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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

Sem prejuízo de um objetivo comum é considerado haver vários caminhos para lá chegar: “Há um objetivo comum, mas acho que há perspetivas diferentes, em relação a alcançar esse objetivo.” (ECPCJ2.18.a). “O meio para chegar a um fim é diferente, mas o fim é o mesmo. Pode haver discussão como a forma de chegar lá, mas o fim é o mesmo.” (ECPCJ18.18.b). A referência a uma identidade de dupla pertença, ligada à instituição de origem e à CPCJ, pode gerar a necessidade de gerir diferentes objetivos: “Isto acaba por ser uma identidade dupla, porque nós estamos cá enquanto representantes de uma entidade, mas depois estamos também de corpo e alma nessa entidade. Às vezes, temos que defender os interesses da comissão e outras vezes os interesses da nossa entidade e por isso.” (ECPCJ4.18.a).

Fator XIX – Financiamento, Equipa, Tempo e Materiais suficientes A análise das respostas obtidas neste Fator revela dois eixos essenciais: o elogio à melhoria progressiva das condições de trabalho em termos de espaço e a preocupação com a grave limitação de recursos humanos. Deteta-se, então, nas respostas obtidas um elogio à melhoria das condições face a um passado recente, em particular no que se refere às instalações: “Fizemos um caminho, há 4 anos atrás os recursos eram muito diferentes do que temos agora.” (ECPCJ13.19.a). “Já estivemos muito pior pelo que eu me apercebi. Eu cheguei a estas instalações e acho-as excelentes.” (ECPCJ12.19.a). “Temos boas condições a nível de espaço. As instalações são boas, são ótimas.” (ECPCJ9.19.a).

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