Skip to main content

Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

Page 135

Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

a apresentar resultados. Representa um “excesso de trabalho” que facilmente desmobiliza os atores institucionais que desenvolvem um projeto desta natureza. A pressão para os resultados definitivos de curto prazo em problemas que só podem ser abordados numa perspetiva de médio-longo prazo, gera frustração que pode bloquear e fazer descrer no modelo. Seguramente, a experiência de governação integrada da CPCJ da Amadora, objeto deste estudo de caso, não é perfeita, como não o é nenhum modelo ou experiência organizacional. Haverá sempre margem para melhorar, num esforço quotidiano, particularmente exigente, em contextos de grande complexidade. Dito isto, a CPCJ da Amadora constitui um excelente exemplo de como é possível fazer funcionar a governação integrada, sustentado numa equipa nuclear forte e competente e uma rede de parceiros robusta e motivada. Com ela, através deste estudo de caso, podemos aprender a fazer melhor governação integrada.

133


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada by Instituto Padre António Vieira - Issuu