Revista Setembro 2018

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ISSN 2236-1022 A REVISTA DOS MELHORES PROFISSIONAIS DE NUTRIÇÃO

R$30,00 - Setembro 2018

Ano 8 Número 46 Edição Digital São Paulo

23 a 25 de agosto 2018 Bourbon Convention Ibirapuera Av. Ibirapuera, 2.927 – Moema - São Paulo - SP - Brasil

SETEMBRO 2018

ANAIS DO CONGRESSO

NUTRIÇÃO EM PAUTA

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SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA


23 à 25 de agosto de 2018

Expediente

Mega Evento Nutrição 2018

Publicação da Nutrição em Pauta Ltda ME R República do Iraque, 1329 cj 01 Campo Belo 04611-002 – São Paulo – SP Tel: 11 5041-9321 R20 ou R22 Email: nucleo@nutricaoempauta.com.br Website: www.nutricaoempauta.com.br

Novos Desafios da Nutrição • 19º Congresso Internacional de Nutrição, Longevidade e Qualidade de Vida • 19º Congresso Internacional de Gastronomia e Nutrição • 6º Congresso Multidisciplinar de Nutrição Esportiva • 14º Fórum Nacional de Nutrição Clínica e Esportiva • 13º Simpósio Internacional da American Academy of Nutrition (EUA) • 11º Simpósio Internacional da Nutrition Society (Reino Unido) • 11º Simpósio Internacional de Gastronomia (Le Cordon Bleu) • 1º Simpósio ILSI - Desmitificando a Nutrição • 19º Exposição de Produtos e Serviços em Nutrição Saúde e Alimentação

Edição especial do Mega Evento Nutrição 2018 (Anais do Congresso). Editora e Presidente do Congresso: Dra. Sibele B. Agostini ISSN 2236-1022 – Ano 8 – número 46 – setembro/2018 – edição digital Publicação dirigida para os profissionais e estudantes que atuam na área de Nutrição, Saúde e Gastronomia. A reprodução dos textos e imagens, no todo ou em parte, é permitida desde que citada a fonte. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.

SETEMBRO 2018

23 à 25 de agosto de 2018 Bourbon Convention Ibirapuera Av. Ibirapuera, 2.927 – Moema - São Paulo - SP - Brasil.

NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Novos Desafios da Nutrição

Auditórios

Auditório Gaivota 1

23/ago - Quinta 11º Simpósio Internacional da Nutrition Society (Reino Unido) 13º Simpósio Internacional da American Academy of Nutrition (USA)

Auditório Colibri

11º Simpósio Internacional de Gastronomia (Le Cordon Bleu) 1º Simpósio ILSI Desmitificando a Nutrição

Auditório Macuco

14º Fórum Nacional de Nutrição Clínica e Esportiva

Comissão Científica

24/ago - Sexta

25/ago - Sábado

19º Congresso Internacional 19º Congresso Internacional de Nutrição, Longevidade de Nutrição, Longevidade e Qualidade de Vida e Qualidade de Vida

19º Congresso Internacional 19º Congresso Internacional de Gastronomia de Gastronomia e Nutrição e Nutrição

6º Congresso Multidisciplinar de Nutrição Esportiva

6º Congresso Multidisciplinar de Nutrição Esportiva

Grade de Programação

Programação Científica Profa. Dra Carolina Pimentel Dra. Cibele Regina Laureano Gonsalves Profa. Dra. Daniela Cierro Prof. .José Peralta Profa Dra. Karin Dunker Dra. Laura Magrini Luiz Alonso Profa Dra Luciana Rossi Profa. Dra. Luciana Setaro Profa. Dra. Maria Cristina Rubim Camargo Profa Dra. Mirtes Stancanelli Profa. Dra. Nágila R.T. Damasceno Profa Dra Sandra Maria Chemin Seabra da Silva Profa Dra Sibele B. Agostini Dra Thais Manfrinato Miola Profa. Dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo Profa. Dra. Vera Silvia Frangella

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23/agosto/2018 - quinta-feira - Auditório Gaivota 1 9h – 17h - 11º Simpósio Internacional da Nutrition Society (Reino Unido) 9h-12h - Sono: uma nova Ferramenta na Saúde Nutricional? Como os hábitos nutricionais são difíceis de mudar é importante identificar um novo foco comportamental central no estabelecimento de fatores de risco Atualmente 1/3 dos adultos reportam sono inadequado (< 7 horas), o que tem sido associado com o risco de ganhar peso e suas complicações metabólicas, além de maus hábitos alimentares. Doenças metabólicas tem fortes determinantes nutricionais e o sono pode mediar a relação com NUTRIÇÃO EM PAUTA


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a dieta. Uma revisão da importância do sono e dos rítmos circadianos será apresentada. As consequências de um sono inadequado no consume alimentar, balanço energético, apetite e risco cardiometabólico serão discutidos. As evidências na viabilidade de aumentar o tempo de sono e seu impacto nos resultados nutricionais e saúde em geral também serão discutidos. Profa Dra Haya Al Khatib – PhD, MSc, Doctoral Researcher, Department of Nutritional Sciences, School of Life Course Sciences, Faculty of Life Sciences and Medicine, King’s College London. Suas áreas de interesse incluem a identificação de novas estratégias para efetivamente controlar a obesidade e suas consequências metabólicas. Trabalha com a investigação do sono e como a sua manipulação influencia o consume alimentar, balanço energético e risco metabólico. Participa como Nutrition Scientist no Project Sapiens, uma startup SME do King’s College London, que combina ciência de dados, inteligência artificial e ciência da nutrição, visando entender as diferenças no metabolism individual. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição. 14h- 17h - Nutrição e Genes: Nutrição Personalizada Otimizando a Saúde Desde que o genoma humano foi mapeado, houve um enorme aumento na compreensão das bases genéticas das doenças. Nutrigenética e Nutrigenômica prometem ser as novas formas de prevenir e tratar as doenças crônicas e portanto devem estar baseadas em evidências científicas válidas. Assim, estes novos conceitos precisam ser traduzidos em rotinas e práticas de saúde pública. Nesta apresentação vamos abordar as áreas emergentes da Nutrigenômica e da Nutrigenética e o potencial das dietas baseadas em genotipos. Serão apresentadas as pesquisas mais atuais no papel da Nutrigenômica e da Nutrigenética na Prevenção da hipertensão e doenças cardiovasculares, junto com os resultados das atuais intervenções nutricionais personalizadas. Finalmente, serão mostradas as ferramentas de avaliação de evidências científicas em Nutrigenética (aplicações práticas da pesquisa em Nutrigenética nas dietas personalizadas) e iremos compartilhar as práticas atuais e discutir as oportunidades de evolução. Profa. Dra. Leta Pilic, MPH, FHEA - PhD em Genômica Nutricional pela St Mary’s University Twickenham, UK. Graduação em Ciências Nutricionais e Mestrado em SETEMBRO 2018

Saúde Pública pela Andrija Stampar School of Public Health, Medical School, Croacia. Atualmente é Professora no Mestrado em Nutrição e Genética da St Mary’s University. Suas áreas de interesse são Nutrigenética, Nutrigenômica e Nutrição Personalizada, com foco de pesquisa em predisposição genética e sensibilidade ao sal e hipertensão. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição

23/agosto/2018 – quinta-feira - Auditório Gaivota 1 17h – 18h - 13º Simpósio Internacional da American Academy of Nutrition – Vídeo Conferência (USA) 17h – 18h - 13º Simpósio Internacional da American Academy of Nutrition and Dietetics (EUA) 17h-18h – Alergias Alimentares - Alergia Alimentar é uma Doença Atópica - Qual é a prevalência das Alergias Alimentares? - Quais são os fatores de risco para as Alergias Alimentares? - Como podemos prevenir as Alergias Alimentares? - Como diagnosticar as Alergias Alimentares? - Uma aborgagem compreensiva para o Tratamento das Alergias Alimentares - O Tratamento Nutricional - Conclusões Finais Prof. Dr. Virginia Stallings, MD - Professora de Pediatria na Universidade de Pensilvânia (Perelman School of Medicine), Diretora do Centro de Nutrição no Instituto de Pesquisa do Children’s Hospital de Philadelphia. Cortner Chair em Gastroenterologia e Nutrição. Membro da Academia Nacional de Medicina e Fellow da Sociedade Americana de Nutrição. Recebeu prêmios em pesquisa, ensino e serviços prestados pela Sociedade Americana de Nutrição, Academia Americana de Pediatria e Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina. Prof. Dr. Anna Maria Siega-Riz, PhD, RD - Epidemiologista Nutricional, Professora e Diretora de Pesquisas da Escola de Enfermagem da Universidade de Virginia. Possui mais de 200 artigos publicados em Nutrição Materna e Obesidade Infantil. Recebeu vários prêmios incluindo March of Dimes Agnes Higgins Award em Nutrição Maternal e Fetal e Excellence Award da Universidade da CaNUTRIÇÃO EM PAUTA

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Novos Desafios da Nutrição

rolina do Norte, Centro de Pesquisas da Saúde da Mulher.

23/agosto/2018 – quinta-feira - Auditório Colibri 9h-12h – 11º Simpósio Internacional de Gastronomia (Le Cordon Bleu) 9h-12h – Gastronomia Saudável, Vegetariana e Vegana Chef Giovanna de Rivero - Chef titulada do Instituto Le Cordon Bleu Perú, com 19 anos de experiencia na direção e administração de cozinhas dentro e fora do Peru, assessoria em restaurantes, conhecimentos de dietética, alimentação desportiva e comida saudável, gestão de pessoal, HACCP, catering, alto dominio de cozinhas especializadas do mundo (francesa, italiana, espanhola, mexicana e peruana), docência e capacitação de estudantes de gastronomia, especializando-se em novas tendências em cozinha saudável, vegetariana e vegana. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição.

23/agosto/2018 – quinta-feira - Auditório Colibri 14h-17h – 1º Simpósio ILSI - Desmitificando a Nutrição 14h – 14h45 - Dietas de Restrição Prof. Dr. Mauro Fisberg - Pediatra e Nutrólogo. Professor Associado do Setor de Medicina do Adolescente - UNIFESP. Membro do corpo de orientadores em Pediatria e Ciências Aplicadas a Pediatria - EPM - UNIFESP. Coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi - Hospital Infantil Sabará. Coordenador da Força Tarefa Estilos de Vida Saudável - ILSI Brasil e Membro do Conselho Cientifico e da Diretoria. Membro da Diretoria do Danone Institute International. IH 22. Graduado em Medicina pela UNIFESP, Residência em Pediatria e Doutorado em Pediatria pela UNIFESP. Alumni da Fundacao Kellog’s (Leadership Program Partners of the Americas) e da United Nations University- UNU- World Hunger Program. Ex Presidente e Secretário Geral da SLAIP- Soc. Latinoamericana de Investigacion Pediatrica. Chair do Projeto ELANS- Projeto Latino Americano de Saúde e Nutrição. 14h45 – 15h30 - Segurança de OGM

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Prof. Dr. Heidge Fukumasu - Médico Veterinário, Doutor em Ciências, área de Patologia Experimental e Comparada, Livre Docente em Oncologia Experimental e Comparada pela USP. Professor Associado da USP no Departamento de Medicina Veterinária da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, atuando principalmente nos seguintes temas: Oncologia Experimental e Comparada, Quimioprevenção do Câncer, Desenvolvimento de Modelos Experimentais e Biologia Molecular Aplicada à Produção Animal. Foi Diretor Científico da Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (ABROVET). Membro titular da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) sendo o atual Coordenador da Setorial Humana/Animal. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h – 16h45 - Edulcorantes Profa Dra. Maria Cecilia de Figueiredo Toledo - Engenheira de Alimentos e Doutora em Ciência de Alimentos pela UNICAMP, Pós-Doutorado em Toxicologia de Alimentos na Oregon State University, EUA. Professora Titular aposentada da Faculdade de Engenharia de Alimentos/ UNICAMP, atuando na área de segurança alimentar, com ênfase em aditivos alimentares e contaminantes. Assessora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) junto ao Mercosul e ao Comitê do Codex sobre Aditivos Alimentares (CCFA), compõe, desde sua criação, a Comissão de Assessoramento Técnico Científico em Alimentos Funcionais e Novos Alimentos (CTCAF) e o Grupo Técnico de Aditivos (GT-FA) da ANVISA. Em âmbito internacional é membro do “WHO Expert Advisory Panel on Food Safety” e do “FAO Roster of Experts for JECFA for meetings on food additives, contaminants and natural toxicants”. 16h45 – 17h – Discussões Finais 17h – 18h30 - Apresentação de Pôsteres

23/agosto/2018 – quinta-feira - Auditório Macuco 9h-17h30 - 14º Fórum Nacional de Nutrição Clínica e Esportiva 9h-12h - 14º Fórum Nacional de Nutrição Clínica NUTRIÇÃO EM PAUTA


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9h – 12h - Obesidade e Nutrição: Estamos Focando na Solução ou no Problema? Presidente de Mesa: Profa. Dra. Vera Silvia Frangella Nutricionista Docente do Curso de Graduação em Nutrição e Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Nutrição Clinica do Centro Universitário São Camilo - São Paulo. Mestre em Gerontologia pela PUC-SP, Especialista em Nutrição Clinica pela ASBRAN, Especialização em Terapia Nutricional Enteral e Parenteral pela SBNPE e em Gerontologia pela SBGG. 9h – 10h - Obesidade na Infância e Adolescência: por que prevenir e tratar? Profa. Dra Aline de Piano - Pós-Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. Coordenadora do curso de Mestrado Profissional em Nutrição: do Nascimento à Adolescência do Centro Universitário São Camilo. Docente do Mestrado Profissional em Nutrição e da Graduação de Nutrição do Centro Universitário São Camilo. Possui graduação em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30– 11h30 - Obesidade no Adulto e no Idoso: a simplicidade e complexidade do tratamento e as implicações Profa. Dra Vanessa Santis - Nutricionista e Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama filho e em Terapia Nutricional em Cuidados Intensivos pelo Ganep. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo. Professora de pós graduação do Centro Universitário São Camilo e Nutricionista Clínica Hospitalar no Hospital Heliópolis, em Oncologia. 11h30-12h – Discussões Finais 12h – 12h30 - Apresentação de Temas Livres 14h-17h30 - 14º Fórum Nacional de Nutrição Esportiva 14h –17h30 - Escolhas Alimentares e Exercício Físico: Vegetarianismo, Crossfit e Alimentação sem Modismos Presidente de Mesa - Prof. José Peralta SETEMBRO 2018

14h-14h45 - Nutrição Desportiva: Realidade em Consultório Prof. José Peralta - Nutricionista formado pela Escola de Nutrição da Universidade Nacional Mayor De San Marcos, Lima/Peru, - Mestre em Ciência dos Alimentos pela Universidade de São Paulo, Diretor Técnico da Clinica de Nutrição Peralta. 14h45-15h30 – Nutrição Vegetariana no Esporte Dra. Vanessa Melo Albacete - Nutricionista pela Universidade Paulista – UNIP, Pós-graduanda em Nutrição Esportiva pela Unicsul. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h –16h45 - Alimentação na Prática do Crossfit Dra. Paula Cavalini - Nutricionista pela Universidade São Judas Tadeu, Professora de Educação Física pela FEFISA - Faculdades Integradas de Santo André, Fisiologista do Exercicio pela UNIFESP/ Escola Paulista de Medicina, Pós graduada em Fitoterapia pela ASBRAN. 17h - 16h45 – 17h30- Discussões Finais 17h30 – 18h30 - Apresentação de Pôsteres

24 e 25/agosto/2018 - sexta-feira e sábado - Auditório Gaivota 1 8h30 – 18h30 - 19º Congresso Internacional de Nutrição, Longevidade e Qualidade de Vida 24/agosto/2018 - sexta (Auditório Gaivota 1) 8h30 -10h - Prevenção dos Transtornos Alimentares e Obesidade Presidente de Mesa - Dra. Erika Checon Blandino Graduada em Nutrição pela USP, Especialização em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP-e Mestrado em Saúde Pública pela USP. Atuou como nutricionista colaboradora do AMBULIM- Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Foi uma das fundadoras e atualmente é colaboradora do GENTA- Grupo de Estudos Em Nutrição e Transtornos Alimentares. NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

8h30 – 9h - Percepção de Alimentação Saudável. Profa Dra. Priscilla Koritar - Graduada em Nutrição pela USP, Mestrado e Doutorado em Nutrição em Saúde Pública pela USP. É membro do Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA) e Docente em diversos cursos de graduação e pós graduação em Nutrição. 9h-9h30 - Como o Nutricionista pode atuar na Prevenção. Profa Dra. Karin Dunker - Nutricionista pela FSP-USP, Mestre e Doutora em Nutrição Humana Aplicada interunidades – USP, Pós-Doutora em Psiquiatria e Psicologia Médica – UNIFESP, Docente do Instituto de Nutrição Comportamental e da Especialização em Nutrição Clínica do Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (PROATA) - UNIFESP e Coordenadora do Núcleo de Prevenção do GENTA. 9h30 – 10h - Como a Educação Física pode contribuir na Prevenção? Dra. Paula Teixeira - Profissional de Educação Física. Doutora em Neurociências e Comportamento pela USP. Especializada em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP. Colaboradora do AMBULIM (Programa de Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas de São Paulo). Membro do GENTA (Grupo Especializado em Transtornos Alimentares e Obesidade). É habilitada no método das cadeias musculares GDS e em facilitação de técnicas de Meditação Ativa. Possui artigos científicos e capítulos de livros na área de saúde mental. Idealizadora do Exercício Intuitivo Integrativo. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30- 12h45 – Nutrição e Saúde do Idoso Presidente de Mesa - Dra. Renata Aparecida da Rocha 10h30 – 11h15 - Papel do Nutricionista na Saúde do Idoso Prof. Dr. Cezar Henrique de Azevedo - Nutricionista pela São Camilo, Mestre pela USP, Doutorando na Universidade Católica de Santos. Ex-coordenador do curso de

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Nutrição e Professor da UniSantos. Membro da comissão de cursos da SBAN. 11h15-12h – A Importância dos Micronutrientes na Saúde do Idoso Dra. Graziela Biude - Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo; Mestre em Ciências dos Alimentos, na área de Nutrição Experimental, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP ; Doutoranda em Ciências dos Alimentos, na área de Nutrição Experimental, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP. Atua na área de Nutrição com ênfase em análise de selênio em alimentos, Avaliação do estado nutricional de populações (zinco, selênio, artrite reumatóide, obesidade), Bioquímica da Nutrição e Gênomica Nutricional. 12h-12h45 – O que encontramos em Instituições de Longa Permanência de Idosos: visitas realizadas pelos fiscais do CRN- 3 Dra. Renata aparecida da Rocha - Nutricionista pela Universidade de Sorocaba (UNISO), Nutricionista Fiscal do CRN3. 12h – 12h30 – apresentação Temas livres 12h30 – 14h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 14h – 17h45 – Nutrição, Doenças Cardiovasculares e Morbidades Associadas Presidente de Mesa: Profa. Dra. Nágila R.T. Damasceno Highlights em Nutrição 14h- 14h45- Funcionalidade da HDL: O que o Nutricionista deve saber Dra. Flávia de Conti Cartolano - Graduada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Especialista em Nutrição nas Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. Mestre e Doutoranda em Nutrição em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP. 14h45 – 15h30 – Nutrição e Cardio-Oncologia: qual o futuro? NUTRIÇÃO EM PAUTA


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Profa. Dra. Nágila R.T. Damasceno - Professora Associada do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública (USP) e Responsável pelo Grupo de Pesquisa em Oxidações Biológicas e Metabolismo Lipídico. Nos últimos anos tem coordenado pesquisas na área de Nutrição e Doenças Crônicas (DCV, Obesidade, Câncer, Epilepsia e Doenças Neurodegenerativas), com ênfase em aspectos lipídicos, oxidativos e inflamatórios modulados pelos ácidos graxos ômega-3. Diretora da Divisão de Nutrição e Dietética do Hospital Universitário (HU-USP), Membro da Diretoria do Departamento de Nutrição da SOCESP, Conselheira Científica do Conselho Regional de Nutrição (CRN3), Membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fluidos Complexos (INCT-FCx) e Membro do Conselho Deliberativo do Núcleo de Apoio à Pesquisa de Fluidos Complexos (NAP-FCx). Desde 2014 coordena o Programa de Cooperação Internacional Brasil - Suecia (CAPES-STINT), além de possuir parceria com grupos de pesquisa nacionais (UFPI, UECE, UNIFOR, UFC, UFF) e estrangeiros (Harvard University e Universidade de Barcelona). Nutricionista pela Universidade Estadual do Ceará, Mestrado e Doutorado em Ciências dos Alimentos pela USP. Realizou estágios de Pós-doutoramento em Imunologia (USP) e Nutrição e Endocrinologia (Universidade de Barcelona, Espanha). 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição Atualidades em óleos e Gorduras 16h-16h30- Ômega -3 Dr. João Motarelli - Educador Físico, Nutricionista, Especialista em Nutrição Esportiva e Mindfulness, Mestrando em Ciências da Saúde Aplicado a Cardiologia pela Unifesp, Nutricionista do Setor de Lípides da UNIFESP e Presidente do Departamento de Nutrição da Regional ABC da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). 16h30-17h- Gorduras Saturadas Dra. Juliana Kato - Nutricionista, Doutoranda em Ciências da Saúde Aplicada a Cardiologia pela UNIFESP, Membro do Diretório de Nutrição da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nutricionista do Setor de Lípides da UNIFESP e Diretora Científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). SETEMBRO 2018

17h – 17h30 – Terapia Nutricional: das Evidências Científicas à Prática Clínica 11h15 – 12h15 – Nutrição e Gastronomia na Hotelaria Dra. Valéria Machado – Nutricionista, Especialista em Nutrição Esportiva, Mestre e Doutoranda em Ciências da Saúde aplicada a Cardiologia pela UNIFESP, Coordenadora do Ambulatório de Nutrição do Setor de Lípides da UNIFESP e Diretora Científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). 17h30 – 18h30 - Apresentação de Pôsteres 25/agosto/2018 - sábado (Auditório Gaivota 1) 8h30 – 17h30 - 19º Congresso Internacional de Nutrição, Longevidade e Qualidade de Vida (Auditório Gaivota 1) 8h30 – 12h - Mindfulness e Mindful eating: Cultivando a Presença na Vida e na Alimentação para Promoção da Saúde Presidente da Mesa – Profa. Dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo 8h30 – 9h15 – Mindfulness e Doenças Crônicas Prof. Dr. Marcelo Demarzo – Médico Especialista em Mindfulness. Formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, Doutor em Patologia, Pós Doutor em Mindfulness e Saúde Mental (Universidad Zaragoza). Especialista em Medicina de Família e Comunidade e em Medicina do Esporte e do Exercício. Docente da Escola Paulista de Medicina, UNIFESP. Orientador Permanente no Programa de Mestrado e Doutorado em Saúde Coletiva da UNIFESP. Pesquisador Médico e Orientador de Mestrado e Doutorado do Hospital Israelita Albert Eisntein, São Paulo. Pesquisador colaborador na USP e nas Universidades de Zaragoza, Valência (Espanha) e Universidades de Harvard e Oxford. 9h15 -10h - O Comer Consciente e o Saber: a Comida na Cultura e a Cultura da Comida. Dr. Paulo Turziani - Médico Veterinário pela Universidade Estadual de Londrina, Pós graduação em Marketing NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

MBA- Fundação Getúlio Vargas, - Pós graduação em Tecnologia da Alimentação, Universidade Estadual de Londrina, Master em Cultura Alimentar na Universidade de Roma – Tor Vergata –Roma, Itália, Master em Gastronomia Italiana, ALMA Escola Internacional- Parma - Itália, Especialista em Mindfulness , Unifesp – São Paulo. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30 - 11h15 - Mindful Eating: Conceito e Evidências Científicas na Promoção da Saúde e Manejo do Peso Profa. Dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo - Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo, em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos (Neurologia UNIFESP), Mestre em Epidemiologia e Doutora em Ciências pelo Depto de Medicina Preventiva da UNIFESP. Pós Doutoranda em Saúde Coletiva com foco em Mindful Eating - UNIFESP/EPM. Instrutora de Mindfulness para Promoção da Saúde pelo Centro Mente Aberta/ UNIFESP, em Desenvolvimento da Compaixão pelo Instituto Cultivo, México e de Mindful Eating no Protocolo MB-EAT da Universidade de Indiana. Docente do Ensino Superior desde 1995. Foi Coordenadora do Curso de Nutrição UMESP. 11h15 - 12h – Mindful Eating e Compaixão Profa. Odisseia Marli Gimenes Martins - Martins Farmacêutica, Especialista em Mindfulness pela UNIFESP, em Formulação Magistral e em Qualidade e Reengenharia. Instrutora de Mindfulness para Promoção da Saúde pelo Centro Mente Aberta/ UNIFESP, em Desenvolvimento da Compaixão pelo Instituto Cultivo, México e de Mindful Eating no Protocolo MB-EAT da Universidade de Indiana. 12h – 12h30 – apresentação de Temas livres 12h30 – 14h – intervalo para almoço e visita aos pôsteres e exposição 14h-17h - Nutrição em Quimioterapia e Radioterapia Presidente de Mesa –Dra Thais Manfrinato Miola – Nutricionista Coordenadora Clínica do ACCamargo Cancer Center. Doutoranda em Ciências na Área de Oncologia. Mestre em Ciências na Área de Oncologia. Especialista em Nutrição Clínica e Oncológica. Coordenadora do

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Programa de Residência Multiprofissional de Nutrição em Oncologia do ACCamargo Cancer Center. Presidente do Numaco – Núcleo Multidisciplinar de Apoio à Cirurgia Oncológica. 14h – 14h30 - Uso de Antioxidantes durante a Quimioterapia e Radioterapia Dra. Simone Tamae Kikuchi - Nutricionista do Centro Oncológico do Hospital Sírio Libanês, Tutora da Residência Multiprofissional no Cuidado ao Paciente Oncológico, Coordenadora do Grupo de Estudos NutriOnco, Especialista em Nutrição em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein, Especialista em Preceptoria no SUS pelo Hospital Sírio Libanês. 14h30 – 15h - Fitoterápicos: Podemos ou não Usar? Dra. Ana Carolina Cantelli - Nutricionista Clínica do A.C. Camargo Cancer Center, Mestranda em Ciências da Saúde pela Fundação Antônio Prudente, Pós-graduada em Fitoterapia Clínica pelo Instituto de Metabolismo e Nutrição, Especialização em Nutrição Clínica pelo GANEP, Aprimoramento em Nutrição em Oncologia pela Fundação Antônio Prudente, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. 15h-15h30 – Prebióticos, Probióticos e Simbióticos Profa. Dra. Katia C. C. Braz - Nutricionista do Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Docente do Curso de Graduação da UNIP, Especialista em Terapia Nutricional pela BRASPEN, Mestre em Oncologia pelo AC Camargo Cancer Center. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h-16h30 - Intervenções Nutricionais na Radioterapia em Região Pélvica: Teoria X Prática Profa. Dra. Ana Paula Barrere - Graduação em Nutrição pela PUC de Campinas , Mestre em Ciências da Saúde Hospital Israelita Albert Einstein. Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela SBNPE e em Nutrição Hospitalar Geral pelo ICHC-FMUSP . Conteudista e tutora do ensino a distância do HIAE em Terapia Nutricional em Oncologia. Membro da Sociedade Brasileira de Nutrição Enteral e Parenteral (BRASPEN) e do American Academic of Nutrition and Dietetics. Nutricionista Sênior do Centro NUTRIÇÃO EM PAUTA


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de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein. 16h30 – 17h – Alimentos e Nutrientes que Potencializam a Quimioterapia: o que a Literatura diz Dra. Thais Cardenas - Nutricionista pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Mestre em Nutrição Humana pela USP, Especialista em Nutrição Clínica pela ASBRAN, Nutricionista Chefe do Serviço de Nutrição do Instituto Brasileiro de Controle de Câncer e Coordenadora Técnica da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN) do IBCC. 17h-17h30 – Discussões Finais.

24 e 25/agosto/2018 - sexta-feira e sábado - Auditório Colibri 8h30 – 18h30 - 19º Congresso Internacional de Gastronomia e Nutrição 24/agosto/2018 - sexta (Auditório Colibri) 8h30 – 10h45 - Gestão da Equipe de Nutrição e Contrato da Empresa Terceirizada e Autogestão Presidente de Mesa - Dra. Cibele Regina Laureano Gonsalves 8h30 – 9h15 - Gestão de Conflitos de Pessoas Dra. Cibele Regina Laureano Gonsalves - Nutricionista pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) com Especialização em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho, cursando MBA em Gestão de Saúde pela São Camilo. Foi nutricionista clínica do Instituto de Ortopedia do-HCFMUSP e do InCor. Foi membro do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). 9h15 – 10h - Gestão no Serviço de Nutrição em Hospital Público (serviço terceirizado) Dra. Valéria Simone Furtado - Nutricionista pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).Mestre em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo (USP).Lato Sensu em Administração Geral pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Desenvolveu SETEMBRO 2018

atividades na área de Nutrição como: nutricionista clínica em hospitais públicos e privados, professora universitária, auditora de qualidade em empresas nacionais e multinacionais, supervisora e gerente de operações em empresas de grande porte. Atualmente atua na supervisão de Serviço de Nutrição e Dietética de hospital público. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30 – 11h15 – Gestão no Serviço de Nutrição em Hospital Privado (serviço terceirizado) Dra. Jéssica Helena da Silva – Nutricionista pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), MBA em Administração Hospitalar e de Sistemas de Saúde (CEAHS)-Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), Mestre em Ciências (PRONUT) -Universidade de São Paulo (USP) e Pós-graduada em Nutrição Hospitalar pelo HCFMUSP. Foi Nutricionista Clínica e Nutricionista Encarregada do Hospital Auxiliar de Cotoxó-HCFMUSP. Ex-Coordenadora Técnica do Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Nardini. Recebeu Menção Honrosa como Destaque Profissional de 2017 “Prêmio Eliete Salomon Tudisco”2017 pelo CRN3-SP. Gestora Hospitalar da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Clínica- Instituto Central-HCFMUSP. 11h15 – 12h - Auto Gestão no Serviço de Nutrição Dra. Juliana Simoes – Gerente de Gastronomia do Hcor, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo, Especialização em Vigilância Sanitária dos Alimentos pela Faculdade de Saúde Publica/USP. MBA em Gestão de Serviços de Saúde pela FGV. 12h – 12h30 – apresentação Temas livres 12h30 – 14h – intervalo para almoço e visita aos pôsteres e exposição 14h-17h45 - O Desafio do Desenvolvimento de Competências no Varejo de Alimentos: da Rotulagem à Gestão de Pessoas Presidente de Mesa - Profa. Dra. Rosana Toscano Ferreira - Nutrição pela Universidade de Mogi das Cruzes e Mestrado em Interunidades em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo. Docente do Centro Universitário São Camilo - SP. Tem experiência na área de NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Nutrição, com ênfase em Análise Nutricional de População, atuando principalmente em Unidades de Alimentação e Nutrição.

17h30 – 18h30 - Apresentação de Pôsteres

14h-14h45 – O Desafio do Desenvolvimento de Competências no Varejo de Alimentos Profa. Dra. Maria Cristina Rubim Camargo - Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Especialização em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Docente do curso de Nutrição e Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Gestão de Negócios em Alimentação e Nutrição, no Centro Universitário São Camilo.

8h30 – 17h30 - 19º Congresso Internacional de Gastronomia e Nutrição (sala Colibri)

14h45-15h30 – As Especificidades do Varejo de Alimentos Profa. Dra. Cristina Rebolho da Silva - Graduada em Nutrição pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e Mestrado em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual de Campinas. Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo e Supervisora de Estágios em Estabelecimentos Comerciais e Indústrias de Alimentos. Tem experiência na área de Nutrição, com ênfase no varejo de alimentos. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h-16h45 Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional Profa. Dra. Tatiana Cristina Teixeira Eto - Graduada em Nutrição - UniABC, Mestre em Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Nutrição da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, MBA em Gestão Empresarial FGV -SP, Formação em Coaching de Saúde e Bem Estar - WELLNESS COACHING/USA. Docente Convidada do Curso de Pós Graduação em Gestão de Negócios em Alimentação e Nutrição no Centro Universitário São Camilo. 9h15 – 10h00: A tríade da atleta 16h45 - 17h30 - Liderança e Gestão de Pessoas Dra. Cilene Aparecida Saez Moreno - Graduada em Psicologia, com Especialização em Recursos Humanos na Gestão de Negócios pela Universidade São Judas Tadeu e Sócia Diretora do Cilene Aparecida Saez Moreno ME.

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SETEMBRO 2018

25/agosto/2018 - sábado (Auditório Colibri)

8h30 – 11h30 – Empreendedorismo e Coaching na Nutrição Presidente de Mesa: Profa. Dra. Daniela Cierro 8h30-9h15- Despertar o Empreendedor em mim para Conquistar o Sucesso Almejado Profa. Adriana Palermo de Andrade - Master Coaching (SBC), Master em PNL (ABPNL), Consultora Organizacional, com Especialização em Liderança e Administração, Profissional de Ajuda da Escola VIDA há mais de 4 anos, cursos de formação em desenvolvimento humano e organizacional e certificação em Assessments. Herdeira no segmento de alimentação, trabalha como diretora em uma das empresas da família por mais de 15 anos e se aprimorou em gestão de empresas familiares em programas como o Curso de Gestão de Empresa Familiar (FGV), o Seminário de Formação para Sócios e Herdeiros (Bernhoeft), Formação em Constelação Familiar (Instituto Peter Spelter) e Reconstrutivas (Carola Castillo). Participou de programas de formação no Disney Institute, além de treinamentos nas área de liderança, formação gerencial, comportamento organizacional, relações interpessoais, excelência em atendimento ao cliente, entre outros. Como executiva, conduziu processos de reestruturação administrativa, implementação de área de RH e criação de estrutura permanente de T&D. Consultora e coach, vem ajudando diversas empresas e profissionais a encontrar seu melhor desempenho. Ministra programas de treinamento e desenvolvimento personalizados. Professora de Pós graduação do INSIRA Educacional, ministra aulas de Gestão de Pessoas com Ferramentas de Coaching ampliando a eficácia. 9h15 – 10h - Na era das Startups - como o Nutricionista pode se Posicionar e Crescer Profa. Dra. Daniela Cierro - Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica, Personal e Professional Coach, Master em Neurolinguística. Membro da diretoria da ASBRAN - Associação Brasileira de Nutrição, Membro da NUTRIÇÃO EM PAUTA


23 à 25 de agosto de 2018

Sociedade Brasileira de Coaching, Docente em diversas instituições no Brasil. É Diretora da Sociedade Brasileira de Personal Diet, Colaboradora do livro Coaching - grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários. 10h-10h30 - Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30-11h15 - Fazer e Acontecer: Empreendedorismo e Coaching Aplicado, Ampliando o Poder de Ação Prof. Orlaniro Ros Neto – Treinador de equipes para obtenção de Alta Performance, Personal e Professional Coach (SBC), Membro da Sociedade Brasileira de Coaching, Master em Programação Neurolinguística (ABPNL). Sócio diretor da Sociedade Brasileira de Personal Diet e palestrante de diversas instituições, colaborador do livro Coaching - grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários. 11h15 – 12h - Discussões Finais 12h – 12h30 – apresentação de Temas livres 12h30 – 14h – intervalo para almoço e visita aos pôsteres e exposição 14h-17h – Gestão da Qualidade, Controle Higiênico-Sanitário Presidente Mesa - Dra. Laura Magrini Luiz Alonso 14h-14h45 – Qualidade: Investimento ou Despesa? Dr. Rafael Senger do Amaral - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Pós Graduado em Gestão de Serviços de Alimentação pelo Senac, Sommelier de Cerveja pela Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo e Confeiteiro pelo Senac. Atua no ramo de alimentação há mais de 10 anos, com experiência em administração de serviços de alimentação, controle da qualidade, planejamento e desenvolvimento de produtos. Atualmente é coordenador da empresa RM Soluções. 14h45- 15h30 – Gestão por Processo: uma Ferramenta de Planejamento e Análise. Dra. Laura Magrini Luiz Alonso - Nutricionista pela Universidade São Judas Tadeu – USJT, com Especialização SETEMBRO 2018

em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico-Sanitário pelo Instituto Racine. Especialista em Sistemas de Gestão Integrados da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social pelo Senac. Auditora interna na norma ISO 9001. Docente no Instituto Racine nas disciplinas de Tendências e Inovações, Estratégia, Sistemas e Controle da Qualidade, Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Possui experiência em administração de restaurantes e consultoria em gestão da qualidade. Atualmente é supervisora na empresa RM Soluções. Membro da diretoria da Associação Paulista de Nutrição - APAN. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h – 16h45 – Interpretação de Análises Microbiológicas e a Nova Legislação Dr. Eneo Alves da Silva Jr - Biomédico, Mestre e Doutor em Microbiologia e Higiene de Alimentos, Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais, Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela, Integrante do Conselho Editorial da Revista Higiene Alimentar, Consultor da ANVISA para a Copa 2014 e para a revisão da RDC 12, Consultor do CVS para revisão da Portaria CVS 5, Consultor do Programa Mesa Brasil SESC 16h45 – 17h30 – Considerações Finais

24 e 25/agosto/2018 – sexta-feira e sábado (Auditório Macuco) 8h30 – 18h30 - 6º Congresso Multidisciplinar de Nutrição Esportiva (Auditório Macuco) 24/agosto/2018 – sexta (Auditório Macuco) 8h30 – 12h30 - Cetogênese Nutricional: A Redescoberta de Um Potencial Metabólico Presidente de Mesa - Profa Dra. Mirtes Stancanelli 8h30 – 9h15 - Cetogênese: a Bioquímica dos Órgãos. Há Prejuízo no Funcionamento do Fígado, Músculo, Tecido Adiposo, Coração e Cérebro? Profa. Dra. Fernanda Lorenzi Lazarim - Doutorado em Biologia Molecular – Unicamp. Positive Coach pela SBNUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Coaching. Sócia Fundadora do Grupo Minian: Educação e Qualidade de Vida. 9h15 – 10h - Cetogênese e Performance Esportiva: é Possível Potencializar as Adaptações do Exercício? Prof. Dr. Thiago Fernando Lourenço - Doutor em Biodinâmica do Movimento pela Unicamp. Docente de Graduação do Curso de Educação Física da Faculdade Anhanguera de Campinas e do Curso de Medicina da Faculdade São Leopoldo Mandic – Campinas. Diretor Científico do Grupo Minian. 10h - 10h30 – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30 – 11h15 - Cetogênese e Emagrecimento: Estratégia Eficiente e Nutritiva? Profa. Dra Mirtes Stancanelli - Mestre em Biologia Molecular pela UNICAMP. Positive Coaching pela SBCoaching. Nutricionista de diversas modalidades esportivas a mais de 20 anos. Sócia Fundadora do Grupo Minian: Educação e Qualidade de Vida. 11h15 – 12h - Cetogênese: da Teoria ao Prato. Profa. Dra. Andrea Esquivel - Especialista em Gastronomia, Gastroenterologia e Marketing de Alimentos. Nutricionista. Diretora da empresa Gastronomia Nutritiva Caiaffa Esquivel – Consultoria em Gastronomia, Nutrição e Marketing, que atende restaurantes comerciais e indústrias alimentícias a mais de 18 anos.

Humana) pela Universidade de São Paulo, Doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela USP. Docente do curso de Graduação em Nutrição, pós-graduação em Nutrição Clínica e pós-graduação em Nutrição Esportiva em Wellness do Centro Universitário São Camilo. 14h45 – 15h30 -Atualizações em Manejo Dietético e Suplementação Nutricional para Esportistas e Atletas Vegetarianos Prof. Marcos Vinicius Santos Quaresma - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Especialista em Fisiologia do Exercício Aplicada à Clínica pela UNIFESP-BS Especialista em Nutrição Esportiva: Bases fisiológicas, bioquímicas e moleculares pela FAPES-SP, Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Docente do curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h -16h45 - Suplementação de Creatina e Beta Alanina no Desempenho Esportivo de Atletas Vegetarianos Dr. Pedro Perim -Nutricionista, Mestrando pela Faculdade de Medicina da USP, Pesquisador do Grupo de Pesquisa de Fisiologia Aplicada e Nutrição da USP, Coordenador Científico do Science Play, Redator BF Eventos, Speaker e Consultor Técnico da Glanbia Performance Nutrition, Nutricionista do Setor de Lipides e Aterosclerose da UNIFESP. 16h45- 17h15 - Discussões Finais

12h – 12h30 – apresentação de Temas livres

17h15 – 18h30 - Apresentação de Pôsteres

12h30 – 14h – intervalo para almoço e visita aos pôsteres e exposição

25/agosto/2018 – sábado (Auditório Macuco)

14h-17h45 - Nutrição em Esportes e Vegetarianismo Presidente de mesa: Profa. Dra. Luciana Setaro - Doutora em Ciências dos Alimentos – USP. Coordenadora do curso de pós graduação em Nutrição Esportiva e Wellness - São Camilo. Docente do Centro Universitário São Camilo. 14h – 14h45 - Mitos Nutricionais em Academias Profa. Dra. Aline David - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Mestrado em Ciências (Fisiologia

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SETEMBRO 2018

8h30 – 17h30 - 6º Congresso Multidisciplinar de Nutrição Esportiva (Auditório Macuco) 8h30 – 12h30: Nutrição Esportiva da Ciência à Prática nos Esportes de Combate Olímpicos Presidente Mesa - Profa Dra Luciana Rossi 8h30 – 9h15 - Exames Laboratoriais e Esportes de Combate: foco na Detecção da Desidratação e Hiponatremia Profa Dra Tatiane Vanessa de Oliveira - Graduada em NUTRIÇÃO EM PAUTA


23 à 25 de agosto de 2018

Nutrição pela Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL. Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho. Doutora em Ciências pelo Instituto do Coração, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Professora do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário SENAC. 9h15 – 10h - Hidratação Personalizada nos Esportes de Combate: Experiência com Projeto São Paulo Olímpico da FPK. Profa Dra Luciana Rossi - Graduada em Nutrição pela FSP-USP, Mestre em Ciências dos Alimentos pela FCF – USP. Doutora pelo PRONUT –USP, Pós-Doutoranda FCF-USP. Docente da Universidade Anhembi Morumbi. Nutricionista responsável pela área de esportes do Centro Integrado em Saúde (CIS) da Anhembi Morumbi. Nutricionista do Projeto São Paulo Olímpico da Federação Paulista de Karatê (FPK). Organizadora do livro: Avaliação Nutricional, novas perspectivas (1ª e 2ª edições). Autora do livro de Avaliação Nutricional do Fitness ao Wellness. 10h - 10h30 – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 10h30 – 11h15 - Prescrição Proteica e Hipertrofia nas Lutas e Esportes de Combate. Dr Humberto Nicastro - Graduado em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Doutorando do Laboratório de Nutrição e Metabolismo Aplicados à Atividade Motora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP). Tem como principal linha de pesquisa o estudo dos efeitos terapêuticos e moleculares da suplementação de aminoácidos sobre o remodelamento da musculatura esquelética. 11h15 – 12h – Suplementação da HMB e seu Impacto na Composição Corporal e Rendimento de Atletas de Luta. Dra Marília Seealander - Graduação em Biologia pela Universidade de São Paulo. Mestrado em Ciências (Fisiologia Geral) pela USP. Doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela USP. Pós-Doutorado em Metabolismo (Universidade de Oxford, Reino Unido, em Bioquímica da Nutrição (Universidade de Potsdam, Alemanha), em Bioquímica do Câncer (Universidade de Barcelona, Espanha). Livre-Docência em Histologia e Embriologia (USP). Professor Associado da USP (Departamento de Biologia SETEMBRO 2018

Celular), com vinculação subsidiária- Departamento de Cirurgia, FMUSP. Tem experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Metabolismo e Bioenergética, atuando principalmente nos seguintes temas: caquexia associada ao câncer, tecido adiposo, exercício, suplementação nutricional e metabolismo lipidico. Editor, Frontiers in Clinical Nutrition. 12h – 12h30 – apresentação Temas livres 12h30 – 14h – intervalo para almoço e visita aos pôsteres e exposição 14h –17h30 – Dieta vegetariana Compostos Bioativos Presidente de Mesa – Profa. Dra Sonia Tucunduva Philippi - Docente e Pesquisadora da Universidade de São Paulo - Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Nutrição. Professora Associada nível 3, com Mestrado e Doutorado pela USP. Bolsista produtividade em pesquisa do CNPq. Coordenadora da Coleção Guias de Nutrição e Alimentação da Editora Manole. Autora de inúmeros livros, capítulos de livros e artigos publicados em nível nacional e internacional. Autora do software VirtualNutriPlus WEB. Foi presidente da APAN, diretoria da ASBRAN, do Conselho consultivo da SBAN e vice-presidente do Conselho Regional de Nutricionistas - CRN3. 14h-14h45 - A dieta Vegetariana e seus Principais Compostos Bioativos Profa. Dra Carolina Pimentel - Mestrado e Doutorado FSP/USP. Professora Titular da UNIP. 14h45-15h30 - Dieta Vegetariana e Saúde Oral: Existe Relação? Dr Rodrigo Elias Oliveira - Coordenador do Projeto Salivar, Pesquisador - Disciplina de Periodontia, Faculdade de Odontologia - USP. 15h30 - 16h – Intervalo e visita aos pôsteres e exposição 16h –16h45 - As Tendências no Mercado de Bioativos estão Baseadas em Evidências? Dra Maria Fernanda Elias - Mestrado e Doutorado – USP, Gerente de comunicações da DSM Nutritional Products. 16h45 – 17h30- Discussões Finais NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

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Trabalhos Científicos Apresentados: Temas Livres e Pôsteres Nome

Tipo

Trabalho

EFICÁCIA DA DIETA CETOGÊNICA CLÁSSICA E DAS ALTERNATIVAS QUE PARTEM DA MESMA NO TRATAMENTO DA EPILEPSIA DE DIFICIL Aline Dayane Tema livre CONTROLE MEDICAMENTOSO, UMA REVISÃO DE LITERATURA. Souza, Silva de Souza Clínica ADS;Fagiani, MAB; Genaro, SC. Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), Presidente Prudente, Brasil. Aline Veroneze de Mello

DESIGUALDADES NA QUALIDADE DA DIETA DE RESIDENTES DO MUTema Livre NICÍPIO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL, 2003-2015. S.Pública Mello AV, Sarti FM, Pereira JL, Goldbaum M, Cesar CLG, Alves MCGP, Fisberg RM.Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública, São Paulo, Brasil.

Carolina M. Vicentini-Polette

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE MELADOS DE CANA-DE-AÇÚCAR. Vicentini-Polette, C*; Orlandi, RDM; Ferro, RB; Belé, Tema Livre JSAH; Borges, MTMR; Antonini, RGC; Verruma-Bernardi, MR. Universidade S.Pública Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil.

Carolina M. Vicentini-Polette

ANÁLISE SENSORIAL DE MELADO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM SUCO Tema Livre DE LIMÃO. Belé, JSAH; Verruma-Bernardi, MR. Universidade Federal de São Food Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil.

Cristiane Regina Mendes de Aguiar

Pôster S. Pública

PERFIL DE PESSOAS SUBMETIDAS À CIRURGIA BARIÁTRICA DO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO/SP.AGUIAR, C. R. M,; SANTOS, P. P.; MARCHIORI, J. M. G*. Centro Universitário UNIFAFIBE, Bebedouro/SP. Brasil.

Cristiane Regina Mendes de Aguiar

Pôster S. Pública

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE COXINHAS DE FRANGO COMERCIALIZADAS NA ÁREA CENTRAL DO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO/ SP.AGUIAR, C. R. M.*; FALCÃO, L. P.; GONÇALVES, A. A.; LARANJA, A. C. G; MARCHIORI, J. M. G.; SANTOS, P. P.; SPIRONELLO, I. P.; TOLEDO, A. C. L. Centro Universitário UNIFAFIBE, Bebedouro/SP.Brasil.

Danielle Nogueira Melo

INFLUÊNCIA DO POLIMORFISMO RS9939609 DO GENE FAT MASS AND OBESITY-ASSOCIATED (FTO) NO PADRÃO DE INGESTÃO ALIMENTAR DE Tema Livre GESTANTES ADULTAS EUTRÓFICAS E COM OBESIDADE PRÉ-GESTAClínica CIONAL, MELO, D, SOARES-MOTA, M. Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Instituto de Nutrição Josué de Castro, Rio de Janeiro, Brasil.

Dhovana Henrsichen Rizzardi

Pôster S.Pública

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PERCEPÇÃO NUTRICIONAL NA ESCOLA: DO PREPARO À OFERTA DA MERENDA. DE OLIVEIRA L.M.; SILVA H.M.V.; PADOIN M.J.; RIZZARDI D. H.*CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR.

SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA


Nome

Tipo

Trabalho

Dhovana Henrsichen Rizzardi

ANALISE DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM ESPôster S.Pú- COLAS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO EM ÁREAS RURAIS E URBANAS blica NO MUNÍCIPIO DE GUARANIAÇU NO PARANÁ. SAMPIETRO R.; NAKATANI M.; PADOIN M.J.; RIZZARDI D. H.* CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR.

Driele Ap. Ramos Cavalcanti

INGESTÃO DE MACRONUTRIENTES DE ATLETAS DE KARATÊ DE ALTO Tema livre NÍVEL DO PROJETO SÃO PAULO OLÍMPICO. Cavalcanti D.; Rossi. UniversiEsporte dade Anhembi Morumbi, São Paulo, Brasil.

Evellyn A. Gordiano

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE MULHERES COM OBESIDADE, Tema Livre ANTES E APÓS INTERVENÇÃO NUTRICIONAL COM ENTREVISTA MOClínica TIVACIONAL. CHAHIN, B.M.; GARCIA A.P.; PONTES J; GORDIANO, E.A.; VILELA, R.M.Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba - Brasil. ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO DE SUPLEMENTOS TAMPONANTES:

Felipe Miguel Tema Livre UM NOVO CAMINHO PARA NOVAS DESCOBERTAS.MARTICORENA, F.M; Marticorena Esporte

PERIM, P.Centro Universitário São Camilo, São Paulo, Brasil. .

FATORES GENÉTICOS ENVOLVIDOS NO METABOLISMO DA CAFEÍNA

Felipe Miguel Tema Livre E IMPACTO NA PERFORMANCE DE ATLETAS. MARTICORENA, F.M; PEMarticorena Esporte

RIM, P.Centro Universitário São Camilo, São Paulo, Brasil.

Fernanda M. D. Escaldelai

IDADE MATERNA E EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS MENORES DE Pôster S.PúDOIS ANOS DE IDADE. Escaldelai FMD, Augusto RA, Souza JMP. Faculdade blica de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. .

Fernanda M. D. Escaldelai

ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE PACIENPôster S.PúTES DESNUTRIDOS COM FIBROSE CÍSTICA. Escaldelai, FMD. Faculdade de blica Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.

Gisele Pontaroli Raymundo

CONHECIMENTO SOBRE NUTRIÇÃO E PERFIL NUTRICIONAL DE FREPôster Es- QUENTADORES DE ACADEMIAS ESPORTIVAS EM CURITIBA-PR. Bernarporte do, M.F.; Raymundo, G.P. – Pontifícia Universidade Católica de Paraná - PUCPR – Curitiba, PR - Brasil.

Gisele Pontaroli Raymundo

Pôster S.Pública

AVALIAÇÃO DOS hábitos ALIMENTARES E DO ESTILO de vida EM ACADÊMICOS dE Um curso de Nutrição de CURITIBA – PR.KUDIESS, A.; Nabeiro, A.P.C.; Raymundo, G.P. – Pontifícia Universidade Católica de Paraná – PUCPR Curitiba, PR - Brasil.

NOVAS PERSPECTIVAS NOS NÍVEIS SÉRICOS DE VITAMINA D E SUA RELAÇÃO COM A QUALIDADE DO SEMEN EM HOMENS. Ciccone IM¹², Pariz JR123, Costa EMF2,4, Hallak J123.1 - Departamento de Urologia/ Faculdade de Tema Livre Inari Ciccone Medicina da Universidade de São Paulo FMUSP; São Paulo, Brasil.2- AndroscienClínica ce – Clínica e Laboratório de Referência em Andrologia, São Paulo, Brazil;3- Unidade de Toxicologia Reproutiva, Departamento de Patologia, FMUSP, São Paulo, Brasil, 4 – Departamento de Endocrinologia, FMUSP, São Paulo, Brasil. SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Nome

Jéssica Madeira

Jhéssica Samara Abreu Holsbach Silva Belé Jhéssica Samara Abreu Holsbach Silva Belé

Tipo

Trabalho

ALIMENTAÇÃO DA MULHER NA MENOPAUSA E/OU CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA.Madeira, J¹; Barim, EM²; Dias, LCGD³; Cintra, RMGC³. 1 Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e Idoso, Departamento de Enfermagem, Faculdade de Medicina de Botucatu, UniPôster Saú- versidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP – Botucatu -São de Pública Paulo – Brasil.2 Centro de Saúde Escola, Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP – Botucatu – São Paulo – Brasil.3 Departamento de Educação, Instituto de Biociências de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP – Botucatu – São Paulo – Brasil.

Pôster Food

COMPARAÇÃO DE ANÁLISE SENSORIAL DE COR E INSTRUMENTAL EM MELADOS DE CANA-DE-AÇÚCAR. Decicino, M; Silva-Belé*, J; Vicentini-Polette, C; Spotto, M.; Verruma-Bernardi, M. Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil.

Pôster Food

COMPARAÇÃO DE TÉCNICAS SENSORIAIS EM MELADO DE CANA-DE-AÇÚCAR. Baracat, M; Silva-Belé*, J; Vicentini-Polette, C.; Verruma-Bernardi, M.Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil. SEMÁFORO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL: UMA ESTRATÉGIA DE EDU-

Kassia Maiana Pôster S.Pú- CAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM UMA UNIDADE MUNICIPAL Pompeu blica DE SAÚDE EM BELÉM, PARÁ.Gonçalves, K; Souza, L; Almeida, L; Bandeira, Gonçalves

C; Mori, R; Carvalhal, M. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil.

REPRESENTAÇÃO DOS TEORES DE AÇÚCAR, SAL E GORDURA NOS ALIMENTOS COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIOKassia Maiana Pôster S.PúNAL EM UMA UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE EM BELÉM, PA.ALMEIPompeu blica DA, L; GONÇALVES, K; SOUZA, L; BANDEIRA, C; MORI, R; CARVALHAL, M. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil. CIRCUNFERÊNCIA DO PESCOÇO COMO INDICADOR INDEPENDENTE

DE ESTEATOSE HEPÁTICA NÃO ALCÓOLICA NAS MULHERES: RESULLaura Tema Livre Luiza Menezes TADOS DO ELSA-BRASIL Santos, LLM1; Barreto, SM2; Figueiredo, RC1. 1UniS.Pública Santos versidade Federal de São João Del Rei. 2Universidade Federal de Minas Gerais. Divinópolis, Minas Gerais – Brasil.

CONSUMO ALIMENTAR DE PESSOAS IDOSAS INSTITUCIONALIZADAS

Layana Rodri- Pôster S.Pú- NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE TERESINA (PI). Chagas, L. R.; Fausgues Chagas blica tino, L. A.; Silva, R. L.; Ribeiro, W.S.; Paula, L. O.; Vasconcelos, V. M. S. Centro

Universitário UNINOVAFAPI.

Linda Susan de Almeida Araújo

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ALIMENTO X LIBIDO. L. S. de Almeida Araújo 1; B. H. de Sousa Nunes 2;1. Tema Livre Professor/ Coordenador do Curso de Bacharelado em Nutrição. 2. Graduada em Food Nutrição. Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba/ João Pessoa/Paraíba/Brasil. SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA


Nome

Tipo

Trabalho

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE NUTRICIONISTAS RESIDENTES DE UM PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM CUIDADOS PALIATIVOS EM ONCOLOGIA SOBRE O TEMA SEGURANÇA DO PACIENTE. 1SANTOS, T.O.C.G; 2CHACON, L.C.B; 3SILVA, A.C.P. da; 3CAMPOS, J.S.P.; 4MORAES, P. M. de O; 4MENDONÇA, X.M.F.D. 1Nutricionista, mestranda Lorena Tema Livre Cristina do Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Saúde na Amazônia da FunBatista Chacon Clínica dação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP); 2Acadêmica de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA); 3Nutricionista do Hospital Ophir Loyola (HOL); 4Nutricionista, Docente do Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Saúde na Amazônia da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP). Hospital Ophir Loyola, Belém-Pará, Brasil. Lorena Cristina Batista Chacon

AVALIAÇÃO DAS TEMPERATURAS DO SETOR PRODUTIVO E REFEITÓRIO DE RESTAURANTES UNIVERSITÁRIOS1ROSÁRIO, R. M.; 1CHACON, Tema Livre L.C.B; 2MOTA, E.R.S.; 2SOUSA, R. G.; 3MENDONÇA, X.M.F.D. 1Acadêmica S.Pública Universitário da UFPA; 3Nutricionista, Docente da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA).Universidade Federal do Pará, Belém, Brasil

Luana Pôster S. Wanessa Cruz Pública Almeida

AÇÃO DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL: APROVEITAMENTO INTEGRAL DOS ALIMENTOS EM UMA UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE - BELÉM/PA.ALMEIDA, LWC; PAIXÃO, CG; BARATA, AS; WENDT, ER; MORI, RMSC; CARVALHAL, MML.Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém – Brasil.

Luana Pôster S. Wanessa Cruz Pública Almeida

ESTADO NUTRICIONAL E CRESCIMENTO DE PRÉ-ESCOLARES DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS MARAJOARAS.ALMEIDA, LWC; SOUZA, LL; ARAÚJO, AR; RAMOS, EMLS; LIMA, EJS; ALMEIDA, SS. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil. PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO DOS CONSUMIDORES DE COMIDA DE RUA

Lucas Brandão tema livre NA REGIÃO CENTRO-OESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO. Takahashi, M; Medina Food

Medina, L. Centro Universitário Senac Santo Amaro, São Paulo, Brasil.

Lucas Gabriel Pôster S. Berloni Pública Ramalho

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E CONHECIMENTO ALIMENTAR DE PRÉ-ESCOLARES DE UMA E.M.E.I. NA CIDADE DE SERRA NEGRA – SP.RAMALHO, L; BASAGLIA, P.Centro Universitário Amparense – UNIFIA, Amparo, São Paulo, Brasil.

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ERVILHA (Pisum sativum, L). FREITAS, M.C.J.1; GAMA, C.R1; SILVA, A.da C.2 1 Instituto de Nutrição Josué de Castro Maria Cristina Pôster Food Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil. 2 IC/UFRJJesus Freitas Curso de Graduação em Nutrição - Centro Universitário Celso Lisboa - CUCL , Rio de Janeiro, Brasil. ROTULAGEM DE ALIMENTOS: AÇÃO EducaTIVA EM NUTRIÇÃO. FREITAS, M.C.J1; GAMA, C.R1; SILVA, A.G da1*; CASTRO, C.Q.D de1**; SERAFIM, T.L1***; SILVA, D.A1***; PUMAR, M2.1 Instituto de Nutrição Josué de Castro Maria Cristina Pôster Food Jesus Freitas Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil. 2 Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Brasil. . SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Nome

Maristela Jorge Padoin

Maristela Jorge Padoin

Tipo

Trabalho

Pôster S. Pública

RELAÇÃO ENTRE O CONSUMO ENERGÉTICO E A APRENDIZAGEM EM ACADÊMICOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO PARANÁ-BR. PADOIN, M.J.*; CRUZ, E.M., RIZZARDI, D.H., MAHL, A.C., SILVA, H.M., NAKATANI, M. CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR.

Pôster S. Pública

VARIAÇÃO NO PERFIL NUTRICIONAL ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS , TURNO DIURNO E NOTURNO, DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO PARANÁ-BR. PADOIN, M.J.*, CRUZ, E.M.; RIZZARDI, D.H.; MAHL, A.C.; NAKATANI, M.; SILVA, H.M.V. CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR.

Mônica Pôster Cristina Lopes Clínica do Carmo

CAPACIDADE ANTIOXIDANTE DE POLPA DA ROMÃ (PUNICA GRANATUM L.). CARMO, M.; BEZERRA, R. Carmo, M; Alcântara, B; Azevedo, R; Bezerra, R.Faculdade de Ciências Aplicadas – Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Limeira, SP, Brasil. .

Mônica Pôster Cristina Lopes Clínica do Carmo

EXTRATO ETANÓLICO DA ROMÃ DIMINUI OS PARÂMETROS DE ESTRESSE OXIDATIVO EM RATOS. Carmo, M; Alcântara, B; Azevedo, R; Bezerra, R.Faculdade de Ciências Aplicadas – Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Limeira, SP, Brasil.

Naiana AmPôster S. puero e Viviane Pública Rodrigues

QUALIDADE DEVIDA, HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DOS IDOSOS ASSISTIDOS POR UMA CLÍNICA ESCOLA EM BELÉM-PA.AMPUERO, N; RODRIGUES, V. CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO PARÁ. BELÉM/PARÁ/BRASIL.

Patrícia Maria Pôster S. de Carvalho Pública Campos

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS E HÁBITOS ALIMENTARES DE PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO EM ACADEMIAS DE BELO HORIZONTE, BRASIL.Campos, P., Souza, M., Souza, G., Silva, D., Moreira, M., Amaral, D.Instituição: Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, Brasil.

Patrícia Maria Pôster S. de Carvalho Pública Campos

PERFIL DOS CLIENTES ATENDIDOS EM UMA CLÍNICA-ESCOLA DE BELO HORIZONTE. Campos, P., Souza, M., Souza, G., Silva, D., Moreira, M., Amaral, D., Souza, P.. Instituição: Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, Brasil.

Patrícia Marques

ANÁLISE DA ADEQUAÇÃO NUTRICIONAL DE CARDÁPIOS VEGETARIANOS DE UM RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DE UBERLÂNDIA – Pôster Food MG. Marques, P.; Rosa, F.Universidade Federal de Uberlândia - UFU, Uberlândia, Brasil.

ASPECTOS NUTRICIONAIS NO PERFIL DE ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO DE TEÓFILO OTONI SANTOS, P. V.; DUTRA, I. V.; CÂNDIDO, M. E. Priscilla Vilela Tema Livre S.; LAUBE, M. G.; FRISSO, A. L.; AMORIM, L. P.; LIMA, A. C. A.; SILVA, M. dos Santos S.Pública F.; SILVA, H. F.; CARLI, A. P.; SOUZA ALVES, C. C.Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM, Teófilo Otoni/MG – Brasil.

Rafaella Kudrik

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Pôster Clínica

ESTUDO DE ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO PÂNCREAS ENDÓCRINO DE ANIMAIS SUBMETIDOS A DIFERENTES MODELOS DE PROGRAMAÇÃO METABÓLICA COM DIETA HIPERLIPÍDICA. KUDRIK, R.¹, FONTES, C.¹, CARVALHO, C.1. 1Departamento de Biociências, UNIFESP, Campus Baixada Santista, Santos/SP – Brasil.

SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA


Nome

Tipo

Trabalho

Robinson Moresca de Andrade

Pôster S. Pública

AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE SUCOS DE LARANJA IN NATURA COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA – BA. Marques, C. O, Teixeira., K. L., Santos, I. S., Andrade, R. M. Faculdade Anísio Teixeira (FAT); Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). Feira de Santana, Brasil.

Robinson Moresca de Andrade

Pôster S. Pública

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE SUCOS DE LARANJA IN NATURA COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA – BA. Marques, C. O, Teixeira., K. L., Santos, I. S., Andrade, R. M. Faculdade Anísio Teixeira (FAT); Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). Feira de Santana, Brasil.

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NA ABORDAGEM DO TEMA “ATO DE COMER” COM ESCOLARES DA REDE PRIVADA DE ENSINO. SANTOS, B.V.S1.; SILVA, R. S2; GOMES, R.S.L.C.3.; MENDONÇA, X.M. Tema Livre Rosângela F.D.31Acadêmica de Nutrição, Universidade Federal do Pará. (UFPA);2NutricionisSantos da Silva S.Pública ta/Mestranda em Saúde Coletiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).3Nutricionista/Docente, Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA).Universidade Federal do Pará, Brasil. TEATRO DE FANTOCHES E RODA DE CONVERSA: UMA AÇÃO DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL COM ESCOLARES EM BELÉM, PARÁ.CONCEIÇÃO, A. C1.; COSTA E.C1, SILVA, R. S2; GOMES, R.S.L.C3.; Tema Livre Rosângela MENDONÇA X.M.F.D3.1Acadêmica de Nutrição, Universidade Federal do Pará Santos da Silva S.Pública (UFPA);2Nutricionista/Mestranda em Saúde Coletiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).3Nutricionista/Docente, Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA).Universidade Federal do Pará, Brasil. Simone Teodoro Biacchi

Pôster S. Pública

PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR E FATORES QUE OS INFLUENCIAM NA ESCOLHA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS. Uyeda, M; Biacchi, S.T. Centro Universitário Amparense – UNIFIA, Amparo, Brasil.

Verônica Pôster S. Hidalgo VillarPública real

OBESIDADE ABDOMINAL EM ADULTOS DE 20 A 59 ANOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO E SUA ASSOCIAÇÃO COM O PROGRAMA BOLSA FAMILIA.Hidalgo Villarreal V; Coelho Cabral P; Cabral de Lira P, Souza Sequeira-de-Andrade L; Grande de Arruda I; Batista Filho M; Santos da Silva C. Instituição: Programa de Pós-Graduação em Nutrição – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Av. Profº Moraes Rego s/n Cidade Universitária – Recife/ PE.

Verônica Hidalgo Villarreal

ASSOCIAÇÃO DA RENDA FAMILIAR E LOCAL DE COMPRA DE ALIMENTOS COM A OCORRÊNCIA DE OBESIDADE ABDOMINAL EM ADULTOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO.Hidalgo Villarreal V; Coelho Cabral P; Cabral de Lira P, Souza Sequeira-de-Andrade L; Grande de Arruda I; Batista Filho M; Santos da Silva C. Programa de Pós-Graduação em Nutrição – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Av. Profº Moraes Rego s/n Cidade Universitária – Recife/PE.

Pôster S. Pública

EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO DE CAFEÍNA NO ESTRESSE OXIDATI-

Vinicius Valois Tema Livre VO EM PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO. Martins ; V. ; Chamusca; G. Pereira Esporte ; Gonçalves, D. Pós Graduação em Prescrição de Fitoterapicos e Suplementação Martins

Nutricional na Nutrição Clinica e Esportiva – Universidade Estácio de Sá.

SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Melhores Trabalhos Apresentados _____________________________________________________________________________________________

Nome

Tipo

Trabalho INFLUÊNCIA DO POLIMORFISMO RS9939609 DO GENE FAT MASS

AND OBESITY-ASSOCIATED (FTO) NO PADRÃO DE INGESTÃO ALIMENTAR Danielle No- Melhor Tema Livre DE GESTANTES ADULTAS EUTRÓFICAS E COM OBESIDADE PRÉ-GESTAgueira Melo em Nutrição Clínica CIONAL, MELO, D, SOARES-MOTA, M. Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Instituto de Nutrição Josué de Castro, Rio de Janeiro, Brasil.

Melhor Tema Livre FATORES GENÉTICOS ENVOLVIDOS NO METABOLISMO DA CA-

Felipe Miguel em Nutrição Espor- FEÍNA E IMPACTO NA PERFORMANCE DE ATLETAS, F.M; PERIM, Marticorena

tiva

P.Centro Universitário São Camilo, São Paulo, Brasil. .

PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO DOS CONSUMIDORES DE COMIDA

Lucas Bran- Melhor Tema Livre DE RUA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO. dão Medina em Foodservice Takahashi, M; Medina, L. Centro Universitário Senac Santo Amaro, São

Paulo, Brasil.

DESIGUALDADES NA QUALIDADE DA DIETA DE RESIDENTES DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL, Aline Verone- Melhor Tema Livre 2003-2015. Mello AV, Sarti FM, Pereira JL, Goldbaum M, Cesar CLG, ze de Mello em Saúde Pública Alves MCGP, Fisberg RM.Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública, São Paulo, Brasil. Rafaella Kudrik

Melhor Pôster em Nutrição Clínica

ESTUDO DE ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO PÂNCREAS ENDÓCRINO DE ANIMAIS SUBMETIDOS A DIFERENTES MODELOS DE PROGRAMAÇÃO METABÓLICA COM DIETA HIPERLIPÍDICA.KUDRIK, R.¹, FONTES, C.¹, CARVALHO, C.1. 1Departamento de Biociências, UNIFESP, Campus Baixada Santista, Santos/SP – Brasil.

ROTULAGEM DE ALIMENTOS: AÇÃO EducaTIVA EM NUTRIÇÃO.

Maria CrisMelhor Pôster em tina Jesus Foodservice Freitas

Naiana AmMelhor Pôster em puero e Viviane Rodrigues Saúde Pública

FREITAS, M.C.J1; GAMA, C.R1; SILVA, A.G da1*; CASTRO, C.Q.D de1**; SERAFIM, T.L1***; SILVA, D.A1***; PUMAR, M2.1 Instituto de Nutrição Josué de Castro - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil. 2 Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Brasil.

QUALIDADE DEVIDA, HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DOS IDOSOS ASSISTIDOS POR UMA CLÍNICA ESCOLA EM BELÉM-PA.AMPUERO, N; RODRIGUES, V. CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO PARÁ. BELÉM/PARÁ/BRASIL.

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS E HÁBITOS ALIMENTARES DE PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO Patrícia MaMelhor Pôster em ria de CarvaEM ACADEMIAS DE BELO HORIZONTE, BRASIL.Campos, P., Souza, lho Campos Nutrição Esportiva M., Souza, G., Silva, D., Moreira, M., Amaral, D.Instituição: Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, Brasil.

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SETEMBRO 2018

NUTRIÇÃO EM PAUTA


23 à 25 de agosto de 2018

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Trabalhos Científicos

AÇÃO DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL: APROVEITAMENTO INTEGRAL DOS ALIMENTOS EM UMA UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE - BELÉM/PA ALMEIDA, LWC; PAIXÃO, CG; BARATA, AS; WENDT, ER; MORI, RMSC; CARVALHAL, MML. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil. Autor apresentador: Luana Wanessa Cruz Almeida Formato: Pôster Resumo OBJETIVO: Relatar uma experiência de atividade de Educação Alimentar e Nutricional realizada na sala de espera de uma Unidade Municipal de Saúde, em Belém do Pará. METODOLOGIA: O presente estudo foi realizado por discentes do curso de Nutrição da Universidade federal do Pará durante o estágio supervisionado em Nutrição e Saúde Coletiva. A atividade foi realizada no primeiro semestre do ano de 2018. A atividade intitulada “Aproveitamento Integral dos Alimentos” contou com a participação de 40 pessoas. Foi explanado o assunto por meio de linguagem não formal sobre a importância do aproveitamento integral dos alimentos, os benefícios da utilização de alimentos não convencionais para a saúde, e para a diminuição do desperdício, além de ser apresentado o modo de preparo de um bolo preparado com a casca da banana. Ao final da explicação foi distribuído a todos os participantes uma fatia do bolo para degustação, para realização do teste de aceitabilidade, o qual foi realizado por meio do modelo de escala hedônica facial do tipo híbrida método sensorial afetivo (1- Detestei, 2- Não Gostei, 3- Indiferente, 4- Gostei, 5- Adorei). Considerou-se como boa aceitação e adesão quando Índice de Aceitabilidade igual ou superior a 70%. Foi entregue um folder a todos os participantes, contendo todas as informações apresentadas na ação, incluindo a receita do bolo da casca da banana. RESULTADOS: O público demonstrou interesse sobre a atividade realizada, uma vez que houve a experiência de saborear uma preparação utilizando integralmente um alimento, despertando assim, uma consciência sobre alimentação mais sustentável. O instrumento metodológico SETEMBRO 2018

de apresentação do folder, juntamente com a oferta do bolo para a degustação, promoveram uma maior interação entre os estudantes e participantes. Em relação à análise sensorial, o percentual do Índice de Aceitabilidade foi de 80%, demonstrando desta forma, o grau de satisfação do público. CONCLUSÃO: Destaca-se a importância de ações de Educação Alimentar e Nutricional voltadas para o esclarecimento de dúvidas sobre o aproveitamento integral dos alimentos, pois a partir dessa temática, há uma contribuição com uma alimentação sustentável e mais econômica, além de possibilitar a absorção completa dos nutrientes presentes nos alimentos.

ALIMENTAÇÃO DA MULHER NA MENOPAUSA E/OU CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Madeira, J¹; Barim, EM²; Dias, LCGD³; Cintra, RMGC³ 1 Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e Idoso, Departamento de Enfermagem, Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP – Botucatu -São Paulo – Brasil. 2 Centro de Saúde Escola, Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP – Botucatu – São Paulo – Brasil. 3 Departamento de Educação, Instituto de Biociências de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP – Botucatu – São Paulo – Brasil. Resumo De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o climatério caracteriza-se por uma importante fase da vida da mulher, onde há a diminuição gradual da produção de hormônios sexuais femininos a partir dos ovários. Dados indicam que há aumento progressivo de mulheres climatéricas decorrentes da mudança do perfil populacional devido à elevação na expectativa de vida da população mundial. A alimentação adequada, associada à prática de atividade física e hábitos de vida saudáveis são os principais elementos para promover saúde e melhora exponencial da qualidade de vida destas mulheres. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura cujo objetivo foi analisar a produção científica relacionada a alimentação das mulheres na fase do climatério e menopausa. Metodologia: Foi realizado levantamento bibliográfico através da busca das bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde - LILACS e Medical LiteNUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

rature Analysis and Retrieval System Online – MEDLINE publicados nos idiomas em português, inglês e italiano; no período compreendido entre 1993 a 2010. Utilizou-se como descritores os termos: climatério, menopausa e alimentação. Os critérios de inclusão do presente estudo foram: artigos completos disponíveis eletronicamente que responderam a temática pesquisada. Resultados: a busca na literatura resultou em 10 artigos sendo que 6 foram descartados por não corresponderem ao tema, por não estarem disponível eletronicamente e por serem trabalhos de revisão. Foram utilizados 4 artigos para a elaboração do trabalho e adicionalmente, dois materiais complementares foram inseridos na pesquisa por tratarem diretamente da temática (I Diretriz Brasileira sobre Prevenção de Doenças Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas e o Manual de Atenção da Mulher na Menopausa.). A revisão foi realizada em tópicos: doenças cardiovasculares, osteoporose, câncer, atividade física e fitoestrogênios. Após a análise dos resultados encontrados relacionados à alimentação na fase do climatério e menopausa, pode–se afirmar que uma dieta saudável, qualitativamente e quantitativamente equilibrada ao longo da vida e não só na 3ª idade, influencia positivamente no desfecho desta fase da vida. Conclusão: O trabalho reuniu a importância dos nutrientes como cálcio, vitamina D, fitoesteróis, entre outros contidos na alimentação das mulheres em menopausa, que são utilizados na prevenção e/ou tratamento das doenças mais acometidas nesta fase. Mais pesquisas na área devem ser encorajadas visando este público, para que haja a orientação com propriedade de alimentos que tenham o caráter de amenizar ou diminuir os sintomas e sinais climatéricos.

ALIMENTO X LIBIDO L. S. de Almeida Araújo 1; B. H. de Sousa Nunes 2; 1.Professor/ Coordenador do Curso de Bacharelado em Nutrição 2. Graduada em Nutrição Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba/ João Pessoa/ Paraíba/Brasil Autor apresentador Linda Susan de Almeida Araújo. Apresentação oral. Resumo

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Parte da população acredita no poder das comiSETEMBRO 2018

das afrodisíacas e que as mesmas são responsáveis pelo aumento do apetite sexual, outras acham que não “passa de lenda” e ainda existem aquelas que dizem que a extravagância e o exotismo desses pratos e dos ambientes em que são servidos e consumidos é que são responsáveis pela exaltação dos sentidos e conferem a estes alimentos o poder afrodisíaco. O referido termo vem do grego “aphrodisiakós” e é empregado desde o século I a.C.,deriva da deusa grega Afrodite, a qual teria nascido no mar, saída de uma ostra que assemelha-se ao órgão sexual feminino e por ter esta forma é considerada afrodisíaca, assim como outros alimentos que tenham a forma ou lembrem os órgãos genitais femininos e masculinos, erotizando o alimento. A libido é um termo usado para designar desejo sexual, e está vinculada a aspectos emocionais, orgânicos e psicológicos. O presente estudo teve como objetivo, pesquisar relação entre os alimentos afrodisíacos e a libido, identificando os alimentos que a estimulam e relacionar o estado da arte com o tema traduzido na criação de um prato denominado Salada Afrodite. Para o alcance do objetivo foi realizado uma revisão bibliográfica não-sistemática. Encontrou-se evidências científicas que alguns alimentos e bebidas, tais como chocolate, romã, ostras, pimenta, queijos, vinho, aumentam e estimulam a libido. Constata-se que a gastronomia afrodisíaca, atualmente, além de estar presente na literatura, encontra-se também em restaurantes especializados e, até mesmo, em feiras livres onde ela se difunde através do conhecimento popular. Para compreensão do uso gastronômico, os afrodisíacos foram classificados em: químicos, derivados de lendas e fálicos. A partir desta classificação, de conhecimentos identificados, científicos, nutricionais/gastronômicos, sociológicos, da arte e cultura, popular ou não, elaborou-se a Salada Afrodite, prato definido como da gastronomia afrodisíaca. O ato de sentarmos à mesa, a partilha do alimento, o prazer da conversa, os olhares de encantamento ao ser apresentado a iguaria que levou horas para ser feita, cujos aromas enchem o ambiente e estimula todos os sentidos; a combinação de várias reações sensoriais, o prazer de ver os alimentos que despertam o apetite e provoca “água na boca”, salivação; a estimulação olfativa dos odores desprendidos associada ao prazer da degustação, tendem a conduzir os comensais um estado de euforia geral e aumento da libido consequentemente favorável a expressão sexual. O referido prato contempla através do seu preparo todos os aspectos descritos, com o objetivo de saciar o prazer de comer intencionalmente a fim de, com aumento da libido, alcançar o prazer sexual. NUTRIÇÃO EM PAUTA


23 à 25 de agosto de 2018

ANÁLISE DA ADEQUAÇÃO NUTRICIONAL DE CARDÁPIOS VEGETARIANOS DE UM RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DE UBERLÂNDIA - MG

derivadas. Vale reforçar que esses dados foram obtidos das fichas per capita para as preparações, logo, é importante elaborar a ficha técnica real das preparações para verificar possíveis alterações.

ANALISE DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM ESCOLAS DA REDE Universidade Federal de Uberlândia - UFU, Uberlândia, PÚBLICA DE ENSINO EM ÁREAS RURAIS E Brasil. URBANAS NO MUNÍCIPIO DE GUARANIAÇU Apresentadora: Patrícia Marques. Modalidade: Pôster. NO PARANÁ Marques, P.; Rosa, F.

Resumo O objetivo deste trabalho foi avaliar nutricionalmente cardápios vegetarianos oferecidos em um Restaurante Universitário (RU) de Uberlândia, MG. Foram avaliados um total de 8 cardápios completos de almoço, composto por arroz, feijão, prato principal vegetariano, guarnição, salada e sobremesa. Para a análise nutricional foi utilizado o software DietBox, utilizou-se prioritariamente a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO), na ausência das informações, utilizou-se a Tabela USDA ou Tucunduva. Os receituários analisados continham valores per capita. Para a adequação energética do almoço foi utilizado como referência 800 Kcal, referente a 40% do VET diário, a distribuição calórica adequada de 55-75% de carboidratos, 10-15% de proteínas e 15-30% de lipídios, o NDpCal% entre 6% a 10%, segundo o Ministério da Saúde. Os valores de cálcio, ferro e biodisponibilidade de ferro, de acordo com a DRI. Dos 8 cardápios avaliados, 50% apresentaram valores energéticos acima da recomendação, devido à grande presença de carboidratos, apesar disso, o carboidrato, estava adequado em todos os cardápios. O valor protéico foi superior a recomendação, porém a qualidade protéica foi baixa (NdpCal% de 3,88+/0,67). Os lipídios apresentaram-se abaixo do recomendado em 50% dos cardápios. O ferro apresentou valores acima do recomendado para o almoço em todos os cardápios, mas ao avaliar a biodisponibilidade deste mineral pode-se observar que 87,5% estavam adequados. Quanto ao cálcio, 50% dos cardápios estavam inadequados, com valores inferiores a recomendação. Conclui-se que é necessário ajustar o cardápio vegetariano da unidade estudada principalmente em relação a qualidade protéica, pois o almoço é a principal refeição de boa parte do público do RU. A oferta energética também merece atenção, uma vez que o sedentarismo é comum no grupo e o excesso de calorias poderia gerar sobrepeso e as complicações dele SETEMBRO 2018

Autores: SAMPIETRO R.; NAKATANI M.; PADOIN M.J.; RIZZARDI D. H.* CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR. * apresentador, pôster. Resumo OBJETIVOS: Esta pesquisa teve como objetivo analisar a alimentação de alunos de escolas públicas urbanas e rurais através da realização de análise da composição dos cardápios dessas escolas. METODOLOGIA: O estudo foi desenvolvido no município de Guaraniaçu, de março a novembro de 2016 onde são atendidas pelo município nove escolas públicas de educação básica das quais cinco pertencem à área rural e quatro à área urbana, e há ainda no município sete centros de educação infantil, todos localizados na área urbana. Para a pesquisa foi utilizada uma amostra contendo alunos com idades entre cinco e dez anos, pertencentes à pré-escola e as séries iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano). Na amostra há três escolas da área rural, e três escolas da área urbana representando em média um total de 984 alunos do município. Para a realização da avaliação foram analisados os mapas da merenda mensais, que pertencem à secretaria da educação do município. A partir desses dados foi possível comparar a quantidade e a qualidade dos alimentos ingeridos pelos alunos das escolas da área rural e urbana do município. Para a análise da alimentação foram utilizadas as médias de consumo de calorias, carboidratos, proteínas, lipídeos, vitaminas e minerais diárias consumidas pelos alunos de cada escola, e depois uma média entre a área rural e urbana. RESULTADOS: Analisando a quantidade de alimento média por aluno, fornecida pela secretaria municipal de educação durante o ano de 2016 observou-se uma diferença entre as quantidades fornecidas para as escolas rurais e urbanas. As escolas rurais receberam quantidade maior de alimento do que as escolas da rede urbana. Isso NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

se deve ao fato das escolas rurais oferecerem algum alimento ao aluno já na chegada à escola, pelo motivo de algumas crianças residirem em localidades muito distantes da localidade onde está localizada a escola. Foi observado que o iogurte foi pouco ofertado em pelo menos duas escolas da área rural, sendo bastante consumido pelos alunos nas escolas urbanas. Nas escolas urbanas, preparações doces como canjicas, pudins e sagu tiveram grande aceitação pelos alunos, o que não ocorreu nas escolas rurais. Em relação às tabelas de consumo diário de nutrientes pelos alunos foram analisadas as composições dos cardápios e retiradas as quantidades ingeridas diariamente de: calorias, carboidratos, proteínas, lipídeos, cálcio, ferro, vitamina C, vitamina B1, vitamina B2, vitamina B3 e vitamina B6. Para o cálculo da média foram utilizadas porções de alimentos padronizadas para os dois grupos, seguindo as quantidades estabelecidas pela nutricionista do município.Com base nos resultados obtidos pode ser observado que apesar dos alunos da rede de ensino pública das áreas rurais apresentarem uma alimentação aparentemente mais saudável, estão ingerindo quantidades menores de nutrientes que as recomendadas, principalmente quantidades de cálcio (64,56mg), e vitaminas B2 (0,0744mg) e B6 (0,0168mg), além da vitamina C (4,834mg). Também foi constatado que os alunos da rede de ensino urbana, consumiram quantidade maior do que a recomendada de proteína (11,546g) e ferro (3,598mg), porém apresentaram baixa quantidade de cálcio consumida (56,66mg). No quesito de vitaminas do complexo B as escolas urbanas estão adequadas às resoluções do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), apenas a vitamina C (5,16mg) está sendo consumida em uma quantidade menor que a ideal. CONCLUSÕES: Sendo assim se concluiu que a alimentação urbana apesar de um menor consumo de frutas e saladas, consegue suprir bem as quantidades ideais de vitaminas ingeridas pelos alunos, isso também se explica por um alto consumo de leites e derivados como o iogurte, por exemplo, e também um alto consumo de ovos em preparações. Já os alunos da rede rural apresentaram uma alimentação escolar com desequilíbrio na ingestão de vitaminas, principalmente as vitaminas hidrossolúveis B2 e B6. Esse fato pode ser explicado, pelo menos em parte pelos cardápios da rede rural que demonstraram que os alunos consomem carne de frango e de peixe além da carne vermelha em maior quantidade que os alunos de escolas urbanas, e há também um menor número de preparações com leites e derivados.

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ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE COXINHAS DE FRANGO COMERCIALIZADAS NA ÁREA CENTRAL DO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO/ SP. AGUIAR, C. R. M.*; FALCÃO, L. P.; GONÇALVES, A. A.; LARANJA, A. C. G; MARCHIORI, J. M. G.; SANTOS, P. P.; SPIRONELLO, I. P.; TOLEDO, A. C. L. Centro Universitário UNIFAFIBE, Bebedouro/SP. Brasil. Apresentação em forma de Pôster. Resumo Os alimentos contaminados com microrganismos patogênicos, toxinas microbianas ou substâncias químicas podem provocar sérios problemas à saúde. Muitas vezes as intoxicações alimentares são uma grande adversidade a saúde pública e geralmente estão relacionados com a falta de salubridade no armazenamento, temperatura inadequada de conservação e falta de conhecimento em boas práticas de higiene pelos manipuladores. O objetivo do presente trabalho foi identificar a presença de contaminantes dos grupos Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Salmonella spp, nas coxinhas de frango comercializadas em lanchonetes na área central da cidade de Bebedouro/ SP. Foram coletadas amostras em triplicata de sete estabelecimentos comerciais, totalizando 21 amostras em períodos diferentes entre os meses de maio a outubro de 2017. Utilizou-se o método de plaqueamento em Ágar Baird-Parker, enriquecido de gema de ovo, para identificar a existência de Sthapylococcus aureus. Para isolamento e identificação de Salmonella spp as amostras foram inoculadas em tubos com meios líquidos de enriquecimento seletivo Rappaport (RR) e Tetrationato (TT) e posteriormente plaqueadas em Ágar SS. Para a pesquisa de Escherichia coli foi empregada a técnica de tubos múltiplos a partir de testes presuntivos utilizando-se Lauril Sulfato Triptose (LST) e testes confirmativos empregando Caldo Escherichia coli (EC) (RIBEIRO, 2011). Os resultados não apresentaram contaminação por Escherichia coli em nenhuma das 21 amostras analisadas. Para a investigação de Salmonella spp cinco estabelecimentos (72%) apresentaram contaminação positiva em pelo menos uma das três situações analisadas e para Sthapylococcus aureus todos os sete estabelecimentos (100%) apresentaram resultados positivos acima do estabelecido pela RDC 12 que é de 10³ UFC/g, em pelo menos uma das três coletas. Os resultaNUTRIÇÃO EM PAUTA


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dos demonstram que os locais de venda apresentaram inadequações em boas práticas de higiene de utensílios e de manipulador e que estão fora dos padrões sanitários preconizados pela legislação brasileira, trazendo risco para saúde dos consumidores.

ANÁLISE SENSORIAL DE MELADO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM SUCO DE LIMÃO Autores: Vicentini-Polette, CM*; Belé, JSAH; Verruma-Bernardi, MR. *autora principal e responsável pela apresentação Instituição: Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil. Resumo O melado possui importância econômica e cultural no Brasil, sendo imprescindível controlar seu teor de sacarose, evitando a cristalização do produto. É um líqui-

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do xaroposo de cor amarelo-ambar, com cheiro próprio e gosto doce, obtido pela evaporação do caldo de cana-de-açúcar. O ácido cítrico, contido no suco de limão, é capaz de inverter da sacarose e evitar tal processo. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da UFSCar, n° CAAE: 32619014.5.0000.5504. Foram avaliadas as características sensoriais (cor, viscosidade visual, textura viscosa, aroma ácido, aroma doce, gosto doce, gosto amargo e gosto de limão) do melado de cana-de-açúcar orgânico com teores de suco de limão (0, 5, 10 e 20%) e sua preferência utilizando o teste de ordenação. Os resultados foram analisados utilizando do teste de Friedman. Os avaliadores identificaram diferenças nos atributos de viscosidade visual, cor, textura viscosa, aroma ácido, gosto amargo e gosto de limão, sendo que quanto maior a dose de limão, as amostras foram percebidas como mais claras, menos viscosas e com maior gosto do suco. Não foram diferenciados o gosto e o aroma doce. As amostras com 0, 5 e 10% não se diferiram significativamente quanto à preferência. Os resultados mostraram que mesmo uma pequena dose do suco, como 5%, é capaz de caracterizar o produto, e que

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há abertura de mercado para comercialização do melado com suco de limão ou essência cítrica, permitindo ao produtor não apenas evitar ou corrigir um possível caso de cristalização do produto, mas também valorizá-lo.

ASPECTOS NUTRICIONAIS NO PERFIL DE ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO DE TEÓFILO OTONI SANTOS, P. V.; DUTRA, I. V.; CÂNDIDO, M. E. S.; LAUBE, M. G.; FRISSO, A. L.; AMORIM, L. P.; LIMA, A. C. A.; SILVA, M. F.; SILVA, H. F.; CARLI, A. P.; SOUZA ALVES, C. C. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM, Teófilo Otoni/MG – Brasil. Autora responsável pela apresentação: Priscilla Vilela dos Santos. (Tema Livre) Resumo O objetivo desta pesquisa foi avaliar o padrão alimentar no envelhecimento da população de Teófilo Otoni-MG. A pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética conforme CAAE: 74422717.1.0000.5108. Foi realizado levantamento de famílias cadastradas nas Estratégias de Saúde da Família (ESF) a fim de definir os domicílios que foram feitas as visitas, as quais ocorreram no período de novembro de 2017 a maio de 2018. Foi identificado a frequência alimentar de distintas faixas etárias, através de um estudo transversal, com entrevista individual domiciliar e a aplicação de questionário de frequência do consumo alimentar – QFCA de 406 indivíduos saudáveis, de ambos os gêneros, com idade entre 0 a 85 anos moradores e nascidos no município de Teófilo Otoni, pertencente à Macrorregião Nordeste do estado de Minas Gerais, uma das regiões de grande vulnerabilidade social do Brasil. As entrevistas foram efetuadas mediante a autorização dos sujeitos e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foi utilizado o programa Statistical Package for the Social Sciences para analisar os dados coletados nos questionários realizados – sociodemográfico e QFCA, para análise das frequências absolutas e relativas. A amostra foi composta por 406 indivíduos, com a prevalência de mulheres, de solteiros, de cor parda, o grau de escolaridade ensino fundamental incompleto, como atividade principal estudantes e 72,2% se autodeclararam sedentários.

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Dos indivíduos participantes, 90% consomem arroz e feijão pelo menos uma vez por dia, sendo os responsáveis pela prevalência da ingestão de carboidratos e proteínas da dieta diariamente. Os principais alimentos in natura e minimamente processados que apresentaram maior frequência no hábito alimentar dos teófilo-otonenses foram: alho natural, em que 95,9% da população entrevistada consome pelo menos uma vez ao dia, carne de ave, com 75% e tubérculos, que somam 68% do total dos entrevistados que ingerem ao menos uma vez na semana estes tipos de alimentos. A castanha é o alimento que 74,6% das pessoas raramente consomem ou não possuem o hábito de consumir. Praticamente 50% dos entrevistados consomem folhas cruas e 40% dos voluntários consomem frutas de 2 a 4 vezes por semana. Mais de 50% da população estudada possui o hábito de ingerir café adoçado mais de duas vezes por dia. Dos voluntários entrevistados, 63% não ingere carne gorda, 57,1% não consome peixe fresco e 31,3% consomem embutidos com a frequência de 2 a 4 vezes na semana. O leite desnatado é um alimento que 90,4% dos voluntários da pesquisa não têm hábito de consumir. Por outro lado, 32,2% demonstrou consumir leite integral pelo menos uma vez ao dia, e a ingestão de queijo é baixa, já que mais de 60% dos entrevistados ingerem queijo cozido apenas de uma a três vezes no mês ou não consomem. Mais da metade da população entrevistada, 52,7% não consome ou consome com pouca frequência o azeite, no entanto 21,9% possui o hábito de consumir tal alimento pelo menos uma vez ao dia; mais de 40% dos entrevistados não consomem margarina e nem manteiga. Sobre enlatados, 39,2% dos entrevistados alegaram consumir principalmente o milho uma vez na semana. Diariamente, 47,8% da população entrevistada consome o pão branco. Em relação ao consumo de refrigerantes, 32% dos entrevistados tem hábito de ingerir semanalmente, já o suco natural adoçado com açúcar, teve a mesma prevalência, com a frequência de 2 a 4 vezes na semana. Os resultados do presente estudo comprovam a alta frequência da ingestão de alimentos e bebidas açucarados, embutidos e a baixa frequência do consumo de frutas e hortaliças. Conclui-se que a limitação no acesso a muitos alimentos, devido principalmente ao baixo poder aquisitivo, promove a ingestão de alimentos de baixo valor nutricional que influenciam na manutenção da saúde e na longevidade dos pacientes.

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ASSOCIAÇÃO DA RENDA FAMILIAR E LOCAL DE COMPRA DE ALIMENTOS COM A OCORRÊNCIA DE OBESIDADE ABDOMINAL EM ADULTOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE MULHERES COM OBESIDADE, ANTES E APÓS INTERVENÇÃO NUTRICIONAL COM ENTREVISTA MOTIVACIONAL

Autores: Hidalgo Villarreal V; Coelho Cabral P; Cabral de Lira P, Souza Sequeira-de-Andrade L; Grande de Arruda I; Batista Filho M; Santos da Silva C. E-mail: vhidalgo9@gmail.com

CHAHIN, B.M.; GARCIA A.P.; PONTES J; GORDIANO, E.A.; VILELA, R.M.

Instituição: Programa de Pós-Graduação em Nutrição – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Av. Profº Moraes Rego s/n Cidade Universitária – Recife/PE.

Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba - Brasil. Evellyn A. Gordiano Tema Livre

Resumo

Resumo

OBJETIVO: Avaliar a associação da renda familiar e local de compra de alimentos com a ocorrência de obesidade abdominal METODOLOGIA: Trate-se de estudo transversal, realizado em 2015/2016 em áreas urbanas e rurais do Estado de Pernambuco com 1.421 participantes. A circunferência da cintura (CC) foi utilizada como indicador de obesidade abdominal. Os pontos de corte foram os recomendados pelo National Institutes of Health (2000). Como variável socioeconômica foi utilizada a renda familiar em salário mínimo per capita levando-se em conta o salário mínimo vigente na época (2015: R$788/2016: R$880). Sobre a prática alimentar, avaliou-se o lugar onde a pessoa costumava comprar (supermercado; mercadinhos; feira livre). O banco de dados foi construído em EPI-info 6.04 e a análise estatística realizada no SPSS versão 12.0. Comitê de Ética: CEP/CCS/UFPE CAAE No. 07803512.9.0000.5208. RESULTADOS: No estudo da obesidade abdominal e sua associação com a renda, foi observado maior percentual de risco naqueles com renda > 1 salário mínimo (73,3%). Em relação aos lugares de compra dos alimentos, os maiores percentuais de obesidade foram encontrados naqueles que compravam em supermercado e mercadinho (68% e 65,6%). CONCLUSÕES: Os dados demonstram que a obesidade abdominal constitui um problema de saúde pública.

A obesidade é uma pandemia global, sendo um desafio para diversos países. Considerando a dificuldade de redução deste quadro com as terapêuticas já existentes, destaca-se a necessidade de analisar intervenções alternativas, que abordem a dietoterapia em conjunto com técnicas comportamentais, como a Entrevista Motivacional, a qual enaltece a motivação intrínseca do paciente por meio de diálogos abertos e reflexivos. Neste intuito, o trabalho apresentado foi conduzido pelo objetivo de avaliar o impacto da utilização da Entrevista Motivacional associado a terapia nutricional, em parâmetros antropométricos de mulheres com obesidade, sendo avaliado por meio de aferições de peso, IMC, circunferência abdominal e circunferência do pescoço. Na presente pesquisa a EM associada a terapia nutricional foi aplicada durante 90 dias em mulheres com obesidade graus I e II, adultas, com o propósito de averiguar possíveis alterações nos parâmetros antropométricos. Elaborado por meio de ensaio clínico cego, realizado na Unidade Metabólica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, com clientes oriundas do SEMPR - Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Paraná e Unidade Escola da Universidade Federal do Paraná. Os indivíduos foram randomicamente alocados em grupo intervenção e controle, sendo o grupo intervenção, direcionado pela EM adjunta a dietoterapia, e grupo controle atendimento nutricional padrão do Hospital de Clínicas. Para análise das medidas antropométricas foi utilizado software SPSS versão 20 para Windows e na comparação dos dados iniciais, o teste t para dados paramétricos, e Mann-whitney para dados não paramétricos. Para comparação de dados antes e após intervenção foi utilizado teste t para dados pareados. A análise dos

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dados iniciais não apontou diferença entre os grupos. Para análise da eficácia da intervenção houve comparação intra grupos das mulheres que completaram os 90 dias, sendo 20 do grupo intervenção e 17 do grupo controle. As análises apontaram que o no grupo EM houve redução apenas de circunferência do pescoço, enquanto no grupo controle houve redução de peso e IMC.

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ERVILHA (Pisum sativum, L)

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E CONHECIMENTO ALIMENTAR DE PRÉ-ESCOLARES DE UMA E.M.E.I. NA CIDADE DE SERRA NEGRA – SP

2 IC/UFRJ- Curso de Graduação em Nutrição - Centro Universitário Celso Lisboa - CUCL , Rio de Janeiro, Brasil. Apresentadora do trabalho: Maria Cristina Jesus Freitas – Pôster

Autores: RAMALHO, L; BASAGLIA, P.

Resumo

Instituição: Centro Universitário Amparense – UNIFIA, Amparo, São Paulo, Brasil. Autor apresentador: Lucas Gabriel Berloni Ramalho. Forma de apresentação: Pôster.

Leguminosae é uma família de plantas superiores, em geral é comercializada na forma seca e usada na alimentação humana. Apresenta elevado teor protéico e de carboidratos. Compostos bioativos, sobretudo os fitoesteróis, também presentes, contribuem à saúde através das propriedades antioxidantes, as quais protegem contra as doenças crônicas não transmissíveis. O presente trabalho objetivou avaliar a conformidade da rotulagem e a qualidade de ervilha comercializada no Rio de Janeiro, mediante análises de padrões oficiais aprovados pelo governo federal. As sete amostras de ervilhas secas foram adquiridas em hipermercado popular codificadas em A, B, C, D, E, F e G. A rotulagem nas embalagens e os grãos dessa leguminosa foram avaliados e classificados em grupo e tipo, segundo sua forma de apresentação e qualidade (portaria do MAARA no 65/93 e MAPA SARC no 85 / 02). Determinou-se, em triplicata, a umidade, cinzas, acidez titulável e pH pelas normas do Instituto Adolfo Lutz, 2008, bem como os parâmetros físicos dos grãos: densidade aparente, porosidade, peso, tamanho e absorção de água segundo Ferreira 2002 e o rendimento e fator térmico conforme Domene, 2014. Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey a 5%. De acordo com o regulamento técnico os grãos de ervilha apresentaram concordância com o produto e com as especificações presentes nas embalagens. Todos classificados como grupo II com no mínimo 98% de grãos partidos e quanto ao tipo duas do tipo 1 (D e G) , duas do tipo 2 (C e E) e três do tipo 3 (A, B e F). Os resultados obtidos demonstraram que as amostras A,B,C,D,E,F e G apresentaram 3,58;0,97; 3,57; 2,24; 2,7; 3,98 e 10,26% de grãos alterados ( descolorados, imaturos, enrugados e quebrados),respectivamente. O teor de umidade para as marcas analisadas estava em conformi-

Resumo O objetivo deste estudo é descrever o perfil antropométrico nutricional de pré-escolares matriculados em uma Escola Municipal de Ensino Infantil (E. M. E. I), localizada na cidade de Serra Negra, São Paulo. Trata-se de um estudo transversal descritivo, constituído de avaliação antropométrica (peso e estatura) e ministração de uma palestra educativa sob o tema educação alimentar. A população de estudo é composta por 35 pré-escolares entre 5 e 6 anos de idade. Os resultados foram mensurados tendo como base de referencia da Organização Mundial da Saúde (OMS 2007). Observa-se que 57,14% das crianças apresentam sobrepeso e/ou obesidade. Com relação à avaliação de peso para idade, observa-se mais prevalência de obesidade nos gêneros masculinos e femininos correspondentes a faixa etária de 6 anos. Não foi identificado nenhum caso de desnutrição avaliando os indicadores de índice de massa corporal (IMC), estatura para idade (E/I) e peso para idade (P/I). Avaliando a transição nutricional deste estudo, pode-se concluir que não foram identificados casos de déficits pôndero-estaturais indicativos de desnutrição, porém foi observado um considerável excesso de peso, resultante de sobrepeso e obesidade. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética do Centro Universitário Amparense UNIFIA/UNISEP (projeto nº 45093415.9.000.5490), Amparo- SP, no ano de 2015.

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FREITAS, M.C.J.1; GAMA, C.R1; SILVA, A.da C.2 1 Instituto de Nutrição Josué de Castro - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil.

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dade com a legislação do país, portaria do MAPA SARC n˚85/02, não excedendo a 15% e os valores para cinzas (2,39; 2,29; 2,29; 2,27; 2,54; 2,13 e 2,43g%), Acidez titulável v/p% (11,94; 16,88; 15,34; 16,75; 14,70; 11,37 e 11,49) e pH (6,51; 6,37; 6,55; 6,62; 6,66; 6,83 e 6,85), respectivamente foram diferentes (p<0,05), porém satisfatórios para os grãos secos estudados. Os parâmetros físicos dos grãos como o peso variou de 0,953 a 0,1148g não significativo entre as marcas. Encontraram-se três faixas significativas de densidade: mínima 0,68 (F), intermediária 076 a 0,79 (B,C,D,E e G) e máxima de 0,83g/mL( A) e de porosidade : mínima de 0,06 -0,1(F e D), intermediária 0,3-0.47(A,B e G) e máxima de 0,70 (C e E). Quanto ao tamanho do grão obteve-se 0,063mL/g ( A) e 0,080 a 0,087 (B a G) . Nos parâmetros de qualidade de cozimento a absorção de água variou não significativamente de 83 a 89%, o menor rendimento e fator térmico foi verificado na amostra E, e os maiores para as amostras C e A. Conclui-se que a rotulagem expressou a classificação do produto e os melhores índices dos parâmetros físicos de qualidade de aparência das ervilhas secas foram detectados nas marcas de maior prestígio comercial, no entanto os indicadores de cozimento dessas marcas foram os piores relativamente.

AVALIAÇÃO DAS TEMPERATURAS DO SETOR PRODUTIVO E REFEITÓRIO DE RESTAURANTES UNIVERSITÁRIOS Autores: 1ROSÁRIO, R. M.; 1CHACON, L.C.B; 2MOTA, E.R.S.; 2SOUSA, R. G.; 3MENDONÇA, X.M.F.D. . 1Acadêmica de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA); 2Nutricionista do Restaurante Universitário da UFPA; 3Nutricionista, Docente da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA). Universidade Federal do Pará, Belém, Brasil Autor apresentador: Lorena Cristina Batista Chacon Apresentação: Tema Livre. Resumo Introdução: A alimentação em restaurante tipo universitário aparece como uma forma de oferecer à população universitária. A qual tem acesso a uma refeição mais variada, geralmente de baixo custo e que se assemelha à comida caseira. Por essa razão é imprescindível o controle de toda a cadeia produtiva que abrange essa moSETEMBRO 2018

dalidade de serviço, com o intuito de garantir ao cliente uma refeição de qualidade. Para isso se faz necessário o controle da temperatura das áreas afim de garantir a segurança dos alimentos produzidos e o conforto térmico para os colaboradores e clientes do estabelecimento. Objetivo: avaliar as temperaturas das áreas dos setores produtivos e dos refeitórios de dois restaurantes universitários da cidade de Belém-PA. Metodologia: Trata-se de um estudo exploratório de caráter qualitativo e quantitativo realizado no mês de junho de 2018 em dois restaurantes do tipo universitários. Resultados: Diariamente são servidas em torno de 7.500 refeições, entre o almoço e jantar, aos estudantes, funcionários e visitantes de dois restaurantes universitários. Cada restaurante foi identificado, respectivamente, como A e B. E as avaliações das temperaturas das áreas do setor produtivo e refeitórios foram aferidas com o auxílio de um termômetro infravermelho tipo pistola, modelo TD 973 da Termopar Digital com escala de -50 a +530ºC. Foram realizadas seis medições e o monitoramentos de cada área durante 3 dias úteis, não consecutivos, durante o horário de maior movimento das áreas dos dois restaurantes. Os controles da temperatura dos ambientes foram para avaliar a segurança, a adequação dos alimentos e o conforto térmico para os colaboradores e clientes. Resultados: As áreas do processo produtivo avaliadas no restaurante (A) foram: Pré-preparo de sobremesas (24,5°C); Pré-preparo de saladas (26,5°C); Pré-preparo de proteínas (24°C), preparo (32,5°C), distribuição (28,5°C), higienização (30,0°C) e refeitório (23,5°C). Já as áreas avaliadas no Restaurante (B) foram: distribuição (26,5°C), higienização (28,5°C) e refeitório (24°C). na durante o horário em que as preparações eram servidas. As aferições foram realizadas durante o horário de maior movimento de cada área. Foram consultadas as RDC nº 275/2002 e a RDC nº 216/2004 para análise e discussão dos resultados. Conclusão: O controle da temperatura das áreas é fundamental para a qualidade do produto final e do conforto térmico para os colaboradores e cliente dos restaurantes , dessa forma, aconselha-se que medidas de controle da temperatura das áreas sejam implantadas diariamente afim de garantir maior segurança aos alimentos produzidos, servidos e propiciar conforto térmico aos colaboradores e clientes já que foram constatadas oscilação na manutenção das temperaturas das áreas avaliadas dos dois restaurantes.

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AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE NUTRICIONISTAS RESIDENTES DE UM PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM CUIDADOS PALIATIVOS EM ONCOLOGIA SOBRE O TEMA SEGURANÇA DO PACIENTE 1SANTOS, T.O.C.G; 2CHACON, L.C.B; 3SILVA, A.C.P. da; 3CAMPOS, J.S.P.; 4MORAES, P. M. de O; 4MENDONÇA, X.M.F.D. 1Nutricionista, mestranda do Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Saúde na Amazônia da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP); 2Acadêmica de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA); 3Nutricionista do Hospital Ophir Loyola (HOL); 4Nutricionista, Docente do Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Saúde na Amazônia da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP). Hospital Ophir Loyola, Belém-Pará, Brasil. Autor apresentador: CHACON, L.C.B Apresentação: Tema Livre. Resumo Introdução: Segurança do paciente e qualidade do cuidado são temas recorrentes nos dias atuais. O termo segurança refere-se a uma das dimensões da qualidade propostas pelo Institute of Medicine (IOM) que serviram de base para a construção de indicadores da qualidade em várias partes do mundo e que posteriormente foram adaptados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (ANVISA, 2013). Segundo a OMS (2009), o termo Segurança do Paciente consiste na redução dos riscos de danos desnecessários associados à assistência em saúde até um mínimo aceitável. Vários podem ser os danos desnecessários ao paciente na assistência à saúde, entre eles, os relacionados às falhas no processo de identificação, que levem a erros na administração de medicamentos e dietas, entre outros (ANVISA, 2013). Objetivo: Avaliar o conhecimento de nutricionistas residentes de um Programa de Residência Multiprofissional em Cuidados Paliativos em Oncologia, de um Hospital de referência, da cidade de Belém-PA sobre o tema Segurança do Paciente. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo e transversal realizado

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com nutricionistas residentes do Programa de Residência Multiprofissional em cuidados paliativos em oncologia do Hospital Ophir Loyola da cidade de Belém-PA. O estudo foi realizado a partir da aplicação de um formulário semiestruturado contendo 10 perguntas sobre o tema Segurança do Paciente, cujas respostas foram tabuladas no software Microsoft Excel 2013. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Hospital Ophir Loyola sob nº CAEE: 84908118.7.3001.5550. Resultados: Participaram da pesquisa 5 nutricionistas residentes, sendo 4 (80%) do sexo feminino e 1 (20%) do sexo masculino, com faixa etária de 22 a 29 anos e média de 10 meses de atuação no serviço. Todos responderam que sabem o que significa Segurança do Paciente e relacionaram o termo à minimização de riscos à saúde do paciente, em conceito similar à definição da OMS (2009), porém 4 (80%) responderam que não conhecem o Programa Nacional de Segurança do Paciente e as Metas Internacionais de Segurança do Paciente. Embora todos tenham respondido que existe um protocolo de identificação na Divisão de Nutrição e Dietética do Hospital Ophir Loyola e que conhecem o fluxo de identificação do paciente para o fornecimento de dietas, somente 2 (40%) responderam que conhece o Protocolo Nacional de Segurança do Paciente e que adota as orientações deste nas suas atividades de trabalho. Todos acreditam que sua atuação profissional confere Segurança ao Paciente e somente 1 (20%) relatou já ter participado de cursos de capacitação e/ou treinamento sobre o tema Segurança do Paciente. Conclusão: Os resultados apontaram que embora os residentes participantes do estudo tenham definido o termo Segurança do Paciente com um conceito similar ao estabelecido pela OMS, não dominam o assunto, pois não conhecem o Programa Nacional e nem as Metas Internacionais de Segurança do Paciente, bem como nem todos utilizam as orientações do Protocolo de Identificação da Divisão de Nutrição e Dietética do Hospital Ophir Loyola nas suas atividades de trabalho, o que demonstra que há necessidade de realizar treinamento visando capacitar os nutricionistas residentes, já que estes atuam diretamente no cuidado ao paciente e precisam conhecer e utilizar as orientações e normativas do Ministério da Saúde com relação à Segurança do Paciente.

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AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS E HÁBITOS ALIMENTARES DE PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO EM ACADEMIAS DE BELO HORIZONTE, BRASIL Campos, P., Souza, M., Souza, G., Silva, D., Moreira, M., Amaral, D., Souza, P. Instituição: Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, Brasil Apresentadora: Campos, P. Modalidade: Pôster Resumo Objetivo: Avaliar a utilização de suplementos, sua indicação e os hábitos alimentares de praticantes de exercício físico de academias de Belo Horizonte/ Minas Gerais, Brasil. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal com 107 praticantes de exercício físico, de duas academias de Belo Horizonte. A coleta de dados foi realizada com aplicação de questionário. Os aspectos abordados foram peso, altura, idade, sexo, profissão, atividade física praticada, utilização de suplementos, acompanhamento nutricional e hábitos alimentares. Os dados de frequência de consumo de alimentos foram analisados e comparados com os Guias Alimentares para a População Brasileira de 2008 e 2014 e recomendações da Organização Mundial da Saúde. Utilizou-se o software Graphpad Prism 3.02 para comparação dos resultados entre os gêneros através de teste t Student. Os dados foram apresentados como média e desvio-padrão sendo consideradas significativas as diferenças de P<0.05. Resultados: Observou-se que mais da metade dos entrevistados fazem uso de suplementos alimentares, com maior frequência daqueles à base de aminoácidos e proteína e maior utilização pelos participantes do sexo masculino, com indicação predominante de nutricionistas. Sobre os hábitos alimentares observou-se ingestão reduzida de frutas, hortaliças, oleaginosas, leite e derivados e carboidratos, no entanto a ingestão de fontes proteicas estava de acordo com a recomendação. Conclusão: Destaca-se a importância da avaliação de um nutricionista e da adoção de uma alimentação equilibrada para a manutenção da saúde e reforça-se que os suplementos nutricionais não devem ser utilizados em substituição aos alimentos. SETEMBRO 2018

AVALIAÇÃO DOS HÁBITOS ALIMENTARES E DO ESTILO DE VIDA EM ACADÊMICOS DE UM CURSO DE NUTRIÇÃO DE CURITIBA - PR KUDIESS, A.; NABEIRO, A.P.C.; RAYMUNDO, G.P. – PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PARANÁ – PUCPR - Curitiba, PR - Brasil. Autor apresentador: RAYMUNDO, G.P. - Modalidade: pôster Resumo Introdução: Introdução: Sabe-se que o comportamento alimentar é influenciado por fatores internos e externos do indivíduo e que os hábitos alimentares e estilo de vida adquiridos durante o período acadêmico permanecem na vida adulta. Objetivos: O objetivo desta pesquisa foi analisar os hábitos alimentares e o estilo de vida de estudantes do curso de Nutrição de uma instituição de ensino superior, situada em Curitiba-PR. Metodologia: Estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa e qualitativa. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR sob o parecer no 2.209.842 e faz parte do Grupo de Estudos GEPECIN (Ciências da Nutrição). Foi aplicado um questionário composto por 20 questões de múltipla escolha e 1 questão aberta. Foi utilizado um instrumento baseado no questionário “Como está sua alimentação?”, proposto pelo Ministério da Saúde. Além das informações que já constam no questionário original, foram incluídos dados de aquisição de alimentos orgânicos, utilização de suplementos alimentares, percepções de mudanças de hábitos alimentares ao longo do curso, utilização de garrafa de água, consumo de marmita, com quem residem e se realizam as refeições acompanhados. A amostra foi composta por 105 estudantes, 64,8% da amostra total de todos os períodos e foram avaliados os hábitos alimentares e de vida. Resultados: Entre os participantes, 85,72% eram mulheres, sendo que a maioria da população declarou-se eutrófica (70,48%). Em relação à análise de consumo alimentar por grupos de alimentos, os maiores percentuais de adequação estavam relacionados aos grupos de leguminosas (59,04%) e carnes (43,80%), no entanto, evidenciou-se o consumo inadequado de legumes e verduras (90,48%), laticínios (80%) e guloseimas (80%). Entre os suplementos mais consumidos estão o whey protein (16%), ômega 3 (15%), creatina (6%), multivitamínico (6%), BCAA (5%) e NUTRIÇÃO EM PAUTA

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vitamina D (5%). No tocante aos hábitos de vida, levando em consideração a prática de atividade física, verificou-se que 46,66% não praticam atividade física. Em relação ao consumo de bebidas alcóolicas, percebeu-se que 1,9% costuma consumir diariamente, 16,2% costuma consumir de 1 a 6 vezes por semana, 57,14% costuma consumir eventualmente (menos de 4 vezes ao mês) e 24,76% não consome. Quanto às mudanças mais citadas pelos estudantes estavam o aumento no consumo de água (35,23%), de legumes e verduras (24,76%), de frutas (24,76%) e a redução do consumo de alimentos industrializados (22,85%). Conclusão: Essa pesquisa mostrou que apesar dos universitários apresentarem alguns hábitos alimentares inadequados, os mesmos relataram terem mudado em alguns aspectos desde que ingressaram na universidade. Infelizmente ainda existe um olhar restrito e dicotômico dos alimentos bons e ruins, do que é saudável e não saudável, o qual cria um tabu entre os estudantes de Nutrição sobre o que devem ou não devem consumir, ao invés de exercerem o equilíbrio e bom senso frente à alimentação. Por fim, concluiu-se que não houve relação entre os hábitos alimentares e o período cursado, o que não garante que o conhecimento muda as práticas realizadas.

AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE SUCOS DE LARANJA IN NATURA COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA – BA Marques, C. O, Teixeira., K. L., Santos, I. S., Andrade, R. M. Faculdade Anísio Teixeira (FAT); Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). Feira de Santana, Brasil. Robinson Moresca de Andrade. Pôster Resumo No Brasil o suco de laranja in natura é amplamente consumido e comercializado. A alta procura dessa bebida deve-se à grande disponibilidade da fruta em território nacional, aos preços bem acessíveis, as características nutricionais (vitamina C, minerais e carboidratos) e aos sabores agradáveis que é proporcionado. As características físico-químicas do suco de laranja in natura dependem da variabilidade das características dos frutos utilizados ou à adição de água aos sucos, sendo possível a

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adulteração com adição de água. É de extrema importância que os produtos apresentem qualidade, cumprindo as normas estabelecidas pela Legislação Brasileira e as exigências do mercado consumidor. O presente trabalho teve como objetivo analisar a qualidade físico-química dos sucos de laranjas pêra in natura coletados aleatoriamente em diversos estabelecimentos comerciais na cidade de Feira de Santana-BA e comparar os resultados com a legislação vigente. Foram adquiridos aleatoriamente 5 amostras de suco de laranja in natura de diferentes estabelecimentos comerciais da cidade de Feira de Santana-BA, após preparo imediato. Todas as análises dos sucos foram feitas em triplicatas e avaliadas com relação ao pH, acidez titulável, sólidos solúveis totais e rátio. Para titulação do pH foi utilizado um pHmetro de bancada – modelo PG 1800, calibrado periodicamente com soluções tampão de pH 4 e 7. Acidez Titulável: medida realizada conforme o método 37.1.37 da AOAC (1997), através de titulação com solução de NaOH 0,01 mol/L até o ponto de viragem da fenoftaleína. O teor de Sólidos Solúveis totais (°Brix) foi determinado de acordo com metodologia IAL (2008), n. 315/ IV a partir da amostra (2 mL), com o auxílio de um refratômetro de bancada Abbé e os valores foram expressos em °Brix. Os resultados foram adquiridos pelo valor do rátio obtido pelo cálculo do quociente entre o SST (sólidos solúveis totais) dado em ºBrix e a acidez total titulável e expresso em gramas de ácido cítrico por 100 mL de suco. Os teores de SST (°Brix) da segunda amostra (8,2°Brix), quarta amostra (9,75 °Brix) e quinta amostra (8,5 °Brix) foram inferiores ao limite mínimo (10,5 ºBrix) estabelecido para suco de laranja pela Legislação Brasileira (BRASIL, 2000), sendo que as amostras um e três estavam no padrão permitido com os valores 11,75 °Brix e 11 °Brix, respectivamente. O valor encontrado de acidez titulável da amostra um foi de 0,77g ácido cítrico/100 ml, amostra dois 0,76g ácido cítrico/100 ml, amostra três 0,85g ácido cítrico/100 ml, amostra quatro 0,65g ácido cítrico/100 ml e a amostra cinco 0,60g ácido cítrico/100 ml. O ratio variou entre 10,79 á 15,26, na primeira amostra foi encontrado 15,26, segunda amostra 10,79, terceira amostra 12,94, quarta amostra 15,00, quinta amostra 14,16. Os valores encontrados estão dentro dos padrões exigidos pela instrução normativa vigente que estabelece o valor mínimo de 7,0 (BRASIL, 2000). Em relação ao pH, a Instrução Normativa não estabelece valores de referência (BRASIL, 2000), no entanto os valores encontrados no presente trabalho, está dentro do esperado para frutas cítricas que é de 3,40 a 4,00, onde a amostra um encontrou de 3,70 pH, NUTRIÇÃO EM PAUTA


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amostra dois 3,85, amostra três 3,57, amostra quatro 3,75 e a amostra cinco de 3,63. Conclui-se que as análises físico-químicas demostraram que algumas amostras estavam com inconformidade em relação ao padrão SST. No suco de laranja in natura não é permitido aditivos para corrigir os parâmetros físico-químicos. As alterações desses parâmetros podem ser atribuídas as próprias características da fruta ou à adição de água no suco analisado, sendo considerado a possibilidade de adulteração.

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE SUCOS DE LARANJA IN NATURA COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA – BA Marques, C. O, Teixeira., K. L., Santos, I. S., Andrade, R. M. Faculdade Anísio Teixeira (FAT); Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). Feira de Santana, Brasil. Robinson Moresca de Andrade. Pôster. Resumo Considerando que o suco de laranja in natura artesanal é amplamente produzido manualmente com o uso de máquinas e utensílios que muitas vezes não foram higienizados da forma correta em estabelecimentos onde as condições higiênico-sanitárias de preparo não são adequadas e comercializados em restaurantes e lanchonetes brasileiras, podem apresentar riscos de transmissão de patógenos. O presente trabalho teve como objetivo analisar a qualidade microbiológica dos sucos de laranjas pêra in natura coletados aleatoriamente em diferentes estabelecimentos comerciais na cidade de Feira de Santana-BA e identificar a presença de bactérias mesófilas. As análises foram realizadas em triplicata com 1 ml do suco não diluído, utilizando Ágar MacConkey e Ágar Nutriente para identificar bolores, leveduras e enterobacterias comparando com a Portaria n° 1/87 e RDC n° 12/2001 do Ministério da Saúde. As amostras foram adquiridas aleatoriamente em diferentes estabelecimentos comerciais da cidade de Feira de Santana-BA, após preparo imediato e encaminhado ao Laboratório de Microbiologia da Faculdade. Como resultado, todas as placas de Ágar Nutriente e MAcConkey (100%) apesentaram crescimento bacteriano. Sendo que as 5 amostras avaliadas – L1, L2, L3, L4, SETEMBRO 2018

L5 - todas apresentaram incontáveis, devido à alta quantidade de unidades formadoras de colônias (UFCs). Nesse estudo a contagem de bolores e leveduras não foi possível, devido ao seu alto teor de contaminação o que expressa valores acima do permitido. Apesar de não serem microrganismos patogênico e sim deteriorantes, Scheidegger; Pietrzak; Frei (1993) sugerem que esses produtos podem ser fontes de infecções por Candida albicans em pessoas imunodeprimidas. A presença de enterobacterias foi confirmada em 100% das amostras o que sugere a presença de coliformes fecais, segundo a RDC nº 12 (BRASIL, 2000), o suco é impróprio para o consumo quando atinge máximo de 10 UFC/mL de coliformes fecais e presença de Salmonella sp. A presença de enterobactérias indica a presença de patógenos, microrganismos resistentes ao ácido que podem ser encontrados (SHIGEOKA, 1999), Pereira; Leitão (1989) descreve que já foi constatado a sobrevivência de coliformes fecais e outras enterobactérias em sucos de frutas e outros substratos ácidos, podendo representar um perigo a saúde do consumidor. Os agentes bacterianos entéricos que podem causar intoxicações alimentares são a Salmonella sp, Shigella sp e Escherichia coli. A presença elevada desses microrganismos nos sucos, reflete um indicativo de problemas relacionados com a manipulação. Assim, concluímos da necessidade maior no controle na limpeza das frutas antes de serem espremidas, na higiene pessoal e a higienização das máquinas extratoras devem ser empregados nos locais onde se produzem os sucos.

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE MELADOS DE CANA-DE-AÇÚCAR Autores: Vicentini-Polette, C*; Orlandi, RDM; Ferro, RB; Belé, JSAH; Borges, MTMR; Antonini, RGC; Verruma-Bernardi, MR. *autora principal e responsável pela apresentação Instituição: Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil. Tipo: preferencialmente Tema Livre Nota: Por motivos de trabalho, pesquisa e viagem, peço encarecidamente que, se aprovados, meu trabalhos sejam agendados para a quinta-feira. Conto com a compreensão, e fico grata desde já. NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Resumo O melado é obtido do cozimento do caldo da cana-de-açúcar não fermentado, não sendo permitida a adição de essências, corantes naturais ou artificiais, conservantes e edulcorantes. A busca por um alimento saudável e seguro deve envolver todos seus aspectos de qualidade, incluindo a qualidade microbiológica. A higienização é um processo fundamental para o alimento, e deve ser garantida em todas as etapas de produção, desde a colheita da matéria prima até o envasamento e distribuição final ao consumidor, evitando sua contaminação. O objetivo do estudo foi avaliar amostras (11) de melados quanto à qualidade microbiológica (mesófilas totais, Salmonella, bolores e leveduras, coliformes totais e Escherichia coli) e composição físico-química (açúcar redutor, açúcar redutor total e pH). A avaliação microbiológica foi comparada à Resolução descrita por Brasil (1978) e os dados das análises físico-químicas foram submetidos à análise de variância e teste (p≤0,05). Os microorganismos, quando encontram situação favorável, são grandes causadores de deterioração do melado de cana de açúcar. Seis amostras apresentaram contaminação. Cinco amostras continham contaminação por bactérias (marcas A, B, E, H e I), duas por bolores (A e D) e duas por leveduras (D e I). Nenhuma amostra apresentou coliformes, e todas estavam em conformidade com Brasil (1978) . Os valores de pH, açúcar redutor e açúcar redutor total variaram, respectivamente, de 3,94 à 5,64, de 15,4 à 73,1%, e de 42,0 à 77,2%. Houve diferença para todos os atributos avaliados, sendo que para pH e açúcar redutor, todas as amostras diferiram, mostrando a ampla variação destas características. Para evitar sua proliferação de microorganismos e aumentar o tempo de prateleira, é importante que o melado possua alta concentração de açúcares, dificultando a sobrevivência de microorganismos. Além disso, é de extrema importância conhecer o espectro de pH encontrado em melados, uma vez que sua alteração durante o tempo de armazenamento pode indicar a deterioração do produto. Conclui-se que, mesmo com a presença de alguns microrganismos, as amostras de melado são apropriadas para o consumo humano, e que suas características físico-químicas são essenciais para a manutenção da qualidade microbiológica.

CAPACIDADE ANTIOXIDANTE DE POLPA DA ROMÃ (PUNICA GRANATUM L.) CARMO, M.; BEZERRA, R. Carmo, M; Alcântara, B; Azevedo, R; Bezerra, R. Faculdade de Ciências Aplicadas – Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Limeira, SP, Brasil. * Mônica Cristina Lopes do Carmo Pôster Resumo Romãs são fontes de substâncias bioativas, sendo os compostos fenólicos os principais envolvidos nos efeitos benéficos desta fruta para o organismo. O objetivo geral desta pesquisa foi avaliar a capacidade antioxidante de polpa da Romã (Punica granatum L.). Foram utilizadas romãs cultivadas em sistema orgânico. As frutas foram analisadas quanto à capacidade antioxidante pelo método ABTS, ORAC e Fenólicos Totais. Os seguintes valores foram encontrados – ORAC- 68,78 + 4,940 µmol Trolox/g polpa de romã liofilizada; Fenólicos Totais- 8,123 + 0,225 mg de eq. Ácido Gálico/g de polpa de romã liofilizada; e ABTS+ 43,151 + 0,652 µmol Trolox /g polpa de romã liofilizada. Os resultados mostraram que romãs (Punica Granatum) são boas fontes de compostos antioxidantes favorecendo, portanto, a proteção contra o excessivo ataque oxidativo.

CIRCUNFERÊNCIA DO PESCOÇO COMO INDICADOR INDEPENDENTE DE ESTEATOSE HEPÁTICA NÃO ALCÓOLICA NAS MULHERES: RESULTADOS DO ELSA-BRASIL Santos, LLM1; Barreto, SM2; Figueiredo, RC1 1Universidade Federal de São João Del Rei. 2Universidade Federal de Minas Gerais. Divinópolis, Minas Gerais – Brasil. Apresentador de Tema Livre: Laura Luiza Menezes Santos Resumo A esteatose hepática não alcóolica (EH) se tornou um problema de saúde pública no mundo todo e novas estratégias de detecção mais simples, rápidas e financeira-

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mente mais disponíveis que as existentes têm sido propostas, como a medida da circunferência do pescoço (CP). Investigar se a circunferência do pescoço está associada a esteatose hepática não alcóolica e se essa associação é modificada pelo status de obesidade entre homens e mulheres de uma amostra de adultos brasileiros. Trata-se de um estudo transversal realizado com 9457 participantes (5187 mulheres e 4270 homens, de 35 a 74 anos) da linha de base (2008-2010) do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), um estudo de coorte prospectivo realizado com 15105 servidores públicos de Instituições de Ensino Superior e/ou Pesquisa de seis capitais brasileiras. Foram realizadas medidas antropométricas da CP, Circunferência da Cintura (CC) e Índice de Massa Corporal (IMC), exames bioquímicos, clínicos e ultrassom hepático. A CP, variável contínua, foi medida conforme protocolo padronizado e a EH foi avaliada por meio de ultrassom hepático e categorizada em graus de atenuação (normal, leve e moderada/grave). A associação entre CP e EH foi estimada por meio de regressão logística multinomial, considerando os potenciais efeitos de confusão (variáveis contínuas: idade, CC e variáveis categóricas: diabetes, hipertensão e dislipidemia). O efeito de modificação foi investigado por meio da inclusão do termo de interação CPxIMC ao modelo final. A magnitude da associação foi estimada por odds ratio e seus respectivos intervalos de confiança de 95%. Todas análises foram estratificadas por sexo e realizadas no software Stata 12.0. A média de idade das mulheres e dos homens foi de 51.5±8.9 e 51.9±9.4 anos, respectivamente. A prevalência de EH e a média de CP foi de 33,6% e 33,9±2,5cm nas mulheres e 45,8% e 39,4±2,8cm nos homens, respectivamente. Na população geral, entre homens e mulheres, mesmo após todos os ajustes, a CP se mostrou associada a EH, com maior chance no grau de atenuação moderada/grave (p<0.001). Observou-se ainda a presença de interação multiplicativa entre CP e IMC (p<0,001), entre homens e mulheres. As análises estratificadas pelas categorias de IMC, peso normal (≥18,5 e <25 kg/m2), sobrepeso (≥25,0 e <30 kg/m2) e obesidade (>30kg/m2), e ajustadas por todos os fatores de confusão, incluindo CC, mostraram que a CP foi associada a maior chance de EH (atenuação moderada/grave) apenas nas mulheres com obesidade e não foi associada à EH entre os homens. Assim, os resultados desse estudo mostraram que o aumento da medida da CP agrega importante capacidade preditiva de EH nas mulheres com obesidade.

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COMPARAÇÃO DE ANÁLISE SENSORIAL DE COR E INSTRUMENTAL EM MELADOS DE CANA-DE-AÇÚCAR Autores: Decicino, M; Silva-Belé*, J; Vicentini-Polette, C; Spotto, M.; Verruma-Bernardi, M. *autora responsável pela apresentação. Tipo: Preferencialmente Pôster. Instituição: Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil. Resumo O melado é obtido pela concentração do caldo de cana-de-açúcar ou a partir da rapadura derretida e apresenta o aspecto líquido xaroposo e viscoso de cor amarelo-âmbar, com aroma próprio e gosto doce. A cor é um dos parâmetros indicadores de qualidade e tem influência na aceitação do consumidor. O objetivo do estudo foi analisar a cor instrumental de 11 melados comerciais e após o agrupamento das cores realizar a análise sensorial de cor e verificar a eficácia dos dois testes. A análise instrumental de cor foi realizada por reflectância no S & M Colour Computer modelo SM - 4 - CH da Suga, no sistema Hunter com abertura de 30mm de diâmetro. A análise sensorial foi realizada com 8 avaliadores treinados. Foram utilizados 10g de cada melado, servidos em copos plásticos codificados. A escala utilizada foi a não estruturada de 9cm. Os testes foram realizados em triplicata e em cabines individuais. Para estudo estatístico dos dados realizou-se análise de variância e teste Tukey (p≤0,05). Os resultados para cor instrumental variaram de 21,09 a 42,00 sendo que a amostra 9 caracterizou-se como a mais escura e a amostra 11 como a mais clara. Dos 11 melados avaliados foram agrupados 6 melados, uma vez que os outros melados (5) apresentaram-se iguais as selecionados. Os melados 1, 5, 7, 8, 9 e 11, foram analisados sensorialmente. O atributo cor definido pelos avaliadores variou de marrom claro – escuro. Os melados 8 e 11 foram avaliados na cor visual como as amostras de cor mais claras e as amostras 1, 5 e 9 como as mais escuras. Os melados 11 e 8 diferiram significativamente do melado 7, que por sua vez diferiu significativamente dos melados restantes. Conclui-se que os testes apresentaram resultados semelhantes para cor instrumental e sensorial, e que a análise de cor visual pode ser utilizada como ferramenta para identificação de cor em melados. NUTRIÇÃO EM PAUTA

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COMPARAÇÃO DE TÉCNICAS SENSORIAIS escura em todas as análises realizadas. Conclui-se que os três testes foram eficientes, apresentando resultados seEM MELADO DE CANA-DE-AÇÚCAR Autores: Baracat, M; Silva-Belé*, J; Vicentini-Polette, C.; Verruma-Bernardi, M. *autora responsável pela apresentação. Tipo: Preferencialmente Pôster. Instituição: Universidade Federal de São Carlos / Centro de Ciências Agrárias (UFSCar / CCA). Araras/SP, Brasil. Resumo A presença da análise sensorial no processo de desenvolvimento de um produto exerce um papel de fundamental importância, tanto na seleção e no manuseio das matérias-primas que serão utilizadas quanto na formulação e condições gerais do produto. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da UFSCar, n°: 0143.0.268.00009. O trabalho teve como objetivo comparar a eficiência de diferentes testes e metodologias sensoriais utilizando melados de cana-de-açúcar, assim como verificar se existe diferença entre os melados. Os testes sensoriais foram realizados no Laboratório de Análise Sensorial utilizando luz branca em cabines individuais. Foram utilizadas quatro marcas de melado de cana-de-açúcar e quinze avaliadores pré-selecionados levando em consideração interesse e disponibilidade. Cada avaliador recebeu 10mL de cada amostra de melado, codificados. O levantamento de atributos para análise foi realizado utilizando o método de Rede descrito por Kelly (1955). Os testes realizados para comparação foram: teste de ordenação; Análise Descritiva por Ordenação (ADO) e análise com escala. Os dados obtidos nos testes de ordenação e ADO foram analisados utilizando-se o teste de Friedman e os dados da análise de preferência foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e teste Tukey (p<0,05). Os atributos levantados para os três testes foram descritos por pelo menos por 70% dos avaliadores e os termos foram: cor, aroma característico e doce, aroma, viscosidade e gosto doce. Verificou-se semelhança nos resultados dos três testes para os atributos cor, aroma doce e viscosidade e somente a análise utilizando escala apresentou diferença significativa para o atributo gosto doce. Verificou-se também que a marca que obteve maior preferência apresentou cor mais clara e aroma mais adocicado em todas as análises, já a marca que obteve menor preferência apresentou cor mais

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melhantes e identificando as diferenças entre os melados na cor, aroma doce e viscosidade, sendo que o teste 1 e 2 foram mais rápidos de serem analisados estatisticamente por terem tabela apropriada.

CONHECIMENTO SOBRE NUTRIÇÃO E PERFIL NUTRICIONAL DE FREQUENTADORES DE ACADEMIAS ESPORTIVAS EM CURITIBA-PR BERNARDO, M.F.; RAYMUNDO, G.P. – PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PARANÁ - PUCPR – Curitiba, PR - Brasil Autor apresentador: RAYMUNDO, G.P. - Modalidade: pôster Resumo Introdução: A conduta nutricional é essencial para auferir êxito na obtenção de resultados se tratando de exercícios físicos, seja qual for a natureza do objetivo definido. Objetivos: Avaliar o perfil nutricional, o conhecimento sobre nutrição e o uso de suplementos alimentares dos frequentadores de dois centros esportivos localizados em Curitiba-PR Método: Estudo transversal, realizado em duas academias de Curitiba-PR. Aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da PUCPR (parecer nº 1.816.687/2016) e faz parte de Grupo de Pesquisa GEPECIN (Ciências da Nutrição). A amostra totalizou 122 participantes, frequentadores das academias selecionadas, com média de 33,69±10,36 anos de idade, de ambos os sexos, que aceitaram responder ao questionário contendo questões relacionadas aos dados socioeconômicos, perfil antropométrico, hábitos alimentares, conhecimento sobre nutrição e uso de suplementos alimentares. Para avaliação antropométrica foram aferidos peso e estatura para posterior cálculo de índice de massa corporal e dobras cutâneas, segundo protocolo apropriado para a população avaliada. Resultados: Verificou-se que 43% da amostra demonstrou conhecimento insuficiente quando questionados sobre funções de micronutrientes. Os indivíduos da pesquisa apresentaram índice de massa corporal médio de 25,85±3,82 kg/m2 e percentual de gordura corporal médio de 22,64%±6,24%. Emagrecimento é o principal objeNUTRIÇÃO EM PAUTA


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tivo relatado pelos indivíduos (42,6%), seguido de ganho de massa muscular (40,2%) Mais de 55% dos indivíduos consomem frutas, verduras e legumes abaixo do recomendado. Uma parcela da amostra relatou realizar 3 ou menos refeições diárias, totalizando 26,4% dos participantes. O consumo de suplementos alimentares foi observado em 41,8% dos indivíduos, que relataram utilizar os suplementos sem nenhuma orientação profissional (52,94%). Para os indivíduos que relataram indicação de algum profissional da saúde, os professores de academia são os que mais indicam suplementos, com 15,68% da amostra seguidos de nutricionistas e nutrólogos, cada um com 11,76% das respostas. Por meio do teste Qui Quadrado foi observado a associação estatisticamente significativa entre indivíduos que utilizam suplementos alimentares e os que indicam o uso de suplementos para outras pessoas (p=0,000), assim como a associação entre a escolaridade dos indivíduos e seus respectivos percentuais de gordura corporal (p=0,005). Sobre o motivo de não fazer alimentação saudável, 35,2% dos indivíduos responderam que o sabor dos alimentos é o que mais influencia, seguido do custo desses com 34,4%, 16,4% por falta de tempo para preparar os alimentos e 14% dos indivíduos relatando não possuir conhecimento suficiente sobre alimentação saudável. Considerações Finais: As academias esportivas têm um papel importante na promoção da saúde e prevenção de doenças, o que torna ainda mais necessária a atuação do profissional nutricionista nesse tipo de ambiente, reforçado pelo resultado desse estudo, que revelou incoerências inclusive de ordem ética-profissional, principalmente no que diz respeito a indicações do uso de suplementos alimentares. A atuação em conjunto dos profissionais da saúde terá impacto não apenas no conhecimento dos frequentadores desses ambientes, mas também nas ações que esses indivíduos implementarão no seu dia a dia.

Resumo OBJETIVO: avaliar o consumo alimentar de pessoas idosas institucionalizadas na zona urbana do município da Teresina (PI). METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa de campo, um estudo transversal, com abordagem quantitativa e descritiva, desenvolvida com 30 pessoas idosas, em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário UNINOVAFAPI, processo CAAE n° 58182816.0.0000.5210. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados foram apresentados através do Questionário de Frequência Alimentar - QFA, pelo o consumo e não consumo por grupo de alimentos. Os alimentos mais consumidos foram frutas (100%) e leguminosas (100%), e para o não consumo no grupo de leite e derivados, manteiga (100%), do grupo carnes e ovos, fígado e linguiça (100%), óleos e gorduras, frituras (100%). Como o estudo não relacionou consumo alimentar com ocorrência de doenças e/ou estado nutricional, não foi possível avaliar o quanto a alimentação estava influenciando na saúde dos idosos. CONCLUSÃO: Diante do exposto no presente estudo, espera-se que o resultado dessa pesquisa contribua, na instituição ou na implementação de estratégias de cuidado nutricional, que atuem tanto no monitoramento do estado de nutrição, conforme recomendação do próprio Ministério da Saúde, como na intervenção terapêutica visando, desta forma, uma assistência mais integral e efetiva desse idoso residente em Instituições de Longa Permanência (ILPI).

DESIGUALDADES NA QUALIDADE DA DIETA DE RESIDENTES DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL, 2003-2015

CONSUMO ALIMENTAR DE PESSOAS IDOSAS Nomes dos autores: Mello AV, Sarti FM, Pereira JL, GolINSTITUCIONALIZADAS NA ZONA URBANA dbaum M, Cesar CLG, Alves MCGP, Fisberg RM. DO MUNICÍPIO DE TERESINA (PI) AUTORES CHAGAS, L. R.; FAUSTINO, L. A.; SILVA, R. L.; RIBEIRO, W.S.; PAULA, L. O.; VASCONCELOS, V. M. S. INSTITUIÇÃO: Centro Universitário UNINOVAFAPI.

Instituição: Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública, São Paulo, Brasil Autor apresentador: Aline Veroneze de Mello (Mello AV) Modalidade: Tema Livre

APRESENTADOR: Layana Rodrigues Chagas APRESENTAÇÃO: Pôster SETEMBRO 2018

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Resumo Objetivo: Identificar os principais determinantes socioeconômicos e demográficos e desigualdades relacionadas à renda na qualidade da dieta de residentes do município de São Paulo. Metodologia: Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde do município de São Paulo (ISA-Capital 2003 e 2015). Trata-se de um estudo observacional, de base populacional com amostra representativa de adolescentes (12 a 19 anos) adultos (20 a 59 anos) e idosos (60 anos ou mais) residentes na área urbana do município (n=2398 em 2003; n=1742 em 2015). Dados socioeconômicos, de saúde e de consumo alimentar foram coletados por entrevistadores previamente treinados durante visita domiciliar, por meio de um questionário semiestruturado. Informações referentes ao consumo alimentar foram avaliadas por recordatórios alimentares de 24 horas (R24h), seguindo os procedimentos do Multiple Pass Method (MPM) e a qualidade da dieta segundo o Índice de Qualidade da Dieta Revisado (IQD-R), que é composto por 12 componentes e apresenta uma pontuação global que varia de 0 a 100 pontos, no qual representa uma dieta de péssima e de excelente qualidade, respectivamente. As variáveis qualitativas foram apresentadas em frequências absolutas e relativas e comparadas segundo intervalo de confiança de 95%. A pontuação total e os componentes do IQD-R foram descritas em médias e erro padrão e comparadas entre os anos de 2003 e 2015, por meio do Teste do Wald (p<0,05). A análise da desigualdade na qualidade da dieta foi realizada por meio do cálculo do índice de concentração (IC), a partir da renda domiciliar per capita em adultos equivalentes. Foram estimadas regressões lineares múltiplas, para cada ano de estudo, com o intuito de identificar os principais determinantes socioeconômicos e demográficos da qualidade da dieta. Os dados foram analisados no software STATA 13.0, considerando-se o desenho amostral. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob CAAE: 64434717.2.0000.5421. Resultados: Observou-se em 2015, em relação a 2003, menor proporção de adultos, de pessoas com companheiro, com escolaridade inferior a 4 anos, consumidores de bebida alcoólica, fumantes e ausência de doença crônica e maior de indivíduos de etnia não branca, com renda inferior a um salário mínimo e desempregados. A qualidade da dieta da população de São Paulo, passou de 54,7 pontos (EP = 0,51) em 2003 para 58,4 pontos (EP = 0,39) em 2015 (p<0,001), representando uma variação percentual de 6,3%. Os componentes que apresentaram melhora

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significativa na pontuação média, em 2015, em relação à 2003, foram frutas totais, frutas integrais, cereais integrais, óleos e sódio, sendo que a maior variação percentual da pontuação máxima do componente foi de cereais integrais (em 2003 foi de 4,6% para 8,8% em 2015) e a menor, do componente óleos (em 2003 foi de 71,5% para 91,8% em 2015). Por outro lado, os componentes vegetais totais, vegetais verde-escuro e alaranjados e leguminosas (VeVEal), cereais totais, leite e derivados e calorias provenientes de gordura sólida, álcool e açúcar de adição (gord_AA), apresentaram piora na pontuação, sendo que a menor variação percentual foi do componente cereais totais (em 2003 foi de 91,8% para 90,8% em 2015) e a maior, do componente VeVEal (em 2003 foi de 69,2% para 66% em 2015). Os demais componentes não apresentaram diferenças significativas. O IC negativo indicou que indivíduos com menor renda apresentaram melhor qualidade da dieta em 2003; no entanto, com o IC positivo em 2015, o cenário se inverte e as desigualdades passam a favorecer os indivíduos de maior renda. Foram encontradas diferenças na qualidade da dieta em relação aos anos avaliados, no qual principal contribuinte para aumentar a desigualdade socioeconômica 2003 foi a etnia, e em 2015, foi a renda domiciliar per capita. Embora a idade tenha contribuído para reduzir as desigualdades no ano de 2003; tornou-se fator contribuinte para o aumento das desigualdades em 2015. Conclusões: Houve melhora na qualidade da dieta global dos residentes do município de São Paulo acompanhada pela melhora dos componentes frutas totais, frutas integrais, cereais integrais, óleos e sódio, porém ainda estão aquém dos valores ideais do IQD-R. As mudanças observadas em relação às características da população, às desigualdades de renda e os contribuintes para as desigualdades socioeconômicas e demográficas na qualidade da dieta ressaltam que há um processo de determinação destes fatores que se altera ao longo dos anos no município de São Paulo. Contudo, a identificação dessas mudanças é fundamental para a promoção de saúde e elaboração de políticas públicas que englobem a qualidade da dieta como componente das desigualdades em saúde.

EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO DE CAFEÍNA NO ESTRESSE OXIDATIVO EM PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO Martins ; V. ; Chamusca; G. ; Gonçalves, D. Pós Graduação em Prescrição de Fitoterapicos e Suplementação Nutricional na Nutrição Clinica e Esportiva – Universidade NUTRIÇÃO EM PAUTA


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Estácio de Sá. Resumo Objetivo: Avaliar os efeitos da suplementação aguda de cafeína em praticantes de exercício físico e seus impactos sobre marcadores bioquímicos de dano oxidativo e performance, analisando as publicações cientificas indexadas em bancos de dados no período de aproximadamente 10 anos. Metodologia: Foram pesquisados, artigos científicos entre os anos de 2006 a 2017 publicados nas bibliotecas virtuais SciELO®, PubMed® e Google Scholar®. A fim de contribuir para relevância do presente trabalho utilizou-se como base para as pesquisas, os seguintes Descritores em Ciências da Sáude (DeCS): Exercício; Cafeína; Dano ao DNA; Radicais Livres; Peroxidação de Lipídeos, registrados na forma portuguesa e inglesa. Além disto, foram criados os seguintes critérios de elegibilidade: Ensaios clínicos em humanos, Grupos suplementados com cafeína que realizaram atividade física, Estudos cegos. Observou-se também a utilização de métodos indiretos de quantificação de ataque oxidativo: atividade de enzimas antioxidantes, produção de interleucinas, malondialdeído (MDA), ácido tiubarbitúrio (TBARS) e oxidação de DNA. Após este processo de triagem, restaram 9 (Nove) publicações que foram exploradas e confrontadas no presente trabalho. Resultados: O aumento na produção de Espécies Reativas de Oxigênio (EROS) esteve presente nos grupos que realizaram exercício físico, havendo uma correlação positiva entre a intensidade do exercício. Entre os estudos avaliados a maioria demonstrou aumento na peroxidação lipídica (método MDA e TBARS) correlacionando o uso de cafeína e prática de exercício físico. Contudo, nos estudos de Alavi et al (2015) e Okuyama et al (2016) a cafeína combinada a atividade física, aumentou significativamente os mecanismo de proteção enzimática contra EROS. Em relação à produção de citocinas inflamatórias, todos os estudos que mensuraram IL-6, relataram uma maior expressão nos grupos cafeína e exercício físico (SALICIO et al., 2017; TAULER et al., 2013; NIEMAN et al., 2017; OKUYAMA et al.,2016) .Á dose usual de cafeína utilizadas nos estudos, variaram entre 3 mg/kg a 9mg/kg de peso corporal, demonstrando um possível efeito antioxidante a partir da elevação da quantidade de cafeína. Conclusões: Os resultados observados apontam uma melhoria de desempenho físico nos grupos suplementados com cafeína. Em relação aos marcadores de estresse oxidativo a cafeína promoveu uma melhora no sistema de proteção enzimátiSETEMBRO 2018

ca contra EROS via expressão de GSH e Superóxido Dismutase (SOD). Contudo, houve aumento nos grupos suplementados com cafeína de peroxidação lipidica, através de utilização maior de Ácido Graxo Livre (AGL), devido a inibição da enzima fosfodiesterase (PDE) e elevação de Adenosina Monofosfato Ciclica (AMPc) estimulando assim a lipólise e interação com o radical hidroxila (OH). O aumento na produção de IL-6 nos indivíduos que fizeram atividade física e utilizaram à cafeína, podem promover à longo prazo em pessoas sadias, um potencial mecanismo de adaptação ao treinamento devido a relação entre IL-6 e migração de células satélites e função anabólica celular no sistema musculoesquelético.

EFICÁCIA DA DIETA CETOGÊNICA CLÁSSICA E DAS ALTERNATIVAS QUE PARTEM DA MESMA NO TRATAMENTO DA EPILEPSIA DE DIFICIL CONTROLE MEDICAMENTOSO, UMA REVISÃO DE LITERATURA Souza, ADS;Fagiani, MAB Genaro, SC. Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), Presidente Prudente, Brasil. Tema livre. Resumo Introdução: A epilepsia é uma patologia considerada a nível mundial comum, afetando cerca de 65 milhões de pessoas, aproximadamente sessenta por cento dos casos ocorrem ainda na infância, e trinta por cento deste são refratários a tratamento farmacológico, que resulta em prejuízo na qualidade de vida. Para estes casos existe um tratamento dietético utilizado desde 1921, com a aplicação da Dieta Cetogênica (DC), que consiste em uma oferta mínima de carboidratos e rica de gordura, fazendo com que o organismo entre em estado de cetose. O mecanismo que ocorre durante a aplicação da dieta ainda não é bem esclarecido, mas estudos demonstram sua eficácia no controle de crises convulsivas. A DC é muito restritiva, sendo que algumas dietas alternativas partem da mesma, com o intuito de diminuir a restrição, aumentar, aceitabilidade e facilitar a adesão dos pacientes ao tratamento. As alternativas são: A Dieta de Triglicerídeos de Cadeia Média (DTCM), a Dieta de Atinks Modificada (DAM) e a Dieta com Baixo Índice Glicêmico (DBIG). Objetivo: A presente revisão teve como objetivo investigar a efiNUTRIÇÃO EM PAUTA

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cácia das dietas alternativas que partem da DC clássica. Metodologia: Procedeu-se pesquisa em artigos científicos publicados nas bases de dados Pubmed, LILACS e Scielo. Conclusão: A aplicação da DC clássica e das alternativas que partem da mesma demonstram eficácia, devendo sempre ser aplicadas de forma responsável com a avaliação e gerenciamento de equipe qualificada com médico neurologista e nutricionista. A DTCM apresenta eficácia semelhante á clássica, com maior efeito cetogênico, proveniente dos triglicerídeos de cadeia média, quando comparado com os triglicerídeos de cadeia longa, favorecendo a introdução de um aporte glicídico maior, podendo aumentar a oferta de frutas e vegetais, melhorando assim a aceitabilidade da dieta. Na DAM a oferta de proteínas é aumentada, e os carboidratos continuam restritos, apresentando resultados semelhantes a clássica, boa tolerância entre os pacientes, facilitando a aplicação do tratamento. A DBÍG baseia-se em aumentar a oferta de carboidratos, restringindo o uso de alimentos que sejam de baixo índice glicêmico, mantendo a estabilidade da glicemia, contribuindo para uma oferta mais diversificada de alimentos, maior aceitabilidade e controle das crises semelhantes aos obtidos com a aplicação da DC clássica.

ESTADO NUTRICIONAL E CRESCIMENTO DE PRÉ-ESCOLARES DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS MARAJOARAS ALMEIDA, LWC; SOUZA, LL; ARAÚJO, AR; RAMOS, EMLS; LIMA, EJS; ALMEIDA, SS. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil.

quilombolas do município de Salvaterra, Ilha do Marajó, em 2016. A amostra composta por 65 crianças, com idade de 2 a 6 anos, de ambos os sexos. Os participantes foram submetidos à avaliação antropométrica. O estado nutricional foi avaliado conforme classificação dos índices peso para idade (P/I), estatura para idade (E/I) e IMC para idade (IMC/I) onde se utilizou os pontos de corte em escore-Z segundo a Organização Mundial de Saúde. A conversão dos valores antropométricos em escore-Z foi realizada por meio do programa WHO-Antro 2011. Os dados foram avaliados a partir da técnica estatística Análise Descritiva utilizando software Excel 2010. O projeto de extensão foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade Federal do Pará. Todos os Participantes tiveram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado por seus responsáveis. RESULTADOS: A maioria das crianças (56,92%) é do sexo feminino, com idade média de 3 anos. Ao avaliar peso, observou-se que a maioria está com peso adequado (86,88%) (≥ -2 e ≤ +2 esore-Z), mas 3,28% (escore-Z >2) estão com peso elevado e 9,84% (≥-3 escore-Z < -2) com baixo peso. Com relação à estatura, a maioria está com estatura adequada, com 84,76% (≥ -2 e ≤ +2 escore Z), 13,55% possui baixa estatura (escore-Z < -2). O estado nutricional segundo o IMC demonstrou que 8,47% está com magreza e 11,86% (> +1 escore-Z ≤ +2) sobrepeso. CONCLUSÃO: A desnutrição definida pelo déficit de estatura ainda é uma realidade presente nas crianças de comunidades remanescente de quilombo e a prevalência de sobrepeso encontrada, intensifica os problemas do consumo alimentar colocando em risco o direito humano a alimentação adequada.

Autor apresentador: Luana Wanessa Cruz Almeida Formato: Pôster

ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO DE SUPLEMENTOS TAMPONANTES: UM NOVO CAMINHO PARA NOVAS DESCOBERTAS

Resumo

AUTORES: MARTICORENA, F.M; PERIM, P.

INTRODUÇÃO: As comunidades remanescentes de quilombo são grupos populacionais que possuem ancestralidade negra, características étnicas raciais fundamentadas nas relações com a terra, prática cultural própria, parentesco e território. Devido à opressão sofrida durante o período colonial estabeleceu-se uma dívida histórica, com isso, as questões relacionadas à vulnerabilidade, insegurança alimentar e déficit nutricional especialmente entre as crianças foram evidenciadas. METODOLOGIA: Estudo transversal realizado em comunidades

Centro Universitário São Camilo, São Paulo, Brasil

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Autor apresentador: Felipe Miguel Marticorena Resumo Introdução: O cenário de suplementos alimentares vem crescendo mundialmente nos últimos anos, assim como o conflito de interesse neste ramo, o que gera dúvidas sobre a eficácia das substâncias comercializadas, NUTRIÇÃO EM PAUTA


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visto que informações errôneas podem afetar a saúde da população e a performance de atletas. Suplementos ergogênicos compreendem aqueles que por determinado mecanismo fisiológico promovem melhora do desempenho físico. Revisões de órgãos de extrema relevância para a área dividem os suplementos de acordo com níveis de evidência científica que comprovem sua segurança e eficácia, sendo os classificados como nível A os mais recomendados. Dentre essa categoria, se destacam os suplementos tamponantes, como a beta alanina e o bicarbonato de sódio, devido suas ações na atenuação do acúmulo de íons de hidrogênio e consequentemente, retardando a acidose muscular, fator que predispõe à fadiga. Todavia, sabe-se que fatores como genética, dose, período, intensidade e tipo do exercício influenciam, positivamente ou negativamente, na resposta do indivíduo ao uso desses suplementos. Objetivo: Analisar os mecanismos relacionados aos principais suplementos tamponantes, os possíveis fatores que influenciam a resposta individual e as estratégias de intervenção, a fim de otimizar a suplementação para o exercício físico de alta intensidade. Casuística: Levantamento bibliográfico por meio da base de dados Pubmed e Scielo utilizando a técnica booleana and, com os descritores: beta alanine; sodium bicarbonate; buffering agentes; performance; alkalosis no período entre 2014 a 2018. Resultados: A beta-alanina é um aminoácido limitante para a síntese de carnosina muscular, que atua como uma barreira imediata contra o acumulo de íons de hidrogênio durante o exercício físico, o que resulta em menor acidose muscular. Porém, estudos mostram que este efeito tamponante aparece em atividades de 30s à 10 minutos de duração em resposta a suplementação crônica com doses diárias de 3,4 – 6,4g por um período de 4 a 24 semanas. Investigações recentes mostram que a quantidade de beta alanina que é convertida em carnosina muscular é extremamente baixa. Portanto, estratégias de otimização da suplementação vem sendo uma lacuna que a ciência busca preencher. Resultados promissores, como por exemplo, suplementação em conjunto às refeições e aumento das doses e período de suplementação já foram mostrado por alguns autores, porém, mais pesquisas voltadas ao metabolismo da beta alanina são necessárias para uma conclusão mais precisa. Já o bicarbonato de sódio, administrado em doses agudas de 0,3g/kg antes do exercício físico, mostra-se eficaz para a melhora do rendimento, devido seu aumento na corrente sanguínea está relacionado a uma atividade maior de transportadores de íons de hidrogênio (MCT1 e MCT4) presentes na membrana do músculo esquelético, que por SETEMBRO 2018

sua vez, vão aumentar o efluxo desses íons de hidrogênio e lactato de dentro do músculo para a corrente sanguínea, consequentemente, reduzindo a acidose muscular. Porém, o que a literatura científica observa hoje em relação ao uso de bicarbonato de sódio são as variações individuais na resposta a esse suplemento, tanto em efeitos no exercício físico, quanto em desconfortos gastrointestinais. Portanto, novas estratégias de suplementação vêm sendo estudada por autores da área, dentre as estratégias, se destacam o fracionamento da dose, utilização crônica desse suplemento, cápsulas gastroentéricas, nível de treinamento, modalidade e intensidade do exercício praticado e fatores genéticos associados à resposta da suplementação de bicarbonato de sódio. Conclusão: Conclui-se que, os suplementos em questão possuem altos níveis de evidências quanto a segurança e efetividade, porém a otimização da suplementação precisa ser mais elucidada, a fim aumentar os seus efeitos ergogênicos e atenuar seus respectivos efeitos adversos

ESTUDO DE ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO PÂNCREAS ENDÓCRINO DE ANIMAIS SUBMETIDOS A DIFERENTES MODELOS DE PROGRAMAÇÃO METABÓLICA COM DIETA HIPERLIPÍDICA KUDRIK, R.¹, FONTES, C.¹, CARVALHO, C.1. 1Departamento de Biociências, UNIFESP, Campus Baixada Santista, Santos/SP – Brasil Autor apresentador: Rafaella Kudrik; em pôster. Resumo INTRODUÇÃO: A programação metabólica é um termo usado para explicar que durante a ontogênese, os órgãos e sistemas passam por períodos críticos de sensibilidade a fatores ambientais que podem gerar ajustes fenotípicos que, por sua vez, podem permanecer ao longo da vida. Estudos com modelos animais revelam que proles de mães expostas a dietas hiperlipídicas (HL) durante a gestação e lactação exibem comprometimento da homeostase glicêmica, da secreção de insulina e risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 (DM2) na vida adulta. OBJETIVOS: Esse projeto investigou possíveis alterações morfométricas do pâncreas endócrino de animais que foram expostos à dieta HL em um período pré-concepção NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

(PC) e durante toda a vida fetal e lactacional, ou animais que foram expostos à dieta HL apenas durante a gestação e lactação. METODOLOGIA: Fêmeas de camundongos C57BL/6 foram acasaladas e, no primeiro dia de gestação, foram separadas em 3 grupos: controle (CON, alimentado com dieta padrão, 4,5% lipídios em g, durante a gestação e lactação), dieta hiperlipídica (grupo HL, alimentado com dieta HL com 34% lipídeos em g, durante a gestação e lactação) e dieta hiperlipídica pré-concepção (HLPC, grupo alimentado com a mesma dieta HL por 50 dias PC e durante a gestação e lactação). O projeto foi desenvolvido com a prole de machos desses três grupos e após o desmame os mesmos foram alimentados com dieta padrão. Parâmetros metabólicos, como: massa corporal, peso dos depósitos de gordura visceral (gonadal, mesentérica e retroperitoneal), glicemia pós-prandial, testes de tolerância à glicose (GTT) e à insulina (ITT) e a concentração de insulina plasmática foram avaliados para caracterização do modelo. Adicionalmente, foram avaliados parâmetros morfométricos das ilhotas em cortes histológicos submetidos à reação imunoistoquímica para insulina. RESULTADOS: No desmame, aos 21 dias, os animais dos grupos HL e HLPC apresentaram massa corporal aumentada em relação aos animais do grupo CON (CON: 8,9±0,2 x HL: 9,8±0,2 e HLPC: 10,4±0,4 g), assim como glicemia pós-prandial aumentada (CON: 130,1±4,9 x HL: 163,5±6,3 e HLPC: 170,7±8,1 mg/dL). As diferenças de massa corporal e glicemia não foram observadas na fase adulta (12 semanas de vida). Os depósitos de gordura (gonadal e mesentérico) e a gordura total relativa foram significativamente aumentados em animais HL e HLPC, em comparação ao grupo CON. Gordura gonadal relativa: CON: 1,3±0,04; HL: 1,62± 0,06 e HLPC: 1,76± 0,1%); gordura retroperitoneal relativa (CON: 0,26±0,01; HL: 0,33±0,02; HLPC: 0,28± 0,01%, apenas **CON x HL), mesentérica relativa (CON: 0,63± 0,03; HL: 0,82± 0,04 e HLPC: 1,01±0,07) e total relativa (CON: 2,12±0,09 x HL: 2,65±0,12 e HLPC: 3,16± 0,16%). Os dados de AUC do GTT revelaram que o grupo HLPC é intolerante à glicose, em comparação aos grupos CON e HL (CON: 29508 ± 835,9; HL: 32150 ± 847,1; HLPC: 36547 ± 1199). Os resultados de ITT revelaram que o grupo HL é resistente à insulina (AUC ITT: CON: 2291±72 x HL: 2721±100). No entanto, não observamos diferença entre os grupos CON e HLPC e entre HL e HLPC. Com relação à insulina plasmática, observamos que os animais do grupo HL são hiperinsulinêmicos em relação aos grupos CON e HLPC. No entanto, não existe diferença da insulina plasmática entre os grupos CON e

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HLPC. Não observamos diferença morfológica das ilhotas entre os grupos. A contagem do número de ilhotas por secção de pâncreas revelou que animais HLPC apresentam número diminuído em relação aos grupos CON e HL (CON: 13±1; HL: 12,5±1; HLPC: 6,8±0,4). A avaliação dos parâmetros morfométricos revelou que os animais HLPC mostraram aumento na quantidade de células beta em comparação aos grupos CON e HL (CON: 37,8±1,6; HL: 27,9± 1,2 e HLPC: 43,6±2,2) e na área de células não beta (CON: 1578±118; HL: 1449±77; HLPC: 1615±86 µm2, ***CON x HLPC e ***HL x HLPC). Todavia, os animais HLPC apresentaram diminuição no tamanho de células beta, quando comparados aos animais CON e HL (CON: 135,1±1,6; HL: 143,8 ±1,7; HLPC: 112,1±1,5 µm2). Já os animais do grupo HL apresentaram diminuição na quantidade de células beta em relação aos grupos CON e HLPC (CON: 37,84± 1,6; HL: 27,86± 1,23 e HLPC: 43,60± 2,24), na área da ilhota (CON: 7140±338; HL: 5616± 264 e HLPC: 6558±325 µm2, *CON x HL e ***HL x HLPC) e na área de células beta (CON: 5562±257; HL: 4167±198; HLPC: 4943±262 µm2; *CON x HL e ***HL x HLPC). Porém o tamanho das células beta de animais HL é aumentado em relação aos demais grupos (CON: 135,1±1,6; HL: 143,8±1,7; HLPC: 112,1±1,5 µm2). CONCLUSÃO: Nossos resultados revelam que as respostas compensatórias do pâncreas endócrino apresentadas pelos animais HL e HLPC são diferentes. Enquanto o grupo HL teve hipertrofia de células beta pancreáticas, o grupo HLPC apresentou hiperplasia. Assim, conclui-se que a administração de dieta HL em períodos críticos do desenvolvimento predispõe o indivíduo ao aparecimento de doenças metabólicas, como a obesidade e o Diabetes Mellitus tipo 2 na vida adulta da prole. Cadastro no CEUA: 2973260116

EXTRATO ETANÓLICO DA ROMÃ DIMINUI OS PARÂMETROS DE ESTRESSE OXIDATIVO EM RATOS Carmo, M; Alcântara, B; Azevedo, R; Bezerra, R. Faculdade de Ciências Aplicadas – Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Limeira, SP, Brasil. * Mônica Cristina Lopes do Carmo Pôster

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Resumo

FATORES GENÉTICOS ENVOLVIDOS NO METABOLISMO DA CAFEÍNA E IMPACTO NA O objetivo geral desta pesquisa foi avaliar o efei- PERFORMANCE DE ATLETAS

to da suplementação com o extrato etanólico de polpa da Romã (Punica granatum L.) na resposta antioxidante em ratos submetidos a exercício físico até a exaustão. Foram utilizados 39 ratos Wistar, machos, com 4 meses de vida e massa corporal de 404,32 ± 18,17g. Os animais foram divididos em 4 grupos: CTL - 9 ratos não suplementados e não participantes do teste de exaustão; DI - 10 ratos pré-suplementados durante 21 dias com o extrato etanólico de polpa de romã na dose de 0,875 mmol de polifenóis/dia e submetidos a um teste de exaustão; DII - 10 ratos submetidos às mesmas condições que DI, porém recebendo a pré-suplementação na dose de 1,75 mmol de polifenóis/ dia; NAT - 10 ratos submetidos ao mesmo protocolo que DI e DII, entretanto não suplementados. Os grupos DI, DII e NAT realizaram uma sessão aguda de natação até a exaustão. Foi observado que os animais suplementados conseguiram nadar por mais tempo que os animais que não receberam o extrato de polpa de romã; o grupo DI apresentou um aumento de 86,55% e DII de 64,86% em relação ao tempo de natação do grupo NAT. A suplementação proporcionou a diminuição dos valores de MDA e H2O2 no plasma e no gastrocnêmio. A atividade das enzimas antioxidantes CAT, SOD, GR e GST no grupo DI e DII se mostraram reduzidas no tecido hepático quando comparados ao NAT. Verificou-se que, o extrato preparado a partir da fruta de cultivo doméstico apresentou valores mais elevados de atividade antioxidante que a fruta de escala comercial avaliada pelos métodos de ORAC (60,77 + 3,656 µmol Trolox/g polpa de romã liofilizada - fruta de escala comercial, 68,78 + 4,940 µmol Trolox/g polpa de romã liofilizada - fruta de cultivo doméstico), fenólicos totais (8,123 + 0,225 mg de eq. Ácido Gálico/g de polpa de romã liofilizada - fruta de cultivo doméstico, 6,815 + 0,121 mg de eq. Ácido Gálico/g de polpa de romã liofilizada fruta de escala comercial) e por ABTS+ (31,786 + 0,326 µmol Trolox /g polpa de romã liofilizada - fruta de escala comercial, 43,151 + 0,652 µmol Trolox /g polpa de romã liofilizada - fruta de cultivo doméstico). A partir dos achados podemos concluir que a suplementação com o extrato de romã propiciou melhora no desempenho físico (tempo de natação) e favoreceu a proteção contra o excessivo ataque oxidativo. Os compostos bioativos da polpa da romã desempenharam um papel antioxidante avaliado in vivo.

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AUTORES: MARTICORENA, F.M; PERIM, P. Centro Universitário São Camilo, São Paulo, Brasil Autor apresentador: Felipe Miguel Marticorena Resumo Introdução: Cafeína é o psicoativo mais consumido em todo o mundo, independente de sua forma de apresentação, seja através de café, chá, suplementos e bebidas energéticas. Seus efeitos podem ser adversos (e.g. ansiedade, tremores e agitação) ou desejáveis (e.g. alerta e efeito energético), entretanto estes efeitos dependem da dose, fatores psicossociais e ambientais, e da resposta individual, que é afetada pela variabilidade genética. Variações na sequência de nucleotídeos são denominados polimorfismos, que podem determinar predisposições à certas doenças e respostas, positivas ou negativas, à substâncias, incluindo a cafeína. Classificada como um alcaloide do grupo das xantinas, a cafeína é popular entre os atletas por seu suposto recurso energético, o que traz dúvidas à ciência sobre segurança, dose, mecanismo e fatores genéticos envolvidos neste efeito. Objetivo: Revisar os mecanismos relacionados ao metabolismo da cafeína, elucidar os fatores genéticos envolvidos e o impacto ergogênico da substância em atletas de elite. Casuística: Levantamento bibliográfico por meio da base de dados Pubmed e Scielo utilizando a técnica booleana and, com os descritores caffeine; genetics; performance no período entre 2012 a 2018. Resultados: Em condições fisiológicas a cafeína é absorvida rapidamente pelo trato gastrintestinal (principalmente na região duodenal), visto que a absorção pode ser afetada por doenças gástricas. A cafeína sofre desmetilação, resultando em três principais metabólitos biologicamente ativos, a teofilina (4%) com efeito broncodilatador e antagonista a receptores de adenosina (A1, A2A e A2B), a paraxantina (84%) tão potente quanto a cafeína para o bloqueio dos receptores de adenosina, e a teobromina (12%) com resultados ainda inconclusivos sobre seu efeito. O CYP1A2, encontrado no fígado, é responsável pela maioria das reações bioquímicas sobre a cafeína e seus metabólitos. Estudos mostram que existe uma variação individual no metabolismo da cafeína, diferenciando em metaboliNUTRIÇÃO EM PAUTA

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zadores rápidos e lentos. Um dos possíveis efeitos dessa variação no tempo de metabolização da cafeína é devido a uma substituição de A para C na posição 163 (rs762551) no gene de CYP1A2, o que resulta em uma menor ação enzimática. Um estudo com homens ciclistas analisou a performance de três grupos com genótipos diferentes após o consumo de cafeína (0; 2 e 4mg/kg), o que resultou em melhora de desempenho significativa nos metabolizadores rápidos de cafeína, ou seja, aqueles que possuem o genótipo AA do CYP1A2 (rs762551) em ambas as doses. Todavia, os metabolizadores lentos (genótipo AC) não obtiveram efeito ergogênico da suplementação de cafeína, e metabolizadores “ultralentos” (genótipo CC) além de não melhorarem seu desempenho, demonstraram um efeito ergolítico, ou seja, uma redução no rendimento esportivo, estes também possuem maior risco de infarto do miocárdio com o consumo elevado de cafeína. Outros estudos apresentam efeitos positivos sobre a força muscular de atletas masculinos. Portanto, mostra-se a importância da prescrição individualizada, sendo importante a análise genética e da percepção de atletas de elite em resposta à suplementação de cafeína. Conclusão: A utilização de cafeína se mostra segura e eficiente em esportes de endurance e força muscular, porém deve ser aplicada de forma individualizada com doses de até 4mg/kg em metabolizadores rápidos (genótipo AA do CYP1A2). A lacuna da ciência encontra-se na falta de estudos conclusivos sobre o efeito ergogênico em mulheres e idosos, portanto, não se devem extrapolar os resultados na prescrição de cafeína para esta população.

com dados secundários de crianças de famílias residentes no interior do Estado de São Paulo com renda de até dois salários mínimos, durante participação em um programa de suplementação alimentar governamental de distribuição de leite fortificado com ferro e vitaminas A e D. Foram estudadas 1039 crianças cadastradas no programa que ingressaram aos seis meses de idade, dispunham de avaliação antropométrica a cada quatro meses, que foram acompanhadas até 23 meses, apresentaram peso para idade (P/I) adequado ao ingressar, porém no intervalo “1 < escore z ≤ 2”, considerado limítrofe de excesso de peso. Foram excluídas as crianças com problemas de saúde. Utilizou-se o índice P/I, em escores z. A variável resposta foi excesso de peso (sim, “P/I em escore z > 2”; não, “ P/I com escore z ≤ 2”). As variáveis explanatórias foram idade na pesagem e faixa etária da mãe (adolescentes sim, ”≤ 19 anos”; não, ”> 19 anos”). A modelagem foi feita por meio de regressão logística múltipla multinível, usando o programa Stata 10.1. RESULTADOS: entre as crianças estudadas, 23% eram filhos de mães adolescentes. A análise multinível mostrou que o odds ratio para a variável faixa etária da mãe foi 0,77 (p=0,450), indicando ausência de associação estatística. A variável idade na pesagem apresentou odds ratio igual a 0,97 (p=0,411), mostrando que, ao longo do tempo, a participação no programa não esteve associada ao excesso de peso das crianças. CONCLUSÃO: A prevalência de excesso de peso em crianças beneficiárias de programa de suplementação alimentar se manteve estável durante a permanência do programa e não esteve associada a faixa etária materna.

IDADE MATERNA E EXCESSO DE PESO EM ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E COMPOSICRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS DE ÇÃO CORPORAL DE PACIENTES DESNUTRIIDADE DOS COM FIBROSE CÍSTICA Escaldelai FMD, Augusto RA, Souza JMP Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. A autora que irá apresentar o trabalho como pôster será Escaldelai, FMD Resumo OBJETIVO: identificar a associação entre idade da mãe e excesso de peso em crianças com idade inferior a dois anos. METODOLOGIA: estudo de coorte (2003-2008)

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Escaldelai, FMD. Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil Resumo OBJETIVO: identificar, por meio de revisão da literatura, estudos realizados com pessoas com fibrose cística que descreveram a proporção de pacientes desnutridos, segundo índice de massa corporal (IMC) e métodos de avaliação da composição corporal. MÉTODO: realizou-se uma busca com base no acrônimo PICO. Os pacientes foram pessoas com fibrose cística, de ambos os sexos; as intervenções foram IMC e avaliação da composição corNUTRIÇÃO EM PAUTA


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poral por qualquer método; comparação poderia ter ou não ter nos artigos; os outcomes foram IMC e massa livre de gordura. Os critérios de elegibilidade foram: apresentar fibrose cística, apresentar resultados de IMC, massa livre de gordura e proporção de pacientes desnutridos, segundo o IMC e depleção de massa livre de gordura. A busca incluiu artigos originais, nos idiomas inglês e português, publicados nos últimos dez anos na base de dados Pubmed. Utilizou-se os descritores de assunto (MeSH) correspondentes ao acrônimo PICO e o operador booleano AND. A frase de busca foi “Cystic Fibrosis”[Mesh] AND “Body Mass Index”[Mesh] AND “Body Composition”[Mesh]. A seleção inicial de artigos foi realizada a partir da leitura dos títulos e dos resumos. Na fase de seleção, foram lidos os métodos e os resultados dos artigos selecionados inicialmente para identificação dos que atendiam aos critérios de elegibilidade e, assim, compor a revisão. Os dados de interesse foram extraídos utilizando uma ficha padrão. RESULTADO: foram obtidos 17 artigos publicados nos últimos dez anos. Destes, nove foram selecionados inicialmente a partir da leitura de seus títulos e resumos. Na fase de seleção, verificou-se que cinco artigos atendiam aos critérios de elegibilidade, compondo esta revisão. Os artigos apresentaram desenho transversal e foram escritos em inglês. Quanto à avaliação da composição corporal, os artigos utilizaram um dos seguintes métodos: Absorciometria por Dupla Emissão de Raios-X (DXA), bioimpedância elétrica ou dobras cutâneas. A maioria utilizou IMC menor que 18,5 kg/m2 como critério para desnutrição. Para definir depleção de massa livre de gordura (MLG), a maioria utilizou o índice de massa livre de gordura (IMLG) abaixo do percentil 5. Segundo King et al. (2010), 14% dos participantes tinha depleção de MLG e 18,6% dos participantes tinha IMC <18,5 kg/m2. Considerando que 23 (27%) participantes apresentaram desnutrição usando um ou ambos os critérios, verificou-se que cinco tinham IMC baixo e depleção de MLG; sete tinham depleção de MLG, mas IMC adequado; 11 tinham MLG adequada, mas IMC baixo. Engelen et al. (2012) mostraram que 24 (31%) pacientes apresentaram desnutrição segundo IMLG e/ou IMC. Destes, 16% tinham IMC e IMLG baixos; 14% tinham IMC adequado, mas baixo IMLG; 1% tinha IMC baixo e IMLG adequado. Segundo Olveira et al. (2012), dos pacientes com bronquiectasia cuja causa foi fibrose cística, 8 (18,6%) pacientes apresentaram IMC < 18,5 kg/m2, porém 16 (37%) apresentaram depleção de MLG. Alicandro et al. (2014) mostraram que 12 (14%) dos pacientes apresentaram IMC < 18,5 e 10 SETEMBRO 2018

(12%) tinham depleção de MLG, sendo que 6 (60%) dos 10 pacientes apresentaram IMC > 18,5 kg/m2. Segundo Charatsi et al. (2016), 9 (22%) pacientes apresentaram depleção da MLG, mas apenas 2 (22,2%) apresentaram IMC com escore z < −1. CONCLUSÃO: os estudos mostram que o IMC pode subestimar o número de pacientes desnutridos, assim a avaliação da composição corporal pode favorecer a classificação adequada do estado nutricional de pacientes com fibrose cística que apresentam comprometimento da MLG.

INFLUÊNCIA DO POLIMORFISMO RS9939609 DO GENE FAT MASS AND OBESITY-ASSOCIATED (FTO) NO PADRÃO DE INGESTÃO ALIMENTAR DE GESTANTES ADULTAS EUTRÓFICAS E COM OBESIDADE PRÉ-GESTACIONAL MELO, D, SOARES-MOTA, M. Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Instituto de Nutrição Josué de Castro, Rio de Janeiro, Brasil. Apresentação Tema Livre: Danielle Nogueira Melo Resumo Fatores de riscos genéticos associados ao desenvolvimento da obesidade podem impactar significativamente na saúde da gestante e do neonato. Os polimorfismos, que ocorrem em um único nucleotídeo, denominados SNP (single nucleotide polymorphism), principalmente a variante comum do gene Fat Mass and Obesity-Associated (FTO), o SNP rs9939609, possui forte associação com o índice de massa corporal (IMC), predispondo crianças e adultos à obesidade, além de relação positiva com ganho de peso gestacional e nas escolhas e hábitos alimentares maternas. OBJETIVO: Investigar a ocorrência do polimorfismo rs9939309 do gene FTO e sua relação com o padrão de ingestão alimentar de gestantes adultas eutróficas e com obesidade pré-gestacional. MÉTODOS: Trata-se de um subprojeto, observacional analítico transversal, totalizando 60 gestantes entre 19 e 35 anos, sendo 40 eutróficas e 20 obesas, atendidas na maternidade escola da UFRJ/RJ. Pesquisa cadastrada e aprovada em Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ/RJ (CAAE: 34611513.0.0000.5257) e com registro no Clinical NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Trial NCT03215784. Amostras de sangue materno foram obtidas até a décima terceira semana gestacional para posterior extração do DNA e genotipagem realizada por reação em cadeia da polimerase em tempo real (PCR) com sondas TaqMan®, específica. Foram aplicados 2 recordatórios de 24 horas, analisados pelo programa Dietbox® e avaliados pelo método estatístico Multiple Source Method (MSM) para obtenção da ingestão alimentar habitual. A análise estatística foi realizada no software IBM-SPSS for Windows versão 20.0, sendo considerados resultados significativos quando p<0,05. RESULTADOS: A frequência alélica do alelo selvagem T foi de 58% e do alelo A de 42%, sem diferença estatística (p=0,186) entre os grupos. O total de gestantes obesas com polimorfismo heterozigoto e homozigoto foi superior ao encontrado nas eutróficas, sendo 80% e 60%, respectivamente. Não foi encontrada associação positiva entre o polimorfismo e a ingestão alimentar, independente do IMC pré gestacional (p>0,05). No grupo de gestantes com o alelo mutante A observou-se consumo energético menor que o recomendado (IOM, 2005), maior oferta de proteínas, menores valores de carboidratos, lipídeos, sacarose, ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados, além de baixo teor de fibra. CONCLUSÃO: Concluímos que as gestantes portadoras do alelo mutante do rs9939609 do gene FTO, principalmente as homozigotas (AA) diferiram no padrão alimentar quando comparadas às portadoras do alelo selvagem.

INGESTÃO DE MACRONUTRIENTES DE ATLETAS DE KARATÊ DE ALTO NÍVEL DO PROJETO SÃO PAULO OLÍMPICO Autores: Cavalcanti D.; Rossi L. Instituição: Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Brasil. Autor Apresentador: Driele Cavalcanti – Modalidade: Tema livre Resumo INTRODUÇÃO: O Karatê tem suas raizes mais remotas ligadas às artes marciais originárias na Índia, as quais posteriormente chegaram à China (Lange; Júnior, 2007). O avanço da prática permitiu à arte do “caminho das mãos livres”, propagar-se por todos os continentes e consequentemente ganhar novas vertentes. O estilo mais

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moderno, difundido por Gichin Funakoshi (1957 – 1969), conhecido como Karatê Shotokan, divide a arte em duas outras modalidades: kata e kumitê. Os katas são séries de formas em uma sequência pré-estabelecida de técnicas de defesa e ataque em movimento. A luta (kumitê) é a execução de técnicas de defesa e ataque em movimentação livre contra um oponente. (Rossi; Tirapegui, 2007). O karatê reassume sua notoriedade pela inclusão nos Jogos Olímpicos de 2020 no Japão, figurando junto com judô, taekwondo, boxe e luta greco-romana, um dos Esportes Olímpicos de Combate (ECO). OBJETIVO: Avaliar o consumo de macronutrientes de atletas femininas de alto rendimento do Projeto São Paulo Olímpico, observando ser esta avaliação um dos fatores determinante do rendimento atlético para as Olimpíadas de 2020 no Japão. MÉTODO: Participaram desta pesquisa n=10 atletas do sexo feminino, sendo 50% de cada uma das modalidades de kata e kumitê. As atletas foram selecionadas do Projeto São Paulo Olímpico da Federação Paulista de Karatê (FPK). Antes das coletas as atletas assinaram um termo de consentimento conforme aprovado pelo comitê de ética (CEP 122/17). As atletas foram submetidas à avaliação antropométrica para obtenção de massa corporal (kg), estatura (m) e dobras cutâneas (tríceps, surpra-ilíaca e coxa media) para cálculo do percentual de gordura por Jackson e Pollock (1980). Para avaliar o consumo alimentar foi empregada a técnica do registro alimentar de três dias. Os dados foram analisados através do software Dietwin Plus (Brubins ®, versão 3090), obtendo-se o valor do consumo energético total e dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) em g/kg de peso; estes foram comparados às diretrizes direcionadas à prescrição de macronutrientes para rendimento de atletas da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME, 2009). RESULTADOS: As atletas possuíam em média 21,2 (4,3) anos; 53,67 (6,1) kg; 1,6 (0,1) m e percentual de gordura 9,3 (2,1)%, classificando-as com gordura abaixo da média para indivíduos fisicamente ativos. O valor de gasto energético total foi de 2197,44 (537,4) kcal/dia, com ingestão de 1803,05 (576,81) kcal/dia; sendo 4,23(2,29) g/kg/dia de carboidratos; 0,92 (0,26) g/kg/dia de gordura; resultados inferiores às recomendações propostas pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME, 2009). Em relação à ingestão proteica, o resultado observado foi adequado, apresentando ingestão de 1,91 (1,42) g/kg/dia. CONCLUSÃO: Os resultados do presente estudo evidenciam, pela primeira vez em uma amostra de atletas brasileiras femininas de alto nível de karatê olímpico, que o consumo energético, NUTRIÇÃO EM PAUTA


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de carboidratos e de gorduras encontra-se abaixo das recomendações para desenvolvimento de atividades atléticas e competitivas; contrariamente ao consumo proteico que está acima dos valores preconizados. Nesta análise nutricional fica evidente o papel do nutricionista, e sua importância na condução de trabalho de educação nutricional com as atletas de alto nível de karatê, para propiciar melhora do rendimento e alcance do objetivo de conquista das vagas olímpicas delineadas como meta do Projeto São Paulo Olímpico.

NOVAS PERSPECTIVAS NOS NÍVEIS SÉRICOS DE VITAMINA D E SUA RELAÇÃO COM A QUALIDADE DO SEMEN EM HOMENS Ciccone IM¹², Pariz JR123, Costa EMF2,4, Hallak J123. 1 - Departamento de Urologia/ Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FMUSP; São Paulo, Brasil. 2- Androscience – Clínica e Laboratório de Referência em Andrologia, São Paulo, Brazil; 3- Unidade de Toxicologia Reproutiva, Departamento de Patologia, FMUSP, São Paulo, Brasil 4 – Departamento de Endocrinologia, FMUSP, São Paulo, Brasil Resumo Introdução: A vitamina D é uma molécula versátil que possui ação genômica e não genômica em múltiplas reações dos seus órgãos que possuem a expressão de seu receptor (VDR), inclusive do trato reprodutivo de ambos os sexos, além dos seus clássicos efeitos no metabolismo ósseo, e na homeostase do cálcio e fosfato. Novas evidências a partir de estudos experimentais e com humanos sugerem que as moléculas da família da vitamina D estão envolvidas nas funções dos órgãos reprodutivos masculinos, influenciando na espermatogênese. Objetivo: Avaliar a influência dos níveis séricos de 25(OH)D com os parâmetros de qualidade seminal em homens normozoospermicos e com alterações nos parâmetros seminais. Pacientes e métodos: Nesse estudo retrospectivo, dos 501 pacientes atendidos no período de 2009 até 2017 com todas as dosagens séricas e análise seminal, selecionamos os dados de 260 pacientes que atenderam aos critérios de inclusão, de uma clínica médica de Andrologia da cidade de São Paulo. Eles foram divididos em dois grupos: Parâmetros Seminais Normais (PSN; N=124) e Parâmetros SETEMBRO 2018

Seminais Alterados (PSA; N=136). Foram considerados as dosagens séricas de 25(OH)D, e as variáveis de confusão ambientais, como uso de álcool, tabaco, sedentarismo, índice de massa corporal (IMC), e presença de varicocele. As analises seminais foram realizadas e classificadas de acordo com o manual da OMS 2010, e foram consideradas para o estudo os parâmetros de ph, volume, motilidade total e progressiva, morfologia por OMS e Kruger. Além disso, foram consideradas os exames de Cariótipo e Micro deleção no Cromossomo Y. As análises estatísticas foram realizadas com o SPSS versão 19.0. Correlação de Spearman, Mann-Whitney e um modelo de regressão multivariada foram aplicadas. Significância considerada foi de p≥0.05. Resultados: A distribuição das médias dos níveis séricos de 25(OH)D foi significativamente menor nos pacientes do grupo com parâmetros seminais alterados (p=0.016), e foi encontrado uma correlação positiva entre os níveis séricos de 25(OH)D e todos os parâmetros de qualidade seminal analisados, excetos de ph e volume. A correlação mais forte encontrada foi com a motilidade total (r=0,225; p=0,001), mesmo considerando as variáveis de confusão. Conclusão: Os resultados obtidos nesse estudo mostram que os níveis séricos de 25(OH)D possuem uma correlação positiva com os parâmetros de motilidade, concentração e morfologia do espermatozoide. Esses achados indicam que a adequação dos níveis de vitamina D podem ser um importante coadjuvante no tratamento da infertilidade masculina. Vale constar que a deficiência de vitamina D atingiu proporções epidêmicas mesmo em países tropicais como o Brasil. Aprovação do Comitê de Ética: CAAE 48393715.9.0000.0065 Financiamento: CNPQ – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Androscience e Divisão de urologia da FMUSP.

OBESIDADE ABDOMINAL EM ADULTOS DE 20 A 59 ANOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO E SUA ASSOCIAÇÃO COM O PROGRAMA BOLSA FAMILIA Autores: Hidalgo Villarreal V; Coelho Cabral P; Cabral de Lira P, Souza Sequeira-de-Andrade L; Grande de Arruda I; Batista Filho M; Santos da Silva C. E-mail: vhidalgo9@gmail.com NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Instituição: Programa de Pós-Graduação em Nutrição – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Av. Profº Moraes Rego s/n Cidade Universitária – Recife/PE. Resumo OBJETIVO: Avaliar a magnitude da obesidade abdominal em adultos e a associação com o recebimento do bolsa família no Estado de Pernambuco. METODOLOGIA: Foi realizado estudo transversal, no período de 2015-2016 com 1.421 adultos do Estado de Pernambuco. A circunferência da cintura foi utilizada como indicador obesidade abdominal, com medida realizada com fita métrica inelástica, com 200 cm de comprimento e precisão de 1 mm, posicionada no ponto médio entre o último arco costal e a crista ilíaca. Os pontos de corte utilizados foram os recomendados pelo National Institutes of Health (2000). Como indicador socioeconômico, avaliou-se o recebimento de Bolsa Família. A pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética da UFPE, sob o nº de parecer: 07803512.9.0000.5208. RESULTADOS: Cerca de 37,7% dos homens e 80,0% das mulheres foram identificados com obesidade abdominal. Não foi encontrada associação estatisticamente significante com o recebimento de bolsa família (p=0,82), porém, destaca-se que tanto dentre os que recebem, quanto os que não recebem o benefício, o percentual de risco cardiovascular foi muito alto (65,5% e 67,6%, respectivamente). CONCLUSÕES: A obesidade abdominal constitui um problema de saúde pública para a população avaliada principalmente entre as mulheres, sem distinção de estratos socioeconômicos.

PERCEPÇÃO NUTRICIONAL NA ESCOLA: DO PREPARO À OFERTA DA MERENDA Autores: DE OLIVEIRA L.M.; SILVA H.M.V.; PADOIN M.J.; RIZZARDI D. H.* CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR .* apresentador, pôster. Resumo OBJETIVOS: O trabalho investigou se os profissionais envolvidos no processo de preparo da merenda escolar em três escolas municipais de Nova Aurora-Paraná, possuem conhecimentos básicos sobre nutrição e noções de higiene no preparo de alimentos. METODOLOGIA: o estudo foi realizado em 2017 com 9 profissionais envol-

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vidos diretamente no preparo da alimentação escolar em três escolas públicas de ensino fundamental das séries iniciais (1º ao 5º ano). A coleta de dados foi realizada através de questionário misto respondido por meio de entrevista direta. Os dados foram analisados de forma quali-quantitativa, sendo utilizado o software “AVANUTRI” e “Tabela TACO” para a avaliação nutricional. Todos os procedimentos foram aprovados pelo Comitê de Ética-Unioeste (CAEE71167917.1.0000.0107). RESULTADOS: As merendeiras participantes são mulheres na faixa etária de 34-55 anos, a maioria com mais de 10 anos de trabalho nesta função (66%) e nível de escolaridade até o ensino fundamental (44%). Em relação aos conhecimentos nutricionais das merendeiras, perguntou-se o conceito do que seria uma pessoa “bem nutrida”, sendo que apenas 22% possui conceito correto (MAHAN e cols, 2013), o restante, 55% e 22%, possuem conceito parcialmente correto e incorreto, respectivamente. A entrevistada também deveria citar um exemplo de prato saudável, para a avaliação nutricional de quantos gramas de cada macronutriente o prato possui foi utilizada uma porção média de 350-450g. De forma geral os pratos exemplificados como “saudáveis”, estavam dentro dos valores percentuais mínimo/máximo de cada macronutriente, de forma que apenas um dos pratos ultrapassou o valor calórico máximo de carboidratos (396Kcal); um prato superou as calorias máximas em proteína (127,72Kcal). Entretanto, sete dos nove pratos não alcançaram as estimativas mínimas de calorias de lipídios (45,00-94,32Kcal). Foi observado que a maioria das merendeiras relaciona o termo “comer bem” apenas com o ato de ingerir alimentos variados, focando principalmente em frutas, legumes e verduras, esquecendo muitas vezes que todos os grupos de alimentos são essenciais para compor pratos completos e assim obter uma alimentação saudável. Quando questionadas sobre qual seria a “intenção” ao prepararem a merenda, 5 das 9 entrevistadas (55%) responderam que buscam preparar uma merenda saudável, saborosa e que ao mesmo tempo seja aceita pelos alunos, 2 das 9 entrevistadas (22%) disseram que o intuito é preparar pratos com variedade, uma merendeira (11%) disse que a intenção é que o alimento seja “saudável, de boa qualidade e bem higiene”, enquanto apenas uma disse que a intenção é “em primeiro buscar usar os alimentos que estragam com mais facilidade, buscando total aproveitamento dos produtos”. Em relação à saúde e higiene, quando questionadas afirmaram ser importante o ato de manter as mãos limpas e fazer uso dos EPI’s adequados durante o preparo da merenda, porém quanNUTRIÇÃO EM PAUTA


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do solicitadas a justificar a afirmação, obtivemos distintas respostas. Estas respostas permitiram-nos relacionar, de forma individual, o nível de conhecimento sobre higiene com a função exercida, sendo que, com base nas respostas, 55% das merendeiras foram classificadas como detentoras de conhecimento “regular”, enquanto o conhecimento de 33% delas foi identificado como “insuficiente” e apenas 11% (uma merendeira) obteve um nível de conhecimento “bom”. Em relação a exames parasitológicos/bacteriológicos apenas 5 (ou 55%) das 9 merendeiras realizam anualmente, mas desconhecem o resultado e o restante não soube informar a frequência com que buscam realizar tal acompanhamento. CONCLUSÕES: Podemos concluir que, de modo geral, o conhecimento destas profissionais é mediano, considerando o fato de que muitas não possuem os conhecimentos básicos sobre nutrição e aspectos de higiene, além de que uma grande porcentagem destas profissionais não conhece os grupos da pirâmide alimentar e a importância de buscar manter um equilíbrio ao preparar a alimentação escolar. , Outro aspecto relevante obtido com este trabalho foi a identificação de uma deficiência por parte das escolas em manter uma rotina de vigilância sanitária e informar sua importância, principalmente quanto à realização de exames parasitológicos/bacteriológicos no ambiente de preparo da merenda, já que, acima de tudo, é uma prevenção contra possíveis contaminações que podem certamente afetar a saúde de todos aqueles que tenham contato com os alimentos ofertados.

PERFIL DE PESSOAS SUBMETIDAS À CIRURGIA BARIÁTRICA DO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO/SP AGUIAR, C. R. M,; SANTOS, P. P.; MARCHIORI, J. M. G*. Centro Universitário UNIFAFIBE, Bebedouro/SP. Brasil. Apresentação em forma de Pôster Resumo A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta sobre a projeção pessimista para o aumento da obesidade na população, sendo este, atualmente, um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A cirurgia bariátrica surgiu em 1951 vem evoluindo desde então sendo indicada para indivíduos com obesidade grau II e III com uma ou mais complicações médicas relacionadas com a obesidade. Objetivo: deste trabalho foi avaliar o perfil sóSETEMBRO 2018

cioeconômico e a qualidade de vida das pessoas que se submeteram à cirurgia bariátrica no Município de Bebedouro/SP. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional transversal que foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário UNIFAFIBE, parecer nº 2.580.730. Foram entrevistadas 32 pessoas que representam 21,91% dos pacientes de Bebedouro/SP cadastrados no Programa Viver Bem da UNIMED BEBEDOURO no período de 2011 a 2017. Os pacientes foram convidados a participarem da pesquisa respondendo dois questionários: a) BAROS (ORIA; MOOREHEAD, 1998); b) questionário do perfil socioeconômico elaborado de acordo com o objetivo da pesquisa; Também foram disponibilizados os questionários adaptados na plataforma “Formulários Google”. Os dados obtidos foram analisados e apresentados por meio de estatística descritiva utilizando o software Excel. Resultados: Dos pacientes que realizaram cirurgia bariátrica 72% eram do sexo feminino, 41% com idade entre 35-43 anos, 41% com renda familiar de 3 a 6 salários mínimos, 69% profissionalmente ativos; 31% com ensino médio completo, 88% com histórico familiar de obesidade, 97% já realizaram tratamento anteriormente para emagrecer sem sucesso, O tipo de cirurgia mais utilizada foi pelo método by-pass (81%) sendo que 72% não tiveram complicações pós-cirúrgicas. Com relação a pratica de atividade física 63% não praticam nenhum tipo e 44% encontram-se atualmente classificados seguindo Índice de Massa Corporal (IMC) como sobrepeso. Quanto a qualidade de vida avaliada pelo questionário BAROS 69% foram classificados como razoável, 22% como ruim e 9% como bom. Não houve nenhuma classificação como muito bom neste questionário. Conclusão: Os resultados apontam que os pacientes submetidos a este tipo de cirurgia são na maioria adultos, com nível de esclarecimento e estáveis economicamente Observa-se que de acordo com a classificação do questionário BAROS a maioria dos entrevistados foi classificada como “razoável” no resultado geral de qualidade de vida, o que confronta com o resultado apurado no questionário socioeconômico, onde identificou-se que 91% dos pacientes estão satisfeitos com os resultados da cirurgia bariátrica e 100% não se arrependeu de realizá-la.

PERFIL DOS CLIENTES ATENDIDOS EM UMA CLÍNICA-ESCOLA DE BELO HORIZONTE Campos, P., Souza, M., Moreira, M.., Souza, G., Silva, D., Amorim, M., Souza, P. NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Instituição: Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, Brasil

Autor apresentador: Lucas Brandão Medina. Apresentação tema livre.

Apresentadora: Campos, P. Modalidade: Pôster

Resumo

Resumo Objetivo: Caracterizar o perfil dos clientes atendidos na clínica integrada de atenção à saúde do Centro Universitário UNA de Belo Horizonte. Metodologia: Trata-se de estudo transversal, descritivo e exploratório com a análise de prontuários de 917 participantes. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva, empregando a frequência absoluta e relativa, calculados pelo software Microsoft Excel, versão 2013. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética do Centro Universitário UNA, com o número 67531517.2.0000.5098. Resultados: Prevalência do sexo feminino, cor de pele parda e renda familiar entre dois e três salários mínimos. A maioria das pessoas eram solteiras, com idade entre 20 e 30 anos e possuíam curso superior. Emagrecimento foi o motivo de procura mais frequentemente relatado. Hipertensão foi a DCNT mais prevalente e com relação ao IMC, 61,4% dos clientes tinham excesso de peso. Pela análise da CC, 57,2% da população possuía risco aumentado de desenvolver doenças cardiovasculares. Quase metade da amostra declarou-se sedentária e neste grupo, observou-se 3,7% mais pessoas com risco muito elevado para desenvolvimento de doenças cardiovasculares, 8,2% mais obesos e 7,2% menos eutróficos. Houve relação positiva entre a presença de DCNT e risco cardiovascular muito aumentado. Conclusão: Este trabalho caracteriza a população atendida na instituição e reforça a importância do atendimento nutricional e das ações de educação alimentar para controle do peso, prevenção de doenças e promoção da saúde da população.

PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO DOS CONSUMIDORES DE COMIDA DE RUA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO Takahashi, M Medina, L Centro Universitário Senac Santo Amaro, São Paulo, Brasil

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O principal objetivo visado neste artigo foi entender o fenômeno da comida de rua, os motivos pelos quais as pessoas substituem a alimentação servida em restaurantes pela mesma servida em barraquinhas e food trucks. Outro objetivo foi traçar o perfil socioeconômico dos consumidores de comida de rua da região centro-oeste de São Paulo. Foram feitas pesquisas de campo para estudar e compreender esses motivos e possíveis efeitos na dinâmica social atual. Entre os procedimentos utilizados, está a aplicação de questionários para o público e para donos de restaurantes (para verificar possível concorrência) e observações de fluxo. Foram respondidos 150 questionários pelo público em quatro food parks. Foram aplicados questionários a 50 donos, gerentes e funcionários de restaurantes próximos aos food parks. Também foram feitas observações diretas a respeito do comportamento e principalmente, do fluxo de pessoas. O perfil dos consumidores de comida de rua da região centro-oeste de São Paulo foi predominantemente de jovens adultos entre 21 a 30 anos de idade (60%). Em relação à faixa salarial mensal, 28% dos entrevistados disseram receber acima de R$ 5001,00 e 13% disseram receber até R$ 2000,00. A maioria dos entrevistados possuía ensino superior completo (53%) e 25% deles eram pós-graduados. As pessoas entrevistadas frequentam mais restaurantes do que consomem a comida de rua: 57% disseram frequentar restaurantes ao menos 6 vezes por mês, contra 42% de frequência menor que 5 vezes mensais. Quanto à comida de rua, apenas 16% consomem acima de 6 vezes ao mês, enquanto 82% consome somente até 5 vezes mensais. Os principais motivos que levam as pessoas a optar pela comida de rua são: praticidade (38%), variedade de opções dos food parks (18%), preço (11%), localidade e tendência atual (10%) e velocidade do atendimento (9%). A maioria dos entrevistados, 63% assinalaram a opção “falta de higiene” como o principal motivo que leva à rejeição da comida de rua. Outras razões foram: falta de conforto (15%), preço (11%), localidade (8%) e outros 3% escolheram outros motivos, sendo o principal deles, o mau tempo (frio e chuva). Os questionários com donos de restaurantes apontaram que 48% sentiam a concorrência e 52% disseram que não. Pode-se acrescentar que a maior parte das respostas “sim” foram escolhidas nas entrevistas realizadas no final de 2015. Em NUTRIÇÃO EM PAUTA


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2016, a predominância foi de “nãos”. Os entrevistados que optaram por “sim”, consideram essa concorrência moderada e permanente. Também houve uma divisão entre os restaurantes e lanchonetes que estavam preparados para essa concorrência (46%) e os que não estavam (54%). A comida de rua faz parte do cenário gastronômico paulistano, porém se esses food parks e food trucks quiserem continuar presentes no cenário, precisam se reinventar novamente. Ainda há claramente preconceitos quanto à higiene da comida de rua, sendo que este aspecto precisa ser trabalhado para que não seja mais um motivo de rejeição a esse tipo de serviço.

PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR E FATORES QUE OS INFLUENCIAM NA ESCOLHA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Uyeda, M; Biacchi, S.T. Centro Universitário Amparense – UNIFIA, Amparo, Brasil. O trabalho tem a proposta de ser apresentado na forma de pôster pela autora Simone Teodoro Biacchi.

ao produto; 3) que propagandas podem ter maior influência na decisão de compra do consumidor em determinados aspectos; 4) que os consumidores não têm o hábito de ler a tabela nutricional e escolhem o produto a partir de conceitos embasados em opiniões de terceiros, sem saber interpretar as informações nutricionais contidas nos rótulos; 5) que os consumidores entrevistados preferem, ligeiramente, fazer compras mensais, seguida de semanais, planejando-as com uma lista feita em casa, a qual evita que os mesmos sejam persuadidos a levar bem mais itens do mercado no ato da compra. Cientes disso, para melhor orientar em seus consultórios ou lugares afins, nota-se a importância do conhecimento do profissional nutricionista em relação ao comportamento de seu paciente como consumidor, onde o mesmo pode ser “hipnotizado” pelo marketing alimentício, o qual o induz a acreditar em falsos benefícios de alguns alimentos à saúde humana, recorrendo aos apelos nutricionais e artistas renomados, se aproveitando da falta de conhecimento e interpretação da tabela nutricional e por conhecerem gatilhos estratégicos que influenciam o cérebro humano na tomada de decisões. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) nº 49737615.1.00005490.

QUALIDADE DE VIDA, HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DOS IDOSOS A busca pela preferência do consumidor tem ASSISTIDOS POR UMA CLÍNICA ESCOLA EM feito os profissionais de marketing trabalharem incansa- BELÉM-PA Resumo

velmente no desenvolvimento das estratégias de persuasão em busca da preferência no mercado alimentício. Promoções, material da embalagem, propaganda, marca, ambiente, cores, ilustração e qualidade nutricional; vale tudo para conquistar a fidelidade do consumidor. O trabalho tem como objetivo identificar em quais proporções os componentes do Marketing influenciam na decisão do consumidor no momento da compra de produtos alimentícios e conhecer suas preferências aplicando um questionário à alguns moradores da cidade de Águas de Lindóia/SP, apontando as principais estratégias utilizadas pelo marketing depois de obtidos os resultados na pesquisa de campo comparados aos referenciais teóricos, os quais revelaram que a indústria alimentícia: 1) usa a imagem de personagens e artistas para atingir afetivamente e emocionalmente o consumidor; 2) que, potencialmente, a marca, o preço e o ambiente são fatores que certamente interferem nas decisões de escolha dos consumidores e que o material da embalagem deve proporcionar credibilidade SETEMBRO 2018

AMPUERO, N; RODRIGUES, V. CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO PARÁ. BELÉM/PARÁ/BRASIL. Naiana Ampuero e Viviane Rodrigues, sob forma de Pôster. Resumo A qualidade de vida tem recebido uma variedade de definições ao longo dos anos. Esta pode se basear em três princípios fundamentais: capacidade funcional, nível socioeconômico e satisfação, podendo ainda estar relacionada com capacidade física, estado emocional, interação social, atividade intelectual, situação econômica e autoproteção de saúde. A presente pesquisa teve como objetivo avaliar a qualidade de vida, os hábitos alimenNUTRIÇÃO EM PAUTA

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tares e o estado nutricional dos idosos. Tratou-se de um estudo quantitativo, descritivo e transversal, composto por uma amostra de 40 indivíduos. Foram aplicados os questionários WHOQOL-OLD, WHOQOL-BREF, e SOCIOECONÔMICO. E a frequência alimentar e o estado nutricional, foram retirados dos prontuários da clínica escola. Destacam-se nesse texto os aspectos do envelhecimento humano, hábitos alimentares, estado nutricional, alterações fisiológicas. A partir desses eixos temáticos, percebeu-se uma relação evidente entre a qualidade de vida com os aspectos da vida do idoso, como a autonomia, independência, dependência e os laços sociais, afetivos e culturais. Diante disso concluí-se que a renda interfere no hábito alimentar do idoso; e também, que o hábito alimentar, influencia no estado nutricional e na qualidade de vida. Sendo aprovado sob n°2.570.477 em 28 de março de 2018.

RELAÇÃO ENTRE O CONSUMO ENERGÉTICO E A APRENDIZAGEM EM ACADÊMICOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO PARANÁ-BR PADOIN, M.J.*; CRUZ, E.M., RIZZARDI, D.H., MAHL, A.C., SILVA, H.M., NAKATANI, M. CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR. * apresentador, pôster. Resumo OBJETIVOS: Analisar a relação entre o consumo energético e a aprendizagem em acadêmicos do curso de Ciências Biológicas, diurno e noturno. METODOLOGIA: O N foi de 47 alunos voluntários, do curso de Ciências Biológicas, sendo 24 do diurno (D) e 23 do noturno (N), matriculados na disciplina de genética molecular, no mesmo momento e com o mesmo professor. Esta disciplina tem sido considerada a de maior dificuldade para os acadêmicos durante o curso. Todos participantes assinaram o assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). O protocolo de aprovação no comitê de ética CAAE: 71198417.0.0000.0107. Foi realizado uma avaliação com ambos grupos, com a turma D no horário das 8:00h e com o N no horário das 19:15h. A avaliação consistia de perguntas sobre os conteúdos ministrados

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pelo professor, e foi padronizada quanto as características didáticas principais que preconizam uma confecção adequada de prova, a nota variou de 0 a 100. Os alunos participaram da coleta de dados antes de iniciarem a avaliação, tendo sido feito uma coleta de sangue para análise da taxa glicêmica e novamente no final da avaliação. Responderam a 1 questionário de R 24 e 1 sobre questões cognitivas do comportamento pré- avaliação. Os resultados do R24 foram analisados no programa AVANUTRI e a glicemia no aparelho Accu-Check active. RESULTADOS: Os resultados mostraram que as notas das avaliações não foram diferentes (D=53,2±4,6; N=53,4±6,8) P=0,9. O tempo de estudo (h) antes da avaliação também não diferiu (D=13,2±2,27; N=15±3,3) P=0,6. O tempo (min) que cada grupo demorou para realizar a avaliação apesar de ter mostrado uma tendência a ser maior no grupo N (105,1±5,5), não foi estatisticamente diferente do grupo D (94,3±3,5) P=0,07. Quanto ao aspecto nutricional em relação aos macronutrientes (g), os alunos do grupo D (85,8±7,6) tiveram uma maior ingestão de lipídeos do que os do N (62,6±9,6) com P<0,05, não houve diferença em relação a proteínas (D=84,6±7; N=72,6±9) e carboidratos (D=268,8±20; N=228±22). No total de calorias (Kcal) o D (2187±128) mostrou ter uma ingestão maior do que o N (1766±172) com P<0,05. Quanto ao colesterol (mg) foi maior no D (241,7±30) do que no N (206±45) com P<0,03. Não houve diferença quanto a ingestão de fibras (g) (D=10,6±1,3; N=9,21±1,28). Em relação a glicemia (mg/dL) a taxa de D pré evento (94,5±2,4) não foi diferente da pós evento (91±1,5), p=0,15, porém no grupo N a taxa pré (108,6±4,8) foi maior que a pós (98,1±3,3), p<0,04. A taxa glicêmica de D é menor do que a de N, tanto na comparação pré (p<0,01) quanto na pós (p<0,05). A baixa na glicemia durante o processo avaliativo foi maior no grupo N (-11,1±5) comparado ao D (-2,4±2,4) P<0,05. Na correlação linear entre a taxa glicêmica pré evento e a nota, no D o R=-0,25 e no N o R= -0,33, e na correlação da taxa glicêmica no pós evento com a nota no D o R=0,0029 e N o R=-0,16. Quando feita uma correlação linear entre a baixa glicêmica durante o evento avaliativo e a nota, em D o R=0,08 e em N, R=0,22. A correlação entre tempo de estudo antes da prova e a nota mostrou que D teve um R=-0,18 e N, R=0,40. Na correlação entre tempo gasto para realizar a avaliação e a nota obtida D teve um R=0,46 e N, R=0,33. CONCLUSOES: Os resultados demonstraram que não houve diferenças nas notas obtidas no tempo de estudo antes da avaliação e no tempo gasto para realizar a mesma. O grupo D mostraram uma dieta NUTRIÇÃO EM PAUTA


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hipercalórica, principalmente em relação a ingestão de lipídeos e colesterol quando comparados ao grupo N. Em relação a taxa glicêmica os alunos do N tiveram uma taxa maior, no pré evento, provavelmente devido a terem feito uma ingestão grande de alimentos a pouco, pois a grande maioria trabalha durante o dia, e o grupo D por mais que tenha feito a análise inicial pós alimentação da manhã, os relatos demonstram que a ingestão calórica foi menor nesse momento do dia, porém a baixa da taxa glicêmica foi maior no grupo N do que no grupo D, o que fica demonstrado por não haver diferenças nas taxas glicêmicas no pós evento comparados ambos grupos. Em relação a glicemia durante o a avaliação, os alunos do N tiveram uma queda maior de glicose durante o processo, porém os resultados das notas não demonstraram diferença entre ambos grupos. Na relação tempo de estudo antes da prova e a nota o grupo N mostrou que o tempo influenciou positivamente na nota. O maior tempo gasto para a realização da avaliação teve correlação positiva com a nota obtida em D.

REPRESENTAÇÃO DOS TEORES DE AÇÚCAR, SAL E GORDURA NOS ALIMENTOS COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM UMA UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE EM BELÉM, PA. ALMEIDA, L; GONÇALVES, K; SOUZA, L; BANDEIRA, C; MORI, R; CARVALHAL, M. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil. Autor apresentador: Kassia Maiana Pompeu Gonçalves Formato: Pôster Resumo

ultraprocessados, dentre estes: biscoito recheado, macarrão instantâneo, refrigerante, embutidos, sucos industrializados, salgadinhos, pizza e temperos prontos. Para que fosse possível identificar as quantidades de açúcar, sal e gorduras presentes nestes alimentos foram apresentados os teores dos mesmos em pequenos sacos plásticos, de forma individual. Em seguida, foi explicado que o consumo desses alimentos estão associados ao desenvolvimento de algumas doenças crônicas não transmissíveis, como por exemplo: hipertensão arterial sistêmica, obesidade e diabetes melitus tipo 2. RESULTADOS: O público participou ativamente da atividade desenvolvida. Foi possível perceber que os participantes ficaram surpresos quando exposto de forma visual a quantidade de sal, açúcar e gordura, além de que, os indivíduos expuseram opiniões sobre as informações, relacionando-as ao consumo alimentar. A atividade contribuiu para a interação entre os indivíduos da unidade, como também para a construção critica acerca da escolha dos alimentos e suas consequências na saúde que refletem em problemas nutricionais. De modo geral, a atividade contribuiu para o aprendizado individual e coletivo, tendo em vista que as informações irão contribuir para mudanças no padrão de vida e no comportamento alimentar dos participantes. CONCLUSÃO: Diante dos resultados apresentados e experiência adquirida, constata-se a necessidade e efetividade ações de educação alimentar e nutricional na Atenção Primária à Saúde, uma vez que, observou-se que a partir da atividade realizada, foi possível contribuir com o conhecimento dos usuários a respeito da quantidade de sal, açúcar e gordura presente em alguns alimentos, despertando um senso crítico quanto às escolhas alimentares, enfatizando desta forma a importância do profissional nutricionista na saúde publica como educador.

ROTULAGEM DE ALIMENTOS: AÇÃO EDUCATIVA EM NUTRIÇÃO OBJETIVO: Relatar uma experiência de ativi-

dade de Educação Alimentar e Nutricional realizada com um grupo de usuários de uma Unidade Municipal de Saúde, em Belém do Pará. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência vivenciado no primeiro semestre do ano de 2018, por discentes do curso de Nutrição da Universidade Federal do Pará, durante o estágio supervisionado em Nutrição em Saúde Coletiva. Foi realizada uma sala de espera intitulada “O que estamos comendo?” que contou com a participação de 47 usuários. Foi confeccionado um cartaz com imagens de alguns alimentos SETEMBRO 2018

FREITAS, M.C.J1; GAMA, C.R1; SILVA, A.G da1*; CASTRO, C.Q.D de1**; SERAFIM, T.L1***; SILVA, D.A1***; PUMAR, M2. 1 Instituto de Nutrição Josué de Castro - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil. 2 Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Brasil Apresentadora do trabalho: Maria Cristina Jesus Freitas – Pôster NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Resumo Objetivo: Incentivar atitudes e práticas alimentares saudáveis, a partir de ação educativa em nutrição através da análise de rótulos de alimentos de produtos industrializados e análise sensorial de novos produtos desenvolvidos, com ingredientes não convencionais. Metodologia: Baseando-se nas diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, sobretudo sob a ótica de práticas saudáveis. A análise de rótulos de alimentos e a análise sensorial de novas formulações com ingredientes não convencionais, a saber: semente (chia e abóbora) e frutas e hortaliça (banana, açaí, biomassa de banana verde e batata doce), foram o instrumental metodológico como veículo de interação com os visitantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT-2017) por linguagem não formal de trocas de saberes estabelecendo a importância da alimentação balanceada, rica em fibra alimentar, minerais e vitaminas e redução de açúcares simples, à saúde, sobretudo, em benefício a microbiota intestinal e a valorização da biodiversidade no contexto nacional. Foram desenvolvidos materiais didáticos (folder-informativo das formulações e embalagens informativas), oficinas lúdicas educativas de confecção de alimentos a partir de bolões de borracha com farinha, linhas de crochê e canetas coloridas e quatro formulações para o teste sensorial, sendo a primeira: bolo com semente de chia; segunda, a geléia de banana com açaí adicionada de paçoca de semente de abóbora e biomassa de banana verde; a terceira o doce cremoso de batata doce com açaí e a quarta formulação a paçoca com semente de abóbora. Todas as formulações visavam o enriquecimento de fibra alimentar à dieta e a construção das informações nutricionais na rotulagem de alimentos. Para base das Ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) os visitantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia-2017 da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizaram a leitura e análise de rótulos de alimentos industrializados, bem como o teste sensorial afetivo de produtos elaborados pelo grupo com apelo nutricional, através da escala hedônica estruturada de 9 pontos ( 1- detestei muitíssimo, 5-Não gostei e nem desgostei e 9- gostei muitíssimo) para os atributos: aparência, textura, aroma, sabor e aspecto global, bem como a intenção de intenção de compra (compraria , talvez , não compraria) segundo Dutcosky, 2013 e o grau de satisfação da EAN nas oficinas educativas durante os três dias de evento, aprovados pelo Comitê de Ética número 127/07. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e o teste de

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Tukey ao nível de 5%. Considerou-se como boa aceitação Índice de Aceitabilidade (IA) igual ou superiores a 70%. Resultados: Todas as formulações obtiveram o Índice de Aceitabilidade muito satisfatório, acima de 90% em todos os atributos avaliados, com destaque do IA de 95% para o doce cremoso de batata doce com açaí, o qual reduziu-se em 52% de açúcares simples em sua formulação. Considerando a intenção de compras os produtos foram assim representados: paçoca com semente de abóbora (92%) > bolos com semente de chia (82%) > doce cremoso de batata doce com açaí (71%) > geléia de banana com açaí (66%). O grau de satisfação da EAN foi surpreendente com 98% dos relatos que gostaram muito. Conclusões: A partir das ações de Educação Alimentar Nutricional (EAN) e discussões de vivências e necessidades dos visitantes da SNCT-2017 sobre informação nutricional em rótulos de alimentos, em prática crítico educativa, privilegiando o diálogo interativo, o respeito pelos saberes dos visitantes e pela identidade cultural, contribuiu-se na sensibilização e construção dos saberes do público visitante à redução da ingestão de açúcar, sal refinado, alimentos com elevado teor de gordura saturada e fritos e reforçou-se a necessidade de práticas saudáveis em alimentação e nutrição à vida. *Projeto “Ações em Saúde ”- Bolsista PROFAEX - UFRJ ** Bolsista da SNCT-2017- UFRJ *** Voluntária SNCT-2017-UFRJ

SEMÁFORO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL: UMA ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM UMA UNIDADE MUNICIPAL DE SAÚDE EM BELÉM, PARÁ Gonçalves, K; Souza, L; Almeida, L; Bandeira, C; Mori, R; Carvalhal, M. Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém - Brasil. Autor apresentador: Kássia Maiana Pompeu Gonçalves Formato: Pôster Resumo OBJETIVO: Relatar uma experiência de atividade educativa realizada na sala de espera de uma Unidade Municipal de saúde em Belém-Pá. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência vivenciado no mês de junho de 2018 por discentes do curso de nutrição da UniversiNUTRIÇÃO EM PAUTA


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dade Federal do Pará, durante o estágio supervisionado em Nutrição e Saúde Coletiva, na Unidade Municipal de Saúde do Guamá, em Belém-PA. A sala de espera teve como tema “semáforo da hipertensão arterial”, e contou com a participação de 40 usuários. Foi confeccionado um semáforo educativo, no qual as cores deste (vermelho, amarelo e verde) correspondiam aos alimentos, que foram classificados da seguinte forma: no sinal vermelho, foram apresentados os alimentos que os hipertensos não devem consumir (Batatas fritas, chocolates, coxinhas, hambúrguer, pizza, salgadinhos industrializados); no sinal amarelo, os alimentos que podem ser consumidos com atenção (ovos, queijo, leite, frango, carne), e no sinal verde, os alimentos de consumo livre (frutas, verduras, legumes). O instrumento foi apresentado através da exposição e interação com o público, por meio de perguntas sobre o tema e curiosidades relacionadas à nutrição. RESULTADOS: Durante a ação foi observada a curiosidade dos usuários a respeito do tema. É importante destacar, que por tratar-se de sala de espera, o público atingido era composto por idosos, gestantes, diabéticos, hipertensos, entre outros. Houve participação ativa com diversas perguntas e opiniões, em especial sobre seus hábitos alimentares diários. Os participantes hipertensos relataram suas experiências, afirmando a importância de uma alimentação de qualidade, até mesmo para a prevenção da doença. A atividade proporcionou a interação entre o público e as estagiárias, bem como a construção crítica acerca de suas dúvidas, contribuindo para soma de valores dos envolvidos. CONCLUSÃO: A explicação a respeito dos alimentos e sua relação com a hipertensão arterial permitiu que os participantes refletissem sobre seus hábitos alimentares. As dúvidas e questionamentos elucidaram a falta de informação e a necessidade de mais conhecimentos relacionados ao assunto, embora seja uma doença de alta incidência nos dias atuais. Nesse sentido a prática de atividades educativas em salas de espera, são instrumentos que contribuem com a qualidade de vida e saúde dos pacientes.

TEATRO DE FANTOCHES E RODA DE CONVERSA: UMA AÇÃO DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL COM ESCOLARES EM BELÉM, PARÁ CONCEIÇÃO, A. C1.; COSTA E.C1, SILVA, R. S2; GOMES, R.S.L.C3.; MENDONÇA X.M.F.D3. SETEMBRO 2018

1Acadêmica de Nutrição, Universidade Federal do Pará (UFPA);2Nutricionista/Mestranda em Saúde Coletiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). 3Nutricionista/Docente, Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA). Universidade Federal do Pará, Brasil. Apresentação: Tema Livre. Resumo Objetivo: Relatar a experiência de uma ação educativa sobre o consumo de alimentos regionais e práticas alimentares saudáveis no ambiente escolar. Metodologia: Estudo-relato a partir de ações de Educação Alimentar e Nutricional realizadas em escolas da rede púbica da Região Metropolitana de Belém-PA. Cuja ação ocorreu no mês de abril de 2018. Participaram da experiência escolares do 3º ano do ensino fundamental, sendo aplicadas por docentes e discentes do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Pará. O estudo foi dividido em dois momentos, com a utilização de metodologias ativas de ensino e aprendizagem: Teatro de Fantoches e Roda de Conversa e ao final, objeto para consolidação da aprendizagem, um folder educativo era entregue aos participantes. O estudo atende aos critérios éticos e está aprovado sob CAAE nº 56171416.1.0000.0018. Resultados: Participaram das atividades 24 alunos na faixa etária dos 7 aos 9 anos, 20 meninos e 4 meninas. Foi criado um cenário a partir de materiais de baixo custo e recicláveis: três fantoches (Chapeuzinho vermelho, Lobo mau e Vovó) e quatro “palitoches” (açaí, cupuaçú, pupunha e jambú). A estória contada pelas graduandas de Nutrição foi denominada de “Chapeuzinho Vermelho e os Alimentos Regionais”. Durante a ‘contação’ da estória os alunos ficaram atentos e interagiram com os fantoches, quando estes faziam perguntas a respeito dos alimentos, demonstrando conhecer os alimentos apresentados. Após a estória era realizada a roda de conversa, que tinha como temática o “Reconhecimento e apropriação da cultura alimentar regional e Práticas Alimentares Saudáveis”, partindo-se de um folder educativo ilustrado, que tinha como conteúdo a definição de alimentos regionais, sua importância nutricional, econômica, sustentável e a facilidade de acesso aos mesmos; além disso, se falava sobre os alimentos trabalhados no teatro de fantoches, relatando suas características e o modo como são consumidos; por fim, eram citadas algumas preparações culinárias feitas à base de alimentos regioNUTRIÇÃO EM PAUTA

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nais. Conclusões: Quanto à participação dos escolares, os mesmos se mostraram interessados em dialogar e conhecer os alimentos regionais. Ao final da roda de conversa, quando foram citadas as preparações culinárias da Região Norte, tiveram muita curiosidade em conhecer a forma de preparo de cada uma, quando foi dado aos mesmos um feedback a cada pergunta feita. As atividades desenvolvidas demonstraram que o uso de atividades lúdicas como o teatro de fantoches e a roda de conversa foram técnicas de ensino-aprendizagem eficazes, no desenvolvimento do tema alimentação regional, uma vez que os escolares se envolveram ativamente no processo e demonstraram que conheciam a maioria dos alimentos citados e que alguns destes faziam parte da alimentação escolar.

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NA ABORDAGEM DO TEMA “ATO DE COMER” COM ESCOLARES DA REDE PRIVADA DE ENSINO SANTOS, B.V.S1.; SILVA, R. S2; GOMES, R.S.L.C.3.; MENDONÇA, X.M.F.D.3 1Acadêmica de Nutrição, Universidade Federal do Pará (UFPA);2Nutricionista/Mestranda em Saúde Coletiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). 3Nutricionista/Docente, Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA). Universidade Federal do Pará, Brasil. Apresentação: Tema Livre. Resumo Objetivo: Relatar a experiência de uma ação de educação alimentar e nutricional, desenvolvida com escolares da rede privada de ensino da cidade de Belém-PA. Metodologia: Estudo-relato desenvolvido no mês de março de 2018, a partir de uma ação de Educação Alimentar e Nutricional, com o tema “Ato de Comer”, realizada com estudantes, do 6º ano do ensino fundamental II, de uma escola da rede privada da cidade de Belém-PA e aplicadas por docentes e discentes do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Pará. O referencial da atividade está pautado no capítulo 4 do Guia Alimentar para População Brasileira 2015, que aborda aspectos do ato de comer e a comensalidade. As atividades foram

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desenvolvidas utilizando metodologias ativas de ensino-aprendizagem: roda de conversa e oficina, com entrega de um folder para a consolidação da aprendizagem. O estudo atende aos critérios éticos e está aprovado sob CAAE nº 56171416.1.0000.0018. Resultados: Participaram das atividades 16 alunos na faixa etária de 10 a 12 anos, de ambos os sexos. As atividades foram divididas em dois momentos: 1º) Roda de conversa, realizada a partir de um roteiro estruturado, com recomendações para o alimentar-se bem: comer com atenção; comer com regularidade; comer em local apropriado e comer em companhia; utilizou-se como material de apoio, quatro placas ilustradas com os tópicos: atenção, regularidade, em companhia e local apropriado; após a roda de conversa os estudantes foram convidados a participar do 2º momento: Oficina “mesa pronta”, atividade em grupo, os quais receberam uma caixa com objetos diversificados e em tamanhos real e reduzido (copos, pratos e colheres descartáveis, vaso de flores de papel, jarra de plástico, placa com o número da equipe, TV em papelão, notebook em papelão, celular em papelão e toalha de mesa). Os participantes deveriam selecionar os objetos e arrumar a mesa de maneira apropriada para realizarem as suas refeições. Quando abordados sobre separar um tempo para se alimentar, dar atenção ao “ato de comer”, os alunos responderam que é importante, pois ajuda a controlar o que comem, porém afirmaram ter o hábito de comer realizando outras atividades como ver televisão e usar o computador. Quanto à regularidade das refeições, alguns estudantes relataram que costumam ‘pular’ refeições e comer em horários diferentes; contudo compreendem que comer regularmente é importante, pois acelera o metabolismo e facilita a digestão. O ato de comer em família foi entendido por todos como importante. Com relação ao local onde são realizadas as refeições os estudantes relataram que preferem comer em locais limpos, tranquilos e confortáveis, porém nem todos têm um local específico para comer, muitos realizam as refeições em frente à TV ou no quarto; outros relataram que foi uma experiência nova organizar a mesa para a refeição. Conclusão: Os estudantes participaram ativamente das atividades desenvolvidas e concluíram que o “ato de comer” e a comensalidade são muito importantes, considerando o atual cenário de vida, pois muitas pessoas não separam um tempo para se alimentar e como consequência adquirem maus hábitos alimentares. A utilização de atividades lúdicas ajudou na eficácia da atividade com os escolares. NUTRIÇÃO EM PAUTA


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VARIAÇÃO NO PERFIL NUTRICIONAL ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS , TURNO DIURNO E NOTURNO, DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA DO PARANÁ-BR PADOIN, M.J.*, CRUZ, E.M.; RIZZARDI, D.H.; MAHL, A.C.; NAKATANI, M.; SILVA, H.M.V. CCBS, UNIOESTE, Cascavel-PR. *apresentadora, painel. OBJETIVOS: Avaliar o perfil nutricional dos alunos do curso de Ciências Biológicas diurno e noturno de uma universidade pública e relacionar a questões como variação na faixa etária e condição social. METODOLOGIA: A amostra contou com 47 alunos voluntários, do curso de Ciências Biológicas, sendo 24 do turno diurno (D) e 23 do turno noturno (N), que se encontravam matriculados na mesma fase do curso em uma universidade pública do Paraná. Todos participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Sendo o protocolo de aprovação no comitê de ética CAAE: 71198417.0.0000.0107. Os alunos responderam a 3 questionários de R24 (1 de domingo, e 2 de dias de semana) e 1 questionário sócio-econômico. Foi dosada a taxa glicêmica no início do período de aula, sendo o D pós café da manhã e o N pós jantar. Os resultados dos R24 foram analisados no programa AVANUTRI e a glicemia no aparelho Accu-Check active. RESULTADOS: O perfil mostrou que a média de idade difere entre os dois grupos (D=21,7±0,7; N=24,17±1) P<0,05. Em N= 47% dos alunos trabalham e 0% no grupo D. Não houve diferenças em relação ao peso (D=66,1±3,16; N=64,62±3,14, P=0,7) e ao IMC (D=23,5±1; N=22,5±1,1, P=0,5). Quanto a classificação a maioria é eutrófico (D e N=54%), mas em ambos ocorrem baixo peso (D=16%;N=23%), sobrepeso (D=23%;N=167%) e obesidade (D e N=7%). Quanto aos macronutrientes (g), os alunos do grupo D (85,8±7,6) tiveram uma maior ingestão de lipídeos do que os do N (62,6±9,6) com P<0,05, não houve diferença em relação a proteínas (D=84,6±7; N=72,6±9 P=0,3) e carboidratos (D=268,8±20; N=228±22) P=0,1. No total de calorias (Kcal) o D (2187±128) mostrou ter uma ingestão maior do que o N (1766±172) com P<0,05. Quanto ao colesterol (mg) foi maior no D (241,7±30) do que no N (206±45) com P<0,03. Também não houve diferença quanto a inSETEMBRO 2018

gestão de fibras (g) (D=10,6±1,3; N=9,21±1,28) P=0,5. Em relação a glicemia (mg/dL) a taxa de D (94,5±2,4) foi menor do que a de N (108,6±4,8) P<0,01. Na análise de micronutrientes, o D teve maior ingestão das Vitaminas: A (RE) (D=374,8±78; N=211,3±42) P<0,02; vit. D (mcg) (D=1,74±0,5; N=1,03±0,33) P<0,05; B2 (mg) (D=1,37±0,2; N=0,87±0,15) P<0,02; B3 (mg) (D=21,5±2,6; N=13,3±2) P<0,002; B5 (mg) (D=2,72±0,35; N=1,44±0,2) P<0,002; B6 (mg) (D=1,08±0,1; N=0,65±0,07) P<0,05; B12 (mcg) (D=3,12±0,7; N=1,42±0,6) P<0,01; E (mg) (D=25,8±5; N=11,85±3,13) P<0,001; B9 (mcg) (D=123,6±27,5; N=60,13±8,5) P<0,002. Nas demais vitaminas não houveram diferenças, B1 (D=1.453±0,2; N=1.042±0,16; P=0,1), C (D=33,71±7,5; N=31,74±12,7, P=0,14). Em relação aos minerais, o grupo D ingeriu maior quantidade de: Ca (mg) (D=510,8±84; N=423,2±83) P<0,02; Fe (mg) (D=16,4±3,8; N=11,1±1,5) P<0,05; Na (mg) (D=2319±217,4; N=1786±226) P<0,04. Quando comparados as recomendações diárias de cada micronutriente pela RDI verifica-se que o D não alcança os valores mínimos em 9 (vitamina A, D, B5, B9, e C e nos minerais Ca, Mg, Cu, I e K) o grupo N não alcança em 17 (vitamina A, D, B5, B12, E, B9 e C e nos minerais Ca, P, Mg, Cu, I, Se, Mn, K, Na e Zn). Quando correlacionados a quantidade de calorias ingerida nos R24 e o peso, o grupo D mostrou ter uma forte correlação inversa com R=-0,07, o que não foi visto no grupo N, R=-0,01. A relação entre idade e ingestão calórica mostrou um R=0,16 para o D e R=0,38 para N. CONCLUSÕES: O perfil do grupo D é de alunos com menor idade e que não trabalham, porém a maioria de D e N são eutróficos. Os acadêmicos do curso de Ciências Biológicas D mostraram uma dieta hipercalórica, principalmente em relação a ingestão de lipídeos e colesterol quando comparados ao grupo N. Na análise de micronutrientes a dieta do grupo D mostrou-se mais variada que a do N, o que fica evidenciado pela maior ingestão no grupo D da maioria das vitaminas e minerais e menor número de micronutrientes que não alcançaram a RDI. Quanto as fibras os 2 grupos apresentam uma ingestão muito abaixo da recomendação diária (25g). A glicemia de D é menor, provavelmente devido ao café da manhã ser menos calórico que o jantar. Demonstrou-se uma forte correlação negativa entre peso e ingestão calórica no grupo D e uma moderada relação positiva entre idade e ingestão calórica no grupo N.

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Palestrantes Confirmados

Graduação em Ciências Nutricionais e Mestrado em Saúde Pública pela Andrija Stampar School of Public Health, Medical School, Croacia. Atualmente é Professora no Mestrado em Nutrição e Genética da St Mary’s University. Suas áreas de interesse são Nutrigenética, Nutrigenômica e Nutrição Personalizada, com foco de pesquisa em predisposição genética e sensibilidade ao sal e hipertensão.

Todas as palestras internacionais terão tradução simultânea. Prof. Dr. Virginia Stallings, MD – Professora de PediaPalestrantes Internacionais

Prof. Dr. Anna Maria Siega-Riz, PhD, RD – Epidemiologista Nutricional, Professora e Diretora de Pesquisas da Escola de Enfermagem da Universidade de Virginia. Possui mais de 200 artigos publicados em Nutrição Materna e Obesidade Infantil. Recebeu vários prêmios incluindo March of Dimes Agnes Higgins Award em Nutrição Maternal e Fetal e Excellence Award da Universidade da Carolina do Norte, Centro de Pesquisas da Saúde da Mulher Chef Giovanna de Rivero - Chef titulada do Instituto Le Cordon Bleu Perú, com 19 anos de experiencia na direção e administração de cozinhas dentro e fora do Peru, assessoria em restaurantes, conhecimentos de dietética, alimentação desportiva e comida saudável, gestão de pessoal, HACCP, catering, alto dominio de cozinhas especializadas do mundo (francesa, italiana, espanhola, mexicana e peruana), docência e capacitação de estudantes de gastronomia, especializando-se em novas tendencias em cozinha saudável, vegetariana e vegana. Profa Dra Haya Al Khatib – PhD, MSc, Doctoral Researcher, Department of Nutritional Sciences, School of Life Course Sciences, Faculty of Life Sciences and Medicine, King’s College London. Suas áreas de interesse incluem a identificação de novas estratégias para efetivamente controlar a obesidade e suas consequências metabólicas. Trabalha com a investigação do sono e como a sua manipulação influencia o consume alimentar, balanço energético e risco metabólico. Participa como Nutrition Scientist no Project Sapiens, uma startup SME do King’s College London, que combina ciência de dados, inteligência artificial e ciência da nutrição, visando entender as diferenças no metabolism individual. Profa. Dra. Leta Pilic, MPH, FHEA – PhD em Genômica Nutricional pela St Mary’s University Twickenham, UK.

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tria na Universidade de Pensilvânia (Perelman School of Medicine), Diretora do Centro de Nutrição no Instituto de Pesquisa do Children’s Hospital de Philadelphia. Cortner Chair em Gastroenterologia e Nutrição. Membro da Academia Nacional de Medicina e Fellow da Sociedade Americana de Nutrição. Recebeu prêmios em pesquisa, ensino e serviços prestados pela Sociedade Americana de Nutrição, Academia Americana de Pediatria e Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina.

Palestrantes Nacionais Profa. Adriana Palermo de Andrade - Master Coaching (SBC), Master em PNL (ABPNL), Consultora Organizacional, com Especialização em Liderança e Administração, Profissional de Ajuda da Escola VIDA há mais de 4 anos, cursos de formação em desenvolvimento humano e organizacional e certificação em Assessments. Herdeira no segmento de alimentação, trabalha como diretora em uma das empresas da família por mais de 15 anos e se aprimorou em gestão de empresas familiares em programas como o Curso de Gestão de Empresa Familiar (FGV), o Seminário de Formação para Sócios e Herdeiros (Bernhoeft), Formação em Constelação Familiar (Instituto Peter Spelter) e Reconstrutivas (Carola Castillo). Participou de programas de formação no Disney Institute, além de treinamentos nas área de liderança, formação gerencial, comportamento organizacional, relações interpessoais, excelência em atendimento ao cliente, entre outros. Como executiva, conduziu processos de reestruturação administrativa, implementação de área de RH e criação de estrutura permanente de T&D. Consultora e coach, vem ajudando diversas empresas e profissionais a encontrar seu melhor desempenho. Ministra programas de treinamento e desenvolvimento personalizados. Professora de Pós graduação do INSIRA Educacional, ministra aulas de Gestão de Pessoas com Ferramentas de Coaching ampliando a eficácia. NUTRIÇÃO EM PAUTA


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Profa. Dra. Aline David - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Mestrado em Ciências (Fisiologia Humana) pela Universidade de São Paulo, Doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela USP. Docente do curso de Graduação em Nutrição, pós-graduação em Nutrição Clínica e pós-graduação em Nutrição Esportiva em Wellness do Centro Universitário São Camilo Profa. Dra Aline de Piano - Pós-Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. Coordenadora do curso de Mestrado Profissional em Nutrição: do Nascimento à Adolescência do Centro Universitário São Camilo. Docente do Mestrado Profissional em Nutrição e da Graduação de Nutrição do Centro Universitário São Camilo. Possui graduação em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Mestre e Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Dra. Ana Carolina Cantelli – Nutricionista Clínica do A.C. Camargo Cancer Center, Mestranda em Ciências da Saúde pela Fundação Antônio Prudente, Pós-graduada em Fitoterapia Clínica pelo Instituto de Metabolismo e Nutrição, Especialização em Nutrição Clínica pelo GANEP, Aprimoramento em Nutrição em Oncologia pela Fundação Antônio Prudente, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Profa. Dra. Ana Paula Barrere –Graduação em Nutrição pela PUC de Campinas , Mestre em Ciências da Saúde Hospital Israelita Albert Einstein. Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela SBNPE e em Nutrição Hospitalar Geral pelo ICHC-FMUSP . Conteudista e tutora do ensino a distância do HIAE em Terapia Nutricional em Oncologia. Membro da Sociedade Brasileira de Nutrição Enteral e Parenteral (BRASPEN) e do American Academic of Nutrition and Dietetics. Nutricionista Sênior do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein. Profa. Dra. Andrea Esquivel - Especialista em Gastronomia, Gastroenterologia e Marketing de Alimentos. Nutricionista. Diretora da empresa Gastronomia Nutritiva Caiaffa Esquivel – Consultoria em Gastronomia, Nutrição e Marketing, que atende restaurantes comerciais e indústrias alimentícias a mais de 18 anos Dra. Barbara Santarosa Emo Peters, PhD - Nutricionista pela UFOP, Especialista em Nutrição Clínica pelo SETEMBRO 2018

GANEP, Mestre e Doutora em Saúde Pública pela USP. Pós-doutorado em Endocrinologia Clínica pelo Depto de Endocrinologia Clínica da EPM/UNIFESP e em Nutrição e Saúde Pública pelo Depto de Nutrição da FSP/USP. Professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Nutrição em Saúde Pública da FSP/USP. Membro do comitê científico da Aliança Latino-Americana para a Nutrição Responsável. Consultora em Nutrição na empresa DuPont Nutrition & Health, dando suporte científico para questões de proteína da soja, fibras e probióticos na América Latina. Profa. Dra Carolina Pimentel - Mestrado e Doutorado FSP/USP. Professora Titular da UNIP Prof. Dr. Cezar Henrique de Azevedo – Nutricionista pela São Camilo, Mestre em Nutrição Humana Aplicada PRONUT/USP, Doutor em Saúde Coletiva - Universidade Católica de Santos; Professor da UniSantos; Conselheiro do CRN3 desde 2014 e atualmente Coordenador da Comissão de Formação Profissional do CRN3. Dra. Cibele Regina Laureano Gonsalves - Nutricionista pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) com Especialização em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho, cursando MBA em Gestão de Saúde pela São Camilo. Foi nutricionista clínica do Instituto de Ortopedia do-HCFMUSP e do InCor. Foi membro do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Dra. Cilene Aparecida Saez Moreno – Graduada em Psicologia, com Especialização em Recursos Humanos na Gestão de Negócios pela Universidade São Judas Tadeu. Coach pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching. Consultora em Desenvolvimento Humano com foco em Motivação, Liderança, Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Desenvolvimento de Equipes, Coaching Individual e em grupo e Qualidade de Vida, sócia Diretora da Insight Academia de Desenvolvimento Pessoal. Profa. Dra. Cristina Rebolho da Silva - Graduada em Nutrição pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e Mestrado em Alimentos e Nutrição pela Universidade Estadual de Campinas. Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo e Supervisora de Estágios em Estabelecimentos Comerciais e Indústrias de Alimentos. Tem experiência na área de Nutrição, com ênfase no varejo de alimentos. NUTRIÇÃO EM PAUTA

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Informação Baseada em Evidências Científicas

Profa. Dra. Daniela Cierro - Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica, Personal e Professional Coach, Master em Neurolinguística. Membro da diretoria da ASBRAN - Associação Brasileira de Nutrição, Membro da Sociedade Brasileira de Coaching, Docente em diversas instituições no Brasil. É Diretora da Sociedade Brasileira de Personal Diet, Colaboradora do livro Coaching - grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários Dr. Eneo Alves da Silva Jr – Biomédico, Mestre e Doutor em Microbiologia e Higiene de Alimentos, Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais, Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela, Integrante do Conselho Editorial da Revista Higiene Alimentar, Consultor da ANVISA para a Copa 2014 e para a revisão da RDC 12, Consultor do CVS para revisão da Portaria CVS 5, Consultor do Programa Mesa Brasil SESC Dra. Erika Checon Blandino - Graduada em Nutrição pela USP, Especialização em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP-e Mestrado em Saúde Pública pela USP. Atuou como nutricionista colaboradora do AMBULIM- Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Foi uma das fundadoras e atualmente é colaboradora do GENTAGrupo de Estudos Em Nutrição e Transtornos Alimentares. Profa. Dra. Fernanda Lorenzi Lazarim - Doutorado em Biologia Molecular – Unicamp. Positive Coach pela SBCoaching. Sócia Fundadora do Grupo Minian: Educação e Qualidade de Vida. Dra. Flávia de Conti Cartolano - Graduada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Especialista em Nutrição nas Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. Mestre e Doutoranda em Nutrição em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Dra. Graziela Biude - Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo; Mestre em Ciências dos Alimentos, na área de Nutrição Experimental, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP ; Doutoranda em Ciências dos Alimentos, na área de Nutrição Experimental, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP. Atua

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na área de Nutrição com ênfase em análise de selênio em alimentos, Avaliação do estado nutricional de populações (zinco, selênio, artrite reumatóide, obesidade), Bioquímica da Nutrição e Gênomica Nutricional. Prof. Dr. Heidge Fukumasu - Médico Veterinário, Doutor em Ciências, área de Patologia Experimental e Comparada, Livre Docente em Oncologia Experimental e Comparada pela USP. Professor Associado da USP no Departamento de Medicina Veterinária da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, atuando principalmente nos seguintes temas: Oncologia Experimental e Comparada, Quimioprevenção do Câncer, Desenvolvimento de Modelos Experimentais e Biologia Molecular Aplicada à Produção Animal. Foi Diretor Científico da Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (ABROVET). Membro titular da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) sendo o atual Coordenador da Setorial Humana/Animal. Dr Humberto Nicastro - Graduado em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Doutorando do Laboratório de Nutrição e Metabolismo Aplicados à Atividade Motora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP). Tem como principal linha de pesquisa o estudo dos efeitos terapêuticos e moleculares da suplementação de aminoácidos sobre o remodelamento da musculatura esquelética. Dra. Jéssica Helena da Silva - Nutricionista pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), MBA em Administração Hospitalar e de Sistemas de Saúde (CEAHS)-Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), Mestre em Ciências (PRONUT) -Universidade de São Paulo (USP) e Pós-graduada em Nutrição Hospitalar pelo HCFMUSP. Foi Nutricionista Clínica e Nutricionista Encarregada do Hospital Auxiliar de Cotoxó-HCFMUSP. Ex-Coordenadora Técnica do Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Nardini. Recebeu Menção Honrosa como Destaque Profissional de 2017 “Prêmio Eliete Salomon Tudisco”2017 pelo CRN3-SP. Gestora Hospitalar da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Clínica- Instituto Central-HCFMUSP. Dr. João Motarelli - Educador Físico, Nutricionista, Especialista em Nutrição Esportiva e Mindfulness, MesNUTRIÇÃO EM PAUTA


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trando em Ciências da Saúde Aplicado a Cardiologia pela Unifesp, Nutricionista do Setor de Lípides da UNIFESP e Presidente do Departamento de Nutrição da Regional ABC da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) Prof. .José Peralta - Nutricionista formado pela Escola de Nutrição da Universidade Nacional Mayor De San Marcos, Lima/Peru, - Mestre em Ciência dos Alimentos pela Universidade de São Paulo, Diretor Técnico da Clinica de Nutrição Peralta. Dra. Juliana Kato - Nutricionista, Doutoranda em Ciências da Saúde Aplicada a Cardiologia pela UNIFESP, Membro do Diretório de Nutrição da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nutricionista do Setor de Lípides da UNIFESP e Diretora Científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) Dra. Juliana Simoes - Gerente de Gastronomia do Hcor, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo, Especialização em Vigilância Sanitária dos Alimentos pela Faculdade de Saúde Publica/USP. MBA em Gestão de Serviços de Saúde pela FGV Profa Dra. Karin Dunker - Nutricionista pela FSP-USP, Mestre e Doutora em Nutrição Humana Aplicada interunidades – USP, Pós-Doutora em Psiquiatria e Psicologia Médica – UNIFESP, Docente do Instituto de Nutrição Comportamental e da Especialização em Nutrição Clínica do Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (PROATA) - UNIFESP e Coordenadora do Núcleo de Prevenção do GENTA. Profa. Dra. Katia C. C. Braz – Nutricionista do Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Docente do Curso de Graduação da UNIP, Especialista em Terapia Nutricional pela BRASPEN, Mestre em Oncologia pelo AC Camargo Cancer Center. Dra. Laura Magrini Luiz Alonso – Nutricionista pela Universidade São Judas Tadeu – USJT, com Especialização em Gestão da Qualidade e Controle Higiênico-Sanitário pelo Instituto Racine. Especialista em Sistemas de Gestão Integrados da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social pelo Senac. SETEMBRO 2018

Auditora interna na norma ISO 9001. Docente no Instituto Racine nas disciplinas de Tendências e Inovações, Estratégia, Sistemas e Controle da Qualidade, Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Possui experiência em administração de restaurantes e consultoria em gestão da qualidade. Atualmente é supervisora na empresa RM Soluções. Membro da diretoria da Associação Paulista de Nutrição - APAN. Profa Dra Luciana Rossi - Graduada em Nutrição pela FSP-USP, Mestre em Ciências dos Alimentos pela FCF – USP. Doutora pelo PRONUT –USP, Pós-Doutoranda FCF-USP. Docente da Universidade Anhembi Morumbi. Nutricionista responsável pela área de esportes do Centro Integrado em Saúde (CIS) da Anhembi Morumbi. Nutricionista do Projeto São Paulo Olímpico da Federação Paulista de Karatê (FPK). Organizadora do livro: Avaliação Nutricional, novas perspectivas (1ª e 2ª edições). Autora do livro de Avaliação Nutricional do Fitness ao Wellness. Profa. Dra. Luciana Setaro - Doutora em Ciências dos Alimentos – USP. Coordenadora do curso de Pós graduação em Nutrição Esportiva e Wellness - São Camilo. Docente do Centro Universitário São Camilo. Prof. Dr. Marcelo Demarzo - Médico Especialista em Mindfulness. Formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, Doutor em Patologia, Pós Doutor em Mindfulness e Saúde Mental (Universidad Zaragoza). Especialista em Medicina de Família e Comunidade e em Medicina do Esporte e do Exercício. Docente da Escola Paulista de Medicina, UNIFESP. Orientador Permanente no Programa de Mestrado e Doutorado em Saúde Coletiva da UNIFESP. Pesquisador Médico e Orientador de Mestrado e Doutorado do Hospital Israelita Albert Eisntein, São Paulo. Pesquisador colaborador na USP e nas Universidades de Zaragoza, Valência (Espanha) e Universidades de Harvard e Oxford Prof. Marcus Vinicius Santos Quaresma - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Especialista em Fisiologia do Exercício Aplicada à Clínica pela UNIFESP-BS Especialista em Nutrição Esportiva: Bases fisiológicas, bioquímicas e moleculares pela FAPES-SP, Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Docente do curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo. Profa Dra. Maria Cecilia de Figueiredo Toledo - Engenheira de Alimentos e Doutora em Ciência de Alimentos pela UNICAMP, Pós-Doutorado em Toxicologia de AliNUTRIÇÃO EM PAUTA

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mentos na Oregon State University, EUA. Professora Titular aposentada da Faculdade de Engenharia de Alimentos/ UNICAMP, atuando na área de segurança alimentar, com ênfase em aditivos alimentares e contaminantes. Assessora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) junto ao Mercosul e ao Comitê do Codex sobre Aditivos Alimentares (CCFA), compõe, desde sua criação, a Comissão de Assessoramento Técnico Científico em Alimentos Funcionais e Novos Alimentos (CTCAF) e o Grupo Técnico de Aditivos (GT-FA) da ANVISA. Em âmbito internacional foi membro do “WHO Expert Advisory Panel on Food Safety” e do “FAO Roster of Experts for JECFA for meetings on food additives, contaminants and natural toxicants”. Profa. Dra. Maria Cristina Rubim Camargo - Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Especialização em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Docente do curso de Nutrição e Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Gestão de Negócios em Alimentação e Nutrição, no Centro Universitário São Camilo. Dra Marília Seealander - Graduação em Biologia pela Universidade de São Paulo. Mestrado em Ciências (Fisiologia Geral) pela USP. Doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela USP. Pós-Doutorado em Metabolismo (Universidade de Oxford, Reino Unido, em Bioquímica da Nutrição (Universidade de Potsdam, Alemanha), em Bioquímica do Câncer (Universidade de Barcelona, Espanha). Livre-Docência em Histologia e Embriologia (USP). Professor Associado da USP (Departamento de Biologia Celular), com vinculação subsidiária- Departamento de Cirurgia, FMUSP. Tem experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Metabolismo e Bioenergética, atuando principalmente nos seguintes temas: caquexia associada ao câncer, tecido adiposo, exercício, suplementação nutricional e metabolismo lipidico. Editor, Frontiers in Clinical Nutrition Prof. Dr. Mauro Fisberg - Pediatra e Nutrólogo. Professor Associado do Setor de Medicina do Adolescente - UNIFESP. Membro do corpo de orientadores em Pediatria e Ciências Aplicadas a Pediatria - EPM - UNIFESP. Coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi - Hospital Infantil Sabará. Coordenador da Força Tarefa Estilos de Vida Saudável - ILSI Brasil e Membro do Conselho Cientifico e da Diretoria. Membro da Diretoria

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do Danone Institute International. Graduado em Medicina pela UNIFESP, Residência em Pediatria e Doutorado em Pediatria pela UNIFESP. Alumni da Fundacao Kellog’s (Leadership Program Partners of the Americas) e da United Nations University- UNU- World Hunger Program. Ex Presidente e Secretário Geral da SLAIP- Soc. Latinoamericana de Investigacion Pediatrica. Chair do Projeto ELANS- Projeto Latino Americano de Saúde e Nutrição. Profa. Dra Mirtes Stancanelli - Mestre em Biologia Molecular pela UNICAMP. Positive Coaching pela SBCoaching. Nutricionista de diversas modalidades esportivas a mais de 20 anos. Sócia Fundadora do Grupo Minian: Educação e Qualidade de Vida. Profa. Dra. Nágila R.T. Damasceno - Professora Associada do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública (USP) e Responsável pelo Grupo de Pesquisa em Oxidações Biológicas e Metabolismo Lipídico. Nos últimos anos tem coordenado pesquisas na área de Nutrição e Doenças Crônicas (DCV, Obesidade, Câncer, Epilepsia e Doenças Neurodegenerativas), com ênfase em aspectos lipídicos, oxidativos e inflamatórios modulados pelos ácidos graxos ômega-3. Diretora da Divisão de Nutrição e Dietética do Hospital Universitário (HU-USP), Membro da Diretoria do Departamento de Nutrição da SOCESP, Conselheira Científica do Conselho Regional de Nutrição (CRN3), Membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fluidos Complexos (INCT-FCx) e Membro do Conselho Deliberativo do Núcleo de Apoio à Pesquisa de Fluidos Complexos (NAP-FCx). Desde 2014 coordena o Programa de Cooperação Internacional Brasil - Suecia (CAPES-STINT), além de possuir parceria com grupos de pesquisa nacionais (UFPI, UECE, UNIFOR, UFC, UFF) e estrangeiros (Harvard University e Universidade de Barcelona). Nutricionista pela Universidade Estadual do Ceará, Mestrado e Doutorado em Ciências dos Alimentos pela USP. Realizou estágios de Pós-doutoramento em Imunologia (USP) e Nutrição e Endocrinologia (Universidade de Barcelona, Espanha). Profa. Odisseia Marli Gimenes Martins - Farmacêutica, Especialista em Mindfulness pela UNIFESP, em Formulação Magistral e em Qualidade e Reengenharia. Instrutora de Mindfulness para Promoção da Saúde pelo Centro Mente Aberta/ UNIFESP, em Desenvolvimento da Compaixão pelo Instituto Cultivo, México e de Mindful Eating no Protocolo MB-EAT da Universidade de Indiana. NUTRIÇÃO EM PAUTA


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Prof. Orlaniro Ros Neto - Treinador de equipes para obtenção de Alta Performance, Personal e Professional Coach (SBC), Membro da Sociedade Brasileira de Coaching, Master em Programação Neurolinguística (ABPNL). Sócio diretor da Sociedade Brasileira de Personal Diet e palestrante de diversas instituições, colaborador do livro Coaching - grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários. Dra. Paula Cavalini - Nutricionista pela Universidade São Judas Tadeu, Professora de Educação Física pela FEFISA - Faculdades Integradas de Santo André, Fisiologista do Exercicio pela UNIFESP/ Escola Paulista de Medicina, Pós graduada em Fitoterapia pela ASBRAN. Dra. Paula Teixeira - Profissional de Educação Física. Doutora em Neurociências e Comportamento pela USP. Especializada em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP. Colaboradora do AMBULIM (Programa de Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas de São Paulo). Membro do GENTA (Grupo Especializado em Transtornos Alimentares e Obesidade). É habilitada no método das cadeias musculares GDS e em facilitação de técnicas de Meditação Ativa. Possui artigos científicos e capítulos de livros na área de saúde mental. Idealizadora do Exercício Intuitivo Integrativo. Dr. Paulo Turziani – Médico Veterinário pela Universidade Estadual de Londrina, Pós graduação em Marketing MBA- Fundação Getúlio Vargas, - Pós graduação em Tecnologia da Alimentação, Universidade Estadual de Londrina, Master em Cultura Alimentar na Universidade de Roma – Tor Vergata –Roma, Itália, Master em Gastronomia Italiana, ALMA Escola Internacional- Parma - Itália, Especialista em Mindfulness , Unifesp – São Paulo. Dr. Pedro Perim - Nutricionista, Mestrando pela Faculdade de Medicina da USP, Pesquisador do Grupo de Pesquisa de Fisiologia Aplicada e Nutrição da USP, Coordenador Científico do Science Play, Redator BF Eventos, Speaker e Consultor Técnico da Glanbia Performance Nutrition, Nutricionista do Setor de Lipides e Aterosclerose da UNIFESP Profa Dra. Priscilla Koritar - Graduada em Nutrição pela USP, Mestrado e Doutorado em Nutrição em Saúde Pública pela USP. É membro do Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA) e DocenSETEMBRO 2018

te em diversos cursos de graduação e pós graduação em Nutrição. Dr. Rafael Senger do Amaral - Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo, Pós Graduado em Gestão de Serviços de Alimentação pelo Senac, Sommelier de Cerveja pela Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo e Confeiteiro pelo Senac. Atua no ramo de alimentação há mais de 10 anos, com experiência em administração de serviços de alimentação, controle da qualidade, planejamento e desenvolvimento de produtos. Atualmente é coordenador da empresa RM Soluções. Dra. Renata aparecida da Rocha - Nutricionista pela Universidade de Sorocaba (UNISO), Nutricionista Fiscal do CRN3. Dr Rodrigo Elias Oliveira - Coordenador do Projeto Salivar, Pesquisador - Disciplina de Periodontia, Faculdade de Odontologia – USP Profa. Dra. Rosana Toscano Ferreira - Graduada em Nutrição pela Universidade de Mogi das Cruzes e Mestrado em Interunidades em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo. Docente do Centro Universitário São Camilo - SP. Tem experiência na área de Nutrição, com ênfase em Análise Nutricional de População, atuando principalmente em Unidades de Alimentação e Nutrição. Dra. Simone Tamae Kikuchi – Nutricionista do Centro Oncológico do Hospital Sírio Libanês, Tutora da Residência Multiprofissional no Cuidado ao Paciente Oncológico, Coordenadora do Grupo de Estudos NutriOnco, Especialista em Nutrição em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein, Especialista em Preceptoria no SUS pelo Hospital Sírio Libanês Profa. Dra Sonia Tucunduva Philippi - Docente e Pesquisadora da Universidade de São Paulo - Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Nutrição. Professora Associada nível 3, com Mestrado e Doutorado pela USP. Coordenadora da Coleção Guias de Nutrição e Alimentação da Editora Manole. Autora de inúmeros livros, capítulos de livros e artigos publicados em nível nacional e internacional. Autora do software VirtualNutriPlus WEB. Foi presidente da APAN, diretoria da ASBRAN, do Conselho consultivo da SBAN e vice-presidente do Conselho RegioNUTRIÇÃO EM PAUTA

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nal de Nutricionistas - CRN3. Profa. Dra. Tatiana Cristina Teixeira Eto - Graduada em Nutrição - UniABC, Mestre em Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Nutrição da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, MBA em Gestão Empresarial FGV -SP, Formação em Coaching de Saúde e Bem Estar - WELLNESS COACHING/USA. Docente Convidada do Curso de Pós Graduação em Gestão de Negócios em Alimentação e Nutrição no Centro Universitário São Camilo. Profa. Tatiane Fujii – Nutricionista Mestre e Doutoranda pela USP. Pós-graduação em Nutrigenômica e Nutrigenética na Prática Clínica - Faculdade Unyleya. Pós-graduação em Fisiologia do Exercício – Cefit. Nutrigenicista do Centro de Genomas. Profa Dra Tatiane Vanessa de Oliveira - Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL. Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho. Doutora em Ciências pelo Instituto do Coração, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Professora do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário SENAC . Dra. Thais Cardenas – Nutricionista pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Mestre em Nutrição Humana pela USP, Especialista em Nutrição Clínica pela ASBRAN, Nutricionista Chefe do Serviço de Nutrição do Instituto Brasileiro de Controle de Câncer e Coordenadora Técnica da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN) do IBCC. Dra Thais Manfrinato Miola – Nutricionista Coordenadora Clínica do ACCamargo Cancer Center. Doutoranda em Ciências na Área de Oncologia. Mestre em Ciências na Área de Oncologia. Especialista em Nutrição Clínica e Oncológica. Coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional de Nutrição em Oncologia do ACCamargo Cancer Center. Presidente do Numaco – Núcleo Multidisciplinar de Apoio à Cirurgia Oncológica. Profa. Dra. Thaise Mendes - Nutricionista, Mestre em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública- USP. Especializada em Nutrição Clínica Infantil, pelo Instituto da Criança- ICr e Pós graduada em Relações Governamentais & Assuntos Regulatórios- IMT. Prof. Dr. Thiago Fernando Lourenço - Doutor em Biodinâmica do Movimento pela Unicamp. Docente de Graduação do Curso de Educação Física da Faculdade Anhan-

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guera de Campinas e do Curso de Medicina da Faculdade São Leopoldo Mandic – Campinas. Diretor Científico do Grupo Minian. Dra. Valéria Machado - Nutricionista, Especialista em Nutrição Esportiva, Mestre e Doutoranda em Ciências da Saúde aplicada a Cardiologia pela UNIFESP, Coordenadora do Ambulatório de Nutrição do Setor de Lípides da UNIFESP e Diretora Científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) Dra. Valéria Simone Furtado - Nutricionista pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).Mestre em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo (USP).Lato Sensu em Administração Geral pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Desenvolveu atividades na área de Nutrição como: nutricionista clínica em hospitais públicos e privados, professora universitária, auditora de qualidade em empresas nacionais e multinacionais, supervisora e gerente de operações em empresas de grande porte. Dra. Vanessa Melo Albacete - Nutricionista pela Universidade Paulista – UNIP, Pós-graduanda em Nutrição Esportiva pela Unicsul. Profa. Dra Vanessa Santis - Nutricionista e Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama filho e em Terapia Nutricional em Cuidados Intensivos pelo Ganep. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo. Professora de pós graduação do Centro Universitário São Camilo e Nutricionista Clínica Hospitalar no Hospital Heliópolis, em Oncologia. Profa. Dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo - Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo, em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos (Neurologia UNIFESP), Mestre em Epidemiologia e Doutora em Ciências pelo Depto de Medicina Preventiva da UNIFESP. Pós Doutoranda em Saúde Coletiva com foco em Mindful Eating - UNIFESP/EPM. Instrutora de Mindfulness para Promoção da Saúde pelo Centro Mente Aberta/ UNIFESP, em Desenvolvimento da Compaixão pelo Instituto Cultivo, México e de Mindful Eating no Protocolo MB-EAT da Universidade de Indiana. Docente do Ensino Superior desde 1995. Foi Coordenadora do Curso de Nutrição UMESP. NUTRIÇÃO EM PAUTA


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Profa. Dra. Vera Silvia Frangella - Nutricionista Docente do Curso de Graduação em Nutrição e Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Nutrição Clinica do Centro Universitário São Camilo - São Paulo. Mestre em Gerontologia pela PUC-SP, Especialista em Nutrição Clinica pela ASBRAN, Especialização em Terapia Nutricional Enteral e Parenteral pela SBNPE e em Gerontologia pela SBGG.

Organização e Divulgação

Nutrição em Pauta - A Revista dos melhores Profissionais da Nutrição Informação confiável, baseada em evidências científicas, em uma linguagem acessível. A revista Nutrição em Pauta tem participado ativamente da formação e atualização dos profissionais e estudantes do setor de nutrição e alimentação de todo o país, através da divulgação de artigos científicos e realização de eventos científicos, nas áreas de Nutrição Clínica, Nutrição e Esportes, Nutrição e Pediatria, Nutrição e Saúde Pública, Alimentos Funcionais, Food Service e Gastronomia.

a partir de jan/2005, acesso aos artigos na íntegra dentro do site. São mais de 3.000 artigos, notícias científicas e entrevistas com informações atualizadas e confiáveis sobre os temas mais importantes da atualidade em saúde e nutrição, tais como: nutrigenômica, alimentos funcionais, nutrição e neurociência cognitiva, gastronomia molecular, nutrição e envelhecimento saudável, nutrição e ecologia, e muito mais; disponíveis na Base de Dados da revista, com um mecanismo de buscas fácil de utilizar. É o site número 1 da nutrição na internet, sendo referência para os profissionais, pesquisadores, professores e estudantes do setor.

Informações: Nutrição em Pauta Tel 11 5041-9321 eventos@nutricaoempauta.com.br www.nutricaoempauta.com.br

Com 25 anos de existência, a Nutrição em Pauta tem definido tendências nas diversas áreas da nutrição, saúde e alimentação, sempre trazendo para os profissionais do setor o que há de mais avançado e comprovado cientificamente. A revista Nutrição em Pauta é uma revista científica, indexada na Base de Dados PERI da ESALQ/USP e pontuada pela CAPES. Fazem parte da comissão científica da revista renomados pesquisadores das principais universidades do país. O site da Nutrição em Pauta contém: resumos dos artigos e matérias de capa publicados desde 1998, os eventos mais importantes da área, entrevistas atualizadas sobre relevantes assuntos do setor e notícias científicas atuais, originadas de publicações científicas reconhecidas (nacionais e internacionais). Os assinantes da revista tem, SETEMBRO 2018

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NUTRIÇÃO EM PAUTA


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