# rápida
)) De volta a Aracaju, Marcelo Déda agradece orações
Quadro
O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), usou o Twitter para mostrar sua satisfação por voltar a Aracaju depois de passar mais de dois meses internado em São Paulo para o tratamento de uma neoplasia gastrointestinal no Hospital Sírio Libanês. "Não me canso de olhar o rio e o mar e de sentir um suave vento Sul refrescar minha face, enxugar minhas lágrimas, inflar meu coração de amor", declarou o governador. Déda pediu paciência aos amigos que pensam em visitá-lo. "Ao agradecer o apoio e orações de todos, peço aos amigos desejosos de me ver um pouco de paciência. O tempo é pouco. A prioridade é a família. Receberei com muita alegria as mensagens, telegramas, e-mails enviados aos meus endereços, tanto de casa quanto do Governo", escreveu. O governador deixou o hospital no último dia 24 de julho e desde então estava em um hotel na capital paulista, de onde saía para ir a consultas e exames no hospital.
Em todo o Brasil, número chega a 883.222 eleitores que não participaram da revisão biometria da Justiça Eleitoral
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política
Quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Justa causa
Kelps Lima tem aval do TRE para deixar o PR
TSE: mais de 15 mil têm direitos O políticos suspensos no RN O TSE esclarece que os direitos políticos são aqueles que garantem que o cidadão participe da organização e do funcionamento do Estado
M
ais de 800 mil eleitores brasileiros estão com seus direitos suspensos. A informação é do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), que divulgou a informação com base em levantamento de dados relacionados à revisão biométrica que ocorre nas cidades brasileiras. Em números exatos, são 883.222 pessoas que não compareceram às suas seções eleitorais para atualizar seus dados. Na prática, isso significa que eles não podem votar ou ser votados nem filiar-se a partido político ou exercer cargo público, mesmo não eletivo. No Rio Grande do Norte, de acordo com o mapa divul-
gado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o total de eleitores que estão com seus direitos suspensos é de 15.925. Dentre outras implicações com a perda dos direitos políticos, o cidadão não exercer cargo em entidade sindical e atue como diretor ou redatorchefe de jornal ou periódico. O TSE esclarece que os direitos políticos são aqueles que garantem que o cidadão participe da organização e do funcionamento do Estado. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, a conde-
nação criminal é a maior causa para suspensão dos direitos, com 657.299 eleitores, seguida da incapacidade civil absoluta, que para o TSE, são pessoas consideradas absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil, com mais de 143 mil. Logo em seguida vêm os quase 77 mil brasileiros alistados no serviço militar, dos 3.374 condenações por improbidade administrativa e dos 272 brasileiros que moram em Portugal e optaram por exercer o direito a votar
e ser votado naquele país. Os estados que têm o maior número de eleitores com os direitos políticos suspensos são os estados de São Paulo, com 232.905, Minas Gerais, 94.017 suspensões, Rio Grande do Sul, 81.083, Paraná, 70.317 e Rio de Janeiro com 57.533. Entre os estados com menos eleitores com os direitos políticos suspensos estão Alagoas e Amapá com 4.051, cada um, Tocantins, 3.996, Piauí, 3.800 e Roraima com 1.892 eleitores suspensos.
Rápidas # Veja a situação de cada Estado e do DF
)) AC - 7.036
GO - 27.137
PI - 3.800
SE - 9.791
AL - 4.293
MA - 10.027
PR - 70.317
SP - 232.905
AM - 7.162
MG - 94.017
RJ - 57.533
TO - 3.996
AP - 4.038
MS - 24.337
RN - 15.925
BA - 20.847
MT - 15.560
RO - 16.208
CE - 24.035
PA - 9.645
RR - 1.892
DF - 25.170
PB - 22.236
RS - 81.083
ES - 24.126
PE - 26.101
SC - 43.851
Definido
Henrique ignora trégua de Dilma e mantém orçamento impositivo na pauta
O
presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMBD-RN), afirmou ontem que pretende colocar em votação hoje a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento impositivo. Ainda ontem, ele disse que iria pessoalmente à comissão especial que trata do tema para fazer um apelo pela aprovação do parecer. O Orçamento impositivo, que obriga o Planalto a pagar automaticamente as emendas parlamentares, é uma das promessas de campanha de Alves à presidência da Casa. A proposta desagrada o governo federal, que atualmente decide pela liberação e destinação dos valores. "Espero que a comissão especial
aprove hoje (ontem) e, se isso acontecer, pretendo pautar (em Plenário) amanhã à noite (hoje) a PEC", disse o presidente. "O Parlamento não pode se submeter a esse toma lá da cá, que não é bom para nenhum governo". Alves manteve o item na pauta mesmo depois de a presidente Dilma Rousseff pedir uma "trégua" aos aliados, em reunião realizada nessa segunda com lideranças de partidos da base. O deputado articula uma tramitação acelerada para a matéria com o objetivo de que a proposta tenha validade já para o orçamento próximo ano. "Aprovando aqui (na Câmara), irei com os líderes entregar a proposta para o Senado, para que o Senado possa agilizar e (a
PEC) valer já para o orçamento do próximo ano", concluiu. Alves também confirmou que o projeto que destina os royalties do petróleo para a educação não conta mais com urgência constitucional. De acordo com o presidente, isso acontece porque os parlamentares analisam, na verdade, o projeto de lei original do ex-deputado Brizola Neto (PDT-RJ), que não tem urgência, e não o texto do governo. Embora não tenha mais urgência, Alves disse que o texto é uma das prioridades da Casa. Uma decisão sobre a data de votação, no entanto, depende ainda de uma nova reunião de parlamentares com a presidente Dilma Rousseff, agendada para a
próxima segunda-feira, quando a matéria voltará a ser discutida. Sobre o Código da Mineração, que hoje tranca a pauta em Plenário da Casa por ter urgência constitucional, Alves disse acreditar que o governo vai remover a urgência. "Acredito que (o governo) vai (retirar a urgência) porque é uma discussão que ainda não está amadurecida", afirmou o presidente ao Broadcast Político. ABr
)) Henrique Alves: ‘irei
com os líderes entregar a proposta para o Senado’
deputado estadual Kelps Lima está liberado para se desfiliar do PR. Foi o que decidiu, à unanimidade dos votos, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ontem, ao apreciar o pedido feito pelo parlamentar. Os desembarcadores não seguiram o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, que alegou que a saída de Kelps do PR poderia incorrer em infidelidade partidária. A Ação de Justificação de Desfiliação Partidária teve a relatoria do juiz Carlo Virgílio Fernandes de Paiva. Nela, Kelps Lima alegou justa causa em decorrência do que ele considerou como sendo grave discriminação pessoal e desvio do programa partidário. Com o aval do Tribunal Regional Eleitoral para deixar o PR, Kelps Lima poderá aportar em qualquer partido político. Chegou-se a cogitar que ele iria se filiar ao PP, presidido no Rio Grande do Norte pelo vereador natalense Rafael Motta – filho do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ricardo Motta (PMN). Recentemente saiu a informação, não confirmada, de que ele iria assumir o comando da Rede – partido idealizado pela ex-senadora Marina Silva – no Estado.
Nome
PSDB enterra prévias e consagra candidatura de Aécio Neves para 2014
O
s 27 dirigentes estaduais do PSDB consagraram a candidatura à Presidência da República do senador Aécio Neves, presidente nacional da legenda, durante reunião realizada ontem, na sede nacional do partido, em Brasília. Com isso, sepultaram qualquer possibilidade de realização de prévias para a escolha do candidato. "Nada de prévias. Não se falou disso em nenhum instante durante a reunião", afirmou o senador Cássio Cunha Lima, um dos vice-presidentes nacionais do PSDB. Cunha Lima disse ainda que os dirigentes regionais tucanos pediram presença maior do senador
mineiro nos Estados, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. "Consideramos que neste momento o ambiente político e os ânimos são muito positivos", afirmou o senador. Cássio propôs ainda uma divisão do PSDB em três blocos de atuação para 2014: os cinco governadores tucanos que devem disputar a reeleição, os Estados onde o PSDB tem nomes competitivos para candidatura própria e, em terceiro, os locais onde o partido não tem nomes fortes e deve compor uma aliança. Aécio Neves chegou ao evento no final da reunião e foi muito aplaudido pelos dirigentes.