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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

Equipa interinstitucional e multidisciplinar

(dados qualitativos das entrevistas) “Aqui neste tipo de situações mais complexas coloca-se essa diversidade técnica também, porque cada um tem o seu olhar e, por vezes, o olhar único não é um olhar suficientemente abrangente. Daí a riqueza da equipa porque a psicologia, o serviço social, a educação social, a área jurídica, todas elas são possíveis de se complementarem e, portanto, essa riqueza parece-me estar conseguida.” (ECPCJ15.5.c). “A comunidade sentada a decidir sobre ela própria é a grande mais-valia, eu acho que nos traz uma riqueza muito grande, quer das visões profissionais de cada um, porque nós somos de diferentes áreas, mas também nos faz trazer a nossa instituição para dentro, para a decisão e levar para a nossa instituição o que se sente e o que se vê na comunidade.” (ECPCJ12.5.a).

Existência e qualidade das relações informais

(dados qualitativos das entrevistas) “É mais fácil se uma pessoa vê que uma coisa não está a funcionar, liga, e diz “olha, isto não está a resultar, como é que é? se calhar temos de fazer diferente...”.” (ECPCJ18.15.b). “Uma das coisas que acontece muito é que, por exemplo, se precisa de contatar alguém, se não se consegue pelos números fixos ou profissionais, temos os números pessoais e ligamos e não há problema…ou por e-mail… tenta-se sempre resolver…, portanto há essa proximidade e à vontade.” (ECPCJ16.15.a). “É informal. Tudo o que é informal é bom e é facilitador. Se tenho alguma dificuldade, chego a qualquer das minhas colegas e digo qual é, e logo se disponibilizam a colaborar.” (ECPCJ7.15.a).

Polivalência dos quadros da CPCJ

“Há uma grande polivalência de funções. Somos hiper-flexíveis, fazemos tudo…” (ECPCJ13.10.c). “Não é uma estrutura rígida. (...) nós somos muito polivalentes.” (ECPCJ12.10.a).

Colaboração inter-CPCJ

Reunião do Grupo Inter-CPCJ: Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra (julho 2014)

Objetivo: Promoção de informação à comunidade sobre os direitos da criança e do jovem

Ações desenvolvidas

• II Seminário “Violência e Maus Tratos nas Crianças e Jovens: Que desafios para hoje?” (abril 2014) • Ação de formação e sensibilização, dirigida aos técnicos e educadores dos equipamentos de infância da Santa Casa da Misericórdia da Amadora (maio 2014) • Stand no Amadora Educa (maio 2014) • GT interdisciplinar, com vista à sinalização e acompanhamento de crianças e jovens que possam ser vítimas de MGF • III Encontro com os Agrupamentos de Escolas - O Papel das Escolas como Entidades de 1ª Linha na Prevenção dos Comportamentos de Risco e Perigo – Partilha de Projetos (julho 2014). • Círculo de Encontros e Palestras da CPCJ da Amadora (2 conferências) • Ação de Sensibilização/Formação sobre Jovens LGBT em Situação de Violência Familiar. • “Oficina dos Protetores” (novembro 2014) • Encontro com a Federação das Associações de Pais do Concelho da Amadora (FAPCA) e representantes de Associações de Pais e Encarregados de Educação (maio 2014)

Nº participantes

(Não disponível)

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