TERTÚLIA VMERISTA
LIFE SAVING
NEWSLETTER DAS VMER DE FARO E ALBUFEIRA
CODU Algarve “Indiscutivelmente CODU FARO SIMMMM....considero que a reabertura do CODU Faro seria uma "mais valia" para todos os utentes e população Algarvia que carece e/ou venha a necessitar dos nossos meios e actuações.....considero que se perdeu ...e muito.... com o termino deste Organismo ou pelo menos nos moldes que seriam os preconizados e recomendáveis para cumprirmos a nossa missão com rapidez e eficácia!!!Quando o CODU FARO funcionou não só "como acionamento ", nessa altura, todo o encaminhamento de ocorrências, incluindo apoio às VMER´S ,era visivelmente mais adequado e rápido traduzindo-se em benefício para o utente bem como para com a equipa de trabalho.!!! Considero que foi "precipitado" e "indevido" o término do CODU Faro uma vez que no terreno sentimos que há atrasos muitas vezes associados ao desconheci-
mento dos locais "in loco", complicando e atrasando muitas vezes o encaminhamento de algumas situações bem como na gestão de meios de socorro de toda a região Algarvia....” Teresa Castro ENFERMEIRA VMER
“Reabertura do CODU Faro, sim, sem dúvida. O mais rápido possível. Pela proximidade,
pelo
conhecimento
geográfico, pela facilidade de comunicação.”
“Sim, claro! CODU no Algarve igual a melhor referenciação dos locais.
Ana Rodrigues ENFERMEIRA VMER
Acreditamos nós!!!” Ana Agostinho ENFERMEIRA VMER
“No momento actual, a reabertura da Delegação Regional do Sul do INEM parece ser uma medida urgente na melhoria do processo de triagem, activação e acompanhamento dos meios pré-hospitalares no terreno. A perda desta estrutura demonstrou com o tempo a problemática de haver uma central que não conhece geograficamente a região, com activações para localizações incorrectas, com meios menos próximos ou até desadequados à localização. A sobrecarga de chamadas na Central nacional, demonstra ainda a dificuldade de contacto com estas centrais quer para o pedido de socorro diferenciado, quer para o pedido de meios adicionais, ou mesmo para passagem de dados para encaminhamento dos doentes, pro-
blema que tem maior impacto no atraso da activação das várias vias verdes existentes. O tempo de espera para o atendimento de chamadas à população também apresenta neste momento um acréscimo que poderá ser reduzido com a reabertura de uma nova central. Para além disto a estruturação de formação de forma dirigida às necessidades da região também será uma mais valia a considerar.” Catarina Tavares ENFERMEIRA VMER
Nuno Ribeiro ENFERMEIRO VMER
nuno.ucinp@gmail.com
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LIFESAVING | FEVEREIRO 2017
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