Weather Box By STEM For All Seasons Erasmus+ Project | Portugal
Atividades para todos os alunos!
Ideias divertidas Ă volta do tempo!
Sites com boas ideias!
Apresentação As atividades aqui presentes foram realizadas por 7 alunos do Agrupamento de Escolas de Nelas e seus orientadores no âmbito do Projeto Erasmus+...
Apresentação Este é um projeto Erasmus+, STEM For All Seasons (2016-2019), no âmbito do qual foram realizadas variadas atividades.
Apresentação Este livro contÊm algumas das atividades realizadas: propostas de tarefas criadas e implementadas por alunos para alunos
Porquê... atividades para alunos com capacidades acima da média (mas não só)?!
Tal como foi amplamente debatido no Congresso «A Aprendizagem quando nasce é para todos» organizado no âmbito deste projeto Erasmus-, a escola tem de concorrer para que todos os alunos sejam nela e com ela verdadeiramente incluídos
Contudo, tambĂŠm ĂŠ um facto que cada aluno tem as suas particularidades e necessidades.
Por isso, alunos (com capacidades acima da mĂŠdia) criaram atividades para alunos (dos 7 aos 12 anos) que desejem ir para alĂŠm do que ĂŠ dado na sala de aula
Falamos de todos os alunos... porque todos podem ir mais alĂŠm nas suas aprendizagens
O ponto de partida foi a meteorologia... por isso se chama: STEM For All Seasons!
A nossa escola adquiriu uma estação meteorológica (cujos dados podem ser consultados ao minuto em http://meteo.aenelas.edu.pt/)
que foi o ponto de partida para todas as atividades construĂdas, quer enquanto instrumento de trabalho quer enquanto tema de trabalho (o tempo).
WEATHER BOX Esta weather box integra as lesson plans construĂdas (8) e as aulas dadas
QUEM SÃO OS ALUNOS QUE CONSTRUÍRAM AS LESSON PLANS - E QUEM SÃO OS SEUS ORIENTADORES?
«A nossa atmosfera» Gonçalo Amaral (aluno) & Natalia Batista | Fernanda Tavares (professoras orientadoras)
«Os nossos vinhos» Filipa Figueiredo (aluna) & Fernanda Tavares | Natália Batista (professoras orientadoras)
«Incêndios florestais» Alexandre Marques (aluno) & Aníbal Xavier (professor orientador)
«A permanência das plantas autóctones na região tendo em atenção o clima» Érica Paiva (aluna) & Ana Lemos (professora orientadora)
«Influência do clima na seleção de castas por região» Afonso Fernandes (aluno) & Ana Paula Céu (professora orientadora)
«Energia eólica» | « Formação do vento com base no princípio das correntes de convecção» | «Construção de um anemómetro digital para estudar a localização de micro geradores de vento» Francisco Ramos | Simão Ramos (alunos) & Luís Carreiró (professor orientador)
Da equipa, faziam ainda parte as seguintes professoras (da esquerda para a direita):
Fรกtima Almeida, Rosรกlia Sofia, Teresa Martins e Maria do Carmo Sobral
O Projeto foi para além das lesson plans... Pesquisas realizadas por alunos durante 1 ano Claro: aulas preparadas e dadas por alunos (algumas por professores do Projeto) a alunos do Agrupamento de Escolas de Nelas Visitas a Instituições e Universidades relacionadas com a meteorologia Congresso sobre a Aprendizagem (https://mfffalmeida1.wixsite.com/congressopicstem) Apresentações do Projeto em Congressos nacionais e internacionais ...
Para mais informações sobre o Projeto STEM For All Seasons, consultar o site: https://mfffalmeida1.wixsite.com/we bsite
Colaboraçþes e agradecimentos
O talento vence jogos, mas sĂł o trabalho em equipa ganha campeonatos. (Michael Jordan)
Colaborações e agradecimentos: Um especial, profundo e sentido agradecimento à Fundação Lapa do Lobo (http://fundacaolapadolobo.pt/fll/) pelo facto de estar a apoiar e a financiar, desde 2012/13, o Projeto Investir na Capacidade (https://www.edufor.pt/aenelas-pic/), no âmbito do qual os 7 alunos que desenvolveram os projetos referidos nesta Weather Box cresceram em várias áreas (Ciências, Comunicação e Criatividade). O Projeto Investir na Capacidade tem contado com diversas Parcerias estruturais - Agrupamento de Escolas de Nelas, Fundação Lapa do Lobo, Câmara Municipal de Nelas, Universidade Católica de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu, Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas, Instituto Português do Desporto e da Juventude de Viseu, Centro de Formação EduFor - e ainda com colaborações anuais - às quais estamos profundamente gratos. Os alunos que entraram para a Fase de Projetos Individuais do Projeto Investir na Capacidade de 2016/17 desenvolveram, durante 30 meses (2016-2019), os seus Projetos no âmbito deste Projeto Erasmus+ STEM For All Seasons.
Agradecemos ao Centro de Formação Edufor o convite para integrarmos este Projeto Erasmus e o apoio ao longo do Projeto. Agradecemos à professora Ana Isabel Loureiro a revisão do artigo publicado em Inglês no âmbito deste projeto. Agradecemos a todos os professores do Agrupamento que abriram as portas das suas aulas para a lecionação das aulas pelos nossos alunos e para a apresentação dos seus projetos. Agradecemos a todas as Instituições que colaboraram no âmbito da investigação dos alunos e de outros momentos de aprendizagem (cf. site). Agradecemos aos professores Carla Lopes e Bruno Cardina pela informação quanto a programas que poderiam ser usados para construção de e-book. Ao professor Bruno Cardina, agradecemos ainda as gravações de aulas e da reunião transnacional em Portugal. Agradecemos a preciosa colaboração do professor Bruno Alves (elemento externo à escola) na colaboração dada na montagem do ebook.
Agradecemos às Assistentes Operacionais D. Cristina Gomes e à D. Sabina Amaral o apoio logístico facultado na reunião transnacional e em aulas dadas. Agradecemos aos Serviços Administrativos do Agrupamento o apoio. Agradecemos a todos os parceiros além fronteiras do Projeto STEM For All Seasons -Irlanda, Alemanha, Grécia e Eslovénia - que pensaram e organizaram, connosco, este Projeto, com especial ênfase para a excelente Coordenação da Irlanda. Foi uma aventura extraordinária a 5 vozes, sempre em sintonia, de várias aprendizagens. Agradecemos à Direção do Agrupamento de Escolas de Nelas o apoio incondicional durante todo o Projeto. Agradecemos a todos os alunos do Projeto STEM for All Sesons, que, com grande dedicação e empenho, tornaram este Projeto possível, e a confiança e presença dos seus pais. Agradecemos a todos os professores afetos ao Projeto STEM For All Seasons a sua/a nossa dedicação plena e presença em cada momento. Cada etapa foi um desafio superado com sucesso graças aos braços que se uniram na procura das várias soluções.
LESSON PLAN “A /
orientação Construção
do de
vento” um
cata-vento
"O
vento
e
as
dunas"
Sugestão: âmbito
da
A
atividade
pode
comemoração
Meteorologia
(23
ser
do de
Dia
realizada Mundial
março)
no da
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Matemática,
Engenharia
ANO DE ESCOLARIDADE 2.
º
ano
OBJETIVOS 1- Reconhecer que existe uma ciência que estuda fenómenos relacionados com a meteorologia. 2- Descrever as condições atmosféricas do dia, reconhecendo qual será a designação mais adequada (chuvoso, quente, frio, ventoso…).
OBJETIVOS 3- Relacionar as estações do ano com os estados do tempo característicos. 4- Reconhecer a existência do ar. 5- Relacionar o vento com o movimento do ar (correntes de ar, a sua orientação e os seus efeitos).
CONTEXTUALIZAÇÃO Em Portugal, No Programa de Estudo do Meio para o 2.º ano de escolaridade, no Bloco “À Descoberta do Ambiente Natural”, pretendese que os alunos compreendam os conteúdos relacionados com os elementos básicos do meio físico (o ar, a água, as rochas, o solo), os seres vivos que nele vivem, o clima, o relevo e os astros. Mais especificamente, os aspetos físicos do meio local: · O tempo que faz (registar as condições atmosféricas diárias). · Reconhecer alguns estados do tempo (chuvoso, quente, frio, ventoso…). · Relacionar as estações do ano com os estados do tempo característicos. · Reconhecer a existência do ar (realizar experiências). · Reconhecer o ar em movimento (vento, correntes de ar…).
ATIVIDADE 1 “Qual
a
orientação vento” Construção
do
/ de
cata-vento.
um
MATERIAL NECESSÁRIO · · · · · · · · ·
Copo de iogurte Lápis com borracha na ponta Um alfinete 1 palhinha Cartolina Fita cola Tesoura Agrafador Base de papel com rosa dos ventos desenhada.
PROCEDIMENTO o Dialogar com os alunos sobre o vento e a sua orientação. o Fornecer o relatório orientado da atividade a desenvolver. o Fornecer uma cartolina com a rosa dos ventos. o Construir um cata-vento. o Observar o efeito do vento. o Registar os dados observados. o Analisar os dados.
FICHA
ATIVIDADE 2 “O
vento
e
dunas”
as
MATERIAL NECESSÁRIO
· Areia fina · Tabuleiro · Secador de cabelo Vegetação
PROCEDIMENTO o Atividade realizada pelo docente com a colaboração dos alunos. o Dialogar com os alunos sobre o vento e os seus efeitos. o Fornecer o relatório orientado da atividade a desenvolver. o Observar o efeito do vento. o Registar os dados observados. o Analisar os dados.
FICHA
FICHA
FICHA
FICHA
FICHA
AVALIAÇÃO o É dada uma ficha que acompanha a atividade, a qual, para além de dar instruções sobre as atividades que vão sendo realizadas, permite avaliar o grau de compreensão dos conteúdos trabalhados.
HANDS ON TECNOLOGY
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LESSON PLAN “Relação
entre
germinação
e
temperatura"
Sugestão:
A
Mundial Internacional da Dia
atividade da
Árvore
do
pode (21
Fascínio
Conservação Internacional
das da
ser
de
das
Plantas
realizada
março),no
de
Biodiversidade
maio) (22
Dia
Dia
Plantas/Dia (18
no
Mundial ou
de
no
maio)
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Matemática
ANO DE ESCOLARIDADE 1.
º
ao
5.
º
(adaptando
os
materiais)
OBJETIVOS
1- Conhecer a área do Concelho 2- Localizar o Concelho no mapa do país
OBJETIVOS
3- Conhecer exemplos de plantas existentes no Concelho 4- Distinção entre mancha florestal e plantas cultivadas
OBJETIVOS 5- Saber os fatores que determinam o clima 6- Analisar o tempo na localidade, com base nos registos da Estação Meteorológica
CONTEXTUALIZAÇÃO Desde sempre o Homem teve a capacidade de habitar todos os continentes. As plantas também! Carvalhos, azinheiras, sobreiros, pinheiros, são espécies autóctones ou nativas, portuguesas. As nossas espécies estão a ser prejudicadas pelas espécies que o Homem transporta, quer para fins ornamentais, quer para fixação dos solos. Nos terrenos pobres em nutrientes, a presença do azoto e sua fixação vai provocar alterações na comunidade de seres vivos, transformando os ecossistemas. Não temos noção de como essas espécies se vão adaptar aos nossos ecossistemas.
CONTEXTUALIZAÇÃO Por exemplo a mimosa, Acacia dealbata, primeiro exótica e trazida para Portugal na década de 30, do século XX para segurar as dunas e evitar que as areias invadissem terrenos agrícolas,rapidamente se transformou em invasora. Espécie naturalizada com elevada taxa de reprodução e que é capaz de colonizar áreas afastadas da zona inicial de introdução, adaptou-se incrivelmente bem aos nossos ecossistemas, modificando-os e ameaçando-os assim como à biodiversidade. É considerada uma das piores espécies invasoras em ecossistemas terrestres em Portugal Continental formando povoamentos muito densos que impedem o desenvolvimento da vegetação nativa.
CONTEXTUALIZAÇÃO As espécies invasoras são atualmente um dos principais fatores de perda de biodiversidade no planeta, e Portugal não é exceção. Segundo Cristina Máguas (professora do departamento de Biologia Vegetal da Universidade de Lisboa), a questão das plantas invasores é um problema global cuja resolução tem de acontecer a nível local. Acrescenta que nos locais onde encontramos acácias, estas não deixam crescer mais nada - nem mesmo os eucaliptos!
MATERIAL NECESSÁRIO
5 vasos 5 termómetros de solo 25 feijões demolhados pá de jardinagem terra de cultivo copo graduado
PROCEDIMENTO
1- Dar a conhecer a estrutura de uma semente (cotilédones e embrião) 2- Colocar terra em cada vaso 3- Semear 4 feijões em cada vaso 4- Regar cada vaso com a mesma quantidade de água
PROCEDIMENTO
5- A água é recolhida sempre do mesmo local 6- Colocar em cada vaso um termómetro 7- Após quinze minutos registar a temperatura de cada vaso
PROCEDIMENTO
8- Colocar os vasos em diferentes locais da escola 9- Recolher os dados da Estação Meteorológica nos dias de rega e antes de esta acontecer
RECOLHA DE DADOS 1. Relacionar a temperatura e a humidade (regar) com o tempo de germinação de cada semente e com o local onde o vaso foi colocado. 2. Relacionar o ponto um com os dados recolhidos na Estação. 3. Construção de uma grelha de análise de dados.
FICHA
FICHA
FICHA
FICHA
FICHA
FICHA
AVALIAÇÃO o É dada uma ficha que acompanha a atividade, a qual, para além de dar instruções sobre as atividades que vão sendo realizadas, permite avaliar o grau de compreensão dos conteúdos trabalhados.
HANDS ON TECNOLO GY
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LESSON PLAN “A
influência
do
clima
na
qualidade
do
vinho"
SugestĂŁo:
A
Europeu
atividade do
pode
Enoturismo
ser (11
realizada
de
no
novembro)
Dia
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia
ANO DE ESCOLARIDADE 2.
º,
3.
º
e
4.
ºs
anos
OBJETIVOS 1- Compreender a noção de temperatura ambiente 2- Conhecer a noção de precipitação 3- Conhecer a influência da temperatura e da precipitação na ocorrência de meses frios, quentes, secos e húmidos
OBJETIVOS 4- Analisar um gráfico termopluviométrico 5- Identificar, com base num gráfico termopluviométrico, períodos secos e húmidos
OBJETIVOS
6- Compreender a influência da temperatura e da precipitação na qualidade do vinho.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Componente teórica da aula
CONTEXTUALIZAÇÃO A temperatura ambiente é a temperatura do ar de um determinado local. Precipitação é toda a água no estado líquido ou sólido na forma de neve e isso resulta devido à condensação do vapor de água que está localizado na atmosfera. Um gráfico termopluviométrico representa a temperatura e a precipitação registadas num local durante o período de um ano. Os gráficos termopluviométricos têm valores diferentes de acordo com o clima. A linha vermelha refere-se à variação de temperatura. As barras azuis correspondem à precipitação.
CONTEXTUALIZAÇÃO Na nossa região, em geral os meses mais frios também correspondem aos meses em que ocorrem as maiores chuvas e os meses mais quentes, aos meses mais secos. As condições climáticas verificadas num local condicionam muito a agricultura, portanto há mais ou menos definidos os melhores horários para a realização de certas tarefas agrícolas. Por exemplo, a poda (corte de varas) e o empa (amarrar as varas aos arames) das videiras ocorrem no inverno.
CONTEXTUALIZAÇÃO A qualidade de um vinho é influenciada por vários fatores, tais como: • A maneira como as uvas são cultivadas e colhidas; • Práticas enológicas realizadas (tratamento de vinhos); • A quantidade de chuva; • Variações de temperatura; • O tipo de solo; • O relevo e altitude.
CONTEXTUALIZAĂ‡ĂƒO
Todos esses fatores influenciam a qualidade do vinho, pois fazem com que os vinhos tenham cores, aromas e sabores diferentes.
CONTEXTUALIZAÇÃO
As condições climáticas de um local influenciam o amadurecimento das uvas, bem como de todas as frutas em geral. À medida que as uvas amadurecem, reduzem o seu nível de acidez e aumentam o nível de açúcar.
CONTEXTUALIZAÇÃO Além da luz solar e do calor, a produção de uvas e a qualidade do vinho produzido também são influenciadas pelo volume e distribuição das chuvas ao longo do ano. Chuvas intensas no período de colheita podem prejudicar a qualidade das uvas, diminuindo os níveis de açúcar e aumentando o risco de fungos e doenças.
CONTEXTUALIZAÇÃO O calor durante o dia é benéfico para a uva amadurecer adequadamente, enquanto o fresco da noite permite que a videira repouse, mantendo maior acidez e frescura das uvas. Isso faz com que os produtores nas regiões mais quentes procurem terrenos de altitude - onde as noites são mais frescas -, alcançando um equilíbrio ideal entre as temperaturas diurna e noturna.
CONTEXTUALIZAÇÃO Por todas estas razões, é muito importante conhecer o clima de cada localidade. Na nossa região, os responsáveis pelas vinhas têm à disposição os dados da nossa ESTAÇÃO METEOROLÓGICA (e há já responsáveis que os estão a utilizar) http://meteo.aenelas.edu.pt/
MATERIAL NECESSÁRIO
Computador; Apresentação em Power Point; Caneta; Lápis; Borracha; Dados da Estação Meteorológica de Nelas Grupo de Escolas (http://meteo.aenelas.edu.pt
METODOLOGIA
PARTE 1 Construção da atividade | Etapas
METODOLOGIA
Questionar os alunos sobre o conceito de Temperatura e de Precipitação. Definir gráfico termopluviométrico. Distribuir uma pequena ficha de trabalho, para acompanhar a apresentação com a resposta a determinadas questões.
METODOLOGIA Construir o gráfico termopluviométrico utilizando o arquivo excel e a colaboração dos alunos que ditarão os valores de precipitação e temperatura para a região de Nelas usando os dados encontrados na tabela da planilha. Responder às questões 2, 3 e 4 do cartão.
METODOLOGIA
Perguntar aos alunos sobre os fatores que podem influenciar a qualidade de um vinho. Apresentação da animação do Scratch sobre o ciclo biológico da videira. Responder à questionar n.º 5 da ficha e conclusão da lição
METODOLOGIA PARTE II Recolha de dados
METODOLOGIA
Após a recolha dos dados da estação meteorológica para o ano de 2017, eles serão inseridos pelos alunos numa tabela excel e o gráfico será construído simultaneamente.
METODOLOGIA PARTE III Anรกlise de resultados
METODOLOGIA
Os dados no gráfico são analisados pelos alunos, que também preenchem uma ficha de trabalho.
FICHA
FICHA
AVALIAÇÃO o É dada uma ficha que acompanha a atividade, a qual, para além de dar instruções sobre as atividades que vão sendo realizadas, permite avaliar o grau de compreensão dos conteúdos trabalhados.
AVALIAÇÃO
HANDS ON TECNOLOGY
Podes descrever o ciclo do vinho: desde a colheita à garrafeira Vai a https://www.cateater.com/, descarrega a aplicação e... diverte-te!
HANDS ON TECNOLOGY Podes tambĂŠm fazer como a aluna que desenvolveu este projeto, e que deu aulas sobre o mesmo a colegas mais novos, que narrou o ciclo do vinho com o STORYO (https://kids.pplware.sapo.pt /apps/storyo-2-0-a-appportuguesa-que-criafilmes-com-fotografias/)
INFLUÊNCIA DO CLIMA NA SELEÇÃO DE CASTAS POR REGIÃO
Lesson plan
SugestĂŁo:
A
atividade
Internacional
do
pode
Vinho
do
ser
realizada
Porto
(27
de
no
Dia
janeiro)
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
tecnologia
ANO DE ESCOLARIDADE 4.
º
ano
OBJETIVOS
1. Identificar as regiões de Portugal. 2. Localizar as regiões vitícolas de Portugal. 3. Caracterizar o clima predominante nas diferentes regiões.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Após uma breve revisão da literatura sobre o tema abordado, foi realizado um trabalho teórico, onde se caracteriza o clima em Portugal e as regiões que o constituem, sobre o qual o aluno falou na sua aula.
CONTEXTUALIZAÇÃO De acordo com a divisão do país em regiões vinícolas, foram identificadas as variedades predominantes de uvas, as características sensoriais dos vinhos produzidos por elas e a fenologia em cada região, informação partilhada nas aulas dadas.
MATERIAL NECESSร RIO
Computador Projetor Telemรณvel Ficha.
METODOLOGIA Após uma breve exploração de alguns dos conteúdos sobre o clima e a sua influência nas castas e consequente influência nos vinhos, os alunos são convidados a participar num pequeno jogo, por equipas, com perguntasrespostas, sobre o conhecimento que adquiriram anteriormente. Por último, eles terão de resolver individualmente uma ficha e avaliar a lição.
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
FICHA
FICHA
HANDS ON TECNOLOGY
Afonso: Ciclo - da cepa à uva
https://www.c ateater.com/
LESSON PLAN «Incêndios florestais»
SugestĂŁo:
A
atividade
Internacional
do
Mundial
pode
Bombeiro da
Terra
ser
(4
realizada
de
(22
maio)
de
ou
abril)
no
Dia
no
Dia
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências
ANO DE ESCOLARIDADE 4.
º
ano
OBJETIVOS
Sensibilizar os alunos para o seguinte: Causas dos incêndios; Como preveni-los; O que fazer durante um incêndio; O que fazer depois de um incêndio
CONTEXTUALIZAÇÃO
Tendo em conta que a problemática dos incêndios tem ocupado e preocupado toda a sociedade portuguesa;
CONTEXTUALIZAÇÃO
Tendo bem vivas na nossa memória as imagens dos fatídicos dias 15 e 16 de outubro de 2017;
CONTEXTUALIZAÇÃO
O aluno-professor achou ser pertinente falar sobre este assunto para crianças, de forma necessariamente simplifucada e lúdica, com o objetivo de incutir nelas os cuidados fundamentais para com a floresta e prevenção de incêndios.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Relação com a Meteorologia: Estação quente e seca: agrava-se Outono e inverno, húmidos favoráveis ao crescimento de combustível vegetal! O aumento, ainda que ligeiro, das temperaturas em Nelas confirmam que o aquecimento global é real
MATERIAL NECESSARIO
Cartolina, Lápis e plástico, Dados, Pins, Cartões para sortear questões, Lista de questões e respostas que se pretende esclarecer, caso as crianças tenham maiores dúvidas
MATERIAL NECESSARIO
O jogo da Glória foi previamente construído e levado para as aulas dadas
METODOLOGIA
O aluno-professor e o orientador de projeto apresentam-se à turma, contextualizando a atividade, no âmbito do Projeto STEM For All Seasons;
METODOLOGIA
O alunoprofessor explica o que significa o acrรณnimo STEM;
PROCEDIMENTO O alunoprofessor apresenta o jogo, referindo as regras: Os alunos vĂŁo dividir-se em trĂŞs grupos
METODOLOGIA
Cada aluno joga, à vez, os dados, avançando os pins quantas casas os dados indicarem;
METODOLOGIA
Cada casa tem perguntas às quais os alunos que lançaram os dados têm de responder;
METODOLOGIA
Há casas que representam avanços no jogo e outras, recuo; Ganha quem chegar primeiro à última casa (a Glória).
FICHA
AVALIAÇÃO
No final, os alunos preenchem uma ficha de avaliação
Conheces este Website? https://scratch.mit.edu/, https://www.wikihow.com/C reate-a-Stop-MotionAnimation
LESSON PLAN «Constituição da atmosfera»
Sugestão:
A
atividade
Internacional
das
pode
ser
Alterações outubro)
realizada
Climáticas
no (23
Dia de
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Engenharia,
Matemática
ANO DE ESCOLARIDADE 5.
º
ano
OBJETIVOS
1. Aprender que a atmosfera é dividida em camadas. 2. Conhecer algumas das características das camadas da atmosfera. 3. Perceber a dimensão da atmosfera e do planeta Terra, na realidade. 4. Saber o que pode ser encontrado em cada camada da atmosfera. 5. Conhecer a altitude e a temperatura das diversas camadas.
CONTEXTUALIZAÇÃO Alguns assuntos de pesquisa, sobre os quais o aluno falou nas aulas que lecionou, foram os seguintes: Camadas da atmosfera; Camada de ozono; Efeito de estufa; Como é um balão estratosférico/meteorológico
CONTEXTUALIZAÇÃO
Como varia a temperatura à superfície terrestre; Como varia a temperatura na atmosfera.
CONTEXTUALIZAÇÃO Para poder lecionar as suas aulas, o aluno fez uma recolha de dados ao longo de 2017
MATERIAL NECESSÁRIO
Maquete, já construída pelo aluno-professor.
METODOLOGIA 1. O aluno-professor apresenta-se, contextualizando esta aula e o que pretende lecionar (falar sobre a atmosfera terrestre). 2. O aluno-professor explicarรก o que estรก representado no seu modelo e as escalas do globo e da atmosfera.
METODOLOGIA 3. O aluno-professor explicará as características de cada uma das camadas da atmosfera, incluindo altitudes e temperaturas. 4. Os alunos irão interagir com o alunoprofessor durante toda a aula.
METODOLOGIA
5. Os alunos irão preencher um pequeno questionário que pretende recolher a avaliação, qualitativa e quantitativa, do grau de satisfação com esta experiência.
CONSTRUÇÃO DA ATIVIDADE O aluno-professor reflete:
CONSTRUÇÃO DA ATIVIDADE "No começo, eu idealizei o que queria fazer. As ideias iniciais mantiveram-se, mas com alguns pequenos detalhes que foram adicionados. A simulação envolvia muito trabalho a ser feito, quer da minha parte quer de outras pessoas, em casa. No final, tudo valeu a pena e gostei do resultado final. "
RECOLHA DE DADOS
A recolha de dados foi feita atravĂŠs das fichas informativas que o aluno-professor fez para os alunos concluĂrem durante a aula.
RECOLHA DE DADOS A maioria dos alunos demonstrou que realmente aprendeu naquela classe; na verdade, as respostas estavam corretas nas duas turmas onde foi lecionada esta aula.
ANÁLISE DOS RESULTADOS | AVALIAÇÃO O aluno-professor deu aos alunos cartões para preencherem no final da aula, onde avaliaram a turma numa escala de 1 a 5 e escreveram um pouco sobre o que encontraram. O resultado foi muito positivo porque a maioria deu 5 e achou o assunto interessante.
FICHA
FICHA
HANDS ON TECNOLOGY
Construção do ciclo do
OZONO https://www.cateater.com/
LESSON PLAN «O
vento
»
SugestĂŁo:
A
atividade
Mundial
do
pode
Vento
ser (15
realizada
de
junho)
no
Dia
1
Atividade Energia Eรณlica
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Engenharia
ANO DE ESCOLARIDADE 2.
º,
3.
º
e
4.
º
anos
OBJETIVOS
1- Produzir eletricidade por frição entre objetos. 2- Produzir eletricidade utilizando um gerador eólico. 3- Realizar experiências simples com lâmpadas, fios e outros materiais condutores e não condutores, utilizando o gerador eólico. 4- Construir circuitos elétricos simples.
CONTEXTUALIZAÇÃO A atividade consiste em utilizar os dados relativos à orientação e velocidade do vento, recolhidos na estação meteorológica, como ponto de partida para a possibilidade de utilizar a energia eólica na produção de energia elétrica.
CONTEXTUALIZAÇÃO Esta atividade foi implementada, pelos alunos do STEM For All Seasons, numa aula do 4ºano (1ºCiclo), utilizando uma metodologia de trabalho laboratorial; foram construídos circuitos elétricos simples (lâmpada, interruptor, fios de ligação e gerador eólico) para testar a influência da velocidade do vento na produção de energia elétrica.
MATERIAL NECESSÁRIO Fios de ligação Interruptores Lâmpadas Gerador eólico (construído pelos alunos do Projeto Erasmus+ STEM For All Seasons) Anemómetro (construído pelos alunos do Projeto Erasmus+ STEM For All Seasons)
METODOLOGIA Parte I: A atividade foi desenvolvida numa aula do 4ºano, pelos alunos do Projeto Erasmus+ STEM For All Seasons (Portugal), sob a forma de atividade laboratorial: os alunos do 4ºano procedem à montagem de um circuito elétrico simples (lâmpada, interruptor, fios de ligação e gerador eólico) e testam a influência da velocidade do vento (medida no anemómetro) na produção de energia elétrica.
METODOLOGIA Parte I: Montagem de um circuito elĂŠtrico
METODOLOGIA
Parte I: Montagem de um circuito elĂŠtrico
METODOLOGIA Parte II: recolha de dados Posteriormente são analisados os dados, obtidos pela estação meteorológica, e selecionados os melhores dias para a produção de energia elétrica.
METODOLOGIA Parte III: anรกlise dos resultados
2
Atividade Formação do vento baseada no princípio das correntes de convecção
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Engenharia
ANO DE ESCOLARIDADE 4.
º
ano
O QUE SÃO CORRENTES DE CONVECÇÃO?
1. Esquema da formação das correntes de convecção
O QUE SÃO CORRENTES DE CONVECÇÃO?
2. Modelo físico do interior da Terra
O QUE SÃO CORRENTES DE CONVECÇÃO?
As correntes de convecção são correntes geradas pelo movimento do magma na Astenosfera.
O QUE SÃO CORRENTES DE CONVECÇÃO?
O magma encontra-se a altas temperaturas, no estado pastoso, e a uma grande pressão.
O QUE SÃO CORRENTES DE CONVECÇÃO?
A diferença de temperatura entre a superfície da Terra e o seu núcleo movimentam o magma, dando origem às correntes de convecção.
COMO SE FORMA O VENTO?
O vento forma-se da mesma maneira que as correntes de convecção, só que, ao contrário destas, que se formam em líquidos ou no magma, o vento forma-se no ar.
COMO SE FORMA O VENTO?
O vento é formado pela colisão de duas massas de ar atmosférico de pressões e temperaturas distintas. O ar viaja da baixa pressão (ar quente) para a alta pressão (ar frio).
COMO SE FORMA O VENTO?
3. Esquema da Formação dos Ventos
O QUE PLANEÁMOS FAZER? Planeamos realizar uma experiência com os alunos das turmas do 4º ano sobre a formação do vento, baseado nas correntes de convecção, parecido às experiências dos links: https://www.youtube.com/watch?v=u-mFMUEaGQ https://www.youtube.com/watch? v=dkZaiedR_ww
MATERIAL NECESSĂ RIO
corantes vermelho e azul x-ato papel plastificado colorido dois grampos.
MATERIAL NECESSÁRIO
um aquário de 40l dois recipientes de acrílico água à temperatura ambiente água quente gelo
METODOLOGIA
1. Começar por encher o aquário com água à temperatura ambiente até ¾. 2. Cortar pequenos orifícios nas caixas e colocá-las semisubmersas, fixadas com grampos em lados opostos do aquário.
METODOLOGIA
3. Corar a água quente de vermelho. 4. Congelar água com corante azul, em pequenos cubos (congelar previamente). 5. Inserir o papel plastificado no centro do aquário.
METODOLOGIA
6. Colocar o gelo corado num dos recipientes. 7. Verter água quente vermelha no outro recipiente. 8. Observar os resultados.
ESQUEMA DA MONTAGEM DA EXPERIÊNCIA
3
Atividade Geração eólica
ÁREAS DISCIPLINARES Ciências,
Tecnologia,
Engenharia
ANO DE ESCOLARIDADE 4.
º
ano
OBJETIVOS
1. Explicar aos alunos do 4º ano, de uma forma simples mas aprofundada, como funciona um aerogerador e, consecutivamente, como se gera eletricidade a partir do vento.
OBJETIVOS
2. Mostrar um micro aerogerador em funcionamento numa maquete reaproveitada, inicialmente proporcionada pela Escola Secundária de Nelas
OBJETIVOS
3. Perceber o grau de compreensão dos alunos relativamente às explicações dadas (pelos alunos-professores) através da aplicação de um questionário
ETAPAS
1. Apresentação 2. Explicação da formação dos ventos 3. Dinâmica perguntaresposta 4. Aplicação do questionário
PARTE TEÓRICO-PRÁTICA DA AULA
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FICHA
HANDS ON TECNOLOGY Construção do ANEMÓMETRO
METODOLOGIA Para a construção do anemómetro, há que seguir várias etapas
Por que razão foi útil a construção do anemómetro no âmbito das aulas dadas?
O anemómetro construído foi útil para demonstrar ao público-alvo (alunos de 4.º ano), a quem lecionámos as aulas (Lesson Plans), como a intensidade e a velocidade do vento influenciam a produção de energia elétrica a partir da força do vento.
ETAPAS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM ANEMÓMETRO O rotor O veio e a união do rotor e do veio A pega e a união da secção superior à pega Calibração e instalação do tacómetro na pega, o sensor abaixo do rotor e um íman no rotor para marcar a rotação
CONSTRUÇÃO DO ROTOR MATERIAL NECESSÁRIO
Dremel; Secção metálica cilíndrica; 4 taças plásticas circulares; 12 porcas roscadas; 4 parafusos.
CONSTRUÇÃO DO ROTOR PASSOS NECESSÁRIOS
Furar 4 furos na tampa à mesma altura no formato de uma cruz, cuja interseção forma quatro ângulos de 90º. Furar as quatro taças. Inserir os parafusos pelos buracos feitos.
CONSTRUÇÃO DO ROTOR PASSOS NECESSÁRIOS Inserir uma porca por cada parafuso, seguidas de uma taça. Inserir outras duas porcas de modo a bloquear as taças, de preferência a um ângulo de 90º com a concavidade na horizontal em relação ao ângulo. Confirmar a instalação, sendo que as taças não devem sair dos parafusos.
CONSTRUÇÃO DO VEIO MATERIAL NECESSÁRIO
Vara de metal roscada Dremel 2 Porcas de autobloqueio 2 Rolamentos
CONSTRUÇÃO DO VEIO PASSOS NECESSÁRIOS Utilizando o Dremel, perfurar o centro da secção metálica de modo a encaixar os rolamentos. Inserir os rolamentos na vara roscada, sendo que um fica sobre o outro. Inserir a vara roscada, e consequentemente os rolamentos, no orifício da secção, deixando os rolamentos rodar livremente.
CONSTRUÇÃO DO VEIO PASSOS NECESSÁRIOS Apertar os rolamentos contra a secção metálica com as porcas de autobloqueio, deixando os rolamentos rolar livremente acima e abaixo da secção. Os rolamentos têm de ficar bem apertados. Confirmar que o rotor não tem resistência ao rodar e que não vai sair do veio.
CONSTRUÇÃO DA PEGA MATERIAL NECESSÁRIO
Secção de um tubo metálico Secção de uma mola helicoidal Suporte metálico para parafusos Porca de autobloqueio
CONSTRUÇÃO DA PEGA PASSOS NECESSÁRIOS Unir a parte superior do tubo à mola helicoidal. Unir a parte inferior do tubo ao suporte de parafusos. Utilizando uma porca de autobloqueio, unir a pega finalizada ao veio pela parte inferior do suporte. Confirmar que o rotor roda livremente após a instalação.
INSTALAÇÃO DO TACÓMETRO E CALIBRAÇÃO | MATERIAL
Zip-ties Tacómetro central Sensor do tacómetro Íman
INSTALAÇÃO DO TACÓMETRO E CALIBRAÇÃO | PASSOS Utilizando zip-ties, segurar o módulo central à pega. Instalar o sensor num prolongamento da pega, criado utilizando uma peça metálica em forma de L, que se estende até ao centro das taças.
INSTALAÇÃO DO TACÓMETRO E CALIBRAÇÃO | PASSOS
Instalar um íman numa das taças, de modo a passar por cima do sensor, e, para equilibrar as outras, instalar contrapesos com uma massa semelhante.
INSTALAÇÃO DO TACÓMETRO E CALIBRAÇÃO | PASSOS
Seguindo as instruções do manual, configurar o tacómetro. Verificar os valores com os indicados na estação meteorológica e calibrar caso seja necessário. Ter em conta que o valor não pode ter um erro maior do que 3 km/h.
Lesson plan CONHECER A NOSSA...
OBJETIVOS
Saber o que significa STEM Conhecer o tipo de informação dado por uma estação meteorológica, como a que existe na nossa escola, adquirida no âmbito do Projeto STEM For All Seasons.
ÁREAS DE COMPETÊNCIA DO PERFIL DO ALUNO
Esta atividade permite o desenvolvimento das seguintes áreas de competência: Informação e comunicação Relacionamento interpessoal Saber científico, técnico e tecnológico
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS DA DISCIPLINA DE ESTUDO DO MEIO(3.ยบ E 4.ยบ ANOS)
Esta atividade permite trabalhar as seguintes AE
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS DA DISCIPLINA DE ESTUDO DO MEIO(3.ยบ E 4.ยบ ANOS)
Identificar objetos tecnolรณgicos, utilizados no presente.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS DA DISCIPLINA DE ESTUDO DO MEIO(3.º E 4.º ANOS)
Reconhecer a importância da evolução tecnológica para a evolução da sociedade, relacionando objetos, equipamentos e soluções tecnológicas com diferentes necessidades e problemas do quotidiano.
MATERIAL NECESSARIO Estação meteorológica
MATERIAL NECESSARIO Questionário pré
MATERIAL NECESSARIO Questionรกrio pรณs
MATERIAL NECESSARIO Ficha de trabalho
MATERIAL NECESSARIO Ficha de trabalho
MATERIAL NECESSARIO Ficha de trabalho
METODOLOGIA
Os alunos preenchem o questionário prévio
METODOLOGIA Os alunos reúnem-se em grupos; Os professores distribuem a ficha de trabalho, que será preenchida com o recurso à análise atenta da informação contida na Estação Meteorológica, em grupo; Os alunos preenchem o questionário final.
HANDS ON TECNOLOGY Construção de uma Estação Meteorológica
Se não puderes comprar uma estação meteorológica, podes fazê-la!
PROGRAMA Arduino one (https://www.arduino.cc/)
O QUE MEDE ESTA ESTAÇÃO Os sensores medem: Temperatura Pressão atmosférica Humidade relativa Índice UV Potência solar Qualidade do ar Altitude
PROGRAMA Teve como inspiração a formação realizada na Irlanda (no âmbito deste projeto) onde foi apresentado um pequeno robot construído com base no arduino one.