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Liderança da IP se destaca em pesquisa A International Paper do Brasil foi reconhecida como uma das melhores empresas brasileiras em liderança por uma das mais completas pesquisas do mundo, a Top Companies for Leaders (As Melhores em Liderança). Conduzido pela Hewitt e divulgado no Brasil pela Época Negócios, o estudo também destacou Natura, WEG, CPFL Energia, Embraco e Nokia do Brasil. Participaram 537 empresas do mundo todo. No País, 87 corporações se inscreveram no processo, e 15 ficaram entre as finalistas. A pesquisa avaliou como as empresas selecionam e desenvolvem seus líderes, e verificou a correlação entre as práticas de liderança e os resultados financeiros da empresa.

Presidente Lula visita a fábrica de Três Lagoas

Jean-Michel Ribieras, presidente da IP, presenteia Lula com retrato feito de papel Chamex

Pela primeira vez desde o início de suas operações, a fábrica da International Paper de Três Lagoas (MS) recebeu a visita do presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. Acompanhado de Jean-Michel Ribieras, presidente da IP para a América Latina, e de diretores da companhia, Lula conheceu o processo de fabricação do papel e percorreu as instalações das áreas de acabamento e administração da unidade. No final da visita, ele foi presenteado

com um retrato seu feito de papel e seguiu para evento realizado na Fibria, onde discursou para o público presente e para mais de 30 jornalistas de diversos veículos. Lula destacou o pioneirismo da International Paper ao investir na região, e reconheceu a companhia como referência para outras empresas do Mato Grosso do Sul. “Estou contente, pois, em vez de presenciar apenas uma inauguração, estou visitando uma fábrica que já opera há um ano, emprega mão de obra local e gera renda para a população”, disse. Também estiveram presentes na visita o governador do Estado, André Puccinelli, e a prefeita de Três Lagoas, Simone Tebet.

23 23

Voluntariado empresarial: um caminho de mão dupla

todos

Lula cumprimenta um profissional da IP, durante visita à fábrica

Presidente Lula parabeniza profissionais da IP

International Paper premia os vencedores do Winners Club 2009 De 21 a 24 de fevereiro, a International Paper premiou os clientes vencedores do Prêmio Winners Club 2009, categoria cut size, com uma viagem pela costa brasileira, a bordo de um transatlântico. A campanha abrangeu as cinco regiões do País e avaliou, entre outros itens, a regularidade de compras e a pontualidade de pagamento. Os vencedores foram: região Sudeste I – Kalunga (1º lugar) e Kropell (2º lugar); região Sudeste II – Arcom (1º lugar) e Tambasa (2º lugar); região Centro-Oeste e Norte – Matrix (1º lugar) e Rymo (2º lugar); região Nordeste – Gracindo (1º lugar) e Bacha (2º lugar) e região Sul – Contabilista (1º lugar) e Livrarias Curitiba (2º lugar). “O Winners Club 2009 foi uma iniciativa fantástica. Parabéns pela iniciativa e organização da campanha!”, disse Cid Hirata - gerente regional de vendas da Kalunga.

Premiação dos clientes vencedores do Prêmio Winners Club 2009

Na próxima edição: A onda verde

Março 2010 A International Paper

Pense mantém, no Brasil, áreas ambiental onde nisso devivemreserva cerca de 130 espécies de árvores nativas – como cedro, jequitibá, ipês – e 150 espécies da fauna, entre aves e mamíferos, como a onça-parda, a jaguatirica e o lobo-guará. A International Paper expressa o seu melhor fabricando papéis de qualidade, com matéria-prima 100% renovável (eucalipto reflorestado), preservando a natureza e melhorando a qualidade de vida das comunidades onde atua.

esta é uma publicação mensal da • Diretoria Jurídica e de Assuntos Corporativos Ricardo C. ZANGIROLAMI • Direção do projeto Alessandra Fonseca Gerente de Comunicação e Marketing Institucional alessandra.fonseca@ipaperbr.com • Coordenação do Projeto Anderson Passos Comunicação • Criação e produção Agência ideal • Direção de arte e Projeto Gráfico TOM Comunicação • Coordenação Editorial Marina Rodriguez • Revisão Ricardo Cesar e Ana Clara Gaspar • Impressão OGRA • colaboraram nesta edição Ana Lúcia Arraes Analista de Recursos Humanos Carlos Bevilaqua Assistente de Responsabilidade Social Gláucia Farias Assistente de Responsabilidade Social Marisa Coutinho Gerente de Relações com a Comunidade e Comunicação de Três Lagoas (MS) Ruth Goldberg Instrutora do Uniethos e Diretora da Consultoria GCA - Consultoria em Responsabilidade Socioambiental Silvia Maria Naccache Coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo • Jornalista responsável Ricardo Cesar – MTB 33669 Sugestões e CorrespondênciaS Avenida Paulista, nº 37, 14° andar – CEP 01311-000.

Esta publicação foi impressa em papel certificado pelo programa brasileiro de certificação florestal

Paper foi impressa em papel CHAMBRIL 240G/M² da International Paper, com relevo seco, aplicação de verniz com reserva e impressão no pantone dourado.

nós

ele eu

você

ela


voluntariado Com benefícios concretos para a comunidade, funcionários e também para os negócios, o trabalho voluntário entrou na lista de prioridades de muitas empresas

Ana Lúcia Arraes, analista de RH da International Paper, tem um compromisso inadiável e muito importante, que se repete todos os sábados há mais de cinco anos: ela é voluntária em uma instituição sem fins lucrativos de Mogi Guaçu (SP), que dá aulas e prepara refeições para famílias de baixo poder aquisitivo. “Para as crianças, ensinamos assuntos diversos, desde noções de higiene até temas relacionados ao que eles aprendem na escola. Também conversamos com as mães sobre educação infantil, relacionamento familiar e como lidar melhor com problemas que os filhos enfrentam no dia a dia”, conta.

Carlos Bevilaqua, assistente de responsabilidade social da IP, também está comprometido com o voluntariado há mais de dez anos. Ele participa de campanhas de doação de sangue e atua em uma organização de serviços humanitários na região de Luiz Antônio (SP) arrecadando fundos para a erradicação da poliomielite no Brasil. Antes, atuou em diversas ONGs e entidades ambientalistas, sempre sem receber nenhum tipo de remuneração por isso. Apesar de realizarem atividades diferentes, Ana Lúcia e Carlos possuem sentimentos semelhantes com relação ao trabalho voluntário: consideram extremamente recompensador acompanhar a melhora da qualidade de vida de outras pessoas. “As mães nos procuram em busca de crescimento pessoal e, depois de algum tempo, é possível notar como a vida delas melhorou em muitos aspectos, principalmente quanto à comunicação com os filhos”, diz Ana Lúcia. “Já trabalhei com catadores de recicláveis, e foi muito bom testemunhar como a vida deles mudou depois que começaram a se organizar. É muito gratificante”, completa Bevilaqua.

O poder de criar uma sociedade mais justa Para Ruth, as corporações podem fazer muito pelas instituições e pelo público-alvo das ações. “A experiência em gestão, administração de recursos e o foco em resultados das corporações são usados para tornar os programas mais eficientes, com benefícios ainda maiores para quem precisa.” Ela também destaca que os conhecimentos específicos que as empresas possuem sobre suas áreas de atuação podem e devem ser usados nesses programas. As empresas também podem ter ganhos significativos com o trabalho voluntário, já que esse tipo de atividade ajuda a criar modelos de atuação cooperativa e melhora o clima organizacional. Além disso, rompe com padrões rígidos de hierarquia, já que pessoas de diferentes cargos e áreas

trabalham juntas, fora do ambiente da empresa e por uma causa dissociada de fins lucrativos. Isso estimula o surgimento de lideranças e cria oportunidades de aprendizagem em diferentes áreas. Para os funcionários, o incentivo das companhias é uma boa oportunidade para colocar em prática a vontade de fazer algo pela comunidade e uma forma prazerosa de adquirir novas habilidades.

verdadeiramente a comunidade. “Pode ajudar na construção de uma sociedade mais justa e com valores mais humanos, como compaixão e solidariedade”, diz. “E o principal é que enfrenta a exclusão social e consolida uma cultura em que todos percebem sua parte na solução dos problemas da sociedade.”

Silvia Maria Naccache, coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo, define o voluntariado empresarial como “uma maneira inteligente de trazer ganhos para a comunidade, funcionários e empresa.” Ela afirma que, além dos benefícios para as companhias e para os próprios funcionários, tem o poder de reduzir ou eliminar problemas que afetem

Doação de tempo e talento Segundo Ruth Goldberg, instrutora do Uniethos (instituição educacional do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social), o trabalho voluntário, realizado por milhões de brasileiros como Ana Lúcia e Bevilaqua, é “a doação de tempo, força de trabalho e talento para atividades que beneficiem a comunidade”. Ruth conta que as iniciativas de caráter humanitário são realizadas no País desde a época do Brasil Colônia, ganharam força nos anos 70 e 80 e, a partir da década de 90, começaram a chamar a atenção das empresas. Foi nesse período que surgiu o voluntariado empresarial, que engloba as ações realizadas por empresas para estimular e apoiar o envolvimento de seus funcionários em atividades voluntárias na comunidade. Essas ações de incentivo muitas vezes começam com a formação de um comitê de trabalho com pessoas de diferentes áreas da empresa, para que troquem ideias, planejem estratégias de atuação, discutam as

necessidades percebidas na comunidade e definam como a empresa pode agir, levando em conta a área de atuação, os valores em que acredita e os conhecimentos e recursos de que dispõe. A partir de então, devem ser definidos aspectos práticos, como o departamento que vai abrigar o programa de voluntariado, quem será o coordenador ou gerente e como os funcionários serão mobilizados e capacitados (caso haja necessidade de capacitação). Além disso, é necessário instituir sistemas de divulgação, monitoramento e avaliação das ações, sem deixar de lado maneiras de valorizar e reconhecer os voluntários. Em muitos casos, também são criados conselhos consultivos que acompanham todo o trabalho e discutem o que está sendo feito.

“Já trabalhei com catadores de recicláveis, e foi muito bom testemunhar como a vida deles mudou depois que começaram a se organizar. É muito gratificante.” Carlos Bevilaqua, voluntário

Profissionais da IP já atuam como voluntários

“Uma maneira inteligente de trazer ganhos para a comunidade, funcionários e empresa.” Silvia Maria Naccache, Coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo

Com diferentes projetos com foco na educação – de crianças e adolescentes – e na preservação do meio ambiente, a International Paper também reúne esforços e recursos para estimular o trabalho voluntário entre seus profissionais. Desde o ano passado, a IP, por intermédio de seu Instituto International Paper, passou a apoiar a Escola Formare, que oferece a jovens de baixa renda de Mogi Guaçu (SP) o curso de Assistente de Operações Industriais, com grade curricular planejada pela Universidade Técnica Federal do Paraná e certificado de Formação Profissional Inicial reconhecido pelo Ministério da Educação. Os professores serão os próprios profissionais da companhia, que vão passar por um processo de

capacitação e receberão apostilas com todo o conteúdo a ser ensinado. Também desde 2009, a unidade fabril de Três Lagoas (MS) apoia o programa “Meu Coração é Solidário”. A iniciativa, realizada em conjunto com o Poder Judiciário, o Conselho da Câmara e o Ministério Público, consiste no mapeamento de mais de 30 instituições de voluntariado locais e a elaboração de uma cartilha com orientações para quem deseja fazer trabalho voluntário. Em 2010, o Instituto International Paper planeja estimular outras iniciativas na área de voluntariado, incentivando a participação dos profissionais da IP.


voluntariado Com benefícios concretos para a comunidade, funcionários e também para os negócios, o trabalho voluntário entrou na lista de prioridades de muitas empresas

Ana Lúcia Arraes, analista de RH da International Paper, tem um compromisso inadiável e muito importante, que se repete todos os sábados há mais de cinco anos: ela é voluntária em uma instituição sem fins lucrativos de Mogi Guaçu (SP), que dá aulas e prepara refeições para famílias de baixo poder aquisitivo. “Para as crianças, ensinamos assuntos diversos, desde noções de higiene até temas relacionados ao que eles aprendem na escola. Também conversamos com as mães sobre educação infantil, relacionamento familiar e como lidar melhor com problemas que os filhos enfrentam no dia a dia”, conta.

Carlos Bevilaqua, assistente de responsabilidade social da IP, também está comprometido com o voluntariado há mais de dez anos. Ele participa de campanhas de doação de sangue e atua em uma organização de serviços humanitários na região de Luiz Antônio (SP) arrecadando fundos para a erradicação da poliomielite no Brasil. Antes, atuou em diversas ONGs e entidades ambientalistas, sempre sem receber nenhum tipo de remuneração por isso. Apesar de realizarem atividades diferentes, Ana Lúcia e Carlos possuem sentimentos semelhantes com relação ao trabalho voluntário: consideram extremamente recompensador acompanhar a melhora da qualidade de vida de outras pessoas. “As mães nos procuram em busca de crescimento pessoal e, depois de algum tempo, é possível notar como a vida delas melhorou em muitos aspectos, principalmente quanto à comunicação com os filhos”, diz Ana Lúcia. “Já trabalhei com catadores de recicláveis, e foi muito bom testemunhar como a vida deles mudou depois que começaram a se organizar. É muito gratificante”, completa Bevilaqua.

O poder de criar uma sociedade mais justa Para Ruth, as corporações podem fazer muito pelas instituições e pelo público-alvo das ações. “A experiência em gestão, administração de recursos e o foco em resultados das corporações são usados para tornar os programas mais eficientes, com benefícios ainda maiores para quem precisa.” Ela também destaca que os conhecimentos específicos que as empresas possuem sobre suas áreas de atuação podem e devem ser usados nesses programas. As empresas também podem ter ganhos significativos com o trabalho voluntário, já que esse tipo de atividade ajuda a criar modelos de atuação cooperativa e melhora o clima organizacional. Além disso, rompe com padrões rígidos de hierarquia, já que pessoas de diferentes cargos e áreas

trabalham juntas, fora do ambiente da empresa e por uma causa dissociada de fins lucrativos. Isso estimula o surgimento de lideranças e cria oportunidades de aprendizagem em diferentes áreas. Para os funcionários, o incentivo das companhias é uma boa oportunidade para colocar em prática a vontade de fazer algo pela comunidade e uma forma prazerosa de adquirir novas habilidades.

verdadeiramente a comunidade. “Pode ajudar na construção de uma sociedade mais justa e com valores mais humanos, como compaixão e solidariedade”, diz. “E o principal é que enfrenta a exclusão social e consolida uma cultura em que todos percebem sua parte na solução dos problemas da sociedade.”

Silvia Maria Naccache, coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo, define o voluntariado empresarial como “uma maneira inteligente de trazer ganhos para a comunidade, funcionários e empresa.” Ela afirma que, além dos benefícios para as companhias e para os próprios funcionários, tem o poder de reduzir ou eliminar problemas que afetem

Doação de tempo e talento Segundo Ruth Goldberg, instrutora do Uniethos (instituição educacional do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social), o trabalho voluntário, realizado por milhões de brasileiros como Ana Lúcia e Bevilaqua, é “a doação de tempo, força de trabalho e talento para atividades que beneficiem a comunidade”. Ruth conta que as iniciativas de caráter humanitário são realizadas no País desde a época do Brasil Colônia, ganharam força nos anos 70 e 80 e, a partir da década de 90, começaram a chamar a atenção das empresas. Foi nesse período que surgiu o voluntariado empresarial, que engloba as ações realizadas por empresas para estimular e apoiar o envolvimento de seus funcionários em atividades voluntárias na comunidade. Essas ações de incentivo muitas vezes começam com a formação de um comitê de trabalho com pessoas de diferentes áreas da empresa, para que troquem ideias, planejem estratégias de atuação, discutam as

necessidades percebidas na comunidade e definam como a empresa pode agir, levando em conta a área de atuação, os valores em que acredita e os conhecimentos e recursos de que dispõe. A partir de então, devem ser definidos aspectos práticos, como o departamento que vai abrigar o programa de voluntariado, quem será o coordenador ou gerente e como os funcionários serão mobilizados e capacitados (caso haja necessidade de capacitação). Além disso, é necessário instituir sistemas de divulgação, monitoramento e avaliação das ações, sem deixar de lado maneiras de valorizar e reconhecer os voluntários. Em muitos casos, também são criados conselhos consultivos que acompanham todo o trabalho e discutem o que está sendo feito.

“Já trabalhei com catadores de recicláveis, e foi muito bom testemunhar como a vida deles mudou depois que começaram a se organizar. É muito gratificante.” Carlos Bevilaqua, voluntário

Profissionais da IP já atuam como voluntários

“Uma maneira inteligente de trazer ganhos para a comunidade, funcionários e empresa.” Silvia Maria Naccache, Coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo

Com diferentes projetos com foco na educação – de crianças e adolescentes – e na preservação do meio ambiente, a International Paper também reúne esforços e recursos para estimular o trabalho voluntário entre seus profissionais. Desde o ano passado, a IP, por intermédio de seu Instituto International Paper, passou a apoiar a Escola Formare, que oferece a jovens de baixa renda de Mogi Guaçu (SP) o curso de Assistente de Operações Industriais, com grade curricular planejada pela Universidade Técnica Federal do Paraná e certificado de Formação Profissional Inicial reconhecido pelo Ministério da Educação. Os professores serão os próprios profissionais da companhia, que vão passar por um processo de

capacitação e receberão apostilas com todo o conteúdo a ser ensinado. Também desde 2009, a unidade fabril de Três Lagoas (MS) apoia o programa “Meu Coração é Solidário”. A iniciativa, realizada em conjunto com o Poder Judiciário, o Conselho da Câmara e o Ministério Público, consiste no mapeamento de mais de 30 instituições de voluntariado locais e a elaboração de uma cartilha com orientações para quem deseja fazer trabalho voluntário. Em 2010, o Instituto International Paper planeja estimular outras iniciativas na área de voluntariado, incentivando a participação dos profissionais da IP.


Liderança da IP se destaca em pesquisa A International Paper do Brasil foi reconhecida como uma das melhores empresas brasileiras em liderança por uma das mais completas pesquisas do mundo, a Top Companies for Leaders (As Melhores em Liderança). Conduzido pela Hewitt e divulgado no Brasil pela Época Negócios, o estudo também destacou Natura, WEG, CPFL Energia, Embraco e Nokia do Brasil. Participaram 537 empresas do mundo todo. No País, 87 corporações se inscreveram no processo, e 15 ficaram entre as finalistas. A pesquisa avaliou como as empresas selecionam e desenvolvem seus líderes, e verificou a correlação entre as práticas de liderança e os resultados financeiros da empresa.

Presidente Lula visita a fábrica de Três Lagoas

Jean-Michel Ribieras, presidente da IP, presenteia Lula com retrato feito de papel Chamex

Pela primeira vez desde o início de suas operações, a fábrica da International Paper de Três Lagoas (MS) recebeu a visita do presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. Acompanhado de Jean-Michel Ribieras, presidente da IP para a América Latina, e de diretores da companhia, Lula conheceu o processo de fabricação do papel e percorreu as instalações das áreas de acabamento e administração da unidade. No final da visita, ele foi presenteado

com um retrato seu feito de papel e seguiu para evento realizado na Fibria, onde discursou para o público presente e para mais de 30 jornalistas de diversos veículos. Lula destacou o pioneirismo da International Paper ao investir na região, e reconheceu a companhia como referência para outras empresas do Mato Grosso do Sul. “Estou contente, pois, em vez de presenciar apenas uma inauguração, estou visitando uma fábrica que já opera há um ano, emprega mão de obra local e gera renda para a população”, disse. Também estiveram presentes na visita o governador do Estado, André Puccinelli, e a prefeita de Três Lagoas, Simone Tebet.

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Voluntariado empresarial: um caminho de mão dupla

todos

Lula cumprimenta um profissional da IP, durante visita à fábrica

Presidente Lula parabeniza profissionais da IP

International Paper premia os vencedores do Winners Club 2009 De 21 a 24 de fevereiro, a International Paper premiou os clientes vencedores do Prêmio Winners Club 2009, categoria cut size, com uma viagem pela costa brasileira, a bordo de um transatlântico. A campanha abrangeu as cinco regiões do País e avaliou, entre outros itens, a regularidade de compras e a pontualidade de pagamento. Os vencedores foram: região Sudeste I – Kalunga (1º lugar) e Kropell (2º lugar); região Sudeste II – Arcom (1º lugar) e Tambasa (2º lugar); região Centro-Oeste e Norte – Matrix (1º lugar) e Rymo (2º lugar); região Nordeste – Gracindo (1º lugar) e Bacha (2º lugar) e região Sul – Contabilista (1º lugar) e Livrarias Curitiba (2º lugar). “O Winners Club 2009 foi uma iniciativa fantástica. Parabéns pela iniciativa e organização da campanha!”, disse Cid Hirata - gerente regional de vendas da Kalunga.

Premiação dos clientes vencedores do Prêmio Winners Club 2009

Na próxima edição: A onda verde

Março 2010 A International Paper

Pense mantém, no Brasil, áreas ambiental onde nisso devivemreserva cerca de 130 espécies de árvores nativas – como cedro, jequitibá, ipês – e 150 espécies da fauna, entre aves e mamíferos, como a onça-parda, a jaguatirica e o lobo-guará. A International Paper expressa o seu melhor fabricando papéis de qualidade, com matéria-prima 100% renovável (eucalipto reflorestado), preservando a natureza e melhorando a qualidade de vida das comunidades onde atua.

esta é uma publicação mensal da • Diretoria Jurídica e de Assuntos Corporativos Ricardo C. ZANGIROLAMI • Direção do projeto Alessandra Fonseca Gerente de Comunicação e Marketing Institucional alessandra.fonseca@ipaperbr.com • Coordenação do Projeto Anderson Passos Comunicação • Criação e produção Agência ideal • Direção de arte e Projeto Gráfico TOM Comunicação • Coordenação Editorial Marina Rodriguez • Revisão Ricardo Cesar e Ana Clara Gaspar • Impressão OGRA • colaboraram nesta edição Ana Lúcia Arraes Analista de Recursos Humanos Carlos Bevilaqua Assistente de Responsabilidade Social Gláucia Farias Assistente de Responsabilidade Social Marisa Coutinho Gerente de Relações com a Comunidade e Comunicação de Três Lagoas (MS) Ruth Goldberg Instrutora do Uniethos e Diretora da Consultoria GCA - Consultoria em Responsabilidade Socioambiental Silvia Maria Naccache Coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo • Jornalista responsável Ricardo Cesar – MTB 33669 Sugestões e CorrespondênciaS Avenida Paulista, nº 37, 14° andar – CEP 01311-000.

Esta publicação foi impressa em papel certificado pelo programa brasileiro de certificação florestal

Paper foi impressa em papel CHAMBRIL 240G/M² da International Paper, com relevo seco, aplicação de verniz com reserva e impressão no pantone dourado.

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