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REVISTA

pastoril Ano I Nº 01 Agosto 1976 Cr$ 8,00

Anoo I An 01 Nº 01 Agosto Agos osto os to 197 1976 976 6 8,00 Cr$ 8,00

TEMPOS DE MUDANÇAS NA INDÚSTRIA AGRÍCOLA TRIGO, IMPORTADOS TRIGO, SOJA SSOJA OJA EEMAQUINÁRIOS MMAQUINÁRIOS AQUINÁRIOS IMPORTADOS IM PORTADOS SEGUEM SEESTÃO GUEM EM EM EM ALTA ALTA


REVISTA

pastoril EXPEDIENTE REPORTAGENS, FOTOGRAFIAS, PESQUISAS, TEXTOS E ENTREVISTAS DYULI SOARES KAROLYN PETRUCCI MIRELA AZEVEDO NATHALIA LOPES EDITORIAL, ANÚNCIOS, EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO DHOUGLAS CASTRO

SUMÁRIO EDITORIAL ......................................................... 04 ENTREVISTA

SUPERVISÃO PROFª ADRIANA DUVAL

Assis Savian fala sobre a lida no campo .......... 05

COORDENAÇÃO DO CURSO DE JORNALISMO PROF. MIRO BACIN

PLANTIO & COLHEITA

COORDENAÇÃO ACADÊMICA CAMPUS SÃO BORJA PROF. FÁBIO CORNIANI

Conheça a trajetória da família Tatsch ....... 06 e 07

DIREÇÃO - CAMPUS SÃO BORJA PROFª DENISE SILVA

ECONOMIA

PRÓ-REITORA LÚCIA VINADÉ REITORA PROFª MARIA BEATRIZ LUCE

Esta revista é uma publicação experimental do curso de Jornalismo da Unipampa e foi feita para a disciplina de Jornalismo Especializado. Para as reportagens, foram realizadas pesquisas e trabalhos de campo visando recriar o cenário do ano explorado. Os anúncios são fictícios e inspirados na publicidade veiculada na época.

Crescem os investimentos na safra de trigo ...... 08 MAQUINÁRIO AGRÍCOLA Aumenta a utilização de importados ................ 09 MISCELÂNEA Culinária, humor, recados e pedidos ................. 10


EDITORIAL

UM TEMPO DE CONTRASTES NA AGRICULTURA NACIONAL Como sabemos, a agroindústria brasileira vem passando por altos e baixos. Este é um momento de paradoxos. Temos aqui um território de imensa abundância, com grande potencial para o desenvolvimento, mas que passa por crises que impõem aumentos exorbitantes nos preços, como as alterações climáticas no Paraná, que levaram à escassez do café, no último ano, ou, mais recentemente, a insuficiência do mercado nacional na produção de adubos. A evolução do maquinário agrícola na atualidade também é outra questão paradoxal: têm-se maiores níveis de produtividade, mas, ao mesmo tempo em que se cortam

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os gastos com trabalhos manuais, perdem-se empregos. O Governo tem discutido uma distribuição de matérias-primas a preços menores, que talvez compense a perda de funcionários no setor agrícola, já que irá abarcar novos empregos para o setor industrial. Como qualquer outro país em fase de desenvolvimento, tanto mercantil como tecnológico, a estimativa é de que, antes de colher novos frutos no setor da agricultura, o Brasil passe por alguns obstáculos: há a falta de conhecimentos técnicos e recursos econômicos por parte dos agricultores, ineficiências na distribuição de produ-

tos e relações desfavoráveis de preço. Superados esses percalços, teremos, então, um novo mercado, que sugere índices mais otimistas. Afinal, deve-se, também, considerar que as taxas de crescimento da economia atual em relação a esse setor são satisfatórias, se comparadas com os atuais níveis de crescimento da população. Dispomos, aqui, de condições de clima favoráveis, amplas áreas de terras a serem cultivadas e trabalhadores que se adaptam com facilidade à relativa rapidez dos estímulos das condições do mercado. É esperar para ver o que o futuro nos resguarda e aguardar as inovações vindouras do mercado.


ENTREVISTA

PERSONALIDADE PASTORIL: ASSIS MACHADO SAVIAN Assis Machado Savian nasceu no distrito de Samburá, no interior de São Borja, ao lado da lavoura de arroz de seu pai. O jovem, que atualmente tem 27 anos, sempre trabalhou nas plantações ao lado do pai e dos quatro irmãos. Apesar de ter deixado a casa de campo aos nove anos para morar na cidade, sempre ia ajudar o pai no plantio, nos fins de semana e durante as férias.

da Tigra. Lá plantávamos arroz, assim como sempre fiz com meu pai. Depois, trabalhei em plantações de trigo e soja. Eu conduzia os tratores, plantava, arava. Fazia de tudo. Aliás, faço. E faço com prazer, afinal, só quem faz este tipo de serviço, sabe o quanto é prazeroso.

Assis: Sim, em 72. Tivemos um mês inteiro de chuvas ininterruptas. Ainda bem que o seguro cobre o prejuízo inteiro, porque aquele ano foi o caos das plantações. RP: Algum momento, como o citado anteriormente, fez com que pensasse em abandonar o trabalho no campo?

Assis: Por essas razões não. O difícil mesmo foi a crise dos agrotóxicos no ano passado. Muitas pessoas morreram porque esses produtos eram muito fortes e veRP: Quem trabalha com plan- nenosos. Estes agrotóxicos devetações corre o risco de ter riam matar as lagartas, mas como grandes prejuízos devido às chu- são muito fortes, mataram muitos Revista Pastoril: O que motivou vas ou secas. Você já passou por plantadores. Mesmo assim, eu aguentei e continuo na lida. você e sua família a vir morar na algum destes problemas? cidade? Assis Savian: No interior tínhamos muita dificuldade de estudar e minha mãe sempre dizia que estudar era essencial e eu concordava, pois nessa época já pensava em entrar na faculdade. Mas nós viemos morar na cidade e nunca perdemos o contato com o campo. RP: Você disse que sonhava em fazer faculdade. O que desejava cursar? Assis e os irmãos admiravam o trabalho rural desde a infância Assis: Eu sonhava em fazer Agronomia. Desde criança, sempre adorei o trabalho no campo. Como era o irmão mais velho, tive que abrir mão desse sonho, para que meus irmãos pudessem estudar. É assim que as coisas são: o mais velho ajuda o pai na lida, e os mais jovens estudam, para ter futuro. RP: Depois que deixou de lado o sonho da faculdade, em que trabalhou? Assis: Trabalhando por conta, eu comecei em Garruchos, no Passo Na colheitadeira, sempre trabalhando com a lida no campo 05


PLANTIO & COLHEITA

DE PAI PRA FILHO: O AMOR PELA PLANTAÇÃO A família Tatsch sempre residiu no interior de São Borja. Seu Leonel e Dona Adeli têm grande apreço pelo trabalho do campo. Eles possuem uma vasta plantação de arroz, de onde tiram o alimento de cada dia. Seus cinco filhos, todos nascidos na casa humilde, feita de madeira e rodeada dos animais criados por eles, ajudam quando podem. O filho mais velho de Leonel e Adeli, já não ajuda mais. Foi para Porto Alegre estudar, para tornar-se um arquiteto. Diferente da maioria das estórias, em que o primogênito é obriga-

do a largar os estudos e começar a trabalhar desde cedo, para possibilitar que os irmãos mais jovens consigam dedicar-se apenas à escola, nessa casa, a estória é outra. César Augusto Tatsch é o segundo filho. Ele e seu irmão Ricardo trabalham, diariamente, na lavoura. Desde crianças, acompanhavam Seu Leonel na lida do campo, pois desejavam que um dia pudessem dar descanso ao velho pai e cuidar sozinhos dos trabalhos braçais que lá faziam. Os filhos de seu Leonel aprenderam, muito cedo, os afazeres da

vida campeira. Acordavam às seis da manhã, tiravam leite da vaca, alimentavam as galinhas, patos e porcos; e ainda tinham que cuidar da terra. César conta que adora fazer estes trabalhos e que sentiu muita falta deles durante o tempo em que ele e seu irmão precisaram se afastar da fazenda e da família. Na época em que os meninos ainda tinham entre seis e sete anos, a única escola que poderiam freqüentar era a que existia ali mesmo, na granja. Um professor vinha de Itaqui e se hospedava na casa de Seu Leonel. Mas quando os

Cesar Tasch e família na plantação: o gosto pelo trabalho no campo inicia desde a infância 06


A família Tatsch na colheitadeira da família, em mais um dia de trabalho na lavoura pequenos irmãos alcançaram a idade de participar das aulas, a escolinha foi fechada. Até hoje ninguém sabe o porquê. Por essa razão, os pais de César e Ricardo decidiram mandá-los para Cachoeira do Sul, onde passaram a residir com seus avós, para que lá pudessem ir a uma boa escola. Contudo, para que conseguissem cursar o primário na cidade dos avós, os meninos tinham que ser levados para lá em março, e de lá só voltavam para a casa dos pais em junho, quando entravam em férias. Passadas as duas semanas de férias de inverno, no início de julho iam de volta para a casa dos avós e, de lá, regressavam apenas em dezembro. Na casa dos avós, as regras eram rígidas. Acordavam cedo, rumavam para escola e, quando voltavam, tinham que dedicar duas horas do dia a mais estudos. César conta que, quando estudavam em casa, sua avó exigia que o fizessem em voz

alta. Eles não entendiam a razão, mas obedeciam a senhora. Agora, com 19 anos, César compreende os motivos da avó: “Ela era analfabeta. E, lendo em voz alta, ela sabia se realmente estávamos estudando”, conta. A família Tatsch passou pela dor da saudade durante quatro anos, enquanto os irmãos cursavam da 2ª até a 6ª série. Toda vez que precisavam partir era uma choradeira. Choravam os pais, que só voltariam a ver os dois filhos após quatro meses, e choravam os filhos que, além da imensa saudade dos pais, eram obrigados a ficar longe de sua grande paixão: a vida no campo. Assim que terminaram a 6ª série, os meninos retornaram para casa. César, que jamais tinha se imaginado tanto tempo longe da lavoura, não pensava em fazer outra coisa, a não ser aumentar a produção de arroz da família. Quando tinha 13 anos, viu seu pai dar um grande passo. Aumentou o cultivo de ar-

roz, que estava em alta, e, em parceria com um amigo de Itaqui, começou a vender para toda região. Com o aumento da venda de arroz, a família Tatsch possui dinheiro suficiente para contratar empregados que façam por eles os serviços mais pesados. Mas a família, sempre apaixonada pelos trabalhos do campo, não abre mão de alimentar os animais, tirar o leite da vaca, plantar o arroz com as mesmas mãos que araram a terra para recebê-lo. César, o filho dedicado ao campo e à plantação de arroz da família, não pretende deixá-la. Ele pretende herdar parte da fazenda, para que possa casar e viver, ali mesmo, com sua esposa e seus filhos - uma vida tranquila, serena. César quer mostrar às gerações futuras da família Tatsch que é possível amar a terra e dedicar a vida a ela. E finaliza: “No que depender de mim, minhas mãos continuarão eternamente sujas de terra”. 07


ECONOMIA

REGIÃO DE SÃO BORJA PREVÊ SAFRA DE TRIGO DE 900 QUILOS POR HECTARE O estado do Rio Grande do Sul é pioneiro na produção de trigo em escala comercial e industrial, devido a possuir condições propícias para o desenvolvimento do cereal. A região de São Borja envolve nove municípios e é uma das maiores produtoras de trigo do Estado. É previsto que, na próxima safra, sejam colhidos cerca de mil quilos por hectare, somente nesta área. A colheita começa nos próximos meses e os produtores estão otimistas com as previsões de 900 quilos por hectare, números que já superam a produção do ano passado, que ficou em 650 quilos por hectare. Embora tenham ocorrido perdas significativas nas safras de 71 e 72, a previsão para a safra deste ano é de 1,8 milhões de toneladas no Estado, totalizando 3.038 toneladas em todo o país, segundo um levantamento da Secretaria da Agricultura. Atualmente há em torno de 1,7 milhões de hectares plantados com trigo no Estado e, segundo estudos, no próximo ano também devem aumentar as safras de outros grãos, como a soja, que estima uma produção de cerca de 4,5 milhões de toneladas, e o arroz, para o qual é esperada uma produção de, aproximadamente, 1,92 milhões de toneladas. Também o governo federal está investindo em políticas para o crescimento da cultura do feijão, que serão fundamentais para seu desenvolvimento, já que, em 1975, 08

Safra do trigo promete maiores números para a economia da região o Ministério da Agricultura adquiriu cerca de 1 milhão de sacas de feijão, para evitar o aviltamento dos preços. Parte dessa produção foi estocada para a entre-safra, e outra foi exportada. Já em se tratando do arroz, a área de plantação foi, em média, 25% maior que no ano anterior, enquanto trigo e soja cresceram cerca de 15%, devido à estabilidade do tempo, diferentemente do que ocorreu em 1974, quando houve enchentes, incêndios, secas e geadas, que se traduziram em baixa produtividade. Para este ano está prevista a instituição da Política dos Preços Mínimos Regionais, para produtos agrícolas, e a Política de Crédito Rural, que tem se constituído em importante mecanismo de incentivo aos insumos, facilitando a

modernização e aumentando os níveis de produtividade do setor agrícola, sendo notáveis os incrementos dos financiamentos anuais. Em se tratando de empréstimos, o Banco do Brasil cedeu, até outubro de 1975, valor acrescido de 53,4%, em relação a 1974, quando foi financiada a quantia de Cr$ 64.034,3 milhões. Destes, 71,8% destinados para a agricultura e 28,2% para a pecuária. Já o Sistema Nacional de Crédito Rural emprestou Cr$ 108 bilhões para a agricultura neste mesmo ano, mais que o dobro dos Cr$ 62 bilhões de 1974, enquanto que as aplicações do Banco Nacional de Crédito Cooperativo (BNCC), visando os incentivos à atividade cooperativista, chegaram a Cr$ 1.358 milhões, 100% a mais que no ano anterior.


MAQUINÁRIO AGRÍCOLA

NOVOS EQUIPAMENTOS IMPORTADOS AUXILIAM A PRODUÇÃO NESTE ANO As inovações tecnológicas de nossa década começam a invadir a agricultura samborjense no ano de 1976. Entre as aparelhagens o maior destaque está na “Colheitadeira Automotriz Clayson 1530”, fornecida pela “Delawy e Cia Ltda”. A produção de máquinas agrícolas da marca Clayson teve início com Leon Claeys, um mecânico belga que começou a construir máquinas de debulha em 1906 e, em 1909, montou sua fábrica na cidade de Zedelgem. Na década de 1930, a Família Clayes criou a primeira trilhadeira de grãos, movida por motor a gasolina. Na última década, Claeys se torna um dos maiores fabricantes de ceifeiras-debulhadoras da Europa. No ano de 1964, a “Sperry New Holland” compra uma grande parte das ações da Claeys. No início da década de 70, Ivo Hilário Sehn, agricultor de Carazinho/RS, soube da existência de uma colheitadeira fabricada pela Sperry-New Holland. O produtor buscou informações sobre a máquina e soube que sua estrutura era capaz de superar os obstáculos geográficos naturais existentes no Brasil, principalmente as coxilhas, que proporcionavam a cultura das curvas de nível, que não eram superadas pelas demais máquinas. No modelo belga havia um jogo na estrutura do chassi que não encontrava este problema e também os rotores usados na máquina proporcionavam uma maior rentabilidade na colheita.

Ivo Sehn viajou até a Bélgica na tentativa de aquisição de uma unidade da máquina, que levava cerca de seis meses para chegar, se encomendada pelos representantes brasileiros. Na oportunidade, foi convidado a ser representante da empresa no Brasil. Outro fator de demora para a importação da Clayson era que suas peças tinha origem na fábrica da Bélgica, o que gerava uma longa espera pela reposição de materiais originais. A sede nacional começou suas atividades em 1973, em um galpão alugado na BR 116, em Curitiba/ PR. Operavam de forma constante, praticamente 24h por dia, com poucos funcionários, que tinham uma relação interpessoal bastante forte. Os desenhos do maquinário, em 3 dimensões, eram feitos em pranchetas, com lápis e papel vegetal, sem perda de qualidade. Além dos desenhos, toda produção era feita com trabalho manual. Em outubro do ano passado, a fábrica foi oficialmente inaugurada. Aos poucos, todas as peças das colheitadeiras começam a ser fabricadas no Brasil. Em três anos, a expectativa é de que as colheitadeiras 1530 se tornem totalmente nacionais. Com esta produção local de maquinário o custo do produto diminuiu, o que provocou o aumento nas linhas de financiamento. No início deste ano, a Delawy recebeu cópia de correspondência do Conselho de Desenvolvimento Industrial, comunicando ao Banco Central que a representante brasileira das colheitadeiras Clayson a-

A nova máquina da New Holland tingiu 61% da produção nacional, dado exigido para que os financiamentos fossem autorizados. A Carta-Circular nº 158, de 18 de dezembro de 1975, diz que “tendo em vista os elementos fornecidos pela empresa SPERRY RAND DO BRASIL S.A. foi constatado que as colheitadeiras automotrizes CLAYSON modelo 1530, vêm sendo produzidas, a partir de janeiro do corrente ano, com índices de nacionalização em peso e valor, respectivamente de 61,45% e 78,69%, atingindo o mínimo de 61% em peso, fixado para efeito de financiamento”. Ainda deste mesmo período inicial de 75, temos as declarações proferidas pelo Ministro da Agricultura Alysson Paulinelli, que destacam que, nos próximos dias, será lançado, em Brasília, o Programa Especial de Baixa Renda, destinado ao pequeno produtor rural, permitindo a cessão no uso de modernas tecnologias. Destacou, também, a importância de mecanizar a agricultura, como forma de aumentar sua produtividade e baratear a produção. 09


MISCELÂNEA A PEDIDO

ORAÇÃO A SÃO JOSÉ, O PADROEIRO DOS AGRICULTORES A vós, S. José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o Vosso patrocínio. Por este laço sagrado de caridade que Vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente Vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus Cristo conquistou com seu Sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o Vosso auxílio e poder. Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo,

a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade. Amparai a cada um de nós com o Vosso constante patrocínio a fim de que, a Vosso exemplo e sustentados por Vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a tão esperada e eterna eterna bem-aventurança. Amém.

CULINÁRIA

RECADOS

Doce de leite caseiro Vende-se Ingredientes: • 2 litros de leite; • 1 kg de açúcar,

Modo de preparo: Misture os ingredientes em uma panela. Quando começarem a ferver, acrescente uma colher (de chá) de maisena, em um pouco de leite, misture e junte ao conteúdo da panela, mexendo bem. Dependendo da chama, o doce pode ficar no ponto em cerca de uma hora. Sabe-se que assim ocorreu quando a massa desgruda com facilidade da panela.

HUMOR - CHICO BENTO

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Um caminhão Chevrolet, 1975, em estado de 0km. Tratar no Café Trevo, rua Aparício Mariense, 1215 FONE: 2129

Documento Furtado Foi furtada a carteira de identidade do sr. Ubirajara Morais de Azevedo. Recompensa será dada a quem encontrar.



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