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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

borar menos com entidades exteriores porque têm que produzir mais internamente para conseguir fazer mais com menos dinheiro, mas depois ao mesmo tempo também há o movimento de, mas nós precisamos mais uns dos outros, não é, e acho que às vezes oscila-se um pouco entre as duas.” (ECPCJ2.3.a). Para reforço desse clima, contribui o esforço de aproximação e de construção de pontes a partir da CPCJ, bem como a existência de ferramentas comuns de trabalho em rede: “Procuro ter este cuidado de estar próxima e de fazer aqui alguns movimentos, dar, prestar informações regularmente sobre aquilo que está a ser feito, pedir outras coisas que também são importantes.” (ECPCJ15.3.b). “Até temos fichas em comum que temos que preencher, o que nós chamamos as fichas de ligação de um serviço com o outro, portanto acho que isso neste momento está a acontecer.” (ECPCJ6.3.c).

Fator IV – Respeito mútuo, compreensão e confiança A avaliação deste fator pelos entrevistados reflete quer a relevância que é atribuída em geral a este tópico, quer a experiência positiva que existe neste eixo no quadro da CPCJ da Amadora, sendo dos melhor pontuados entre todos os fatores Wilder. A relevância dada à existência de “respeito mútuo, compreensão e confiança” é expressa da seguinte forma: “Importantíssimo.” (ECPCJ9.4.b). “Isso é efetivamente a pedra basilar desta resposta.” (ECPCJ10.4.a). “Eu acho que isso é muito importante porque nós não somos uma entidade única, somos vários parceiros.” (ECPCJ9.4.a). “Portanto temos que deliberar de acordo com a nossa proposta, não é, e se não confiássemos uns nos outros não era possível fazer isso.” (ECPCJ14.4.d). 77


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