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MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO


INTRODUÇÃO

INSTALAÇÃO

Obrigado pela escolha da NAANDANJAIN para o fornecimento de seu sistema de irrigação. Este Manual de Instalação e Manutenção irá ajudá-lo a manter e operar seu sistema por longo tempo e com os melhores resultados possíveis. Leia-o com atenção antes de instalar seu sistema. A particularidade da NaanDanJain está em sua capacidade de fornecer soluções de agro-técnicas, de forma eficaz e adaptadas às necessidades específicas. A equipe de profissionais da NaanDanJain composta de agrônomos, engenheiros de projetos e técnicos de irrigação têm projetado e instalado um grande número de projetos de irrigação em todo o mundo. Esta equipe utiliza de tecnologias disponíveis para fornecer aos clientes soluções para todas as etapas de um projeto de irrigação. A reputação da empresa como um líder de mercado de irrigação é baseada em um vasto conhecimento de sistemas hidráulicos, análises de água, distribuição de água e aplicações às culturas específicas.

1. Evite qualquer dano mecânico Ao receber os materiais e armazená-los no campo, siga as instruções de nosso Manual de Recebimento de Materiais. 2. Compare a planta do projeto com o campo, verificando as dimensões reais do campo, topografia, número e comprimento das linhas de plantas com os do projeto de irrigação. Caso sejam necessárias modificações, solicitar à NaanDanJain as alterações. 3. Montagem do Cabeçal de Controle Certifique-se de que você tem um projeto detalhado deste Cabeçal. Caso não tenha mão de obra local, haverá necessidade de contratar pedreiro, encanador e eletricista para fazer o serviço. 4. Instalação das tubulações principais A marcação das valetas deve ser feita por pessoa qualificada e contratada pelo cliente. As valetas para tubos de PVC com diâmetros superiores a 100mm devem ter profundidade de 0,6m + o diâmetro do tubo. Para diâmetros menores a profundidade da valeta pode ser de 0,6m. Caso a temperatura da área possa ficar abaixo de zero graus (estados do sul), a valeta deve ter 1,5m de profundidade, para proteção contra o congelamento da água dentro da tubulação. Isto poderá causar sérios danos aos tubos. As valetas devem ser retas e com fundo sem saliências, com largura igual a soma dos diâmetros dos tubos a serem instalados no local mais 20cm. Distribuir os tubos de acordo com os materiais, diâmetros e classes de pressão requeridos pelo projeto, ao longo das valetas. A montagem dos tubos (de anéis ou de soldas) deve ser feita por pessoa especializada. O reaterro das veletas deve ser feito manualmente com terra isenta de pedras, na camada inicial (cobertura do tubo +10cm). Depois este reaterro pode ser feito com máquina com terra isenta de pedras. No final do dia os finais dos tubos devem ser fechados, para evitar a entrada de insetos animais ou resíduos. 5. Instalação das linhas de distribuição A marcação das valetas deve ser feita por pessoa qualificada e contratada pelo cliente. As valetas devem ter profundidade de 0,5m para tubos PE e de 0,6m para tubos PVC. A largura ideal é a soma dos diâmetros dos tubos a serem instalados no local mais 10cm. Valetas onde serão instalados tubos de PVC devem ser retas e com fundo sem saliências. Distribuir os tubos de acordo com os diâmetros e classes de pressão requerida pelo projeto, ao longo das valetas. A montagem dos tubos (de anéis ou de soldas ou acoplamento de compressão) deve ser feita por pessoa especializada. O reaterro das veletas deve ser feito manualmente com terra isenta de pedras, na camada inicial (cobertura do tubo +10cm). Depois este reaterro pode ser feito com

Se você tiver qualquer questionamento, entre em contato conosco: Telefone: +55 19 35737676 Fax: +55 19 35737646 e.mail: falecomoespecialista@naandanjain.com.br


máquina com terra isenta de pedras. Evitar deixar qualquer valeta com tubulação montada aberta durante a noite, principalmente se houver previsão de chuva. No final do dia os finais dos tubos devem ser fechados, para evitar a entrada de insetos animais ou resíduos. 6. Lavagem do Cabeçal de Controle e tubulações Esta fase deve ser feita antes do acoplamento das linhas de emissores e deve ser feita até que a água sai limpa pelos finais das linhas, isenta de qualquer material (areia, pedras, resíduos de montagem, etc.). 7. Instalação das linhas de emissores ou laterais Devem ser montadas sobre o solo sem estarem esticadas, pois por serem feitas em polietileno, a queda de temperatura durante a noite causa contração do material podendo romper ou desacoplar estas tubulações. Após a lavagem da malha hidráulica enterrada, deve-se acoplar as linhas de emissores ou laterais, procedendo a seguir a lavagem destas, iniciando pelas linhas que tenham maior velocidade de lavagem. Assim que saia água limpa, fechar o final delas com a válvula de lavagem de final de linha ou com o conector final de linha. Nota: Lave as laterais em pequenos grupos para garantir a boa velocidade de lavagem. Em plantações novas o posicionamento preciso dos gotejadores ao lado da planta é vital nos primeiros meses a necessidade de fixação das linhas de emissores para que o vento não as retire local desejado. A ancoragem com pequenas pinças feitas com arames em forma de “U” é um procedimento simples.

8. Início de funcionamento Verifique as pressões de trabalho recomendadas para o sistema. Qualquer problema de pressão (acima ou abaixo da recomendada) causa problema no sistema e irregularidade de distribuição de água. Confira os produtos químicos a serem utilizados no sistema de irrigação são aprovados para o sistema. É importante fazer uma análise da água, para determinar os teores de: pH, CE, carbonatos (CO3), Bicarbonatos (HCO3), cálcio (Ca), magnésio (Mg),Sódio (Na), sulfato (SO4-2), fosfato (PO4), Ferro (Fe2 e Fe3), manganês (Mn), TSS, TDS e dureza da água. Outras análises podem ser necessárias.

No primeiro funcionamento do sistema de irrigação deve ser feita a retrolavagem dos filtros de areia, dos de disco ou os de tela automáticos, para eliminação de detritos que tenham ficado na tubulação antes deles. Siga o manual de instalação e operação fornecido pelo fabricante do filtro. Certifique-se de que as válvulas da operação 1 estão abertas e que todos os finais de linha estejam fechados. Iniciar com baixa pressão, verificando o aumento desta durante o enchimento da tubulação. Nesta fase não permita que a pressão de entrada no sistema ultrapasse o valor especificado no projeto. Ajustar todas as válvulas reguladoras de pressão, para as pressões especificadas no projeto. Fazer esta operação em uma operação por vez. Após a regulagem de todas as válvulas, registrá-las em um Livro de Registro as pressões de todos os pontos importantes, ou seja: na motobomba, antes e após a filtragem, entrada e saída de cada cavalete e pontos críticos das linhas de gotejadores. Manter este livro de Registro para refazer as leituras e anotar estas pressões periodicamente (pe.: a cada 2 meses), nestes mesmos pontos. Todas estas anotações são de grande importância para detectar alterações de funcionamento e problemas potenciais. Qualquer variação de pressão, seja para mais ou para menos deve ser comunicado ao responsável pela manutenção de seu sistema Avaliar o funcionamento gotejador, verificando a formação das áreas molhadas em torno deles.


FILTRAGEM A filtragem é o coração de seu sistema de irrigação e deve receber atenção frequente. Ela protege o sistema de irrigação contra entupimentos e seu tipo deve ser escolhido baseado na qualidade da água e no emissor a ser utilizado. O grau de filtragem é expresso em micron ou em MESH. Este grau de filtragem deve ser compatível com a necessidade do emissor e normalmente está identificado no catálogo do produto. Caso não haja recomendação específica, utilize um filtro de abertura 5 vezes menor que a abertura do emissor. Nota: A característica mais importante é sua vazão de filtragem efetiva e não o seu tamanho. O fabricante especifica esta vazão e nos casos de filtros de areia, a granulometria desta. Nos casos de filtros de areia a vazão deve ser ajustada para uma eficiente retrolavagem, sem carregar para fora a areia do leito filtrante. • Realizar cloração antes do início de cada temporada, de acordo com as instruções do fabricante. • Substituir a areia do leito filtrante a cada 2 anos, seguindo as instruções do fabricante relativas à granulometria e quantidade. • A perda de carga diferencial na filtragem (pressões de entrada e saída) deve ser no máximo de 10 mca (1,0 kgf/cm2). Neste ponto a retrolavagem ou lavagem dos filtros deve ser feita. Se o intervalo entre retrolavagens for menor que 1 hora em filtros de areia ou 15 minutos em filtros de discos ou de tela, pode ser indicativo de excessiva carga de sujeira ou que a retrolavagem ou lavagem não está sendo eficiente. • A pressão mínima para uma eficiente retrolavagem em filtros automáticos é de 30 mca (3kgf/cm2), pressão esta medida no ponto de saída de água para o sistema e durante a retrolavagem. Caso este problema persista entre em contato com o fornecedor. • Manutenção geral dos filtros: deve ser de acordo com as especificações do fornecedor. Instalação e início de funcionamento da filtragem Devem ser instalados e operados de acordo com as especificações do fornecedor. O dreno da água de retrolavagem deve ser o mais curto possível e deve ser observado periodicamente para verificar se não há areia do leito filtrante e seu tempo de funcionamento. O tempo médio de retrolavagem em filtro de areia automático é de 60 segundos. Seguir o manual do fornecedor para regular este tempo. • No início de funcionamento após algum tempo parado, verificar se todas as conexões estão em ordem. Em filtros automáticos verifique se as baterias ou pilhas do controlador estão com carga suficiente, se o diferencial de pressão para a retrolavagem está regulado corretamente e se o controlador está na posição automática e se o tempo para fazer retrolavagem está em 3 horas. Antes

primeira operação, fazer alguns ciclos de retrolavagem manualmente para livrar detritos e sujeira acumulados. Para filtros de areia: • Verifique se o nível da areia se encontra de acordo com as especificações do fabricante. Assegurar de que a areia está com os grãos soltos (não colados entre si) e se está limpa. • Durante a retrolavagem, certifique-se a vazão de retrolavagem está de acordo com a especificação do fabricante e se a areia do leito filtrante não está saindo. Ajustar a vazão de retrolavagem, caso necessário. • Faça uma cloração da areia no início e final de cada temporada de rega. • Verifique frequentemente o tempo entre retrolavagens, nos tempos especificados anteriormente. Tempos menores podem indicar problemas (retrolavagem insuficiente, pressão de retrolavagem insuficiente ou areia do leito filtrante com excesso de sujeira).


VÁLVULAS HIDRÁULICAS DE CONTROLE Filtros de segurança • Verifique e limpe os filtros uma vez por semana, observando se há danos no elemento filtrante (tela com furos ou discos danificados no caso de filtros de discos). Filtros de segurança entupidos indicam problema na filtragem principal. • Limpar os filtros de tela com uma escova macia. Não use nunca uma escova de arame de metal. • Limpe os filtros de disco soltando os discos, sem desmontá-los, lançando jato de água tangencialmente nos discos no sentido contrário à filtragem. Se houver acúmulo de carbonatos aderido aos discos, será necessária a limpeza com ácido. Siga as instruções do fabricante para a limpeza.

• Permitem o funcionamento automático do sistema de irrigação, bem como regulam a pressão de acordo com o projeto hidráulico. • No início da temporada de irrigação verifique se os tubos e componentes de controle automático estão danificados antes de iniciar o funcionamento. • Verifique o estado geral dos cabos elétricos dos solenóides e tubos de comando e se estão de acordo com o projeto. • Para válvulas redutoras de pressão, libere o parafuso de ajuste do piloto antes de abrir a água, e depois, lentamente aperte-o até à pressão atingir o ponto previsto no projeto. Isto impedirá danos causados por pressão inadequada ajustada no piloto.

Preparação dos filtros para o final da estação de rega • Drene os filtros. • Verifique os componentes internos, areia, telas e desgate de discos, danos, sinais de corrosão, selos, juntas e desgaste de sedes das válvulas ou outros problemas.. • Lubrifique os parafusos e eixos. Pinte o revestimento (pintura protetora), caso danificado. • Desligue a fonte de alimentação elétrica do controlador e retire as baterias. • Verifique possíveis danos aos fios elétricos e tubos do comando hidráulico. • Corrigir todos os problemas observados. • Início de temporada de irrigação.

Inverno • Em áreas sujeitas a baixas temperaturas no inverno (abaixo de 0 ˚Celsius), é importante drenar a água do sistema para evitar que a água congele no interior da malha hidráulica,quebrando seus componentes. • Certifique-se de que não há água nas válvulas, nas câmaras,nos tubos, bombas, filtros e válvulas de ar. • Quando a água congela dentro do sistema, ela aumenta seu ??FALTA TEXTO??, rompendo qualquer componente do sistema que a conténha.


TUBO LAY-FLAT É uma solução ideal para sistemas de irrigação em campo aberto e pode substituir os tubos de PE, PVC ou tubos metálicos quando instalados sobre o solo. Nunca enterrar o tubo lay-flat. Quando o tubo estiver cheio, não passar sobre ele. Instalação: • Insira totalmente o tubo no conector. • Coloque no local apropriado e aperte duas abraçadeiras metálicas estreitas ou uma larga. • Para uso do tubo em linhas secundárias ou ramais com saída para linha de gotejadores a pressão operacional é reduzida. • Verifique a pressão máxima recomenda para este uso.

TUBOS DE PVC

• Verificar se a pressão de serviço do tubo é adequada à pressão de projeto. • Caso seja tubo com junta elástica não se esqueça de colocá-la. • Não cubra tubos de PVC com concreto. O concreto só deve ser utilizado nas ancoragens, sem cobrir totalmente, para facilitar uma eventual manutenção.

LAVAGEM DE LINHA DE EMISSORES Esta é uma prática muito importante. Deve ser feita no final da temporada de rega e frequentemente durante a temporada, com tempo entre lavagens variável, dependendo da qualidade da água. A finalidade desta operação é limpar os resíduos que se acumulam na malha hidráulica do sistema e que se não retirados podem, eventualmente, entupir os emissores. Esta lavagem é feito abrindo-se uma linha de emissores ou lateral, por vez, durante um minuto ou o tempo suficiente para que a água saia limpa. A instalação de uma válvula de limpeza de lateral automática, reduz os custos de mão de obra e garante lavagem sempre que o sistema é ligado. Pressão correta e velocidade da água durante a limpeza das linhas de emissores ou laterais são fatores importantes na remoção dos sedimentos. Velocidades de lavagem mínimas recomendadas: Linha principal: 1 m / s Linhas ramais ou secundárias: 1m / s Linhas de emissores ou laterais: 0,6 m / s Tratamento com ácido Aplicação de ácido é recomendada como parte de um procedimento de manutenção de rotina. Injeção de ácido reduz entupimentos causados por sais de baixa solubilidade,

tal como o carbonato de cálcio. Os ácidos recomendados são: clorídrico, ácido fosfórico a 33% ou 85%. Metodologia para a aplicação de ácidos Em um balde de exatos 10 litros gradualmente começar a adicionar ácido em pequenas porções medindo o pH. Quando chegar ao pH 2,0, anote o volume de ácido necessário para obter este valor de pH. Multiplique este valor de ácido por 100. Este será a dose necessária (Vac) em litros por cada 1 m3 de vazão do sistema de irrigação.


Instruções de tratamento com ácido 1. O tratamento deve ser realizado 1-2 vezes durante a temporada de irrigação ou sempre que a vazão do sistema reduzir mais que 5%. 2. Lave toda a malha hidráulica, abrindo os finais de linha antes de iniciar o tratamento. 3. Confira a vazão do sistema antes do tratamento, a fim de mais tarde poder comparar com a vazão do sistema tratado. 4. Preparo da solução: O volume de solução (água + ácido) deve ser calculado para aplicação em 15 minutos. 5. Aferir e anotar o volume máximo de taxa de injeção do injetor de fertilizantes no tempo de 15 minutos. Caso este valor, em litros por hora, seja conhecido apenas dividir este valor por hora por 4, obtendo desta forma o volume para 15 minutos. Este volume de água deve reduzido do volume de ácido a solubilizar. 6. Colocar no tanque de preparo de fertilizantes água no volume aferido no passo 5 (anterior). 7. Calcular o volume de ácido a solubilizar no tanque de preparo de fertilizantes: O volume de ácido calculado acima (Vac, em litros por hora), deve ser multiplicando pela vazão horária de sistema de rega, em m3/h, dividindo-se este resultado por 4 (1/4 de hora ou 15 minutos). Desta forma obteremos o volume de ácido necessário para injetar no sistema, para reduzir o pH a 2,0, em 15 minutos. 8. Colocar lentamente o ácido (calculado no passo 7) no tanque de injeção de fertilizantes onde previamente foi colocada nele o volume especificado no passo 5 e 6. Recomendamos trabalhar com a vazão máxima injetor a fim de evitar o manuseio de solução muito comcentrada. 9. Iniciar a injeção somente depois de o sistema completamente pressurizado. 10. Injetar durante 15 minutos. 11. Utilize uma fita indicadora de pH (mesma de piscina), para verificar o pH no gotejador mais distante do ponto de injeção para aferir se o pH reduziu para 2,0 extremo lateral para o ácido residual (pH 2,0) detectado. 12. Continuar a irrigação durante 30 a 60 minutos para assegurar a completa lavagem do sistema. 13. Caso o pH medido no passo 11 não tenha reduzido a 2,0, fazer leituras no mesmo ponto a cada 15 minutos, até atingir o pH próximo de 2,0. Este tempo medido entre o início de aplicação de ácido e o tempo para reduzir o pH a 2,0 no emissor mais distante chama-se tempo de avanço. E deve ser anotado, pois é o tempo de lavagem após a aplicação de qualquer produto dentro do sistema de irrigação. 14. Fazer este procedimento em todas as operações, anotando o tempo de avanço de cada uma delas, pois são diferentes. 15. Confira o desempenho do sistema. Exemplo: Ácido necessário para reduzir o pH (2,0) no balde de 10 litros = 12 cc 12 cc x 100 = 1200 CC = 1,2 litros Injetar 1,2 litros de ácido por 1 m3 de descarga do sistema. Vazão do sistema (do setor tratado) em m3/h = 30 m3 / h Descarga do sistema durante a 15 minutos tratamento = 7,5 m3/h

Ácido necessário para aplicação em 15 minutos = 1,2 litros * 7,5 = 9 litros Vazão máxima do injetor de fertilizantes = 200 l / h O volume total de solução necessários para aplicação em 15 minutos (¼ de 200 litros) = 50 litros 50 litros de solução = 9 litros de ácido + 41 litros de água O tempo de injeção = 15 minutos (50 litros injetados com 200 l / h) Cloração Tem como finalidade reduzir os entupimentos causados por materiais orgânicos. É recomendado como um tratamento frequente ou tratamento contínuo visando a prevenção de entupimentos por água que contenha materiais orgânicos acima do normal. Os produtos mais utilizados são: Hipoclorito de Sódio 10-12%. Instruções para o tratamento Determine a dose requerida, frequência de tratamento e tempo de contato no quadro abaixo: Método de aplicação

Concentração de cloro residual (ppm)

Frequência de tratamento

Tempo de contato* (h)

No ponto de injeção

No final da lateral

Contínuo

3a5

1

Toda a irrigação

1,0

Intermitente

5 a 10

1

Quando necessário**

0,5

* O tempo de contato é o tempo em que o cloro injetado está em contato com a água do sistema de irrigação e é medido no momento do início da aplicação até quando detecta cloro no emissor mais distante do ponto de injeção. ** Esta frequência deve ser determinada pela qualidade da água

Concentração de cloro livre A concentração de cloro livre (cloro residual) é medida com o teste de comparação por cor. Este é o mesmo utilizado pra medir o cloro livre em água de piscina. A concentração do cloro livre ou residual depende da demanda de cloro. Limpar todos os finais de linhas (ramais e laterais) antes de iniciar o tratamento. Caso haja incrustações que não sejam removidas pela lavagem dos finis de linha o procedimento de passagem de “PIG” deve se feito. Dosagem e injeção

??FALTA TEXTO??

Vazão

( )

l = h

( )

Vazão do sistema m3 * concentração de cloro no ponto de injeção (ppm) h Concentração da solução de cloro (%) * 10


Caso o injetor de cloro possa ser utilizado a diversas taxas de injeção, pode-se fazer de acrdo co o o que se reque, caso contrário, pode-se adaptar a concentração da solução de cloro. Para adaptar a solução de cloro à taxa fixa de injeção: Exemplo: Vazão do sistema de irrigação = 30 m3/h Concentração de cloro requerida no ponto de injeção = 10 ppm Taxa fixa do injetor de cloro = 200 l/h Concentração da solução à aplicar % = ? A: Determinação da concentração da solução a ser aplicada:

Tabela 2: Produtos que não podem ser aplicados via irrigação por gotejamento: NÃO USE

Polifosfato Cloreto de Potássio Vermelho ou rosa Sulfato de Potássio Vermelho ou Rosa Borax Produtos orgânicos com alto teor de sólidos em suspenção Fertilizantes ou produtos com baixa taxa de solubilidade Produtos com cera ou parafina, Solventes a base de petróleo, e Detergentes Concentração de Cloro Ativo acima de 40ppm – Esta limitação se aplica para gotejadores autocompensados. Não há limitação para gotejadores não compensados Ácidos com pH final (dentro do sistema) abaixo de 2

(200 l/h)= (30 m3/h) * (10 ppm) (?%) * (10)

(?%)= (30 m3/h) * (10 ppm) (200 l/h) * (10 ppm) (?%)= 0,15%

A concentração da solução a ser aplicada é de 0,15% B: Diluição do produto comercial para conseguir a correta da solução de aplicação: Relação de diluição = Concentração da solução de aplicação (%) Concentração do produto comercial (%)

Exemplo: Concentração do produto comercial = 10% Concentração da solução de aplicação = 0,15% Relação de diluição = 0,15 % = 1 10 % 66 Portanto a diluição é de 1/66 Ou seja: Diluir 1 litro do produto comercial de concentração 10% em 66 litros de água para obter uma solução de aplicação de 0,15% Tabela1: Produtos que podem ser aplicados via água, em sistemas de irrigação por gotejamento: Nutriente

Produto comercial

Nitrogênio

Uréia, Nitrato de Amônia, Ácido Nítrico

Fosforo

Ácido Fosfórico, Momnofosfato de Amônia, Fosfato de Amônia

Potássio

Nitrato de Potássio, Cloreto se Potássio

Micronutrientes

Quelatos, EDTA, DTPA, EDDHA, HEDTA, ADDHMA, EDDCHA, EDDHSA, Ácido Bórico

Importante: todos os produtos a serem aplicados via sistema de irrigação por gotejamento tem que ser 10%% solúveis em água

Medidas de segurança Utilizar somente recipientes resistentes aos produtos a serem manipulados. Usar os EPIs (Equipamento de proteção individual) adequados aos produtos utilizados. Prevenir qualquer contato com ácidos. Adquirir ácidos somente de fornecedor idôneo. Utilizar ácido de acordo com as normas do fabricante. A limpeza do sistema de irrigação é feita com solução de ácido clorídrico diluído em água. Sempre o ácido é derramado na água, nunca o contrário. Plugs Os gotejadores podem ser tamponados temporariamente, caso necessário. (ex.: quando as plantas são pequenas e não se quer molhar a região entre elas). Durante a instalação dos plugs a pressão do sistema deve ser reduzida, pois como haverá redução da vazão a pressão aumenta. Caso este cuidado não seja observado, poderá haver danos no sistema. Antes de fazer a instalação dos plugs, recomenda-se testá-los na linha de gotejadores, com a saliência sobre a saída de água do gotejador, verificando se acoplam corretamente e se não há vazamento de água pelo gotejador.


MANUTENÇÃO PARA MICROASPERSORES E FOGGERS Os microaspersores NAANDANJAIN devem ser instalados e operados de acordo com as recomendações do catálogo. A especificação da filtragem requerida está no catálogo ou no site NDJ (naandanjain.com>web catalog) Os produtos NAANDANJAIN foram feitos para operarem durante longo tempo. Contudo, com o passar do tempo, depósitos de limbo (argila+silte+matéria orgânica ou depósitos de cálcio) podem ocorrer . Este Manual de Manutenção indicará como removê-los. Instruções para remoção e limpeza dos depósitos de limbo Medidas de segurança Utilizar somente recipientes resistentes aos produtos a serem manipulados. Usar os EPIs (Equipamento de proteção individual) adequados aos produtos utilizados. Prevenir qualquer contato com ácidos. Adquirir ácidos somente de fornecedor idôneo. Utilizar ácido de acordo com as normas do fabricante. A limpeza do sistema de irrigação é feita com solução de ácido clorídrico diluído em água. Sempre o ácido é derramado na água, nunca o contrário. Preparação da solução de ácido Exemplo: Ácido Clorídrico na concentração de 32% Recomendação de tratamento: 0,2% Quantidade de ácido para fazer a solução = (% da recomendação/concentração do ácido)*1000 =(0,2/32)*1000 = 6,25 Portanto deve-se diluir 6,25 ml em 1 litro de água Processo de limpeza Os microaspersores ou foggers devem ser imersos na solução de tratamento durante 3 horas. Após este tempo os emissores devem ser lavados em água corrente. Este processo pode ser repetido até 4 vezes, se a primeira limpeza não foi satisfatória.

Advertência: Os emissores poderão ser danificados caso se utilize alta concentração de ácido. Siga as instruções corretamente, fazendo um teste inicial em algumas unidades de emissores


MANUTENÇÃO PARA ASPERSORES Guia básico de operação Evitar irrigar em horas de vento. Não irrigar quando a velocidade do vento for maior que 2 m/s. Verificar se a pressão de funcionamento do aspersor é a recomendada de acordo com o catálogo. Verificar se está sendo utilizado o aspersor e espaçamentos apropriados. Verificar se o aspersor está instalado 60 cm acima da cultura. Verificar se todos os tubos de subida estão na vertical Para evitar escorrimento superficial, trabalhar com a taxa de precipitação e a duração da irrigação para o tipo solo que se está irrigando. Verificar se todos os bocais estão limpos e livres de sujeira ou qualquer outra partícula que possa afetar seu funcionamento e performance. Prevenido desgastes e vazamentos Verificar selos e gaxetas, trocando se necessário. Verificar vazamento nos bocais e substituir, se necessário. A cada 0,2 mm de aumento no diâmetro do orifício do bocal (devido a desgaste) faz com que a vazão do aspersor aumente em 10%. Isto pode reduzir a uniformidade de distribuição e causar efeito negativo na operação da bomba. Filtração A especificação da filtragem requerida está no catálogo ou no site NDJ (naandanjain.com>web catalog). A recomendação de nível filtragem está relacionada com tipo do bocal, ??FALTA TEXTO?? A relação entre o diâmetro de bocal e o grau de filtragem é 1:5. Exemplo: Se o bocal tem diâmetro de orifício de 5 mm o grau de filtragem (abertura da malha) deve ser de no máximo 1mm. Quando a captação de água é diretamente de poço ou fonte de água com areia, é recomendado o uso de hidrociclone ou filtro automático. A areia pode causar um rápido desgaste dos orifícios dos bocais e causar também vazamentos nos aspersores. Nunca utilizar graxa ou óleo para lubrificar o aspersor que possuam arruelas


GARANTIA Os produtos NAANDANJAIN são garantidos somente contra defeitos de fabricação e de material, quando utilizado de acordo com as especificações e manutenção, pelo período de 12 (doze) meses a partir da data da nota fiscal, quando instalados e utilizados de acordo com as especificações da NAANDANJAIN. A responsabilidade da NAANDANJAIN será ao seu próprio critério, reparar ou substituir o componente ou parte dela, que apresentar o problema, desde que seja notificada por escrito a NAANDANJAIN, no máximo a 30 dias da ocorrência do problema. O uso inadequado ou impróprio, uso de filtragem ou produtos aplicados na água de irrigação inadequados, manutenção inadequada ou uso não autorizado farão com que esta garantia seja nula e sem efeito. A garantia expressa anteriormente substitui quaisquer outras garantias expressas verbalmente ou implícitas. A obrigação de substituir ou reparar o componente ou parte dele é a única obrigação da NAANDANJAIN. A garantia acima indicado SUBSTITUI ??FALTA TEXTO?? A NAANDAJAIN não será responsável por lucros cessantes ou qualquer outra ação por perdas, mesmo que tenha sido avisada desta possibilidade. O pedido de garantia deve ser encaminhado à NAANDANJAIN Ltda Rua Biazo Vicentine, 260 Leme – SP CEP 13614-330


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