Nº 2 ABRIL 2015
Direção: Cândida Moreno, Abílio Calheiros e José Nuno Araújo | somosjornal@aecastelomaia.pt | 1000 exemplares
JORNAL ESCOLAR ANO LETIVO 2014/15
EDITORIAL Da mudança — negativa, positiva e mais ou menos… Na literatura portuguesa, o pessimismo e o saudosismo foram sempre associados à mudança. Glosando a lírica tradicional, Luís de Camões escreveu: “Do mal ficam as mágoas na lembrança, / E do bem, se algum houve, as saudades”. No entanto, estes versos remetem mais para o proverbial negativismo português (gravado no perfil psicológico e comportamental da alma lusa) do que para a própria natureza da mudança. A propósito, o filósofo estóico Séneca afirmou que “A melhor atitude a tomar é de aceitar o que não podemos alterar, e conformarmo-nos sem resmungar com os desígnios da divindade que rege o curso do universo: mau soldado é aquele que segue o seu general sempre a queixar-se!”.
Este autor, no seu livro “A Felicidade e a tranquilidade da alma”, dava conselhos aos cidadãos romanos sobre a forma como deveriam tratar os seus escravos. Infelizmente, deveria considerar a escravatura como algo inalterável, não lhe ocorrendo promover uma mudança na sociedade esclavagista romana. Portanto, nas mentalidades e nas consciências, haverá, sempre, muita mudança positiva para levar a cabo, até nos espíritos mais esclarecidos e cultos. Para terminar, uma referência às mudanças “mais ou menos”. Ou seja, todas aquelas que são tão positivas quanto negativas. A propósito, segundo os estrangeiros, incluindo a assistente dinamarquesa que esteve na nossa escola (a Tabita), os portugueses usam em demasia a
expressão “Mais ou menos” (em vez de sim ou não). Num estilo jocoso, poderemos adiantar uma outra interpretação para a estafada expressão. Por exemplo, se perguntarmos a alguém o que é que pensa sobre as políticas educativas, ele poderá responder “Mais ou menos”, querendo dizer que elas são, essencialmente, mais políticas e menos educativas. Como jornal escolar (daí o nome “Somos jornal”), esperamos contribuir — mais ou menos — para uma mudança positiva nas práticas educativas, despertando consciências e tentando alterar mentalidades e atitudes. A EQUIPA DO “SOMOS JORNAL”
“MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES.” A Escola, como instituição, encontra-se em constante mudança, provocada pela evolução da sociedade, pelas alterações que lhe são impostas hierarquicamente e até pelo desenvolvimento pessoal que todos, e cada um dos elementos que compõem a sua comunidade, vão sofrendo. Perante tal complexidade, não é fácil responder à necessidade que os seus alunos manifestam, no sentido de adquirirem ferra-
mentas que lhes permitam enfrentar as mudanças que surgirão ao longo da sua vida. Acredito que o nosso Agrupamento está no bom caminho para responder a este desafio. Os resultados nacionais têm demonstrado que, academicamente, os nossos alunos têm sabido responder aos reptos que lhes são colocados. Não descurando este aspeto, cabe-nos a todos, em especial professores, pessoal não docen-
MENSAGEM DO DIRETOR
te e pais e encarregados de educação, procurar novas formas de habilitar as nossas crianças e jovens de resiliência para enfrentar os obstáculos da vida e força para promoverem as mudanças necessárias, individualmente e como cidadãos. Que todos consigamos efetuar as mudanças necessárias para tal!
EMÍLIA CABRAL PRESIDENTE DO CONSELHO GERAL
Da mudança de cada um, até à mudança coletiva,vai numa caminhada responsável e partilhada, feita por todos e essencialmente por cada um. “Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento”. (Erico Verissimo) O Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia abraça a mudança sustentada que promova um futuro melhor para cada um e para todos.Para que a mudança aconteça é preciso senti-la como necessária. A mudança conjuga-se principalmente na primeira pessoa e pressupõe a sensibilidade, a recetividade e a disponibilidade para participar ativamente na sua operacionalização. A mudança assenta na abertura a novas aprendizagens e novas práticas, passando pela revisão dos valores, das regras e das atitudes, respondendo aos desafios e criando compromissos. Porque acreditamos que, tal como escreveu Edmund Burke “Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”, nos assumimos como agentes da mudança. MARCO MARQUES, DIRETOR
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DA MUDANÇA
9º ANO E DEPOIS?
Uma questão pertinente! Após o 9º Ano, ainda há muito para aprender e várias possibilidades de te qualificares para poderes exercer uma profissão. Vê com atenção essas possibilidades:
CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICO DE: Ciências e Tecnologias Ciências Socioeconómicas Línguas e Humanidades
CURSOS PROFISSIONAIS DE:
Técnico de Restauração, variante de cozinha-pastelaria Técnico Auxiliar de Saúde Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Atenção que as decisões tomadas no final do 9º Ano são vinculativas, mas não são irreversíveis. É sempre possível reformular as escolhas. Qualquer que seja a tua escolha, o mais importante é que estabeleças os objetivos para os teus estudos e faças tudo para as alcançar.
O QUE VAI MUDAR... É necessário preparar a mudança, alterando comportamentos e modos de pensar… No 10º Ano, é indispensável ter um método de estudo e hábitos de trabalho diários, sob pena de surgir insucesso logo nos primeiros meses de aulas. Se o nível de exigência vai aumentar, por que razão não se começa (finalmente!) a desenvolver, Agora, um verdadeiro método de estudo? O ingresso no ensino superior depende dos resultados obtidos entre o 10º e o 12º Ano mais o resultado dos exames nacionais. A frequência do ensino secundário irá exigir de ti uma mudança de atitudes e comportamentos. Iniciar o 10º Ano de escolaridade é sobretudo fazer uma
adaptação a um novo contexto de trabalho e de relacionamento pessoal. Os próximos 3 anos irão exigir de ti uma nova atitude de tra balho e empenho no estudo: - Mais matéria para estudar e matérias mais complexas; - Maior concentração; - O ambiente de trabalho nas aulas é mais exigente; - O aluno terá que apresentar mais autonomia e mais responsabilidade; - O estudo de véspera não é suficiente para obter um resultado satisfatório; - Estudar corretamente exige concentração, compreensão e memorização; Não te esqueças que a atitude de empenho e persistência no
trabalho é, na maior parte das vezes, aquilo que distingue os alunos e determina o seu sucesso ou insucesso. A frequência do ensino secundário corresponde ao desejo de concretizar um projeto de vida, em termos educacionais e profissionais. Seja qual for o teu projeto, os próximos 3 anos vão ser marcados por crescimento pessoal capacidade de adaptação a novas competências e saberes que serão uma boa oportunidade para cresceres enquanto pessoa. Vive a escola como o espaço para dares largas ao teu potencial de aprendizagem, aproveitando bem os meios que são colocados à tua disposição. Acima de tudo acredita, em ti!
O SERVIÇO DE
PSICOLOGIA
Destinado, essencialmente, aos alunos dos Cursos Vocacionais, este Serviço é também alargado àqueles alunos do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia que dele necessitem, do ponto de vista clínico, educacional, orientação vocacional, avaliação cognitiva e acompanhamento psicológico. Para o efeito, e dado o elevado número de pedidos, é efectuada uma seleção prévia mediante a análise da sinalização do caso (pelo Encarregado de Educação, Director(a) de Turma, Professor(a) ou aluno(a). Desde Março de 2014, o campo de intervenção do Serviço de Psicologia integra também o CQEP (Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional) deste Agrupamento de Escolas, tendo como população-alvo todos aqueles que procurem melhorar as suas habilitações académicas e/ou formação profissional, a entrada no mercado de trabalho, mudança de carreira, etc. São, na sua grande maioria, adultos, mas a população jovem também está contemplada neste campo de intervenção. ALEXANDRE AREOSA PSICÓLOGO DO AECM
Nota: Este artigo respeita a Antiga Ortografia.
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DA MUDANÇA
DO VAZIO À MUDANÇA (DE MENTALIDADES) PROFESSORA MARINELA GUIMARÃES
A palavra “mudança” coloca, quer o orador, quer o auditório, num “empasse” retórico-argumentativo que facilmente pode descair para a manipulação. De mudança somos todos, por essência, feitos. Estamos a caminho, sabemo-nos incompletos, percorremos frequen temente as nossas estruturas cerebrais, com constantes questionamentos que nos levam a
respostas inconclusas. No entanto, somos “esculpidos” desde a nascença, por bons e menos bons artistas e os sulcos que os menos bons nos deixam, na carne e nos sentimentos, de tanto nos doerem, reclamam estados de alma estáticos, dormentes, por receio de acordarmos assustados e sem chão. Dos bons mestres colhemos a
DA MUDANÇA... “TEMOS DE NOS TORNAR NA MUDANÇA QUE QUEREMOS VER.”, GANDHI Da mudança, garante-se a salvaguarda e o desenvolvimento de cada personalidade! Através de simples fotografias passadas, lembranças antigas,todos nós conseguimos enriquecer o presente, pois “Recordar é Viver!”. O facto de as pessoas suscitarem interesse por parentes passados é um processo natural que ocorre em cada um de nós. Resgatar a memória é uma forma de melhorar a qualidade de vida, pois auxilia-nos a descobrir a nossa origem e essência, e a retomar contato com um passado, por vezes, esquecido.Todas as pessoas que se lembram da sua história (ou dos seus familia-
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res) de forma positiva têm maiores probabilidades de serem felizes, contudo, apesar de não poder ser alterada, podemos mudar a forma como iremos vivê-la. Na minha opinião, não existe passado, nem futuro, apenas existe o presente, pois é nele que vivemos e poderemos criar memórias, das quais nos lembraremos num breve INSTANTE. O passado alicerça o presente que, por sua vez, influencia o futuro, e a mudança surge como elo de ligação entre eles. A imagem daquilo que aconteceu sempre servirá para nos identificar, isto é, por muito que as modas possam divergir,
ânsia de mudar, paulatinamente. Com eles aprendemos a reconhecer as nossas potencialidades e os nossos limites. Sabe- mo-nos pequenas centelhas de luz que se guiam a si próprias e vão iluminando cada caminho, quais lideres que se colocam estrategicamente nas bermas das estradas, assistindo às caminhadas tranquilas, de quem, não sabendo ainda bem para onde vai, sabe muito bem, por onde não quer ir. Mudança de mentalidades reclama vontade de mudar, no silêncio modesto de cada um, numa “arte de escutatória” que, de tão treinada, interpreta olhares, gestos, ansiedades… De que falamos quando profe rimos a expressão “da mudança de mentalidades”? De retórica vazia ou de argumentos convincentes? De que falamos quando profe rimos a expressão “argumentos convincentes”? De argumentos
ébrios de densidade lógica redutora, divorciados do quotidiano que nos alimenta? Ou falamos antes de mentes “disponíveis” ao outro? Mentes abertas ao di ferente, sem propagandas patéticas de mediocridade medíocre. Desta mudança carecemos todos.
a nossa essência, enquanto seres socialmente integrados, permanece imutável. Os nossos sonhos e desejos, apesar de poderem basear-se em diferentes contextos, mantêm a mesma força, intensidade e vontade que tinham os dos nossos antepassados.
Não é correto dizer que o tempo muda tudo, todavia fazer algo causa mudança; permanecer hirto leva à estagnação e existem coisas que nem o tempo nem a distância destroem.
“DE MUDANÇA SOMOS TODOS, POR ESSÊNCIA, FEITOS.”
MARIANA FERNANDES DE SÁ PINTO Nº13, 11ºA
A MUDANÇA QUER-SE PARA MELHOR
A mudança é um processo inevitavelmente natural. Por muita que seja a resistência que lhe oferecem (porque a mudança é sempre penosa!) será impossível travá-la. Tudo muda ao longo do tempo, sendo a mudança a mera transformação daquilo que não pode permanecer. Quando há mudanças, quer-se que sejam para melhor. É importante que elas se construam com agrado e de forma positiva. Claro que só desejamos mudar, quando a realidade que
A DIFERENÇA FAZ TODA A DIFERENÇA!
DA MUDANÇA
enfrentamos já não se ajusta ao que ambicionamos. Porém, sem nos apercebermos, todos os dias sofremos mudanças e mudamos também, por vontade própria, as nossas práticas que são refletidas sistematicamente (falo especialmente dos professores), os nossos hábitos quotidianos que têm de se ajustar a uma economia que diariamente se transforma, os nossos sentimentos e valores, quando assistimos (mas não partilhamos!) a uma sociedade que se degrada
e sofre com a violência que se gera na injustiça e na pobreza crescente. Ora, as bibliotecas escolares do AECM também têm mudado. Para melhor. Este ano já chamaram a si os pais para as conhecerem e recomendarem aos filhos. Como habitualmente, chamaram a si os alunos para participarem em concursos de leitura e escrita. E ainda chamaram a si os professores que, com grande ânimo, quiseram participar nas propostas que
lhes lançamos (falo, a título de exemplo, do projeto “Uma sala, uma personalidade”). O dinamismo que tem sido implementado nas nossas bibliotecas constituir-se-á, sem sombra de dúvida, em mudanças que se traduzirão na melhoria da nossa vida escolar. Acredito nisto, sou otimista e partilho da ideia de que só em mudança podemos evoluir e caminhar na direção desejada.
Não é fácil falar sobre a “diferença”. Aliás, tudo que é diferente causa estranheza, desconfiança, por vezes constrangimentos e, num primeiro impacto, negação. Aceitar aqueles que consideramos iguais e/ou superiores a nós é fácil, o difícil é aceitar aqueles que consideramos inferiores e/ou diferentes de nós. Para compreendermos melhor este assunto, o que vos proponho é que façamos um exercício de recriação, na nossa mente, do cenário que vou descrever. Não é da minha autoria (fiz algumas adaptações necessárias), mas da autoria de Maria J. G. Mendes e foi retirado do programa do espetáculo Psico ballet, apresentado em Outubro de 2001 no Centro Cultural de Belém: «Imaginem uma criança. É bela e respira saúde. Não tem sinal exterior de doença. Pelo contrário, parece que fadas misteriosas a dotaram de uma vivacidade especial. É uma criança estranha. Parece surda, mas estremece ao menor barulho.
Fala pouco ou nada. Cheira tudo como se o olfato lhe revelasse segredos vedados. Quando julga estar só diz frases complexas como: “Olha que linda a Lua! Parece uma banana, parece uma salsicha”. Mas quando entra em contacto com alguém, a linguagem desaparece ou torna-se mínima. Refere-se a si mesma na segunda pessoa e diz: “queres leite.” Não sorri e não chora. Deita fora os brinquedos, mas apega-se com tirania a objectos triviais: paus, pedras, cascas de laranja que dispõe em desenhos geométricos pela casa. Com uma criança assim vai-se aos médicos. Os médicos são evasivos. Falam em ‘não colar rótulos’ e esperar. Finalmente traçam um diagnóstico. Afinal a criança tem doença com nome. Haverá outros assim. E depois, o que tem nome poderá ser definido, apanhado, controlado. Com o passar dos anos os que a rodeiam(criança) começam a entender os seus rituais e a executá-los tão espontanea-
mente quanto ela. (…)». Agora imaginem que esta criança é o nosso filho, ou o nosso irmão, ou o nosso sobrinho. Sentem como eu um arrepio na espinha? Faz parte da nossa vida, é do nosso sangue, vive na mesma casa, partilha o mesmo espaço, as vivências, o amor, a dor,… E agora, que fazer? Como reagir? Em concreto… não sei muito bem. Ninguém nos ensina a lidar com este tipo de adversidades. A informação, formação e recursos de que dispomos, ou que as instituições (governamentais ou não) disponibilizam, nem sempre é suficiente ou a mais adequada. Isto demonstra que a nossa atitude perante o que foge à norma ainda está longe de ser uma atitude integradora. Mas uma coisa sei, quando a diferença bate à nossa porta faz toda a diferença! Passamos a olhar para ela, a lidar com ela com mais to lerância. Muito mais!
PROFESSORA TERESA BARBOSA
PROFESSORA ANA TAVARES Abril 2015
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DA MUDANÇA
“NADA É MAIS PERMANENTE DO QUE A MUDANÇA” HERACLITO ÉFESO SÉC. VI-VA.C
PROFESSORA ANA LUÍSA MELO
Eis-me novamente a sugerir um filme, desta vez que se relacione com a mudança. Por isso, as palavras daquele que, ainda hoje, é o filósofo do Devir, emergiram na sua dimensão mais simples: tudo sofre mudança. Não é fácil pensar num filme para sugerir a uma escola, comunidade heterogénea com uma amplitude etária tão vasta e interesses tão diversificados. Correndo, pois, o risco de propor um filme que não colha o interesse de todos, atrevo-me a aconselhar As vidas dos outros (no original, Das Leben der Anderen, 2006). Porquê este filme? Porque narra uma história em que um homem se abre à mudança, com a coragem e o medo que esta atitude sempre comporta. Gerd Wiesler é um agente
da Stasi que, no cumprimento da missão de controlar a vida de um casal de intelectuais, se deixa modificar pela vida dos outros que, afinal, era diferente do que ele supunha. E, tudo, mas mesmo tudo, muda. É um filme fascinante pois encerra o mistério da mudança e confronta-nos com o livre arbítrio e a coragem do compromisso íntimo e pessoal que uma transformação sempre determina. Na mudança, não há retorno. O regresso a um estado anterior torna-se impossível e a consciência dessa projeção para o futuro é um caminho solitário que somente aquele que o percorre vive com a intensidade que lhe determina. A mudança é, frequentemente, dolorosa. Mas, igualmente, libertadora. Ninguém – nem nada – muda por
decreto ou obrigação. Recordo com frequência uma conversa com um professor que me fez notar, com a simplicidade que as coisas mais verdadeiras e próximas possuem, que alguns verbos – e o “mudar” é um deles – não suportam a ordem, o imperativo. Dizer ao outro: “muda!” (ou “ama”, por exemplo), encerra já a consciência da sua não realização. É uma ilusão que só intranquiliza o que ordena, pois sabe, bem no fundo, que é uma ordem sem expressão. Daí, a minha sugestão. Debrucemo-nos sobre a mudança e o mistério que ela envolve. Há filmes que gosto de rever. Não é o caso das Vidas dos outros. A primeira vez foi uma tão intensa fruição que, como as verdadeiras obras de arte, se entalhou na consciência e no
coração. Vejam. Com calma. Um convite a uma reflexão que nos acompanha ao longo do nosso tempo, essa trama em que podemos, nós também, mudar.
MULHERES EM PORTUGAL As ideias centrais do início de século XX, para a educação feminina, incidiam na disciplina e na obediência. Em 1909, o Partido Republicano defendia a igualdade de direitos políticos e sociais, mas a esperança de uma mudança do papel feminino, na sociedade, depressa se desvaneceu. O sufrágio feminino foi negado.
Carolina Beatriz Ângelo, Carolina Michaëlis e Adelaide Cabete são os nomes de mulheres que desafiaram o seu tempo e tiveram um papel preponderante na evolução do pensamento feminista português. A partir de 1926, as mulheres entraram nas escolas e universidades em número crescente, forçando a entrada num mundo, até então,
exclusivamente masculino Após o golpe de Estado de 1974, as mulheres e os homens passaram a ter estatutos iguais no casamento, na separação e no divórcio, em relação ao poder parental e na administração de bens. Nessa altura, os direitos foram vistos como uma conquista, não como algo inerente ao ser e estar, conforme hoje se
entende. Apesar da evolução referida, continua a fazer sentido lutar pelos direitos da mulher no nosso país.
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PROFESORA PAULA ALEXANDRA MARTINS
DA MUDANÇA
A HERANÇA DO HOLOCAUSTO NUM MUNDO EM MUDANÇA
Celebra-se hoje o “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto”! Decorrerá: no antigo campo de concentração de Auschwitz, na Polónia uma cerimónia de elevada envergadura com a presença de 40 chefes de estado mundiais e representantes de países! Mas, sobretudo, se farão ouvir as vozes de vítimas da Alemanha Nazi e que passaram grande parte da sua juventude em Auschwitz, onde morreram 1,1 milhões de pessoas, maioritariamente judeus, não esquecendo ciganos e até prisioneiros da 2º guerra!
Faz, hoje, 27 de Janeiro, 70 anos da libertação deste campo pelo exército soviético, também denominado exército vermelho! Cerimónias como a que decorrerá hoje em Auschwitz apenas decorrem de 10 em 10 anos e Putin, o rosto atual e representante dos ancestrais que libertaram 7.600 prisioneiros, não irá comparecer! Esta que é a última grande cerimónia em que participará um grande número de vítimas sobreviventes, dada a maior parte ter idade superior a 85 anos e daqui a 10 anos já cá não deverão estar! É a última vez que
se escutarão em alto e bom som por tantas pessoas os horrores do holocausto e que se ouvirão tantos testemunhos acerca da capacidade do Homem de matar, de ferir, de cometer genocídio e de odiar cegamente o seu semelhante! Num tempo em que o Islão Radical e o antissemitismo são os dois grandes males do nosso tempo, muitos assistirão pela última vez à marcha no “corredor da morte” de Auschwitz por parte de tantos sobreviventes que colocarão flores em homenagem àqueles que ,infelizmente, não tiveram a mesma sorte!
E esperemos que, após este derradeiro momento, o antissemitismo “escondido” não reine mais, para que daqui a 10 anos se saiba que o sofrimento e testemunho destas pessoas valeu a pena, naquele que foi o maior homicídio em massa que a humanidade já assistiu e que nos envergonha! Viva Auschwitz, viva o mundo em mudança, viva o povo judeu!
CELEBRAÇÃO DA D EC L A RAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
Com o intuito de celebrar o dia 10 de Dezembro, que ficou marcado como o dia em que, em 1948, foi adotada pelas Nações Unidas a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a turma do 12ºD montou uma exposição sobre o tema, no âmbito das disciplinas de Geografia C e de Inglês. A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada quando as Nações Unidas, sob a presidência dinâmica de Eleanor Roosevelt, perceberam a necessidade de existência de um documento oficial onde fossem salvaguardados os direitos dos Seres humanos. Depois de o mundo ter acabado de atrave ssar uma guerra terrível para o ser humano que demonstrou a imensa falta de respeito que es-
tes têm para com os outros, este documento assumiu-se como uma página em branco, onde a Humanidade podia começar de novo de maneira correta. A exposição consistiu em dois momentos. Depois de uma reflexão sobre os direitos humanos nas aulas de Geografia e de Inglês e de uma recolha de palavras que representavam cada um dos artigos da declaração, juntamente com uma imagem representativa dos mesmos, os alunos deram a conhecer o seu trabalho à comunidade escolar: as imagens foram penduradas junto às escadas e as palavras em português e em inglês foram coladas na frente das escadas, para que nenhum aluno, professor, auxiliar ou visitante pudesse deixar de as ver quando subia,
pois o desconhecimento, a indiferença e o desprezo pelos direitos humanos estão na origem de todos os conflitos mundiais. Esta exposição exigiu um trabalho de equipa da parte da turma do 12ºD o que nos fez relembrar que, para manter o respeito por estes direitos, temos de cumprir os nossos deveres e agir em comunidade para haver um jogo de igualdade entre os seres humanos e evitar as atrocidades do passado e do presente.
RUI ALEXANDRE MOUTINHO DE OLIVEIRA, ANTIGO ALUNO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DO CASTELO DA MAIA
PATRÍCIA SENDAS, 12ºD
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DA MUDANÇA
PREPARADOS PARA O CIGANÊS?
Um pouco de história. O termo “Ciganos” designa um conjunto de populações nómadas, originárias do norte da Índia, que hoje vivem espalhadas pelo mundo, sendo sempre uma minoria étnica nos países onde vivem. As primeiras notícias da sua presença em Portugal datam da segunda metade do século XV. Hoje são cerca de 30 mil. A identidade cigana é definida pela pertença a uma família, a um lugar (acampamento) e a um modo de vida (feirantes). A educação das crianças é partilha do coletivo, num contexto de liberdade e de espontaneidade. Apenas respeitam a hierarquia familiar! Para os ciganos ,a escolarização não assume papel de relevância, porque veem a escola como uma ameaça à própria unidade e à sobrevivência das tradições. Para além disso, a distância a que se encontra a instituição escolar e as questões culturais, tais como a educação baseada na oralidade e a inexistência de contactos com livros, contri-
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buem para a aquisição de atitudes negativas face ao ensino e reflete-se no abandono prematuro da escola sem qualificação, com maior incidência nas raparigas (o noivado e casamento precoce remete-as para o seio da comunidade). Para as crianças ciganas e suas famílias, a assiduidade não assume caráter obrigatório. Na educação especial, temo-nos defrontado com estes obstáculos. Tem sido fácil? Não. Temos obtido sucesso? Bem, podemos afirmar que temos aprendido com a experiência, “apalpando terreno”. Após um período (talvez longo de mais) de ajustes, reflexão, mais ajustes, mais reflexão…, vislumbramos, finalmente, uma luzinha no fundo do túnel, ténue, mas auspiciosa. Dos sete alunos de etnia cigana que apresentavam absentismo (cinco do sexo feminino e dois do sexo masculino, a usufruírem de um currículo específico individual (CEI) ao abrigo do Dec.-Lei 3/2008) e que, por esse facto, não transitavam de ano, cinco apresentam atual-
mente uma assiduidade regular. O que fizemos? Reformulamos a matriz curricular do CEI, e das habituais sete áreas (disciplinas) específicas e das quatro disciplinas que frequentam com a turma, passamos a ter quatro áreas específicas e uma com a turma (educação física). É nesta última que a assiduidade é mais irregular e onde os alunos apresentam uma maior dificuldade de integração. O horário é primordialmente da parte da manhã, pois sabemos que os alunos almoçam e depois vão para casa (acampamento). Estão somente quatro docentes a intervir com este grupo, duas delas todos os dias, criando-se assim uma relação de maior proximidade e empatia. As alunas já aceitam as chamadas de atenção e percebem que, na Escola as regras de convivência são diferentes das da sua comunidade e há que respeitar para ser respeitado. O mesmo não acontece com os dois alunos do sexo masculino, ambos com quinze anos, cujo absentismo se mantém.
Se é a fórmula certa, a fórmula adequada, só o futuro o dirá! Provavelmente teremos que ir mais fundo. Talvez tenhamos que aprender “ciganês”. GRUPO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
DA MUDANÇA
A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL A Europa negligenciou a sensatez da diplomacia e preferiu dar ouvidos aos dirigentes militares cuja formação integrava uma ética “que consistia em determinar quais os meios que asseguram vantagem militar em caso de crise internacional e não como resolver essa crise”(Keegan, 2014)1. A imprudente Europa seguiu para a guerra num estado de sonambulismo. A complexidade política dos Balcãs gerou o pretexto para o deflagrar do conflito e a guerra tornou-se inevitável em junho de 1914. Os planos militares, elabo-
rados há muito tempo em cada país, começaram a ser aplicados. Destacou-se o «Plano Schliefen» que, tal como outros, não contou com acontecimentos imprevistos, acabando por lançar o exército alemão numa desastrosa campanha que resultou em fracasso. Aliás, uma sucessão de erros de cálculo e de perceções erróneas baralharam os planos de muitos chefes militares e fizeram prolongar a guerra. Foi uma guerra, pautada ora por doutrinas militares ultrapassadas ora por inovações estra-
tégicas surpreendentes, marcada tanto pelo poder de fogo do canhão como pela força do cavalo ou pela eficácia das metralhadoras, a par da pá de cavar as trincheiras. De facto, a guerra que todos julgavam que seria rápida eternizou-se dolorosamente: novas táticas e novo material bélico revelaram-se terríveis, sobretudo para os soldados das trincheiras. PROFESSORA ROSALINA MOURA
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DA MUDANÇA
NAS ESCOLAS DO 1º CICLO, TUDO É MUDANÇA. Os mais pequeninos mudam-se de casa para a escola. Nas salas da pré, respira-se a saudade dos pais ou dos avós. Ainda a medo, deixam-se envolver por outros meninos, companheiros de aventura. Professor e auxiliares são as novas figuras adultas e de referência. Com o passar do tempo e com a habituação ao novo espaço, é delicioso vê-los abraçar os amigos, partilhar com os pais as
descobertas do dia e brindar a educadora com um sorriso verdadeiro e grato. Chega o 1º ano. Aprender a ler. Haverá maior mudança do que esta? Faz-se luz. Agora sim, aquelas letras esquisitas fazem sentido. E escrever o nome todo? Que vitória! Os exames do 4º ano operam nova mudança. Pela primeira vez saem do seu espaço para ir a outra escola, fazer uma prova,
acompanhados por professores que não conhecem. O mais extraordinário é que as crianças vivem todas estas fases com a maior naturalidade, alegria e diversão. E os pais? Esses sim, sentem a mudança,. Porque estar perto não é o mesmo que estar dentro. Aos poucos, os filhos vão ga nhando a sua individualidade e independência. É natural. É
o crescimento. Não se evolui sem mudar. Acompanhar todas as mudanças e fazer parte delas, é o desafio que se coloca aos pais. A mudança deve ser aceite, compreendida e respei tada. SUSANA AZEVEDO MOUTINHO REPRESENTANTE DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO NO CONSELHO GERAL
OS PAIS E A ESCOLA A presença e o apoio afetivo dos pais desde a infância até à fase final da adolescência, são indispensáveis para proporcionarem um melhor desenvolvimento dos filhos.
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No entanto, esta tarefa não é fácil, pois sabemos que muitos pais, depois de um dia de trabalho, chegam a casa cansados e tendem a mostrar-se indisponíveis para os filhos. De que forma é que os pais poderão manter os empregos, essenciais para a sobrevivência da família, sem descurar o acompanhamento dos seus filhos? Sabemos que é no pré-escolar que os pais mantêm maior contato com a escola e que a sua participação vai diminuindo à medida que se avança na escolaridade. Seria desejável que no início de cada ano letivo, os pais não deixassem de estar presentes nas reuniões de apresentação quer com a direção da escola, diretor de turma ou associação de pais para que fiquem a conhecer o processo educativo dos seus filhos e de como é assegurada a representação dos pais na escola.
Conhecer o diretor de turma, os professores, os pais e os alunos da turma, é uma forma facilitadora de nos mantermos informados e conhecedores do ambiente escolar e que nos permitirá ajudar os filhos, percebendo melhor as suas dificuldades e preocupações. Por sua vez, em casa, o mais importante não é a quantidade, mas a qualidade do tempo que passamos com os nossos filhos. Conversar com eles, saber ouvi-los e dar-lhes estímulos, são de uma grande importância para a criação de um bom relacio namento e uma saudável con fiança entre ambos. É também nosso dever valorizar o papel da escola, já que esta complementa a nossa educação e dá aos alunos saber e competências para o amanhã, pois sem conhecimento não há futuro. Assim, é fundamental que a escola e os pais construam relações frutuosas de coope
ração, caminhem de mãos dadas para atingir um objetivo comum: o desenvolvimento integral dos jovens. ASSOCIAÇÃO DE PAIS
DA MUDANÇA
A ADAPTABILIDADE À MUDANÇA Nos tempos que correm, além da palavra que por muitos, é tão usada e criticada e, por outros tão usada e abençoada, que é a MUDANÇA, existe uma outra que a acompanha e que a completa, que é a ADAPTABILIDADE. Este pequeno intróito, serve apenas, para chamar a atenção para um problema que o nosso ensino comporta, em relação quer a Pais e Encarregados de Educação, quer a Alunos. Como é do conhecimento geral, e ainda bem que assim o é, com a evolução dos tempos, os Pais e Encarregados de Educação vão se interessando mais pela vida escolar dos filhos e educandos, tentando estes adaptarem-se às mudanças sucessivas que o ensino escolar é sujeito, tentando acompanhar as alterações exigidas, quer pelo avanço da vida social nesta sociedade cada vez mais competitiva, quer pelas imposições que o Organismo responsável pela Educação vai impondo, penso que com a melhor das intenções, mas que por vezes impede que todos os in-
tervenientes tenham uma rápida e correta adaptação àquilo que se lhes é exigido. Falando concretamente nos Alunos que saem do 1º. Ciclo e passam para o 2º. Ciclo, estando nós a falar mais concretamente do 5º. Ano, estes veem-se confrontados com uma enorme Mudança na sua Vida Escolar, mas também com sérias dificuldades de adaptação, quer a nível de uso da nova escola, quer a nível do próprio ensino, trazendo para os Alunos algumas situações de fraca adaptabilidade ao novo dia-a-dia escolar. Deixando para trás a parte té cnica do ensino, e ao facto de estarmos de acordo ou não com o ensino proposto para o 1º. Ciclo, de forma a adaptá-lo, na transição do 4º. para o 5º. Ano, vamos situar este artigo na nova realidade que o aluno do 5º. Ano se vai confrontar no seu inicio. Assim, este deixa o conforto do seu Professor que o acompanha e tem o seu tempo predistinado ao ensino, quase personalizado do aluno, para ter uma série de professores (correspondentes a
cada nova disciplina que estes irão ter) desaparecendo os 4 ou cinco temas que estudou até então. O desconforto do 1º. Dia de escola, em que os Alunos do 5º. Ano, ao chegarem à mesma, se deparam com algumas realidades que lhe trazem desconforto e lhes exige uma rápida ada ptabilidade, tais como, não irem conviver naquela “pequena cidade”, com 60 ou 100 alunos, mas com 600 ou mais, sendo uns do seu tamanho e idade, outros muito maiores e de idade já algo superior e, as salas quantas são, meu Deus tantas salas, para onde vou? – será que vou decorar o nome de todos os professores que tenho? – A biblioteca, o bar, a cantina, a sala de convivio, a sala dos professores, a sala dos empregados será que não me vou perder? – Tantos livros, que peso, ondo os coloco? Estas serão possivelmente algumas dúvidas e questões que os Alunos colocam a si mesmos na sua nova aventura escolar, uma Mudança que terão de superar, quer com ajuda dos seus
novos colegas, quer com a ajuda de seus Pais e Encarregados de Educação, mas pensamos que, também, por aqueles que têm um papel primordial nesta fase: os Professores e os Funcionários. Terminamos com um apelo a estes últimos intervenientes: façam com que a adaptabilidade dos nossos filhos e educandos, que, quer queiramos ou não, são crianças, seja o mais rápida possível para que, como se tem aferido, as classificações não sejam inferiores, nas suas médias, às do 1º. Ciclo, tendo como motivo a mudança verificada nas suas vidas. Um bem haja para todos Vós, por assumirem a preocupação que assola os Pais e Encarregados de Educação, nesta fase, se vá desvanecendo com o passar dos dias. JOAQUIM TEIXEIRA REPRESENTANTE DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO NO CONSELHO GERAL
COSTA FERREIRA Joaquim da Costa Ferreira & Filhos, Lda. Rua Cesário Verde nº 225 4475-522 Silva Escura Maia Tel:. 229448043 Fax:. 229481721 Tlm:. 962737282
costaferreirabus@gmail.com www.costa-ferreira.com Viajar Connosco é bom... Abril 2015
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ETERNA CONDIÇÃO A DE PARTIRMOS! Morremos todos! Vamos morrendo, devagar, acalentando a esperança de adiarmos o inevitável. Mas vivemos cada etapa da nossa vida, solidários na dor, cúmplices de Sermos, incompletos, inconclusos! Descola-se da nossa carne a dor da morte, daqueles que amamos, que admiramos. Também daqueles que não soubemos amar em vida, cegos de nós, distantes do o utro! Quanta cumplicidade no destino comum de um dia partirmos! Quantas palavras ditas e abafadas na hora da partida! Quanto espanto nas partidas repentinas, que não nos deram
tempo, nem espaço, para a partilha, a oferta, muitas vezes, a reconciliação! Eterna condição de nos interrogarmos, numa vacuidade que preenchemos, cada um de seu modo! Em cada esquina da vida, as respostas que não ouvimos, neste burburinho surdo de nos encantarmos de nós! Acordamos em cada sobressalto de limite, mas adormecemos novamente, nesta rotina de sobrevivência, carregada de compromissos que nos entretemos a inventar, escravos de nós! Partimos todos, não sabemos racionalmente para onde. É esta a condição que nos encarcera! É
também essa a oportunidade que temos de nos superarmos, de nos fazermos dignos do Criador. Humildemente conscientes dos nossos limites, numa temperança acrescida de nos tornarmos parte integrante de um Todo, que é, simultaneamente, ponto de partida e ponto de chegada. Num porto seguro repousaremos um dia, como tu repousas já, querida Dalila. Que a tua temperança, o teu equilíbrio, a tua dignidade silenciosa, a tua capacidade de superar, nos inspirem, porque serás sempre lembrada, com carinho e muita admiração. DO AGRUPAMENTO
DA VIDA AMARGA, A PARTIDA! A MORTE À ESPREITA, ESCONDIDA! LESTA, CRUEL,DESMEDIDA! INTERROMPENDO ESSA VIDA! LUTADORA, DESTEMIDA! A CAMINHO DA OUTRA VIDA!
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CORAL DE PROFESSORES DO MEGA AGRUPAMENTO DO CASTÊLO DA MAIA A ideia inicial da formação de um coral de professores no Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia surge na sala de professores da EB2/3 numa amena conversa entre os Professores Carlos Paiva, João Lourenço e o professor Samuel Santos que entretanto, é desafiado pelos colegas a iniciar um coral à imagem do que tinha vindo a desenvolver, enquanto maestro de outras formações. Decorria o ano letivo de 2009/2010 e a ideia logo passou à prática, passando a haver ensaios regulares uma vez por semana. Alegria, boa disposição e muita energia foram características que se mantiveram presentes, mesmo depois do coral ter passado a ensaiar na escola de música do professor Samuel Santos. Esta passagem manteve o grupo original unido, integrando outros elementos, aumentando o elenco e proporcionando novas experiências, como a possibilidade de desenvolverem obras de maior complexidade acompanhadas por orquestra e integradas em espetáculos temáticos. O grupo original de professores e outros amigos deram, assim, origem a um coral fortalecido e até com um novo nome, passando a denominar-se “Coral Vox Cantabile”. Este é atualmente um projeto com independência organizativa e artística, integrado na Escola de Música Maestro Samuel Santos. A quatro vozes mistas, o Coral pretende preencher um espaço cultural privilegiado, tendo como
objetivos, promover a música vocal, a cultura e a cidade da Maia. Composto por um variado leque de elementos de várias faixas etárias, dedica-se à interpretação de repertórios sacros e profanos de todas as épocas, com maior incidência para a música ocidental. O rigor e a qualidade são predicados indispensáveis neste projeto. O coral tem as portas abertas a todos quantos desejam encontrar um espaço musical completo, num ambiente artístico por excelência, sem descurar um ambiente social extraordinário. O nome Vox Cantabile advém de duas palavras de idiomas diferentes: VOX em latim, que significa voz, Instrumento base deste projeto. CANTABILE, que significa cantável, pronto a cantar. A alegria associada ao termo reflete a filosofia da escola, sendo o ato de cantar uma forma de exteriorizar sentimentos e emoções.
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Vox Cantabile assume a vontade de representar a Maia e pretende, também, continuar a representar o Mega agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia, tal como tem vindo a fazer coorganizando os concertos de solidariedade de natal com a associação de pais da escola secundária do Castêlo. Integrado neste projeto, já deu origem a um coral infantojuvenil o “Mini Vox Cantabile”, destinado a crianças e jovens que desejam aprender a cantar. MAESTRO SAMUEL SANTOS
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O CANTAR DOS REIS No passado dia 9 de Janeiro de 2015, os alunos do Jardim de Infância do Castelo da Maia, acompanhados pelas Educadoras (Regina, Ana, Isabel e Inês) foram cantar os Reis e desejar um feliz ano 2015. Foi um momento lúdico e agradável para todos aqueles que estiveram envolvidos.
DIA MUNDIAL DA
POUPANÇA Os alunos da EB1/JI de Porto Bom, no dia 31 de outubro, assinalaram o dia mundial da poupança com a construção de um porquinho mealheiro com recurso a materiais reutilizáveis.
1º- Etapa Cantamos os Reis na sede de Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia: à direção, funcionários, assistentes operacionais e alunos.
2ª Etapa: Cantamos na EB2,3.
A iniciativa contou com a participação de todos os alunos e pretendeu promover uma reflexão sobre o valor do dinheiro, incentivando os alunos à poupança.
FEIRINHA OUTONAL A feirinha Outonal decorreu durante a primeira semana de dezembro, na EB1/JI Porto Bom. Foi uma semana diferente. Havia compotas, marmelada, bolos e biscoitos caseiros, pão tradicional, produtos hortícolas e também trabalhos elaborados pelos alunos e seus familiares.
Para a concretização da feirinha, contou-se com o empenho e dedicação de toda a comunidade escolar. As crianças tiveram a oportunidade de serem vendedores por um dia. O resultado desta atividade foi surpreendente e motivador.
3ª Etapa: de regresso à EB1/JI do Castêlo saudamos os colegas, professoras e assistentes do 1º ciclo.
4ªEtapa: partilhamos os votos de Bom Ano com o JI de Mandim especialização em produção de video
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5ª Etapa: finalmente, cantamos para os pais/encarregados de educação.
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PROJETO DE SEGURANÇA ALIMENTAR: “ MAIA, DE PEQUENINO SE TORCE O PEPINO” “ Maia, de pequenino se torce o pepino” é um projeto de segurança alimentar promovido pela Câmara Municipal da Maia e que tem como público-alvo as crianças que frequentam o 1º Ciclo do Ensino Básico. Acreditando que eliminando
hábitos que conduzem a comportamentos de risco se pode fomentar práticas de efectiva higiene e segurança alimentar, a Escola EB1/JI de Gestalinho aderiu a este projeto que tem como objetivo promover ge rações futuras mais saudáveis e
responsáveis através de várias ações: - A realização de atividades experimentais na escola que justifiquem hábitos de higiene pessoal; - A sensibilização da comunidade escolar para a Segurança
Alimentar; - A promoção de uma política de Higiene e Segurança Alimentar Doméstica.
LAVAMOS AS MÃOS, PORQUE SOMOS RESPONSÁVEIS. LAVAMOS AS MÃOS, PORQUE, QUEREMOS SER SAUDÁVEIS! LAVAMOS AS MÃOS, PORQUE AS QUEREMOS LIMPAR, POIS A SAÚDE DEVEMOS QUERER SEMPRE PRESAR! GESTALINHO EB1 / JARDIM DE INFÂNCIA
LAVO AS MÃOS PORQUE NÃO QUERO UMA EDUCAÇÃO SEM HIGIENE.
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ME GUSTA HABLAR ESPAÑOL! O grupo de Espanhol do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia continua a apostar forte na dinamização de atividades motivadoras, pois dominar corretamente este idioma é hoje de importância primordial, já que o espanhol é atualmente a segunda língua mais falada no mundo. Aprender espanhol assumese, assim, como uma mais-valia, quer em termos profissionais, quer em termos pessoais tendo em conta que a Espanha é o nosso país vizinho: pode-se fazer aí o Erasmus; ingressar numa universidade espanhola; fazer estágios profissionais ou mesmo ter a sorte de conseguir um trabalho. Nessa medida, os alunos de Espanhol têm participado com entusiamo e muita criatividade em várias atividades que lhes permitiram aprender a comunicar melhor e adquirir conhecimentos sobre a cultura dos países de língua espanhola. Aqui ficam algumas das atividades dinamizadas: 1. No dia 12 de outubro de 2014, comemorou-se o Día de la Hispanidad que assinala a chegada de Cristóvão Colombo à América e a união de todos os países e comunidades espalhadas pelo mundo que têm a língua espanhola como idioma oficial (21 países). Organizouse uma exposição de livros nas
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Bibliotecas do Agrupamento e exibiu-se também nestes espaços e no polivalente um power point com informações sobre as origens e simbologia da celebração desse dia. 2. Em novembro de 2014, ocorreu uma exposição de “calaveras” bem coloridas que em-
PROFESSORA CÁTIA VALENTE
A par destas atividades, os alunos de 9º ano refletiram nas aulas sobre um tema na ordem do dia: a importância de uma maior responsabilização no uso da internet por parte dos jovens. Professora Cátia Valente
Aqui ficam alguns testemunhos/reflexões:
Normalmente, uso Internet para navegar en las redes sociales (Facebook, Twitter, Instagram ...) pero también para ir a Youtube bajar vídeos o escuchar música. Pienso que no utilizo internet irresponsablemente porque tengo cuidado con lo que publico o con los sitios que visito. No puedo decir que soy adicta a Internet, pero la uso regularmente. NÁDIA FIGUEIREDO Nº 15, 9ºG
belezaram os espaços comuns das escolas. Aliás, é desta forma única e bem divertida que se celebra no México o Día de Los Muertos (Dia de Todos os Santos em Portugal). 3. Finalmente, dia 6 de janeiro, os Reis Magos foram visitar os alunos de 6º ano para lhes desejar “Um feliz Día de Reyes y un Feliz Año Nuevo”. Ninguém ficou indiferente aos seus trajes majestosos e às lembranças entregues aos meninos. Durante esse mês, decorreu também o 1º Concurso de Coronas de Reyes. Foi um momento ímpar para dar largas à imaginação.
En nuestra opinión, Internet es peligrosa porque se puede hablar con personas desconocidas y pueden mentir sobre su identidad y cómo viven. Dos de las desventajas son que no se puede ver la persona en vivo ni abrazarla. A lo mejor, puede ser bueno porque aprendemos cosas nuevas y hablamos com personas de lejos. Nosotros creemos que los padres deben saber lo que hacen sus hijos en Internet, pero no siempre... SARA SOUSA Nº22, 9ºJ
Yo, todos los días, uso mi ordenador para utilizar internet. Nunca he tenido amigos virtuales pero pienso que no se debe tener amigos virtuales, porque pueden ser amigos falsos y nos pueden hacer daño. Por otro lado, es bueno, porque las personas más tímidas se comunican con otras personas más fácilmente. Pienso que es mejor tener amigos reales que virtuales. GONÇALO PINA Nº10 9ºG
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THE WORLD DAYS OF ACTION – DIA INTERNACIONAL DAS ECO-ESCOLAS On 7th November, our school - Escola Secundária do Castelo da Maia- celebrated The World Days of Action - the International Day of the Eco-schools with a healthy sustainable meal prepared by the students attending the catering course and with the help of their teachers. Students also hoisted the flag of Eco-schools, a prize that was awarded to our school due to the activities that the school community developed last school year related to the following topics: Health, Environment and Safety. Finally, some students collected the garbage tossed onto the floor of the school yard. This activity meant to call students’ attention to the importance of keeping the school a clean place by using the proper containers. No dia 7 de Novembro, a Escola Secundária do Castelo da Maia celebrou o World Days of Action – dia Internacional das Eco-Escolas- com a atividade “refeição sustentável”, que consistiu num pequeno-almoço confecionado pelos alunos de restauração do 11º ano, auxiliados pelos seus professores. Neste âmbito, os alunos hastearam a bandeira das Eco-Escolas, prémio ganho pelas atividades desenvolvidas pela comunidade escolar no ano transato e relacionadas com os seguintes tópicos: saúde, ambiente e segurança. Por último, os alunos do 11ºF recolheram uma quantidade significativa de embalagens (sumos, latas, iogurtes) e outro lixo indiferenciado, que se encontrava espalhado nas bancadas e no espaço exterior contíguo ao polivalente. Esta atividade pretendeu alertar a comunidade educativa para a necessidade de manter a escola limpa, promovendo o uso dos contentores existentes e consequentemente, proceder-se à reciclagem dos resíduos sólidos recolhidos. PROFESSORAS CÉLIA FERNANDES E MANUELA AZEVEDO
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - BOAS PRÁTICAS Polivalente
· Não deixar os tabu-
Recinto escolar
· Não danificar a sinalé-
leiros do almoço na
tica dos contentores
mesa, colocando-os
de recolha seletiva.
no porta tabuleiros. · Deixar as mesas lim-
· Não deitar lixo para o chão, usando os con-
pas sempre que delas
tentores disponíveis
se faça uso.
para o efeito.
À entrada da escola
· Zelar pela boa imagem da escola não deitando lixo para o chão. · Não cuspir para o chão, evidenciando falta de educação e de asseio. · Não deitar pontas de cigarro para o chão.
Espaços interiores
· Zelar pela limpeza das salas de aula e dos corredores, auxiliando os Responsáveis Ambientais, eleitos pelos seus pares para assegurar essa tarefa.
AS BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS CONTRIBUEM PARA A BOA IMAGEM DA ESCOLA E, POR CONSEQUÊNCIA, DE TODA A COMUNIDADE ESCOLAR. A SUSTENTABILIDADE DO AMBIENTE É DA RESPONSABILIDADE DE TODOS E DE CADA UM DE NÓS. TODOS AO TRABALHO! JARDINS COM FUTURO – ESCM ( PÁGINA DO FACEBOOK) AS COORDENADORAS DAS ECO-ESCOLAS
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VISITA A MAFRA! No dia 3 de Dezembro de 2014 nós, alunos do 12º ano fomos ao Palácio Nacional de Mafra, no âmbito da disciplina de Português. O principal objetivo desta ida a Mafra era vermos, de forma artística o retrato da obra “ Memorial do Convento” que vamos estudar na disciplina de português e também o reviver, um pouco toda aquela época. Na parte da manhã, assistimos, então, ao teatro que recriou de uma forma bastaste divertida a
história de Portugal no reinado de D. João V. Este rei absolutista, graças à grande quantidade de ouro e diamantes do Brasil, mandou construir o famoso Palácio Nacional de Mafra, em resultado de uma promessa que fez para garantir a sucessão ao trono, onde são realçadas críticas exaustivas de Saramago ao rei, pois submeteu pessoas em prol da sua promessa, ficando ele com todos os louros, enquanto as pessoas construíam o seu tao desejado palácio.
Já na parte da tarde visitamos o interior do palácio, ou seja, a igreja, os numerosos quartos, os longos corredores, as várias salas do rei, os quartos de banho e a biblioteca que deslumbra qualquer um. Esta visita foi bastante enriquecedora pela vaga de conhecimentos adquiridos e pela riqueza cultural que esta obra apresenta e ao mesmo tempo questiona. RENATA E ALEXANDRA 12ºD
PREVENÇÃO DE
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
ALUNOS DOS CURSOS PROFISSIONAIS DO AECM NA UNIVERSIDADE DE AVEIRO No dia 26 de Novembro, no âmbito da Semana Aberta da Ciência e Tecnologia da Universidade de Aveiro, os alunos dos cursos profissionais de Técnico de Informática e Técnico Auxiliar de Saúde, do 10º e 12º ano, tiveram a oportunidade de participar em diversas atividades na Universidade de Aveiro. Durante a manhã, visitaram a biblioteca do campus, criada pelo notável arquitecto Siza Vieira.
Os alunos finalistas do curso de Saúde foram recebidos pela Diretora da Escola Superior de Saúde e pelos coordenadores dos respectivos cursos desta escola, enquanto os alunos do 10º ano de Saúde e de Informática participavam em atividades nos departamentos dos respectivos cursos. Alunos e professores tiveram o privilégio de almoçar numa das carismáticas cantinas da UA,
usufruindo do espírito académico e da agradável paisagem sobre a ria de Aveiro. A visita terminou no anfiteatro da Reitoria, onde decorreu um entusiasmante Show da Física, cheio de luz, cor e magia! Foi um dia educativo e muito divertido! PROFESSORES Mª DO CÉU QUINTAS, SÉRGIA CARDOSO, ISABEL OLIVEIRA, RICARDO SOARES E JOANA B.
De 3 a 11 de novembro de 2014, foram realizadas sessões com jogos didáticos, seguidos de debate sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, abordando as perspetivas, ética, afetiva, social e biológica, destinadas a alunos de 9º ano na disciplina de Ciências Naturais e com a colaboração da enfermeira Manuela Rodrigues, do Centro de Saúde do Castelo da Maia. Estas sessões serão alargadas à turma vocacional 3 e estão calendarizadas para o 2º período. Os alunos demonstraram muito interesse e participaram ativamente nas atividades. PROFESSORAS ANA PAULA FREITAS, Mª JOSÉ MIRANDA E MANUELA REIS
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NATAL É PARTILHA A atividade “Natal das Línguas”, organizada pelo Departamento de Línguas, decorreu, no último dia de aulas do 1.º período, na Escola E.B. 2,3 e na Escola Secundária do Castêlo da Maia, envolvendo toda a comunidade educativa num am-
biente intercultural de solidariedade e muita alegria. Para o sucesso desta atividade, muito contribuiu a generosidade de alunos e encarregados de educação que, num intenso espírito natalício, participaram com as fantásticas iguarias ca-
racterísticas de diferentes países, que fizeram as delícias de todos. Fundamental foi, também, a colaboração dos alunos e professores dos Cursos Profissionais de Restauração, que nos presentearam com as suas maravilhosas obras culinárias.
Mais do que o Natal, festejouse, na escola, a alegria e a partilha. E nem faltaram as “estrelas”, a cantar, a dançar, a sorrir ou até escondidas no brilho de um olhar! PROFESSORA SÓNIA NEVES
CONCERTO DE NATAL
“PRENDA DE NATAL” PARA O SAPATINHO
A EB1/JI de Mandim organizou, pela primeira vez, um concerto de Natal, no âmbito das atividades designadas como “ Momentos Natalícios”. Este acontecimento teve a participação do Conservatório de Música da Maia (CMM), tendo sido realizado no sábado, dia 13 de dezembro, no auditório de Barca disponibilizado, gentilmente, pela Junta de Freguesia do Câstelo da Maia. Este evento foi dedicado a todas as crianças e respetivas famílias, assim como a todos os professores e não docentes da nossa escola. Foi com enorme alegria e júbilo que constatamos uma grande adesão por parte de todos, tendo a sala ficado repleta de rostos felizes e expectantes. A orquestra do CMM, dirigida pelo Maestro Pedro Sousa, apresentou um concerto pedagógico, interagindo com a audiência, levando-nos a conhecer um universo de instrumentos musicais diferentes. No final, todas as crianças cantaram uma canção alusiva a esta quadra,
Este ano letivo realizamos, no Natal, uma das atividades mais apreciadas pelos alunos do 1º ciclo e pré-escolar – culinária. É interessante observar, o empenho e o entusiasmo dos alunos menos participativos nas atividades pedagógicas, ao executar este tipo de tarefa. São ativos, cuidadosos, responsáveis e gostam de tomar uma posição de chefia em relação aos colegas. Daqui podemos articular várias áreas de aprendizagem, tais como: pesagem, relacionar quantidades, distinguir o mais e o menos, trabalhar com a balança, unidades de tempo, interpretar receitas, aquisição de novo vocabulário, sentido estético, regras de higiene e alimentar. Esta atividade teve como objetivo elaborar a lembrança de Natal para os pais, um saquinho com bolachas decoradas com motivos referentes à época.
acompanhadas pelos professores de música das AEC. Procuramos, deste modo, fortalecer os laços entre escola/ família e fundamentalmente despertar e sensibilizar a comunidade educativa para uma culturalidade musical diversa,
no sentido de operacionalizar “Mudanças” no saber ser, saber estar e saber fazer. Agradecemos a todas as entidades que permitiram realizar esta atividade, desejando um FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO. EB1 / JI DE MANDIM
Escola E.B.1/J.I. de Santa Cruz
PROFESSORAS MANUELA COSTA E CECÍLIA MARQUES Abril 2015
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ENTREGA DOS DIPLOMAS DOS EXAMES DELF 2014 No dia 12 de dezembro de 2014, procedeu-se à entrega dos diplomas dos exames DELF (Diplôme d’Études en Langue Française), nível A2, aos vinte e três alunos bem sucedidos do Agrupamento de Escolas do
Castêlo da Maia. No corrente ano letivo, alunos do oitavo ano de escolaridade estão a frequentar aulas de preparação para os exames de nível A2 e alunos de nono ano e ensino secundário para as pro-
vas de nível B1 e/ou B2. Estas aulas estão integradas no projeto de dinamização da Língua Francesa “Bonjour, le Français!” constando do PAA do nosso agrupamento.
VISITA DE ESTUDO PARA ALUNOS DE FRANCÊS E NÃO SÓ… No ano passado, os professores de Francês do AECM levaram os seus alunos a visitar o sul de França percorrendo a maravilhosa Côte d’Azur (Riviera Francesa) e o Principado do Monaco. (foto Cannes) No final do corrente ano letivo, entre 29 de junho e 6 de julho de 2015, o nosso agrupamento irá proporcionar aos alunos de Francês uma nova aventura em terras francófonas. Desta vez, o destino volta a ser Paris
BRUGES, BÉLGICA
para visita a mais alguns locais de interesse cultural, regresso aos fantásticos parques Futuroscope (cidade de Poitiers) e Eurodisney, sendo a novidade para os nossos habitués a exploração turística nas cidades de Bruxelas, Bruges e Antuérpia na Bélgica. Embora seja dada prioridade aos alunos de Francês, todos os alunos e docentes podem participar nesta atividade sem prejuízo de aulas. Allons-y!!!
MEDALHADO NAS OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA
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nível regional no dia 14 de janeiro de 2015. Os medalhados nas Olimpíadas Portuguesas de Matemática obtêm o estatuto de selecionáveis pela SPM para representação de Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Matemática, Olimpíadas Ibero-Americanas e Olimpíadas da CPLP, para além de possuírem acesso direto às Olimpíadas Paulistas de Matemática e Olimpíadas de Maio. Assim, com alunos destes, a
O AECM (Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia) e a AGCM (Academia de Ginástica do Castêlo da Maia) assinaram um protocolo de colaboração, com vista à promoção e prática do desporto, particularmente no âmbito da atividade gímnica e em especial nas vertentes da formação, manutenção, recreação e do rendimento. O horário de ocupação é o seguinte: de 2ª a 6ª feira, das 18:30h às 00:00h; ao sábado, das 10:00h às 13:00h.
SENSIBILIZAÇÃO PARA A DÁDIVA DE SANGUE
ALUNO
O aluno Diogo Miguel Ferreira Rodrigues, do 9º B, mais uma vez, enche de orgulho o nosso Agrupamento. Desta vez, conquistou na Final Nacional das XXXIII Olimpíadas Portuguesas de Matemática uma medalha de Bronze na categoria A (8º e 9º anos). As provas envolveram este ano 40 mil inscritos e mais de mil escolas. A seleção iniciou-se na ESCM ao nível de escola, no dia 12 de novembro de 2014, e ao
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO
nossa escola também começa a ser ouvida no resto do País! Parabéns Diogo, o talento, a força de vontade e a persistência levaram-te a superar mais uma grande etapa. Esperamos que esta vitória seja mais uma de muitas outras conquistas. A tua conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes, sempre apontando para um futuro muito luminoso.
Nos dias vinte e sete de Janeiro, quatro e cinco do mês de Fevereiro do corrente ano letivo, foi promovida a dádiva de sangue e de medula óssea através de uma campanha de sensibilização dirigida aos alunos de 9º ano e do curso profissional de Técnico auxiliar de Saúde (12ºE), na Escola Secundária do Castêlo da Maia, tendo como palestrante a Dra. Conceição Araújo, do Instituto Português do Sangue - Porto. Nestas sessões, foi abordada a constituição, funções e importância do sangue e algumas das consequências da falta deste. Para além disso, foi explicado e demonstrado todo o processo da Dádiva de Sangue e a importância de ser dador direto ou indireto (quais as atitudes que todos nós, cidadãos podemos ter e que podem ajudar a inverter a crescente necessidade de transfusões sanguíneas). Também se visionou um vídeo elaborado por esta Instituição. Por fim, esclarecidas as dúvidas, apelou-se a toda a Comunidade Escolar, para espalharem a mensagem, pois um dador salva a vida a um doente. MIGUEL PEIXOTO Nº18 E TIAGO RAFAEL COSTA Nº22 9ºE
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ESCOLA DE PAIS “O exemplo vale mais que mil palavras”. O projeto “Escola de Pais” é uma iniciativa do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia, em colaboração com as respetivas Associações de Pais, que arrancou no início deste ano letivo. Procurando reforçar a proximidade entre as famílias e a escola, esta iniciativa tem desenvolvido, mensalmente, sessões temáticas seguidas de debate e partilha de ideias sobre o processo de educação dos nossos jovens. Para tal, contamos sempre com a presença de especia-
listas conceituados nas diferentes temáticas em debate. Até ao momento, foram abordadas temáticas sobre o papel da escola no século XXI, o acompanhamento diário do processo de ensino/aprendizagem, o apoio e reforço do estudo em casa, e os riscos na adolescência. Estão ainda previstas, para os próximos meses, sessões dedicadas ao papel da escola na empregabilidade e na qualidade de vida, ao despertar da vocação socioprofissional dos filhos, assim como à preparação para os exames e controlo do stress daí decorrente.
O objetivo é reforçar a compreensão e aprendizagem mútua entre o espaço escolar e as famílias, incrementando a contribuição dos pais e encarregados de educação para um maior sucesso escolar dos nossos alunos, através de estratégias ativas de valorização do papel da escola, do acompanhamento diário do processo de ensino/ aprendizagem, e da aprendizagem pelo exemplo. A adesão dos encarregados de educação a este projeto tem sido positiva. No entanto, pode ser reforçada. Como se trata de um projeto centrado nos pais e en-
carregados de educação, só faz sentido se houver uma participação crescente destes mesmos encarregados de educação. O objetivo final é sempre aumentar o êxito dos nossos alunos. Eles devem saber e constatar que os seus pais e encarregados de educação valorizam a escola e a aprendizagem e, por isso, vão mensalmente à escola participar na escola de pais. Por si só, o exemplo de valorização da escola por parte dos pais “vale mais que mil palavras”. PROFESSORES HELDER SANTOS E ELISABETE MOREIRA
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GALERIA DE ARTE
PENSAMENTOS – COM HUMOR – DE MÁRIO QUINTANA E MILLÔR FERNANDES (MAIS OU MENOS RELATIVOS À MUDANÇA):
Reflexão de Lavoisier ao descobrir que lhe haviam roubado a carteira: nada se perde, tudo muda de dono. Quando menino, à mesa, eu tinha de me calar: só as pessoas grandes falavam. Agora, tenho de ficar calado para as crianças falarem.
Rua de Miraflor 159, Campanhã, Porto, Portugal
Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me devagarinho. É tão bom morrer de amor! E continuar vivendo. Nunca é tarde para recomeçares. Pior que errar é não querer mudar.
Se é gostoso faça logo, amanhã pode ser ilegal.
Aniversário é uma festa para te lembrar do que resta.
Eu não quero viver num mundo em que não se possa dizer uma piada de mau gosto.
Vale a pena viver – nem que seja para dizer que não vale a pena.
Quem mata o tempo não é um assassino, mas sim um suicida. .
Tudo o que acontece é natural – inclusive o sobrenatural.
Não importa saber se a gente acredita em Deus: o importante é saber se Deus acredita na gente. Só teremos uma paixão de verdade no dia em que gastarmos mais com escolas do que com a televisão, isto é, no dia em que gastarmos mais com a educação do que com a falta de educação. A propósito: “Celebridade é um atrasado mental que aparece na televisão”.
AS MUDANÇAS NA ESPAÇO JUVENTUDE? POESIA Propomos-te que leias e tentes identificar a época em que foram emitidas as cinco opiniões sobre a juventude que a seguir transcrevemos, apresentadas por Ronald Gibson, numa conferência sobre o conflito de gerações, na Sociedade Médica de Portsmouth – Grã-Bretanha A – “A nossa juventude ama o luxo, é mal-educada, zomba da autoridade e não tem nenhuma espécie de respeito pelos velhos. As crianças de hoje são tiranas. Não se levantam quando um velho entra numa sala, respondem a seus pais e são simplesmente más” B – “Não tenho nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje toma o mando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem moderação. Simplesmente terrível”
C – “O nosso mundo atingiu um estado crítico. Os filhos não escutam os pais. O fim do mundo não pode estar muito longe” D – “Esta juventude está podre desde o fundo do coração. Os jovens são maus e preguiçosos. Não serão nunca a juventude de outrora. Os de hoje não são capazes de manter a nossa cultura” E – “A juventude é uma das condições mais arrogantes que se pode experimentar. Isto porque, atualmente, faz parte da própria noção de juventude não perceber a sua extrema transitoriedade. Todos nos dirigimos para a velhice.” Conseguiste descobrir os autores destas afirmações? Confronta as tuas respostas com as soluções
Será que ainda existe esperança, Para haver uma mudança Nesta realidade Que tem tornado a sociedade Cada vez mais decadente, Parecendo até que as pessoas não têm mente? Somos cada vez mais preconceituosos Ao invés de sermos afetuosos. Já não existe amor nem carinho, Mas, a permanente ociosidade Não permite a mudança que deveria vir a caminho Desta nossa cidade. FLÁVIA RAMALHÃO Nº 16 - 12º D
Soluções: A – Sócrates (séc. V a. c); B – Hesíodo (séc. VIII a. c); C – Sacerdote egípcio que viveu 2000 anos a. c); D – Descoberta recentemente numa olaria nas ruínas da Babilónia, tendo mais de 3000 anos de idade; E – José Luís Peixoto séc. XXI
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INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DA MAIA - ISMAI Ano Letivo 2015 | 2016
ESTUDOS PÓS-GRADUADOS
LICENCIATURAS (1º ciclo) Departamento de Ciências da Educação Física e Desporto - Educação Física e Desporto Opções: Ensino da Educação Física; Treino Desportivo; Exercício Físico e Saúde; Atividade Física Adaptada.
DOUTORAMENTO (3º ciclo) - Psicologia - Especialidade de Psicologia Clínica
- Gestão do Desporto
MESTRADOS (2º ciclo)
- Criminologia - Psicologia - Solicitadoria
Departamento de Ciências Sociais e do Comportamento - Ciências da Educação Física e Desporto - Especialização em Exercício Físico e Saúde
Departamento de Ciências Empresariais
- Ciências da Educação Física e Desporto - Especialização em Treino Desportivo - Criminologia - Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário
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Contabilidade Energias Renováveis Engenharia de Segurança do Trabalho Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança Gestão de Empresas Minors: Marketing; Finanças; Contabilidade; Gestão Industrial.
- Gestão de Marketing - Gestão de Recursos Humanos - Turismo
- Gestão Estratégica de Recursos Humanos - Gestão do Desporto - Gestão de Empresas
Departamento de Ciências da Comunicação e Tecnologias da Informação
- Marketing
- Artes e Multimédia - Ciências da Comunicação
- Psicologia Escolar e da Educação - Psicologia Clínica e da Saúde - Tecnologias da Informação, Comunicação e Multimédia
Ramos: Jornalismo e Comunicação Organizacional; Jornalismo e Marketing e Publicidade; Comunicação Organizacional e Marketing e Publicidade.
- Informática Ramos: Computação Móvel; Geoinformática; Gestão; Redes de Nova Geração; Sistemas de Informação e Software; Sistemas de Informação Empresariais.
Ramos: Segurança e Privacidade; Telecomunicações;
- Redes de Telecomunicações
Produção Multimédia e Informática.
Ramos: Computação Móvel; Redes de Nova Geração; Sistemas de Informação e Software.
- Turismo, Património e Desenvolvimento
www.ismai.pt
- Relações Públicas - Tecnologias de Comunicação Multimédia Variantes: Audiovisual e Computação Gráfica.
O ISMAI oferece condições especiais
- Elevado número de bolsas atribuidas: 2010/11 - 1039; 2011/12 - 862, 2012/13 - 847, 2013/14 - 853; 2014/15 - em desenvolvimento;
- Acesso facilitado a crédito bancário para financiamento de propinas;
- Estacionamento fácil no CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ISMAI; - Comodidade e conforto em todos os espaços;
- Gabinete de Inserção Profissional;
- Condições favoráveis aos ex-alunos interessados no reingresso. Consultar www.dges.mctes.pt/DGES/pt/ Estudantes/Retomar/
- Seguro de acidentes pessoais para encarregados de educação;
- Acesso fácil de transportes, com o privilégio do Metro até à ESTAÇÃO ISMAI;
- Dinâmica de investigação científica enquadrada em seis Unidades Orgânicas de I&D, classificadas em avaliação internacional pela FCT.
- Estágios garantidos;
ISMAI
- Ambiente de novas tecnologias e desporto, privilegiado com o Complexo Desportivo em construção;
Informações Avenida Carlos de Oliveira Campos 4475-690 Maia GPS: 41.267792 | -8.617047
Tel.: 229 866 000 | 229 825 319 Fax: 229 825 331 Linha Azul: 808 202 214
Email: info@ismai.pt Site: www.ismai.pt Facebook: www.fb.com/ismai.pt
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CQEP – COMPETÊNCIA, QUALIDADE, EMPENHO, PROFISSIONALISMO
Em funções há quase um ano, o CQEP – Centro para a Qualificação e Ensino Profissional do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia- tem vindo a dar resposta às inúmeras solicitações, que nos procuraram com perfis e objetivos diversos: orientação, melhores habilitações e encaminhamento escolar e/ou profissional para conclusão do seu percurso escolar. Neste momento, e apesar dos constrangimentos ao nível de horas atribuídas aos formadores, temos 40 candidatos em pleno processo de RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências). O CQEP em números, até 31 de dezembro de 2014. - Inscritos: 187 - A aguardar sessão de acolhimento: 20 - Em processo de RVCC: 53 Rodape-EscolaMaia.pdf
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- Encaminhados para outros percursos formativos (Cursos EFA, Cursos Profissionais; DL 357…): 72 - Desistentes: 4 - Transferidos: 3 - Suspensos: 35 Para além destes, transitaram dos extintos Centros Novas Oportunidades para o nosso CQEP 867 potenciais candidatos a processos de RVCC. Opinião dos Formandos “Considero de extrema importância a interligação dos mundos da educação e do emprego. O processo de RVCC permite fazer essa ponte, validando e certificando conhecimentos e competências que adquirimos ao longo da nossa vida pessoal e profissional e que não estão refletidos nos diplomas.” Fátima Machado, 43 anos, RVCC Ensino Básico
2/18/2015
1:33:18 PM
“Na minha opinião, os CQEP assumem uma importância crucial na sociedade de hoje, onde a aquisição/validação de competências constitui um princípio de inserção e valorização profissional. “ Mário Seara, 35 anos, RVCC Secundário Opinião dos Formadores Uma Área de Competência-Chave vista com maior detalhe por Mário Lopes, Formador de Cidadania e Empregabilidade, RVCC Ensino Básico “Pessoalmente, acredito que a vida de um adulto que abandonou a escola por um motivo ou por outro possui riqueza suficiente para merecer que tenha acesso, pelo menos, a um processo de reconhecimento. É evidente que este processo
deve revestir um adequado nível de rigor e objetividade no momento da validação de competências, correndo-se doutra forma o risco da descredibilização, desva lorizando-se por conseguinte a própria certificação do formando.” Uma Área de Competência-Chave vista com maior detalhe por Elisabete Oliveira, Formadora de Cultura, Língua e Comunicação, RVCC Ensino Secundário “”Voltar à escola”, para se valorizar, beneficia agora de facetas novas para estes exalunos – autonomia, iniciativa, disciplina de trabalho/ estudo/pesquisa e uma boa gestão de tempo - para as quais nem sempre os formandos estarão preparados.”