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Jaid Black

Dementia

Série Trek Mi Q’an 5.5

Trek Mi Q’an 5.5

Dementia Jaid Black

Revisão inicial: Rosania Revisão final e formatação: Beatriz C. Mendes

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Sinopse Dee Ellison é jogada da Terra e acaba em um misterioso mundo alienígena que lembra muito o “Planeta dos macacos”. Os machos do planeta mantêm as fêmeas como escravas sexuais. Mais assustador ainda é o fato do macho alfa deste planeta estar atrás de Dee...

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Capítulo 1 Montanhas altas do planeta Dementia. Um sistema solar da terceira dimensão. Seus amigos a chamavam de Ardilosa ou Asti, mais curto, pois era bem conhecida por sua habilidade para sair de situações complicadas. Mas enquanto atravessava a selva de Dementia ofegante e sem ar, seu coração batia feito louco contra seu peito. Delores Ellison tinha medo de que, pela primeira vez em seus vinte e nove anos de vida, colocouse em uma situação da qual não tinha escapatória. Seu pai sempre lhe dizia que era muito parecida com sua mãe para seu próprio bem. Talvez tenha razão. Dee avançava através da selva tão rápido como lhe permitiam seus pés. Ignorou as mechas de cabelo dourado que lhe caíam sobre os olhos incomodando-a, e em troca concentrou sua energia em escapar do gorila soldado que estava caçando-a e cujas habilidades para a caça foram desenvolvidas de forma alarmante. “Está me alcançando”, pensou histericamente jogando uma rápida olhada sobre o ombro. “Bom Deus do céu, não permita que esta besta me escravize!” Ainda não sabia como tinha ocorrido, ainda não tinha nenhuma pista de como tinha sido enviada a este... este lugar. Mas fazia já um ano que estava em Dementia e pelo menos até esta noite tinha podido frustrar os manejos dos comerciantes de escravas que queriam capturá-la. Tinha sobrevivido comendo frutas e estranhos peixes azuis para sustentar-se, dormindo em cavernas de pedra para proteger-se dos elementos; todo esse tempo procurando, em vão, o raro ícone de pedra, com a forma de cabeça de gorila, que estava sustentando quando tinha sido transportada misticamente a este escuro e aterrador mundo tão parecido com o do Planeta dos Macacos. Dee certamente acreditava que se pudesse encontrar esse talismã, ou o que demônios fosse, poderia retornar à Terra, de volta a casa. Escapava na noite, correndo através do terreno montanhoso da impenetrável selva, expulsando o fôlego em curtos ofegos. Sabia que o gorila soldado a estava alcançando, agarrá-la-ia em qualquer momento se não encontrasse alguma maneira de escapar. Podia sentir sobre ela seus olhos verdes, podia ouvir de sua garganta o murmúrio de predador… “Por favor,” pediu silenciosamente aos céus. “Não quero ser uma escrava! OH Deus, por favor, Deus me ajude!” Dee correu incrivelmente mais rápido, enquanto ignorava o som dos insetos predadores que pululavam conforme passava pelo denso terreno. Pégasus Lançamentos

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Sabia que esses gorilas tinham feito algo a essa moça humana, a que tinha tentado ajudar escapar de Dementia, fazia coisa de seis meses. Também sabia que os varões de Dementia cobiçavam às fêmeas humanóides como escravas sexuais para que os servissem. O que estava rastreando-a agora se chamava Zaab, general Zaab, se entendeu corretamente o que tinha ouvido por acaso dos aldeãos da reserva Mantus. Zaab tinha sido uma vez um humilde tenente, mas tinha tomado a Reserva Mantus pela força, quando o antigo líder foi assassinado pelos membros de uma tribo próxima. Agora o novo general governava com punho de ferro, e em só um ano tinha obtido que Mantus fosse a mais respeitada das reservas e seus lutadores gorilas os mais temidos do planeta. Zaab. Esta não era a primeira vez que ele ia à caça de Dee; não era a primeira vez que tentava escravizá-la. Mas, pensando bem enquanto corria mais e mais rápido ainda, bem que poderia ser a última vez que tentasse caçá-la, se não lhe ocorria alguma maneira de escapar. Duas vezes antes tinha se aproximado furtivamente, as duas vezes o tinha frustrado. A terceira vez seria definitiva, mas quem sabia se para ela... Ou para ele... Zaab. Ele se mantinha em pé, igual um humano, possuía a sagacidade mental de um humano e inclusive cheirava como um, mas este macho não era humano absolutamente. Um gorila. Se não conseguia sair desta situação, pensava angustiosamente enquanto se esforçava por respirar, converter-se-ia na escrava sexual de um gorila. Não. O vento gemia assustadoramente abatendo-se sobre ela, enquanto retumbava no áspero e estranho terreno. Podia senti-lo perto, cada vez mais perto; podia sentir seus agudos olhos olhando-a possessivamente. “Corre, Dee! Corre!” Dee soluçava suavemente enquanto o surdo grunhido se aproximava alarmantemente. Os batimentos de seu coração atingiam como uma pedra contra seu peito. Seus olhos azuis se abriram enormes e sua respiração se fez forçada. Girou rapidamente para a esquerda, indo para a parte mais espessa da selva; sabia que não era o lugar mais seguro, mas compreendia que era a única maneira de poder frustrar Zaab durante este terceiro encontro. “Ajude-me!” suplicava mentalmente. “Deus do céu, me ajude por favor!” Dee gritou quando a ponta afiada de uma trepadeira predadora se disparou sobre ela e lhe atravessou a coxa, lançando-a eficazmente à terra, enquanto lentamente seu alucinógeno a narcotizava. Gritou novamente quando os grossos e frondosos tentáculos se entrelaçaram ao redor de seus membros; os ramos se estenderam imediatamente como as asas de uma águia, convertendo em farrapos as roupas que vestia e deixando-a completamente aberta e nua sobre o leito da selva. Pégasus Lançamentos

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“Não. As trepadeiras, oh não, não as trepadeiras.” Dee sabia que tudo tinha terminado. Também compreendia que Zaab tinha ganhado. Se o general não a encontrasse por seu aroma, então as trepadeiras se dariam um festim com ela. Alimentar-se-iam de suas secreções sexuais até que morresse desidratada e mentalmente quebrada. De qualquer modo, acabou-se. As trepadeiras eram o método utilizado pelos Dementianos para submeter à sua vontade as fêmeas humanas escravizadas. A planta predadora inocula em seu sistema, de forma intravenosa, um alucinógeno eufórico, provocando orgasmo detrás orgasmo que a proveria dos sucos com os que se alimentava até que morresse, literalmente de prazer e desidratação. O alucinógeno, administrado em grande quantidade, também conduziria à loucura, de modo que a única maneira que poderia recuperar suas capacidades mentais seria através da morte. Dee gritou suavemente, quando dois brotos rosados da trepadeira se sujeitaram fortemente a seus mamilos e começaram a sugá-los. Imediatamente ficaram duros provocando novos gemidos. “Isto terminou,” pensou, fechando os olhos enquanto o alucinógeno começava a sortir efeito. “Acabou-se…” O som de um grunhido baixo e arrogante encheu sua mente. Dee piscou devagar, abrindo seus olhos azuis com um gemido quando um terceiro broto da trepadeira sujeitou seu clitóris e começou a sugá-lo. Estremeceu, sabendo que o orgasmo seria iminente. O general estava em pé ante ela, seus penetrantes olhos verdes olhavam possessivamente seu corpo nu estendido. Seu olhar se fixou em seu sexo, atrasando-se ali para percorrê-la lentamente até encontrar-se com seus olhos. Zaab. Dee tragou com dificuldade, perguntando-se, através do eufórico atordoamento que a percorria rapidamente, quanto tempo passaria antes que estivesse rogando ao bastardo que transasse com ela. Um macho principal, um macho alfa que possuía mais escravos do que ela poderia contar, certamente saberia, e muito bem, como usar as trepadeiras para conseguir o que queria. Gemeu e simultaneamente arqueou seus quadris quando o primeiro e poderoso orgasmo a atingiu. Fechou hermeticamente os olhos, não queria ver sua expressão, porque podia sentir seu arrogante prazer como se fosse algo tangível. Sabia que tinha ganhado e também que poderia fazer o que quisesse com ela. O som sussurrante das roupas de couro dele despindo-se fez com que abrisse os olhos sonolentos por um momento. Era difícil concentrar-se em algo enquanto a euforia a atingia rapidamente, mas estava o bastante acordada para reconhecer o poderoso e nu macho Dementiano que estava de pé sobre ela. Zaab. Seu corpo media ao menos dois metros de altura, provavelmente mais. Sua musculatura era extrema, sem dúvida nenhuma era o corpo mais poderoso, musculoso e pesado que ela tivesse visto em toda sua vida. Pégasus Lançamentos

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Dois incisivos mortais destacavam em sua boca, que de outro modo parecia humana, um duro aviso de que poderia fatiar sua jugular como se fosse manteiga derretida. Seus olhos lançaram um olhar para seu pênis, duro como pedra. Nervosamente molhou os lábios, perguntando-se de novo, quanto tempo passaria antes que ela estivesse pedindo ao general para que transasse com ela. E então a euforia a atingiu de novo e deixou de preocupar-se.

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Capítulo 2 Todos seus sentidos estavam inundados em um mundo irreal. Sua mente nadava como se estivesse sonhando ou como se existisse em outro plano da realidade, longe do chão frio da selva sobre o qual jazia nua e completamente aberta. Estremeceu e gemeu enquanto o casulo das flores das trepadeiras agarrava-se a seus mamilos eretos e a seu clitóris inchado, suas pernas tremeram enquanto convulsionava violentamente. Outra vez. E ainda sim, o general não fazia nenhum movimento para transar com ela. Sentia-se como se tivesse estado correndo durante horas ou inclusive dias. Mas sendo realista, sabia que era o alucinógeno o que a fazia sentir-se assim. Não podiam ter passado mais que quinze minutos desde que as trepadeiras a tinham prendido, mas a dolorosa euforia hedonística fazia parecer infinito o tempo transcorrido. Necessitava que a montassem. Precisava ser transar mais do que precisava respirar. Zaab a estava olhando e sabia. Seus penetrantes olhos verdes estavam avaliando e valorando suas respostas corporais com a acuidade de um falcão e nem sequer se incomodou em tocá-la ainda, muito menos em empalá-la com seu enorme pênis. Apertou os dentes, rechaçando suplicar. Ele sabia o que as trepadeiras estavam lhe fazendo, dava-se conta de que daria algo, faria algo, diria algo para que transasse com ela uma e outra, e outra e outra vez… - Como se sente moça? – murmurou ele, inclinando-se a seu lado sobre suas poderosas coxas. Passou sua mão grande e áspera sobre seu ventre, logo a elevou para sustentar um peito. Aparentemente irritado pela sucção da flor que se interpunha em seu caminho e não lhe deixava tocar o mamilo, separou-a, quebrou-lhe a cabeça e lançou aquela parte particular da trepadeira ao lado do caminho. Passou seu polegar sobre o mamilo, fazendo-a ofegar; logo lhe perguntou outra vez: – Como se sente? Dee umedeceu seus lábios, tentando estabelecer contato visual, mas se encontrava muito inundada em seu estado de devaneio para concentrar sua atenção. - Eu… eu… cansada – sussurrou ela, fechando os olhos de novo. – Frustrada. – Aquela pequena admissão era o mais próximo a uma súplica que permitiria a si mesma rebaixar-se. - Me diga o que necessita – murmurou ele. Ela ouviu como o outro casulo produzia um pequeno estalo ao ser arrancado de seu outro mamilo. Um segundo mais tarde o quebrou também e duas grandes mãos Dementianas se instalaram em seus seios e jogaram com seus mamilos, provocando muito mais dor que as trepadeiras.

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- Por favor – choramingou ela, seus quadris arqueando-se para cima tanto como podiam, enquanto as trepadeiras a atavam ao chão. - Faça com que pare. – Outra pequena admissão, mas uma que não pôde evitar fazer. - Hum! – ronronou ele evasivamente, enquanto sua face masculina e primária entrava em sua linha de visão. Seus polegares e indicadores puxaram seus mamilos, inchando-os. Ela reteve seu fôlego e arqueou seus quadris enquanto ele se colocava intimamente entre suas coxas abertas. Ele não fez nenhum movimento para deslocar o broto que chupava energicamente seu clitóris, optando em troca por olhá-la enquanto ela se convulsionava de novo com outro orgasmo provocado pela boca da planta. - Por favor – disse ela mais convincentemente, não deixando que sua voz tremesse em um som suplicante. - Por favor. Zaab a ignorou. Ela apertou os dentes. O general liberou seus seios e colocou um estranho aparelho de aparência carnuda junto a seu corpo, um dispositivo quadrado que Dee nunca tinha visto antes. Tirou o espinho que a trepadeira predadora tinha injetado em sua coxa e a inutilizou momentaneamente cravando a parte pontiaguda na caixa carnuda. Assim que esse era o modo que ele manteria a trepadeira viva se por acaso a necessitasse outra vez, pensou ela hesitantemente. Não era nenhum tolo. Evitaria que o alucinógeno a matasse, mas o guardaria à mão se por acaso precisasse torturá-la com a euforia que gerava, para assim submetê-la. “Bom Deus, nunca poderia escapar dele.” Próxima à histeria, pensou que a euforia sexual que estava experimentando não estava nem sequer perto de diminuir. Parecia piorar por momentos, fazendo com que quisesse fechar as pernas e apertar, provocando que sua respiração fora dificultosa e que suas pupilas se dilatassem. - Por favor - disse ela lastimosamente, sem preocupar-se se lhe rogava ou não. Por favor, me ajude. Zaab ronronou com suas submissas palavras, suas palmas quentes percorrendo seu ventre. - Tenho o pressentimento de que a espera valeu a pena, moça – murmurou ele, com aqueles penetrantes olhos verdes deslizando-se para baixo, até sua inchada vulva. Ela sabia que ele estava se referindo às outras duas vezes em que tinha conseguido escapar dele, antes que pudesse montá-la. Com um grunhido, ele empurrou suas coxas abrindo-as mais, fazendo mais difícil sua respiração. Dee não poderia dizer se devido ao medo ou a antecipação. Jazia completamente aberta ante ele, com suas mãos ancoradas ao chão da selva por cima de sua cabeça e suas coxas atadas a terra, lhe fazendo impossível mover-se e fugir.

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- Por favor! – disse ela mais forte e de um modo mais suplicante, ao realizar seu sobresaturado cérebro a conexão entre o rogo e a promessa de liberação. Sua cabeça se revolvia de um lado ao outro enquanto o broto que chupava seu clitóris sugava mais forte. - OH Deus… estou suplicando isso! - Mmmm – grunhiu ele, mostrando seus incisivos. Agarrou seu enorme pênis colocando a ponta na abertura de sua vulva. - É uma boa garota – disse ele condescendentemente, com tom satisfeito. - Uma moça tão doce e pequena. As narinas se alargaram com cólera renovada. Apertou o queixo enquanto lhe olhava entrecerrando seus gelados olhos azuis. Enfurecido por sua expressão, Zaab soltou um bramido estridente enquanto a olhava fixamente, com seus agudos olhos verdes entrecerrados de cólera. Ela se estremeceu quando ele empurrou seu pênis longe de sua úmida abertura, logo choramingou quando ele separou as mãos de seus seios. - Lamento-o! – disse ela sinceramente, empurrando seus quadris para ele como melhor podia. - Não voltarei a fazer, juro-o! – Algo, faria algo para que ele transasse com ela, pensou histericamente. O grunhido baixo que ressonou na garganta de Zaab lhe disse que a sutil réplica não tinha sido esquecida pelo arrogante macho. E se sua conjetura era exata, ainda estava doído por algo mais que seu espetáculo de desafio, ainda estava se recuperando do fato de que uma fêmea humana tivesse arrumado para evitá-lo durante mais de seis meses. Frequentemente, sobre tudo enquanto dormia nas cavernas de pedra, já entrada a noite, perguntava-se se cada um deles teria se convertido na obsessão fantasma do outro. Dee removeu seus quadris em um gesto licencioso, carnal. Seus seios se balançavam para cima e para baixo ao compasso de sua laboriosa respiração. Gotas de transpiração cobriam seu torso. Já não se preocupava sobre quão patética parecia, tampouco se preocupava porque o inconcebível tivesse ocorrido e tivesse sido capturada por seu Nêmeses. Mais tarde haveria tempo para pensar sobre isso. Por agora, tudo o que queria era ser montada. - Juro que serei boa – disse ela roucamente, seus quadris se removiam enquanto baixava suas pestanas submissamente. - Por favor, me ajude. Ele estava lhe grunhindo, fazendo presente o predador que habitava em seu interior, mas ela também podia ver como as suas narinas se flexionavam, mostrando que não podia evitar sentir prazer com o aroma de sua excitação. Isto a tranquilizou, esperando que esquecesse sua cólera o tempo suficiente para tirá-la de sua eufórica miséria. A flor de seu clitóris começou a sugar mais energicamente, fazendo-a ofegar. Suas costas se arquearam, elevando seus seios como se tratasse de oferendas.

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– OH Deus – Sua cabeça caiu para trás sobre o chão da selva, seus mamilos apontando para cima. Ela vacilou durante o mais breve dos momentos, logo girou sua cabeça, despindo seu pescoço para ele. As trepadeiras apertaram seu domínio sobre suas coxas, atando-a imóvel enquanto o broto se amamentava do suco de sua vulva. Apertou os dentes, não querendo ter um orgasmo outra vez, pois seu suco só fazia com que a flor chupasse mais forte e mais rápido. Ia voltar-se louca. Ia morrer de prazer. - Ah, despiste seu pescoço para mim, moça – murmurou Zaab em seu tom arrogante. Mostrar o pescoço era um gesto de submissão entre os povos predadores e ambos sabiam. Onde suas palavras tinham tido pouco significado, aparentemente suas ações significavam muito. Baixou as palmas das mãos para amassar seu doloridos seios outra vez, fazendo-a gemer. Seus dedos beliscaram seus mamilos, provocando que arqueasse as costas e removesse os quadris. - Por favor – sussurrou ela, enquanto as lágrimas nublavam sua visão. Ia perder a cabeça se ele não a ajudava, sabia que sua mente explodiria. - Eu… eu… - Sua face alagou sua visão, obstruindo as luas que penduravam baixas sobre sua cabeça. Tudo o que ela podia ver era Zaab e seus agudos olhos verdes. - Você o que? – ronronou ele, sabendo quão difícil era para ela lhe suplicar. - Uma boa garota sempre diz a seu amo o que ele precisa ouvir. Ela tragou contra o nó de sua garganta, levantando de novo seus quadris, querendo esfregar sua vulva contra seu pênis. - Rogo-lhe isso – disse ela suavemente, suplicando silenciosamente. - Rogo-te que transe comigo... Suas narinas se alargaram no momento exato em que ouviu reatar o grunhido baixo em sua garganta. Umedeceu seus lábios, rezando para que isso significasse o que ela pensava. Zaab empurrou suas coxas abrindo-as outra vez, enquanto inalava seu aroma. - Rogo-te que me transe… o que? – grunhiu ele. - Amo – exaltou ela, enquanto elevava seu seios, querendo que ele os amassasse um pouco mais rudemente. - Rogo-te que transe comigo, Amo. - E suplicará a seu Amo que transe contigo cada noite, escrava? – perguntou ele, colocando de novo seu grosso pênis na abertura de sua vulva. - Sim. Pégasus Lançamentos

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- Não te ouvi, moça. - Sim. - E suplicará a meus irmãos que também transem contigo, escrava? Dee vacilou, não sabendo qual era a resposta correta. Nunca tinha se aproximado o bastante aos Dementianos para ser consciente do que ocorria depois das portas fechadas de suas choças. Só sabia o que ocorria nos lugares públicos. - Só se isso satisfaz ao Amo – evadiu-se ela suavemente. Ele ronronou outra vez, lhe dizendo assim tinha respondido bastante bem. - Boa garota. – Agarrou seus seios rudemente, mostrando seus incisivos, parecidos com uma adaga. – E para que conste moça, nunca permitirei que transe com outro. Até que ele a vendesse a alguém mais? Vendê-la-ia a alguém mais? Importava isso acaso? Zaab usou suas poderosas pernas para estender suas coxas ainda mais. Agarrando o broto pela cabeça, soltou-o de seus clitóris e o quebrou em dois. – Entende-me, moça? - Sim. - Não te ouvi, escrava. Ela quis gritar. – Sim! – a euforia era enlouquecedora, horrível… Com um grunhido primitivo, empurrou seu enorme pênis dentro de sua acolhedora carne, empalando sua vulva com um profundo empurrão. Ela podia ouvir o som de sucção que sua vulva fazia enquanto ele se retirava lentamente e a acariciava, era como se seu corpo estivesse tentando puxar seu pênis de volta, até o punho. - OH Deus – gemeu ela, tentando em vão elevar seus quadris para ele, tal como ela queria. Podia ver seus dentes apertando-se, a veia de seu pescoço inchando-se. Queria que ele empurrasse rápida e profundamente em seu interior. - OH Deus, por favor. Zaab lhe deu o que ela queria, grunhindo surdamente em sua garganta, enquanto se afundava nela, dentro e fora de sua vulva, uma e outra vez, uma e outra vez. Montou-a duramente, como um animal, empalando sua acolhedora carne como se de um aríete se tratasse. Sua sedosa juba negra fazia cócegas em seus seios, deslizando-se como a seda sobre seus mamilos enquanto transavam.

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– Você gosta disto, escrava? – soltou ele com arrogância, os músculos de seus braços se inchavam enquanto enterrava repetida e profundamente seu grosso pênis dentro dela. A cabeça de Dee movia de um lado ao outro, afligida de euforia sexual. - Sim. - Sim, o que? - Sim, Amo. Recompensou sua obediente resposta com golpes mais profundos, mais duros, trespassando seu cabelo dourado ao redor de uma mão enquanto com a outra amassava seus seios e jogava com seus mamilos. Cavalgou seu corpo sem piedade, indo primariamente sobre sua vulva, marcando sua carne com seu aroma. Ela fechou seus olhos com um gemido, com suas mãos atadas em cima de sua cabeça e seus seios dançando, enquanto o macho dominante das Reservas do Mantus transava com ela larga e duramente. Teve orgasmo uma e outra vez, gemendo e queixando, marcando-o com seu aroma igual a ele pretendia marcá-la com o seu. - Suplica por minha semente, escrava – grunhiu Zaab, seu pênis inundando-se em sua carne em rápidos golpes. – Rogue a seu Amo que te marque. - Sim, por favor, Amo… O olhar meio delirante de Dee se chocou com o seu, verde e alerta. Podia ver seu queixo apertando-se, as narinas agitando-se. O conhecimento de que ela era a causa de que um macho tão rígido e controlado mostrasse tanta emoção, fê-la umedecer-se perversamente, até o impossível. Zaab baixou sua face até seu pescoço enquanto seguia montando-a, um grunhido de advertência ressonou em sua garganta. Retesou-se ao compreender que estava demonstrando seu domínio sobre ela. Aquele grunhido que ressonava em seu tímpano lhe dizia que poderia cortar sua jugular em qualquer momento. Podia matá-la, podia transá-la, podia escravizá-la… Dee ofegou quando seus incisivos rasparam sua jugular, o medo fez que seus olhos se fechassem apertadamente. Ele grunhiu, como satisfeito de que ao fim compreendesse quem tinha o poder absoluto sobre ela. - Relaxe, moça – ronronou ele perto de seu ouvido enquanto entrava e saia de sua vulva. - Minha pequena moça, se for dócil – soltou ele, seus empurrões fazendo-se mais rápidos e mais duros enquanto enrolava sua mão ao redor de seu cabelo com mais segurança - conhecerá meu prazer em vez de minha ira . Tomou duramente, e logo ainda mais duramente que antes. Seus quadris movendo-se para trás e para frente enquanto inundava seu pênis dentro e fora de sua carne lhe sugando, com seu queixo fortemente apertado enquanto conduzia a ambos para o orgasmo. Pégasus Lançamentos

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- Sim – gemeu Dee, incapaz de mover-se, incapaz de fazer nada exceto jazer ali e sentir como transavam. – Oh Deus. Ela estremeceu violenta e convulsivamente, seu ruidoso gemido ressonando através de toda a selva alienígena das montanhas. - Sim, oh Deus, sim – Suas coxas se sacudiram como folhas arrastadas por uma tormenta, enquanto sua cabeça se meneava como louca de um lado a outro. Ela gemeu quando seus impulsos se fizeram extremamente mais rápidos, mais primários e animais. - Quem é o dono desta vulva? – soltou Zaab, seus dedos enroscados em seu cabelo, apertando as mechas ainda mais. - Me diga. - O Amo! – gritou Dee, enquanto outro violento orgasmo quebrava sobre ela. - O Amo Zaab! Ele grunhiu surdamente em sua garganta enquanto ficava rígido sobre ela, empurrando dentro e fora de sua vulva como um animal, como um predador. Ela abriu seus olhos para ver seu tenso queixo, seus dentes apertados, seu maxilar tenso, seus incisivos nus… Zaab jogou sua cabeça para trás com um rugido ensurdecedor que borbulhou desde sua garganta e reverberou por toda a selva. Empalou-a uma e outra vez, sem deixar nunca de empurrar, enquanto bombeava em sua vulva, enchendo-a com sua semente. Ela gritou com o som, abrindo seus olhos, a necessidade instintiva de tampar os ouvidos com as mãos, frustrada pelas trepadeiras que a sustentavam atada à fria terra da selva. - Minha – sussurrou ele em seu ouvido enquanto seu clímax começava a diminuir. Minha vulva. Ele seguiu movendo sua enorme ereção dentro e fora de sua carne, seu pênis ainda sem saciar-se. Mas tampouco o corpo dela estava completo. O alucinógeno a tinha afetado de tal maneira que demoraria horas, talvez dias, antes que sua vulva se sentisse satisfeita. O general transou com ela durante infinitas horas aquela noite, parando ocasionalmente para alimentar-se e cuidar dela. E tal como Dee admitiria mais tarde, realmente cuidou bem dela. Obrigou-a a beber líquido inclusive quando não sentia sede, grunhindo para que comesse as partes de comida que colocava na boca embora se queixasse de não ter fome. E continuou transando todo o momento. Violentamente. Sem parar. Glutonamente. Depois de várias horas de acoplamento, cortou finalmente as trepadeiras de seu corpo, liberando-a. Mas certamente não a deixou ir, não lhe deu a possibilidade de escapar outra vez dele. Em troca envolveu seu corpo grande e quente ao redor do seu menor, lhe proporcionando calor enquanto dormiam.

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Capítulo 3 Zaab conduzia a sua escrava, nua, sobre as costas enquanto caminhavam pelas altas montanhas da selva. Tinha-a atada a ele por um artefato que parecia de couro, que os Dementianos usavam frequentemente para levar seus pequenos; não queria correr nenhum risco com a segurança de sua escrava ou com a possibilidade de que ela pudesse escapar uma terceira vez. Dee Ellison; sabia seu nome de nascimento. Essa tinha sido a primeira informação que tinha obtido da escrava Zidia, quando tinha sido capturada pelas Reservas do Mantus e vendida às Reservas do Myng. Zidia tinha tratado de escapar de Dementia com Dee, sabia, mas é obvio as moças tinham fracassado. Em um planeta onde não tinha tido nenhum nascimento feminino, seria temerário deixar que uma mulher em idade de procriar o abandonasse. Sem as escravas humanas femininas disponíveis para reproduzir-se, Dementia já não existiria, pois todos iriam morrendo até que sua espécie se extinguisse. Um fato que os machos Dementianos procuravam calar, sobre tudo ante os forasteiros. Seu amigo o caudilho, Jek Q'an RI lhe havia dito uma vez, que deveriam tentar conseguir o amor das mulheres em lugar de escravizá-las. Mas Zaab não conseguia ver nenhuma diferença entre a esposa de um guerreiro e a zahbi de um Dementiano. Nenhuma das duas tinha a opção de poder abandonar ao macho que as tinha capturado. Nenhuma das duas podia tocar a outro macho depois de sua união. No que a Zaab concernia, o destino de Dee Ellison tinha sido selado em seu primeiro encontro… e sua primeira fuga. A primeira vez que o general tinha colocado os olhos sobre ela, estava tratando de roubar um transporte de Stone City com a escrava Zidia. Sua gente tinha capturado Zidia em alguns minutos, mas Dee Ellison tinha conseguido escapar ocultando-se na selva das terras baixas. Havia se sentido atraído pela moça a primeira vista e quando a garota tinha conseguido frustrar suas tentativas de capturá-la, se consumiu por ela. Zaab tinha se lembrado frequentemente dela depois de sua escapada, perguntando se teria ocorrido algo mau e também se teria sido capturada por outro macho. Três meses mais tarde Zaab tinha pegado Dee enquanto roubava carne da comunidade, na choça das Reservas do Mantus. Sua primeira reação tinha sido de surpresa ao vê-la, viva e ainda livre. Sua segunda reação tinha sido de admiração, ao compreender que a moça tinha necessitado mais que um pedacinho de astúcia para sobreviver a sós e sem ajuda dentro da selva durante tanto tempo. Sua terceira reação tinha sido uma mescla de luxúria e possessividade, desejava-a e não queria que nenhum outro macho a tocasse. Sua quarta reação tinha sido de cólera, porque a moça tinha conseguido novamente escapar dele. A admiração, a luxúria, a atitude possessiva e a cólera se converteram em obsessão. Estava obcecado por Dee Ellison, sabia. Possivelmente sempre estaria obcecado por ela. Pégasus Lançamentos

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- Tenho sede – sussurrou a garota do arnês onde a tinha atada com correias a suas costas; eram as primeiras palavras que tinha pronunciado em horas. - Posso beber algo? – Quando ele não respondeu em seguida, ela emendou seu engano. - Posso beber algo amo? Sua voz era áspera, sua garganta estava ressecada. Odiava que lhe importasse tanto, mas assim era. Era munição que Dee poderia usar contra ele se estivesse inteirada de sua obsessão por ela. Contraiu seu queixo e lhe respondeu. – Iremos parar no próximo arroio escrava. Quinze minutos mais tarde, os olhos verdes de Zaab observavam como sua obsessão, nua, bebia das cristalinas águas de uma corrente da montanha. Estava sobre seus joelhos, com o traseiro dirigido para ele, afagando suas mãos em forma de taça para poder beber a água e as levantando até sua face para refrescar-se. Sua vulva atraiu seu olhar. Inchada, rosada, formosa. Dele. Dee ofegou quando as mãos do Zaab agarraram seus quadris, logo gemeu quando deslizou seu enorme pênis dentro de seu sexo. - Me rogue, escrava – escutou que lhe dizia gemendo – Me rogue. Sobre suas mãos e joelhos, empalada até o punho, seu seios pendurando sensíveis, nunca tinha estado mais excitada. Ou mais preocupada com a reação de seu corpo no general. Ele deslizou devagar seu pênis dentro e fora dela, provocando-a com a promessa do êxtase. Dee estremeceu, querendo mais. - Rogo-lhe isso – murmurou. - Não te ouvi, moça – Deu-lhe dois golpes mais largos e profundos - Rogo-lhe isso! – ofegou ela. - Por favor, transe comigo, Amo. Zaab rodeou seus seios com as mãos. - De quem é essa vulva? – Grunhiu. - Minha… tua… sua vulva – gemeu, quando seus dedos começaram a puxar e acariciar seus mamilos. - Por favor, coma sua vulva, Amo!

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Ele tomou duramente, como um animal, afundando-se dentro e fora de sua carne como o predador que era. Seus grunhidos fizeram racho na noite, seu aroma masculino perfumava o ar. - Mais forte – Gemia Dee, girando e apoiando seus quadris contra ele. - Mais. Seus grunhidos se fizeram mais fortes, mais reverberantes, enquanto transava mais duro, o som da união de suas carnes era um afrodisíaco. - Você gosta disto, minha pequena moça? – Perguntou. Tirou seus dedos dos mamilos, para introduzi-los profundamente no buraco de seu sexo, conjuntamente com seu pênis, enquanto as investidas masculinas seguiam sendo profundas e possessivas. - Adoro – ofegou. Era a verdade. Uma verdade inquietante. Não seria a escrava de nenhum homem. Dee estremeceu violentamente, seu corpo inteiro estremecendo com ruidosos gemidos, que poderiam despertar aos mortos. Podia sentir que Zaab seguia penetrando-a ferozmente e sem piedade, por detrás, uma e outra vez, uma e outra vez. Podia escutar seu baixo e possessivo grunhido, podia sentir seus músculos poderosos retesando-se… - Zahbi – grunhiu quando sentiu seu sêmen quente fluir nela. – Minha. Ofegava tratando de recuperar o fôlego, seus olhos fechados em uma euforia mais hedonista que a causada pelas trepadeiras. Estava à beira do orgasmo novamente, mas em troca gritou sobressaltada e dolorida, ao sentir os dois incisivos que se cravavam em seu ombro. - Zaab não me mate! Não por favor! - Minha – grunhiu ele contra seu ombro enquanto lambia o sangue que as dentadas lhe tinham produzido. - Toda minha. Dee estremeceu mais duro e mais forte do que nunca, gemendo e gemendo enquanto respondia a cada um dos impulsos animais com um próprio. O orgasmo foi infinito, intenso, consumia tudo a seu passo. O sangue se precipitou a sua face, esquentando-a; precipitou-se a seus mamilos, alargando-os até que apontaram duros e eretos para as palmas de Zaab. - Ohh Deus – Gemeu enquanto gozavam juntos. - Ohhhh……Deus.

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Capítulo 4 Uma semana depois... Dee não sabia o que fazer. Era a escrava de Zaab em um harém de trinta. E ainda a única mulher que ele havia tocado, a única mulher que ele inclusive tinha cuidados. As outras fêmeas eram moças que só lhe serviam, enquanto que ela era... bom não sabia o que era. Só sabia que não lhe tinha dado muitas tarefas além de alimentá-lo, banhá-lo e transar com ele. Confuso. Igualmente confuso era o fato que estava começando a querê-lo. Não sabia como podia ter acontecido isto, ou em que preciso momento tinha conseguido meter-se sob sua pele, só que o tinha feito. Zaab era áspero e severo, mas só com outros. Ele era feroz e mortal, mas só com outros. Assim o que concernia a Dee, Zaab de algum modo, era diferente. Seu discurso era mais aprazível quando ela estava ao redor. Sua conduta era muito mais relaxada e amável com ela, que com qualquer outro. Quase como se… Dee afastou estes pensamentos. “Os machos da Dementia não amavam. Essas emoções não estavam em seus genes.” “Ou sim?” Suspirou. “Acaso lhe importava?” Nua, uma vez que as escravas sempre estavam nuas, Dee caminhou para a janela da grande choça de pedra com teto de palha, que constituía o lar de Zaab e olhou fixamente para fora, seus pensamentos estavam a um milhão de quilômetros de distância. Fazia um ano agora que estava em Dementia e era uma mulher muito diferente à despreocupada garota cujo lar era a Terra. Perguntava se agora se sentiria a vontade na Terra. Se encontrasse uma forma de voltar, seria capaz de esquecer o ano passado e encaixar de novo com outros humanos? Queria voltar? Uma coisa era certa, pensou Dee com um suspiro, seria difícil, por dizer pouco, fingir que simplesmente era como qualquer outro ser humano. Ver-se-ia forçada a guardar silêncio sobre a existência de Dementia por medo de ser internada. Condenar-se-ia a esquecer as lembranças do passado por temor a cometer um deslize e começar a falar sobre sua vida na selva alienígena. E se veria obrigada a encontrar prazer com um varão humano. Como se um macho humano pudesse compararse com Zaab… - O que te preocupa, moça? – Zaab fez a pergunta antes de inclinar-se sobre ela para beijá-la no ombro; Dee saltou, sobressaltada porque não o tinha ouvido entrar. - Assustou-me – suspirou, enquanto dava a volta para enfrentá-lo. Pégasus Lançamentos

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Ele soprou ante isso. - Duvido que dez liats juntos e à carga pudessem sequer te assustar – Baixou a face em seu seio, tomo um mamilo em sua boca e começou a lambê-lo. Ela sorriu, orgulhosa de que a considerasse tão forte. E então gemeu acesa pela atenção que lhe dava lambendo seus seios. Zaab levantou sua cabeça depois de uns minutos, seus olhos verdes se encontraram com os azuis. Tirou o sarro dourado, deslizando-o entre seus dedos. - É formoso moça. Como você. – As palavras eram tão suaves; a este passo nunca quereria abandoná-lo. - Obrigada – lhe sussurrou. Permaneceram ali em pé, em silêncio, olhando-se fixamente, sem dizer uma só palavra. Mas finalmente, um longo momento depois, Zaab quebrou o silêncio. - Vêem para minha cama, zahbi – disse-lhe suavemente - Não posso dormir se não estiver nela. “Não me faça isto,” pensou ela. “Não me faça te amar.” Mas quando ele entrelaçou seus dedos com os dela e suavemente a guiou para a cama, soube, no mais profundo de si, que era muito tarde. Tinha perdido a guerra no mesmo instante em que seus olhares se cruzaram na Cidade de Pedra.

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Capítulo 5 Uma semana mais tarde. O Banquete dos Começos. O General Zaab, o Macho Alfa das Reservas do Mantus, o Mestre Supremo dos Montanheses, reclinou-se para trás em sua cadeira enquanto olhava às três moças escravas nuas dançando para ele. Esta noite era especial pelo banquete que compartilhavam em honra do Jaaker, o bonito deus masculino que tinha insuflado a vida ao primeiro de sua espécie. A Zaab não importava que os machos de suas hordas tocassem e acariciassem às três escravas enquanto dançavam. Esperava-se que as escravas oferecessem seus corpos não só a seu amo, mas também a seus amigos e membros da família. Ou mais corretamente, esperava-se que oferecessem livremente seus corpos para uso de qualquer macho Dementiano, até que fossem reclamadas como zahbi pelo macho que as tivesse prenhe. Aos olhos de Zaab, Dee já era sua esposa. Embora ele soubesse que outros não o veriam da mesma maneira. Seu ventre não estava amadurecido com uma criança, portanto, era impossível reclamá-la publicamente. Tinha-a marcado em privado quando a mordeu no ombro aquela tarde junto ao rio, ainda quando sabia que nenhum dos machos Dementianos teria visto sua marca. Sabia que eles não sabiam. Não tinha permitido a nenhum outro macho estar perto dela. Os olhos verdes de Zaab se alarmaram quando viu Dee entrando na choça comunal carregando bandejas. Todo seu corpo se paralisou. Quem havia dito a ela que viesse ao banquete? Não tinha dado ele ordens de que... - Tem uns seios tão formosos, querida. - disse-lhe o líder das Reservas do Myng enquanto afagava suas mãos sobre eles, aproximando-a a seu lado. - Seus mamilos são como frutas. Dee se ruborizou, claramente não sabendo o que fazer ou dizer. - Te incline, empregada. - chamou outro guerreiro. - Quero ver que aspecto tem sua vulva. Quero comprovar se é digna de ordenhar meu pênis. Zaab explodiu em sua cadeira, saltando até a mesa situada diante deles em um rápido movimento. Grunhindo, equilibrou-se sobre o guerreiro que tinha pensado em transar com ela, o sangue jorrou do nariz do macho enquanto ele saltava ao chão. Dee se voltou para ele, com seus amplos olhos azuis. - O que é isto? – Perguntou o líder das Reservas do Myng, ofendido. - Insultaste o meu lutador! Pégasus Lançamentos

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- Ele insultou a mim! – bramou Zaab. - A moça com quem pretendia transar é minha Zahbi! A boca de Dee abriu de repente. Foi quando Zaab compreendeu que ela não tinha idéia do que significava ser uma zahbi… até esse momento. - Bem. Eu... eu... não sabia. - cuspiu o líder. - Não a reclamou publicamente, General Zaab. Não leva a corrente no ventre. – O líder das Reservas do Myng inclinou a cabeça com respeito para Dee, claramente tratando de evitar problemas com as Reservas do Mantus. - Felicidades por sua gravidez, moça. É uma grande honra levar ao herdeiro do Mantus. Zaab olhou ao longe, preparado para ser publicamente humilhado. No momento em que Dee contasse a verdade, ficaria como um idiota por preocupar-se tão profundamente por uma mulher que não era dele. - Obrigada - disse Dee simplesmente. O corpo do Zaab ficou rígido. - Sinto que se confundiu, mas ele planejava me reclamar publicamente no banquete desta noite. Zaab jogou uma olhada para ela, com cautela, encontrando seu olhar. - Não é certo, Zaab? - Err… - Zaab se sobressaltou. Quase não podia acreditar que Dee lhe tivesse defendido, a ele e a sua honra, ante outros. – Certo – resmungou. - Bem – interrompeu o líder das Reservas do Myng, tentando evitar qualquer briga potencial – Nos deixe então continuar com a reclamação. – um pouco envergonhada, mas sobretudo excitada, Dee se sentou sobre o regaço de Zaab, suas costas pega a seu peito, e deslizou sua vulva para baixo sobre seu pênis, até lhe envolver. Dee ouviu seu grunhido de prazer quando se assentou até o punho, logo gemeu quando seus dedos começaram a beliscar seus mamilos. Os guerreiros a olhavam, suas pernas amplamente estendidas ante eles, enquanto começava a mover-se para acima e abaixo sobre o pênis de Zaab, gemendo e grunhindo pelo prazer que sentia. Sabia que podiam ouvir o som de sucção de sua vagina enquanto o envolvia; sabia que podiam cheirar sua excitação enquanto seus seios saltavam acima e abaixo para grande prazer dos que olhavam. Agora era o momento. Para Zaab, era o momento de brindar publicamente prazer a Dee, de marcá-la publicamente como dele. - Peça-me isso – murmurou Zaab em seu ouvido. - Peça a seu Amo que goze escrava. Pégasus Lançamentos

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- Por favor – Ofegou Dee, saltando acima e abaixo com força e tão rápido como podia sobre seu grosso membro – Por favor, goze em sua vulva, Amo! Dee gemeu quando Zaab a agarrou bruscamente pelos quadris e, com um grunhido, começou a bombear seu pênis em sua vagina como um animal. Ela fechou os olhos, deixando cair sua cabeça sobre o peito dele e lhe mostrando o pescoço, diante de todo mundo, enquanto a montava. Zaab a rodeou com sua mão e começou a lhe acariciar o clitóris, enquanto aproximava a face do seu pescoço. Ela gozou no momento em que seus incisivos rasgaram sua pele, gemendo fortemente enquanto cavalgava seu clímax. Esta vez tinha marcado seu pescoço, não seu ombro. Não estava segura de que tivesse um significado mais profundo, mas provavelmente assim era. Os soldados aplaudiram, gritando comentários cada vez mais alto. - Monta-a mais forte - bramou um. - Abre os lábios da vulva da moça para nós! - gritou outro. Zaab, arrogante como sempre, fez ambas as coisas. Dee fechou os olhos e se deleitou com outro orgasmo, degustando glutonamente cada momento de prazer. Nunca tinha sido exibida como agora, nunca tinha sido montada diante de centenas de homens enquanto todos estavam sentados a seu redor escutando seus gemidos e seus gritos de prazer. Quando tudo acabou, depois de que Zaab soltasse um quente jorro de sêmen em sua vagina com um rugido, entregou uma corrente para o ventre a seu Amo, que a colocou então ao redor de sua cintura. Dee jogou uma olhada sobre seu ombro e lhe sorriu. Seus corpos ainda estavam unidos. – Suponho que isto significa que agora sou sua esposa? Zaab se inclinou e lhe beijou a ponta do nariz. – Sim. Seu Amo sempre te quererá pequena moça.

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Epílogo Nua, Dee esfregou seu ventre que estava amadurecido com o herdeiro de Zaab. Tombou-se sobre a doce erva, fragrante, e logo estendeu suas pernas totalmente abertas para seu amo; riu quando ele inclinou sua face para sua vulva e começou a lambê-la preguiçosamente. - Mmm. Eu gosto tanto, Zaab. Ele ronronou com suavidade enquanto mordiscava seu clitóris. - Mmm. Seu gosto é maravilhoso zahbi. Dee fechou os olhos e sorriu distraída enquanto lhe dava prazer sob os raios quentes do céu tingido de vermelho. Minutos mais tarde, quando ambos já estavam satisfeitos, lhe fez um anúncio que soaria absurdo vindo de qualquer outra mulher que não fora Dee. - Vamos ter uma menina. O corpo de Zaab se imobilizou. Levantou sua face de entre suas pernas. - Sinto muito, querida – lhe disse suavemente, enquanto esfregava com cuidado seu ventre. - Mas os dementianos só podem engendrar machos. - Vamos ter uma filha – disse Dee simplesmente, assentindo com firmeza. Zaab soprou com um meio sorriso zombador em sua face. - Suponho que se fosse possível, teria encontrado o modo de consegui-lo. Ela riu em silêncio em resposta. - Sim – E logo estendeu a mão - Sobe aqui e se deite a meu lado onde possa verte sobre meu ventre, tolo. - Tolo – grunhiu ele, subindo para ficar a seu lado. - É assim como se dirige uma Zahbi ao Amo que a ama? Ela sorriu, aconchegando-se em seu calor e descansando a cabeça sobre seu musculoso peito. Juntos dormiram sob o calor do céu tingido de vermelho.

Fim Pégasus Lançamentos

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