Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada
cia e representação juvenil), quer de sobrerepresentação de algumas instituições na comissão restrita, o que evidencia ainda mais a relevância da abrangência de instituições envolvidas: “O constrangimento maior que eu encontro, ainda é a falta de outros elementos da comunidade muito pertinentes na maioria dos problemas das crianças, que não estão presentes.” (ECPCJ10.5.b). “(Diversidade de instituições) ainda falta. Principalmente organizações com muito peso aqui no concelho e que não têm muita expressividade aqui, por exemplo: xxxxxx, uma xxxxx…” (ECPCJ5.5.b). “Eu gostaria de alargar (a diversidade). Nós não temos, nem nunca tivemos, na história da comissão, um representante da juventude e eu acho que isso era fundamental. A área da deficiência também não está representada na comissão.” (ECPCJ15.5.d). “Se calhar eram necessárias outras. Por exemplo, a saúde. Apesar de já estarem, deviam estar mais representadas. Temos feito um caminho em que temos conseguido apelar a mais membros…” (ECPCJ1.5.b). “(Faltas) A nível se calhar de saúde e a nível das escolas, se calhar estarem mais envolvidos, principalmente as escolas.” (ECPCJ17.5.c). “(Diversidade de membros) Não, não tem (...) estou a falar da restrita, porque em termos da alargada estão várias instituições aqui do concelho. Na restrita, que acabamos por ter um peso muito grande, porque é aqui que se decidem a vida das crianças, não é, há um peso excessivo da xxxxx e da xxxxxx.” (ECPCJ3.5.a). “(Quem falta)… faltam várias. Principalmente a nível de saúde e de saúde comunitária, penso que falta ainda a área da toxicodependência também. De vez em quando está uma colega do hospital, mas na área dos centros de saúde acho que era muito importante.” (ECPCJ18.5.b). Esta tendência de alargamento desejável é reconhecida, bem como já tendo sido dados passos de concretização nos últimos anos, decorrentes da força da lei e do 85