GovInt
esforço de mobilização de novos parceiros por parte da equipa da CPCJ, mas que deve prosseguir: “Na alargada penso que, até neste momento eu penso que há maior diversidade do que havia há uns anos atrás.” (ECPCJ2.5.b). “Até 2011/2012, a maior parte das instituições estava na alargada. Eu acho que ia quase por obrigação, faz parte da lei, devem estar representadas. Atualmente tem-se feito um trabalho com a alargada. Tem havido um crescendo de consciencialização para o facto de serem parte integrante (da CPCJ) e devem colaborar porque também trazem benefício…” (ECPCJ3.5.b). “A lei obriga que haja várias instituições representadas. É uma formalidade legal, mas que depois na prática acaba por se automatizar e por ajudar e a máquina vai ficando oleada e noto que há uma grande evolução.” (ECPCJ11.5.a). “ Nota-se que, as instituições que estão mais próximas, estão a funcionar bem. (mas) ainda há muita coisa para limar, há aqui muita aresta a precisar de ser limada.” (ECPCJ11.5.b).
Fator VI – Membros veem a colaboração como do seu próprio interesse Os entrevistados reconhecem, na sua maioria, que há interesse para as instituições parceiras da CPCJ em integrarem este organismo: “Penso que veem com todo o interesse.” (ECPCJ5.6.a). “Eles têm a noção de que é importante.” (ECPC14.6.b). “Os membros que cá estão sentem que é vantajoso.” (ECPCJ12.6.a) “É óbvio que nos interessa de todo que isto funcione bem porque é uma mais-valia para o nosso trabalho.” (ECPC1.6.a). “Nós temos todo o interesse em pertencer à comissão alargada da CPCJ.” (ECPC17.6.a). 86