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“Há uma comunicação fluente, informal, não há formalidades...” (ECPCJ14.14.a). A única crítica que se regista é a de informação em excesso, o que sendo um ponto de melhoria, não deixa de refletir o empenho que é tido em comunicar assiduamente. Ainda ao nível dos riscos de má comunicação, é referido o potencial de equívocos gerado pelo correio eletrónico, havendo quem prefira a comunicação presencial: “Temos aqui informação a mais.” (ECPCJ13.14.b). “A comunicação feita fora das reuniões é feita por e-mail. O e-mail tem algumas vantagens, mas também tem outros constrangimentos, que a comunicação direta, falar por exemplo por telefone ou pessoalmente, resolveria…” (ECPCJ11.14.a.). Em síntese, na CPCJ a comunicação parece ser aberta e frequente, o que gera orgulho no sentimento de pertença: “Congratulo-me por pertencer a esta equipa e por fazer parte de uma equipa que comunica bem. Obviamente, como em tudo, há os seus atritos, mas que são muito bem resolvidos e em tempo.” (ECPCJ10.14.a).

Fator XV – Relações informais estabelecidas e ligações de comunicação Na sequência das referências já expressas no Fator anterior, neste segmento reforça-se a perceção da importância atribuída pelos entrevistados à construção de relações informais e o seu contributo para o bom funcionamento da CPCJ: “Eu acho que há relações informais fortes.” (ECPCJ18.15.a). “Temos a noção de que as relações informais são muito importantes no bom funcionamento das relações profissionais. E, portanto, acabamos por estimular esses momentos que, no fundo, servem para aprofundar relações pessoais com aquelas que estão mais distantes.” (ECPCJ13.15.b). “(Relações informais) São extremamente fáceis. Eu acho que é meio-caminho andado, como se costuma dizer... obviamente é muito mais fácil se tive110

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada  

Um estudo de caso da CPCJ Amadora

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