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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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GovInt

população é a mesma, os problemas são diferentes, e os recursos são otimizados.” (ECPCJ8.5.a). “Do ponto de vista da aprendizagem ganha-se imenso com isso, temos um grande conhecimento do território e do ponto de vista dos procedimentos de cada um e das limitações que cada um tem no seu próprio serviço.” (ECPCJ13.5.b). “O trabalho na comissão é feito em equipa, as decisões são tomadas em equipa, os pareceres são tomados em equipa e há sempre um olhar diferente do outro, mas que podem chegar a uma conclusão comum.” (ECPCJ6.5.b). “A diversidade é muito boa, porque isto também vive muito da troca de opiniões. Discute-se, não se decide só, os casos muitas vezes não vêm para decisão, vêm também para discussão, aliás essencialmente vêm para discussão, e cada um dá a sua opinião… é muito importante cada um ter realidades e conhecimentos diferentes e poderem aplicar aqui e discutir uns com os outros.” (ECPCJ5.5.c). Entre as dificuldades, que naturalmente também existem, salienta-se o risco de desfoque e de tensão, a fraca assiduidade de alguns membros (que reduz efetivamente a diversidade) e o tempo efetivo alocado à comissão por alguns dos seus membros: “Às vezes não é fácil gerir o que é mais importante.” (ECPCJ13.5.c). “Pode ter momentos de tensão.” (ECPCJ15.5.b). “A efetividade das presenças é que devia ser maior.” (ECPCJ1.5.c). “Eu acho que (a diversidade) é boa, a única coisa que trazia alguma dificuldade era porque técnicos que estavam nas instituições, portanto não estavam a tempo inteiro. E, às vezes, é difícil, era difícil ter tantos processos e estando cá meia manhã, um dia, e aí era difícil, mas em termos de diversidade eu acho que é bom, é positivo.” (ECPCJ2.5.c). Apesar da diversidade de instituições já existente, ainda são referidas quer algumas lacunas na representação institucional (principalmente na saúde, deficiên84


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