GovInt
maximalista de resolução definitiva do risco/perigo para crianças, tornam-nos alcançáveis e viáveis, ainda que com dificuldades: “São muito concretos e são alcançáveis embora, depende… Se pensarmos que é alcançável diminuir as situações de risco, aquelas que existem, diminuir os danos, isso é alcançável. Pensar que não vão existir situações de risco, acho que isso não é alcançável. Acho que vai sempre existir (risco).” (ECPCJ2.16.a). “A ideia é… nós não estarmos a dizer que vamos tirar todas as crianças da situação de perigo em questão, mas vamos tentar que seja possível para aquelas crianças ultrapassarem a situação ou minorarem pelo menos a situação de perigo em que se encontram. E, portanto, são alcançáveis!” (ECPCJ13.16.a). “São alcançáveis, mas não são facilmente alcançáveis.” (ECPCJ5.16.a). “Concretos são, estão bem estabelecidos e bem definidos. Agora realistas, às vezes sim, e outras vezes nem tanto. Às vezes não é fácil…” (ECPCJ18.16.a). “Concretos, sim. E realistas, também. Agora são difíceis de atingir.” (ECPCJ11.16.a). A concretização dos objetivos está correlacionada com a qualidade e criatividade da própria equipa, bem como com a interação com outras instituições: “São objetivos concretos e alcançáveis. O ser alcançável depende do valor da equipa, da própria criatividade da equipa porque há objetivos que são mais difíceis de alcançar.” (ECPCJ15.16.a). “Concretos, são…, portanto, intervir ao nível social para melhorar a vida das crianças e dos jovens. Alcançáveis, não depende só do esforço da instituição. Passa por muita coisa.” (ECPCJ7.16.a). Uma só voz levantou reservas à exequibilidade dos objetivos traçados, realçando as dificuldades decorrentes da sobrecarga processual já anteriormente referida: “Acho que não. Pelas dificuldades de intervenção com que nos deparamos (...) a dificuldade do volume processual que temos em conseguirmos intervir 114