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A ALMA

ATADA NA

GAITA


Vinícius Brum

songbook luiz carlos borges

A ALMA

ATADA NA

GAITA

2016


Biografia: Vinícius Brum Partituras - Transcrições: Gerson Antunes, Lucas Araújo e Daniel Castilhos Partituras - Revisões: Lucas Araújo, Daniel Castilhos e Luiz Carlos Borges. Ilustrações: Tadeu Martins Produção: Búfalo Produções Produção Executiva: Elizeu Luiz Ferro / Plus Produtora Direção Geral: Émerson Maicá Coordenação: Andressa Camargo Revisão textual: Luiz Ourique Borges / Luiz Carlos Borges Direção de Arte: Juliano J. Renz e Jairo A. Renz Design Gráfico (Diagramação): Camila Provenzi Fotografias: O arquivo fotográfico de Luiz Carlos Borges conta com fotos de: Estúdio Luconi, Jací, Foto Santa Inês, Foto Líder, Luiz Ávila, Emílio Pedroso, Paulo de Araújo, Juarez Fonseca, Vinícius Brum, SESC São Paulo, Dulce Helfer, Andressa Camargo, Estação Filmes, Mara Abreu/Jornal A Razão Galeria 50 anos de Música: Fotos da Estação Filmes e Paulo de Araújo.

Dedicatória Dedico este trabalho em forma de “livro/Songbook”, aos tantos amigos que dispensaram um pouco do seu tempo e atenção, ao longo desta caminhada. Aos meus filhos Luís Adriano, Naiana, Sibelle, Luizinho e Gregório. Aos meus netos João, Maria, Luís Adriano Filho, Pedro e Mia Flor.

Músicas disponíveis no site: Gravadas e mixadas na LCB Produtora, em Porto Alegre, por Yuri Menezes. Sociedade Vicente Pallotti – Gráfica Pallotti de Santa Maria Rua Padre Algiro Roggia, 115 - Santa Maria RS

Aos meus saudosos pais Cristina e Vergilino, que foram sem dúvida, os maiores aliados que tive durante os primeiros vinte e cinco anos desta trajetória. Finalizando, dedico este trabalho aos meus queridos irmãos Antonio (em memória), Izolete, Ernando, Albino, Irenita e Maria Terezinha (em memória), que sempre

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Biblioteca Pública do Estado do RS, Brasil) B893a

Brum, Vinícius. A alma atada na gaita: songbook Luiz Carlos Borges. / Vinícius Brum. -- Porto Alegre : Búfalo produções, 2016. 216 p. ISBN 978-85-93105-00-5 1. Borges, Luiz Carlos : Biografia. 2. Rio Grande do Sul: música. I. Título. CDU: CDU: 929 (BORGES)

apoiaram e seguem fortalecendo meus passos como verdadeiros irmãos, amigos e grandes parceiros.

Luiz Carlos Borges Porto Alegre, Junho de 2016.


Música. O que é isso que nos toca?

Agradecimento

Não é só uma composição de notas, arranjos, ritmos. É som feito de história, paisagens, pessoas. Captado por todos os cantos, por todos os poros. Misturado e reinventado por todos os sentidos. Essa música que nos toca é universal. É de todos e é de cada um. Aproxima e aquece. Expressa e conecta. Vibra e ecoa. Transforma.

ӰӰ Agradeço a Deus pelos dons da vida e da música, pela saúde, pelos bons amigos e pessoas de fé que me rodeiam e pela oportunidade concedida de sonhar e realizar.

Nós, brasileiros, trazemos uma música feita de muitas músicas.

ӰӰ Agradeço a parceria da Búfalo Produções nas pessoas dos amigos Émerson Maicá

De somas, trocas, encontros. Música-diversidade. Música-identidade.

e Elizeu Ferro que, depois de uma animada conversa comigo e Andressa, levaram

Que, quanto mais se mistura, mais se expande.

adiante a inscrição deste projeto no Edital da Natura.

Esse encontro íntimo e universal que a música é capaz de promover revela nossa própria essência. É esta experiência que queremos valorizar e ampliar.

ӰӰ Agradeço a atenção, o esmero, o trabalho e a dedicação da minha querida esposa e amiga Andressa Camargo, não só por acreditar em mim e no meu trabalho, mas por comprometer-se com a obra e com o que propõe e pretende este projeto.

natura musical

ӰӰ Agradeço ao meu amigo do peito, irmão de fé no festival da Barranca, parceiro

nos encontramos na música

em muitas canções, companheiro de estrada que sempre soube opinar quer fosse ao tempo das mais acirradas discussões na busca de um caminho, quer seja somando

O projeto A alma atada na gaita: songbook Luiz Carlos Borges é patrocinado pela Natura,

sonhos e rumos dentro dos conceitos que acreditamos. Grande compadre Vinícius

por meio de seu programa cultural Natura Musical.

Brum, mestre em literatura que aqui não só empresta sua capacidade e conhecimento, mas que também deixa sua alma se atar à minha gaita, para enriquecer esta obra.

Saiba mais sobre este e outros projetos em: www.naturamusical.com.br

ӰӰ Agradeço, reconhecido, o trabalho sério e dedicado do amigo Gerson Antunes que encarou ouvir umas quinhentas composições para selecionar e colocar na pauta as canções que aqui estão. ӰӰ Agradeço ao Lucas Araújo, jovem músico, que com muita competência fez a revisão das músicas com letra, escreveu as partituras de mais quatro canções e cifrou uma por uma. ӰӰ Agradeço ao competente Daniel Castilhos que revisou todas as partituras das músicas instrumentais e transcreveu o tema Forrógutti. ӰӰ Agradeço ao Luizinho (Luiz Ourique Borges), pela parceria na revisão geral de todo o texto biográfico do livro.


ӰӰ Agradeço ao especial amigo Yuri Menezes do Nascimento, grande violonista meu parceiro de muitas horas de música por dia, que aqui empresta sua habilidade como técnico de gravação e mixagem das canções (disponíveis online) que fazem parte

Sumário

deste projeto. ӰӰ Agradeço ao excelente Tadeu Martins que com seus desenhos ilustra o livro e com tela feita, especialmente, para esta oportunidade, dá vida à capa do trabalho. ӰӰ Agradeço a Lei de Incentivo a Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (LIC), que através de renúncia fiscal, apoia e patrocina projetos culturias. Finalizando, agradeço a Natura pela forma com que recebeu este trabalho e também, muito especialmente, pelo que vem fazendo pela cultura brasileira ao longo de vários anos, descobrindo, oportunizando, lançando, apresentando, revitalizando e incentivando artistas para uma caminhada bonita e segura.

Luiz Carlos Borges Porto Alegre, Junho de 2016.

11  Dos Gaúchos para o Mundo 15  O Milagre de Dorotéia 21  Muitos Caminhos para a Mesma Estrada 24  Atando a Alma na Gaita 27  Fuga ao Chamamé 35  Os Irmãos Borges 39  A Luz no Osso da Tropa 44  O Nó que Não Desata 69  A Luz se Chama Música 72  50 Anos de Música 78  Discografia


96 Partituras

A Copla de Assoviar Solito  97 Andressa  100

Cadê o Alencar  103 Cavalo Crioulo  108

Dos Gaúchos para o Mundo

Coração de Gaiteiro  111 De Véio pra Véio  116

Encontro com a Milonga  123

Ao se traçar uma linha evolutiva de qualquer processo humano, depara-se quase

Estórias de Dom Lagarto  130

que deflagre, que inaugure, que descortine a sucessão dos acontecimentos. Tratando-

Fogo Simbólico  137

em qualquer investigação análoga. Portanto qualquer fixação de origem, que permita

Forrogutti  148

jornalista Juarez Fonseca em seu trabalho A música regional gaúcha – apontamentos

Luizinho  154

do Sul são os dos jesuítas nas Missões. Há um livro sobre o tema, A Música das Missões

Era uma vez o que se viu  127

sempre com a dificuldade de demarcação de uma origem, de um instante primordial

Florêncio Guerra  133

se da canção regional gaúcha, tal empreendimento não se mostra mais fácil do que é

Forró nas Missões  144

alguma clareza de abordagem, será sempre provisória. Como relata o pesquisador e

Ingrata  151

para uma história: os primeiros registros musicais no território do atual Rio Grande

Mais um Inverno  156

Jesuíticas nos Séculos XVII e XVIII, publicado em 1988 pelo músico e pesquisador gaúcho

Mi Hijo me há Pedido um Chamamé  158 Missioneira  160

Na Beira do Aguapey  162

Jorge Hirt Preiss. Ele destaca em especial o trabalho realizado pelo Padre Antônio Sepp nas reduções de São João Batista, São Miguel e São Luiz Gonzaga, entre 1697 e 1710.

Na Chama do Chamamé  164

Para que se chegue, contudo, à produção da canção regional que hoje está consa-

O Forasteiro  171

as palavras de Juarez Fonseca:

Noites, Penas e Guitarra  165 O Mundo Muda  174 Redomona  177

Suite para Ana Terra - Exilado  179

Suite para Ana Terra - Ana Terra  188 Suite para Ana Terra - Solo Livre  195 Tristeza Chamamecera  202 Tropa de Osso  204 Valsa dos Reis  207

Vidro dos Olhos  211

Xucro de Viamão  215

grada muita água rolou, muito fogo queimou, muito vento ventou... Ainda seguindo

Durante a Revolução Farroupilha, primeiro momento de consciência cultural do Rio Grande como ente geopolítico, os acampamentos e frentes de batalha tinham sempre um violeiro ou um trovador cantando glórias, enfatizando feitos ou simplesmente distraindo os combatentes. Entre eles, graças ao extraordinário talento de repentista e criador de quadrinhas, destacou-se Pedro Muniz Fagundes, o Pedro Canga, que mesmo militando nas forças imperiais conseguiu um lugar na História gaúcha: sobre ele, Guilhermino César publicou em 1975 o livro O Embuçado do Erval – Mito e poesia de Pedro Canga. No citado Ensaio Sobre os Costumes do Rio Grande do Sul, Cezimbra Jacques reproduz umas “rimas” de Pedro Canga, descrito como “um bardo rústico”:

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“Pode do mundo a grandeza

olharam em volta e o que viram era desanimador. Lessa com a palavra, em texto do livro

Reduzir-se toda ao nada,

Nativismo, um Fenômeno Social Gaúcho (1985), sobre como defender suas idéias então:

E ver-se toda mudada A ordem da natureza; Esta vasta redondeza Matizada de mil cores, Pode o autor dos autores Mudá-la em céu de repente; E deste modo igualmente Pode o sol produzir flores” Na época da Guerra do Paraguai (1864-1870) começa a crescer em importância um instrumento novo, a gaita, cujos primeiros exemplares chegaram cerca de 20 anos antes. Daí já para ser comercializada, passou a entrar aos poucos pelas fronteiras com Argentina e Uruguai, também pelo porto de Rio Grande, e com mais intensidade a partir da chegada dos imigrantes italianos (1874), passando então a caracterizar os bailes gauchescos – um predomínio que dura até hoje. No final do século 19 já era conhecida uma quadrinha: “A gaita matou a viola O fósforo matou o isqueiro A bombacha, o chiripá, E a moda o uso campeiro”

“O problema maior se apresentou no terreno das canções. Nossos avós sempre haviam sido mais afeiçoados a prosear, a contar causo, do que a abrir o peito numa cantoria. Daí a pobreza do cancioneiro gaúcho – uma “pobreza franciscana”, como dissera no Rio de Janeiro o cronista Henrique Pongetti. Canção folclóri­ca, praticamente só uma conhecida: o Boi Barroso. Compositores e cantores de música regional, uma raridade. Os poucos discos disponíveis eram

E

lançamentos do Rio de Janeiro. Uma toada folclórica, pouco conhecida

sse meu jeito de fronteiriço foi o serviço que deu pra mim, jeito de taura que foi tropeiro naqueles cerros lá donde eu vim.

no Rio Grande do Sul mas adotada como uma espécie de hino da colônia gaúcha no Rio de Janeiro a partir de um registro do folclorista paulista Mario de Andrade: Prenda Minha. De Pedro Raymundo: Adeus Mariana e Gaúcho Largado. Da cantora Dilu Melo, Fiz a Cama na Varanda, em parceria com Ovídio Chaves. Do compositor erudito Luis Cosme, a toada Gauchinha. E os recentes sucessos do conjunto Quitandinha Serenaders: Xotes da Felicidade, de Lupicínio Rodrigues, e Minuano, de Arthur Elsner

e Nei Messias. Só. Quem não quer manda – diz o ditado – e, quem quer, faz. Tivemos de fazer. Para saber o que é que o público entenderia como música do RGS, eu fui tenteando os ritmos na base da tentativa-e-erro: uma toada (Negrinho do Pastoreio), depois duas milongas (Milonga do Casamento e Milonga do Bem-Querer), mais tarde um chamamé (Balseiros do Rio Uruguai). Mas por paus e pedras ia nascendo um cancioneiro do RGS.” Podemos aí, situar então a nossa origem: Luiz Carlos Barbosa Lessa, um autor raro, com composições gravadas já naquele momento por artistas consagrados no cenário nacio-

E para fazer acompanhamento à gaita, ressurgiria a guitarra, já com o nome de violão.

nal como Inezita Barroso, Chico Raymundo (Titulares do Ritmo) e Ana Silva (da dupla

Paralelamente, se aclimatavam as danças européias. Umas desapareceram, outras se

Cascatinha e Inhana). Poucos anos depois surgem no Rio Grande do Sul dois grupos que

entranharam no gosto do povo e foram sendo adaptadas, transformadas, metabolizadas,

também merecem destaque como pioneiros desse processo de construção deste cancio-

caso da valsa, da polca, da mazurca, do chote, da havaneira. Foi naquelas duas guerras,

neiro musical: Os Gaudérios e o Conjunto Farroupilha. A excelência estética desenvol-

no entrecruzar de soldados e guerrilheiros das cidades e os campos, que as danças rurais

vida por eles até hoje os coloca como referência na linha evolutiva da música gaúcha. A

e urbanas trocaram informações, como anotou Cezimbra Jacques. Depois de conquistar

partir daí, surgem nomes como Teixeirinha e Gildo de Freitas, dentro da tradição da trova

as residências e salões das cidades, os gêneros europeus ganharam toda a província.

improvisada; os Irmãos Bertussi, enfatizando a “música de baile”; a raiz missioneira com

(um salto para meados do século XX) [...] Mas quando os estudantes secundaristas Paixão Côrtes, Barbosa Lessa, Glaucus Saraiva e amigos fundaram em 1948 o 35 Centro de Tradições Gaúchas, e começaram a procurar alicerces musicais para seu projeto de revalorização (e reinvenção) das tradições,

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A alma atada na gaita

Noel Guarany, Cenair Maicá e Pedro Ortaça aliados à verve poética de Jayme Caetano Braun; e, no início dos anos 70, o ciclo dos festivais nativistas deflagrado pela Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, revelando nomes como Telmo de Lima Freitas, Apparício Silva Rillo, Luiz Coronel, Marco Aurélio Vasconcelos, Mário Barbará, Elton Saldanha, entre muitos. E seguramente um artista que consegue ser a síntese e ao mesmo tempo a

Dos Gaúchos para o Mundo   | 13


ampliação deste processo: Luiz Carlos Borges. Ele vem da tradição dos grupos de baile, desde muito cedo um virtuose no acordeom, chega aos festivais no final dos anos 70 e constrói uma carreira aplaudida mundo a fora, sempre, apesar dos imensos voos que sua música propõe, ligada a esse cenário regional tão amplo, tão rico e tão identificado com aquilo que vai na alma do povo gaúcho. Borges é reconhecido entre seus pares como um grande aglutinador, um artista que se realiza e se dedica há muito em empreendimentos

O Milagre de Dorotéia

coletivos, já criou festivais como o Musicanto Sul-americano na cidade de Santa Rosa que até hoje recebe os vários regionalismos brasileiros e platinos, já cruzou as fronteiras do Prata estabelecendo intercâmbios culturais marcantes: gravou e excursionou com Raul Barboza, Antonio Tarragó Ros e Mercedes Sosa, recentemente lançou CD na Argentina com inúmeras participações de artistas importantes daquele país e já liderou projetos coletivos como o Palco do Rio Grande no início dos anos 2000 que visitou a obra do Conjunto Farroupilha e do grupo Os Gaudérios. Luiz Carlos Borges representa para o cenário atual da música feita no sul muito mais do que a sua excelência musical, ele é sem sombra de dúvidas a grande ponte entre todos os gêneros aqui praticados, de inspiração regional ou não. Luiz Carlos Borges: o violão, a voz e a gaita – a música dos gaúchos para o mundo!

A casa veste-se de sol. A manhã fria recebe a primeira luz que arremata a noite missioneira. Clareia São Lourenço das Missões e as janelas da casa de Vergilino e Cristina Borges abrem-se num bocejo. A luz mergulha, atravessa, inunda, rompe os escuros desavisados e dispensa estrelas e lua. Inaugura-se novo dia. Uma a uma cada cor desperta e revigora as formas esmaecidas pelo breu. Todos os olhos estão abertos. Tudo parece estar a mercê do olhar. Tudo é visto e tudo vê. Na casa, apenas um olhar de susto está turvado e pelas horas que avançam parece que vai se apagar. O caçula dos Borges amanheceu com os olhos embaçados. As imagens se distorcem ao seu redor. Caminha trôpego, buscando apoio, tateando à falta de claridade. Mas nada na noite anterior, nos dias anteriores, nada, nenhum indício, nenhuma queda, nenhuma travessura perigosa. Absolutamente nada houve que justificasse a súbita escuridão. Os pais e a aflição. O guri pouco ou nada entendendo do que se passava, só percebia que para ele aquela fria manhã missioneira não havia raiado. As suas janelas infantes continuavam cerradas. A casa havia se tornado um labirinto. Sem Minotauro, talvez, mas também sem Teseu, nem Ariadne ou o fio de seu vestido para guiar até a porta da luz. No sobressalto familiar, com a rapidez possível para a realidade interiorana daqueles anos 60, foi um upa e o menino Luiz estava diante de um médico. Foram exames, perguntas, rastreios para que a ciência pudesse dar a resposta consoladora à família. Mais, além do diagnóstico preciso, que apontasse a solução, o remédio, a cura, a luz. Qual nada, a medicina trilhou e repisou seus alfarrábios e nada ou muito pouco soube dizer sobre a aflitiva condição do guri. Perplexos, mãe e pai se entreolham, um no outro buscando amparo e resposta, consolo e lucidez, um rangido de porta divina pelo qual pudesse o menor raio de luz mergulhar nos olhos do pequeno e retirá-lo daquela noite que insistia em permanecer ainda que o sol já andasse alto lá no céu das Missões. O tempo desanda irrefreável. Aqueles aflitivos dias pareciam já durar algumas eternidades. O piá segue tateando a escuridão do seu poço sem José nem Egito. A família escurece à sombra daquela cegueira. Todos, como na fábula, parecem andar de mãos dadas e tateiam o tempo e o lugar com o menino. Silêncio e noite na manhã e na tarde. Há uma sofreguidão

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A alma atada na gaita

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na soleira e nos parapeitos. Coisa de água virando areia que, escorrendo pelo fino duto de

Ao longe vai uma carreta através do pó que avermelha os rostos. No caminhão dos

vidro que liga um momento a outro, liquefaz as horas e a angústia e a aflição daqueles

milicos há um silêncio de mundo perdido, um silêncio de escuridão e de esperança

corações atados e apertados. Oco do sufoco. Espinho cravado que faz doer o vazio.

viajando com o menino Luiz pela estradinha que recorta os campos missioneiros

Certos acontecimentos são tão reais, de uma crueza tão incontornável, que têm a capacidade de subtrair-nos da realidade, ainda que o rolar inexorável do tempo pareça nos haver prendido para sempre no labirinto daquela concretude. Uma criança perdendo a visão transforma de tal maneira o cotidiano de sua família que tudo, de tão ferozmente vivo, cria uma sensação de irrealidade, de pesadelo, algo que talvez só se possa ultrapassar através de uma fé, de uma crença desmedida, de um rasgo qualquer que transcenda a nossa frágil condição. A realidade é tão absolutamente avassaladora que simula sua inexistência. Lá estão o menino em seu escuro e um pai e uma mãe sofrendo a inundação da luz de sua perplexidade. A sabedoria popular desconhece a ortodoxia da ciência, mas de alguma forma a intui. Invariavelmente propõe caminhos que o saber científico desdenha. Todas as avós imemoriais guardam receitas e fórmulas para os mais diversos tratamentos e sempre há algum relato sobre curas miraculosas provindas de ações que a modernidade centrada em sua pretensiosa visão aponta que sejam crendices, superstições, algo atrelado à ignorância, sem qualquer estatuto de comprovação.

ponte que vai ligar os anos 50 aos 60 do século XX. Nos quase vinte quilômetros do percurso pode-se ouvir a cantilena remota escrita em pauta de pó tocada pelas mãos da brisa no desenho deixado pelas rodas e pelos cascos no caminho. Quem sabe aquela tosca partitura, que uma chuva qualquer haveria de apagar, um dia não voltasse pelas mãos do menino Luiz e sua música. Mas isto é cangar os bois no recavém. Voltemos à jornada dos Borges até a casa de Dorotéia. Depois de horas, os viajantes vislumbram o arrabalde e já dentro dele, a vielinha de terra, e um tanto adiante o ranchinho da benzedeira. Adão estanca o veículo congelado pela ansiedade diante do que esperava dentro das paredes enegrecidas pela fumaça da casa de Dorotéia. Albino e o piá descem empoeirados. A porta de tramela está semiaberta. Ouve-se uma singela e doída melodia vinda de uma gaitinha de boca. A boca é de um homem alto, forte e sorridente. É Felício, que também não vê mais a luz e aparenta já haver passado dos sessenta anos, filho da benzedeira. Um ô de casa e uma voz: cheguem pra diante! É ele quem recebe os viajantes. Além do

Numa tarde daquelas, no armazém do velho Borges, onde trabalhavam os filhos mais

que se exala das lenhas do fogão, aromas de ervas impregnam o casebre de poucos

velhos, surge à soleira da porta a figura sempre simpática do sargento Adão Paranaguá.

cômodos. Passando a cortina floreada, lá está a guardiã da cura.

Não demora muito e o assunto da cegueira do pequeno torna-se o centro da conversa. O sargento dá notícias sobre a existência de tal Negra Dorotéia, moradora de um arrabalde da cidade de São Luiz Gonzaga, cuja sabedoria na arte das benzeduras e das rezas faziam fama pelas vizinhanças. Mais ainda, na próxima manhã ele mesmo conduziria o caminhãozinho do exército com alguns “praças” até a cidade. Estava oferecida a carona. A fé remove montanhas, ensina o texto bíblico, ajuda a ultrapassar obstáculos, asperezas, inclemências. Constitui-se também na guardiã da esperança, última cidadela da resistência humana. Se todo o conhecimento da medicina possível naquele rincão de terra vermelha não podia devolver ao menino a visão, talvez aquela mulher, aquela longeva mulher de pele negra pudesse oferecer a claridade que faltava para tamanha aflição.

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entre o distrito de São Lourenço e a cidade de São Luiz Gonzaga, naquela estreita

Os noventa anos na carapinha branca e no corpo magro não combinam com a segurança emanada de sua voz pedindo informações sobre os motivos da visita. Albino inicia o relato. Cada palavra pesa como lhe redobrando o sofrimento. Narrar uma dor pessoal, ainda que não tenhamos memória para dores, é voltar a senti-la. O irmão vai, como quem reza, desfiando o rosário daquelas recentes lembranças. A casa ao sol da manhã de São Lourenço. As cores, as formas, os olhares... E em tudo a luz. Em quase tudo, pois nos olhos do menino, sem acontecimento que justificasse, a escuridão reinava com seu cetro de apagão. Dorotéia é um silêncio. Parece nem respirar, impassível diante do relato. Uma chaleira fumega sobre a chapa do fogão. Dentro do rancho a claridade é pouca. Ainda

E lá se foi, junto com o irmão Albino, o menino Luiz, sacolejando na carroceria do cami-

assim o ar é de uma leveza translúcida, como se apenas as almas do menino Luiz,

nhão do exército, furando a poeira das Missões, para ser ungido pelas mãos nonage-

do irmão Albino e da benzedeira comungassem daquela consulta. O ambiente é de

nárias de Dorotéia. O desespero é capaz de plantar pequenos arbustos no abismo para

levitação. As formas se diluem. O tempo parece haver se congelado. A velhinha do

retardar a queda. E desses minúsculos ramos secos e frágeis construímos nossos cintos

Quintana já se atirou do décimo segundo andar e agora estatelada no meio da rua a

de segurança e acreditamos em sua força e enfrentamos resolutos o despenhadeiro.

menina balbucia: - Esperança! Os Borges, dentro daquele turbilhão de assombro e

A alma atada na gaita

O Milagre de Dorotéia   | 17


escuro vislumbram a imagem da criança distorcida pela fumaça missioneira e rezam

Chega a sexta–feira que marcaria a terceira e última parte do ritual da benzedura. Albino

com ela – esperança! Por certo jamais imaginaram uma cor para tal sentimento, mas

e o menino Luiz retornam à casa de Dorotéia. A mesma melodia singela e doída se faz

na escala que oscila entre o breu total e a claridade mais intensa, jogariam mais

ouvir desde longe. De repente estanca. Os dois viajantes estão em frente ao rancho.

próxima dessa o pincel com o qual gostariam de pintar aquele momento. Contudo, a

O cego Felício indaga, guiado pelo som dos passos: - É o gurizinho de São Lourenço?

paleta e os pincéis estão nas mãos de Dorotéia cuja mudez ainda escuta a narrativa.

Diante da resposta afirmativa exclama: Que pena! Mamãe foi enterrada ontem.

Depois de alguns minutos, a benzedeira se move, remexe em folhas e utensílios,

Albino, atônito e desesperançado, deixa apenas escorrer um...mas, e agora...?!

revolve as coisas como quem pode alterar o tempo e resignificar o espaço. Afaga os

Felício calmamente responde: - Não se preocupe, mãe Dorotéia morreu rezando.

cabelos do menino Luiz num movimento que a uma só vez é calma e vigor. Algo que

D

diz de um poder, de uma fé, de um rogo à grande força divina para que devolva àquele

e vez em quando no horizonte do passado surge uma nuvem de lembranças andarilhas

pequeno ser a capacidade de reabrir as janelas da alma e perceber dali por sempre, na

Antes de ir-se, pediu que fosse enterrada levando consigo a roupinha do menino entre as mãos para continuar a benzedura pela eternidade.

plena amplitude dos sentidos, a vida que recém iniciara jornada.

Num entardecer turvado como haviam sido todos desde aquela manhã em que tudo

Rezou e afagou. Rezou e benzeu. E ainda rezando, orientou que voltassem por mais duas

pertara com os olhos nublados e andava tateando o tempo e as coisas, no dia mar-

vezes para que se completasse a benção que levaria à cura. Pediu ainda que na próxima

cado para completar-se o rito da cura, a morte de Dorotéia poderia haver apagado

visita lhe fosse trazida uma peça qualquer de roupa do piá para que mesmo na distância

aquele pontinho de luz que se avistava ao longe no meio de uma noite que durava. E

continuasse a realizar os ritos da benzedura. Seriam três visitas em três sextas-feiras

agora... como voltaria a luz aos olhos do piá, se o ritual não podia mais se consumar?

seguidas para que o ritual se completasse de acordo com os ditames da fé que envolvia

Seria a reza feita até então capaz de realizar a proeza da cura? As interrogações se

os atos praticados pela benzedeira. Três sextas seguidas, três bênçãos e a cura.

sobrepunham tão velozes que impediam qualquer esboço de resposta. Contudo, a

Dias depois, o piá ainda com os olhos turvos volta à casa de Dorotéia. Mais uma sessão contrita de rezas e bênçãos. Algum bálsamo, infusão de ervas e fé. O ofício de benzedeira requer antes de tudo doação por parte daquela que benze e muita fé daquele que há de receber a graça da cura. E mais uma vez a negra rezou e afagou, rezou e benzeu. Recebeu a roupinha do menino, guardou com zelo na primeira gaveta da velha cômoda descorada e recomendou a importância transcendente da terceira

se via naquele rincãozito missioneiro, ou quase tudo, pois o caçula dos Borges des-

última informação de Felício devolvia aos viajantes, e em seguida à família Borges, o tênue fio de esperança que nos prende à vida. Voltaram os irmãos para São Lourenço. Na poeira foram sumindo como também se sumia o som da gaitinha do Felício. A melodia singela e doída que o menino Luiz haveria de escutar pelo tempo a fora. Os dias e as noites prosseguiram. Numa manhã fria, na primeira luz que arrematava a noite das Missões, a casa dos Borges novamente se vestiu de sol. Uma a uma cada

visita para que o ritual se cumprisse.

cor despertava e revigorava as formas esmaecidas pelo breu. Agora todos os olhos

Os dias e as noites de São Lourenço das Missões iam e vinham com a mesma indo-

menino Luiz brincava no pátio e desde aquele dia sempre haveria de enxergar longe,

lência com que de há muito atravessavam verões e geadas. A família continuava a

mas isto já é palavra para outra página. O piá estava curado e Dorotéia sorria em

rodar no centro da escuridão do menino. Pouco ou quase nada houvera de avanço

silêncio em meio a sua viagem para a nova morada.

estavam abertos. Tudo estava à mercê dos olhares. Tudo era visto e todos viam. E o

na direção da luz abençoada. Ainda assim a velhinha do Quintana, aquela que despencou do décimo segundo andar para volver menina continuava a repetir seu nome como um eco nas paredes da casa dos Borges: e-s-p-e-r-a-n-ç-a! Balbuciava assim

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***

com o vagar, com a paciência com que irremediavelmente nos veste a espera. Segun-

Muito tempo depois, em 1992, Luiz Carlos Borges e Geraldo Flach, mergulhados em

dos parecem se fundir para não passar. Os acontecimentos são disformes como se

um projeto que uniria para sempre a gaita de um e o piano do outro, eternizariam

derretessem escorrendo lentamente de um átimo a outro. Relógios de Dali. Tempo

este episódio na música “O milagre de Dorotéia”, peça composta por ambos em três

viscoso. Saliva empoeirada. Esperança que embala o desespero.

movimentos: a Infância, o Encontro e a Luz.

A alma atada na gaita

O Milagre de Dorotéia   | 19


Muitos Caminhos para a Mesma Estrada Dia recém clareando, mate pronto e rádio ligado. Seu Vergilino acorda o piá para ouvir algumas modas caipiras nas ondas das emissoras do centro do país. Época brilhante das duplas: Tonico e Tinoco, Raul Torres e Florêncio, Zico e Zeca, Liu e Léo, Silveira e Barrinha, Nenete e Dorinho e o trio Luizinho, Limeira e Zezinha. Feita a recorrida no universo sertanejo brasileiro, o dial girava e regirava até encontrar alguma rádio da outra margem do rio Uruguai. Outro som. Outro mundo. O chamamé! Mas não avancemos tão rapidamente. Voltemos à beira do fogão de lenha, onde o seu Vergilino

1960

Família Borges em São Lourenço das Missões

1960

Em São Lourenço das Missões aos 7 anos de idade

e o piá mais novo aproximam pela música o Brasil central e o norte Argentino. É neste cenário doméstico que o menino Luiz inicia sua formação musical, algo que naquele momento sequer suspeitava. Tratava aquilo meramente como um ritual que fazia parte dos preparativos para ir-se à escola. Sonora infância no coração das Missões. Desde cedo, pois, essa atmosfera vai formatar a vida do menino. O pai Vergilino, além de apreciador de boa música, floreava uma gaitinha de oito baixos com maestria. Os irmãos mais velhos também já se aventuravam pelas veredas da música... mas não avancemos tão rapidamente. O velho gaiteiro decide ensinar ao piá as primeiras notas. A primeira vaneirinha. Uma que contava ter aprendido com o tal de João Amândio, o autor. A gaita estava trocando de dono. E a alma do menino Luiz começava a atar-se nela. Esta viagem requer parcimônia, e mais uma vez devemos atrasar o passo. Atravessemos a rua, vamos à casa vizinha. A morada do sargento Alexandre. Uma família de brasileiríssimos músicos. A jovem Terezinha, acordeonista e professora de música e outro menino Luiz, tocador de cavaquinho e de pandeiro. Alexandre passeava seu talento pelas seis ou sete cordas de seus violões seresteiros e chorões. Foi na sala dessa casa que o menino Luiz - o mais novo do Vergilino e da Cristina - que ouvia as duplas caipiras e os chamamés no rádio do pai antes de ir para escola, que já havia aprendido a vaneira do João Amândio e recebido em troca a gaitinha de oito baixos como um bastão sucessório, que já estudava as primeiras partituras com a professora Lúcia, em São Luiz Gonzaga, no

1992

Luiz Carlos Borges e Geraldo Flach. 20  | 

A alma atada na gaita

2014

Borges com o Sargento Adão Paranaguá, reencontro na cidade de Santa Rosa.

convívio com a jovem Terezinha e com o amigo Luiz, o do cavaco e do pandeiro, descobre o samba e o chorinho. Com a professora Lúcia Bremm o rigor acadêmico: teoria e técnica. Com Terezinha, Luiz e Alexandre: o voo livre dos chorões e sambistas brasileiros. Lúcia 21


o exigia leitura e rigidez teórica, Terezinha lhe ensinava a tirar de ouvido o “Tico-tico no fubá”. Mas o que lhe ataria na gaita não era nem o choro, nem o mundo caipira. Nem sequer a incipiente música regional gaúcha naqueles anos sessenta interioranos, onde iam surgindo os centros de tradição gaúcha, nos quais pontificava a sonoridade dos Irmãos Bertussi. Mais uma vez devemos parar e esperar a alma. Toda contação de histórias tem seu próprio ritmo. Ele é mais próximo da alma do que do coração ou do pensamento. Respiremos. Ainda estamos no comecinho da jornada. O dia recém raiou e o menino Luiz ouve mais um chamamé antes de ir à escola. Mas já se pode pressentir que muitos caminhos conduzem para a mesma estrada...

1961

Em São Luiz Gonzaga, durante baile na União Operária

1960

Luiz Carlos com os irmãos Ernando (gaita) e Albino Borges (pandeiro)

Com 4 anos de idade, em São Lourenço das Missões.

Os Irmãos Borges: Antônio, Ernando, Luiz Carlos, Albino e Irenita. 22  | 

A alma atada na gaita

1961

Em São Nicolau, com a irmã Irenita Borges

Muitos Caminhos para a Mesma Estrada  | 23


Atando a Alma na Gaita

individual, mera ferramenta para o bem comum. Já na chegada, os jesuítas, impregnados pelo “desígnio divino” de salvar os gentios - desprovidos de alma, na visão hegemônica da Europa regida pela Santa Inquisição - das chamas do inferno, perceberam que através da música essa tarefa seria mais eficaz do que a imposição pela força ou pelo castigo. E assim o fizeram. E os guaranis, cantando e tocando, os hinos gregorianos e os violinos, erguiam-se aos céus pela maestria do talento no rumo da salvação. A excelência musical dos índios demonstra a grandeza de alma de que eram providos aqueles que não a tinham sob o prisma do branco colonizador.

O velho Vergilino Borges, provavelmente jamais ouvira falar em rito de passagem, que, sem adentrarmos pelas searas da psicologia, pode se tratar de cerimônia através da qual, nas culturas ameríndias e em tantas outras da antiguidade, o jovem membro da comunidade transita do universo infanto-juvenil para o mundo adulto - note-se que na cultura guarani tal acontecimento se dá de maneira não agressiva, muito diferente do que se realiza noutros povos, cujas provas de coragem e perseverança nestes rituais impõem sofrimentos extremos. O menino Luiz, com quatro para cinco anos, recebe a gaitinha do pai que lhe ensina a tocar a primeira música. Dias depois, o gaiteirinho

dias e pelas noites que se sucederam até o velho gaiteiro encontrar seu sucessor. A tarefa de, através da música, perpetuar a elevação da alma, de cingir mais um elo à corrente missioneira, herança índia e branca daqueles remotos sete povos, estava agora nas mãos do menino Luiz. Ninguém, por certo, disso suspeitava. A não ser, talvez, o velho Vergilino Borges que para eternizar o encanto jamais quebrou a promessa, jamais voltou a tocar a vaneira do João Amândio. Mesmo porque sabia que pelas mãos do piá, haveria de continuar tocando.

apresenta ao mestre o seu aprendizado, toca uma vez sem titubear. Toca de novo! –

Por certo, neste momento, cabe a indagação sobre a capacidade de um guri inte-

diz Vergilino. Mais uma vez, sem retoques. Outra vez! – e o guri obedece, sem erros.

riorano, naquele limiar dos anos 60 do século passado, de estar apto a apreender

O velho gaiteiro decide naquele momento não mais tocar nos botões da gaitinha.

o significado íntegro daquela prova, daquele rito, daquela entrega. E mais. O que

O menino Luiz havia aprendido a vaneirinha do Amândio. O velho pai consolidou a cerimônia, instaurou o rito e o menino fez a passagem. Muito cedo?! Talvez, mas o

leva um pai, músico amador, com filhos mais velhos também músicos já enveredando para o profissionalismo, a entregar a uma criança tal responsabilidade a

velho intuía por certo que aquilo que então se celebrava era um pacto com o futuro.

ponto de sufocar o artista e a música que lhe haveriam de continuar habitando a

Da primeira vaneira ao primeiro baile, tocando junto com os irmãos, o tempo

se sem resposta. Digo agora, pois, creio que se possa intuir que por todos os dias

voou, ou quase não passou o que terrivelmente é muito parecido. Aos nove anos, Luiz inicia sua trajetória “profissional” como integrante do conjunto Irmãos

alma e o coração? Sem a palavra, agora irremediavelmente, do velho Borges ficaque se seguiram àquele mágico momento do pacto, Vergilino deve ter posto à prova uma a uma de suas razões, ainda que nunca tenha tido consciência de quais

Borges. Aqui mais uma vez se faz necessário não ceder à tentação de contar a

seriam esses motivos e menos ainda os seus porquês. Talvez seja melhor para a

história toda num só fôlego: o conjunto Irmãos Borges é uma página que em

nossa história que se envolva este episódio no inevitável manto do mistério que

seguida se escreverá. Voltemos ao menino e à gaita. A pouco, a narrativa fez breve digressão e de passagem referiu a cultura gua-

24

Muita lágrima o céu derramou sobre o rio e muito o Uruguai cresceu e vazou pelos

ronda e rondará a existência humana. Seus avios e seus desvios. Sem insistir em tocar ad infinitum os semitons que faltam numa determinada escala diatônica.

rani. A história da formação do Rio Grande do Sul nos conta sobre a genu-

De certeza, sobra-nos agora talvez apenas uma origem, um ato inaugural, um fiat

ína experiência implantada pelos padres da Companhia de Jesus nas duas

lux: o menino Luiz, refém da sua precocidade e do seu talento musical, atava o nó

margens do rio Uruguai. No solo gaúcho foram edificados os Sete Povos das

que jamais conseguiria desatar, a trama sem desenlace, e de posse deste cadeado, a

Missões: São Francisco de Borja, São Luiz Gonzaga, São Nicolau, São Miguel

alma atada na gaita seria a sua incontornável condição: clausura e liberdade, gaiola

Arcanjo, São Lourenço Mártir, São João Batista e Santo Ângelo Custódio. A

e bater de asas. E a alma e a gaita voaram. E a vaneirinha ganhou asas, e embalou

utopia da sociedade sem classes na qual o coletivo era preponderante e o

outros sonhos, outras descobertas, e tocou profundamente outros corações.

Atando a Alma na Gaita   | 25


Fuga ao Chamamé Para quem foge de si, sempre os caminhos são largos, sempre o além e o horizonte pintam poentes amargos... Assim Borges e Silva Rillo cantam na zamba “Caminhos”, gravada em 1995 na Suíça e lançada para o mercado europeu pela gravadora Face Music. Mas este salto de trinta anos pouco nos ajuda. O mapa da fuga que agora interessa nos devolve ao cone sul da América, onde o rio Uruguai separa e aproxima Brasil e Argentina. De São Borja para Santo Tomé, há um guri dentro de uma balsa fugindo para se descobrir. Mas ainda nem riscamos o pano e já novamente estamos dando mostras do bordado. Voltemos. Aos nove anos, mais precisamente em 10 de outubro de 1962, o menino Luiz estreia

1961

Irmãos Borges (Luiz Carlos, Albino, Ernando, Irenita e Antônio) em São Luiz Gonzaga

profissionalmente participando de um baile animado pelo conjunto Irmãos Borges. Dali em diante figuraria em quase todos os eventos públicos da cidade, principalmente nos festejos promovidos pelos centros de tradição gaúcha. Foi num evento desses que, pelos dedos rudes do caminhoneiro João Maraschi, conheceu ao vivo o gênero que haveria de formatar sua alma musical. Ao ver e ouvir o gaiteiro amador tocando “El burro” de autoria do argentino Mário Millán Medina, o piazito Borges entregou para sempre seu coração aos duendes do chamamé, que nasció e tiene su nido en cada rancho de mi Taragüi, como mais tarde cantaria nos versos de Mi hijo me ha pedido un chamamé, canção composta por ele, atendendo ao pedido de seu filho, outro Luiz, mas isto já é tecido para outras mangas. Ainda que só bem mais tarde fosse estreitar sua relação com a música oriunda da outra margem do rio Uruguai, referência essa que contribuiria sensivelmente para a formação do artista que haveria de se tornar, e mesmo sem refletir ainda sobre a importância estética daquele gênero, o jovem gaiteiro pode entrever que a partir daquele instante fora tragado inexoravelmente pela corredeira e rio abaixo com chamamé iria pela vida. Prestes a completar 11 anos, junto com seus irmãos Ernando e Albino, se foi rumo a Santo Tomé, na Argentina, para conhecer o Festival de Chamamé. A impressão que lhe havia ficado desde a audição de “El burro” numa tarde de festa em São Luiz Gonzaga se confirmava e se excedia. Era um mundo novo a ser desbravado. O coração parecia querer saltar do peito num sapucay e sua emoção clamava por aquelas nuances rít-

1961

micas cheias de novidade e de desafio. Completou-se o encantamento. Ali conheceu

No pátio de sua casa em São Luiz Gonzaga/RS 26  | 

A alma atada na gaita

27


N

a chama deste chamamé minh’alma de costeiro vai, buscando par, batendo o pé de vez em quando um sapucai

Raul Barboza que iniciava a carreira que haveria de ganhar mundo e que

da era do rádio. Os artistas em ascensão eram liderados por Roberto Carlos naquelas

anos mais tarde seria seu hóspede em Santa Rosa e que gravaria, em 1979,

jovens tardes de domingo. E o adolescente Borges não se furtava a tirar de ouvido as

pelo extinto e épico selo ISAEC em Porto Alegre o antológico “Los Cami-

canções do iê-iê-iê e tocá-las nas reuniões e nos bailinhos da gurizada de São Luiz. Sim,

nantes” ao lado de Bartolomé Palermo. E novamente estamos pondo a

na sua gaita caberia desde sempre a música do mundo. Sem cogitar, ele já se anunciava

carreta a puxar os bois. Estávamos em Santo Tomé. Regressemos, pois.

um gaiteiro do mundo, projeto que muitos anos depois viria a capitanear. Mas o que lhe

A descoberta daquele universo não permitiria que o mesmo guri retor-

corria nas veias, no pensamento, na respiração, era voltar ao ambiente chamameceiro.

nasse às plagas missioneiras, por certo que voltou no final do festival,

Se aproximavam os dias do festival. Foi aos irmãos que lhe negaram companhia. Foi

mas já era outro, o ritmo correntino havia se apossado de seu espírito e

ao pai que lhe negou autorização. Remoeu, mastigou a frustação, mas não a conse-

jamais o deixaria e se tornaria o filtro principal de depuração na sua obra

guia engolir. Seu coração pulsava num seis por oito a não deixá-lo dormir. Foram

na maturidade. Foi nesta ocasião que viu atuar um dos ícones da música argentina,

dias e noites de desconforto até tomar a decisão que lhe marcaria definitivamente:

Ernesto Montiel, que anos mais tarde o foi apresentado por Raulito Barboza. Montiel

se ninguém há para me levar, levo-me eu mesmo! E foi...

pediu que Borges tocasse algo a guisa de um cartão de visitas e assim que o jovem acordeonista findou o número, disparou: - Don Raul, este brasileño está autorizado a

Ia larga a madrugada, poucas mudas de roupa e a gaita, e antes de deixar o escuro e o

tocar chamamé! Talvez nem fosse necessário, mas um dos gênios do gênero carimbava

silêncio da casa, o guri Borges, nos seus resolutos treze anos, ainda, num impulso que

o passaporte para o livre trânsito que Borges construiria em terras castelhanas.

nunca soube explicar muito bem, adentrou com passos levíssimos o quarto dos pais e foi

O festival acabou e os irmãos Borges voltaram para sua terra vermelha. O menino Luiz, por certo, voltava pensando que aquela experiência fora muito rápida. Gostaria de ainda estar lá na outra margem do rio. Havia ultrapassado o portal da sua arte e intuía que dali

afundou-se no breu com o coração batendo quase dentro da boca. Carona até São Borja e dali o rio, a balsa e afinal o feitiço sob o qual vivera nos últimos tempos: o Chamamé!

não haveria retorno, mesmo que vida a fora fosse ir e voltar tantas vezes que a memória

Aquela sensação de plena liberdade, de autodeterminação, de poder absoluto sobre

talvez lhe falhasse em um ou outro episódio desta trajetória que já avança a mais de

os próprios atos acabara por esmaecer qualquer arrependimento que por certo se

meio século. E já estamos aqui nos deixando levar pelos rumos desatentos da velocidade.

instalara irremediavelmente naquele peito fujão. Era tão gigantesco, tão adulto, tão

Como já se frisou, o universo do chamamé não lhe saía da cabeça. Voltar para aquele mundo passou a ser uma obstinação. Passou um ano e não conseguiu fazer a viagem. Nenhum dos irmãos lhe poderia acompanhar. Silenciosamente, como qualquer piá trama seus aprontes, Luiz começou a urdir mentalmente, dia sobre dia, o seu reencontro, aquilo que para um guri missioneiro, no limiar de 1965, haveria de se constituir em algo comparável a grande odisseia. Seguia tocando sua gaita sempre que requisitado. Sua música possuía o ecletismo que ainda gera, cá nos pagos sulinos, discussões acaloradas sobre arte regional, pertencimentos, identidades, preservações e tantos que tais que escapam, no momento, ao nosso interesse.

28  | 

rápido à gaveta da cômoda onde o velho Vergilino guardava o revólver. Arma na cintura,

desejado tudo o que envolvia a aventura, que não havia espaço para a consciência da transgressão, que dirá para o perigo que tal empreitada pudesse armar pelo caminho. Já em São Borja, o trajeto até a balsa foi como caminhar sem rosto, quase invisível pelas ruas que levam ao bairro do Passo. O sol dourava o rio, a ansiedade estava dentro da balsa pronta para a travessia. E vestido dela estava o menino Luiz sentindo-se um varão pronto para enfrentar o mundo. Serenamente o balseiro comandou a flutuação e o povo a bordo pode sentir a brisa vinda de “allá”. O piá sentia muito mais que um ventinho no rosto, estava tomado todo ele de algo que jamais experimentara, não que fosse um grande exemplo de bom comportamento e nunca tivesse aprontado alguma traquinagem pelos pátios das pequenas fugas infantis pelas horas de séstia

A década de 60 apresentava para o mundo a rebeldia das guitarras que compunham o

dos adultos. Era uma criança igual às outras, apenas sonhava um pouco diferente.

quadro do rock’n’roll. A lenda dos Beatles começava a ser escrita. No Brasil, o fenômeno

Há sonhos bons e sonhos maus. Há sonhos coloridos e sonhos em preto e branco. Há

Jovem Guarda adquiria proporções populares talvez maiores que o sucesso já obtido

sonhos silenciosos. Mas o guri sonhava desde uns tempos com acordes e melodias

por nomes como Francisco Alves e Orlando Silva, apenas para citar dois dos grandes

chamameceiras pontilhando as imagens de seus verdes dias.

A alma atada na gaita

Fuga ao Chamamé  | 29


Na canção “Coração de gaiteiro”, o seu parceiro Mauro Ferreira descreve:...um gen-

que o fujão estava de caso muito bem pensado desde a saída na madrugada de São

darme da fronteira me perguntou o que levava: a alma atada na gaita e a vida num

Luiz: por certo o velho amigo de Albino, e também conhecido do pai Vergilino, não

chamamé... No poema a imagem se basta, mas vamos ver com um pouco mais de

lhe negaria abrigo por uns dias ou enquanto durasse a façanha. Chegando a casa

detalhes o que se passou dentro da balsa.

de Sílvio, um tanto amassado da viagem e diante do espanto causado por sua pre-

O Brasil recém experimentava os primeiros efeitos do regime militar que havia se instalado em março de 1964. As ditaduras militares haveriam de atingir toda a América do Sul, na Argentina a hegemonia estava nas mãos do peronismo. Por certo havia uma tensão sobrevoando as fronteiras, ainda que o nosso destemido gaiteiro pouco ou nada soubesse daquelas questões políticas. Quem desconhece não teme. O medo do guri era outro, era saber-se em fuga e assim procurava desmanchar em seu

culpa e orgulho ante a pergunta inevitável sobre o que fazia por aquelas bandas: Queria vir para o festival. Não me deixaram. Fugi! Mas havia em seu rosto, algo que Sílvio, experimentado de estradas, não deixou de perceber. Havia um resto qualquer de preocupação que transcendia à fuga. Podia ser um vinco na testa, um rebrilho inseguro no olhar, uma

semblante qualquer traço de ansiedade que pudesse acusá-lo.

respiração acelerada. Algo o denunciava. O amigo Sílvio foi cirúrgico:

Não demorou muito para perceber os movimentos da guarda de fronteira argentina no

- Estás me escondendo alguma coisa, guri? Sinto que tens mais a contar.

M

i hijo me há pedido un chamamé Y yo quice saber porque razón

interior da balsa. Um tal de pedir documentos, de fazer perguntas... E o menino conge-

Tua cara não é de quem apenas fugiu. Fala!

lou. Assustado, pensava, quase sem respirar, que a imobilidade o pudesse tornar invi-

- Antes de sair, ainda madrugadinha, passei no quarto do pai e peguei o revólver.

sível. Avistou na proa da embarcação uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes. Rezando pediu proteção. Implorou com toda a força de uma fé que já o havia salvado da escuridão. No lugar reservado às almas puras, Dorotéia esboçou um sorriso e rezou com ele. Nada mudou na paisagem, nem vento nem sol, mas o nosso fugitivo, ainda que tenso, sentia o coração mais leve. O gendarme em pé na sua frente parecia ter a altura do ciclope que foi enganado por Ulisses. Cutucou-o com o bico do coturno e indagou: - Que llevás en esta malija? - Meu acordeom, respondeu o guri, esforçando-se para demonstrar segurança.

Sabia onde ele escondia. Achei que podia precisar... - Passa já para cá esta arma. Enquanto estiveres por aqui eu vou guardá-la em lugar seguro. Não vais andar desfilando em terra estrangeira com revólver na cintura. Se te prendem ainda pode sobrar para mim. Conheço bem o teu pai e para ficares aqui, a condição é que sigamos a mesma disciplina que tens em casa. Não vou permitir que faças nada que teu pai não aprovasse. O guri entregou a arma e Sílvio, em tom mais brando, o aliviou com o acolhimento: - Ficas comigo. Lá em casa não tem lugar, mas vou ajeitar um canto lá na marcenaria.

- Y vos tocas? - redarguiu o policial.

Vais ficar bem, cama e comida não te faltarão.

- Sim!

Com a estadia arreglada, o chamamé estava cada vez mais perto. Agora era se ir com

- Bueno, entonces porque no tocás algo?! Luiz tirou imediatamente o instrumento do estojo, com o devido cuidado para que a presença do revólver do velho Vergilino não o denunciasse e saiu floreando o teclado da cordeona num desabrido Kilometro 11, clássico de Transito Cocomarola. O guarda sorriu e seguiu a revista nos outros passageiros.

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sença tão longe de casa, o rapazote foi logo contando, com um misto de

a gaita pelos caminhos generosos daquela música cheia de encantamento. E assim foi o piá atrás de um sonho que não teria mais fim. Não tardou para que voltasse a encontrar com Raulito Barboza e dar início à solidez de uma amizade que permanece até hoje mesmo com a distância que separa o solo gaúcho da capital francesa onde há muitos anos reside o músico argentino. Conheceu também a outra figura marcante para a sua descoberta do universo do chamamé: o

Há alguns anos morava em Santo Tomé um velho amigo de seu irmão Albino – o Dom

violonista Chacho Franzoy. Esse seria na verdade o seu professor, aquele que o aju-

Lagarto -, o empresário Sílvio Bastos. Os dois haviam morado juntos por uma tempo-

daria a desvendar os primeiros mistérios do gênero, o que lhe apresentaria o mapa

rada em Curitiba. Sílvio mudara-se para a outra margem do Uruguai onda constituíra

das referências daquela sonoridade que tanto lhe encantava. Isto tudo muito antes

família e montara uma pequena marcenaria que começava a prosperar. Naturalmente,

de vir a (re)conhecer a chamada música gaúcha, seus caminhos e suas personagens.

A alma atada na gaita

Fuga ao Chamamé  | 31


Chegaram a sua vida de jovem músico os nomes de Cocomarola, Montiel, Tarragó Ros, entre tantos, muito antes de ouvir falar em Conjunto Farroupilha, Barbosa Lessa, Os Gaudérios, etc. Mas Chacho seria fundamental mesmo para que o Borges ainda piá compreendesse os meandros do ritmo, principalmente no acompanhamento ao violão. No acordeom, já o havia compreendido, ainda que não o dominasse. Franzoy o fez entender que as lacunas que sentia na questão rítmica, quando tocava solitário o acordeom, só poderiam ser preenchidas e entendidas através do domínio da mão direita sobre as seis cordas. Juan Maria Franzoy, o Chacho, mesmo sem ser profissional, era um mestre. E cabe aos mestres, desde sempre, a transmissão do conhecimento. Foram anos de convívio entre idas e vindas a cruzar o rio contrabandeando sonoridades. Depois do chamamé, as chacareras, as zambas, os rasguidos. A essência da música correntina havia encontrado morada num coração brasileiro. Primeiro nas Missões para depois ganhar o mundo pelas mãos do filho mais novo de Vergilino e Cristina. O gaiteiro fujão, passado um bom punhado de dias, teve que retornar, mas dar fim aquela tão prazerosa e desafiadora jornada em tudo se mostrava que não iria ser muito

1962

fácil. Além de obrigar a dar pausa àquele sonho sonoro e vivaz que fora o objeto da fuga, havia, como um totem em sua imaginação, a figura do pai Vergilino esperando-o com

Em São Nicolau, festa realizada no CTG Primeira Querência do Rio Grande

todas as tábuas da lei e com todas as penas para a transgressão. Comungando medo e ansiedade voltou, lamentando, seguramente, muito mais por ter de deixar o mundo mágico que havia encontrado, do que temendo a inevitável carraspana e o irremediável castigo que a seguiria. Vergilino Borges, na verticalidade ética com que se conduziam os patriarcas mais antigos, por certo não seria complacente com a travessura do guri. E veio o sermão e veio o castigo, mas nem por um momento foram, nenhum nem outro, capazes de suplantar a força de tudo aquilo que Borges, talvez agora quase um adulto, havia conhecido e aprendido. A força vital daquela experiência sopraria para sempre as velas de seu barco no rumo da grande música que iria navegar. Quando Luiz completou quinze anos, o pai, que nunca esqueceu o episódio, já andava de coração amolecido. Sabendo que se aproximavam os dias de uma nova edição do evento argentino e antevendo que seria inevitável que o rapaz novamente para lá fosse levar seu acordeom, convidou-o para acompanhá-lo ao centro da cidade, até a loja de armas. Lá adquiriu um revólver calibre 32 e deu de presente ao filho. O gesto foi a forma que o velho encontrou para dizer que assinava a emancipação do guri. E mais uma vez, como haveria de repetir vida a fora, o Borges se foi ao chamamé. Agora não mais em fuga. E cada vez mais a se encontrar. Diferente da canção que fala naquele que foge de si, Borges sabia que estava estabelecendo uma rota de encontro consigo mesmo.

32  | 

A alma atada na gaita

1963

Recordação Escolar Escola João Aluísio Braum de São Luiz Gonzaga

1963

Com os ídolos Adelar e Honeide Bertussi em São Luiz Gonzaga.

Fuga ao Chamamé  | 33


Os Irmãos Borges Os irmãos Ernando e Albino são o início do conjunto Irmãos Borges: gaita e pandeiro. Como canta Telmo de Lima Freitas em “Negra Formiga” era o que bastava: que baita festa, meu irmão, que baita festa, uma gaita e um pandeiro tava formada uma orquestra... Em seguida se junta ao duo o violão de Antônio, até que em outubro de 1962, aos nove anos, Luiz Carlos Borges ingressa, completando a formação do conjunto em que atuaria por vinte anos. Na mesma época, sua irmã Irenita também começa a participar do grupo como intérprete, principalmente, cantando em dueto com o menino Borges. A música regional gaúcha, como hoje conhecemos, dava seus primeiros passos. A obra

1964

do cancionista Barbosa Lessa recém se revelava através das gravações do Conjunto

1ª Comunhão em São Luiz Gonzaga.

Farroupilha. Mas o que chegava até as Missões, eram as canções de Lauro Rodrigues e, principalmente, aquilo que se tornaria uma escola da chamada música de baile: Irmãos Bertussi. O duo formado por Honeyde e Adelar faria dançar por longos anos algumas gerações. A influência era inevitável. E os Irmãos Borges iniciaram sua carreira tendo como referências a sonoridade oriunda dos caminhos dos tropeiros pela região serrana. Além desses, pode-se ainda destacar como fazendo parte do universo das audições dos Borges e do menino Luiz Carlos, recém se profissionalizando, o Grupo Minuano, Pedro Raymundo, Os Charruas e, já arrebatando multidões, o ícone Teixeirinha. Cinco anos após a estreia do menino Borges, o irmão Ernando se casa e abandona a música como atividade profissional. A partir daí o jovem Luiz assume a direção musical do grupo, tarefa até então desempenhada pelo irmão recém-casado. A parte administrativa permanece sob a responsabilidade de Antônio, o mais velho dos Borges. Para o lugar de Ernando foi chamado o gaiteiro de Santo Ângelo, Dorval Dias. Esse instrumentista havia convivido com algumas das referências musicais de Santo Ângelo daqueles tempos. Nomes como Camelo, o cego Vilmar Ávila Brites e Rui Sefrin - todos com sólida e universal formação musical. A convivência com Dorval permitiu ao jovem Borges o contato com outros segmentos da música popular do mundo – do jazz tradicional às valsas francesas. Aqui se revela uma faceta interessante do conjunto: além das canções e dos temas instrumentais ligados à temática regional inspirada na paisagem rural do Rio Grande do Sul, os Irmãos Borges também tocavam bailes de carnaval. Os pequenos clubes de São Nicolau, GarCom Chacho Franzoy e Nélida Rios, no festival de Santo Tomé, Corrientes, AR.

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A alma atada na gaita

ruchos e Santo Antônio das Missões, municípios missioneiros, testemunharam por

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mais de meia década esta demonstração de ecletismo. Tal diversidade será fundamental

a los Hermanos Borges para que grabaran en la Argentina. Este es el resultado y espero

para a formação estética da obra madura de Luiz Carlos Borges.

que todos os aficionados compartan de mi opinion sobre la calidad de sus versiones.

Além daquela inevitável tangência, que a pouco referimos, com a jovem música vinda do centro do país, cujo expoente era Roberto Carlos, o jovem Borges ia ampliando sua “paleta” de sons. Era apreciador de Vicente Celestino, ídolo da era de ouro do rádio nos anos quarenta, que teve uma longuíssima carreira iniciada por volta de 1915, alcançando, no final dos anos sessenta do século XX, os jovens Caetano Veloso

gravado em 1971 em Buenos Aires, lançado pelo selo PAÍS). Em 1973 o conjunto retorna à Argentina para gravar o segundo disco, Imenso Potreiro contando com a participação de Raulito Barboza.

e Gilberto Gil. Borges, nos encontros musicais não profissionais, nas serenatas, nas

Em 1976 pelo selo brasileiro Phonodisc, com coordenação de produção de Ayrton

festas com os amigos imitava o ídolo com raro talento. Também Nélson Gonçalves

dos Anjos, os Irmãos Borges lançam o terceiro e último disco da carreira chamado

foi alvo de sua reverência: cantava os desmazelos, os prazeres e os amores da vida

Chimarrão e Milonga. Nas produções anteriores percebe-se que a assinatura das

boêmia imitando o barítono, gaúcho de Livramento, cuja rara extensão da tessitura

composições é repartida entre vários autores, ainda que a maioria seja de Luiz Carlos

vocal – principalmente na região mais grave - apaixonou gerações.

Borges. Nesta, que é a primeira a ser lançada no Brasil, Borges é responsável por dez

Da soma dessas influências é que Borges vai extraindo a sua personalidade musical. Desde

das doze composições que integram o elepê.

as primeiras composições em parceria com o irmão Antônio, que serviam para dar um cará-

Em dezembro de 1979, num sábado na cidade de Ijuí, Luiz Carlos Borges toca seu

ter autoral ao conjunto, criando assim uma singularidade de repertório, diferenciando-os,

último baile com os irmãos. Nesta época, morava em Santa Maria e andava ampliando

Borges imprimiu em suas canções os aprendizados destes diversos mundos, na busca, que

seus horizontes musicais, principalmente no que tange à composição. Passara a convi-

se tornaria incansável até hoje, de construir uma obra cuja personalidade fosse reconhecida

ver, em função da universidade – cursava Educação Artística na Universidade Federal

e valorizada. Sua canção, mesmo aquela mais ingênua – fruto daqueles dias verdes -, sempre

de Santa Maria -, com novos amigos, pessoas que transitavam por outras paisagens da

foi orientada pela fuga ao lugar comum. Desde muito cedo o nosso gaiteiro sabia, primeiro

estética regional e das artes. Descortinava-se para o gaiteiro um novo mundo sonoro

por intuição, e depois pelos degraus da experiência, que sua vida e sua música haveriam de

e a canção ganhava uma dimensão conceitual até então não experimentada.

ultrapassar a paisagem do baile. Aqueles vinte anos foram a grande preparação do músico que, por dentro do universo da música dançante, construiu a obra que pouco a pouco se afirmou como uma das melhores páginas da música sulina e brasileira. Dez anos depois da estreia do jovem Borges no conjunto, surge, pelas mãos de Raulito Barboza – a amizade iniciada no festival do Chamamé, que dura até hoje -, a oportunidade da gravação de um disco na Argentina. Note-se que tentativas de lançamento do trabalho do grupo no Brasil haviam sido feitas e todas sem sucesso. Mas deixemos que o próprio acordeonista argentino nos conte esta história:

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(Texto extraído da contracapa do LP Argentina y Brasil com los Hermanos Borges

Na sexta-feira que antecedeu o último baile, Borges estreava no palco da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana – o grande palco do fenômeno surgente do nativismo, que a partir dos anos oitenta se tornaria o grande movimento cultural do Rio Grande do Sul. Nessa época, o festival se organizava em três noites eliminatórias, nas quais doze canções eram apresentadas, sendo quatro selecionadas para a grande final. Pois nesta sexta-feira, na nona edição do evento, no palco do então Cine Pampa – hoje Teatro Rosalina Pandolfo Lisboa, Luiz Carlos Borges, acompanhado pelo Grupo Horizonte de Santa Maria, apresentou a milonga Tropa de Osso, parceria

Conoci a los Hermanos Borges en uno de mis viajes por Brasil y fui invitado por ellos a

sua com o poeta Humberto Gabbi Zanatta. Cantou e classificou-se para a noite final.

presentarme en escenarios de su estado, Rio Grande do Sul. Compartiendo com los Borges

Viajou de Uruguaiana para Ijuí. No sábado tocou o baile no CTG Clube Farroupilha e

los tablados, pude apreciar sus grandes valores humanos y artísticos, valores estos que

no domingo, acompanhado pelo irmão Albino retornou para a fronteira oeste, onde,

los hacen, em mi concepto, digníssimos representantes de su tierra “gaucha”. Pero la

ainda naquela noite, mais uma vez estaria no palco do Cine Pampa. Estava aberta a

sensibilidad de los Borges no los limita a interpretar solamente la musica del Brasil, ya

porta, talvez uma das mais importantes, para a carreira e para a obra fundamental de

que realizan – com gran calidad – los ritmos típicos del litoral argentino, region tan her-

Luiz Carlos Borges: o músico, o autor e o intérprete. Carreira e obra que já avançam

manada a su bello estado del sur. Por estas razones, y por la amistad que nos une, invite

por mais de meio século afirmando a excelência do artista e o vigor de sua criação.

A alma atada na gaita

Os Irmãos Borges  | 37


A Luz no Osso da Tropa 1968

Com 15 anos no 11º Encontro Tradicionalista em São Luiz Gonzaga

Quase clareando o dia, os Irmãos Borges executavam o acorde final da música que encerrava o baile. O gaiteiro estava cansado, mas deixava transparecer um brilho no olhar que poderia ser prenúncio de uma nova luz em seu caminho. Lembrouse de Dorotéia que certa feita lhe devolvera a luz. Ijuí a Uruguaiana - cerca de 400 km que seriam cumpridos imediatamente após um breve café da manhã. Luiz Carlos e Albino seguiriam sem dormir no rumo oeste, onde, dali a algumas horas, mais uma vez estaria no palco da Califórnia da Canção, a milonga Tropa de Osso. Borges - compositor e intérprete - sabia intimamente, talvez secretamente, que aquela viagem não o conduziria apenas para mais uma apresentação. O que o esperava no fim daquela estrada era o portal que, uma vez aberto, o levaria para todos os palcos que até então não haviam passado de sonhos vagos ou promessas

1970

Com a irmã Irenita Borges

1971

Com o irmão Antônio Borges

distantes. Nascia ali, num fim de baile, naquela estrada que levava à fronteira, a carreira individual do artista Luiz Carlos Borges. A milonga recém-composta, em parceria com o santamariense Humberto Gabbi Zanatta, proporcionava uma guinada estética na criação cancionista de Luiz. As letras de suas canções compostas para o conjunto Irmãos Borges, uma vez endereçadas ao baile, não tinham maior preocupação poética. A chegada de Borges para fixar residência na Santa Maria da Boca do Monte, oportunizava-lhe um novo convívio e rapidamente se lhe foi descortinando um universo estético que era em tudo novidade e desafio. E por ele se embrenhou o nosso gaiteiro. Tropa de osso é um achado no baú de memórias da cultura popular. A antiga brincadeira da piazada rural se presentificava através da canção. A melodia criada por Borges para dar vida sonora e cantável aos versos de Zanatta, como acontece nas grandes

Os Irmãos Borges, Antônio, Irenita, Luiz Carlos e Albino com o amigo e baterista do conjunto José Dirceu Moreira “Juquinha”, formação mais duradoura do grupo. 38  | 

A alma atada na gaita

1981

Licenciatura plena em Música pela UFSM.

canções, amalgama de tal forma texto e melodia, em tamanha inteireza, que faz surgir um artefato artístico uno e indissociável.

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Tropa de Osso

as lendas sumiria na poeira do tempo, e, assim, haveria de permanecer em sua imaterialidade na memória dos que lá estavam e na curiosidade dos que jamais a conheceram.

De vez em quando no horizonte do passado,

T

Surge uma nuvem de lembranças andarilhas,

ropa de osso, quem não teve quando piá, Ou não foi piá, ou não viveu como nós outros, Como era linda a gurizada se entretendo Com os ossitos que eram bois, ovelhas, potros.

Vai repontando para dentro do meu peito A minha infância com seus ossos em tropilha. Tinha mangueira com banheiro bem cuidado, Tinha piquetes e um campo onde invernava, A minha tropa era de puro pedigree Toda de ossos descarnados que campeava.

Pelas vielas de terra e sob a copa das árvores generosas que sublimavam a inclemência do verão da fronteira, mergulhados na paisagem do pampa, todos pareciam fazer parte dela. Não como uma colagem, mas como um pertencimento a ela desde sempre. Mesmo com a sensação de ser do lugar, as almas pareciam levitar sobre as barracas, as canções e os aromas de assado que se perdiam na fluência daqueles dias. Eram tempos verdes. Tempos de iniciação. Em tudo havia devoção à terra. Isso fazia reunir e significar. Conferia sentido e, ao mesmo tempo em que decifrava, era o enigma. Às primeiras horas da noite, esse ambiente migrava para o palco do Cine Pampa. Lá desfilavam os cantores e suas invenções: pequenos artefatos de fazer sonhar. Depois,

Gado de osso que foi parte do meu mundo, Carro de lomba e trator de corticeira, O meu bodoque e o banho no açude Foram na infância, minha vida verdadeira.

nas madrugadas acolhedoras do acampamento, cada alma voltava a flanar pelos desvãos daquele onírico povoado. Naquela noite de dezembro, no palco do Cine Pampa, Luiz Carlos Borges apresentou mais uma vez, agora concorrendo à Calhandra de Ouro – o mais cobiçado troféu dos festivais nativistas do Rio Grande do Sul – a milonga Tropa de Osso. Entre os

Tropa de osso, quem não teve quando piá,

finalistas estavam alguns dos nomes mais significativos daquela primeira década do

Ou não foi piá, ou não viveu com nós outros,

festival: Telmo de Lima Freitas, Marco Aurélio Vasconcelos, Luiz Coronel, Kenelmo

Como era linda a gurizada se entretendo

Alves, José Fogaça, Kleiton e Kledir, Airton Pimentel, Leopoldo Rassier, Victor Hugo,

Com os ossitos que eram bois, ovelhas, potros.

Antônio Augusto Fagundes, Luiz Telles, Ivaldo Roque, Talo Pereyra, Raul Ellwanger.

Noutras andanças, toco as reses dos meus sonhos, Por um estreito corredor feito esperança, Algumas vezes sou tropeiro, outras sou tropa, Mas sempre guardo os bois de osso na lembrança.

A premiação teve, na Linha Campeira, a mazurca de Telmo de Lima Freitas “Esquilador” na interpretação de Edson Otto e os Cantores dos Sete Povos; na Linha de Projeção Folclórica, a canção de Airton Pimentel e Luiz Coronel, inspirada nos ternos de reis, “Facho da estrela guia”, interpretada por Leopoldo Rassier, Victor Hugo e o Terno da Freguesia do Mundo Novo; na Linha de Manifestação Rio-grandense, a milonga “Tropa de Osso” de Luiz Carlos Borges e Humberto Gabbi Zanatta, com a

E lá estava indo pelo estreito corredor da esperança, pleno dela, rumo à fronteira,

interpretação de Borges e o Grupo Horizonte. A Calhandra de Ouro – troféu máximo do

o piazito missioneiro, que certa feita - fugindo em busca de um sonho - entrara na

festival – ficou com “Esquilador”. Até hoje Borges reconhece aquela premiação como

Argentina de balsa por São Tomé, tropeiro e tropa de sua música encantada. Desde

uma das mais significativas de sua trajetória no movimento dos festivais gaúchos.

lá ele continua a tanger as reses do seu sonho.

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Como num ritual iniciático, aqueles dias de dezembro na fronteira do Brasil com a Argen-

Perto do meio dia, a cidade de lona fervia de violões e cordeonas e assados pelas barracas

tina – sempre a fronteira – Luiz Carlos Borges começava, no palco da Califórnia da Canção

que coloriam a paisagem do concorrido acampamento do festival. Os artistas e seus admira-

Nativa - um espaço que se consagrava e se tornava referência da cultura regional - a escre-

dores comungavam daquele espaço como se fervessem juntos dentro do mesmo caldeirão.

ver seu nome como um dos mais importantes artistas gaúchos de todos os tempos. Mesmo

Faziam história, ainda que não suspeitassem. A Cidade de Lona se tornaria lendária, e como

com os seus vinte anos de animação de bailes com os Irmãos Borges, parecia que a carreira

A alma atada na gaita

A Luz no Osso da Tropa   | 41


do músico estivesse recém começando. E como porteira que passa um boi, passa uma boiada, suas maravilhosas canções foram surgindo e, uma a uma, ultrapassando o portal do reconhecimento e do sucesso – com aclamação do público e da crítica especializada. Os festivais passaram a ser a vitrine para a sua expressiva produção como compositor. Na medida em que se tornava conhecido, ampliavam-se as parcerias. Na edição seguinte do festival de Uruguaiana (1980), concorreu com Romance na tafona e com Lições da terra, novamente acompanhado pelo Grupo Horizonte de Santa Maria, que contava com os nomes de Ribamar Machado, Leandro Cachoeira, Larri Charão, Fio Rossato e Paulo de Araújo. A primeira em parceria com Antônio Carlos Machado e a segunda com Humberto Gabbi Zanatta. Mais uma vez ficou com o primeiro lugar na

1983

1º Musicanto Sul Americano de Nativismo em Santa Rosa

Linha de Manifestação Rio-grandense com Romance na tafona. Uma rápida estada em São Borja, antes de nosso artista radicar-se em Santa Rosa, no início dos anos 80, oportuniza o surgimento de uma das grandes parcerias da canção regional gaúcha: Apparício Silva Rillo e Luiz Carlos Borges. A primeira canção composta pela dupla, “Noites, penas e guitarra”, daria título ao segundo LP lançado por Borges. O lirismo dos versos e o intimismo melódico-harmônico instauram um encontro de raríssima felicidade. As notas, os acordes e os versos pertencem a um mesmo e inseparável composto estético, como se um não pudesse dispensar a existência do outro. A partir daí, esse dueto construiria uma vasta e qualificada obra musical.

1987

Durante o Festival da Barranca com Sergio Jacaré, Zé Bicca, Vinícius Brum e César Gomes

1981

Com Apparício Silva Rillo, durante triagem da Califórnia da Canção em Uruguaiana

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A alma atada na gaita

Grupo Horizonte, Borges, Paulo de Araújo, Larry Charão, Ribamar Machado, Leandro Cachoeira e Fio Rossatto.

A Luz no Osso da Tropa   | 43


O Nó que Não Desata

Rillo foi um dos mais profícuos poetas do nativismo rio-grandense. Em sua primeira publicação – Cantigas do tempo velho – de 1959, encontram-se alguns poemas que ainda hoje são declamados nas rodas fogoneiras e nas rondas literárias pelo pago adentro. Além disso, no momento do encontro com Borges, já havia sido premiado algumas vezes na Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, principalmente em parceria com Mário Barbará – é da dupla a canção vencedora da Calhandra de Ouro da quinta edição do festival – a hoje clássica “Roda Canto”. Ainda, Rillo é fundador do grupo amador de arte Os Angueras, na cidade de São Borja, uma das referências

Quando iniciamos esta narrativa, ainda lá nas primeiras curvas dos muitos cami-

do regionalismo daqueles primeiros anos dos 1970. Sua parceria com José Lewis

nhos, alertamos que todos conduziriam à mesma estrada. Também, de trecho em

Bicca legou-nos canções indeléveis como “João Campeiro” e “Cantiga de rio e remo”.

trecho, sublinhamos que a contação de uma boa história não necessita da respiração ofegante própria das correrias. Assim viemos chutando as pedrinhas do caminho e prestando atenção ao voo dos pássaros e às florzitas empoeiradas dos beirais e, como aquele poeta pantaneiro, dando atenção às (des)importâncias da estrada.

Missões – a legendária São Francisco de Borja. Sua passagem será breve, mas emblemática: junto com Rillo cria e coordena o festival “Uma canção para São Borja” na comemoração dos trezentos anos da cidade em 1982.

Eis que nos chega, agora que recém fizemos nem metade do percurso, um chas-

Um dos primeiros compromissos sociais que Borges participa, recém chegando

que do futuro. Pelas mãos de um ginete cujo rosto parece familiar, mas não reco-

àquela terra missioneira, é uma festa de aniversário. Sendo o aniversariante um

nhecível, montado num baio resfolegante, o recado nos reorienta a velocidade

dos membros d’Os Angueras, Pedro Julião Ayub - o turco Julião - solista do grupo

da viagem. Com data de 26 de outubro de 2012, com a assinatura senhorial do

à época. Um tanto constrangido, o gaiteiro, que fora convidado por Rillo e que

Tempo, a mensagem diz apenas que não podemos nos atrasar: deveremos estar

chegava à festa acompanhado por este, entredentes comenta com o poeta seu

no Theatro São Pedro no centro da capital gaúcha para presenciarmos a cele-

desconforto por não estar levando um presente para o homenageado. Não lhe

bração dos 50 anos de carreira de Luiz Carlos Borges. Tudo aquilo que até este

foi dada muita atenção e quando se deu por conta já adentrava ao salão onde já

momento andava vestido com os cardados da calma, a partir daqui deverá andar

muitos confraternizavam. Rillo o apresenta e de pronto entrega uma lembrança

um tanto mais rápido. Talvez seja o tal trem da história que não se pode perder

ao “turco” que se emociona e agradece: - Bah! Moda, (este era o apelido com que

sem ser penalizado com o sumiço das páginas que dia a dia andamos a escrever.

os mais próximos se dirigiam ao autor do poema “Herança”) agora me quebrou o

Cruzamos apenas duas décadas de estrada e muito, muito mesmo, ainda há para contar. Um palco nobríssimo nos espera numa noite que virá. Sigamos, pois. Estamos devidamente avisados e o remetente não tolera atrasos.

vidro dos olhos! O tempo parou. Borges, quando se apercebeu, estava sozinho no meio daqueles que nem acabara de conhecer. Rillo sumiu. Constrangido o gaiteiro o procurava com o canto dos olhos tentando disfarçar o mal-estar que estava sentindo. Foram alguns minutos, quinze ou vinte talvez, mas para o recém-chegado

Há alguns instantes, agora antes de recebermos a crucial mensagem, falávamos

parecia que as eternidades se somavam e se sobrepunham e pesavam junto com o

do encontro entre Borges e um de seus mais expressivos parceiros: o poeta por-

burburinho da festa que continuava indiferente a sua angústia.

to-alegrense, radicado na missioneira São Borja: Apparício Silva Rillo. O encontro do gaiteiro com o poeta dá-se no final dos 1970. No disco “Noites, penas e guitarra” – o segundo da carreira de Borges, já aparecem os primeiros frutos da parceria. A milonga- título, a zamba “Caminhos”, “A hora do já”, “Coplas de Nazareno” e “Chapéu de palha”, essa vencedora da 8ª Vindima de Flores da Cunha em 1982.

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Em 1981, parte de Santa Maria para fixar residência no primeiro dos sete povos das

Da mesma forma como desaparecera, o poeta retorna e, reencontrando o músico, dispara meio gaguejando como era seu jeito: - que... que se tu... tu não ti tinha pre... sente, a... a... agora já tem...! E lhe alcança um papelucho manuscrito. Borges lê e agora é sua vez de sumir. Cerrou-se numa sala e violão em punho pôs-se a musicar os versos que o poeta lhe entregara. Em não mais do que vinte minutos, quase na

O Nó que Não Desata   | 45


primeira leitura, estava composta uma das mais inspiradas canções do regionalismo gaúcho: Vidro dos olhos. Rillo apanhara o descuidado mote propiciado pelo aniversariante e oportunizara Borges a entregar o presente, cuja falta tanto o constrangia. Momentos depois, os convivas ouviram em primeiríssima mão a milonga:

- Chegaram! São eles! Só com esta certeza, Rillo abandonava a roda de fogo e, com os olhos no mato, no automóvel que acabava de chegar, procurando num lance abarcar todas as nossas fisionomias, o poeta partia para nos abraçar. Isso foi feito durante anos, nas madrugadas de quinta-feira santa. Sabíamos – mudamente -, após algumas Barrancas, que estávamos

Me quebrou o vidro dos olhos, me fez chorar, me fez chorar, Quem o vidro dos meus olhos vai agora remendar... Meu pranto ao sol veraneiro se fez chuva e retornou Para molhar-te o cabelo, cabresto que me dobrou. Bem querido, bem perdido no meu destino de macho, Campeio o bem que me veio e já nem o rastro lhe acho. Quem disse que homem não chora, a si próprio não entende, Quem teve os olhos quebrados, não acha quem os remende. Tive tudo e tenho nada do teu amor que perdi, Quem quebra o vidro dos olhos abre cacimbas em si. Foram quase vinte anos de convivência e de uma extensa parceria que se concentra principalmente nos anos 1980. Trinta e duas canções estão registradas nos discos de carreira de Borges e outras tantas nos registros dos festivais nativistas. O poeta Silva Rillo rioaforou-se, com sua canoa, como um dardo no silêncio, se despedindo dos pagos em 1995 e sem ter conhecido a gravação final do projeto Itinerário de Rosa, título de seu livro de poemas que conta a sofrida trajetória da menina Rosinha, cujas circunstâncias existenciais transformam na indigente Rosaura, que Borges musicou com raríssima inspiração. Os poemas requerem a devida contextualização por tratarem de uma narrativa humana recortada num tempo e num espaço bem localizados. Contudo, a criação musical, desde a concepção melódica até a construção dos arranjos, as escolhas instrumentais e interpretativas, eleva a gravação de “Itinerário de Rosa” a um dos expoentes da discografia do artista. Trata-se de uma obra transcendente.

criando uma tradição, uma sequência necessária às nossas almas. Sem muitas palavras, quase no instinto, todos rodeávamos novamente o fogo e ali, farejando nossos corações, relatávamos umas coisas, trocávamos informes descontínuos sobre nossas vidas durante o último ano de ausência desde a última Barranca. Rillo, antes de tudo, apesar de tudo e às vezes contra tudo, era o nosso sinal de fogo e mato, um pivô da confraria, um portal aberto através de um tempo que, por novatos e ansiosos de precisão, situávamos no passado... Mas era futuro! Rillo, recolhido e mudo sob a boina, na roda de fogo, voejava, varava a sombra buscando um ninho de lua, um nicho de aurora e assim nos dava a pista. E por ela e por aí, o perseguíamos quanto mais ele nos carregava, sem expressar cansaço, em seus ombros já missioneiros, por uma vastidão secreta e onde o rebrilho do crepitar da madeira pulsa a exata rima da aldeia. Nesta Vigésima Quinta Barranca, onde um metafórico barral apaga rastro a rastro as estrofes do caminho, parece a nós, que chegamos nas madrugadas das quintas-feiras santas, que Rillo está escrevendo em água o que antes escreveu com fogo. Se algum ensinamento há ou houve naqueles fogões de Barranca, foi quando Rillo, os dedos rebatendo dedos nas mãos sem tramas, deixava seus olhos nos tocarem dizendo do seu contentamento por termos chegado bem a mais uma Barranca. Depois, com leveza, ele sumia no mato. Nós o seguíamos mirando. Ele entrava numa zona de sono e sonhos que poucos de nós ousariam encostar a ponta embarrada das nossas canetas. Sem jamais imaginarmos, sem jamais sobre isso fazer qualquer menção, criamos com Rillo – nós que chegamos nas madrugadas das quintas-feiras santas – um seguimento de tempo, uns fragmentos de memória onde ele permanece, guardião do que será e é, no barro e na luz.

A importância de Apparício Silva Rillo, pelo menos para um grupo singular de amigos

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frequentadores do simbólico Festival da Barranca de São Borja, pode ser constatada

Para atender o chamado recém-recebido, já estávamos a cangar os bois no recavém.

no texto de Luiz Sérgio Metz, o Sérgio Jacaré, outro expressivo parceiro de Borges.

Voltemos um pouquito. A celeridade imposta não nos deve conduzir ao esquecimento

Num depoimento, por ocasião da vigésima quinta edição do festival, primeiro ano

de fatos relevantes. Parece que de agora em diante oscilaremos entre o tempo que

sem a presença física do poeta, Jacaré é lapidar:

nos puxa lá para o futuro e a memória cuja paciência nos quer retardar o passo.

A alma atada na gaita

O Nó que Não Desata   | 47


Devemos voltar para Santa Maria, meados dos 1970. Naquele boteco da esquina, dois

Na Califórnia da Canção Nativa de 1979, quando Borges consagra a milonga Tropa

jovens estudantes – Luiz Sérgio Metz, o Jacaré, e João Félix, o João Menor - beberica-

de Osso, também coube a ele acompanhar a canção Enlutado de autoria de Nélson

vam cervejas contando os pilas da guaiaca rasa. Era uma noite parecida com as outras

Pessano de Souza, o Canário, e de Luiz Sérgio Metz, o Sérgio Jacaré, interpretada por

na cidade universitária. Os jovens no bar discorriam sem nenhum compromisso sobre

Gelson Manzoni. E ainda a participação no chamamé Canto à tradição de amanhã do

temas que orbitavam a estética regional. O assunto principal parecia ser a Califórnia da

poeta Luiz Guilherme do Prado Veppo e de Nelson Canário. As canções não foram

Canção Nativa. O festival, naquele final dos anos de chumbo, estava envolto numa aura

classificadas para a final e, portanto, não ficaram registradas no LP daquela nona

de liberdade, de autoestima coletiva, de orgulho de pertencimento, sentimentos bem

edição do festival, mas renderam a Borges o troféu de melhor instrumentista. Enlu-

esmaecidos pelos rigores e excrescências de um regime político cerceador e persecu-

tado, que seria gravada no primeiro disco solo de sua carreira, evidencia ainda mais

tório. O ambiente acadêmico sempre foi profícuo para o surgimento de subversões do

a transformação estética pela qual passava a música de Borges:

status quo – mesmo que por vezes a veemência das considerações estivesse muito mais atrelada ao volume do consumo alcoólico do que a convicções ideológicas consequentes.

Eu, sovada boleadeira,

A noite agrandava-se na proporção em que ia se apoucando a grana da dupla. Cada nova

Tranço pernas assoviando

cerveja era sorvida com o vagar das grandes reflexões. E à medida que se aproximava a

Costuro com fios lonqueados

hora fatídica da abstinência, o assunto parecia ficar cada vez mais atraente. Talvez esta

As frestas dos alambrados

noite tenha sido o primeiro mote para que a canção O Forasteiro, de Borges em parceria

Por onde foge a existência

com Mauro Ferreira e Vinícius Brum, fosse composta e anos mais tarde viesse a conquis-

Tenho por lamparina

tar a Calhandra de Ouro da 27ª Califórnia da Canção Nativa. Os ponteiros do engraxado

Meio pavio piscando

relógio na parede atrás do balcão estavam por badalar as doze que marcam a virada do

Na madrugada boieira

dia. Os jovens já haviam pedido a saideira. A grana acabara. Apenas eles e o dono do bolicho lá estavam. Neste momento chega no bar outro jovem. Desconhecido. Dirige-se ao balcão, pede uma cerveja e um tira gosto e, de costas para o grupo, em silêncio, vai bebendo e ouvindo desatento os rumores da noite. Jacaré, dias antes havia relatado ao seu companheiro de casa do estudante, José Cândido Mota, o Negro Mota, que havia cruzado com um músico missioneiro, na loja O Cardeal de Ouro, de Ivory Gomes de Melo - o célebre Cerejinha - compositor, cantor e radialista muito popular naquela época no centro do estado. Mota, depois de ouvir: -... parece que é Luiz Borges o nome dele, redarguiu ao amigo: sei quem é, passamos uma tarde ouvindo ele certa feita no CTG em

Noite fria lá vou eu pelos rincões, Gira o rebolo de penas Dos noturnos corujões, Quero-quero campaneia, Suas asas no vento escuto, Ele custa a me avistar Pois ando sempre de luto.

Guarani das Missões. O assunto por ali teve o ponto. Voltemos ao bar do Chico. Às tantas, o recém-chegado dá-se conta de que o assunto é algo que lhe interessa: música, poesia e a terra missioneira. Não demorou muito para que Borges, que estava chegando à cidade para continuar os estudos, ainda atuando no conjunto com os irmãos, pedisse licença e acabasse se integrando ao grupo. O músico interessado no assunto, os estudantes saudando a chegada de alguém com algum no bolso para dar seguimento à noitada. Amanheceram. Borges acabou indo dormir no minúsculo quarto da casa do estudante. Daí por diante foi sendo construída uma parceria de vida e de arte que cruzou tempos e produziu maravilhas.

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A alma atada na gaita

Que me restou Foi a faca, o aço puro, Língua negra na cintura Olhos acesos no escuro. Quem por mim quiser chamar, Não force sua voz nos ventos, Venho mangueando a desgraça, E a fúria prendi nos tentos.

O Nó que Não Desata   | 49


O tom confessional do canto admite uma condição humana semelhante à sovada

mansa e ponderada que acendia lampiões por aquelas escuridões sulinas, a alegria nas

boleadeira que no seu périplo existencial, no girar de suas três pernas de couro

noitadas e rodas de violão, a presteza para ouvir e ouvir de Luiz Sérgio Metz, o Jacaré,

e seus pés de pedras redondas, pretende costurar as frestas das cercas por onde

por certo serviram para que Borges ampliasse sua arte e sua humanidade. Quando

sempre haverá de se esvair a existência. Há uma lamparina a meio pavio, uma

chegou a vez de Metz cambiar de pago definitivamente em 1996, Borges cantou:

madrugada, passarões noturnos e quero-queros por testemunhas que, apesar de seus evidentes mutismos, dialogam e dão sentido aos pensamentos do cantor.

Aqui ficamos chorando, amigo,

Luto e eternidade orientam a tensão reflexiva. Não há conclusão, a canção finda

por sob a aba do teu chapéu,

em ambiente suspenso como num aponte ao caráter insolúvel de tais proposições

o mundo muda, isso é sabido,

antagônicas. Nas cores da ave símbolo do Rio Grande do Sul, existe gradual matiz

quando um cigano vai para o céu...

que aponta para o enlutamento, esse permanente elemento que nos permeia a vida

Assim na terra seguiremos,

e nos conduz inexoravelmente ao fim.

vivendo a vida como ela é,

Do ponto de vista melódico, existem dois momentos perceptíveis (naturalmente

cantando o Sul que juntos sonhamos,

deve-se lamentar que o texto não suporte ainda a possibilidade da expressão sonora

amigo Sérgio Jacaré!

para que se pudesse acompanhar a reflexão proposta). O primeiro, composto sobre notas longas e acompanhamento vagaroso, trata da apresentação do sujeito cantante, o eu-lírico da canção. Esse ambiente sonoro é apropriado à natureza quase que prostrada da apresentação daquele que tenta cerzir as frestas que dão escape à existência. A cerzidura diz da impossibilidade de se por estancamento ao jorro vital que o tempo esgota. No segundo momento há um arroubo rítmico que parece fazer analogia ao bater de asas e à prontidão quase épica de quem está posto em vigia. Aquele que se apresentou como a perceber a vida que foge, agora diz como isso se lhe ocorre: noite fria lá vou eu pelos rincões. Por andar no mundo é que se vai embora do mundo. Como o quero-quero da canção parece que já nascemos todos indisfarçavelmente enlutados. O rebolo da vida girando, enquanto nos amola, gradualmente nos faz perder a capacidade do corte: como uma sovada boleadeira trançando pernas no ar de um tempo no qual já não há mais nada a bolear.

Completando a tríade central das parcerias, temos o encontro da música de Luiz Carlos Borges com o texto cancionista de Mauro Ferreira. A coletânea Campeiros é composta por dois volumes onde se encontram reunidas as canções mais significativas da dupla. Sucessos populares como Caçapavana e Baile de Fronteira; a emblemática Cavalo Crioulo; as detentoras da Calhandra de Ouro – troféu máximo da Califórnia da Canção Nativa – Florêncio Guerra, O forasteiro e Laçador de barro; as sapienciais Onde andarão esses homens e Era uma vez o que se viu; e a biográfica Coração de gaiteiro, que transforma em canção a vida do músico. As duas primeiras estrofes confessionais servem como síntese de quase tudo que até aqui estamos contando, agora com alguma pressa em razão daquele compromisso futuro que a pouco relatamos.

A parceria com Sérgio Jacaré renderia alguns momentos inesquecíveis como a zamba Quarteada – composta no festival da Barranca - que dá título ao terceiro LP da car-

Me despedi sem palavras

A velha São Luiz Gonzaga

reira de Borges, a chacarera trunca Tio Euclides, O que o coração me exige, milonga

Da missioneira paisagem

Ficou na luz das retinas,

Nas barras da madrugada

Quando eu entrei na Argentina,

Em que abandonei meus demais.

De balsa por San Tomé.

Além de parceiro musical, Luiz Sérgio Metz foi um dos mais importantes parceiros de

O coração de gaiteiro

Um gendarme da fronteira

vida de Luiz Carlos Borges. Foram noites e noites de insônia compartilhada em longas

Já tinha alçado viagem,

Me perguntou o que levava:

discussões sobre a arte, sobre a vida, sobre o Sul. Cartas longas, bilhetes cifrados, can-

Há tempo andava na estrada

A alma atada na gaita

ções compostas pelo telefone, Barrancas e estradas incontáveis. A sabedoria, a palavra

E agora eu ia de atrás.

que ensina: nesta casa, neste campo, não canta quem não for livre... e O Mundo Muda que indaga: o mundo muda ou o mundo apenas Neruda as mãos em nossos cabelos?

50  | 

A alma atada na gaita

E a vida num chamamé!

O Nó que Não Desata   | 51


D

eixa que queime, queimando Deixa que bata, batendo. Se o coração tá querendo Me manda e eu tô cantando...

De todas as canções assinadas por Borges e Mauro, talvez a que tenha

fonográfico. E foi novamente com o auxílio de Barboza que Borges começou a cogitar

lhes dado maior orgulho e emoção foi o chamamé Missioneira gravado

no nome de La Negra Mercedes Sosa para se apresentar na segunda edição em 1984.

no primeiro volume de Campeiros em 1999. Poderia ter sido apenas - o que convenhamos não é pouco – mais uma belíssima e inspirada canção que com certeza integra o seleto grupo das grandes que compõe o cancioneiro gaúcho. Contudo, a canção despertou o interesse de Mercedes Sosa - a voz sul-americana - umas das mais privilegiadas vozes já surgidas no mundo pelos tempos. A cantora argentina, no último lançamento da longa carreira discográfica – o projeto Cantora -, gravou o chamamé da parceria gaúcha, dividindo o solo com Borges. Mauro e Borges verteram os versos para o espanhol – a gravação se encontra no álbum duplo Cantora de Mercedes Sosa lançado em 2009 e no segundo

volume do projeto Campeiros lançado em 2008. Nossa pressa, já frisei não nos pode levar a omissão de fatos relevantes. Mais uma vez devemos recuar um tanto, pois La Negra tem significativa passagem pela carreira de Luiz Carlos Borges. Recém passara um ano da chegada de Borges em São Borja e mais um desafio surgia no horizonte do artista. Uma delegação da cidade de Santa Rosa, liderada pelo recém eleito prefeito Erni Friedrich, faz chegar a Borges um convite para ser o Secretário de Cultura e Turismo da nova administração. Contudo, o que foi decisivo para que o convite fosse aceito: a criação de um festival de música. O movimento dos fes-

cidade de Santa Rosa no noroeste gaúcho foi a cantora argentina que se apresentou em um estádio de futebol para quinze mil pessoas. Permito-me uma rapidíssima digressão. Alguns anos antes, por ocasião da 10ª Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana (1980), quando no palco do antigo Cine Pampa anunciaram a vencedora da Linha de Projeção Folclórica (hoje Linha de Manifestação Livre), a milonga Semeadura de autoria de Vitor Ramil e José Fogaça, ao voltarem à cena para a reapresentação da canção que era praxe, os músicos liderados por Vitor foram recebidos por estrepitosa vaia (que já havia acompanhado a canção na noite eliminatória e também na apresentação na noite final do concurso, ainda que um tanto tímida). Eram tempos em que se acirravam os ânimos entre “conservadores” e “vanguardistas” na estética da canção regional, mas isto é assunto para outras páginas. Voltemos ao Musicanto. Todos que lá estávamos, naquela noite de garoa fina, assistimos Mercedes Sosa cantar, entre tantos de seus sucessos, a Semeadura que havia sido vaiada e premiada na Califórnia. A reação popular foi de comoção - lágrimas e pingos de garoa misturavam-se nos rostos. Uma catarse coletiva: choro e chuva. A milonga do Ramil e do Fogaça consagrava-se, pela voz de Mercedes, como uma das mais brilhantes canções surgidas no movimento dos festivais rio-grandenses.

tivais crescia aceleradamente naqueles 1980 que se iniciavam. Cada cidade queria

Assim Luiz Carlos Borges conheceu pessoalmente Mercedes Sosa. Raul, quando já se

fazer parte do mapa do circuito nativista surgente. A Califórnia da Canção Nativa

encaminhavam ao pequeno aeroporto para a despedida, comenta com a cantora que

ia fazendo nascer seus filhos e muito seriam os frutos que se colheriam pelos anos

o coordenador do festival, e maior entusiasta de sua contratação, era também músico.

que estavam por vir. No período que finalizava 1982 e iniciava 1983, Borges, com a

Ali nasceu uma amizade que fundiu respeito artístico e convívio profissional. Em

família, muda-se para Santa Rosa. Em novembro de 83, realiza-se a primeira edição

praticamente todas as visitas de Mercedes Sosa ao Brasil a partir de então o missio-

do Musicanto Sul-americano de Nativismo. Um festival que, no dizer de Apparício

neiro que, ainda criança fora salvo da cegueira pelas mãos da negra Dorotéia, era seu

Silva Rillo, pretendia uma estética da raiz à flor.

convidado muito especial. Foram espetáculos, gravações, giras mundiais – Mercedes

A primeira edição do festival foi um sucesso. Participaram do concurso de canções, compositores vindos de todas as regiões do país. O Musicanto ganhou as páginas de cultura de todo o Brasil. Contudo, para Borges ainda faltava algo para que o evento atingisse a sul-americanização que trazia no nome. Um dos membros da comissão

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Não deu outra, a grande atração do 2° Musicanto Sul-americano de Nativismo na

veio especialmente de Buenos Aires para o espetáculo de comemoração dos 40 anos de carreira de Luiz Carlos Borges. Lembremo-nos, contudo, que o aviso que temos futuro nos dá conta de outra celebração. Apuremos o passo, ainda que tais idas e vindas sejam necessárias para que cheguemos a bom termo na história que nos cabe contar.

julgadora era o seu sempre amigo Raulito Barboza – o excepcional acordeonista argen-

Tentemos daqui por diante não desviarmos a atenção da estrada cronológica que nos

tino que havia conduzido o conjunto Irmãos Borges à gravação do primeiro registro

há de conduzir. A construção discográfica da carreira de Luiz Carlos Borges, por vasta

A alma atada na gaita

O Nó que Não Desata   | 53


e ricamente diversificada possui um fio condutor narrativo que de agora em diante será de grande valia para que cheguemos sem sobressaltos ao nosso destino futuro. Talvez até possamos avançar um pouco além da noite que nos espera em 2012. No disco Quarteada de 1984 Borges aproxima-se de um dos maiores nomes da música rio-grandense do século XX, o pianista, compositor e arranjador Geraldo Flach. Com ele, Borges insere no universo de sua obra alguns elementos não usuais na sonoridade dita regional, principalmente os teclados eletrônicos com sua multiplicidade funcional e com suas alegorias timbrísticas. Daí surgiu uma amizade pessoal e familiar e uma afinidade estética que acabou por resultar num dos grandes momentos da música instrumental gaúcha. Alguns anos mais tarde, precisamente em 1992, foi gravado e lançado nacionalmente pela gravadora Velas, um dos selos mais importantes da época, capitaneado pela dupla de compositores consagrados Ivan Lins e Vitor Martins, o CD Geraldo Flach e Luiz Carlos Borges. No repertório constam temas de autoria do gaiteiro e do pianista em parceria ou não. Pode-se destacar O milagre de Dorotéia, composição

Te esperava. – retruca Flach. - Há uma luz nesta casa, como jamais houve!... Borges estranha a afirmação, pois com exceção de um solzinho tímido que tentava furar as cortinas da sala, não havia lâmpada nenhuma acesa. A casa estava na penumbra. E tu, porque tão cedo? - indaga Geraldo. Borges conta então o sonho que lhe havia despertado e lhe arrancado da cama. Tinha sido um sonho, racionalmente sabia ele, mas tudo parecera tão real que não conseguiu voltar a dormir. Havia sonhado com Dorotéia. Pela primeira vez em sua vida. Desde a benzedura lhe havia ficado um vazio, uma frustração por jamais ter podido ver o rosto daquela que lhe trouxera à luz novamente. Semiacordado viu, ao pé da cama, a velha benzedeira coberta por uma luzinha fraca, com a roupinha de criança entre

da dupla, baseada na história aqui narrada nas primeiras páginas.

os dedos. Quando estava quase conseguindo decifrar alguns traços de seu rosto, a

Para essa produção Borges, com a família, hospedara-se na casa de Geraldo. Foram

manhã meio madrugada ainda, Borges vislumbrou Dorotéia. Lembrava dos cheiros,

alguns dias de música e festa. Longas conversas e não menos longos churrascos e cervejas. Houve uma tarde que começou num famoso restaurante da cidade e só terminou na madrugada alta. Ali os dois músicos trocaram impressões sobre quase tudo

imagem desapareceu. Tentou trazê-la de volta numa oração. Nada. Naquele início de recordava a voz mansa. E dali em diante levaria pela vida as formas, ainda que esmaecidas, de seu rosto. Foi o relato que fez para Flach sobre o motivo de acordar tão cedo.

e, entre uma quantidade relevante de copos de chopp, foram contando um bocado

Geraldo, num rompante, batendo com as duas mãos espalmadas sobre a mesa quase

da vida de cada um. O chamamé e a fuga, o rádio do Vergilino e Dorotéia e suas

virando alguns copos e garrafas que por ali jaziam:

benzeduras por certo ajudaram a fazer crescer a pilha das bolachas de papelão que marcavam o consumo da bebida. A sede era do tamanho do talento dos dois amigos que, mesmo estando num lugar muito conhecido e com muita gente ao redor, foram criando com vagar um espaço-tempo somente deles. Único e impenetrável. Certa noite que já ia grande, quase madrugada, na casa de Geraldo, restavam à mesa apenas os dois parceiros. Borges pede licença e se retira para dormir, exausto de um dia de estúdio e preocupado com o próximo. Temerariamente, sentia que, apesar da excelência do convívio, na prática as gravações não progrediam a contento, e o tempo (sempre ele) com seus prazos se esgotava. Recolheu-se o gaiteiro e o pianista ficou. À cabeceira da mesa, como era seu hábito, Geraldo sorvia aparentemente o silêncio e a cerveja, mas sua cabeça girava, como sempre, tonta de música. Quando horas depois Borges retorna, já dormido e ávido por um chimarrão, ainda encontra o amigo quase na mesma posição em que o deixara. Um rápido diálogo:

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Ainda não dormiste? - indaga Borges.

A alma atada na gaita

- Vou tomar um banho e ir para o estúdio. Creio que encontrei o tema que faltava para o nosso disco. Quando fores a tarde, as bases para gravares o acordeom estarão prontas. Mas que tema é esse? Compuseste algo? – pergunta Borges meio assustado. Ainda não. Farei no estúdio. O título será O milagre de Dorotéia. Mais uma vez a velha benzedeira das Missões indicara o caminho da luz.

*** Borges retorna as origens e grava em 1986 o LP Solo Livre, no qual a excelência do gaiteiro dos bailes da época do conjunto Irmãos Borges reaparece com mesmo vigor

O Nó que Não Desata   | 55


e com a maturidade dos mais de vinte anos de estrada. Seu virtuosismo aflora nas

Ano após ano foram se sucedendo os lançamentos e se ampliando o rol de suas

execuções de temas como Fogo Simbólico de sua autoria e Tren Expresso – composi-

parcerias. Em 1996, foi a vez do CD Temperando, tendo como convidado especial o

ção de Raulito Barboza.

violonista, compositor e arranjador argentino Nicolás Brizuela, que por longos anos

Como já foi dito a aproximação com a música e com os artistas argentinos sempre pontificou na obra de Luiz Carlos Borges. Em 1991, com relançamento em 1998, ele lança, junto com Antonio Tarragó Ros, o disco Fronteiras Abertas, gravado em Buenos Aires com direção de produção de Airton dos Anjos (Patinete). No repertório constam canções de Antonio como Soy el chamamé, canções de Borges como Baile de Fronteira – em parceria com Mauro Ferreira – e El amor es rio, de Tarragó e Borges. Além da participação como convidado especial de Leon Gieco, um dos nomes referenciais da música argentina.

todo o seu ecletismo e vigor estético. No repertório se encontra chamamé, vaneirão e milonga. Ah! E ainda o chorinho Caçarola, em parceria com o convidado argentino – fazendo, talvez, uma visita imaginária aos violões do sargento Alexandre, ao acordeom da moça Terezinha e ao cavaquinho e ao pandeiro do outro menino Luiz. Dois anos depois, para dar conta de uma produção muito intensa, chega a lançar dois discos num período menor do que doze meses. No CD Bem vindo ao Sul, gravado em abril de 1998, estão presentes como convidados os acordeonistas Dominguinhos, Raulito Barboza, Albino Manique, Oscar dos Reis e Edson Dutra – esse registro talvez

No ano seguinte, 1992, Borges faz sua primeira excursão europeia. Entre alguns

seja o embrião de um grande projeto futuro acalentado por Borges – Gaiteiros do

países, visita a Áustria, a Suíça e a Alemanha. Acompanhado pelo grupo Alma, grava

Mundo – que adiante abordaremos. E mais os guitarristas Alegre Correa e Daniel Sá.

na Suíça o CD Gaucho Rider. O grupo Alma era formado por músicos brasileiros resi-

Além da participação de um jovem talento surgente. Ninguém menos do que o hoje

dentes em Viena: Alegre Correa, Gringo Saggiorato, Fernando Paiva e Cláudio Frazê

consagrado internacionalmente Yamandu Costa, na época um adolescente. Borges foi

Rodrigues. De volta ao Brasil, ainda em 1992, lança o LP Na Chama do Chamamé,

amigo desde a juventude de Algacir Costa, pai desse prodígio do violão. Viu portanto o

onde despontam as canções Suíte para Ana Terra e O mundo Muda, além do sucesso

menino crescer e tornar-se o artista que encanta o mundo com sua música. Algacir, já

popular de que dá título ao disco. A canção Na chama do chamamé foi composta em

combalido pela doença que o levaria, certa feita numa visita feita por Borges, entre as

parceria com Elton Saldanha. É uma das muitas desta parceria. Dos meados dos 1980

brincadeiras e tiradas de muito bom humor, com naturalidade segredou ao gaiteiro:

adentrando pelos 90, é significativa na trajetória de Borges, como também no cenário da canção regional, uma tríade composta por ele, por Elton Saldanha e por João de Almeida Neto. Foram inúmeros festivais, incontáveis shows por diversos lugares

Minha hora está chegando. Acho que não escapo mais. Queria, em nome desta nossa amizade de tanto tempo, te fazer um pedido...

do sul do país que esse trio percorreu com a maestria de seu talento. Combinando

Borges, tentando retirar o tom de despedida do encontro, retruca:

sempre com equilíbrio a excelência estética da composição, do canto e da execução

Que nada! Vais sair dessa e em seguida estaremos tocando mais alguns chamamés e

instrumental, com a empatia popular que sabiam conquistar a cada apresentação.

milongas pela estrada. Mas faça o pedido!

Por quase uma década, os três fizeram parte da nominata dos responsáveis pela consolidação do então chamado Movimento Nativista. Naquele período, Borges, Elton e João venceram a maioria dos festivais que participaram. Em 1995, em nova gira pela Europa, lança, acompanhado por Edison Campagna, o

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foi o diretor musical da carreira de Mercedes Sosa. Borges dá mostras nesse disco de

Algacir agora com o olhar sério de quem mira longe: - Quero que prometas cuidar do meu gurizinho. Um silêncio e um abraço de irmãos selou o pedido e a promessa.

CD Gaúcho. Destacam-se as parcerias com João Sampaio, Tristeza Chamamecera e Na

Em outubro do mesmo ano, é gravado o CD Luiz Carlos Borges, onde se destacam a

beira do Aguapey, e a homenagem ao inexcedível instrumentista brasileiro Arismar

belíssima regravação de Romance na Tafona e a canção Elogio del viento, de Armando

do Espírito Santo na faixa quase homônima, De Arismar a Espírito Santo.

Tejada Gomez e Cuchi Leguizamon, um dos momentos brilhantes do cancioneiro

A alma atada na gaita

O Nó que Não Desata   | 57


argentino imortalizado pelo Duo Salteño, que Borges interpreta em dueto com

E todos então foram devidamente musicados. Chegando ao fim da tarefa a que se

Leandro Rodrigues. Leandro teve também grande importância na carreira de Borges.

propusera, Borges sentiu falta de um tango entre as canções. Pediu ao poeta que

Como músico integrante de seu grupo por largo período e principalmente por seu

lhe compusesse mais um poema, pois os dezesseis que havia no livro já estavam

trabalho no acabamento harmônico das canções, na criação e execução dos arranjos,

prontos. Em 24 horas, Rillo lhe mandava os versos de Um tango castiga Rosa, que foi

multi-instrumentista que é, do projeto Itinerário de Rosa.

gravada magistralmente na interpretação de Vítor Ramil acompanhado pelo violão

Em 1999 aparece o primeiro volume do projeto Campeiros, assinado por Borges e por Mauro Ferreira e em 2001 Borges vai ao centro-oeste brasileiro para gravar o CD Do Pampa ao Pantanal. Grava com músicos de Campo Grande como Guilherme Rondon e o mestre da sanfona pantaneira Dino Rocha. No repertório, homenagens a Sérgio Jacaré e Apparício Silva Rillo, os parceiros, a Telmo de Lima Freitas, uma referência, à cidade de São Borja, uma saudade, e ao seu Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, uma paixão.

A velocidade que propusemos nestas últimas páginas indica que nossa viagem está prestes a avistar o destino. Se estivéssemos naquela caravela dos descobrimentos, alguém posto no cesto da gávea por certo haveria de gritar: Terra à vista! Ainda assim, não nos precipitemos. Temos frisado desde o início, a importância da música platina na construção da obra de Borges. Quer pela sua paixão pelo chamamé que remonta a infância e traz a lembrança do

Q

uem disse que homem não chora, a si próprio não entende, Quem teve os olhos quebrados, não acha quem os remende.

No palco do Teatro Novo DC, em Porto Alegre, comemora os quarenta anos de

velho rádio do seu Vergilino, quer por seu afã aventureiro

carreira em 2002. Entre os convidados estiveram presentes Mercedes Sosa, Sérgio

que sempre o impeliu a descobertas e à construção de novas

Reis, Renato Borghetti, Elton Saldanha, Ernesto Fagundes, Maria Luiza Benitez,

amizades. Girando nesse turbilhão de afetos e parcerias, é que

Daniel Torres, Rui Biriva, Jean Garfunkel, Maurício Carillo, Geraldo Flach, Lúcio

Luiz Carlos Borges mais uma vez se vai a Buenos Aires – desde

Yanel, Tamara Castro (Argentina), Nenhum de Nós, Humberto Gessinger, Arismar

àquela fuga ao chamamé avisamos que seriam incontáveis

do Espírito Santo e a histórica reunião do conjunto Irmãos Borges – Antônio, Albino,

as vezes que o nosso gaiteiro cruzaria a fronteira – e lá, com

Ernando e Irenita – que juntamente com Luiz apresentam o jovem sobrinho Érlon

muitos convidados, grava o CD Con amigos argentinos. No

Péricles. Em 2004 lança o CD Luiz Carlos Borges – Quarteto, gravando, além dos

repertório figuram basicamente composições suas com seus

sucessos populares Vaneirão no sangue e “Revorve” do tropeiro, a imortal Querência

parceiros Silva Rillo e Mauro Ferreira. Entre os convidados estão os nomes de Mer-

amada de Teixeirinha e o clássico de Lupicínio Rodrigues, Eu e o meu coração.

cedes Sosa, Raúl Barboza, Liliana Herrero, Juan Falu, Teresa Parodi, Omar Moreno

O segundo volume do projeto Campeiros, com Mauro Ferreira, foi lançado em 2008, contando com a participação especial da consagrada dupla César Oliveira e Rogério Melo na canção Peñarol. O mesmo ano marca também o lançamento do CD Itinerário

Palacios, Julio Lacarra, Raúl Carnota, Antonio Tarragó Ros, Mónica Abraham, Grupo Ñamandu, Carlos Pino, os irmãos Rudi e Nini Flores e o pianista Oscar Alem. Mais a presença da jovem e já consagrada cantora gaúcha Shana Müller.

de Rosa que consiste no homônimo livro de poemas de Apparício Silva Rillo, musi-

Ainda que estejamos próximos, temos que salientar que os fatos compartilhados

cado por Borges. Foram vinte anos de trabalho desde que, na noite de lançamento

aqui, desde que a viagem exigiu celeridade, contam apenas a parcela que concerne

do livro, na fila dos autógrafos, enquanto esperava, o músico leu alguns poemas e lhe

à carreira discográfica individual de Luiz Carlos Borges. Suas incursões por outros

ocorreu que podiam virar canções. Chegando sua vez de receber a atenção do poeta,

cenários da cultura rio-grandense e brasileira não terão espaço nestas linhas, a não

Borges pergunta:

ser de maneira deveras superficial. Contudo, devemos pontuar alguns momentos.

Li um ou dois que podem virar canções. Posso musicar? Que... que.. todos, se quiseres! – foi a resposta de Rillo.

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referencial do correntino Lúcio Yanel, o mestre da moderna escola gaúcha do violão.

A alma atada na gaita

Como já foi dito, Borges atuou de forma significativa também nos bastidores de incontáveis acontecimentos culturais. Presidiu a Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore entre 2003 e 2006, foi, por mais ou menos uma década proprietário

O Nó que Não Desata   | 59


de estúdio de gravações na cidade de Viamão, havendo produzido uma infinidade

atmosfera de encantamento. Rumores, respirações, risos. Pouco a pouco as poltronas

de títulos da carreira de artistas consagrados e iniciantes, apresentou-se em palcos

da plateia vão sendo ocupadas. Depois os mezaninos. A casa está lotada. No palco

da América do Sul e do Norte, bem como em quase todo o continente europeu,

ainda nenhuma luz. Entre os ruídos percebe-se um misto de ânsia e de cumplicidade.

e ainda influencia a carreira de jovens artistas como incentivador e conselheiro.

Todos parecem se sentir um pouco autores do meio século que se vai comemorar.

Emprestou a sonoridade de seu acordeom a incontáveis artistas da música brasi-

O público que se identifica com determinado artista sempre será um espelho que

leira e sul-americana e ainda desenvolve projetos como o Gaiteiros do Mundo, que

tornará possível uma imagem, uma personificação daquela arte. De alguma forma,

no final de 2014 lotou as dependências do Auditório Araújo Vianna em Porto Alegre

se o artista vai ao povo, este mesmo povo devolve o artista a si mesmo. Um sabe do

e reuniu gaiteiros da Europa e do Brasil. O francês Richard Galliano, os italianos

outro e todos, mesmo que nem sempre percebam, são múltiplos e unos. Integrados

Riccardo Tadei e Vince Abracciante, além dos brasileiros Renato Borghetti, Bebê

pelo som, pela palavra e pela cena. Fragmentados mas indivisíveis.

Kraemer, Samuca do Acordeon, Luciano Maia, Paulinho Cardoso, Renato Borghetti, Guilherme Goulart, Jonatan Dalmonte, Edson Dutra, Willian Hengen e Daniel Hack (Os Serranos), Chico Brasil, Varguinhas e Tiago Machado (Os Monarcas), numa inesquecível noite da gaita (ou sanfona ou acordeom) em homenagem a cinco gigantes do instrumento: Pedro Raymundo, Chiquinho do Acordeom, Dominguinhos, Adelar Bertussi e Albino Manique.

significativos parceiros de estrada e sonho. O baterista carioca (e genro) Diogo Gameiro, o parceiro Mauro Ferreira, os gaiteiros Luciano Maia e Samuca do Acordeom, o consagrado Humberto Gessinger – talvez inspirado pelo cego Felício sentado à soleira da porta do ranchinho de Dorotéia tocando na gaitinha de boca aquela melodia singela e doída - que faz, com sua voz e sua harmônica, a milonga

Estamos chegando. Por fim os cinquenta anos desta estrada nos trouxe ao dia 26

encontrar-se com o blues e com o rock, o elétrico comparsa Pirisca Grecco, o violão

de outubro de 2012. Nem parece que páginas atrás andávamos lentamente pela

virtuoso de Arthur Bonilha (que nos deixou precocemente em 2015), a elegância e

paisagem missioneira, sacolejando num caminhão do exército que levava um piá

a excelência musical do argentino Juan Falu, a estreante Maria Cláudia, Yamandu

enceguecido para reencontrar a luz. Já podemos vislumbrar o inigualável Theatro

Costa e sua companheira Elodie Bouny – dois violões encantados em Suíte para Ana

São Pedro encravado no centro da capital gaúcha. Ainda vivemos os preparativos

Terra (erudito e popular de mãos dadas), os populares César Oliveira e Rogério Melo,

para a grande noite. Os equipamentos estão sendo montados, as luzes vão sendo

a bela e talentosa Shana Müller e o inexcedível Renato Borghetti. O espetáculo está

checadas, as câmeras que haverão de registrar o acontecimento vão se posicionando,

registrado pela Estação Filmes num DVD lançado pela gravadora ACIT – que ainda

os músicos afinam seus instrumentos. Tudo na equipe de produção parece estar

conta com as participações extras de Osvaldir e Carlos Magrão e Alegre Correa - com

prestes a ebulir. Tudo prenuncia uma grandiosa celebração.

Direção de René Goya Filho e Direção Musical de Luiz Carlos Borges.

A cidade parece alheia à efervescência que domina os ambientes internos do teatro.

Desde então Borges segue sua carreira com o mesmo vigor, com a mesma entrega, com

O trânsito em torno da Praça da Matriz e do Palácio Piratini é o mesmo de todos os

o mesmo impulso sonhador que o fez, naquela noite missioneira que ficou na luz das

dias. Os transeuntes são céleres e cabisbaixos e desatentos como todos os dias. Os

retinas, despedir-se dos seus sem palavras e sem sinais e, cordeona no ombro, ir-se

sons do centro vivem misturados e são buzinas, pregões, cantigas, assovios. Algum

ao encontro do chamamé que morava na outra margem do rio Uruguai. Seguramente

pregador fanático aos berros anuncia o fim dos tempos. A vida da capital segue seu

não seria apenas para se encontrar com o chamamé que o nosso gaiteiro fugia. Ainda

mesmo e em enfadonho turbilhão cotidiano destes nossos dias.

que sua ansiedade na fuga sequer suspeitasse, Borges estava indo ao encontro desses

Anoitece. O público lentamente vai chegando ao teatro. No hall de entrada, encontros e reencontros, casualidades, gafes, estilos, e pairando sobre tudo, há uma

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Diante de uma plateia arrebatada desfilam ao convite de Borges alguns dos mais

A alma atada na gaita

50 anos que já ficaram para trás, e de tantos outros que ainda estão por vir. No nosso pago, com este gaiteiro, desde então jamais houve mato sem passarada, nem noite sem madrugada, nem rancho sem candeeiro.

O Nó que Não Desata   | 61


1992

Com Sérgio “Jacaré” Metz, na comemoração dos 30 anos de música, em Porto Alegre.

Com os pais Cristina e Vergilino Borges, em São Luiz Gonzaga.

1992

1992

30 anos de Música.

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1992

A alma atada na gaita

Com Rui Biriva e Elton Saldanha, na comemoração dos 30 anos de música, em Porto Alegre.

1992

30 anos de Música.

1992

Com Rui Biriva, na comemoração dos 30 anos de música, em Porto Alegre.

No Festival da Barranca com o irmão Albino Borges, “Dom Lagarto”.

A caminho do Festival da Barranca, em ônibus entre amigos.

O Nó que Não Desata   | 63


No Festival da Barranca, em destaque os amigos João de Almeida Neto (violão) e Antonio Tarrago Rós (gaita).

No SESC Pinheiros em São Paulo, ao lado de Valdonys Menezes, Oswaldinho do Acordeon, Yamandu Costa, entre outros.

Em Resistencia Chaco/Argentina Com Arismar do Espírito Santo.

Em Resistencia Chaco/Argentina com Dominguinhos.

No Festival da Barranca com Yamandú Costa.

Compondo, durante o Festival da Barranca com o parceiro Mauro Ferreira.

SESC Pinheiros/SP, Ao lado de Arismar do Espírito Santo, Guelo, Yamandu Costa, Léa Freire, Plauto Cruz e Ronie Altmann.

Na comemoração dos 40 anos de Música, em Porto Alegre, com Sérgio Reis.

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A alma atada na gaita

O Nó que Não Desata   | 65


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Na comemoração dos 40 anos de Música, em Porto Alegre, com a amiga Mercedes Sosa.

Em Cosquín Córdoba/Argentina, com Shana Müller e Mercedes Sosa.

Com Adelar Bertussi.

Com Antonio Tarragó Ros, durante Gravação, em estúdio na cidade de La Plata, Argentina.

Com Lenine, Musicanto / Santa Rosa.

Com Telmo de Lima Freitas.

40 anos de música em Porto Alegre.

Em Buenos Aires, durante gravação da música Misionera com Mercedes Sosa e “Popi” Spattocco.

A alma atada na gaita

O Nó que Não Desata   | 67


A Luz se Chama Música Todos procuram seus lugares. As luzes da plateia acesas parecem dar calor à confusão e à ansiedade. Alguns minutos e a casa está repleta. Não há lugares vagos. O espetáculo está prestes a iniciar. Primeiro sinal, esmaecem-se os ruídos. Segundo sinal, praticamente todos sentados. Terceiro sinal, luzes apagadas. Sensíveis, só a escuridão, o silêncio e as respirações. Abrem-se as cortinas. O artista está no centro Em Paso de la Pátria Ctes/Argentina, com Cholo Aguirre e Aníbal Maldonado.

Fiesta Nacional del Chamamé Corrientes/Argentina.

do palco sob uma luz branca que parece atravessá-lo. Com passos que não tocam o chão, alguém se aproxima. Imperceptível. Névoa invisível. Parece que tem intenção de subir ao palco. O show já começou. Todos os olhos estão inarredavelmente fixos ao cenário e aos acontecimentos musicais que prometem uma grande noite. Nada nem ninguém percebe o movimento que quase não é. Os passos de brisa mansinha, um silenciozinho de nada que anda na direção do músico. Vai desde o fundo da sala, mas num átimo hesita. Para. Olha para os lados como a procurar um rosto conhecido. Uma poltrona vaga. Sinto-me impelido a levantar e ir ao seu encontro. Desisto. Todos estão hipnoticamente conduzidos pelo gaiteiro. Contudo, aquele movimento, que por nada e por ninguém é percebido, continua. Estou desacomodado, ainda que o ambiente hipnótico da música também me abarque intensamente. Agora já não anda. Estremeço. Será pela sensação de encanto que vem do palco, ou por que pressinto que os passos que não tocavam o chão agora se transformaram num invisível vulto que flutua. Minha atenção está voltada para o espetáculo, mas aquela flutuação parece querer desviá-la.

Com Victor Heredia, em Buenos Aires/Argentina.

Fiesta Nacional del Chamamé Corrientes/Argentina.

Temendo que minha inquietação seja percebida, quase não respiro. Tento, furtivamente, reconhecer um traço qualquer naquela transparência. O vulto não me nota. Será? Um rosto se esboça no vazio. Será? Aos poucos delineiase um dorso, um corpinho encurvado sobre si mesmo sentado no ar. Delírio?

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A alma atada na gaita

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Seguramente, mas insisto na disfarçada observação. Os convidados de Borges se

Quase afogado na poça de luz da lua que estava entre nós, quis perguntar, mas o

sucedem arrebatando cada vez mais o público. Já é possível afirmar em meio ao show

turbilhão do povo saindo do teatro estancou o silêncio e o meu delirante diálogo.

que estamos presenciando uma daquelas noites inesquecíveis que fazem sentido à

Apenas pude ouvir (se é que ouvi), num farfalhar de folhas na praça do centro da

vida. Mas o vulto continua em sua suspensão que me provoca. Por vezes, parece que

capital, uma vozinha gasta que partia, talvez sem ter chegado, serenamente como

existem outros ao seu lado, mas não se dão à mostra. Sensações. Aos poucos vou

havia partido a quase cinquenta anos antes sem ter completado a terceira etapa do

percebendo (imaginando? sonhando?) cada vez mais a nitidez da levitação.

ritual da cura:

Cabeleira branquinha encarapinhada. Rosto sulcado, quebradiço como uma folha de

Não preciso mais voltar. A luz está definitivamente com o meu menino. Levo comigo

outono. Perninhas frágeis cobertas por longas meias de lã. Nas mãos, um rosário

desde sempre o meu rosário de contas e a roupinha presa entre as mãos. E ainda

que os dedos pacientes percorrem e uma roupinha de criança segura sob as mãos

muita iluminação está por vir. Tudo ainda é cedo. Luiz Carlos Borges carrega a luz. E

que vigilam como quem guarda um tesouro. Impossível!! – eu grito sem que a voz

a luz se chama: - Música!

se confirme em sua sonora materialidade. O espetáculo já vai, cada vez mais emocionante, do meio para o fim. Estou, nesse momento, dividido entre a música e o vulto sereno que flutua. Prossegue a sensação de que existem outros acompanhando aquela aparição. Finda o espetáculo. A plateia pede que o artista retorne. Consagração. Celebração. Êxtase. Finalmente as luzes do teatro vão se acendendo e os rostos maravilhados rumam às antessalas da plateia. Risos. Lágrimas. Abraços. Reencontros. Procuro, avidamente, um restinho de escuro para tentar encontrar o vulto que me assombrou durante a apresentação. Naturalmente, não encontro nada. Nenhum vestígio, nenhum halo de qualquer invisível presença. Uma balbúrdia festiva preenche todos os espaços e a luz inunda cada canto. Nos camarins os artistas já começam a receber os fãs emocionados. Borges parece um misto de exaustão e alegria que talvez ainda não tivesse experimentado nesses cinquenta anos de estrada longa e luminosa. Cumprimentos. Reconhecimentos. E mais risos. E mais lágrimas. Dirijo-me à saída. Na praça em frente, recostado num arbusto que parece guardar o escuro, percebo mais uma vez o vulto. Atravesso a rua correndo. Ele já quer desaparecer. Não a conheci, mas tenho a certeza de que era Dorotéia. Tento perguntar, tento respirar, tento... tento... e quase nada consigo, estou perplexo. Enquanto desparece, a benzedeira vai dizendo sem falar: Fique tranquilo seu moço, não aconteceu nada. Só vim para ver se o meu menino ainda precisava de luz.

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A alma atada na gaita

A Luz se Chama Música   | 71


50 Anos de Música


Com Luciano Maia (E) e Samuca do Acordeon (D)

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Com Mauro Ferreira

Com Juan Falú

Com Elodie Bouny e Yamandú Costa

Com Humberto Gessinger

Com Pirisca Grecco

Com César Oliveira & Rogério Melo

Com Shana Müller

Com Arthur Bonilla

Com Maria Cláudia

Com Renato Borghetti

Com Alegre Corrêa

A alma atada na gaita

50 Anos de Música  | 75


Com Oswaldir e Carlos Magrão

Com Diogo Gameiro

Com a banda formada por: Cristian Sperandir, Yuri Menezes, LCB, Marco Michelon e Rodrigo Maia

Com Leandro Rodrigues

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A alma atada na gaita

50 Anos de Música  | 77


Discografia Luiz Carlos Borges completou em 2012, 50 anos de trajetória musical. É músico, multi-instrumentista, compositor, intérprete e arranjador. Participou de mais de duas centenas de álbuns com artistas dos mais variados segmentos e estilos musicais, além da participação em discos de Festivais Nativistas. Lançou em sua carreira mais de 30 discos autorais, estreando com os Irmãos Borges no início da década de 1970. Os discos (entre LP's e CD's) lançados até o início do segundo semestre de 2016 estão registrados neste livro, com informações básicas.

As informações completas da Discografia estão no site w w w. aalmaatadanagaita .com .br/d is co gra f ia

1974 - IRMÃOS BORGES – LP IMENSO POTREIRO Músicas: LADO A: 01.  Destino de Caminantes (Luiz Carlos Borges) 02.  Terra Missioneira (Luiz Carlos Borges/Antônio Borges) 03.  CTG Farroupilha (Luiz Carlos Borges) 04.  Presente de prenda (Luiz Carlos Borges) 05.  Febre amarela (Luiz Carlos Borges) 06.  Se o passado voltasse (Luiz Carlos Borges) LADO B: 01.  Imenso Potreiro (Luiz Carlos Borges/Valentim P. Flores) 02.  Serelepe (Luiz Carlos Borges) 03.  Amanhecer na querência (Manoel Loureiro/Albino Borges) 04.  Saudade de Jaguari (Luiz Carlos Borges) 05.  Explicando meu pago (Luiz Carlos Borges) 06.  Chamigo Mattana (Luiz Carlos Borges)

1971 - IRMÃOS BORGES – LP ARGENTINA Y BRASIL (Argentina y Brasil con Los Hermanos Borges)

Músicas: LADO A: 01.  Atravessando as missões (Luiz Carlos Borges) 02.  La Ratonera (Ernesto Montiel) 03.  Vaqueano do pago (Irmãos Borges – Manuel Loreiro) 04.  Misionero y Correntino (Luiz Carlos Borges) 05.  Laranjeira (domínio público) 06.  Pagos do quarto distrito (Antônio Borges) LADO B: 01.  Tropilha Crioula (Luiz Carlos Borges) 02.  Meus velhos tempos (Irmãos Borges) 03.  25 de março (Luiz Carlos Borges) 04.  Serrana (Luiz Carlos Borges) 05.  Sinuelo (Luiz Carlos Borges) 06.  Velha Gaita (Antônio Borges)

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1976 - IRMÃOS BORGES - LP CHIMARRÃO E MILONGA Músicas: LADO A: 01.  Chimarrão e milonga (Luiz Carlos Borges) 02.  24 de outubro (Luiz Carlos Borges) 03.  Sete Regiões (Luiz Carlos Borges/Antônio Borges) 04.  400 Perus (Recolhido do Folclore) 05.  Vocação (Luiz Carlos Borges) 06.  Lançante abaixo (Luiz Carlos Borges) LADO B: 01.  Gaúcho Solitário (Luiz Carlos Borges) 02.  El Palanque (Luiz Carlos Borges) 03.  Filho do Rio Grande (Luiz Carlos Borges) 04.  Coxilha de Ronda (Luiz Carlos Borges) 05.  São Luiz Gonzaga (Antônio Borges) 06.  Alvorada na Fazenda (Luiz Carlos Borges)

Discografia  | 79


1981 - LUIZ CARLOS BORGES – LP TROPA DE OSSO

1984 - LUIZ CARLOS BORGES – LP QUARTEADA

Músicas:

Músicas:

LADO A: 01.  Tropa de Osso (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta)

LADO A: 01.  Vidro dos Olhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

02.  Gaudério (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta)

02.  Entrada no Cemitério (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

03.  Al trotecito (Raulito Barboza)

03.  El Cosechero (Ramón Ayala)

04.  Monteador (Luiz Carlos Borges/Oscar Daniel Morales)

04.  Quarteada (Luiz Carlos Borges/ Sérgio Jacaré)

05.  Severina de Bagé (Recolhido do Folclore) 06.  Bombacha Larga (Luiz Carlos Borges) LADO B: 01.  Maravilhas Naturais (Luiz Carlos Borges) 02.  Minuano (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 03.  Eco das Coxilhas (Luiz Carlos Borges) 04.  Enlutado (Sérgio Jacaré/Nelson Canário) 05.  Vanera do Jacó (Recolhido do Folclore)

05.  Bugio Mestre (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) LADO B: 01.  Quitandeiro (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 02.  Maria Andará (Luiz Carlos Borges/Marô Silva/Sérgio Jacaré) 03.  O que o coração me exige (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré) 04.  Canto, riso da entrega (Celso Bastos/Sérgio Napp) 05.  Carinho (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha)

06.  CTG Farroupilha (Luiz Carlos Borges)

1982 - LUIZ CARLOS BORGES – LP NOITES, PENAS E GUITARRA

1986 – LUIZ CARLOS BORGES – LP SOLO LIVRE

Músicas:

Músicas:

LADO A: 01.  Noites, penas e guitarra (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

LADO A: 01.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges)

02.  Viramundo (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta)

02.  Solo livre (Luiz Carlos Borges)

03.  Alto Verde de la ausência (Roberto Galarza)

03.  Jogo duro (Luiz Carlos Borges)

04.  Canto a tradição de amanhã (Prado Veppo/Nelson Canário)

04.  10 de setembro (Luiz Carlos Borges)

05.  Caminhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

05.  Fogo simbólico (Luiz Carlos Borges)

06.  A hora do Já (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) LADO B: 01.  Coplas de Nazareno (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 02.  Tio Euclides (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré) 03.  Ronda (Luiz Carlos Borges/Dirceu Pombo) 04.  Romance na Tafona (Luiz Carlos Borges/Antônio Carlos Machado) 05.  Sangão das lavadeiras (Humberto G. Zanatta/Nelson P. de Souza Canário) 06.  Chapéu de palha (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

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A alma atada na gaita

LADO B: 01.  Tren expresso (Raulito Barboza) 02.  Vovó Polaca (Luiz Carlos Borges) 03.  La Bailanta (Isaco Abitbol/Heráclio Perez) 04.  Cacho de uva (Luiz Carlos Borges) 05.  Dom Pedro Raimundo (Luiz Carlos Borges), com citação de trecho musical de obra de Pedro Raymundo.

Discografia  | 81


1991 - LUIZ CARLOS BORGES E ANTONIO TARRAGÓ ROS LP FRONTEIRAS ABERTAS Músicas: LADO A: 01.  Soy el chamamé (Antonio Tarragó Ros) 02.  Festa do sol (Luiz Carlos Borges) 03.  Donde vuela el río (Antonio Tarragó Ros) 04.  Passarinho (Luiz Carlos Borges) 05.  El petizo Maceta (Antonio Tarragó Ros) LADO B: 01.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 02.  El amor es rio (Luiz Carlos Borges/Antonio Tarragó Ros) 03.  Lucerito alba (Eladio Martínez/L. Bayardo) 04.  Misiones (Antonio Tarragó Ros)

1992 – GERALDO FLACH E LUIZ CARLOS BORGES (CD) Músicas: 01.  Velhos amigos (Geraldo Flach) 02.  A dança do louco (Luiz Carlos Borges) 03.  Maxixorô (Geraldo Flach) 04.  Canción de la pasión (Luiz Carlos Borges) 05.  Milonga para Joe (Geraldo Flach) 06.  La rota del Nino (Luiz Carlos Borges) 07.  O milagre de Dorotéia (Luiz Carlos Borges/Geraldo Flach) I – A Infância II – O encontro III – A luz 08.  Fotografia (Luiz Carlos Borges/Beto Bollo) 09.  Girassol (Geraldo Flach) 10.  Prosa de galpão (Luiz Carlos Borges) – Homenagem à Tio Bilia

05.  Riograndense (Antonio Tarragó Ros)

1993 – LUIZ CARLOS BORGES - LP NA CHAMA DO CHAMAME 1992 – GRUPO ALMA E LUIZ CARLOS BORGES – CD “GAUCHO RIDER” Músicas:

Músicas: LADO A: 01.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 02.  KM 11 (Transito Cocomarola)

01.  Fotografia (Luiz Carlos Borges/Beto Bollo)

03.  El Forastero (Jaguaron)

02.  De Véio pra Véio (Luiz Carlos Borges)

04.  Amigos do Tambo (Luiz Carlos Borges)

03.  Sol e neve (Luiz Carlos Borges/Alegre Corrêa)

05.  O mundo muda (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré)

04.  Forró Vienense (Luiz Carlos Borges/Alegre Corrêa/Gringo Sagiorato)

06.  Carito (Antonio Tarragó Ros/León Gieco)

05.  Suíte para “Tio Albino” (Alegre Corrêa) 06.  Pega na sanfona (Alegre Corrêa/Izabel Nascimento)

LADO B: 01.  Apurate José (Teresa Parodi)

07.  Vaneirão metaleiro (Gringo Sagiorato)

02.  Lições de rio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

08.  Descendo a serra (Alegre Corrêa)

03.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges)

09.  Relembrando Tio Euclides (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré)

04.  La Bailanta (Isaco Abitbol/Heráclio Perez)

10.  Vaneirão Bachiano (Gringo Sagiorato/Alegre Corrêa)

05.  Viejo Caa Caty (E. R. Maciel/A. Mansilla) 06.  Tropeiro Missioneiro (Roberto Galarza) - Versão Luiz Carlos Borges

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A alma atada na gaita

Discografia  | 83


1994 – LUIZ CARLOS BORGES – CD SUCESSOS DE OURO

1995 - LUIZ CARLOS BORGES – CD HAY CHAMAME

Músicas:

Músicas:

01.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges) 02.  Mais um inverno (Luiz Carlos Borges/Antônio Augusto Ferreira) 03.  Vovó Polaca (Luiz Carlos Borges) 04.  Carito (Antonio Tarragó Ros/León Gieco) 05.  Solo livre (Luiz Carlos Borges) 06.  Apurate José (Teresa Parodi) 07.  KM 11 (Transito Cocomarola) 08.  Lições de rio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 09.  Dom Pedro Raimundo (Luiz Carlos Borges) 10.  La bailanta (Isaco Abitbol/Heráclito Perez) 11.  Baile de Fronteira (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 12.  Viejo Caa Caty (E. R. Maciel/A. Mansilla) 13.  Jogo duro (Luiz Carlos Borges) 14.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 15.  Amigos do Tambo (Luiz Carlos Borges) 16.  O mundo muda (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré) 17.  Cacho de uva (Luiz Carlos Borges) 18.  El Forastero (Jaguaron) 19.  Tren expresso (Raulito Barboza)

01.  Tristeza chamamecera (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 02.  Tropa de osso (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 03.  De Véio pra Véio (Luiz Carlos Borges) 04.  Chamamecero (Mauro Moraes) 05.  O Bugio (Luiz Carlos Borges/L. G. do Prado Veppo) 06.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 08.  Pedindo cancha (Luiz Carlos Borges/Leandro Rodrigues) 09.  Não chore não (Luiz Carlos Borges) 10.  Apurate José (Teresa Parodi) 11.  Gaudério (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 12.  Merceditas (Ramón Sixto Rios) 13.  Prosa de Galpão (Luiz Carlos Borges) 14.  Galpão Crioulo (Luiz Carlos Borges) 15.  Chamigo Raulito (Luiz Carlos Borges) 16.  Com Saudade (Luiz Carlos Borges) 17.  Italiano (Luiz Carlos Borges)

1995 - LUIZ CARLOS BORGES E EDISON CAMPAGNA – CD “GAÚCHO”

1995 – ANTONIO TARRAGÓ ROS E LUIZ CARLOS BORGES - CD DOS EN UNO

Músicas: 01.  Arismar a Espirito Santo (Luiz Carlos Borges) 02.  Tristeza chamamecera (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 03.  Romã (Luiz Carlos Borges) 04.  Com saudade (Luiz Carlos Borges) 05.  La Rota del Niño (Luiz Carlos Borges) 06.  Maria vá (Antonio Tarragó Ros) 07.  Caminhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 08.  Vaneirão manco (Luiz Carlos Borges) 09.  Italiano (Luiz Carlos Borges) 10.  Não chore não (Luiz Carlos Borges) 11.  Chamigo Raulito (Luiz Carlos Borges) 12.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 13.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 14.  Na contramão do vaneirão (Beto Bollo) 15.  Na beira do Aguapey (Luiz Carlos Borges/João Sampaio)

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A alma atada na gaita

Álbum produzido por EPSA Music que relança dois LP’s (Como el agua clara – Antonio Tarragó Ros/1986 + Fronteiras abertas – Antonio Tarragó Ros e Luiz Carlos Borges/1991).

Músicas: 01.  Soy el chamamé (Antonio Tarragó Ros) 02.  Festa do sol (Luiz Carlos Borges) 03.  Donde vuela el río (Antonio Tarragó Ros) 04.  Passarinho (Luiz Carlos Borges) 05.  El petizo Maceta (Antonio Tarragó Ros) 06.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  El amor es rio (Luiz Carlos Borges/Antonio Tarragó Ros) 08.  Lucerito alba (Eladio Martínez/L. Bayardo) 09.  Misiones (Antonio Tarragó Ros) 10.  Riograndense (Antonio Tarragó Ros)

Discografia  | 85


1996 – LUIZ CARLOS BORGES – CD TEMPERANDO Músicas: 01.  My hijo me há pedido um chamamé (Luiz Carlos Borges) 02.  Vidro dos olhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 03.  Caçapavana (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira)

1998 – LUIZ CARLOS BORGES E GRUPO ALMA CD GAUCHO RIDER – 2ª edição

CD gravado e lançado em 1992 na Europa e reeditado pela produtora fonográfica CrossCurrents Music/Europe em 1998. Design gráfico: Amy Bennick.

04.  Na beira do Aguapey (Luiz Carlos Borges/João Sampaio)

Músicas:

05.  Tristeza (Roberto Matias Galarza/Diego Holzer)

01.  Fotografia (Luiz Carlos Borges/Beto Bollo)

06.  Xucro de Viamão (Luiz Carlos Borges)

02.  De Véio pra Véio (Luiz Carlos Borges)

07.  Pedro Canoero (Teresa Parodi)

03.  Sol e neve (Luiz Carlos Borges/Alegre Corrêa)

08.  Caçarola (Luiz Carlos Borges/Nicolás Brizuela)

04.  Forró Vienense (Luiz Carlos Borges/Alegre Corrêa/Gringo Sagiorato)

09.  Meninos da JK (Luiz Carlos Borges)

05.  Suíte para “Tio Albino” (Alegre Corrêa)

10.  Pueblero de Allá Ité (Pocho Roch) 11.  Milongão de laçar touro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira/Roberto Ferreira) 12.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 13.  Fogo no fole (Luiz Carlos Borges/Vinícius Brum)

1998– LUIZ CARLOS BORGES – CD ACERVO GAÚCHO Músicas: 01.  Chamadeiro (Mauro Moraes) 02.  Negrinho do pastoreio (Barbosa Lessa) 03.  Kilômetro 11 (Transito Cocomarola) 04.  Não chore não (Luiz Carlos Borges) 05.  Carito (Antonio Tarragó Ros/Leon Gieco) 06.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  Tropa de osso (Luiz Carlos Borges/ Humberto G. Zanatta) 08.  Merceditas (Ramón Sixto Rios) 09.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 10.  Vanerão 2006 (Luiz Carlos Borges) 11.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 12.  Solo Livre (Luiz Carlos Borges)

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A alma atada na gaita

06.  Pega na sanfona (Alegre Corrêa/Izabel Nascimento) 07.  Vaneirão metaleiro (Gringo Sagiorato) 08.  Descendo a serra (Alegre Corrêa) 09.  Relembrando Tio Euclides (Luiz Carlos Borges/Sérgio Jacaré) 10.  Vaneirão Bachiano (Gringo Sagiorato/Alegre Corrêa)

1998 – LUIZ CARLOS BORGES E ANTONIO TARRAGÓ RÓS CD FRONTEIRAS ABERTAS Álbum gravado e lançado em LP no ano de 1991 e relançado em CD em 1998.

Músicas: 01.  Soy el chamamé (Antonio Tarragó Ros) 02.  Festa do sol (Luiz Carlos Borges) 03.  Donde vuela el río (Antonio Tarragó Ros) 04.  Passarinho (Luiz Carlos Borges) 05.  El petizo Maceta (Antonio Tarragó Ros) 06.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  El amor es rio (Luiz Carlos Borges/Antonio Tarragó Ros) 08.  Lucerito alba (Eladio Martínez/L. Bayardo) 09.  Misiones (Antonio Tarragó Ros) 10.  Riograndense (Antonio Tarragó Ros)

Discografia  | 87


1998 – LUIZ CARLOS BORGES – CD BEM VINDO AO SUL (CONVIDA)

1999 – LUIZ CARLOS BORGES E MAURO FERREIRA – CD CAMPEIROS

Músicas:

Músicas:

01.  Noches de canto y fogón (Raulito Barboza/Ramón Chávez)

01.  Coração de gaiteiro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 02.  Missioneira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 03.  Há muito tempo é assim (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 04.  Cavalo Crioulo (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 05.  Milongão de laçar touro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira/ Roberto Ferreira) 06.  Montado na saudade (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 08.  Na garupa do baião (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 09.  Romance do gaguinho (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 10.  Caçapavana (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 11.  Peão do meu Bagé (Mauro Ferreira) 12.  Florêncio Guerra (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira)

02.  Madrugada (Albino Manique) 03.  Yamandú (Raulito Barboza) 04.  Clareando o dia (Luiz Carlos Borges/Edson Dutra/Raulito Barboza) 05.  El cosechero (Ramón Ayala) 06.  Bem-vindo ao sul (Luiz Carlos Borges) 07.  Don Greatti (Raulito Barboza) 08.  La muerte del índio (Oscar dos Reis) 09.  De Arismar a Espírito Santo (Luiz Carlos Borges) 10.  Felicidades (Cirilo Zayas) 11.  Cunumi (Raulito Barboza) 12.  Pra Dino Rocha (Luiz Carlos Borges) 13.  Nêgo véio (Luiz Carlos Borges)

2001 – LUIZ CARLOS BORGES – CD DO PAMPA AO PANTANAL 1999 – LUIZ CARLOS BORGES – CD LUIZ CARLOS BORGES Músicas: 01.  Romance na Tafona (Luiz Carlos Borges/Antônio Carlos Machado) 02.  Cigana Feiticeira (Benedito Lacerda/Aroldo Lobo) 03.  Mato-grossense (Luiz Carlos Borges) 04.  Pot-pourri de xotes – Pão-Peão, Chegada, Ano novo no Rio Grande - (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 05.  Carcando a corda no cusco (Mauro Ferreira) 06.  Elogio del viento (A. Tejada Gomez y Cuchi Leguizamón)

Músicas: 01.  Encontro com a milonga (Luiz Carlos Borges) 02.  Pantanal (Luiz Carlos Borges) 03.  Modinha pro Moda (Luiz Carlos Borges/Vinícius Brum) 04.  Campo Grande (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 05.  Vandalismo (Luiz Carlos Borges) 06.  Sou Mato-grossense (Raul Torres/Tertuliano Amarilha) 07.  Canto à São Borja (Aldira Corrêa/Juarez Chagas) 08.  Miranda (José Batista dos Santos/Alcindo Scheleder “Magrão”/ Idemar Luiz Sprandel/”Tchê Loco”)

07.  Chamigo Maninho (Luiz Carlos Borges)

09.  Telmo de Lima “dos versos” Freitas - (Luiz Carlos Borges/ Vinícius Brum)

08.  Gilnei no vaneirão (Luiz Carlos Borges)

10.  Caminhos de Toledo (Luiz Carlos Borges/Vinícius Brum/Miguel Bicca)

09.  Mestre Chiquinho (Luiz Carlos Borges/Vinícius Brum/Beto Bollo) 10.  Estórias de Dom Lagarto (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 11.  Luizinho (Luiz Carlos Borges) 12.  Du Capucho (Luiz Carlos Borges)

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A alma atada na gaita

11.  Sob a aba do chapéu (Luiz Carlos Borges) 12.  Fronteiras do Iguaçu (Luiz Carlos Borges) 13.  Tricolor dos Pampas (Luiz Carlos Borges/Paulo Zeni Araújo) 14.  Charla de Natal (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 15.  En Santo Tomé (Luiz Carlos Borges)

Discografia  | 89


2002 – LUIZ CARLOS BORGES – CD 40 ANOS DE MÚSICA

2003 – LUIZ CARLOS BORGES – CD 40 ANOS DE GLÓRIA (ÁLBUM DUPLO)

Músicas:

Músicas:

01.  Noites, penas e guitarras (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 02.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 03.  Estórias de Dom Lagarto (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 04.  Romance na Tafona (Luiz Carlos Borges/Antônio Carlos Machado) 05.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges) 06.  Mi hijo me há pedido um chamamé (Luiz Carlos Borges) 07.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 08.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 09.  Caçarola (Luiz Carlos Borges/Nicolás Brizuela) 10.  Vidro dos olhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 11.  Tio Euclides (Luiz Carlos Borges/Sérgio “Jacaré” Metz) 12.  Florêncio Guerra (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 13.  Fotografia (Luiz Carlos Borges/Beto Bollo) – Instrumental 14.  Tropa de osso (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 15.  Xucro de Viamão (Luiz Carlos Borges) 16.  Bem-vindo ao Sul (Luiz Carlos Borges) 17.  Coração de gaiteiro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira)

CD 1 01.  Tropa de Osso (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 02.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 03.  O Bugio (Luiz Carlos Borges/L. G. do Prado Veppo) 04.  Merceditas (Ramón Sixto Rios) 05.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 06.  De véio pra véio (Luiz Carlos Borges) 07.  Não chore não (Luiz Carlos Borges) 08.  Vovó Polaca (Luiz Carlos Borges) 09.  Galpão crioulo (Luiz Carlos Borges) 10.  Dom Pedro Raimundo (Luiz Carlos Borges) 11.  Mais um inverno (Luiz Carlos Borges/Antônio Augusto Ferreira) 12.  Gaudério (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) 13.  Prosa de galpão (Luiz Carlos Borges) 14.  Lições de rio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 15.  Chamigo Raulito (Luiz Carlos Borges) 16.  Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 17.  La bailanta (Isaco Abitbol/Heráclito Perez) 18.  El forastero (Jaguaron) 19.  Dez de setembro (Luiz Carlos Borges)

2002 – LUIZ CARLOS BORGES E EDISON CAMPAGNA - CD EUROPA/95 ACÚSTICO Músicas: 01.  Negrinho do Pastoreio (Barbosa Lessa) 02.  Merceditas/solo (Sixto Rios) 03.  Não chore não (Luiz Carlos Borges) 04.  Chamigo Raulito (Luiz Carlos Borges) 05.  Tristeza chamamecera (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 06.  La Rota del Niño (Luiz Carlos Borges) 07.  Caminhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 08.  Vaneirão manco (Luiz Carlos Borges) 09.  Com saudade (Luiz Carlos Borges) 10.  Romã (Luiz Carlos Borges) 11.  Maria vá (Antonio Tarragó Ros) 12.  De Arismar a Espírito Santo (Luiz Carlos Borges) 13.  Na beira do Aguapey (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 14.  Merceditas/canto (Ramón Sixto Rios) 15.  Italiano (Luiz Carlos Borges)

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A alma atada na gaita

CD 2 01.  Chamamecero (Mauro Moraes) 02.  Solo Livre (Luiz Carlos Borges) 03.  Tristeza Chamamecera (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 04.  Kilômetro 11 (Transito Cocomarola) 05.  Pedindo chanca (Luiz Carlos Borges/Leandro Rodrigues) 06.  Cacho de uva (Luiz Carlos Borges) 07.  Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 08.  Jogo duro (Luiz Carlos Borges) 09.  Carito (Antonio Tarragó Ros/Leon Gieco) 10.  Trem Expresso (Raulito Barboza) 11.  Apurate José (Teresa Parodi) 12.  Com saudade (Luiz Carlos Borges) 13.  Amigos do tambo (Luiz Carlos Borges) 14.  Viejo Caa Caty (E. R. Maciel/A. Mansilla) 15.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges) 16.  O mundo muda (Luiz Carlos Borges/Sérgio “Jacaré” Metz) 17.  Italiano (Luiz Carlos Borges) 18.  Fogo Simbólico (Luiz Carlos Borges)

Discografia  | 91


2004 – LUIZ CARLOS BORGES – CD QUARTETO

2008 – LUIZ CARLOS BORGES – CD CAMPEIROS VOLUME 2

Músicas:

Músicas:

01.  Vaneirão no sangue (Luiz Carlos Borges)

01.  Laçador de barro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira/ Antônio A. Ferreira) 02.  Onde andarão esses homens (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 03.  Chasque a galope (Luiz Carlos Borges/ Antônio Augusto Ferreira) 04.  Florêncio e Florentino (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 05.  Misionera (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 06.  Pergaminho (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 07.  Vão ter que me ganhar (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 08.  Feiticeira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 09.  O mouro e o freio de ouro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 10.  Peñarol (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 11.  A história da barranca (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 12.  Era uma vez o que se viu (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 13.  O Forasteiro (Luiz Carlos Borges/Vinícius Brum/Mauro Ferreira)

02.  Querência amada (Teixeirinha) 03.  Sangue italiano, alma brasileira (Luiz Carlos Borges) 04.  Pega ratão (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 05.  O “revorve” do tropeiro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira/ Valdir Amaral Pinto) 06.  Cantador do litoral (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) 07.  Eu e meu coração (Lupicínio Rodrigues) 08.  Milonga Formosa (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 09.  Canção da alegria (Mário Barbará) 10.  Truco de dois (Luiz Carlos Borges/Antônio Augusto Ferreira) 11.  Bugre do milênio (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 12.  Nordestucho (Luiz Carlos Borges) 13.  Regalo sencillo (Luiz Carlos Borges) 14.  Símbolo gaúcho (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 15.  Ingrata (Luiz Carlos Borges) – Instrumental 16.  Pealo da saudade (Teixeirinha)

2008 – LUIZ CARLOS BORGES – CD ITINERÁRIO DE ROSA (da obra de Apparício Silva Rillo)

Músicas:

2008 – LUIZ CARLOS BORGES E RENATO BORGHETTI – CD BUENAÇO Músicas: 01.  Buenaço (Luiz Carlos Borges/Leandro Rodrigues) 02.  Barra do Ribeiro (Guinha Ramires) 03.  Merceditas (Ramón Sixto Rios) 04.  Fotografia (Luiz Carlos Borges/Beto Bollo) 05.  No meio do floreio (Leandro Rodrigues) 06.  Sétima do Pontal (Renato Borghetti/Veco Marques) 07.  Peão da Fé (Luiz Carlos Borges) 08.  Fronteira (Renato Borghetti/Daniel Sá) 09.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges) 10.  Redomona (Edson Dutra) 11.  Xote laranjeira – Prenda minha (Folclore gaúcho)

92  | 

A alma atada na gaita

01.  Portal (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 02.  Poema da prenda nova (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 03.  Devaneio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 04.  Canção de sabão (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 05.  Para moça Rosa (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 06.  Romance do pingo d’agua (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 07.  Romance de pena larga (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 08.  Intermezzo de Rosa (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 09.  Romance de Rosa plena (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 10.  O Cravo brigou com a Rosa (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 11.  Despetalada (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 12.  Um tango castiga Rosa (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 13.  Transição (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 14.  Milonga para a puta Rosaura (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 15.  Flagrantes (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 16.  Epitáfio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 17.  Ressureição (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo)

Discografia  | 93


2010 – LUIZ CARLOS BORGES - CD CON AMIGOS ARGENTINOS

2014 – LUIZ CARLOS BORGES - DVD + CD (AO VIVO) 50 ANOS DE MÚSICA

Participações especiais:

Músicos:

Liliana Herrero: Voz na faixa 02. Julio Lacarra: Voz na faixa 03. Shana Müller: Voz na faixa 04. Raúl Carnota: Voz, guitarra e bombo na faixa 05. Raúl Barboza: Acordeon na faixa 06. Antonio Tarragó Ros: Acordeon e voz na faixa 07. Mónica Abraham: Voz na faixa 08. Oscar Alem: Piano na faixa 09. Grupo Ñamandú: Vozes, violões, baixo e acordeon na faixa 10. Juan Falú: Voz e violão na faixa 11. Teresa Parodi: Voz na faixa 12. Omar Moreno Palacios: Voz e guitarra na faixa 13. Rudi y Nini Flores: Guitarra e acordeon na faixa 14. Carlos Pino: Voz na faixa 15. Mercedes Sosa: Voz na faixa 16.

Luiz Carlos Borges: Voz, Gaita e Violão.

Músicas: 01.  Princesa (Luiz Carlos Borges) 02.  Mi hijo me há pedido um chamamé (Luiz Carlos Borges) 03.  Romance na Tafona (Luiz Carlos Borges/Antonio Carlos Machado) 04.  Na beira do Aguapey (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) 05.  Feiticeira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 06.  Pura pedra (Luiz Carlos Borges/Raulito Barboza) 07.  El amor es rio (Luiz Carlos Borges/Antonio Tarragó Ros) 08.  Vidro dos olhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 09.  Guitarra (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 10.  Enganchado de chamamé – Na chama do chamamé (Luiz Carlos Borges/Elton Saldanha) Coração de gaiteiro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) – Caçapavana (Luiz Carlos Borges/ Mauro Ferreira) – Baile de fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 11.  Caminhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 12.  Lições de rio (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 13.  Mais um inverno (Luiz Carlos Borges/Antônio Augusto Ferreira) 14.  Viajeros de la pampa (Luiz Carlos Borges/Gustavo Teixeira) 15.  Regalo Sencillo (Luiz Carlos Borges) 16.  Misionera (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira)

94  | 

A alma atada na gaita

Rodrigo Maia: Baixo e Vocal. Marco Michelon: Bateria. Yuri Menezes: Violão. Christian Sperandir: Piano e Teclado

Músicas: 01.  Coração de gaiteiro (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 02.  Era uma vez o que se viu (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) Convidado: Mauro Ferreira 03.  Pega ratão (Luiz Carlos Borges) Convidados: Luciano Maia e Samuca do Acordeon 04.  Noites, penas e guitarra (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) 05.  Encontro com a milonga (Luiz Carlos Borges) Convidado: Humberto Gessinger 06.  Tio Euclides (Luiz Carlos Borges/Luís Sérgio “Jacaré” Metz) Convidado: Pirisca Grecco 07.  De véio pra véio (Luiz Carlos Borges) Convidado: Arthur Bonilla 08.  Caminhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) Convidado: Juan Falú 09.  Balderrama (Cuchi Leguizámon/Manoel Jose Castilla) Convidado: Juan Falú 10.  Vidro dos olhos (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) Convidada: Maria Cláudia 11.  Florêncio Guerra (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira) 12.  Suíte para Ana Terra (Luiz Carlos Borges) Interpretação: Elodie Bouny e Yamandú Costa 13.  Guitarra (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) Convidados: Elodie Bouny e Yamandú Costa 14.  Vanerão no sangue (Luiz Carlos Borges) Convidados: César Oliveira e Rogério Melo 15.  Na beira do Aguapey (Luiz Carlos Borges/João Sampaio) Convidada: Shana Müller 16.  Redomona (Luiz Carlos Borges/Apparício Silva Rillo) Convidado: Renato Borghetti 17.  Baile de Fronteira (Luiz Carlos Borges/Mauro Ferreira)

Extras do DVD: 01.  Romance na tafona (Luiz Carlos Borges/Antônio Carlos Machado) Convidado: Alegre Corrêa 02.  Tropa de osso (Luiz Carlos Borges/Humberto G. Zanatta) Convidados: Oswaldir e Carlos Magrão 03.  Quem é que vai dançar (Luiz Carlos Borges) Convidado: Diogo Gameiro 04.  Forró nas Missões (Luiz Carlos Borges)

Discografia  | 95


Partituras

A COPLA DE ASSOVIAR SOLITO Toada Milonga Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

As mais de trinta partituras contidas no livro, na sua maioria, estão transcritas como o autor as executa na atualidade. Qualquer diferença encontrada com relação às gravações originais, não deve ser considerada mudança na estrutura de melodia, harmonia ou arranjo da canção, mas sim, deve ser visto como um amadurecimento na interpretação e uma nova forma de acabamento da composição.

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Mais informações sobre as partituras estão disponíveis no site: www.aalmaatadanagaita.com.br/partituras

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Estão disponíveis no site www.aalmaatadanagaita.com.br/audios, gravações atuais do autor e compositor Luiz Carlos Borges, interpretando mais de 1/3 das partituras aqui editadas, com solos de acordeom e comentários do próprio artista. É importante ressaltar que essas gravações não seguem as gravações originais ou mesmo as partituras aqui registradas. Palavras do próprio artista: "nunca interpreto uma composição do mesmo jeito; se tocá-la 10 vezes no mesmo dia, certamente, as 10 interpretações serão diferentes, sem prejuízos na originalidade do tema como um todo."

Ouça no site os áudios gravados exclusivamente para este projeto: www.aalmaatadanagaita.com.br/audios

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ANDRESSA Chamamé Canção

Luiz Carlos Borges

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

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CADÊ O ALENCAR

Andressa, pág. 3

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Homenagem a Alencar Rodrigues Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

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Luiz Carlos Borges

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©Luiz Carlos Borges 2016

103


Cadê o Alencar, pág. 2

Cadê o Alencar, pág. 3

38

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©Luiz Carlos Borges 2016

105


Cadê o Alencar, pág. 4 112

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Cadê o Alencar, pág. 5 150

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©Luiz Carlos Borges 2016

107


Cavalo Crioulo, pág. 2

CAVALO CRIOULO Chamamé

Luiz Carlos Borges Mauro Ferreira

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

Voz

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quan-doIa-por - tou a

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16

pel,

21

b Ï Ï Ï nÏ

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Ï Ï Ï Ï Ï

seIal - çou

b Ï &b b b b Î Ïj Ï Ï n Ï Ï n Ï Ï Ï

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ou - lo

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cão

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Ï Ï nÏ nÏ Ï

que pra to - mar a

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co-moIum dia - man - te

ter - ra

co-moIum

Ï J Ï Ï nÏ

cor - cel

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ú.

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ú.

b

Ï Ï Ï nÏ

sem a

mol -

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as - sim foi queIo cri -

b Ï Ï Ï Ï

B m

se tor-nou na - ti - vo des - se

b j Ï ú.

E m

la - pi - da - ção

Bbm b Ï b &b b b Ï Ï 52

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rin -

ä Ï Ï Ï Ï Ï

pro ti - no do cam -

ä

b j Ï Ï

ou - lo por-queIéIo

pa - drão

F7

Ï Ï Ï nÏ Ï ú .

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ú.

tra-ba-lho se - cu - lar.

b j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï A 7

E m

Ï

Ca - va-loIé cri -

b j Ï Ï Ïj Ï Ï Ï Ï D

"del gau-cho"Ie dos ga - ú - chos mais a - tu - ais,

um son-nho que se

b B b7 F7 Bbm Cm7(b 5) b j n Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï Ï j Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj &b b b b Ï Ï Ï Ï j Ï Ï Ï Ï 56

G

cri - a ca-da

Ebm b b &b b b Ï 61

rei

vez mais, no fun-do daIin-ver - na-da do co - ra - ção. No lom-bo deIum ga - tea-do me sin - toIum

b Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï Ï Ï Ï

Bbm Ab G b b ú. &b b b b 65

b &b b b b Ï Ï Ï Ï

b ä Ï Ï Ï Ï ú. nÏ j Ï ú. D

D 7M

aIex-po - si - ção eIo

B b7 b &b b b b Ï Ï Ï n Ï 86

pé noIes - tri - voIa ré - dea

ä

D

Solo î

.

ä

ä

D 7M

Ï Ï Ï Ï Ï

A b7 j ú. Ï

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

ta - do seIa - gi - gan - tou

i - gual,

b A b7 Ï Ï ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï j Ï Ï um bi - o - ti - po

j Ï ú.

EIo mun-do do cam - pei - ro tes - te - mu - nhou

b j Ï ú.

Ï Ï Ï Ï Ï

E m7

frei - o pra con - sa - grar

E m

na

A b7 j ú. Ï

D

to -daIu-ma re - sis - tên - cia queIé sem

Ï Ï Ï Ï Ï

b

Ï J

Vi - e-ramIen-tão as

D6

E b m7 b Ï Ï Ï Ï b &b b b ä Ï Ï Ï Ï Ï

nal.

o

E m

a al-ma sai do chão.

76

Db b b &b b b ú .

lei pois com

ú.

B m

F7

b Ï Ï Ï Ï

D

gi - ra na mi - nha

mar-chas pra com - pro - var

81

b j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A 7

eIo mun-do to - do

71

j Ï

C7

pei-ro se - le - cio - nar

mão

E m

F7

Ï Ï Ï Ï Ï ä

B 7

tro -

eIes - te ca - va - loIi -

F

E

j Ï

ä Ï Ï Ï Ï Ï

B 7

ú.

seIa-que-ren - ciou.

Ï Ï Ï Ï

E m

ao am - bi - en-teIa - gres - te queIe-ra ba - gual,

Ï Ï nÏ

tra - zen-doIo eu - ro -

so - bre - vi - ven-doIa - pe - nas quem se

Ï

ú.

Ï Ï Ï Ï Ï

b ä Ï Ï Ï Ï nÏ Ï Ï Ï Ï

b Ï J ú.

©Luiz Carlos Borges 2016

108

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eIo pam - pa re - cri - ou.

B m

F7

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se -

E m

Ï Ï Ï nÏ Ï

En - tão a se - le - ção se fez na - tu - ral,

31

41

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D

26

E bm b b &b b b ú .

B m

seIar-mou da va - len - ti - a de seu

E m7

bé - ri - coIao fim

b ä

·

F7

peu co - lo - ni - za - dor,

ä

F7

que vi - nha doIa - lém,

nau

j Ï ú.

Ï Ï nÏ nÏ Ï

Ï Ï Ï Ï Ïj

um con - ti - nen-teIàIes - pe - ra de seu

G

Ï Ï Ï Ï Ï

nhor,

ä

Db A b7 E b m7 b Ï b Ï Ï Ï j ú. &b b b Ï 46

ä Ï Ï Ï Ï Ï

b A b7 Ï Ï Ï Ï

E m7

eIa- lém de dar ser - vi - ço pas-sou

lin - doIe mais fun - cio -

b ä

B m

Ï Ï Ï Ï Ï

um pin - go que mon -

b j Ï ú. D

a

ser

©Luiz Carlos Borges 2016

109


Cavalo Crioulo, pág. 3 C7 b b &b b b ä 91

F7

Ï Ï Ï nÏ Ï ú .

Bbm Ï j Ï Î Ï ÏÏ J ú. nÏ Ï nÏ Ï Ï

ú.

deIes-por-teIe de la - zer.

Ca-va-lo queIan-da

b Ebm b Ï Ï Ï &b b b b ä Ï n Ï Ïj ú . Ï Ï Ï Ï

que naIar-ran-ca-da jun-taIo ze-bu ga - vião,

F7 E bm ú. Ï b Ï b Ï Ï ä Ï b n Ï b & b Ï Ï Ï Ï Ï

que naIes-bar-ra-daIes- pa-lhaIa co - la no chão.

E m7

éIaIhis-tó-ria do cri - ou-lo, vi - va pai - xão,

Db b &b b b b ú .

b Bbm Ï Ï j Ï Ï . Ï Ï Ï .Ï Ï Ï ä Ï nÏ Ï

115

F7

fim

A b7 b b &b b b Ï Ï Ï Ï ú - chos mais a

b &b b b b n Ï Ï Ï Ï F7

B m

b j Ï Ï D

-

tu - ais,

b

B m

j Ï Ï

na - da do co - ra - ção.

A b7 Ï Ï b b Ï Ï &b b b 128

na

um so-nho pe-la

b j Ï Ï

Ï

ré-deaIo ca- va- loIen-

j Ï Ï Ï Ï Ï

um

so-nho que

No

b Ï Ï Ï j Ï Ï

cri - a

ca - da vez

b Ï Ï Ï Ï

Ï

Ï

Ï

pois com

o

B 7

Ï

b Ï Ï Ï Ï

E m

pé noIes - tri - boIa ré - dea

F7 Bbm Bbm 1 2 b b Ï j Ï . . Ï. ú &b b b ä Ï Ï Ï n Ï Ï Ï Ï 132

Ï

b ú.

E m

a al-ma sai do chão. Ca - va-loIé cri - chão.

b ú.

B m

b

Cm7( 5)

Ï

mais,

b j Ï Ï

lom - bo deIum ga - tea - do me sin - toIum

D

lei

se

j Ï Ï Ï Ï

b j Ï Ï Ï

mi - nha

G

j nÏ Ï Ï Ï

no

rei

na

F7

fun- do daIin - ver -

j Ï Ï Ï Ï Ï

E m

Ï J

Ï

eIo mun-do to - do

b ú.

B m

A

b

G

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mão

·

b

B m

·

D

130

E7 A Ï Ï Ï. A # . # Ï Ï Ï Ï Ï ä ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï &# ä

A velha São Luiz Gonzaga Ficou na luz das retinas Quando eu entrei na argentina 14 De balsa por San Tomé. Um "Gendarme" da fronteira me perguntou o que levava? E eu lhe disse: -alma atada na gaita E a vida num chamamé..."

A j ### Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï E7 Ï Ï # Ï Ï n Ï # Ï Ï Ï Ï Ï # Ï ÏÏÏÏ Ï j Ï Ï # Ï & Ï nÏ #ÏnÏ #Ï Ï #Ï ÏÏÏ Ï Ï

### & 18

Voz

j Ï Ï Ï Ï Ï

E m

ò

Recitado, "Me despedi sem palavras Da missioneira paisagem Acordeon Nas barras da madrugada Em que abandonei meus demais, O coração de gaiteiro Já tinha alçado viagem A tempo andava na estrada D 8 E agora eu ia de atrás.

·

### ú & ú

G# A j j j Î. Î j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú. Ï Gu - ri que nas-ce gai-tei

Ï ÏÏ ú Ï ú

18

do peão e do pa - trão. Ca - va-loIé cri - ou - lo por-queIéIo pa - drão, del gau-choIe dos ga -

120

gi - ra

b A b7 Ï Ï Ï Ï j äÏ Ï Ï Ï Ï Ï

B 7

fim

124

AIhis-tó-ria deIum a - mor que não tem mais

b E bm ä Ï Ï Ï Ï Ï nÏ Ï ú . Ï Ï Ï Ï

b &b b b b ú .

pa-tas faz cor - ru - pio,

Bbm Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj ä

ú.

Luiz Carlos Borges Mauro Ferreira

Chamamé

A E7 A F#m E7 Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # # # 6 Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïn Ï# Ï . Ï J Ï Ï ä & 8ä J J Ï J

pron-to praIum de - sa - fio

que num gi -ro de

103

109

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

F7 ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï n Ïj ú .

B 7

97

CORAÇÃO DE GAITEIRO

Ï Ï ú. Ï Ï ú.

### Ï Ï Ï Ï Ï Ï & Ï 25

-

A

ao mun-do pe-re - gri

### ú . & ú.

·

Não man-da no seu des - ti

#

j j Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï Ï Ïj G

-

ro

no

25

Dos

F

·

### & 31

D

·

·

-

ro

Da pam-pa que nos i-gua - la

·

Bm

ú.

Ï.

A

seIe-le for men-sa-gei

#

A º

so -nhos do pa - goIin - tei

### Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏJ Ï . & J J 31

·

·

-

E7

·

-

Î.

ro

nÏ #Ï ÏÏ

Ï Ï . n # ÏÏÏ .. ÏÏ .. Ï ..

ú

no

ä Ïj

Ï b ÏÏ ÏÏ Ï

Vem

Î Î ä Ïj E

ÏÏ ÏÏ ä ä Ï Ï

F

ä ä nÏ Ï Ï Ï Ï Ï nÏ . Ï . Su-a can-ção quan-do

Î jÏ Ï nÏ Ï nú . Ï

fa - la,

ú.

©Luiz Carlos Borges 2016

©Luiz Carlos Borges 2016

110

111


Coração de gaiteiro, pág. 2

### Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú. & 37

### &

Bm

E7

37

·

### & ú. 43

### & 43

Bm

do

Por

### & 49

do

-

E7

### Ï & 62

·

·

A

Ï

ba A - ta,

Ï

ba

-

j Ï Ï

#

tan- do Por cul - pa

des - ta

j Ï Ï

Ï

lia

EIa

·

#

ro

Dei- xa que quei-me, quei - man-do... Dei-xa que

Ï ÏÏ # # ÏÏ ÏÏ ä Î Ï C #m C m Bm Ï bÏ

j Ï Ï

"tá"

cor - deo - na Que me dá

que - ren - do C 7

vi - daIe me ma

ä Î

Ï nÏ ú . Ï

Ï

# E m A 7 A 7/C # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï nÏ Ï J

Me man-daIe F m

-

Ï

ta

eu

Já "tá" na

O co - ra - ção

·

ca - pa

do

·

can -

da gai -

D

A

ú.

gai - tei

ú. ·

-

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï äÏÏ J J D

ro.

# Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï

A

F m

·

E7

Ï Ï nÏ #Ï .

Ï Ï Ï Ï ÏÏÏÏÏ Ï

A

E7

Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï.

D

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·

Ï Ï ä ÏÏÏ Ï ÏÏÏ A

# # # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï E 7 Ïn Ï# Ï Ï# Ï & Ïn Ï# Ïn Ï# Ï Ï# Ï E7

### &

A

·

·

A j ú ### Ï Ï Ï Ï Ï # Ï ÏÏÏÏ Ï & Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ï # Ï ú G# A ### j & Ï Ï Ï Ï Ï ú.

### & 97

ma - to sem pas - sa - ra

E7

·

A #º # # & # ú.

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·

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Bm

-

ú.

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n Ï # Ï Ï ÏÏÏ ... n # ÏÏÏÏ .... Ï #Ï Ï

Î. Î

·

ú

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j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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Ï ÏÏ ú Ï ú

91

103

E7

Ï Ï Ï

ta

97

j Ï Ï Ï Î Ï Ï Ï Ï Ï bÏ j Ï Ï Ï

-

-

91

A C m Cm Bm

©Luiz Carlos Borges 2016

112

-

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E7

85

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·

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ten- do... SeIo co - ra - ção C m Cm Bm

### j Ï Ï Ï Ï Ï bÏ & Ï Ï 67

Ï

Ï Ï Ï

-

Ï nÏ #Ï Ï #Ï

Um ver- so trás a mo - bí

·

gai-ta se de - sen - ci-lha No "cau - so" deIum ca-bor - tei

·

·

ro

·

E D C #m Bm A ### E7 jÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú J J & Ï ÏÏ Ï J J .

### &

si - na do peão cam - pei

ÏÏ Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J

55

55

A

### j Ï Ï Ï Ï & Ï Ï Ï Ï D

73

Ï 79 # # # Ï Ï Ï ÏÏ & J J

F

A

fo - me mu - daIum pos - tei

ÏÏ ÏÏ ä ä Ï Ï

ÏÏ .. n # ÏÏÏÏ ... Ï. .

-

·

# A #º j j Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï Ï Ïj ú .

Ï Ï

Ï

A - pren-de tu - do deIou -

G

·

Î . Î Ïj Ï Ï Ï SeIa

ro

·

úú .. D

ro

-

úú ..

Ï Ï Ï

is - so can - ta sen - ti

Ï b ÏÏ ÏÏ Ï

Î.

co - ra - ção de gai - tei

A

Ï.

-

O

Î Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

E7

·

### & Ï. 49

ro.

Ï Ï nÏ

A

vi

-

G

ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

ú

Fa - la por to - do cam - pei

# j j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj

A

Coração de gaiteiro, pág. 3

pa - go sem um gai - tei

Ï Ï ú. Ï Ï ú.

A

ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï b ÏÏ ÏÏ Ï

É

noi - te sem ma -dru - ga

úú ..

-

Por

is - so, to - do gai- tei

ÏÏ ÏÏ ä ä Ï Ï

·

-

ro

·

É

G F# j j Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï Ï Ïj

D

Î Î ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

j j Ï Ï Ï Ï

da

·

É

ran- cho sem can - de -

·

A

-

ÏÏ Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J ro

Re - pon- ta suaIe-xis - tên -

·

·

©Luiz Carlos Borges 2016

113


Coração de gaiteiro, pág. 5

Coração de gaiteiro, pág. 4

### Ï Ï . & J

F

-

cia

### Î j & Ï Ï Ï nÏ Ï nú . ### Ï Ï Ï Ï Ï Ï & A

### ú . & ú.

ve - zes fi - co pen- san

115

### j & Ï Ï Ï Ï Ï nÏ . G

121

### & 121

-

ro

Vai a - ca - bar

·

E7

Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú.

Le - van- doIa voz da que - rên - cia

109

115

Bm

ä ä nÏ Ï Ï Ï Ï Ï nÏ . Ï .

109

·

# A j j j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú. do

F

#

·

QueIo

·

#

A º

Bm

j Ï Ï ú.

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·

E7

co - ra - ção de gai - tei

ma - tan

Ï.

-

·

ro

Ï b ÏÏ ÏÏ Ï

-

do

### & ú. 133

A

A

can

-

### & ÏÏ ÏÏ # # ÏÏ C #m C m 139 ### Ï & Ï bÏ 133

C #m Cm

Ï ä Ï Ï ÏJ .. Ï Ï b Ï

do.

Ï Ï

En-tão que

Bm

ção "tá" que - ren - do Me man- daIe

Ï nÏ E7

Ï Ï Ï

eu

úú ..

Bm

Ï Ï j Ï Ï Ï

·

# Bm Ï Ï Ï Ï J J

Ï Ï JÏ Ï J D

Dei - xa que

ú.

A

E7

Ï

C m

Ï Ï

Ï Ï j Ï Ï Ï

·

·

#

C m Cm

des - ta

#

C 7

### Ï & 151

2

vi - daIe

-

Em

A7

A 7/C

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï nÏ J

Ï Ï me ma

ta

Já "tá" na

#

ca - pa

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D

E7

A

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gai- ta

Em

Ï Ï J

-

#

A7

Ï Ï Ï

Ï

Já "tá" na

ca - pa

O co - ra - ção

A 7/C

#

Ï nÏ Ï

da gai

do

Ï Ï Ï Ï Ï ..

gai - tei - ro. En - tão que

D

j Ï Ï

-

ta

E7

Ï Ï Ï

ú.

Ï

Ï

ú.

do

gai

O co - ra - ção

### ú . & ### Ï #Ï & ÏÏÏ Ï ÏÏ 156

ú. Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï

### & ú. 161

A

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### r r Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï & 161

ú.

E

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·

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C m

Ï. Ï. ä Ï

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Ï Ï ä ä Î J Bm

·

Ï. Ï. ä Ï Ï

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tei

-

Ï

Ï

Ï

·

ú. ú. ú.

ba - ten - do SeIo co - ra -

j Ï Ï Ï Ï Ï nÏ Ï Ï

can - tan- do Por cul - pa

ba - ten - doIe to A

ba - ta,

vi - daIe me ma

#

F m

156

ÏÏ ÏÏ ä ä Ï Ï E

#

C 7

# # # 1Ï Ï Ï Ï & 145

Por nun- ca ter pa - ra - dei -

co - ra - ção de gai - tei - ro Mor- re

quei - me, quei - man-do

ä Î ä .. Î

j Ï Ï Ï Ï Ï

Mas

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

En - tão eu si - go tei- man -

E7

Pra ver quem can - sa pri - mei-ro

Ï Ï Ï

Î ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï Ï

### Ï Ï Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏJ Ï Î Ïj Ï Ï Ï Ïj Ï J & J A

127

Às

D

ä ä ä Î.

n Ï # Ï Ï ÏÏÏ ... n # ÏÏÏÏ .... Ï #Ï Ï

ro...

A

Î

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do

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Ï Ï nÏ

G

-

ú

Co -mo se fos-seIum tro - pei

ú.

ä ÏJ

Bm

Ï Ï Ï Ï Ï J

cor - deo - na Que me dá ©Luiz Carlos Borges 2016

©Luiz Carlos Borges 2016

114

115


Homenagem a Albino Manique Vanerão

ò

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

116

# # 2 ä . r Ï . ÏÏ ÏÏ Ï . ÏÏ ÏÏ Ï . ÏÏ ÏÏ & 4 Ï Å Ï Ï ÏÅ Å Ï Ï ÏÅ Å Ï Ï ÏÅ D Ï ?# # 2 · Î 4 Ï

Acordeon

# # Ï . Ï ÏÏ Ï . Ï ÏÏ & Å ÏÏ Ï ÏÅ Å ÏÏ Ï ÏÅ D Ï ?# # Î Ï 6

30

Luiz Carlos Borges

Ï. Ï .ÏÏ ÏÏ Ï .ÏÏ ÏÏ Ï .ÏÏ ÏÏ Ï .ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏÏ ... ÏÅ Å ÏÏÏ ÏÏÏ Ï Å ÅÅ Å Å ÅÅ Å J Å

Î

ÏÏ

ÏÏ

ÏÏ

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ÏÏ

ÏÏ

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Ï.

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Ï.

©Luiz Carlos Borges 2016

116

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42

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36

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18

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ÏÏ

Ï Ï. Ï ÏÏ Ï Ï. Ï ÏÏ Ï Ï. Ï ÏÏ Ï Ï. Ï ÏÏ ÏÏ . Ï . ÏÏ ÏÏ Ï . ÏÏ ÏÏ Ï . ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Å Å Å Å Å Å Å Å J .. Å Å Å Å Å Å Å D Ï Î Î ÏÏ Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ ÏÏ

12

(Ã) Ï ÏÏ ÏÏ # # Ï . Ï ÏÏ Ï . Ï ÏÏ Ï . Ï Ï Ï . Ï Ï Ï . Ï Ï Ï . Ï Ï ÏÏ. ÏÏ. Ï . Ï ÏÏ ÏÏÏÏ ÏÏÏ & Å ÏÏ Ï ÏÅ Å ÏÏ Ï ÏÅ Å ÏÏ ÏÏ ÏÅ Å ÏÏ ÏÏ ÏÅ Å ÏÏ ÏÏ ÏÅ Å ÏÏ ÏÏ ÏÅ Ï Ï Å Ï Ï Ï . De véio pra véio, pág. 2

DE VÉIO PRA VÉIO

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Bx. reg. agudo

©Luiz Carlos Borges 2016

117


De véio pra véio, pág. 3

De véio pra véio, pág. 4

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63

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118

119


De véio pra véio, pág. 5

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©Luiz Carlos Borges 2016

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De véio pra véio, pág. 6 150

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121


De véio pra véio, pág. 7 179

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Progressão em tons inteiros ad libitum

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Ou-vi di-zer queIa mi - lon-ga An-da - va comIaIes-pi-nha tor - ta

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B7

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Ou-vi di-zer queIa mi - lon-ga An-da -

Ï . Ï Ï . Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï - va comIaIes - pi - nha tor - ta EIa - té ou -vi co - men - tá - rios QueIa mi - lon - gaIes - ta - va mor- ta En- tão G #m7(b 5) C #7/G F #m F #m/E B7 B7/A E E 7M G #m7/D # F #m7/C # B A 22 # ## # & Ï Ï Ï Ï # Ï Ï . Ï ä ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï 16

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queIes - ta noi - te E

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B7

Ï Ï Ï Ï

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ci - aIu - ma fan - far - ra

ter - mi- nar o pou

Ï Ï Ï Ï

A mes - cla de cor- daIe

E

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gui - tar

fui

-

Ï Î

ra

Î

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so

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voz

noi - te Ve - io

B7

Ï Ï Ï Ï

cor - dei de ma - dru - ga - da

B7

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40

46

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Ï Ï Ï Ï

E

Solo 1

E

toIe me - io ner - vo - so

E

Ve - io gol - pear mi- nha por- ta? En - tão quem foi queIes - ta

mi - nha por - ta?

34

da - do na ©Luiz Carlos Borges 2016

Luiz Carlos Borges

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

gol - pear

D7

Baixo ad libitum

ENCONTRO COM A MILONGA

U - ma

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# F#m/C #

In - quie -

E

Ï. Ï ä Ï Ï

A- bra - ça - do na gui - tar - ra G m7/D

Ï Ï Ï Ï

mi - lon- gaIen - tre

B

Pa - re -

A

jä Ï Ï Ï

nós

EIeu gru -

Solo 2

Ï Ï Å Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï nÏ Ï ©Luiz Carlos Borges 2016

123


Encontro com a Milonga, pág. 3

Encontro com a Milonga, pág. 2

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me - ia Já na ma

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E

Ï Ï Ï Ï

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Mes - mo comIa vi - da num

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ou - tro

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E -la viu queIeu e - ra po

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Em

ä Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï. A mi - lon - ga

re - pe - ti

Am A m7M Am7

Ï Ï Ï Ï D

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co -moIeu

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# n# # Ï Ï Ï Ï #Ï # #

Mas quem nas - ce mi - lon Am

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Não re - fu - ga de - sa - fio

G

B7/F

E nun - ca cor - re pri -

ä j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

E

B7

ho - ras fo - ram pas - san- do EIeu já

B7

E

Ï. Ï ä Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï tro Mas dis - se "não teIa - me - dron - ta

©Luiz Carlos Borges 2016

124

Ï Ï Ï Ï

a"

tum - tum"

As

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Î Solo 3 Ïä . Ï Ï Ï # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï . Ï Ï Ï # Ï R

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Solo 1

G m7/D

gra - ve, mas sin - ce - ro "Ou tu

B7

Em

fio

#

E 7M

o - lhos queIe-raIum bra - sei - ro

Em

ro

#### & Ï. Ï ä Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï 100

Ï Ï Ï Ï

E7/D

# Ï Ï Ï Ï

EIeu não cho - ra - va nem

87 F m7( 5)

tum - tum, tum

E7

pe - las qua - troIe

con-tro - lei a mi - lon - ga Sem en - tor - tar har- mo -

-

Ï Ï Ï

Ï

B7

E

Em F #m nnnn# ú Ï Ï Ï Ï

A

76

93

QueIeu

ni - a En- quan - toIe - la me di - zi - a Num tom

que - ro Ou não

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ga

B7

G #m

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Ï Ï

dru - ga - da lon

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j Ï Ï Ï

pa - re - ci - a

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Nin- guém ven- ceIou faz de

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na - da se pas - sou"

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jei - to, cam -peei a

G #m Em F #m B A # ## # nnnn# ú & jä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï sem de - mo - ra

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Por- queIeu

mim, On-deIé queIa mi-lon - ga

mo

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pu - de mais con - tê - la Quan- doIen - ve - re - dou pra

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mi - lon-gaIen-tão me dis E7/D

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# Em Em D C F #º Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Que

ti- nha naIal-maIum vio -

D º

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E per -

se - gre - do pra

E des - per - to comIa boi - ei - ra Mas, se

-

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

"Con-taIem

Já mo -rei comIum mis-sio - nei - ro

# E n# # # # Ï Ï Ï #Ï ú

E

G m7/D

Ï

E7

Ï

De -

Em

·

# b Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï J

co - ra

j ä Ï Ï

EIa

B7/F

tei - ra, Eu mo - roIem teu

154

Î

F m7( 5)

Ï

E 7M

E

Ï

can - sa - do

queIe - la fos-seIem - bo - ra

ra?"

Eu dur- moIem qual - quer gal - pão

# & #Ï Ï Ï Ï 148

ti - nhaIa mi - lon - ga

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

Solo 3

Ï Ï Ï

é se - gre - do, par - cei - ro

Am7

Ï Ï

Ï

Ï

À À À À À À À À ä À J

vol - ta An- tes

Ï.

F m

B7

sou cu - rio - soIas - sim

# #Ï Ï & Ï . Ï ä ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Î 136 B7

# &

À J

À À À À À À À

129

142 Am A m7M(9)

Eu

# Ï Ï Ï

G m

Recitado

B7

B7

#

A

jä Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

E

·

#### Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï &

"Não

B

EIa - in-da, me - io

124

se

# F#m7/C #

Mas quan - doIo sol a - pon - tou

Solo 1

pois des-se pe - gaIe - sol - ta

-

G m7/D

ta!

118

gun - tei

#

E 7M

jä Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

con - ta QueIa - qui

112

E

Î

tu for da fron -

ä JÏ Ï Ï

E

·

Solo 2

ão" E

E

Ï. Ï ä Ï Ï Ï

por - ta

À

Recitado

À

não

B7

À

Me gri - tan- doI"eu não tô

À. À ä

mor - ta,

Ï Ï

E pra

©Luiz Carlos Borges 2016

125


Encontro com a Milonga, pág. 4

ERA UMA VEZ O QUE SE VIU

#### Ï Ï Ï Ï Ï . Ï Ï ä Ï Ï Ï Ï . Ï & Ï Ï. Ï Ï E

160

fren - teIhá mui - ta

li - da

B7

Por ho - raIes - tou de sa - í - da

G #m7/D # F #m7/C # B A #### j ä Ï Ï & Ï Ï Ï Ï Ï

#

# E Ï Ï Ï Ï Ï ú

G m

166

to gol- pear tua

#### ä Ï Ï Ï & J 172

E

Nem

por - ta Por-queIo

Ï Ï Ï Ï

G m7( 5) C 7/G

E

Pe

#### & Ï Ï 190

B

-

lo

#### U ú & Å

E

Ï. Ï ä

o pran - to meIa - gar - ra

# F#m/E Ï ä Ï Ï J

Con-for

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A- fi - nei bem

#

B7/A

E

E 7M

Ï Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï

-

meIa mi- lon - ga man- da Eu não

Eu não rall.

sei on-deIe - la

an - da Mas foi

Ï Ï # Ï n Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï u rall. ÏnÏ

# # F#m7/C # Ï Ï Ï Ï

G m/D

sei on- deIe - la

E

i!

a tempo

©Luiz Carlos Borges 2016

126

F m

Ï Ï

-

qui

Ï ÏÏ ÏÏ Ï

Bm

G

gar vi - ran- doIa

#

F m

j Ï Ï

ter - ra

## ú . & ú. 19

Ï Ï

## ä j & Ï Ï Ï 25

eIo

A7

-

Dm

ÏÏ ÏÏ J

A7

# ÏÏ ÏÏ J

fio.

-

j &b Ï Ï ÏJ Ï Dm

Gm

a

49

&b

A7

ú.

tez.

Em

D

j Ï Ï

Ï Ï Ï

por vi - rar

EIa

mar.

A7

Ï ÏÏ J

Ves - tiu o

Ï Ï J

tu - do

de lu -

Ï Ï #Ï Ï Ï Ï

úÏ . Ï Ï Ï Ï Ï

vi - da com seu fio.

Ï Ï J

j Ï Ï

Ï.

Î

A7

ú.

j Ï Ï Ï Ï Ï

tom da

ris - pi - dez

F

A7

j Ï Ï Ïj Ï

Ï.

Î

ÏÏ ÏÏ J

j ÏÏ ÏÏ

rio

j ä ÏÏ ÏÏ ÏÏ

ä

EIa

Gm

Gm

ÏÏ ÏÏ ÏÏ

# F#7/E j # Ï Ï Ïj Ï

A7

j Ï Ï Ïj Ï

ter - ra

ä

foi pa - rar no

j Ï n ÏJ Ï n n b ÏJ Ï # Ï Ï ÏÏ J

j ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï j Ï Ï

Dm

ÏÏ ÏÏ

F 7

al - ti - vez mu - dan- do

D Dm

rio le - vou tu - do pro mar.

j Ï Ï

rar.

J

Ï Ï J

foi pa - rar no

ú.

Dm

j Ï Ï Ïj Ï

F

ter- ra

A7

Bm

j Ï Ï

j Î ä ä ÏÏ ÏÏ ÏÏ j Ï Ï Ï Ï

riu com

D

j Ï Ï

F 7/A

D

Ï Ï úä. ÏÏ JÏ Ï

seIa es - pe

# # Ï Ï # Ïj Ï J

j Ï Ï

Ï Ï Ï J

-

A7

san - gran- doIa

D

j j Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A7

ter - ra pôs

ho - mem

eIo

ú. &b ä ÏÏ 43

j Ï Ï

ä ÏÏ Ï JO

ÏÏ ÏÏ ÏÏ

j Ï Ï

ÏÏ ..

viu eIa

D

rio le - vou tu - do pro

# & # úú .. 31

37

B7

# j & # Ïj Ï Ï Ï 13

fez eIa ter - ra

j ÏÏ ÏÏ

j Ï Ï Ïj Ï

D

Ï Ï Ï Ï J J

A7

rio

quem me trou

U Ï a

# U Ï

G #m

ÏÏÏ nÏ Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï . ä Ï Ï Ï # Ï Ï # Ï ÏÏ Ï R Ï nÏ Ï Ï &## ú 200

a gui -

G m

A

E 7M G #m7/D # F #m7/C # B A E jä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

quem me trou - xeIa - qui

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

B7

F m

pa - go me per - di

B7

xe

da"

D

Luiz Carlos Borges Mauro Ferreira

j Ï Ï Ï Ï Ï

A7

ho -mem

# # j Ïj Ï & ÏÏ ÏÏ Ï Ï 7

F #m r E Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏÏÏÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏÏ ÏÏÏ ú úÏ ú úÏ Ï ä.

A G #m F #m Ï Ï Ï Ï Ï Ï

an - da Mas foi

196

Solo 1

E num "de - di - lla - doIa - si"

# b # # # # # äÏ Ïj Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï & J 184

-

B

B7

tar - ra

vi

Ï Ï Ï Ï Ï

cui - dei de des - pe - di - da Se - não

#### ä & Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï 178

teu ran - cho tem

Voz

O

·

Î

Ï

ò

## 6 ä Ï Ï & 8 Ï J 140

ra - zão pou - co meIim - por - ta Mas vol -

F m

B7

Ï Ï Ï Ï

A

j ä Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

E 7M

O

Dm

j Ï Ï

A7

ho -mem

j Ï Ï

eIem pou-co

fez por de - sa -

j Ï Ï

Gm

Ï Ï Ï

b j Ï Ï Ïj Ï

tem-poIe - le des - fez

Dm

j j Ï Ï Ï Ï tez queIa ter - ra cons- tru - iu com pa - ci - ên - cia mi - le - nar de jtem-po n Ï Ï # ÏÏ # D ÏÏÏÏ Ï Ï # Ï # Ï # Ï JÏ JÏ nÏ #Ï Ï Ï n # Ï Ïj Ï Ï Ï # Ï # Ï Ï Ï nÏ #Ï Ï

EIa ter- ra

C

B

sol e

sen- sa

Ï Ï Ïj Ï J

foi pa - rar de

©Luiz Carlos Borges 2016

127


Era uma vez o que se viu, pág. 2

## & ú. 55

A7

Ï.

vez

## ä ÏÏ & 61

EIa

j ÏÏ ÏÏ ter - ra

Ï ä Ï

j ÏÏ ÏÏ J

ä

A7 # # ÏÏ ÏÏ ÏÏ ÏÏ & J J 85

ä

ú. ú.

rio que

A7

úú .. j ÏÏ ÏÏ J

j ÏÏ ÏÏ J

F 7/A

Ï J

F #m D F° Em ## j j & Ï Ï Ï Ï Ïj Ïj Ï Ïj Ï j Ï Ï Ï

# & # Ïj Ïj Ï Ï 98

D

os

## ú . & 104

D

mar.

o - lhos

A7

j Ï Ï

Ï Ï Ï

Î

j ä ÏÏ ÏÏ ÏÏ

j ÏÏ ÏÏ

j ÏÏ ÏÏ

mar.

ä

ú. ú.

rio que

ä

j ÏÏ ÏÏ J

j ÏÏ ÏÏ J

j nÏ Ï

ä

ä ÏÏ

j ÏÏ ÏÏ J

.. ÏJ Ï Ï Ï J A7

ÏÏ Ï J E - raIu-ma

vez o

que se

# F #/E j # Ï Ï Ïj Ï

Bm

A7

úú ..

A7

ú.

ä

D

j Ï

Ï

na

j Ï Ï ter- ra

ä JÏ Ï Ï 2

E

2

ho - je

Î ä ä

Ï. j Ï Ï

A7

Ï Ï Ï

que pa - rou no rio, 2

E7

A7

Ï Ï Ï. Ï ú. 2

j Ï Ï Ï Ï J

ba - nhaIo seu

j Ï Ï ÏJ Ï

no rio que

de

Î

Ï.

ä

ÏÏ ÏÏ Ïj Ï Ï Ï J

vi - da

nÏ Ï ## 1 j Ï & ÏÏ n Ï J D

o ho - mem

j Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ïj J

A7

só pa - rou no

ä

F

Ï # &b Ï 146

Dm

n Ï Ï # ÏÏ Ï Ï J J

j Ï Ï

j Ï Ï

nun- ca

ú. ú. ä Ï

Dm

Ï Ï Ï BÏb Ï Ï

C

ÏÏ Ï J Ï E

-

Gm

ú.

raIu - ma D Dm

rio que

j ÏÏ ÏÏ

Î

A7

ÏÏ ÏÏ ÏÏ

vai vol - tar

Dm

j Ï Ï

j Ï

j Ï Ï Ï #Ï Ï Ï

F

ä

nun - ca

j Ï Ï # Ïj Ï

Ï Ï J

que par -

Ï.

A7

A7

j Ï Ï

Dm

ú.

j ä ÏÏ ÏÏ ÏÏ

Dm

vi - da

vai vol - tar.

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏJ Ï

Gm

vol-teIa

D

no

Ï Ï Ï n Ï Ï Ï ## Ï Ï Ï Ï nb J Ï & Ï Ï Ï 150

que

úú ..

j Ï Ï Ï Ï

Dm

A7

rio que

úú ..

A7

ÏÏ Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï J b & 139

ä Ï Ïj Ï

Ï Ï Ïj Ï J

ä Ï Ïj Ï

ä

que par - tiu

j &b Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ïj Ï 133 G m

j Ï Ïj Ï Ï

Deus

A7

n n b # ÏÏ ÏÏ J

Dm

Î

Ï.

no

Que vol-teIa

G

Î

A7

jÏ ## ä Ï Ï & Ï Ï Ï

Ï Ï ú . Ï n ÏJ Ï ä nÏ Ï # Ï Ï

Ï.

j Ï ú.

Ï

pe - loIa - mor

122

E quan- doIa briu os o -lhos seus D

pe-de

D

tiu

128

Bm

j Ï Ï

# & # ú. 116

viu.

j Ï Ï Ï

# & # ä Ï JÏ Ï 110

e

Dm

F 7

Ï Ï Ï Ï J J

ä

foi pa - rar no

ú. ú.

©Luiz Carlos Borges 2016

128

Ï.

A7

tu - do co - moIum deus.

seus fo - ram pa - rar

Ï.

ú.

Î

frio queIhá de fi - car e - ter- na - men- teIa ma - chu - car

91

ce - go que se - guiu vi - ran- do

Î

D Dm

# # Ï # Ïj Ï

A7

Cor - reu um

ÏÏ ..

foi pa - rar no

ä ÏÏ

j ÏÏ ÏÏ ÏÏj Ï J J Ï

Dm j n ÏÏ Ï Ï JÏ

j Ï Ï

no

ú. ú.

j ÏÏ ÏÏ ÏÏ ä J

j Ï Ï

D

vez

D

73

# & # úú ..

no

foi pa - rar de

mar.

79

ä Ï Ïj Ï

ä

ÏÏ ÏÏ J

D

# & # Ïj Ï Ïj Ï Ï J Ï ÏJ Ï

Î j ÏÏ ÏÏ

## & úú .. 67

Era uma vez o que se viu, pág. 3

Ï

Gm Ï ÏJ Ï Ï Ï Ï

Dm

ÏÏÏ Ï Ï ÏÏÏ Ï ú. Ï Ï #Ï Ï #Ï D

2 .. n # # úú .. Ï Ï Ï ä Ï Ï

j Ï Ï

E - raIu - ma

j Ï # ÏÏÏ Ï J A7

vez o

j Ï Ï que se

úÏú .. Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï ä ÏÏ

Dm

ÏÏ .. ÏÏ ..

viu.

lhar ©Luiz Carlos Borges 2016

129


Estórias de Dom Lagarto, pág. 2

ESTÓRIAS DE DOM LAGARTO Vanerão

Luiz Carlos Borges Apparício Silva Rillo

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

Voz

### 2 & 4

ò

100

Ï Ï

Ve - nha

# # # EÏ7 Ï Ï Ï & 7

ma - na lam - ber

### & 13

A

Ï

ma - no, ve - nha

mel de

far - toIas- sim cha - ma - va

### & Ï Ï Ï Ï gar - to foi no

### & 25

Ï Ï

ga - ra - pa de

mel de

Ï Ï Ï Ï

dei - ra, sur - ra - dei - ra que nem

### & Ï Ï Ï Ï

Ï Ï ä

A

37

ra, bom - bei - aIe

### & 43

Ï

Ï ä Ï Ï

la - ço,

dê -lhe

vol - ta. E7

Ï

Ï Ï

queIé mais

co - la

Ï Ï Ï Ï

Ï

A

Ï Ï

ä

far - to.

..

Ï Ï

Ve - nha

Ï Ï Ï

Sur- ra

Ï Ï Ï Ï

Ï

la - ço co - moIum

Ï

Ï Ï Ï

Ï

Ï

2

A

Ï Ï

ä

Ï Ï

far - to.

Dom La -

Ï Ï Ï

sar - gen - to deIes - col- taIe dê - lhe

Ï Ï Ï Ï

do - ce, queIé mais D6

Ï Ï

Ï Ï

do - ce do que A

ä

Ï

cru,

Ï Ï Ï Ï

E7

Ï

la - ço,

dê -lhe

dis - pa -

Ï Ï Ï Ï

A

Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï

Ï Ï

sur- ra -

que sur - raIa col - mei - a,

Sur- ra que sur - raIa col - mei - a, dis - pa - ra, bom - bei - aIe A

Ï Ï Ï

mel cor - ri - a

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

E7

©Luiz Carlos Borges 2016

130

Ï

Ï

re - to - va - daIem cou - ro

ä

ta - tu.

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï A

ra - bo de

Ï

E7

E7

Ï Ï

C

ä

li - xi - gua - na

Dom La - gar - to tem a

Ï Ï Ï Ï

mel cor - ri - a

Ï Ï

Ve - nha ma - no, ve - nha

Dom La - gar - to quan- doIo

Ï Ï Ï

Ï

A

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

C

31

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

vol - taIe dê - lhe E7

Ï

Ï Ï

la - ço

Ï

A

Ï

Ï Ï Ï

ä

Ï Ï nÏ

% Am E7 nnn Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï ÏÏ Ï

sar- gen - to deIes - col- ta. Quan-doIa E7

55

&Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï Ï

vo - aIo bi - cha - re

-

G

F

E7

67

&Ï Ï Ï Ï tem co - la, não 73 E 7

&

Ï Ï Ï Ï

ti - ra

-

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï Ï

me - la, Dom La - gar

Ï Ï -

Ï

Ï

Sur- ra

Ï Ï Ï Ï

E7

A

85

Ï

Ï Ï Ï

Ï

Ï Ï Ï

sar - gen - to deIes - col - ta, dê - lhe

### & Ï Ï Ï Ï 91

gar - to

sa - be

to lam - beIo mel, Dm/C

quan- doIa -

C

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

Ï Ï

C/G

Ï Ï Ï Ï

com rom - pan - te, com rom - pan - te de cau -

E7

Ï Ï Ï Ï

mui - to mas num

Am

Ï Ï

Dm

ä

to de - sen - ga - na,

C

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

sem ter

Ï Ï Ï Ï

A

Ï Ï Ï Ï A

la - ço, D6

dê-lhe

Ï Ï Ï Ï

vol- taIe dê - lhe

Ï

la - ço co - moIum

pon - toIe - le - seIen - ro - la,

ä Ï Ï

j j ÏÏ ÏÏ ~~ ~ E7 ä ÏÏ ÏÏ~~~ Ï. . Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï vol - ta,

la - ço,

Ï

dê-lhe

Ï Ï Ï

sur- ra

Ï

la - ço

co -moIum

A

ä

Ï Ï

sar - gen - to deIes - col - ta.

Ï Ï

Dom La -

C

A

Ï Ï ä

j Ï ÏÏ

co - la nin-guém

ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ

Ï Ï Ï Ï

E7

j E7 Ï ä ÏÏ ~~~~~~~ ÏÏ ~~~~~ Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï

Ï Ï Ï Ï

co - la, sem ter

que sur- raIa col - mei - a, dis - pa - ra, bom - bei - aIe

que sur - raIa col - mei - a, dis - pa - ra, bom - bei - aIe

### &

-

Dm

Ï ä

to lam - beIo mel,

A

li - xi - gua - na.

### & Ï Ï Ï Ï

do Dom La - gar

Am

Ï

Þ# # # .. ä Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï

79

-

Ï ä

ä. Am E7 Am ÏÏ Ï ä ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J Quem não tem co - la, não me - la, Dom La-gar - to de - sen - ga - na, quem não

E7

F

vo - aIo bi - cha- re

Ï Ï

do Dom La - gar

ÏÏ. Ï & Ï Ï Ï Ï äÏ # Ï Ï di - lho co - ro - nel. J 61

-

Am

~~

### &

ä

ca - na.

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

cam -po ti - rar

Ï Ï Ï Ï

Ï

E7

1

D6

Ï Ï Ï Ï A

E7

li - xi - gua - na.

Ï ä Ï Ï

Ï

Dom La - gar - to quan- doIo

E7

E7

mel de

li - xi - gua - naIa - sim cha - ma - va

Ïä Ï Ï

Ï

ma - na lam - ber

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï ä

A

Ï Ï Ï Ï

A

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï

19

Ï Ï Ï Ï

.. Ï Ï Ï Ï

E7

A

### & 49

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

bi - cho

ho-mem, bi - cho

Ï Ï Ï Ï

ho - mem ti - ra

co - moIum ©Luiz Carlos Borges 2016

131


FLORÊNCIO GUERRA

Estórias de Dom Lagarto, pág. 3

### & 97

E7

A

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

mel e não tem

### & Ï

co - la.

ä

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Bi- cho

ho - mem não tem

C

103

Ï

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

pon - choIe com seu

109 Þ ### . A & .Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

### & Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

ti - ra

j ÏÏ ä Ï. Ï Ï

ra, bom - bei - aIe

### & 121

Ï Ï Ï Ï vol- taIe dê - lhe E7

Ï ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï

la - ço,

dê -lhe

### & Ï Ï Ï Ï 127

la - ço

j Ï Ï

### &

mel cor - ri - a

Ï

Ï Ï Ï

mel cor - ri - a 2

.. ä Ï Ï Ï Ï Ï

far - to.

E7

Sur- ra

Ï

gar - to

ä

-

Ï Ï Ï Ï

E7

Ï

Ï Ï Ï

Ï

Ï

C

Ï Ï Ï

# &# Ï

Ï Ï Ï Ï

Ï

li - xi - gua - naIas - sim cha E7

Ïä Ï Ï

Ï Ï

Ï

Ï

Dom La - gar - to quan-doIo

E7

nÏ Ï Ï Ï

mel cor - ri - a

A

Ï

far

-

Ï

to.

j .. Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï A7

Luiz Carlos Borges Mauro Ferreira D

j Ï Ï Ï Ï

-

ca Pa - ra san - grar seu ca - va - lo

#

F 7

an - tes dos

Ï Ï ä .. J Ï Ï Ïj Ï Ï Ï

Ï Ï

Flo - va - lo Flo - rên - cio

D

j Ï Ï Ï Ï Ï

ca -

3

1, 2

Bm

j Ï Ï Ï Ï

guer- ras Do tem - poIem que seu

Ï

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©Luiz Carlos Borges 2016

132

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ma - na ti - rar

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139

E7

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133

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E7

que sur- raIa col - mei - a, dis - pa - ra, bom - bei - aIe 115

E7

Chamamé

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

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©Luiz Carlos Borges 2016

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©Luiz Carlos Borges 2016

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Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

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Fogo simbólico, pág. 5

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©Luiz Carlos Borges 2016

141


Fogo simbólico, pág. 6

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Fogo simbólico, pág. 7

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©Luiz Carlos Borges 2016

142

©Luiz Carlos Borges 2016

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Forró nas Missões, pág. 2

FORRÓ NAS MISSÕES Forró / Vanerão

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

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Acordeon

Luiz Carlos Borges

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144

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Forró nas Missões,, pág. 3

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Forró nas Missões, pág. 4

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· ©Luiz Carlos Borges 2016

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FORROGUTTI

Forrogutti, pág. 2

Homenagem a Toninho Ferragutti Luiz Carlos Borges

Transcrição e revisão: Daniel Castilhos q = 96

Acordeon

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©Luiz Carlos Borges

148

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abrir o fole fechar o fole

1.

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2.

*Executar os compassos 49 ao 56 somente na repetição da música *Executar os compassos *Executar 49 ao 56os somente compassos na repetição 49 ao 56 somente da músicana repetição da música

2 ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï Ïj Ï ÏJ n Ï Ï ä Ï ä Ï ä .. ä n Ï ä # n ÏÏÏ n b ÏÏÏ Ï Ï J J Ï Ï Ï nÏ nÏ Ï C7 Cm G7 Ï Ï Ï Ï Ï . . Ï nÏ nÏ Ï Ï Î Î ÏnÏÏ

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180

Acordeon

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49

Luiz Carlos Borges

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

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©Luiz Carlos Borges 2016

151


Ingrata, pág. 2

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Ingrata, pág. 3

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©Luiz Carlos Borges 2016

152

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©Luiz Carlos Borges 2016

153


Luizinho, pág. 2

LUIZINHO Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

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94

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G7

Lui

-

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Ï

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Chu

-

Luiz Carlos Borges

j Ï

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j Ï Ï.

G7

C

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Via - mão fi - cou sem

gu - ri

Lui -

2x somente melodia instrumental até "Quando ele..."

&Ï Ï Ï Ï G7

6

zi - nho foi pro

b & Ï. 11

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sai

& Ï.

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j Ï Ï Ï Ï

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que seIe - le

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Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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Ï.

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Em

Ï.

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Ï.

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j Dm Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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pai

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j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï um sor - ri

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Ï.

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-

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j Ï de

D 7/A

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mos - tran- do pro ve - lho Luiz C #º jÏ Ï Ï Ï Ï

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42

48 A 7

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j Ï Ï

cor - ren- doIa - trás

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eIeu

B7

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Ï Ï Ï

&Ï Ï Ï Ï Ï Ï & Ï.

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C 6-7M

que não

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Via - mão fi - cou sem gu - ri

72

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B 7

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sai,

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-

j Ï Ï

Em

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Um

j Ï Ï

j Ï Ï.

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sai

j Ï Ï

A 7M

C

Ï .. J Ï. Ï J

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gu - ri

seIes - con - de

Ï

que - nem - eu

Ï J

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2

j Ï Ï.

Ï J

Ï Ï Ï

rar.

C 6-7M

B 7

b

E m7 E m7

Ï bÏ

fi - lhoIé

pa - rar.

Gu - ri quan- do sai,

j Ï

j Ï Ï

Î

quan - do sa -

meIa - dor- me - ceu

A7

se meu

j bÏ Ï Ï bÏ Ï b Ï

cha -mamé

b j Ï Ïj Ï Ï B 7

C 6-7M

j Ï Ï

Ï Ï Ï

E m7(5b)

C 6-7M

Fm

E

j Ï Ï Ï Ï Ï

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G7

G 7(9)/B

jÏ Ï

tem fi - nal.

Via - mão fi - cou sem

C G7 j Î Ï Ï Ï Ï Ï j Ï. Ï

ta va fei - toIo ra - paz

C/G

Ï Ï Ï

so - nho vai

Î

G

j ú. Ï Ï Ï Ï Ï Ï bÏ

que

G 7/F

G 7/F

Ï

b

só que - roIum tem - po pra lem - brar

j Ï Ï

G7

Î

Ï.

j Ï Ïj Ï Ï

deIa - cor - dar

sa - beIa on - deIo

61 G 7

66 C 6-7M

j Ï Ï

Ï bÏ

me - do

D m7/C

Ï

G7

deIum so - nho

ti - ve

57 D m7

j Ï Ï

D m7/C

A

D m/C

D m7

Não vou cho - rar não vou so - frer

zi - nho foi pro Chu

D m7(5b)

com

Ï J

seIes - con - de

via - ja - va meu co - ra - ção.

Em

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

não

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Î

se

fa - zer as ve

b Ï

E

não

C

D º

Î

trou - xeIa no - tí - cia

- ri quan- do sai,

j Ï

Gu - ri quan - do sai,

G 7(9)/B

via - jas

b

B 7

j bÏ Ï Ï bÏ Ï

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Quan - doIe - le

Gu

C 6-7M

j Ï

j bÏ Ï Ï bÏ Ï

gu - ri

G 7/D

D m7/C

ga ran

Î

b

B 7

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Î

Fm

pai

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Dm

b

C

pai.

&Ï Ï Ï Ï Ï Ï

si

Ï.

Ï Ï

b C 7M/G j j Ï Ï Ï Ï. Î

26

& Ï.

C 7/B

j Ï Ï. C

Via - mão fi - cou sem

G7

sen - ti

31

Î

F 7(5#)/E

den - tro

21 G 7/B

Ï J

j G7 Ï Ï Ï Ï Ï

seIes - con - de den - tro do

16 G 7(5#)/F

Ï.

C

Ï J

Î

36

Lui -

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

G7

Lui - zi - nho foi pro Chu E

não

sai

G 7(5#)/F

Ï

b G7 j Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A M7

seIes - com-de den - tro do

j j Ï Ï Ï

den - tro

í

F 7(5#)/E

do

b

C 6-7M

Ï.

Î.

pai.

rall. ©Luiz Carlos Borges 2016

154

©Luiz Carlos Borges 2016

155


Mais um inverno, pág. 2

MAIS UM INVERNO Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

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16

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dão.

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a noi - te fi - ca mais

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mes - mo

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A

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cur - ta

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mo - ci - da - de foi em - bo - ra,

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in - ver - no.

D

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que res - ta

F

Ï

# C #m7(b 5) Ï Ï Ï Ï

mo - ci - da - de rall.

foi

Bm

Ï

em - bo

-

Bm

sas que mais

fu

fu

E7

Ï

-

giu

j Ï Ï.

j Ï Ï Ï.

cho - ro.

a - do - ro,

Ï

Em7

E7

Ï

-

Os ca - va - los que já

F

vol - tan - do

giu

tu

j Ï Ï.

Ï

na que - rên - cia

j j Ï Ï nÏ

A7

Ï

não

j j Ï Ï Ï

j j Ï Ï Ï

com

Bm

Ï Ï. J

com

pre -

.. Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A

são lem - bran - ças,

j jÏ Ï Ï

Ï

j j Ï Ï Ï

ra,

-

G

mo - ci - da - de foi em - bo - ra,

F

pres - sa,

j G7 j Ï n Ï Ï n Ï Ïj

j nÏ Ï Ï

Dm

# C #m7(b 5) nÏ Ï Ï Ï Ï Ï

jam que

do,

# C #m7(b 5) nÏ Ï Ï Ï Ï Ï G

ve

Ï Ï Ï Ï Ï Ï o

# A Bm j Ï Ï Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï Ï Ï

ú.

san

j Ï Ï.

Em

C m

coi

D

Ï.

nhan-do,

76

do,

bru - ma pra que

-

che- gou nas noi - tes de

sau - da - de não tem

Ï J

u - ma as

E7

A

71

Ï

Ï

Dm/F

pas

A

Ï Ï J

Bm

u - maIa

j j Ï Ï nÏ

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

meu jei - to de - ses - pe - ra - do deIes - con - der - me do

j Ï n Ï Ï Ïj Ï

A7

#

A º

A

mai - o,

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

vi

A

.. Ï Ï Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï.

E7

ti - ve

-

A

gas - taIas ho - ras len - ta - men - te,

66

j Ï Ï.

meIi

7

meus o - lhos são cor de

j j Ï Ï nÏ

A7

mais um

### A & nÏ Ï Ï Ï Ï Ï

# # # GÏ7 b Ï Ï nÏ nÏ Ï &

na que - rên - cia

são lem - bran - ças,

©Luiz Carlos Borges 2016

156

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Bm

vez

61

Os ca - va - los que já

# C #m7(b 5) nÏ Ï Ï Ï Ï Ï

# # # # Bm jBm/A j E7/G j & Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

b

j nÏ #Ï Ï .

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

che - gou nas noi - tes de

46

sen - te,

di - a,

F

vol - tan - do

j Ï Ï.

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï Ï.

j Ï

A

Ou - tra vez mais um in - ver - no

51

do da so - li -

do

A

G

do,

o

da luz

vi - daIan - da va - zi - a.

ú.

-

Ï Ï J

-

j AÏ Ï

Bm

C m

fu - gir

j Ï Ï Ï Ï

D

# C #m7(b 5) nÏ Ï Ï Ï Ï Ï G

Ï

Ï

# Ï

me

E7 ### . & . Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï . 41

mai - o ou - tra

lên - cios

G7

Ï J

-

j Ï n Ïj Ï n Ï Ï Ï nÏ

Dm

Ï Ï J

Bm

Ï Ï

Ï

j Ï Ï.

Em

eu mes - moIe meus si

o - lhos mo - lha - dos quer

Dm/F

che- gou nas noi - tes de

às ve - zes fa - lo so - zi - nho com

Ï Ï Ï Ï os

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

den - tro,

Quem tem

26

j Ï Ï.

Ï

nos de - vol - ve - mos pra

j Ï Ï Ï.

A º

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

mai - o,

A

#

A

A

.. Ï Ï Ï

A

um in - ver - no.

D

11

b

Ï Ï Ï Ï Ï Ï n Ï # Ïj Ï .

Ou - tra vez mais um in - ver - no

6

Luiz Carlos Borges Antônio Augusto Ferreira

tu

meIi A

-

ú.

-

lu

-

..

do.

A

-

ú.

do.

©Luiz Carlos Borges 2016

157


Mi hijo me há pedido un chamamé, pág. 2

MI HIJO ME HÁ PEDIDO UN CHAMAMÉ Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

Voz

# # # # 6 ò86 j & 8 Ï

#### & Ï 5

#### Ï & ú. 9

#### & nÏ . 13

G

Ï

Mi

hi

ä Î ä Î

#### Ï . & #### & Ï

#### Ï & ú. 25

# # # # B m7 & Ï 29

#### Ï & 33

jo

j Ï

Ï

Y

yo

un

Ï Ï

ón

21

-

j Ï

ños

17

j Ï ä

E

ä Î ä Î

j Ï ya

suel -

j Ï

.. Ï E

-

su

# j Ï Ï

-

-

Ï J -

te

fre

Ï

-

pe

j Ï

que

le

doIun cha B

j Ï Ï

o

nue

joIel cha

-

Ï J

úÏ ..

ve

ú.

A m6

-

Ï

di

#

-

gus

j Ï nÏ

doIun cha B

C m

Ï

de

-

B7

Ï

o

j Ï Ï

taIun

sa

Ï J

-

Ï

C 7M

# Ï

G m

ma - mé

# Ï J Ï

# j Gm Ï ú.

Ï Ï Ï Ï

-

y

ú1 .

Ï

la - men - teIu - na

E

ú.

-

su

na de los

ä

ta - pé.

ni

-

ä Î

-

cias a

-

j Ï #Ï

j nAÏm Ï

A

Ï J

en

Ï -

Ï J

ri - to

ú.

A

Diós

del pue - blo

Vie - ne

ä Ï

hay

Ï

ú.

D 7/C

Ï Ï J

ri

Ï

Diós

j Ï Ï

cha - ma - mé

de mi

Ta - ra -

so - ni

Ï.

Ï J

o

ú.

E

bri - llaIen la

o

lu

Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

j Ï .. Mi

E

-

j Ï

-

y

Ï Ï Ï Ï Ï Ï -

Ï

j G 7M Ï ú.

-

na -

B

j Ï Ïj Ï

ú.

j Ï

#

C m

B7

Gua - ra - ny

vi - veIen el B7

D7

del

A

Ï

ca - da ran - cho

queIha - bi - ta los

# # j FÏ/A Ï ä Ï Ï Ï J tri - bo

D º

Ï J

C º

zon.

Gra - cias a

# j Ï Ï

j Ï Ï

ä Î

do,

es - pí

Vie - ne

Gra

ra

j Ï

Î

B7 C #º Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J

Ï Ï Ï Ï J

-

j EÏ7 Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J Ï Ï

Solo

Ï

per - di - dos deIu - na

E

pé.

co

# Ï Ï J

G m

El

# j Ï Ï

mé.

j Ï

Ï

tu

# Ï

F m

E

o bri - llaIen la lu

F 7

#### ú . &

j Ï Ï

no - ches en

E

Ï J

tie - ne

2

# # # # EÏ7 &

-

# Ï.

j E Ï Ï.

Ï J Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

#### G & nÏ .

72

Ï

queIa - lum - bra

ri

j Ï nÏ Ï Ï

62

67

Ï J

B7

cha - ma - mé.

dos

ú.

Ï

Ï

gui,

E

E

vi - veIen el

# # # # Bú7. &

cor - deon

j Ï

luz

57

vo - lar

F m

noIés so

ció

-

ú.

Ïú ..

Ï Ï J

B 7(9)

Ï

u - na

# # # # Bä7 Ï & # # # #A m6 & Ï

E

Ï nÏ nÏ Ï J

quie - re

pue - blo

52

ú.

B7

Ï J

B7

# # # # BÏ7 Ï Ï Ï Ï Ï &

ma - mé

Ï

es

47

-

pu - kay

-

Ï Ï Ï Ï

B7

j Ï

E6

42

can - ció

-

j Ï Ï

hay

a

j Ï

#### Ï & 37

ción,

G 7M

# # Ï Ï ä Ï Ï J

cuan - does - cu - chaIun a

Ï J Ï

j Ï -

duen - de

Ï J

co - ra - zon

B7

ra - zón

Ï J Ï

nas

ú.

ma - me

j Ï

D 7/C

-

E

j Ï

-

por - que

©Luiz Carlos Borges 2016

158

j Ï nÏ

F /A

se

meIhá pe

A

-

#

Ï

-

j Ï ä Ï Ï

jo

-

C m

j Ï

leIha - cer

# j Ï Ï

di

Ï

a

j Ï #Ï

su

B7

hi

Ï J

con

jo

-

D7

j Ï Ï Ï nÏ

por - que

C º

ño

Ï

sa - ber

j Ï Ï

F m

ä Î

j Ï

D º

j A Ï Ï

E7

Fi - ja

hi

di

y

# Ï Ï J

-

# Ï

Y

D º

j Ï nÏ

F 7

Ï

pe

Am

ni

j Ï

Ï

qui - se

Ï

A m6

meIhá

# j Ï Ï

A

Mi

Ï

Luiz Carlos Borges

na de los

j Ï ta -

ä Î.

cha - ma - mé

can ©Luiz Carlos Borges 2016

159


Misioneira, pág. 2

MISSIONEIRA - MISIONERA Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

ò

% Gm Cm F Bb Gm Am7(b 5) D7 j Ï Ï # ÏÏ Gúm j j ú ÏÏ ÏÏ ÏÏ ú ÏÏ ú ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï Ï J Ï ú ú ú Ï Cm F Bb Gm Am7(b 5) D7 Gm j Ï Ï ú Ï Ï ÏJ Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï nÏ Ï #Ï Ï nÏ Ï #Ï Ï ú. ú. Ï Ï ú ú Ï Ï Ï Ï Ï

b6 Acordeon &b 8 b &b ú 10

100

3

b ú. Voz &b 19

Luiz Carlos Borges Mauro Ferreira

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Gm

Português Eu Español

San Yo, San

G m/F

pe - la noi - te ne graIa ter - ra ver - me por la no - che ne gra del bar - ran - cal,

-

o

Cm

Ï Ï Ï Ï j ú. Ï gra dos teus lha des - sas gra de tus tier - ra co -

b &b Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Ïj ú . A

25

a de en - deIen -

cen - den- doIes-tre no sal do ros cen-dien-doIes-tre la sal del ros

- las - to Io - llas - troIel

b &b Ï Ï Ï Ï j ú . Ï 31

G m/F

Cm

- ve dos teus - lho pe - las - ve de tus - te por las

b &b ú . 37

se - gre que - bra se - cre que - bra

b &b ú .

C m/B

sos gem, sos, je,

ú. Ï Ï Ï

flor Lou flor cie

b

Cm7( 5)

-

-

ú.

dos das, tos das,

tu Vou Tu, so

ú.

F

Pra Lou ¿A Lo

#

-

que co que co

ú.

-

los das llos da,

Ï

#Ï Ï Ï Ï j Ï

ras - tro do teu o ru - mos des - sa pai ras tro de tu mi rum - bo de so - le -

j Ï ú.

Ï Ï nÏ bÏ

G7

Ï

-

-

pro - cu - ran- doIa cha qual um an - da - ri a bus - car la lla ca - mi - nan - te tris -

a - pa - gan - doIo mal - di - zen - do Ios o - cul - tan - doIel loIa se - guir mi

rin - cões a vi deIa - mar as - sim rin - cón la vi por noIol - vi - dar

-

ÏÏ Ï Ï Ï Ï

eu EIeu Yo, Yo

da teu da tu

b j Ï Ï.

D7

so - nhos me mis - sões que vi - ve nos deIa - mar aIi - ma - gem queIeu que - ro be mi - sio - nes que meIha man - da - do Di ver que tuIi- ma - gen ya noIés ver - da

-

e e o a

-

-

Ï Ï ú.

aIes-tan-doIem meus bra sas pe - la pai - sa aIes-tan-doIen mis bra zas por el pai - sa

b

Ï . Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

-

ços gem... zos, je

com I con cual

luz de sol gual a flor luz de sol flor del ca -

me sordeIa-guame sonma - lo -

C m C m/B b G m/F j Ï Ïj Ïj G m j Ï Ï .G m j ä . Ï Ï Ï Ï Ï Ï J Ï Ï Ï Ï nÏ bÏ Ï Ï Ï Ï #Ï

D7

riu pé rió tal,

Ï ÏÏ Ï Ï

moIen-ten - der queIum di en - ten - der que pas moIen-ten - der queIun dí com - pren-der que cru

b Ï. Ï j &b Ï Ï Ï Ï #Ï

e com u - ma voz de rio dis - seIa-deus. EIé es-teIa - mor que me traz as - sim queIé lin - da Mas que não é de nin - guém! y di - jo a - diós conIun rio en la voz? YIes e - seIa - mor que me tie-neIa-sí, queIes lin - da pe - ro de na - die se - rá.

pe-re- gri-noIem pe-re- gri - noIen 1

Cm D 7/C D7 Gm D7 Gm j b j j Ï Ï # Ï n Ï # ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ïj Ï JÏ .. &b # Ï Ï Ï n Ï Ïj Ï Ï Ï JÏ Ï Ï Ï Ï n Ï b Ï Ï Ï Ï Ï G 7/B

A7

bus-ca do teu que - rer eIé mi-nha dor que ja- mais tem fim

que se - re - naIos

lí - rios noIa-ma-nhe - cer eIé es-teIa

bus-ca de tu que - rer; YIen el ro - cí - o llo - ró por ti

un cla-vel

ai-re,Ial a - ma - ne - cer.

del

Eb b D7 Gm Ï Ï Ï Ï Ï Ï b &b Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï J # Ï Ïj Ï Ï Ï Ï # Ï Ï J Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï J 67

2

Gm

E

cer. Lin-da mis-sio - nei-ra da voz de

rio flor

que na fron - tei-ra da so - li - dão meIa - do-çou a

bo - ca de-pois par-

cer. Lin-da Mi - sio - ne - ra con voz de

río, Flor queIen la fron - te - ra de la pa-sión, MeIen - ti - bió la bo-caIy de-jóIes - te

o Gm bo D7 A Eb j j Ï Ï Ï b Ï j Ï Ï &b # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï J #Ï Ï Ï Ï J 73

D7

B

tiu eIa- mar-gou pra sem - pre meu co-ra ção por on-deIanda - rás por on-deIanda - rei, que se - rá doIa-morqueIeuju-rei por

Ï b &b Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï 79

-

b D7 Ï . #Ï .

e e o a

Ï

B

Cm

frío queIa-ni - dó por siempreIen mi co-ra - zón.¿PordondeIanda-rás, pordondeIanda - ré?,¿DondeIes-tá elIa-mor que ju-re por

E

Ï.

-

55

Cm

le - vou teus pas a - mor sel - va lle - vo tus pa mi - rar sal - va B

-

Ï Ï

G m/F

61

tu Ar Tu, ar

ú.

-

©Luiz Carlos Borges 2016

160

ú.

ÏÏ

Gm

co Sem ¿Có sin

F

Ï Ï #Ï Ï Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä ä ú das co de goIal

be tra be ra

Ï Ï Ï Ï nÏ Ï

F m6

ú. Ï bÏ Ï

b

D 7/F

ú.

-

b

F 7/A

b

-

ú.

pra me gui - ar sol do ve - rão pa - raIa-lum - brar sol que se va. Am7( 5)

Gm m G2x m F m 2x não tem bixo em /Bb G

lhar. xão, rar dad.

43

Gm

ca es ca lo

b

Am7( 5)

b ú. &b 49

-

eus, em, os? ad,

Gm

ti,

que se - rá de

ti sem o queIeu te

ti? ¿Quién teIa-ma - rá co - mo

b Þ b & ú 85

Ï Ï

o o Bb A Gm j j Ï J # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï úî .

yo

Þ ÏÏ

D7

dei, que se - rá de mim que já

te per - di?

teIa - me? Le - jos de tuIa-mor… ¿Có-moIi-réIa vi - vir?

ÏÏ Ï Ï Ï Ï ÏÏ

Ï nÏ Ï #Ï Ï nÏ Ï #Ï Ï 3

·

D.S. al Coda

U

ú.

©Luiz Carlos Borges 2016

161


Na beira do Aguapey, pág. 2

NA BEIRA DO AGUAPEY Chamamé

Luiz Carlos Borges João Sampaio

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

&b 68

Voz

ò

96

j Ï

Os

A A7 Dm j j Ï Ï Ï j Ï Ï Ï Î j Ï Ï ÏJ Ï ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï . Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï m

Dm

ven-tos que ven- tam sol-tos

por so-breIo a-gua-pe-y

re - vi-ram á - guas eIa - rei- as

Am7(b 5) G m7(b 5) F #m7(b 5) Em7(b 5) j j bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï b Ï Ï Ï Ï & ú. J J Cm

8

D7

pé deIar- té -

rias e

Gm

Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J

Î.

vei - as doIu - ni - ver - so Gua - ra - ni.

ta -

E

na lon - ju - raIes - ti - ra -

b A7 Dm E7 Ï j &b Ï Ï Ï Ï ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï . Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ï Ïj Ï Ï Ï # Ï n Ï B

C

14

- da, A- vá - re - tá, tem-poIi-ma-gua-ré.

b ÏÏ Ï Ï J &b J 20

B

-

nas

Pe - las ran-cha-das pay-sa

-

nas

va - gam so-lu-ços deIho-sa -

Bb A7 A7 Bb Bb Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï ä Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J J

C

deIAn - güe- raIe pai

A - va - re

-

é

-

é.

e

an - daIu - ma pe naIan - ti

Ï J # Ï Ï ÏJ

A7

-

ga

cho -

Dm Eb Dm A7 26 Ï j j j j &b # Ï Ï Ï Ïj Ï . Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï b Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj # Ï Ï Ï Ï Ï

o E

ran- do pe - los jun - cais,

o F

um pran-to sa - bor a sa

o E

Dm

&b Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï . 32

bai - xo nos ca - ma - lo - tais.

D Ï Ï Ï J Ï &b # Ï Ï A7

38

m

Î.

Ï.

So

-

Ï.

be

-

al

um res- pon- so ve - ge - tal que vai rio

Ï.

Ï.

do

rio

Ï.

Ï.

pa - raIos

G m6

.. Ï .

céus

Ï

a-

Ï J

um

b m m A7 j Ï Ï Ï D /C G j Ï BÏ Ï Ï Ï J Ï Ï j Ï Ï Ï J j j Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï

som na voz das ca - choei- ras

e

eu pes - ca -dor so - zi - nho

me vou sil - van - do bai - xi - nho Dm

me -

Ï . 2 Ï j j j b j . Ï & J Ï Ï Ï ú. ú. #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï lo - di - as ca - no - ei - ras. So - be do rio pa- raIos - lo - di - as ca - no - ei ras A7 Dm A7 Eb 50 Ï Ï ÏÏ Ï ú j Ï ú Ï ÏÏÏÏÏ bÏ Ï ÏÏÏ ÏÏ #Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ï ú äÏn Ï#Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä ä b ä Acordeon & 44

1

A7

Dm

©Luiz Carlos Borges 2016

162

Ï Ï Ï ÏÏ

58

&b

ÏÏ #Ï Ï ú ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï bÏ E

A7

b Ï ú

A7

Ï ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ï ú ä Ïn Ï # Ï Ï Ï Ï j Ï

Dm

ú Ï Ï #Ï

Ï Ï Ï

D A D A j . ú Ï ÏÏ Î Ï Î j &b j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï# Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J Ï Ï Ï Ï Ï Î. Î Ï Ï Ï Ï. m

67

O

m

7

sol tro-pi-cal ar - den-do ca-lor de mei-o di-a ho-ra dos te-yus.

b b # b b j j j bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú. &b cos-ta bri - lham es - ca - mas

de

pia-vas e pi-ra

O

ven-to dor-me nas ra - mas,

na

b Î. Î Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J J

D 7 Am7( 5) G m7( 5) F m7( 5) Em7( 5)

Cm

74

m

Gm

C

B

sen - ta-do só na bar-ran - ca en- ra - i -

jus,

Bb C Bb Ï Ï Ï Ï Ï j J J Ï Ï Ï Ï JÏ &b Ï Ï Ï Ï Ï Ï . Î Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ï ä Ï Ï Ï Ï # Ï n Ï A7

81

Dm

E7

za-do pen-sandoIem ti, A7

&b # ú . 88

B

b

eu

b

is-co re-cuerdos sua - ves

ou - vin-doIo tri nar das a - ves

o

Î . Î JÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏJ # Ï Ï JÏ Ï # Ï Ï Ï Ïj Ï . Î Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï

A7

B

e

y

E

A7

me sin-toIum Gua-ya-qui

-

i

E

-

ce

que com es-te can-to

Dm

va - gan-do pe-los jun - cais

o o Dm b Dm A7 F E j j Ï Ï Ï Ï j Î. &b Ïjb Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï . 95

na bei-ra doIA-gua-pe-

cres-ceIe vai rio a - bai-xo nos ca-ma-lo - tais.

Ï. Ï.

So - be Su - be

mur - mu-ran-do u- ma pre -

Ï. Ï.

Ï. Ï.

do del

rio rio

pa - raIos ha - ciaIal

Bb A7 Dm D m/C Em7(b 5) Ï Ï j Ï Ï Ï J Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï &b .. Ï . Ï J # Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ïj Ï Ïj J Ï Ïj Ï Ïj Ï ÏJ 103

110

&b

G m6

A7

céus um cie - lo Um

som na voz das ca - choei- ras so - ni - do de cas - ca - da

1

#Ï Ï Ï Ï Ï Ï

lo - di - as ca - no - ei tras ba - ja la jan - ga

Dm

j Ï Ï Ïj Ï

ras. So - be da. Su - be

e Y

eu pes-ca-dor so - zi-nho yo pes-ca-dor so - li - to,

me vou-sil-van- do bai - xi-nho Me voy sil-van- do ba - ji - to

2 j j Ï Ï Ï .. J Ï Ï ú. #Ï Ï Ï Ï

Dm

A7

do rio pa raIos del rio ha - ciaIal

lo - di - as ca - no - ei tras ba - ja la jan - ga

-

A7/C

Repetir 4x, 2 a tempo e 2 ralentando...

ú.

ras da.

# Bº G /B B b A7 Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï# Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ïb Ï Ï Ï Ï b Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï . Ï . Ï Ï . Ï &b . ä 116

-

me Mien-

Dm

ú.

..

©Luiz Carlos Borges 2016

163


NA CHAMA DO CHAMAMÉ

NOITES, PENAS E GUITARRA Luiz Carlos Borges Elton Saldanha

ò

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

140 D

Voz

A7

D

A7

# jÏ j .Ï jÏ j Ï j Ï jÏ . Ï Ï j j Ï jÏ j j & # 68 Î Ï Ï j j j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Na cha - ma des-se cha-ma - mé Mi-nh'al-ma de cos-tei-ro vai Bus-can-do par ba - ten-do pé De vez em D

# &# Ï

D

jÏ j Ï j Ï Ï Ïj .. ú . Ï Ï quandoIum sa-pu - cai Na cha-ma cai

8

1

A7

## Ï Ï Ï Ï j ú Ï & 15

cha-mam de cha-ma - mé G

# & # ú. 22

ä

2

D7

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Nas bai-lan-tas tu me D

G

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj ú .

#

her - ma-no do sa-pu - cai A G

F m

ä

Ï

G

ä Ï. Î Ï J Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï

ú.

ve

por-queIa noi-te me a - trai D7

Ï. Ï.

Ï Ï ÏÏ Ï Ï

Quei-moIa al-ma nes-te fo - go D Em

ä

Te-nhoIo bra-ço mei-o bo-bo num cha - ma-méIeno a - mor E quan-do D A7 D

dan-ço sa-pa - te-io me flo D

1 ## jÏ j Ï jÏ j j Ï j. 2 j Ï jÏ j Ï jÏ j Ï & Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï . ú. Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï re - ioIe ba - toIo pé E bai - xoIo san - to pe - los can- tos que no bu - le tem ca - fé E quan- do fé 29

# &# 36

·

Solo

G

ä

D7

ÏÏ Ï Ï ÏÏ

A cor-deo-naIé u-ma da - ma D

## Ï Ï Ï j Ï Ï ú. & 43

#

cha-ma do cha-ma - mé A G F m

## Ï . Ï &

ä

Ï ú

ä

Em

G

Ï Ï Ï Ï ÏÏ

ú

que nem ho-mem é de fé D7

Ï ÏÏÏÏ Ï

ú.

Des da co-pa do cha -péu D

ä

A7

ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï J J

Que quan-do to - ca me cha - ma na G

ÏÏÏÏ Ï Ï

ú

#

a-té o de-dão do pé A7 A7( 5)

ä Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï J

Me sin-to co-mo no céu D

Ï Ï Ïj Ï Ïj Ï Ïj Ï Ïj .. Ï j Ï j Ï Ïj Ï Ï Ï Ïj Ï Ïj Ï Ïj Ï Ïj J J Ï Ï quan-doIes - tou num cha - ma - mé E quan- do dan- ço sa - pa - te - io me flo - re-ioIe ba - toIo pé E bai - xoIo A G F #m D Em D 57 1 2 ## Ï j Ï j . jÏ j Ï j Ï & j Ï jÏ j Ï Ï Ï . ú. Ï Ï Ï Ï Ï Ï san - to pe - los can - tos que no bu - le tem ca - fé 50

©Luiz Carlos Borges 2016

164

## ä & 6

Voz

Ï ÏÏÏ ÏÏ

äÏ Ï Ï Ï Ï # Ï Ï ÏJ Ï Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïj Ï Ïj .. Ï j Ï j Ï Ïj Ï Ï J Ï Ï

dor

ò56 Å # # 2 Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Violão V 4 6ª em Ré ú

Me

nes-te jo-go pe-caA7

Milonga

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

10

V

##

14

Å Å Å Ï Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ ÏÏÏÏ Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï. ÏÏ

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï. Ï Ï Ï Ï

ÅÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï.

Dm

úú Vb ggg úú ggg ú gÏ.

ao bor - do - neIar

ÏÏÏ Ï Ï Ï

Å

gui - tar - ras

Ï.

ÏÏ

&b Å Ï Ï Ï Ï

A7

Ï. Å

Å

Ï.

ao bor - do - neIar

Ï Ï

Î

e gui - tar - rei-oIao

ÏÏ ÏÏ Ï

Å Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

Å

ra

-

A7

#Ï . Å

noi - teIa - fo

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

ä

Ï Ï Ï Ï Ï

D

Ï

Ï

-

Ï Ï

ra

Å Å

nnb

Ï

sofrê - las,

Å Ï Ï Ï Ï bÏ Ï bÏ nnb Ï ú

Ï Ï

Dm

Ï. Å

Ï Ï

can- tam co - mi - goIas es - tre - las

Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï. Ï.

Ï Ï Ï

Å

Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï

noi - teIa - fo

18

Vb

D

Å

Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï.

14

Ï Ï

Ï.

A7

so-froIin-sô-nias de

&b Å Ï Ï Ï Ï

18

A7

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïe gui - tar - rei-oIao so - frê - las So - froIin - sô - nias de gui - tar - ras Ï Å ä Î Ï 6 ÏÏ Ï Ï ## Å Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï V ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï. Ï.

# &# ä 10

D

Å

Luiz Carlos Borges Apparício Silva Rillo

Ï Ï Ï #Ï

Ï Ï

can- tam co - mi - goIas es

Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï. Ï.

n## -

n##

Ï.

ÏÏ

D

Ï

Å

tre

Ï.

-

ÏÏ

ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï

las.

Ï ÏÏ Ï Ï Ï. Ï

©Luiz Carlos Borges 2016

165


Noites, penas e guitarra, pág. 2

22

V

##

Noites, penas e guitarra, pág. 3

Å

# # DÅ & Ï Ï Ï Ï Ï 26

26

V

##

Å

ÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï.

Å Ï.

Ï Ï

Ï.

A7

Ï.

Ï

Na can - cha - re - ta

das

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Å

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

dis - pa - ram

Å

rÅ ä Î Ï Ï ÏÏ Ï #Ï Ï Ï. Ï Ï

ÏÏ

A7

30

Å

Ï Ï Ï.

ä Î Ï Ï Ï Å ## Å Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï V Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï . Ï. na can - cha re - ta

das

Dm

cor - das

&b Å Ï Ï Ï Ï Ï ú Vb ggg úúú ggg ú gÏ.

A7

Ï

os fle - tes ne - gros

Ï. Å

dos

so

Ï A7

38

&b Å Ï Ï Ï Ï Ï 38

Vb

Å

Ï.

os fle - tes ne- gros

Ï Ï

Ï

dos

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

dis - pa - ram

Å

nhos

Ï Ï Ï

ÏÏ ÏÏ Ï

que se

Ï

Ï

mal en - fre - na

tor - na

-

Ï

Ï.

#Ï . so

Å

-

Ï Ï

nhos

Å Å

Ï Ï # Ï Ï

Ï

dos

ÏÏ ÏÏÏÏ Ï Ï Ï

D

Ï

mal en - fre - na

Å Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

nnb

Ï -

dos

Å Ï Ï Ï Ï bÏ Ï bÏ Ï ú Dm

Ï Ï

Ï Ï

Ï. Å

nnb

ramIa - por - rea - dos

Ï Ï

que se tor - na - ramIa - por

n## -

Ï.

ÏÏ

rea

Ï

42

V

##

Å

# # ÅD & Ï Ï 46

46

V

## Å

Ï.

Ï Ï

# &# ÅÏ Ï V

##

54

Ï Ï Ï

ÏÏ

ÅÏ Ï Ï.

-

Ï

Ï

dos.

&b Å Ï Ï Ï Ï

nem mes - mo fiz

Ï Ï

&b Å Ï Ï Ï Ï 58

Vb

Å

Ï.

Ï.

ÏÏ

ä

-

Î

Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï.

gres xu - cros

re - do -

Ï

A7

Ï. mo Å

Ï Ï

-

na

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

com bra - ço,

Å

Å Ï.

Ï Ï Ï

ÏÏÏ ÏÏ Ï

mi - nha tro - pi

Å

Ï.

-

Ï

-

na

j # Ï Ï Ï Ï #Ï Ï

Ï Ï Ï # Ï Ï mi - nha tro - pi - lha Î ä Ï # ÏÏÏ Ï Ï #Ï #Ï Ï 3

ÏÏ

D

Ï.

Ï

ÏÏÏÏ Ï Ï Ï

Ï Ï

nnb

man- goIe chi - le - nas

Å Ï Ï Ï Ï

rit.

Ï Ï

Ï.

Ï.

ÏÏ ÏÏ Ï

Å

D

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

com bra - ço,

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

man- goIe chi - le - nas

Ï Ï

lha de

Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï. Ï.

A7

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï

A7

nem mes - mo fiz - re - do - mo

Ï Ï

Å

Ï Ï

Å

ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

xu - cros

Å

Î

ä Î Ï Ï Ï Å Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï

Dm

ú Vb ggg úúú ggg ú gÏ.

Ï Ï Ï.

Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï

Ï. Ï Ï

ä

A7

Ï

eu queIa - man - sei ti

54

Ï.

Eu queIa - man - sei ti - gres

50

50

Å

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï.

58

D

Ï

ÏÏ Ï Ï Ï Ï

ÏÏ Ï Ï # Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï n# Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï. Ï. ©Luiz Carlos Borges 2016

166

ÏÏÏ ÏÏ Ï

D

Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï. Ï.

34

Ï Ï

-

ÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï.

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

30

34

Å

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï.

cor - das

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

## Å Ï. & Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

Å

Ï

de

Å

Ï ÏÏ n Ï Ï Ï nb Ï Ï. Ï Ï. Dm

Ï. pe Å n##

Ï.

Ï Ï

- nas

ÏÏ

D

Ï.

pe

ú n # # úú úú ú

-

ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï

nas.

©Luiz Carlos Borges 2016

167


Noites, penas e guitarra, pág. 5

Noites, penas e guitarra, pág. 4

Ï j ÏÏ b b ÏÏÏ n b # ÏÏÏ n ÏÏÏ n b ÏÏÏ V ä ÏÏ Ï b Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J 67 ## Å Ï Ï Ï Ï Ï Ï & 62

##

# # ÏÏ V ÏÏ Ï Ï

Ï.

3

yIa - 3sí

V

Ï.

Å

Ï Ï

las

ve - o

# # Å Ï Ï Ï EÏ7 Ï &

j ä # # ÏÏ ÏÏÏ # V ÏÏ ÏÏ ä Ï Ï Ï J 79 ## Å Ï Ï #Ï Ï nÏ & Ï

-

Å

V

Å Ï.

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Å

Ï.

Ï Ï

A7

Å

Ï.

-

ÏÏ

Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Å ä

la

Ï.

D

Å

lar

ÏÏÏ ÏÏ Ï

Î

Î

Ï

ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï

ma- tean - do

ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï

-

gas

Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï

D

Ï.

Ï

Å

co - mo las no - ches

Ï

Ï.

Ï Ï

Ï Ï

yer - baIa - mar - ga.

Ï. Å Ï Ï Ï Ï ä

do

Ï

ma- tean - do

©Luiz Carlos Borges 2016

168

Ï

ÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï.

son

Ï Ï Ï Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Î

Ï Ï Ï Ï Ï #Ï

vie - jas

yIa - sí las ve - o cru - zan

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Å

co - mo las no - ches

Å

Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï.

Ï Ï.

Ï

Î

Å Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

A7

75

##

Å Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï. Ï Ï

do

Ï Ï

Ï.

Son lar - gas mí pe - nas

79

ä

Ï Ï

Ï.

cru - zan

75

ÏÏ

A7

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Å

viIe - jas

Î

## Ï Ï #Ï Ï nÏ Ï & ## Å

Ï.

Î

71

ÏÏ ÏÏ Ï Ï

A7

Son lar - gas mi pe - nas

67

71

ÏÏ ÏÏ Ï Ï

ä

Ï.

Ï Ï

Å

son

Ï.

Ï Ï

Ï

V ÏÏ ##

87

& 87

V

##

ÏÏ

Å Ï Ï Ï Ï Ï. Å

e seIa lo lar- goIa

Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï la yer - baIa - mar ga. j Ï Ï Ï ä ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï.

Ï Ï

Ï Ï.

Dm

91

Å

ÏÏ

Ï.

ÏÏ

meIem - ba - laIa voz

-

Ï Ï

&b Å Ï Ï Ï Ï

meIem - ba - laIa voz

##

Å

dor - me - ço

A7

Ï Ï

da

Ï.

gui - tar

Å

Ï.

Ï Ï

ä

Ï

tran - ça

ÏÏÏ ÏÏ Ï

Ï Ï

-

Ï

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Å

Ï Ï

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Ï #Ï Å Ï # Ï ÏÏ n ÏÏÏ # # # ÏÏÏ #Ï Ï Ï # Ï Ï #Ï Ï. ÏÏ Ï b n n b ÏÏÏ ÏÏ ä Ï. Ï J

ÏÏ ÏÏ Ï. Ï

ÏÏ ÏÏ Ï. Ï

ú # úúú ú ú

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Ï Ï Ï #Ï

ÏÏÏ Ï Ï Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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Ï

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Ï

ten

-

tos

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Ï Ï

ven - tos

Å

Ï.

n

Ï Ï

ÏÏ Ï ÏÏ Ï

Ï Ï

Ï.

so - no - ri - za - da de

j ÏÏ Ï

ten - tos

D

so - no - ri - za - da de

Å

Ï Ï Ï.

doIa

Ï.

tran - ça- doIa

Å Ï Ï Ï Ï

D

Ï #Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï. Ï.

da gui - tar

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

no ca - tre

ra

A7

Ï Ï

ÏÏÏ ÏÏ Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

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j ÏÏ b b ÏÏÏ n n # ÏÏÏ V Å . ÏÏ . Ï . n Ï . Ï Ï Ï Ï 99

Î

Ï Ï Ïno caÏ - tre

ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï.

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91

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úú Vb ggg úú ggg ú gÏ.

D

Ï Ï

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83

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lar - gas

A7

E seIa lo lar - goIa- dor - me - ço

Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï

ÏÏ

D

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##

ÏÏ D

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ven

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ÏÏ Ï Ï Ï Ï

j ÏÏ Ï

-

ÏÏ Ï Ï Ï

Ï

tos.

ÏÏ

ÏÏ ÏÏ

©Luiz Carlos Borges 2016

169


O FORASTEIRO

Noites, penas e guitarra, pág. 6

Toada canção

# Ï Ï Ï Ï Ï &# ÅÏ ##

103

V

##

108

&

Å

&

112

V

Ï

zan

Å

Ï -

do

# # AÏ7.

Ï.

Ï.

ÏÏ

ÏÏ ÏÏ ÏÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï. Ï

Ï Ï Ï

ma- tean - do

Ï Ï

la

ä

Î

Ï

zan - do

A7

rit.

Ï

U

ma - tean-do la yer-ba

Î.

ÏÏ # # ÏÏ n ÏÏÏ # # # ÏÏÏ nÏ #Ï

-

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son

Å

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úúú úú ú

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Î

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ÏÏ

Ï Ï Ï Ï Ï pe - nas

ÏÏ # ÏÏ Ï Ï

U

ú

ga.

Å Ï.

Ï

yIa - sí las ve - o

cru -

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ·

ÏÏ ÏÏ ÏÏ Ï # Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ

Transcrição e revisão: Lucas Araújo

Violão

· ú úú úú ú

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Ï GÏ Ï Ï J

96

Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Luiz Carlos Borges Vinicius Brum / Mauro Ferreira

Ï Ï Ï Ï Ï Ï D7 Ï Ï úú

Î.

j Ï

A m/G Gº G B m7 B b m7 A m7 # ä j Ï Ï Ï Ï Ï b Ï úú Î . j Ï bÏ Ï Ï Ï Voz & Ï ú Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï #Ï Ï som-bra deIum bo-li-choIà bei-raIes - tra - da, da - que-les que do mun-do se per- deu En - con-tra-seIu-ma gen-te reu-ni7/F # 7M G D D Am7 Bm7 Cm7 G G Gº 11 # j . Î ä ä j j Ï b Ï & ú Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú Na

6

da,

a

es - pe - ra deIum cha - ma - do de seu Deus

C #º

Per - fu - mes de bom fu - moIa -ma - re - li - do,

#

pa -

# ú Ï ä Ïj Ï Ï ä & Ï Ï nÏ Ï Ï Ï . Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï re-des com suas al-mas pen-du - ra - das Pa - ciên-cias deIum lu-gar en-ve-lhe - ci - do, eIu - ma co - ra-gem de quem não tem G D7 21 î j î Ï Î ä Ïj Î ä Ï Ï # Ï Ï Ï Ï 24 ä Ï Ï Ï c Ï Î ä j Ï & Ï Î . Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï J Ï na - da A - pe-iaIum fo-ras-tei-ro: o queIé da vi - da res - pon-deIo bo -li- chei-ro: G C B Bb G9 G 7/B G7 C9 27 Ï Ï Ï Ï # Ï # Ï j Ï Ï Ï ä Ï Ï bÏ 24 ä Ï Ï c Ï ä ú Ï & Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï n Ï J 16

Å Ï Ï #Ï Ï nÏ

Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï

ÏÏ

Ï

Son lar - gas mí

ÅÏÏÏ Ï

-

ÏÏ

E7

lar - gas

mar

Ï

Å Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

ú

ÏÏ

yIa - sí las ve - o cru -

Ï Ï Ï Ï.

Î

D

Ï

Ï

ÏÏ

ga.

Ï ÏÏ

Ï. Î

Ï.

ÏÏ

Ï

ÏÏ ÏÏ Ï

Î ä j Ï ÏÏÏ Ï Ï

# # Å Ï ÏÏj ä V Ï Ï Ï #Ï ú Ï. Ï Ï 116

Å

lar - gas

ÅÏ

Å Ï Ï #Ï Ï nÏ Ï

Ï Ï

Ï

yer - baIa - mar

co - mo las no - ches

U

ÏÏ Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï

ÏÏ Ï Ï Ï #Ï Ï

U

ÏÏ Ï Ï

D

Ï Ï

Å Ï Ï Ï Ï Ï

Ï Ï

viIe - jas

## Å

Å

Ï

Ï.

D

co - mo las no - ches son

Ï ÏÏ ÏÏÏ Ï. Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï.

## A7 & Ï 116

viIe - jas

ÏÏ

108 # # Å Ï Ï Ï ÏÏÏ ÏÏÏ V Ï. Ï Ï

112

A7

Son lar - gas mís pe - nas

A7

ÅÏ Ï Ï Ï Ï Ï

Ï. Ï Ï

D

103

Dm

# Ï Ï bÏ & Ï Ï #Ï 32

C 7M C 6

C

es - tá can -

sa - da

G7

b

C 7M(6)

A

G

de - si - lu -

E7

m D7/F # G Am/C D7/A C 37 A de-vol-vaIo # & Ï Ï Î . JÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï n Ï Ï Ï Ï Ï Ï

O

D7/F

Ï Ï Î. j Ï Ï Î . Ïj n Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï nÏ Ï #Ï Ï nÏ Ï #Ï #Ï

di-da nos bei-rões daIes - tra - da

ve - lhos

C

gen - te de bom - ba - chaIan - daIes - que - ci - da

A7 A7( 5)D7

A7

G

Bus - ca-mos nos-sa ter-ra pro-me - ti - da

sul que nós so - nha-mos on-deIa

vi - da

um

mun-do pras cri-an-ças e pros D 7 Bm Am G

Ï

Ï Ï . JÏ Ï Ï Î . Ïj #

que bran- queou nos-sos

ca - be - los

Mas

# & Ï Ï Ï Ï ú Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï n ú Ï ä # Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú ÏÏ Ï n Ï cew-deIum no-voIin-ver-no deIas-pe - ú Ï Ï b Ï Ï w ce queIo des-ti-no do camca-da a-noIa se-ca de ja 42

D7

G6 G nei - ro,

pre -

E7

Dº A m re - zas

B 7/F Pa - re-

©Luiz Carlos Borges 2016

170

171


O Forasteiro, pág. 2

# & ú 47

Em

O Forasteiro, pág. 3

C

A7

D7

j Ï äÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú

# b

b Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï ú #Ï Ï Ï Ï B7/F

F m7( 5)

D 7/F # E7 E7/D E7/G # Bm7(b 5) A m Gº C 7M(6) 52 F7 #Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Ï Ï ú Ï ä Ïj Ï Ï Ï & Ï Ï Ï Ï Ï ú pei - ro

não po - de pe - dir mais que pão na

mul - ti - pli- caIem vo - zes pe - lo

a

-

ar

me - sa

E

#

B7( 9)/A E m

Ï ä ÏJ

EIaos pou-cos, o que diz o bo - li - chei - ro G

ú

vol-taIa se ca - lar-seIo fo - ras - tei - ro,

se

24 ä j c Ï Ï Ï jun - taIo vio -

# Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î ä JÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï & c Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î äJ Ï Ï C

57

D7

G

D7

lão no pei-to pra can - ta - ar

G

vi qua- se de tu-doIem mi-nha

# D #º Em # Ï Î äÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä & 62

Am

Am/G

tra - da

D7/F

Vi a mor- te so - breIa ter- ra pro - me - ti - da,

#Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î äJ & 67

D7

G

E7

ho-mem pon-do fo-go na co - lhei - ta,

Em

so - nho,

vi - da,

b Ï Ï bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï

eIa vi-da

# Ï Ï Î ä JÏ

so - breIa ter- raIa - ban- do - na - da Am/G

ViIum

D7/F

e lon- ge viIo que sem- pre fo - ra

vi per-toIo que on-tem e-raIum

# D7 G Ï Ï Ï Î ä JÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î ä J

cer - to

Um po - vo so - nha Deus a su - aIi - ma - gem,

Am

Am/G

D7/F

e

b Ï Ï bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï C

A m7(9) A m7(9)

D7/C

b

B º

G /B

C

a

D7

G9

Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú Ï

que mor-rer por e-la se pre - ci - so,

o

G

Ha

D7

Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

sul so-men-teIo sul po-de sal - va - ar ©Luiz Carlos Borges 2016

172

vi - daIé u - ma plan- ta por cui - da - ar

E7/D

C

D7

# ú & 111

As - sim fa-lou pro po-voIo fo-ras-

-

B 7/F Su - miu

G9 G

#

j Ï ä #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï bÏ Ï w e - mol-du - ra - do pe - la

nú ú

# b B7/F # Î ä Ïj Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Uns

#

C º

G

Ï Ï ú

ú

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î ä ÏJ Ï G

E7

O cer-toIé queIum a um se foi às ca - sas,

da - ar

A - rar

G

ou - viu a

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

por queIha-vi-aIu-ma plan-ta por cuiA m7(9) A m7(9) D7/F

C

3

a ter- raIa ca - da ma - dru - ga - da,

e-

2ä j c 4 Ï Ï Ï

b Ï ä JÏ ÏJ ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï D7

Ï ä ÏJ

di-zem que mais al-to do-queIos cer - ros

Mas mui- tos a - cre - di- tam queIes - sa gen - te

D7

b ú

B7( 9)/A E m

F m7( 5)

# Bm7(b 5) A m C D7/C ú Ï ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

D7

Am

A m9

A m6 Am rã - ão

E/G

voz do pró -prio co - ra - çã - ão

ú

pa - raIa se - men - te queIhá de ger - mi - nar

#

Î ä JÏ

O

#Ï Ï Ï Ï Ï Ï ä Ï Ï Ï Î ä JÏ Ï Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï n ú Ï ä Ïj Ï Ï Ï & ÏÏ Ï Ï Ï 7 116 D

G

G 7/B

ho-mem faz seu Deus que faz o so - nho,

#

# & Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï ú C

A - qui é nos -soIin - fer- noIe pa - ra - í - so,

A7

#c Ï Ï Ï Î ä ÏJ Ï Ï & Ï Ï Ï Ï Ï

# & Ï

87

Mol - da-da no tra-ba-lhoIe na co - ra-gem queIo po-voIu - sou pra le - van- tar o

D/F

so - nho

E7

F7

# & ú

82

C co-

j Ï äÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ú Ï Ï Ï n Ï ú moIo sol dis -úsi-paIa ser- ra - ção bem

#ÏÏ Ï Ï #Ï & 101

# G 7/F D7 G C9 G 7/B # j Ï & Ï Ï Î ä J Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î ä ÏJ Ï Ï Ï Ï Ï n Ï Ï Ï n Ï . Ï . ä Ï

Deus de-vol-veIa ter-raIa ca-da po - vo

E7 de - pois

ä Ïj Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï nÏ w mon - tou eIen - vol - to num cla

Em tar - de,

106

# D #º Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Î äÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï J Am

G ro,

le se- gueIa - ben- çoan-doIes-te rin - cã - ão

A m7(9) A m7(9) D/F

C

E7

sé-cu-los que an-do pe-laIes-

-

# & ú ú 96

A m7(9) A m7(9) D/F

# D #º Em #Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Î äÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ïä & J 77

a

C

en - quan-toIou-tro se-mea-va num de - ser - to

b # & Ï Ï ä Ï Ï bÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï 72

E7

G6 tei

# & ú ú 92

G

º 121 C

gen

126

C

-

B7

ú

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

te,

Ï

um so-nhoIa-zul ma-ior queIes-te lu - ga - ar

C

ä

ú

o

sul um di - a seIi - lu - mi

C 7M(6)

Ï

Ï

Ï

C 4(9) C

G 7/F

na Eº

Ï

Ï

Ï

# úú

Na

luz que vem dos o-lhos des-sa G

Am

ú -

D/C

w

-

w îá

-

j ÏÏ Ï Ï

G

ä

Ï Î ä J Ï ÏÏ Ï Ï

©Luiz Carlos Borges 2016

173


O mundo muda, pág. 2

O MUNDO MUDA Chamamé

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

Acordeon

9

V

ò

#6 V8ä

100

A m7

Ï Ï Ï Ï# Ï Ï ÏÏÏ ÏÏ

Ï Ï Ï Ï# Ï Ï

ÏÏ Ï Ï # Ï Ï ú .

# B m7(9) ä ÏÏ # Ï Ï # Ï Ï # ú .

F 7

G 7

F /A

#

G 7M

D 7(9)/A

Ï

Am

E7

G

B 7/F

C

A m/G D7/A G # EÎm Ï j AÏm Ï Ï j ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï j Î j j Ï Voz & Ï Ï Ï ú. J Ï Ï Ï Ï Ï Ï

#Em & Ï 24

los

# Ï & 29

Am

F7

j Ï Ï

o mun - do

Ï Ï J

Ï J

# & Ï Ï Ï Ï

ros - to

# & Ï 44

chu - va

-

ca - ra - va

# & Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. 48

-

j Ï Ï

as

o

e

j Ï Ï

j Ï Ï

j Ï Ï.

E7

äÏ

Ï

#

Ï nÏ Ï #Ï Ï

Ï Ï J

-

los.

-

gas

Ï

ú

En-tre nós eIo lon-go sol

pio do

j j Ï Ï Ï

j Ï Ï

Am

G

Ï J

re - vol -

Ï Ï J

Ï J

ros - to,

a - téIo prin - cí

va - mos

co

Ao

#

a -

Î ÏJ n Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

-

©Luiz Carlos Borges 2016

174

e

-

E 7/G

Ï

#

Em

F

E

co - nos

E 7/G

-

a - téIo prin - cí

chu - va.

vão

nÏ .

j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

-

B 7/F

jÏ Ï

E7

D m/F

ca - be

ru

58

as mãos em nos-sos ca - be

Em

j j Ï Ï Ï

ä Ï Ï

nas

D m/F

-

#

nos- sos

Em

j Ï Ï Ï.

jÏ Ï

ver - so des - faz as

Em

-

B 7/D

ru - gas,

a pri-mei - ra

Em

pra que nin-guém nos a - co

da D7/A

j Ï #Ï Ï Ï Ï a

Ï

#

Ï Ï Ï Ï j Ï Ï Ï

j Ï Ï

j Ï Ï Ï Ï

pas - sam

u

ver - so des - faz

j Ï Ï

j Ï Ï

-

Ï Ï Ï Ï

té a pri-mei - ra

# B7 & #Ï

Ï.

mu

Em

B 7/F

Em

A m/G

o

B7

34

ou o mun-doIa-pe - nas ne - ru - da

j nÏ Ï .

vê - los

39

mu - da

Violão

ú.

18

O mun- do

54

C 7M

j Ï Ï ÏÏÏ Ï Ï ÏÏÏ j ú . ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï Ï # Ï Ï Ï #Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï # Ï Ï

Am

Bm7

ä

ú.

# E/G # ä ú. # Ï Ï Ï ÏÜ Ï Ï

# #

D 7(9)/A

Ï

pas

nos - sos

Ï

B7

-

j Ï Ï

san - do

j Ï Ï

B7

-

es

-

pio do

ä

#Ï Ï

co - mo

Î.

# G Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÎ Ï J J nos-so tol - do de

so - nhos

e

Ï Ïj Ï

& 58

V

den - treIe - les

#

# GÏ

Ï Ï Ï J J

#

# D 7j Ï & Ï 63

63

da - nas

ä

#

V Ï.

pas

Ï Ï

V Ï Ï

Ï

# j Ï & Ï 68

pas-saIo

# ä Ï V Ï. 68

a

Ï

Ï

va - mos

pai

jÏ Ï

#Ï #Ï

Ï.

co - mo

ä

Ï

#Ï .

j Ï Ï

pa - ra

nos re

Ï

#Ï .

ä

Ï.

Ï Ï Ï

rio no

ä Ï Ï.

re

-

pas-sam

ä

Ï.

mo

ä Ï Ï.

-

# E mj & Ï Ï

O

bro trans

j Ï Ï

D

78

-

can-toIem-pres - ta C

por - taIo

Ï Ï Ï

ca - ra - va

ä Ï Ï.

-

jÏ Ï

ä

ä Ï Ï. Ï

Ï.

Ï

C6

-

j Ï Ï

B7

Am

so - nho

eIa

al

Ï.

D7

Ï

so-mos

j Ï Ï

ma

car

ä

#Ï .

-

ä

jÏ Ï

j nÏ Ï

Ï Ï J

D7

san - do

-

ä

Ï.

Ï

jÏ Ï

-

-

j Ï #Ï Ï #Ï J

Ï

Ï.

co - mo

ä

#Ï .

Ï Ï Ï

no ba - fe - jaIo le -

ä

Ï.

j Ï Ï Ï Ï

fei - to

G

-

Ï

so

Ï J Ï

ni - ci - nas ba

#Ï #Ï o

Ï Ï

j Ï Ï

-

pas

Ï J Ï

go-moIe

Ï Ï Ï Ï J

to

Ï Ï

j Ï Ï ä

i

Ï Ï Ï J J

Ï Ï

E

úú ú ú

ä Ï Ï.

va - mos

j Ï #Ï Ï #Ï J

Ï

as

Ï

voe.

Ï Ï J

nas

D7

ä ä

Ï

ÏÏ .. #Ï . Ï .

D7

Ï Ï J

Em

que mais

G

me trans - pas-saIo

seu man

j #Ï Ï

ÏÏ .. Ï. Ï.

j Ï Ï

# G Ï Ï ä G7 Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï & Ï J me.

que - le

Ï Ï ä J Ï mos, e ÏÏ ä ÏÏ .. Ï. Ï.

ä Ï Ï.

Ï Ï J a fo ä Ï Ï.

-

Ï

co - nhe - cer

jÏ Ï

Ï

j Ï Ï

B7

G

G

Ï Ï Ï

G

-

se - jaIa

j Ï Ï

Ï Ï J

Ï Ï J ä

ÏÏ .. Ï .. Ï

j Ï Ï

Am

xão

san - do

ä

ÏÏ .. # ÏÏ ..

-

D7

-

Ï

ä Ïj Ï

B7

73

-

D 7/F

o

# Ï Ï & 54

Luiz Carlos Borges Sérgio Metz Jacaré

ä Ï Ï.

Ï j Ï Ï

G

mo - vi - men-to

j Ï Î

F

Em

re - gaIo

tem - po.

Ï

# j Ï Ï

B 7/F

o om -

j Ï

Sa -

©Luiz Carlos Borges 2016

175


O mundo muda, pág. 3

# & 82

Ï

Ï

Ï

Ï

ben - do queIo mun

# & Ï Ï Ï Ï jÏ Ï

los.

do

B 7/F

ca - be

Ï

Ï J

# GÏ &

Ï Ï J

Ï J

ros - to,

#

Ï Ï Ï Ï

j Ï Ï

Em

Ï Ï Ï Ï

de - vol- veIa pri - mei - ra

Em B7 # F & n Ï Ï Ï Ï Ïj # Ï Ïj Ï 102

# jÏ Ï & Ï J Ï san-do

co-mo

# Ï Ï Ï & Ï ÏJ Ï ä Ï J J Ï 113

G

-

mos

e

# j Ï Ï & Ï J Ï 119 D 7

go -moIe

# & Ï

124 D 7

fei

-

j Ï Ï Ï Ï

nas, as i

jÏ Ï Ï Ï J

ma car-re - gaIo tem-po

-

o

Ï Ï Ï j Ï Ï

G

co-mo

ru - da

j Ï Ïj Ï . Ï

nos-sos

ru - gas

ver - so des - faz as

j Ï Ï

pas-saIo

ru

me.

j Ï Ï

O

jÏ Ï Ï Ï J

jÏ Ï Ï J Ï G

mo

o

om

mu - u

can-toIem-pres - taIo seu

-

j Ï Ï

bro trans B 7/F

ú.

#

da.

j Ï Ï D

-

C

por - taIo

E m9(13)

ú.

-

Ï J Ï J

Î

gas,

Ï

G

nos

Ï Ï J J Ï

va - mos

jÏ Ï

pas -

Ï Ï Ï

nos re - co -nhe-cer -

Ï

man

-

B7

j #Ï Ï

so - nho

ú.

Ï

-

do - mo - na mi - nha gai - ta que - ren - do

G # & Ï Ï Ï Ï. Ï ú

G7

le que vem

e

vai,

ron - cos de

G # & Ï. Ï Ï. Ï Ï 19

# Gä7 j & Ï Ï Ï

Ï. Ï Ï. Ï

Ï Ï J

Ï Ï J Ï Ï

to

j Ï Ï

eIa

al

Ï ä Î.

A 7(9)

u

Ï.

Ï. Ï

G # D7 & Ï Ï Ï. Ï ú Ï Ï Ï Ï pan - do

pe - lo

céu.

ga - lo cam - pei - ro nos G7

43

& Ï. Ï Ï. Ï Ï -

ra - lho pu - ra 49

bra

D

& äÏ Ïj Ï Ï J Mi - nha par

G

-

Ï -

sa

pu - lei - ros das

-

hi

ú

Ï Ï Ï nÏ

C

bai - xos por

par - cei

j Ï Ï Ï

Ï -

Ï. Ï

ro,

Ï. Ï

chio de cam - bo - na no

ve - lho re - to - va - doIa pi - cu - mã.

su - run

ga - lo -

bri - sas

C Ï . Ï Ï . Ï G 7. Ï Ï Ï. Ï úÏ

G # D7 Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï Ï. Ï

Ï

G

Dm

gal - pão

cei - ra, com - pa - nhei - ra de

tro - vões e

ä

ma - nhãs,

a,

cha - péu

ä Ïj Ï Ï

cha,

le - ras, oi - to

-

D7 Î Ï. Ï. Ï Ï. Ï

G7 n .C Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï . Ï. Ï

ä Ïj Ï Ï do

-

Ï

Re - do - mo - na minha - gaita

Ï

Ï

C Ï. Ï Ï. Ï . Ï Ï Ï. Ï ú

j &ä Ï Ï Ï 37

Ï Ï Î

b ÏÏ

seIes - pi

Ï j Ï Ï J Ï Du - as

fe - cha do fo -

de ven - ta - ni

a - ba de - bo - cha - da deIum

Ï

meu ho - ri - zon - te que - seIen - co - lhe, que

so-mos

Am

D7

Ï. Ï Ï Ï

G

Ï Ï. Ï . Ï Ï. Ï Ï. Ï

mes - mo queIa

C

25

a - breIe

D7

ä Ï Ï Ï J

na,

no

on - ça, as - so - vios

re - man - sos doIU - ru - guai.

Ï -

na

D7

D

re - mos nos

-

D7

Ï. Ï Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï

j Ï Ï Ï

A7

de

ä Ï Ï Ï J

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C

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ba - ter

ä

31

j Ï Ï

C6

Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï Ï. Ï

G

7

-

Luiz Carlos Borges Apparício Silva Rillo

D7

gai - ta-que seIen - to

a fo - me trans - pas-saIo

D m/B

Em

B7

e

pri-mei - ro

Ï Ï J

88

Re

com violão da pág 2...

Ï ÏJ Ï ä Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

-

-

E

D7

G7

-

F

j j Ï Ï Ï

chu - va.

-

o

D7

Em

rio no re

ca - be

nÏ .

j Ï Ï Ï Ï Ï

nos

ò

#2 & 4 Ï.

Voz

Dm

Vanera

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

as

Em

j Ï Ï

Ï Ï Ï

G

B b7(9)/F A #º j Î j Ï Ï Ï . #Ï . Ï O mun-do

da

-

ni - ciais nas ba - da - nas pa - ra

©Luiz Carlos Borges 2016

176

#

Ï

-

j Ï Ï Ï Ï J

jÏ Ï

D7

mo - vi - men - to, F

# Gj Ï Fj E m j & Ï nÏ Ï Ï Ï Ï . 128

-

va - mos pas - san-do

jÏ Ï

u

de - vol - veIa pri - mei - ra

o so - no ba - fe - jaIo le

to,

chu - va,

jÏ Ï Ï JÏ

Ne

j ä Ï Ï Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï j Ï Ï Ï

j Ï Ï

G

pas-sam ca - ra - va

as

j Ï #Ï Ï Ï Ï

ros - to,

jÏ Ï Ï Ï Ï

107

-

D 7/F

ver - so dez - faz

deIe

REDOMONA

D 7/F #

Ï

B7

Ï.

j Ï Ï

A m/G

o

-

Em

mu

o mun - do

Ï Ï

ce

F

Ï

Ï J

mun - do

j Ï n Ïj Ï . Ï

Em

B7

dá o pri-mei - ro

o

los

Ao re - vol - vê - los

97

Ï J Î

-

Ï Ï J

Am

j A m/G Ï Ï Ï Ï

mu - da

G

mãos em nos - sos

# E7 & Ï

-

Ï

j Ï ú.

86

92

j Ï

Am

Ï -

go,

ä Ïj Ï Ï

G 7/B

Ï. Ï

C

#

bor -

nÏ . Ï

Chi - na Ma - ri - a queIa - ma -

©Luiz Carlos Borges 2016

177


Redomona, pág. 2

SUITE PARA ANA TERRA

C # Ï. & Ï Ï. Ï Ï G7

55 D m7

ci - a mi - nhas pe

# j & ä Ï Ï Ï

ä ÏJ Ï . Ï Ï . Ï Ï . Ï Ï . Ï Ï . Ï Ï D7

Ï -

nas

ris - can - doIa al - ma do

Ï Ï Ï Ï

num tim - bre

ma - cho de

G

Ï. Ï ú

Ï Ï

pu - nhais de

G # D7 & Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï

na - za - re

67

mo - na mi - nha gai - ta que - ren - do

#G & ú

G7

73

ä

vai,

Ï

-

na,

C

do

Ï -

na,

b ÏÏ

re - man - sos doIU - ru - guai.

do

# & ú 97

G

mim.

car - re

Ï -

tas,

2

G

.. Ï ä j Ï Ï Ï Du - as hi

-

Ï Ï Î

Ï.

Ï

re - nas.

Ï.

Ï

-

D7

Ï Ï. Ï

le que vem

ba - ter de

Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï

Re - do - mo - na mi - nha gai - ta que - ren -

Ï. Ï

ä Ïj Ï Ï

Ï

G

ä

Ï

eIo - "Ui

-

j Ï Ï Ï

im",

C

Res- son - gos D7

Ï Ï Ï nÏ

Ï

Ï.

Ï

Ï

ge - men-doIes - tra - das nos - ca - mi - nhos queIhá

Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï.. Ï Ï

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G

D7

Ris-can-doIa

104

e

ä Ïj Ï Ï

a,

-

ú

al - ma do meu po - vo quei - xo C

·

D

·

Acordeon

ÏÏ Ï Ï. Ï

Ï

de ven - ta - ni

ma - to gar - gan - tean - doIo -"Uai"

G D7 # C Ï. Ï Ï & . Ï Ï Ï. Ï Ï. Ï ro - da - dos de

fe - cha do fo G

Ï Ï. Ï . Ï Ï. Ï

91

lon - gos de

Ï. Ï Ï Ï

ò

ro

Re - do -

D7

a - breIe

no

-

nas.

ä Ï Ï Ï J

D7

ä Ï Ï Ï J ga - to

-

on - ça, as - so - vios

D ÏÏ # A7 # Ï . Ï Ï Ï Ï . . . & Ï Ï Ï ú

#G & Ï

ú

D7

79

85

du

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Î

Ï. Ï Ï Ï. Ï Ï. Ï Ï. Ï

j Ï Ï Ï

ron - cos de

re - mos nos

meu po - vo quei - xo

1

D7

C

61

G

Ï

du

G

1° Movimento "Exilado"

Transcrição acordeon: Gerson Antunes / Daniel Castilhos Transcrição violão: Lucas Araújo Revisão: Lucas Araújo / Daniel Castilhos

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·

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Luiz Carlos Borges

Chamamé

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Ï ÏÏ ÏÏ

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G7

ú! . úúú ... úú ..

©Luiz Carlos Borges 2016

©Luiz Carlos Borges 2016

178

179


Exilado, pág. 3

Exilado, pág. 2

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©Luiz Carlos Borges 2016

180

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©Luiz Carlos Borges 2016

181


Exilado, pág. 4

Exilado, pág. 5

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©Luiz Carlos Borges 2016

182

61

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G7

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©Luiz Carlos Borges 2016

183


Exilado, pág. 7

Exilado, pág. 6

76

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101

©Luiz Carlos Borges 2016

184

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©Luiz Carlos Borges 2016

185


Exilado, pág. 9

Exilado, pág. 8

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187


Ana Terra, pág. 2

SUITE PARA ANA TERRA 2° Movimento "Ana Terra"

Transcrição acordeon: Gerson Antunes / Daniel Castilhos Transcrição violão: Lucas Araújo Revisão: Lucas Araújo / Daniel Castilhos

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©Luiz Carlos Borges 2016

188

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21

Luiz Carlos Borges

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©Luiz Carlos Borges 2016

189


Ana Terra, pág. 4

Ana Terra, pág. 3

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©Luiz Carlos Borges 2016

190

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©Luiz Carlos Borges 2016

191


Ana Terra, pág. 6

Ana Terra, pág. 5

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©Luiz Carlos Borges 2016

192

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"Improvisar sobre os compassos 56 ao 70 violão 16 compassos/ acordeon 16 compassos"

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©Luiz Carlos Borges 2016

193


Ana Terra, pág. 7 146

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SUITE PARA ANA TERRA

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3° Movimento "Solo Livre"

Transcrição acordeon: Gerson Antunes / Daniel Castilhos Transcrição violão: Lucas Araújo Revisão: Lucas Araújo / Daniel Castilhos

Acordeon

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Violão

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Luiz Carlos Borges

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Lento

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©Luiz Carlos Borges 2016

194

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©Luiz Carlos Borges 2016

195


Solo livre, pág. 2

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©Luiz Carlos Borges 2016

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Solo livre, pág. 5

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©Luiz Carlos Borges 2016

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Solo livre, pág. 7

Solo livre, pág. 6

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©Luiz Carlos Borges 2016

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Tristeza Chamameceira, pág. 2

TRISTEZA CHAMAMECERA Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

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des - cal - ços sem

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ta éIo sa - pu - cay do meu cha - ma

j Ï Ï Ï

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guar- de com es - teIen - to - no i - ma - gua - ré

e em - ba - lan-doIes - te

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seIa - té o ven - to ma -

is - soIé que can - to sem

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só -dia A - va - ñe - é

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le - va quan - doIas-so - bia é um cha - ma - mé

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de fru - taIa-gres

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©Luiz Carlos Borges 2016

202

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ven - doIo úl - ti - mo

mal-vaIe de flor

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E 7/G

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tens um chei - ro de

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E 7/G # B m/A Bm j Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏJ Î Ïj Ï Ï

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coIa tris - te

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-

A

tris - to - nho deIu-maIi - re

Ï Ï Ï Ï

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gou aIan-gús - tia san - güí - nea queIan-da nas vei

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Luiz Carlos Borges João Sampaio

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To

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-

na cos -

m' - ba - ra - cá

E 7/G

-

#

Ï Ï Ï

Ï

E7

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do de gai - taIa -

Î.

Can -

©Luiz Carlos Borges 2016

203


Tropa de osso, pág. 2

TROPA DE OSSO Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

úú b # 2 úú Violão V 4

Vocal: Tro

-

Milonga

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22

V

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pi - lha. po -tros

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Ï

Em

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E m/C

Sur-geIu-ma nu-vem de lem-bran-ças an - da Ou não foi piá ou não vi - veu co - mo nós

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Ï Ï

Ti - nha man- guei- ra com ba - nhei-ro bem cui - da - do Nou-tras an - dan-ças to - coIas re - ses dos meus so-nhos

Ï

Ï #Ï Ï Ï

#Ï Ï Ï

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Ï Ï #Ï

Ï

Ï

Ï Ï Ï

B7/A

B7

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a mi-nhaIin - fân-cia com seus os - sos em tro Com os os - si - tos queIe-ram bois, o - ve-lhas,

ä

j Ï Ï . Ï Ï # Ï ÏÏ Ï n Ï Ï # Ï .Ï Ï n Ï ÏÏÏ E7

Ï

ÏÏ

E m/C

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Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Ï D7/C

Ï Ï Ï ÅÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï # Ï n ÏÏ

©Luiz Carlos Borges 2016

204

ÏÏ #Ï Ï

Vai re - pon - tan - do pa-ra den-tro do meu pei - to Co-moIe - ra lin-doIa gu - ri - za - da seIen - tre - ten - do

18

22

so

ÏÏ Ï Ï. Ï

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Em E m Em

lhas ou - tros

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De vez em quan-do noIho - ri - zon-te do pas - sa - do Tro - pa de os - so quem não te - ve quan-do piá

14

18

ò

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3

14

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Luiz Carlos Borges Humberto Gabbi Zanatta

D 7 /A

ti - nha pi - que-tes e um cam-poIon-deIin-verPor um es - trei-to cor - re - dor fei - toIes-pe -

Ï.

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ÏÏ

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na- va, ran-ça

# ÏÏ .. # ÏÏÏ V ÏÏ .. Ï ÏÏ .. 26

30

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ÏÏ ÏÏ

a mi-nha tro-paIe - ra de pu - ro pe - di - gree, Al-gu-mas ve - zes sou tro-pei-ro,Iou-tras sou tro pa -

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

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úú úú ú ú

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34

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38

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dei - ra.

Ï. J

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B7/F

lom-ba e tra- tor de cor - ti -

Ï Ï Ï

Ï B7

Ï

Ï Ï Ï

Ï

Ï B7/F

Ï Ï

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Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

ÏÏ Ï ÏÏ

Ï

Ï Ï Ï

B7

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fo -ram naIin - fân-cia mi-nha vi - da ver - da -

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O meu bo - do-que e o ba-nho no a - çu - de

Ï Ï Ï

Ï

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O meu bo - do-que e o ba-nho no a - çu - de

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B7

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Ï Ï Ï Ï

F m

os - so que foi par - te do meu u p

Ï

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30

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Ï

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fo-ram naIin - fân-cia mi-nha vi - da ver-da -

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ÏÏÏ Ï

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©Luiz Carlos Borges 2016

205


VALSA DOS REIS

Tropa de osso, pág. 3

42

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42

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Ï. Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï # Ï Ï Ï Ï ©Luiz Carlos Borges 2016

206

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Homenagem a Oscar dos Reis Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Daniel Castilhos

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Luiz Carlos Borges

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207


Valsa dos Reis, pág. 3

Valsa dos Reis, pág. 2

Ï Ï Ï Ï Ï Ï nÏ Ï Ï Ï bÏ Ï Ï b Ï &b Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï bÏ Ï Fm B b7 Am Ï Ï Ï. Ï Ï Ï Ï. ?b Ï Î Î Ï Ï. ú Ï Ï Ï. 30

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glissando até o próximo acorde

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©Luiz Carlos Borges 2016

©Luiz Carlos Borges 2016

208

3

209


Valsa dos Reis, pág. 4

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Luiz Carlos Borges Apparício Silva Rillo

6

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18

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56

6

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Ï

Milonga

Transcrição: Gerson Antunes Transcrição e revisão: Lucas Araújo

3

©Luiz Carlos Borges 2016

210

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118

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VIDRO DOS OLHOS

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Me que - brouIo vi

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Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï Ï.

©Luiz Carlos Borges 2016

211


Vidro dos Olhos, pág. 2 28 E 7

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Ï.

Vidro dos Olhos, pág. 3

o - lhos

me fez cho - rar

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G m7

C7

C 7(9-13)

bÏ Ï Ï Ï

chu - vaIe re - tor pró - prio não en -

ÏÏ Ï Ï

ÏÏ Ï Ï

Ï Ï

Ï

Ïú Ï ÏÏ ÏÏ

ÏÏ bÏ bÏ

bem que Ti - ve

ÏÏ Ï Ï Ï F 7M

Ï

ÏÏÏ n ÏÏ Ï

ÏÏÏ Ï ÏÏ

bem que vi - dro

ÏÏ Å # ÏÏ

ÏÏ Ï Ï

Ï

me dos

G

Ï

ve - io o - lhos

ÏÏ Ï Ï

ä

F

Ï

Ï

ÏÏ ÏÏ

ÏÏ ÏÏ

E7

Ï

já nem A - bre

ÏÏ ÏÏ J

E7

Dm

Ï

Ï

o ca

Ï # ÏÏÏ

ras - cim

ÏÏ ÏÏ

C

Ï Ï

-

tro bas

n ÏÏÏ Ï

1

E7

Am

Ï

Ï

lhe em

Î

Ï

a - cho si.

Ï Ï Ï Ï Ïú Ï

# ÏÏÏ Ï

Ï Ï Ï Ï # Ï Ï ÏÏÏ b ÏÏ # Ï Ï b b ÏÏÏ ÏÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï Ï Å Ï Å Ï Å ÏÏÏ Ï ÏÏÏ ÏÏ Ï #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï ÏúÏ Ï .Ï Ï ÏÏ V Å JÏ .Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï ÅJ Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï 59 ÏÏ b ÏÏ # Ï Ï Ï Ï Ï #Ï ÏÏ Ï Ï ÏÏ Ï b Ï Ï Ï b Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï # Ï ÏÏ ÏÏ Ï Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ V #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ ÏÏ ÏÏ # Ï 6 6 6 3 Å Î 64 # Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï .. Ï VÏ Ï Ï Ï Ï Ï #Ï Ï ÏÏ Ï. #Ï Ï . 67

& V

Ï

Ï

Am

51

67

cam - pei Quem que -

Å

# ÏÏ Å Ï V Ï 47

#

# Ï

G º

Ï

oIo braIo

vai- a

B 7(10b)/F

E7

& #Ï

Å Ï .# Ï # Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï

a - bai - xo per - di

ÏÏ ÏÏÏ Ï Ï Ï R

47

Ï Ï Ï Ï

do - brou re - mende

Ï Ï Ï Ï #Ï Ï

C 7(9)/G

-

#

Am

Ï

Ï # ÏÏÏ

o

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï b ÏÏ Ï. Ï Ï Ï Ï

ca - be - lo ca - bres - to que que - bra - dos Não a - cha que

ÏÏ ÏÏ

se fez A si

E7

Ï Ï Ï Ï

©Luiz Carlos Borges 2016

212

ÅÏ Ï #Ï Ï Ï Ï Ï

C 7(5b)

Ï

B 7(10b)/F

C

pran - toIao sol ve - ra - nei - ro disse que ho - mem não cho - ra

Ï

pa - ra mo - lhar - teIo Quem te - veIos o - lhos

ri - do tu - doIe

43

Meu Quem

G º

ÏÏ ÏÏ ÏÏ ÏÏ Å V ÏÏ ÏÏ Å ÏÏ ÏÏ ÏÏ ÏÏ

Ï

ÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï

E7

38

G 7/D

Ï

Ï

33

38 F 6(9)

-

Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï Ï. Ï Ï Ï

E7

Ï Ï

ÏÏÅ

me fez cho

Å

Ï Ï Ï V #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï. 28

Ï ÅÏ Ï

Ï Ï Ï Ï #Ï

A m G 7(b13)

72

Ï si Å ú

C

Am

Å

2

Ï

Me

Ï

que - brou.o vi - dro dos

# ÏÏÏ ÏÏÏ ÏÏÏ ÏÏÏ ÏÏÏ ÏÏÏ ÏÏÏ

& Ï.

Ï

dro

Å Ï

Ï

dos meus

V ÏÏ Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï . 72

Ï . Ï Ï Ï #Ï Ï

Å Ï Ï Ï #Ï .

o - lhos

Å

#Ï . o

Å

#

-

Ï Ï Ï Ï lhos

vai a

G7

-

go

Å

-

Ï ÏÏ Ï

ra

Å

me

Å

fez cho - rar

Ï Ï

quem o

Å Ï ÏÏ Ï ÏÏ Ï .# Ï Ï Ï Ï úÏÏ ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï

Am

Å

Ï

re - men - dar

Ï Ï Ï Ï #Ï Ï Ï Ï Ï N Ï #Ï Ï Ï #Ï . Ï Ï Ï N Ï Ï

G7

Ï Ï Ï Ï Ï

me fez cho - rar

Å #Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï ÏÏ Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï . Ï.

B 7/F

Am

ÏÏÏ Ï

Ï Ï Ï.

Ï Ï Ï #Ï

me que - brouIo vi

Ï # ÏÏ Ï

ÏÏÏ Ï

ÏÏ Ï Ï

Å

-

dro dos

Ï Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï.

©Luiz Carlos Borges 2016

213


Vidro dos Olhos, pág. 4

77 E 7

& Ï

Ï.

Ï Ï Ï Ï

o - lhos

77

V

ä.

Ï Ï #Ï

81 B 7(10b)/F

& #Ï o

#

-

XUCRO DE VIAMÃO

r ÏÏ # ÏÏ

Ï

ä.

ÏÏ ÏÏ

lhos

b #Ï

Ï Ï vai - a

go

Å # Ï # Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï V Ï.

o

-

85

V #Ï 89

A m/F

Å Ï

lhos

Ï Ï Ï

vai

-

Ï

a - go

Ï Ï bÏ

#

E7

Ï

F7

F7

-

Ï -

Ï Ï DmC

E7

ra

Ï #Ï

E7

89

V #Ï

ÏÏ Ï

vai

b ÏÏÏ

a

go - ra

# ÏÏ Ï Ï

Ï

re

ÏÏ Ï Ï

-

Ï

Am

Î

ÏÏ Ï Ï

Am

Ï

Ï

-

Ï

j ÏÏ ä ÏÏ J ä

dar

rar

Ï Ï Ï

Quem o

b ÏÏÏ Ï

Å Ï

Ï

vi - dro

Ï

dos meus

Å Ï Ï . Ï ÏÏ ÏÏ Ï ÏÏ Ï

ÏÏ ÏÏ Ï

Quem

o

Ï

A m/G

#

Ï

vi - dro

Ï

Ï

dos

meus

A m/G

Ï

Ï

quem

o

Ï

A m/G # Ï Ï

vi - dro

ÏÏ Ï

rall.

ÏÏ Ï

A m/G

Ï

Ï

dos

meus

ÏÏ Ï

·

Î

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

Ï

· # úú úú ú

2 &4 Ï

G

70

Ï

G /F

.. Ï

Ï

Å Ï Ï

&Î 9

4

G7

E °

Ï

Ï

Ï

Ï

não meIim - por - to me a - cor - do

Eu Eu

G7

&Ï 12

Ï

C

ca va

15 D m

do ven - to fri - o dá o pri - mei - ro

Å Ï

ça

-

Ï

Ï

Ï

G7

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

ri - a não se com - pra di - toIem ben - ze - du - raIe

em bo sim - pa

C

Dm

Å Ï

trar ção

21 G 7

Ï

Ï Ï

Ï

quem tem ca - va - lo eu te - nho a - lma

Ï

bi - cho gi - a

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

-

Ï Ï Ï

li - cho ti - a

Ï

Ï

e não é e não tem

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

sem - pre sa - beIa on - deIa - char da gen - te do meu rin - cão.

Å Ï Ï Ï

Å Ï Ï Ï

ma - ça ga - lo

e a - cho eIo meu ca -

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

Ï

G7

Ï

Ï

G7

Ï

sa - be cor - to

Ï

Ï

no des

Ï

Ï

Em

ra som E7

Ï

Ï

Só não meIa - per - tem

Å Ï Ï Ï

Ï

pos - to trin - cho

-

Ï

Ï

on - de mo - raIa le - nha, fa - ço

C

Ï

bi - cho mui - to di - a queIeu não

sa - beIon - de vai - o deIu - ma fi - guei - ra C

Ï

C

da fu can - taIo

Ï

..

ú

Ï

não po - de dor - mir por - queIeu mes - mo me

Ï Ï ÅÏ Ï Ï

C 1, 2, 3

Ï

Em

-

G

por - queIum cam - pei - ro a - bro pi - ca - da,

Ï

Ï

ra - ça ca - lo

Ï

Å Ï

Ï

Ï

Dm

o chei - ro ho - ra que

no ros - to re - cho, - cho,

e quem tem loIe cu - ro

-

Ï

Ï

Ï

com na

C

&Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï gra - ça va - lo

Ï

Luiz Carlos Borges

b

C/E

Solo de acordeon em cima da progressão harmônica e baixos

6

Ï

ò

Voz

18

©Luiz Carlos Borges 2016

214

Å

C

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï #Ï nÏ ä Ï J

re - men - dar?

ÏÏ Ï Ï

ÏÏ .. ÏÏ .. Ï. Ï.

men - dar?

Ï Ï #Ï

G 7(b13)

Am

Ï

re - men

Ï

-

ÏÏ ÏÏ E7

ra

& Ï Ï Å Ï Ï #Ï Ï Ï Ï o - lhos

me fez cho

r ÏÏ # ÏÏ

Ï

Ï Ï

Am

Å Å #Ï N Ï Ï Ï Ï Ï NÏ #Ï

81

85 A m/F # Ï Ï &

Ï Ï #Ï

B 7M

Ï

Å Ï Ï

me fez cho - rar

Ï

Vanera

Transcrição: Gerson Antunes Revisão: Lucas Araújo

sa - be - do eu a - cre -

Ï

Ï

Ï

fá - cil deIen - con fa - çaIu - maIo - ra -

Ï

Ï

Ï

Ï

bi - cho bri - a

Å Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

quem quer cam eIa e - ner -

Ï

por- queIeu sou

mei - o

ses -

©Luiz Carlos Borges 2016

215


Xucro de Viamão, pág. 2

Ï

24 A m

tro

-

Gm

Å Ï Ï bÏ

Ï

bi - cho ma - nho - so

so

&Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï 27 G 7

cam - po, 30 C

&

sou

Ï

Ï

mão.

Não

Ï

Ï

33 G 7

&

tu

-

&Ï ri

hu - mil - de

Ï

Ï

vem

de

Å

39 G 7

Å

Ï

mal,

no

45 G 7

ri

Ï

Ï

Ï -

do

C

e

eIé

Ï

-

Ï

Ï

mun - do

Ï

na

ve

ba

-

-

sa"

Ï

nha - do

me

sin - to

Ï

Ï

lha

ca

-

Ï

Ï

tu

Ï

Ï

pi

Ï

-

tal.

nem me cu -

Ï

Ï

tra - ta - do

Ï

Ï

não

faz

mal.

Ï

Ï

Ï

Eu

Ï

G7

ga - doIal - ça - do

per C

ca

Ï

ser

C

Ï

mei - o

-

Ï -

di

Ï -

Vi - a -

Å Ï Ï Ï

Ï

C

e

Ï -

Ï

Å Ï Ï Ï

Ï Ï

vi - ve um xu - cro de

mu

Ï

res - pei - to

C

-

Ï

©Luiz Carlos Borges 2016

216

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï C

lin - da

Ï

de

Ï

eu sou do

G7

Ï

G7

# ÏÏ

Ï

Ï

no - vo

Ï

da

Ï

Ï

ra

Ï

Ï

gos - to

"co

Ï

Ï

G7

fun - dão

as - sim que

Ï

Å Ï Ï Ï

Ï

Ï

no

Ï

ÏÏ

Ï

G7

Ï

é

voz opcional...........

Ï

Ï #Ï

tem - po queIoIU - ru - guai 42 C

queIeu não

ba - gual,

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

Ï

por - queIum pou - qui - nho

Ï

Ï

cri - a - do

li - vre por - que

Ï

Ï Ï

Ï

Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï Ï

bi - co

Ï

nho

Ï

G7

Ï

F

C

mas sou

queIeu sou

Ï -

Ï

ca

36 C

Ï

C7

Ï com

Ï ca -

Ï #Ï

sou

do

Å Ï Ï Ï e - ra nor -

Å Ï Ï #Ï

do

eu fui pa -

Î

D.C.

Profile for luizcarlosborges

A Alma Atada na Gaita - Songbook de Luiz Carlos Borges  

Lançado em 2016, este livro/songbook é um projeto que nasceu com a intenção de preservar o legado musical do artista e sua contribuição para...

A Alma Atada na Gaita - Songbook de Luiz Carlos Borges  

Lançado em 2016, este livro/songbook é um projeto que nasceu com a intenção de preservar o legado musical do artista e sua contribuição para...

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