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Índice

Editorial

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Repleta de novidades Nesta edição especial trazemos diversas projeções econômicas para 2013. O trabalho árduo de ouvir os mais importantes executivos das principais montadoras e sistemistas presentes no Brasil vai mostrar aos nossos leitores uma visão bem detalhada do que será o próximo ano. Como acontece sempre na economia, existem pessoas que apostam no fatalismo. Tudo dará errado e o mercado descerá mais fundo no charco das dificuldades. Por mais defeitos que existam no governo, não é aconselhável dizer que tudo está ruim. Afinal de contas o Brasil é um imenso continente. Há vários problemas para se resolver. Caso, por exemplo, da infraestrutura portuária, aeroviária e até mesmo da rodoviária. A carga tributária é outro pesadelo. É difícil competir com o apetite monstruoso do Leão. A cada edição lutamos para tornar a Truck&Motors cada vez melhor. Resultado do trabalho de uma equipe batalhadora, desde o funcionário de menor graduação àquele que está no comando da empresa. Após muitos anos de imprensa diária (fui editor-chefe no Metrô News durante quase 3 anos) cheguei para agregar valor e conhecer profundamente o rico mercado automotivo brasileiro. Quando tivemos a ideia de fazer uma edição com este perfil, a proposta foi surpreender o mercado. Optamos de forma sábia em não apostar em reportagens flash back. A ideia era mostrar ao leitor as projeções econômicas deste rico segmento. São avaliações de importantes executivos. Pessoas escoladas pela vida e também pelas melhores faculdades/universidades do País. Opiniões que merecem credibilidade. Desejamos a todos leitores, frotistas e clientes ótimo final de ano, repletos de boas realizações e 2013 coroado de êxitos. Que a força para continuar trabalhando continue presente na vida de todos. Saúde, Paz e Felicidade! Boa leitura Luís Alberto Caju Editor executivo

Bridgestone MAN SKF Ford Osram Mercedes-Benz Pirelli Truckvan MWM Volvo Noma Scania Agrale Continental Iveco Kia Motors Sascar Randon Fiat Bosch Cummins Anfavea

28 Classificados Expediente

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Editor executivo Luís Alberto Caju Mtb 19.281/SP lalcaju@truckmotors.com.br

Diretor comercial Adilson Lenço adilson@truckmotors.com.br comercial@truckmotors.com.br Pedro Ribeiro pedro@truckmotors.com.br

Design Gráfico Agência D1UP www.agenciad1up.com.br

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Conselho Editorial Aguinaldo Bastos Carlos Fernando Piovezanni Cesar Tadeu Lopes Piovezzani Dirceu Darim Oswaldo Faustino Agência D1UP

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A Revista Truck&Motors é uma publicação mensal da Otimiza Editora. As opiniões dos artigos assinados são de seus autores. A elaboração das matérias relacionadas não tem nenhum vínculo com as vendas de espaço publicitário. Não aceitamos matérias pagas. Informes publicitários são de responsabilidade da empresa que os veiculam. Os anúncios são de responsabilidade das empresas anunciantes. É proibida a reprodução sem prévia autorização, mas permitida citação desde que identificado a fonte.

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Júlio Rocha

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Bridgestone vai continuar investindo no Brasil N

a avaliação do gerente geral de Vendas Comercial, Marcos Aoki, para 2013, é muito provável que o Banco Central encerre o ciclo de redução dos juros da taxa Selic, motivado pela elevação moderada da inflação ao consumidor. Segundo ele, a movimentação dos preços ao consumidor teve impacto por três fatores que atuam de forma combinada resultando na retomada da atividade econômica (já sentida pela produção industrial), impacto da alta recente da taxa de câmbio refletindo em alguns itens do varejo e condições climáticas desfavoráveis, com impacto nos preços de alguns produtos agrícolas. “Essa

retomada da produção industrial tende a elevar a movimentação no segmento de transporte, favorecendo o segmento de autopeças e consequentemente o de pneus e serviços”, disse. De acordo com Aoki, a Brigestone está sempre atenta às necessidades da sociedade, oferecendo a ela produtos com qualidade superior; desta forma investindo constantemente em melhorias sob todos os aspectos. “Desenvolvemos novos compostos para aperfeiçoar a tecnologia de produção, realizamos pesquisas que permitam a fabricação de pneus mais duráveis, garantindo altíssima qualidade e total segurança”, afirmou.

A empresa busca, também, novos modelos para modernizar e aperfeiçoar sua produção, oferecendo programas de treinamento interno para a equipe de funcionários e rede de revendedores e, por conseguinte os clientes. Na avaliação de Aoki, o grande desafio da Bridgestone é a conscientização dos consumidores sobre os diferenciais e vantagens dos seus produtos, que possuem excelente qualidade e garantia. “É importante que o consumidor tenha informações para comparar a qualidade do nosso produto em relação aos importados, que chegam ao Brasil com um custo muito baixo, mas sem possuir o mesmo desempenho e garantia e uma adequada rede de serviços, sem também contribuir para a geração de empregos e riquezas no País”, afirmou. O objetivo da Bridgestone é reduzir o custo do usuário final através do menor custo por quilômetro rodado. “Continuaremos investindo na expansão de nossas instalações de forma a responder positivamente ao aumento da demanda de nosso mercado local”, explicou.

Raio-X

BRidgestone

Continuaremos investindo na expansão de nossas ”instalações de forma a responder positivamente ao aumento da demanda de nosso mercado local ” Marcos Aoki - Gerente Geral de Vendas Comerciais

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Atualmente, a Bridgestone Corporation é a maior companhia de pneus e de borracha do mundo, com operações em 25 países. Ao todo, o grupo possui 184 fábricas, sendo 76 de pneus, 19 de matérias-primas e 89 de produtos diversificados (autopeças, semicondutores, equipamentos para golfe e tênis, bicicletas, entre outros). A evolução tecnológica do grupo tem respaldo de seis centros técnicos de excelência, instalados em pontos estratégicos para a corporação: Brasil, Estados Unidos, Itália, Japão (2) e China.

TGX 6x2 e ônibus modelo 17.260 são lançamentos da MAN para 2013 C

omplementar a linha de caminhões e ônibus, essa é a proposta da MAN Latin America para 2013 . Além disso, em função da entrada em vigor da lei exigindo freios ABS, a partir de janeiro próximo, onde 40% da produção deverão ter esse item, as vendas de caminhões extrapesados estão aquecidas nesse final de ano, contribuindo mais rapidamente para o aquecimento das vendas do novo extra-pesado MAN TGX 6x4. Segundo o diretor de Vendas da MAN, Antonio Cammarosamo, todo tipo de tecnologia é para melhorar cada vez mais o sistema de transporte de cargas no País. “Aumentamos nossos investimentos tanto em caminhões como nos novos motores e, também investiremos intensamente em ônibus. O foco do desenvolvimento foi escolher a tecnologia mais econômica para cada segmento. Decorridos mais de 6 meses de vendas de EURO 5, a maioria dos clientes já assimilou as mudanças na legislação, comprovaram as vantagens da nova tecnologia e as vendas já estão fluindo mais tranquilamente. Outra novidade da MAN para 2013 é a venda do modelo de cavalomecânico TGX 6x2, com 440 HP de potência e dos ônibus modelo 17.260, com motor dianteiro, cujas vendas começarão no início do próximo ano. “Também vamos continuar acelerando o processo de venda de veículos sob medida, seguindo as especificações do negócio do cliente, ou seja, os veículos vocacionais para bebidas, construção, cana-de-açúcar, coleta de lixo, etc. Na avaliação de Cammarosamo, a grande vantagem da MAN nos segmentos de 13 a 31 toneladas é comercializar veículos para o transporte de carga sem a necessidade do uso de ureia, por

causa da entrada em vigor do Euro 5. “Outra vantagem é que nossos caminhões são econômicos, quando comparados ao concorrente”, explicou. Em função deste fato, o foco na recuperação do mercado de ônibus será prioritário. Segundo ele, para o segmento de caminhões voltar a voar alto, é preciso que o governo federal, por meio do Finame (linha de crédito do BNDES) mantenha a taxa de juros em 2,5% ao ano, para o ano que vem, possibilitando que mais frotistas tenham condições de comprar grande quantidade. “Depois do baque no 2º Trimestre, quando as vendas de modelos com especificação Euro 5 ficaram muito baixas, é possível as

montadoras recuperarem terreno, caso essa taxa de juros seja alongada por mais tempo”, disse. O Finame com taxa de 2,5% contribuirá para o aumento de vendas em 2013, principalmente para renovação de frota. Do contrário, o mercado não terá uma grande recuperação.

Raio-X

MAN Latin america A MAN Latin America tem uma fábrica em Resende (RJ), emprega 6 mil funcionários entre fábrica e escritórios regionais. Seu veículo mais emplacado até hoje é o VW Constellation 24.250, Euro 3.

O foco do desenvolvimento ”tecnologia mais econômica ”

foi escolher a

Antonio Cammarosamo - diretor de Vendas da MAN

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Ford mantém investimento de

SKF inaugura produção de rolamentos para veículos pesados A

SKF do Brasil está inaugurando no País sua primeira linha dedicada à produção de rolamentos para atender ao segmento de veículos pesados. O novo canal, instalado no complexo industrial de Cajamar (SP), terá capacidade de produzir 1,8 milhão de rolamentos por ano para atender à demanda dos mercados interno e externo. Foram necessários investimentos de R$ 9,2 milhões para a SKF produzir esses rolamentos localmente. A expectativa é de que em 2013 o canal já esteja com 60% de sua capacidade ocupada. Segundo o diretor de Vendas Automotivas da SKF do Brasil, Murilo Fonseca, a partir de agora a empresa poderá abastecer as fabricantes de veículos pesados com rolamentos produzidos no Brasil. “Há possibilidade de exportamos para outros mercados na América Latina e Ásia, incluindo o mercado chinês. Deixamos de importar rolamentos da Alemanha, Índia, Polônia e França”, disse. A empresa comercializa, também, em seu portfolio de produtos os rolamentos

unitizados de roda, rolamentos de embreagem, vedações e outros produtos voltados ao segmento de caminhões, ônibus e implementos rodoviários. Esta é a segunda rodada de investimentos da SKF no mercado brasileiro em um ano. Em outubro de 2011 foi inaugurada sua segunda unidade industrial no País, também no complexo industrial de Cajamar, destinada à produção de rolamentos de roda de segunda geração (HBU2), todos com sensores de ABS, antecipando a exigência da legislação brasileira que prevê adoção do uso do dispositivo nos carros fabricados a partir de 2014. A fábrica localizada em Cajamar acumula bons índices de produção no ano de rolamentos automotivos. Em outubro chegou à marca histórica de 200 milhões de rolamentos produzidos no Brasil desde a chegada da companhia ao Brasil, em 1915. Além desse histórico importante, a SKF bateu recorde de produção mensal em maio deste ano com 3,1 milhões de

R$ 455 milhões no período 2011/2015

rolamentos fabricados por aqui, a melhor marca registrada até hoje pela unidade. Em 2011, a companhia produziu 29,6 milhões de rolamentos para atender todos os seus mercados. E este ano deve chegar à marca de 32 milhões de rolamentos produzidos.

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durante a última Fenatran/2011 (Salão Internacional da Indústria do Transporte) de R$ 455 milhões para o período 2011/2015”, disse. Ao contrário de outras empresas concorrentes, o ano de 2012 não teve sabor amargo para a Ford, com a montadora apresentando desempenho interessante na linha toda, destacando-se o novo Cargo

816 (o caminhão mais vendido em setembro no segmento de veículos Leves – 6 a 10 toneladas – com 532 unidades). “O Cargo 2429 nos surpreendeu como o menor custo de manutenção no segmento de Médios 6x2, com sua tecnologia SCR e motorização Cummins. Em setembro ele assumiu a segunda posição de vendas, com 258 unidades”, disse.

ford

A Ford foi a primeira montadora a chegar ao Brasil, em 1919. Produziu em 1957 o primeiro veículo nacional, um caminhão Ford F-600. Atualmente conta com uma fábrica de motores em Taubaté (SP); uma fábrica de veículos em Camaçari (BA), e a fábrica de caminhões e do Ford KA em São Bernardo do Campo (SP), além do Campo de Provas de Tatuí (SP), o único desse gênero na América do Sul. Emprega 10.500 funcionários no Brasil. Em 2011 foram produzidos no País 326.779 unidades entre automóveis e caminhões.

SKF

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ara 2013, com o avanço de várias obras visando à Copa do Mundo/2014, favorecendo diversos setores da cadeia automotiva, o diretor de Operações da Ford Caminhões, Oswaldo Jardim, calcula crescimento entre 8% e 12% nesse ano. “O nosso plano de investimento é de longo prazo, portanto não sujeito às flutuações naturais e históricas do mercado. O planejamento de investimentos para o ciclo continua, conforme já anunciado anteriormente,

Raio-X

Raio-X O grupo sueco SKF é líder mundial nas plataformas de rolamentos, vedações, sistemas de lubrificação, mecatrônica e serviços na área de confiabilidade em manutenção industrial. Dono de um faturamento de US$ 9,5 bilhões em 2011, o grupo está presente em mais de 100 países, com mais de 120 plantas industriais. A companhia chegou ao Brasil em 1915, oito anos depois de sua fundação na Suécia. No país, a empresa é líder de mercado nos setores em que atua. A produção da unidade brasileira está concentrada na planta industrial de Cajamar, instalada às margens da rodovia Anhanguera, a 30 km da cidade de São Paulo, onde são produzidos rolamentos para veículos leves.

P

Há possibilidade de ”exportamos para outros mercados na América Latina e Ásia, incluindo o mercado chinês

Murilo Fonseca - Diretor de Vendas automotivas da SKF

” Nosso plano de investimento é de longo prazo” Oswaldo Jardim - Diretor de Operações da Ford Caminhões

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Mercedes-Benz aposta em

crescimento de vendas no próximo ano O

Obras da Copa do Mundo usarão lâmpadas Osram O

ano de 2013 será excelente para a divisão de lâmpadas automotivas da Osram, por causa da nova lâmpada com 24 Volts. Elas iluminam cem vezes mais do que as do concorrente, com 2.5 anos de vida útil. Resultado: o motorista enxerga mais. “Numa empresa de ônibus, pesquisa feita pelo departamento médico revelou que a fadiga ocular reduziu em 30%, contribuindo para melhoria do trabalho dos motoristas”, explicou a gerente de Marketing, Marieli Senedez, da divisão de lâmpadas automotivas da Osram. Por causa da proximidade da Copa do Mundo, segundo ela, ocorrerão vários

negócios envolvendo a compra desse tipo de produto. “Muitas empresas terão de fazer suas tarefas no horário noturno. Para uma boa iluminação comprarão estoques de lâmpadas visando equipar caminhões, tratores e o próprio canteiro de obras���, explicou. Outro detalhe interessante, destacado por Marieli, é o uso de lâmpadas Xenon, que podem ser vendidas para equipar tratores. “O mercado não deve se esquecer de que a partir de 21 de janeiro de 2013 nenhuma lâmpada entra no Brasil sem o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia)”, afirmou.

Para não ficarem no prejuízo, diversas empresas do segmento de caminhões pesados e leves já investem na compra desse tipo de lâmpada porque não será mais vantagem manter em estoque este tipo de material sem o selo do Inmetro. “Agora 32% dos nossos investimentos são para linha pesada, pois todas as lâmpadas automotivas comercializadas no Brasil são importadas”, disse. De acordo com Marieli, a troca pelas lâmpadas com selo do Inmetro será boa para as empresas, pois reduz o tempo do caminhão parado, por causa da durabilidade do produto.

timismo. Essa palavra define a postura da Mercedes-Benz para 2013. Segundo a diretora de Vendas e Marketing da Montadora, Tânia Silvestre, a elevação do PIB perto de 4% poderá provocar crescimento entre 10% e 12% nas vendas de caminhões, atingindo 140 mil unidades em um ano. “É um número grande, pois em 2012 foram comercializados 130 mil veículos desse porte. Também não devemos nos esquecer de que o Brasil já é o terceiro maior mercado de caminhões do mundo”, afirmou. Ela reconhece que no terceiro trimestre deste ano, a situação era desfavorável a esse segmento automotivo, com os pátios repletos de caminhões a procura de compradores. “Porém com a linha de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento e Social) com juros de

2.5%, muitos frotistas voltaram a adquirir este tipo de veículo. Pois nunca se deve esquecer, que é um tipo de cliente que faz compra volumosa de forma antecipada”, disse. Caso a taxa de juros de 2.5% do BNDES continue vigorando no primeiro semestre de 2013, o mercado de caminhões vai apresentar grande volume de vendas. “Para nós da Mercedes-Benz, o segundo semestre de 2012 foi bom. Tivemos maior número de caminhões emplacados. Além de oferecermos um grande mix de produtos, com veículos com carroceria basculante, betoneira, além de ótima infraestrutura oferecida por meio de nossos concessionários”, explicou. Para os frotistas que estão comprando em grande quantidade nossos veículos até o final de 2012, aproveitando a linha de crédito do BNDES, com juros de 2.5%, até o

Raio-X

mercedes-benz

Raio-X OSRAM

A Osram S.A é uma das líderes em produtos para iluminação no mundo. Ela é uma empresa de alta tecnologia no setor de iluminação e mais de 70% de seu faturamento é proveniente de produtos energeticamente eficientes. Tem cerca de 41 mil funcionários ao redor do mundo, atendendo a clientes em 150 países por meio de 44 unidades de produção localizadas em 16 países.

Muitas empresas terão de fazer suas tarefas à noite

primeiro trimestre de 2013 eles receberão os caminhões. “Este mercado é movido a financiamento, com aproximadamente 90% das vendas usando este tipo de modalidade de crédito. Em 60 meses, os juros de 2.5% têm grande importância ao frotista, que faz compra em grande quantidade. Esses percentuais fazem os frotistas refletirem na renovação da frota”, enfatizou. Tânia enfatiza que em 2012 a MercedesBenz fez grande renovação na sua linha de produtos, com novo design e modelos, inclusive se preparando com antecedência quanto ao Euro 5. “Um dos destaques é o Accelo, no segmento de 8 e 10 toneladas, substituindo o 710, mais conhecido com Mercedinho. O Accelo é um dos nossos modelos de veículos mais vendidos. Só neste ano já temos mais de 3 mil caminhões emplacados”, frisou. O pulo do gato da Mercedes-Benz é deixar o futuro comprador experimentar o modelo que é alvo da futura aquisição. “Ele acaba confirmando na prática a economia de combustível e o desempenho no segmento de mercado onde atua. Temos mil veículos distribuídos em nossos concessionários especialmente para isso”, finalizou.

Não devemos nos esquecer de que o Brasil já é o ”terceiro maior mercado de caminhões do mundo ” Tânia Silvestre - Diretora de Vendas e Marketing da Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz do Brasil é a maior fabricante de caminhões e ônibus da América Latina. Presente no País desde 1956, quando iniciou a produção na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Emprega 14.300 funcionários em suas três unidades (São Bernardo do Campo, Campinas (SP) e Juiz de Fora (MG). Faturou em 2011 R$ 16,2 bilhões. Inaugurada em 1979, a unidade de Campinas concentra as atividades de assistência técnica, pós-venda, comercialização de peças, treinamento e desenvolvimento da rede de concessionários, atualmente com mais de 200 pontos distribuídos estrategicamente por todo o Brasil. Produziu em 2011, 50.265 caminhões e 28.078 ônibus.

Marieli Senedez - Gerente de Marketing da Osram

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Edição Especial 2013

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Truckvan vai centrar fogo na oferta de furgões desmontados

Sensor de pneus é a grande aposta da Pirelli em 2013 U

m dos grandes negócios da Pirelli, em 2013, será o sistema de monitoramento Cyber Fleet. Ela ajudará o frotista a medir automaticamente a pressão e a temperatura dos pneus dos caminhões (de todos os tipos, inclusive os fora de estrada). De acordo com o diretor de Marketing da Pirelli, Flávio Bettiol Jr., a empresa projeta vendas de 10 mil a 15 mil sensores no próximo ano. O preço da unidade é de US$ 30 e o hardware, US$ 600. Para frotistas, dependendo do alto número de veículo esse valor poderá ter redução. O Cyber Fleet baseia-se no emprego do dispositivo TMS (Tyre Mounted Sensor) posicionado dentro do pneu, monitorando constantemente a pressão e a temperatura, permitindo ao gestor da frota programar procedimentos precisos de diagnósticos e intervenção. “O sensor exerce a função de identificador (RFID) de cada um dos pneus”, disse. O dispositivo

transmitida em 3 minutos. “Se o veículo estiver com problemas nos pneus, um sinal vermelho será aceso no painel do hardware”, explicou. Esse equipamento, inicialmente, será lançado para uso em cavalomecânico; posteriormente em carretas, principalmente bitrem. O projeto da Pirelli é começar vendendo o produto para grandes frotistas, seguidos de autônomos em condições comerciais mais leves. “Iremos atingir as frotas médias e autônomas”, ressaltou. Quanto ao calor: o sensor resiste às temperaturas de até 110° graus Celsius. Numa empresa que usa 30 mil pneus/ano, geralmente há 3 mil perdidos nesse período.

evita furto ou roubo, mesmo que o caminhão esteja em qualquer região do Brasil. Na avalição de Bettiol Jr., o uso do sensor corrige a pressão e aumenta em 10% a vida útil dos pneus (400 mil km). “O nosso produto pode ser utilizado nos pneus de marcas concorrentes, mesmo quando recondicionados, não se estraga, pois sua memória perdura por quatro anos”, afirmou. Segundo ele, as empresas perdem muito tempo com manutenção corretiva, quando o Cyber Fleet acelera a corretiva. O sensor é protegido por uma camada de borracha no lado interno do pneu. “Por meio de rastreamento, o frotista acompanha, via satélite, as condições do pneu em qualquer região do Brasil, onde o veículo esteja circulando. Ele informa a data e horário da pressão e temperatura e sua quilometragem”, disse. Tudo em tempo real. A informação é coletada e

Raio-X Pirelli

Com 140 anos de tradição, a Pirelli é uma multinacional italiana consagrada na indústria de pneus, com 22 unidades industriais em 13 países e atividades comerciais em mais de 160 países nos cinco continentes. Na América Latina está presente com sete unidades produtivas, sendo cinco delas no Brasil, onde tem atuação industrial há mais de 80 anos: Gravataí (RS), Campinas, Santo André e Sumaré (SP) e Feira de Santana (BA); além de uma na Argentina (Merlo), e outra na Venezuela (Guacara). A empresa emprega mais de 36 mil pessoas no mundo, sendo cerca de 11 mil na América Latina, das quais mais de 9 mil estão nas unidades brasileiras.

O mercado de implementos rodoviários em geral deverá ser impulsionado na virada 2012/2013, por causa da aproximação dos grandes eventos e da impossibilidade de se postergar os investimentos em obras e infraestrutura indispensáveis”. Esse é o prognóstico do sócio-fundador da Truckvan, Alcides Braga. Segundo ele, a agressiva entrada do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), financiando por meio do Finame

à taxa de 2,5% ao ano tornou-se um dínamo para os negócios. De acordo com Braga, as fábricas encontram-se em recuperação de suas carteiras, mantendo, portando, otimismo em relação ao início do ano. “Lógico que elas passam pela manutenção das atuais condições, havendo alguma mudança na política de juros e participação nos financiamento, este ambiente pode novamente se deteriorar e sofrer revés como tem ocorrido nos últimos anos. Pleiteamos junto aos órgãos econômicos do governo que mantenham as atuais condições para 2013”, disse. Em relação à Truckvan, ele ressalta que a empresa cresceu mais de 40% em relação a 2011, especialmente na linha de unidades móveis especiais, pois esses tipos de carretas e veículos são usados para soluções nas áreas de treinamento/ capacitação, médicas e de eventos. “Este setor foi muito importante neste ano que se acaba, com perspectivas de manutenção para o próximo. Na linha de furgões de carga (baús de alumínio), nossa produção sofreu com a estagnação que afetou o setor em 2012”, frisou. Braga argumenta que continua otimista em relação a 2013 quanto à retomada do mercado e investindo para triplicar a oferta de kits (furgões desmontados – CKD) para rede de distribuidores da Truckvan. A pretensão da empresa é atingir a marca de mil kits por mês até o final do primeiro semestre.

O sensor exerce a função de identificador (RFID) de cada um dos pneus

Flávio Bettiol Jr. - diretor de Marketing da Pirelli

Na linha de furgões de carga (baús de alumínio), ”nossa produção sofreu com a estagnação que afetou o setor em 2012 ”

“Quanto aos investimentos, estou analisando em frentes distintas. Uma opção é buscar a terceira planta fabril, para se juntar à nossa força de trabalho e possibilitar atingir nossas metas. A outra é começar as obras de nossa futura fábrica em Itaquaquecetuba (SP), onde espero estar durante o decorrer de 2013. O foco serão as duas áreas onde já atuamos historicamente, porém não definimos valores”, antecipou. A boa lembrança de 2012 para a Truckvan foram os contratos expressivos com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), com Centro Paula Souza do governo do Estado de São Paulo para o programa “Via Rápida Emprego”, para diversos governos municipais e estaduais na área de Saúde, como “Saúde da Mulher” com mamógrafo e ultrassom; “Pediatria”, “Odontologia”, “Médico-laboratoriais”, “Oftalmológicas”, entre outras. Segundo ele, a Truckvan figura como a principal e mais importante empresa no Brasil para atendimento a estas demandas, que já ultrapassaram as fronteiras do País. “Em 2012 exportamos para Angola nove agências bancárias móveis para o Banco de Poupança e Crédito (BPC), maior banco daquele país. “Estamos acertando novo lote de unidades de treinamento e capacitação para a Nigéria, que devem ser entregues ao longo de 2013”, finalizou.

Raio-X

TRuckvan A Truckvan foi fundada em 1992. Ao longo deste tempo acumulou bastante experiência na Fabricação de unidades móveis, dos mais variados tipos e modelos para aplicações em eventos, shows, campanhas políticas, estandes para feiras, geradoras de imagens para televisão, unidades médicas e de saúde, de odontologia, treinamento, informática, cozinhas experimentais ou outro tipo de necessidade do cliente. Atualmente emprega 250 funcionários, produz 3.500 kits de baús/ano e de 100 unidades móveis em 2012.

Alcides Braga - Sócio-Fundador da Truckvan

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Edição Especial 2013

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MWM aposta que 2013 será bom ano para conclusão de negócios

PIB de 4% poderá ajudar indústria automotiva aumentar produção

P

A

ara a MWM International Motores, 2013 será um excelente ano, pois completa 60 anos de produção no Brasil e 4 milhões de motores fabricados. Vai exportar para a Coreia do Sul e Turquia, além de participar de licitações do governo, no segmento industrial, e no setor marítimo, onde há parceiros que utilizam motores MWM no barco-escola. Para esquentar a máquina, a empresa já retomou a produção de motores na Argentina.

Raio-X MWM

A MWM International, afiliada do norte-americano Navistar Engine Group – um dos principais fabricantes de motores diesel do mundo- é líder em tecnologia e desenvolvimento de motores diesel da América latina. Com mais de 3.8 milhões de unidades produzidas em 59 anos de Brasil, a empresa conta com completa linha de motores da mais avançada tecnologia (de 2,5 a 13 litros e de 50 a 428 HP de potência) que cumprem as rígidas normas de emissões de poluentes. Os produtos atendem aos mercados dos segmentos veicular, agrícola, industrial e marítimo. A MWM tem três unidades industriais: São Paulo, Canoas (RS) e Córdoba (Argentina), um Centro de Criação e Desenvolvimento de Motores no Brasil, em São Paulo com 315 engenheiros e aproximadamente 4 mil funcionários. Seus produtos são exportados para mais de 30 países.

Na avaliação do gerente da divisão de Vendas e Marketing, Gerenciamento de Programas e Assitência Técnica Thomas Puschel, 2012 foi um ano atípico para a maioria da cadeia automotiva brasileira, por causa da entrada em vigor do Euro 5, a falta do Arla 32 e dificuldades em achar o diesel S-50. Todos esses fatores contribuíram na redução de clientes e vendas. “A MWM tem uma gama de produtos e muita flexibilidade, visto que fornecemos motores para veículos, para modelos fora de estradas, marítimos e tratores. Ao percebemos a retração do mercado, mudamos nossa estratégia de marketing”, disse. A queda no volume de encomendas de motores para caminhões, segundo Puschel, levou a MWM investir em outros segmentos da cadeia automotiva. “Participamos de diversas feiras, muitas delas ligadas ao agronegócio. O resultado culminou na produção de 120 mil motores em 2012”, disse. De acordo com Puschel, 2013 já começou rendendo frutos à MWM, pois o ano fiscal da empresa teve início em 1º de novembro. “Numa visão conservadora calculamos para 2013 crescimento de

29% a 30% no mercado de caminhões, 15% no setor de ônibus e aplicativos industriais (14%), por causa do recorde da safra agrícola, calculada em 180 milhões de toneladas de grãos para o próximo ano”, afirmou. Um dos negócios que vão refletir em 2013 é o fornecimento de motores para fábrica de tratores LSMTron, empresa coreana com filial aberta em Santa Catarina. “Calcula-se a produção de 5 mil motores/ano. Para facilitar o acesso a linha de crédito do Finame precisa estar com grande índice de nacionalização das peças. Daí a importância da nossa parceria”, disse.

60 anos de Brasil e 4 milhões ”deCompletaremos motores produzidos ” Thomas Puschel - Gerente da divisão de Vendas e Marketing, Gerenciamento de Programas e Assitência Técnica

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taxa Selic em 7.25% e juros do Finame em 2,5% aliados a inflação acumulada estimada em 5,2% em 2012 são fatores para deixar otimista o diretor de caminhões Volvo, Bernardo Fedalto. Segundo ele, esses índices deixam a indústria mais competitiva. “O Finame em 2,5% é a oportunidade única para o setor continuar vendendo bastante, visto que possibilita o frotista efetuar novas compras”, disse. Segundo ele, 2013 será mais positivo do que 2012, porque as condições econômicas criadas pelo governo federal tiveram grande impacto na cadeia automotiva. “Caso o Finame continue

Raio-X

com a taxa de 2.5%, é provável termos crescimento de 10% no mercado de caminhões. Não será recorde, mas de crescimento contínuo, principalmente por causa da boa safra agrícola do próximo ano”, explicou. Se o PIB (Produto Interno Bruto) de 2013 chegue aos 4%, na avaliação de Fedalto, a produção industrial sofrerá grande impacto. “O crescimento da economia será lento, mas sólido, porque proporciona solidez ao sistema. Estamos na liderança dos veículos pesados. Nosso caminhão, o FH modelo 460, é bem aceito no mercado. O outro é o VM, 6x2 – 270, que puxa o segmento de semipesado”, disse. O “algo mais” da Volvo, explica Fedalto, é o sistema de pós venda. “Não existe apenas a preocupação de vender o

caminhão, mas de proporcionar suporte ao comprador. Para melhor atender ao cliente ocorre vários investimento na rede de assistência técnica”, destacou. A razão de apostar num ano bom para o mercado automotivo de caminhões, é que dificilmente o governo vai tomar alguma medida para restringir a política de incentivos. “Nós estamos percebendo que o governo investe em política de apoio às indústrias em todos os setores. No caso de caminhões, a maioria desse tipo de veículo circula com tecnologia semelhante a existente em modelos europeus”, disse. Apesar de vários fatores positivos, Fedalto não se esquece de que as mudanças econômicas no Brasil são rápidas. Mesmo assim aposta num bom 2013.

Pirelli

Em 24 de outubro de 1997 foi constituída a Volvo do Brasil Motores e Veículos S/A. Era o início de uma nova história da marca no País, após as importações dos anos de 1930 a 1960. Boas escolas técnicas e mão-deobra especializada em Curitiba (PR) e a proximidade do Porto de Paranaguá e o parque de autopeças de São Paulo influenciaram na abertura da fábrica no Paraná. O sueco Tage Karlsson foi o primeiro diretor-superintendente. Dois anos depois a unidade estava quase pronta. Começa a produção da Volvo no Brasil com motores e chassis de ônibus B58, com motor central entreeixos, caixa automática e opção de chassi articulado. Em 4 de dezembro a nova fábrica é inaugurada oficialmente. Começou ser produzido o caminhão pesado N12, com motor de 12 litros, formando a base da linha de produtos oferecida pela marca ao mercado brasileiro.

crescimento da economia ”seráOlento, mas sólido ”

Bernardo Fedalto - Diretor de Caminhões da Volvo

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Proximidade da Copa do Mundo vai ajudar setor de implementos P

ara o diretor comercial da Noma, José Maurício, 2012 foi um ano que registrou muitas quedas no mercado. Quanto a 2013, ele projeta que talvez chegue perto do que foi 2011. “Caso nosso mercado possa atingir 15%, será um número bem melhor. Pois sinaliza que pode melhorar mais por causa da proximidade da Copa do Mundo de 2014”, disse. Maurício aposta que a venda de alguns produtos da área de implementos poderá crescer. “Não podemos nos esquecer da supersafra de grãos do próximo ano. Ela vai demandar a aquisição de sider, graneleiros, basculante. Isso vai ajudar nosso setor e contribuir para o PIB”, explicou. Mauricio aposta também na construção civil, porque a aceleração para conclusão das obras visando à Copa do Mundo 2014 exigirá a compra de caminhões basculantes, tanque, betoneiras. No caso do basculante, esse mesmo modelo também será usado na agricultura. “O Finame com juros de 2,5% é bom, porque torna as compras mais rápidas. Antes, a 5,5%, o empresário precisava fazer diversos cálculos, porque numa transação para adquirir vários implementos, o fator juro conta muito”, explicou. Caso o governo mantenha a taxa de 2,5%¨do Finame em 2013, é bem provável que o segmento de implementos rodoviários volte ter grande crescimento. Ele explica que o setor não é impulsionado pela vaidade, é por faturamento e frete. “Mesmo com a crise que sofremos no primeiro trimestre de 2012, o mercado já melhorou bastante. No final deste ano já sentimos a busca por implementos, é a assimilação do crédito barato”, frisou. Maurício reconhece que 2013 não será 2012, mas terá crescimento melhor do que 2012 não com negociações

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volumosas, porém com algo que reflita 2011. A Noma, em 2012, teve boas aquisições na linha de graneleiro, bitrem. “Vendemos bastante. Foi o sinal verde de que estamos trabalhando com a linha certa de implementos”, finalizou.

A

Raio-X noma

A Noma foi fundada em 1º de julho de 1967, com o nome fantasia Brasmecânica. O objetivo era explorar a venda de peças, consertos, reformas e a produção de terceiro eixo pra caminhões. A primeira sede se localizava em Maringá (PR), num terreno de 800 m² de área construída. Ali começaram a ser montados os primeiros protótipos de semirreboque, as conhecidas carretas Noma. Em 1975, a Noma comprou um área com 95.846 m², na cidade vizinhda de Sarandi. Nessa época começou a fabricação de semirreboques, graneleiras, tanques e basculantes. Pensando no futuro, eficiência e durabilidade, a Noma inovou no mercado de transporte rodoviário lançando a tecnologia Eco Tech para as novas tampas das linhas graneleira e carga-seca. Em 1997 foi a primeira empresa do setor a criar o primeiro semirreboque bimodal, o Rodotrilho, projeto 100% brasileiro, de um equipamento que trafega tanto na rodovia quanto na ferrovia, com a versatilidade comum aos modais.

Prorrogação do PSI ajudará no financiamento de caminhões e ônibus

Aceleração das obras exigirá ”compra de vários modelos de caminhões ” José Maurício Diretor Comercial da Noma

Scania ainda aguarda os desdobramentos do recente anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que no começo de dezembro aprovou a prorrogação da redução dos juros do PSI (Programa de Sustentação do Investimento). Segundo o ministro, a taxa de 2,5% ao ano continuará em 2013. “O mercado brasileiro passou por uma fase de forte expansão em 2010 e 2011 e viveu momento de ajuste no primeiro semestre de 2012, que afetou toda a indústria. Quando o governo federal anunciou em agosto a diminuição dos juros do PSI, foi importante passo para o estímulo ao financiamento de caminhões e ônibus. O mercado foi reagindo aos poucos. Se há mercadoria a ser transportada, há demanda por caminhões”, explicou o diretor-geral da Scania Brasil, Roberto Leoncini.

Ele enfatiza que a decisão pela prorrogação da redução dos juros do PSI é bem-vinda, porque o governo vai disponibilizar R$ 85 bilhões ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para facilitar o financiamento, dentre outros setores, de veículos comerciais. “Sem dúvida, o governo mostra estar atento à situação do segmento”, frisou. Outro detalhe destacado por Leoncini é o investimento de R$ 133 bilhões em infraestrutura, na reforma e construção de rodovias federais e ferrovias. Esse aporte será concedido via Programa de Investimentos em Logística. Do valor total, R$ 42,5 bilhões deverão ser aplicados na duplicação de cerca de 5,7 mil quilômetros de rodovias. “Segundo a Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia

há mercadoria a ser transportada, ”há Sedemanda por caminhões ”

para Equipamentos e Manutenção), os investimentos em construção civil e infraestrutura geral do Brasil superarão a cifra de R$ 1,2 trilhão até 2016. Essas cifras vão gerar várias oportunidades de negócios, pois a Scania oferece soluções completas de vendas para o setor de construção, tanto em produtos quanto em serviços”, ressaltou. Leoncini acredita que 2013 deverão começar com os reflexos das medidas de incentivos ao setor anunciadas em agosto e prorrogadas em dezembro. O carro-chefe da Scania em 2012 foi caminhão rodoviário R 440. De janeiro a novembro, explica o diretor-geral da montadora, foram emplacadas 3.830 unidades do modelo. Com 440 HP de potência, configurações 4x2, 6x2 e 6x4 e desenvolvendo torque de 2.300 Nm, o maior em sua faixa de atuação, é o pesado mais econômico do mercado brasileiro. “Nos antecipamos à concorrência e fomos a primeira fabricante a vender veículos com tecnologia Euro 5, já disponíveis desde outubro de 2011”, finalizou

Roberto Leoncini - Diretor-Geral da Scania Brasil

Raio-X SCANIA

Em 2 de julho de 1957 era constituída a Scania-Vabis do Brasil. Até essa data, os veículos vinham desmontados da Suécia e a montagem ficava sob responsabilidade da Vemag, responsável por sua venda em São Paulo. Um ano depois o modelo L 75 é montado no Brasil. Ele atendia rigorosamente às exigências do governo, de 35% de nacionalização. Em maio de 1959, a empresa inaugurava sua fábrica de motores no bairro do Ipiranga, Zona Sul de São Paulo. No ano seguinte, a montadora passa a produzir integralmente seus caminhões e ônibus nas instalações do Ipiranga, onde antes alguns componentes eram importados. Em 1962, a Scania marca a inauguração da fábrica em São Bernardo do Campo (SP). Unidade foi a primeira direcionada para a produção de caminhões, ônibus e motores fora da Suécia.

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Agrale aposta em crescimento de 10% nas vendas de caminhões A

Agrale projeta para 2013 crescimento de 10% nas vendas internas de caminhões, atingindo volume de 155 mil unidades e de 13% em chassis de ônibus, para perto de 33 mil veículos. Segundo o diretor executivo da empresa, Rogério Vacari, espera-se uma elevação da produção da Agrale, que hoje é de aproximadamente 800 unidades/mês, principalmente por causa de uma maior demanda por chassis de ônibus e o aumento de procura pelas viaturas 4x4 Marruá, além dos tratores. “Esse crescimento e a entrada da Agrale no segmento de 17 toneladas vão exigir uma expansão de duas das quatro plantas da empresa (unidade 2 e 3). A fábrica 2, onde são produzidos chassis para ônibus, caminhões e utilitários, deve ser ampliada em cerca de 6 mil m² e fábrica 3 (componentes) será aumentada em 1,5 mil m² de área produtiva”, disse. Segundo ele, a Agrale vai prosseguir com a política de investir constantemente 3% do faturamento bruto, embora nos

últimos anos, por causa da introdução dos novos produtos, este volume tenha sido bem maior, o que deve se repetir em 2013. Apesar da crise que atingiu o setor automotivo de caminhões e outros

veículos de carga no primeiro trimestre de 2012, de acordo com Vacari, os produtos da empresa que mais se destacaram foram o Agrale Marruá e a linha de chassis 4x4.

Vamos prosseguir com a nossa política de ”investimentos ”

Continental vai continuar desenvolvendo tecnologias adequados ao mercado A

expectativa do grupo Continental no Brasil, para 2013-2017, é de crescimento ou retomada aos patamares de 2010, pois na avalição do presidente da empresa no País, Mauricio Muramoto, 2011 e 2012 não podem servir de referência para crescimento de mercado, pois foram anos atípicos. “A Continental está preparada para acompanhar e atender o desempenho deste mercado”, disse. Desde 2001, a multinacional já investiu 400 milhões de Euros (R$ 1.096 bilhão) no Brasil. Segundo ele, independente da crise que atingiu o setor no primeiro trimestre deste ano, a Continental prosseguiu com sua premissa de desenvolver produtos e tecnologias adequadas aos mercados onde atua. “O lançamento do tacógrafo

digital é exemplo disto, o equipamento conhecido como BVDR registra em sua memória interna informações digitais como economia ao condutor, além da informação de RPM (Rotação por Minuto), que o aparelho convencional não oferece”, explicou. Muramoto enfatiza que o tacógrafo é item obrigatório para veículos escolares, os de carga com PBT (Peso Bruto Total) acima de 4.536 quilos e os de transporte de passageiros com mais de dez lugares. “O equipamento digital dispensa o uso do disco tradicional e dá a opção de impressão em bobina pré-impressa para ter em papel o histórico completo da viagem ou período solicitado”, descreveu. Os dados registrados pelo BVDR, explica, permitem reconstituição da viagem,

Rogério Vacari - Diretor Executivo da Agrale

Raio-X Agrale

A Agrale foi fundada em 14 de dezembro de 1962, em Porto Alegre (RS), com o nome de Agrisa (Indústria Gaúcha de Implementos e Maquinários Agrícolas). Três anos depois o Grupo Francisco Stedile adquiriu o controle acionário, transferindo a empresa para Caxias do Sul, mudando o nome para Agrale S/A Tratores e Motores. A partir dai, nas próximas décadas, ela lançou o microtrator de 4 rodas T415, desenvolvido com tecnologia própria e primeiro trator fabricado no Rio Grande do Sul. Ampliou a capacidade de produção com a inauguração de fábrica própria, hoje denominada fábrica 1, atual centro administrativo, unidade montadora de tratores e motores e produtora de componentes. Tem três unidades no Brasil (duas em Caxias do Sul (RS) e uma na Argentina). Conta com 1.746 funcionários. Em 2011 produziu 1.925 tratores, 957 caminhões, 5.263 chassis de ônibus e 351 utilitários Marruá.

tornando possível obter informações sobre o comportamento do motorista durante todo trajeto, permitindo com isto que frotistas possam atuar preventivamente e verificar se as normas de segurança exigidas pela frota estão sendo cumpridas. “O uso da tecnologia digital não é obrigatório pela legislação brasileira, porém a tecnologia agrega mais valor ao equipamento, além de oferecer facilidades ao condutor”, disse.

Raio-X

Grupo Continental O Grupo Continental é um dos líderes mundiais no fornecimento de componentes para a indústria automobilística. Faturou 30,5 bilhões de Euros (R$ 83,57 bilhões) em 2011. Seus produtos são aplicados em sistemas e componentes de freios, motores e chassis, instrumentação, soluções infotainment, eletrônica, pneus e elastômeros técnicos. Em todo o mundo emprega cerca de 170 pessoas em 46 países. No Brasil, o quadro de funcionários do Grupo Continental é composto de 6 mil profissionais em 13 unidades: Barueri (SP), Camaçari (BA), Gravataí (RS), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Manaus (AM), Paulínia (SP), Ponta Grossa (PR), Resende (RJ), Salto (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (SP) e Várzea Paulista (SP).

A Continental está preparada para acompanhar ”e atender o desempenho deste mercado ” Mauricio Muramoto - Presidente Grupo Continental

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Edição Especial 2013

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Kia Motors aposta em crescimento de 4% no mercado de leves

Iveco diz que Brasil vai manter

crescimento sustentável O

diretor comercial da Iveco no Brasil, Alcides Cavalcanti, explica que para 2013 as expectativas econômicas são muito positivas, acreditando, inclusive, que o mercado possa voltar ao patamar de 2010. “Há sinais positivos para acreditar na recuperação, uma vez que o País possui grande potencial e sua economia está estruturada para crescer de maneira constante. A expectativa é positiva, considerando que o governo anunciou taxas atrativas, 3% para o primeiro semestre e 4% para segundo semestre de 2013”, disse. Na avaliação dele, posteriormente o Brasil deverá manter crescimento sustentável na casa de um dígito, tornando um mercado cada vez mais competitivo. Cavalcanti ressalta que a Iveco continuará crescendo. Além de uma

completa gama de caminhões, e com a ampliação e diversificação de seus negócios. “Passaremos a atuar no segmento de transporte de passageiro urbano e interurbano e produtos especiais como o Guarani, veículo de defesa que já está sendo entregue ao Exército brasileiro”, explicou. Segundo ele, a fábrica da Iveco Veículos Especiais já está instalada no Complexo Industrial de Sete Lagoas (MG) e tem inauguração prevista para o primeiro semestre de 2013. “Nossa rede de concessionarias, que já conta com 109 revendas no País, vai continuar crescendo e temos previsto ainda a inauguração do novo Condomínio de Fornecedores ao lado da fábrica, que trará grandes benef��cios logísticos e de produção à Iveco”, frisou. O ano de 2012, segundo Cavalcanti,

foi bom para empresa, pois até novembro foram emplacados mais de 15 mil veículos Iveco (carga mais passageiros), desse volume aproximadamente 28% são de Daily 35S14. Só no segmento de carga ela teve 15 mil unidades, com a Daily 35S14 representando 31% das vendas. “Ele conquistou nesse período um ganho de 2.6 p.p de Market share, atingindo 14,1% de share no segmento de 2.8 a 3.5 toneladas este ano, um desempenho notável, mesmo considerando que o veículo já era um campeão de vendas da Iveco”, afirmou. Na avaliação dele, se for considerada toda a gama Daily, até o segmento de 7 toneladas no qual o Daily Truck 7 Ton está inserido, no acumulado dos últimos três meses (set/out/nov), a Iveco conquistou a liderança no segmento, atingindo quase 21% de Market share.

Raio-X IVECO

O Brasil deverá manter crescimento ”sustentável. ” Alcides Cavalcanti - Diretor Comercial da Iveco Brasil

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A Iveco tem uma fábrica no Brasil, empregando 3 mil funcionários. No ano de 2011 ela produziu 26 mil veículos. A montadora atua no País desde 1997, fabricando e comercializando caminhões e ônibus com uma moderna unidade em Sete Lagoas (MG). É considerada a montadora que mais cresce no Brasil. Desde 2006, quando deu início a um plano de investimento de R$ 570 milhões, a empresa lançou seis novas famílias de produtos e multiplicou suas vendas por cinco, atingindo em 2010 a soma de 16 mil caminhões vendidos no País. Em 2010 abriu as portas do Copi (Centro de Operações de Peças Iveco), em Sorocaba (SP), com 10 mil m² de área construída e 100 mil m² de área de armazenamento , na qual um moderno software de gestão garante a peça certa, no lugar certo, quando o cliente precisar.

N

a avaliação do diretor de Vendas da Kia Motors do Brasil, Ary Jorge Ribeiro, o VUC (Veículo Urbano de Carga) Bongo, assim como outros comerciais leves de sua categoria, deverá acompanhar o mercado de automóveis e suas vendas crescendo aproximadamente 4% em 2013, sem qualquer relação com a proximidade da Copa do Mundo de 2014. Ele aposta que diversos frotistas, antes grandes compradores de veículos de grande porte, estão optando pela compra de veículos leves de carga, especialmente por causa das restrições aos veículos de porte maior nos centros urbanos de algumas cidades. “Apesar de várias obras visando à Copa do Mundo, o Bongo não será outra opção de transporte de carga nesses locais, por causa de suas características. Ele é indicado para transporte de volumes e cargas leves de até 1.800 quilos”, disse. Assim como outras montadoras, a Kia Motors sentiu os efeitos da retração nas vendas no primeiro trimestre de 2012, mas aposta num cenário melhor para 2013, principalmente por causa da versão do Bongo, atendendo às exigências do Proconve L6, comercializada a partir de julho de 2012.

O Bongo é indicado para transporte de volumes ”e cargas leves de até 1.800 quilos. ” Ary Jorge Ribeiro - Diretor de Vendas da Kia Motors do Brasil

Raio-X

Kia Motors A Kia Motors Corporation tem 15 plantas de manufatura e montagem em dez países, com produção anual de mais de 2,5 milhões de veículos, comercializados e assistidos por meio de uma rede de distribuidores e autorizados em 149 países. A empresa conta com 47 mil funcionários em todo o mundo.

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Taxa Selic e inflação acumulada ainda amedrontam

Até 2014 Sascar vai investir R$ 200 milhões P

ara o diretor comercial da Sascar, Gustavo Coelho, após um primeiro semestre afetado pelos baixos estoques de caminhões nas revendas, o estímulo do crédito com a redução das taxas de juros pelo governo e as facilidades de financiamentos dos bancos estão gerando retomada na demanda, com mercado novamente aquecido tanto para veículos leves quanto pesados. “A redução do custo financeiro está incentivando, também, a atividade industrial e a previsão do PIB (Produto Interno Bruto) para 2013 é otimista”, disse. Segundo ele, a Sascar já começou a sentir neste último quadrimestre as influências das medidas econômicas adotadas pelo governo. “O setor de monitoramento de veículos e gestão de frotas têm mais fatores positivos. Acreditamos que cada vez mais o mercado de transporte de carga vai se profissionalizar e prestando maior atenção à qualidade de seus serviços e custos”, afirmou. Na avaliação do diretor comercial da Sascar, as novas tecnologias de gestão passam a ser um aliado importante para achar o diferencial competitivo. “O que vai impulsionar mais ainda o mercado em 2013 é a Lei 12.619, que regulamenta a profissão do motorista, estabelecendo o tempo máximo de

Ary Jorge Ribeiro - Diretor de Vendas da Kia Motors do Brasil

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Os anos de 2013/2014 não serão melhores que 2011”. Essa é a avaliação do vice-presidente de Operações das Empresas Randon, Erino Tonon. Segundo ele, a taxa Selic em 7,25% e uma inflação acumulada em 12 meses próxima de 6%, ainda são motivos para impor receio ao mercado. “É bom o incentivo ao consumo, mas sem melhorar a infraestrutura o futuro torna-se incerto. É preciso melhorar as condições das ruas e rodovias”, avaliou. Na opinião de Tonon, o segmento de transportes não vai apresentar melhores resultados em 2013/2014. Ou seja, terá o mesmo impacto de 2011. “Porque são artificiais as medidas adotadas pelo governo para alavancar as obras visando à Copa do Mundo de 2014. Em Porto Alegre não teremos melhorias no Aeroporto, nem o Metrô. Nada é permanente”, disse. Quando o assunto é implementos, principalmente de semirreboques, a linha de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),

trabalho diário. Desobedecer a essa nova regulamentação é passivo de multa para motorista e transportadora”, disse. Pelos seus cálculos, o número de caminhões em circulação sem sistemas de rastreamento e de inteligência logística (algo próximo de 1 milhão de caminhões), a Lei 12.619 poderá incentivar um mercado potencial de R$ 1,5 bilhão. A Sascar, explica, tem como meta tornarse a maior e melhor provedora de soluções para gestão de bens móveis e de risco e logístico do Brasil. “Vamos prosseguir com investimentos. São mais de R$ 200 milhões até 2014. Para 2013 centraremos forças na aquisição de equipamentos e continuidade do projeto de tecnologia”, explicou. Segundo ele, em 2012 a empresa fortaleceu a presença no segmento de veículos de carga, diversificando a oferta e trabalho com inteligência, inovação e informação, provendo aos clientes soluções otimizadas. “O produto Soluções Sob Medida Sascar é um dos nossos grandes diferenciais e tem ajudado os clientes a potencializar seu desempenho, ganhando competitividade”, ressaltou.

Para 2013 centraremos forças na aquisição ”de equipamentos e continuidade do projeto de tecnologia ”

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com juros de 2,5%, não provoca segurança no comprador. “As empresas precisam estar mais capitalizadas. Ninguém entra num financiamento de 10 anos, sem regras claras na economia. Muitos, em vez de comprar, continuam usando o semirreboque velho. Não trocam o certo pelo duvidoso”, explicou. Pelos cálculos de Tonon, em 2011 foram vendidos 60 mil semirreboques e 50 mil em 2012. “A meta é aumentar a exportação no ano que vem, caso a China não reduza seus investimentos, principalmente na questão de grãos. Pois ninguém vai comprar um graneleiro novo, se o preço das commodities agrícolas cair”, disse. O receio é entrar num financiamento e ficar

inadimplente. Para 2013 ser um ano bom economicamente e industrialmente, ressalta Tonon, todas as obras relacionadas à Copa do Mundo precisam sair do papel e as empresas precisam ter acesso a linhas de créditos mais civilizadas. “Outro problema que deve ser resolvido é o conflito capital x trabalho, para que possamos cumprir prazos de entrega”, frisou. Para a cobertura do bolo do próximo ano ficar bonita, é importante as novas usinas hidrelétricas saírem do papel, gerando energia suficiente para a produção não fica refém dos temíveis apagões.

Raio-X

Empresas Randon

Raio-X sascar

A Sascar conta com estrutura de instalação e assistência técnica com 230 representantes, 500 técnicos de campo e a maior equipe comercial própria do segmento. Seu pronto-atendimento via Call Center está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A empresa tem mais de 230 mil veículos ativos e rastreados, tem um moderno centro de controle com mais de 110 posições para pronto-atendimento nacional em casos de emergência, 24 horas por dia, sete dias por semana. A rede de assistência técnica treinada se faz presente em 26 Estados e também em Brasília.

Empresa exporta para todos os continentes O conglomerado de Empresas Randon teve seu início em 1949 e, através de suas empresas, atua nos segmentos de veículos para o transporte de carga, ferroviário e fora de estrada, bem como sistemas automotivos, autopeças e serviços. O complexo é formado por dez empresas, sendo a Randon S.A. Implementos e Participações a empresa controladora e oito controladas diretas: Fras-le S.A., Randon Argentina S.A., Randon Implementos para o Transporte Ltda., Randon Administradora de Consórcios Ltda., Master Sistemas Automotivos Ltda., JOST Brasil Sistemas Automotivos Ltda., Suspensys Sistemas Automotivos Ltda., Castertech Tecnologia e Fundição Ltda, Randon Investimentos Ltda (Banco Randon) e a Randon Brantech Implementos para o Transporte Ltda. Hoje a Randon é uma marca de referência global, possui parceiros estratégicos de classe mundial, situa-se entre as maiores empresas privadas brasileiras, tem liderança em todos os seus segmentos, exporta para todos os continentes e faz parte do nível 1 de governança corporativa da Bovespa.

As empresas precisam estar ”capitalizadas. Ninguém entra

mais num financiamento de 10 anos, sem regras claras na economia.

Erino Tonon - Vice-presidente de Operações das Empresas Randon

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Para Fiat é possível alcançar melhor desempenho de vendas em 2013 N

a opinião do diretor de Desenvolvimento da Rede e Veículos Comerciais da Fiat, Antonio Sérgio Rodrigues, a ação do Banco Central na taxa Selic é decisiva, mas o reflexo na economia não ocorre de forma imediata. “Há um tempo entre a ação de redução da taxa de juros e o efetivo impacto sobre a economia real”, disse. Segundo ele, no setor de veículos comerciais ainda não foi sentido esse impacto. De acordo com dados acumulados de janeiro a outubro de 2012, as vendas de caminhões caíram 21,5%, as de ônibus recuaram 13,8%, enquanto implementos rodoviários se retraíram 14,2% e o segmento no qual o Fiat Ducato está inserido caiu 16,7%. “Todos esses setores estão intimamente vinculados à evolução do PIB (Produto Interno Bruto), pois se destinam-se à prestação de serviços de transporte”, explicou. Rodrigues enfatiza que o segmento de vans teve seu desempenho afetado por quatro fatores: 1)impacto do aumento

dos preços praticados em função da nova motorização que atende ao novo patamar da legislação sobre emissões a Proconve L6 (Euro 5), relativa a vans e o Proconve P7, relativo a caminhões. 2) Aumento significativo da inadimplência que ocorreu no início e decorrer do ano 2012, fazendo com que os bancos tivessem posições muito mais cautelosas na hora de conceder crédito, afetando principalmente os proprietários autônomos de vans, enquanto as empresas sofreram um efeito menor desta restrição.3) Irregularidade no abastecimento do diesel S50, mandatório para a nova motorização, o que fez com que muitos clientes pensassem em postergar a compra de um veículo novo; 4) A economia retraíra no primeiro semestre, começando a recuperar-se a partir da segunda metade do ano, em ritmo ainda lento, o que conteve a demanda por veículos de carga e passageiros. Na avaliação de Rodrigues, após um ano de retração, é possível alcançar em 2013

um melhor desempenho das vendas, condicionando a alguns fatores. “No caso das vans, é importante manter a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), regularizar a oferta e distribuição do diesel S50 em todo o País e ao mesmo tempo, manter a economia em ritmo de expansão de pelo menos 3% ao ano. Confirmado isso, a demanda por vans pode chegar entre 5% e 6%. O mesmo é aplicado para utilitários e picapes”, disse. A Fiat, segundo Rodrigues, está em meio ao seu maior ciclo de investimentos no Brasil, de R$ 10 bilhões entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 7 bilhões serão destinados à ampliação da fábrica de Betim (MG), cuja capacidade será elevada de 800 mil para 950 mil unidades por ano. “O restante destina-se à construção da segunda fábrica na cidade de Goiana (Pernambuco). Os investimentos referemse também ao desenvolvimento de novos produtos, adoção de novos processos e sistemas”, finalizou.

Raio-X Fiat

Em 1971, a Fiat iniciou sua história no Brasil, quando o governador das Minas Gerais, Rondon Pacheco, realizou os primeiros contatos com a montadora visando criar um pólo industrial. Dois anos depois é celebrado o acordo de interesse entre Fiat e o governo mineiro, com a presença do presidente da Fiat S.p.A, Giovanni Agnelli. Em 1974 começava a construção da fábrica em Betim (MG), com uma área coberta de 350 mil m². Em 1976 ocorre a inauguração com a produção em série do Fiat 147. Também foi a primeira fábrica a produzir, em 1979, em série veículos movidos totalmente a álcool, com projeto próprio, o Fiat 147. Em 1980 começa a produzir o menor caminhão do mundo, a Fiorino. Quatro depois inicia a produção do Uno, lançando uma nova gama de produtos. Em 1991, o início da produção do Tempra confirma a flexibilidade da fábrica de Betim. A Fiat foi a pioneira em adotar equipamentos de controle e preservação ambiental. Em 1996, ao completar 20 anos, produz o primeiro lançamento mundial realizado no Brasil: o Palio. Em 2002, a Fiat tem 613.800 m² de área coberta com uma capacidade de produção instalada de 2.300 veículos por dia. É a maior fábrica Fiat do mundo. Em 2004, a Fiat completa 2,milhões de veículos exportados em toda sua história, como a maior exportadora de veículos do País.

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Bosch aposta em crescimento do mercado de caminhões O

s primeiros sinais de retorno do mercado à normalidade já começaram a ser percebidos neste final de 2012, esperados pelo efeito de précompra que antecipa a entrada em comercialização dos novos veículos. Por outro lado, a crise econômica mundial que afetou a área automotiva, reduzindo a demanda de fretes, somada à complicada dinâmica de obtenção de crédito para compras do veículo contribuiu para que o mercado não tivesse impulso para reagir.

Na avaliação do diretor de vendas da divisão Diesel Systems da Robert Bosch América Latina, Mário Massagardi, em 2013 a produção de veículos ficará mais forte que o normal no primeiro trimestre, quando os compradores procurarão tirar vantagem da redução dos juros anunciada em agosto pelo governo e que valem até março, deverá ser mais alta do que o normal. “A partir dai, em teoria, o desempenho do mercado será reflexo do desempenho da economia como um todo. Somente a renovação

natural da frota deveria ser suficiente para garantir crescimento de mercado de caminhões de pelo menos 5% ao ano”, antecipou. Segundo Massagardi, a expectativa de crescimento a partir de 2013 pode ser até maior, por causa de dois motivos. “Para recuperar o cenário de crise de 2012 e para atender às necessidades brasileiras, principalmente dos investimentos de infraestruturas que estão em curso no País”, disse. De acordo com ele, se a economia estiver bem, o crescimento do mercado de caminhões poderá ser de dois dígitos em 2013.

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No Brasil, o grupo Bosch está presente desde 1954 e atualmente emprega aproximadamente 11 mil funcionários. Em 2011, o conglomerado registrou no País faturamento líquido de R$ 4,8 bilhões com oferta de produtos e serviços automotivos para montadoras e para o mercado de reposição, ferramentas elétricas, sistemas de segurança, termotecnologia, máquinas de embalagem e máquinas industriais. O grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e suas mais de 350 subsidiárias e empresas regionais presentes em mais de 60 países.

O Fiat Ducato driblou a crise e ”manteve nossa liderança no mercado ” Sérgio Rodrigues Diretor de Rede e Veículos Comerciais da Fiat

” A produção ficará mais forte em 2013 ” Mário Massagardi - diretor de vendas da divisão Diesel Systems da Robert Bosch América Latina

Revista Truck & Motors • Ano IV Edição 43

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Edição Especial 2013

Edição Especial 2013

Cummins é otimista em relação ao mercado de caminhões em 2013 N

a avaliação do diretor de Vendas e Marketing, Luís Chain Faraj, a Cummins está mais otimista em relação a 2013, onde se espera uma leve recuperação, considerando os investimentos de infraestrutura planejados para os eventos esportivos no

Brasil em 2014 e 2016. “Nossa expectativa de crescimento no mercado de caminhões é de 22%”, disse. Ele reconhece que a queda nas vendas de veículos para o setor de transporte de carga impactou de forma negativa os resultados econômicos da empresa. De acordo com Faraj, em 2012, os motores Euro 5, em especial o série B,

tiveram excelente aceitação, como o Fleetguard Arla 32 e os novos sistemas de pós-tratamento, fabricados pela nova unidade de negócios Cummins Emissions Solutions. “Neste ano tivemos a introdução de uma família de produtos, o ISF, que no ano de sua estreia já ocupa a 5ª posição em vendas entre os motores Euro 5 mais vendidos”, explicou. Apesar das dificuldades de 2012, explica, os novos motores OEMS representam oportunidades para a recuperação dos volumes da Cummins, considerando que muitos já são clientes em seus países de origem. “Porém ainda é cedo para projeções, pois muitos ainda estão se consolidando ou mesmo revisando seus planos para os próximos anos”, afirmou. Ele explicou que a Cummins está revendo os investimentos para 2013, mas os números definitivos disponíveis serão apresentados no início do próximo ano.

Com PIB alto, Anfavea aposta em boa produção de caminhões C

aso o PIB (Produto Interno Bruto) de 2013 cresça bastante, o mercado de caminhões poderá ter grande produção, como ocorreu entre janeiro/novembro de 2011, com a venda de 204.610 veículos. Segundo o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Cledorvino Belini, é possível chegar a uma produção de 7,5%. “Calculo que dá para fabricar quase 134 mil caminhões no próximo ano. Se o PIB aumentar muito, todo setor industrial vai ganhar. Assim aumenta a produção de todo o mundo”, disse. Segundo Belini, a proximidade de eventos esportivos em 2013 vai obrigar as

empresas responsáveis pelas construções a comprar diversos tipos de caminhões, porque não podem atrasar as obras. “Mas tudo dependerá do PIB, inflação, prazos e financiamentos. Uma série de fatores vai determinar o aumento da produção de caminhões. Temos consciência de que esse segmento foi o que mais sofreu com a crise no primeiro trimestre de 2012”, explicou. Ele disse que as vendas de ônibus também pegarão carona junto com os caminhões no próximo ano. “Existem montadoras com pedidos de encomendas que demandarão seis meses de serviço. Visto que muitas cidades, visando a Copa do

Mundo e Olímpiadas, já estão renovando a frota no transporte urbano”, afirmou. Belini destacou que o Finame, agora em 3% no primeiro semestre e 4% no segundo semestre vai impactar nas vendas de implementos, principalmente por causa da supersafra, que vai exigir a aquisição de vários veículos para o transporte do produto. No período janeiro/novembro de 2012 ocorreram 122.410 emplacamentos no segmento de caminhões, incluindo todas as categorias. Em igual período de 2011, foram 153.731. Nessas mesmas datas, 25.841 (2012) ônibus foram emplacados contra 31.019 (2011). As montadoras exportaram 21.790 caminhões nos primeiros 11 meses de 2011 contra 25.411 em igual período de 2011. No segmento de ônibus foram 7.684 em 2012 e 7.230 no ano passado.

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Raio-X

cummins

revendo investimentos ”paraEstamos o próximo ano ” Luís Chain Faraj - Diretor de Vendas da Cummins

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Revista Truck & Motors • Ano IV Edição 43

A Cummins foi fundada em 1919 na cidade de Columbus, Indiana, Estados Unidos, por Clessie Cummins e W.G. Irwin. Ambos pretendiam produzir motores diesel para caminhões e ônibus, mais econômicos e resistentes do que os similares a gasolina disponíveis naquela época. Durante a II Guerra Mundial, a empresa forneceu motores ao Exército norte-americano na Europa. Eles ganharam espaço no mercado internacional e espalharamse pelo mundo, instalando 80 fábricas de motores, geradores e componentes e 5 mil pontos de serviços em 197 países. Atualmente é o maior fabricante independente de motores diesel do mundo. No início da década de 1970 instalou-se no Brasil, na cidade de Guarulhos (SP). Em setembro de 2000, a Cummins passou a atuar na fabricação, venda e locações de geradores de energia.

Uma série de fatores vai determinar o ”aumento da produção ” Cledorvino Belini - Presidente da Anfavea

Revista Truck & Motors • Ano IV Edição 43

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60800

57280

12.0 4X2 SB(E-TRONIC)(URB.)(AUT.) DIES. 2P

242880 -

218960

190716

167440

157320

149040

141680

137356

O-500M 4X2(Rodov.) Dies.

390000 380000

350000

328000

283000

270000

240000

222000

196000

5.140EOD 4X2(Urbano) Dies.

180000 -

162200

150000

142000

132800

125000

112800

98800

FURGAO(Aluminio) 4e

123080 116960

108120

99620

91800

81600

75820

70720

67320

70C17(Escolar) Dies. 2P

190000 189000

183330

-

-

-

-

-

-

O-500M 4X2(URBANO) DIES.

355000 350000

328000

280000

255000

235000

215300

190000

178800

8.120OD 4X2(Rodov.) Dies.

210000 -

190000

180000

172600

160000

148000

130000

118800

GRANELEIRO 4e

108800 106080

96000

85280

77280

72800

67520

62080

52160

O-500RS 4X2(RODOV.) DIES.

500000 490000

453000

400000

350000

328800

290000

268800

250000

8.120OD 4X2(Urbano) Dies.

190000 -

180000

165500

153300

140300

128800

118800

101800

TANQUE 4e

180200 174080

150960

133110

116620

107610

99110

94860

88910

O-500RSD 6X2(Rodov.) 3e Dies.

525000 510000

478000

425000

370000

348800

328000

300000

280000

8.150EOD 4X2(Rodov.) Dies.

215000 -

196000

190000

180000

163300

150000

133000

120000

O-500RSDD 8X2(Rodov.) 4e Dies.

514000 500000

475000

450000

420000

-

-

-

-

8.150EOD 4X2(Urbano) Dies.

195000 -

186000

173000

166000

150000

133000

120000

105300

O-500U 4X2(Urbano) Dies.

405000 390000

370000

335000

288000

273000

248800

225000

200000

8.150OD 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

105600

CARRETA REBOQUE

IVECO DAILY IVECO DAILY CITY CLASS 70C16(Escolar) Dies.

180000 -

156800

140000

125800

110000

-

-

-

CARGA SECA 3e

42000

40810

35560

32410

31220

29960

28000

26600

25060

IVECO FRATELLO

DOLLY 2e

33000

32065

27940

25465

24530

23540

22000

20900

19690

35.10(Executivo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OF-1218 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

278000

255000

230000

223100

-

-

-

8.150OD 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

92664

FURGAO(Aluminio) 3e

43440

41280

38160

35160

32400

28800

26760

24960

23760

35.10(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OF-1218 4X2(Urbano) Dies.

-

-

253000

233000

216300

188000

182360

-

-

8.150ODC 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

132000

GRANELEIRO 3E

51000

49725

45000

39975

36225

34125

31650

29100

24450

IVECO SCUDATO

OF-1417 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

8.150ODC 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

115830

TANQUE 3e

68900

66560

57720

50895

44590

41145

37895

36270

33995

59.12(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OF-1418 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

268800

245500

230000

210000

190000

170000

138000

8.150ODM 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

128040

60.12(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OF-1418 4X2(Urbano) Dies.

-

-

240000

210000

178800

160000

148000

135000

126300

8.150ODM 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

112355

OF-1721 4X2(Rodov.) Dies.

413400 400000

378000

328000

-

-

-

-

-

VOLKSWAGEN ONIBUS

CARRETA RODOTREM BASCULANTE 6e

154250 147740

133090

123000

118180

113390

107860

103000

98980

IVECO SCUDATO CITY CLASS

CARGA SECA 6e

132960 124376

109376

100376

96976

93376

87776

83776

75488

60.13(Escolar) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

77800

71300

OF-1721 4X2(Urbano) Dies.

365000 350000

330000

290000

-

-

-

-

-

15.180EOD 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

138000

CARREGA TUDO 6e

190650 184500

168715

150060

136940

125665

116850

107215

97580

60.13(Executivo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

94800

90000

OF-1722M 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

310000

263000

243000

228300

200000

188000

170000

15.180EOD 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

92800

FURGAO FRIGORIFICO 6e

397000 350600

332000

308000

283200

264000

246800

229600

207200

60.13(Turismo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

83800

80000

OF-1722M 4X2(Urbano) Dies.

-

-

240000

212000

188000

163000

138800

122000

110000

15.190EOD 4X2(Rodov.) Dies.

255000 -

238800

213800

188800

173000

160000

148000

-

FURGAO(Aluminio) 6e

152040 144480

133560

123060

113400

100800

93660

87360

83160

60.13(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

71500

67800

OH-1417 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

15.190EOD 4X2(Urbano) Dies.

225000 -

203000

185800

168800

150000

132000

108800

-

FURGAO(Isotermico) 6e

243600 194880

178640

151438

138040

128702

120988

111244

106778

OH-1417 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.210EOD 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

148000

FURGAO(Lonado) 6e

159600 153930

147000

140280

130620

121380

112140

102480

97230

A-5(ESCOLAR) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1418 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

133860

17.210EOD 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

108000

GRANELEIRO 6e

142800 139230

126000

111930

101430

95550

88620

81480

68460

A-5(Executivo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1418 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

122511

17.210OD 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

PORTA CONTEINER 6e

121000 118360

107800

99660

88000

80960

73920

68860

63360

A-5(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1518 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

274176

250410

234600

214200

207774

-

-

17.210OD 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

TANQUE 6e

212000 204800

177600

156600

137200

126600

116600

111600

104600

A-6(ESCOLAR) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1518 4X2(Urbano) Dies.

-

-

244800

214200

182376

163200

158304

-

-

17.230EOD 4X2(Rodov.) Dies.

275000 -

250000

230000

215800

188000

173000

160000

-

A-6(Executivo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1621LE 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.230EOD 4X2(Urbano) Dies.

245000 -

228800

215300

183300

170000

148800

120000

-

CARRETA SEMI-REBOQUE

MARCOPOLO VOLARE

BASCULANTE 2e

63800

60544

55704

51920

49808

47784

45936

44000

42768

A-6(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1621LE 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.230EOD V-TRONIC 4X2(Rodov.) Dies.

285000 -

265000

243000

228800

-

-

-

-

BASCULANTE 3e

72500

68800

63300

59000

56600

54300

52200

50000

48600

A-8(Esc.Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1622L 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

300000

278800

250000

-

-

-

-

17.230EOD V-TRONIC 4X2(Urbano) Dies.

265000 -

243800

220000

196000

-

-

-

-

BOIADEIRO 2e

79000

76300

70000

58800

50000

44300

41800

38000

36000

A-8(ESCOLAR) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1622L 4X2(Urbano) Dies.

-

-

270000

248000

220000

-

-

-

-

17.240OT 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

CARGA SECA 2e

52800

51304

44704

40744

39248

37664

35200

33440

31504

A-8(EXECUTIVO) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1628 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.240OT 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

CARGA SECA 3e

60000

58300

50800

46300

44600

42800

40000

38000

35800

A-8(Lot.Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1628L 4X2(RODOV.) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.260EOD 4X2(Rodov.) Dies.

300000 -

278000

269660

-

-

-

-

-

CARREGA TUDO 2e

81840

79200

72424

64416

58784

53944

50160

46024

41888

A-8(Lotacao) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OH-1628L 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.260EOD 4X2(Urbano) Dies.

255000 -

238000

230860

-

-

-

-

-

CARREGA TUDO 3e

93000

90000

82300

73200

66800

61300

57000

52300

47600

A-8(Urb.Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.260EOD V-TRONIC 4X2(RODOV.) DIES.

310000 -

288000

279360

-

-

-

-

-

CEGONHEIRA 1e

96300

92880

83700

67500

61920

55800

48870

45900

43920

DW-9 FLY(Escolarbus) Dies.

206200 -

190000

184300

-

-

-

-

-

3100 THUNDER(URBANO C/AR) DIES. 2P

300850 -

-

242000

-

-

-

-

-

17.260EOD V-TRONIC 4X2(URBANO) DIES.

290000 -

268800

260736

-

-

-

-

-

CEGONHEIRA 2e

107000 103200

93000

75000

68800

62000

54300

51000

48800

DW-9 FLY(Executivo) Dies.

212200 -

193000

187210

-

-

-

-

-

3100 THUNDER(URBANO) DIES. 2P

273500 -

-

220000

-

-

-

-

-

17.260EOT 4X2(Rodov.) Dies.

315000 -

288000

260000

238000

210000

190000

182300

170000

FURGAO FRIGORIFICO 2E

174680 154264

146080

135520

124608

116160

108592

101024

91168

DW-9 FLY(Fretamento) Dies.

207200 -

190000

184300

-

-

-

-

-

17.260EOT 4X2(Urbano) Dies.

290000 -

262000

223000

200000

188000

160000

150000

138000

FURGAO FRIGORIFICO 3e

198500 175300

166000

154000

141600

132000

123400

114800

103600

DW-9 FLY(Urbano) Dies.

206100 -

189000

183330

-

-

-

-

-

F-250 HB 4X2 HZ(Rodov.) Dies. 1P

340000 -

320000

310400

-

-

-

-

-

17.260EOT V-TRONIC 4X2(Rodov.) Dies.

325000 -

298000

270000

250000

-

-

-

-

FURGAO(ALUMINIO) 2E

65160

61920

57240

52740

48600

43200

40140

37440

35640

DW-9(RODOV.) DIES.

-

-

193000

178800

173436

-

-

-

-

F-250 HB 4X2 HZ(Urbano) Dies. 2P

280000 -

265800

257826

-

-

-

-

-

17.260EOT V-TRONIC 4X2(URBANO) DIES.

295000 -

268000

228800

210000

-

-

-

-

FURGAO(Aluminio) 3e

72400

68800

63600

58600

54000

48000

44600

41600

39600

V-5(Escolar) Dies.

156000 -

140000

123000

110000

102300

92800

83800

80300

K-250 4X2 IB(Urbano/Aut.) Dies. 2P

360000 -

328000

318160

-

-

-

-

-

18.310OT 4X2(RODOV.) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

176000

FURGAO(ISOTERMICO) 2E

102000 81600

74800

63410

57800

53890

50660

46580

44710

V-5(Executivo) Dies.

158000 -

142000

128800

115300

106800

98000

90000

84600

K-250 4X2 UB(URBANO/AUT.) DIES. 2P

370000 -

334300

324271

-

-

-

-

-

18.320EOT 4X2(Rodov.) Dies.

315000 -

283000

263000

240000

228000

203000

190000

180000

FURGAO(Isotermico) 3e

120000 96000

88000

74600

68000

63400

59600

54800

52600

V-5(Lotacao) Dies.

156000 -

138800

120000

106800

95800

90000

85300

78800

K-310 4X2 IB(Rodov.) Dies. 2P

350000 -

328000

318160

-

-

-

-

-

FURGAO(Lonado) 2e

71440

68902

65800

62792

58468

54332

50196

45872

43522

V-5(VIP) Dies.

-

-

135000

125800

110000

103300

94800

90000

83300

K-310 6X2 IB 3e(Urbano/Aut.) Dies. 2P

360000 -

338800

328636

-

-

-

-

-

B-420R 8X2(Rodov.) 4e Dies. 1P

520000 -

490000

-

-

-

-

-

-

FURGAO(Lonado) 3e

76000

73300

70000

66800

62200

57800

53400

48800

46300

V-6(Escolar) Dies.

162200 -

148800

135000

126800

118000

110000

100000

91800

K-360 4X2 IB(Rodov.) Dies. 1P

390000 -

368100

357057

-

-

-

-

-

B-450R 6X2(Rodov.) 3e Dies. 1P

530000 -

500000

-

-

-

-

-

-

GRANELEIRO 2e

57800

56355

51000

45305

41055

38675

35870

32980

27710

V-6(Executivo) Dies.

165300 -

150000

138800

130000

120000

112800

106000

96400

K-360 6X2 IB 3e(Rodov.) Dies. 1P

400000 -

378000

366660

-

-

-

-

-

B-450R 8X2(Rodov.) 4e Dies. 1P

550000 -

518800

-

-

-

-

-

-

NEOBUS NEOSTAR

SCANIA

-

VOLVO

48300

45500

42200

38800

32600

V-6(Lotacao) Dies.

162200 -

143000

134000

126000

118000

110000

100000

90800

K-400 4X2 IB(Rodov.) Dies. 1P

430000 -

350000

339500

-

-

-

-

-

VOLVO ONIBUS

PORTA CONTEINER 2e

46750

45730

41650

38505

34000

31280

28560

26605

24480

V-6(VIP) Dies.

-

-

142000

138000

127300

120000

112300

102800

93000

K-400 6X2 IB 3e(Rodov.) Dies. 1P

450000 -

380000

368600

-

-

-

-

-

B-10M 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

PORTA CONTEINER 3e

55000

53800

49000

45300

40000

36800

33600

31300

28800

V-8(Esc.Longo) Dies.

173600 -

159000

144000

132000

122000

113300

101000

95000

K-400 8x2 IB 4e (Rodov.) Dies. 1P

520000 -

458000

-

-

-

-

-

-

B-10M 4X2(URBANO) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

SILO RODOVIARIO 2e

99450

93500

85000

78880

73355

66980

55250

51000

46580

V-8(Escolar) Dies.

171800 -

158800

144800

131000

120000

112000

100000

94800

K-440 4X2 IB(Rodov.) Dies. 1P

450000 -

395000

383150

-

-

-

-

-

B-10M 6X2(Rodov.) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

SILO RODOVIARIO 3e

117000

110000

100000

92800

86300

78800

65000

60000

54800

V-8(Exec.Longo) Dies.

183855 -

169050

154140

141750

129990

120750

108150

102480

K-440 6X2 IB 3e(Rodov.) Dies. 1P

490000 -

420000

407400

-

-

-

-

-

B-10R 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

TANQUE 2e

90100

87040

75480

66555

58310

53805

49555

47430

44455

V-8(Executivo) Dies.

175100 -

161000

146800

135000

123800

115000

103000

97600

K-440 8X2 IB (Rodov.) 3e Dies. 1P

590000 -

520000

-

-

-

-

-

-

B-10R 6X2(Rodov.) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

TANQUE 3e

106000 102400

88800

78300

68600

63300

58300

55800

52300

V-8(Lot.Longo) Dies.

174400 -

160000

144800

133000

123800

114000

102300

96300

SCANIA ONIBUS

B-12R 4X2(Eletr.)(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

270720

256620

244400

V-8(Lotacao) Dies.

173200 -

158800

143800

130000

121000

112800

100000

94300

F-230 4X2(Urbano) Dies.

285000 -

270000

258000

230000

210000

-

-

-

B-12R 6X2(ELETR.)(RODOV.) 3E DIES.

-

-

-

338300

325000

305300

288000

273000

260000

3e

125000 122800

117300

110000

103800

-

-

-

-

V-8(Urb.Longo) Dies.

180000 -

165000

150000

137300

125000

115800

104300

99000

F-270 4X2 B(Rodoviario) Dies.

360000 -

340000

320000

278000

-

-

-

-

B-270F 4X2(Rodov.) Dies.

369000 -

328000

308000

298760

-

-

-

-

3e(C/Pneus)

137960 130576

125076

117776

111576

-

-

-

-

V-8(Urbano) Dies.

176600 -

163800

148800

135000

123800

114300

103800

98000

F-270 4X2 B(Urbano) Dies.

330000 -

312000

273000

250000

-

-

-

-

B-270F 4X2(Urbano) Dies.

324500 -

290000

273000

264810

-

-

-

-

V-8(VIP) Dies.

-

-

156400

145800

135000

125600

118000

108300

98800

F-270 6X2 B(Rodoviario) 3e Dies.

380000 -

360000

343000

312000

-

-

-

-

B-290R 4X2(RODOV.) DIES.

424900 -

378800

358000

347260

-

-

-

-

GRANELEIRO 3e

68000

66300

60000

53300

SEMI-REBOQUE BASCULANTE SLIDER

SEMI-REBOQUE CARREGA TUDO SEMI-REBOQUE CARREGA TUDO 4e

150000 148300

139000

-

-

-

-

-

-

W-8 FLY(ESCOLARBUS) DIES.

205000 -

186000

180420

-

-

-

-

-

F-270 6X2 B(Urbano) 3e Dies.

350000 -

330000

308800

266000

-

-

-

-

B-290R 4X2(URBANO) DIES.

407000 -

340000

318800

309236

-

-

-

-

SEMI-REBOQUE CARREGA TUDO 4e(C/Pneus)

167280 158668

149368

-

-

-

-

-

-

W-8 FLY(EXECUTIVO) DIES.

210000 -

191300

185561

-

-

-

-

-

F-94 4X2 HB(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

210000

B-340R 4X2(RODOV.) DIES.

440000 -

400000

378000

366660

-

-

-

-

W-8 FLY(Fretamento) Dies.

198300 -

183300

177801

-

-

-

-

-

K-124 4X2 IB 360(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

305000

280000

B-380R 4X2(RODOV.) DIES.

450000 -

410000

388000

376360

-

-

-

-

SEMI-REBOQUE TANQUE INOX 3e

168000 163800

140000

118200

101800

94800

88500

83300

78800

W-8(ESCOLAR) DIES.

-

-

153000

146300

138000

128300

118000

108000

100000

K-124 6X2 IB 360(Rodov.) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

329400

302400

B-380R 6X2(Rodov.) 3e Dies.

490000 -

450000

430000

417100

-

-

-

-

3e(C/Pneus)

180960 171576

147776

125976

109576

102576

96276

91076

82688

W-8(EXECUTIVO) DIES.

-

-

170000

158000

148800

140000

128800

118300

110000

K-230 4X2 LB(Urbano/Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

260000

243000

228000

221160

B-420R 6X2(Rodov.) 3e Dies.

500000 -

468000

450000

436500

-

-

-

-

W-8(Lotacao) Dies.

-

-

154000

147800

140000

130000

120000

112000

103000

K-230 4X2 NB(Urbano/Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

280000

265000

258000

250260

B-7R 4X2(Aut.)(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

AGRALE MA 8.7 4X2(E-Mec)(Urbano) Dies. 2P

184000 -

170000

-

-

-

-

-

-

W-8(URBANO) DIES.

-

-

148000

139000

129800

120000

112300

100000

93700

K-270 4X2 NB(Rodov.) Dies.

365000 -

343000

328800

300000

270000

258800

238300

231151

B-7R 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

300000

288000

278000

250000

230000

200000

4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies. 1P

194000 -

180000

-

-

-

-

-

-

W-8(VIP) DIES.

-

-

170000

158800

147800

138000

130000

122000

112000

K-270 6X2 LB(Urbano/Aut.) Dies.

400000 -

368000

338000

320000

290000

270000

-

-

B-7R 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

10.0 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

225000 -

200000

173000

160000

153000

148800

144336

-

W-9 FLY(Escolarbus) Dies.

206800 -

190000

184300

-

-

-

-

-

K-270 6X2 NB(Urbano/Aut.) Dies.

430000 -

390000

370000

340000

318800

285000

-

-

B-9R 4X2(Eletr.)(Rodov.) Dies.

-

-

-

320000

300000

288000

273000

-

-

10.0 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

224000 -

200000

168800

156800

149000

142000

137740

-

W-9 FLY(Executivo) Dies.

212200 -

195000

189150

-

-

-

-

-

K-310 4X2 NB(Rodov.) Dies.

370000 -

348000

330000

308800

273800

260000

240000

232800

350(Chassi) 2.4TDCi Dies. 2P

69000

-

65800

60000

56800

-

-

-

-

12.0 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

263000 -

235000

200000

180000

170000

160000

152300

148800

W-9 FLY(FRETAMENTO) DIES.

229000 -

208800

202536

-

-

-

-

-

K-310 6X2 LB(Urbano/Aut.) Dies.

-

-

-

-

332500

304000

-

-

CHASSI 350 2.2 TDCi Dies. 2P

79000

-

78000

-

-

-

-

-

-

12.0 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

231440 -

206800

176000

158400

149600

140800

134024

130944

W-9 FLY(LIMOUSINE) DIES.

261500 -

240000

232800

-

-

-

-

-

K-310 6X2 NB(Urbano/Aut.) Dies.

470000 -

430000

410000

380000

350000

320000

-

-

15.0 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

288000 -

258000

220000

200000

188800

175000

169750

-

W-9 FLY(Urbano) Dies.

229000 -

208300

202051

-

-

-

-

-

K-340 4X2 NB(Rodov.) Dies.

380000 -

360000

340000

320000

288000

253000

238000

230860

FORD TRANSIT FURGAO

15.0 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

244800 -

219300

187000

170000

160480

148750

144287

-

W-9(Escolar) Dies.

-

-

155000

148800

140000

133800

128800

120000

112300

K-380 4X2 NB(Rodov.) Dies.

400000 -

378000

358000

330000

296000

270000

250000

242500

330(Curto) 2.4TDCi Dies. 3P

74000

-

67300

63800

58800

56000

54320

-

-

7.5 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

116185

W-9(Executivo) Dies.

-

-

175000

163000

153300

140000

133800

125000

118800

K-380 6X2 NB(Rodov.) 3e Dies.

420000 -

390000

378000

353000

330000

290000

268100

260057

350(Longo) 2.4TDCi Dies. 3P

83000

-

78800

72300

66800

61456

59612

-

-

7.5 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

114000

W-9(Lotacao) Dies.

-

-

158000

150000

143800

135300

130000

123300

115000

K-380 6X2-4 B(RODOV.) 3E DIES.

450000 -

428000

415000

373000

-

-

-

-

CURTO 330 2.2 TDCi Dies. 3P

82000

-

81000

-

-

-

-

-

-

7.5T 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

W-9(Urbano) Dies.

-

-

150000

146300

140000

132200

127300

120000

112000

K-420 6X2 NB(RODOV.) 3E DIES.

470000 -

410000

378000

358000

338000

310000

280000

271600

LONGO 350 2.2 TDCi Dies. 3P

96500

-

95500

-

-

-

-

-

-

7.5T 4X2(Rodov.)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

W-9(VIP) DIES.

-

-

188000

178300

168800

155000

146000

138000

128800

K-420 8X2 NB(Rodov.) 4e Dies.

500000 -

450000

410000

380000

368000

335000

300000

291000

FORD TRANSIT VAN

7.5T 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

V-5 (Fretamento) Dies. 2P

156000 -

140000

-

-

-

-

-

-

K-94 4X2 IB 310 NB (Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

268000

BUS 350 2.2 TDCi Dies. 4P

98000

-

97000

-

-

-

-

-

-

7.5T 4X2(Urbano)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

V-6 (Fretamento) Dies. 2P

162200 -

148800

-

-

-

-

-

-

L-94 4X2 IB(URBANO) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

BUS 350 2.4TDCi Dies. 4P

90000

-

87300

82300

73000

67160

65145

-

-

7.9 4X2(E-Mec)(Rodov.) Dies.

185000 -

173000

158000

148000

140000

133000

125800

118000

V-8 (Fretamento Longo) Dies. 1P

187056 -

171720

-

-

-

-

-

-

7.9 4X2(E-Mec)(Urbano) Dies.

175000 -

163000

148800

136800

130500

122300

110800

103300

(Fretamento) Dies. 2P

173200 -

159000

-

-

-

-

-

-

8.5 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

190000 -

180000

162300

153000

148000

138800

130000

122300

8.5 4X2(E-Tronic)(Rodov.)(Aut.) Dies.

200000 -

190000

168000

158000

152300

143800

135500

130000

4X2(Rodov.) Dies. 1P

8.5 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

180000 -

170000

160000

150000

143000

136000

128800

120000

MERCEDES-BENZ MICROONIBUS

8.5 4X2(E-Tronic)(Urbano)(Aut.) Dies.

194000 -

179000

159000

148800

141000

135000

127000

119000

LO-712 4X2(Rodov.) Dies.

210000 -

195000

168800

158800

145000

130000

119800

8.5T 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-712 4X2(Urbano) Dies.

205000 -

185300

163000

142200

130000

118800

8.5T 4X2(Rodov.)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-812 4X2(Rodov.)(N.Serie) Dies.

190000 -

178000

160000

152300

140000

8.5T 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-812 4X2(Urbano)(N.Serie) Dies.

205000 -

183300

163000

141800

8.5T 4X2(Urbano)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-814 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

8.5T SUPER 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-814 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

8.5T SUPER 4X2(Rodov.)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-914 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

8.5T SUPER 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-914 4X2(Urbano) Dies.

-

-

8.5T SUPER 4X2(Urbano)(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LO-915 4X2(RODOV.) DIES.

-

FORD

FORD CARGO

VOLKSWAGEN 15.190 OD 4X2(Rodov.) Dies. 1P

285000 -

265000

-

-

-

-

-

-

C-1217 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

15.190 OD 4X2(Urbano) Dies. 2P

245000 -

230000

-

-

-

-

-

-

C-1217 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.230 OD 4X2(Rodov.) Dies. 1P

305000 -

280000

-

-

-

-

-

-

C-1317 CN 4X2 DIES.

-

-

110000

106700

-

-

-

-

-

17.230 OD 4X2(Urbano) Dies. 2P

278000 -

263000

-

-

-

-

-

-

C-1317-E 4X2 Dies.

-

-

-

93800

88300

85800

83300

80000

77010

108800

17.280 OT 4X2 (Urbano) Dies. 2P

295000 -

280000

-

-

-

-

-

-

C-1317-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

75500

102300

90000

17.280 OT 4X2(Rodov.) Dies. 1P

379500 -

352000

-

-

-

-

-

-

C-1317-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

79275

123000

115800

108800

17.280 OT 4X2(Rodov.) Dies. 1P

351900 -

326400

-

-

-

-

-

-

C-1417 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

129000

117300

101800

90300

17.280 OT 4X2(Urbano) Dies. 2P

300900 -

285600

-

-

-

-

-

-

C-1417 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.280 OT 4X2(Urbano) Dies. 2P

345000 -

320000

-

-

-

-

-

-

C-1517 CN 4X2 DIES.

-

-

120000

116400

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.280 OT V-TRONIC 4X2 (Rodov.) Dies. 1P

348450 -

323200

-

-

-

-

-

-

C-1517-E 4X2 Dies.

-

-

-

108800

100000

93800

88800

85000

78540

-

-

-

-

-

-

17.280 OT V-TRONIC 4X2(Urbano) Dies. 2P

297950 -

282800

-

-

-

-

-

-

C-1517-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

77000

-

-

-

-

-

-

-

18.330 OT 4X2(Rodov.) Dies. 1P

340000 -

320000

-

-

-

-

-

-

C-1517-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

80850

235000 -

215800

190000

178800

160000

148800

132000

120000

5.150 OD 4X2(Rodov.) Dies. 1P

210000 -

190000

-

-

-

-

-

-

C-1521 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

80000

MERCEDES-BENZ LO-916 295000 290000

270000

-

-

-

-

-

-

9.2 4X2(E-Tronic)(Rod.)(Aut.) Dies.

240000 -

218800

188800

168300

158300

150000

140000

132300

LO-915 4X2(Urbano) Dies.

215000 -

188800

170000

160000

146300

133000

120000

108800

5.150 OD 4X2(Urbano.) Dies. 2P

190000 -

170000

-

-

-

-

-

-

C-1521 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

84000

9.2 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

225000 -

200000

178800

160800

154800

145500

133800

128000

O-500M BUGGY 4X2(Rodov.) Dies. 1P

375000 370000

350000

339500

-

-

-

-

-

8.160 OD 4X2(Rodov.) Dies. 1P

220000 -

200000

-

-

-

-

-

-

C-1717 CN 4X2 DIES.

-

-

128300

124451

-

-

-

-

-

9.2 4X2(E-Tronic)(Urb.)(Aut.) Dies.

216000 -

196920

169920

151470

142470

135000

126000

119070

O-500M BUGGY 4X2(Urbano) Dies. 2P

335000 330000

310000

300700

-

-

-

-

-

8.160 OD 4X2(Urbano) Dies. 2P

200000 -

189000

-

-

-

-

-

-

C-1717 CN 6X2 3E DIES.

-

-

130000

126100

-

-

-

-

-

9.2 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

-

-

-

163000

148800

139300

130000

123300

118800

O-500MA 6X2(Rodov.) 3e Dies. 1P

430000 420000

400000

-

-

-

-

-

-

9.160 OD 4X2(Rodov.) Dies. 1P

245000 -

230000

-

-

-

-

-

-

C-1717 CNL 4X2 DIES.

-

-

132800

128816

-

-

-

-

-

9.2 GREEN 4X2(E-Tronic)(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

149865

137814

131840

O-500MA 6X2(Urbano) 3E Dies. 2P

400000 390000

370000

-

-

-

-

-

-

9.160 OD 4X2(Urbano) Dies. 2P

230000 -

218000

-

-

-

-

-

-

C-1717-E 4X2 Dies.

-

-

-

110000

100000

94000

90000

86800

82160

9.2 GREEN 4X2(E-Tronic)(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

133900

126999

122364

O-500R 4X2(Rodov.) Dies. 1P

415000 410000

380000

358000

320000

290000

273000

255000

243000

VOLKSWAGEN MICROONIBUS

C-1717-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

79000

9.2T 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

O-500UA 6X2(Urbano) 3E Dies. 2P

415000 410000

383000

-

-

-

-

-

-

9.150EOD 4X2(Rodov.) Dies.

240000 -

228000

202000

183300

168000

153000

135000

123000

C-1717-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

82950

9.2T 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

OF-1219 4X2(Rodov.) Dies. 1P

384000 380000

355000

-

-

-

-

-

-

9.150EOD 4X2(Urbano) Dies.

219000 -

200000

183000

165000

148000

130000

105000

88900

C-1721-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

82000

OF-1219 4X2(Urbano) Dies. 1P

344000 340000

310000

-

-

-

-

-

-

9.150OD 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-1721-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

86100

AGRALE MT MICROONIBUS 12.0 4X2 LE(E-Tronic)(Rod.)(Aut.) Dies.

265000 -

238800

208800

183300

172000

163000

155800

150000

OF-1519 4X2(Rodov.) Dies. 1P

395000 390000

365000

-

-

-

-

-

-

9.150OD 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-1722 CN 4X2 DIES.

-

-

130000

126100

-

-

-

-

-

12.0 4X2 LE(E-TRONIC)(RODOV.) DIES.

255000 -

228300

188000

177000

166000

156300

148800

143000

OF-1519 4X2(Urbano) Dies. 1P

361500 359000

335000

-

-

-

-

-

-

9.150ODC 4X2(Rodov.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

105300

C-1722-E 4X2 Dies.

-

-

-

115000

108800

98800

95300

90000

87006

12.0 4X2 LE(E-Tronic)(Urb.)(Aut.) Dies.

252560 -

227040

202400

192544

165440

149600

142560

139744

OF-1724 4X2(Rodov.) Dies. 1P

421600 410000

380000

-

-

-

-

-

-

9.150ODC 4X2(Urbano) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

77400

C-1722-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

85300

12.0 4X2 LE(E-Tronic)(Urbano) Dies.

234600 -

210036

172960

162840

152720

143796

136896

131560

OF-1730 4X2(Rodov.) Dies. 1P

-

365000

354050

-

-

-

-

-

9.150ODM 4X2(Rodov.) Dies.

225500 -

218000

190000

178000

158800

147000

128800

117000

C-1722-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

89565

12.0 4X2 SB(E-Tronic)(Rod.) Dies.

258000 -

230000

190000

178800

168300

158800

150000

146600

MERCEDES-BENZ ONIBUS

9.150ODM 4X2(Urbano) Dies.

200000 -

195000

167000

152000

139000

123300

98000

86000

C-1731-T 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

12.0 4X2 SB(E-TRONIC)(ROD.)(AUT.) DIES.

264000 -

238000

207300

182000

171000

162000

154000

149300

O-400RSD 6X2(Rodov.) Dies.

C-1731-T 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

VOLKSWAGEN MINIBUS


2011

2010

2009

2012

2011

C-1832-E 4X2 Dies.

VEICULOS -

0KM -

2013 -

2012

142000

135500

131435

-

2009 -

2007 -

2006

915-C(Accelo) 4X2 Dies.

VEICULOS

120000 -

0KM

2013

110000

100000

94000

2010

91300

2009

86300

2009

83800

2007

79000

2006

40.13(Ch.Curto) Dies.

VEICULOS

0KM

2013

2012

2011

2010

2009

2009

2007

2006

C-1932 CN 4X2 DIES.

-

-

155000

150350

-

-

-

-

-

915-E(ChassiAE) 4X2 Dies.

125000 -

112800

103800

97800

94800

90000

86000

-

IVECO DAILY VETRATO

C-1932 R 4X2 DIES.

-

-

170000

164900

-

-

-

-

-

L1218 El 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-2421 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

93300

L1218 El 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-2422 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

95166

L1318 4X2 Dies.

124000 -

112800

103300

98800

94000

92300

90000

C-2422 CN 6X2 3E DIES.

-

-

153000

148410

-

-

-

-

-

L1418 El 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

C-2422-E 6X2 3e Dies.

-

-

-

138000

126300

118000

110000

100000

96900

L1418 El 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-2428 CN 6X2 3E DIES.

-

-

160000

155200

-

-

-

-

-

L1620 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

13000TD 4X2 Dies.

-

-

112800

97800

91300

82600

78800

74072

-

C-2428-E 6X2 3e Dies.

-

-

-

145000

133000

126300

119800

110000

102000

L1620 6X2 3e Dies.

161000 -

150000

140000

134800

130000

128000

118800

110000

13000TD 6X2 3e Dies.

-

-

119568

103668

96778

87556

83528

78516

-

C-2622 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

97300

L1620 El 6X2 3e Dies.

176000 -

160000

150000

145000

140000

135800

-

-

6000D-RD 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

44982

C-2622 CN 6X4 3E DIES.

-

-

168100

163057

-

-

-

-

-

L1622 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

6000D-RD(CD) 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

C-2622-E 6X4 3e Dies.

-

-

-

142000

130000

122300

115800

108800

100000

L1622 6X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

6000D-RS 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

C-2626 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

110000

L2638 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

160000

6000E-MEC 4X2 Dies.

-

-

78000

70000

63000

58800

56300

C-2628 CN 6X4 3E DIES.

-

-

172000

166840

-

-

-

-

-

1016 (Accelo)4X2 Dies. 2P

118000

-

108800

-

-

-

-

-

-

AGRALE 10000

C-2628-E 6X4 3e Dies.

-

-

-

160000

146600

135000

128800

118800

112000

1319 (Atron)4X2 Dies. 2P

140000 -

128800

-

-

-

-

-

-

4X2 Dies. 2P

VEICULOS

0KM

2013

2012

2011

2010

2009

2009

2007

2006

IVECO EUROTECH

-

-

-

-

-

-

-

59000

55000

MP450E37 4X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

130800

45S16 Dies.

-

-

88800

83600

78800

75300

73041

-

-

TZ740E42 6X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

143000

45S17 Dies. 2P

115000

110800

107476

-

-

-

-

-

-

IVECO EUROTRAKKER

85800

55C16 Dies.

-

-

93000

88000

82300

78800

75400

70876

-

380T38 6X4 3e Dies. 2P

300000 -

280000

270000

262000

251000

242000

231200

217000

-

55C17 Dies. 2P

125000 118800

115236

-

-

-

-

-

-

720T42 6X4 3e Dies. 2P

310000 -

290000

282000

274000

263000

256000

242000

229000

450S33T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

200000 194000

188180

-

-

-

-

-

-

460S36T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

210000 209000

202730

-

-

-

-

-

-

490S36T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

220600 203300

197201

-

-

-

-

-

-

47628

490S40T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

251200 243000

235710

-

-

-

-

-

-

-

44100

490S44T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

280700 270800

262676

-

-

-

-

-

-

53800

40000

500S33T(T.Baixo) 6X2 3e Dies. 2P

290000 280800

272376

-

-

-

-

-

-

530S36T(T.Baixo) 6X2 3e Dies. 2P

311540

300800

291776

-

-

-

-

-

-

600S40T 6X2 3e Dies. 2P

299000 290000

281300

-

-

-

-

-

-

IVECO STRALIS

AGRALE

140700 132000

118800

-

-

-

-

-

-

C-2631 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

120000

1419 (Atego)4X2 Dies. 2P

146000 -

138800

134636

-

-

-

-

-

AGRALE 14000

600S44T 6X2 3e Dies. 2P

305400 295000

286150

-

-

-

-

-

-

C-2632-E 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

140000

130000

123800

1635-S (Atron)4X2 Dies. 2P

238200 -

225800

-

-

-

-

-

-

4X2 Dies. 2P

167600 158000

135000

-

-

-

-

-

-

740S42TZ TB 6X4 3e Dies. 2P

-

-

-

270000

259200

-

-

-

C-2831 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

135000

1719 (Atego)4X2 Dies. 2P

157000 -

148800

-

-

-

-

-

-

6X2 3e Dies. 2P

191800 183000

160000

-

-

-

-

-

-

800S48TZ 6X4 3e Dies. 2P

350000 339000

328830

-

-

-

-

-

-

C-2932-E 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

158000

148300

140000

1726 (Atego)4X2 Dies. 2P

162000 -

158000

-

-

-

-

-

-

AGRALE 6500

800S48TZ(T.Alto) 6X4 3e Dies. 2P

360000 349000

338530

-

-

-

-

-

-

C-3132 CN 6X4 3E DIES.

-

-

200000

194000

-

-

-

-

-

1729-S (Atego)4X2 Dies. 2P

193000 -

182000

176540

-

-

-

-

-

(RS) 4X2 Dies. 2P

HD 380 4X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

128000

118000

C-712-T 4X2 Dies.

88000

-

85600

76000

73000

68000

61000

56000

-

1933-S (Axor)4X2 Dies. 2P

213000 -

193000

178000

163800

155200

142000

136800

128000

AGRALE 8700

HD 450S38T 4X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

144000

138200

133000

124000

C-815-E 4X2 Dies.

-

-

87800

83300

78800

76300

74500

72800

66708

2035-S (Axor)4X2 Dies. 2P

255000 -

228000

200000

185000

163300

150000

143800

138800

4X2 Dies. 2P

133600 128800

108300

-

-

-

-

-

-

HD 450S42T 4X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

141200

134600

C-815-S 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

65400

2036-S (Axor)4X2 Dies. 2P

265000 -

240000

232800

-

-

-

-

-

TR 4X2 Dies. 2P

138300 130000

112800

-

-

-

-

-

-

HD 490S38T 4X2 Dies. 2P

-

-

-

180000

173000

168800

164300

151156

-

C-815-S 4X2(VUC) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

66054

2040-S (Axor)4X2 Dies. 2P

274000 -

238800

226300

210500

186000

163300

154000

148800

AGRALE MA MICROONIBUS

HD 490S38T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

-

-

-

185400

178190

173864

-

-

-

1319 CN 4X2 Dies. 2P

133000 128000

124160

-

-

-

-

-

-

2041 (Axor)4X2 Dies. 2P

265000 -

225000

-

-

-

-

-

-

7500TDX 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

47628

HD 490S41T 4X2 Dies. 2P

-

-

-

211751

185000

177600

-

-

-

1519 CN 4X2 Dies. 2P

147000 138000

133860

-

-

-

-

-

-

2044-S (Axor)4X2 Dies. 2P

295000 -

266800

255000

240000

224300

205800

185000

178000

8500E.III E-TRONIC (C.DUP) 4X2 DIES.

-

-

102629

88217

83304

78609

71512

65835

-

HD 490S42T 4X2 Dies. 2P

-

-

-

218103

190550

180000

172880

159049

-

1719 CN 4X2 Dies. 2P

152000 140000

135800

-

-

-

-

-

-

2324 (Atron)6X2 3e Dies. 2P

188000 -

178800

-

-

-

-

-

-

8500E.III E-TRONIC (C.EST) 4X2 DIES.

-

-

96820

83224

78589

74160

67465

62109

58710

HD 570S38T 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

218250

186300

180000

170000

163800

158000

1719 CNL 4X2 Dies. 2P

155000 142880

138593

-

-

-

-

-

-

2423-K 6X4 3e Dies. 2P

-

-

-

-

138800

130000

126300

120000

-

8500EURO III E-MEC 4X2 DIES.

-

-

94000

80800

76300

72000

65500

60300

57000

HD 570S41T 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

227950

220000

211200

-

-

-

1723 CN 4X2 Dies. 2P

161000 153800

149186

-

-

-

-

-

-

2425 (Atego)(Cab.Leito) 6x2 3e Dies. 2P

-

-

165900

157500

154140

149364

141347

132090

126000

8500TD 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

52038

HD 570S42T 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

234788

226600

210000

190000

182000

173300

1723 CNL 4X2 Dies. 2P

165000 155800

151126

-

-

-

-

-

-

2425 (Atego)6X2 3e Dies. 2P

-

-

158000

150000

146800

138300

132100

125800

120000

8500TR 4X2 DIES.

-

-

86480

74336

72105

-

-

-

-

HD 740S42TZ 6X4 3e Dies. 2P

-

-

-

250260

240000

230400

-

-

-

1933 CN 4X2 Dies. 2P

186000 180000

174600

-

-

-

-

-

-

2426 (Atego)6X2 3e Dies. 2P

185000 -

178800

173436

-

-

-

-

-

9200EURO III E-TRONIC 4X2 DIES.

-

-

116900

112100

101100

84300

79000

75900

72000

HD 740S42TZ(T.Alto) 6X4 3e Dies. 2P

-

-

-

257767

250000

240000

230000

218800

190000

1933 CNL 4X2 Dies. 2P

203000 193880

188063

-

-

-

-

-

-

2429 (Atego)6X2 3e Dies. 2P

195000 -

188000

182360

-

-

-

-

-

9200TCA 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

68300

NR 490S38T 4X2 Dies. 2P

225000 -

215200

188000

180480

-

-

-

-

1933 CNT 4X2 Dies. 2P

190000 182300

176831

-

-

-

-

-

-

2533 (Axor)6X2 3e Dies. 2P

242000 -

208000

180000

172000

161600

156000

150200

140000

NR 490S38T(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

231750 -

221656

193640

185894

-

-

-

-

1933 CNTL 4X2 Dies. 2P

200000 192000

186240

-

-

-

-

-

-

2536-S (Axor)6X2 3e Dies. 2P

305000 -

258000

250260

-

-

-

-

-

4X2 SY1040 DVA Dies. 2P

NR 490S41T 4X2 Dies. 2P

235000 -

230000

218300

209568

-

-

-

-

1933 R 4X2 Dies. 2P

193000 185000

179450

-

-

-

-

-

-

2541-S (Axor)6X2 3e Dies. 2P

290000 -

258000

250260

-

-

-

-

-

EFFA-JMC

NR 490S46T 4X2 Dies. 2P

245000 -

240000

223800

214848

-

-

-

-

1933 R 4X2(CAB.LEITO) DIES. 2P

198000 191800

186046

-

-

-

-

-

-

2546-LS (Actros)(Conforto)6X2 3e Dies. 2P

306000 -

280000

258800

251036

-

-

-

-

N601 4X2 DIES.

58000

-

48800

43800

-

-

-

-

-

NR 570S38T 6X2 3e Dies. 2P

250000 -

244000

225000

216000

-

-

-

-

2423 CN 6X2 3e Dies. 2P

178000 170000

164900

-

-

-

-

-

-

2641 (Axor)6X4 3e Dies. 2P

305000 -

283000

-

-

-

-

-

-

N900 2.8 4X2 DIES. 2P

63000

-

56800

53300

-

-

-

-

-

NR 570S38T(T.Alto) 6X2 3e Dies. 2P

257500 -

251320

231750

222480

-

-

-

-

2423 CNL 6X2 3e Dies. 2P

189000 182300

176831

-

-

-

-

-

-

2646-LS (Actros)(Conforto)6X4 3e Dies. 2P

330000 -

300000

280000

268000

-

-

-

-

1031 4X2 Dies. 2P

76530

-

75500

-

-

-

-

-

-

NR 570S41T 6X2 3e Dies. 2P

265000 -

250200

235000

225600

-

-

-

-

2429 CN 6X2 3e Dies. 2P

183000 178800

173436

-

-

-

-

-

-

400000 -

370000

352000

341440

-

-

-

-

1051 4X2 Dies. 2P

96900

-

-

95900

-

-

-

-

-

NR 570S41T(T.Alto) 6X2 3e Dies. 2P

272950 -

257706

242050

232368

-

-

-

-

2429 CNL 6X2 3e Dies. 2P

193000 188800

183136

-

-

-

-

-

-

2646-LS (Actros)(Megaspace Plus)(Seguranca)8X4 4e Dies. 2P

-

NR 570S46T 6X2 3e Dies. 2P

272000 -

262200

240000

230400

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

106000

-

349200

-

207386

360000

107000 -

220000 213800

382000 -

1089 4X2 Dies. 2P

2623 CN 6X4 3e Dies. 2P

2646-S (Actros)(Conforto)6X4 3e Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

240000

-

-

250000

-

-

268600

222033

378300

280000 -

240000 228900

390000

NR 740S41T 6X4 3e Dies. 2P

2629 CN 6X4 3e Dies. 2P

425000 -

3133 CN 6X4 3e Dies. 2P

260000 248800

241336

-

-

-

-

-

-

5032 E 6X4 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

162000

157000

152000

6332 E 6X4 Dies. 2P

-

-

-

189000

182000

175000

166000

-

-

816 S 4X2 Dies. 2P

100000 92800

90016

-

-

-

-

-

-

FORD CARGO REBOCADOR C-1932 CNT 4X2 DIES.

-

-

163000

158110

-

-

-

-

-

C-3222-T 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

122000

C-4031 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

C-4331-S 4X2(MaxTon) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

113680

C-4331-T 4X2(MaxTon) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

116000

C-4432-E 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

126000

120000

C-4532-E 4X2 Dies.

-

-

-

152000

144000

141000

132000

128000

-

-

-

-

-

-

-

-

-

142000

F-12000 4X2(N.SERIE) DIES.

C-5031-T 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

66815

F-12000 6X2(N.Serie) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

70155

F-14000 4X2(N.Serie) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

76692

F-14000 6X2(N.Serie) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

80526

F-16000 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

F-16000 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

F-350 4X2 Dies.

73000

-

67500

65000

62500

60500

58140

55980

52290

F-350 4X2(C.Dup.) Dies.

85000

-

82800

75400

72500

70180

67442

64936

60656

F-4000 TB 4X4(N.Serie)(Cummins) Dies.

90000

-

84600

78832

75192

72592

67184

-

-

F-4000 TB TROPICAMPO 4X4(C.D)(CUMMINS) DD 138000 -

125000

112910

108335

103710

98870

-

-

F-4000 TURBO 4X2(N.Serie) Dies.

78800

75800

72300

69800

64600

62200

58100

FORD F

2646-S (Actros)(Megaspace Plus)(Seguranca)6X4 4e Dies. 2P 2646-S (Actros)(Megaspace)(AltoConforto)6X4 3e Dies. 2P

414000 -

380000

368600

-

-

-

-

-

2726 6X4 3e Dies. 2P

215000 -

188000

170000

160000

148800

-

-

-

2729 (Atron)6X4 3e Dies. 2P

230000 -

218000

-

-

-

-

-

-

2729-B (Atron)6X4 3e Dies. 2P

262800 -

240000

-

-

-

-

-

-

2729-K (Atron)6X4 3e Dies. 2P

263200 -

242000

-

-

-

-

-

-

2826 (Axor)6X4 3e Dies. 2P

233000 -

215000

198000

185000

173300

165300

160000

155000

2826-K (Axor)6X4 3e Dies. 2P

233000 -

220000

208800

202536

-

-

-

-

2831-B (Axor)6X4 3e Dies. 2P

82000

-

1215-C 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1315(Atego) 4X2 Dies.

-

-

122000

118000

100000

96800

92400

88800

85000

1315(Atego) 6X2 3e Dies.

-

-

128100

123900

105000

101640

97020

93240

89250

1318 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1318 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1418(Atego) 4X2 Dies.

-

-

130000

123300

117800

110000

106800

98300

92400

1420 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1420 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1518(Atego) 4X2 Dies.

156000 -

140000

132000

122900

118300

110800

100000

97800

1718 4X2 Dies.

-

-

141135

132696

125130

-

-

-

-

1718 6X2 3e Dies.

-

-

148191

139330

131386

-

-

-

-

1718(Atego) 4X2 Dies.

-

-

145500

136800

129000

120000

115300

110000

100000

1718-M 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1720 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1720 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1725(Atego) 4X2 Dies.

-

-

155000

148800

140000

132000

126800

120000

112000

1725(Atego) 4X4 Dies.

-

-

161200

154752

145600

137280

131872

124800

116480

1728 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1728 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1728(Atego) 4X2 Dies.

193700 -

185000

173000

159300

150000

138800

130000

-

1728(FlexTruck) 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

126800

1728(FlexTruck) 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

134408

2428 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

132800

2428(Atego) 6X2 3e Dies.

-

-

172000

164000

158300

151200

140000

-

-

2831(Axor) 6X4 3e Dies.

280000 -

238800

220000

200000

188000

180000

173300

163000

3340(Axor) 6X4 3e Dies.

344000 -

315000

290000

268800

246300

226800

218000

200000

3344(Axor) 6X4 3e Dies.

355000 -

323000

300000

273000

258000

240000

230000

210000

710 4X2 Dies.

88000

-

77000

71000

69000

66000

64000

60000

58000

712 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

712-E(ChassiAE) 4X2 Dies.

91500

-

86000

73800

70000

68000

65000

62000

56000

715-C(Accelo) 4X2 Dies.

95000

-

89000

76800

73400

70000

68000

67000

65000

715-C(Accelo) 4X2(VUC) Dies.

93000

-

87600

74500

72000

69000

67000

66000

62000

914-C 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

240000

222000

215340

-

-

-

-

3340-K (Axor)6X4 3e Dies. 2P

-

-

325000

305000

268000

260000

240000

-

-

3341 (Axor)6X4 3e Dies. 2P

350000 -

322000

-

-

-

-

-

-

4141-K (Axor)6X4 3e Dies. 2P

380000 -

350000

-

-

-

-

-

-

815 (Accelo)4X2 Dies. 2P

110000

-

102300

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

152800

139000

134830

-

MERCEDES-BENZ REBOCADOR 1728-S(Atego) 4X2 Dies.

MERCEDES-BENZ

290000 -

1728-S(FlexTruck) 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

155856

141780

137526

130604

1938-S 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

133100

1938-S 6X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

141086

1944-S 4X2 DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

1944-S 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

2535-S(Axor) 6X2 3e Dies.

265000 -

230000

193000

180000

166000

-

-

-

2540-S(Axor) 6X2 3e Dies.

-

-

235000

208300

188000

175300

166000

158000

148800

2544-S(Axor) 6X2 3e Dies.

310000 -

263000

238600

208800

188000

176800

165300

158800

2546-LS(Act.Megs.)(Al.Conf.) 6X2 3e Dies.

310000 -

288000

265000

257050

-

-

-

-

2546-LS(Act.Megs.Plus)(Seg.) 6X2 3e Dies.

355000 -

310000

288000

279360

-

-

-

-

2640-S(Axor) 6X4 3e Dies.

303000 -

280000

258000

250000

235800

220000

210000

188000

2644-S(Axor) 6X4 3e Dies.

327000 -

298000

278000

263000

243000

230000

220000

200000

2646-LS(Actros)(M.space)(A.Conf) 6X4 3e DD

385000 -

362000

340000

329800

-

-

-

-

3340-S(Axor) 6X4 3e Dies.

350000 -

320000

298000

270000

255000

238800

228000

208800

3344-S(Axor) 6X4 3e Dies.

369000 -

328000

308500

270000

263000

243000

230000

215800

LS1634 4X2 Dies.

198000 -

188000

180000

173000

166800

158800

148800

140000

LS1938 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LS2428 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

LS2638 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

168000

AGRALE FURGOVAN 6000E-TRONIC 2.8TDI Dies.

-

-

88000

85300

80000

74800

68500

65800

60000

6000-RD 2.8TDI Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

63546

6000-RS 2.8TDI Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

62300

8000E-MEC 4.3TDI Dies.

-

-

85000

82800

77600

72300

66000

62300

58300

8000-RD 4.3TDI Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

63800

8000-RD 4.3TDI(Aut.) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

65714

IVECO DAILY FURGAO 35.10(Ch.Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

35.10(Ch.Curto)(City) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

38.13(Ch.Curto)(City) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

60800

58000

40.13(Ch.Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

65800

60880

49.12(Ch.Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

50.13(Ch.Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

68800

63300

IVECO DAILY FURGONE 35S14 Dies.

93000

90000

82800

75800

70000

67000

63800

61886

-

IVECO DAILY GRAN FURGONE 35S14 Dies.

98000

95000

85600

78300

72800

68800

65600

63632

-

45S14 Dies.

99000

95800

85800

79600

74000

70000

67000

-

-

45S17 Dies. 4P

108000 103800

100686

-

-

-

-

-

-

55C16 Dies.

-

92800

87300

83600

78800

75000

72750

-

55C17 Dies. 4P

112000

108000

100000

-

-

-

-

-

-

IVECO DAILY MAXI FURGONE 55C16 Dies.

-

-

88000

85900

82300

78000

73800

71586

-

IVECO DAILY MAXI-VAN 40.12(Ch.Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

107000 -

103800

-

-

-

-

-

-

EFFA JBC 2TL 55000

-

46800

45396

-

-

-

-

-

HYUNDAI HD78 TB-IC 4X2 DIES.

82000

-

76000

71440

-

-

-

-

-

-

NR 740S41T(T.Alto) 6X4 3e Dies. 2P

288400 -

276658

257500

247200

-

-

-

-

INTERNATIONAL DURASTAR

NR 740S46T 6X4 3e Dies. 2P

290000 -

272000

258000

247680

-

-

-

-

INTERNATIONAL REBOCADOR

NR 740S46T(T.Alto) 6X4 3e Dies. 2P

298700 -

280160

265740

255110

-

-

-

-

NR 800S44TZ 6X4 3e Dies. 2P

315000 -

300000

-

-

-

-

-

-

NR 800S44TZ(T.Alto) 6X4 3e Dies. 2P

324450 -

309000

-

-

-

-

-

-

IVECO CAVALLINO 450E32T 4X2 Dies. 2P

164000 -

151000

134000

124000

119000

103000

92000

85000

IVECO CURSOR

IVECO TECTOR

450E33T(CurtaT.Baixo)4X2 Dies. 2P

161000 -

150000

132000

123000

115620

-

-

-

170E25 4X2 Dies. 2P

-

-

148800

128800

110300

100000

92300

-

-

450E33T(LeitoT.Alto)4X2 Dies. 2P

180000 -

165000

154000

143000

134420

-

-

-

240E25 6X2 3e Dies. 2P

-

-

160000

143800

124300

112000

100000

-

-

450E33T(LeitoT.Baixo)4X2 Dies. 2P

172000 -

155000

137000

127000

119380

-

-

-

240E28 6X2 3e Dies. 2P

193000 175300

168800

-

-

-

-

-

-

240E28S 6X2 3e Dies. 2P

200000 180000

172300

-

-

-

-

-

-

IVECO DAILY CAB.DUPLA 35.10(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

260E25 6X4 3e Dies. 2P

212000 203300

186300

168800

148300

133000

121300

-

-

35.13(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

53800

50000

260E28 6X4 3e Dies. 2P

206100 198300

183000

-

-

-

-

-

-

35S14 Dies.

97000

94800

73300

65800

60000

58200

-

-

-

IVECO TECTOR ATTACK

45S14 Dies.

99000

97000

76300

67800

62600

60722

-

-

-

170E22 4X2 Dies. 2P

135200 128800

120000

-

-

-

-

-

-

49.12(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

170E28 4X2 Dies. 2P

165000 158300

150000

-

-

-

-

-

-

50.13(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

60000

56800

170E28(T.Alto) 4X2 Dies. 2P

170000 163000

158800

-

-

-

-

-

-

55C16 Dies.

104000 98300

78300

70000

65300

63341

-

-

-

240E22 6X2 3e Dies. 2P

175000 170000

160000

-

-

-

-

-

-

70.12(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

IVECO TECTOR STRADALE

70.13(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

67628

62328

170E25 4X2 Dies. 2P

156000 150000

140000

123800

120086

-

-

-

-

70C16 Dies.

109000 104800

92300

82800

73300

71101

-

-

-

170E25T 4X2 Dies. 2P

157000 151000

142000

124300

120571

-

-

-

-

MASSIMO 70C16 HD Dies.

-

87768

83528

81022

-

-

-

-

240E25 6X2 3e Dies. 2P

172000 165300

155800

142500

138225

134078

-

-

-

240E25S 6X2 3e Dies. 2P

177000 170000

160000

148800

142848

137134

-

-

-

-

IVECO DAILY CHASSI 35.10(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

240E28S(T.Alto) 6x2 3e Dies. 2P

258910 250000

240000

-

-

-

-

-

-

35.13(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

47800

45600

260E25 6X4 3e Dies. 2P

212000 203300

190000

178800

173436

-

-

-

-

35S14 Dies.

80000

76800

66800

63300

58600

54900

52600

51022

-

IVECO TRAKKER

40.13(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

47300

380T38 6X4 3e Dies. 2P

330000 -

315000

280000

268000

238800

226860

-

-

45S14 Dies.

-

-

75300

68800

65300

62200

58800

-

-

380T42 6X4 3e Dies. 2P

340000 -

325000

315600

280000

258000

245100

-

-

45S17 Dies. 2P

87000

84000

78800

-

-

-

-

-

-

410T44 6X4 3e Dies. 2P

370000 358000

347260

-

-

-

-

-

-

49.12(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

410T48 6X4 3e Dies. 2P

380000 368800

357736

-

-

-

-

-

-

50.13(Curto) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

58000

54800

720T42T 6X4 3e Dies. 2P

345000 -

325000

306500

279400

267800

254410

-

-

55C16 Dies.

-

-

78800

72300

68800

65600

62300

60431

-

740T44 6X4 3e Dies. 2P

386000 375500

364235

-

-

-

-

-

-

55C17 Dies.

91000

88300

82300

-

-

-

-

-

-

740T48 6X4 3e Dies. 2P

390000 378800

367436

-

-

-

-

-

-

59.12(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

IVECO VERTIS

60.12(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

130V18 4X2 Dies.

113000

105000

95000

92150

-

-

-

-

60.13(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

130V19 4X2 Dies. 2P

131000 127880

124043

-

-

-

-

-

-

70.12(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

90V16 4X2 Dies.

91000

-

81000

78000

75660

-

-

-

-

70.13(Longo) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

63800

58800

90V18 4X2 Dies. 2P

112500

106600

103402

-

-

-

-

-

-

70C16(Exclusive) Dies.

-

-

88000

82900

77100

73600

68800

-

-

70C16(Luxo) Dies.

-

-

85360

80413

74787

71392

66736

-

-

XL 6X2 (Cab.LeitoT.Baixo) 3e Dies. 2P

340000 -

330000

-

-

-

-

-

-

70C17 Dies. 2P

98000

95000

90800

-

-

-

-

-

-

XLX 6X2 (Cab.LeitoT.Alto) 3e Dies. 2P

350200 -

339900

-

-

-

-

-

-

-

MAN TGX 28.440

70C17 HD Dies. 2P

102000 98800

93600

-

-

-

-

-

-

MAN TGX 29.440

MASSIMO 70C16 HD Dies.

-

82800

78800

76436

-

-

-

-

XL 6X4 (Cab.LeitoT.Baixo) 3e Dies. 2P

370000 -

350000

-

-

-

-

-

-

XLX 6X4 (Cab.LeitoT.Alto) 3e Dies. 2P

381100

-

360500

-

-

-

-

-

-

-

IVECO DAILY CHASSI CAB.DUPLA 45S17 Dies. 4P

102000 98300

88800

-

-

-

-

-

-

MAN TGX 33.440

55C17 Dies. 4P

106000 102300

90000

-

-

-

-

-

-

XL 6X4 (Cab.LeitoT.Baixo) 3e Dies. 2P

400000 -

380000

-

-

-

-

-

-

70C17 Dies. 4P

112000

108300

95800

-

-

-

-

-

-

XLX 6X4 (Cab.LeitoT.Alto) 3e Dies. 2P

412000 -

391400

-

-

-

-

-

-

70C17 HD Dies. 4P

114000

110000

97300

-

-

-

-

-

-

385 6X4(Cam.) 3e Dies. 2P

350790 -

349000

-

-

-

-

-

-

385 6X4(Cam.) 3e Dies. 2P

305790 -

304000

-

-

-

-

-

-

170E21 4X2 Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

-

385 4X2(Reb.) Dies. 2P

278100 -

277000

-

-

-

-

-

-

170E21 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

-

385 6X4(Reb.) 3e Dies. 2P

305400 -

304000

-

-

-

-

-

-

230E22 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

-

-

110400

95040

88320

84480

420 6X4(Reb.) 3e Dies. 2P

324400 -

323000

-

-

-

-

-

-

230E24 6X2 3e Dies. 2P

139000 -

134000

128000

120000

115000

99000

92000

88000

260E25 6X4 3e Dies. 2P

161000 -

146000

135000

130000

122000

114680

-

-

13.150 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

71000

13.150 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

74550

13.170 TB-IC(E)4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

76000

13.170 TB-IC(E)6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

79800

IVECO EUROCARGO

IVECO EUROCARGO ATTACK 170E22 4X2 Dies. 2P

118000

-

111000

103000

-

-

-

-

-

IVECO EUROCARGO TECTOR

VOLKSWAGEN

170E22 4X2 Dies. 2P

128000 -

116000

110500

97000

89000

81000

77000

71300

13.180 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

170E22 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

-

13.180 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

230E22 6X2 3e Dies. 2P

-

-

-

-

105840

99274

91140

87220

79380

13.180 TB-IC(E)4X2(Const.) Dies.

-

-

102000

98000

95000

91000

86000

82000

79540

230E24 6X2 3e Dies. 2P

132000 -

124000

116000

108000

101300

93000

89000

81000

13.180 TB-IC(E)4X2(Worker) Dies.

-

-

98000

93000

90000

87000

84000

80000

77000


2012

2011

2010

2009

2010

2009

2009

2007

2010

2009

13.180 TB-IC(E)6X2(Const.) 3e Dies.

VEICULOS -

-

107100

102900

99750

95550

90300

86100

83517

G-420 CB 6X4 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

270000

258000

-

-

-

G-380 LA 6X2 NA 3e Dies.

-

-

-

-

260000

248800

227500

220675

-

R-380 LA 6X2 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

288000

279360

-

-

-

13.190 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-420 LB 4X2 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

230000

223100

-

G-380 LA 6X2 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

250300

238800

218800

212236

-

R-380 LA 6X2 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

290000

281300

-

-

-

13.190 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-440 B 8X4 SZ 4e Dies.

440000 438000

420000

400000

388000

-

-

-

-

G-420 A 4X2 NA Dies.

-

-

300000

278000

269660

-

-

-

-

R-400 4X2 CR 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

228800

13.190 TB-IC(E)4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-470 B 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

388000

370000

358900

-

-

-

-

G-420 A 4X2 SZ Dies.

-

-

300000

278000

269660

-

-

-

-

R-400 6X2 CR 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

242528

13.190 TB-IC(E)6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-470 B 8X4 SZ 4e Dies.

-

-

450000

418800

406236

-

-

-

-

G-420 A 6X2 NA 3e Dies.

-

-

320000

292000

283240

-

-

-

-

R-400 6X4 CR 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

249803

15.170 TB-IC(E)4X2 Dies.

-

-

113000

105000

99000

95000

88000

84000

81000

G-470 CB 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

308000

280000

-

-

-

G-420 A 6X4 NA 3e Dies.

-

-

330000

300000

291000

-

-

-

-

R-420 4X2 CR 19 GA Dies.

-

-

-

-

-

-

-

245000

232000

15.180 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-470 CB 8X4 SZ 4e Dies.

-

-

-

-

360000

338000

275000

266750

-

G-420 A 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

330000

300000

291000

-

-

-

-

R-420 4X2 CR 19 LA Dies.

-

-

-

-

-

-

-

248800

235600

15.180 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-230 B 4X2 SZ Dies.

190000 188000

163000

150000

145500

-

-

-

-

G-420 LA 4X2 NA Dies.

-

-

-

-

270000

258000

233000

-

-

R-420 6X2 CR 19 LA 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

248000

235000

15.180 TB-IC(E)4X2(Const.) Dies.

-

-

122000

115000

107000

99000

95000

90000

87300

P-230 DB 4X2 NZ Dies.

-

-

-

-

160000

153000

146800

140000

136800

G-420 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

263000

250000

228000

221160

-

R-420 6X4 CR 19 GA 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

255440

242050

15.180 TB-IC(E)4X2(Worker) Dies.

-

-

118000

107000

102000

93000

89000

85000

83000

P-270 4X2 CP 19 DB Dies.

-

-

-

-

-

-

165240

157692

149532

G-420 LA 6X2 NA 3e Dies.

-

-

-

-

258000

240000

228700

221839

-

R-420 A 4X2 NA Dies.

-

-

300000

286800

278196

-

-

-

-

15.190 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-270 6X2 CP 14 DB 3e Dies.

-

-

-

-

190000

183000

174960

166968

158328

G-420 LA 6X2 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

260000

248800

230000

223100

-

R-420 A 4X2 SZ Dies.

-

-

310000

293000

284210

-

-

-

-

15.190 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-270 6X2 CP 19 DB 3e Dies.

-

-

-

-

195700

188490

180208

171977

163077

G-420 LA 6X4 NA 3E DIES.

-

-

-

-

265740

247200

235561

228494

-

R-420 A 6X2 NA(Reb.) 3e Dies.

-

-

320000

308800

299536

-

-

-

-

17.180 TB-IC(E)4X2(Worker) Dies.

-

-

129000

118000

113000

103000

95000

91500

88000

P-270 6X4 CP 14 CB 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

175416

166339

G-420 LA 6X4 SZ 3E DIES.

-

-

-

-

267800

256264

236900

229793

-

R-420 A 6X2 SZ 3e Dies.

-

-

330000

318800

309236

-

-

-

-

17.210 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

91000

P-270 6X4 CP 19 CB 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

178924

169666

G-420 NA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

-

-

220000

213400

-

R-420 A 6X4 NA(Reb.) 3e Dies.

-

-

340000

326900

317093

-

-

-

-

17.210 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

95550

P-270 B 4X2 CP 19 SZ Dies.

-

-

180000

168800

163736

-

-

-

-

G-440 A 4X2 NA DIES.

315000 314000

290000

278800

270436

-

-

-

-

R-420 LA 4X2 NA(HighLine) Dies.

-

-

-

-

280000

257600

249872

-

-

17.220 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

93730

P-270 B 4X2 SZ Dies.

-

-

170000

162300

157431

-

-

-

-

G-440 A 4X2 SZ Dies.

315000 314000

290000

278800

270436

-

-

-

-

R-420 LA 6X2 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

300000

268700

250000

242500

-

17.220 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

98416

P-270 B 6X2 CP 19 NA 3e Dies.

-

-

200000

188800

183136

-

-

-

-

G-440 A 6X2 NA 3E DIES.

335000 334000

318000

290000

281300

-

-

-

-

R-420 LA 6X2 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

318000

273000

260000

252200

-

17.220 TB-IC(E)4X2(Worker) Dies.

-

-

142000

124000

120000

112000

102000

99000

93000

P-270 B 6X2 NA 3e Dies.

-

-

198000

183000

177510

-

-

-

-

G-440 A 6X4 NA 3E DIES.

360000 358000

335000

320000

310400

-

-

-

-

R-420 LA 6X4 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

309000

276761

257500

249775

-

17.220 TB-IC(E)6X2(Worker) 3e Dies.

-

-

150520

131440

129600

120960

110160

106920

100440

P-270 DB 4X2 NZ Dies.

-

-

-

-

168000

161000

156000

150000

140600

G-440 A 6X4 SZ 3e Dies.

360000 358000

335000

320000

310400

-

-

-

-

R-420 LA 6X4 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

327540

281190

267800

259766

-

17.250 TB-IC(E) 4X2 Dies.

-

-

147000

134000

123000

121000

112000

103000

94000

P-310 B 6X4 SZ 3e Dies.

255000 254000

240000

228900

222033

-

-

-

-

G-440 LA 4X2 NA Dies.

-

-

-

-

280000

263000

240000

-

-

R-440 A 4X2 SZ Dies.

325000 324000

308800

288000

279360

-

-

-

-

17.250 TB-IC(E) CL(Const.) 4X2 Dies.

-

-

146000

128000

122000

117000

110000

105000

101000

P-310 B 8X4 SZ 4e Dies.

-

-

280000

263000

255110

-

-

-

-

G-440 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

270000

258800

230000

223100

-

R-440 A 6X2 NA 3e Dies.

350000 349000

330000

310000

300700

-

-

-

-

17.310 TB-IC 4X2(Titan) Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

95000

P-310 CB 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

230000

218800

188000

180000

169000

G-440 LA 6X2 NA 3e Dies.

-

-

-

-

300000

278000

262000

-

-

R-440 A 6X4 NA 3e Dies.

370000 369000

348800

333800

323786

-

-

-

-

17.310 TB-IC 6X2(Titan) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

99750

P-310 CB 8X4 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

240000

228800

210000

-

-

G-440 LA 6X2 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

280000

268300

240000

232800

-

R-440 A 6X4 SZ 3e Dies.

380000 379000

368000

350000

339500

-

-

-

-

17.320(E) 4X2(Const.) Dies.

-

-

148000

130000

124000

120280

-

-

-

P-330 4X2 CP 14 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

180000

G-440 LA 6X4 NA 3E DIES.

-

-

-

-

309000

286340

269860

-

-

R-440 LA 6X2 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

310000

276000

263000

-

-

23.210 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

100000

P-330 4X2 CP 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

183600

G-440 LA 6X4 SZ 3E DIES.

-

-

-

-

288400

276349

247200

-

-

R-440 LA 6X2 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

318800

280000

268800

260736

-

23.220 TB-IC 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

103000

P-360 6X4 CP 14 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

198000

G-470 A 4X2 NA DIES.

-

-

300000

273000

264810

-

-

-

-

R-440 LA 6X4 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

319300

284280

270890

-

-

23.250 TB-IC(E) 6X2 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

101000

P-360 6X4 CP 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

201960

G-470 A 4X2 SZ Dies.

-

-

300000

273000

264810

-

-

-

-

R-440 LA 6X4 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

328364

288400

276864

-

-

23.310 TB-IC 6X2(Titan) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

120000

P-360 8X4 CP 14 4e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

237500

G-470 A 6X2 NA 3E DIES.

-

-

330000

300000

291000

-

-

-

-

R-470 A 4X2 NA Dies.

-

-

330000

320000

310400

-

-

-

-

24.220 TB-IC(E) 6X2(Worker) 3e Dies.

-

-

150000

140000

126000

120000

114000

110000

106000

P-400 6X4 CP 14 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

220000

G-470 A 6X4 NA 3E DIES.

-

-

360000

340000

329800

-

-

-

-

R-470 A 4X2 SZ Dies.

-

-

338000

325500

315735

-

-

-

-

24.250 TB-IC(E) 6X2 3E DIES.

-

-

144000

138000

126000

120000

112000

108000

103000

P-400 6X4 CP 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

224400

G-470 A 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

360000

340000

329800

-

-

-

-

R-470 A 6X2 NA 3e Dies.

-

-

350000

338800

328636

-

-

-

-

24.250 TB-IC(E) CL(Const.) 6X2 3e Dies.

182000 -

151000

142000

130000

124000

116000

112000

108000

P-400 8X4 CP 14 4e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

275000

G-470 CA 6X4 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

300000

268000

259960

-

-

R-470 A 6X4 NA 3e Dies.

-

-

370000

353000

342410

-

-

-

-

24.320(E)(Const.) 6X2 3e Dies.

-

-

147000

139000

134000

129980

-

-

-

P-420 B 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

300000

288000

273000

266000

258020

-

-

G-470 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

285000

270000

249000

241530

-

R-470 A 6X4 SZ 3e Dies.

-

-

385000

366800

355796

-

-

-

-

26.220 TB-IC 6X4 3e Dies.

-

-

158000

154000

146000

132000

122100

116400

109000

P-420 B 8X4 SZ 4e Dies.

-

-

340000

328900

319033

-

-

-

-

G-470 LA 6X2 NA 3e Dies.

-

-

-

-

310000

288000

272000

-

-

R-470 LA 6X2 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

330000

288000

275300

267041

-

26.260 TB-IC 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

124542

118728

111180

P-420 CB 6X4 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

280000

265000

250000

238000

230000

G-470 LA 6X2 SZ 3e Dies.

-

-

-

-

318000

292000

275300

267041

-

R-470 LA 6X2 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

322000

282000

270000

261900

-

26.260 TB-IC(E) 6X4(CONST.) 3E DIES.

-

-

170000

156000

148000

136300

-

-

-

P-420 CB 8X4 NZ 4e Dies.

-

-

-

-

310000

280000

268800

254000

243000

G-470 LA 6X4 NA 3E DIES.

-

-

-

-

319300

296640

280160

-

-

R-470 LA 6X4 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

339900

296640

283559

275052

-

26.260 TB-IC(E) 6X4(Worker) 3e Dies.

-

-

173400

159120

150960

139026

129000

122000

116000

P-94 4X2 DB 220 NZ DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

G-470 LA 6X4 SZ 3E DIES.

-

-

-

-

327540

300760

283559

-

-

R-470 LA 6X4 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

331660

290460

278100

269757

-

26.310 TB-IC 6X4(Titan) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-94 4X2 DB 260 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-114 4X2 GA 330 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 4X2 CR 19 GA Dies.

-

-

-

-

-

-

-

280000

270000

31.260 TB-IC 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

121000

P-94 6X2 DB 260 NA 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-114 4X2 GA 360 NZ Dies. 2P

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 4X2 CR 19 GA(R.ESTR.) DIES.

-

-

-

-

-

-

-

308000

297000

31.260 TB-IC(E)6X4(CONST.) 3E DIES.

-

-

184000

176000

151000

140000

135800

-

-

R-330 4X2 CR 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

182000

P-114 6X4 CB 330 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 6X2 CR 19 LA 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

296800

286200

31.260 TB-IC(E)6X4(Worker) 3e Dies.

-

-

187680

179520

154020

142800

141000

130000

120000

R-360 4X2 CR 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

190000

P-124 4X2 GA 360 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 6X4 CR 19 GA 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

302400

291600

31.310 TB-IC 6X4 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

126000

R-380 4X2 CR 19(Evol.) Dies.

-

-

-

-

-

-

248000

232000

218900

P-124 6X4 CA 360 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 6X4 CR 19 GA(R.Estr.) 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

332640

320760

31.320 TB-IC(E)6X4(Const.) 3e Dies.

-

-

190000

180000

160000

150000

144000

136500

-

R-400 4X2 CR 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

232000

P-124 6X4 CA 400 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-480 8X4 CA 19 4E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

336000

324000

31.370 TB-IC(E)6X4(CONST.) 3E DIES.

-

-

195700

185400

164800

154500

148320

143870

-

R-420 4X2 CR 19 GB Dies.

-

-

-

-

-

-

-

248000

235000

P-124 6X4 CA 420 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-500 A 6X2 NA 3e Dies.

415000 414000

380000

370000

358900

-

-

-

-

5.140 TB-IC(E)4X2(Delivery) Dies.

-

-

72000

65800

64600

62800

58600

54400

52900

R-580 B 4X2 SZ(HIGHLINE) DIES.

405000 404000

380000

366800

355796

-

-

-

-

P-124 6X4 CB 360 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-500 A 6X4 NA 3e Dies.

425000 424000

393000

378800

367436

-

-

-

-

7.110 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-580 B 6X4 NZ(HIGHLINE) 3E DIES.

415000 414000

383000

370000

358900

-

-

-

-

P-124 6X4 CB 400 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-500 A 6X4 SZ 3e Dies.

425000 424000

390000

376000

364720

-

-

-

-

8.120 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

65000

T-330 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

230000

P-124 6X4 CB 420 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-500 LA 6X2 NA 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

340000

324300

300000

291000

-

8.120 TB-IC(E)4X2 Dies.

-

-

88800

85300

78000

75300

70800

68200

66300

T-360 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

240000

P-124 8X4 CB 360 NZ 4e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

R-500 LA 6X4 NA 3E(HIGHLINE) DIES.

-

-

-

-

350200

334029

309000

299730

-

8.150 TB-IC 4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

67000

T-400 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

252000

P-270 4X2 CP 14 GA Dies.

-

-

-

-

-

-

162000

154600

146600

R-500 LA 6X4 SZ 3e(HighLine) Dies.

-

-

-

-

350000

335000

312000

302640

-

8.150 TB-IC(E)4X2 Dies.

-

-

-

-

-

-

74000

72000

70000

T-420 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

250000

P-270 4X2 CP 19 SZ Dies.

-

-

220000

200000

194000

-

-

-

-

R-580 A 6X2 NA(KINGOFTHEROAD) 3E DIES.

450000 449000

430000

408800

396536

-

-

-

-

8.150 TB-IC(E)4X2(Delivery) Dies.

-

-

90800

86000

81300

78700

75000

73200

71200

G-360 A 4X2 (Reb.) Dies.

285000 284000

265000

257050

-

-

-

-

-

P-270 4X2 SZ Dies.

-

-

210000

188800

183136

-

-

-

-

R-580 A 6X4 NA(KINGOFTHEROAD) 3E DIES.

460000 459000

440000

420000

407400

-

-

-

-

9.150 TB-IC(E)4X2 Dies.

101000 -

97800

92800

82000

80700

78100

76600

72300

G-360 LA 4X2 (Reb.) Dies. 2P

300000 298000

280000

271600

-

-

-

-

-

P-270 DB 6X2 NA 3e Dies.

-

-

-

-

208000

200600

194582

-

-

T-114 4X2 GA 330 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

9.150 TB-IC(E)4X2(Delivery) Dies.

-

100000

96800

93896

-

-

-

-

G-360 LA 6X2 (Reb.) 3e Dies. 2P

305000 304000

288000

279360

-

-

-

-

-

P-270 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

230000

210000

200000

-

-

T-124 4X2 GA 360 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

10.160 4X2(Delivery) Dies. 2P

120000 117000

113490

-

-

-

-

-

-

G-400 CA 6X4 3e(Reb.) Dies. 2P

335000 334000

318800

309236

-

-

-

-

-

P-310 4X2 SZ Dies.

235000 234000

220000

205800

199626

-

-

-

-

T-124 4X2 GA 400 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

13.190 4X2(Constellation) Dies. 2P

135000 134000

125000

121250

-

-

-

-

-

G-400 CB 6X4 3e(Cam.) Dies. 2P

345000 344000

323000

313310

-

-

-

-

-

P-310 GA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

-

-

173000

169000

164000

T-124 4X2 GA 420 NZ Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

13.190 4X2(Worker) Dies. 2P

132000 131000

128000

-

-

-

-

-

-

G-400 LA 4X2(Reb.) Dies. 2P

315000 314000

288000

279360

-

-

-

-

-

P-310 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

-

243000

230000

212000

-

-

T-124 4X2 LA 360 NA Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

15.190 4X2(Constellation) Dies. 2P

145000 144000

138000

133860

-

-

-

-

-

G-400 LA 6X2 3e(Reb.) Dies. 2P

345000 344000

323000

313310

-

-

-

-

-

P-330 4X2 CP 14 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

188000

T-124 4X2 LA 400 NA DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.190 4X2(Constellation) Dies. 2P

154000 144000

136500

132405

-

-

-

-

-

G-440 CB 6X4 3e(Cam.) Dies. 2P

370000 368000

350000

339500

-

-

-

-

-

P-330 4X2 CP 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

191760

T-124 4X2 LA 420 NA DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.190 4X2(Worker) Dies. 2P

150000 149000

144000

-

-

-

-

-

-

G-480 A 6X4 3e(Reb.) Dies.

390000 389000

368100

357057

-

-

-

-

-

P-340 4X2 CP 19 GA Dies.

-

-

-

-

-

-

210000

200000

190000

T-124 6X2 LA 360 NA 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

17.220 TB-IC 4X2(Worker)(TractorEuroIII) Dies. 2P

-

-

136000

131920

-

-

-

-

-

G-480 B 10X4 4e(Reb.) Dies.

470000 469000

430000

417100

-

-

-

-

-

P-340 4X2 SZ Dies.

-

-

225000

206800

200596

-

-

-

-

T-124 6X2 LA 400 NA 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

142800

138516

-

-

-

-

-

G-480 CB 6X4 3e(Cam.) Dies. 2P

400000 399000

338000

327860

-

-

-

-

-

P-340 6X2 CP 19 LA Dies.

-

-

-

-

253000

240000

214200

204000

193800

T-124 6X2 LA 420 NA 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

163000

158110

-

-

-

-

-

G-480 CB 8X4 4e(Cam.) Dies. 2P

420000 418000

380000

368600

-

-

-

-

-

P-340 A 4X2 NA DIES.

245000 244000

228000

210000

203700

-

-

-

-

T-124 6X4 GA 360 NZ 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-250 B 6X2 3e(Cam.) Dies.

207500 190000

168000

162960

-

-

-

-

-

P-340 A 6X2 NA 3e Dies.

-

-

235000

222000

215340

-

-

-

-

T-124 6X4 GA 420 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-250 CB 6X4 3e(Cam.) Dies. 2P

235000 230000

218800

212236

-

-

-

-

-

P-340 LA 4X2 SZ Dies.

-

-

-

220000

213400

200000

188800

-

-

T-330 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

238000

P-250 CB 8X4 4e(Cam.) Dies. 2P

275000 270000

256000

248320

-

-

-

-

-

P-360 4X2 CP 14 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

190000

T-360 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

248000

P-250 DB 4X2(Cam.) Dies. 2P

197000 190000

168800

163736

-

-

-

-

-

P-360 4X2 CP 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

193800

T-360 6X2 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

262880

P-250 DB 8X2 4e(Cam.) Dies. 2P

245000 238000

230000

223100

-

-

-

-

-

P-360 6X4 CP 14 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

205200

T-360 6X4 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

267840

P-270 B 8X2 4e(Cam.) Eta. 2P

-

-

250000

242500

-

-

-

-

-

P-360 6X4 CP 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

209304

T-400 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

263000

P-270 CB 6X4 3E(CAM.) ETA. 2P

-

-

228000

221160

-

-

-

-

-

P-400 6X4 CP 14 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

210000

T-400 6X2 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

278780

P-310 6X4 B 3E(CAM.) DIES. 2P

250000 249000

230000

218800

212236

-

-

-

-

P-400 6X4 CP 19 3e Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

214200

T-400 6X4 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

284040

P-310 8X2 B LA 4e(Cam.) Dies. 2P

260000 259000

248800

241336

-

-

-

-

-

P-420 6X4 SZ DIES.

-

-

290000

278800

270436

-

-

-

-

T-420 4X2 CT 19 Dies.

-

-

-

-

-

-

-

-

263000

P-340 B 6X4 SZ(REB.) 3E Dies. 2P

-

250000

233000

-

-

-

-

-

P-420 CA 6X4 NZ 3e Dies.

-

-

-

-

268800

252000

238800

230000

223000

T-420 6X2 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

278780

P-360 B 6X4 3e(Cam.) Dies.

290000 288000

270000

261900

-

-

-

-

-

P-94 4X2 GA 260 NZ DIES.

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-

-

-

-

T-420 6X4 CT 19 3E DIES.

-

-

-

-

-

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-

284040

P-360 CB 8X4 4e(Cam.) Dies. 2P

300000 299000

280000

271600

-

-

-

-

-

P-94 4X2 GA 300 NZ DIES.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

P-360 LA 4X2(Reb.) Dies. 2P

265000 264000

248800

241336

-

-

-

-

-

P-94 4X2 GA 310 NZ Dies.

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-

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-

380 6X2(Aut.) 3e Dies. 2P

241500 -

-

197400

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-

P-360 LA 6X2 3e(Reb.) Dies. 2P

285000 284000

270000

261900

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-

R-114 4X2 GA 330 NZ Dies.

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