GovInt
“Há de facto aqui um relacionamento para além do estritamente profissional e que eu creio que traz uma maior proximidade entre as pessoas e, pelo menos, a perceção de que são relações mais privilegiadas.” (ECPCJ4.15.b). “É necessário os colegas estarem à vontade uns com os outros. Fazíamos muito o trabalho em parceria, trabalhávamos muito dois técnicos, dois a dois para avaliarmos muito bem as situações e fazermos propostas à equipa. E acho que isso é extremamente importante: o bom relacionamento e o estar à vontade. Eu, por exemplo, enquanto técnica de uma instituição também me sentia à vontade de ligar para aqui.” (ECPCJ6.15.a). “É informal. Tudo o que é informal é bom e é facilitador. Se tenho alguma dificuldade, chego a qualquer das minhas colegas daqui digo qual é, sobretudo no que diz respeito a estas questões administrativas que não era bem o meu plano de ação, e logo se disponibilizam a colaborar.” (ECPCJ7.15.a). “Sinto que há uma grande proximidade entre todas nós, somos muito “terra-a-terra”, não há aqui pessoas muito fechadas e se algum dia cá calhar alguém assim provavelmente não vai gostar porque eu acho que a forma de trabalhar aqui é mesmo em conjunto.” (ECPCJ10.15.b). É igualmente interessante obter, em entrevistas realizadas num contexto organizacional formal – a CPCJ –, um conjunto de referências relevantes sobre a importância dos almoços, jantares e atividades afins para a construção de uma equipa eficaz e competente: “Team building… almoços… jantares… e essas coisas todas procuramos desenvolver isso até porque temos a noção do peso que estas coisas têm.” (ECPCJ13.15.a.). “Há um clima muito bom, o clima relacional é muito bom e há muitos almoços, jantares …Eu acho que ajuda imenso…” (ECPCJ3.15.b). “(…) também procuramos encontrar um espaço fora daqui que tenha algumas soluções para o que são os nossos problemas. (…) estas saídas que nós temos, estes encontros fora, eu acho que isso é muito benéfico para a instituição.” (ECPCJ10.15.a). 112