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Lifesaving 4

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NÓS POR CÁ

LIFE SAVING

NEWSLETTER DAS VMER DE FARO E ALBUFEIRA

Protocolo de Dispneia na Sala de Reanimação

Figura 2. Fonte: Base de dados estatísticos ALERT, gabinete informática, Unidade hospitalar de Faro. obter informação do sistema cardiovascular (contratilidade cardíaca geral ,alterações segmentarias, dilatação de cavidades direitas, evidentes valvulopatias, derrame pericárdico, pressão venosa central), respiratórias (pneumotórax, derrame pleural, Síndrome Alvéolo Intersticial, consolidações ). A base para o uso desta técnica de imagem é sustentada pelo atual conceito de “Ecografia Point of Care” ou “Ecografia de Emergências”, a qual tem como nomes destacados no desenvolmimento desta técnica ao Dr Lechestein e Dr Volpichell. Como referencias para o uso do ecografo nestas situações de emergência são utilizados os protocolos Bedside Lung Ultrasound Ecography (B.L.U.E)9 e Rapid Ultrasound Shock Hipovolemic (R.U.S.H)10. O uso do protocolo para a dispneia grave representa um grande avanço na assistência sobre doente dispneico, já que

permite realizar uma descriminação da gravidade do mesmo, nos primeiros minutos da Triagem, o que permite determinar a necessidade de ativação inicial duma abordagem diferenciada ao mesmo pé do posto da Triagem. O facto de poder ativar estes recursos de forma objetiva, permite-nos atuar sobre um sintoma que é uma das primeiras forma de manifestação de dois das três principais entidades clínicas assistidas na Sala de Reanimação (Cardiovascular 33%, Respiratório 13%) o que nos permite encurtar os tempos de atuação efetivos sobre entidades clínicas de elevada morbimortalidade. O trabalho iniciado pela equipa de Triagem e Sala de Reanimação sobre o doente dispneico, está numa fase inicial trás a qual, será possível avaliar os dados obtidos, os quais serão a principal motivação para uma nova publicação.

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LIFESAVING | MAIO 2017

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