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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

está presente é o suplente e, portanto, isso demonstra um bocadinho esse envolvimento menor do nível acima.” (ECPCJ13.9.b). Este cenário de envolvimento multinível traduz-se em que quando participante – dependendo muito do interesse pessoal – dão um contributo positivo: “Depende muito de quem está à frente das entidades. A chefe de setor aqui da xxx está muito mais próxima da comissão, está muito mais desperta para ajudar, para podermos articular e articula muito mais já com a comissão que outras chefes.” (CPCJ14.9.a). “Quando há necessidade, chamam-se as pessoas (de nível hierárquico superior) e nota-se que há disponibilidade nelas em colaborar, em contribuir.” (ECPCJ11.9.b). Num nível intermédio, registam-se situações de progresso e com desejo de melhoria no envolvimento multinível, que não sendo ainda o desejável, está a evoluir positivamente: “Acho que, a nível superior, tem-se absorvido mais este conhecimento sobre a intervenção comunitária e que efetivamente só é possível através de rede. Acho que efetivamente a nível superior já se começa a entender isso.” (ECPCJ6.9.b). “Gostaria de melhorar.” (ECPCJ15.9.a). A expressão que provavelmente melhor sintetiza as lacunas ainda existentes neste domínio é: “A sensação que nós temos é basicamente que desde que as coisas corram bem, não traga problemas, está tudo bem.” (ECPCJ4.9.b).

X – Flexibilidade Este fator recebe uma forte adesão nas respostas dos entrevistados, sendo que se confunde também com o fator “Adaptabilidade”, sendo recorrente a utilização indiferenciada da expressão “flexibilidade” e “adaptação”, como duas faces do mesmo fenómeno. 97


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