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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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GovInt

“Por outro lado, também em termos da comissão, se está a fazer um esforço de formação, dos seus membros, e, portanto, para os elementos que trabalham nessas instituições também é bom participarem.” (ECPC3.6.b). “Eu achei o plano de prevenção de maus-tratos de crianças era algo que também me interessava, e daí também ter investido muito mais (...) o facto de haver aqui um objetivo e um levantamento das necessidades e a forma como foi organizado, ao envolver as entidades todas para fazerem parte da solução, para haver um diagnóstico, isso foi muito importante, e com propostas também de soluções.” (ECPC8.6.b). “Na comissão nós também partilhamos. Além de formações, seminários, nós fazemos reuniões periódicas em que também estamos em contacto uns com os outros. Às vezes dá para abordar certos casos, certos temas, que tipo de resposta que em conjunto podemos dar a esta situação, quer dizer, é uma mais-valia para todos. E, às vezes, há serviços e valências novas que através da comissão, destas reuniões periódicas, vamos tomando conhecimento.” (ECPC17.6.c). “A minha experiência considero única. Enriqueci muito em termos de conhecimento, no aspeto social, até no aspeto de compreensão do que se passa muitas vezes nas escolas, e que, de facto, esta ligação torna mais clara e permitirá até ir mais longe na procura de soluções.” (ECPC7.6.b). Mesmo no quadro de interesse na presença e do reconhecimento dos benefícios decorrentes, é referido que algumas instituições evidenciam dificuldades, sobretudo ao nível da disponibilização de técnicos para participação nas atividades da CPCJ. “A minha disponibilidade, às vezes, não é tão grande quanto eu desejaria ou quanto acho que poderia ser mais rentável para este trabalho em rede.” (ECPC4.6.a). “Na teoria as entidades sabem que é importante, mas depois na prática é complicado disponibilizarem técnicos.” (ECPC14.6.a).

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