GovInt
13. Ritmo apropriado de desenvolvimento. 14. Comunicação aberta e frequente. 15. Relações informais estabelecidas e ligações de comunicação. 16. Objetivos gerais e específicos concretos e alcançáveis 17. Visão partilhada 18. Objetivo comum 19. Financiamento, Equipa, tempo e materiais suficientes 20. Liderança capacitada
3,8 4,6
3,6 5,0
4,0 4,3
-0,4 0,7
4,6
4,3
4,4
-0,2
4,4 4,5 4,4 3,3 4,8
4,5 4,4 4,7 3,9 4,7
4,3 4,6 4,2 2,9 4,8
0,2 -0,2 0,5 1,0 -0,1
Fonte: Entrevistas para o estudo de caso CPCJ da Amadora (n=18)
TABELA XIX - COMPARAÇÃO DE MÉDIA DOS FATORES COLABORATIVOS WILDER ENTRE COMISSÃO RESTRITA E COMISSÃO ALARGADA Média Comissão restrita
4,27
Comissão alargada
4,09
Média geral
4,18
Fonte: Entrevistas para o estudo de caso CPCJ da Amadora (n=18)
Desta análise resulta que: 1. Os entrevistados pertencentes à comissão restrita fazem uma avaliação mais positiva dos fatores colaborativos do que os pertencentes à comissão alargada, sendo que ambos, como já referido, fazem uma avaliação muito positiva. 2. A pontuação atribuída pelo subgrupo “comissão restrita” é superior face ao subgrupo “comissão alargada” com destaque para os seguintes fatores, com o diferencial indicado: 19. Financiamento, Equipa, tempo e materiais suficientes (1); 10. Flexibilidade (0,9); 14. Comunicação aberta e frequente (0,7); 11. Desenvolvimento de orientações claras de políticas e de funções (0,6). 3. O inverso (“comissão alargada” a pontuar melhor que “comissão restrita”) acontece, com maior evidência, nos seguintes fatores: 6. Membros veem a colaboração como do seu próprio interesse. (0,6); 2. CPCJ vista como líder legítimo na comunidade. (0,6); 13. Ritmo apropriado de desenvolvimento (0,4).
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