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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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GovInt

tado para que se possa dele beneficiar, nomeadamente das aprendizagens úteis para modelos de governação integrada. É da maior justiça, no âmbito deste “estudo de caso”, e contrariando algumas críticas que pontualmente vão surgindo no espaço público, reconhecer que o trabalho desta CPCJ é de grande qualidade, como seguramente também o é o de muitas outras Comissões, um pouco por todo o país. A forma como os seus membros, quer ao nível da Comissão em modalidade restrita, quer em modalidade alargada, vão gerindo com eficácia e eficiência um dos problemas sociais mais complexos das nossas sociedades merece ser mais conhecido e elogiado. Havendo seguramente aspetos a melhorar no seu funcionamento (desde logo poder ser dotada de recursos humanos suficientes para fazer face à exigência do número de crianças e jovens a necessitarem de proteção neste território), há que ter em conta o extraordinário trabalho que os seus técnicos, a par com as diferentes instituições do concelho desenvolvem no quotidiano para promover os direitos e proteger as crianças e jovens. Possa este “estudo de caso” servir não só para aprender a fazer GovInt, a partir de um caso concreto, mas também para reforçar a determinação e o sentido de serviço ao bem comum de todos os técnicos e instituições que na Amadora e por todo o país, procuram dar o seu melhor na proteção de crianças e jovens. Rui Marques Fórum para a Governação Integrada

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