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Tradução Efetivada pelo grupo The Rose Traduções


Sinopse Eu não consigo parar de pensar naquele idiota. Caulter Sterling é um canalha . Um mulherengo, bruto, mimado, arrogante e idiota de boca suja. O tatuado, cheio de piercings, sedutor, quente e filho de uma celebridade. Eu o odeio. Ele dormiu com praticamente todas as garotas da Brighton Academy. Exceto eu. Eu sou a boa menina. A menina responsável. A menina nota 10, representante da classe, a cdf que nunca perdeu o grande cartão V. E na festa da formatura e entrada para a vida adulta, eu tomei a pior decisão de toda a minha vida. Eu perdi minha virgindade com o próprio diabo. Foi apenas uma noite. Então, e daí que foi alucinante? Fiz e pronto, acabou. Só que eu descobri que meu pai - o senador, e pré candidato presidencial - vai se casar com a mãe de Caulter . Ah, e neste verão? Nós participaremos da campanha eleitoral. Uma grande família feliz . Estou totalmente fodida.


Capítulo 1 Katherine Que porra de idiota. Um sorriso se espalha por seus lábios, o movimento dolorosamente lento, quase como se ele tivesse menos que surpreso ao me ver. Ele parece tão satisfeito consigo mesmo que eu faço um grande esforço para não caminhar até ele e dar um tapa naquele sorriso presunçoso estúpido de seu rosto. Ao invés disso, eu estou lá, meu coração batendo tão alto no meu peito, eu juro que todos na sala devem ser capaz de ouvi-lo. Estou congelada, paralisada, olhando para ele como se eu fosse algum tipo de idiota. Caulter Sterling. O diabo encarnado. Um diabo com os malditos olhos mais azuis que eu já vi, aqui na casa do meu pai. Quando Caulter dirige aqueles olhos azuis para mim, eu só sei que ele pode ver através de mim. Eu estou nua sob seu olhar, impotente para evitar o calor subindo para meu rosto enquanto seus olhos permanecem em mim. A única coisa que posso pensar é a última vez que o vi - o calor de sua respiração no meu pescoço que me fez contorcer praticamente com a antecipação de ele estar dentro de mim, do jeito que ele mordeu a borda do meu lábio quando ele me beijou fazendo-me chorar, sem saber se eu estava sentindo prazer ou dor. Quando a ponta de seu pênis pressionou contra a minha entrada, eu estremeci e ele me deu um olhar estranho. —Merda, Princesa, me diga que você já fez isso antes. —


Eu tinha uma risada forçada, tentei soar mais casual do que eu me sentia. Isso era tudo o que era, casual. Bater e sair, era o mantra de Caulter. Ao contrário de Caulter, eu tinha exatamente zero de experiência com isso. Eu tinha sido a senhorita pequena Perfeita toda a minha vida - 4.0 GPA, presidente da classe, presa, a vida inteira. A filha do senador Harrison. O senador Harrison tinha certas expectativas sobre mim. Vamos apenas dizer que ninguém - pelo menos ninguém normal - foi clamando para namorar a filha do aposentado Marine Corps General. O mesmo homem que era esperado para fazer uma oferta para ser o presidente nos próximos anos. E ninguém estava tentando entrar em minha calcinha. Exceto Caulter Sterling, o bad boy que não dava a mínima para as regras ou expectativas. Na semana antes da formatura, eu tinha feito a minha decisão. Já era o suficiente. Eu tinha dezoito anos, era uma adulta. Eu estava indo para Harvard precisamente em 90 dias, e eu com certeza não estava chegando lá com a minha virgindade intacta. Mandei uma mensagem a um menino que eu sabia que iria fazer o negócio, mesmo ele sendo o único garoto que eu realmente não podia suportar.

Caulter moveu-se ligeiramente, a cabeça de seu pênis pressionou insistentemente contra mim. —Conte-me, Princesa —, ele sussurrou, sua voz quase um grunhido.— Esta não é sua primeira vez, não é? — —É claro que não é, idiota— .Eu menti, apertando a mandíbula, forçando uma certeza que eu definitivamente não sentia. —Você vai me foder, ou não?—


A voz do meu pai corta a memória com precisão militar. — Katherine—, diz ele. —Você conhece Caulter Sterling.— Se eu conheço Caulter Sterling? Minhas bochechas parecem que estão pegando fogo. Certamente todos aqui podem ver o que está escrito no meu rosto. Eu o conheço? Apenas no mais bíblico dos sentidos. Eu sei como é o gosto dele. Eu sei como seu pênis se sente quando ele desliza para dentro de mim. Eu sei como ele se sente quando eu subo em cima dele, cavando minhas unhas em seus ombros enquanto me agarro ao seu corpo como se eu estivesse caindo ladeira baixo. O menino que eu tinha perdido minha virgindade, o mesmo a quem eu tinha murmurado um estranho —obrigado—. Eu tinha deslizado para fora da porta do hotel no dia seguinte o que foi indiscutivelmente a mais estranha manhã da história pós-sexo, o garoto que eu não tinha falado desde que fizemos o acordo a duas semanas atrás, está agora em pé na minha sala de estar do caralho. Com meu pai. Em termos de momentos embaraçosos, este tem de se classificar como um dos piores. Um milhão de pensamentos estão girando em torno da minha cabeça. Será que meu pai sabe? Eu me pergunto. Não, ele possivelmente não pode saber. Eu tento tranqüilizar-me. Meu pai já o teria estrangulado com as próprias mãos, se ele soubesse as coisas que o debochado Caulter tinha feito a mim naquela noite. O pensamento dessas coisas envia uma onda de calor entre as minhas pernas que eu tento ignorar. —Sim.— Eu sufoco a palavra, minha voz pouco mais do que um


coaxar. —Eu conheço Caulter Sterling. Olá, Caulter. — —Olá, Harvard—, diz Caulter, sua voz falando a palavra, demorandose sobre ela. Seus lábios franzem-se nas bordas. A imagem dele em cima de mim, aqueles lábios doces a milímetros do meu rosto, flashes na minha cabeça, claro como o dia. Estando lá ao lado de meu pai tão conservador, Caulter puxa os lábios em um sorriso novamente. E pisca. Se é que existe tal coisa como a morte por humilhação, eu juro que eu estou a dois segundos de vivê-la. —Claro que vocês dois se conhecem a partir de Brighton,— meu pai diz, aparentemente alheio ao que tem de ser a cor agora escarlate do meu rosto. Eu engulo em seco e confirmo, desejando que o calor em minhas bochechas possam desaparecer. —Sim. Brighton.— —E você conhece a mãe de Caulter, Ella Sterling—, diz ele. Eu estive tão focada em Caulter que eu nem sequer registrei a outra pessoa na sala. Ella Sterling. A mãe de Caulter. Ela é uma grande estrela de cinema, um ícone de Hollywood. Se eu a tivesse conhecido em qualquer outra situação, estaria golpeando a estrela no momento. Por quê ela e Caulter estão na minha sala? Eu silenciosamente rezo para que isso tudo seja algum tipo de situação política, apesar de que pode exigir que eu tenha que jogar bonito com Caulter. Você sabe que você gostaria de fazer do que apenas agir bonito com ele. O pensamento não desejado salta em minha cabeça, e eu tento banilo. —Olá, Katherine.— Ella dá passos para a frente e estende-me a mão. Ela está olhando para mim com o tipo de expressão carinhosa que deve reservar para crianças e cachorros, um olhar macio. —Eu já ouvi muito sobre você. —


Antes que eu possa pensar por que ela está olhando para mim do jeito que ela está, o meu pai fala, o tom forte, impregnado de negócios, como sempre. —Ella e eu tenho um anúncio a fazer, e nós queríamos que vocês dois ouvissem isso de nós em primeiro lugar. — Ella. Ele está usando seu primeiro nome. Eles estão em uma base do primeiro nome. Os olhos de Caulter estão em mim, mas eu não posso me fazer olhar para ele. Em vez disso, eu fico ali paralisada, medo de desenhar uma respiração, observando como a mãe de Caulter atinge a mão do meu pai e cobre com a dela, em seguida, olha para ele, positivamente radiante. Oh meu Deus. É como assistir a dois trens em movimento em câmera lenta em direção certa à colisão. Eu sei o que meu pai vai dizer antes mesmo que ele fale, mas eu simplesmente não posso acreditar. —Nós conseguimos manter este relacionamento longe da imprensa, mas nós estamos planejando fazer um anúncio em breve. E vocês dois foram protegidos por que estavam em um colégio interno. Isso não foi intencional de nossa parte. Custou muito não dizermos a cada um de vocês durante as férias, mas simplesmente não pareceu ser certo no momento. —Ele limpa a garganta.— E você deve saber em primeiro lugar. — Não, não, não. —Isso pode vir a ser como um choque.— Essa é a porra do eufemismo do século. —Ella e eu estamos vendo um ao outro por algum tempo. E nós vamos nos casar. Será de bom gosto e respeitaremos sua falecida mãe, é claro. Mas vai ter que acontecer neste verão, antes do grande impulso da campanha. —


Oh meu Deus. Oh Meu Deus. Oh Meu Deus!!. Eu estou gritando as palavras dentro da minha cabeça. Acabo de perder minha virgindade com meu novo meio-irmão. Estou completamente fodida.


Capítulo 2 Katherine Estou ficando doente. Sinto-me tonta, longe de toda a situação como se eu estivesse vendo isso acontecer do lado de fora do meu corpo, os três alinhados em minha frente, esperando por mim para responder. Como algum tipo de pelotão de fuzilamento emocional. Talvez eu possa desmaiar, eu acho, se isso importa. A situação em si quase me faz rir. Só que a situação é essencialmente uma tragédia, não uma comédia. Eu só desmaiei uma vez antes. Foi durante um dos compromissos da minha mãe. A palavra compromisso faz parecer que estávamos indo para o salão de cabeleireiro ou o spa, mas foi a sua quimioterapia. Eu tinha insistido em ir, apesar de seus protestos de que eu precisava estar na escola; eu estava na oitava série e eu logo iria competir por uma vaga em uma das prestigiadas escolas privadas na área de DC. Foi obviamente, uma desculpa, uma forma de tentar me fazer desistir de ir. Mas, mesmo assim, apesar das tentativas dos meus pais para ocultar a gravidade da doença da minha mãe de mim, e talvez de si mesmos, uma parte de mim sabia que ela estava morrendo. Não passe para fora, eu digo a mim mesmo agora. Não sobre isso. —É obviamente uma responsabilidade muito grande—, meu pai diz. —Obviamente,— Eu repito, minha voz soando robótica. Meu pai limpa a garganta. —Caulter estava apenas dizendo que ele sabe que você está bem na escola.— Eu estreito meus olhos para Caulter, esperando que meu olhar assassino seja suficiente para silenciar o que diabos o idiota imprevisível está considerando a dizer. Os olhos enrugados de Caulter


e o sorriso, me faz perceber que ele considera toda esta situação uma piada. Ah merda. E se ele já sabia sobre os nossos pais antes... do que aconteceu entre nós naquela noite? O pensamento desencadeia uma nova onda de náusea. —Brighton não é exatamente um lugar grande,— diz Caulter. —Todo mundo sabe tudo sobre todos. É praticamente incestuoso. — O rosto de Ella Sterling fica branco com as palavras, e meu pai limpa a garganta. Se eu não estivesse tão completa e totalmente enfurecida com Caulter, eu tinha quase me divertido com o desconforto óbvio do meu pai. O Senador Jed Harrison não é o tipo de homem que você casualmente atira palavras como incestuosa em torno dele. —Caulter—, diz Ella, com seu tom afiado. —Talvez devêssemos dar a Katherine e seu pai um momento — A última coisa que eu quero agora é um momento a sós com meu pai. Eu não quero ouvir a sua explicação para o porquê - ou como na terra - ele foi capaz de manter um relacionamento com Ella Sterling completamente em segredo de todos, incluindo sua própria filha. Eu definitivamente não quero um lembrete sobre a importância da sua próxima campanha de reeleição para o senado. Ou sobre a importância de decoro e a percepção pública. Oh meu Deus, a percepção do público. Se alguém descobrir o que aconteceu com Caulter ... Antes deste anúncio do meu pai, que era apenas uma má ideia de uma noite. Um lapso temporário de julgamento. Minha perda completa de sanidade. Agora, é de repente... incestuosa.


Sinto meu peito apertado, e eu estou tendo dificuldade para respirar. —Eu preciso de um minuto—, eu digo, quando eu começo a andar para longe, meu corpo se movimentando inconscientemente. —Por favor.— Eu não ouço o que eles estão dizendo. Eu ando em linha reta para fora da sala, passando pelo estilo colonial de bom gosto do mobiliário colocado para ser mostrado e não usado, que coincide com a decoração do resto da casa perfeitamente polida. Este não é o lugar onde eu cresci, e sim a fazenda em New Hampshire, onde passei a minha infância. Esta é a casa onde meu pai se mudou permanentemente depois que minha mãe morreu, a residência DC; eu estava sendo despachada para Brighton, um inconveniente que simplesmente precisava ser realocado. Eu abro a primeira porta que dá para o final do corredor. É o escritório do meu pai, não o banheiro como eu estava esperando, mas eu percebo que eu não me lembro onde o banheiro está no primeiro andar. Quão estúpida você é por não ser capaz de lembrar onde é o banheiro em sua própria casa, eu acho. Mas, então lembro-me que esta não é realmente minha casa. Eu fecho a porta atrás de mim, deslizando contra ela e colocando para fora o mundo, permitindo que o conforto do silêncio me envolva. As paredes são revestidas com foto após foto de meu pai com políticos e pessoas importantes, sorrindo para a câmera e contenteentregando, fazendo acordos e promessas, e ao lado de sua mesa em forma de L, exibido com destaque como uma espécie de troféu, está um porta retrato prata com a foto deles. Meu pai e Ella Sterling, suas bochechas pressionadas juntas como dois adolescentes, sorrindo estupidamente para a câmera que está na frente de seus rostos.


Eu tenho o impulso de ir até a mesa, para pegar a imagem e esmagá-la, jogá-la no chão e ver o vidro quebrar em um milhão de pedaços. Mas eu não faço. Katherine Harrison nunca iria fazer algo assim. Claro, Katherine Harrison não teria dormido com alguém como Caulter Sterling, ou com alguém que com suas tatuagens e piercings soa como uma atitude foda. Ele soprou em Brighton Academy como um tornado maldito. Sua reputação o precedia, mas Caulter era uma força da natureza por conta própria, como algum tipo de fenômeno natural. Eu estava predisposta a odiá-lo, mas mesmo se eu não soubesse nada sobre ele, eu o teria desprezado à primeira vista, com seus jeans rasgados e sua meticulosa camiseta com o desenho caindo no esquecimento em alguns pontos, manchada por algo vintage, mas era realmente alguma peça de designer importado por sua mãe que fez todo o dinheiro do mundo. Ele cheirava a angústia e desprezo pela autoridade, e imediatamente tinha oferecido à minha melhor amiga Sara um passeio privado do seu novo quarto do dormitório. Ela se recusou e ele riu, em seguida, piscou e fez questão de estender a oferta para mim. Se eu pudesse revirar os olhos com mais força, eu os teria torcido .

Ao longo dos próximos dois anos, Caulter praticamente provou que cada artigo do tabloide escrito previamente sobre ele estava certo, acumulando infração após infração na escola sendo menor de idade fumando, bebendo, usando drogas, desfile de meninas no seu quarto, tudo isso sendo sumariamente varrido para debaixo do tapete, é claro, através de doações que foram feitas. O que ajudou com a sua


insolência fosse intermitente; ele era um daqueles caras que poderia encantar a qualquer um que quisesse. Obviamente, eu quero dizer, literalmente Caulter encantava a maior parte das fêmeas na classe sênior, não Sara, mas eu tenho certeza que se ela não fosse totalmente dedicada ao seu namorado, ela teria agarrado essa oportunidade. A coisa é, mesmo quando ele apareceu há dois anos, Caulter tinha mais de uma reputação no quarto do que fora dele. O que ele faz com a língua é o material de estudo. O pensamento dele entre as minhas pernas me faz vermelha. A porta se move atrás de mim, me sacudindo para fora dos meus pensamentos, o que é uma coisa boa porque se não eu estaria ainda pensando sobre o que aconteceu entre mim e Caulter Sterling. O simples fato de que eu havia perdido a minha virgindade com ele é humilhante o suficiente, mesmo sem levar em consideração a atual situação ridícula e dramática que tem sido adicionado a ele. Enfim, é notícia velha. História antiga. Então, o que foi aquilo há apenas dez dias? Foi uma daquelas coisas que nunca deveria ter acontecido em primeiro lugar. Eu me afasto da porta, e ele empurra abrindo imediatamente. Eu me preparo para a inevitável conversa iminente com o meu pai. Mas não é meu pai. É Caulter. Eu expiro com força. Eu sei que eu preciso falar com ele, mas neste momento? A minha atitude levou a essa situação, a este ataque maciço de merda cármica que o universo está jogando para mim e eu tenho que resolvê-lo e corrigi-lo imediatamente. —Ei, mana—, diz ele, enfatizando a palavra quando ele fecha a porta atrás dele e se inclina contra ela. Se ele tem uma expressão diferente de auto-satisfeito-presunçosoinsolente, você nunca sabe. Ele deve estar apenas surpreso como eu


estou, mas é claro que ele não está. Ele é Caulter. Esse tipo de coisa só iria acrescentar sua reputação já estelar. —Não me chame assim,— eu esbravejo. —Ah, mas você ouviu o querido papai, Princesa,— ele diz. —Nós vamos ser irmãos agora. — —Não seja estúpido—, eu digo. Por que eu tenho a vontade de esbofeteá-lo sempre que estou ao seu redor? Ele abre a boca, e é como pregos em um quadro. Caulter ri. —Merda—, diz ele. —Deve ser difícil passar a vida com a pessoa que fica na sua bunda. — —Cale a boca,— Eu assobio, estreitando meus olhos. —Você sabia sobre isso antes de você e eu... Você sabe?— Ele dá um passo para frente, longe da porta, e fica polegadas de mim, tão perto que posso sentir sua respiração aquecer o ar entre nós. —Você sabia...?—, Diz ele, com a voz sumindo. —O que você está perguntando, Princesa? —

O sangue corre para a minha cabeça. —Pare de me chamar assim, Caulter—, eu digo. —Ou eu vou começar a me referir a você como cabeça de merda —. Ele se inclina para mais perto de mim, sua boca meros milímetros do meu ouvido. —Bem, você pode me chamar Oh Deus —, diz ele. — Como você fez antes. Quando estávamos... Você sabe. — Porra. Calor inunda meu rosto, e eu coloco as minhas mãos em seu peito, empurrando-o de volta. —Dane-se, Caulter. — Rindo, ele varre a mecha de cabelo cor de areia que cai brevemente sobre a testa. —Nah, Harvard—, disse ele. —Você já fez isso. E se bem me lembro, ele envolveu um monte de você


gemendo... Oh Deus, Oh Deus, Caulter, Caulter... —Ele me imita, seu tom agudo e ofegante, o som de sua voz ecoando através do escritório do meu pai, amplificado no espaço fechado. O que acontece a seguir é tipo uma cena. Eu nem sequer penso sobre isso antes do que estou fazendo. Eu só dou um passo para frente e dou um tapa no rosto do Caulter, minha mão se encontra contra sua bochecha com um som que reverbera através da sala. Eu não tenho certeza de quem está mais assustado, se é ele ou eu, e eu retiro minha mão como se eu tivesse tocado numa tomada elétrica, afastando-me dele, horrorizada. Eu nunca fiz algo assim em toda a minha vida. Eu não posso acreditar que eu perdi o controle. —Eu -— Eu inicio. —Eu - você está sendo... Um total idiota sobre isso!— Caulter traz a mão na bochecha e levanta as sobrancelhas. —Sim, querida—, diz ele. —E o que me faz um idiota total. — —Você sabia sobre os nossos pais se casar, antes?—, Pergunto novamente. —O que, antes de você me mandar uma mensagem e me pediu para dar-lhe um pouco disto?— Ele agarra sua virilha. —Eu não sabia exatamente que tinha de implorar, — eu digo meus dentes cerrados. —Eu não acho que alguém tem que torcer seu braço para obter o seu pau que você distribui como se fosse doce—. —Tenho certeza que você não teve um problema chupando-o como se fosse feito da merda de açúcar—, diz ele. Eu posso sentir calor subindo no meu rosto. —Isso não era como eu chupava o seu -— —O que, Harvard?— ele pergunta. —Você vai me dizer que você não se lembra como você envolveu aqueles lábios pequenos doces em torno do meu pau como se fosse à melhor coisa que você já provou? —


—Eu não estou indo para dignificar isso com uma resposta. — Mas o meu rosto está vermelho, e eu acho que eu poderia estar sem fôlego com o pensamento do pau de Caulter contra os meus lábios. Não, eu não posso pensar nisso. —Era uma insanidade temporária. O que aconteceu entre nós nunca aconteceu—. —Não se preocupe Princesa, — ele diz. —O nosso pequeno segredo sujo está seguro comigo. E, já está esquecido. Você não foi tão memorável de qualquer maneira. — Eu me ofendo com suas palavras. Não foi memorável? Estou prestes a dar Caulter uma verdadeira parte de minha mente quando a porta se abre atrás dele. Ele salta para fora do caminho, e por um momento o meu pai está na porta com Ella atrás dele, com a testa enrugada; mas meu pai é o mesmo político, imperturbável. Ele é o mestre da não expressão. Se você não o conhecesse, você não saberia que a pequena linha de rugas que vinca sua testa é um sinal de irritação. Meu coração para e eu me pergunto se ele sabe se está escrito em mim como uma espécie de crachá de desonra-- Eu comi Caulter Sterling. —Ah—, meu pai diz. —Eu estava me perguntando para onde você tinha desaparecido. — —A notícia é uma responsabilidade muito grande, tenho certeza—, diz Ella, sua voz suave. Ela coloca a mão no braço do meu pai. —Tenho certeza de que vocês dois provavelmente vão querer algum tempo sem a presença dos pais ao redor. — Caulter ri, o som amargo. —Sim, claro—, diz ele. —Eu tive muito tempo com a pequena senhorita Perfeita aqui. — Ele olha entre meu pai e Ella, e eles o deixa passar pela porta, mas os olhos de Ella estão grandes. —Caulter!— ela diz. —Não seja rude. —


—Rude?— Ele está indo embora, dando as costas para nós. —Isso é do caralho vindo a partir de duas pessoas ricas que estão apenas jogando um casamento pronto em cima da sua filha, você não acha?— Ele acabou de dizer que eles jogaram um casamento inteiro em mim? Como se ele sabia sobre isso antes? O vinco na testa do meu pai se aprofunda. —Eu não vou tolerar -— Ah Merda. Eu não acho que meu pai entende plenamente onde ele se meteu com Caulter. Ele acha que qualquer problema pode ser tratado com uma boa dose de disciplina e alguns do estilo treinamento militar físico. Se esta conversa estivesse acontecendo há, cinco anos atrás, com um Caulter mais novo, meu pai iria tê-lo executando flexões até que ele não podia manter-se em pé. Como Caulter é um adulto, eu não sei se o meu pai tem um plano aqui. Caulter para. —Tolerar? Vamos esclarecer uma coisa aqui. Se você quiser um retrato de um filho na frente das câmeras, como ela representa uma espécie de criança troféu de Stepford, é entre você e ela. Mas eu? Você não começa a entrar em minha vida e espera que eu finja que estamos todos sendo a grande família feliz— Eu prendo a respiração, esperando a reação de meu pai. Seu temperamento raramente é forte, mas quando o faz, é nuclear. Apesar do meu desgosto total e absoluto contra Caulter, eu não posso me ajudar quando sinto uma pontada de satisfação presunçosa ouvi–lo falar com o meu pai desse jeito. Ninguém fala com o meu pai assim. Definitivamente não eu. É quase como se Caulter estivesse me representando, mesmo que eu saiba que ele não está. —Caulter Sterling—, diz Ella, com a voz trêmula. —Precisamos conversar sobre isso. Eu sei que você está chateado, mas... — Caulter interrompe. —Oh, e senador?— ele pergunta. —Tenho certeza que você acha que isso é algum tipo de amor verdadeiro, mas minha


mãe não tem exatamente uma reputação para manter os homens em sua vida. Você pode querer pensar sobre isso. —Ele não olha para trás, apenas caminha pelo corredor e eu ouvi a porta da frente bater. Ella olha para mim, e depois para o meu pai. Ela pisca lentamente, uma vez, duas vezes, três vezes, e eu imediatamente sinto-me mal por ela. Ela parece que está tentando desesperadamente não chorar, e eu de repente e desajeitadamente tento pensar algo para dizer, no meu cérebro que está dando voltas tornar a situação menos desconfortável. Como se isso fosse possível, porra. Eu limpo minha garganta. —Tenho certeza que - eu quero dizer... Ele está chateado, eu tenho certeza que ele vai ficar bem. — Meu tom de voz é tenso. Por que eu estou tentando consolar duas pessoas que apenas soltou uma bomba como esta em seus filhos, esperando que entendessem? Eu odeio admitir isso, mas Caulter tem um ponto. — Hum. Vou apenas ir para o andar de cima. —Eu aperto-me passando entre os dois, indo até as escadas para o meu quarto sem esperar por uma resposta. No interior, eu fecho a porta atrás de mim e sento na cama, com a colcha branca simples que acentua a plataforma de madeira escura e uma secretária. Tudo aqui é antigo, combinando com o resto da casa, as fotos nas paredes cuidadosamente selecionados para exibir apenas os momentos mais brilhantes da minha vida, todos os prêmios e coisas que meu pai considera importante. Este não é como o meu dormitório na Brighton, com sua roupa de cama coloridas e colagens com fotos de mim e meus amigos rebocadas nas paredes, as pinturas que eu fiz e os esboços dos lugares que significam algo para mim na maioria. Eu tenho um carro cheio de coisas estacionado fora na calçada, os remanescentes da minha vida escolar.


Minha melhor amiga Sara está viajando em toda a Europa neste verão com seu namorado Dan. Vem com a gente, ela implorou. É a sua chance de ficar louca antes do início da faculdade no outono. É como um rito de passagem. Nós vamos ficar bêbadas e ver o sol nascer em Roma. Eu não poderia mesmo considerar a possibilidade de decepcionar o meu pai. Eu sou sempre a filha obediente, aquela que faz o que se espera dela. Eu sei que eu vivo uma vida encantada - o pai senador, ensino privado, indo a uma das melhores faculdades do país. Mas ainda assim, eu não posso me ajudar, pois me sinto um pouco triste por mim mesma, sei que eu estou tendo um vida de auto piedade. Eu sinto como se as paredes estão aproximando-se de mim. Eu não vou estar na casa DC por muito tempo; eu estarei de volta para a casa de verão em New Hampshire antes do fim da semana, tenho certeza. Mas isso será uma prisão por si só, trabalhando na campanha de reeleição tendo que tirar fotos com meu pai e sua nova esposa. E passando alguns minutos algo me ocorre. Ah Merda. Será que isso significa que Caulter estará vindo para New Hampshire com a gente?


Capítulo 3 Caulter Eu arrasto o fim do cigarro, a nicotina bate na minha corrente sanguínea, mas não faz nada para melhorar a minha atitude em relação a toda essa besteira. Eu estou do lado de fora, encostado no parapeito nas linhas dos degraus da frente, sofrendo com o que aconteceu com Katherine, não com ela porra, o pai dela e minha mãe... Eu não poderia dar uma pequena merda sobre o que os dois têm em curso. Minha mãe foi noiva pelo menos cinco vezes, e se casou com três. Não é como fosse à primeira vez que algum idiota em um terno e sapatos tem entrado na sala e se apresentado como o meu novo pai. Pelo menos este é apropriado para a idade dela. Antes dela começar a namorar CEO e, aparentemente, políticos, ela passou por uma fase oscilante. Isso foi divertido realmente. O meu favorito foi o de vinte três anos de idade que ela ia se casar, um cara que parecia que não tinha não mais que dezoito anos, ele era o líder cantor de uma, Boy Band. Aquele garoto teve a coragem de me dizer que ele esperava que ele, poderia ser um-modelo, você sabe uma figura paterna real para mim. — Eu dei um soco na cara dele, e Ella me enviou para uma instituição de psiquiatria por noventa dias, onde eu tive que falar a todos os psiquiatras sobre o porquê eu estava agindo daquela forma, pois, não foi me mostrado bastante amor como um bebê, e como eu não fui amamentado suficiente e essas merdas. O que posso dizer? Eu sou apenas um menino que quer um abraço. Que bando de idiotas. Ella


casou-se com o cara babaca dá Boy Band, mas só durou uma semana. O drama da minha mãe é notícia velha. Eu não dou a mínima para o que diabos o senador e Ella estão fazendo. Eu estou em vantagem, porque eu não tenho sido capaz de obter Katherine fora da porra da minha cabeça desde aquela noite. Eu pensei que eu tinha terminado com ela, até que minha mãe praticamente me sequestrou hoje e me forçou em um voo a DC, anunciando que ela vai ficar noiva e que eu tenho de conhecer seu novo namorado. Como ela não podia anunciar isto há três dias, quando estávamos todos na cerimônia de formatura? Ou me dizer sobre isso no fim de semana de volta ao apartamento em Nova York? Isso é típico para Ella manter tudo em segredo. A única razão que eu concordei em pegar o voo em tudo foi porque ela tinha bilhetes de primeira classe e não seria bom bebendo no avião. Eu bebo e a ignoro durante o voo. Como eu disse; Ella se casar é notícia velha. Assim, imagine minha surpresa quando ela finalmente surge com o nome do cara de sorte enquanto estamos dirigindo para longe do aeroporto. Eu estou largado no banco da frente olhando as mensagens de texto em meu telefone quando ela diz isso, então eu quase perco o último nome. Harrison. Porra, o pai de Katherine. Eu não posso acreditar em meus ouvidos. —O senador Harrison?— Eu pergunto. —Ele tem uma filha em sua classe, eu sei—, diz ela, olhando para mim nervosamente. Ela mastiga suas unhas; Eu quero dizer a ela que isso a faz parecer uma maldita menina de doze anos de idade, mas eu nunca o faço. —Não é assim, completamente estranho? Não é estranho? — —Claro Ella—, eu digo, meu tom condescendente. Eu estou tentando ser indiferente, apesar da forma como o meu coração está disparado. —Não é nenhum grande negócio, você ficar noiva do pai de alguém


que vai para minha mesma escola, porque não basta namorar um dos professores? Melhor ainda, eu poderia apenas encontrar-lhe um dos meus amigos. Isso é mais seu estilo, não é? Eu pensei que você gostava deles jovens, mas nós estamos indo para senadores agora? — Ela olha para mim, os olhos piscando. —Você não vai arruinar isso para mim, Caulter. — Eu não tiro o olho do meu telefone, atravessando os movimentos de mensagens de texto mesmo que eu não estou realmente falando com ninguém. Tudo o que posso pensar é que ele é o pai de Katherine. O que significa que ela está me trazendo para conhecer o pai de Katherine. O que significa que nós estamos indo para ver Katherine. A pequena senhorita perfeita, sou muito-boa-para-seu-próprio- bem, indo para Harvard. Grandiosidade refere-se a ela- Katherine. Sorrisosem - fissuras Katherine. Toda negócios o tempo todo. Exceto aquela noite. À noite. Eu tinha me batido com essa menina mais vezes do que eu poderia contar em Brighton. Quero dizer, o inferno, por que não? Não é como a senhorita Princesa estivesse vestindo um saco de papel sobre sua cabeça ou algo assim. Na verdade, é exatamente o contrário. Ela é extremamente quente. E intocável. A equipe de lacrosse mantém um cartão de pontuação com todas as meninas seniores sobre eles, cada uma com sua própria classificação - estrondosamente capaz—. —Bilhete sorteado—, como eles chamam. Eu não jogo, porque eu não sou um atleta estúpido. Eu poderia foder, mas manter o controle em um cartão de pontuação é apenas brega.


Para os jogadores de lacrosse, porém, Katherine é o cartão premiado local. A coisa é amplamente aceita, que ela está fora da liga de todos. Falava-se que ela não poderia estar com os caras em tudo, mas ela namorou algum jogador idiota do time de lacrosse por alguns meses, provavelmente o único cara na escola que não estava tentando entrar em sua calcinha. Esse cara só queria chegar até seu pai. Não é como se eu nunca pensei que isso aconteceria com a senhorita não - estou -interessada. Ela e eu tínhamos desenvolvido um certo tipo de relação nos últimos dois anos, que consistia principalmente de olhos revirados e arremessando insultos um para o outro. Realmente, eu só rebatia porque era divertido. Eu gosto quando ela olha para mim com desgosto e me chama de idiota em vez de correr para o banco traseiro do meu carro e oferecendo um trio com sua melhor amiga. Piranhas foram tentando ficar comigo desde que eu estava no ensino médio. Todo mundo quer o pênis do filho-de-uma celebridade. Demasiadas bucetas. É minha cruz para carregar. Mas Katherine é diferente de todas essas outras meninas. Ela nunca quis ter nada a ver comigo mantendo-me fora como uma espécie de homem prostituto imundo. Esse fato me fez respeitá-la como um bom juiz de caráter, uma vez que é bastante preciso. É por isso que se eu pudesse me manter na merda da minha calça quando ela me mandou um texto me oferecendo uma noite em um hotel. Estava certo de que era uma piada, mas era uma semana antes da formatura e Brighton estava calma e era uma noite que eu estava entediado de qualquer maneira então eu penso; o que eu tenho a perder?


Quando ela entra pela porta do hotel olhando nervosa como o inferno, eu não podia acreditar em meus olhos. Ela estava lá neste vestido preto de mangas curtas que pairava sobre seus joelhos e estes saltos de mamãe preto que fazem você olhar como uma mãe PTA. E uma tiara! Quero dizer, nós temos dezoito anos, pelo amor de Deus. Que tipo de mulher adulta usa uma tiara? Eu peguei modelos, atrizes e socialites. Uma menina que veste uma tiara e um vestido do tamanho de uma barraca não deve acender meu radar de qualquer maneira, forma ou formulário. Mas por alguma razão no inferno, se não é a coisa mais quente que eu já vi. Encaro-a, de uma vez, sem nada inteligente para dizer, mas meu pau tem uma mente própria. Todo o sangue deixa minha cabeça e corre para o meu pau. Eu estou duro como uma rocha. Aparentemente eu tenho uma coisa para as meninas que usam tiaras e estranhos vestidos ultraconservadores que mostram zero de pele. Ela me empurra sobre a borda quando ela abre aquela maldita boca. —Então, eu decidi antes de eu sair de Brighton na próxima semana, que eu queria ver o que é todo o alarido sobre você. — A única coisa que posso pensar é que aquelas que se parecem com ela, adequada e conservadora, são as mais selvagens na cama. Isso é um fato. E tudo porque elas têm reprimido as porcarias que acontecem. Ou problemas com os pais ou o que quer que seja. Quem sabe? Tudo o que eu sei é que eu estou prestes a começar com o pintinho mais reprimido e mais intocável na história do mundo. É como se eu acertasse na maldita loteria. Quando eu coloquei a minha boca na dela, pela primeira vez, eu estou transando com magia. Eu não posso descrever que gosto ela tem, exceto que é tudo o que está certo com o mundo. Então


Katherine quebra, afastado por um momento e olha para mim. Ela olha para mim com desprezo. Ela me despreza. Mas quando ela me beija... Me beija como se ela me odiasse e me quisesse mais do que qualquer coisa. Sou apenas mais um leigo. Então, o que é o Santo Graal da conexão? Então, o que será o melhor tipo de ódio sexual imaginável? E quando estou prestes a colocar meu pênis dentro dela, ela fica tensa e me dá uma olhada. Eu tenho sentido o suficiente para saber o que diabos isso significa. Eu não estou interessado em tomar a virgindade de uma garota - virgens são grudentas, e isso é a última coisa que eu quero. Então Kate (o nome que dei para ela naquela noite - Kate, e não Katherine o nome que é mais adequado quando ela está na escola, mas Kate quando estou dentro dela, Kate quando eu estou gozando com tanta força que minha cabeça vai porra, explodir) me pergunta se eu vou transar com ela ou o quê. Existe um bom sexo, e então há aquele sexo onde a memória fixa a sua residência permanente em seu cérebro, mudando o equilíbrio químico do caralho ou algo para você cravá-lo como uma correção mínima. Faz você bobo para ele, ficando sob a pele como uma coceira. Esse é o tipo de sexo com Katherine, empertigada e apropriada. E na parte da manhã do dia seguinte, Katherine foge para fora da cama. Ela tenta rastejar para fora do quarto do hotel, mas eu acordo quando ela está perto da porta e olho para ela em descrença, não porque ela está saindo, mas por que eu adormeci e ela é a única que está acordada. A maioria dos caras vai foder e adormecer diretamente. Eu não. Estou deitado lá bem acordado, contando os minutos de afago necessário para preservar a minha reputação antes que eu possa


deslizar para fora da cama e começar o inferno com a minha vida. Acordar de manhã para assistir a uma conexão escorregar para fora da porta não é exatamente uma ocorrência regular. —Obrigada—, ela diz, abrindo a porta e saindo. Seu cabelo ainda está despenteado e o delineador escuro borrado ao redor dos olhos faz seu olhar mais sexy do que ela estava na noite passada. Obrigada? Quem diabos diz isso depois de uma conexão, especialmente depois de uma foda assim? Eu não sei o que dizer então eu apenas faço um grunhido e viro na cama, ouvindo a porta se fechar atrás dela. É apenas uma foda, certo? Nada demais. Só que eu não consigo tirá-la da minha cabeça. Devo ir para o livro dos recordes. Eu deveria esfregar o jogo brilhante na cara de cada um desses atletas mudos: eu ensacando Katherine Harrison e, melhor ainda, socando nela seu cartão – V, mas eu não digo nada.

Com todo o material pré-graduação acontecendo, é fácil de estar ocupado, mas mesmo assim, eu juro que ela está deitada abaixo, me evitando, eu é que deveria evitá-la de volta. Batê-la e fechá-la, essa é a minha filosofia. Porque estou pensando nela o tempo todo, é como se eu realmente só precisasse bater alguma outra garota para apagar a memória de Kate. Limpar a lousa. Mas eu não faço. Isso só está apodrecendo, comendo em mim como uma espécie de doença. A única razão de eu aparecer aqui com a minha mãe em tudo é porque eu simplesmente não posso me ajudar. Eu tenho esta necessidade perversa de ver a expressão no rosto de Katherine quando ela me vê.


Valeu a pena o esforço. Katherine apenas parece tão... Chateada, quando me vê. Ela olha para mim como eu sou escumalha da lagoa. Mas eu não posso parar de pensar sobre estar transando com ela. Estou no segundo cigarro pelo tempo, terminando de pensar sobre Katherine, estando prestes a acender um terceiro quando uma voz na calçada me faz olhar para cima. —Hey Caulter!— O homem de calça cargo enrugadas, deixando o saco de mensageiro deitado na calçada em seus pés, levanta a câmera para seu rosto e começa a clicar. Acendo meu cigarro formando uma barreira para ele e como ele continua a clicar à distância, antes de eu dar-lhe o dedo. Eu faço um ponto de parado ali imóvel, lançando-o fora, enquanto eu mais queria arrastá-lo, colocando-o para fora, e moer a bunda dele, só que estou no gramado tão bem cuidado do senador fodido Harrison. Os paparazzi são parasitas. Eu acho que o gato está fora do saco - bem, não o verdadeiro segredo, aquele que Katherine está tão aterrorizada que eu vá sair derramando. Como se eu quisesse que todos saibam, de qualquer maneira. Eu volto para a casa, momentaneamente considerando o fato de que eu não tenho que fazer isso todo o verão. Eu poderia dizer foda-se, e explodir a coisa toda. Claro, meu fundo de garantia está em perigo. Então estou fazendo esse negócio com a minha mãe. É como aquele cara, Faust, aquele que vende sua alma ao diabo. Ella me fez uma oferta que eu não podia recusar. Então, eu vou jogar junto, juntar-me a minha nova família para o verão. Além disso, como posso resistir ao pensamento de ficar sob a pele de Katherine durante todo o verão?


Capítulo 4 Katherine Corro os dedos pelo seu peito, traçando o cume entre os músculos do seu peitoral e para baixo sobre seu mamilo. Ele faz isto soar como algo que você ouviria de um animal, profundo e baixo em sua garganta, e os cabelos na parte de trás do meu pescoço se levanta. É primordial, como se ele fosse um predador e eu sou a presa. Só que ele é o único deitado de costas, e eu sou a única montada nele, meus joelhos em ambos os lados de seu corpo. Seu pênis nu, quente entre as minhas pernas, e quando eu empurro para baixo em seu eixo, ele geme meu nome. —Kate. — Ele repete a palavra novamente, e eu não espero por ele para dizer que quer uma terceira vez. Eu apenas o guio dentro, auxiliado por minha umidade, eu saboreio a sensação de sua espessura me encher. Montando-o, pele contra pele, seu pênis nu dentro de mim, eu transo com ele. Ela se sente familiarizada, como se eu tivesse feito isso um milhão de vezes antes. Mas é mil vezes melhor agora do que era a primeira vez. Suas mãos deslizam para cima pelos lados da minha cintura seguindo ao meu peito, e ele espalma meus seios, com os polegares deixando meus mamilos duros. Eu começo a deixar ir, abandonando-me à sensação de estar com ele, montando-o quando ele me traz mais e mais para cima. Eu estou tão perto, e ele agarra minha cintura mais apertada, suas mãos me empurrando para baixo duro em seu pênis, empurra mais duro e mais rápido.


—Kate—, diz ele. —Eu quero que você goze em mim. — Estou no limite, tão perto, prestes a cair de novo.

Eu pulei ereta na cama, o bater do meu peito imitando o pulsar entre as minhas pernas. Sonhando que estou fazendo sexo com Caulter? É como se o meu cérebro está praticando motim. Meus mamilos imprensados contra o tecido de meu sutiã. Merda, eu estou vestindo um sutiã. E meus jeans e camiseta de ontem. Minha boca tem gosto de merda. O sol prateado da manhã flui através da janela do quarto, e eu não posso acreditar que eu dormi durante a noite. A última coisa que me lembro é colocar minha cabeça no travesseiro para que eu pudesse apenas fechar meus olhos por um momento, pensando que era apenas uma questão de tempo até que meu pai viesse no andar superior para ter algum tipo de bate-papo sobre o noivado. Eu não posso acreditar que, deixou-me dormir. Eu deslizei para fora da cama, estremecendo com a boca de algodão que eu desenvolvi, colocando a almofada levemente para baixo vou pro corredor e para o banheiro. Eu sinto que eu estou fazendo a caminhada da vergonha ou algo assim, ainda vestida com minhas roupas da noite anterior, e eu estou imediatamente lembrando-me daquela noite com Caulter. Como se meu cérebro precisasse de mais um lembrete. O sonho sobre sexo me tem na borda; Eu não consigo dizer se eu estou irritada ou excitada. Tirando a minha camiseta eu me encolho no lugar úmido na parte de trás, onde eu tenho suor através dele, certamente eu devo estar febril; pelo menos isso explicaria o sonho sobre sexo. Eu saio da minha calça jeans e deixo cair no chão. Escova de dente. Eu preciso


de uma escova de dente. Eu vasculho o armário de remédios em cima da pia, olhando para uma escova de dente, e, em seguida, curvo, puxando a alça do gabinete abaixo. A entrada do ar fresco me bate antes dos meus ouvidos até mesmo registrar o som da porta do banheiro sendo aberta, e eu dou um pulo imediatamente. —Calcinha Legal— Eu giro ao redor para ver Caulter na porta, seu cabelo - raspado nas laterais, e a parte mais despenteada, levantando-se em todas as direções. Tronco nu. Ele está usando uma calça de pijama de algodão cinza, o tecido tão fino que se agarra a cada parte dele. Cada parte dele. A maneira como a calça define o seu corpo torna-se pior do que se ele estivesse de pé aqui na minha frente totalmente nu. O jeito que ele olha só grita sexo, especialmente tendo em conta o fato de que seu pênis está duro. Como uma rocha rígida. E eu não posso parar de olhar para ele. Caulter vê e sorri. —Você gosta do que você vê?— ele pergunta. — Você pode dar outra volta se você quiser. Eu estou por cima dessa vez. — —Você é vulgar, — Eu assobio. —Você está no meu banheiro. E a porta está aberta. — E eu estou de pé aqui com a minha calcinha, eu percebo imediatamente; é como se meu cérebro estivesse lento esta manhã. Eu cubro meu peito com o meu braço e chego até a pilha de roupas no chão, protegendo minha virilha. Oh meu Deus, eu estou vestindo calcinhas de vovó. Ele dá um passo para dentro e fecha a porta atrás de si. —Melhor?— —Isso não foi um convite—, eu digo. —O que há de errado com você? Saia do meu banheiro. Você não tem limites? —


—Você é a única que estava se queixando de que a porta estava aberta—, diz ele. —Eu não quero que alguém venha e veja você olhando para meu pau como se fosse um pedaço de bife e você fosse um animal morrendo de fome. — —Você está iludido,— eu digo, rangendo os dentes. —Pensando que eu estou olhando para o seu pênis. E, por favor, olhe para o lado, para que eu possa colocar algumas roupas. — Estou quase surpresa quando ele realmente o faz, e eu me atrapalho a deslizar minhas pernas de volta no meu jeans. —Sério, que você se preocupou em colocar o jeans?— ele pergunta. —Não é como se eu já não tivesse visto. Além disso, essa calcinha não é exatamente,... Reveladora. — Encolhendo-me no fato de que ele apenas me viu de calcinha que é praticamente do tamanho de um lençol da cama, eu escorrego minha camiseta sobre a minha cabeça. —Eu pensei que nós concordamos em não falar sobre o incidente novamente. Por que você ainda está aqui, de qualquer maneira? Eu disse-lhe para sair. — —O incidente?— Ele pergunta. —É isso que estamos chamando agora? Você é a única que me disse para fechar a porta do banheiro atrás de mim. — Ele virou-se, então eu aproveitei a oportunidade para deixar meus olhos permanecerem sobre a extensão nua de suas costas. Seus músculos estão definidos, desde os ombros para baixo ao comprimento do seu corpo sarado; a forma suave do V chegando ao afunilamento da sua cintura é parcialmente escondida pelo cós de sua calça. Eu paro, para verificar a sua bunda em perfeita forma, lembrando como se sentia em minhas mãos naquela noite. Caulter vira e me pega, e eu sinto meu rosto corar com o calor. Ele me dá esse olhar, o olhar presunçosamente de auto-satisfação que diz que ele sabe que eu estava verificando. Seu pênis ainda é rocha


dura, e pergunto-me se isso é normal. Isso não pode ser normal, certo? Ele deve ter algum tipo de condição clínica. Não pode ser típico para ele estar carregando uma conversa como essa, com uma ereção gigante E eu quero dizer literalmente. Ele não é exatamente pequeno. O fato de que ele está de pé aqui, rocha dura, me irrita. Eu não preciso de um lembrete da nossa noite me olhando na cara maldição. —Você sabe o que eu quis dizer, você precisa sair daqui, não fechar a porta atrás de você e convidar-se para dentro. Obviamente. As pessoas normais não fazem isso. —Eu gesticulo para a sua tenda gigante acampada em sua calça. —Você vai fazer algo sobre isso?— —Você quer me ajudar a fazer algo sobre isso, Princesa?— Ele pergunta- seu tom de voz cantando. Praticamente me hipnotizando. —Ugh,— eu digo. —Não seja nojento -... Ugh.. Por que você é difícil ... E por que você tem que.. ser um pervertido? — —Oh, como é bonito—, diz ele, afastando-se de mim e indo em direção ao sanitário. —Você está achando que é porque eu acho que você está quente. Você realmente é virginal, não é? É ereção matinal, Princesa. Nada pessoal. — —Oh meu Deus, você está prestes a aliviar-se aqui, bem na minha frente ?— Eu pergunto. —Bem, eu vim aqui para me esvaziar e uma vez que você está insistindo sobre a execução de sua boca em vez de sair do banheiro e me deixar fazer o meu negócio, então sim, eu estou prestes a ter um esvaziamento aqui. — Ele enganchou o polegar sob o cós de sua calça, e olha para mim. — Você quer ficar e assistir? Você está. Provavelmente em alguma merda bizarra como, esportes aquáticos, não é? —


Eu não sei mesmo o que esportes aquáticos são, e eu não acho que eu quero saber. —Você é a pessoa mais nojenta que eu já conheci.— —Oh, me dê um tempo, Princesa—, diz ele, deixando cair á calça. Eu posso ver o seu pau de lado, e a bochecha de sua bunda direita. Eu não posso acreditar que ele apenas está despejando na minha frente como se eu não estivesse mesmo aqui. —Você não viu nada ainda. E eu vou estar em torno de você todo o verão. — Eu não sei se isso é para ser uma ameaça ou uma sugestão, e eu não quero nem saber. Nem mesmo me preocupo em tentar esconder minha irritação, eu saio xingando do banheiro fechando a porta atrás de mim, provavelmente, alto demais. De volta ao meu quarto, eu resolvo ficar bem longe de Caulter. Ele é um porco bruto que está claramente tentando chegar até a mim. E está totalmente trabalhando nisso. Ele acabou de dizer que estou realmente presa com ele durante todo o verão? Eu sabia que seria enviada para a nossa casa de férias em New Hampshire para o verão enquanto meu pai termina o seu mandato em DC antes do senado fechar para sessão de verão. Isso é geralmente a forma como os meus verões são. Mas ter Caulter junto a nós? Bad Boy Caulter é a última pessoa que eu realmente esperava para cair na rotina e tocar junto como —nós somos uma grande família feliz—. Eu me pergunto o que Caulter tem na manga. Isso é o que eu deveria estar focando. Em vez do que ele tem em sua calça.

—Bom dia, Katherine—, diz Ella. É só, sete horas, mas eu já fui para o meu carro pegar minha bolsa, entrei e saí do chuveiro e não havia


nenhum sinal de Caulter desta vez, graças a Deus. Pelo menos é alguma coisa. —Você dormiu bem?— Eu coro, lembrando- me do sonho. Pesadelo é uma palavra melhor para ele. Será que eu dormi bem? Com um sonho vívido do pau de Caulter correndo pela minha cabeça, seguido pelo comprimento enquanto estou no banheiro esta manhã? Eu me pergunto se eu estou indo dormir novamente. É como minha vida estivesse se transformando em algum tipo de pornô. Mas sem o sexo, eu lembrome. Não vai haver mais sexo. Mesmo ele tendo o corpo mais doce de se olhar que eu já vi, alto e magro com tanquinho. Ele está fora dos limites. E não apenas porque ele é meu novo meioirmão - quero dizer, não estamos mesmo relacionados, com certeza, mas eu não posso sequer imaginar o escândalo que envolveria - mas porque é Caulter. Ele é o cara mais cruel, imundo, porco que eu já conheci na minha vida. Eu não tenho absolutamente nenhum negócio com ele. Receio que o verão vai envolver um grande número de chuveiros frios. Eu limpo minha garganta. —Eu dormi muito bem—, eu disse. Ella bebe um copo que parece ter lodo verde. São sete da manhã, e ela está perfeita, mesmo sem um pingo de maquiagem, ela tem a pele perfeita e sem mácula; está vestindo calça de ioga e uma regata que corta em sua barriga, revelando o seu abdômen sarado. Ficando aqui na frente dela faz-me de repente ciente dos 5 quilos que ganhei escrevendo meu discurso de formatura, há algumas semanas, quando eu estava sobrevivendo com bebidas energéticas e doces. Eu só sei que ela é o tipo de pessoa que não deve comer açúcar. Ou cafeína. E quem acorda a essa hora da manhã para fazer ioga e meditar antes de se dirigir para a academia.


—Eu disse a seu pai que provavelmente era melhor não perturbá-la ontem à noite—, diz ela. —A maneira como você descobriu sobre o noivado foi... Abrupta. E eu tenho certeza que você está exausta depois das finais da graduação. — Eu aceno. Eu não sei o que dizer. Eu sei que ela está sendo boa, tentando me consolar ou o que quer que seja, desde que foi provavelmente ideia do meu pai jogar essa merda em mim sem nenhum aviso, mas é demais logo no início da manhã ter algum tipo de experiência de união com a incrivelmente linda e muito, muito perfeita celebridade em pé na minha cozinha. —Meu pai está por aqui?— —Ele está fora para uma corrida—, diz ela. —É uma de suas corridas mais longas. Ele está treinando para uma maratona.— Claro que ele esta, eu acho. Não me lembro de meu pai estar em ação. —Existe café aqui em, algum lugar?— —Nós limpamos a despensa—, diz Ella. Nós, eu observo. —Seu pai não bebe mais cafeína. Mas há uma alternativa a plantas a base de café em cima do balcão. É muito melhor para você do que café, e tem um efeito de limpeza. — Eu me viro para ela, meu cérebro sem cafeína se recusando a processar o que ela está dizendo. Já eu, na verdade, desci ao sétimo círculo do inferno? —Portanto, não há café na casa—, eu digo; minha voz plana. Ella olha para mim, sua expressão tão séria que me faz quase querer perdoá-la. —Eu - eu deveria ter obtido algum.— —Está tudo bem.— Viro-me e encosto no balcão da cozinha. Eu esperava estar aqui e, educadamente, conversar, mesmo sem ter um


café? É assim que eles fazem isso em Hollywood? Parece cruel e incomum. —Eu só estou indo a uma loja para encontrar um café.— —Oh.— Ella parece positivamente com o coração partido, como se ela tivesse falhado em algum teste nesse noivado. Eu simplesmente não tenho a energia para tranquilizá-la agora. —Você quer alguma coisa da loja de café?— Eu pergunto. —Como... Um bagel ou algo assim?— Ela franze o nariz. Ah, claro que não. Carboidratos. Tenho certeza que ela não come. —Uh... Não, obrigada —, diz ela. Eu pego minha carteira no andar de cima e escapo para fora da porta, aliviada por sair da casa. —Seguindo-me?— Caulter está na esquina de casa, e casualmente sopra anéis de fumaça em minha direção. —Claro que não—, eu digo, irritada. —Não há café neste lugar. Estou recebendo cafeína. Sem ela, não posso pensar. — —Oh sim.— Ele ri. —Será que ela tentou oferecer essa merda de ervas?— —Você quer dizer a porcaria verde que ela está bebendo? O que é esse material? Tem cheiro de peixe.— Caulter bufa. —É como algas e algas ou algo assim, eu não sei. É ranço, certo? Como um milk-shake feito de tanque de peixes. Mas não, eu quero dizer o substituto do café. — —Sim, alguma coisa de ervas?— Eu pergunto. Ele ri. —Ela vai fazer alguma merda feroz. Não faça isso.— Então ele olha para mim. —É Claro, poderia ajudar com a sua bunda. — —Sério, eu sabia que você não poderia ter dois minutos sem ser um pau. Eu desisto.— Caulter chama meu nome. —O quê?— Eu pergunto- minha voz entrecortada. —Isso é o que eu estou falando, Princesa,— ele diz. —Você precisa ter uma porra de um senso de humor.— —Claro, Caulter.— Viro-me para ir embora, mas ele chama


meu nome novamente. —O quê?— —Aqui—, diz ele. —Você quer uma?— Ele levanta uma daquelas bebidas de café em lata e em seguida, joga para mim. Eu estalo a parte superior e engulo o líquido que salva vidas enquanto eu ando na direção de onde ele está parado. Ele vira a cabeça e sopra um rastro de fumaça para o lado. —Isso é um hábito nojento—, eu digo. —Você está indo ter câncer. — —Eu dou-lhe café, e você vem aqui para me palestrar sobre meus hobbies—, diz ele. —Esses são alguns maus modos do caralho. — —Obrigada pelo café.— Eu tomo outro gole, e olho para a lata vazia em seus pés. —Então você está aqui fora da casa principal por causa da cafeína ou nicotina?— —Tenho que ter a minha dose—, diz ele, olhando para mim, seu olhar firme. —Quero dizer, eu prefiro uma boa foda pela manhã para acordar.— —Bom, é uma coisa boa que você tem o café e os cigarros, então.— Caulter dá de ombros. —Deixe-me saber se você mudar de ideia, Princesa. Eu posso estar pronto em cinco segundos —. —Não prenda sua respiração.— Caulter termina seu cigarro, e mantém o dedo médio. Eu sigo o seu olhar para fora do pequeno jardim de frente para a calçada, em direção a um cara de pé do outro lado da parede, a cabeça visível acima do tijolo. —Há quanto tempo que o fotógrafo está ali?— Eu pergunto, virando as costas e de frente para Caulter. —Um tempo—, diz Caulter, encolhendo os ombros. —Ele estava lá ontem. É apenas um.— —Apenas um?— Estendo a mão para o braço de Caulter e o puxo para baixo. —Você está louco? O que diabos você pensa que está


fazendo, aqui parado?— —Relaxe—, diz ele. —Eles são idiotas. Nós desenvolvemos uma rotina, esse cara e eu. É como simbiótica e merda. Ele tira fotos de mim; eu fumo e dou o dedo. Ele levou bastante de mim parado aqui, então ele está entediado com isso agora. — —Sim, bem, ele não tem minha imagem—, eu digo,— E meu pai está prestes a começar sua campanha de reeleição. Isso é apenas o que ele precisa, fotógrafos tirando sua foto aqui fora. — —Fique fria, Princesa—, diz ele. —Ele vai tirar algumas fotos de nós aqui e depois ele vai embora. Nós não somos a verdadeira história. Ele quer os nossos pais.— Estou acostumada com o meu pai ser o centro das atenções. Ele é um senador, depois de tudo. Mas os senadores não estão realmente no centro das atenções como isto, não com paparazzi em frente à nossa casa. Quero dizer, a menos que haja algum tipo de escândalo, ninguém dá muito de um excremento sobre ninguém, exceto o presidente. Sendo filha de meu pai significa que tenho que ser cuidadosa ao encenar entrevistas e sessões de fotos, e não ter fotos espontâneas fora da casa. O fato de que Caulter e eu estamos em pé aqui fora sendo fotografados em tudo faz- me sentir ansiosa. E chateada com Caulter por ser tão blasé sobre a mídia. —É claro que eles estão interessados em nós como uma história você, como uma história, seu idiota—, eu digo em pé na frente dele, minhas mãos em meus quadris. Eu sinto- me como uma professora da escola, dando palestras para ele, mas eu não consigo me ajudar. —Você é o tatuado, fumando um cigarro, bebendo cerveja, o filho acidente de trem da estrela de cinema que vai casar- se com o meu pai; um homem que tem valores de família, ex-Marine, senador. Você é a manchete do tabloide, bem aqui, na minha frente!—


Caulter olha para mim, seu rosto pétreo e sua mandíbula apertada. Então ele sopra uma nuvem gigante de fumaça no meu rosto, fazendo-me tossir, e eu aceno meus braços de forma irregular na frente do meu rosto. Acho que a minha pressão arterial vai até o teto no ato de agressão. —Sim?— - pergunta ele, inclinando-se para a frente e trazendo o seu dedo do meio na frente de seu rosto entre nós. —Bem, você é a tacanha, presa, a entediante virgem que é tão tensa que não conseguiu encontrar alguém para tirar o seu cartão V; exceto o homem prostituto da sua escola, que vai atrapalhar literalmente ninguém. —Ele faz uma pausa.— E, em seguida, passa a ser a mais chata do caralho inexperiente que eu já tive—. Deixo escapar um grunhido de frustração, mas Caulter apenas ri, o que me deixa ainda mais chateada. —O que você vai fazer, Princesa?—, pergunta ele, inclinando-se para a frente, seu dedo médio para cima ainda fazendo ondas ao redor a meras polegadas do meu rosto. Eu quero quebrar seu maldito dedo pela metade. Caulter me fez tão chateada que eu não posso pensar. Eu me inclino à sua frente rapidamente, meu dedo a uma polegada de distância dele. Estamos de pé a um pé de distância, com os nossos dedos médios nos rostos um do outro. Realmente maduro. Nós também podemos ser crianças que mostra nossas línguas um para o outro. Então Caulter sorri. —Esta vai ser uma grande foto de merda—. Merda.


Capítulo 5 Caulter Senador Otário bate o jornal em cima da mesa. A foto de Katherine e eu de frente um do outro, com olhos estreitos e os lábios que parecem estar rosnando, com os nossos dedos médios quase se tocando, e precedida por uma manchete que diz: —HARRISON E STERLING AS CRIANÇAS SE ENFRENTAM NO LADO DE FORA.—

Katherine está do meu outro lado, com o rosto da cor de giz branco. Ela não olha para mim, apenas olha para o papel, ela está completamente paralisada. Eu tenho o impulso de tirar meu telefone e obter uma foto da reação dela, mas eu acho que seria empurrar demais, uma vez que o rosto do senador é exatamente o oposto do fantasma; ele está quase roxo. —É realmente meu melhor ângulo,— eu digo. —Para mim, de qualquer maneira. Ele não faz à Katherine muita justiça. —Isso não é verdade. Na foto, seus dentes estão praticamente descobertos e ela olha praticamente selvagem. Eu não deveria estar tão ligado com isso, mas eu juro que enquanto eu fico aqui olhando para ela, eu sinto meu pau se mexer. Isso provavelmente não é a melhor situação para apresentar um tesão para a filha do senador Otário. Parece que ele vai ter um enfarte. Minha mãe me dá um olhar, e eu estou quase preocupado que ela vai cortar meu fundo de garantia no momento. —Caulter,— Ella alerta. —O que diabos vocês dois estavam pensando?— O senador traz o punho na mesa, fazendo com que o papel pule, sua voz crescendo.


Eu olho para Katherine, mas ela ainda não olha para mim. —Querida—, diz Ella. —Não é tão ruim quanto parece, pai—, Katherine fala- sua voz suave. —Não é tão ruim quanto parece?— O senador cerra o punho novamente. Esse cara seriamente precisa fazer alguma terapia ou fazer uso de alguma erva ou algo assim. Se eu não estivesse presente quando ele estava falando, eu não acreditaria que ele estava mesmo tomando um fôlego. —Diga-me, como exatamente você pensa ao olhar para a filha de um senador dos Estados Unidos que está na primeira página do jornal, direcionando seu dedo médio ao filho de sua noiva? — Provavelmente é melhor do que o título os filhos de senador estão fodendo, eu acho. Mas eu mantenho minha língua. Mentalmente, me dou parabéns pelo meu excelente ato de auto-controle. Katherine me surpreende falando. —Quero dizer, realmente, não é a primeira página. É a primeira página da parte social. E é o Post, então...— Eu seguro uma risada, mas não muito bem, por isso sai mais como um grunhido. O senador vira e olha em minha direção. —E você. Você acha que isso é engraçado?— Eu rolo meus olhos. —Olha. É um artigo no jornal. Não é o fim do mundo, porra.— Ele vira para o meu lado da mesa, e eu fico lá, só porque eu realmente não posso acreditar que esse cara está realmente prestes a perder a merda da cabeça, especialmente sobre algo como isso. Eu posso pensar em pelo menos mais de vinte escândalos que eu estive envolvido que são piores do que este ponto no radar. É quando ele me agarra pelo colarinho da minha camisa que eu começo a realmente ficar chateado. —Não é o fim do caralho do mundo? —-


pergunta ele, estreitando os olhos.— Você, seu merdinha arrogante. Sua mãe pode permitir toda a folga no mundo, deixando que você jogue fora seu dinheiro em roupas e medicamentos, mas você não entra em minha casa e...— Eu empurro as suas mãos de cima de mim. —Você se acostuma, Pops—, eu digo - desgostoso. —Vamos lá.— —Pare!— Katherine grita a palavra. Grita. O som de seu grito é tão surpreendente que seu pai olha para ela, de boca aberta. —O que você acabou de dizer?— ele pergunta. —Eu acho que todos nós precisamos nos acalmar aqui—, diz Ella, de pé na ponta da mesa —Ben, Caulter não é seu filho, ele é meu, e eu vou agradecer-lhe gentilmente por não - — —Oh, por favor, Ella.— Eu mantenho minha mão para cima. —Eu não quero ouvi-lo referir-se a sua mãe pelo seu primeiro nome como se ela fosse um de seus amigos,— o senador grita. —É uma coisa boa você não ter uma opinião a dar sobre matéria, não é?— Eu pergunto. —Desde que eu não sou um de seus empregados para você ordenar sobre isso.— —Ben!— Ella diz. —Eu disse, este é o meu filho. Caulter e eu somos informais. E não é da sua conta intervir e tentar mudar isso. — —Seu filho é um adulto—, diz o senador, com a voz mais alta agora. —Não é um garoto. E é hora de começar a tratá-lo como um adulto. Ambos são adultos e - — Katherine grita de novo, com as mãos sobre as orelhas. —Jesus fodido Cristo—, ela grita. —Katherine Eva Harrison—, disse o senador. —Você não vai falar o nome do Senhor em vão nesta casa.—


—Eu não posso ouvir mais um segundo dessa discussão!— ela grita. —Sim, Caulter e eu enfrentamos um ao outro lá fora. Sim está no papel. Sim, é um problema de relações públicas agora. Sinto muito se o seu noivado foi anunciado desta forma. Mas se você quer falar sobre ser egoísta, podemos falar sobre ser egoísta. Você me deixou no escuro, sozinha após a graduação para voltar ao trabalho - e por trabalho, eu estou supondo que você quis dizer Ella. Você não acha que talvez você deve, oh, eu não sei, me dar qualquer tipo de atenção sobre você estar se casando novamente? —Katherine pede, a voz cada vez mais aguda.

Eu dou um passo para trás, cruzando os braços sobre o peito, nem mesmo me preocupo em esconder o sorriso que eu posso sentir puxando nos cantos da minha boca. Eu não tinha ideia do que a garotinha do papai tinha nela. Eu não posso acreditar que eu estou ouvindo-a dizer essas coisas a seu pai. —Eu pensei que você preferiria ouvir sobre isso em casa -— ele começa - de repente na defensiva. —Sim, pai—, diz ela. —Eu totalmente gostaria de entrar na porta de casa para ver vocês três ali de pé. Tenho certeza de que é assim que eles recomendam que se façam á todos os livros para os pais. Certifique-se de escolher uma definição para o máximo impacto, certo?— —Eu tomei uma decisão que eu pensei que era mais apropriada —Você foi manter essa relação toda, um segredo!— Katherine grita. —Você entende como um grande idiota você está sendo? Você estava prestes a bater no Caulter na porra da cozinha! Você não vê a ironia aqui? Minha mãe iria odiar a pessoa que você é - e você sabe disso—.


À menção de sua mãe, é como se todo o ar fosse sugado para fora da sala. Drenando todas as cores do rosto do senador. Katherine continua falando. —Você os está trazendo -— Ela não olha para mim, apenas aponta na minha direção e Ella. —Para a casa de verão, a nossa casa. Para sua casa.— —Ela está morta!— O senador grita. —Sua mãe morreu há malditos quatro anos!— —Eu não posso falar sobre isso—, diz ela, balançando a cabeça. Ela olha para o senador com a decepção estampada em seu rosto, passando por mim sem olhar. Eu fico lá por um minuto, o silêncio persiste na sala. O senador inclina-se sobre a mesa, as duas mãos, penduradas na cabeça. Estou irritado com ele, mas eu sinto-me mal por Katherine. Ella olha para mim, sua expressão de dor. —Caulter -— ela começa. Cortei-a antes que ela possa dizer o que diabos ela tem a dizer. — Foda-se essa merda—, eu digo. —Eu estou fora—. Eu tomo as escadas de dois em dois para o quarto onde está minha carteira, mas eu estou querendo saber se Katherine está bem. Eu entrei no meu quarto primeiro, pego minha carteira e meus cigarros, parando quando eu chego ao quarto dela. A porta está aberta cerca de uma polegada, e eu fico lá por alguns segundos, decidindo se devo entrar ou dizer alguma coisa. Então a porta se abre e ela olha para mim com surpresa.

Por um segundo acho que ela poderia estar feliz em me ver, mas ela suspira de forma audível e balança a cabeça. —Sério, Caulter, eu não preciso de sua besteira agora. Eu não estou no clima. Eu estou saindo.—


—Quer companhia?— Sua sobrancelha sobe. —Você está brincando, porra?—

—Eu não estou sendo um idiota. Realmente.— Eu me sinto na defensiva. Eu não sou um idiota o tempo todo, eu quero dizer. Há algo nela que simplesmente faz trazê-lo para fora de mim. —É a primeira vez—, diz ela. —O que, você quer tempo como irmão? - Uma ligação irmã?— —Eu quero sair daqui—, eu digo, meu tom evasivo. —Bem.— Ela afunda sua bolsa por cima do ombro, e eu a sigo para fora da porta da frente. No portão da frente fumando estão três fotógrafos desta vez, quando saímos rapidamente pegam as suas câmeras com o objetivo de tirar as fotos quando nos aproximamos.

Katherine, xinga sob sua respiração à medida que caminhamos para fora. —Eles não têm nada melhor para fazer?— —Caulter, Katherine - vocês realmente se odeiam ? Vocês têm algum comentário para nós?— —Cuide da sua vida—, diz ela. —Sério. Olha, nós estamos bem aqui, não estamos? Por que você não tira uma foto de nós juntos, não matando uns aos outros. Somos amigos. Esse é o meu comentário. — Eu deslizo meu braço em torno do ombro dela. —Sorria para as câmeras.— Eu dou um polegar para cima e Katherine, olha para mim, finalmente quebrando um sorriso antes de fazer um polegar para cima também.

Os fotógrafos rolam seus olhos, e nós voltamos a andar rapidamente pela calçada a dois blocos antes que qualquer um de nós fale alguma


coisa. Então Katherine ri. O som é luz, melódico, eu olho para ela, porque eu não acho que eu já a ouvi rir - não uma verdadeira risada em dois anos em Brighton. Ela é sarcástica, sim, mas ela é tão malditamente séria na escola. Uma vez que ela começa, ela não pode parar, dobrando em sua barriga quando ela ri, dando uma grande risada, até que ela tem que limpar as lágrimas de seus olhos. Quando ela para, ela olha para mim. —O quê?— Ela pergunta. —Você está olhando.— —Você é a única em pé na calçada rindo como uma louca.— —Meu pai vai odiar essa foto, você sabe—, diz ela. —Eu acho que nós deveríamos esperar por uma encenação. A sua, relações públicas vai ter muito a dizer sobre isso. — Eu dou de ombros. —Eu acho que eu não dou a mínima para a porra do seu pai.— Nós estamos andando, mas eu não sei para onde. Eu puxo o meu maço de cigarros para fora e ela me dá uma olhada. — Você quer um?— Pergunto. Katherine balança a cabeça. —Por que você não apenas volta para Hollywood ou qualquer outro lugar para o verão? Meu pai vai falar alguma desculpa para você não ir a New Hampshire, uma razoável história para dizer onde você está. Você não quer se envolver nessa merda todo o verão, não é? — —Fundo fiduciário —, eu digo. —Ella tratou de segurá-lo em cima de mim. É verdade que a casa em New Hampshire é a casa da sua mãe?— Ela encolhe os ombros. —Foi o seu lugar favorito. Nós vivemos em uma fazenda em Loudon, quando eu era criança, mas ele a vendeu para a casa do lago, já que ele estava indo para DC durante o resto do ano. Mas a minha mãe amava New Hampshire, embora, nós estávamos lá apenas no verão, era o seu lugar. — —E ele está levando Ella para lá—, eu digo. —É uma espécie de um


movimento pau.— —E quer saber? Não é grande coisa.— Eu posso dizer que ela está mentindo. —Ella parece boa. Quero dizer, é estranho que você a chama por seu primeiro nome.— Estamos em pé perto da entrada para o metrô. —Você quer dizer, em vez de Mamãezinha Querida?— Pergunto. —Onde diabos estamos indo, afinal?— Eu estou buscando um cigarro, embora só se passaram cerca de dez minutos desde o meu último. Katherine me faz sentir nervoso. Ou melhor, eu me sinto nervoso por causa de como eu me sinto ao tê-la ao meu lado, com o braço jogado casualmente por cima do seu ombro e talvez, eu só estou irritado porque eu tinha tudo definido a malditos dez dias atrás. —Eu não sei—, diz ela. —Eu estava saindo. Eu não tenho planos.— —Você não parece o tipo espontâneo,— eu digo. —E eu não tenho que ir para a casa de sua mãe para o verão, você sabe. Se isso incomoda você. —Eu ofereço meio hesitante, mesmo que eu realmente quero saber se isso a incomoda. Eu quero, que isso a incomode.— Que tipo de pessoa você acha que eu sou ?— ela pergunta, franzindo o nariz. —Eu disse que não é uma grande coisa. Eu não quero falar sobre ela.— Nós pegamos o metrô, indo para quem sabe onde. Estamos falando sobre porcaria regular, nada pesado. Ela parece estar menos irritada agora, e ela está rindo das histórias que conto sobre alguns dos meus amigos de minha mãe celebridades de Hollywood, e como nossa pequena foto-dedo médio é fichinha em comparação com os escândalos reais. Ela está rindo, e soa agradável. —Onde diabos estamos indo?— Eu pergunto, quando nós descemos em uma parada. Katherine dá de ombros. —Não há planos—, diz ela. —Basta ficar bem longe de casa. Você tem planos melhores?—


Eu ergo minhas mãos em sinal de rendição simulada. —O que você quiser, Princesa.— Ela me ignora, e andamos por um tempo até chegarmos a um parque. Eu não sei nada sobre DC, de modo que eu não tenho ideia de onde estamos - Nova York e Hollywood, esses são os lugares que eu conheço. Mas ela parece ter alguma ideia de onde estamos indo, e eu estou seguindo seu exemplo, porque ela não é tão terrível como eu pensei que ela era. Na verdade, estamos nos dando bem, e pela primeira vez desde que eu a conheço, é bastante confortável sair com ela. —Você não é tão ruim, Princesa,— eu digo. —Eu quero dizer, para uma cadela presa.— Ela ri. —Eu não posso acreditar que você me chama assim.— —Cadela?— Eu pergunto. —Você sabe que eu estou brincando. Não é sobre a merda presa, apesar de tudo.— —As pessoas pensam que eu sou uma cadela?— Ela pergunta. A resposta honesta é sim, mas eu dou de ombros. —Quem se importa com o que eles pensam?— Katherine me olha longo e difícil. —Melhor do que ser um idiota mimado.— Eu sorrio. —O que você diz, Harvard.— Nós estamos em um lugar isolado fora do caminho, árvores frondosas e trilhas, o lugar é praticamente desabitado. Eu retiro um baseado, e Katherine me dá uma olhada. —Você é estúpido?— Ela pergunta. —Nós estamos em público.— —Ninguém está passando perto de nós á 15 minutos—, eu digo. — Vamos lá... há um prédio lá em cima, vamos andar por trás dele —. Katherine suspira. —Primeiro a foto no jornal, e agora você está indo para nós sermos preso por posse de drogas. Meu pai vai matar-nos—.


Eu sorrio. —Vamos lá, Princesa,— eu provoco. —Você está sendo uma covarde?— Ela me segue para o outro lado de um prédio que abriga uma casa de banho, e estamos perto de algumas árvores atrás dele. —Eu não sou algum tipo de menina ingênua—, diz ela. —Já fiquei alta antes.— —Claro que você não é, Princesa,— eu digo. —Você é praticamente uma estrela do rock de merda.— Eu levanto o baseado e o acendo. —Cale a boca—, diz ela, quando ela dá uma tragada. —Você, aqui junto comigo. Se você tem amigos mais frios que você prefere estar, é onde você deveria estar.— —Amigos mais frios do que você, Princesa?— Eu pergunto, quando ela passa de volta para mim. —Não é possível. Eu não tenho amigos que são filhos do futuro presidente—. Ela revira os olhos. —Esse é o plano. Tudo é sobre o plano. Sempre foi. Minha mãe odiava isso, você sabe. — —A coisa política?— —Política—, diz ela. —Eu acho que ela odiava a política quase tanto quanto ela o odiava. Eles brigavam muito.— Estamos em silêncio por alguns minutos, enquanto nós fumamos, e eu não quero quebrar o silêncio que se instala entre nós como algum tipo de feitiço. Eu espero até que nós terminamos, caminhando de volta para fora através do parque, e voltamos a falar. —E você?— Estou mais curioso do que eu pensei que eu estaria com ela. —E quanto a mim?— —A criança do futuro do presidente - É que o que você está prestes a ser?— —Ela ri, o som amargo.— Não importa o que eu serei —- diz ela.— Esse é o plano, você não sabe? De qualquer forma, não é por um


tempo - sua reeleição para o senado é este ano, e ele não irá concorrer para presidência na próxima eleição. Isso vai ser o próximo passo, a eleição presidencial depois do senado. Seis anos é um longo tempo. —Ela estuda meu rosto enquanto caminhamos.— Eu não sou como você, você sabe. — —Não, merda.— Eu não posso pensar em uma pessoa, mesmo se eu tentar. —Deve ser bom não dar a mínima para o que as outras pessoas pensam—, diz ela. —Você pode querer experimentá-lo algum dia.— As palavras saem com uma vantagem que não devem ser, especialmente quando estou chapado. Porra, ela tem essa maneira de ser condescendente. Eu não aguento mais. —Isso seria ótimo—, diz ela. Eu acho que ela realmente quis dizer isso. Chegamos a um banco do parque e sentamos ombro a ombro um ao lado do outro. Estou ciente da nossa proximidade, quase nos tocando. Ela não diz nada, então nós apenas sentamos em silêncio por talvez uma hora e meia. É provavelmente a maconha, mas eu me sinto tranquilo apenas sentado com ela. Quando nos levantamos para sairmos, eu alcanço a mão dela para puxá-la para cima, e quando ela se ergue de pé, tropeça contra mim e nós ficamos congelados lá. Meus olhos vão até o seu peito mesmo que ela esteja vestindo esta camisa branca sem mangas que não revela nada; o fato de que eu não posso ver o topo de seus seios me faz querer ver mais, como uma espécie de coisa de psicologia reversa. Ela inala seu peito subindo, meus olhos fixos em seu lábio inferior enquanto ela vai abrindo em câmera lenta. Quando ela passa rapidamente a língua sobre ele, eu imagino aqueles lábios em volta do meu pau e ele se torna rígido como uma rocha.


Eu trago minha boca até a dela, esmagando seus lábios sob os meus, e ela geme em minha boca. Sua língua encontra a minha e suas mãos estão no meu peito, segurando minha camisa e puxando o tecido; eu me lanço em direção a ela. Ela se aperta contra mim, arqueando as costas e empurrando para cima seu peito enquanto ela mói o seu quadril contra o meu pau duro. Eu aperto a bunda dela em troca. Eu não dou a mínima para onde estamos; Eu quero arrancar suas roupas e transar com ela aqui mesmo no meio de um parque público. Então, tão repentinamente como começou, acabou. Ela aperta as palmas das mãos planas contra o meu peito e me empurra dando um passo para trás e limpando a boca com a mão como se eu fosse algum tipo de contaminação; como se ela não pode esperar para se livrar. Eu estou olhando para ela, tentando compreender o que diabos ela está jogando aqui, mas eu não posso pensar, porque não há sangue no meu cérebro. Tudo o que sei é que meu pau está duro como o inferno e ela está de pé ali, olhando como se ela comeu apenas alguma comida estragada. —Não, Caulter -—, diz ela, segurando sua mão para cima como se eu fosse um estuprador prestes a ir atrás dela, como se eu a tivesse agarrado e a beijado contra sua vontade, porra. Como se ela não estivesse apenas gemendo em minha maldita boca, arqueando as costas e pressionando os seios dela no meu peito, me atrevendo a tocá-la. —Não o quê, Princesa?— Eu pergunto. —Você é a única que está esfregando-se contra o meu pau como se fosse uma lâmpada mágica. —


Katherine balança a cabeça, os dedos ainda pressionados contra sua boca. Seus lábios estão inchados, a pele ao redor deles estão vermelho do meu beijo. —Esta porra não é para acontecer, Caulter.— O jeito que ela diz parece como se eu estivesse me jogando para ela. Como se eu tivesse a sorte de estar recebendo uma chance de tocála ou algo assim. Sua atitude me irrita ainda mais. —Não se preocupe, querida,— eu digo. —Só porque eu estava chapado e queria uma transa rápida não significa qualquer coisa. —

Ela olha para mim com uma expressão que eu não consigo descobrir. Eu acho que pode ser decepção, mas ela é a única que está fodidamente me rejeitando. Isso passa tão depressa como apareceu. —Apenas... apenas mantenha as suas mãos longe mim, Caulter —, diz ela. —Mantenha as mãos longe de você?— Eu não posso segurar minha risada. —Isso é extraordinário. Não se preocupe Princesa, a sua buceta não é mágica e eu certamente não estou machucado por isso. Não vai ser uma dificuldade manter o meu pau longe de você.— Ela estreita os olhos para mim e aperta a sua mandíbula. —Bom. Eu estou contente de ouvir isso. Devemos ser adultos. Ou amigos. Devemos ser civilizados um com o outro—. Ela fica ali sem jeito, suas palavras apenas pairando no ar, e eu fico ali. Eu não estou pensando sobre o que ela disse, no entanto. Estou realmente pensando sobre o fato de que meu pau não está se movendo de onde ele está pressionado contra o zíper da minha calça jeans. Eu acho que sua atitude santa poderia até mesmo ter tornado mais difícil. Claramente, meu pau tem mau gosto para mulheres. —Você quer voltar para a casa de meu pai?— Ela pergunta. Eu dou de ombros. —Nah—, eu digo, pegando meu maço de cigarros


do bolso de trás e abrindo. —Eu acho que vou sair. Não há nenhum sentido ter um pau duro e não ser capaz de usá-lo. — Digo isso apenas para magoá-la, e parece que funciona. Ela pisca algumas vezes, ela está com as mãos enroladas em punhos antes que ela gira em torno. —Tudo bem—, diz ela. —Seja qual for. Divirta-se.— Eu olho na direção oposta, observando-a sair pelo canto do meu olho, mas não olhando para ela. Eu não vou dar a satisfação de olhar para ela. O jeito que ela limpou a boca depois que ela me beijou, como se eu fosse algum tipo sórdido e ela mal pode esperar para fugir? Ela pode ter sido uma boa trepada, metidas custam um centavo a dúzia. Eu não preciso dela.


Capítulo 6 Katherine Eu sempre amei o verão em New Hampshire. Quando meu pai se tornou senador pela primeira vez, ele vendeu a fazenda em Loudon, onde eu passei meus primeiros anos, e mudamos para DC para o ano letivo, mas a minha mãe gostava de vir na casa no Lago Winnipesauke para o verão. Meu pai se juntava a nós, voando entre New Hampshire e DC durante o início do verão e só ficava o tempo inteiro quando o senado fechava a sessão no verão. Ele nunca gostou do Estado, mesmo que esteja ligado a ele politicamente. Ele volta aqui, mas passa a maior parte do verão reclamando sobre estar fora do circuito e encontrando desculpas para voar para Nova York ou DC para captação de recursos e eventos políticos. Eu, por outro lado? Eu amo esse lugar. Eu chorei quando ele vendeu a nossa primeira casa. Ele disse que não era saudável para ser fixado a algo assim (—É só uma casa maldita, Katherine—), e eu tinha sete anos, então eu pensei que nunca iria superar isso. Mas eu fiz. A casa de verão tornou-se meu lugar favorito no mundo, e ele continuou sendo depois que minha mãe morreu, porque era meu laço com ela. Então vindo aqui para o verão não é tão ruim, mesmo que isso signifique fazer o que meu pai deseja, na medida que a campanha de reeleição se desenvolve. Ele é o encarregado, e honestamente, a eleição não é grande coisa, ele vai ganhar de forma esmagadora, assim como ele sempre faz. Ele só acha que é o maior negócio do mundo. E, além disso, até as pausas da sessão eleitoral no verão ele vai estar voando, indo e vindo, então eu fico com o lugar todo para mim. Ou, eu teria, se não fosse a imagem de Caulter.


Eu ainda posso, no entanto. Eu não sei onde está Caulter. Depois do que aconteceu no parque, ele nunca chegou em casa naquela noite. Eu sei, porque eu estava esperando por ele. O fato de que ele saiu chapado em busca de uma garota depois de me beijar, só porque ele tinha uma ereção, é tão nojento que me faz odiá-lo. Assim quando Ella disse que Caulter estava voltando para Malibu por alguns dias, me desculpe por estar feliz e se eu tiver sorte, talvez, eu nunca vou ter que vê-lo novamente. O problema é que eu ainda posso sentir seus lábios nos meus aquela lembrança do beijo no parque persiste mesmo agora. Meu corpo anseia por ele, e eu odeio isso. Eu só tenho que pensar em outra coisa. Como o quão grande o verão será estando de volta aqui. Eu adoro este lugar, com as suas paredes brancas pintadas e espaços arejados. Eu amo o alpendre envolvente, e a pequena varanda fora do meu quarto, onde eu sento e esboço quando eu quero paz e tranquilidade. Eu desejaria poder passar o verão aqui sozinha. Eu não quero Caulter e Ella aqui, se intrometendo neste lugar que costumava ser da minha mãe e meu. Eu não quero a sua presença manchando minhas lembranças dela. Eu particularmente não quero Caulter aqui, me lembrando daquela noite toda vez que eu olho para ele. Eu não o quero aqui, lembrandome do fato de que ele está despertando-me sentimentos, mesmo se os sentimentos são simplesmente luxúria. Ridículo, luxúria é inadequado. É ridículo e inapropriado não só porque ele está prestes a ser o meu meio-irmão, também. É ridículo e inapropriado por causa de quem Caulter Sterling é. Ele é um bruto, um pau cáustico que não pode se manter em suas calças. O problema é que eu não consigo parar de pensar naquele idiota. Eu não posso parar de pensar naquele beijo no parque, os lábios de Caulter pressionados contra os meus, o seu toque áspero e inflexível.


O pensamento me envia um arrepio que percorre minha espinha, mesmo agora, e eu tento esquecê-lo. Eu deveria querer alguém mais adequado. Eu não deveria querer Caulter, com sua vulgaridade e estupidez, o famoso rebelde-sem-causa que só encontra problemas com sua atitude. Eu não deveria querer Caulter, que é obcecado por sexo. O problema é que eu estou começando a pensar que ele fez algo para mim, mexendo a com minha cabeça. Porque desde aquela noite, eu não consigo parar de pensar em sexo com ele. Eu preciso tirar Caulter de minha cabeça, e estar aqui esta semana sozinha é a melhor maneira de fazê-lo. Até sexta-feira à noite, eu estou livre do meu pai e Ella e todo o seu ato adolescente apaixonada. Eu não tenho que dar a minha opinião sobre os planos de casamento, e eu não tenho que lidar com a jovialidade perpétua de Ella. E eu não tenho que lidar com Caulter e quaisquer encontros de manhã cedo no banheiro. Talvez, Caulter irá decidir ficar em Hollywood, e ele não virá com eles na sexta-feira à noite, paro ao lembrar-me sobre sábado de manhã e as panquecas do café da manhã. Faço uma pausa, meu lápis na página, no meio de um acidente vascular cerebral. O café da manhã com as panquecas no sábado de manhã é um ato de tradição, essa coisa relações públicas que meu pai faz no início de cada verão, no estilo café pai e mãe na cidade. Nós comemos panquecas e com um sorriso ele beija os bebês e fala sobre como este lugar significa para ele. —Katherine—, um repórter faz inevitavelmente a pergunta. —Ele faz isso em casa?— E eu vou sorrir docemente e segurar um garfo com um pedaço de panqueca nele. —Quando chego em casa da escola, ele o faz a cada manhã de sábado. Panquecas e chocolate quente, assim


como quando eu era criança —. Eu odeio panquecas. Eu me perco em meus pensamentos, meu lápis de carvão movendose sobre o bloco de desenho, o som do cursos lisos curtos quase como o ruído branco. A arte é como a minha versão da meditação. É o que me acalma depois que minha mãe morreu, eu tenho caixas no armário do quarto, com as minhas pinturas e esboços da época. A batida na porta é o que me sacode para fora dos meus pensamentos. Eu bato o bloco de notas fechadas, deslizando de volta para seu esconderijo debaixo do colchão da cama. Rose está na entrada, vestida com um vestido e um avental. Ela é a outra razão para que este lugar se pareça como uma casa. Rose cuidou de mim quando eu era criança, antes de nos mudarmos para DC, mas ela voltava o tempo todo no verão. Ela esteve cuidando de minha mãe quando ela ficou doente. E depois que minha mãe morreu, ela foi aquela que acariciou meu cabelo e falou baixinho para mim enquanto eu chorava, estendeu-se no assento da janela na biblioteca, com a minha cabeça no colo dela. Quando eu olho para ela, eu estou imediatamente com medo que ela vai ser capaz de saber o que eu venho fazendo. Eu olho de volta para a cama como se o bloco de notas preenchido com desenhos do corpo nu de Caulter pode de alguma forma soltar de seu esconderijo debaixo do colchão sendo exposto em plena vista. Mas é claro que está escondido. —Kate—, diz ela, enxugando as mãos no avental. —São duas da tarde. Não é bom para você estar escondida aqui o dia todo.— Eu dou de ombros. —Eu só estou desenhando.— Ela balança a cabeça e faz um som cacarejo com a língua. —Eu estou fazendo rolos de canela e pão. Você deveria comer. Daqui a pouco você vai ser, pele e osso. —


Eu rio. —Rose, eu ganhei peso durante a fase final. Eu mal posso fechar o botão do meu jeans .— Mas eu a sigo para o térreo de qualquer maneira. Ela estala sua língua quando caminhamos, e me dá um aperto de desaprovação de sua cabeça. —Mal fecha o botão de seu jeans—, ela murmura.— Vocês crianças de hoje em dia. — —Então e nós?— Eu pergunto antes de correr para um dos bancos altos ao redor da grande ilha no meio da cozinha. A superfície de mármore está coberta com uma camada de farinha, condimentos do cozimento espalhadas por toda a bancada. Rose chega em um dos armários da cozinha para pegar um prato, antes de me apresentar um rolo de canela praticamente do tamanho da minha cabeça, encharcado de glacê. —Coma—, ela ordena. —Na minha época, se você fosse magra, era porque não poderia ter recursos para comprar comida.— —Sim, senhora.— Eu não tenho de ser mandada duas vezes para comer um rolo de canela gigante. Arrancando um pedaço com meus dedos, eu coloco em minha boca, e meus olhos rolam para trás na minha cabeça. Está ainda quente do forno, todo caseiro e não essa porcaria da seção refrigerada da loja. Quando eu abro meus olhos, Rose olha para mim com expectativa, com uma das mãos cobertas de farinha em seu quadril e a outra segurando o pino do rolo, fez uma pausa. —Bom?— —Bom, o quê, Rose?— Eu pergunto, sorrindo. —Não seja insolente—. —Estes estão incríveis. Claro que sim.— Ela sorri, e volta a passar o rolo sobre a sua massa. —Você é a culpada se os jornais falarem sobre como a filha do senador é agora gorda, em vez da campanha de reeleição —- eu


digo, empurrando um pedaço maior do bom cozido em minha boca. Rose bufa e gesticula para mim com o rolo da massa. Se ela não parecia quase exatamente como a Sra. Noel, com os cabelos grisalhos empilhados em cima de sua cabeça em um coque e seus óculos escorregando para o final do seu nariz, ela seria quase ameaçadora. —Nunca me deixe ouvir essa palavra que saiu de sua boca novamente, Kate Harrison. — —O Quê?— Eu pergunto. —Você sabe o que eu estou falando. Essa palavra. Gorda.— —Eu estou dizendo o que a mídia iria dizer:— Eu protesto. Ela balança a cabeça para mim. —Você soa como aquela mulher—, diz ela. Aquela mulher é á maneira de Rose se referir à gerente de Relações Públicas do meu pai. Eu acho que o termo oficial é a diretora de comunicações. Mona. Rose sabe seu nome, mas se recusa a usá-lo. —Essa mulher, a pessoa que faz você se vestir e falar como marca — . Eu suspiro, pensando sobre o que Mona vai dizer na próxima vez que ela vier, a palestra que vou receber sobre a —catástrofe absoluta— que eu criei para o meu pai com a foto no jornal de Caulter e eu nos dando o dedo. Eu adoraria ver o rosto dela se ela soubesse que Caulter tinha me dado mais do que apenas o dedo. —Você sabe o nome dela, Rose,— eu digo. —É Mona.— Ela remonta a rolo para fora da massa de pão. —Você parece mais e mais como ela, você sabe?— —Eu pareço?— Eu pergunto, minha boca cheia, imaginando Mona, alta e vara-pau, com seu cabelo vermelho-fogo cortado reto, em ternos perfeitos meticulosamente sob medida para sua figura de modelo. —Eu não pareço nada com Mona.—


Rose olha para mim com desdém com uma colher em sua mão, em seguida, mergulha-o na tigela e nas panelas com enchimento de canela através de uma faixa de massa. —Não Mona. Não seja idiota. Você se parece com sua mãe.— —Minha mãe era elegante, polida,— eu digo. —Eu sou exatamente o oposto disso. Eu estava tentando ser polida. Mas depois que as fotos no jornal... — Rose não mencionou as fotos no jornal ainda. Eu sei que ela viu. Ela coleciona os recortes em álbuns que mencionam a minha família. Ela não olha para cima de sua massa, mas eu penso que ela poderia estar sorrindo. —Eu vi, um de você e aquele garoto, o novo -— —O meu novo meio-irmão.— Ela rola pedaços de massa em cata-ventos e os coloca na panela. Ela está em seu segundo tabuleiro de rolos de canela e eu estou começando a ficar com medo que ela está cozinhando todos para mim. —Meio irmão. Eu acho que é o que você o chama. — —Você já conheceu Ella?— Eu pergunto. Gostaria de saber se meu pai já trouxe Ella aqui. Me pergunto,

por quanto tempo ele tem

mantido o seu pequeno segredo. Rose franze os lábios. —Foi uma novidade para mim também—, diz ela. —Apesar do fato de eu não saber sobre isso não me surpreende—. —Ela é uma grande celebridade.— Rose levanta as sobrancelhas. —Essa parte não é surpreendente, também. Você sabe das aspirações políticas de seu pai. — Eu resmungo minha resposta quando Rose ajusta a massa e desliza a panela no fogão. —Eles estarão aqui amanhã, você sabe.— —Eu estou preparada.— Eu estou mentindo através de meus dentes, e nós duas sabemos disso. Eu não estou preparada para vê-los. Mas


eu estou mais preparada para ver Caulter. —Uh-huh.— Ela enxágua as mãos sob a torneira, de costas para mim ainda. —É por isso que você esteve definhando aqui dentro toda a semana em vez de estar tomando sol na praia do jeito que você costumava fazer. —Ela vira-se para mim, com as mãos nos quadris.— Não é saudável, você sabe ficar se lastimando em seu quarto. Ela não vai substituir sua mãe. — —Não é isso—, eu protesto. Não é. Eu não sou uma menina que pensa que uma celebridade virá e substituirá minha mãe; estou irritada com a maneira como eles surgiram na minha vida depois de ser hipócrita o suficiente para insistir em ditar cada parte da minha vida. Cada parte da minha vida, exceto para aquela noite com Caulter. —Então o que é?— Ela pergunta. —Nada.— Eu não posso dizer a ela o que aconteceu com Caulter. Lembro-me que não houve consequência do ocorrido com ele de qualquer maneira. Nada que vale a pena repetir de qualquer maneira. Rose levanta as sobrancelhas. —Saia de casa—, ela ordena. —Vá fazer algo com seus amigos. Jo ligou para o número do telefone de casa, ela disse que He mandou uma mensagem e você não respondeu— Jo é uma das minhas amigas de infância, que eu vejo a cada verão quando eu volto para casa. Meu pai a odeia principalmente porque ela não é —uma de nós—, o que realmente significa que ela vai para a escola pública. Ele uma vez me colocou de castigo por duas semanas por que eu sair com ela um par de anos atrás, até Mona sugerir que poderia ser visto como elitista sua filha estar cavando amigos de infância. Tenho evitando-a porque ela vai querer saber todos os detalhes suculentos sobre a minha nova família, e eu simplesmente não me sinto com vontade de falar das fofocas. —Vou ligar para ela.—


Rose me entrega o telefone e sai da cozinha. —Eu tenho roupa para ser lavada. Vå divertir-se. Obtenha algum sol. Seja uma garota normal.—


Capítulo 7 Caulter —Você vai a sério a New Hampshire para o verão? Isso é ainda pior do que... e onde no inferno é a escola que você frequenta? —Dane pergunta, seus antebraços estendidos na parte superior da mesa. Eu mal posso ouvi-lo acima do clamor da música da banda de rock de merda no bar de mergulho no norte de Hollywood que Seth insistiu em fazer para que pudéssemos —pegar vadias—. Como se já não houvesse bandas suficientes em Malibu. —Connecticut—, eu respondo, distraído, mas ele não pode me ouvir. Estou tentando entrar tranquilo aqui. O Caulter de dois meses atrás estaria bêbado e alto e batendo uma garota cujo nome nunca estava indo para aprender, e muito menos se lembrar. Merda, este Caulter é praticamente a porra de um monge. E agora fazia duas semanas que eu tive qualquer ação. Não que eu não tentei. Saí do parque depois de beijar Katherine frustrado e revoltado com um tesão do inferno, e não querendo dar qualquer satisfação maldita de aparecer na casa de seu pai. Então acabei masturbando-me em um quarto de hotel e assistindo TV. Foda. —Cara—, diz Seth. —New Hampshire?— —Sim, eu vou voltar para New Hampshire para o verão—, eu digo. — Fundo fiduciário— —Sua mãe fodida—, Seth grita. Ele balança a cabeça, dá mais um tiro da garrafa na mesa, e preenche o meu copo com licor. Minha cabeça está nublada, e faço uma pausa por um minuto, pensando em acordar amanhã sentindo uma ressaca na cama de uma garota que eu peguei em um bar de mergulho em North Hollywood.


Mas eu vou levá-la de qualquer maneira, jogando a cabeça para trás deixo o álcool entorpecer os pensamentos correndo pela minha cabeça. —Ela quer ser a primeira-dama—, eu grito. —Foda-se, sim,— Dane diz, ao meu lado. Seus olhos estão vermelhos e suas pupilas dilatadas. —Sugando alguma torneira presidencial.— —Cale a boca.— Eu me levanto. —Essa é a minha mãe que você está falando. Eu não preciso ouvir essa merda.— Eu me empurro através da multidão de pessoas no bar e indo em direção ao banheiro. Eu voltei para Malibu para passar uns dias longe do inferno da costa leste do senador Otário e da aspirante a Primeira-Dama, mas agora eu só quero ficar longe de meus amigos idiotas. Primeiro estou começando a sentir que estou desperdiçando e cimentando essa besteira de ensino médio. Eu deveria ter voltado para minha mãe em Manhattan. Quando eu volto, um grupo de meninas que vestem camisetas do grêmio está à mesa, duas delas penduradas em Dane e Seth tirando os olhos da garrafa. Dane olha para mim. —Estou partindo em seu lugar—, diz ele. Uma das meninas, com o cabelo preto nas raízes e brancos nas pontas, desliza o braço no meu. Sua maquiagem pesada faz seu olhar parecer mais velho do que uma estudante de faculdade, e ela cheira como uma maldita cervejaria. Ela aperta seus seios contra o meu braço. Normalmente eu estaria indo deixá-la chupar meu pau na parte de trás do bar, mas agora eu sinto apenas repulsa, e eu a afasto balançando a cabeça. —Não hoje à noite.—

Seth coloca as mãos no ar. —Que porra é essa, cara?— Eu nem sequer respondo. De repente, me sinto sóbrio, mesmo que eu tive quatro tiros. Eu também me sinto patético aqui, cercado por


meus amigos coxos neste bar buraco de merda, minhas botas que parecem que têm dez malditos anos de sujeira endurecida, ouvindo a pior banda nas capas do mundo com canções de merda. —Mais tarde,— eu grito, sabendo que ele não vai se incomodar em vir atrás de mim quando eu saio. Eles estão muito ocupados correndo atrás de bucetas e da grande noitada. Lá fora, eu pego um táxi que me leva de volta para o lugar de minha mãe em Malibu. A casa está vazia, o som dos meus passos no chão ecoando através do espaço. Estou tentado a gritar 'oláaaaaa' como um maldito garoto, apenas para ouvir minha voz ecoando através dos quartos. O lugar parece ridículo. Tudo é branco - pisos de mármore branco, paredes brancas, sofá branco com pés cromados que descansam em uma área com tapete branco. Este é o lugar que eu retornei a mais recente redecorarão da casa, na tentativa de Ella —limpar— tudo. Andando para o meu quarto remodelado na outra noite foi uma grande surpresa, com a cama em branco no meio da sala está uma colcha branca que está praticamente me cegando. Eu considerei a contratação de pintores repintar toda a porra de lugar de preto, mas decidi que seria muito esforço para gastar em irritar minha mãe. A única cor em todo o maldito lugar são as pinturas, alguma merda de arte moderna que ela tem pendurado nas paredes para que as pessoas pensem que ela é mais do que apenas uma estrela de cinema. Que ela é uma aficionada em arte, que ela tem gosto; as pessoas pensem que ela tem classe. Sim, certo. Ela pode fingir que ela caga rosas, mas tudo ainda é uma merda. Eu sei a verdade, sobre o passado de Ella e sobre o meu pai que Ella tentou desesperadamente enterrar. Eu sou o lembrete de que não importa quantos prêmios ela ganhe, não importa o quanto à


percepção do público sobre ela mudou só porque ela começou a dedicar todo o seu tempo em causas como visitar países devastados pela guerra, ela não pode fugir do passado. Deitei-me na cama sem me preocupar em tirar minhas botas. Ella só vai ter alguém corrigindo a colcha com algum designer com a mais fina seda importada da Mongólia ou alguma merda; assim, eu não sei se eles fazem seda na Mongólia, mas soa como algo que Ella pagaria. As pessoas pensam que eu sou apenas um garoto rico e mimado, extremamente privilegiado e cheio de angústia sobre o meu conto de fadas pessoal. Eu sou super. privilegiado, mas eu não sou cheio de angústia. Eu só não quero desempenhar um papel como estes idiotas dos tipos de Hollywood ou as crianças tensas em Brighton que pisam uns aos outros no caminho para o topo. Eu sou honesto e as pessoas não gostam disso. Minha mãe certamente odeia. Mas eu não me escondo sob um verniz, lavado branco como esta maldita casa. E isso é bom o suficiente para mim. Eu estou partindo amanhã para New Hampshire. O casal poderoso solicitou minha presença, e Ella reservou-me um bilhete de primeira classe. Há um café da manhã de panqueca do caralho - como piegas que é isso? Estamos todos, indo nos sentar e fingir ser uma grande família feliz, tomando café da manhã em frente às câmeras. Eu vou fingir que estou ajustando-me à vida com o papai querido e sua filha perfeita. A filha que eu fico duro só de pensar. Ele está fodendo New Hampshire. Eu poderia até usar uma camisa polo. Isso vai dar ao senador Otário um ataque cardíaco maldito.


Capítulo 8 Katherine —Ela é uma cadela total, certo?— Jo pergunta, tirando o chiclete. — Ou ela tem algum tipo de terrível deformidade na vida real que nunca aparece nas câmeras? Diga-me que ela não é perfeita. —Jo espreme uma gota gigante de protetor solar e esparrama em toda sua pele cremosa e em seus braços, colocando a garrafa no meio de nós. Eu pego e faço o mesmo. Rose estava certa; o sol está queimando a minha pele, e a presença de Jo aqui eleva o meu humor. É quase o suficiente para apagar a sensação de desgraça iminente que sinto ao pensar na noite em que meu pai e Ella chegando . Eu não sei quando Caulter está chegando, e eu não quero saber - eu nem sequer me atrevo a perguntar ao meu pai, quando ele chamou para transmitir seus planos de viagem. Eu já estou paranoica que meu pai pode cheirar meu desejo por Caulter, como se eu fosse algum tipo de animal no cio. Eu suspiro, espalhando a loção sobre as minhas pernas. —Ella é... ok, eu acho.— Jo se recosta na toalha colocada em cima da doca do barco, puxando a borda de seu maiô preto-e-branco verificando o número retro das tiras que surgem como uma haste na parte de trás de seu pescoço. A tatuagem que ela fez este ano são flores de cerejeira entrelaçadas com caracteres japoneses, que vai descendo em seu quadril, metade sob o maiô e metade fora. Eu não sei por que estamos aqui fora, com trajes de banho, absorvendo os raios de sol nos encharcando de protetor solar suficiente para nos afogar, e vestindo chapéus de disquetes grandes o suficiente para cobrir praticamente uma casa.


Mas isso é o que fazemos aqui durante o verão, é à força do hábito, eu acho. —Ok?— Ela pergunta. —Ella Sterling é apenas ok... O pau vai se casar com uma grande celebridade e ele apenas informou a você sobre isso? - E isso é tudo que você tem para me dizer?—. Ela olha para mim por trás de seus, enormes óculos escuros, mas eu não posso ver seus olhos. Em seguida, ela o desliza drasticamente para baixo para a ponta de seu nariz. —Detalhes. Eu quero absolutamente todos os detalhes.— —Ela é apenas... ok, eu acho—, eu digo, percebendo que eu quero dizer isso. —Ela realmente não é uma cadela, eu acho. Ela é realmente tipo de... sei lá— —Como, ela não tem personalidade sei lá?— —Talvez. Ou ela apenas não é muito assertiva,— eu digo. —É difícil dizer. Meu pai é muito...— —Fodido— Ela pergunta. Eu ri. —Isso não é o que eu ia dizer.— —É o que você estava pensando, apesar de tudo.— Ela se inclina para trás, arqueando as costas para cima, exibindo seus seios, mesmo que seja apenas nós duas. —Não é totalmente o que eu estava pensando.—

—Continue, por favor—, ela ordena. —Seu pai é um idiota autoritário pelo modo como ele trata você, irrita-me que Jo coloca Ella e eu juntas como se nós duas fôssemos alguma criatura covarde que serve apenas para ser pisoteada pelas vontades de meu pai. —Eu realmente não os tenho visto muito juntos, você sabe. Eu quero dizer, existe essa foto deles em sua mesa no Natal, e pareciam... felizes—. Jo grunhe sua resposta. —Feliz—, diz ela. —Isso é tudo que você tem


para mim. Você tem Ella fodida Sterling em sua casa e tudo que eu vejo é sei lá e feliz. Você sabe que eu quero a sujeira.— Eu exalo. Claro. sujeira. —Ela é super. brilhante...—. —Brilhante—, Jo repete sem rodeios. —Ela bebe descafeinado—, eu digo. —Como ela é brilhante se nunca bebe café da manhã.— —Isso não é natural—, diz Jo. —Eu já a odeio.— Agora eu não posso deixar de sorrir. —Oh, e ela bebe estes shakes feito com essas merdas de algas que cheira tão mal. Caulter deu o nome de tanque de peixe.— Os ouvidos de Jo se animam ao som de seu nome, e eu lamento imediatamente mencioná-lo. Eu não estou contando a ninguém sobre o que aconteceu com Caulter. Ele permanecerá sendo meu pequeno segredo sujo. Eu vou levá-lo comigo para o túmulo, literalmente, se ele continuar sendo um idiota. Estou consciente dos olhos de Jo sobre mim, os óculos empoleirados na ponta do nariz de novo enquanto ela espia sobre eles, examinando-me como uma espécie de amostra. — Caulter?— ela pergunta inocentemente. Ela atira o seu nome, deixando-o rolar para fora na sua língua. Eu rolo meus olhos e xingo em voz alta, virando para o meu estômago, principalmente para que eu possa evitar fazer contato visual com ela. Eu tenho medo, se eu olhar para ela, ela vai ser capaz de ler os meus pensamentos, e me fazer contar o que aconteceu comigo e Caulter. Eu forço uma casualidade em minha voz que eu definitivamente não sinto, embora eu não tenha que fingir o desgosto que escoa naturalmente em meu tom. —Caulter. O filho dela.—

—É isso mesmo—, diz ela. —Eu quase me esqueci. Ela tem um filho. Ele é como, um acidente de trem total, não é?—


—Ele é um desastre. Completamente e totalmente.— Não há nenhuma maneira que Jo, com sua afinidade para revistas sensacionalistas e de fofocas não saber sobre o filho de Ella, quase esqueci que Ella Sterling tem um filho. Ela está morrendo de vontade de perguntar sobre o incidente entre eu e Caulton eu sei que ela está, ela deve ter visto a nossa foto que foi anunciada um milhão de vezes online. Mas eu estou irritada, e eu definitivamente não quero falar com ela sobre Caulter. Jo rola para o lado dela e descansa em sua mão, o cotovelo no banco dos réus. —Conte-me tudo.— Abro a boca, com a intenção de dar a ela o mesmo desdém, a merda truncada que eu dei a ela sobre Ella, mas em vez disso, esta torrente de palavras é desencadeada, como algo além do meu controle. —Ele é como um pau...—, eu digo. —Ele acha que ele é um grande rebelde, sabe? Com seus piercings e tatuagens. Sem ofensa, eu quero dizer...— Eu olho para as novas flores de cerejeira de Jo e ela ri. —Não me ofendi—, diz ela. —Continue.— —Ele é um estúpido, fuma sem parar. É nojento. Ele soprou tudo na porra do meu rosto. A minha mãe morreu de câncer, pelo amor de merda. Você pensaria que ele teria algum senso de decência.— —Que idiota—, diz ela. —Exatamente. Ele é apenas isso arrogante, condescendente, sabichão idiota. Ele é bruto e repugnante e ele praticamente dormiu com cada menina em Brighton. Provavelmente em Manhattan. E Hollywood.— Eu rolo meus olhos. —Elas atiram-se para ele. Como se ele fosse o sexo em uma vara ou algo assim.— —Ou como se ele fosse algum tipo de celebridade?— O tom de Jo está provocando. —Que seja,— eu digo. —Ele não é uma celebridade maldita. Ele é o filho de uma celebridade. Há uma grande diferença. Ele não é famoso


por nada. É o equivalente a me chamar uma senadora.— Jo franze o nariz. —Ele não fez algum reality show?—

—Será que ele já participou?— Eu não estou sendo modesta; Eu realmente não sei. Será que Caulter fez um algum reality show? Não soa como o seu tipo de show. Eu acho que ele iria considerá-lo abaixo dele. Mas quem diabos conhece Caulter de qualquer maneira? Ele é imprevisível. Um canhão solto. Jo dá de ombros não-comprometedora. —Talvez eu esteja confundindo-o com outro cara, aquele que foi seguido pela equipe de filmagem, quando ele estava na reabilitação. Não importa. Então você não pode suportá-lo. Obviamente. — —Definitivamente—, eu digo com firmeza. Eu definitivamente não posso suportá-lo. A imagem dele olhando para mim, com o rosto enterrado entre as minhas pernas, chicoteia na minha cabeça e me faz quente. —Então você odeia seu novo meio-irmão—, diz ela.

—Cala a boca. Ele não é meu meio-irmão—, eu digo. —Nós não temos doze.— —Ooh, sensível, sensível—, diz ela. —O pau vai se casar com sua mãe. Isso faz dele o seu meio-irmão. Você sabe, por definição.— —Então?— Eu pergunto minha voz subindo uma oitava. Eu sei que eu estou na defensiva, e eu digo a mim mesma para me acalmar, mas eu não posso. —Não é como se realmente fosse em tudo. Nós não somos irmãos.— —Eu não disse que você era—, diz Jo. — Muito irritada? Você precisa transar.— Eu imediatamente penso em Caulter e meu rosto fica vermelho. Por favor, não deixe que minhas bochechas fiquem vermelho brilhante, eu silenciosamente oro. —


Então?— Ela pergunta. —Você está transando em Brighton, ou o quê?—

—Sim, certo,— eu digo. —Ninguém quer namorar a filha do senador Harrison, exceto aqueles que querem ser você sabe -— —O primeiro marido da filha?— —Ugh. Nem sequer me fale sobre casamento. Eu tenho dezoito anos, não trinta.— —E o cara que você estava vendo?— Jo pergunta. —Tad, sim?— Eu dou um riso. —Não foi Tad.— Ela acena com desdém. —Seja lá quem foi—, diz ela. —Biff?— —Chase.— Ela geme. —Sim. Chase,— diz ela. —Eu sabia que era algo que gritava verão nos Hamptons e café da manhã com seus pais.— —Cale a boca, ele era - sim, tudo bem, ele era aquele cara muito bonito.— Nós namoramos por três meses, embora eu percebi quase que imediatamente que ele estava completamente obcecado com a política. E o meu pai. Meu Deus. Era tudo sobre campanhas e estágios em Washington e tudo o que era a questão política e questões quentes do dia. Ele foi exaustivo. —Ele era bonito, sim?— ela perguntou. —Em uma espécie muito abotoado no caminho .— Eu balancei minha cabeça. —De jeito nenhum. Eu acho que ele queria era dormir com meu pai mais do que comigo.— Jo riu. —Então não houve ninguém todo este ano?— Ninguém. Exceto o Caulter. Meu novo meio-irmão. Que dormiu com basicamente todo o mundo. E quem eu quero estrangular toda vez que ele olha para mim. Então, essencialmente tenho gosto fodidamente fenomenal para homens. —Ninguém—, eu digo.


—Caulter é quente?— ela pergunta, como se pudesse ler minha mente. —O - O quê?— Eu tropeço sobre a palavra e rolo sobre minhas costas, sentando e desenhando meus joelhos no meu peito. Jo segue o exemplo, rolando em suas costas. —Ele é quente?— ela repete. —Quero dizer, sim, ele é um idiota, mas ele é um imbecil puta, né?— —Então?— Eu pergunto, meu tom agudo. —Eu não posso suportálo.— —Então ele é o cara perfeito para se enroscar—, diz ela, matéria-defato. Como se ela conhecesse cada maldita coisa no mundo e é a pessoa exata para dar conselhos. Jo teve uma série de namorados de merda nos últimos dois anos, juntamente com os términos dramáticos. Ela é a última pessoa que eu ouviria os conselhos sobre os caras que eu deveria me enroscar. Eu fico imediatamente irritada com sua declaração. —Caulter Sterling é o último cara na terra que eu deixaria chegar perto da minha vagina,— Eu minto em voz alta. Alto demais. —É por isso que ele é o único perfeito para estar dentro de sua vagina—, ela insiste, rindo. —Quero dizer, ele dormiu com um monte de garotas, então você sabe que ele sabe o que está fazendo. Provavelmente. E você não gosta dele, por isso não há rompimento desarrumado antes de você ir para Harvard.— —Algumas pessoas esperam perder sua virgindade com alguém que amam—, eu digo imperiosamente. —Mhmm—, diz ela. —Eu só estou dizendo que Caulter seria perfeito para uma noite.— —Bem, se você acha que ele é um perfeito para uma noite—, eu digo: —Então, você pode tê-lo.— Ela olha para mim, e eu não posso ver seus olhos, obscurecidos pelos óculos de sol. —Bem, talvez eu vá—, diz ela.


Meu corpo inteiro fica tenso com a sua declaração, e eu juro que meu coração realmente para. É só Jo, digo a mim mesma. E o que diabos eu deveria me importar de qualquer maneira? Caulter e eu fizemos sexo uma vez. Bem, mais do que uma vez. Tivemos uma noite de sexo. Foi apenas uma noite - completamente e totalmente sem sentido. Jo deveria dormir com ele. Mas o pensamento dela e Caulter juntos, me deixa praticamente enfurecida. Eu limpo minha garganta, pronta para mudar de assunto, mas Jo me salva. —Além disso—, diz ela. —Você está sendo inteligente. É muito razoável não se envolver com ele. Tenho certeza de que a mídia estaria em cima, se você e seu novo meio-irmão tivessem se esbarrando feio. Você sabe, uma vez que o pau é o maior defensor dos valores familiares. — Eu não respondo. Mas tudo que eu posso pensar é que eu pareço perder todo o senso de razão quando estou em estreita proximidade com Caulter.


Capítulo 9 Caulter O motorista puxa até a casa e eu odeio isso só de olhar. É uma grande monstruosidade tipo uma casa de fazenda branca. A única palavra que posso pensar para descrever a sua salubridade. Eu rolo meus olhos com o pensamento do senador Otário dando um passeio no lugar com os jornalistas, pendurados em cada palavra sua, quando ele fala sobre a importância dos valores familiares neste dia e ano. Enquanto isso, ele empurra a sua filha para um colégio interno para que ele não tenha que lidar com ela e se casa com uma celebridade rica que pode financiar sua campanha. Obviamente, ele é cheio de alguma coisa, mas não é de valores familiares. A governanta me diz que a minha mãe e o senador não estão aqui ainda. Ela me mostra o meu quarto, mas não antes de me dar uma olhada com a expressão que ela cheirou o leite estragado. Eu estou supondo que ninguém com a minha aparência enfeitou os salões da residência Harrison. Este lugar provavelmente vê mais jogos de pólo do que tatuagens. O quarto, é claro, parece algo saído de uma revista de design de casa de praia. Aparentemente eu tenho a versão masculina do quarto, com uma cama rústica de madeira, mesa de canto antigo, colcha azul-ebranco sobre a cama, e um navio em uma garrafa em uma prateleira na parede. A coisa toda faz minha cabeça doer. A vista, por outro lado... oh inferno, isso é outra história. No minuto em que eu abri a porta de correr que leva para a varanda, eu recebo o panorama perfeito: duas meninas, deitadas de bruços no banco de réus ao lado do lago, suas bundas redondas mal cobertas por seus biquínis. Agora, isso eu poderia me acostumar.


Uma dessas bundas eu reconheço imediatamente como Katherine. A outra menina com uma tatuagem que eu não consigo ver escorrendo pelo lado de sua perna me faz pensar que eu definitivamente fiz a escolha certa vindo para New Hampshire para o verão. Se Kate tem, amigas tão quentes como essa garota, talvez essa besteira de passar o verão em New Hampshire posando como um membro da família Stepford não vai ser tão ruim. Claro, se isso significa que Katherine estará relaxando em torno de mim em um biquíni durante todo o verão, essa coisa toda será muito mais fácil de engolir. Deglutição me faz pensar sobre a noite com Katherine, seus desastrados movimentos hesitantes enquanto envolvia os seus lábios em volta do meu pau. Eu não tenho certeza se ela já fez isso antes - ela não era uma especialista, isso é óbvio, mas a forma como ela olhou para mim, mostrava o contrário da princesa presa da escola, eu queria gozar no minuto em que me levou nos lábios. É claro que, desde a última vez que eu vi Katherine, ela foi me empurrando para longe como se eu fosse um leproso, a coisa madura a fazer seria deixá-la sozinha e deixá-la sair com sua amiga no banco dos réus. Foda-se isso. Eu nunca fingi ser maduro. No meu caminho para o cais, a governanta me para. Não me lembro o nome dela. —Você tem alguma coisa que precisa ser passada?— ela pergunta. Eu levanto uma sobrancelha para ela. —Eu pareço com alguém que precisa de um ferro?— Eu pergunto. Ela coloca as mãos nos quadris e olha para mim, os olhos estreitos. —Você não parece que possui algo que já foi lavado.— Eu rio em voz alta. Ela não é o que eu esperava da equipe do senador Otário. Eu gosto dela. —Isso é um estilo.—


Ela ri. —É alguma coisa—, diz ela, balançando a cabeça enquanto ela acena para um prato de cozido no balcão, é como se eu tivesse passado em algum tipo de teste me deixa entrar no clube, onde há biscoitos gratuitos e muffins. —Sua mãe e o pai de Kate devem estar chegando mais tarde esta noite. — —Obrigado.— Eu pego um cookie, porque parece que eu deveria pegá-lo e porque ela não me irritou imediatamente. O jeito que ela se refere à Kate faz-me pensar que elas são próximas. Katherine e sua amiga me veem antes mesmo de eu chegar ao cais, mas elas só ficam ali imóveis, me olhando. Sua amiga se inclina para ela, e eu adoraria ser uma mosca na parede para saber o que elas estão dizendo. Quando eu chego a elas, eu nem sequer me preocupo em tentar esconder o fato de que eu estou tendo uma boa vista a partir de cima. —Hey, irmã,— eu digo, pontuando a palavra perfeitamente. —Eu lhe disse para não me chamar assim, cabeça de merda—, diz ela, trazendo-se até suas mãos e joelhos antes de capotar num acesso de raiva para sentar-se ereto em sua bunda. Acho que ela está tentando esconder sua bunda dos meus olhos, o que me faz rir, pois do jeito que ela está sentada agora só me dá uma excelente vista de seus alegres seios. Eles estão apenas cobertos no maiô branco, e eu posso ver o escurecimento de suas auréolas através do tecido fino. Se eu não tomar cuidado, eu estou indo para obter uma ereção bem aqui olhando para ela. Estou firme em pensar sobre como recuperá-la nessa posição mãos-e-joelhos que ela estava anteriormente. —Eu estou tentando ser amigável para a minha nova meia-irmã—, eu digo, o açúcar-doce simulado. —Ou isso faz você se sentir desconfortável pensar sobre o fato de que eu sou o seu novo irmão quando você está fantasiando sobre mim?—


—Você não é meu novo irmão—, diz ela, arrancando os óculos escuros do rosto e protegendo os olhos enquanto ela olha para mim. Suas narinas se abrem nas bordas, e eu estou me divertindo pelo fato de que ela está tão obviamente irritada sobre isso. —Tecnicamente eu sou, irmã,— eu digo. —Estamos com dezoito anos, idiota—, diz ela. —Nós não crescemos juntos. Nossos pais não são nem mesmo casados ainda. Você e eu não somos relacionados. Não somos nada.—

—Eu olho para baixo para a sua amiga, que está sentada agora e está nos observando, seus lábios estremeceram nas bordas. Ela está claramente se divertindo. E, eu estou pensando em como devo olhar para ela, sem dúvida nenhuma monstruosidade de si mesma. —Ela está apenas sensível, porque ela está de olho no meu pau e agora ela não consegue parar de pensar nisso.— —Oh?— Sua amiga pergunta, olhando para Katherine. O rosto de Kate escurece. —Você não me disse isso.— Minha nova meia-irmã olha para mim, os olhos arregalados. —Não dê ouvidos a nada do que ele diz. Caulter é cheio de merda. — A cabeça de sua amiga gira para mim de novo, e eu olho, ela parece impressionante, pensando que talvez a amiga de Katherine é exatamente o que eu preciso para obter Katherine fora da minha cabeça. —Cheio de merda?—, Ela pergunta. —Estou cheio de merda, Katherine?—, Pergunto. —Então você nunca viu meu pau?— —Cala a boca, Caulter—, diz ela, de pé, o seu nível de rosto com o meu. Meu pau mexe quando ela olha pra mim, o flash em seus olhos com um aviso. Ela acha que eu estou prestes a dizer a sua pequena amiga sobre a nossa noite juntos; o fato de que ela está tão obviamente chateada me faz simultaneamente irritado e satisfeito. Eu me viro em direção a amiga de Katherine, que está espalhada


casualmente no chão, nos observando com diversão. —Ela tem, de fato, visto meu pau—, eu digo. —E, aparentemente, ela não pode tirar da sua mente.— —Vamos lá, Jo—, diz Katherine, bufando. —Ele é um idiota. Vamos sair daqui. — —Ela não lhe contou sobre o nosso pequeno incidente do banheiro, ela fez?—, Perguntei. —Como eu entrei na hora que ela se trocava?— A expressão de Katherine muda quando ela entende que eu não estou prestes a revelar o que aconteceu entre nós naquela noite. —Não, ela não me contou—, disse a amiga. Katherine revira os olhos. —Ele não tem limites—, diz ela. —Ele pensou que era um comportamento perfeitamente adequado para entrar enquanto eu estava no banheiro e se aliviava na minha frente.— Jo bufa. —Isso é rude, sim. Completamente. — —Eu não dei uma mijada na frente dela—, eu digo, ignorando Katherine. —Mas se eu tivesse que esperar ela parar de falar, eu teria ficado chateado e esperando.— Ao meu lado, Katherine faz um som de frustração. —Ele está completamente cheio de merda. Jo, você está pronta?— —Jo—, eu digo, oferecendo-lhe a minha mão. Jo se ergue de pé, seus peitos cheios saltando. Eu não posso deixar de olhar. —É tão bom te conhecer. Qualquer amigo de Katherine é um amigo meu - — —Ah, não, eu não penso assim —, diz Katherine, me acertando para agarrar o braço de Jo. Jo ri. —Ela não é sua amiga no mínimo. Eu não sou uma amiga sua. Você e eu não somos amigos. Não adianta tentar comer ela. — Eu coloquei minha mão sobre meu coração. —Katherine, suas palavras me cortam profundamente.— Jo balança a cabeça. —Eu não sei, Kate, vocês definitivamente


parecem lutar como irmão e irmã.— Ela anda para frente, deixando Katherine e eu no final da doca

Katherine está de frente para mim, e eu me inclino para perto, minha boca perto da orelha dela, envolvendo a minha mão em torno de seu pulso. —Não minta. Você não pode parar de pensar sobre o meu pau. Diga-lhe o quanto você gemeu quando eu estava dentro de você - — —Você é um porco—, ela sussurra. Posso ver sua mandíbula apertar. —Se eu sou um porco, talvez Jo precise de um pouco de carne de porco, então, hein?—, Eu sussurro. Vários pés de distância de Jo, longe demais para ouvir. —Não mesmo -— Katherine começa. Ela arranca o braço da minha mão e antes que eu perceba o que ela está fazendo, sua mão está no meu peito, empurrando-me fora de equilíbrio. Para dentro da porra do lago. Eu engasgo quando eu subo para o ar, a água chocantemente fria mesmo que seja verão. Katherine e Jo estão rindo enquanto se afastam, e Katherine olha por cima do ombro para mim, sorrindo maliciosamente. Eu aceno para ela com meu dedo do meio antes de eu me levantar para o cais e para fora da água. Se alguém tivesse feito algo desse tipo para mim, tudo estaria terminado. Mas Katherine me diverte. Se ela quiser jogar desta forma, eu não posso pensar uma maneira mais divertida de passar o verão.


Capítulo 10 Katherine —Casual—, meu pai diz. —Casual, mas... apropriado.— Ele fica zunindo sobre isso nos últimos 20 minutos, nos dando uma grande palestra sobre o café de amanhã de manhã, o pontapé de saída para sua campanha de reeleição no verão. Eu olho para a minha comida novamente, revirando o salmão mesmo que seja o meu favorito. Estou tentando me distrair do inferno na terra que eu me encontrei, sentada aqui na mesa com o meu pai e Ella e Caulter. Ella acena com entusiasmo e acenos, enquanto Caulter se senta na cadeira perpendicular para mim, desconfiado e tranquilo. Ele não fez um único comentário sarcástico durante toda a refeição, seu comportamento está estranhamente agradável e me faz pensar se o meu salmão poderia muito bem estar envenenado. Caulter acena para algo que meu pai diz, como se ele tivesse feito algum tipo de transplante de personalidade. Talvez, ele bateu a cabeça quando eu o empurrei para dentro do lago. Isso não foi um dos meus melhores momentos, mas Caulter tem a maldita certeza de não trazer o meu lado maduro. Eu estou querendo saber o que diabos ele tem na manga, quando eu sinto algo na minha perna e quase me faz saltar para fora da minha pele. Eu chamo a atenção de Caulter e ele pisca. É o pé. Eu empurro a minha perna por cima, olhando para ele. Tocando por debaixo da mesa. Isso é uma verdadeira merda madura. —Você sabe, senhor—, diz Caulter. Em dois anos na escola, eu nunca ouvi uma vez Caulter usar a palavra senhor. —Eu estava pensando sobre a campanha de reeleição, reavaliar as minhas prioridades para


o verão.— —Caulter ...— Ella sibila. Ella não é estúpida o suficiente para cair nas histórias de Caulter. Ela é inteligente o suficiente para saber que o seu filho está aprontando. —Ella—, meu pai diz, silenciando-a, cobrindo a palma da mão com a sua. —Deixe-o falar. Talvez, ele percebeu que isto é exatamente o que ele precisa para o verão. Responsabilidade —. O rosto de Ella está pálido, e ela toma um gole de sua taça de vinho. Ela olha significativamente para Caulter. —Sim. Talvez ele tenha percebido que há coisas importantes em jogo. — Tenho certeza de que Ella está tentando ameaçar sutilmente Caulter com seu fundo fiduciário, e espero que ele não seja estúpido o suficiente para estar jogando algum tipo de jogo com a campanha do meu pai. —Estou impressionado com a importância da família, mãe—, diz ele. Sim, certo. —E com a ideia de contribuir para uma campanha política—, continua ele. —Eu acho que eu gostaria de tentar ter um pouco de estrutura, alguns limites.— Caulter desliza seu pé até o lado da minha perna novamente, e eu movo minha perna de distância. —Você deve estar envolvido.— Meu pai é estúpido o suficiente para cair nas besteiras de Caulter? —Estrutura e limites. É o que você precisa. Você vê Ella, eu já disse isso uma centena de vezes. Estrutura e fronteiras são as duas coisas mais importantes para se criar os filhos. Olhe para Katherine. Ela é um produto disso. — —Katherine é um bom exemplo, senhor—, diz Caulter, deslizando o pé na minha perna. Desta vez, eu o chuto duro na canela, e ele recua. —Você sabe, eu estou realmente cansada—, eu digo. —A luz do sol


tem me cansado— —Oh?— Meu pai pergunta. —Você foi nadar?— —Não, a água ainda está muito fria para mim. Mas Caulter foi para um mergulho no lago, não é, Caulter? Os lagos aqui podem ser tão refrescantes.— Meu pai olha para Caulter. —Você acabou de chegar esta tarde—, diz ele. —Já está aproveitando as vantagens do lago? — Caulter sorri e encolhe os ombros. —Eu simplesmente não pude resistir à água.— —Eu não sabia que você gosta de praia, Caulter—, diz Ella. —Oh, bem, é o lago, Ella—, meu pai diz. —É diferente da praia.— —Você sabe, senhor—, diz Caulter. —Um mergulho no lago era exatamente o que eu precisava para me refrescar. Eu quero dizer que Katherine saiu do seu caminho para me fazer sentir bem-vindo aqui. É como se nós já somos uma família. Amigos do peito—. Eu engasgo com minha água, provocando um olhar interrogativo do meu pai. —canal errado,— Eu suspiro. —Poderia me desculpar?— —Vai, vai,— meu pai me enxota à distância. —Caulter, estou satisfeito por saber que você é...— Sua voz trilha pelo caminho que sai da sala indo ao andar de cima. Jogandome na cama, eu penso em como no mundo eu estou indo para passar através deste verão. Eu já posso dizer que eu vou estar em um estado perpétuo de aborrecimento. Aborrecimento e frustração sexual. Eu poderia dizer que Jo não chegou a acreditar quando eu disse o que me incomodou mais cedo, enquanto me afastava do cais com ela, depois de empurrar Caulter no lago. —Eu não sei—, diz ela. —Ele é muito quente.— Ela se vira para olhar para ele, puxando-se para fora da água e chegando ao cais. Ele faz um show de despir a camisa e sacudindo os cabelos, sabendo que


nós estamos olhando para ele, e eu me afasto. Estou surpreso que ele não tenha ficado totalmente nu ali; a perspectiva disso não é totalmente desagradável. —Eu faria com ele—, diz ela. —Você faria com Charles Manson.— —Não seja uma cadela, Kate. Ele é quente e tem uma reputação—, diz ela. —Além disso, ele obviamente tem uma coisa por você—. —Claro que ele não tem.— Ela levanta as sobrancelhas. —Ele tem. E você tem uma coisa com ele, eu diria. — —Eu não sei.— Eu balanço minha cabeça. —Enfaticamente, absolutamente não. Ele é um porco nojento que pensa que mulheres existem apenas para que ele possa ir atrás deles. Será que você não viu que ele te comeu com os olhos?— Jo ri e ergue a cabeça para o lado. —Não—, ela diz. —Eu não. Mas você estava prestando muita atenção para onde seus olhos estavam. — —Eu não estou falando sobre isso—, eu insisto. —Caulter Sterling é um não. Um enorme não—. —Eu só estou dizendo.— Ela anda em direção a seu carro, este batedor total de que ela tem desde que nós tínhamos dezesseis anos. —Eu aposto que ele é ótimo na cama.— —Jo!— Minha voz é nítida. Estamos em pé na frente da minha casa, onde qualquer pessoa poderia ouvir. Mas ela apenas sorri e encolhe os ombros. —Mais tarde, cadela—, diz ela. Jo não está certa sobre Caulter. Caulter Sterling certamente não tem uma coisa para mim, a não ser aquela coisa que envolve tentar me irritar tanto quanto possível. Ou obter o seu pau em mim novamente. A imagem do pau de Caulter Sterling pisca na minha cabeça e eu tento empurrá-lo de lado. Caulter era um negócio de um tempo, eu


digo a mim mesma. Esse é o ponto inteiro de uma noite só - você nunca tem que ver a pessoa novamente. Claro, a maioria dos casos de uma noite não aparece depois na sua porta da frente para viver com você para o verão. Foi apenas uma vez. Uma vez que isso aconteceu foi realmente muito bom. Incrível, soprando na mente boa. O tipo de coisa que você lê nos livros sujos. Minha respiração se acelera com o pensamento de Caulter dentro de mim. Eu tenho que colocá-lo fora da minha cabeça. Eu não posso pensar sobre aquela noite com Caulter. Mas uma vez que minha mente vai para lá, não consigo parar. Não quero parar. Caulter está em cima de mim, seu movimento suave. Eu lhe disse que não era virgem; nós dois sabíamos que eu estava mentindo. Ele provavelmente deflora lotes de virgens, eu acho; ele é provavelmente um perito em tomar virgens. A maneira como ele se moveu dentro de mim, sua ternura depois que ele me limpa, me fez pensar que é definitivamente o caso. Caulter Sterling: Especialista em Remoção de Virgindade. Imagino as palavras em um cartão de visita, e isso me faz rir. Uma hora mais tarde, ele me excitou de novo, até que eu estava gotejando com a antecipação por ele. Ele me rola em cima dele e eu me contorço, auto-consciente sob a intensidade de seu olhar. Mas seu aperto na minha cintura é firme. —Monte-me.— —Caulter, eu não sei -— —Você sente quão duro porra eu estou?— ele perguntou. —Eu quero você de novo.— —Nós nem sempre conseguimos o que queremos, Caulter,— Eu provoco. —Eu faço—, diz ele.


Calor corre através de mim com o pensamento da maneira que eu escorreguei de volta para seu pênis, apesar da dor entre as minhas pernas. Eu o montei, hesitante no início, até que ele começou a se sentir tão bem que eu perdi a minha auto-consciência, ansiosamente inclinando para a frente de modo Caulter poderia fechar os lábios ao redor do meu seio, seus dentes pastando na área sensível ao redor do meu mamilo. Digo a mim mesma para parar de fantasiar sobre Caulter. Mas eu não posso me ajudar, mesmo agora, sabendo que ele está à direita no térreo falando com o meu pai. O fato de que ele está lá embaixo torna ainda mais irresistível e emocionante. Desfazendo o botão do meu jeans, eu deslizo sobre meus quadris e deslizo a minha mão entre as minhas pernas. Meu dedo pressiona contra o meu clitóris, calor irradiando através do meu corpo. Meus mamilos endurecem contra o tecido do meu sutiã, e eu deslizo a outra mão debaixo da minha camisa, empurrando meu dedo entre o sutiã de renda e minha pele. Eu me masturbava antes de Caulter, mas eu juro que ele estragou alguma coisa no meu cérebro; Eu me sinto completamente preocupada agora com o sexo. É como se meus hormônios estão em ultrapassagem. Gostaria de saber se isso é o que acontece quando todos perdem a virgindade, ou se é algo sobre Caulter que é um lunático maluco fazendo sexo. Talvez Jo estivesse certa - talvez Caulter tenha algum tipo de toque mágico. Caulter e seu pênis mágico. O pensamento me faria rir se eu não estivesse tão excitada. Eu deslizo minha mão debaixo do travesseiro na cama, pegando o vibrador que eu tenho escondido na fronha esta manhã. Empurrando meu jeans mais para baixo em minhas pernas, eu rolo o vibrador sobre o meu clitóris até que o vazio entre as minhas pernas é muito impossível de resistir.


Eu provoco a minha entrada com o brinquedo como as vibrações de pulso através de mim. Ele desliza facilmente para dentro, auxiliado por minha umidade, e o posiciono para bater o meu ponto G, o lugar que Caulter parecia ser um perito em alcançar. Ignorando o zumbido do vibrador, eu imagino que é Caulter dentro de mim, que a boca de Caulter está no meu seio; que a ponta do seu pênis está pressionando-se contra as paredes da minha buceta. Eu imagino que ele está sussurrando em meu ouvido: —Sua buceta é tão escorregadia e quente, tão maldito apertado, todo caminho apertando meu pau.— Eu estou imaginando sua conversa suja que me empurra sobre a borda, e percebo que gozo rápido, meus músculos apertando para baixo em torno do brinquedo. Eu mordo meu lábio, cortando o grito de prazer que escapa, e deito de costas, com a cabeça sobre o travesseiro e a vibração dos meus músculos diminuindo lentamente. Eu ainda estou tão envolvida em meus pensamentos sobre Caulter que a batida na porta me faz pular. Merda, merda, merda. Deslizando o vibrador entre as minhas pernas e escondê-lo debaixo do travesseiro, eu puxo minhas calças para cima. Eu já sei que não é o meu pai, que se retira para seu escritório trabalhando até tarde, depois do jantar, independentemente de que dia é. Quando eu chego à porta, meu coração ainda está batendo alto no meu peito.

—Noite, irmã—. Caulter está na frente da porta com um sorriso no rosto, e meu coração afunda. Eu coloco o meu pé para fora imediatamente para evitar que a porta se abra mais e cruzo os braços na frente do meu peito. —O que você quer?— Meu batimento cardíaco está praticamente me


deixando surda, combinando com o latejar entre as minhas pernas, um lembrete do que eu estava fazendo e em quem exatamente eu estava pensando em um minuto atrás. —Estou interrompendo?— ele pergunta. Há quanto tempo ele tem estado lá? Imagino-o fora da minha porta, me ouvindo quando eu gozei e eu estou mortificada. —Você está parecendo quente. Eu espero que você não esteja ficando com febre.— Oh meu Deus, ele me ouviu totalmente. Se eu não estivesse ofegante quando eu respondi a porta, eu com certeza estaria agora. —Estou me sentindo muito bem. Mas obrigado pela sua preocupação—, eu digo, minha voz sarcástica. —Legal o ato no jantar, eu espero que eu não tenha te chutado muito duro na canela.— —Obrigado por sua preocupação.— Ele sorri. —Eu estou perfeitamente bem. Eu tenho certeza que você vai ficar feliz em saber que você não me prejudicou de forma alguma.— —Isso é reconfortante—, eu digo. —Eu teria odiado ter ferido você.— —Você teria que cuidar de mim para eu ter minha saúde de volta, se eu estivesse.— Eu rolo meus olhos. —Você não teria essa sorte.— Caulter se inclina para frente, com o rosto a polegadas do meu. —Oh, eu não sei, Kate—, diz ele. A maneira como ele fala a versão curta do meu nome me faz pensar sobre aquela noite e todas as coisas que ele fez para mim. —Você tem que admitir, você pode gostar de me ter como um paciente.— Eu inalo bruscamente, quase tonta com a luxúria. Eu não o afasto. Eu não quero pedir para ele sair. Ele está tão perto de mim que eu acho que ele pode sentir o cheiro de sexo em mim. Caulter continua a falar, sua voz um tom sensual que é praticamente hipnótico. —Tendo-me como seu paciente, deitado na cama, totalmente à sua mercê, enquanto você me monta.—


Suas palavras acionam a memória daquela noite - a mesma imagem na minha cabeça que me fez ter um orgasmo há dois minutos, atrás. É como se ele tivesse algum tipo de capacidade de leitura de mente estranho quando se trata de mim. Quando eu não falo, ele abaixa a voz quase num sussurro. —Eu fecho a minha boca em torno de seu seio e chupo o seu mamilo até que você ofega meu nome, até que você me implora para deslizar meu pau dentro de você.— Vou tentando não pensar sobre o que ele está dizendo, mas eu não posso parar. Meus lábios desmoronam e eu estou praticamente ofegante. Eu coloquei minha mão no meu peito, como se isso vai impedi-lo de subir e descer com a forma como ele faz. Eu penso sobre o quão fácil seria deslizar minha mão debaixo da bainha de sua camisa, correr minha mão ao longo de seu abdômen, ao redor da cintura de suas calças jeans, e apenas apertar esse botão aberto. Porra. Eu o quero Ele olha nos meus olhos, como se pudesse ler meus pensamentos, como se ele estivesse me desafiando a fazer o que eu estou com vontade de fazer. —Será que você pensou em mim quando você gozou?— Ele sussurra. Agora eu o empurro de volta, com força. —Eu não sei do que você está falando.— Ele ri quando ele recua. —Eu estou ao seu lado se você precisar de mim—, diz ele, piscando. —Pense sobre isso.— Eu gemo em voz alta enquanto ele caminha para dentro de seu quarto e fecha a porta. Eu posso ouvi-lo rindo para si mesmo - as paredes neste lugar não são exatamente espessas. Na verdade, elas são de papel fino. Afundando na cama, eu penso em como eu estou a ponto de ser presa durante todo o verão, partilhando uma parede com Caulter, o cara que eu não consigo parar de fantasiar sobre.


Eu escuto a porta do Caulter abrir e fechar quando ele volta do banheiro, antes de eu decidir que ĂŠ seguro sair sozinha. Eu nĂŁo gostaria de ter qualquer encontro surpresa no banheiro com ele. Estou completamente mentindo para mim mesma.


Capítulo 11 Caulter —Dia, raio de sol— Eu ajusto a gola da minha camisa azul pólo bebê e corro a mão pelo meu cabelo. Katherine para, fazendo um movimento lento quando ela deixa seu quarto, seus olhos correndo por toda a extensão do meu corpo. —Você está vestindo uma camisa pólo?— Ela pergunta. —E pastel—. Eu mal posso suprimir o meu sorriso. —Bem, é uma ocasião especial, não é?— Eu pergunto. —É o pontapé inicial da campanha de seu pai. O grande café da manhã em família.— —É pastel—, diz ela, apertando os olhos para mim. —Você parece...— Eu a interrompo, embora parte de mim está curioso para saber se ela está prestes a dizer que eu pareço uma ferramenta completa nesta camisa. Depois da noite passada quando eu estava do lado de fora de sua porta, e vendo como ela ficou nervosa apenas falando comigo, eu duvido que ela ache que eu pareço nada menos do que sexo. —É um pequeno café da manhã da família,— eu digo. —Eu quero parecer apropriado.— —Você está planejando alguma coisa—, diz ela voltando-se para alcançar a maçaneta. —Merda, eu esqueci minha bolsa. É melhor você não ter nada planejado. Se você falar uma coisa...— Eu passo atrás dela e ela congela, a mão ainda na maçaneta da porta. Inclinando-me perto dela, meus lábios perto de seu pescoço, eu falo em seu ouvido. —Você está preocupada que eu vá dizer a todos como você soa com aqueles choramingos quando você goza?— Ela foge de mim, mas eu ainda posso ver os cabelos na parte de trás do seu pescoço levantado, os arrepios que pontilham o comprimento de sua pele.


Ela pode fingir que ela me odeia, mas ela me quer. Katherine gira em torno, de frente para mim, os olhos arregalados. —Eu juro por tudo que é sagrado, se você disser algo sobre nós durante este café da manhã, vou arrancar suas bolas com minhas próprias mãos e enchê-las em sua boca.— A maneira como ela me olha agora, parecendo um animal selvagem com suas narinas e os olhos grandes, me faz instantaneamente duro. Eu empurro-a contra a moldura da porta, puxando-lhe os pulsos acima de sua cabeça e fixando-os lá. —Nós?— Eu pergunto. —Estou feliz que você admitiu que, haja um nós, Kate.— —Não—, ela protesta, com a voz baixa. —Não há nenhum nós. Não houve nós. Nunca haverá um nós. Tivemos relações sexuais uma vez, Caulter. Isso nunca vai acontecer de novo. Eu nem sequer penso nisso. Por que você não apenas o deixa para lá? — Ela é bonita quando mente. Sua boca está aberta para mim, a respiração curta, seu peito subindo e descendo enquanto ela fala. Sua camisa abotoada está desfeita no topo, e eu posso ver apenas uma leve sugestão da clivagem de seus seios fartos pressionados. Se eu já não estava pensando sobre a maneira como os seios dela são debaixo dessa camisa que ela está usando eu pensaria neles agora que ela está arqueando suas costas do jeito que ela faz agora. —Claro que você não pensa sobre isso, Princesa,— eu digo. —Diga-me que você não colocou seus dedos em sua calcinha na cama à noite, pensando em como eu me sentia dentro de você.— —Você diz a porra de uma palavra sobre qualquer coisa e você está morto, Caulter.— Meu pau parece que vai explodir porra, lutando contra a minha calça cáqui, só por vê-la ficar tão irritada. Eu olho para o corredor. Está vazio, o silêncio no andar de cima. Eu ouvi a voz da minha mãe em algum lugar lá embaixo. Mas ninguém está nas proximidades. —Eu gosto do jeito que você não pode parar de falar porra quando você está em torno de mim—, eu sussurro. —Um motorista virá para nos pegar a qualquer momento—, diz Katherine, sua voz ofegante. Mas eu não acho que ela está me alertando e sim me


dizendo quanto tempo eu tenho. Eu penso sobre deslizar minhas mãos sob sua bunda, levando-a para o quarto, e arrancando as calças que ela está usando, mergulhando meu pau em sua buceta disposta, assim como eu fiz naquela noite. Eu penso em levá-la em todas as superfícies do quarto dela. Eu quero contaminá-la novamente. Ela choraminga, e o som me empurra sobre a borda. Eu mantenho a minha mão com firmeza sobre seus pulsos e uso a outra mão para apertar o botão para abrir suas calças. Nunca tiro os olhos dela, e eu deslizo minha mão dentro da sua calcinha. —Caulter—, ela sussurra, os olhos estão amplos enquanto eu toco a sua umidade usando como lubrificante para rolar meus dedos sobre o clitóris. —Você está molhada.— Eu me recuso a tirar os olhos dela quando eu movo meus dedos em círculos, observando como as pálpebras caem ainda mais e sua respiração torna-se mais curta. —Você quer que eu a toque.— —Não.— Ela balança a cabeça e olha para o lado no sentido no andar de baixo, um olhar de pânico atravessando seu rosto. —Não devemos. Não podemos.— Eu a ignoro e deslizo meus dedos para baixo provocando brevemente a sua entrada. Suas calças estão no meu caminho, e eu solto a minha mão para baixo para tirá-la do seu quadril. Ela emite um grito suave de protesto, mas suas mãos permanecem firmemente plantadas acima de sua cabeça, apesar de já não mais presas lá. —Meu pai,— ela sussurra. —Sua mãe. Alguém vai - — Se minha mãe ou seu pai subissem as escadas, eles veriam Katherine com suas calças em torno de seus quadris, respirando pesadamente enquanto eu empurro os meus dedos para dentro de sua calcinha. —Você está certa—, eu digo suavemente, provocando a entrada novamente com a ponta dos meus dedos. —Qualquer um pode ver. Eu não deveria deixá-la gozar em meus dedos, da maneira que você quer —. —Eu não quero gozar -— ela começa a dizer, mas eu a silencio, mergulhando meus dedos dentro dela, rapidamente e sem aviso. Seus olhos relaxando e ela traz as mãos para baixo para agarrar meus ombros. Eu


continuo acariciando-a lentamente em seu ponto mais sensível, e eu posso sentir seu corpo se derretendo lentamente. Pressionando a palma da minha mão com firmeza contra seu clitóris, eu continuo a acariciá-la, e ela mói contra minha mão. —Não?—, Eu sussurro. —Diga-me que você não quer gozar.— —Caulter—, ela diz baixinho. —Sim, Princesa.— —Porra ... pare de me chamar assim...—.

O jeito que ela fala suas palavras misturadas, com a voz ofegante, me deixa ainda mais aquecido. Eu me inclino para perto de seu ouvido. —Então pare de agir como uma princesa—, eu digo. No térreo, uma porta se abre e a voz do senador Otário ressoa quando ele fala com uma mulher com um sotaque espesso de Boston . Os olhos de Katherine se abrem, e ela olha para mim, sua expressão ansiosa. Mas ela ainda pressiona contra a palma da minha mão, e mesmo que eu paro momentaneamente, eu retorno novamente o movimento. —Caulter—- avisa. Eu me inclino para perto dela, minha boca contra a dela, e tomo o lábio inferior entre os dentes. —Você quer gozar?— Eu falo as palavras em sua boca. —Alguém... .não...— Sua vagina aperta meus dedos quando ela os prende. Eu não posso ajudar e imagino meu pau em seu lugar. —Digamos que você quer que eu faça você gozar, Kate,— digo a ela. — Depressa. Você tem um minuto antes que alguém nos encontre. —Como se na sugestão, as vozes lá embaixo ficam mais altas, a mulher dá instruções como se estivesse ordenando em torno de um casal de filhos. —Eu não... quero... oh, Caulter,— suas palavras saem em suspiros. Ela está tão perto, e seu rosto está tão cheio de luxúria para mim, que o que eu faço agora é quase tanto uma tortura para ela como para mim. Mas eu estou indo para desfrutar torturando - a, trazendo-a para a borda e, em seguida,


negando-lhe. Eu deslizo meus dedos por entre as suas pernas, observando como sua expressão muda de luxúria para intrigada, depois furiosa. —O que você está fazendo?—, Sussurra. Eu ponho os meus dedos lisos com seus sucos, nos lábios, e ela franze o rosto em desgosto. —Bruto—. —Suspenda sua calças, Princesa,— eu digo. —Você não quer que a mamãe e o papai querido vejam você com suas calças em torno de sua bunda.— Abro a boca e faço um show ao colocar meus dedos que estavam dentro dela, em minha boca, lambendo até a última gota de seus sucos. Ela me olha, com os olhos arregalados. —Merda.— Katherine corre para o botão de sua calça, ainda olhando para mim. Lá embaixo, o pai chama nossos nomes. —Vem!— —Não mais, você não veio, princesa—, eu digo, piscando. —Infelizmente—. —Cale a boca—, ela grita, olhando para mim. —Merda. Eu pareço que? Você sabe— —Tal como o seu meio-irmão tivesse os dedos dentro de sua vagina e você está prestes a sentar-se na frente de um monte de repórteres e fingir ser um pouco como uma família perfeita?— Eu sorrio. —Sim.— Os olhos de Katherine são tão grandes como pires. —Não seja bruto.— —Porque eu usei a palavra vagina, ou meio-irmão?—, Pergunto.

—Ambos.— Ela se contorce. Seu rosto está vermelho e a cor, vermelho rosado nas bochechas corresponde ao rubor que espreita para fora do tecido cobrindo o seu peito. Estou satisfeito com o meu trabalho, mesmo que todo o sangue do meu corpo ainda está no meu pau. —Não pareceu que a incomodava antes—, eu digo. —Katherine!— Seu pai chama. —Só um minuto!— Ela olha para mim. —Bem?— —Bem o que?— —Você vai lavar as suas mãos antes de irmos?—, Pergunta ela com os dentes cerrados. —Eu não penso assim—, eu digo, virando-me para começar a descer o corredor. Eu tenho que puxar a camisa pólo para baixo, fora da minha calça


cáqui para esconder o furioso tesão que eu tenho. Pelo menos não há nenhuma mancha molhada na frente das minhas calças. —Eu prefiro comer a sua buceta no café da manhã de qualquer maneira.— Katherine corre para a frente e agarra o meu braço, me empurrando em direção a ela. —Você vai cheirar como eu—, ela sussurra. Ela está tão em pânico, o que me faz rir. —Vá lavar suas mãos, caralho.— —Gostaria de ter lavado minhas mãos, antes de você começar a insistir nesse assunto—, eu digo. —Mas agora eu prefiro aproveitar o seu cheiro durante o café da manhã.— Eu faço um show dramático ao trazer meus dedos até minhas narinas, inalando profundamente. —É melhor do que o cheiro do café da manhã. Se você quiser, amanhã de manhã você poderia me acordar com a coisa real na cama, você sabe. Você poderia se esparramar no meu rosto, trazer a sua buceta nua até a minha - — —Eu não posso acreditar que você -— ela interrompe, mas eu viro e desço as escadas calmamente, ouvindo-a enquanto ela se arrasta atrás de mim. —Não posso acreditar que eu o que, Katherine?— Eu pergunto, fazendo uma pausa no topo das escadas por um momento, mas ela não responde. Minha mãe e o senador Otário estão lá embaixo esperando por nós. —Caulter Sterling.— Minha mãe me cumprimenta com um beijo na bochecha. Ela fala suavemente, de modo que a comitiva do senador no foyer não pode ouvi-la. —Eu não posso acreditar que você fez tal esforço. Obrigado por não - — —Pelo o que, mãe?—, Pergunto inocentemente, quando ela se afasta de mim. —Por não envergonhá-la? Eu não posso acreditar que você pensa tão mal de mim. Eu só quero que você seja feliz, e se isso significa me vestir de uma camisa pólo e calças cáqui, bem, eu acho que é o que eu tenho que fazer— Ella estreita os olhos, mas sorri imediatamente quando o senador caminha por trás dela e toma-lhe o braço. Ele olha para mim, com uma expressão que é tão perto de aprovação como eu já vi dele. —Caulter. Tenho o prazer de vê-lo tão... — —Normal?—, Pergunto. —Adequado—, diz ele.


Katherine se materializa ao meu lado, e eu olho para ela com o canto do meu olho, só para não fazer uma cena óbvia de olhar para ela duas vezes.

Merda, eu tenho que me esforçar para não agarrar a bundinha perfeita; e jogá-la por cima do meu ombro; andando para porta da frente com ela, na frente de seu pai e seus amigos políticos. De alguma forma, ela encontrou tempo nos últimos dois minutos para me largar e correr de volta para seu quarto para mudar. Em um vestido. Não apenas qualquer vestido. Um vestido de verão de algodão branco. Um vestido de verão de algodão branco desliza sobre suas curvas, flui sobre seus quadris e chega a uma altura do joelho aparentemente adequado que oscila com todos os seus movimentos e que não é de forma adequada em tudo merda. Ela está usando uma faixa de cabelo maldito, pelo amor de merda. —Oh, você está linda, Katherine,— minha mãe diz. —Perfeito—, o senador concorda. Será que eles não veem o que eu vejo? Katherine não se parece nem um pouco agradável. Ela olha sexy. Sensual, uma merda-quente. —O carro está esperando—, diz o senador. Katherine dá passos na minha frente e me joga um olhar de conhecimento sobre o ombro. Em seguida, ela pisca, inocente e sedutoramente uma vez. Ela caminha na minha frente, o balanço de seus quadris fazendo com que o vestido balance por trás, como ela desliza sobre os calcanhares nus conservadores. A coisa toda é tão sumamente conveniente que tem o efeito oposto. Eu quero dobrá-la nesse vestido e transar com ela sobre o capô do sedan. Um homem em um terno abre a porta do carro enquanto ela sobe no interior. Ele olha para sua bunda e leva tudo o que tenho para não dar um soco na cara dele. Eu quero levá-la para dentro e forçá-la a vestir as calças que estava usando antes, aquelas que cobriam cada polegada daquelas pernas lindas. Quando estamos todos sentados no carro, Katherine e eu, um lado voltado


para Ella e do senador, Katherine dá um tapinha na minha perna como se eu fosse algum tipo de filhote de cachorro. —Veja, pai?—, Ela pergunta. —Caulter está mesmo vindo em torno, em sua calça e pólo—. Eu sei que a sua escolha de frase não é coincidência. Eu limpo minha garganta e sento desconfortavelmente no assento, tentando não pensar enquanto eu estou sentado aqui no carro. Eu fecho meus olhos e imaginando nada, e sim em Katherine nua, ignorando o elogio que o senador Otário me deu sobre eu estar em conformidade com as suas expectativas.

Eu tomo a minha decisão no carro. Estou me divertindo trepando com Katherine, mas o suficiente é o suficiente. Eu estou indo para tê-la.


Capítulo 12 Katherine Eu lanço um bocado de panquecas estúpidas fora do prato estúpido. Elas são as mesmas panquecas estúpidas que a cada ano eu sou forçada a assistir a este café da manhã, e deixar que peçam para mim como se eu fosse uma criança incapaz de fazer minhas próprias escolhas. Olho para Caulter, que tem um bocado de comida. Pelo menos há dois de nós a ser tratados como crianças agora. Caulter e eu sentamos e meu pai e Ella estão ao lado nas extremidades da mesa, como se fôssemos uma família completamente normal que saem ao sábado para o café da manhã. Só que nós somos o oposto do normal. Estamos comendo na frente de equipes e repórteres de câmera, fingindo ser a coisa mais normal do mundo. Como fodido é isso?

Repórteres jogam fora perguntas de campo a meu pai e Ella entre as mordidas. É pelo menos gratificante assistir Ella ser forçada a sentar na frente de um prato cheio de carboidratos, movendo-se em torno dos pedaços e saboreando a água. No espaço durante a maior parte do café da manhã, me preparo para quando algo especificamente é dirigido a mim. Eu estou distraída pelo fato de que eu tenho certeza que Caulter pode ver meu vestido de frente de onde ele está sentado ao meu lado. Bem, eu estou distraída por isso e o fato de que meus mamilos terem ficado difícil na última hora. Desde o que aconteceu com Caulter no corredor. Ele brinca com algo ao lado de sua perna, e, em seguida, minha bolsa vibra. Merda. Eu chego discretamente para minha bolsa e retiro o meu telefone. Por um segundo eu penso em Caulter. Enquanto repórteres dirigem pergunta após pergunta a meu pai, eu deslizo o dedo pela tela, vendo um texto a partir de um número que eu não reconheço.


Esse vestido é a coisa mais fodível que eu já vi.

Olho para Caulter, que coloca um pedaço de panqueca na boca. Ele evita olhar para mim. Eu toco as teclas na tela, digitando uma resposta quando eu finjo prestar atenção quando um repórter dirige uma pergunta para mim. —Katherine, você já decidiu o que vai fazer?— Arte, eu quero dizer. Abro a boca, pronta para declarar que estou indecisa nesse sentido, meu pai me interrompe. —Direito, não é, Katherine? Pré-lei? — Faço uma pausa. Mandar todos se foder, eu acho. Mas eu sorrio em vez disso e falo. —Lei—. —Sim. Lei. —Eu bati em— enviar —e coloco o telefone debaixo da mesa. Como foi que você conseguiu o meu número, você é um perseguidor. Me deixe em paz.

Caulter olha para baixo. Um minuto depois, eu sinto o meu telefone vibrar novamente.

Este xarope não tem o gosto tão doce como você. Eu ainda posso sentir seu cheiro em meus dedos.

Quando eu olho para ele, ele está fechando a boca em torno de um pedaço revestido de xarope de panqueca e lambendo os lábios dramaticamente. Eu não tenho certeza se eu fico ligada ou chocada com as bolas que ele apresenta ao escrever algo parecido aqui no meio deste evento, cercado por


repórteres e na mesma mesa com meu pai. Eu digito uma resposta.

Você nunca, nunca, nunca, vai me degustar.

—Caulter, você e Katherine estão se dando bem agora? Foi a foto no jornal uma ocorrência de uma só vez, ou há verdadeira tensão entre vocês? — Meu coração para, e eu chego a pegar um copo de água. Existe tensão real entre nós? Minha mente pisca imediatamente para a imagem de Caulter com a sua mão entre minhas pernas, seus dedos me trazendo para a beira da loucura ali mesmo no meio do corredor com o meu pai e sua nova noiva nos esperando no piso térreo. Existe tensão entre nós? Eu estou preocupada com Caulter. Eu não posso decidir se eu quero jogá-lo ao longo de um penhasco ou deixá-lo me curvar e me foder.

—Eu não posso responder por Katherine—, diz Caulter, sua voz interrompendo meus pensamentos. —Mas o incidente no jornal foi realmente tomado completamente fora do contexto. Nós estávamos realmente brincando, discutindo sobre - café, foi isso —? —Café.— Um dos repórteres ri. —Eu acho que com dois adolescentes, obviamente, brilhante e talentoso como estes, haverá discussões acaloradas semelhante no futuro, com as nossas famílias se fundindo.— A voz do meu pai estronda. Como nossas duas famílias se fundem. Ele não sabe que tipo de fusão Caulter e eu estamos fazendo. Eu desfaço o contato visual com Caulter quando o meu telefone vibra novamente.

Eu estou indo para me fundir a você.

Eu rolo meus olhos em resposta.


Piegas. Além disso, não. Apenas não.

Do canto do meu olho, eu vejo Caulter sorrindo, e ele bate no telefone enquanto acena quando concorda com algo que alguém está falando sobre uma questão que eu não dou a mínima. Eu não consigo pensar em nada a não ser o fato de que minha calcinha está úmida, e eu estou preocupada que quando eu me levantar, a evidência da minha atração por Caulter vai estar lá para o mundo inteiro ver. Eu olho para o meu telefone.

Vou te curvar, puxar esse vestido para cima, e golpear a sua bunda boa e difícil.

O calor aumenta na minha cara quando eu penso sobre Caulter empurrando todos os pratos e talheres sobre a mesa para o chão com um gesto dramático de seu braço, e em seguida, levando-me bem aqui neste pequeno café mãe e pai. O que diabos, está errado comigo? Estou me tornando uma louca obcecada por sexo. Eu desligo o meu telefone e foco no café da manhã. Estou determinada a colocar todo esse absurdo fora da minha cabeça. Eu intencionalmente ignoro Caulter, que balança a cabeça e sorri e responde as perguntas educadamente, atitude essa que não corresponde ao Caulter e isso me coloca na borda. Eu estou esperando outra situação com Caulter. Em vez disso, o café da manhã continua completamente livre de qualquer incidente. Eu posso dizer que sua mãe está tão surpresa quanto eu. Meu pai sorri feliz, contente, tenho certeza, que nós nos portamos bem. —O motorista irá levá-los de volta —, diz ele, caminhando em direção a um carro com Ella. —O quê?— Minha voz soa como um grito. Meu pai é o rei de surpresas.


—Eu tenho uma outra palestra.— Ele nem sequer se preocupa em explicar. —Vocês, crianças foram grandes.— Atrás de mim, Caulter ri. —Sozinha no carro. Sozinha em casa. Você acha que você pode resistir Princesa? — Eu rolo meus olhos. —Eu vou ficar bem.— Eu ainda estou inclinada para frente, me abaixando quando deslizo para dentro do carro com Caulter atrás de mim, quando eu sinto seus dedos alcançar e passear pela minha calcinha. Eu quase salto para fora da minha pele, batendo em sua mão. Ele apenas ri, como se ele fizesse algo completamente apropriado. Ao deslizar para o outro lado do assento, ele ri.

—Esta limusine não é tão grande, Princesa—, diz ele. —Cale a boca.— Estamos subindo com a tela de privacidade, quando Caulter desliza e pega a minha perna, puxando minha coxa em sua direção. Eu empurro minhas pernas fechadas, olhando para frente do carro onde o motorista se senta. — O que diabos você pensa que está fazendo?— —Preocupada?—, Ele pergunta baixinho. Eu dou de ombros. —Não. Não estou interessada. — —Tenho certeza que ele não pode nos ouvir—, diz Caulter. —Seu pai não iria deixar alguém gravá-lo.— Eu franzo a testa. —Você está seriamente sugerindo que meu pai está batendo mulheres - sua mãe - na parte de trás da limusine—

Caulter ri. —Obviamente, você é a única com sexo em sua mente—, diz ele. —Não, eu não estava sugerindo. Obrigado pela imagem; Eu poderia até apagar o meu cérebro agora. Eu estava dizendo que eu tenho certeza que ele fala sobre coisas com as pessoas que ele não quer que seja gravada, assim eu duvido muito que nós precisamos nos preocupar. — —Bem, ao contrário de você, eu nunca tive uma razão para sequer pensar em esconder o que eu faço na parte de trás de uma limusine.— —Não é minha culpa que você vive uma vida protegida, sem um orgasmo—.


Ele retorna com a mão na minha coxa, deslizando a palma da mão até o lado da minha perna, e eu lhe dou um golpe, mas ele agarra com mais força. —Eu tive a abundância de orgasmos, muito obrigado.— Eu não estou mentindo; Quero dizer, eu me dou uma abundância de orgasmos. Caulter ri, o som de zombaria. —Não é esse o tipo de orgasmo que eu dou—, diz ele. —Você não tem ideia do tipo de orgasmo que eu tive sem você—, eu digo, revirando os olhos. Mas eu não posso ajudar. Deslizando a mão sobre minha coxa, ele atinge entre as minhas pernas. — Sua calcinha está encharcada—, diz ele. —Será que vamos continuar a fingir que você não me quer?— —Eu não suporto você,— eu protesto. —Eu não gosto muito de você, Princesa,— ele sussurra, sua voz rouca. Eu vacilo quando ele fala as palavras, como se ele tivesse me batido, e o movimento não escapa dele. —O Quê? Você não gosta de ouvir isso de mim? — Eu dou de ombros, mesmo que ele esteja certo. Incomoda-me, mas eu não posso imaginar por que. —Tanto Faz. Eu não me importo se você gosta ou não de mim. -— Eu aceno em direção à janela, para o motorista. Caulter sorri, e se inclina para perto do meu ouvido. —Eu já lhe disse que ele não pode nos ouvir e ele não pode nos ver.—

—Você não sabe o que com certeza—, eu digo minha decisão já enfraquecendo. —E ele diria a meu pai.— —Então você está considerando a ideia.— —Eu não estou.— —Viva a vida no limite,— ele sussurra. —Pegue um pouco de risco de vez em quando, Princesa.— Ele não se move por um minuto e, em seguida, ele vira a cabeça olhando para frente em seus movimentos suaves, ele puxa minha coxa em direção a ele com uma mão e atinge entre as minhas pernas com a outra. Eu já sei o que ele vai encontrar. Ele vai encontrar a minha calcinha


absolutamente encharcada. Eu já estou ciente disso. Eu odeio que meu corpo traidor derreta sob seu toque. —Você é o Diabo—, eu protesto, meu cérebro insistindo que fazer isso com ele é tão errado. Eu não sou a garota que se deixa levar pelo momento, permitindo que alguém como Caulter me toque na parte de trás de uma limusine.

Eu aperto as pernas juntas para que ele não me toque. Ele só prende a mão entre minhas coxas, deixando seus dedos pressionados contra os lábios da minha buceta. Ele ainda move os dedos, e envia um choque de excitação correndo por meu corpo com a eletricidade. Eu quero desesperadamente deixá-lo ir. Eu quero que ele me leve, mas eu não sei se eu posso. Eu não sei se eu deveria. Na verdade, tenho certeza de que eu não deveria. Eu envolvo minha mão sobre seu pulso, com a intenção de afastá-lo, mas em vez disso, eu pressiono contra mim. Eu seguro os dedos apertados entre as minhas pernas, enquanto o calor irradia dentro de mim através do tecido de algodão da minha calcinha. Eu não posso pensar em nada, exceto ter os seus dedos de volta dentro de mim, onde estavam esta manhã. Inferno, eu não quero seus dedos - o que eu realmente quero é seu pênis. Ele se move mais perto de mim, sussurra em meu ouvido. —Você está molhada. Admita que é por minha causa. Nós dois sabemos que é. — Eu o ignoro, mas abro minhas pernas um pouco, e ele leva isso como um convite para puxar minha calcinha para o lado, revelando minha buceta. Eu inalo o ar fresco através da minha boca, cada parte do meu corpo dolorido por seu toque. Eu balanço a minha cabeça. Não há nenhuma maneira que eu estou dizendo a Caulter Sterling que estou molhada por causa dele. Mesmo que esteja escrita por todo o meu corpo. —Não é verdade—, eu sussurro. —Não?— ele pergunta. Ele brinca com a minha entrada com o dedo, mas não me dá o que eu tão desesperadamente quero. Em vez disso, ele corre a ponta do seu dedo sobre o meu clitóris novamente, a excitação fazendo meus pensamentos nebulosos. —Você me quer, Katherine. Você quer eu mergulhar meu pau em sua


buceta doce. E eu vou, Princesa. Tudo que você tem a fazer é dizer isso. Diga que você quer que eu a deixe ofegante, da mesma forma que você gozou na noite passada. — Eu balancei minha cabeça, protestando, mas ele continua a tocar-me, e não dura 30 segundo antes que eu estou jogando minha cabeça para trás em sinal de rendição. Ele desliza o dedo dentro de mim, e eu estou tão longe que eu não posso mais pensar. Eu não me importo o que ele quer que eu diga. Neste ponto, eu vou dizer nada. Até que ele puxa-o para fora, e eu estou vazia. Eu olho para ele, minha respiração curta. —Que diabos?— Caulter balança a cabeça. —Menina impertinente. Você não está indo para obter isso tão facilmente. — —Seja como for, Caulter.— Eu sufoco as palavras, olhando para sua óbvia ereção. —Tudo bem. Mas eu sei que você quer. Mais do que eu.— Ele se inclina para perto de mim, tomando minha orelha entre os dentes. O movimento envia um arrepio ao longo do comprimento do meu corpo. — Fale o que quiser, Princesa.— Eu vejo como ele abre sua calça jeans colocando sua mão dentro para liberar seu pênis ereto. Eu não tinha esquecido o quão grande ele é - na verdade, seu maldito pau tem preocupado o meu cérebro nas últimas semanas a um ponto que eu não possa me concentrar em qualquer outra coisa. Mas vê-lo novamente, eu estou paralisada. Ele acaricia da base à ponta, sem tirar os olhos de mim. Eu quase não posso acreditar que ele é tão descarado ao ponto de apenas colocar para fora seu pênis na minha frente aqui mesmo, exceto que é Caulter. O que é mais incrível do que isso é a resposta intensa do meu corpo ao vêlo mover sua mão para cima e para baixo de seu comprimento, o pulsar entre as minhas pernas tão insistente que eu mal posso tomá-lo. —Você não pode fazer isso aqui—, eu protesto fracamente. Caulter me ignora, sua mão se movendo para cima e para baixo. —Eu gostaria que fosse sua mão aqui. Ou melhor ainda, que fosse a sua boca perfeita envolvida em torno de meu pau —.


—De jeito nenhum—, eu digo. —Estamos prestes a voltar para a casa. Não é como você pode gozar nos próximos dois minutos antes de chegarmos à minha casa. — Ele levanta as sobrancelhas. —Bem, se essa é a sua única objeção—, diz ele, —você não tem que se preocupar. Eu não estou prestes a gozar aqui. Eu vou esperar até que eu esteja dentro e bem no fundo da sua buceta antes de eu vir.— Aproxima-se de mim segurando o seu pau. Eu deveria me afastar, ensinarlhe uma lição de comportamento adequado, mas eu não faço. Com Caulter, encontro-me perpetuamente incapaz de resistir. Ele é tão duro, e eu enrolo minha mão em torno de seu pau, a sensação de sua dureza é tão perturbadora. Incrivelmente perturbadora. —Você tem pensado sobre isso, não é? Como você sentiu quando eu estava dentro de você? — Eu não respondo, meu polegar encontra uma gota de pré-sêmen na ponta de sua cabeça. Eu o esfrego em círculos sobre sua cabeça até chegar à base. — Eu movo minha mão ao longo de seu eixo, em cursos longos e lânguidos, até que a desaceleração do carro me sacode para fora do meu estado quase hipnótico. Eu ajusto rapidamente a minha saia e fujo através do assento quando passamos pelo portão em frente a casa, limpando a garganta e intencionalmente não olhando na direção de Caulter. Pelo que eu sei, Caulter provavelmente vai sair da limusine com as calças em torno de sua bunda, pau duro totalmente exibido, só para transar comigo. Claro, seria uma piada para ele, só que Rose tem o dia de folga e eu sou a única na casa no momento. Merda. Estamos sozinhos em casa. Estou totalmente ferrada. E o problema é o pensamento de ser parafusada por Caulter é também extremamente atraente.


Capítulo 13 Caulter Assim que o carro chega na casa, Katherine está fora dessa coisa como um morcego fugindo do inferno. É realmente ridículo. Ela está praticamente correndo, acelerando em direção à porta. Eu pego o seu braço na porta da frente, e giro em torno dela para me enfrentar. Sua respiração é curta, e eu sei muito bem o motivo; Eu assisti a Katherine trilhando em Brighton ,conheço-a o suficiente. —Rose está casa?— Eu pergunto, e eu sei qual é a resposta pela expressão em seu rosto - luxúria misturado com apreensão. —Não—, ela diz. —E eu vou lá pra cima. Você faz o que você quiser. — —Pergunte-me o que eu quero fazer.— —Não—, ela diz. —Há uma câmera de segurança aqui fora.— Eu a deixei ir, e ela abre a porta, mas uma vez que estamos dentro, eu coloquei minha mão direita de volta onde estava em seu pulso e a puxei contra mim, contra minha dureza. —O que diabos você está fazendo?—, Ela pergunta. —Não existem câmeras aqui, certo?—, Pergunto. —Então?— Ela vira a face para cima, a mandíbula definida. —Você acha que isso significa que você pode simplesmente me pegar como uma espécie de homem das cavernas?— —Pergunte-me o que eu quero, Princesa,— Eu repito, puxando-a com mais força contra mim. —Eu lhe disse para parar de me chamar assim.— —Eu só vou parar de te chamar de princesa quando eu estiver enterrado dentro de você—, eu digo, arrastando o dedo para baixo de seu decote onde o tecido na parte superior de seu vestido mal cobre. Seu peito sobe enquanto ela inala acentuadamente. —Você não quer saber?—


—Não quero saber o que, idiota?— —Você não quer saber o que eu quero?— —O que você quer, Caulter?— Eu deslizo a cinta fina de seu vestido branco por cima do ombro. Estou tentado rasgá-lo inteiramente, juntamente com o vestido, mas eu me controlo. —Eu quero ouvir você dizer o que você quer que eu faça para você, o que você está morrendo para que eu faça desde aquela noite.— Eu me inclino mais perto traçando o lado de seu pescoço abaixo do lóbulo da sua orelha com a ponta da minha língua. Quando eu passo meus dentes contra sua pele, ela pula. —Não—, Katherine protesta, cobrindo o pescoço com a mão. —Se você deixar uma marca...— —Se você não me disser o que você quer, então eu vou dizer o que eu vou fazer com você.— Faço uma pausa de um minuto e ela cruza os braços sobre o peito. —Não é o que eu quero fazer com você. É o que eu vou fazer com você. Eu vou transar com você aqui mesmo no chão de sua porta, no hall de entrada da casa de seu pai. —

—Você acha?—, Ela pergunta. —Eu sei que sim—, eu digo. —Então o quê?—, Sussurra. Eu arranco os lados do vestido sobre as coxas, deslizando minhas mãos em torno de sua bunda curvilínea e em seu rosto. Ela solta um pequeno gemido quando eu a aperto, meus dedos cavando em sua pele. —Então eu vou levá-la para a sala de jantar e lançar lhe por cima da mesa para que eu possa lamber a sua buceta ali para que eu possa me lembrar quando eu sentar na cadeira onde seu pai vai comer o jantar hoje à noite.— —Caulter!— Katherine traz a mão à boca, como se ela estivesse de alguma forma surpreendida. Ou envergonhada. Mas ela e eu sabemos que o ato da virgem tensa é um show. Ela me empurra e começa a descer o corredor. Eu não a pego até que ela


está passando no escritório de seu pai, quando eu a empurro contra o batente da porta, assim como eu fiz na entrada de seu quarto esta manhã —Escritório do papai?—, Pergunto. —Isso poderia funcionar.— —De jeito nenhum—, diz ela. —Eu não terminei—, eu digo. —Terminou com o quê?— —Eu não terminei de falar o que estou prestes a fazer para você, Princesa.— Eu vou chegar debaixo de seu vestido e dentro de sua calcinha. Quando eu mergulho meus dedos em sua buceta molhada, ela geme. —Eu vou fazer isso, para a minha pequena buceta doce e apertada.— —O quê?— Suas pálpebras estão meio fechados, seus olhos rolando para trás em sua cabeça quando eu dou um golpe dentro dela. —Eu não sou... Sua. — —Isso. É. Meu.— Eu não sei por que eu digo isso, ou por que diabos eu estou tão insistente sobre esse assunto. Eu apenas estou. Talvez seja apenas por querer irritá-la. Eu nunca quis reivindicar ninguém antes. Ela agarra meu pulso, me forçando a parar. —Eu não sou uma propriedade, Caulter Sterling—, diz ela. —Só para que fique claro. Você pode ter os dedos dentro de mim, mas eu não sou sua. — —Grandes palavras, Princesa,— eu digo, quando eu enfio os dedos dentro e fora dela. —Pena que elas não são verdadeiras. Esta não é uma discussão. É um fato. Esta é minha buceta. Você é minha. — —Por que você não pode simplesmente calar a boca?—, Pergunta ela, com a voz entrecortada. —Por que você tem que ser tão... fodido?— Eu retiro meus dedos dela, e ela boceja em mim, de boca aberta. — Continue olhando para mim com a boca aberta desse jeito,— eu ameaço. Com a minha mão nas costas dela, eu a levo para o escritório e fecho a porta. —E o que?—


—O que você acha?— Eu pergunto, tirando minha camisa sobre a minha cabeça e jogando-a no chão. —Eu vou te dar algo para você colocar nele.— —Você é tão bruto—, diz ela. —E pare de tirar a roupa. Estamos no escritório do meu pai. É... — —Escandaloso? Tabu? Apenas muito malcriado para a boa menina?— Eu pergunto. Seus olhos permanecem no meu peito. —Eu não sabia que você tinha um grande vocabulário e tal, Caulter—, diz ela. —Eu estava pensando mais como repugnante e nojento.— Eu faço um show ao tirar as minhas calças enquanto ela me olha. —sujo?— Eu pergunto. —Você ainda não viu o imundo ainda.— —Por que você está tirando as suas calças no escritório do meu pai?— ela pergunta estupidamente. Ela sabe a resposta. —Você sabe por que, Princesa,— eu digo. —Porque você precisa se soltar. E ser fodida no escritório de seu pai é a melhor maneira de fazer isso. A menos que você prefira a sala de jantar como o primeiro lugar.— —Não, eu não o faria—, diz ela, com a voz enfatizando o não. Mas ela não se move, e seus olhos se fixam no meu pau nu. —Eu preferiria...— Eu quase tive um acidente vascular cerebral com o meu comprimento ao dar a ela um show desde que ela gosta de olhar para ele pra caramba. —Eu vou envolver sua boca em torno de mim colocando cada polegada enchendo a sua pequena boca doce com o meu sêmen?— —Oh meu Deus, você é tão bruto— Mais uma vez, suas palavras dizem que ela está enojada. Mas sua mão não está mais em sua boca..; e sim em seu peito. —Não, Princesa, isto seria bruto.— Eu me aproximo dela. Por trás, eu a dobro e coloco as palmas das mãos sobre a mesa de seu pai. Ela está tranquila agora; tudo que eu posso ouvir é a sua respiração. Eu tiro o seu vestido doce de casamento branco que é puro como a neve, sobre sua bunda. A bunda que eu estava morrendo de vontade de segurar enquanto eu mergulho meu pênis dentro dela.


O traseiro que eu estive fantasiando bater toda vez que ela fez um comentário espertinho sobre qualquer coisa.

Então, eu faço isso. Eu trago minha mão para trás, e bato com força contra seu traseiro, deixando uma marca vermelha em sua carne. Ela olha por cima do ombro, indignada. No entanto, ela não está me impedindo de qualquer maneira, e não resiste. —Você acabou de bater em mim?— Eu sorrio. —Não vai ser a última vez que faço isso, também.— —As mulheres se apaixonam por essa merda?— Ela pergunta. —Você é a única curvada sobre a mesa do seu pai, Princesa, '' Faço notar, acariciando o lugar que eu apenas bati.— Você também é a única que está toda molhada. Então é você que me diz. — —Isso não significa que eu estou, me apaixonando.— Mas ela ainda está ali parada, eu escorrego sua calcinha no chão olhando a bunda dela nua.

—Qualquer coisa que você quiser falar, querida.— Eu digo. —Lembre-se disso quando você estiver gozando na minha língua.— —Caulter—, ela protesta, mas para quando eu começo a lamber a sua buceta, minhas mãos segurando suas nádegas e puxando sua buceta contra a minha boca. Eu faço meu caminho em cada polegada de seus doces lábios, revirando minha língua repetidamente em seu clitóris ela fica imóvel, curvada sobre a mesa. A palavra torna-se menos de um protesto e mais de um gemido. —Caulter. Oh, Caulter.— Esse gemido novamente, aquele onde ela geme meu nome, é a única coisa que me mata. É o que eu uso para zombar dela, mas é uma loucura como isso me faz louco ouvindo-o sair de sua boca. Eu chupo seu clitóris em minha boca, e enfio os dedos dentro dela até que suas pernas estão tremendo e ela está chamando pelo meu nome repetidas vezes como se fosse a única palavra no idioma inglês que ela consegue se lembrar. Eu mergulho minha língua dentro de sua entrada doce.


—Caulter,— ela geme. —Não pare. Eu vou - eu vou! - Oh, meu Deus, Caulter —Ela grita quando ela goza contra mim, seus sucos cobrindo meu rosto. Eu não estou indo para dar-lhe nem mesmo um momento para se recuperar. Eu apenas levanto e caminho até a minha pilha de roupas tiro um preservativo da minha carteira envolvo no meu pau antes e eu volto para ela. Seu rosto está vermelho. —Isso foi -— ela começa a falar. —Eu não quero falar,— eu adverti. —Eu estou duro como uma rocha, porra, e eu quero estar dentro de você.— —Caulter, eu— Ela está prestes a dizer algo, mas o que diabos que for, eu não estou prestes a ouvir. Esta menina tem me provocado por tempo suficiente. —Pare de falar. Estou cansado de falar. Eu estive pensando sem parar sobre dobrar e foder você, e é isso que eu vou fazer.— o rosto de Katherine se anima. —Você esteve pensando em mim?— —Parada, porra. Não.— Eu deslizo as mãos abaixo dos seus braços, pressionando o peito contra suas costas, meu pau duro contra sua carne, em seguida, pressiono sobre os seus seios, e agarro sua bunda. O vestido está amontoado em volta da cintura, e ela geme quando ela pressiona contra mim. —E você tem pensado sobre mim. Me diga que você tem.— —Sim.— Ela diz tão baixinho que mal consigo ouvi-la. —Abra as pernas,— Eu ordeno, e ela obedece. Eu não estou jogando mais. Eu pressiono a ponta do meu pau contra sua entrada. —Diga-me outra vez. Já esteve pensando sobre a última vez que eu transei com você?—

—Sim—, ela sussurra. Eu guio meu pênis dentro dela, gentil apesar do fato de que ela se inclinou sobre a mesa de seu pai, sua buceta molhada praticamente implorando para eu deslizar para dentro dela em um impulso. Ela é tão fodidamente apertada. Estou surpreso que ela pode me levar. Mas ela o faz, tão escorregadia, tornando mais fácil para mim deslizar para dentro.


Ela empurra seus quadris contra mim, deixando escapar um gemido baixinho, um som primitivo. Eu empurro dentro dela lentamente, minhas mãos nos quadris. —Você pensou em mim enquanto você tocou a si mesma?— —Sim—, ela diz baixinho. —Sim. Sim.— —Toque-se agora,— Eu ordeno, e ela faz, esfregando seu clitóris com os dedos. Eu me estico com uma mão e puxo a alça do vestido. Ele não se solta então eu puxo mais difícil, rasgando o tecido de seu ombro e deslizando minha mão sob seu sutiã. —Você gozou pensando em mim dentro de você?— Ela está fazendo esse pequeno meio gemido, enquanto ela toca a si mesma. Sua vagina está inundando com umidade que eu não posso me impedir de empurrar nela cada vez mais duro.

Seu aperto sobre a mesa desliza, e os papéis vão voando em todas as direções, documentos importantes, o trabalho de seu pai tenho certeza. Eu estou dobrando a filha tensa do senador sobre sua mesa e espalhando seus papéis em todos os lugares. —Será que você pensa sobre o meu pau deslizando para dentro e para fora de sua pequena buceta apertada?— Eu pergunto. —Sim,— ela geme, sua mão se movendo freneticamente entre as coxas. Sua vagina apertada em torno de mim e eu sei que ela está perto. —Fodame. Caulter ... Sim.— —Você queria esse pau duro dentro de você—, eu digo, meu aperto em seus quadris mais difícil. Estou muito perto de explodir. —Você queria essa porra de pau dentro de você, enchendo você com meu esperma quente. Fale.— —Sim, sim—, ela geme. —Diga isso agora.—

—Oh meu Deus—, ela suspira. Ela perde o controle sobre a borda da mesa e outras coisas caem no chão com um baque, mas eu não dou a mínima para isso. —Eu vou...— —Foda-se, Kate, eu estou gozando,— eu aviso, antes de eu fazer, batendo


meu pau dentro dela com um impulso final e segurando seus quadris puxando contra mim. Seu gemido é alto no silêncio da casa, e quando ela goza, seus músculos se contraem em torno de meu pau, ela ordenha cada última gota de meu sêmen. Estou respiro pesadamente, meus dedos pressionando em sua carne o que parece uma eternidade antes que eu possa sequer pensar em linha reta. Quando eu finalmente saio dela, eu rolo para fora do preservativo e olho ao redor para o lixo. —Não se atreva—, ela sussurra para mim. —O Quê?— —Não jogue isso aqui—, diz ela, olhando ao redor. —Merda. Eu acho que nós quebramos isso.— Ela puxa seu vestido para baixo se agachando no chão para pegar uma bandeja de carta, claramente rachada ao longo da borda. Pego um tecido da mesa para embrulhar o preservativo antes de suspender meu jeans. —Tanta força para que um orgasmo pudesse ajudá-la a ser menos tensa.— Ela está ocupada empurrando papéis de volta para onde eles estavam, enquanto eu estou deslizando minha camisa para cima da minha cabeça. —É isso o que você estava tentando fazer?— ela pergunta, colocando a bandeja de carta de volta na mesa, enquanto ela murmura algo sobre encontrar cola. —Eu não sabia que me fodendo magicamente iria me transformar, com certeza não transformou você em um príncipe encantado.— —Você seria Cinderela nesse cenário?— Eu pergunto. —Porque eu duvido que Cinderela fosse uma cadela.— Ela pega um livro da mesa e joga em mim, causando uma escoriação em meu braço. —O que, você tem doze anos?— —Você me chamou de cadela—, diz ela, com os olhos piscando. —Que diabos você espera?— —Eu não te chamei de cadela.— Eu coloquei o livro de volta em seu lugar na mesa. —Eu disse que duvidava Cinderela era um deles.— —O que sugeri que eu sou.—


—Não sugeri nada—, eu digo. —Consciência pesada?— —Você é a pessoa mais irritante que eu já conheci.— Sua bunda é pressionada contra a mesa, minha perna contra a perna dela. —Eu odeio você.— Ela tem a boca mais fodível que eu já vi. —O sentimento é completamente mútuo—, eu digo, antes de eu trazer a minha boca até a dela, esmagando seus lábios contra os meus.


Capítulo 14 Katherine Caulter e eu somos do caralho. Quero dizer não neste momento, obviamente. Mas nós somos do caralho. Em geral esse é o nosso status. Como se eu tivesse que atualizá-lo na mídia social, não seria uma daquelas situações —É complicado—. Seria apenas —porra.— Isso deve ser uma opção de status, agora que eu penso nisso. É como se meu cérebro não conseguisse processar esta informação. Ele virou uma espécie de interruptor em meu corpo, me transformando no maior estereótipo do que nunca: a menina tensa, virginal que perde o grande cartão V e se torna uma maníaca louca por sexo durante a noite. Eu odeio ser um clichê. Digo a mim mesma que eu não sou. Por um lado não é uma transformação durante a noite. Tem sido um mês, então eu acho que é alguma coisa. Um mês de pensar constantemente sobre ele e seu pênis mágico. Um mês de pensar como era naquela noite com ele. Então agora eu sou uma daquelas garotas. Uma das meninas que Caulter tem parafusado. E agora eu sou basicamente a versão feminina do Caulter, completamente ocupada com o sexo. Só que eu estou firme em apenas começar em suas calças. Eu estou de pé na escada da biblioteca. Soa pretensioso, uma biblioteca em nossa casa do lago, eu sei. Mas a biblioteca é o meu lugar. Meu pai trabalha em seu escritório e odeia esse espaço. Portanto, é meu. É branco e arejado, este pequeno quarto em um canto da casa com um muro e estantes que vai


do chão ao teto e uma dessas escadas que rolam ao longo do comprimento da parede. Ela ainda tem um recanto de leitura.

Eu corro meus dedos ao longo da coluna dos livros, não olhando para nada em particular. Eu realmente estou apenas à procura de uma distração de Caulter. Eu não sei onde ele está agora, mas eu sei onde ele estava esta manhã. Esta manhã ele estava tentando entrar no chuveiro comigo, pressionando minhas costas contra a parede de mármore, enquanto ele empurrava dentro de mim. Eu ainda posso sentir a dor entre as minhas pernas, a ausência dele. As últimas três semanas estamos sendo furtivos em torno da casa como se estivéssemos tendo um caso, Caulter me apalpando quando eu passo por ele no corredor ou se escondendo no meu quarto através da porta que se abre para a nossa varanda comum. Eu não sei o que Rose estava pensando, colocando os nossos quartos um ao lado do outro. Eu suspeito que ela planejou algo como isto, só que eu sei que ela não tem um osso malicioso em seu corpo. E você teria que ser malintencionado para querer que aconteça algo entre mim e Caulter. Quer dizer, eu transei com ele, mas ele é a pessoa mais irritante que eu já conheci na minha vida.

Meu pai e Ella estão sempre voando indo e vindo passando a maior parte de seu tempo em DC. Nós temos a casa para nós, exceto por Rose, que fica aqui durante o dia. Eu estou preocupada que ela possa nos pegar, mas Caulter insiste que não. Ele liga o encanto quando ela está por perto, flertando com ela e elogiando sua culinária, envolvendo-a em torno de seu dedo da mesma maneira que ele faz com todas as mulheres. Eu tenho que admitir, relutantemente, eu posso ver a apelação. Caulter quase pode ser encantador quando ele quer ser. —Ei, seios doces.— Ele fala suavemente, e eu olho para baixo para vê-lo com aquele sorriso estúpido em seu rosto.


Sim, Caulter é realmente encantador, com certeza. —Você quase me deu um ataque cardíaco.— Eu desço as escadas, mas a sua mão está na minha perna antes de que eu desça, deslizando por baixo da minha saia. —Eu tomei uma decisão—, diz ele, pegando a minha bunda com as mãos. Minha respiração engata na minha garganta, como sempre faz quando ele me toca, e eu aperto o lado da escada com uma mão e tentando dar um tapa na mão dele com a outra. —Pare de me tocar.— —Por quê?—, Ele pergunta, ignorando a minha bronca. Ele faz uma pausa quando atinge o topo da minha bunda e percebe que não há nada lá , atrás de mim, ele se agacha e suspende a minha saia. —Não há calcinha.— —Você sabe o porquê que eu estou dizendo para você parar,— eu digo. — Meu pai e Ella chegaram na noite passada, e eles estão aqui em algum lugar. E o fato de que eu não estou usando calcinha não significa nada. —A mentira é patética e fraca. Eu me vesti com o pensamento sobre Caulter. Sem calcinha porque estava com ele na mente. A mão de Caulter está nas minhas costas, me impedindo de descer da escada. Ele desliza os dedos entre as minhas pernas, pressionando contra a minha entrada. —Você está cheia de merda, Princesa,— ele diz. —Seu pai e Ella saíram para ir a algum lugar, então estamos todos sozinhos. E você esqueceu sua calcinha apenas por mim —. —Não é verdade—, eu sussurro, mas eu arco minha bunda para trás, empurrando minha buceta contra seus dedos quando ele desliza para dentro. Seu polegar provoca meu clitóris, enviando arrepios de excitação através do meu corpo. —Nós não devemos fazer isso ... não aqui.— Ou em qualquer lugar, eu digo a mim mesma. Eu tenho que parar de fazer isso com ele. Ele responde deslizando os dedos ainda mais em minha buceta pingando. — Eu decidi que de agora em diante, você usará vestidos. Sem calcinha. Apenas saias —. Eu rio, mas ele se transforma em um gemido quando ele chega ao redor com sua outra mão para acariciar meu clitóris. —Onde diabos você pensa que você pode me dizer o que fazer?—


—Nós já passamos por isso antes. Eu já possuo isto. — —Você está louco.— Eu não posso pensar com clareza, distraído com o que ele está fazendo para o meu corpo. Até que um cheiro no corredor me assusta. —Merda. Pare. — Um olhar de irritação cruza seu rosto, e ele retira os dedos. Eu começo a descer, pensando que ele está me dando um alívio do seu delicioso tormento, mas ele me agarra pelos braços antes que eu possa descer da escada, me virando e me empurrando para trás duro. —Eu quero você agora.— —Você acabou de ouvir isso?—, Pergunto. O degrau da escada fazendo barulho em minhas costas, e eu estava escorregando e caindo, exceto pelo fato de que ele está me prendendo lá. Eu estou olhando para ele, minha cabeça inclinada um pouco acima dele. Eu não deveria estar preocupada com a forma como ele olha para mim, sua expressão nublada com luxúria. Eu deveria estar preocupada com o fato de que meu pai e sua mãe poderiam estar em algum lugar nessa casa, como eles poderiam entrar a qualquer momento. Eu deveria estar preocupada com a forma como o rosto de meu pai ficaria quando ele entrasse na biblioteca e pegassem nós dois. —Eu não ouvi nada—, diz ele, deslizando as duas mãos sobre minha bunda. —Qualquer um poderia entrar—, eu protesto. Mas o vazio deixado por seus dedos é muito perturbador para permitir a concentrar-me em qualquer outra coisa. Eu não posso ser uma daquelas meninas que perde sua mente uma vez que ela tem um pouco de pau. Só que não é exatamente um pouco, eu acho que ele abre sua calça jeans e tira o seu pau. Nada sobre ele é pequeno. —Não há nenhuma fechadura na porta.— —E você não está usando calcinha.— Ele puxa uma camisinha do bolso. Eu levanto minha sobrancelha para ele, e ele sorri. —Não se preocupe, eu só as carrego comigo porque estamos na mesma casa e todas são para ser usadas com você. A gente nunca sabe quando a oportunidade vai aparecer. — —Eu vou ter a certeza de usar calcinha perto de você—, eu sussurro, antes dele trazer sua boca com força em mim, seu beijo praticamente causa


hematomas. Sua língua pressiona contra a minha, a guerra do movimento que expressa a forma de nosso relacionamento. Quando paramos para respirar, ele olha para mim com severidade. —Eu disse, sem calcinha,— ele rosna. —Saias e sem calcinha. É uma nova regra. — —Você não faz regras para mim—, eu digo. —Vou levá-las, então.— —O que, você está indo para tomar minha calcinha?— Eu pergunto, rindo. —Boa sorte com isso.— Eu começo a descer da escada, mas ele me para, colocando a mão no meu peito. —Não—, diz ele, esfregando o polegar no meu mamilo ereto através do tecido, enquanto ele envolve a outra mão ao redor da base de seu pênis. Sua dureza está contra minha coxa, e eu estou tão molhada. —O que, você vai transar comigo aqui?— Eu pergunto, minhas mãos em seus ombros. —Eu vou cair.— —Coloque seus braços em volta do meu pescoço—, ele sussurra, e eu me inclino para perto dele, apesar de todas as minhas preocupações com meu pai caminhando sobre nós, eu envolvo os meus braços em torno dele. Meu vestido está enrolando ao redor da minha cintura, e os meus seios estão pressionados contra seu rosto. Ele enterra o rosto entre eles, mas ele não rasga o vestido e me cobre com a boca do jeito que eu quero que ele faça. —Enrole suas pernas em volta de mim.— Eu faço, e de algum modo deslizo para baixo na frente dele enquanto ele orienta seu pênis dentro de mim e me pressiona contra a escada. Sinto a nitidez das peças dos trilhos em minha volta e em cima do meu traseiro, mas eu estou tão dominada pelo prazer correndo através do meu corpo que eu não posso me concentrar na dor. Eu acho que a dor parece até mesmo intensificá-lo. Eu me agarro a ele, meus braços e pernas em torno dele, mas a maior parte do meu peso está apoiado junto à escada. Ele dirige em mim duro, suas estocadas curtas e insistentes. Este não é lento e romântico; é rápido e furioso, primitivo e animalesco. Cada impulso seu me leva mais e mais alto. Nós dois estamos tranquilos, muito consciente da possibilidade de sermos surpreendidos. A ideia de ser pego torna mais intenso, ainda mais proibido. Caulter traz algo em mim que


me faz querer perder o controle. Eu nunca tinha sido assim antes, com ninguém. Eu não sou esse tipo de garota, a pessoa que joga cautela ao vento, que não se preocupa com as consequências. Eu não sou imprudente. Eu estou gemendo seu nome quando ele me leva até a borda, suas estocadas mais difíceis. —Foda-se, sim, Caulter.— —Você gozará para mim, princesa?— ele pergunta. —Sim—, eu gemo, a sua pergunta definindo-me fora, e a liberação doce toma conta de mim. Ele empurra para dentro de mim de novo, uma, duas, três vezes quando ele goza, e então ... A porra da escada cai debaixo de nós, fazendo um barulho metálico quando ele desliza para fora do trilho e precariamente caindo nas prateleiras. —Merda!— Caulter agarra meus braços e me puxa para cima, de alguma forma, deslizando para fora de mim, sua calça em torno de sua bunda e uma camisinha pendurada para fora da extremidade do seu pau. —Oh meu Deus, quebrou,— Eu olho entre ele e o topo da escada. Eu não posso conter meu riso. Isso não sou eu. Eu não sou a garota que quebra escadas fodendo um menino na biblioteca. Que diabos deu em mim. Então eu escuto a voz de Rose, gritando do fundo do corredor. —Kate, você está bem? Eu ouvi um estrondo.— —Merda.— Caulter puxa para cima a calça antes que eu possa piscar, e está olhando descontraído e indiferente no momento em que Rose abre a porta. —O que aconteceu?— ela pergunta, olhando para trás e para frente entre nós. —Eu - a escada foi fora dos trilhos—, eu digo. Caulter interrompe. —Ela estava tentando chegar a um dos livros na prateleira lá em cima, e ela só ... cedeu. Alguém deve definitivamente sair para olhar para isso. Parece um risco de segurança. Isso é um problema com estas casas mais velhas. —Ele parece tão sincero, eu quase acreditei nele. Rose me dá um longo e duro olhar e eu tento não corar.— Você estava tentando chegar a um daqueles livros lá em cima sobre história medieval ... ? — Eu engulo em seco. —Eu estava pesquisando. Para fins de investigação.— —Fins de investigação—, ela repete. —É uma coisa boa que Caulter estava


aqui para lhe ajudar quando a escada cedeu.— Eu limpo minha garganta. —Sim. É definitivamente uma coisa boa.— Rose se vira para sair, mas para quando ela atinge a porta. —Eu estou contente de ver vocês dois se dando tão bem.— Eu olho para Caulter de olhos arregalados, depois que ela se foi. —Você acha que ela sabe?— Ele dá de ombros. —Talvez. Quem se importa?— —Eu me importo, seu idiota—, eu digo. —Você não? E se ela disser alguma coisa para o meu pai? E se alguém descobrir? Eu não posso acreditar que quebrou a escada, pelo amor de Deus.— —Pelo amor de Deus?— Caulter ri. —Ok, avó.— —Estou falando sério, Caulter—, eu digo. Estou ficando irritada com ele por levar toda essa situação de forma tão leve. —O comportamento tem consequências.— Caulter está de pé perto de mim, e eu imediatamente sinto a emoção de sua proximidade. Eu silenciosamente amaldiçoo por meu maldito corpo por ser tão atraída por ele. —Então o que, se seu pai descobrir?— —Vai arruinar sua campanha.— —Por quê?— —Você sabe por que, Caulter—, eu digo. —Nós estamos ... indo para ser relacionado.— —Nós não estamos relacionados—, diz ele. —Você está sendo ridícula. Estamos quase não sendo meio irmão.— Eu me ofendo com a maneira como ele descarta as minhas preocupações, como se eles não fossem nada. —As pessoas não se preocupam com o que é verdadeiro, Caulter,— Eu insisto. Eu estou com raiva que ele está me descartando, da mesma forma que meu pai me descarta. —Eles prosperam em escândalo. Se eles trancá-la e escondê-la ele vai arruinar sua campanha e sua imagem pública.— Caulter traça um dedo na frente do meu seio, e eu jogo para fora, mas não antes que ele recebe uma reação física de mim, arrepios que pontilham a minha pele. Maldito seja ele. —Por que você se preocupa sobre isso?— ele pergunta.


—Porque ele é meu pai.— Caulter ri, o som amargo. —Sim, ele parece ser um grande pai.— —Você não sabe nada—, eu digo, defendo o meu pai apesar de meus sentimentos contraditórios. Tudo o que sei é que estou irritada com Caulter. Caulter inclina-se perto de mim, desliza o dedo debaixo de uma das alças do meu vestido. —Eu sei que você não é a boa menina certinha que seu pai quer, a garota-propaganda para sua campanha. Eu sei que você é tão porra reprimida com todo o seu estudo e sua responsabilidade e tenta fazer tudo tão maldito perfeito e agora você está morrendo de medo que alguém como eu venha junto deixando - a fora de sua linda concha fazendo você sentir alguma coisa. — Agora eu estou além de irritada. Eu coloco minhas mãos em seu peito e tento afastá-lo, mas ele agarra meus pulsos e me aperta. —Você não sabe nada sobre mim—, eu digo. —Eu sei que você está vivendo preocupada a respeito do que todo mundo vai pensar—, diz ele. —Eu acho que nem por um maldito segundo você quer ir para Harvard, ser uma advogada ou uma médica ou qualquer que seja o inferno que seu pai planejou para você. Eu vejo você com o seu bloco de notas, desenhando o tempo todo. Você simplesmente não tem a porra de coragem para fazer o que você realmente quer fazer. — Ele de alguma forma vem me assistindo desenhar, percebendo coisas sobre mim. Ele percebe muitas coisas sobre mim. Eu arranco meus pulsos e empurro para longe, com força. —Foda-se—. Eu vomito as palavras da minha boca como se fossem veneno. —Foda-se, Caulter. Você é tão maldito alto e poderoso, rebelando-se contra todos e qualquer um porque você é muito legal para se conformar. No entanto, aqui você está, fazendo exatamente o que sua mãe quer que você faça, porque... porque, exatamente? Ela não vai dar-lhe o seu salário? você acha que se rebelando significa que você sabe quem você é? Isso significa apenas que você está cheio de merda. — Eu saio da sala antes que ele possa me responder, raiva inundando meu corpo. Ele agora só fica sob a minha pele maldita. Ele é tão irritante e


presunçoso e auto satisfeito. Ele age como se ele fosse muito mais maduro do que eu, com muito mais experiência em seu currículo. Ele é apenas um bebê comprado que não sabe nem um pouco sobre questões de obrigação e família. Mais tarde, eu estava deitada na cama, com a cabeça descansando sobre o travesseiro enquanto eu apoio o bloco de notas em minhas coxas, desenhando preguiçosamente. Eu sei que Caulter está em seu quarto, porque eu ouvi a porta fechar, e eu me pergunto o que ele está fazendo. Eu tenho que forçar minha mente para se concentrar em outra coisa no lugar de Caulter. Qualquer coisa, menos Caulter. Como a imagem que eu estou fazendo agora. Do pênis de Caulter. Eu rasgo o pedaço de papel fora da almofada, amassando e jogo em toda a sala. Parafuso de Caulter. E parafusando as coisas estúpidas que ele disse sobre mim. Eu fecho meus olhos, e trago a imagem da minha mãe na minha cabeça, esboçando–a da minha memória. Mas minha mente está em um lugar diferente. Tenho a sensação incômoda de que Caulter está certo - que eu sou apenas muito de uma covarde para enfrentar meu pai. É por isso que eu não contei a ele sobre UCLA.


Capítulo 15 Caulter —Que porra você está fazendo?— Katherine está correndo pelo gramado, acenando com as mãos para mim como uma porra de uma completa lunática. A porra lunática quente. Seu cabelo castanho salta sobre seus ombros quando ela corre, tentando inutilmente puxar a saia para baixo sobre sua bunda. —Você está louco?— —Insano? Não. Eu estou assando marshmallows.— Eu puxo o marshmallow fora da vara e estouro a bondade pegajosa quente em minha boca. Ela olha para mim, seu peito subindo quando ela pega sua respiração, suas bochechas coradas. É a mesma maneira quando ela olha para mim quando ela acaba de ter um orgasmo. Eu não a fiz gozar toda a semana. Ela não me deixou, não desde a luta que tivemos na biblioteca depois da confusão na escada. Eu deveria ter saído depois e encontrar uma substituta de Katherine. Mas o que eu achei foi irritação, ela parece estar rastejando sob a minha pele. Como uma doença. Então, eu estou tomando o caminho maduro e tentar conversar com ela sobre as coisas como um adulto, enquanto como marshmallows. —Quer um?— Eu pergunto. —Você não pode acender um fogo aqui fora - existem regulamentos, seu idiota—, ela grita. —Quem liga para essa merda - onde é que você conseguiu pegar um barril, de qualquer maneira e o que diabos você está? -


... Oh meu Deus essas são as minhas roupas, minhas calças, minhas calcinhas..!— Eu menti - Eu não estou tomando o caminho maduro aqui. De todo modo. Esta pode ser uma das coisas mais imaturas que eu já fiz. Eu sorrio e encolho os ombros. —Eu te disse que a queria em saias e sem calcinha.— Ela pega o pau de minhas mãos, cutucando o barril. As chamas crescem enviando faíscas em todas as direções. Agarrando-a pelos braços, eu a puxo de volta contra o meu peito. Que é exatamente onde ela pertence eu não posso me ajudar, sinto isso assim que seu corpo toca o meu. Mas ela só para lá momentaneamente, antes que ela se puxa para longe de mim. —O que você é, algum tipo de psicopata?— Ela pergunta. —Quem acende um fogo com a roupa de outra pessoa? Algo está muito errado com você.— —Eu vou comprar para você roupas novas—, eu digo. Eu não acrescento que eu já as tenho. Pedi-lhe um guarda-roupa totalmente novo de algum designer de merda quente com a estilista que a minha mãe jura é o que todas as garotas chiques querem usar. Também eu pedi para ela o melhor que o dinheiro pode comprar em lingerie e calcinhas, eu pessoalmente as selecionei e eu comprei novos jeans para substituir os que eu queimei, quer dizer, eu não sou um idiota completo. Mas há novas calcinhas de vovó. Isso só cruza uma linha. Kate fica ali olhando para mim com as mãos nos quadris. Ela está chateada. Se fosse possível para um ser humano explodir fisicamente ela estaria fazendo isso. Ela aperta os punhos e grita me fazendo rir. —Você é o maior idiota que eu já conheci—, ela grita. —Você está completamente fodido na cabeça.— Eu esperava que ela fosse me dar um soco, se eu fosse uma menina e um cara queimasse minhas calças e calcinhas eu o faria. mas ela não faz. Ela só me dá um olhar de desgosto e caminha de volta para a casa murmurando para si mesma o caminho todo. Isso é do caralho decepcionante.


Eu esperava que ela me desse algo ou me batesse, em seguida olhasse para mim do jeito que ela faz quando ela fica com raiva, como se ela não pode decidir se ela queria me matar ou me foder. Obviamente, eu imaginava que ela escolheria a opção que envolveria uma foda. Eu não esperava que ela ficasse apenas de pé. Eu pego o extintor de incêndio e apago o fogo, eu acho que eu vou ter que rever meu jogo se eu a quiser de volta em sua cama. —Estão.. vocês dois estão ouvindo?— O senador Otário tem falado sobre o calendário de eventos para a semana. Ele literalmente tem este código de cores e sinalização de merda. Ele é quase tão ridículo quanto minha mãe, com seu planejamento de casamento. Ela tem um gráfico criado na sala de estar em uma armação, um plano de assentos que ela e o senador examinam com as mãos sobre suas bocas e sobrancelhas franzidas quando eles determinam arranjos do assento e estratégias para o grande evento. Estou surpreso que não tenham desenrolado um gráfico gigante em cima da mesa como um mapa de guerra, para que eles possam traçar alianças pessoais e socialização estratégico. —Eu ouvi tudo—, diz Kate, sua voz sem emoção. —A festa de noivado é na sexta-feira.— —Eu sei que tudo está acontecendo muito rapidamente—, diz Ella, com a mão na perna do senador. —E eu realmente espero que você não se sinta como se eu estivesse tentando substituir sua mãe, Katherine. Ninguém poderia substituí-la. — Olho para Kate, que já fez uma pausa no meio de levantar o garfo à boca. —Claro que não—, diz ela. Só que o senador não espera por ela para continuar. —Ninguém pensa que você está tentando substituir sua mãe, Ella—, diz ele, batendo a mão de Ella. —Kate não acha isso. Não é, Kate?— Katherine abre a boca, mas ele interrompe. —E ela entende que estamos em um cronograma apertado aqui com a campanha, não é mesmo?— Estou chateado pela forma como ele responde por ela, e irritado com ela por apenas ficar ali sentada mastigando seu frango em vez de responder. —


Por que você não deixa Kate responder por si mesma?— O senador olha pra mim, um olhar sombrio que passa sobre o seu rosto. —Kate respondeu por si mesma.— Ella parece desconfortável. Ela não é boa com esses tipos de situações. — Katherine—, diz ela. —Eu sei que sua mãe era uma mulher especial, e eu não estou tentando pisar no pé de ninguém aqui. Eu sou...

—Sério—, diz Katherine, me lançando um olhar de aborrecimento que me faz lamentar por eu tê-la defendido. —Não é grande coisa. Quero dizer, ele é um grande negócio para vocês. Estou feliz por você. Mas eu sou um adulto. Somos todos adultos aqui. Pessoas se casam de novo o tempo todo. Desejo-lhe nada mais que felicidade — —Obrigado, Kate—, diz o senador. Eu envio um texto para Kate.

Mentirosa.

Ela olha para o telefone e volta para cima, incisivamente ignorando-me. — Ella, se há alguma coisa que você precisa que eu faça para sua festa de noivado, por favor, me avise.— Um largo sorriso cruza o rosto de Ella. —Obrigada, Katherine—, diz ela. — Isso é tão gentil de sua parte. Eu acho que, na verdade, o meu estilista vai trazer vestidos para a casa na próxima semana para fazer acessórios para o casamento, e eu adoraria pedir-lhe para enviar mais alguma coisa para a festa de noivado também. A menos que você tenha outra coisa em mente. —Kate concorda. —Claro.—


—Oh, ela mencionou que ela estava refazendo seu guarda-roupa—, diz Ella, olhando para mim. —Ela disse que você pediu a Caulter para configurá-lo.— Kate faz uma pausa, o guardanapo no canto de sua boca. —Ela fez, ela fez?— —Eu teria sido feliz para configurá-lo para você—, diz Ella. —Estou satisfeita que Caulter conseguiu. Ela disse algo sobre o desgaste do verão, vestidos e esse tipo de coisa. — Kate tosse em seu guardanapo, e eu não tenho certeza, mas acho que ela pode estar rindo. —Ela poderia usar mais vestidos para a campanha,— eu digo. —É maneiro ... funcional. Para a campanha, eu quero dizer. — Eu vejo como cor sobe para o rosto de Kate, mas o senador a interrompe, salvando-a do escrutínio. —Isso é gentil de sua parte, Caulter—, diz ele. —Absolutamente. Vestidos. Mais feminino, apropriado para a definição. — —Sim.— Eu aceno. —Vestidos iria ser muito útil.— Kate tosse novamente, desta vez com mais força. Sim, estou satisfeito comigo mesmo —Caulter, você sabe quem no mundo deixou o barril do lado de fora na parte de trás da casa?—, O senador pede. Acho que Kate pode engasgar com sua mordida de alimentos neste momento. Eu dou de ombros. —Não tenho ideia—, eu digo. —Provavelmente, o jardineiro.— —Ridículo—, diz ele. —Você realmente não pode obter uma boa ajuda nos dias de hoje, Estamos de volta a DC amanhã, mas a festa de noivado é sexta-feira. Ella e os organizadores vão assumir a casa para os próximos dois dias acho? —

—Amanhã de manhã—, diz ela. —Você e Katherine estarão no comando das coisas, Caulter. Proibido festas. — Eu olho para ela, fingindo inocência. —Não fui um bom moço desde que eu estive aqui?—, Pergunto. —Sou o único aqui que poderia dar uma festa?—


Ella estreita os olhos em mim. Ela não confia em mim - razoavelmente assim. A parte sobre as festas é verdade, no entanto. Eu não estive em uma única festa desde que eu estive aqui. Eu não coloquei meu pau em uma única menina, tampouco. Exceto Kate, é claro. —Não que eu tenha visto nos jornais—, diz ela. —Deixe o rapaz em paz—, diz o senador, apontando para mim com o garfo na mão. —Ele limpou-se, e se comportou muito responsável, uma vez que o mandou aqui. Eu te disse, Ella, é tudo sobre limites. Regras. Se você der regras e expectativas às crianças, elas vão se comportar. Caulter aqui é um exemplo perfeito disso. — Eu tenho que cerrar os punhos ao ouvi-lo falar de mim como se ele estivesse falando de uma criança em idade pré escolar ou um cão. —Sim, eu concordo. O velho Caulter teria levantado no final da mesa antiga que estamos sentados enviando pratos para cima antes de sair e conduzir o carro de cem mil dólares da minha mãe. O novo Caulter, aquele que é agora a porra do filho do senador, é legal, calmo e recolhido. —Você sabe, eu acho que é realmente devido o bom exemplo de Kate empurrando em mim— Kate tosse mais violentamente desta vez e o senador olha para ela. —Você está pegando um resfriado?—


Capítulo 16 Katherine

—Então, você e o seu quente meio-irmão—, diz Jo. —Travessa—. —Não há nada para travessa—, eu protesto. Estou chateada por causa de como Jo está pressionando sobre minha relação com Caulter, estamos sentadas do lado de fora, os nossos pés pendurados na borda da doca, observando como os organizadores do partido montam tendas e parafernálias para a festa do noivado no quintal, meu pai tem algum tipo de noção que eu estou supervisionando tudo isso. —Ugh. Você realmente acha que ele é quente? — Como se na sugestão, Caulter caminha para nossa sacada compartilhada, vestindo nada além de cuecas boxer. como se ele se considere um modelo masculino fodido pavoneando por aí sem nenhuma preocupação com as pessoas no quintal. Pessoas que param e olham. Ele fez a mesma coisa todos os malditos dias nos últimos três dias, do lado de fora da minha janela como se eu visse a sua ereção perderia a minha mente. Ontem, ele se apertou contra a porta de vidro, fazendo gestos obscenos com a língua e esfregando seus mamilos. Ele está tentando obter uma reação minha e ele está definitivamente conseguindo. Jo desliza os óculos escuros até a ponta do nariz e faz um show de mexer os dedos para ele. —Sim, ele é quente, Kate—, diz ela.


—Você realmente não vê? Quer dizer, eu acho que você gosta de caras do tipo corte limpo, e ele é muito .... não, com as tatuagens e os piercings nos mamilos, e ... merda, ele tem uma bela bunda. — —Ele é um porco nojento—, eu digo, meu tom não tão convincente quanto eu tento fazê-lo. Eu não posso ajudar a maneira como meus olhos vagueiam até a varanda onde ele está, inclinando-se sobre o trilho e fumando, a luz do sol brilhando fora de seus braços musculosos e no peito. —Além disso, ele fuma.— Jo dá de ombros. —Eu não me importo—, diz ela. —Ele é arrogante e insuportável.— —Você não disse que ele enviou o estilista de Ella para substituir o seu guarda-roupa?—, Ela pergunta. —Ele não é exatamente Satanás—. —Sim, mas -— Eu gemo de frustração. —Você não entende.— Como posso explicar que o diabo lá em cima - o rasgado, tatuado, perfurado, tão incrível na cama que eu não posso pensar em nada, exceto seu pênis - configura a porra do meu guarda-roupa em chamas, porque ele me queria usando vestidos sem calcinha? Ele é claramente insano. —O que eu entendo é que você está vivendo com Caulter Sterling—, diz ela. —Ele é como ... lendário quando se trata de merda.— —Jo!— Ela está certa no entanto; ele tem uma reputação, certo. Mas o que diabos eu sei sobre sexo, de qualquer maneira? Eu só estive com Caulter. Talvez ele não seja o único cara que vai balançar o meu barco.

Claro, olhando para ele lá em cima na varanda só me faz pensar sobre ele balançando o meu barco. Eu pressiono minhas coxas juntos, alisando o tecido da minha saia sobre eles. —É um dos vestidos que ele comprou pra você?— Jo pergunta. Eu rolo meus olhos. —Sim.— —Parece caro.— —Tenho certeza que é.— Jo dá de ombros. —Eu posso fazer um teste—, diz ela. —Eu não estou saindo com ninguém.—


—O Quê? E aquele cara quebrado? —Jo salta de um para outro, então eu não me lembro o nome dele. —Na semana passada.— Ela chuta o pé na água. Peguei-o me traindo.— —O que ele é um idiota—, eu digo. Ela encolhe os ombros. —Não era como se eu fosse fiel—, diz ela. —Mas é diferente se ele é o único a fazer a corrida.— Eu não posso apontar a hipocrisia nesse comunicado. —Sinto muito.— —Eu não sinto—, diz ela. —Ele era uma chatice. De qualquer forma, há uma festa hoje à noite que você precisa ir.. seu pai e Ella ainda volta? — Eu balancei minha cabeça. —Só dois dias antes da festa de noivado. — —Então você deve vir—, diz ela. —E diga Caulter para vir também.— —Caulter?—, Pergunto. —Eu não penso assim.— Como eu vou levar Caulter a uma festa para que eu possa vê-lo bater em meninas? Ah tá. —Venha, vai ser divertido. E leve -o . Ele é Caulter Sterling. Você vai ser lendária por levá-lo.. apareça na favela e se junte aos plebeus. — Eu ri, mas eu secretamente odiei os seus pequenos comentários sobre favela, ou eu ser uma criança rica. Como eu deveria responder? Jo chuta a água do lago. —Haverá caras quentes, caras que não são crianças ricas da escola preparatória, os indivíduos com tatuagens. — Caras como Caulter. Olho para a varanda, mas ele está vazio agora. — Bem.— —Sério?—, Ela pergunta. —Você está realmente indo para a um festa real, festa da vida real? Como os que tem bebidas e caras? — —Eu disse que tudo bem, ok? Você está me chateando. — —Você nunca saiu antes—, diz ela. —Eu não posso acreditar, merda. Eu estava apenas dando-lhe uma merda; Eu não achei que você realmente iria. O que deu em você? — O que deu em mim? Minha mente imediatamente pisca para Caulter. Caulter curvando-me na mesa do escritório do meu pai. Caulter empurrando para dentro de mim quando a escada cai abaixo de mim na biblioteca, a respiração quente de Caulter na minha barriga, seu rosto se movendo mais baixo enquanto a água quente molha os nossos corpos no chuveiro. Meus


lábios enrolando em torno do pênis de Caulter, a salinidade de seu préesperma na minha língua. Merda. Eu tenho que piscar várias vezes para apagar as imagens na minha cabeça. Eu definitivamente preciso conhecer outra pessoa - se não alguém adequado, então alguém inadequado. Inadequado e sujo o suficiente para obter minha mente fora de Caulter. —Caulter deve vir com a gente—, diz ela, interrompendo meus pensamentos. —O que, você está obcecada com ele ou algo assim?— Eu estalo. —Nenhum Caulter.— —Ok, não Caulter—, diz ela, dando-me uma grande olhada. —Eu não sabia que você era tão sensível a respeito dele.— —Eu não sou sensível sobre ele—, eu digo. —Eu simplesmente não gosto ele é irritante, isso é tudo. Eu não o quero matando a minha alegria. — Ela ri. —Sim, tudo bem, eu posso ver isso. Quem quer o seu novo meioirmão marcando junto com você para uma festa, afinal? —Ela se levanta, alcançando-me e tomando a minha mão, puxando-me para cima. —Dez horas ok? Eu mando um texto você. — —Eu disse, é muito tarde!— Eu grito.

Jo me dá um copo de plástico cheio de cerveja e faz movimentos em direção a seus ouvidos, gritando de volta. Eu não posso ouvi-la, mas posso ler seus lábios. —Eu não posso te ouvir!— Um cara andando por trás dela, vestindo uma jaqueta de couro, embora provavelmente esteja a setenta graus lá e aqui dentro é quente como o inferno. Estou suando, mesmo no vestido que eu estou vestindo - um dos vestidos novos que o estilista de Ella enviou. Eu ainda não perdoei Caulter por queimar todas as minhas coisas, ou, mesmo depois que uma caixa apareceu em substituição exatas para todas as minhas calças jeans esta manhã. Nenhuma nota de Caulter, nenhuma explicação. Apenas versões novinhas de tudo o que ele tinha queimado.


Parte de mim ficou impressionada que ele teve tanta dificuldade por causa de uma brincadeira estúpida, anotando todos os tamanhos e marcas e, em seguida, rastreá-los. Não deve ter sido fácil, embora ele provavelmente contratou alguém para fazê-lo. Eu quase coloquei um par de jeans hoje à noite, mas eu tive que admitir que o que o estilista escolheu é realmente muito quente, muito melhor do que eu teria escolhido. Não é algo que eu normalmente usaria, também. Ele é este mini vestido vermelho fogo-motor que eu tenho certeza que meu pai não estava imaginando quando ele saltou a bordo com o plano de refazer o guarda- roupa de Kate's. Mas meu pai não está em casa, e o que ele não sabe não vai machucá-lo, certo? Jo se inclina para trás contra o cara, que puxa para cima a bainha de sua camisa e desliza as mãos sobre a barriga. Por trás dela ele segura na mão o copo que está em seu rosto inclinando para beijá-la, todo língua, em seguida, desliza a mão na frente de sua camisa. Bem, isso é totalmente estranho. Eu no meu aquecimento de cerveja me pergunto onde diabos eu preciso ir para obter mais. É por isso que eu não vou a porra de festas. Em Brighton, fui a exatamente uma, e foi durante as minhas férias da primavera, só porque eu estava presa lá com mais nada a fazer. Isso foi na casa dos pais de alguém nos Hamptons. Esse não era esse tipo de festa. Não havia cerveja quente, apenas champanhe caro e licor de crianças que tiveram acesso a fontes ilimitadas do melhor material. Havia modelos. Eu não sei porque eu fui a esse também, porque ele era tão estranho como este aqui. Depois de dois copos de champanhe e cortar uma série de cantadas mudas, eu estava em um táxi de volta para o meu dormitório em Brighton. Jo finalmente vem à tona para respirar e leva meu copo vazio, entregandoo para o cara que apenas atacou seu rosto. Ela agarra meu braço e me empurra em direção a um corredor onde é mais tranquilo, mas ainda tão cheio de gente. —Banheiro—, explica ela. Nós estamos do lado de fora, à espera de mais três pessoas para usá-lo antes que ela me puxa para dentro.


É um lugar agradável sem o som alto da música. Ela agacha sobre o vaso sanitário e faz xixi, falando o tempo todo. —É divertido, não é? Quero dizer, é alto, mas divertido. — —Claro.— Eu estou me sentindo fora do lugar e agitada. Eu não posso imaginar por que Jo acha que isso seria divertido para mim. —Vamos lá—, diz ela. —Solte-se um pouco.— Eu agacho para fazer xixi. —Quem era o cara?— Jo ri. —Um cara—, diz ela. —Um gancho.. não é grande coisa fazemos de novo, de novo, sabe? Mas ele tem alguns amigos quentes e eu disse-lhe que estava trazendo você comigo. —Ela abre a bolsa e pega uma garrafa de medicação prescrita. —Quer um? Você precisa relaxar. — Eu balancei minha cabeça, mas perguntei de qualquer maneira. —O que é isso?— —Remédios de ansiedade—, diz ela. —Esconderijo da minha mãe.— —Eu não acho que você deveria beber com isso, Jo.— Eu sinto-me como um pai repreendendo uma criança. Ela deveria saber melhor. Jo ri e seca as mãos. —Certa que você não quer?—, Ela pergunta. —Vamos lá, garota. Você tem o resto do verão para ser a filha perfeita do senador. Ninguém sabe que você está aqui. E ninguém se importa. Viva a porra da sua vida, por uma vez. — —Estou vivendo a minha vida—, eu digo. Estou chateada com ela, e eu estou irritada com essa situação. —Aqui—, diz ela, segurando um comprimido. —Tome meio comprimido se você não quer tomar a coisa toda. Ele vai deixar você relaxar. Não é coca ou algo assim. Ele é prescrito a partir de um médico. Para ansiedade, que você definitivamente tem. — Eu expiro profundamente, tirando-o de sua mão e colocando em minha boca. —Bem que seja. —Nós saímos do banheiro e seu gancho, o cara da jaqueta de couro nos entrega a cada um, copo de cerveja. Eu seguro e não bebo, porque eu tenho medo de misturar a pílula com mais álcool. Ele me apresenta a dois de seus amigos. Eles são corte mais limpo do que ele é, mas eles parecem mais velhos. Um deles olha para mim como se eu fosse um pedaço de carne, lambendo os lábios. Eu quero dar o fora daqui, mas eu forço-me a tomar um gole da cerveja para acalmar meus nervos.


O outro cara está passos mais perto de mim, me puxando para longe do grupo, com gestos me perguntando se eu quero dançar. Ok, então ele é quente - cabelo azul e corte limpo, olhos castanhos. Totalmente adequado, eu acho. Eu não sei por quanto tempo passou, talvez 30 minutos ou mais, antes de eu começar a sentir-me relaxada. Completamente relaxada. Sinto-me tonta, na verdade, como se minha cabeça estivesse espessa e nublada e eu só quero dormir. O rapaz, cujo nome eu nem sei, está atrás de mim, deslizando as mãos sobre meu estômago e na frente dos meus quadris, sua dureza pressionando contra mim, como ele dança comigo completamente fora de sincronia com a música. O fato de que ele está duro é o que me faz sentir náuseas. Quando tento erguer as mãos fora de meus quadris, ele aperta mais apertado e eu me puxo para longe dele. Eu não sei onde Jo está no meio da multidão; Eu não posso vê-la ou o outro cara, mas eu preciso de um pouco de ar. Fora da casa, eu tremo quando o ar frio da noite agora bate na minha pele. Há um punhado de pessoas do lado de fora, festeiros que estão derramados no gramado, e alguns casais que transam ao lado da casa. Eu ando para o outro lado da casa para ficar longe das pessoas. Eu estou tão cansada, e eu só quero ir para casa. Estou tentando lembrar o nome do serviço de táxi na cidade, mas eu não posso pensar nisso. Quando eu deslizo para abrir a tela do meu celular, há um texto esperando por mim de Caulter. Você está fora até tarde.

Ele está acompanhado por uma foto de seu pênis. Eu sorrio, porque eu não posso me ajudar, e ligo a câmera em minhas mãos, admirando-o a partir de um ângulo diferente. Não, Caulter não tem qualquer pênis. Ele tem um belo pênis. Um grande pênis. latejante e glorioso, sempre pronto. Acho que estou bêbada. Eu começo a digitar o que está acontecendo na minha cabeça. Como se escreve glorioso? Em vez disso, digito:


Ah n.º 1 chupar.para se chupar

Por que é tão difícil de digitar? Minhas mãos se sentem tão lenta. Ninguém para chupar seu pênis é o que queria dizer, mas parece errado na tela. O que há com a ortografia? Você está bêbada? Onde você está?

Eu exalo fortemente. Se Caulter parasse de mandar mensagem, eu poderia chamar um táxi e ir para casa. Encostada à casa, eu olho vesgo, tentando mandar um texto de volta.

Sim. Novo negocio

Eu bati enviar e paro para pensar, como diabos você disca para auxílio à lista? O telefone toca, e por um segundo, eu acho que é a sua assistência do diretório me chamando. —Onde diabos você está?— Leva-me um minuto para reconhecer a voz. —Não é da sua conta.— —Sua voz está arrastada, Princesa—, diz ele. —Você está bêbada. Diga-me onde está. — —Em uma festa—, eu digo. —Eu sou uma adulta, e você não pode mandar em mim.— —Uma porra, que eu não posso,— Caulter rosna no meu ouvido. O som me lembra da última vez que nós fodemos, e eu sinto uma sensação de formigamento entre as minhas pernas. —Diga-me onde você está. Eu estou indo pega-la. — —Eu estou tentando chamar um táxi—, eu digo. —Saia do telefone.— —Estou entrando no carro agora—, diz Caulter. Como ele está se movendo


tão rapidamente? Ele é como um super-herói. Eu rio com o pensamento. — Onde está você?— —Em uma casa.— —Onde?— Eu exalo. —Algum lugar—, eu digo. —Eu não sei. Eu estou vestindo aquele vestido vermelho, nem mesmo jeans. Eu realmente gosto disso. —Eu posso ouvir a minha voz pronunciando agora. Deve haver um número na casa, eu acho. —O vestido vermelho.— Ele fala as palavras baixo, e eu acho que ele está com raiva. —Você está com raiva de mim?—, pergunto. Eu não sei por que eu acho engraçado, eu dou risada. —Qual é o endereço, Kate?— —Eu estou procurando, caramba—, eu digo, tropeçando para a frente olhando a casa. —Trinta e quatro.— —Trinta e quatro o que, Kate—, ele pergunta. —Qual é o resto do endereço?— —Bem, como é que eu vou saber qual senhor sabe-tudo?—, Pergunto. — Trinta e quatro é o que diz na casa. Ei, você está me chamando de Kate. Não Katherine. Kate.— Isso parece que tem um significado, eu acho. Kate. Eu gosto do jeito que soa quando ele diz isso, então eu repito mais algumas vezes. Kate, Kate, Kate. Ele me ignora. —Peça a alguém. Ou olha para a caixa de correio. Você está no lago? — —Não, não no lago. Eu estou em algum lugar não muito longe. Hey! Você sabe onde estamos? —Eu grito quando eu ando em direção a um casal fazendo sexo no lado de fora. —Eles estão apenas olhando para mim como se eu fosse uma pessoa estranha, Caulter.— —Pergunte a eles o endereço.—

—Você está chateado comigo?—, Pergunto-lhe, em seguida, ando mais em direção ao casal: —Qual é o endereço?— Quando eles dizem isso para mim, eu repito lentamente para Caulter. —Você está irritado, não é?— —Eu não estou chateado com você, Kate—, diz ele. —Parece que é 15


minutos daqui. Onde está você? — Eu exalo. —Eu já disse. Por que você está me fazendo as mesmas perguntas mais e mais? Minha cabeça dói. — —Quero dizer, você saiu?—, Pergunta ele. —Você está em algum lugar seguro?— —Sim, eu estou totalmente segura.— Eu tropeço de volta para o meu lugar no lado da casa. —Eu preciso sentar. Estava quente lá dentro, e o cara que estava dançando comigo era muito grudento. E ele estava duro e não era nada como - — —Que cara, Kate?—, Pergunta ele, seu tom ameaçador. —Quem estava fodidamente tocando em você?— Eu ri. —Um cara—, eu digo. —Nós estávamos dançando.— —Nesse vestido vermelho.— —Eu pareço quente—, eu digo. Estou enrolando mais agora? Parece que eu tenho um chumaço de algodão na minha boca. —Eu tenho que admitir que você estava certo. Vestidos são bons em mim. Ei, alguém já lhe disse que você fala foda muitas vezes? Porque você faz. Foda-se, foda . Você também faz muito - a foda, eu quero dizer. Muito mais do que eu esperava. — Caulter rosna. —Não se mova uma polegada, porra—, diz ele. —Ninguém coloca a mão em você, você entende?— —Você não me possui, Caulter.— Eu digo, mas cai a ligação. Ou eu acidentalmente desliguei, eu não tenho certeza. Sento-me na grama, com as pernas cruzadas, sem me importar que alguém pode ver totalmente a minha virilha. Onde está Jo, de qualquer maneira? Eu digito lenta e metodicamente, enviando-lhe um texto.

Onde você esta?

Eu não obtenho nada de volta, então eu tento manter meus olhos abertos e espero por Caulter.


Capítulo 17 Caulter Ela desligou na minha cara. Kate porra desligou na minha cara, depois de me contar que algum idiota estava moendo sua ereção contra ela durante toda a noite, enquanto ela está bêbada em uma festa. Ela está fora em uma festa, bebendo fora de sua bunda, e vestindo aquele vestido vermelho do caralho. Eu escolhi esse vestido vermelho. Eu não estava imaginando que ela iria usá-lo para uma festa onde um cara iria correr as mãos sobre ela. Esse vestido vermelho foi feito para Kate, trabalhado para acentuar perfeitamente suas longas pernas e aquela bunda curvilínea. Eu posso imaginar o que ela parece nele agora, em uma festa cheia de caras com tesão. Eu piso mais difícil no pedal do acelerador. Estou além de irado. Foi um tempo atrás quando eu percebi que ela tinha ido a uma festa. Eu não sei o porque estou irado, mas estou um milhão de vezes mais irritado do que irado. Estou voando para baixo nessas estradas ventosas, tomando as voltas sem quebrar. Se um cara qualquer colocar um dedo nela ... Eu aperto o volante, meus dedos ficam branco. Eu não consigo pensar direito, mesmo quando eu chego na casa. Carros estão alinhados em ambos os lados da rua, então eu simplesmente paro no meio da estrada e deixo as luzes acesas dando uma caminhada que leva até


o gramado, quando eu a vejo. Lá está ela, inclinada desajeitadamente contra um cara que está tentando conduzi-la para longe da casa. —Que porra você está fazendo?— Eu grito. Os olhos de Kate se arregalam com o som da minha voz, mas ela está obviamente drogada. —Eu estou de pé—, ela insulta. —Ela está comigo—, diz o cara. —Quem diabos é você?— Kate franze a testa e empurra sua mão contra seu braço. —Não—, ela diz. —Ele está ajudando-me a levantar. Ele é um motorista de táxi. — —Cuide da sua vida—.., sai da sua boca , ele deixa Kate ir, que dá um passo em frente. Eu não acho qualquer coisa - eu simplesmente bato nele, duro, meu punho se conecta com seu rosto. Eu posso ouvir o barulho da cartilagem, e ele cai para trás. —Meu nariz porra, você é maluco!— Eu pego Kate em meus braços, levando-a pelo gramado em direção ao carro. —É melhor você não vomitar no meu carro,— eu digo. —Queria bater nele?—, Ela murmura. Sua cabeça está contra meu peito, e eu inalo o cheiro de seu xampu, jasmim e capim-limão. Cheira a Tailândia, e eu me pergunto se ela já esteve lá. —Eu bati nele.— —Ele não era um motorista de táxi.— Sua voz é suave. —Só um idiota.— —Você me salvou.— Eu não respondo, virando-a para que eu possa abrir a porta do carro com a mesma mão que está segurando sua bunda. Estou tentando ignorar o fato de que o tecido da saia muito curta que mal cobre a sua pele lisa está pressionando em minha palma. Eu coloco-a no banco prendendo o cinto e ela sorri para mim. —Você gosta de mim.— Eu rolo meus olhos antes de fechar a porta do passageiro e ficar atrás do volante. Estamos em silêncio por alguns minutos, e acho que ela pode já estar dormindo. —Você gosta de mim—, diz ela. —Você veio me pegar.—


—Você estava incoerente e bêbada em uma festa.— Eu mantenho meus olhos na estrada, recusando-me a olhar para ela, sentada no banco com a saia em suas coxas. —Eu teria que ser a pior pessoa do mundo se eu não viesse te pegar.— —Você deu um soco na cara do cara—, diz ela. —Por mim.— —Isso não significa que eu gosto de você, Princesa. Portanto, não leve isso para o lado pessoal. —Eu não olho para ela. Eu não quero olhar para ela quando ela insiste que eu gosto dela. Porque é a verdade. Quando voltamos para casa, ela tropeça contra mim enquanto eu a ajudo a sair do carro. —Quanto você bebeu?— Eu pergunto, meu braço em torno dela enquanto caminhamos. —Uma cerveja—, diz ela. —Que diabos – eles entregaram a você?— —É..-— —É que—.. Ela começa a se afastar de mim, mas tropeça de novo, e eu a pego da mesma maneira que eu fiz antes. —Eu não preciso ser levada—, diz ela. —Estou perfeita - perfeitamente capaz de andar.— —Sim, você realmente está constante em seus pés, Princesa—, eu digo, levando-a para dentro da casa até as escadas indo ao quarto dela. Eu estou tentando realmente difícil não me concentrar no fato de que minha mão está segurando seu traseiro nu novamente. Meu pau é mais do que ciente desse fato; porém, meu pau está lutando contra o zíper da minha calça jeans como se quisesse ser livre. —Eu tomei alguma coisa—, diz ela. —Algo parecido com o que?— —A pílula—, diz ela. —Eu estava ansiosa. Jo deu para mim. — —Sua amiga, Jo?— Eu pergunto, pensando em matar Jo. —Ela estava na festa?— —Sim—, ela diz. —Mas eu não sei onde ela foi.— —Ela estava bêbada também?— Eu exalo fortemente quando eu a coloco em sua cama. —Me passa seu telefone. Você poderia ter me dito isso antes de sairmos, então eu saberia se eu tinha que ir tirar a bunda dela de lá


também. — —Não leia minhas mensagens—, diz ela. —Isso é privado.—

—Relaxe, querida—, eu digo, meu tom sarcástico. —Eu não estou interessado em ler suas mensagens de texto. eu estou tentando me certificar de que sua amiga não está em alguma festa de gangue sendo estuprada por quem diabo se sabe. — Ela arregala os olhos. —Você acha que isso é o que está acontecendo?— —Não. Não. Acalme-se, respire. —Ainda assim, eu procuro no telefone até que eu bati o número de Jo. O telefone toca um monte de vezes antes de ir para o correio de voz. Eu chamo novamente. Juro, se eu tiver que voltar para aquela festa para pegar a porra de uma patricinha vou estrangular alguém. Uma fêmea atende o telefone. —quem está falando é a Jo?—, Pergunto. —Sim, quem diabos quer saber isso?— —Jo!— Kate grita. —É Caulter.— —Oh. Caulter. —Ela silencia alguém no fundo. —Espera aí, eu vou sair, Maverick.— Maverick? Estamos em New Hampshire ou um filme dos anos oitenta do caralho? —Você está bem?—, Pergunto. —Sim, por que eu não estaria?— Agora eu estou irritado. —Você ainda está na festa?— —Como se fosse da sua conta, eu estou saindo com alguém.— —Então, você deixou a sua amiga em uma festa sozinha para ir foder um cara?— Kate tenta pegar o telefone, e eu me afasto. —Ela está um lixo. O que diabos você deu a ela? — —Eu pensei que ela estava saindo com alguém—, diz Jo, sua boca longe do telefone quando ela fala com o idiota que está lá com ela. —Qual é o nome do seu amigo? Dan? Derek? —Ela faz uma pausa. —Ela estava saindo com Dan. Ela não estava bêbada; ela só tinha uma cerveja. — Estou respirando profundamente para manter minha voz calma, apesar do fato de que eu quero ir através do telefone e rasgar a porra da cabeça de Jo. —O que exatamente você deu a ela?—


—Qual é o seu problema?— Ela ri. —Kate estava certa, você é um verdadeiro idiota. Ela tomou alguma medicação para ansiedade para se acalmar antes da festa. Ela vai ficar um pouco maluca, mas ela vai ficar bem.— —E então você deu-lhe cerveja,— eu digo. Respire fundo. Respiração calmante. Estou praticando ioga, essa merda que a minha mãe está constantemente fazendo. —Uma cerveja—, diz ela. —Ela não vai matá-la.— —E depois disso, você a deixou em uma festa com um cara cujo nome você não sabe.— eu digo. —você é estúpida? Você sabe o que poderia ter acontecido com ela?— —Calma, cowboy—, diz Jo. —Eu acho que ela é perfeitamente capaz de cuidar de si mesma.— —Sua puta estúpida.— Eu jogo o telefone do outro lado da sala, furioso com a chamada amiga de Kate. Eu viro para olhar para Kate, onde ela está deitada na cama. Nua. O vestido vermelho está em um amontoado amassado no chão, sutiã e calcinha casualmente em cima dela. Kate está deitada de bruços, com as pernas espalhadas para cima, o rosto contra o travesseiro, olhando para mim por cima do ombro. Eu tenho o impulso de caminhar até a cama e agarrar suas coxas, puxar o rabo cheio de curvas perfeitas até o meu colo e estapear sua carne dura, por ser tão estúpida em confiar na amiga dela. Eu estou tão lívido que eu mal posso respirar. —Venha aqui—, diz ela. Eu balancei minha cabeça. —Não esta noite, Kate.— Ela faz beicinho. —Eu estou nua, deitada na cama, dizendo-lhe para vir aqui porque eu quero chupar. Seu. Pênis.'' ela pontua cada uma das palavras. Gemendo, eu balancei minha cabeça novamente. —Isso não está acontecendo, Kate.— Minhas palavras saem mais dura, mais rude do que eu pretendo, e ela rola, sentando-se na cama, seus seios saltando.


Esses peitos, porra. Minha boca praticamente enche de água quando os vê. Eles são perfeitos. As meninas em Malibu tem falsos, até mesmo as novinhas da minha idade. É como uma piada - obter um par de seio em seu décimo sexto aniversário, sabe? É a mesma coisa em Nova York, exceto que elas recebem implantes, porém elas são apenas pele e osso, passam fome a ponto de ser tão magérrima que não há nada lá; bunda ou mamas. Mas os seios de Kate não são como os de outras meninas . Eles são cheios; eles são pequenos, mas eu gosto da maneira como se encaixam em minhas mãos, um punhado de carne perfeita. Eles fazem os seios das meninas que eu normalmente me enrosco parecer apenas... brega. E eles estão bem ali, me olhando no rosto. Kate está me dando esse olhar de decepção total e absoluto, como se eu estivesse rejeitando-a. Merda, se ela soubesse o quão difícil era para eu não ir lá agora e deslizar meu pau em sua buceta disposta e quente ... —Você está recusando um perfeito e bom boquete?—, Ela pergunta. Ouvindo Kate boazinha, cabelo desgrenhado e suas palavras arrastadas, dizer boquete faz meu pau duro com tanta força que parece que vou explodir. —Você está bêbada, Kate—, eu digo, irritado. —Dormir.— Eu preciso sair daqui antes que minha decisão enfraqueça, mas eu estou querendo saber se ela vai ficar bem. Ela faz beicinho. —Você chamou minha amiga de puta.— Levantando as sobrancelhas, eu olho para ela bruscamente. —Aquela garota que lhe deu comprimidos e bebidas não é a porra da sua amiga.— —Você não deve usar essa palavra.—

—Era a única coisa que me veio à mente.— Katherine coloca suas mãos e joelhos na cama e rasteja para frente agarrando minha cintura, desafivelando minha calça. —Meu pai não vai estar em casa amanhã—, diz ela, olhando para mim com olhos grandes, o rímel borrado ao longo das bordas. —Você pode me foder tão alto e duro como você deseja hoje a noite, e levantar-se amanhã e me foder de novo. — Eu cubro as suas mãos com as minhas. —Para com isso, Kate.—


Ela arranca suas mãos longe da minha e desliza na frente da minha calça jeans, esfregando-a ao longo do comprimento do meu pau duro. —Você está tão pronto como eu estou.— Descascando a mão da minha virilha, eu tiro a minha camisa e penduro-a sobre a extremidade da cadeira ao lado da cama, então escorrego para fora da minha calça jeans. —Deite na cama,— Eu ordeno. —Ela deita de volta contra o travesseiro, inclinando-se em seus braços, as costas arqueadas para que seus seios estejam elevados no ar. —Eu sabia que você ia ver a razão.— —Eu não vi a razão—, eu digo a ela, desligando a luz antes de eu cair na cama com ela. —Alguém precisa certificar-se de que você não vai parar de respirar esta noite.— —Mas eu não lavei meu rosto ou escovei os meus dentes—, ela lamenta. —E eu não estou pronta para ir dormir.— —Nem eu—, eu digo a ela. —Lide com isso. Eu não vou sair da cama agora, e eu não estou beijando você. — —Você está apenas dizer hoje à noite.— —Diz a garota que eu resgatei de um predador em uma festa—, eu digo. —Então, isso é um não?—, Ela pergunta. Sua mão encontra meu peito, e ela repousa a cabeça sobre ele, deslizando a mão até que ela encontra o meu pau. —Você está vestindo roupas íntimas?— —É isso mesmo—, eu digo. —Agora, tire suas mãos do meu pau.— Ela faz, e não leva mais do que trinta segundos escuto sua respiração tornar-se pesada e rítmica. E eu sou o único que encontra-se lá bem acordado, imaginando o que diabos eu estou fazendo, segurando a mais quente garota nua que eu já vi enquanto eu tenho o maior caso de bolas azuis da história.


Capítulo 18 Katherine Luz solar amarela passa através da porta da varanda, e o ar fresco da manhã bate minha pele. Eu olho para o espaço vazio na minha cama que Caulter ocupava ontem à noite, e em seguida, para fora através da porta da varanda aberta. Ele não está lá. Não que eu esperasse que ele estivesse depois do que aconteceu ontem à noite. Estou mortificada. Eu vou estar com vergonha de olhar na cara dele depois das coisas que eu disse e a forma de como eu me joguei em cima dele – e o fato de que ele, o cara que dorme com todo mundo dispensoume. Eu furtivamente ando pelo corredor, grata a passar desapercebida. Depois que eu escovo meus dentes e tomo uma chuveirada, eu me sinto bem melhor. Mas não sobre as coisas que aconteceu com Caulter. Uma das desvantagens infelizes de ontem à noite é que eu me lembro da coisa toda com clareza. Eu estou vestida e de volta no meu quarto quando Caulter aparece no meu lado da varanda, café na mão. —Como você está se sentindo?— —Completamente humilhada.— O rosto de Caulter é inexpressivo, o que faz meu coração saltar uma batida. Ele provavelmente me odeia. —Aqui—, diz ele, entregando-me o café. —Você está de ressaca?— Eu balancei minha cabeça. —Não. Acho que a pílula que ela me deu que me deixou mal. — Caulter ri. —Amadoras do caralho.— —Cale-se. Eu nunca tinha tomado nada parecido com isso antes. — Ele sorri. —Bem, você não pode querer isso nunca mais.— —Eu não estou exatamente planejando.— Faço uma pausa, tomando o café.


—Obrigada por me pegar.— Caulter dá de ombros, encostado na parede. Ele está vestindo esta camiseta azul que parece suave e irresistível. Isso me faz querer tocá-lo, mas eu apenas sento lá. —Não foi grande coisa.— —Foi tipo sim — eu digo. —Desculpe por ... um ... agir como uma idiota e por outras coisas.— Caulter se aproxima e fica na minha frente; sua virilha está ao nível dos meus olhos, e eu quero arrancar sua calça jeans, mas eu não faço, porque eu sou uma covarde. Mas ele desliza o dedo embaixo do meu queixo e puxa meu rosto. —Pelo que me lembro, você tirou suas roupas e se jogou em mim.— Meu rosto fica vermelho. —Eu estava bêbada. Ou alta. Fosse o que fosse. Desculpe. — —Você está arrependida?—, Ele pergunta. —Eu ficaria muito decepcionado se você estivesse.— Eu me ofendo com suas palavras, mesmo quando ele leva o seu polegar e desliza ao longo do meu lábio inferior. Eu quero envolver meus lábios em torno de seu dedo, mas eu não faço. —Você foi o único que me dispensou ontem à noite. Eu me atirei em você e te disse que eu queria chupar seu pênis, e você disse que não. —

Ele geme. —Você estava bêbada, Kate.— —Então?—Pergunto. Eu estou com raiva, mas eu não movo a sua mão, não falo a ele para parar quando seu polegar pega no meu lábio inferior, puxando-o para baixo. Eu quero seus lábios nos meus, eu sofro por sentir o seu toque, o desejo é ainda mais amplificado pelo fato de que eu passei a noite passada pressionada contra ele. —É isso que você quer, Kate?— Pergunta ele, inclinando-se e colocando as mãos sobre os lados da cadeira em que estou sentada, seu rosto está perto do meu, nossos lábios quase se tocando, e eu estou segurando a minha respiração, meu coração disparado. —Você queria me foder quando você estava tão bêbada que você não sabia o que está fazendo? Ou você só me


queria à sua disposição quando faz uma chamada, sempre que você estiver sentindo tesão? —Não—, eu protesto. —Isso não foi o que aconteceu.—......... Eu arqueio e toco meus lábios nos dele, o movimento suave, mas Caulter agarra a minha mandíbula, apertando meu rosto enquanto sua boca se choca contra a minha. O ato é tão duro e doloroso, ficando algum lugar entre o prazer requintado e agonia absoluta. Ele me puxa para cima para uma posição ereta, desabotoa meu jeans, e empurra sua mão na frente da minha calça. Com uma mão, ele puxa meu jeans para baixo sobre a minha bunda e enterra os dedos da outra mão dentro de mim, o movimento áspero, mas ajudado por minha umidade. —É isso que você quer?— Ele respira as palavras em meu ouvido. —Você quer meus dedos em você, meu pau dentro de você sempre que você está com tesão?— Ondas de prazer correm em cima de mim, a resposta automática do meu corpo para seu toque. Eu perdi seu contato. Eu tenho ansiado por seu toque. —Não—, eu sussurro, balançando a cabeça. —Sim. Não tenho certeza. Não é isso. — Ele olha para mim, seu rosto contorcido em raiva. —É exatamente isso, Kate.— Então ele retira os seus dedos e me empurra, o vazio entre as minhas pernas tão excruciante. —Você é louco; porque você não quis transar comigo ontem à noite?— Pergunto ,eu não o entendo. —Sim, Kate,— ele diz. —É isso aí. Ou talvez seja porque você se vestiu toda para poder pegar outros caras e, em seguida, quando ninguém te interessa você chega em casa achando que você seria fodida por seu querido meioirmão. — —Que diabos você está falando?—, Eu digo, minha voz ficando mais alta, eu ajeito o botão do meu jeans furiosa comigo mesma por deixar minha guarda baixa com ele em tudo. Ele é louco, digo a mim mesma. Ele é quente e frio o tempo todo. Eu não preciso dessa merda. —Um cara estava se esfregando em mim em uma festa e agora você está com ciúmes? Vou usar o que eu quero e sair para onde eu quiser. —


—Sim, Kate,— ele diz. —Estou morrendo de inveja. Deve ser por isso que eu não te fodi na noite passada. —

—Por que está sendo tão idiota agora?—, Pergunto. —Na noite passada, você foi bom. Essa é a coisa sobre você – em um minuto você me dá sua merda no minuto seguinte não —. —Claro que eu dou uma merda, Katherine—, diz ele. —Você é um bom pedaço de bunda.— É como se ele estivesse propositalmente tentando ser um pau. —Isso é tudo o que é, então?—, Pergunto, cruzando os braços sobre o meu peito. — Eu sou apenas um bom pedaço de bunda, então. Nada mais. — —Oh, bem, você achou que eu ia ser o seu príncipe encantado ou algo assim?—, Ele ri. —Nós estamos tendo um pouco de diversão, isso é tudo.— —Saia,— eu digo. Eu mordo o meu lábio inferior, porque eu acho que eu poderia chorar. Não é como se eu estivesse apaixonada por Caulter ou qualquer coisa remotamente tão estúpida. Mas será que ele tem que ser tão idiota o tempo todo? Suas mudanças de humor, entre cara legal e idiota, é desgastante. —Sai fora do meu quarto.— —O que quer que você queira, Princesa.— Ele se vira e sai pela varanda, da mesma maneira como ele entrou, e eu escuto a sua porta de vidro do outro lado bater fechada. Eu afundo em minha cadeira, incapaz de conter as lágrimas que derramam pelo meu rosto. Eu estou mais irritada do que qualquer outra coisa. Depois de alguns minutos eu vejo o meu bloco de notas deitado sobre a mesa, o que eu costumo manter cuidadosamente dobrado sob o colchão. Com exceção de ontem à noite. Ontem à noite, eu empurrei-o debaixo do travesseiro quando Jo tinha aparecido no meu quarto cedo. Como eu poderia ter esquecido? Estou tão envergonhada, eu só quero cavar um buraco e me esconder. O


pensamento de Caulter ver os desenhos dele... de seu pênis, puta merda, quantos existem de seu pênis? Isso me faz querer vomitar. Ele provavelmente pensa que eu sou obcecada com ele, alguma virgem patética que foi abandonada e não pode deixar ele ir.


Capítulo 19 Caulter —Oh, querido, você parece tão elegante.— Ella diz, com a mão cobrindo a boca. —É um smoking maravilhoso. O que você acha? — —Eu acho que é melhor do que a calça de couro que eu fui forçado a vestir para o casamento com Nick, seu amante com vinte—, eu digo, minha voz amarga. Seu casamento com o ex-membro da Boy Band foi ridículo. Não é mesmo com Ella que eu estou irritado, as coisas com Kate tem me colocado tão no limite. Estou evitando completamente estar no mesmo quarto com Kate, exceto no jantar, quando eu sento em silêncio sombrio. Ella acha que é por causa da festa de noivado. —Você pode ser apto a ter algum tipo de felicidade por mim—, diz ela. —Estou muito feliz que você encontrou alguém para puxar sua carroça,— eu digo. —Seus sonhos de, finalmente, ser legítima pode se tornar realidade.— Estou chocado quando ela me dá um tapa no rosto. Ella tem feito um monte de coisas, mas ela nunca realmente me deu um tapa. O estilista faz o ajuste rapidamente e sai da sala, dando uma desculpa sobre a tomada de uma chamada. —Em algum ponto, você tem que crescer, Caulter, e parar de agir como um merdinha estragado.— —Bem, você me criou, mãe—, eu digo, esfregando meu rosto. —Eu sou seu filho, e a maçã não cai longe da árvore, não é?— —Eu não te criei para agir como um completo idiota.— —Não—, eu digo. —Você não me levou em tudo. Você me mandou para a reabilitação e escola militar e, em seguida, Brighton, para que você pudesse viver a sua eterna vida de adolescente tudo de novo, festejando com estrelas do rock. Agora que você conheceu alguém que é poderoso e influente, cujo braço você pode pendurar e fingir estar preocupada com as questões que importam então você precisa de mim em sua vida para fazer o papel de bom filho.—


—Isso não é verdade, Caulter—, diz ela. —Eu não sabia o que eu estava fazendo com você - eu mesma era uma criança— Eu dou de ombros. —Você fez suas escolhas,— eu digo. —Assim como eu estou fazendo a minha, me prendendo por causa do fundo fiduciário. Vou tocar junto, mas depois do verão para mim acabou. —

—Bourbon.— O barman olha para mim, balançando a cabeça. —Você é o filho do senador, não é?— —Eu sou a criança da Ella Sterling.— Este maldito smoking está praticamente cortando meu suprimento de ar, sufocando meu pescoço. É sufocante, apesar do fato de que o ar da noite é legal. —Há algum problema?— —Sim—, diz ele. —Você está na escola. Eu não posso atendê-lo. — —Eu não estou na escola,— eu digo. —Mas tudo bem. Seja qual for. — Virando-me, eu me inclino contra o bar, com vista para a multidão reunida no quintal. Os planejadores da festa arrumaram tudo por dois dias, e Ella tem se dedicado para a festa de noivado. O pátio foi transformado em algo que parece que vomitaram luzes brancas e flores em todos os lugares. Mas o minimalismo não é o estilo de Ella, apesar de seus casamentos anteriores, o casamento com a estrela do rock teve até um tigre, assim pelo menos foi mais divertido. Este é apenas... entediante. Isto é, até que eu a vejo. Nós estivemos em estado de congelamento profundo desde a discussão em seu quarto. Ela deveria ter feito pelo menos uma tentativa de esconder os esboços de mim. Eu estava deitado na cama, tentando controlar o meu tesão naquela noite, quando minha mão tocou o bloco de notas. Página após página da porra de fotos minhas me debruçando na varanda para fumar sem camisa, a calça desabotoada no topo. Meu rosto. Meu peito. Meu pau. Desenhos de mim, me olhando diretamente no rosto. Eu me castigo mentalmente por ser sempre estúpido o suficiente para estragar uma virgem. Eu fui pego na perseguição, mas isso não vai mais


longe. Possuir sua buceta é uma coisa, mas ela está obviamente apaixonada por mim e eu nunca esperava por isso. Kate está conversando com um cara que eu reconheço da escola, um jogador de lacrosse; eu acho que ela o namorou antes Os jogadores de lacrosse de merda que joga em Brighton Bingo me irritam. Eu cerro os meus punhos considerando despedaçar seu rosto quando ela faz contato visual comigo. Ela está usando este vestido branco que um dos estilistas de Ella enviou. Lamento dar-lhe os vestidos agora que o cara que ela está ao seu lado está olhando de soslaio para ela do jeito que ele está. O vestido é curto, mal tocando o topo de sua coxa e coberto deste padrão floral ouro que captura a luz quando ela se move. Ela está usando sandálias brancas e brincos de ouro, os cabelos presos no alto da cabeça, pequenas mechas que caem de sua testa para baixo dos lados de seu rosto. O efeito do conjunto faz seu olhar parecer como uma deusa grega. Ela não tem ideia de que ela chama a atenção de todos por aqui. Kate ri de algo que ele diz, e toca seu braço, e é isso. Ela está fodendo o suficiente pelo menos se ela vai flertar com outro cara, eu não tenho que ver isso acontecer bem na minha frente. Eu invado através do quintal, tecendo através da multidão de pessoas. Ella diz algo para mim, mas eu dou de ombros fugindo para dentro da casa, pela cozinha. —Está tudo bem lá fora, Caulter?— Rose pergunta quando eu passo. —Eu só estou fazendo uma pausa.— Eu não faço uma pausa, mas ela me para, com uma mão no meu braço. —A biblioteca está fechada—, diz ela. —Vai ficar quieto, se você quiser um lugar onde você não será incomodado.— Eu cubro a palma da mão com a minha. —Obrigado, Rose.— Ela sorriu para . —Nenhum dano em fazer uma pausa—, diz ela. —Você crianças não precisam estar em exibição o tempo todo. Você quer que eu te faça um sanduíche? Todos esses pequenos aperitivos não chegam a ser muita coisa. Você provavelmente está morrendo de fome. —


—Eu estou bem—, eu digo. Eu só quero sair daqui. —Então vai dançando antes que alguém o encontre—, diz ela. —Não vi nada.— —Você é um anjo.— Rose dá uma gargalhada. —Você está iludido.— —Então, eu tenho dito.— Fechando a porta da biblioteca, fecho tudo. Kate deveria estar flertando com outra pessoa, eu digo a mim mesmo é melhor assim, as coisas entre nós foi apenas suposto a ser sexo. Nada mais. Ela não é suposta de ter desenho com página após página de fotos minhas. Eu não deveria estar pensando nela, largando tudo para salvá-la em festas, recusar sexo quando ela se joga em mim porque eu não queria machucá-la. É como se eu nem sei quem eu sou mais, porra. Com certeza não quero que Kate pense o que eu sou. Eu não sou um bom rapaz. Há um armário de bebidas na biblioteca e eu pego dois dedos de bourbon afundando no recanto da leitura, eu tento ignorar a festa lá embaixo, mas encontro-me olhando para o gramado de qualquer maneira. Eu me pergunto se esse jogador de lacrosse nojento está dançando com ela, deslizando as mãos sobre sua bunda, sussurrando em seu ouvido as coisas que ele quer fazer com ela. O pensamento me faz querer matá-lo. Em vez disso, eu engulo o resto do licor em um gole, deixando o calor sossegar a minha garganta, descendo até a minha barriga, e me deito com a minha cabeça contra a parede e os olhos fechados. Quando a porta se abre, eu olho para cima. Uma ruiva fecha a porta atrás dela, passeia pela sala, e descompacta a parte de trás de seu vestido preto, deixando-o cair numa piscina ao redor de seus pés. A ruiva é natural pela aparência das coisas. Bem, inferno. Geralmente a única coisa melhor do que uma ruiva, são gêmeas. Ela olha para mim com expectativa, com as mãos nos quadris, vestindo apenas saltos pretos. —Bem?— Ela pergunta. Não me movo. —Bem o quê?—


—Eu esperava uma reação melhor do que isso. Bem que eu ouvi que você era um idiota.— Ela fica ali, imóvel, exibindo orgulhosamente a sua nudez como uma espécie de pavão. Não que ela não deveria. Seu corpo é impecável. Exceto os peitos. Eu não posso deixar de pensar no par perfeito de Katherine. Estes são ... menos. —Isso é o que eles dizem.— —E daí?— Ela pergunta. —Você não gosta do que vê? Ou é notícia velha quando uma chuva de vagina entra e deixa cair seu vestido no chão o tempo todo?— A sua voz me repele, eu não aguento mais. Levanto-me, pegando o vestido que se encontra todo amassado no chão, e entrego a ela. —Não estou interessado.— Mas ela pega a gola da minha camisa e pressiona seu corpo contra mim. — Vamos lá—, diz ela. —? Caulter Sterling não está interessado, ouvi dizer que você está sempre pronto para uma boa -— —Eu disse, não estou interessado, você tem um problema de audição?— Eu a afasto, e olho para cima para ver a porta da biblioteca se abrir. Kate está ali, imóvel, com os olhos indo e voltando entre mim e a ruiva nua em pé não mais de dois passos de mim. Ela pisca algumas vezes, e por um minuto eu acho que ela vai chorar. Mas ela apenas balança a cabeça e sai. —Kate!— Eu lanço um olhar sombrio para a ruiva que parece não ter vergonha sobre estar parada lá, pelada na biblioteca com a porta aberta. — Coloque a merda de suas roupas e tenha algum respeito por si própria.— Correndo para fora da porta eu vou atrás de Kate mas ela já desapareceu. Eu estou andando pela parte de trás, da mesma forma que entrei pela cozinha mas eu paro. Alguns dos funcionários suficientes vagueiam para reabastecer as bandejas com as bebidas e desaparecem novamente enquanto Rose vem através da porta de vaivém que fica ao lado da sala de jantar. Rose me dá uma olhada. —Você está chateado.— —Você não sabe que eu sou a criança mal-humorada da Ella?— Eu pergunto. —Eu estou sempre irritado.— Ela coloca a mão em sua ampla cintura. —Eu não disse com raiva—, diz ela. —Eu disse chateado.—


—Existe uma diferença?— Estou irritado e eu não quero discutir opções de palavras com ela. —Há uma diferença entre raiva e mágoa.— Eu forço uma risada. —Eu certamente não estou ferido—, eu digo. —Claro que você não está—, diz ela, enxugando as mãos sobre a saia. — Mas no caso de você estiver procurando por ela, ela saiu correndo pela sala de jantar. Eu suponho que ela estava voltando para a festa.— —Eu não sei do que você está falando.— —Claro que não—, diz ela. —Agora saia daqui há muitas pessoas em minha cozinha com a equipe correndo. Eu preciso ter certeza que as coisas fiquem em ordem.— Respiro profundamente. Eu dou um passo para fora andando como um zumbi através dos foliões, amigos políticos do senador com seus ternos e smokings e estômagos salientes. Suas mulheres de meia-idade têm rostos congelados em looks semi permanentes de surpresa, o resultado de cirurgiões plásticos com excesso de zelo. A convite de minha mãe, existem estrelas e estrelas que estão polvilhadas através da multidão.

—Caulter!— O senador gesticula para mim, a minha mãe caída sobre o braço dele. Ela tem aquele olhar demasiadamente feliz que diz que ela está bem com vários copos de champanhe. —Eu gostaria de lhe apresentar o congressista Hill e sua esposa, Barbara, Caulter foi aceito para Yale para o segundo semestre.— Eu paro, olhando para ele. Isso é novidade para mim, já que eu não tenho me candidatado em qualquer lugar. Na verdade, o conselheiro de orientação na escola praticamente insistiu em enviar minhas aplicações por si mesmo, mas eu me recusei a deixar que isso aconteça. Por que ir para a faculdade, quando eu já tenho um fundo fiduciário? Além disso, não há nenhum ponto na escola para pessoas como eu. Nós fomos feitos para viver dos dividendos de nossos fundos fiduciários; sorrindo e tendo fotos tiradas em eventos sociais; e, eventualmente, encontrar uma menina que vai tentar impedir o declínio inevitável da idade por gastar o equivalente a uma hipoteca com cirurgia plástica.


Minha mãe olha para mim significativamente. —Você está planejando para ir a Yale no outono, não é verdade, Caulter?— Sorrindo, eu aceno com a cabeça. —Olhando para a frente,— eu digo. O que eu estou realmente ansioso é dar o inferno fora desta festa. Eu vim aqui fora correndo atrás de Katherine, mas por quê? É melhor deixá-la pensar o pior de mim. Mas isso é até que eu a vejo ao lado do jogador Neandertal da lacrosse. Eu vejo quando ela pega duas taças de champanhe de uma bandeja com um garçom e os toma um após o outro. Ela faz um contato visual fugaz comigo, e se vira para o cara, obviamente, me ignorando. Minha mãe diz algo para mim, e a esposa do congressista coloca a mão no meu braço, mas eu não posso ouvir o que qualquer um deles está dizendo. Tudo desaparece, enquanto eu assisto Katherine inclinar-se para a frente, com a mão em seu braço, em seguida, dobra o cabelo atrás da orelha, inclinando a cabeça para baixo quando ela morde o lábio e sorri. Aquele sorriso é o que muda algo em mim, aquele sorriso é o que me mata. Isso me empurra para além do pálido, e eu estou perdido.


Capítulo 20 Katherine Ele está falando sobre meu pai, ele está falando sobre a campanha do meu pai, e —as questões realmente importantes—, da corrida presidencial, e oh meu Deus, eu acho que ele acabou de dizer algo sobre querer uma esposa e filhos. Eu toco seu braço e finjo que o que diabos acabou de dizer era engraçado, mas realmente o que eu estou pensando é sobre Caulter. Não consigo tirar a imagem da minha cabeça - Caulter ali com aquela mulher na biblioteca. Eu quero vomitar com a ideia dele transando com outra mulher na biblioteca de todos os lugares, me deixa doente. Acho que ela é casada, também a vi nos braços de um homem mais velho mais cedo esta noite. Um garçom passa com uma bandeja de champanhe e eu pego outra taça, apesar do fato que eu já derrubei duas taças; depositando os copos vazios na bandeja. Desejo que Chase calasse a boca. Ele fala e fala, fluxos intermináveis de palavras, e isso me faz querer arrancar meus olhos. Eu me pergunto se eu deveria me conectar com Chase, ele não é horrível de se olhar em uma espécie de garanhão pelo caminho. Talvez isso seria suficiente para apagar as memórias do toque de Caulter que parece permanecer em minha carne. O sexo com Caulter de qualquer maneira, não há nada de especial sobre ele. Eu olho para cima e Caulter está bem na minha frente. —Desculpe-me—, diz ele, pondo o ombro entre Chase e eu . —Que porra é essa?— Chase pergunta. —Eu preciso falar com Katherine.—, Diz Caulter. —Isso significa que você pode sair.— Chase dá uma inalação forte, mas mantém-se firme. —Eu estou falando com ela, seu punhado de pau—, diz ele. —Você quer que eu tenha que te


bater em sua própria casa?— —Chase.— Minha voz é nítida, com um aviso. —Este não é o lugar.— —Seja qual for—, diz ele, revirando os olhos. —Obviamente você dá mais de uma merda sobre seu meio-irmão aqui do que sobre mim.— Caulter olha para ele. —Por que você ainda está aqui?— —Foda-se você, idiota.— Mas Chase vai embora. Eu não estou desapontada ao vê-lo sair. Mas eu estou chateada com Caulter. —O que, você se cansou de bater a ruiva?— Eu assobio. Ele aumenta o aperto no meu braço e se inclina para perto de mim, olhando para um casal nas proximidades, que nos atira olhares de reprovação antes de nos mudar para outro local a poucos passos de distância. O barman está misturando uma bebida, mas eu tenho a suspeita de que ele também está ouvindo; Caulter sussurra no meu ouvido. —Isso não era a merda que você acha que foi e eu vou explicar.— Eu o empurrei. —Eu não quero uma explicação, Caulter. Não é da minha conta.— Mas eu quero dar o fora daqui. Eu passo rápido através das pessoas e ando pela entrada de trás da casa. Eu sei que Caulter está em algum lugar atrás de mim, mas eu não me importo. Eu quero sair da vista de todas essas pessoas, e eu sinto-me um pouco tonta do champanhe. —Kate—. Caulter diz meu nome em voz alta, em seguida, mais calmo quando eu ando a redor das comidas preparadas na cozinha indo para a sala de jantar onde está vazio. Eu giro ao redor, e olho para ele. —O que, Caulter?—, pergunto. —O que você poderia, eventualmente me dizer que eu gostaria de ouvir?— —Este não é o lugar para essa conversa, Kate.— Ele acena com a cabeça em direção à porta de vaivém que separa os quartos, a porta que apenas não fornece qualquer privacidade para o tipo de discussão acalorada que estamos tendo. —Talvez devêssemos ter essa conversa na biblioteca então, acho que seria um lugar mais adequado?— —Eu já disse a você, que não era o que parecia.— Ele fala baixo, olhando por cima do ombro em direção à cozinha, mesmo que a última coisa que eu quero é parar porque todos possam ouvir nossa conversa, eu estou de alguma forma ainda mais irritada com sua preocupação.


Eu sei que estamos escondendo isso - qualquer merda que isso seja que está acontecendo entre nós, mas o fato de que estamos contornando só faz a coisa toda parecer sombria. —Você está certo—, eu sussurro. —Eu provavelmente estava apenas confusa com a bunda e peitos, não estava realmente claro sobre o que estava acontecendo.— Eu estou farta com essa conversa, eu estou farta com ele. Eu saio da sala como uma tempestade subindo as escadas tão rápido quanto eu posso em meus saltos estúpidos. Ele me segue, e quando eu chego à porta do meu quarto, ele está atrás de mim, seu corpo perigosamente perto do meu. —Apresse-se e abra a porra da porta—, diz ele, com a voz um rosnado baixo. Faço uma pausa com a minha mão na maçaneta da porta. —Vá para o seu quarto. Eu não quero falar com você.— —Abra a maldita porta antes que alguém olhe para cima aqui e nos veja—, diz ele. —Porque você tem cerca de dois segundos antes de eu deixar cair minha calça—, a mão desliza para cima da minha coxa, eu o golpeio o afastando. —Não me toque—, eu digo. —Você é nojento.— Mas eu abro a porta de qualquer maneira. Ele está certo de que alguém poderia andar pelo corredor e nos ver. Ele fecha a porta atrás dele, rápido, eu caminho para o outro lado do quarto , fechando as cortinas antes de eu girar ao redor. —Você está chateada—, diz ele. —Eu não estou chateada. Eu não dou a mínima para o que você faz.— Caulter cruza os braços sobre o peito, sorrindo para mim. O problema é, que ele está de pé naquele smoking parecendo muito perto de irresistível. —Você realmente acha que eu peguei aquela ruiva na biblioteca?— —Como você pode até mesmo me fazer essa pergunta, Caulter? É claro que eu acho que você transou com ela. sua reputação o precede.— Ele parece desapontado. —Apesar do que você possa imaginar—, diz ele. — Eu não sou um idiota.— Eu rio. —Você deve pensar que eu sou uma idiota completa—, digo. —Ou


será porque eu era virgem quando você fez a escritura, que eu sou totalmente ingênua.— —Eu não acho que você é estúpida ou ingênua—, diz ele. —É por isso que você sabe que eu não transei com ela.— Ele parece sincero. Eu quero acreditar nele, mas eu não posso ter certeza que ele não está mentindo. —Você tinha uma garota nua na biblioteca, e você estava segurando suas roupas—, eu digo. —Você transou com ela.— —Eu não sou um idiota, Kate—, diz ele. Eu estou distraída com a forma como sua boca parece quando ele fala. Eu quero sentir o calor de sua respiração na minha pele. —Ela era repulsiva.— —Ela era quente—, eu digo. —E estava nua.— —Quanto tempo se passou desde que eu saí da festa?— ele pergunta. —Dez minutos? Quinze? tempo suficiente para eu tomar uma bebida na biblioteca —. —Tempo suficiente para você transar com ela,— eu digo. —Você tem me fodido, Kate—, diz ele, seus olhos me perfurando. —Você me diga se você acha que 15 minutos é tempo suficiente para mim.— —E quando estávamos na biblioteca antes?— Eu o lembro. —Quanto tempo foi aquilo?— —A escada quebrou. Isso não foi exatamente minha culpa.— —Você gozou antes dela ter quebrado.— —Só porque você estava gozando no meu pau.— —Então? O que isso tem a ver com isso?— Ele chega com a outra mão e traça o dedo na frente do meu vestido, conectando-o sob o colar no meu seio. —Então ... Eu não posso me segurar quando se trata de você, Kate.— Eu rio. —Eu tenho certeza que é o que você fala a todas as meninas.— As bordas dos seus olhos se enruga quando ele olha para mim. —Não há outras meninas.— —Eu não acredito em você.— —Sim, você acredita—, diz ele, movendo o dedo para o meu rosto. Ele traça o contorno da minha mandíbula, puxa meu rosto na direção dele. —Porque você sabe que é a verdade. Desde você não tem havido mais ninguém.—


Meu coração bate no meu peito. —Mas a ruiva ...— —Eu não a conheço. Ela entrou e tirou suas roupas.— Ele se inclina para perto e me beija, mal escovando meus lábios com os seus. Eu o empurro de volta, incapaz de conter minha risada. —As mulheres não apenas andam em um quarto e tiram suas roupas.— —Elas fazem comigo.— —Isso é ridículo.— —Eu sou uma celebridade—, diz ele. —Não é a primeira vez.—

—E não será a última também.— Estou irritada com ele novamente. Estou irritada com a ideia de que as mulheres entram em uma sala e atiram-se para ele. Estou irritada com o fato de que o pulsar insistente entre as minhas pernas está fazendo-me estúpida. Isso está me fazendo querer perder minha mente e pedir-lhe para enterrar seu pau dentro de mim. —Eu gosto dessa raia ciumenta—, diz ele. —É adorável.— —Eu não estou com ciúmes,— Eu insisto, estou mentindo não sei se para ele ou para mim mesma. —Eu estou me certificando se você não está cheio de doenças sexualmente transmissíveis.— —Ciumenta—, diz ele, com a boca perto da minha. Ele lambe meu lábio inferior com a ponta da língua, e eu inalo bruscamente, o meu pensamento obscurecido pela luxúria. —Você é o único com ciúmes. Você estava com ciúmes quando você me viu lá fora com Chase.— Ele pega um punhado de cabelo na base do meu pescoço e me puxa para ele, cobrindo minha boca com a sua. Uma pontada de dor dispara através de mim quando ele pressiona sua boca com força contra a minha boca, sua língua em guerra com a minha. Meu corpo está em chamas, e eu espero por ele para executar suas mãos sobre a minha pele. Anseio senti-lo dentro de mim. Quando ele finalmente se afasta, ele mantém um firme aperto no meu cabelo, segurando minha cabeça firme, então eu não posso ajudar e olho para ele. —Você está certa eu estava com ciúmes—, diz ele. —Nem sequer


pense em falar com ele novamente.— —Diz o cara que tinha uma garota nua na biblioteca. Isso é irônico.— —Eu não a toquei eu a mandei embora—, diz ele. —Ela era repulsiva.— —Ela era quente. E você poderia ter tocado,— eu digo. —Você e eu não somos nada.— —Esse jogador lacrosse não coloca um dedo em você—, diz ele. —Você me pertence.— —Que diabos é isso, Caulter?— Eu pergunto. —Você é o único que diz que está apenas se divertindo um pouco. Você não é o cara do feliz para sempre, lembra? — Ele agarra meu cabelo mais difícil, me puxa contra ele, sua dureza pressionando em minha coxa. —E você não é uma princesinha frágil que precisa ser varrida para fora de seus pés—, diz ele, passando a mão até o lado da minha perna pegando minha bunda, as pontas de seus dedos tocando os lábios da minha buceta. Eu estou praticamente encharcada, pingando, e quando ele percebe isso ele me puxa contra ele, esmagando minha boca com a sua outra vez. —Então o que sou eu?— Eu pergunto, respiro em busca de ar. —Você é a garota mais irritante que eu já conheci—, diz ele, seu aperto mais forte no meu cabelo. Ele cobre meu peito com a mão quente através do tecido do vestido, e meus mamilos endurecem imediatamente ao seu toque. —E você é o -— —Você nunca para de interromper—, diz ele.

Eu rio. —Você é um homem das cavernas-— Ele aperta o meu seio duro enviando um choque de dor através do meu corpo. —Continue falando, e eu vou dar-lhe algo para colocar em sua boca.— Eu não posso ajudá-lo; Caulter fez algo para mim. Ele virou um interruptor em mim a primeira vez que ele me teve e isso foi realmente desde a nossa primeira.


O pensamento de sua mão no meu cabelo, forçando seu pênis dentro da minha boca, faz com que minhas pernas se curvem. —Isso deveria ser uma ameaça?— —Teste-me, Princesa. Vá em frente e veja se eu estou fazendo ameaças vazias.— —Então vá em frente—, eu digo, caindo de joelhos no chão. —Diga-me o que eu sou estou te perguntando de novo.— Eu desato sua calça e tomo o seu pau enorme na minha mão. Caulter geme. —Você está arriscando -— Envolvendo minha mão ao redor da base de seu pênis, eu lambo a base à ponta, seu pré- sêmen salgado na minha língua. Eu deslizo meus lábios sobre sua cabeça devagar, saboreando tudo sobre ele ... seu gosto, seu cheiro, a maneira como ele geme baixinho, o som gutural, profundo em sua garganta. Então, faço uma pausa, olhando para ele. —E você é um idiota.— —boazinha—, diz ele, agarrando um punhado de meu cabelo. —cabeça de pau.— Deixei escapar um gemido quando ele abafa as palavras puxando minha cabeça com força em seu pênis, puxando o meu cabelo na raiz; eu envolvo meus lábios em torno dele quando ele empurra à sua maneira mais e mais em minha boca. —Cerimoniosa e adequada pequena virgem certinha—, diz ele, eu relaxo minha garganta levando-o até onde eu posso, eu não perdi a ironia de suas palavras. Eu aperto suas bolas com uma mão e ele geme, puxando minha cabeça para trás e para frente ao longo de seu comprimento recusando-se a me deixar a ser a única no controle. Em poucos minutos ele me solta de seu aperto e me deixa ir. Eu me afasto de seu pênis, envolvendo a minha mão em torno de sua base e deslizando-a para cima e para baixo no seu comprimento, sua pele lubrificada por uma mistura de nossos fluidos. Ele me adverte, seu tom ríspido. —É melhor você colocar a sua boca de volta.— —Eu não tenho sido uma virgem por meses, graças a você e você é, um canalha egoísta arrogante que não pode pensar em nada a não ser em ter sexo—, eu digo, incapaz de resistir. —Não—, diz ele, mas sua cabeça descansa em sua costas enquanto eu o empurro em minha boca, minha língua acariciando o orifício de sua cabeça.


—Homem puta.— Eu envolvo meus lábios em volta da cabeça, sugando enquanto eu o estoco embalando suas bolas com a outra mão. —Merda—, diz ele, puxando minha cabeça para baixo mais longe. —Me chupe quando você diz isso, princesa.— Então eu me afasto dele. —Eu lhe disse para parar de me chamar assim.— —Vá em frente e continue o que você está fazendo com o meu pau, Princesa,— ele diz, —De joelhos com essa boca doce pequena e eu vou gozar em todo esse rostinho lindo. — O palpitar entre as minhas pernas ameaça me desfazer eu o quero mais do que eu posso suportar, eu o acaricio firme com minha mão. —Eu prefiro ter tudo na minha boca—; eu digo, minha voz baixa. —Idiota.— Segurando minha cabeça com as duas mãos, ele transa com a minha boca seu pré–sêmen gotejando de sua ponta, eu acho que ele vai explodir. Eu o chupei um algumas vezes, mas ele sempre para antes de gozar na minha boca, me puxando para longe de seu pênis e rolando um preservativo antes de se enterrar dentro de minha buceta. Eu quero prová-lo. —Foda-se, eu vou gozar—, diz ele, avisando-me, mas eu agarro as coxas dele, engolindo-o mais profundamente. —Kate ...— Eu gemo a minha resposta, minha língua pressionando na parte inferior do seu pau, e eu chupo mais difícil quando eu o sinto começar a perder o controle. —Merda, Kate—, ele geme, as mãos segurando meu cabelo, me prende no lugar quando ele se deixa ir, enchendo minha boca com sua semente. Eu engulo uma vez, em seguida, novamente, seu pau disparando o líquido em minha garganta. Depois que ele goza, não perde um minuto me puxando imediatamente para os meus pés. —Sua boca é do caralho—, diz ele. —Não me diga—, eu digo. —Eu preciso fecha-la, certo?— —Sua boca é foda incrível—, diz ele. —Você pode manter sua boca aberta enquanto meu pau está dentro dela. Puritana. — —Obrigada pela oferta generosa. Pentelho mimado. — —Eu posso ser generoso—, diz ele, fechando o zíper de sua calça. Ele ainda


está vestindo seu smoking, só que agora sua camisa e paletó estão amarrotados mesmo que ele estivesse de pé o tempo todo. Ele solta o botão do punho, e coloca-o cuidadosamente sobre a cadeira da minha mesa me assistindo do outro lado da sala, ele late uma ordem. —Tira. Agora —. Eu rolo meus olhos. —Isso é tão romântico.— —Você já sabe que eu não faço amor e você não quer romance —, diz ele, desfazendo seus botões de punho e, em seguida, os botões de sua camisa. —Você quer alguém que vai lhe dizer exatamente o que vai fazer para você, e, em seguida, do caralho fazê-lo. E o que eu quero é ver você tirar esse vestido como você fez na outra noite e me mostrar seu doce corpo.. — Ele não espera por mim para responder só retira a camisa e desliza para fora da calça, o tempo todo sem tirar os olhos de mim, me viro para deixálo abrir a parte de trás do vestido e ele cai pesado no chão. Suas mãos estão sobre mim, palmas das mãos deslizando sobre meus braços, minha cintura, em seguida, em toda a minha bunda. Quando ele escova os dedos contra os lábios da minha buceta, eu já estou tão perto que eu quase gozo em resposta ao seu toque. Eu inalo bruscamente antes de eu falar. —Você está errado.—

—Estou?—, Pergunta ele. Ele tira as mãos de cima de mim e eu tenho medo por um momento que ele não vai me tocar de novo. —O que - onde você está indo?— Ele pega a minha mão. —Ajoelhe-se em cima de mim—, ele me diz quando se deita no chão. —O Quê? Por que - — —Ponha sua buceta na minha cara—, diz ele. —Agora—. Se eu já não estivesse tão quente que eu mal conseguia falar, o comando em si me faria fraca. Eu começo a virar-se, mas ele me para. —Não—, diz ele. —Olhando para mim. Isto é tudo sobre você. — Eu me ajoelho em seu rosto, minha buceta a centímetros de seus lábios e assisto com fascinação extasiada quando ele arqueia-se e toca a ponta da língua em mim, lambendo de uma extremidade à outra; meu suco pendura fora dos seus lábios e ele geme quando ele começa a me comer.


Estou nervosa, auto-consciente, apesar do fato de que esta não é a primeira vez que seus lábios me tocou. Mas quando ele agarra minha bunda em suas mãos puxando-me com força contra sua boca, esse sentimento se dissipa. —Oh meu Deus, sua boca,— Eu gemo. Ele rosna e me mantém longe de seu rosto olhando para mim com a boca brilhante, coberta de meus sucos. —Eu adoro o gosto da sua vagina e eu não posso obter o suficiente dela. — Eu gemo baixinho, consciente dos convidados no andar de baixo, a multidão de pessoas que se reuniram para celebrar o noivado de meu pai e Ella. Temos que ficar quieto; ninguém pode nos ouvir ou vir nos procurar. O pensamento me faz mais quente, e quando Caulter cobre minha buceta com a boca, me comendo como um homem faminto, eu monto seu rosto, enfiando minhas mãos pelo seu cabelo. Eu deslizo uma mão em meu seio, amassando-o, preparando meu mamilo entre meus dedos enquanto eu fodo sua boca montando-o quando ele me leva mais e mais alto. Sua língua parece estar em toda parte ao mesmo tempo, que passa rapidamente sobre o meu clitóris, empurrando dentro de mim, me provocando, me fazendo pensar sobre seu pênis. Ele agarra minha bunda, seus dedos espalhando minhas bochechas, e eu sinto a ponta do seu dedo pressionando contra meu cu. Eu me contorço com seu toque o prazer que surge através de mim em resposta a seu dedo, eu acho que eu escuto ele rir, o som abafado entre as minhas pernas. Ele me agarra com mais força, me puxando contra seu rosto quando ele me devora, estou tranquila, tentando com tudo que tenho para não gritar do jeito que eu quero, consciente do fato de que se eu fizer, alguém vai me ouvir. Alguém vai me ver totalmente nua, montando o rosto do meu novo meio-irmão como se ele fosse uma porra de um cavalo, meus seios saltando no ar. Caulter tem sua língua pressionada na minha buceta, empurrando a ponta do dedo no meu cu, e o pensamento de alguém me ver assim, enquanto eu estou sendo tão completamente seduzida por ele, me empurra inteiramente sobre a borda.


Quando eu gozo, completamente cega, estou com falta de ar enquanto eu quase arranco seu cabelo pela raiz, tentando me concentrar em manter a minha boca fechada e não gritar. Ondas de prazer, a frustração reprimida por não estar em torno de Caulter por uma semana, o ciúme de vê-lo com outra garota, lavado sobre mim, e eu gozo com força contra seu rosto. O orgasmo nem sequer terminou quando ele me levanta. —Em suas mãos e joelhos—, ele rosna. Eu estou em uma névoa, preocupada com a minha buceta latejante, superando o vazio de sua língua ao ser retirado entre as minhas pernas. — O Quê?— —Você me ouviu—, diz ele. Ele pega uma camisinha do bolso e rasga o invólucro com os dentes, olhando para mim como um animal selvagem. Seu pênis é rocha dura e ele rola o preservativo em seu comprimento considerável. —O que merda eu disse?— Eu rio da sua severidade que de alguma forma impressionante me faz engraçada. —Ok, mandão.— Ele não responde, apenas agarra um travesseiro da cama e joga-o no chão na minha frente. —Pânico no travesseiro.— —Você pensa muito de si mesmo,— eu digo. —Você vai precisar do travesseiro.— Ele não espera por mim para responder, apenas me empurra para baixo de quatro. Sua ponta pressiona contra a minha entrada, e ele mergulha o pênis dentro de mim em um impulso rápido, minha umidade facilmente orientando-o. Mãos em meus quadris, ele me fode com golpes duros, cada um mais profundo do que o outro, meus seios balançando enquanto ele desliza para dentro e para fora de mim. —Merda, Caulter.— Eu sussurro as palavras, tentando não fazer barulho, o som da nossa carne batendo alto o suficiente para me deixar nervosa, minha buceta está tão sensível do meu orgasmo que eu mal posso ter a sensação de seu pênis dentro de mim. É tão esmagador que eu quero rastejar para fora da minha pele. —Eu não sei se eu posso levá-lo.— Suas mãos estão nas minhas costas, vagando sobre a minha pele. —Eu vou fazer você gozar—, diz ele.


—Desta vez vai ser louco.— Minha buceta aperta em torno dele tão forte, o calor do prazer irradiando através do meu corpo. —Seu pênis é -— Eu quero dizer 'muito', mas eu não quero que ele pare. A mistura de prazer e a super. estimulação na fronteira com a dor, é algo que eu nunca tinha experimentado. —A sua buceta é tão malditamente apertada—, ele sussurra, suas bolas pressionando-se contra os meus lábios quanto ele empurra profundamente dentro de mim. —Você me encaixa como uma luva, porra.— —Oh Deus, Caulter, você vai me fazer gozar,— eu adverti. —Você não goza até que eu diga que você pode, você me ouve?— Ele pega um punhado de cabelo na base da minha cabeça, puxando minha cabeça para trás como se estivesse tomando as rédeas em um cavalo. —Você, porra espera até que eu lhe mande.— —Oh, Deus.— —Oh Deus, o quê?— —Sim—, eu suspiro. —Sim. Esperar. — Eu não sei se eu posso. Caulter dá um tapa na minha bunda duro, o sacudir da minha carne enviando uma onda de prazer através do meu corpo. —Toque o seu clitóris.— —Não—, eu protesto. Se eu fizer isso, vai me fazer gozar em um instante. —Esfregue o seu clitóris—, ele ordena, e eu pressiono o dedo contra o meu botão com seus impulsos chegando mais rápido. —Diga-me que você ama isso.— —Oh, sim, eu adoro isso.— Eu estou esfregando meu clitóris mais forte. —Diga que você ama que eu foda sua buceta doce apertada.— Ele empurra para dentro de mim, suas bolas batendo contra os meus lábios, seu pênis tão profundo dentro de mim. —Eu amo quando você me fode.— Eu estou tão perto, não posso adiar. Ele agarra meus quadris tão apertado que acho que ele vai deixar hematomas. —Diga isso de novo: Eu amo que você foda minha buceta doce apertada.— —Eu amo que você foda minha buceta doce apertada.— Eu esfrego círculos no meu clitóris mais difícil à medida que ele empurra para dentro de mim,


seus impulsos pontuando cada palavra. —Caulter, não pare. Não pare. — —Você quer gozar?— —Sim. Por Favor. Sim. —Eu acho que vou morrer se ele não me deixar ter um orgasmo. —Por favor. por favor, deixe-me gozar, Caulter. —Sua mão na parte inferior das minhas costas, ele me empurra mais para baixo para o chão, meu rosto pairando sobre o travesseiro. Eu estou segurando a fronha quando ele empurra para dentro de mim, minha bunda alta no ar, eu mordo a borda do material, tentando me impedir de vir. Mas minha buceta está tão molhada e tão inchada que não posso adiar. —Por Favor. Por Favor. Por Favor. Caulter. — Ele rosna, batendo em mim com um impulso profundo. —Goza para mim, princesa.— Eu finalmente me deixo gozar, abafando meus gritos com o travesseiro enquanto ele se enterra profundamente em mim, me enchendo com seu esperma lavando meu orgasmo ao longo de todo o meu corpo, como uma onda, com uma intensidade tão poderosa que poderia ter me arrastado. Eu não sei quanto tempo passou, depois disso, eu finalmente começo a descer, e tiro meu rosto longe do travesseiro para olhar para ele. Caulter esfrega as mãos nas minhas costas e meus quadris. —Eu disse que você precisaria do travesseiro.— —Eu não tenho palavras.— Ele sorri. —Sem palavras—, diz ele. —É disso que estou falando.— Eu sorrio. —Você não gostaria se eu fosse muda. Você ficaria entediado. — —Eu estarei no céu.— —Foda-se.— —Outra vez?— Ele bate na minha bunda. —Vou precisar de mais um minuto, mas se você insiste.— —Você acha que alguém notou que saímos?— —Eu acho que nós provavelmente temos um público do lado de fora—, diz ele, deslizando fora de mim e batendo em meu traseiro pela segunda vez para completar. —O quê?— Eu grito.


—Acalme suas tetas—, diz ele. —Foi uma brincadeira. Seu rosto estava no travesseiro. Se não tivesse, bem ... então nós estaríamos na primeira página de qualquer jornal do pequeno inferno que eles têm aqui no Lago Winnipesauke, eu suponho que eles escreveriam algumas a respeito na gazeta. — —Como eu vou sair de fininho para tomar um banho no meio da festa?—, Pergunto. —Você não vai—, diz Caulter, me jogando meu vestido. —O quê?— Eu pergunto, minha voz estridente. —Eu não estou indo lá cheirando como -— Ele me interrompe, olhando para mim com as sobrancelhas levantadas. — Como se você só tivesse tido relações sexuais no chão imundo do seu quarto com o seu meio-irmão?— Eu pego o travesseiro do chão e jogo nele. —Por favor, pare de dizer isso.— —meio-irmão?—, pergunta ele, sorrindo. —Isso te incomoda? Quero dizer, você está mantendo tudo em família. — Eu cobri meus ouvidos. —La la la —, eu digo. —Eu não estou ouvindo.— Ele atravessa a sala e chega até a mim tirando as mãos longe de meus ouvidos e me beija nos lábios, seu beijo uma vez mudando o tom do momento a partir do jovial ao sensual. —Coloque suas roupas e deslize para o banheiro para se limpar, —, diz ele. —Eu te encontro lá embaixo, Se você falar uma palavra com aquele cara da escola, eu vou bater na porra da sua bunda no meio da festa, em seguida, dobrá-la sobre meu joelho e esquentar sua pele. — Meus olhos se arregalam. —A coisa triste é que eu acho que você poderia ser louco o suficiente para fazer exatamente isso.— Caulter sorri. —Bom. Eu acho que você está começando a me conhecer depois de tudo, Princesa. —


Capítulo 21 Caulter —Merda, você me assustou.— Ela está de pé na porta da varanda vestindo uma camiseta de algodão que mal cobre seu traseiro e calcinha, eu acho, embora eu não possa vê-la. Tem que ser um fio dental, uma vez que eu queimei suas calcinhas da vovó, o que me faz sorrir. —Do que você está sorrindo?— —Nada—, eu digo. —Você vai me deixar entrar, ou o quê?— —Eu tenho uma escolha, ou você está indo para invadir de qualquer maneira?— Ela pergunta. Eu sorrio, deslizando minha mão em torno dela e puxando-a contra mim. Eu a beijo lentamente, deixando-a se derreter em mim, mas faço uma pausa quando vejo o bloco de notas na cama. —Desenhando de novo?— Eu pergunto. Katherine tenta chegar até ele, mas eu mantenho-o por cima de sua cabeça. —Merda, você simplesmente não pode me manter fora de sua mente, não é?— —Devolva-me, você é um idiota—, diz ela, os dentes cerrados. —Ou eu vou gritar.— —Porque diabos você iria gritar?— O pensamento me faz rir. —Tenho certeza que nossos pais gostariam de entrar na sala para vê-la vestida com nada mais que camiseta e segurando um bloco cheio de desenhos de meu pau.— Ela olha para mim, e cruza os braços sobre o peito, jogando-se pesadamente na cama. —Tudo bem, que seja. Você já olhou para eles de qualquer maneira, então eu não me importo.— —Isso é muito sensato de sua parte.— Caminho até o outro lado da sala, finalmente olhando para a foto que ela estava desenhando. Esperava me


ver, mas não era eu que estava desenhado. —Trata-se de sua mãe?— Ela balança a cabeça, e a expressão que ela me dá me faz sentir envergonhado por agarrar o bloco dela. —Eu a desenho do jeito que eu me lembro dela, não, você sabe, quando ela estava perto do fim.— —É legal, Kate.— legal é uma palavra tão estúpida; eu acho assim que sai da minha boca. Os desenhos de Katherine são bonitos - foi o meu primeiro pensamento quando eu peguei o seu caderno de desenhos, antes de perceber que eram todos de mim. —Eu não estava desenhando você porque eu sou obcecada com você ou algo assim—, diz ela. Eu entrego-lhe o caderno de desenho e ela o fecha, eu posso dizer pelo jeito que ela olha para mim que ela está envergonhada. —Não?— Eu pergunto, minhas sobrancelhas levantadas. —Estou desapontado. Eu sempre quis ter um perseguidor.— Ela não fala nada por um minuto, acho que eu peguei o caminho errado ao tentar aliviar o clima, mas, em seguida, ela olha para cima e encolhe os ombros. —Bem, eu não peguei uma mecha de seu cabelo para o santuário que fiz para você.— Sento-me na cama. Katherine está se inclinando contra os travesseiros na cabeceira da cama, seus joelhos puxados até o peito. Ela parece tão vulnerável que eu quero alcançá-la e abraçá-la, mas isso parece muito brega, então eu só puxo seus pés em meu colo e os cubro com as minhas mãos. Há algo sobre estar com ela agora que faz me sentir confortável. — Isso é bom—, eu digo. —O cabelo é bom, se você tivesse colocado um molde do meu pau teria sido estranho.— —Maldição, lá se vai o meu plano para a noite—, diz ela. —Eu vou ter que levar o gesso que eu comprei de volta à loja.— —Gesso teria sido desconfortável de qualquer maneira. Eu prefiro chocolate.— Ela ri, mas o som desaparece rapidamente e nós nos sentamos em silêncio, comigo esfregando seus pés. Isto não é coisa de Caulter Sterling, dois meses de monogamia em seu currículo, esfregando os pés de uma patricinha e conversando. —Você pensa muito nela?— —Quem?—


—Sua mãe,— eu digo, apontando para o caderno de desenho. Katherine dá de ombros. —Ela se foi há um bom tempo, você sabe?— —Não tanto tempo—, eu digo. —Há alguns anos, certo?— —Sim—, ela diz. —No final do meu oitavo ano, ela esteve doente por um ano antes de acontecer, quando descobriu que estava com câncer de mama era muito tarde.— Eu sinto muito. —Eu realmente não sei o que dizer. Kate dá de ombros. —É o que é, você sabe? Quero dizer, não há nada que você possa fazer a respeito.— —Você esteve em Brighton desde então—, eu digo. —Assim que meu pai pôde ver-se livre de mim, ele fez—, diz ela, com a voz amarga. Sendo um peso que deve ser livrado é definitivamente algo que eu posso entender. —Ele e Ella são feitos um para o outro, então.— Ela olha para mim. —O que você quer dizer?— Ela pergunta. —O seu pai está por perto?— —Ella tratou de se ver livre de mim assim que eu saí dela,— eu digo. — Quem sabe quem diabos é o meu pai?— Katherine enruga a testa. —Você realmente não sabe?— —Ela me disse que ele era um perdedor que vivia em algum lugar da Geórgia,— eu digo. —Quando eu tinha quinze anos, eu contratei um detetive particular que rastreou um cara, ele o pagou para dizer que ele era meu pai; queria ficar fora da minha vida, aparentemente, ela festejava muito naquela época. Ela não sabe quem é. — —Não existem testes de DNA para isso?— —Não, se você não pode mesmo reduzir a lista,— eu digo. —Merda, isso é péssimo.— Eu subo para sua panturrilha, grato pela distração enquanto eu esfrego sua perna. —Tanto faz. Não é grande coisa, certo? Assim é a vida, ao menos seu pai está na porra da idade perto da dela, ela esteve namorando com caras que tinha apenas um dia maior de dezoito anos.— —Às vezes eu penso que eu não deveria ser feliz, você sabe?— Ela pergunta. —Como se outras pessoas são supostamente para ser feliz, mas eu não sou.—


Isso eu posso entender. Perseguindo a felicidade é como a porra de uma maldição. —Se você disser ao seu pai para se foder, eu aposto que você se sentiria feliz.— Ela se engasga com seu riso. —Sim—, ela diz. —Você provavelmente está certo. Eu aposto que eu seria.— —Portanto, não mais Harvard no outono, sim?— Eu pergunto. —Você está supondo que não me fará feliz—, diz ela. —Talvez esse é o meu sonho.— —Sim, isso é uma suposição ridícula—, eu digo. —Talvez eu queira ir para Harvard.— —Não.— Falo as palavras com uma certeza mesmo que eu não deveria ter, eu não deveria saber o que ela quer ou não quer, mas eu faço. Sei com certeza que ela não quer ir para Harvard, e que ela não quer fazer a faculdade de direito. Não é o que ela realmente é. —Posso mostrar-lhe uma coisa?— Ela pergunta. —Mas você tem que jurar que você não vai dizer nada a ninguém.— —Mostre-me.— Observo como ela pula e corre para sua mesa, puxando um pedaço de papel dobrado debaixo de uma pilha de papéis na gaveta de cima, em seguida, entrega-o para mim. —O que é isso?— —Olha.— Eu li a carta, uma carta de aceitação da UCLA. —É aqui para onde você quer ir?— —Isso nunca iria acontecer, você sabe o que quero dizer?— ela diz. —Não é uma escola como a Ivy League. Mas eles têm realmente um bom programa de arte. Meu pai cagaria um tijolo se eu for para a escola de arte. Ele diria que é um grau inútil.— —Mas você se candidatou—, eu indico. —E você quer, certo? Você deve fazê-lo, se é o que você quer fazer.— Ela agarra o papel da minha mão e coloca-o de volta na gaveta. —Eu acho que perdi o prazo de qualquer maneira e é na Califórnia, meu pai teria um ataque cardíaco se eu fizesse estágios de verão no Capitólio para a arte, quero dizer, o que eu vou fazer com a minha vida -...? Desenho não é prático— Ela encolhe os ombros.


—Eu só queria saber se seria uma coisa boa, sabe?— —Você deve fazer o que te faz feliz.— Ela revira os olhos para mim, voltando para o local onde ela estava sentada na cama. —Eu não estou tendo conselho do Sr. A vida é uma Festa gigante—, diz ela. —Sua mãe tem, tipo um mega dinheiro, você não tem mesmo que fazer qualquer coisa com a sua vida.— —Porra, se eu já não sei sobre isso,— eu digo, minha voz dura. —Eu não quis dizer da forma que soou—, diz ela. —Só que, você está plenamente definido para a vida, não é? Você pode se divertir o tempo todo.— —Bem, isso não é tudo que é destinado para ser.— Eu pareço um ingrato e mimado. —Ele fica velho depois de um tempo.— —Está vendo?— ela diz. —Ser irresponsável o tempo todo não é mesmo divertido.— —Primeiro você me diz que não tenho que fazer qualquer coisa com a minha vida, e agora você está me chamando de irresponsável?— Eu pergunto. —Eu pensei que estávamos nos dando bem, e agora você voltou a me insultar.— Katherine suspira. —Saiu errado—, diz ela. —Eu não quis dizer isso. Só quis dizer que você é obviamente inteligente, sabe? E você está preparado para a vida. Você pode fazer o que quiser.— —Isso é você quem diz.— Eu sinto que o meu caminho já foi definido muito claramente - Eu sou o garoto mau, filho de uma celebridade. As pessoas já sabem tudo o que eles querem saber sobre mim. —Então o que você quer fazer, se você acabou de dizer, foda-se, e não dar a mínima para ninguém?— Ela esfrega o lábio inferior distraidamente com o dedo, com os joelhos dobrados contra o peito. Eu penso sobre como a minha língua estava naquele lábio e como o seu lábio se sentia quando eu puxei-o entre meus dentes. Transamos a menos de duas horas; Eu deveria estar desgastado. Mas eu não estou, tomei um banho e me revigorei e agora sentado aqui com ela vendo o tecido da sua calcinha que mal cobre sua buceta, espreitando para fora de suas coxas.


—Você—, eu digo, pegando seu tornozelo e puxando-a para meu lado na cama. Ela ri, colocando o cabelo atrás da orelha. —Sim, obviamente—, diz ela. — Mas você sabe o que quero dizer.— —Eu sei o que você quer dizer,— eu digo, rastejando até o comprimento de seu corpo, esfregando meu pau contra ela todo o caminho. Ela ri e coloca as mãos no meu peito. —Não tão rápido—, diz ela. —Não até que você me diga.— Eu a beijo, puxando o lábio inferior entre os meus dentes de novo, minhas mãos em ambos os lados de seus ombros. —Dizer o que?— Eu pergunto. — Não há nada para contar. Eu estaria em você. Eu nunca iria parar de foder você. Isso é o que eu faria. — —Eu estou falando sério.— —Eu também.— Eu alcanço a sua blusa, deslizo a minha mão até seu abdômen onde posso sentir seu seio sem sutiã, seu mamilo está duro, e eu gemo enquanto aperto sua carne na minha mão, observando a expressão em seu rosto mudar enquanto seus olhos levemente vibram fechados. — Você não iria gastar seu tempo me fodendo se ninguém está olhando?— —Não—, ela murmura. —Não?— Eu pergunto. —Isso é rude, você deve pelo menos mentir para o cara que está com o pau pressionado contra a sua vagina.— —Ok, então. Sim—, ela sussurra. Eu acaricio seu mamilo com o polegar até que ela está gemendo, sua voz suave. —Sim, porque eu lhe disse para mentir ou sim, porque você iria querer fazer nada, mas sim me foder?— Ela choraminga. —Foda-me agora—, diz ela. —Isso foi rápido.— Eu me afasto dela, deslizo sua camisa sobre a cabeça, e ela tira a minha antes de cair contra os travesseiros, eu ainda estou vestindo minha calça de pijama, a fina barreira de tecido de algodão entre nós é mínima, e eu posso sentir o pré sêmen molhando o tecido; inclinando-a para baixo, eu levo seu seio em minha boca, girando minha língua ao redor do mamilo. —Você está pronta para mim tão cedo?— Katherine coloca as palmas das mãos no meu rosto e me puxa para ela, sua língua empurrando insistentemente em minha boca quando ela me beija.


Quando eu deslizo meus dedos entre as pernas dela, ela geme. O tecido de sua calcinha está encharcado. —Está vendo?— Ela pergunta. — Eu já estou tão molhada.— —Você está—, eu falo. —Espere um segundo. Deixe-me pegar um preservativo.— Eu me afasto dela, mas ela agarra meu braço. —Não.— —Não o quê?— —Sem camisinha—, ela sussurra. —Ela só vai me levar dois segundos—, eu digo. —Elas estão bem ali.— —Nós realmente precisamos?— —Usar um preservativo?— Eu pergunto. —Você era a única que estava preocupada sobre eu estar fodendo uma ruiva, mas agora você quer nua?— —Você não fodeu a ruiva—, diz ela. —Isso é uma pergunta ou uma afirmação?— Eu pergunto. —Porque você não parecia certa antes.— —É uma declaração—, diz ela. —Tenho certeza.— —Mhmm.— Eu me levanto de qualquer maneira, deslizando a calcinha sobre seus quadris, incapaz de resistir a correr a minha língua na sua vagina, o seu gosto me faz uma rocha dura. O pensamento de estar dentro dela, sem proteção, me faz querer gozar agora. Mas isso é definitivamente contra as minhas regras. —Isso não é algo que eu faça, Katherine.— —O que você quer dizer?— Ela me observa tirar meu pau da minha calça, e sua reação quando vê meu pau, me faz sentir presunçoso como o inferno. Eu pego um preservativo da gaveta em sua mesa. —Você quis esconder aqueles ali?— Ela pergunta. —Sim.— Junto-me a ela na cama. —Quando?— —Um tempo atrás.— —Antes de começarmos nos enroscar?— Ela pergunta. Subo sobre ela de volta onde eu estava antes, e ela envolve sua mão quente ao redor do meu pênis. —Você vai quebrar meu pau se eu lhe responder honestamente?— Estou um pouco preocupado de que é algo que ela é capaz, mas ela apenas ri


quando ela desliza o dedo na ponta, o pré- sêmen molhando a minha pele. —Você fez, não foi?— Ela pergunta. —Eu fiz.— —Você é um idiota arrogante.— —Você não é uma cadela frígida—, eu digo.

—Obrigada—, diz ela, rindo. —Eu acho que é o melhor elogio que você me deu, Caulter Sterling.— —Nunca diga que eu não falo coisas boas sobre você—, eu digo. Ela está passando a mão ao longo do comprimento do meu pau, e eu gemo. Quando ela me orienta à sua buceta, fico tenso quando sinto sua umidade quente contra meu pau nu, mesmo que seja a melhor coisa que eu já senti. — Espere.— —Eu estou no controle da natalidade—, diz ela. —Eu já estou há anos, você está limpo?— —Na verdade fui testado bem antes ... de você.— Eu não queria falar a ela o porquê, um mês antes nós dois começarmos a dormir juntos, transei com essa garota psicótica de uma escola só para meninas a meia hora de distância, como se pode imaginar tinha dormido com metade do time de lacrosse. Ela arqueia seus quadris um pouco para que a ponta do meu pau entre dentro dela. —Então faça isso. Foda-me. Eu quero sentir quando você goze dentro de mim. — —Merda, Kate,— eu gemo, sem me mover, eu não fodo garotas sem o uso de borrachas, eu não posso ser um cara desleixado, mas pelo menos eu estou seguro. —Você está me matando, você será a única responsável.— —Você está friccionando em mim—, ela sussurra, suas mãos deslizando em torno de minhas nádegas. —O que posso dizer? Eu quero fazer algo louco.— Ela me puxa, mas eu a seguro, só permitindo entrar nela uma polegada, depois outra polegada agonizante dentro da sua boceta molhada quente, eu não posso tomar uma decisão responsável, não com o meu pau dentro de sua buceta, ela aperta seus músculos em volta de mim e é isso, eu empurro meu pênis dentro dela, até o punho, em um impulso profundo, sentindo a


felicidade requintada de seus músculos se esticar para me encaixar. Katherine arqueia quando eu escorrego para dentro dela a cabeça caindo para trás, o cabelo caindo sobre a fronha e ao redor de seus ombros, uma mão sob suas costas eu a puxo contra mim quando eu começo a transar com ela no meu ritmo lento mesmo que ela esteja molhada e disposta. Ela me impulsiona, pequenos gemidos sob sua respiração e, em seguida, sussurros, mais e mais, —Sim, sim.— —Olhe para mim, Kate.— Ela empurra a cabeça para cima, seus olhos encontram os meus antes dela me beijar avidamente. Cada parte dela está com fome; sua buceta está praticamente me ordenhando agora, eu sei que ela está pronta, na beira tão rapidamente, mas eu digo a mim mesmo para desacelerar e esperar. —Não, não, não pare—, ela sussurra, sua voz quase um gemido. Ela envolve as pernas ao redor de mim, prendendo o meu pênis profundamente dentro dela, mas eu paro de me mover. Eu agarro seus pulsos, e os empurro acima de sua cabeça, em seguida, abaixo a minha boca perto dela novamente. —Por favor, não pare.— —Não tente tomar o controle, Kate,— eu sussurro. —Isso não combina com você.— Ela choraminga, mas resiste mesmo sendo mentira, eu a beijo, meu pau pulsando dentro dela, quando ela aperta seus músculos em volta de mim novamente, eu dou risada. —Você está sempre tentando assumir o controle.— —Foda-se ...— ela sussurra, e eu espero por ela para dizer... você, mas ela não faz. Ela diz: —Foda-me.— Eu não posso esperar mais. Eu empurro profundamente dentro dela, sentindo o jorro de umidade de sua buceta. —É isso que você queria?— Eu pergunto. —Sim—, ela sussurra, seus dedos atando firmemente com os meus, palmas das mãos juntas enquanto eu dirijo nela mais e mais. —Sim.— —Você quer meu pau nu dentro de você ...— —Sim—, ela diz. —Oh Deus, sim.— —Você quer sentir como é gozando dentro de sua buceta nua.— Seus músculos estão tencionando em volta do meu pau, apertando-o, leva tudo que posso fazer para não gozar dentro dela neste exato momento, com o


jeito dela me apertando, ela se sente quente.—Caulter, eu estou tão perto.— Ela pontua suas palavras com um aperto final, e eu estou gemendo e me deixo gozar, inundando-a com a minha semente quente, quando ela goza também, ela arqueia para cima para encontrar meus lábios, eu silencio os gemidos dela com a minha boca enquanto eu dirijo dentro dela, sentindo o orgasmo rasgar através de seu corpo. Os espasmos da sua buceta ao redor do meu pau, seus músculos me ordenhando até a última gota de meu esperma. Depois disso, o único som no quarto é nossa respiração irregular quando nós retornamos do nosso orgasmo, ela finalmente abre os olhos e olha para mim, meu rosto a polegadas dela, seu sorriso é amplo. —Isso foi bom.— —Isso é tudo que você tem a dizer?— Eu pergunto. —Foi bom? Que decepção.— —Definitivamente não foi uma decepção—, diz ela, envolvendo suas pernas em volta de mim. —Você quer de novo?— —Eu criei um monstro—, eu digo, beijando sua testa, em seguida sua bochecha. —Você não vai ser capaz de parar.—


Capítulo 22 Katherine Meu pai e Ella estão de volta na casa do lago em tempo integral agora. O senado fechou para o verão há três dias; três dias atrás, a casa foi transformada em uma enxurrada de atividades em preparação para o casamento, a casa inundada com pessoas: o organizador de casamentos, fornecedores, estilistas, gestores, decoradores, cozinheiros, e a comitiva de assessores políticos do meu pai. Eu esperava que o casamento iria interromper a campanha do meu pai, mas tudo parece se encaixar muito bem. Suponho que a ajuda que Ella tem em seu planejamento do casamento é o mesmo tipo de precisão militar com a qual meu pai ataca sua campanha de reeleição. Caulter e eu já não somos apenas do caralho. Quero dizer, nós temos andado fodendo. Mas agora nós estamos transando como coelhos. A gente se enroscando o tempo todo. Quando meu pai e Ella ainda estavam em DC, Caulter fez bem a sua promessa de me foder na sala de jantar uma noite após Rose ter ido embora, espalhando-me sobre a mesa e enterrando seu rosto entre as minhas pernas. Temos tido sexo fora no cais, à noite, ao lado do lago. Na garagem de barcos. No carro, a caminho para tomar sorvete, e depois novamente quando voltamos, porque Caulter disse que não podia ver o jeito que eu lambia o cone de sorvete e não colocar seu pênis na minha boca. No meu e no seu quarto- tantas vezes, em nossos quartos. Nós estamos tendo mais sexo, mas não é mais apenas sexo. Algo aconteceu na noite da festa de noivado, eu acho que Caulter tornou-se menos


irritante. Ele está crescendo em mim. O que é estranho. É também perturbador. Uma coisa era quando estávamos nos esgueirando quando nossos pais estavam fora, mas é diferente, agora que eles estão de volta. E que eles vão se casar. Logo realmente vamos ser meios-irmãos, e então o que vai acontecer? Há também a outra coisa que eu continuo pensando - e é tudo culpa do Caulter por plantar a ideia na minha cabeça, a possibilidade de que eu realmente poderia ser capaz de ir para a UCLA. Agora eu fico me perguntando o que aconteceria se eu for. É tudo culpa do Caulter por me fazer sentir feliz, o problema quando se é feliz é a sensação de querer mais desse sentimento, a felicidade é perigosa, porque isso nunca dura, a vida me ensinou muito. Olho-me no espelho, ajeitando a mecha de cabelo que se recusa a ficar no rabo de cavalo alto liso. Eu pareço uma mãe PTA porra; pareço, em meu terno de cor pastel, uma bala nua ou um ovo de Páscoa. Estamos prestes a descer para uma entrevista, tudo parte da campanha de reeleição do meu pai, mas não realmente; é uma estação nacional de notícias que não se importa tanto assim com o trabalhador histórico de New Hampshire que está previsto ganhar por uma avalanche de votos; o que realmente importa é o casamento. E o drama familiar.

Eles vão querer saber tudo sobre como Caulter e eu estamos nos entendendo. Felizmente, temos sido preparados. Temos frases feitas para usar. Nenhuma dessas frases de ações envolvem estarmos transando como coelhos, ou que seu pênis me faz tão molhada e eu praticamente começo a pingar quando estou perto dele. —Oi.— A porta da varanda desliza aberta, e a sua voz me faz pular. —Merda, Caulter—, eu sussurro. —Pare de me assustar assim.— —Você parece um ovo de Páscoa—, diz ele. —Eu pareço, não pareço? Isso é exatamente o que eu estava pensando. Isto é laranja ou rosa? —Eu pergunto, alisando a saia. Eu acho que é um tecido de linho de algum tipo - Eu acho que eu deveria estar jogando canastra na Flórida neste vestido.


—Coral—, Caulter diz, andando atrás de mim e colocando a mão no meu traseiro. —Ela faz sua bunda parecer grande, embora.— —Mãos fora,— Eu ordeno. —Sem toques—. —Ah, você obtém em um traje bobo e começa a agir como uma avó—, diz Caulter, olhando por mim para seu reflexo no espelho. —Ainda mais que o normal, quero dizer.— —Ha.— Meus olhos rastreiam o comprimento dele. —Você deveria estar vestindo uma jaqueta?— —Não, apenas uma camisa de colarinho—, diz ele. —O estilista escolheu. Aparentemente eu não posso ser muito formal, você sabe. Eu tenho dito que a minha marca é — rebelde domesticado '.— Eu tremo. —Será que ela realmente disse isso? É este o mesmo estilista que escolheu todas as minhas roupas novas depois que você queimou as minhas? — — A mesma—, diz ele. —Não a calcinha, embora. Elas foram todas minha responsabilidade.— Ele chega mais perto e olha o meu vestido, observando mais suavemente agora, —Deixe-me verificar se você está vestindo.— Eu aperto a mão dele, mas ele desliza entre as minhas pernas. —Pare, sério, estamos prestes a ir para lá. Você não deveria mesmo estar aqui. — —Temos tempo para uma rapidinha—, ele diz e eu sorrio. —Fique longe de mim, imbecil.— Ele não parece muito desanimado por minha rejeição, assim, ele puxa sua mão para trás e toca-me levemente na bunda. —Eu escolhi cada peça de suas calcinhas, a coisa do 'rebelde domado' é ideia, da relações públicas de seu pai ou seja lá o que ela é. — —Mona—, eu digo, revirando os olhos. —Ela é uma tirana.— —Ela diz que eu sou um rebelde domado—, diz ele. —Soa emocionante. Talvez eu deva mencionar quem me domou quando estamos na frente das câmeras —. Eu bato nele, mas ele pula fora do caminho, indo para a porta da varanda. —Você é um rebelde total—.Eu digo, observando-o acender um cigarro. — Sério, você vai fazer isso antes da entrevista?— Ele sopra a fumaça fora da varanda, mas olha para mim. —Você quer que eu faça na entrevista?—


—Que seja,— eu digo. —Contanto que você jogue junto.— —Eu vou jogar o bom pequeno meio-irmão—, diz ele. —Mas eu vou despir você o tempo todo com os meus olhos.— Eu dou risada. —Tenho certeza.— Trinta minutos mais tarde, nós estamos na biblioteca, de todos os locais. Que é o lugar exato que eu fantasiava em ter que me sentar na frente de uma câmera e responder as perguntas sobre a minha relação com o meu meio-irmão. Quero dizer, é apenas merda perfeita. —O que aconteceu com a sala de estar?— Eu pergunto a Mona, usurpando o lugar de quem está na verdade no comando do programa de televisão. —O fundo aqui é mais adequado para uma entrevista com a família—, diz ela enquanto ajusta a gola da minha jaqueta. Sim, claro. O lugar onde Caulter e eu quebramos uma escada enquanto fodíamos é definitivamente adequado para uma entrevista com a família. Eu olho para Caulter, e ele está escondendo um sorriso, cabeça de merda. Argh. Caulter vai amar tudo sobre isso, especialmente o meu desconforto, podemos estar nos enroscando, e não posso odiá-lo com bastante paixão ardente com que eu costumava fazer, mas isso não significa que ele não terá um grande prazer em assistir contorcendo-me sob a pressão. Caulter gosta de assistir contorcer-me, o pensamento pula na minha cabeça, imediatamente fazendo-me pensar em sexo, e eu tento afastá-lo. Concentre-se, Kate. Mona me dá um tapa na coxa. —Os joelhos juntos, cruzadas nos tornozelos, sente-se em linha reta, incline-se ligeiramente à frente para que o sofá não a engula. —Ela late fora suas ordens como um sargento, antes de apontar impacientemente para Caulter se aproximar. —Caulter. Aqui. — Quem está realmente no comando da configurada cena intervém suavemente, movendo meu pai e Ella no sofá ao nosso lado. Quando rola a câmeras, é três-dois-um e sorriso da grande família feliz. Enquanto isso, minha mente está longe e nem sequer escuto qualquer uma das perguntas dirigidas ao meu pai e Ella. Quando o entrevistador, uma mulher que parece uma avó com uma propensão para fazer perguntas que fazem estrelas dissolver em lágrimas,


se vira para Caulter e eu, é um softball após o outro, será que vamos conhecer uns aos outros em Brighton? Será que vamos ficar juntos? Quais são os nossos planos para depois do verão? Nós respondemos de acordo com o texto que nos foi dado, sorrindo e sendo envolvente, como dois servos robô fazendo o jogo do meu pai. Na superfície, é sem intercorrências. Mas eu cuidadosamente evito contato visual com Caulter, e escolho as minhas palavras como se eu estivesse percorrendo um campo minado. As perguntas que deveriam ser tão fácil de responder agora estão carregadas de um significado mais profundo. Claro que nos damos bem, eu digo. O que não falo é que o rosto de Caulter esteve enterrado entre as minhas pernas esta manhã antes mesmo de sair da cama. Nós nos damos muito bem.


Capítulo 23 Caulter —Desligue o telefone.— Eu passo pela porta da varanda, Kate balança a cabeça para que eu saia, ela se vira para o lado, como se ela estivesse tentando proteger o telefone de mim, e diz algo que captura minha atenção, ouço o tom de sua voz que me interessa. Ela está irritada. —Eu não penso assim—, diz ela, seguindo de silêncio. —Porque você se lembra a última vez que a gente saiu?— —Isso é Jo?—, Pergunto. Kate balança a cabeça e protege a boca com a mão. Estou tentado pegar o telefone da mão dela e jogá-lo em toda a sala, como eu fiz antes, mas eu não faço porque ela está olhando irresistível naquele vestido de verão amarelo que vai até chão. O fato de que o top empurra seus seios para fora a ponto de eles estarem praticamente transbordando me faz querer colocar minha boca sobre eles. Ela continua falando mesmo quando eu ando até ela e deslizo o tecido do vestido e sutiã para baixo sobre seus seios deliciosos. Ela balança a cabeça para mim, a testa enrugada e sua expressão de xingamento, mas ela não me para exatamente. Corro os dedos levemente sobre seus seios, observando seus mamilos ficarem duros e pedindo atenção. —Não, Jo—, diz Kate, sua voz sumindo quando eu acaricio seu mamilo com o dedo. —Eu não estou no comando dos convites.— Eu me curvo em sua direção, correndo minha língua sobre o mamilo, e sua cabeça descansa o telefone contra sua orelha. —Nada está errado, eu ainda estou pensando sobre o que aconteceu na festa , isso não significa que você está vindo para


o casamento. —Ela faz uma pausa por um minuto, quando eu envolvo o mamilo com a minha boca. Em seguida, ela joga o telefone na cama sem sequer dizer adeus. —Isso foi Jo?— Eu pergunto, puxando para cima os volumes de tecido do vestido e deslizando minha mão entre as pernas dela. —Por que você ainda está falando com ela?— —Eu não estou—, diz ela, sua respiração curta. Ela já está molhada; o fato de que ela está molhada tão rápido me faz uma rocha dura. Eu amo como essa garota está sempre pronta para mim, me absorvendo entre suas pernas na hora que eu chego perto dela. —Eu não tenho falado com ela desde a festa. Ela quer um convite para o casamento—. —Por que você era amiga dela?— Eu pergunto, deslizando o dedo entre suas dobras. Eu coloco-o dentro, observando a sua mandíbula ,dou uma folga e a olho bem de perto. —Eu não sei—, diz ela. —Eu a conheço há um tempo. Quero dizer, ela é minha amiga durante os verões aqui. Ela é divertida. Engraçada. — —Ela não é uma boa pessoa— eu digo. Kate, já sabe o que eu penso. —Ella a está arrastando sobre ajudar a fazer coisas do casamento?— Ela responde sua respiração já entrecortada. —Não, não eu—, diz ela. —Eu acho que ela quer ser amiga para saber o que está acontecendo, saber quantas celebridades vão estar aqui para isso? Eles já estão descendo sobre a cidade. —

—Como uma praga.— Eu escorrego o vestido em torno de sua cintura e a empurro contra a cama. —Então ninguém está olhando para você agora.— —Não—, ela diz, com a voz rouca. —Alguém está à sua procura?— —Claro que não.— Eu deslizo meus dedos por entre as pernas e desabotoo o meu jeans. —É só você e eu.— —Há tantas pessoas na casa, Caulter—, ela sussurra. —Lá embaixo. Qualquer um poderia vir até aqui. Tenho certeza de que Rose estará procurando por nós. Eu acho que ela sabe sobre nós. — —Então ela não vai estar olhando para nós—, eu digo, caminhando para a porta do quarto e trancando. —Por que não podemos ir a algum lugar?—


—Nós podemos—, eu digo a ela. —Depois que eu entrar em sua buceta apertada.— Ela geme. —Você está me fazendo -— —Molhada?— Pergunto. —Sim, Princesa, eu já senti isso.— Eu começo a desatar minha calça, deslizando-a sobre a minha bunda, mas ela me para. —Basta parar de se despir e me foder—, diz ela, envolvendo a mão em volta do meu pau. Ele pulsa em seu aperto. —Como agora.— Eu nem sequer me preocupei em tirar a roupa. A urgência em sua voz quando ela senta na borda da cama, com a saia em torno de sua cintura, olhando ligeiramente despenteada, me dá vontade de fazer o que ela pede. Minha calça está em torno de minha bunda quando aperto as coxas dela e puxo para baixo até que ela está pendurada para fora da cama. Quando mergulho meu pau dentro dela, ela geme alto. Eu acho que ela não dá muito de uma merda sobre qualquer audiência. Empurrando dentro dela, eu ajusto quando ela joga a cabeça para trás, pressionando contra o colchão, e gemendo um pouco mais alto desta vez. —Foda -me—, ela ordena. —Mais Duro.— Ela é tão malditamente quente e úmida que eu não posso me segurar, eu fodo com ela mais difícil. —Você vai ter que manter seus gemidos mais baixo para que o seu pai e Ella não nos peguem.— Isso faz com que ela gema novamente. —É isso que faz você quente, Princesa?— Eu pergunto, empurrando para dentro dela, meu pau tão profundo eu juro que eu posso atravessar através dela. —Saber que nossos pais podem nos ouvir?— —O que você está fazendo com o seu pau está me deixando quente—, diz ela. Sua voz está um pouco alta demais, então eu cubro a sua boca com a minha mão, seus olhos se abrem, e ela morde o lado do meu dedo. Eu empurro nela mais difícil punindo-a por me morder, e ela geme, meus movimentos são rápidos mesmo quando eu enfio dois dedos dentro de sua boca, os mesmos dedos que tinham estado em sua buceta há poucos minutos, observando ela devorar os dedos que ainda têm seus sucos neles me faz querer gozar, eu não me importo sobre as pessoas que estão lá fora; eu quero enchê-la com minha porra quente. Seus músculos ficam tensos em torno do meu pau e eu sei que ela está pronta. —Chupe-os—, eu


sussurro. —Envolva esses lábios em torno de meus dedos como você fez com o meu pau.— Ela geme, baixo em sua garganta, e aperta a sua buceta. —Você está gozando para mim, Princesa?— Eu pergunto, e ela acena com a cabeça, olhando para mim com grandes olhos suplicantes. —Goza para mim.— Ela estava tão perto que na hora que eu lhe dou permissão, eu sinto o seu orgasmo rasgar através de sua buceta, seus músculos me apertando mais e mais quando ela goza. Ela se inclina de volta e eu mantenho meus dedos firmemente em sua boca, o meu polegar sob o queixo quando eu dirijo tão profundamente dentro dela enquanto eu permito-me, gozar. Minhas bolas se apertam e eu a encho com a minha porra quente. Um minuto mais tarde, o meu pênis ainda está latejando, ainda vazando com cada espasmo, e ela está sorrindo para mim. Ela puxa os dedos de sua boca. —Que diabos vamos fazer amanhã, Caulter?— —Não há nenhuma porra de sangue no meu cérebro agora, e você está me fazendo uma pergunta como essa? O que há de errado com você? — Katherine aperta minha mão de seu seio a cobri -lo, eu amasso a sua carne com a minha mão. —Estou dizendo isso—, ela diz baixinho. —Eles estarão se casando amanhã, e você está me fodendo.— —Não se esqueça,— Eu a lembro. —Você estava me implorando para transar com você.— Ela franze a testa. —Existe uma despedida de solteiro?— —Você está tentando me fazer vomitar?— Eu pergunto, correndo minha outra mão sobre o seu seio. Ela ri. —Você não quer ir para uma despedida de solteiro com o meu pai?—, Ela pergunta. —Isso não soa como diversão?— —Não seja nojenta.— O pensamento é tão repulsivo que eu não posso deixar de tremer. —Sou eu que vou ter que ver um monte de garotas de Hollywood que você dormiu quando estivermos na cerimônia de amanhã?— Faço uma pausa, correndo mentalmente através de uma lista na minha cabeça das amigas de Ella que eu poderia ou não ter batido, não é uma


lista pequena, mas eu não vou lhe dizer isso. —Talvez.— —Merda, Caulter—, diz ela, batendo minha mão. —Não era para você, porra me dizer isso.— —Você perguntou. Você queria que eu mentisse para você? — —Eu não sei o que eu quero—, diz ela. —Mas não podemos continuar fazendo isso, você sabe.— —Por que não?—, Pergunto. —Diferente do que você pensa, temos uma porra para nos agarrar.— —Eu e o resto do mundo—, diz ela. —Eles estão se casando.— —Então?—, Pergunto. —Nós não estamos realmente relacionados. Você percebe isso, não é? — Ela balança a cabeça. Este pequeno pedaço de cabelo cai sobre a testa e em seu olho quando ela se move, e eu o coloco de volta no lugar. —Isso é o que as pessoas vão pensar, Caulter.— —Não—, eu digo. —As pessoas vão pensar que somos dois adultos que são completamente independentes e que também estão se enroscando.— —Isso é tudo, certo?—, Ela pergunta. —O que você quer de mim, Kate?—, Pergunto. Pareço aborrecido, mas a verdade é que eu pensei sobre isso. Ela não tem ideia o quanto pensamento fodido eu tenho sobre ela - ou nós. Eu nunca paro de pensar nisso. Será que ela não entende como absolutamente insano é o que eu tive com ela, e somente ela, desde o final do ano letivo? Isso não é comigo. Furando meu pau em uma buceta por meses não é comigo. Gastando todo o meu tempo com ela porra a mesma garota, não é comigo. Rindo das pequenas coisas estúpidas que diz a patricinha, quando estou deitado na cama à noite, antes de adormecer, não sou eu. No entanto, aqui estamos nós. —Você quer que eu seja seu namorado porra ou algo assim?—Pergunto. — Ou você quer que este seja o nosso pequeno segredo sujo? Eu não tenho certeza o que diabos você está querendo aqui. — Ela olha para mim com os olhos apertados. Ela pode estar irritada, mas ela diz algo quando estamos tendo essa conversa, enquanto ainda estou dentro


dela, com a minha mão no seu seio. —Eu estou dizendo que não podemos continuar fazendo isso, porque nós seremos pegos.— Eu coloco meu polegar sobre o mamilo. —Diz a garota que estava gemendo tão alto a um minuto atrás que se importava de ser pega.— —Porque você me deixa louca—, diz ela. —Eu não posso confiar em mim quando estou com você.— —Então você quer parar?— O mamilo está duro sob o meu dedo, e eu sinto meu pau começar a se mexer novamente, esta menina é como uma pequena pílula azul. Estou constantemente duro para ela. —Não devemos continuar—, diz ela. —Eles ainda não estão casados.— —Eles vão estar amanhã.— —Então, amanhã vamos parar—, eu digo, beliscando o mamilo entre meus dedos e observando-a estremecer. Ela não bate minha mão. Em vez disso, os músculos de sua buceta apertam em torno de mim. —Só isso?—, Ela pergunta. —Só isso—, eu digo a ela. —Você não quer me foder, eu não vou transar com você.— —É muito fácil para você.— Claro que não, eu quero dizer, como se eu quisesse parar de transar com ela? Esta menina tem-me envolvido em torno de um eixo, pensando nela constantemente. Eu não posso parar. Mas eu não vou lhe dizer isso. Eu não posso dizer isso a ela. —É assim tão fácil.— —Tudo bem—, diz ela, sua mandíbula apertada. Mas quando eu rolo minha mão em todo o seu outro seio, ela arqueia de volta para o meu toque. — Então nós vamos parar.— —Nós provavelmente deveríamos transar, tanto quanto possível hoje—, eu sussurro. —Se nós iremos parar.— —Sim—, ela diz. —Nós devemos.— Ela pressiona seus quadris em direção ao meu, e eu chego para baixo, segurando sua coxa. —Eu odiaria ver você andando pelo corredor amanhã de outra forma que não de quatro patas—, eu digo.


—Você é um idiota—, diz ela, com o meu pau endurecendo. Mas ela está sorrindo.

Capítulo 24 Katherine Hoje é o dia. Dia-D. O casamento do meu pai e Ella. Caulter foi fiel à sua palavra, ele me deixou andando como um cowboy que desmontou um cavalo depois de dias de equitação. O estilista fazendo o meu cabelo esta manhã perguntou se eu estava bem, e meu rosto ficou da cor de berinjela. Este casamento é o evento social nesta parte de New Hampshire. É um grande negócio. Graças a Deus a nossa casa do lago não era grande o suficiente para que pudesse ser realizado no quintal; A festa de noivado de meu pai no quintal, o lugar favorito da minha mãe foi brega como o inferno. Eu diria que minha mãe teria se revirado no túmulo, mas a verdade é que ela gostaria sinceramente que o meu pai fosse feliz esse era exatamente o tipo de pessoa que ela era. Caulter e eu deveríamos estar no caminho para o casamento, juntamente com o resto da festa. Ele está tomando o café da manhã, neste enorme lugar que costumava ser um hotel em 1800. Nós não estamos como o resto da festa de casamento, embora - eu menti para Ella e disse que eu precisava da ajuda de Caulter com uma surpresa para o meu pai. —Você está bem?—, Ele pergunta, quando a limusine para. —Eu vou estar em apenas um minuto. Obrigado por ter vindo comigo —. Ele balança a cabeça. —Eu posso sair com você, se você quiser.—


—Não—, eu digo a ele. —Eu não vou demorar muito.— Eu levo as flores e caminho pela grama, meus saltos afundando na sujeira. Ella vai pirar quando ela vira forma como os meus stilettos vão deixar pequenos pedaços de terra quando eu caminhar até o altar, mas eu não me importo. A barra do meu vestido arrasta na grama, mas eu não posso parar de fazer o que uma grande parte de mim quer fazer. Eu substituo as flores que estão sobre o túmulo de minha mãe, colocando em outro túmulo que se encontra a poucos passos de distância, é o túmulo de uma criança, e ninguém traz flores, o que sempre me deixa triste. Parece estranho, um pouco inadequado, estar fazendo isso em um vestido de dama de honra antes de meu pai se casar com outra pessoa, mas eu não podia participar deste dia sem falar com ela primeiro. Eu engulo em seco. —Eu sinto sua falta—, eu digo. —Eu acho que você não acharia Ella tão ruim, embora. Caulter a odeia, eu acho, ou, talvez não odeia, exatamente. Eu acho que ele se sente da mesma forma que eu faço sobre o pai. Você não gostaria de saber na verdade, o que eu sinto sobre o pai.— Eu sempre venho aqui para falar com ela, mas eu não tenho sido capaz de me obrigar a falar com ela sobre Caulter. —Então, o casamento é hoje eu estou no meu caminho, com Caulter —, eu digo. —Eu acho que você gostaria dele.— Parece que eu estou falando sobre o casamento, mas é de Caulter que eu realmente quero dizer. Este casamento tem que ser o fim de tudo que aconteceu entre nós; seria terrível para a campanha do meu pai, a mídia iria fazer uma tempestade de merda se eles descobrissem, essa é a última coisa que meu pai precisa. — Eu te amo, mãe.— Sinto-me triste com a caminhada de volta para o carro, uma tristeza estranha está se instalando em cima de mim. É como se eu estivesse deixando ir - não minha mãe, mas Caulter. Há uma pequena parte de mim que se chateia e penso que as aspirações políticas do meu pai não deve ditar toda a minha vida, essa parte de mim que mantém a carta de admissão da UCLA em minha mesa, a parte de mim que esteve falando com o diretor do departamento de arte na semana passada para ver se eu poderia marcar uma visita enquanto meu pai e Ella


estariam longe em sua lua de mel. A parte de mim que acha que devo dizer ao meu pai para ir se foder, porque eu vou fazer o que eu quero. É muito ruim que essa parte não é a mais forte. De volta ao carro, Caulter olha para mim com preocupação. —Você está pronta?— —Estou pronta.—


Capítulo 25 Caulter Todo esse maldito dia é uma porcaria, quero dizer, o casamento em si é suficiente para me fazer querer vomitar. Imaginei que depois desse tempo Ella teria desistido sobre casar com o senador mas eu acho que a perspectiva de eventualmente, ser a primeira-dama seria bom o suficiente para ela. Vendendo-se é claro, eu não posso culpá-la muito nessa parte, considerando o fato de que eu concordei em jogar junto com tudo isso para garantir que nada aconteça com meu fundo de garantia. O ministro está falando, e eu estou olhando para Kate todo o tempo. Mais cedo, ela me disse que tínhamos de parar no túmulo de sua mãe antes da cerimônia, e que ela queria que eu fosse com ela, eu pensei que não poderia me sentir mais protetor com ela do que na noite da festa e levou tudo que eu tinha para não ir lá e segurar a sua mão enquanto ela estava no túmulo. Mas eu não queria me intrometer, se ela precisava fazer isso sozinha. Quando ela voltou para a limusine, havia um peso que parecia se fixar sobre ela, e ela ficou em silêncio durante a viagem até aqui, olhando pela janela o tempo todo. É impossível tirar os olhos dela, onde ela está na minha frente, imprensada entre as outras damas de honra. As outras mulheres que são amigas insípidas de Ella de Hollywood, essas garotas não têm nada especial sobre elas. Kate as fazem se parecer como bruxas. Mesmo com um sorriso estampado em seu rosto que não faz nada para esconder a tristeza por trás de seus olhos, ela está fodidamente linda, seu cabelo está puxado para cima, essas pequenas mechas caindo em torno de seu rosto, o vestido sem alças que ela está usando expõe sua clavícula e faz seu olhar régio; vestidos de dama de honra é suposto ser feio, não é? Mas não em Kate.


O ministro continua falando, e minha mente está presa sobre o que Kate disse ontem, sobre como nós dois temos que parar de fazer o que estamos fazendo. Foi difícil levar a sério quando ela fez essa afirmação quando eu estava enroscando meus miolos em todas as posições imagináveis para o resto do dia, mas ainda assim, o que ela disse está me incomodando. Eu nunca estive tão preso a uma garota e muito menos com vontade de continuar dormindo com ela. E agora, eu não posso me imaginar não tendo Kate ao redor.


Capítulo 26 Katherine —As pessoas estão olhando para nós?— Eu me inclino e sussurro para Caulter, que se senta ao meu lado na mesa da festa de casamento. —Eu sinto que as pessoas estão olhando para nós.— —É claro que eles estão. Diz ele. —Estamos na mesa de casamento na frente de todos. Todo mundo está olhando para nós porra, ou a nossos pais. — —Eu não estou louca— - eu insisto. Eu sinto que as pessoas podem ver através de nós. Como se eles soubessem. Do outro lado um dos padrinhos se inclina para falar comigo. —Então, Harvard no outono, hein?— Eu quero mandar eles se foder, quero mandar Caulter se foder também. Estou tão incrivelmente nervosa e irritada, mas eu juro que isso não está na minha cabeça., as pessoas estão olhando para seus telefones celulares um pouco demais. Rindo um pouco demais. —Eu não tenho certeza— - eu digo distraidamente. —Não tem certeza?—, Ele pergunta. —Você está insegura sobre Harvard? Seu pai disse que você vai fazer direito. — —Sim. Sim, é claro que eu estou. —Eu balanço minha cabeça, completamente obcecada com a mulher que está na mesa à frente verificando seu telefone mostrando a menina ao lado dela. Ambas olham sobre seus ombros em nossa direção e ri, cobrindo a boca com as mãos. Ok, eu não estou louca aqui. Chego até a minha bolsa no chão ao lado da cadeira e abro o fecho retirando o meu telefone para o meu colo. Caulter olha para mim. —Tão rude—, ele repreende. —Eu não estou delirante aqui,— Eu assobio. —As pessoas estão olhando para nós.— E não é apenas algumas pessoas, são várias pessoas, olhando para seus telefones no meio do jantar de recepção. É como algum tipo de


doença que se espalha através da multidão. —Eles provavelmente estão apenas olhando para suas tetas—, ele sussurra. —Isso é engraçado, idiota.— Eu verifico alguns dos sites de notícias, olhando de vez em quando para responder a alguma pergunta coxa do padrinho de casamento. Não há nada - nenhum grande evento terrorista, nenhuma guerra que está acontecendo desde que começamos a recepção. —Por que há telefones aqui?—, Pergunto. — celebridades não odeiam isso?— Caulter se inclina. —Seu pai e minha mãe não estão exatamente tentando evitar a atenção da mídia.— Eu o ignoro, limpando meu site de pesquisa da Internet. —E?— Sussurra Caulter. —O que você achou?— Então eu verifico um dos sites de fofocas. E aí está, a manchete estampada na tela em letras vermelhas brilhantes, apenas no caso de alguém poder perder isso. Meu coração afunda. Eu acho que vou ficar doente.

AMOR DE IRMÃO: TEM CAULTER STERLING E KATE HARRISON FEITO O MAIS NOVO RELACIONAMENTO NA CAMA?

É só um tabloide, eu acho. Minha cabeça está nadando. É só um tabloide on-line estúpido, sem evidência de qualquer coisa. Não é nada. Apenas um boato, que são obrigados a ser rumores. Eu rolo para baixo. Há uma foto de nós, a partir de ontem, no carro onde havíamos estacionado, a mão de Caulter no meu ombro. Ok, pelo menos ele não tem uma foto do que veio logo em seguida. Não é inteiramente incriminador. Droga, eu lhe disse para não ser tão estúpido e descuidado. Eu sabia que não deveria ter sido tão descuidada. Estou tonta e continuo lendo, minhas emoções vacilantes entre horror e humilhação. E então eu olho o que torna tudo isso em mais, até mesmo a foto, olha


como nada. É uma foto de um cartão com nomes de meninas sobre ele, as palavras — Brighton Bingo— que atravessa o topo. Todos os nomes estão rasurados exceto, o meu está bem no meio de toda a maldita coisa, com uma estrela em torno dele.

Katherine Harrison. Beijo 50 pontos. Sexo - 100 pontos. Anal - 200 pontos. Sem camisinha - 500 pontos De maneira nenhuma, eu acho que vou vomitar, mas eu não posso me ajudar e continuo a ler. —Uma fonte próxima a Caulter Sterling diz que a celebridade, famoso por se deitar com muitas jovens estrelas de Hollywood e socialites de Nova York, inventou o jogo, Brighton Bingo, como uma forma de quantificar suas conquistas no internato particular de prestígio. Katherine Harrison é claramente o seu prêmio final. — Eu olho para Caulter, minhas mãos tremendo. —O quê?—, Ele pergunta. Eu penso sobre esfaqueá-lo com a minha faca de bife. —Brighton Bingo?— Eu assobio. Eu não posso dizer mais nada. Eu empurro minha cadeira para longe da mesa, muito sobrecarregada para pensar. Eu tenho que sair daqui. Meu pai está de pé, eu acho que é quase hora para a dança pai e filha. O pensamento de levantar-me na frente de todas essas pessoas e dançar com meu pai aqui me faz querer chorar. Alguém pergunta se eu estou bem e eu não respondo. Eu tropeço passando pelas pessoas em suas mesas, os hóspedes que reconheço leram o artigo e estão observando- me para uma reação. Eu não vou chorar. Eu não vou chorar. Estou chorando antes mesmo de sair da sala. Eu posso sentir o estouro de lágrimas, caindo no meu rosto. Fora da área de recepção, Caulter agarra a minha mão e eu me viro.


—Merda, Kate—, diz ele. —Que porra é essa - Puta merda, você está chorando?— Eu arranco a minha mão para longe dele, consciente de que não estamos mesmo sozinhos aqui fora. Do canto do meu olho, eu vejo um casal de idosos a pé vindo em nossa direção e volta para a sala de recepção. Eu dou um tapa no rosto de Caulter, ele agarra meu pulso me puxando. —Que porra nunca amar você é problema ?—, Ele pergunta. —Brighton Bingo—, eu digo. Minha voz é muito alta. Digo a mim mesmo para ficar quieta. Eu não deveria ter essa conversa aqui. Precisamos ir para outro lugar. Todos esses pensamentos racionais passam pela minha cabeça, girando ao redor e em círculos e sendo completamente substituído pelo fato de que Caulter me vê como uma espécie de prêmio em um jogo de foda. E todo mundo sabe. Seu rosto fica branco, e isso é toda a resposta que eu preciso. —Isso não é comigo, Kate—, diz ele. —Não é você?—, Eu digo minha voz mais alto. —Me fodendo sem camisinha é quinhentos pontos, Caulter. Não é de admirar que você foi tão rápido para se jogar nessa granada, hein? Tudo isso tem sido um jogo o tempo todo?— —Sim, Kate, é tudo um jogo. Meu objetivo durante todo esse tempo tem sido de bater a minha meia-irmã sem preservativo —, diz ele, a mão ainda no meu pulso. Tento afastar-me, mas ele me puxa para mais perto, com o rosto contorcido de raiva. —Você que pediu por isso. Essa era a minha porra de excentricidade. Você está louca?— —Você é nojento.— Com a mão livre, eu lhe dou um tapa no rosto. Eu só não acredito nele. —Largue o meu braço antes que eu chute suas bolas.— —Eu estou sendo sarcástico—, diz ele. Mas ele me deixa ir, dou um passo para trás. —Jesus Cristo, se controle.— —Eu odeio você.— —Sim?— Pergunta ele, com a voz mais alta. —Bem, eu te amo porra.— As palavras ecoam através do espaço entre nós, e é como se tudo fica parado. Eu fico lá enquanto ele olha para mim, com as mãos ao seu lado, palmas das mãos estendidas. Ele pega a mão de alguém no meu ombro para me sacudir fora da minha


neblina, e eu me viro. Alguém abriu a porta da sala de recepção, e as pessoas estão olhando para nós. Eu olho para eles, seus rostos se afastam como se eles fingissem que não perceberam o espetáculo. E então eu volto para ver Caulter ainda de pé lá, congelado na posição. Ele olha do mesmo modo agora-- gostar de alguém me dá um soco no estômago. Tudo acabou.


Capítulo 27 Caulter UM ANO DEPOIS —Soda?— A aeromoça estabelece um guardanapo na bandeja na minha frente. — Eu aceno, e, em seguida, inclino a cabeça para trás contra o assento e fecho os olhos, abafando o barulho de vozes ao meu redor. É hora de voltar ao mundo real. Essas foram as palavras que minha mãe tinha usado em seu e-mail para mim há um mês. Eu verifiquei no café internet em Luang Prabang em Laos. Eu tinha estado lá o mês passado, o fim do ano passado no sudeste asiático - Vietnã, Tailândia, Indonésia, Malásia, Nepal, Índia e Camboja. Algumas pessoas podem me achar como um fodido, do jeito que eu apenas estou indo e vindo. Eles não entenderiam por que eu fiz o que fiz. A recepção do casamento mudou tudo.

Mesmo do outro lado do mundo, eu não conseguia parar de pensar sobre o que aconteceu. Nos próximos meses, quando eu fechei os olhos à noite, é repetido na minha cabeça, a mesma cena preso em um loop. Katherine está na frente de mim, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto enquanto ela me disse que me odiava por aquilo que ela pensou que eu tinha feito. Eu disse a ela que eu a amava. Eu quis dizer isso. Foi a única vez que eu já tinha falado as palavras a alguém. Ela não disse isso de volta. Eu saí porque eu estava fugindo, mas este ano acabou sendo exatamente o que eu precisava. Eu diria que eu fui encontrar-me, mas parece que tal


besteira seria piegas. Essa é a melhor maneira que posso descrevê-lo, no entanto.

Eu tentei falar com ela após a recepção, mas ela não quis sequer olhar para mim. —Eu não dou a mínima para qualquer outra coisa, Kate,— eu disse. —Eu não me importo quem sabe, e eu não me importo com o que eles pensam, e você sabe que a coisa Brighton Bingo foi Chase, não eu. Ele é o idiota que vazou isso para a imprensa. — —Isso não importa, Caulter.— Tentei convencê-la a deixar tudo e fugir comigo, mas ela não queria ouvir qualquer coisa que eu tinha a dizer. Ella tinha explodido brigando comigo gritando, chamando-me do mais irresponsável fodido que já existiu, dizendo-me que eu não precisava mais dar a mínima para o fundo fiduciário. Ela poderia ficar com tudo. Saí no mesmo dia para o aeroporto e obtive o primeiro voo que eu poderia encontrar para Boston. No dia seguinte, eu tinha um bilhete para Bangkok através de Tóquio, onde planejava passar o próximo mês bebendo através da minha conta bancária e batendo garçonetes tailandesas. Eu não tinha planos para o que eu ia fazer depois disso. A primeira noite que eu estava na cidade, eu estava como uma boa merda e desmaiei no meu hotel de luxo no distrito de negócios quando acordei, nada era diferente. Eu era o mesmo imaturo, irresponsável pau que sempre fui. Então eu decidi que não queria ser um mais um pau, queria uma mudança. Vendi tudo - meu relógio de designer, meus eletrônicos, todas as coisas que me amarraram à minha outra vida, aquela em que eu era o filho de uma das maiores estrelas de cinema do planeta. E eu fiz uma coisa que eu nunca tinha feito antes. Eu trabalhei. Fiz biscates, aqui e ali, trabalho manual, e viajei do jeito que eu nunca tinha feito antes, em um ônibus lotado na Índia, em um trem na China. Fiz amizade com pessoas que não dão a mínima para que pessoa eu era. Eu


não era como todo Zen e merda, totalmente desprendido de tudo de volta nos Estados Unidos. Eu mantive o controle sobre tudo, lendo sobre o assunto só que outro lado do mundo. Demorou um mês para o senador e Ella se separarem, depois do que aconteceu com Kate e eu, nós não éramos inteiramente culpados é claro; a relação estava condenada desde o início, devido a obsessão política do senador e o jeito que Ella amava viver a vida 'deixe a vida te levar'. Ela me notificou com um e-mail que estava ocupada redecorando o lugar em Malibu preparando-o para um novo começo. O escândalo não fez qualquer rachadura na campanha de reeleição do senador, que foi praticamente incontestável de qualquer maneira. E Kate... A cobertura da mídia sobre o incidente ficou em cima por par um de semanas após o ocorrido, mas, em seguida, eles foram para alguma outra história mais escandalosa. Kate se recusou a dar qualquer entrevista. Mas ela foi para a UCLA, não Harvard. Eu sorri quando li isso. Ela estava estudando arte. Ela está estudando arte. Às vezes eu penso sobre ela no passado, como se ela fosse uma parte da minha vida anterior. E então eu vejo alguém que se parece com ela quando eu olho com o canto do meu olho, ou quando uma menina enfia seu cabelo atrás da orelha da maneira que Kate fazia... E é, uma parte muito importante minha no presente novamente. Seis meses atrás, minha mãe entrou em contato comigo oferecendo-me novamente o meu fundo de confiança de volta para mim, concordei, mas nos meus termos, o primeiro punhado de investimentos que eu fiz estavam nas artes, a lugares que eu sabia que Kate gostaria. Controlando-os, da mesma forma que eu pretendo fazer com o outro negócio que eu quero ajudar, empresas e pessoas com iniciativa e com boas ideias que estão lutando, mas não têm o capital para financiar seus projetos, eu não achava que qualquer um dos lugares que eu tinha investido teria qualquer tipo de conexão com Kate. Até uma semana atrás. Não foi sorte que eu tropecei na pequena menção da exposição online, eu


tive alertas on-line criados sobre as empresas que eu tinha investido... E em Kate. Acho que nunca esteve em cogitação tirá-la da minha cabeça, mesmo estando do outro lado do mundo. Quando vi o anúncio sobre a mostra de arte com o seu nome, imediatamente chamou minha atenção; foi a imagem da obra do artista que me fez ir à agência de viagens mais próxima e comprar um bilhete só de ida para a Califórnia.


Capítulo 28 Katherine —É uma loucura.— Eu giro em torno da galeria, minha cabeça está nas nuvens, pois ele pode ver eventualmente. —Eu não posso acreditar que eu estou vendo meu trabalho na parede, em uma verdadeira exposição.— —Acredite—, diz o diretor da galeria. —Tem havido um grande interesse em você, Katherine. Você é uma estrela ascendente, você tem um talento nato. — —Estou feliz que você foi capaz de manter a galeria aberta—- eu digo. Três meses atrás, este lugar estava sob a ameaça de fechar, e dada a longa história da galeria nesta parte da cidade, foi trágico. —Saúde para o anjo investidor que salvou a galeria—, diz ela. —Você não sabe quem é?— Ela balança a cabeça e encolhe os ombros. —Aparentemente, ele prefere fazer suas boas obras de forma anônima—, diz ela. —De qualquer forma, minha cara, há um repórter aqui que quer entrevistá-la.— Eu gemo. —Não é sobre a minha vida pessoal.— Ela balança a cabeça. —Totalmente sobre a sua arte.— —Mas por quê?— —Eu disse-lhe que você é talentosa—, diz ela. —Por que você acha que passei os últimos dois meses bajulando você a me deixar mostrar o seu trabalho?— Levou dois meses para me convencer a mostrar meus desenhos a carvão, o motivo foi porque eu não confiava que seu interesse não era simplesmente relacionado com o fato de que eu sou a filha rebelde do senador Harrison. Meu pai e eu não nos falamos em meses, ele não tem interesse na forma como eu —escolhi jogar fora minha vida— mas estou orgulhosa de mim mesma por ter escolhido UCLA, e ir para a escola de arte.


Eu não estou orgulhosa de mim mesma sobre a forma como as coisas terminaram com Caulter. Essa conversa no corredor fora da recepção do casamento ainda me assombra. Ele se repete em minha cabeça mais e mais, o seu —Eu te amo porra.— Eu não disse isso para ele de volta. Eu fiquei lá enquanto ele olhava para mim, dando-me tudo o que tinha, sabendo que Caulter não era o cara que dizia algo parecido. E eu não disse de volta. Quando ele tentou se explicar, eu disse que não queria nada com ele. Fiquei muito emocionada com tudo o que tinha acontecido - aos olhos do público. Eu não achei que ele só iria sair. Mesmo depois, eu pensei que eu seria capaz de rastreá-lo em Hollywood, e eu tentei. Quando eu enviei um e-mail a Ella, ela não tinha ideia de onde estava. Tailândia - pensou. Índia, talvez. Ele foi caminhando ao redor da Ásia. Escrevi-lhe uma centena de e-mails que eu nunca tive a coragem de enviar, dizendo-lhe o que sentia por ele, que eu o amava muito. Mas foi demais para colocar em um e-mail. A verdade nua e crua é que eu era apenas muito de uma merda de uma medrosa para dizer como eu me sentia. Para os primeiros meses depois que ele se foi, eu esperava que ele batesse na porta de vidro do meu pátio e apenas entrasse com aquele sorriso estúpido em seu rosto. Mas isso nunca aconteceu. Eu estaria mentindo se eu dissesse que eu não penso sobre ele o tempo todo. Mas, como se vê, a vida não é realmente um conto de fadas, afinal de contas, não importa o quanto eu gostaria de acreditar que é. Eu acho que se Caulter estivesse aqui, ele estaria orgulhoso de mim. E acho que ele iria rir quando visse o título em minha galeria para a exposição. Mas ele não está aqui nem meu pai. Meus amigos da escola estão aqui, no entanto, e um punhado de professores do departamento de arte, que estão aqui, cercado por meus desenhos; estou bastante convencida de que esta é uma das melhores coisas que nunca pode chegar para mim. Estou muito feliz, mesmo que parte de mim sabe que algo está faltando. Caulter está faltando. Um repórter de um pequeno jornal, com foco em artes que está entrevistando-me pergunta sobre a inspiração para o show. Eu não minto,


mas eu não falo a verdade. —Ele foi inspirado por um amigo meu,— eu digo. Eu não explico. —É uma escolha interessante o título - Prick—, diz ele. —Algum amigo.— —É um amigo,— Eu repito. —Eu não tenho certeza que eu falaria isso.— A voz me atinge como uma tonelada de tijolos. A voz dele. Como um fantasma do meu passado, porque ele é um fantasma maldito do passado. Eu giro ao redor. Caulter fodido Sterling, em carne. Na carne santa-merda-ainda-lindo. Caulter mudou, seu cabelo é mais longo, mais despenteado, despenteado como se tivesse acabado de sair da cama, mas de uma forma sexy. E ele está vestindo um terno. E uma gravata. —Você,— eu digo. É a única palavra que eu posso cuspir. Você. Isso é o que eu digo para a pessoa que eu amo, após um ano sem ver. Isso é o que eu digo para a pessoa que olha para mim na vida real em vez de meus desenhos. —Prick—, diz ele, olhando para mim significativamente. Ele não pode deixar de se reconhecer nos desenhos - não mostra seu rosto, mas ele sabe que é ele. —É o nome da exposição,— o repórter se intromete, sua voz soando mais nasal do que parecia antes. Eu me viro, dando-lhe um olhar. —Você poderia nos dar licença, por favor?— —A entrevista -— ele começa. —Basta dar-nos um momento, por favor.— Eu não olho para ver se ele se foi antes de eu voltar para Caulter. —Idiota—, eu digo. —puritana fria—, diz ele. E há o velho Caulter, o Caulter que eu amava. O Caulter que eu ainda amo agora. Um sorriso se espalha lentamente em seu rosto, aquele mesmo sorriso que fez meu coração pular antes. Eu sorrio, a maior merda-sorriso que eu já sorriu.


—Idiota.— —Boazinha—. —Homem prostituto—. —Princesa—. Ele diz a palavra, e eu sei o que eu sempre soube. Eu sei o que eu deveria ter sabido na época, quando eu o deixei ir. E eu sei o que tenho que falar para ele. A parte lógica de mim está dizendo, não, tem sido um ano, ele tem uma namorada ou ele está fodendo com atrizes gêmeas de Paris. Ele está me dizendo, seja razoável. Seja apropriada. Foda-se a parte lógica de mim. Eu quero chutar a merda fora dessa parte de mim. Essa é a parte de mim que nunca teve nada na fé. Essa é a parte de mim que sempre jogou pelo seguro. Essa é a parte de mim que era sempre apropriada. Eu não sou aquela garota mais. Então eu dou um salto de fé. —Eu fodidamente amo você—, eu digo. Eu espero, enquanto o tempo passa rastejando, e ele olha para mim. Eu não posso ler a expressão em seu rosto. —Bem, obviamente—, diz ele, apontando para as paredes. —Quero dizer, você basicamente criou um santuário de maldição em minha honra.— —É bom ver que você ainda é um idiota—, eu digo. —Pelo menos eu intitulei a exposição com precisão.— Caulter sorri. —Sim, nada mudou muito—, diz ele, deslizando o braço em volta da minha cintura e puxando -me apertado contra ele. Meu coração pega na minha garganta quando ele olha para mim. —Eu também fodidamente amo você, Princesa.—


Capítulo 29 Caulter

Três anos mais tarde

—Você vai me dizer para onde estamos indo?— ela pergunta, com a mão em seu quadril. —Sério, eu mesmo nem sei se estou vestida de forma adequada?— Eu balanço a minha cabeça. —Desculpe, meus lábios estão selados—, eu digo a ela. —Você confia em mim?— Ela põe o dedo para o canto de sua boca e finge pensar por um minuto. — Hmm. Isso é discutível.— Deslizando meus braços ao redor da cintura dela, eu a beijo suavemente na ponta do nariz, antes de descer para seus lábios carnudos; eu a beijo avidamente, meu pau se mexe assim que minha língua entra nela. Eu paro o beijo e olho para ela por um minuto. Eu mal posso acreditar na minha sorte, estou com Kate. Quando eu a vi, há três anos, em pé lá na galeria cercada por todos os esboços de mim, eu sabia que era isso. Isso estava destinado a ser. Pode soar piegas como o inferno, mas eu estava lá. Eu sou um homem mudado, e tudo isso é obra de Kate. Eu não acreditava em felizes para sempre antes, o Senhor sabe que Ella nunca foi um grande modelo para isso. Ela está de volta para namorar estrelas do rock o que não é nenhuma grande surpresa. O namorado dela, Viper acabou de se mudar, o lugar em Malibu está de volta para ser pintado


de preto novamente. Desta vez, ele está coberto de estampas de animais e decoração de crânio prata. Com o meu histórico, estou mais surpreso do que ninguém que eu acabei aqui com Kate, a garota que eu amo odiar, três anos atrás, eu estava feito brincando com ela. Nós dois estávamos feitos jogando com o coração um do outro. Agora, nós salvamos os jogos para o quarto. Quero dizer, em três anos, eu ainda nem ateei fogo na sua roupa em tudo. Kate me dá um tapa de brincadeira no peito. —O quê?—, Ela pergunta. —Eu tenho algo em meus dentes? Você está olhando para mim e está me assustando. — —Eu só estou pensando que eu sou feliz—, eu digo. Eu realmente sou. Aos dezoito anos de idade Caulter nunca teria imaginado ser capaz de dizer isso; Eu nem acho que eu poderia ter compreendido o que significava ser feliz. Agora, eu estou a rebentar pelas costuras com ele. Todo esse cálice transborda a coisa? Esse sou eu. E na minha vida profissional também. Acontece que eu tenho algum sentido para os negócios, estou usando o meu fundo de garantia para investir em pequenas empresas, iniciando empresas que estão fazendo coisas significativas no mundo. E isso faz eu me sentir bem. —Ah, é?— Kate pergunta, sorrindo. Ela desliza suas mãos sobre o meu peito, alisando o tecido da minha camisa. —O que está fazendo você tão feliz? É a nossa viagem para o Caribe ...? — Eu rio. —Boa tentativa. Você vai saber em breve —, eu digo a ela. —Como exatamente você acha que vai conseguir me atravessar no aeroporto sem que eu saiba para onde estamos indo?—, Ela pergunta. —Eu levanto as sobrancelhas. —Avião privado,— eu digo. O avião é obra de Ella. Ela pode não ser a mais tradicional ou estável mãe, mas ela sabe como agradar através de uma pitada de coisa. E isso deve contar para alguma coisa. —Ella deu-lhe o seu avião?—, Ela pergunta. Suas mãos correm pelos meus braços, e eu a puxo para perto de mim, inalando profundamente, meu nariz em seu pescoço. Eu amo o cheiro dela; é como estar em casa. —Ela não me deu de forma permanente—, eu digo. —Mas esta é, uma


ocasião especial.— Kate ri. —Eu não ganhei um Prêmio Nobel—, diz ela. —Eu só me formei na faculdade.— Eu beijo o seu pescoço, e ela se contorce, deixando escapar um gemido suave. Eu não disse a ela que esta viagem não é sobre sua formatura da faculdade. —É um grande negócio—, eu digo. —Eu não quis ir para a faculdade.— —Você poderia se você ainda quiser—, diz ela. Na verdade, estou pensando sobre isso. Mas não agora. Agora, eu quero estar com Kate. Eu quero começar uma vida com ela. —Mhmm—, murmuro, puxando as bordas de sua camisa. —Será que o avião vai esperar?—, Ela pergunta em voz baixa. Mas ela arqueia de volta, empurrando contra a minha mão enquanto eu pego o seu seio sob a blusa. Seu mamilo endurece, e ela deixa escapar um gemido. Eu não acho que eu nunca vou cansar de ouvir esse gemido. —Temos alguns minutos—, eu digo, quando levanto a sua camisa sobre a cabeça para expor seus seios ainda perfeitos. Desabotoo a sua calça e deslizo seu jeans para baixo, paro um segundo para olhar para ela. —O quê?—, Ela pergunta, me esmagando. —Você está olhando de novo.— —Eu estava apenas nos observando,— eu digo a ela. —Você é de tirar o fôlego.— —Ok, a sério—, diz ela. —Avião privado, viagem para algum lugar exótico, e agora você está me dizendo que sou de tirar o fôlego? Você está prestes a me dar realmente más notícias? — Eu deslizo minha mão pelo seu estômago entre as pernas, escutando-a inalar uma respiração aguda. —Cale-se e tome o elogio—, eu digo baixinho quando executo o meu dedo em círculos sobre seu clitóris. —Ninguém lhe ensinou a ser graciosa, Princesa?— Ela ri, rolando a cabeça para trás e seus olhos semicerrados. —Você não gostaria de mim se eu fosse.—


Capítulo 30 Katherine Estamos em Bali. Só quando eu acho que as coisas não podem ficar melhor, Caulter vai e faz algo como isso. Uma viagem surpresa para Bali. É louco e maravilhoso, mas assim é a minha vida agora. Tenho uma vida que é melhor do que eu jamais poderia ter sonhado. Acontece que a exposição na galeria , há três anos foi apenas o começo. Meus desenhos e pinturas têm vendido bem não estou fazendo exatamente milhões de dólares, mas estou fazendo dinheiro suficiente para fazer arte em tempo integral agora que eu me formei na faculdade, e isso me deixa indescritivelmente feliz. Meu pai não era entusiasmado com a coisa toda da arte, mas ele se aproximou; estamos progredindo, e isso é bom o suficiente. Ele decidiu não concorrer à presidência, depois de tudo. Ele está até falando em se aposentar da política completamente. Eu acho que às vezes as pessoas mudam. Caulter e eu somos ambos provas viva disso. Caulter não é a pessoa que ele era quando nós nos apaixonamos - e odiamos - no verão em New Hampshire. Ele cresceu, se transformou em alguém que eu tenho orgulho de estar ao lado, e, ocasionalmente, ainda chutar a canela de vez em quando. Eu não sou a mesma garota que eu era naquela época, tampouco. Eu diria que amar Caulter me fez menos tensa, mas é mais do que isso. Caulter me ensinou que não há problema em assumir riscos no amor e na vida. Eu o amo total e completamente, sem reservas. E isso mudou tudo. —Vamos lá, olhar para fora.— Caulter agarra a minha mão e me puxa através da vila. O comprimento total do muro está aberto para um quintal com árvores e palmeiras exuberantes, com vista para o mar à distância.


O sol e as cores são tão brilhantes que praticamente cega. Ficamos ali por um minuto, Caulter atrás de mim, apenas tornando tudo certo. —Oh meu Deus, Caulter,— Eu trago as minha mãos para a boca, e apenas balanço a cabeça. —É ... É apenas incrivelmente belo. Eu não posso acreditar que você me trouxe aqui —. Quando eu viro para beijá-lo, ele está em um joelho; meus olhos vão e voltam entre o rosto e o anel que ele está segurando . —Puta merda, sim. Claro que Sim. — Caulter sorri. —Nossa, mulher, você não pode até mesmo me deixar fazer a pergunta antes de responder.— Eu seguraria a minha mão sobre o peito, muito tonta querendo esperar para ouvir a pergunta. —Ok, ok,— eu digo, saltando para cima e para baixo como uma criança na manhã de Natal. —Pergunte a mim.— Caulter suspira com exasperação simulada. —Você vai parar de me interromper?— —Sim! Basta perguntar, já! —Eu não consigo parar de rir. —Você tem um grande discurso preparado?— —Calma mulher, antes que tenha que colocar minha mão em sua boca—, diz ele. Ele está sorrindo de orelha a orelha. —Katherine Harrison, você é a mulher mais difícil, teimosa que já conheci, você também é a mulher mais gentil, mais amorosa, criativa e sexy-comoo-inferno, se você quiser eu quero ser o seu felizes para sempre. — —Essa é a coisa mais agradável que você já me disse,— eu digo. Ele desliza o anel no meu dedo. Eu olho para ele, espantada, quando ele me encara posso sentir as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, e Caulter a enxuga com o dedo suavemente pela minha bochecha. —Eu não sei por que estou chorando, estou tão feliz, Caulter. — Ele me puxa contra ele, e traz a boca na minha. Quando nós nos beijamos, é como se tudo no mundo cai no lugar certo. Sei onde eu pertenço, e é com ele. —Eu espero que você esteja—, diz ele. —Porque você está muito presa comigo.— Eu me viro para beijá-lo novamente, desta vez em voz baixa.


—Promete?— —Sempre—, diz ele. —Eu amo você, Princesa.— —Eu também amo você, Prick—.

Fim


Prรณximos

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Prick (a step brother romance, 1) sabrina paige trt  

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