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Maio - Julho 2012

editorial

MERECER A CONFIANÇA DEPOSITADA. Agradeço a confiança depositada na Assembleia-geral de Irmãos de 25 de Fevereiro último ao elegerem a minha equipa para dirigir, até 2014, os destinos da nossa Irmandade.

Somos o somatório de continuadas crises. Não se sabe como se vai viver. A incerteza gera medo. Um medo que não se sabe de quê.

que tenho a honra de presidir. Aos que nos confiaram o cargo agradecemos a confiança depositada e prometemos desenvolver trabalho que dignifique a nossa Instituição, a nossa ciOs cidadãos são bombardeados dade de Guimarães e o nosso É com prazer que continuare- com despedimentos, aumentos Portugal porque somos conhemos o nosso trabalho na defesa brutais em tudo que constitui o cidos em todos os continentes do património material e imate- patamar básico da vida (saúde, do mundo. rial que nos legaram, continu- combustíveis, gás, água, electriando a acrescentar, como temos cidade…). Queremos levar sempre mais vindo a fazer, mais e melhor No entanto, somos optimistas longe e mais intensamente tolqualidade, beleza e fé à melhor por isso encaramos o futuro dar no coração dos vimaranenmontanha do mundo -A Penha- com esperança, fé e determina- ses e dos que nos visitam o ideque os nossos antepassados ção para vencer as dificuldades al secular da Penha, assim Deus resolveram consagrar a Nossa que se adivinham. e Nossa Senhora nos ajudem. Senhora e que foi, é e continu- No passado recente, foi bebenará a ser o farol de Guimarães do no conhecimento da nossa e catedral da natureza com que história que encontramos o meDeus recompensou a nossa ter- lhor tónico para orientar o nosra e o nosso povo com tão va- so trabalho e ultrapassar as diliosa jóia. ficuldades que sempre se nos depararam. Fomo-nos habituando que vi- Demos a conhecer as nossas povemos tempos difíceis. Sempre tencialidades religiosas, históritempos mais difíceis, face aos cas, culturais e ambientais junto tempos passados. Nas últimas das crianças, através do concurdécadas não só os tempos vêm so “Penha à Vista” (6ª edição), sendo cada vez mais difíceis de que permite um contacto e proviver como mais difícil se torna cura nessa primavera renovar a prever o futuro. vida da Penha e da Irmandade Manuel Roriz Mendes / Juíz da Irmandade


Os aliados da Penha Na atualidade, é um encanto subir a Penha e por aí vaguear enquanto se experimenta um certo som de harmonia, uma geografia de floresta em que o bucolismo exteriorizado do local concilia os sentidos interiores do individuo. Flui uma certa sensação de que por ali vive-se um chamamento da natureza, como se esta tivesse sido lá posta para os indivíduos se reencontrarem. E todavia a Penha já foi terra desumanizada, agreste e medonha. Já foi habitada por lobos e por medos, por receios e pela selvajaria. A Penha foi paisagem lunar e local ermo, inabitável e desinspirada de apelos. Como se transforma então um local sem futuro num sítio onde se inspira o futuro? Muitos vimaranenses dos primeiros a habitar o condado devem ter olhado vezes sem conta para a montanha relacionando-se com a sua altivez transformada em barreira e em miradouro de segurança. Foi esse sentimento que fez perpassar a imagem protetora da montanha. Desde o imperador romano Máximino Trácio e Catarina de Alexandria que a lenda da montanha inspiradora de conhecimento e acolhedora da benevolência dos desinteressados gera a ocupação das cumieiras. A lenda de Catarina pousou na Penha sob a for-

ma de um feito extraordinário da pastora que afugentou o Visigodo Ataúlfo com o seu rebanho. A lenda é também uma forma do religioso sacralizar o espaço e torná-lo parte da vida dos locais. Possuída por alegorias benfeitoras e benfazejas, a montanha invadiu o espírito e os sentidos preenchendo de confiança o imaginário dos vimaranenses. A transformação da Penha bebe nesta relação do homem com o espaço tornado local de eleição, não pelo que possuía mas sim pelas transformações que ali se poderiam conceber. Uma atenção e alguma perspicácia deixam-nos antever, nesta forma de conectar a montanha com os vimaranenses, um traço comum a muitas relações espalhadas pelo globo, nem por isso combinadas entre as partes, por vezes manifestas em trocas, outras expressas em sacrifícios, ainda também em manifestações de hospitalidade. Os antropólogos dizem que estes atos prestam-se à realização do ser social sintetizada na aliança, fundada na dádiva desinteressada e na obrigatoriedade do cuidar. O arquétipo da aliança, instituído como se de natureza humana se tratasse, explica o facto de uma série de vimaranenses terem, ao longo de mais de duzentos anos, entregado grande parte do seu

tempo à causa da transformação da Penha. Ao transpor a montanha os sentidos apreendem a natureza num certo estado, fruto da paisagem lógica e acolhedora. Damo-nos então conta que o que ali está só assim poderia ser. Outra forma, outra solução, outra disposição, outros materiais, teriam “modernizado” o espaço numa outra direção, mas sem a mesma capacidade de envolvência dos nossos sentidos. Cem anos antes a Penha era dominada pela aridez rugosa. Imaginando tal, não deixa de ser estranho que a natureza ali atualmente imposta não lá estivesse. A esterilidade paisagística de antigamente foi dando lugar à fecundidade das ideias. Para que os caminhos da Penha tenham encontrado a harmonia entre a geografia e os sentidos teve, forçosamente, de haver uma espécie de afinidade entre os pares que por ali andaram a decidir. A intimidade fraternal parece ser a conexão que ligou as pessoas nesta aventura. Ao fim de alguns anos tal resultou num legado, só explicado pela aliança e pelo altruísmo. Esta comunhão, azimute e aliada da Penha, tem sido a sua Irmandade, nas diversas e variadas formas que ao longo dos anos tomou. Dr. Esser Jorge Silva


Hotel da Penha : Lutaremos até ao fim

Acta de 12 – 10 – 1969 Aos doze dias do mês de Outubro de mil novecentos e sessenta e nove, sob a presidência do Excelentíssimo Secretário Senhor Doutor Fernando José Antunes Saraiva Monteiro, reuniu a Mesa da Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha, estando presentes os Mesários abaixo assinados. Lida e aprovada a acta anterior o Senhor Presidente declarou aberta a sessão. Foi tomado conhecimento que o grande benemérito da Penha, e activo presidente da Comissão de Melhoramentos, Excelentíssimo Senhor Domingos Torcato Ribeiro de Almeida, mais uma vez manifestou o seu grande interesse por esta instância, contribuindo para a Comissão de Melhoramentos com a importância de trinta mil escudos destinada às obras de alcatroamento da Avenida dos Carvalhos e de outras zonas. Por todos os presentes foi manifestado a Sua Excelência a gratidão por tudo quanto tem feito pela Penha, que muito se tem reflectido no seu progresso. Foi apreciado o cofre adquirido para o Santuário, que opinião geral, satisfaz os fins em vista. Foi presente uma carta do concessionário do edifício do Hotel, a qual é do seguinte teor: “Penha, vinte e três de Setembro de mil novecentos e sessenta e

nove. Excelentíssimos Mesários da Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha. Penha – Guimarães. Excelentíssimos Senhores: Pela presente e de acordo com a minha conversa pessoal com Vossas Excelências venho propor o seguinte: - pediria a Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha um empréstimo de trezentos mil escudos, amortisável em dez anos, à Caixa Geral de Depósitos, empréstimo que destinaria nos seguintes melhoramentos: Primeiro, Construção de uma sala panorâmica sobre a paisagem deslumbrante da cidade; Segundo, reconstrução da parte de traz do Hotel que se encontra em estado precário; Terceiro, Reconstrução da entrada e salas de estar; O pagamento dos juros deste empréstimo, estimados em cem mil escudos seriam de minha conta. O capital de empréstimo seria amortisado com as rendas e o excedente, Escudos quinhentos seria entregue a Vossas Excelências mensalmente. Porque estas obras seriam um melhoramento que muito beneficiaria esta linda estância da Penha, estou crente que Vossas Excelências considerarão favoravelmente esta minha proposta. Com os meus protestos de elevada con-

Fotografia do Hotel da Penha do ano de 1944

sideração e estima, me subscrevo. Muito atentamente. Armindo Monteiro. Depois de devidamente apreciada, foi tomada a seguinte deliberação: “Constatando-se que o somatório deste proposta é de escudos trezentos e sessenta mil escudos para um período de dez anos, mas existindo um contrato de arrendamento que estipula que a partir de um de Fevereiro de mil novecentos e setenta e um a renda a pagar será de cinco mil escudos mensais, o que no período de dez anos representa um total de seiscentos mil escudos, verifica-se que da sua aceitação adviria, nos referidos dez anos, um prejuízo para esta Irmandade de duzentos e quarenta mil escudos, pelo que esta proposta, contrariando o referido contrato, não pode ser considerado favoravelmente.” Foram autorizados pagamentos de facturas conferidas. E nada mais havendo a tratar, o Senhor Presidente deu por encerrada a sessão, da qual, para constar, se lavrou a presente acta, que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada. E eu, Fernando José Antunes Saraiva Monteiro secretário a subscrevo e assino. (Texto conforme o original).


Penha à vista

(6ª edição) um concurso para as crianças A montanha da Penha é um daqueles espaços que se torna obrigatório conhecer e desfrutar. Desde o santuário às grutas e nichos, dos penedos aos miradouros, dos restaurantes às adegas típicas, do religioso ao profano, do nostálgico ao ruidoso, da descoberta da paisagem à da flora e fauna são um conjunto de espaços que se impõe descobrir. A imponência fascinante de rochedos e árvores deslumbram populares e eruditos, crentes e ateus, pequenos e graúdos. Pode-se subir a montanha em grandes grupos, em dias de festa litúrgica, mas também se pode fazê-lo individualmente à procura de um refúgio propício à meditação.

3º prémio área Desenho, da autoria de Mariana Matos Machado, 5 anos EB1/JI Aula de Conde, Sala 2B, Agrupamento Virgínia Moura, Educadora Augusta Sousa.

A Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha tem vindo a realizar um trabalho a todos os títulos louvável de recuperação, de transformação e de embelezamento deste tesouro vimaranense- a Penha. Foi assim que, aceitando o desafio do Juiz Presidente da Irmandade, desde há seis anos a esta parte, o Centro de Formação Francisco de Holanda, em parceria com a Irmandade, concebeu um CONCURSO, nas modalidades de desenho e escrita, centrados na Penha, que ficou para a história como - PENHA À VISTA. Elegeram-se como destinatários os alunos dos Jardins de Infância e dos

1º e 2º Ciclos do Ensino Básico dos Agrupamentos de escolas dos concelhos de Guimarães, Vizela e Fafe. O número de participantes tem-se cifrado em várias centenas e a qualidade dos trabalhos produzidos tem sido elevada. A pequenada premiada e não só, acompanhada pelos seus familiares e professores sobem a montanha, nos últimos dias de julho, este ano será no dia 22, para receberem os prémios. Tem sido uma jornada cultural vivida intensamente por todos quantos se associam a este projeto! Neste ano de 2012, com a nossa cidade como Capital Europeia da Cultura, apelamos, de novo, ao querer, à criatividade e à dinâmica dos mais pequenos das nossas escolas para subirem a montanha a pé, de carro, de teleférico, em grupos-turma ou na companhia das famílias e descobrirem o que este espaço maravilhoso tem para oferecer a quem o visita. Então, pede-se aos professores que se envolvam no projeto e que motivem, apoiem e incentivem os seus alunos a participar, pois esta é uma atividade criativa, promotora de cidadãos mais atentos e interventivos. Vale a pena! As crianças agradecer-vos-ão efusivamente! Dr. Jorge Nascimento


Eventos

17 Junho

Ronda da Lapinha – 4º centenário 24 Junho

Encontro de Bicicletas Antigas 29 e 30 Junho

Gmr 360º - Festival Multidisciplinar 19 a 22 Julho

O Encontro de Bicicletas Antigas é uma iniciativa de dois entusiastas das bicicletas antigas, Romão Barbosa e Manuel Coelho, que através da organização da Associação de Ciclismo do Minho, da Tempo Livre e da Capital Europeia da Cultura 2012, se vai levar a efeito no dia 24 de Junho, em Guimarães, integrado num programa conjunto “Conhecer Guimarães em Bicicleta. Este Encontro de Bicicletas Antigas é um incentivo à preservação e recuperação das bicicletas que fazem parte da história e que por tradição estas mesmas bicicletas que passavam de pai para filho hoje já não existem mas no dia 24 de Junho, durante a manhã, iremos deixar nas calçadas do Centro Histórico a cada pedalada a marca da sua história, recordando que já no ano de 1885 o industrial vimaranense Francisco Costa Guima-

rães, percorria Guimarães na sua bicicleta. Este encontro tem a concentração no Campo das Hortas, a partir das 9 horas, seguindo-se o desfile a partir das 10:30, com fotografias, abastecimento líquido e sólido, entrega de lembranças e “bênção das pasteleiras”, seguindo-se o almoço na Penha com animação e entrega de prémios. A organização está a cargo da Tempo Livre, Associação de Ciclismo do Minho e da Capital Europeia da Cultura 2012. As colaborações são do Clube de Bicicletas Antigas de Cavalões, Associação Vimaranense para a Ecologia, Turipenha, Irmandade de Nossa Senhora da Penha, Histórico by Papaboa, Rolhas e Rótulos, Trinas, Animação Fernando Ribeiro e Reclamos Vitória. Romão Barbosa e Manuel Coelho

VII Acampamento Nacional III Jamboree Internacional Direcção regional de Braga Fraternidade Nuno Alvares – Ass. Antigos Filiados do CNE 29 Julho

Orquestra do Norte 29/30 Setembro

30ª Rampa Penha 20/21 Outubro

Rampa de Guimarães


Franciscanos Capuchinhos

visitam a Penha Presenteados com um sol de Páscoa maravilhoso, constituindo nós um pequeno grupo de 15 Frades Menores Capuchinhos oriundos de diversas nacionalidades (Portugal, Cabo Verde e Timor Leste), avançámos para a aventura de visitar o Santuário de Nossa Senhora da Penha e a cidade de Guimarães, Capital Europeia da Cultura. Certamente que tentar cumprir tal missão num único dia é quase irrisório, pois muito mais tempo seria necessário. Contudo, na certeza de que Deus nos guia sempre pelos ‘caminhos mais seguros’, seguimos pela manhã em direção à Montanha da Penha, sem sabermos bem o que iriamos encontrar.Tal como São Francisco de Assis perante a beleza da Cria-

ção, também nós ficámos maravilhados com tamanho vislumbre. Por todo o lado a Natureza nos falava do seu Criador e nos convidava também a nós a alegrarmo-nos na Sua presença. De facto, também a Srª Luísa Sampaio, membro da Irmandade da Penha, acompanhando-nos numa visita guiada ao Santuário e ao ambiente em redor, inflamada com o mesmo espírito, com alegria e entusiasmo, nos ia mostrando e tentando explicar os segredos que aquele lugar tão maravilhosamente guardara. Assim, facilmente se compreende a razão pela qual o eremita escolheu aquele santo lugar para viver, bem como a razão que levou, não só vimaranenses, mas também oriundos de outros

lugares, a ali alicerçarem a sua fé em Cristo, com a especial intercessão de Sua Mãe. Tal pode-se constatar, não somente na conservação e no cuidado que se tem do lugar, mas principalmente na fé manifestada, de modo especial nas frequentes peregrinações e romarias. Após termos celebrado a Eucaristia na pequena e acolhedora capela de Nossa Senhora do Carmo, com pena deixámos aquele pedaço de paraíso, mas satisfeitos pelo tempo ali dedicado. Os Franciscanos Capuchinhos muito agradecem o bom acolhimento e atenção dispensada na visita a Nossa Senhora da Penha. Bem hajam! Franciscanos Capuchinhos


Penha 2012 Santa Catarina 17 de Junho Sr.ª do Carmo 22 Julho

Imagem da Padroeira exposta na Gruta

S. Cristóvão 28/29 Julho 119 ª Peregrinação 9 Setembro Imagem de Nossa Senhora da Penha


Informações

Ficha técnica Índice

Propriedade legal Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha Director Roriz Mendes - Juíz da Irmandade Redacção Secretaria da Irmandade Design e Composição Tamanho Real, Lda Impressão Diário do Minho Tiragem 1000 exemplares

01- Editorial 02- Os aliados da Penha 03- Hotel da Penha - Lutaremos até ao fim Acta 12-10-1969

04- Penha à Vista - 6ª edição 05- Encontro de Bicicletas Antigas 06- Visita à Penha - Capuchinhos Porto 07- Festividades 08- Cartão de Identidade de Irmão

Santuário da Penha Horário de Verão Segunda a Sexta 10h30 - 18h30 Sábado e Domingo 09h00 - 20h00 Horário de Culto Sábado – Missa 16h00 Domingo – Missas 11h00 e 16h00 Domingo – Terço 15h30

Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha Penha-Costa, 4810-038 Guimarães - Portugal (+351) 253 414 114 info@penhaguimaraes.com www.penhaguimaraes.com

Visitas Guiadas 1º sábado de cada mês, 10h30 “À procura de origens… da Penha” Tipo de percurso: Histórico, Ambiental e Paisagístico Duração prevista: 02h30 e/ou 4 /5 horas Dificuldade média: (percurso com algumas subidas e passagens por locais estreitos, entre penedos) Aconselhável munir-se de roupa e calçado confortáveis Limite de Participantes: mínimo 5 pessoas; máximo 30 pessoas Inscrição gratuita (mas obrigatória)

Cartão de Identidade de Irmão Tal como foi decidido na Assembleia-geral da

tomada na referida AG será emitido um Cartão

Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da

de Identidade de Irmão, agradecemos o favor de

Penha do passado dia 26 de Novembro de 2011,

preencher e devolver a ficha anexa para facilitar

passará a ser paga a importância simbólica de 5

também o envio do correio.

euros anuais pelo boletim informativo trimestral

Assim, é de capital importância a devolução da

“ALTO DA PENHA” como forma de reforçar a

citada ficha o mais breve possível, para evitar

ligação com os confrades da Irmandade.

problemas de extravio e melhor prosseguir os

Nesse sentido e cumprindo outra das deliberações

nossos objectivos.

NOTA - Agradecemos que façam o favor de enviar pelo correio ou de liquidar pessoalmente, junto dos serviços no Santuário da Penha ou junto de qualquer membro da Mesa Administrativa da Irmandade, a quantia de 5 euros.

Ficha de pagamento assinatura anual Nome

Data de Nascimento

Morada

Telemóvel

Código Postal

-

Localidade E-mail Assinatura Preencha a ficha com os seus dados. Poderá remeter por correio para: Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha | Penha-Costa, 4810-038 Guimarães - Portugal ou entregue em mão no Posto de Informação da Irmandade.


Alto da Penha nº 24