro “nos 'passe na cara' ou use isto como uma vingança”, ou ainda que “seja lembrado pelos erros ou punido por ser honesto”. (Powell, J. 1985). Acho que, muitas vezes, você já viveu isto, não é mesmo? Em várias situações, sentimo-nos inferiores ao pedir desculpas; temos a necessidade de passar parte de nossa vida provando que somos sempre certos, que somos sempre capazes, que somos fortes e invencíveis. De alguma forma, esta necessidade vai sendo imposta a nós e pode ser uma grande armadilha em nossas vidas. Em outras situações, posso usar o seguinte pensamento: "se não recebi as desculpas do outro, por que eu vou me sujeitar a pedir desculpas?”. Isto nada mais é do que um grande processo de imaturidade, ao deixarmos que os comportamentos da outra pessoa possam determinar os nossos comportamentos e atitudes. É como achar certo roubar, porque alguém já roubou, não foi descoberto e nunca foi punido. Para que possamos chegar ao ponto de pedir desculpas, é válido encontrar um ponto de honestidade com nós mesmos, assumindo falhas e limitações. Esta honestidade interior faz com que vejamos, verdadeiramente, nossa responsabilidade nas situações, possamos reconhecer o que fizemos e entrar numa atitude de reconciliação com o outro. Talvez, nem sempre consigamos perdão, mas a atitude de reconhecer é totalmente sua e, certamente, muito libertadora. Peça desculpas, mas livre-se dos que levam você a pensar: “você provocou isto”, “só reagi assim, porque você é culpado”, “estou tratando você como fui tratado por você”. Tais formas “racionais” de explicar um fato, apenas alimentam em nós mais raiva e mais ressentimento. Faz com que cubramos nossos erros e não permite que, honestamente, possamos admitir o que foi feito de errado. “O perdão é instrumento de vida” (Cencini, A . 2005) e “força que pode mudar o ser humano”. Certamente, “a falha em pedir desculpas” e em perdoar só servirão para prolongar a separação entre duas pessoas. Para isto, “a verdade precisa estar presente em todos os sinceros pedidos de desculpa” (Powell, J. 1985), compreendendo a extensão dos prejuízos que nossas atitudes, por vezes desordenadas e desmedidas, possam ter provocado na vida do outro. Por vezes, precisamos quebrar nossas barreiras interiores e realizarmos um grande esforço ao dizer: “Eu estava errado, perdoe-me!”, pois este esforço fará sua vida muito melhor, mesmo que o outro não aceite, de imediato, seu pedido, mas sua vida já foi mudada a partir deste gesto. Pense nisto: Para quem você gostaria de pedir perdão hoje? Elaine Ribeiro psicologia01@cancaonova.com


Abril/2013

Catequese Paroquial

T

odos nós somos líderes. Bom ou ruim somos líderes. Vou falar das sete características de um líder. Pode ser líder na família, na Igreja, no país, mas ele tem sete características muito importantes.

Sete características do líder Fonte:Transcrição: Willieny Isaias www.cancaonova.com

A característica principal de um líder é a visão. Ele sabe olhar, olha e descobre coisas novas, caminhos novos porque tem visão. Um líder se identifica pela sua visão. O líder que tem visão olha além dos outros, é capaz de descobri aquilo que os outros não descobrem. Ele tem como um telescópio para olhar longe aquilo que os outros não podem olhar. Enquanto muitos caminham com os olhos no chão, ele olha para o céu para descobrir novas estrelas. Ele sabe olhar o final do caminho, não fica parado para ver o que acontece. Sabe aproveitar tudo, também nos erros, e aprende com eles. Quero falar de um líder que se chamava Saul, diz a Escritura que a estatura de Saul era maior que os demais, ele era capaz de olhar aquilo que os outros não olhavam. Os líderes são capazes de olhar aquilo que os outros não podem. Primeira característica do líder é olhar além. Segunda característica de um líder: líder não olha para trás, olha para frente O líder é aquele que diz: “olha para frente”. O marinheiro quando deixa o mar não olha para trás, mas para frente. Não olha para o passado, mas para o futuro e sabe ver adiante. Se você caminha olhando para trás, você vai ter torcicolo. O grito do líder é sempre: “bola para frente”. Tem um otimismo para ver para frente. Paulo de Tarso era um líder que sempre dizia: “bola para frente”. Não é a pessoa que te escraviza, você mesmo é quem se escraviza quando vive no passado e não vive o presente e nem vê o futuro. Segunda característica do líder é aquele que sempre diz “bola para frente”. Diga isso para seus filhos, dê coragem para eles. Terceira característica do líder: o líder dá boas notícias, é aquele que descobre e grita: “terra a vista”. O líder não anuncia coisas ruins, anuncia boas novas. Terceira característica do líder anuncia boas novas. Por que temos essa visão negativa de estar sempre dizendo coisas ruins? O líder acredita na visão e compartilha com os outros Quarta característica do líder: o líder partilha sua visão com outros, contagia os outros com sua visão, acredita na sua visão, naquilo que ele pode sonhar. A visão não é para você, mas para compartilhar com os outros. O líder acredita na visão e compartilha com os outros, não esconde a luz debaixo da mesa, compartilha a luz para que outros tenham a mesma visão. Esse é um passo importantíssimo, o líder faz os outros olhar de perto aquilo que ele olhou de longe. Quinta característica do líder: o líder define um objetivo. O objetivo deve ser um, se você tem dois objetivos, começa a se dividir. Os loucos são aqueles que têm muitos objetivos na vida. O líder é aquele que é capaz de definir um objetivo. Paulo de Tarso era um líder fantástico, pois definiu um único objetivo, evangelizar. Paulo tinha muito claro o objetivo de sua vida. Você tem claro um objetivo na sua vida? Fomos criados para sermos felizes, esse é o objetivo da vida cristã, ser feliz neste mundo e no outro. Se eu tenho claro esse objetivo eu não vou fazer nada para perder essa felicidade. Você é feliz fazendo feliz o outro. Sexta característica do líder: o líder contagia, é aquele que tem fonte de energia positiva para os outros, ele dá coragem. O líder sempre diz que é possível, ele dá coragem aos outros para caminhar por caminhos virgens, nas fronteiras. Você dá coragem para seus filhos fazer coisas novas? Ele não tira a coragem dos outros, ele dá coragem. Você dá coragem ou tira coragem dos outros? Sétima característica do líder: o líder faz aterrissagem. Não basta navegar é preciso saber atracar. Um líder é aquele que sabe fazer a estratégia para conseguir o objetivo, não basta ter um sonho, é necessário também fazer aterrissagem. Não basta dizer lá está o objetivo, mas um plano para alcançar esse objetivo. Concluindo, líder é aquele que tem visão. Sabe olhar à esquerda e à direita, descobre aquilo que os outros não vêem, ele olha além. Anuncia boas notícias. Partilha sua missão com os outros, define objetivos, ele contagia e sabe aterrissar. "Quero ser Senhor um bom líder para meus filhos, dando coragem para eles, quero ser um bom líder em minha família, seguindo a Jesus meu único líder".

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Abril/2013

IV PÁSCOA DAS FAMILIAS DE SOCORRO 2013

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Jornal Anunciai - Abril 2013  

Edição de Abril 2013

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