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“PASSE GERAL” Os tempos mudam e, por muito que me custe admitir ou compreender-me, também sou daqueles inúmeros que pegam no carro para fazer 50 metros, 100, vá! Quando era teenager, na década de 80, as coisas eram bem diferentes, não só porque contavam-se pelos dedos de uma só mão quem, na minha rua, tinha automóvel (era uma rua pequena, convém notar-se!) e, claro, porque, apesar de estarmos numa crise, tenho a ideia de que, na altura, a severidade era ainda maior, apesar, e note-se bem, de, eventualmente, ser-se mais feliz com o pouco que se tinha, ou a que se tinha “direito”. O passe de autocarro, claro! – e presumo que ainda é assim., era uma espécie de conquista de liberdade, porque, além de servir para nos levar de e para a escola, dava-nos rédea para que fossemos muito além dos poucos quilómetros a que nos conduziam as bicicletas. Recordo com saudade o meu primeiro passe de autocarro, ainda em criança… Mas o passe que fez toda a diferença foi aquele que ilustra estas minhas palavras: o então chamado passe geral. Claro que, numa altura em que ainda não havia metro no Porto, nem se pensava em alguma vez chegar a andar nele, só nas idas a Lisboa, ter este passe geral era assim para o muito especial, já que, além do autocarro, do trólei e do eléctrico, permitia que também se andasse de comboio, algo inimaginável – o ter-se um cartão plastificado que dava para transportes que se moviam em “estradas” diferentes. www.facebook.com/jackpot.portugal

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Quando apareceu, não sei como mas consegui convencer a minha mãe de que era importante, ou melhor, imprescindível, já que, sendo honesto para comigo, raras eram as vezes em que andava de comboio, mesmo morando a 50 metros do apeadeiro da Madalena. Mas pronto, lá o tive. Serviu para andar mais umas 4 vezes de comboio, ou 5, vá! Além disso, este passe geral distinguia-se do outro, o normal, dos autocarros, por ser substancialmente maior e ficar ligeiramente “de fora” da carteira dos restantes documentos, ou seja, o bilhete de identidade. E, já agora, dava nas vistas por ter dois “selos” distintos, um para o autocarro, em versão autocolante, e outro para o comboio, em versão cartolina. Que espectáculo! Era um prazer mostrar o passe aos motoristas dos autocarros ou aos “picas” do comboio… Mas depois, aos 19 anos, lá veio o “Renault 5 GTL” estragar aquilo tudo! * Este foi o meu último passe, o passe geral.

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BAND AID Bom dia, bom dia!!! Hoje, não vos trago um gajo bom, trago-vos resmas, paletes, de gajos e gajas, uns bons outros também não. Que melhor grupo para ilustrar o espírito do Natal e da solidariedade, que os Band Aid? Nasceram em 84, pelas mãos do Bob Geldof (um gajo menos bom) e com o intuito de ajudar as crianças, e não só, famintas na Etiópia. A ele se juntaram nome bem sonantes como o meu adorado George Michael - Jorge Miguel para os amigos Simon le Bon, David Bowie, Paul Young, Sting, Bono, etc, etc, etc.... E não é que fizeram uma música maravilhosa, que ainda hoje eu sei cantarolar da frente para trás e de trás para a frente? É com ela que vos deixo.... It's Christmas time, there's no need to be afraid..... Beijinhos, abraços e outras manifestações de carinho a quem de direito,

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“FELIZ ANO NOVO” O Natal já passou e mais um ano a terminar, chegamos à altura de fazer o balanço do que fizemos, do que queríamos fazer, das metas conquistadas e dos sonhos por realizar, sobrevivemos a mais um “fim do mundo” e chega o momento de desenhar planos para o ano que se inicia, manter sonhos antigos e criar novos sonhos. Durante este ano revivi a minha infância com a partilha de momentos e aventuras e relembrei desenhos animados de outros tempos que apesar de antigos são intemporais como a Heidi, Tom Saywer, Abelha Maia, Tio Patinhas, Calimero, Marco e muitos outros, ora bem num total de 25 se é que não me esqueci de nenhum. Tenho de partilhar mais uma aventura com vocês, que foi a minha primeira passagem de ano na discoteca, deve ter sido à volta de 1991 (isto de ter irmãos mais velhos tinha o seu lado positivo) e posso dizer que foi uma passagem de ano marcante (risos), acho que foi ai que aprendi como se muda um pneu a um carro, visto que a noite começou dessa forma e apesar de ter dançado muito acabou com uma mossa na mala do carro. A passagem de ano correu muito bem, dancei muito com direito a chocolate quente de manhã, mas acho que o antigo Opel Corsa da minha mana não achou o mesmo. Felizmente, acho, que nunca tive mais nenhuma passagem de ano com este tipo de aventuras, apesar de hoje me relembrar e rir dessa noite. (Nota: Sim é verdade eu sei mudar um pneu furado ao meu carro e sei ver o nível do óleo ah e também o nível da agua.) Agradeço a quem leu e aturou os meus devaneios e aventuras e desejo uma excelente saída de 2012 e uma fabulosa entrada em 2013. www.facebook.com/jackpot.portugal

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Hoje não vos trago um desenho animado mas um apanhado dos desenhos animados partilhados em 2012 e alguns que provavelmente relembrarei em 2013. Que o melhor de 2012 seja o vosso pior de 2013. Feliz Ano Novo. Recordar o passado é bom mas criar novas recordações ainda é melhor. Vamos criar novas recordações para o amanhã, e sejam felizes hoje (agora). Até 2013. Beijinhos

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“...EM 1981” Antes de mais, espero que estejam a ter um Santo Natal. Este foi um daqueles anos que, mesmo parecendo que nada de extraordinário se passou, teve acontecimentos bem relevantes. Senão vejamos: Grandes avanços na conquista do espaço, com 3 factos importantes: - o primeiro voo do vaivém espacial Columbia; - a descoberta de um satélite do planeta Neptuno, a que deram o nome de Larissa. Não sei se para lembrar a ninfa da mitologia grega ou para homenagear a modelo paraguaia Larissa Riquelme. Mas deve ter sido pela ninfa, pois a bela modelo só haveria de nascer em 1985… - a sonda Voyager 2 aproxima-se de Saturno, enviando espectaculares imagens daquele planeta e dos seus aneis. De resto, destaco alguns acontecimentos que marcaram este ano de 1981: - a 11 de Maio Faleceu Bob Marley, cantor jamaicano que, além do seu gosto pela maconha, é ainda hoje reconhecido pelas suas preocupações sociais e pela sua espiritualidade, através da ligação à religião rastafári. Era também conhecido o seu especial carinho pelas mulheres. “No woman, no cry”, dizia ele amiúde… - apenas dois dias depois acontece, no Vaticano, um atentado contra a vida do Papa João Paulo II, pelas mãos do turco Ali Agca. João Paulo II foi atingido por duas balas que, felizmente, não chegaram a atingir órgãos vitais. Dois anos depois, o Papa conversou com Agca na prisão. Segundo consta, falou depois à mãe do seu agressor para tranquilizá-la, dizendo: "Fique calma pois já perdoei o seu filho". Só dele! www.facebook.com/jackpot.portugal

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Entretanto, para os lados da Fonte da Moura, em Aldoar City, este vosso amigo lançava-se numa tarefa que não lembrava ao diabo. Fui, durante muitos anos, actor amador no grupo de Teatro do meu bairro - o Grupo de Teatro da Fonte da Moura. Por esta altura estávamos a preparar uma nova peça. “Os Milagres de Fátima” assim se chamava a peça. No entanto, para grande tristeza de todos, o nosso ensaiador faleceu. Vai daí, impulsionado pelos amigos e companheiros do grupo, e apoiado pela família, este rapaz dispôs-se a cumprir o papel de ensaiador. “Ai que isto vai dar barraca…”, pensava eu com os meus botões. Mas a verdade é que, com muito empenho de todos, a peça tornou-se realidade e fez sucesso, nos diversos locais onde a apresentamos. Mais teatro (e televisão e tudo) teve, a 29 de Julho, o casamento do Príncipe Carlos de Inglaterra com a sua Princesa Diana Spencer. Ela que viria a tornar-se na Princesa do Povo. Do povo e não só, dizem as más-línguas… Ainda havemos de falar dela, numa das próximas crónicas. Por agora, sempre vos digo que continuava a maré de países a tornarem-se independentes dos seus antigos colonizadores. Estão neste caso o Belize, a 21 de Setembro, e Antígua e Barbuda, a 1 de Novembro. Por último, a 9 de Novembro, era abolida a escravatura na Mauritânia. Reza a História que foi o último país a fazê-lo. Alguns dizem agora que a escravatura voltou a Portugal. Mas isso é outra história… Beijos e abraços e até para a semana.

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Com um ano novinho em folha quase aí, parece-me boa ideia rejuvenescer 30 anos, mesmo que apenas durante esta crónica... Voltemos, pois a 1982, e – na expressão que tantas vezes acompanha o desejo de retornar no tempo – sabendo o que hoje sabemos: que, no mesmo ano em que a ONU instituiria o Dia Internacional da Paz, o exército sírio, por ordem do presidente AL-HASSAD, massacra milhares de sírios, no esmagamento de uma rebelião da Irmandade Muçulmana – sim, isto foi mesmo há 30 anos, ainda que vejam notícias parecidas nos telejornais de hoje... O ano da consagração de GABRIEL GARCÍA MARQUEZ e do surgimento d’”Os Verdes” em Portugal foi também o do lançamento do Commodore 64, um computador pessoal com uma espantosa memória de 64 kb... “Bem Bom”, disseram as DOCE! Foi mesmo bem bom chegar aos ansiados 18 anos, a essa idade que, sendo adulta, não menos o é de uma certa inocência, na ilusão de que “agora é que é”, mesmo sem saber exactamente o que isso quer dizer... Certo é que estava escrito que não terminaria o ano sem trazer a estas linhas a banda que ainda hoje recordo como a de muitas músicas dançáveis da juventude – e se, aquando do seu lançamento no ano anterior, tinha desconfiado um tanto daquele ar ‘chic’, a verdade é que me ficaram para sempre no ouvido algumas das canções dos “meninos bonitos do rock”, o que me fez convidar-vos hoje a viajar ao “Rio”, dos DURAN DURAN. Não é fácil limitarmo-nos a falar dum álbum que antes convida a “mexer”... o que sucede logo de início, com os inconfundíveis acordes sintéticos de “Rio” a chamarem-nos imediata e irremediavelmente à pista de dança – objecto de 13 (!)

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‘mixes’ oficiais, não será por acaso que o tema-título do disco que elevou a banda britânica ao estrelato foi já interpretado por nomes tão díspares como NIRVANA, NICOLE SCHERZINGER ou os GREEN DAY. E é também de dançabilidade que tem de se falar nas ecoantes reverberações de “My Own Way” e na batida de “Hold Back The Rain” (o ‘hit’ adormecido, no dizer de alguma crítica), como de ‘pop’ se terá que falar a propósito dos menos conhecidos ”Lonely in Your Nightmare” e “Last Chance on The Stairway”, cuja atmosfera sonora – à semelhança do que sucede no interlúdio saxofónico da faixa-título – não raras vezes me traz à memória os ROXY MUSIC, outra banda icónica da minha adolescência. Enquanto o mais genuíno ‘new wave’ marca presença no som “atmosférico” de “New Religion” que os TAYLOR protagonizam, são o ritmo sincopado, hipnótico mesmo, e uma certa aura experimental que caracterizam “The Chauffeur”, a merecer audição bem mais atenta do que aquela que as rádios lhe (não) propiciaram, uma espécie de balada que, aproveitando o título, me conduz a outra pérola desta “ostra” dos anos 80 e se consubstancia na que é talvez a mais épica balada dos DURAN DURAN: “Save a Prayer”, onde os coleantes sintetizadores sublinham as melhores matizes da voz de LE BON, deixando espaço, ainda assim, para uns marcantes acordes a cargo da guitarra de ANDY. Apropriado a estes dias, que nos trazem já “famintos” de festa e por mais do que uma razão, deixei para o fim “Hungry Like The Wolf”, o tema que, passem-no ou não no luxuriante verde do respectivo vídeoclip, no iate de “Rio”, ou até na bela baía do Rio propriamente dito, é – da risadinha inicial da namorada de RHODES aos “do do do” – garantia de pista cheia no vosso ‘réveillon’, por menos revivalista que ele seja... Até p’ró... (Bom) Ano Novo!

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“1975 - ANO INTERNACIONAL DA MULHER” Desculpem, mas vou ter de falar neste assunto, nesta luta que se trava há mais de um século, uma luta sem um fim à vista… Há pouco, quando pesquisava um tema para a crónica de hoje, deparei-me com uma notícia do Público que nos dá conta de “mais um caso a ilustrar a impunidade da violência contra as mulheres na Índia. Dez dias depois de uma violação brutal num autocarro em Nova Deli, uma adolescente suicidou-se no Punjab após ter sido pressionada pela polícia a desistir da queixa contra os seus agressores. Foi aconselhada a casar com quem a violou ou a aceitar uma compensação financeira.” Há muito que as mulheres lutam por direitos iguais, consignados em muitas Constituições, Cartas e Declarações, um pouco por todo o Mundo, mas que continuam a não ser reconhecidos e/ou respeitados. As mulheres continuam a ser as principais vítimas de violência doméstica, violação e tráfico de seres humanos. As mulheres continuam a ser discriminadas no acesso à educação. As mulheres continuam a receber um salário inferior ao de um homem, mesmo possuindo as mesmas qualificações, mesmo assumindo as mesmas tarefas/responsabilidades. As mulheres continuam a ser preteridas no acesso a cargos de responsabilidade política… A lista não tem fim… A Organização das Nações Unidas, declarou 1975 como o Ano Internacional da Mulher. Mais do que celebrar, pretendia-se chamar a atenção para a dignidade e o valor da mulher, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações impostos à mulher. A ONU estabeleceu ainda o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher, em memória das operárias têxteis de uma fábrica de www.facebook.com/jackpot.portugal

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Nova Iorque que, nesse dia, em 1857, entraram em greve, reivindicando a redução do horário diário de trabalho de mais de 16 horas para 10 horas, elas que recebiam menos de um terço do salário dos homens. No decurso dos protestos, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, deflagrou um incêndio. Morreram 130 operárias. Desde meados do século XIX que as mulheres têm dado corpo e voz e sangue por esta luta que, a julgar pelas notícias com que somos confrontados diariamente, continua a fazer todo o sentido e é cada vez mais urgente. As mulheres constituem mais de metade da população mundial e uma parte considerável da população activa. Continuam a assegurar aquele que, tradicionalmente, é o papel que lhes foi confiado, o de cuidar da família e do lar, e, paralelamente, são cada vez mais as mulheres que exercem uma profissão. Apesar das muitas batalhas ganhas, das muitas conquistas, as mulheres continuam a enfrentar situações que põem em causa a dignidade e o respeito com que merecem ser tratadas. Enquanto houver uma menina assassinada à nascença porque é menina; enquanto houver uma mulher maltratada, violada, traficada; enquanto houver uma mulher condenada à iliteracia e à miséria; enquanto houver uma mulher que dependa do pai ou do marido para poder viajar; enquanto houver uma mulher a quem seja imposta uma burka; enquanto houver uma mulher discriminada pelo simples facto de ser mulher, não poderemos estar tranquilos porque não estaremos a viver num mundo justo… Um Feliz 2013, mais igual e solidário!!!!

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“LOOK” Há uns 20 ou 22 anos atrás, em nome de um suposto “look”, não havendo os “photoshpot” e demais “injecções” de hoje, tentava-se "por tudo" ser o mais original possível, mesmo que isso implicasse usar o que quase todos os outros usavam, já que a oferta das lojas, convenhamos, era substancialmente inferior à actual, além de quase todas venderem "cópias" do que a "moda" ditava. E era mais ou menos normal ficar-se embaraçado quando se aparecia no café de sempre com uma camisola “nova a estrear” de um verde garrido e, de repente, haver mais alguém ou mais alguns que, conhecidos e desconhecidos, por azar de todos, também estreavam irmãs gémeas dessas peças de vestuário. (o riso jamais disfarçava o que as maçãs do rosto apresentavam) Por isso, e para se dar nas vistas, na falta de abundantes alternativas, recorria-se a pormenores de "auto-look" que fizessem alguma diferença, fosse cortando as “suíças”, desapertando 4 botões da camisa – deixando 6 pêlos à mostra, ou, eventualmente, recorrendo a um adereço que tentasse transformar o todo, como por exemplo um “pin” (crachá). Importante, importante, era ser-se original, mesmo que, na verdade, fôssemos fotocópias uns dos outros. E éramos. No entanto, e pessoalizando, houve alturas em que, pelas circunstâncias, consegui ser realmente diferente, usando roupa que não existia por cá. E isso devia-se às minhas idas ao Brasil, de 2 em 2 anos, vindo de lá “abastecido” com várias malas, na tentativa, pressuponho, de poder manter-me “exclusivo”, pelo menos durante www.facebook.com/jackpot.portugal

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Logicamente que o tema que aqui trago é ridículo, até a foto que o tenta representar é ridícula, mas a intenção, acreditem, é apenas sublinhar que apesar de ridículos, pirosos, iguais ou nada originais, na verdade, naquele arrancar da década de 90, já adultos, embora sem (ainda) se saber nada da vida, em termos de “look”, sentíamo-nos os “reis da nossa rua e arredores”, e isso eram os nossos 15 minutos de fama, pelo menos ao olhar do nosso ego, por mais que o espelho do guarda-vestidos nos tentasse revelar o oposto.

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PALÁCIO DA BOLSA É considerado um dos mais belos edifícios que o Porto possui e ainda um dos mais ricos de Portugal, sendo um dos salões de visita da cidade onde se têm desenrolado os mais marcantes acontecimentos sociais, políticos e culturais ligados à vida citadina. Este é um dos edifícios mais belos na cidade do Porto e um dos que apresenta uma história muito rica e muito interessante e que deveras merecer ser conhecida por todos os portugueses e, atrever-me-ia até a dizer, europeus. A sua construção só foi possível através do investimento dos mercadores da cidade que decidiram por esta via para tratar os seus negócios com os mercadores forasteiros. Só para percebermos a grande qualidade deste museu, anualmente são mais de 200 mil os visitantes que frequentam o museu e satisfazem a sua curiosidade quanto ao edifício que é Património da Humanidade da UNESCO. Para quem o visitar, aproveito este facto para vos incitar alguma curiosidade sobre o Salão Árabe. Esta parte do palácio está coberta a ouro no seu teto e paredes. Quem o vê pela primeira vez fica totalmente perplexo com tamanha beleza. Entrando pela principal porta do Palácio da Bolsa do Porto, desde logo se fica com a ideia de que se está perante um edifício recheado de história e do qual faz parte um vasto leque de património no seu interior. Os seus candeeiros de grande envergadura ou os seus tetos trabalhados nos mais variados estilos arquitetónicos conferem-lhe uma grande beleza e significado. Com certeza que terei de destacar o Salão Árabe e essencialmente os seus acabamentos dourados, que lhe dão um merecido destaque.

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Um bom Palรกcio para enriquecer a nossa cultura !

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JACKPOT Magazine - 25, 30 Dez 2012  

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